Vitor Shaolin analisa UFC BJJ e os desafios do dojo em forma de cumbuca

De acordo com o árbitro Vitor Shaolin, "o formato do dojo do UFC BJJ requer atenção em especial quando os lutadores ou lutadoras caminham para trás, buscando uma defesa, afinal é um formato inclinado. É preciso assim se ligar, para manter o equilíbrio. Mas é uma ideia promissora, que ao meu ver minimiza muitas reclamações e tem facilitado o nosso trabalho de arbitragem. Claro que sempre há um treinador ou atleta que vai chiar, mas normalmente são atletas que vão reclamar até de uma unha quebrada. Há prós e contras para lutadores de todas as origens. O bom representante do Jiu-Jitsu, assim como os bons lutadores de wrestling, vai se adaptar e seguir vencendo como costuma fazer nas outras ligas."

Professor Marcos Cunha dá conselho aos jovens e comenta futuro da TMC

Muitas vezes os jovens e as jovens não acreditam em si mesmo. Ela era muito determinada, só faltava ela enxergar suas capacidades. Hoje ela se tornou uma baita atleta, e uma ótima professora aqui em Ohio, nos Estados Unidos. Ela foi mãe agora e vai voltar aos pódios em breve. Então o conselho que deixo é: jamais desista. Sempre acredite nos seus sonhos. Quando alguém avaliar que você não tem talento, duplique sua gana, e seja o esforço que supera o talento.

Caro professor, você ataca do “cem-quilos” ou do “side control”?

Por que, afinal, nossos alunos e professores optam por termos em inglês, se todos nós temos tanto orgulho de dizer que treinamos o Jiu-Jitsu brasileiro? Não sou um professor purista, vejam bem. Creio que expressões como “armlock” já foram inseridos há décadas. O meu incômodo é com o excesso. Muitos instrutores se apegam tanto ao termo estrangeiro que não sabem o sinônimo em nossa língua local.
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