
A Professional Brazilian Jiu-Jitsu Federation (PBJJF) deu novo passo decisivo em sua consolidação como plataforma global de competições ao apresentar as diretrizes do calendário 2026.
Segundo o presidente da entidade, João Paulo Ferreira, a nova temporada foi desenhada para oferecer justiça no ranking e um circuito lógico de evolução para atletas e equipes ao redor do mundo.
“A temporada 2026 foi construída com foco em previsibilidade e lógica de circuito. Definimos datas em janelas fixas e com antecedência, organizamos os eventos por blocos, hierarquia clara (regional, nacional, continental e mundial) e garantimos espaço suficiente entre etapas-chave para permitir recuperação e periodização”, explicou João Paulo.
Ele destaca ainda que o peso de cada evento foi alinhado ao ranking para manter consistência. “Na prática, isso facilita, já que atletas e equipes conseguem planejar o ano inteiro, treinos, viagens e orçamento, com muito menos improviso.”
Com a expansão para novos mercados e presença confirmada em diferentes continentes, a padronização da experiência do atleta é um dos pilares da federação. “Com eventos em continentes tão diferentes, a PBJJF trabalha com um princípio claro: padronizar o essencial e adaptar apenas o operacional. O essencial é igual em qualquer lugar: regras e critérios, padrão de chaveamento e cronograma, qualidade de arbitragem, comunicação com o atleta e a experiência do check-in até a premiação”, afirmou.
Para garantir esse nível de consistência, a federação utiliza manuais e checklists globais, além de treinamento e certificação de staff e árbitros, com supervisão direta nos eventos estratégicos.
Os campeonatos continentais também ganham papel central na nova estrutura. O retorno do Asiático, somado ao Europeu Adulto e Kids, fortalece o ranking e cria uma rota clara de progressão esportiva. “Os campeonatos continentais são pilares do circuito internacional porque eles dão ‘peso real’ ao ranking e criam uma rota clara para o atleta”, destacou João Paulo.
Segundo ele, essas etapas aumentam a representatividade global, elevam o nível técnico e tornam a pontuação mais justa. “Na prática, esses eventos organizam o caminho do atleta: ele constrói pontos e experiência em etapas regionais e nacionais, prova seu nível no continental e chega ao mundial com um ranking mais sólido, legítimo e internacional.”
Para atletas, professores e equipes, a expectativa é de um circuito mais profissional e confiável. “Em 2026, atletas, professores e equipes podem esperar um circuito mais previsível e mais profissional na prática. Isso significa calendário com menos mudanças e mais antecedência, eventos com padrão mais consistente em qualquer continente, e um ranking justo e internacional, com etapas continentais fortes que valorizam de verdade a trajetória do atleta”, afirmou o presidente da PBJJF.
João Paulo conclui reforçando que o novo calendário vai além de uma simples lista de datas. “Para as equipes, isso se traduz em planejamento mais claro de temporada, metas, orçamento, viagens e periodização e mais oportunidades reais de construir resultados ao longo do ano, não só em um único ‘grande evento’”, concluiu.
