6 dicas para ser um professor de Jiu-Jitsu mais eficiente em 2026

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1. Invista na sua formação

Busque conhecimento o tempo todo, para estar pronto para os desafios do futuro. Estude idiomas e viaje para visitar amigos e competir fora do país – você nunca sabe onde poderá encontrar uma oportunidade de ensinar Jiu-Jitsu.

2. Aprenda a trabalhar em equipe

Não adianta você ser o instrutor mais bem preparado da cidade se não estiver bem cercado de pessoas à sua volta. Busque os melhores talentos de cada área para que sua escola funcione bem, invista na diversidade para contar com pontos de vista diferentes. Afinal, pessoas diferentes trazem ideias e soluções diversas para um problema aparentemente indecifrável. Você pode estar no seu ápice, mas se o seu grupo não estiver trabalhando bem, com afinidade e eficiência, sua capacidade individual – de treinar, competir e ensinar – serão limitadas. É preciso pensar coletivamente para realizar seus sonhos individuais.

3. Atenção ao faixa-branca

A primeira semana de treinos de Jiu-Jitsu ninguém esquece, para o bem ou para o mal. Trate o novo aluno como sua joia mais preciosa, para que a academia atraia cada vez mais novatos e novatas – o que, com o tempo, vai garantir uma qualidade e variedade de treinos imbatível, e vai ajudar a reter alunos com objetivos variados.

4. Cuide do seu sono

Dormir bem é um santo remédio, pregam cientistas, médicos e estudiosos do assunto. Quem acumula poucas horas de sono está mais exposto a ansiedade, agressividade baixa imunidade e menor concentração durante as aulas. Troque seu travesseiro, ajuste a claridade e a temperatura de seu quarto de dormir. Isso vai ajudar você nas aulas e na administração de sua academia de Jiu-Jitsu.

5. Estude o passado do esporte

Procure ler livros sobre o início do Jiu-Jitsu no Brasil, como a biografia de grande mestre Carlos Gracie, escrita por Reila Gracie, e ouvir as vivências de mestres da antiga.

6. Dose sua autocrítica

Saber Jiu-Jitsu é saber a hora de respirar, e a hora de agir. Como professor, também é preciso saber se mexer com sabedoria, sem o receio que paralisa. Para a psicóloga Aline Wolff, referência no atendimento de supercampeões como a ginasta olímpica Rebeca Andrade, o autoconhecimento e a autocrítica são fundamentais nesse desempenho. “A autocrítica, quando na dose certa, traz a insatisfação necessária para o atleta caprichar no treino”, nota a psicóloga. “Mas, quando ela é severa, ela cega o indivíduo. É como se ele estivesse num débito constante. E isso causa muita desregulação emocional, paralisia e frustração”. Respire, ajuste suas rotas constantemente e busque conhecimento em outras escolas para perceber onde você precisa evoluir. Oss!

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