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	<title>defesa pessoal | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>defesa pessoal | Graciemag</title>
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		<title>A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:52:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229217" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229217" class="size-full wp-image-229217" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30.jpeg" alt="" width="767" height="430" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30.jpeg 767w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30-300x168.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30-150x84.jpeg 150w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /><p id="caption-attachment-229217" class="wp-caption-text">Anderson e Pelé em encontro no Rio de Janeiro. Foto: Reprodução/Twitter</p></div>
<p>O grandalhão Ben Brobby jamais teve dúvidas sobre quais foram os melhores anos de sua vida.</p>
<p>Foi aquela época maravilhosa, entre 2010 e 2018, quando, como ele diz, teve “a sorte de ser o guarda-costas do Rei do Futebol”, Mister Pelé.</p>
<p>Nascido em Gana, Ben sempre foi muito calmo, lição que aprendeu com o avô que adorava jogar damas e o criou, entre uma partidinha e outra.</p>
<p>Aos 17 anos, Brobby decidiu zarpar para Londres. Estudava tecnologia da informação, mas certo dia abriu o jornal e leu sobre um curso de segurança pessoal, oferecido por ex-militares do exército britânico. Após seis semanas de treinamento, decidiu se especializar num curso de gerenciamento de riscos.</p>
<p>Tornou-se segurança do empresário inglês Paul Kemsley, envolvido com o futebol, até que este comprou o time nova-iorquino Cosmos, e os direitos da marca Pelé. Após seis anos com Kemsley, Ben ouviu o convite do patrão:</p>
<p>– Ben, que tal ir cuidar do Pelé? Eu preciso de alguém como você para garantir que ele esteja sempre bem.</p>
<p>Fanático por futebol e fã do legendário camisa 10, Ben sempre foi profissional e durão na medida certa. “Apesar de mágico, não era um trabalho fácil”, admitiu Ben Brobby à revista brasileira “Placar”. “Porque Pelé era Pelé, e nunca dizia não para um fã.”</p>
<p>O Rei do Futebol, que atuara pelo Cosmos de 1975 a 1977, passara a viver a vida de um homem de negócios, palestrante e convidado em eventos os mais variados.</p>
<p>E foi numa dessas que Pelé e Ben passaram um sufoco daqueles – na verdade, o único que Ben Brobby viveu com o Rei do Futebol.</p>
<p>O ganês recordava: “Voamos para uma convenção de fazendeiros, no interior do Brasil, num jatinho. Assim que descemos, percebi que seria caótico.”</p>
<p>Era o cenário clássico:</p>
<p>“Gente demais, estrutura de segurança de menos”, recordou o guarda-costas. “Assim que Pelé terminou o trabalho, fomos para um quartinho que tinham montado para ele lanchar e descansar. Era uma dessas estruturas pré-montadas de madeira e metal. A multidão então começou a cercar o local. Eu olhava para fora e só via mais e mais gente nos cercando. Não dava mais para sairmos na boa, e eu já temia que alguém tentasse forçar a entrada. Por rádio, pedi então que o motorista encostasse na parte de trás.”</p>
<p>A fuga do Rei foi de cinema.</p>
<p>Assim que o carro chegou, Ben saiu quebrando a estrutura com socos e pontapés, abriu um rombo e evadiu com o amado jogador, pelos fundos.</p>
<p>Enquanto o guarda-costas dava seus chutes e arrebentava a parede, Pelé só dizia: “Calma, Ben, não fica nervoso. Calma, Ben…”</p>
<p>Calmo e eficiente, o bom e velho segurança acabou por aprender belas lições de vida, ao se ver acuado com o Rei do Futebol. A primeira: o bom jogador vê, mas só o craque antevê – como já dizia o jornalista Armando Nogueira, diretor de TV, comentarista esportivo e amigo de Pelé.</p>
<div id="attachment_204981" style="width: 824px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204981" class="size-full wp-image-204981" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao.jpg" alt="Pelé treinou judô e karatê quando jovem, artes que o ajudaram a não ser derrubados nos gramados. Foto: José Herrera/ Divulgação" width="814" height="982" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao.jpg 814w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-249x300.jpg 249w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-768x927.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-124x150.jpg 124w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><p id="caption-attachment-204981" class="wp-caption-text">O rei Pelé treinou judô e karatê quando jovem, artes que o ajudaram a evitar quedas e aprender a cair nos gramados. Foto: José Herrera/ Divulgação</p></div>
<p>Por não ter planejado nada, por não ser capaz de antever como escapulir dali, Ben acabou por se desesperar, e precisou abrir caminho com a sola do pé.</p>
<p>Mas a melhor lição veio mesmo do Rei do Futebol: calma, Ben, respire, Ben. Afinal, quando tudo parece sem solução, oxigenar a mente e raciocinar é sempre a melhor saída.</p>
<p>Mesmo que, com a mente clara, você perceba que a saída seja fugir pelos fundos com o Rei do Futebol.</p>
