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	<title>trajetória | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>GMI Kaue Cavassani ensina a arte de colher vitórias no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 21:51:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Tudo que você planta, você colhe”. Guiado por este pensamento, o professor Kaue Cavassani tem conseguido regar as sementes e conduzir com sucesso tanto sua vida de atleta como sua carreira de professor, na academia em Monte Sião. O faixa-preta da Checkmat Cavassani bateu um papo recentemente com a equipe GRACIEMAG sobre suas ideias, filosofias&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234619" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234619" class="size-full wp-image-234619" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120514-475.png" alt="" width="720" height="417" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120514-475.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120514-475-300x174.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120514-475-150x87.png 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-234619" class="wp-caption-text">O professor Kaue Cavassani com sua equipe. Foto: Reprodução</p></div>
<p>“Tudo que você planta, você colhe”. Guiado por este pensamento, o professor Kaue Cavassani tem conseguido regar as sementes e conduzir com sucesso tanto sua vida de atleta como sua carreira de professor, na academia em Monte Sião.</p>
<p>O faixa-preta da Checkmat Cavassani bateu um papo recentemente com a equipe GRACIEMAG sobre suas ideias, filosofias e suas dicas para lutadores. Confira.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>KAUE CAVASSANI: Meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu foi por meio de um amigo que morava na minha rua. Ele me convidou para conhecer a academia onde treinava e, desde então, não parei mais. Sinto que, antes de conhecer a arte marcial, o Jiu-Jitsu já habitava em mim, como um instinto. Por conta disso, consegui desde o princípio me adaptar bem à rotina de treinos e aos desafios que acompanham uma carreira no esporte.</p>
<div id="attachment_234621" style="width: 727px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234621" class="size-full wp-image-234621" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Cavassani.png" alt="" width="717" height="817" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Cavassani.png 717w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Cavassani-263x300.png 263w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Cavassani-132x150.png 132w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /><p id="caption-attachment-234621" class="wp-caption-text">Kaue em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quando você começou a lutar e colecionar medalhas?<br />
</strong></p>
<p>Após três meses de treino, meu professor me levou para competir no Campeonato Paulista, e fui campeão após ganhar duas lutas. Fui a única criança na academia por alguns anos, então quando alcancei a faixa-azul, já estava cansado de levar e aplicar golpes mais complexos, como chaves de pé e leglock. Os ensinamentos que recebi nas minhas faixas coloridas me acompanham até hoje.</p>
<p><strong>O que mais lembra do dia em que conquistou a faixa-preta?<br />
</strong></p>
<p>Recebi a preta em julho de 2015, pelas mãos do professor Gilberto Gabas, um homem pelo qual tenho muito respeito e gratidão. A graduação veio no pódio do Mundial da CBJJE, competição que proporcionou uma das lutas mais duras da minha carreira. Ou seja, foi um dia completamente inesquecível.</p>
<div id="attachment_234617" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234617" class="size-full wp-image-234617" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120227-677.png" alt="" width="720" height="735" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120227-677.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120227-677-294x300.png 294w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120227-677-147x150.png 147w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-234617" class="wp-caption-text">Exibindo as medalhas do Rio Winter International. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Após anos de estrada no cenário competitivo, comecei a ajudar o professor a dar aulas para crianças. Através dessa experiência, aprendi a conciliar esses dois papéis, e hoje não vejo problemas para alcançar esse equilíbrio. Juntando minha academia e as filiais, tenho um time de quase 300 alunos e mesmo assim consigo equilibrar minha rotina de atleta com o treino deles. Além da faculdade, já que cursei Direito.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe campeã?<br />
</strong></p>
<p>Com cinco anos de equipe, já tínhamos conquistado muita coisa. Digo aos alunos para valorizarem as facilidades que têm hoje em dia. Quando comecei a competir, era difícil pagar a inscrição e patrocínios eram raros. Hoje o esporte dá mais oportunidade para essa molecada, com patrocínios, academias bem estruturadas e até meios de transporte para competir. Tal qual a lei da semeadura, estamos plantando dedicação, foco e amor ao Jiu-Jitsu para colher crescimento e vitória.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/kaue-cavassani-e-a-arte-de-colher-vitorias-no-jiu-jitsu/">GMI Kaue Cavassani ensina a arte de colher vitórias no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Alberto Bremgartner e a arte de lidar com a pressão no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 13:58:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Mesmo com todas as dificuldades que passei, vivo exclusivamente do Jiu-Jitsu desde 2006” orgulha-se Alberto Bremgartner, professor GMI da Bremgartner BJJ e da Equipe Fusion BJJ em Saragoça, na Espanha. Através da experiência acumulada em seus muitos anos na arte suave, Alberto entende a pressão que precede um torneio e prepara o psicológico de seus&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235245" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235245" class="size-full wp-image-235245" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739.png" alt="" width="720" height="516" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739-300x215.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739-150x108.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235245" class="wp-caption-text">Alberto mostra ouro duplo. Foto: Reprodução</p></div>
<p>“Mesmo com todas as dificuldades que passei, vivo exclusivamente do Jiu-Jitsu desde 2006” orgulha-se <a href="https://www.instagram.com/alberto_bremgartner/">Alberto Bremgartner</a>, professor GMI da <a href="https://www.instagram.com/bremgartnerbjj/">Bremgartner BJJ</a> e da <a href="https://www.instagram.com/fusionbjj_zaragoza/">Equipe Fusion BJJ em Saragoça</a>, na Espanha. Através da experiência acumulada em seus muitos anos na arte suave, Alberto entende a pressão que precede um torneio e prepara o psicológico de seus atletas para o sucesso.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, Alberto fala sobre a importância de se divertir nos campeonatos, além de relembrar sua graduação à faixa-preta pelas mãos do mestre Ricardo De La Riva e comentar suas expectativas para a Equipe Fusion. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>ALBERTO BREMGARTNER: Meu primeiro contato com a arte suave foi na infância. Em 1991, com mais ou menos 12 anos, treinava e competia no judô, junto a minha irmã. Pouco tempo depois, mudei de escola e acabei perdendo o contato com o esporte, fato que me levou a conhecer o Jiu-Jitsu, esporte já praticado pelos meus amigos do colégio novo. Fui convidado algumas vezes para assistir às aulas, mas como ainda era um esporte elitizado, não tive condições financeiras para me matricular. Voltei a ter contato com o Jiu-Jitsu em 1996, quando comecei a trabalhar e me matriculei em uma academia, mas como morava sozinho e recebia pouco, não conseguia arcar com meus gastos diários e me manter treinando.</p>
<div id="attachment_235243" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235243" class="size-full wp-image-235243" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2.png" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2-300x300.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235243" class="wp-caption-text">Supervisionando um dos treinos da Equipe Fusion. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>E como reencontrou o Jiu-Jitsu para iniciar sua carreira?</strong></p>
<p>Retornei ao esporte graças ao Rodrigo Cabral, mais conhecido como &#8220;Brucutu&#8221;. Ele era um faixa-azul que treinava com o Marcus Norat e passou a dar aulas para mim e uns amigos numa garagem. Tudo que ele aprendia com o Marcus era replicado no nosso treino, então eu aprendi muito nessa época. Eventualmente, comecei a treinar também no Sesi, que é um clube que oferecia aulas de Jiu-Jitsu por um preço acessível, e lá rapidamente foi promovido à faixa-azul, por conta dos ensinamentos do Brucutu e do Marcus, que viria a me treinar mais para a frente. Apesar de ter passado muito tempo desde essa época, sempre terei muito carinho e admiração por ambos.</p>
<p><strong>Assim que começou a praticar, teve interesse por competir?</strong></p>
<p>Na faixa-branca, como treinava mais com os meus amigos, eu não tive muito interesse por competições e lutei apenas em dois campeonatos pequenos. Quando alcancei a azul, quatro anos após o meu início no esporte, eu desenvolvi o gosto pelos campeonatos. Passei um ano como faixa-azul, competindo e ganhando tudo, até que fui promovido no ano seguinte. Quando alcancei a roxa, me interessei por competir no Campeonato Brasileiro, mas como meu professor do Sesi não era registrado na CBJJ, eu não conseguiria fazer o meu cadastro. Foi então que o Brucutu, às vésperas de se mudar para São Paulo, me levou na academia do Marcus Norat, que me auxiliou na confecção do meu cadastro e me ajudou a conseguir a carteirinha, em 2002. Nesse mesmo ano, ele foi campeão mundial e eu passei a treinar com ele na Gracie Humaitá, onde fiquei até ele ir embora de Belém, no início de 2007.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem?</strong></p>
<p>Fui graduado à faixa-preta em 2008 pelas mãos do mestre Ricardo De La Riva. Depois que o Marcus Norat se mudou para São Paulo, em 2007, passei a treinar com um amigo que conheci durante as aulas de MMA que fazia na época. Nesse mesmo ano, esse amigo me levou até a academia do Lyoto Machida, local onde o mestre De La Riva daria uma palestra. Lá eu conheci o mestre e acabei ingressando na equipe De La Riva, ainda como faixa-marrom. Fui vice-campeão brasileiro absoluto pela equipe e, no ano seguinte, encontrei novamente com o mestre no Rio Open. Ele brincou comigo sobre ainda estar com a marrom e uma colega de equipe disse que eu estava esperando ele me graduar. Assim, no pódio do Rio Open 2008, no Tijuca Tênis Clube, eu recebi a preta pelas mãos do mestre De La Riva. Foi um momento único que deixou uma lembrança inesquecível.</p>
<div id="attachment_235241" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235241" class="size-full wp-image-235241" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887.png" alt="" width="720" height="665" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887-300x277.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887-150x139.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235241" class="wp-caption-text">Junto ao mestre De La Riva. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Em meio a tantas dificuldades que enfrentou no início de sua carreira, qual foi o motivo que te levou a buscar o Jiu-Jitsu como profissão?</strong></p>
<p>Além da paixão que sentia e ainda sinto pelo esporte, devo tudo à minha esposa. Me casei ainda jovem, aos 21 anos de idade, mas ela foi o pilar que me manteve firme na busca pelo meu sonho. Na época, eu havia parado de dar aulas por conta do trabalho, mas ela me incentivou a voltar aos tatames para ensinar os meus alunos. Graças a Deus e a ela, me mantive vivendo exclusivamente do Jiu-Jitsu e não atuo com outra profissão desde 2006. Se hoje tenho orgulho de dizer que sou professor de Jiu-Jitsu, é graças ao apoio que recebi dela quando mais precisei.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Por conta das circunstâncias da minha vida pessoal, nunca me vi como um grande competidor. Comecei no Jiu-Jitsu aos 18 anos, idade já considerada avançada para tentar uma carreira competitiva, e não tive muito incentivo para perseguir essa meta. Já morava sozinho e tinha que trabalhar, então tinham muitas coisas na minha cabeça para me dedicar da forma necessária para ser um grande competidor. Meu interesse mesmo era em dar aulas, algo que carrego desde a minha época como faixa-branca. Sempre achei a ideia de ser professor algo mais interessante, então, mesmo quando estou competindo, a prioridade é ensinar os meus alunos. Por isso, não separo a cabeça de atleta e a de professor, mas participo de competições porque isso me ajuda a dar um bom exemplo e incentivar os meus alunos.</p>
<p><strong>Qual é o melhor ensinamento que você passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Uma das coisas mais importantes que eu aprendi ao longo de todos esses anos treinando e competindo é que não devemos sucumbir à pressão. Como ainda participo de competições, eu sempre reforço a eles que o importante é se divertir nos campeonatos. O que ele vai fazer lá como atleta é a mesma coisa que esteve treinando na academia como aluno, então não faz sentido se pressionar para obter os melhores resultados e ser campeão. Tem que ir solto, deixar o jogo fluir e, caso não seja suficiente, voltar pra academia e corrigir os erros. Mas acima de tudo, tem que se divertir.</p>
<div id="attachment_235239" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235239" class="size-full wp-image-235239" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168.png" alt="" width="720" height="528" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168-300x220.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168-150x110.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235239" class="wp-caption-text">Comemorando um ano junto a seus alunos da Equipe Fusion. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as metas do professor para formar uma equipe campeã?</strong></p>
<p>Acho que o mais importante é uma academia que siga uma boa metodologia, tanto para os alunos quanto para os instrutores. Venho trabalhando na minha metodologia desde que comecei a lecionar, lá em Belém do Pará. Sigo aprendendo com os grandes mestres e me inspiro em grandes escolas como a Alliance ou a Gracie Barra, mas prefiro criar e aperfeiçoar a minha própria metodologia junto aos professores que fazem parte da minha equipe. Esses quatro anos que passei aqui na Espanha, e em especial o último ano que passei junto a Equipe Fusion, me ajudaram a amadurecer bastante neste sentido. Meu objetivo é padronizar um sistema de ensino para que possamos trabalhar de forma uniforme dentro do nosso time.</p>
<p><strong>E quais são os planos para o futuro do professor Alberto Bremgartner no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Estou a ponto de conseguir trabalhar com uma equipe de competição. Em todos os meus anos de ensino, sempre que começo a formar um time forte para participar de competições, acabo tendo que me mudar e começo do zero. Foi desta forma em Belém e no Rio de Janeiro. Hoje, vivo em Saragoça, que é onde as competições acontecem aqui na Espanha, então pretendo aproveitar e fazer um bom trabalho de base para formar uma boa equipe e levar atletas para as grandes competições do esporte. A Equipe Fusion já começou a ser conhecida na Espanha, mas em breve ela entrará com tudo no cenário mundial.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alberto-bremgartner-e-a-arte-de-lidar-com-a-pressao-no-jiu-jitsu/">Alberto Bremgartner e a arte de lidar com a pressão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ivan Rocha e sua missão de construir um mundo melhor através do Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 17:18:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Com amor, foco e disciplina, nenhuma meta é impossível e nenhum objetivo é inalcançável” ensina Ivan Rocha, GMI e professor de renome no cenário mundial do Jiu-Jitsu. Conhecido como “Cabecinha”, Ivan utiliza sua experiência, acumulada ao longo de 22 anos na arte suave como atleta e instrutor, para guiar e incentivar alunos a mostrarem seus&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234945" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234945" class="size-full wp-image-234945" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2.jpeg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-234945" class="wp-caption-text">Confira a entrevista do professor abaixo. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p>“Com amor, foco e disciplina, nenhuma meta é impossível e nenhum objetivo é inalcançável” ensina Ivan Rocha, GMI e professor de renome no cenário mundial do Jiu-Jitsu. Conhecido como “Cabecinha”, Ivan utiliza sua experiência, acumulada ao longo de 22 anos na arte suave como atleta e instrutor, para guiar e incentivar alunos a mostrarem seus melhores resultados dentro e fora dos tatames.</p>
<p>Com 15 anos investidos no ensino do Jiu-Jitsu, Ivan foi um dos pioneiros do esporte na Itália, onde liderou e fortaleceu a Gracie Barra Milão, firmando o status da equipe como uma das mais fortes da região. Apesar de seu sucesso na esfera competitiva, Cabecinha reserva seu fascínio pelo poder transformador do Jiu-Jitsu e ressalta como a arte suave tem o potencial para mudar a vida de todos, independente de características e dificuldades individuais.</p>
<p>Firme em sua missão de construir um mundo melhor através do Jiu-Jitsu, Ivan papeou com GRACIEMAG para explicar como a arte suave o ajuda a tocar a vida de seus alunos, a importância da dedicação e do amor no esporte e como a paixão pelo ensino contribuiu para sua evolução nos tatames. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte?</strong></p>
<p>IVAN ROCHA: Meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu foi pela televisão, ao assistir as lutas da família Gracie no Pride. Como eu já conhecia a arte marcial, não hesitei quando um amigo me convidou para um treino na casa dele. Tinha 17 anos na época e fiquei uma semana na casa dele, treinando e me apaixonando pelo Jiu-Jitsu. O esporte mexeu comigo de uma forma inédita, então não demorei para procurar uma equipe de Jiu-Jitsu e começar a treinar de verdade. Foi aí que conheci o professor Caveirinha, que na época liderava a Gracie Barra Caveirinha aqui em Belo Horizonte, e dei o primeiro passo na minha carreira na arte suave.</p>
<div id="attachment_234941" style="width: 550px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234941" class="size-full wp-image-234941" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.59.jpeg" alt="" width="540" height="360" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.59.jpeg 540w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.59-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.59-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px" /><p id="caption-attachment-234941" class="wp-caption-text">Amarrando a faixa após um confronto. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Sempre fui muito competitivo e um dos fatores que atraiu a minha atenção para o Jiu-Jitsu foi o fato de que qualquer pessoa, independente de idade ou forma física, podia competir. Lutei meu primeiro campeonato ainda na adolescência, com dois meses de treino e pesando 64Kg. Foi uma sensação única, um misto de empolgação e alegria que alimentaram ainda mais a minha crescente paixão pelo Jiu-Jitsu. Competi bastante até a faixa-roxa, mas decidi me dedicar mais às aulas e acabei desacelerando na marrom e na preta. Queria que meus alunos sentissem a mesma alegria que sentia no Jiu-Jitsu, então preferi dedicar meu tempo a alimentar esse sentimento de conquista em cada um deles.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Conquistei a faixa-preta em 2010, pelas mãos do meu amigo Alexandre Batatinha, na Itália. Após longos dez anos de Jiu-Jitsu, receber a preta com o tatame cheio, cercado de alunos e amigos, foi uma experiência única e inexplicável. A energia naquele dia era só amizade, alegria e parceria, conseguia sentir que todos estavam felizes pela minha conquista. Diante de tudo isso, não aguentei e chorei igual uma criança (risos). Sempre digo que a emoção desse dia só perde para o nascimento do meu filho, que foi o dia mais emocionante da minha vida.</p>