<p>Era essa, afinal, a vida de Pelé e sua necessidade de segurança. Não é que ele um dia atraísse hostilidade. Pelo contrário. Era preciso proteger Pelé, dos anos 1950 até sua partida, em 2022, do enorme amor e admiração que ele causava. Os fãs queriam estar por perto, tocá-lo, conseguir uma foto ou um autógrafo. Daí a necessidade de ter sempre um auxiliar ou segurança por perto – e Pelé teve outros, como o cubano Pedro Garay, por exemplo, nos anos 1970.</p>
<p>Seja você um profissional de segurança, um praticante de Jiu-Jitsu ou um fã de futebol, lembre da lição de Pelé: respire, mantenha a calma e pense taticamente na próxima saída para qualquer problema.</p>
<p><iframe title="GRACIE JIU-JITSU SELF DEFENSE - MASTER ROYLER GRACIE AND LETICIA RIBEIRO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/KXE77mwEu14?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-essencial-que-aprendemos-com-o-rei-pele-e-seu-guarda-costas/">A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Peposo, Koma e o sucesso do Jiu-Jitsu e da defesa pessoal na polícia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246464" style="width: 851px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246464" class="wp-image-246464 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/peposo.jpeg" alt="" width="841" height="849" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/peposo.jpeg 841w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/peposo-297x300.jpeg 297w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/peposo-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/peposo-768x775.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 841px) 100vw, 841px" /><p id="caption-attachment-246464" class="wp-caption-text">Paulo Peposo ensina defesa pessoal para a polícia mineira &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Você sabia? Foi em 19 de maio de 1915, uma quarta-feira, que o instrutor japonês Mitsuyo Maeda, o Conde Koma, deu seu primeiro seminário de defesa pessoal na polícia do Rio de Janeiro, por iniciativa do chefe da polícia Aurelino Leal, e do instrutor e treinador Mario Aleixo.</p>
<p>Depois daquela aula de imobilizações e defesas de golpes de faca, realizada há mais de 110 anos no histórico prédio da Polícia Central, até hoje firme ali na rua da Relação, o Jiu-Jitsu se tornou o melhor amigo dos policiais.</p>
<p>É o que procura reforçar o professor <a href="https://www.instagram.com/paulopeposo70/" target="_blank" rel="noopener">Paulo Peposo</a>, sempre positivo e operante, como neste curso ministrado em junho para a polícia mineira.</p>
<p>Confira as imagens. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Aula do professor Paulo Peposo na polícia de Minas Gerais" width="548" height="974" src="https://www.youtube.com/embed/Uu97srSgU9M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/peposo-koma-e-a-historia-do-jiu-jitsu-e-a-da-defesa-pessoal-na-policia-brasileira/">Peposo, Koma e o sucesso do Jiu-Jitsu e da defesa pessoal na polícia brasileira</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor de Jiu-Jitsu: ser curioso e respeitoso</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg" alt="" width="650" height="796" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg 836w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-245x300.jpeg 245w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-768x940.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-1255x1536.jpeg 1255w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-123x150.jpeg 123w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1.jpeg 1289w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faixa-preta formado na Gracie Barra, o professor Fabrício Lopes tem se especializado em lapidar instrutores e ajudá-los a ensinar Jiu-Jitsu da maneira mais clara possível. O </span><a href="http://graciemag.com/"><span style="font-weight: 400;">GRACIEMAG.com</span></a><span style="font-weight: 400;"> bateu um papo com o faixa-prea especialista em mentoria, e como ele tem analisado a nova safra de instrutores em tantas academias espalhadas pelo planeta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Os campeonatos atraem cada vez mais lutadores, o esporte se expande e há academias em todas as metrópoles do planeta. E os instrutores, vão conseguir acompanhar essa demanda?&nbsp;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em><strong>FABRÍCIO LOPES:</strong></em> Acredito que o maior desafio é o fato de que ser um bom praticante e ser um bom instrutor são habilidades completamente diferentes. Muitas pessoas se tornam tecnicamente proficientes, mas <a href="https://www.graciemag.com/o-ensino-do-jiu-jitsu-segundo-o-professor-fabricio-lopes/" target="_blank" rel="noopener">ensinar exige comunicação</a>, observação, paciência, liderança e a capacidade de se adaptar a diferentes tipos de alunos. O fato de alguém conseguir executar uma técnica com maestria não significa que consiga explicá-la de uma maneira que outros possam entender e aplicar.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aprender a ensinar é outro campo então?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Há outros desafios. Por exemplo, muitos instrutores mais jovens se desenvolvem em um ambiente onde a informação é abundante. Hoje, qualquer pessoa pode assistir a técnicas online. O desafio está em ajudar os futuros instrutores a organizar essas informações, compreender os princípios fundamentais e transmiti-las de forma eficaz. Ensinar não se trata de mostrar o que você sabe. Trata-se de ajudar os outros a aprender.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Na sua visão, o que tem mudado na formação de instrutores?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há dez anos muitos instrutores se desenvolviam principalmente por meio da observação e da experiência. Você aprendia passando anos no tatame, auxiliando nas aulas e assumindo gradualmente mais responsabilidades. Hoje, o desenvolvimento de instrutores tornou-se mais estruturado. Muitas organizações agora possuem programas formais para instrutores, recursos educacionais e sistemas projetados para ajudar os treinadores a aprimorar suas habilidades de ensino. Ao mesmo tempo, os alunos mudaram. Os alunos de hoje esperam mais explicações, mais estrutura e uma compreensão mais clara de por que as coisas funcionam.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que os professores qualificados precisam ter para não desapontar os alunos e alunas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como instrutores precisamos ser capazes de nos comunicar de forma eficaz com crianças, adultos, competidores, praticantes recreativos e pessoas de diferentes origens. O papel do instrutor hoje é mais amplo do que nunca. O conhecimento técnico continua sendo importante, mas a comunicação e a liderança tornaram-se igualmente relevantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como você identifica um jovem com potencial para se tornar um instrutor completo?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira coisa que observo é a curiosidade. Os futuros instrutores geralmente são aqueles alunos que fazem perguntas, prestam atenção aos detalhes e querem genuinamente entender a arte, em vez de apenas colecionar técnicas. Também busco humildade e consistência. Ensinar é uma responsabilidade de longo prazo. Alguém que é confiável, respeitoso e disposto a continuar aprendendo geralmente tem mais potencial do que alguém que é apenas talentoso.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há outra qualidade importante?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, a empatia. Os melhores instrutores se importam em ajudar os outros a evoluir. Eles gostam de ver o sucesso das outras pessoas. A habilidade técnica pode ser desenvolvida com o tempo. O caráter, a paciência e o desejo de servir ao próximo são, muitas vezes, indicadores mais fortes do potencial futuro de ensino.&nbsp;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-246439 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg" alt="" width="650" height="815" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg 817w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-239x300.jpeg 239w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-768x962.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-120x150.jpeg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o princípio mais importante ao formar instrutores talentosos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao meu ver, é a capacidade de ajudá-los a entender que o ensino gira em torno do aluno e não do instrutor. Muitos instrutores iniciantes concentram-se em demonstrar seu próprio conhecimento. Os excelentes instrutores focam em tornar a informação acessível às pessoas que estão à sua frente. Incentivo os futuros instrutores a desenvolverem a capacidade de observar, ouvir e adaptar-se. Cada aluno aprende de uma maneira diferente. A responsabilidade do instrutor é encontrar a melhor forma de transmitir os mesmos princípios a indivíduos distintos. O objetivo não é criar alunos que dependam do instrutor para sempre. O objetivo é formar pensadores independentes que, com o tempo, sejam capazes de ajudar outras pessoas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual era o erro mais comum ao formar instrutores nas últimas décadas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelo que estudo e pesquiso, creio que havia uma ideia geral de que a excelência técnica gerava, automaticamente, excelência no ensino. Em gerações anteriores, muitos instrutores aprendiam por imitação. Eles copiavam o que seus professores faziam e repetiam os mesmos métodos. Embora isso tenha produzido muitos praticantes excelentes, às vezes deixava lacunas na comunicação e no desenvolvimento do instrutor. Muitas vezes, esperava-se que os alunos simplesmente descobrissem as coisas por conta própria com o passar do tempo. Hoje, entendemos que o ensino, em si, é uma habilidade que deve ser desenvolvida de forma intencional. Os melhores instrutores sabem preservar as tradições, os valores e os padrões técnicos do Jiu-Jitsu Brasileiro, mas também reconhecem a importância da comunicação, da mentoria e do aprendizado estruturado. Na minha opinião, o futuro da arte depende da formação não apenas de melhores atletas, mas também de melhores professores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&gt;&gt; Para saber mais, siga o professor <a href="https://www.instagram.com/flopesjj/" target="_blank" rel="noopener">FABRÍCIO LOPES no Instagram, aqui.</a><br style="font-weight: 400;"><br style="font-weight: 400;"></p></blockquote>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lista-as-qualidades-do-bom-instrutor-de-jiu-jitsu-ser-curioso-e-respeitoso/">Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>"Quando o aluno entra na minha escola de Jiu-Jitsu, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir", diz o professor Rodrigo Boroski, na Irlanda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246307" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg" alt="" width="650" height="986" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg 675w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-198x300.jpeg 198w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-768x1165.