<div id="attachment_234943" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234943" class="size-full wp-image-234943" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1.jpeg" alt="" width="960" height="638" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1-768x510.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-234943" class="wp-caption-text">&#8220;Queria que meus alunos sentissem a mesma alegria que sentia no Jiu-Jitsu, então preferi dedicar meu tempo a alimentar esse sentimento de conquista em cada um deles&#8221;. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><strong>Você mencionou anteriormente que sua carreira de competidor acabou ficando em segundo plano, com a ocupação de professor se tornando a sua prioridade no Jiu-Jitsu. A que se deve esta mudança?</strong></p>
<p>É difícil desempenhar esses dois papéis com excelência, por conta do esforço físico e mental que o Jiu-Jitsu exige de seus praticantes. Tive uma queda no meu rendimento como atleta, mas recebi em troca muita experiência e evolução como professor. É muito gratificante ver meus alunos superarem desafios e lutarem com paixão para conquistar o pódio. Essa emoção é algo que pude sentir com frequência, por conta da equipe forte e competitiva que formei na Itália. Meus alunos participavam de quase todos os campeonatos e tive a honra de assistir suas conquistas dentro e fora do país. Para um professor, essa é uma experiência que não tem preço, é o sonho de todo profissional que se dedica ao ensino. Ver a vitória dos meus alunos é algo que me completa e me faz feliz.</p>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Gosto de ressaltar a importância de dar o nosso melhor em tudo que fazemos. Com amor, foco e disciplina, nenhuma meta é impossível e nenhum objetivo é inalcançável. Aprendi isso na minha fase de competidor, quando lutava com raça e sem dar importância às dificuldades, sempre focado na alegria da vitória. Ensino aos meus alunos que a técnica e a vontade caminham lado a lado, sempre dependendo uma da outra para que você seja triunfante. Esses dois fatores dependem apenas da dedicação, que por sua vez depende do quanto você quer ser vitorioso.</p>
<div id="attachment_234939" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234939" class="size-full wp-image-234939" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58.jpeg" alt="" width="960" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-234939" class="wp-caption-text">Ivan e seu filho no tatame. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><strong>Qual é a chave para ter uma equipe bem-sucedida no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Acredito que o sucesso e a evolução de uma equipe dependem muito de quanto o líder ama o trabalho e se dedica ao mesmo. Quando o professor sente amor por seu ofício e propaga valores positivos, como disciplina e respeito, os alunos passam a sentir orgulho e gratidão de fazer parte da equipe. São esses os sentimentos que impulsionam esses praticantes e que aumentam o rendimento de cada um deles como atletas. Tudo isso parte do amor do professor, pois quem ama se dedica e busca evoluir, de forma a dar o seu melhor e instigar seus alunos a fazer o mesmo.</p>
<p><strong>Já experiente e com muitos anos de bagagem no Jiu-Jitsu, como a sua visão da arte marcial mudou desde a sua época como faixa-branca?</strong></p>
<p>Hoje tenho uma compreensão mais profunda do Jiu-Jitsu. Ele é mais que um esporte, é um estilo de vida voltado para formar pessoas de bem, com mentes fortes e corpos saudáveis. Desejo que todos tenham a oportunidade de experienciar o que o Jiu-Jitsu proporciona, pois vai muito além do bem estar. Sinto muita gratidão por ter conhecido essa arte marcial e por saber que, através dela, estou contribuindo para tornar a vida dos meus alunos melhor, formando pessoas equilibradas e, desta forma, fazendo minha parte para criar um mundo melhor.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ivan-rocha-e-sua-missao-de-construir-um-mundo-melhor-atraves-do-jiu-jitsu/">Ivan Rocha e sua missão de construir um mundo melhor através do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A chave para uma consciência tranquila no Jiu-Jitsu, por Thiago Andrade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 16:38:33 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234736" style="width: 608px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234736" class="size-full wp-image-234736" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade.png" alt="" width="598" height="366" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade.png 598w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-300x184.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-150x92.png 150w" sizes="auto, (max-width: 598px) 100vw, 598px" /><p id="caption-attachment-234736" class="wp-caption-text">Thiago em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Na busca por uma carreira de sucesso no Jiu-Jitsu, é fácil sucumbir às pressões que tal estilo de vida carrega e focar apenas em resultados e títulos conquistados em campeonatos. Familiar com a esfera competitiva e seus desafios, nosso GMI Thiago Andrade, líder da GFTeam Porto, em Portugal, gosta de reforçar a seus alunos que mais importante que uma medalha é o esforço de quem sabe que deu o seu melhor, independentemente do resultado.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o faixa-preta explica como um bom treino contribui para o psicológico do atleta, além de falar sobre suas origens na arte suave e seus planos para um futuro próspero no Jiu-Jitsu. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>THIAGO ANDRADE: Iniciei a prática do Jiu-Jitsu aos 14 anos, no ano de 1998. Conheci o esporte através de uns amigos, que já treinavam e sugeriram que eu experimentasse. Junto com meu primo e mais três amigos, fizemos a aula experimental e acabei me apaixonando pelo Jiu-Jitsu. Iniciei com o professor Marcos Bastos, mas fiquei apenas dois anos com ele e ingressei no famoso tatame da Universidade Gama Filho, sob os cuidados do mestre Julio Cesar.</p>
<div id="attachment_234738" style="width: 605px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234738" class="size-full wp-image-234738" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-Julio-Cesar.png" alt="" width="595" height="553" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-Julio-Cesar.png 595w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-Julio-Cesar-300x279.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-Julio-Cesar-150x139.png 150w" sizes="auto, (max-width: 595px) 100vw, 595px" /><p id="caption-attachment-234738" class="wp-caption-text">Thiago e mestre Julio Cesar. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Naquela época, os treinos não eram separados por turmas e graduações, ou seja, as aulas eram bem duras desde o início. Meus colegas de treino que já competiam, então essa transição para a rotina de atleta foi feita de forma bem natural. Tive um ótimo desempenho nas coloridas, especialmente na faixa-azul, na qual quase não perdi. No entanto, uma lesão na faixa-roxa acabou por me afastar das competições por alguns anos, só retornando aos tatames competitivos na marrom.</p>
<p><strong>Como foi sua graduação para faixa-preta?</strong></p>
<p>Em 2018, vinte anos após o meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu, eu recebi a faixa-preta pelas mãos do mestre Julio Cesar. Havia ficado 10 anos fora do Jiu-Jitsu por conta da lesão, mas consegui me recuperar, retornar aos tatames e, através de muito trabalho duro, alcançar a preta. O fato da graduação ter sido realizada em Las Vegas e junto a todos os meus amigos e irmãos da GFTeam consolidou essa data como um dos dias mais especiais da minha vida.  </p>
<p><strong>Como separar a cabeça de competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Apesar de desafiadora no início, essa separação foi se tornando mais natural na medida em que amadureci em ambas as funções. Além disso, com o crescimento da equipe, os alunos passaram a precisar cada vez mais da minha atenção, então adaptei minha visão e mentalidade no Jiu-Jitsu para suprir essa crescente demanda.</p>
<div id="attachment_234740" style="width: 608px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234740" class="size-full wp-image-234740" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-equipe.png" alt="" width="598" height="370" /><p id="caption-attachment-234740" class="wp-caption-text">Nos tatames de sua academia em Portugal, a GFTeam Porto. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta, aquele que você sempre repassa aos alunos?</strong></p>
<p>Treino é para treinar! É o momento que todo praticante tem para tentar coisas novas, errar e se corrigir, repetir movimentos para melhorar seu domínio e descobrir os limites de seu jogo. É importante que o aluno dê o seu melhor para se desenvolver e preparar durante os treinos, de forma que chegue à competição e possa mostrar seu potencial. O importante não é o resultado, mas sim a consciência tranquila de quem sabe que fez um bom trabalho.</p>
<p><strong>Quais são suas meteas para forjar uma equipe ainda mais forte?</strong></p>
<p>Acredito que toda equipe forte se inicia de dentro pra fora. Por isso, trabalhamos para construir relações fortes de união e zelamos por um bom ambiente dentro da escola, de forma a fomentar o desenvolvimento dos alunos a nível individual e em grupo. A meta é consolidar nosso sistema de ensino desde as bases do aprendizado, focando na contribuição para os objetivos de nossos praticantes. Desta forma, acredito que nossa equipe se tornará ainda mais forte e nossos atletas serão cada vez mais vitoriosos.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-chave-para-uma-consciencia-tranquila-no-jiu-jitsu-por-thiago-andrade/">A chave para uma consciência tranquila no Jiu-Jitsu, por Thiago Andrade</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Eduardo Correa explica missão de formar faixas-pretas na vida</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 16:15:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; GMI e professor da Rada Jiu-Jitsu, Eduardo Correa acumula 14 anos de arte suave. Com sua experiência, Eduardo lidera turmas de todas as idades nos Estados Unidos e carrega consigo a missão de formar faixas-pretas dentro e fora do tatame. Em papo com GRACIEMAG, o professor contou sobre suas aspirações no esporte, a importância&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234581" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234581" class="size-large wp-image-234581" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-1024x904.png" alt="" width="650" height="574" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-1024x904.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-300x265.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-768x678.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-150x132.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1.png 1074w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234581" class="wp-caption-text">Dudu Correa com seus aluninhos nos EUA. Foto: Reprodução</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>GMI e professor da Rada Jiu-Jitsu, Eduardo Correa acumula 14 anos de arte suave. Com sua experiência, Eduardo lidera turmas de todas as idades nos Estados Unidos e carrega consigo a missão de formar faixas-pretas dentro e fora do tatame.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o professor contou sobre suas aspirações no esporte, a importância de acreditar em si mesmo, no Jiu-Jitsu e como foram seus primeiros contatos com o Jiu-Jtsu, que se tornou seu estilo de vida. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte?</strong></p>
<p>EDUARDO CORREA: Sempre gostei muito de praticar esportes e, ao longo da minha vida, pratiquei judô, natação, boxe e até futsal. Em 2007, enquanto cursava Educação Física na faculdade, fazia estágio de natação em uma escola que possuía uma academia de Jiu-Jitsu, liderada pelo professor Rogério Leite, da equipe Carlson Gracie. Curioso, falei com o professor e fiz a minha primeira aula, que acabou sendo um caminho sem volta, pois não parei mais de treinar.</p>
<p><strong>Como foram os anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Tive bastante dificuldade no início pois era um dos mais magros na academia mas, com o tempo, fui percebendo minha evolução, tanto na parte técnica quanto na vida pessoal, tendo em vista que me sentia mais confiante e acreditava no meu potencial. Também fiz muitas amizades que carrego até hoje, dentre elas o meu professor, que nunca desistiu de mim e que conseguiu enxergar potencial que nem mesmo eu via em mim mesmo. Quando alcancei a roxa, decidi que viveria do Jiu-Jitsu e passei a ajudar meu professor em algumas das aulas, para ter mais experiência.</p>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Não me interessava muito em competir, mas entendia como era necessário passar por essa etapa do Jiu-Jitsu. Minha primeira competição foi na faixa-azul, graduação na qual fui vice-campeão estadual, mas continuei competindo até depois de conquistar a faixa-preta, na qual obtive meus títulos de maior expressão no esporte.</p>
<div id="attachment_234585" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234585" class="size-large wp-image-234585" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-1024x833.png" alt="" width="650" height="529" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-1024x833.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-300x244.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-768x625.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-150x122.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234585" class="wp-caption-text">Eduardo dá aulas de Jiu-Jitsu na RADA Lajolla. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Recebi a preta no dia 1 de março de 2016, pelas mãos do professor Rogério, que me acompanhou desde o meu primeiro dia como faixa-branca. A graduação foi feita em um dia normal de treino e me pegou completamente desprevenido. Eu era o único faixa-marrom na academia naquele dia e, quando fizemos a formação para encerrar o treino, meu mestre falou que estava me achando muito solitário como faixa-marrom e me informou que eu era o mais novo faixa-preta da equipe. Não teve como segurar, cai de joelhos e comecei a chorar de emoção, pois sabia como foi difícil chegar até ali, quanto esforço e anos da minha vida foram dedicados a essa arte que eu amo. Eu finalmente havia conquistado meu maior objetivo e foi, sem dúvidas, um dos dias mais felizes da minha vida.</p>
<p><strong>Como foi a sua chegada nos EUA? Quais eram suas expectativas?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que recebi a faixa-preta, vim para San Diego em uma viagem de férias com a minha esposa. Apaixonado por Jiu-Jitsu, trouxe meu kimono e encontrei a academia do professor Alfredo Barum, que também era da escola Carlson Gracie. Fiz alguns treinos, conheci muita gente e acabei comentando que sonhava em morar aqui com a minha esposa. Com todo mundo me apoiando nessa decisão e me incentivando a correr esse risco, conversei com a minha esposa e, em seguida, fui fazer uma proposta ao professor Barum, que combinou comigo que eu ajudaria durante às aulas em troca da mensalidade. No mesmo dia, pedi demissão do meu antigo trabalho e cancelei meus agendamentos como personal trainer.</p>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a Rada BJJ?</strong></p>
<p>Alguns meses após minha mudança para os Estados Unidos, conheci o professor Rafael Dallinha em um open mat. Tivemos bastante afinidade logo de cara e eu notei que, como ele estava saindo de uma sociedade e assumindo a academia sozinho, estava precisando de ajuda. Repeti a oferta que havia feito ao professor Barum e, com o passar do tempo, ele foi gostando do meu trabalho e me deu a chance de trabalhar como professor. Hoje sou o responsável pelo programa de crianças da Rada BJJ, além de dar aulas para adultos e particulares. E assim uma viagem de férias, que estava programada para durar apenas 15 dias, já alcançou a marca dos cinco anos (risos).</p>
<div id="attachment_234583" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234583" class="size-large wp-image-234583" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-1024x746.png" alt="" width="650" height="474" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-1024x746.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-300x219.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-768x560.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-150x109.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234583" class="wp-caption-text">Rafael Dallinha, Ricardo Buffara e Dudu Correa após o treino na RADA Lajolla. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como é o trabalho por aí? Quais são suas metas como professor e representante do Jiu-Jitsu mundo afora?</strong></p>
<p>Trabalhar com Jiu-Jitsu nos Estados Unidos é muito bom. As pessoas aqui gostam e valorizam seu trabalho, diferentemente do Brasil. Hoje trabalho em prol da minha maior meta como professor, que é passar para as pessoas tudo que meu mestre me ensinou, além de mostrar como o Jiu-Jitsu tem o poder de mudar vidas. Ser campeão é apenas uma consequência.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Muito simples, não separo (risos). Tudo que eu aprendi e ainda aprendo como atleta é passado aos meus alunos. Tudo depende da maneira que você conduz as aulas e aprender a converter esses ensinamentos faz parte do processo. Se hoje meus alunos me consideram um bom professor, devo isso a tudo que passei e vivi nesses 14 anos de tatame. Sempre digo que o Jiu-Jitsu pode mudar a vida deles, basta que se esforcem e acreditem em seus potenciais. A cabeça pode ser a nossa maior inimiga, já que ela conhece nossos pontos fortes e fracos, então é preciso aprender a controlá-la para conquistar os seus sonhos.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Meu maior objetivo é formar campeões na vida e fazer pelas pessoas o mesmo que o Jiu-Jitsu fez por mim, fomentando respeito dentro e fora do tatame. Quem já alcançou a faixa-preta sabe que o caminho é árduo, difícil e requer muita dedicação, motivo pelo qual tantos desistem. Apesar do Jiu-Jitsu ser para todos, essa caminhada não é para qualquer um, então essa é a minha meta: formar faixas-pretas não só no tatame, mas na vida.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/eduardo-correa-e-sua-missao-de-formar-faixas-pretas-na-vida/">Eduardo Correa explica missão de formar faixas-pretas na vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Meu amor tardio pelo Jiu-Jitsu, por Thiago Almeida (Alliance Indaiatuba)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 16:51:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Thiago Almeida Em 1994, fui convidado por um amigo de escola a fazer uma aula experimental de Jiu-Jitsu. Apesar de treinar karatê desde pequeno, fiquei curioso com relação ao Jiu-Jitsu e fiz uma aula na escola Behring. O esporte não me prendeu e só voltei a ter contato com ele dois anos depois, quando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234490" style="width: 596px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234490" class="size-full wp-image-234490" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida.png" alt="" width="586" height="591" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida.png 586w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida-297x300.png 297w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /><p id="caption-attachment-234490" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Thiago Almeida</em></p>
<p>Em 1994, fui convidado por um amigo de escola a fazer uma aula experimental de Jiu-Jitsu. Apesar de treinar karatê desde pequeno, fiquei curioso com relação ao Jiu-Jitsu e fiz uma aula na escola Behring. O esporte não me prendeu e só voltei a ter contato com ele dois anos depois, quando um professor foi dar aulas na academia onde eu fazia natação. O nome dele era Kalil Scudeler e ele foi o meu primeiro instrutor.</p>