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-1012x1536.jpeg 1012w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-99x150.jpeg 99w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda.jpeg 1320w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Professor da <a href="https://www.instagram.com/riders_bjj?igsh=MTZnZzk1ZmxtZ25jZw==">escola Riders Jiu-Jitsu,</a> nosso ilustríssimo GMI <a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">Rodrigo Boroski</a> tem arquitetado mudanças em sua tradicional equipe na Irlanda. O estudioso faixa-preta, que não perde um podcast sobre Jiu-Jitsu, teve uma epifania outro dia, ao assistir a uma entrevista com Pedro Valente. Confira o que o professor aprendeu. Oss!</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como andam os planos para a escola na Irlanda, Rodrigo?</strong></p>
<p><em><strong>RODRIGO BOROSKI:</strong></em> Eu vejo minha equipe retornando às origens do Jiu-Jitsu. Após uma caminhada bem sucedida nas competições – fomos para as cabeças no ranking e fiz o primeiro representante da Irlanda campeão do mundo – decidi investir mais na defesa pessoal.</p>
<p><strong>O que motivou você a optar por esse caminho?</strong></p>
<p>Creio que foram os podcasts. Eu vejo muitos, e assisti a um que me chamou atenção, com os irmãos Valentes. A escola deles é voltada para o Jiu-Jitsu Gracie, para a defesa em situações reais. Isso mexeu comigo pois essa base é a que aprendi, e o que sempre quis incutir nos jovens alunos. Quero transformar meninos e meninas em pessoas sem medo de sair na rua.</p>
<p><strong>E o que mais influenciou na sua decisão?</strong></p>
<p>Eu vi também outro episódio, com mestre Rorion Gracie. O filho mais velho de grande mestre Helio lembrou que o Jiu-Jitsu deve servir tanto para a criança quanto o idoso. A luz, talvez, tenha vindo de outras entrevistas. Quando li o Rodolfo Vieira e o Marcus Buchecha dizendo que a pior dificuldade que eles notaram na transição para o UFC foi absorver os chutes e socos. Aquilo me fez pensar. Sempre aprendi nos tatames sobre o poder do famoso treino de taparia, o recurso do pisão e tantas liçõs fundamentais. Vi que era hora de voltar às origens.</p>
<p><strong>Você já sentiu na pele como o Jiu-Jitsu salva?</strong></p>
<p>Outro dia, vi um aluno meu da turma infantil voltar da escola e contar que levou um sopapo, e não soube como reagir. Logo depois, eu mesmo fui atacado num supermercado na Irlanda, mesmo com meu tamanho e essa cara de mau (risos). Foi a gota d&#8217;água. Percebi que eu precisava deixar de lado as técnicas mais esportivas e voltar a ensinar o que realmente é o Jiu-Jitsu fundamental.</p>
<p><strong>Comercialmente, isso é bom?</strong></p>
<p>Convivo com uma doença há tempos, e os diversos tratamentos contra o câncer me ensinaram que nem tudo deve girar em torno de dinheiro e clientes. Sempre tentei abraçar as duas esferas, num meio-termo entre as aulas de defesa pessoal e as de competição. Mas talvez o meio-termo não seja eficaz. Me senti um professor morno. E lembrei de uma carta de São Paulo, em que é dito que &#8220;Deus cospe o morno da boca&#8221;. Eu nunca fui morno na minha vida, e nem quero ser. Quero me dedicar 100% a proteger meus jovens alunos e os cidadãos que necessitam de um suporte.</p>
<p><strong>Qual será a maior diferença agora nas aulas?</strong></p>
<p>Creio que o competidor se coloca em posições onde ele não precisa se preocupar se vai levar chutes, socos ou mordidas. Ele treina segundo regras cristalinas. Já na defesa pessoal a base é diferente, o posicionamento do corpo seja na guarda ou na passagem é completamente diferente. Afinal, a qualquer momento ele pode tomar até uma cabeçada, vir um segundo agressor, cair na calçada, machucar o joelho no chão&#8230;</p>
<p><strong>Acha que a defesa pessoal também evoluiu dos tempos de mestre Helio Gracie para cá?</strong></p>
<p>Acho que muitos professores não aprenderam e não sabem como ensinar técnicas eficientes. E isso está tirando a eficiência da nossa arte, como aconteceu com outas artes marciais. Um exemplo disso é o karatê. A arte ensinada hoje não é a mesma que o Lyoto Machida aprendeu e usava no UFC, certo? Acredito piamente que um atleta que sabe se defender, a partir de quedas variadas, bloqueio de socos e fugas de quadril, vai precisar apenas de pequenos ajustes para entrar em campeonatos. E o contrário acontece: o bom competidor que quiser aprender a defesa depois de velho pode não dominar o básico.</p>
<p><strong>Acha que os alunos e parentes vão curtir esse retorno às origens?</strong></p>