<p>Treinei muito, e consequentemente lutei o meu primeiro campeonato em 1998, alcancei o terceiro lugar no evento e, desde então, não parei mais de competir. Nessa época, fui campeão paulista, brasileiro e sul-americano. Pouco tempo depois, a academia em que eu treinava fechou e eu, ainda com a faixa-azul, fui treinar com o Fepa Lopes na Godoi/Macaco. Esta também acabou fechando e eu fiquei sob a tutela do Roberto Godoi, que à época já havia se separado do Macaco. Apesar de toda essa movimentação, foi uma grande alegria poder treinar com o Robertão, que era um excelente atleta, muito gente boa e um ídolo para mim.</p>
<p>Fiquei com o Roberto Godoi até a faixa-roxa, quando precisei ingressar na Cia Paulista por motivos financeiros. Lá, eu fiquei treinando sob o atleta português Eduardo Santoro, que estava em um momento muito bom da carreira dele e me esfolava em todos os treinos (risos).</p>
<p>Recebi a faixa-preta somente em 2008, pelas mãos do Max Trombini, que é um excelente coach que me ajudou a alcançar o título mundial na marrom um ano antes. Pouco tempo depois, o Eduardo saiu da Cia Paulista para abrir sua própria academia e eu fui junto com ele. Comecei a dar aulas na academia dele e também em uma menor que ficava próxima da minha casa, na região de Interlagos.</p>
<p>Eventualmente, o Portuga acabou indo morar nos EUA e abriu uma academia com o Cobrinha em Torrance, na Califórnia. Já eu me mudei para Indaiatuba e me filiei à Alliance em 2017. O Fabio Gurgel me recebeu muito bem, pois o Portuga era muito respeitado na Alliance e nós já havíamos feito alguns treinos na matriz como visitantes,</p>
<p>Hoje tenho minha academia em Indaiatuba e ainda me arrisco em alguns campeonatos master. Fui campeão do Roma Open da IBJJF em 2016, além de conquistar o circuito paulista e o campeonato paulista da FPJJ, ambos em 2019. Tento passar aos meus alunos o prazer da competição, faço comparativos para ressaltar a diversão que é participar de um torneio. Mesmo com o medo e o nervosismo, a sensação de pisar no tatame de um campeonato não tem preço.</p>
<p><em>*Thiago Almeida é um faixa-preta de Jiu-Jitsu, líder da no GMI Alliance Indaiatuba , em São Paulo.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/thiago-almeida-e-sua-jornada-no-jiu-jitsu-rumo-a-alliance-indaiatuba/">Meu amor tardio pelo Jiu-Jitsu, por Thiago Almeida (Alliance Indaiatuba)</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI à frente da Rilion Gracie Rio Bonito, João Zaroni entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade. Em papo com GRACIEMAG, João explica&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234432" style="width: 599px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234432" class="size-full wp-image-234432" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png" alt="" width="589" height="551" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png 589w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-300x281.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-150x140.png 150w" sizes="auto, (max-width: 589px) 100vw, 589px" /><p id="caption-attachment-234432" class="wp-caption-text">Nos tatames da Rilion Gracie Rio Bonito. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Nosso GMI à frente da <a href="https://www.instagram.com/riliongracie.riobonito/">Rilion Gracie Rio Bonito</a>, <a href="https://www.instagram.com/joaogabrielzaroni/">João Zaroni</a> entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, João explica o papel desempenhado por cada característica, além de falar sobre seu início na arte suave e ensinar como o respeito é fundamental para a formação de grandes campeões no esporte. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte? Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>JOÃO ZARONI: Conheci o Jiu-Jitsu em meados de 2006. Na rua da minha igreja, havia uma garagem em que um professor dava aulas, e como eu já gostava de assistir vale-tudo, acabei indo conhecer e comecei a treinar lá. O problema desse lugar é que o pessoal de lá usava drogas entre os treinos e meus pais, ao ficarem sabendo disso, me proibiram de treinar. Como eu já gostava bastante do Jiu-Jitsu, continuei treinando escondido e deixando o kimono naquela garagem até chegar à faixa-azul, quando meu professor foi dar aula em uma academia melhor e eu pude treinar sem me esconder.</p>
<div id="attachment_234436" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234436" class="size-full wp-image-234436" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png" alt="" width="496" height="289" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-300x175.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-150x87.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234436" class="wp-caption-text">Zaroni em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Sempre achei as competições muito legais mas, infelizmente, o meu primeiro professor não competia, então raramente íamos aos eventos. Cheguei a ir sozinho, na faixa-azul, para poder competir. Passei a competir com frequência somente na faixa-marrom, quando ingressei em uma equipe mais organizada e que valorizava a participação nos torneios.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Peguei a tão sonhada faixa-preta em maio de 2019, do professor Diogo Lopes. Tive uma retrospectiva de tudo que eu passei até aquele ponto, todos os sacrifícios e todas as escolhas difíceis. Naquele momento eu soube que, apesar de não ter sido fácil, escolhi o caminho certo ao trocar de academia e seguir a minha visão sobre o Jiu-Jitsu. Ver todas as suas expectativas sendo realizadas é algo que não tem preço.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>O egoísmo é algo que acompanha a vida do atleta. Ele precisa pensar no que é melhor para ele em primeiro lugar, porque ele que estará no tatame competitivo disputando pelo futuro dele. Já o professor precisa ser o inverso, é necessário ter altruísmo e afinidade para lidar com outras pessoas, porque é um ofício que não depende apenas de você. A única semelhança entre ambos é o amor pelo que se faz, que é o diferencial para ser bem-sucedido em qualquer profissão.</p>
<div id="attachment_234438" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234438" class="size-full wp-image-234438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png" alt="" width="496" height="395" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-300x239.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-150x119.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234438" class="wp-caption-text">Junto aos alunos. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Aprendi muita coisa na minha trajetória pelo Jiu-Jitsu, mas se tivesse que limitar tudo isso, diria três palavras: resiliência, disciplina e felicidade. Resiliência para não se deixar abater quando sofrer uma derrota ou quando passar por um momento difícil. Disciplina para aprender e executar os ensinamentos com excelência. Felicidade por estar fazendo algo que gosta e para sempre buscar a evolução.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Tudo se resume a uma palavra: Respeito. É preciso respeitar as etapas do desenvolvimento e aprendizado de cada um, com divisões de turma por idade e metodologias específicas. Esse respeito também deve ser mostrado ao aluno, que tem seus próprios objetivos, às mulheres, que cada vez mais assumem seus lugares no tatame, e ao verdadeiro espírito do Jiu-Jitsu, que acima de tudo, busca saúde física, mental e espiritual. A partir deste respeito, formar campeões se torna uma consequência.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/joao-zaroni-e-os-tres-atributos-para-superar-desafios-no-jiu-jitsu/">Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Roberto Godoi relembra percalços e vitórias no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 15:00:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207940" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-207940" class="size-full wp-image-207940" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><p id="caption-attachment-207940" class="wp-caption-text">Godoi em foto marcante de Luca Atalla para o Gallerr.com</p></div>
<p>Professor respeitado e competidor ferrenho, com incontáveis títulos no Brasil e no exterior, Roberto Godoi já acumula mais de três décadas de compromisso firme com o Jiu-Jitsu. A estrada foi longa e cheia de desafios, mas o professor, que sempre gostou de se testar, perdurou no decorrer dos anos e construiu sua imagem em paralelo à equipe G13BJJ, time que lidera.</p>
<p>Nós conversamos com Godoi para a edição número #261 da GRACIEMAG, no ano em que completou seu trigésimo aniversário no Jiu-Jitsu, e o papo revisitou grandes momentos da trajetória do professor, desde seu primeiro contato com o esporte, a primeira academia, até chegar na análise de seus muitos anos de faixa-preta, com dicas valiosas para você percorrer com sucesso o caminho de aprendizado constante da arte suave.</p>
<p>Confira a conversa a seguir e aprenda com Roberto Godoi!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #251. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Primeira pergunta, antes que esqueçamos: como surgiu seu clássico apelido, “Jason”?</strong></p>
<p><strong>ROBERTO GODOI:</strong> (Risos). Boa. O apelido nasceu na academia do Waldomiro Perez, o Junior. Eu era um dos treinos mais duros na academia e quase sempre estava de kimono sujo e com um rasgo ou outro. Desde novo, eu também nunca tive muito cabelo, e isso tudo coincidiu com o sucesso dos filmes da série “Sexta-feira 13”. Quando o Junior ia separar os treinos, ele mandava: “Vai lá, você treina com o Jason, vai!”. Mas quem realmente fez o apelido pegar e eu assumi-lo, foi um grande amigo nosso, que desenvolveu meu primeiro patch para o kimono; quando eu vi, era um boneco do Jason de máscara e kimono! A molecada mais jovem sempre se amarrou, mas eu mesmo nunca liguei muito.</p>
<p><strong>Este ano você completa 30 anos de Jiu-Jitsu, 21 já como faixa-preta. O que viveu de mais memorável nestes anos todos?</strong></p>