<p>Quando o aluno entra na minha escola, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246308" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg" alt="" width="650" height="650" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1536x1536.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-rodrigo-boroski-volta-as-origens-na-irlanda/">Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>BJJ Defense: Sérgio Ignacio lança curso de defesa para você se sentir mais protegido no dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 00:05:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Instruído por alguns dos mais preparados e experientes instrutores em todos os campos, mestre Sérgio Ignacio se tornou uma enciclopédia de técnicas, conhecimentos táticos e estratégicos de defesa – após experiências vividas na pele, e que hoje podem ajudar pessoas durante operações policiais complexas ou em situações tão corriqueiras quanto uma noite no metrô.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246114" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Logo-defense.jpg" alt="BJJ Defense courses by master Sérgio Ignacio" width="1024" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Logo-defense.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Logo-defense-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Logo-defense-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Logo-defense-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Mestre Sérgio Ignacio iniciou sua trajetória no Rio de Janeiro, na firma de segurança privada do pai, um honrado tenente da Aeronáutica e ex-lutador de boxe e vale-tudo em Belém do Pará.</p>
<p>Sérgio aprendeu rápido que as ruas apresentavam cenários imprevisíveis, com confrontos físicos e ocorrências de alto risco onde o sucesso jamais era garantido. Tratou, assim, de ir em busca de algo mais confiável do que as armas, e mais garantido do que a sorte: o conhecimento.</p>
<p>Instruído por alguns dos mais preparados e experientes instrutores em todos os campos, mestre Sérgio Ignacio se tornou uma enciclopédia de técnicas, conhecimentos táticos e estratégicos de defesa – após experiências vividas na pele, e que hoje podem ajudar pessoas durante operações policiais complexas ou em situações tão corriqueiras quanto uma noite no metrô.</p>
<p>O renomado comissário de polícia, hoje um ativo instrutor faixa-coral de Jiu-Jitsu na Flórida, já viveu diversas situações de alto risco, como em 2016, quando quase perdeu a vida numa operação nas vielas da Vila Cruzeiro, bairro do Rio de Janeiro, após uma granada quicar e estacionar entre seus pés. Sobreviveu aos estilhaços graças aos ensinamentos que aprendeu, aliado ao sangue frio sob máxima pressão, qualidade aprendida nas ruas e nos tatames.</p>
<p>“Não era a minha hora”, reflete o mestre, que se tornou uma ponte sólida entre as artes marciais e a segurança pública e privada. Ao rever sua trajetória, Sérgio Ignacio avalia:</p>
<p>“Sou um policial experiente e se sobrevivi até aqui, foi graças aos excelentes instrutores e parceiros de combates e treinamentos que tive desde os anos 1980. O que aprendi na ativa eu faço questão de passar adiante nas aulas de BJJ Defense, um curso em benefício de instrutores e professores de artes marciais, de agentes de segurança pública e privada, e de pessoas de todas as idades da sociedade civil. O instrutor que se preza quer que seus alunos sejam melhores do que ele foi, e é assim que sempre procuro ensinar. Como diz um amigo: eu não guardo dinheiro, vou guardar conhecimento?”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246105" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/BJJ-Defense-Sergio-Ignacio-e-Daniel-na-Core-1024x890.jpg" alt="" width="650" height="565" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/BJJ-Defense-Sergio-Ignacio-e-Daniel-na-Core-1024x890.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/BJJ-Defense-Sergio-Ignacio-e-Daniel-na-Core-300x261.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/BJJ-Defense-Sergio-Ignacio-e-Daniel-na-Core-768x668.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/BJJ-Defense-Sergio-Ignacio-e-Daniel-na-Core-1536x1335.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/BJJ-Defense-Sergio-Ignacio-e-Daniel-na-Core-2048x1780.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/BJJ-Defense-Sergio-Ignacio-e-Daniel-na-Core-150x130.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mestre Sérgio iniciou no Jiu-Jitsu no início da década de 1980, levado por seu amigo Renzo Gracie, e foi um dos primeiros alunos da renomada equipe Gracie Barra. Foi parceiro de treinos de Renzo e o acompanhou em diversas lutas de MMA nos Estados Unidos e Japão.</p>
<p>O Jiu-Jitsu e o estudo de artes de combate lhe forneceram recursos e detalhes técnicos inestimáveis, que salvaram-no de incontáveis apuros como policial. Passou a ensinar e a formar a visão de milhares de bons policiais no Rio de Janeiro.</p>
<p>Ao longo dos anos, destacou-se também no setor de segurança privada, com participação em eventos nacionais e internacionais, fazendo a segurança de celebridades, autoridades e do público em geral.</p>
<p>É essa vivência prática e testada em situações reais que ele procura transmitir através do sistema de ensino batizado de BJJ Defense em academias de todo o planeta, dos tatames de corporações policiais a escolas de Jiu-Jitsu na Flórida, Rio e Nova York, de todas as bandeiras e escuderias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246111" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Aula-de-defesa-contra-objetos-cortantes-e-facadas-com-Sergio-Ignacio-1024x698.jpg" alt="" width="650" height="443" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Aula-de-defesa-contra-objetos-cortantes-e-facadas-com-Sergio-Ignacio-1024x698.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Aula-de-defesa-contra-objetos-cortantes-e-facadas-com-Sergio-Ignacio-300x205.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Aula-de-defesa-contra-objetos-cortantes-e-facadas-com-Sergio-Ignacio-768x524.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Aula-de-defesa-contra-objetos-cortantes-e-facadas-com-Sergio-Ignacio-150x102.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Aula-de-defesa-contra-objetos-cortantes-e-facadas-com-Sergio-Ignacio.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A instrução de BJJ Defense ocorre em treinamentos de algumas horas ou seminários segmentados em módulos, a depender da demanda dos interessados. Os cursos já atenderam academias, a forças de seguranças públicas, setor privado, instrutores de Jiu-Jitsu em busca de especialização e a sociedade civil em geral, em escolas como a Renzo Gracie Upper West Side, do professor Luca Atalla, e a Ralph Gracie do professor Regis Calixto.</p>
<p><em>* Confira cenas de um dos cursos de BJJ Defense, em Nova York:</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Master Sergio Ignacio’s BJJ DEFENSE: Real-World Self Defense Tactical Training for Everyday Life" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Xc3xDIQNdpI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/bjjdefense/" target="_blank" rel="noopener">O mestre de Jiu-Jitsu</a> explicou, ainda, como adaptou e condensou tudo que vivenciou na ativa. Afinal, Sérgio Ignacio acumula especializações em diversos cursos e treinamentos, e desenvolveu e implementou os mais renomados cursos táticos para policiais civis do Rio de Janeiro, como o Curso de Operações Táticas Especiais (COTE) da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (CORE).</p>
<p>“O sistema <a href="https://www.instagram.com/bjjdefense/" target="_blank" rel="noopener">BJJ Defense</a> é uma ponte entre a defesa pessoal clássica e as necessidades percebidas hoje no mundo contemporâneo. Nada do que funciona é descartado nos meus cursos, em que procuro fazer o máximo de conexão com a vida real. A filosofia do que ensino é oferecer o máximo de recursos para os profissionais ou cidadãos evitarem qualquer confronto. Ao se afastar do problema, terão mais chance de voltar para casa seguros. Sempre pode haver imprevistos nas ruas, o resultado pode ser o inesperado, mas o treinamento faz aumentar nossas chances de vitória ou sobrevivência”, analisou o mestre, que também atuou como segurança privado da sede brasileira em cinco Jogos Olímpicos, em Atlanta, Sydney, Atenas, Londres e Rio.</p>
<p>“Há um protocolo conhecido nos EUA, que ensina como agir na iminência de crises e ataques, cujo lema é ‘se possível evite o confronto: Corra ou esconda-se, se não for possível, lute’. O que a instrução de BJJ Defense procura transmitir de maneira muito prática e objetiva, é como usar: Técnica-Tática-Estratégia para aumentar as suas chances de sucesso num momento difícil”, resumiu mestre Sérgio.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246107" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Just-another-day-in-the-office-for-master-Sergio.jpg" alt="" width="938" height="783" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Just-another-day-in-the-office-for-master-Sergio.jpg 938w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Just-another-day-in-the-office-for-master-Sergio-300x250.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Just-another-day-in-the-office-for-master-Sergio-768x641.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Just-another-day-in-the-office-for-master-Sergio-150x125.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 938px) 100vw, 938px" /></p>
<p>Para o policial e instrutor, a dinâmica real dos acontecimentos é que irá nos mostrar o que é necessário e possível de ser feito, as vezes até para ter a oportunidade de fugir e/ou se esconder, pode ser inevitável ter que lutar. Afinal, vítimas sob ameaça precisam encontrar saídas e soluções num piscar de olhos, e para que isso seja feito de modo eficiente, é preciso conhecimento. A partir do treinamento, os alunos desenvolvem não apenas capacidades para a reação física, mas também atributos essenciais como tempo de reação, posicionamento adequado, percepção do cenário e capacidade de tomar decisões sob pressão.</p>
<p>E será que o Jiu-Jitsu voltado para a defesa pessoal é compatível com o treino para competição, na visão do mestre?</p>
<p>“Claro que são”, garante Sérgio. “E a prova disso é o meu próprio filho, meu primeiro faixa-preta. O <a href="https://www.graciemag.com/daniel-ignacio-quando-a-defesa-pessoal-se-transforma-em-medalha-de-ouro-no-jiu-jitsu-esportivo/" target="_blank" rel="noopener">Daniel é formado em ambas as áreas.</a> Levei ele da faixa-branca até a preta com todos os aspectos do BJJ envolvidos, e sempre com o acompanhamento e participação do Renzo Gracie. Ele inclusive passou por exames periódicos de conhecimento em todas as mudanças de faixa. Respeitamos sempre o tempo de amadurecimento em cada etapa, mas cobramos principalmente o conhecimento técnico em todas as áreas. É assim que se forma um instrutor faixa-preta completo.”</p>