<p>Exato, fui promovido faixa-preta no fim de 1996, e há 21 anos trago ela com muito orgulho em minha cintura. Em 1997 lembro com carinho das minhas primeiras lutas como faixa-preta, no Pan do Havaí da IBJJF. No Mundial de Jiu-Jitsu, belisquei um terceiro lugar no Tijuca Tênis Clube, foi um momento único. Vivíamos verdadeiras aventuras, com caravanas de carro saindo de São Paulo, batidas na serra das Araras, o sofrimento das pesagens no dia anterior… Lembro de ter ficado correndo três horas em volta do ginásio e ainda ter de pesar nu para bater o peso e poder lutar. Ficávamos num hotelzinho de quinta categoria, amontoados, entrávamos furtivamente na madrugada para os gerentes não perceberem. São histórias que hoje o pessoal mal acredita.</p>
<p><strong>São três décadas praticamente sem parar de competir. Como acha que essa constância nos campeonatos o ajuda, como professor e como cidadão?</strong></p>
<p>Com 43 anos, meu corpo cobra hoje as diversas lesões que tive no decorrer desse tempo, e com isso vêm algumas limitações, mas não será isso que vai me parar, pelo menos não agora! Tenho paixão por aquele sentimento de pisar no tatame, de me testar, de ouvir os caras falando que fulano está na minha categoria e que ele está treinado para ganhar. São esses sentimentos que mantêm acesa dentro de mim aquela chama de criança, a vontade de treinar similar a de quando comecei no esporte. Competir também me torna um profissional melhor a cada dia – a busca não está em provar nada a ninguém, e sim perseguir a evolução contínua e o equilíbrio do meu Jiu-Jitsu, sem falar no aprimoramento do nosso grupo como um todo.</p>
<p><strong>É aquela frase do Rickson Gracie, o estudo e o aprendizado não terminam nunca…</strong></p>
<p>Sim, pois o Jiu-Jitsu evolui e se moderniza a cada ano. Eu sei que tenho muita coisa a aprender e melhorar; com isso, competir e treinar com meus alunos diariamente me obrigam a ficar atualizado com o que há de mais atual na nossa arte. Além do mais, os campeonatos são ótimos para rever amigos, dar risadas, ampliar nossa rede de contatos, entre tantos outros benefícios para um professor.</p>
<p><strong>Como você começou a treinar Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu entrou na minha vida por acaso. Eu estava num colégio que volta e meia tinha confusão na saída, e na minha turma havia um argentino bom de briga. Um dia, esse camarada foi passar um fim de ano no Rio de Janeiro e voltou em choque. Ele me chamou e disse: “Se você não quiser apanhar de mais ninguém na vida, você tem de aprender o que vi no Rio!”. O argentino tinha visitado uma academia Gracie e contou que tinha sido retorcido de tudo que é jeito: “Dino (era meu apelido), o que você precisa fazer é isso, chama Jiu-Jitsu!”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-234036" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-300x184.jpg" alt="" width="875" height="537" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-300x184.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-1024x628.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-768x471.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-150x92.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram.jpg 1073w" sizes="auto, (max-width: 875px) 100vw, 875px" /></p>
<p><strong>E foi fácil achar uma academia em São Paulo?</strong></p>
<p>Eu fiquei sabendo que o Marcelo Behring, que já era um famoso campeão formado pelo Rickson, havia acabado de chegar em SP em 1988. Parti para lá mas a academia era badalada e os treinos eram caros, eu não tinha condição nenhuma de pagar. Dei sorte pois meu irmão voltou dos EUA e me deu uma jaqueta novinha. Vendi a jaqueta pelo preço de três meses de treinos e comecei. Foi lá que conheci o Waldomiro, que era o braço direito do Marcelo e depois seria meu professor e grande amigo.</p>
<p><strong>Qual foi a luta mais memorável de sua carreira?</strong></p>
<p>Todas tiveram valor, e trouxeram grande aprendizado. Mas não me sinto capaz de resumir num momento, numa conquista pessoal, toda minha trajetória dentro do Jiu-Jitsu. Meu maior feito no esporte sem dúvidas foi o número de pessoas e vidas que pude ajudar a melhorar, não só os que treinaram comigo mas seus familiares e pessoas em torno também.</p>
<p><strong>Ainda se lembra de sua primeira academia?</strong></p>
<p>Eu ainda era faixa-roxa, em 1992, quando junto com um amigo decidi montar a primeira academia que tive, nos fundos da minha casa. Lá era pequeno, tinha espaço para cerca de 15 alunos por turma, e no primeiro mês já tínhamos 30 alunos treinando – e uns dez esperando vaga. Hoje nossa escola G13BJJ vem se estruturando cada dia mais a nível de empresa, e buscar dar todo o suporte e o retorno aos seus alunos e professores franqueados. A estrutura é inimaginável, olhando para aquela academia nos fundos de casa. Nossa preocupação hoje é cuidar para que a G13BJJ seja vista e reconhecida como uma &#8220;escola de artes marciais”, e nosso papel cada vez mais é de bons educadores.</p>
<p>Ensinamos tanto aos alunos que pensam em competir quanto aos que sonham em empreender e saber lecionar e gerir seu próprio negócio um dia. Hoje somos mais de 7 mil alunos em 71 unidades, sendo 55 unidades no Brasil, entre São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Bahia e Santa Catarina. Fora do Brasil são cinco nos EUA e uma na Austrália.</p>
<p><strong>Que dicas você daria para ter sucesso no Jiu-Jitsu e chegar à faixa-preta?</strong></p>
<p>Difícil resumir em poucas dicas, porque são muitas variáveis envolvidas. Mas eu diria que a número um é a disciplina, para treinar constantemente e não desistir; a segunda é a saúde – para sua máquina funcionar bem, cuide de seu corpo; e a terceira é a autoconfiança: acredite em você, e não deixe nada ou ninguém falar que você não pode ou não é capaz!</p>
<p><strong>Esforço sempre vai vencer o talento, no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Eu estou certo que talento sem disciplina e muito esforço não nos leva a lugar nenhum. Desde criança eu gosto de lutar, mas sempre fui mais aguerrido e perseverante que um cara talentoso em si. Em várias lutas e campeonatos que venci, obtive sucesso por saber que para ser vitorioso eu precisaria primeiro superar uma carência de talento minha. Hoje certamente sou um cara mais duro hoje por ter esse foco, por saber do que sou feito. Sempre procurei me esforçar mais hoje para a cada dia ser um Godoi melhor do que ontem.</p>
<p><strong>Um dos seus pontos fortes é enfiar a mão na gola, em pé, no chão, já sempre engatilhando um golpe… Como funciona essa sua tática?</strong></p>
<p>É preciso primeiro lembrar que nossa luta começa em pé antes de ir para o chão, por isso é evidente que, seja para quedar, raspar ou chamar na guarda, todas as posições tem seus preparativos e nuances, em especial esses detalhes de pegadas em golas e mangas para poderem acontecer com sucesso. Em pé eu procuro exercer minha pegada dominante de canhoto na gola do oponente, e quando a consigo, ela me abre um bom leque de ataques e posições, detalhes que repasso para todos do nosso time. Mas Jiu-Jitsu nem sempre é o que queremos, e sim o que aparece na hora da luta, então em nossos treinamentos rotineiros na G13, enfocamos tanto nosso jogo forte quanto nosso lado deficiente, para tentarmos cada vez mais equilibrar e elevar nosso jogo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roberto Godoi teaches his BJJ signature move: the Godoi Choke" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/iIEJP6YgE_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Você fez sete lutas de MMA e começou lá atrás, em 1995. O que aprendeu sobre Jiu-Jitsu e sobre si mesmo subindo nesses ringues?</strong></p>
<p>Eram tempos totalmente diferentes, em que era um caminho meio natural migrar e cair para dentro do &#8220;vale-tudo&#8221; em algum momento de sua trajetória, até para buscar essa “validação” de sua faixa. E comigo não foi diferente. Tive diversas lições e aprendizados dentro do vale-tudo e sou grato por cada experiência que hoje soma para a bagagem que possuo, e assim consigo contribuir para realizar os objetivos dos meus atletas, profissionais ou não. Meu sonho é servir de rampa para todos os meus alunos chegarem muito mais longe do que eu.</p>
<p><strong>Você, como muitos professores, passou por uma mudança de imagem que é similar à própria evolução que se deu com o Jiu-Jitsu: antigamente, passava uma imagem de marra; hoje, você se assemelha a um paizão dos alunos, respeitador, cordial com os oponentes… O Jason hoje é de paz?</strong></p>
<p>Sim, trata-se de um amadurecimento natural meu como pessoa, que aconteceu paralelamente à transformação dos valores do Jiu-Jitsu como esporte e estilo de vida no mundo todo. Eu estive à frente de um grupo e fui um “mestre&#8221; muito cedo, e com essa imaturidade tive meus erros, mas também meus acertos. Lá atrás esse era um estereótipo colado na maioria dos lutadores de Jiu-Jitsu, mas sem dúvida alguma hoje sou uma pessoa muito melhor preparada, em todos os sentidos, para ocupar minha posição. Boa parte disso eu devo a meus pais e ao que aprendi no Jiu-Jitsu, por ser essa ferramenta única de equilíbrio emocional e resgate de valores morais que, praticado diariamente, nos molda e aos que nos cercam, para termos um convívio mais harmonioso e conquistarmos uma sociedade melhor.</p>
<p><strong>Em 2001 a Godói-Macaco, que vinha com projeção no circuito esportivo paulista, se separou. Que lições você tirou da separação?</strong></p>
<p>A Godoi-Macaco em seus tempos áureos foi única, e quem viveu aquilo, viveu! Não cuspo no prato em que comi e tenho orgulho de todos que ali passaram, sem desmerecer a tantos outros que batalharam com muito afinco lá atrás em SP, mas fomos um dos principais responsáveis pelo surgimento com relevância do nome Jiu-Jitsu no mapa de SP e do Brasil na época. Ajudamos a construir o Jiu-Jitsu paulista e sempre acreditei em mim, soube do meu papel e valor dentro do time. Isso refletiu na minha autoconfiança e total segurança, que não me fez temer qualquer separação ou reinício do zero que eu precisasse passar. Mas isso é o resumo do Jiu-Jitsu, a arte nos prepara para ser um campeão na vida. Eu apenas foquei no trabalho, sem dar ouvidos a bochichos, porque “os cães ladram e a caravana passa”.</p>
<p><strong>Em dezembro fez dez anos da morte do Ryan. Qual você acha que foi sua importância para o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>A perda do Ryan representou a perda de um grande lutador, era um grande material humano. Mas o Ryan perdeu para ele mesmo. Muitas vezes as maiores batalhas que enfrentamos em nossas vidas não são contra oponentes de rosto ou de corpo físico contra o qual conseguimos atingir fisicamente. Por isso a luta muitas vezes é desigual, e dessa forma não devemos julgar ninguém. Controverso ou não, ele sempre foi um agregador e tido por seus alunos como um líder nato. Sua vinda para SP, independentemente de todos os “causos”, contribuiu sim para o fomento do Jiu-Jitsu em nosso estado e revelou muitos atletas e amigos que tenho para a vida e levam hoje o legado e nome dele pelo mundo.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roberto-godoi-completa-30-anos-de-jiu-jitsu-e-relembra-os-percalcos-e-vitorias-na-carreira/">Roberto Godoi relembra percalços e vitórias no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ronny Carvalho e o foco necessário para ser um campeão no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 20:52:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da GB West Bay Doha, no Catar, nosso GMI Ronny Carvalho conhece bem os desafios da vida de um atleta, sempre em busca de títulos no Jiu-Jitsu. Com isso em mente, o faixa-preta abriu seu baú de histórias para GRACIEMAG e contou sobre sua trajetória, seu foco nos treinos e as qualidades necessárias para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233460" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233460" class="size-full wp-image-233460" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06.jpeg" alt="" width="496" height="372" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233460" class="wp-caption-text">Ronny com a molecada boa do Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Professor da GB West Bay Doha, no Catar, nosso GMI Ronny Carvalho conhece bem os desafios da vida de um atleta, sempre em busca de títulos no Jiu-Jitsu. Com isso em mente, o faixa-preta abriu seu baú de histórias para GRACIEMAG e contou sobre sua trajetória, seu foco nos treinos e as qualidades necessárias para conquistar o sonhado ouro nas competições. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi o seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>RONNY CARVALHO: Sou de Formiga, uma cidade mineira que gerou grandes nomes do Jiu-Jitsu como Rodrigo Ranieri, Marcelo Garcia e Matheus Diniz. Inclusive, foi através do Ranieri que o Jiu-Jitsu começou a ter força em Formiga e foi por causa dele que conheci o esporte. Na época, eu tinha 14 anos de idade e me apaixonei rapidamente. Pouco tempo depois, conheci o mestre Paulão Rezende, que ensinou o Jiu-Jitsu para o Ranieri. Ele morava em Poços de Caldas, que é uma cidade vizinha, e foi o responsável por lapidar essa geração de atletas que saiu de Formiga. Nós deixamos a nossa cidade natal e fomos morar em lá para poder treinar com o Paulão.</p>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Me mudar para Poços de Caldas foi uma grande mudança na minha vida. A cidade já tinha fama no Jiu-Jitsu porque o Marcelinho Garcia havia conquistado o Mundial na faixa-azul e por conta de outros atletas que saíram de lá e deixaram a sua marca no esporte. Quando cheguei na cidade, passei a ter uma visão diferente do Jiu-Jitsu e decidi que queria viver dele, mas entendia que para isso eu precisaria me adaptar ao sistema de treinamento do Paulão, que era duríssimo. Sem falar que os campeonatos rolavam mensalmente e todos competiam, com estímulo do Paulão. Às vezes nem tínhamos dinheiro para viajar, mas nos juntamos e íamos na raça mesmo para participar das competições. Foi uma época cheia de altos e baixos, mas também foi uma ótima experiência e uma fase muito boa da minha vida. Apesar de estar hoje na Gracie Barra, junto com o Bráulio Estima, a quem sou muito grato, mantenho meu respeito e minha admiração pelo Paulão, que me ensinou tudo que eu sei sobre o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Eventualmente você saiu de Minas Gerais e ficou em Brasília, sob a tutela do professor João Roque. O que motivou essa mudança?</strong></p>
<p>Apesar de morar em Poços de Caldas, eu frequentemente precisava sair do estado por conta do trabalho e, nessas ocasiões, eu procurava outras academias para treinar. Quando fui para Brasília, eu procurei o João Roque por indicação do meu mestre e me adaptei bem ao estilo dele. O João é um mestre incrível e eu passei a considerar ele e o pessoal de lá como minha segunda família no Jiu-Jitsu. Me mantive competindo mensalmente e ficava impressionado com os atletas de lá, só tinha casca-grossa. Após um ano e alguns títulos conquistados em Brasília, o João Roque me graduou à faixa-marrom.</p>
<div id="attachment_233458" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233458" class="size-full wp-image-233458" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1.jpeg" alt="" width="496" height="617" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1-241x300.jpeg 241w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1-121x150.jpeg 121w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233458" class="wp-caption-text">Ronny com Léo Vieira em sua conquista no Europeu 2008. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as memórias mais marcantes da sua graduação à faixa-preta?</strong></p>
<p>Eu fui graduado à preta no fim de 2008, pelas mãos do professor Reinaldo Ribeiro. Pouco tempo depois de chegar na marrom, o Bernardo Pitel, que era aluno do João Roque, me chamou para ir junto com ele competir no Europeu. Fui vice-campeão na categoria Master 1 e decidi ficar por lá, treinando junto com o Reinaldo. Eu fui criado junto com ele no Jiu-Jitsu, éramos da mesma equipe. Me senti muito honrado em receber a preta das mãos dele, que foi um cara que me cobrou muito e me ensinou mais ainda sobre o Jiu-Jitsu. Estreei minha faixa no ano seguinte e alcancei o terceiro lugar no Europeu 2009 da IBJJF.</p>
<p><strong>O ensino é uma vertente do Jiu-Jitsu que é cada vez mais procurada por praticantes, independente da idade. Na sua opinião, é possível equilibrar a vida de atleta e a de professor?</strong></p>
<p>Acho importante manter o foco nos nossos objetivos. Se o atleta busca ser campeão, independente de ser estadual, nacional ou mundial, ele precisa manter esse foco. O caminho para alcançar esse patamar não é fácil, são muitos desafios e dificuldades. Preparar um aluno que vive com a mentalidade de competição para ser professor, especialmente se for jovem, é algo que eu não sou a favor. Prefiro trabalhar o psicológico desse atleta para que ele não se perca do seu objetivo, sempre tendo em mente as coisas que ele precisa fazer para alcançar essa meta, como treinar bastante, comer bem e dormir cedo.</p>
<p><strong>Qual é o treino que não pode faltar em uma das suas aulas?</strong></p>
<p>Eu sempre trago um dos treinos que aprendi com o Paulão Rezende, nos meus primórdios lá em Poços de Caldas. Coloco os alunos para fazer três minutos de guarda e depois, ainda na mesma dupla, mais três minutos de passagem de guarda. Divido esse treino em quatro rodadas, sendo que nas duas primeiras é permitido finalizar e nas últimas mantemos apenas a passagem. Como o objetivo é que o aluno consiga passar a guarda de maneira rápida, colocamos uma margem de trinta segundos para completar uma raspagem. Isso aumenta muito o nível do atleta nas competições.</p>
<p><strong>Qual é o diferencial para um atleta se tornar um campeão?</strong></p>
<p>Na parte física, acredito que um campeão precisa ter, no mínimo, seis horas diárias de treino. Essas horas podem ser divididas ao longo de vários treinos no dia, mas é essencial para que o atleta possa formular uma estratégia e praticar bastante. O jogo do campeão deve consistir de, no máximo, quatro posição que ele vá usar nas lutas, ou seja, manter o foco dos treinos no que ele já sabe fazer. Uma queda que ele consiga fazer bem ou uma raspagem que esteja habituado, são movimentos que devem integrar o jogo desse atleta e devem ser a prioridade no treinamento.</p>
<p>Na parte psicológica, ao meu ver, se trata de um esforço conjunto entre o professor e o atleta. Por um lado, o atleta precisa ter disciplina e dedicação para chegar ao alto nível necessário para se tornar um campeão. Consumo de bebidas alcoólicas, ou até mesmo refrigerantes, e dormir tarde não combinam com a vida de um atleta profissional. Por outro lado, o professor precisa saber administrar o psicológico desse aluno, sem cobrar de forma excessiva. Além do preparo físico, um campeão precisa estar mentalmente blindado para deixar de lado as dificuldades da vida dentro e fora dos tatames e executar sua estratégia com sucesso na competição.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ronny-carvalho-e-o-foco-necessario-para-ser-um-campeao-no-jiu-jitsu/">Ronny Carvalho e o foco necessário para ser um campeão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>BJJBet: Cyborg e Kaynan na última parte da “A Nova Era”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 15:25:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O “BJJBet: A Nova Era”, série que mostra os bastidores da primeira edição do evento de lutas casadas, chega ao seu nono e último episódio nesta semana. Para ficar por dentro dos outros confrontos da memorável noite de disputas, a organização disponibiliza todos os episódios do seriado em seu canal do YouTube. Desta vez,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228165" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/DSC_0771-2-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228165" class="size-large wp-image-228165" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/DSC_0771-2-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/DSC_0771-2-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/DSC_0771-2-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/DSC_0771-2-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/DSC_0771-2-1536x1021.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/DSC_0771-2-2048x1362.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/DSC_0771-2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-228165" class="wp-caption-text">Cyborg no duelo com Kaynan. Foto: Carlos Arthur Jr</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O “BJJBet: A Nova Era”, série que mostra os bastidores da primeira edição do evento de lutas casadas, chega ao seu nono e último episódio nesta semana. Para ficar por dentro dos outros confrontos da memorável noite de disputas, a organização disponibiliza todos os episódios do seriado em seu <a href="https://www.youtube.com/channel/UCQwUcAnxhMn0i4EfK2U6KKw">canal do YouTube</a>.</p>