<div id="attachment_246103" style="width: 794px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246103" class="size-full wp-image-246103" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Gracie-Barra.jpg" alt="" width="784" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Gracie-Barra.jpg 784w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Gracie-Barra-244x300.jpg 244w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Gracie-Barra-768x944.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Gracie-Barra-122x150.jpg 122w" sizes="auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px" /><p id="caption-attachment-246103" class="wp-caption-text">Como faixa-roxa, na primeira sede da GB, em idos de 1986.</p></div>
<p>Quem teve a oportunidade de estudar e aprender com o mestre, não cansa de elogiar sua didática e seu sistema. Caso do delegado de polícia e ex-secretário de polícia civil do Rio Marcus Vinícius:</p>
<p>“Sérgio Ignacio é um dos melhores policiais civis da história do Rio de Janeiro. Sua capacidade rara de aliar e multiplicar seus conhecimentos operacionais, táticos e técnicos o fizeram uma referência para mim, assim como para milhares de policiais do Rio. Tive a sorte de tê-lo como professor na academia de polícia e tive o prazer de acompanhá-lo em inúmeras operações nas ruas. Eu acredito que algumas de suas mais valiosas qualidades, como a disciplina, a hierarquia e a calma, ele traz de uma vida inteira dedicada ao esporte nos tatames, bem como dos treinamentos e das operações policiais.”</p>
<p>Ou como resumiu seu amigo Renzo Gracie, campeão de MMA: “O motivo de eu ter me tornado o campeão que sou foi ter treinado diariamente com ele desde a faixa-azul. Não perca a oportunidade de aprender com esse mestre.”</p>
<p>* Para mais informações, faça contato pelo email: bjjdefense1@gmail.com.</p>
<p>* Visite o portal de SI no endereço <a href="Bjjdefense.com" target="_blank" rel="noopener">Bjjdefense.com</a>, e siga o <a href="https://www.instagram.com/sergioignacio01/." target="_blank" rel="noopener">mestre no Instagram</a>, aqui.</p>
<p>* A seguir, confira alguns depoimentos sobre o trabalho de mestre Sérgio Ignacio:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246108" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Master-Sergio-files-1024x768.jpg" alt="" width="650" height="488" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Master-Sergio-files-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Master-Sergio-files-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Master-Sergio-files-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Master-Sergio-files-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Master-Sergio-files.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><em><strong>* Renzo Gracie, mestre de Jiu-Jitsu</strong></em></p>
<p>“Sérgio Ignacio é hoje um dos dez maiores peritos em técnicas de defesa pessoal do planeta, por um motivo singelo: seu arsenal técnico consegue ser eficiente dentro de um ringue, de um beco ou de um carro em movimento. O motivo de eu ter me tornado o campeão que sou foi ter treinado diariamente com ele desde a faixa-azul. Não perca a oportunidade de aprender com esse mestre.”</p>
<p><em><strong>* Victor César dos Santos, delegado de polícia federal e secretário de segurança do estado do Rio</strong></em></p>
<p>“A atuação de Sérgio Ignacio na área de treinamento e capacitação foi uma virada de chave para a polícia civil, no que diz respeito ao emprego e mudança de formatação das unidades de operações especiais. Ele participou da criação da Coordenadoria de Recursos Especiais, a CORE, e suas subdivisões. Sua experiência como instrutor de Jiu-Jitsu, associada aos vários cursos que fez pelo mundo, ajudou a segurança pública, ao promover mais eficiência e eficácia às técnicas utilizadas nas operações. Seus ensinamentos ajudaram a preservar a vida de gerações de policiais, e preveniram incontáveis ocorrências de danos colaterais durante operações em áreas de altíssimo risco no Rio.”</p>
<p><em><strong>* Rodrigo Oliveira, faixa-preta, delegado de polícia veterano e um dos mais longevos coordenadores da CORE no Rio</strong></em></p>
<p>“Como policial e instrutor, Sérgio Ignacio é um mestre fora da curva. Lealdade incondicional, capacidade técnica rara e uma disposição para trabalho pouco vista ao longo de minha carreira. Lembro com muito orgulho da inauguração da CORE Jiu-Jitsu, agremiação na sede da Coordenadoria de Recursos Especiais da polícia do Rio, uma conquista dele, numa tarde com a presença de grande mestre Robson Gracie. Como faixa-preta, ele sempre se guiou pela filosofia ‘Em qualquer hora, com qualquer tempo e em qualquer lugar’. Muito me orgulho de ter servido ao seu lado.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246109" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Ignacio-teaching-in-Rio-1024x768.jpg" alt="" width="650" height="488" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Ignacio-teaching-in-Rio-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Ignacio-teaching-in-Rio-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Ignacio-teaching-in-Rio-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Ignacio-teaching-in-Rio-150x112.