<p>Desta vez, os atletas que comandam o show são Roberto Cyborg e Kaynan Duarte. Após analisar a trajetória e as motivações de ambos os atletas, a série mostra o dia de pesagens, o preparo mental antes da partida e o confronto entre as gerações que fechou a noite do primeiro BJJBet.</p>
<p>Confira abaixo o último episódio do “BJJBet: A Nova Era” e, caso tenha perdido, os demais episódios da série. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BJJBET A NOVA ERA - EP.10 - ROBERTO DE ABREU CYBORG X KAYNAN DUARTE" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/ORuKP7zazLw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Episódio 1:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/01/07/bjjbet-lanca-serie-com-os-bastidores-do-evento-de-estreia-confira-o-primeiro-episodio/">Gabi Pessanha x Yara Soares</a></p>
<p><strong>Episódio 2:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/10/bjjbet-meyram-maquine-e-fabricio-takaka-no-segundo-episodio-da-serie-nova-era/">Meyram Maquiné x Fabricio Takaka</a></p>
<p><strong>Episódio 3:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/17/bjjbet-mica-galvao-e-felipe-porto-protagonizam-terceiro-episodio-da-nova-era/">Mica Galvão x Felipe Porto</a></p>
<p><strong>Episódio 4:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/24/bjjbet-quarto-episodio-da-nova-era-traz-gutemberg-pereira-e-rider-zuchi/">Rider Zuchi x Gutemberg Pereira</a></p>
<p><strong>Episódio 5:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/31/bjjbet-leandro-lo-e-nicholas-meregali-lideram-a-quinta-edicao-da-nova-era/">Leandro Lo x Nicholas Meregali</a></p>
<p><strong>Episódio 6:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/06/07/bjjbet-isaque-bahiense-e-gregor-gracie-sao-o-foco-do-sexto-episodio-da-nova-era/">Isaque Bahiense x Gregor Gracie</a></p>
<p><strong>Episódio 7:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/06/14/bjjbet-diego-pato-e-alex-sodre-no-7o-episodio-da-nova-era/">Diego Pato x Alex Sodré</a></p>
<p><strong>Episódio 8-9:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/06/21/bjjbet-marcos-petcho-x-servio-tulio-e-marco-barbosa-x-wander-braga-na-dose-dupla-da-nova-era/">Marcos Petcho x Servio Tulio / Marco Barbosa x Wander Braga</a></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjjbet-roberto-cyborg-e-kaynan-duarte-na-ultima-parte-da-a-nova-era/">BJJBet: Cyborg e Kaynan na última parte da “A Nova Era”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>BJJBet: Marcos Petcho x Servio Tulio e Marco Barbosa x Wander Braga na dose dupla da &#8220;Nova Era&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 06:42:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O &#8220;BJJBet: A Nova Era&#8221;, série semanal que mostra o que aconteceu por trás das câmeras da primeira edição do evento, retorna com mais um episódio. Desta vez em dose dupla. Em seu oitavo episódio, &#8220;A Nova Era&#8221; traz os duelos de Marcos Petcho contra Servio Tulio e Marco Barbosinha contra Wander Braga com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233172" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0458-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233172" class="size-large wp-image-233172" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0458-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0458-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0458-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0458-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0458-1536x1021.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0458-2048x1362.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0458-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-233172" class="wp-caption-text">Barbosinha e Wander em foto de Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O &#8220;BJJBet: A Nova Era&#8221;, série semanal que mostra o que aconteceu por trás das câmeras da primeira edição do evento, retorna com mais um episódio. Desta vez em dose dupla.</p>
<p>Em seu oitavo episódio, &#8220;A Nova Era&#8221; traz os duelos de Marcos Petcho contra Servio Tulio e Marco Barbosinha contra Wander Braga com todos os detalhes pré e pós disputa. No já tradicional formato, a série mostra trajetória dos participantes, seus preparativos para os confrontos e os melhores momentos no tatame.</p>
<p>Confira o episódio desta semana do &#8220;BJJBet: A Nova Era&#8221; e as demais edições abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BJJBET A NOVA ERA - EP.8 - WANDER BRAGA vs MARCOS BARBOSA - SERVIO TULIO vs MARCOS PETCHO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/y49nnE8sonw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Episódio 1:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/01/07/bjjbet-lanca-serie-com-os-bastidores-do-evento-de-estreia-confira-o-primeiro-episodio/">Gabi Pessanha x Yara Soares</a></p>
<p><strong>Episódio 2:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/10/bjjbet-meyram-maquine-e-fabricio-takaka-no-segundo-episodio-da-serie-nova-era/">Meyram Maquiné x Fabricio Takaka</a></p>
<p><strong>Episódio 3:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/17/bjjbet-mica-galvao-e-felipe-porto-protagonizam-terceiro-episodio-da-nova-era/">Mica Galvão x Felipe Porto</a></p>
<p><strong>Episódio 4:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/24/bjjbet-quarto-episodio-da-nova-era-traz-gutemberg-pereira-e-rider-zuchi/">Rider Zuchi x Gutemberg Pereira</a></p>
<p><strong>Episódio 5:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/31/bjjbet-leandro-lo-e-nicholas-meregali-lideram-a-quinta-edicao-da-nova-era/">Leandro Lo x Nicholas Meregali</a></p>
<p><strong>Episódio 6:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/06/07/bjjbet-isaque-bahiense-e-gregor-gracie-sao-o-foco-do-sexto-episodio-da-nova-era/">Isaque Bahiense x Gregor Gracie</a></p>
<p><strong>Episódio 7:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/06/14/bjjbet-diego-pato-e-alex-sodre-no-7o-episodio-da-nova-era/">Diego Pato x Alex Sodré</a></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjjbet-marcos-petcho-x-servio-tulio-e-marco-barbosa-x-wander-braga-na-dose-dupla-da-nova-era/">BJJBet: Marcos Petcho x Servio Tulio e Marco Barbosa x Wander Braga na dose dupla da “Nova Era”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>BJJBet: Diego Pato e Alex Sodré no 7º episódio da &#8220;Nova Era&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 15:47:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu sétimo episódio, o &#8220;BJJBet: A Nova Era&#8221; retorna novamente com os bastidores da primeira edição do evento. Vale lembrar que esta e as demais edições da série estão disponíveis no canal do Youtube do BJJBet. Os atletas desta semana são Diego Pato e Alex Sodré. No formato tradicional, o seriado explora a trajetória&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233098" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0190-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233098" class="size-large wp-image-233098" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0190-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0190-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0190-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0190-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0190-1536x1021.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0190-2048x1362.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/DSC_0190-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-233098" class="wp-caption-text">Diego Pato e Alex Sobre na disputa do BJJBet. Foto: Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p>Em seu sétimo episódio, o &#8220;BJJBet: A Nova Era&#8221; retorna novamente com os bastidores da primeira edição do evento. Vale lembrar que esta e as demais edições da série estão disponíveis no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCQwUcAnxhMn0i4EfK2U6KKw">canal do Youtube do BJJBet</a>.</p>
<p>Os atletas desta semana são Diego Pato e Alex Sodré. No formato tradicional, o seriado explora a trajetória dos competidores no Jiu-Jitsu, a preparação para a estréia e os momentos mais marcantes do confronto.</p>
<p>Confira abaixo o sétimo episódio do &#8220;BJJBet: A Nova Era&#8221; e, caso tenha perdido, veja também os demais episódios da série!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BJJBET A NOVA ERA - EP.7 - DIEGO PATO X ALEX SODRÉ" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/IVlT4Ppzdxk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Episódio 1:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/01/07/bjjbet-lanca-serie-com-os-bastidores-do-evento-de-estreia-confira-o-primeiro-episodio/">Gabi Pessanha x Yara Soares</a></p>
<p><strong>Episódio 2:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/10/bjjbet-meyram-maquine-e-fabricio-takaka-no-segundo-episodio-da-serie-nova-era/">Meyram Maquiné x Fabricio Takaka</a></p>
<p><strong>Episódio 3:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/17/bjjbet-mica-galvao-e-felipe-porto-protagonizam-terceiro-episodio-da-nova-era/">Mica Galvão x Felipe Porto</a></p>
<p><strong>Episódio 4:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/24/bjjbet-quarto-episodio-da-nova-era-traz-gutemberg-pereira-e-rider-zuchi/">Rider Zuchi x Gutemberg Pereira</a></p>
<p><strong>Episódio 5:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/31/bjjbet-leandro-lo-e-nicholas-meregali-lideram-a-quinta-edicao-da-nova-era/">Leandro Lo x Nicholas Meregali</a></p>
<p><strong>Episódio 6:</strong> <a href="https://www.graciemag.com/2021/06/07/bjjbet-isaque-bahiense-e-gregor-gracie-sao-o-foco-do-sexto-episodio-da-nova-era/">Isaque Bahiense x Gregor Gracie</a></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjjbet-diego-pato-e-alex-sodre-no-7o-episodio-da-nova-era/">BJJBet: Diego Pato e Alex Sodré no 7º episódio da “Nova Era”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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