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/Sergio-Ignacio-teaching-in-Rio.jpg 1291w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjj-defense-mestre-sergio-ignacio-condensa-decadas-de-conhecimento-como-policial-em-curso-que-ensina-o-essencial-para-voce-se-sentir-protegido-no-dia-a-dia/">BJJ Defense: Sérgio Ignacio lança curso de defesa para você se sentir mais protegido no dia a dia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Damazio une BJJ e experiência policial em trajetória voltada à defesa pessoal para a realidade das ruas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 17:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Omar Damazio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que uma trajetória entre o tatame e as ruas, o faixa-preta de Jiu-Jitsu Omar Damazio construiu um trabalho sólido como instrutor ao transformar sua vivência operacional em um modelo de ensino voltado à realidade. Com mais de 25 anos na Polícia Militar, incluindo atuação em unidade de elite, ele desenvolveu uma abordagem prática&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246155" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246155" class="wp-image-246155 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar3.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar3.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar3-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar3-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar3-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246155" class="wp-caption-text">Omar Damazio é policial da tropa de elite do Rio de Janeiro e faixa-preta com mais de 25 anos de carreira &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Mais do que uma trajetória entre o tatame e as ruas, o faixa-preta de Jiu-Jitsu Omar Damazio construiu um trabalho sólido como instrutor ao transformar sua vivência operacional em um modelo de ensino voltado à realidade. Com mais de 25 anos na Polícia Militar, incluindo atuação em unidade de elite, ele desenvolveu uma abordagem prática de defesa pessoal focada em controle, contenção e resposta eficiente em situações críticas.</p>
<p>Sua base nas artes marciais começou ainda na infância, com passagens por Judô, Capoeira e Kung Fu, experiências que ajudaram a formar disciplina e consciência corporal. No entanto, foi ao longo da carreira que essa base ganhou direcionamento técnico. “Desde muito jovem, sempre estive envolvido com artes marciais. Isso contribuiu para a construção da minha base disciplinar e marcial”, relembra, destacando que essa formação inicial foi fundamental para o desenvolvimento posterior voltado à aplicação prática.</p>
<p>O ponto de virada aconteceu em 2013, ao ingressar no BOPE, quando passou a enxergar o Jiu-Jitsu sob uma ótica operacional. “Foi nesse ambiente que passei a enxergar as artes marciais não apenas como modalidade esportiva, mas como uma ferramenta técnica de controle, contenção e reação em confrontos de curta distância.” A partir desse momento, o foco deixou de ser apenas a performance esportiva e passou a incluir recursos como clinch, quedas, domínio posicional, montada, controle de costas e imobilizações, elementos essenciais para neutralizar ameaças de forma eficiente e proporcional.</p>
<p>Graduado faixa-preta pelo mestre Thiago Torin, Damazio direcionou sua formação para a aplicabilidade profissional do Jiu-Jitsu. “Percebi que o Jiu-Jitsu oferecia soluções concretas para situações em que era necessário controlar, imobilizar e neutralizar resistência com técnica e proporcionalidade”, explica. Essa visão prática passou a orientar tanto sua atuação quanto o desenvolvimento de treinamentos voltados à realidade operacional.</p>
<div id="attachment_246156" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246156" class="wp-image-246156 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/omar2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246156" class="wp-caption-text">Damazio direcionou sua formação para a aplicabilidade profissional do Jiu-Jitsu – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p><strong>Vivência operacional como base do ensino técnico</strong></p>
<p>A experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas na Polícia Militar é a base que sustenta seu trabalho como instrutor. Segundo ele, a vivência nas ruas exige muito mais do que domínio técnico. “A rua impõe um tipo de confronto imprevisível, dinâmico e quase sempre marcado por stress, fadiga e pressão psicológica. Nesses contextos, não basta conhecer técnicas; é preciso saber ler o cenário, decidir rápido e agir com controle.” Essa leitura direta da realidade é o que fundamenta o conteúdo que hoje transmite aos seus alunos.</p>
<p>A formação em operações especiais também foi determinante na construção da sua metodologia. Submetido a treinamentos de alta exigência física e emocional, Damazio desenvolveu uma abordagem baseada em repetição técnica, clareza mental e execução sob pressão. “Desempenho real depende de preparo contínuo e da capacidade de agir com precisão mesmo em condições adversas”, afirma, conectando essa experiência diretamente ao modelo de instrução que aplica atualmente.</p>
<p>Hoje, sua atuação como instrutor vai além do ensino tradicional de defesa pessoal. Ele se posiciona como um formador de profissionais preparados para atuar em ambientes de risco. “Minha metodologia é baseada em simplicidade, eficiência e repetição consciente. Procuro ensinar o que pode ser executado sob pressão, com clareza e adaptação ao contexto real”, explica. O foco está em técnicas que funcionam na prática, permitindo controle da situação e uso proporcional da força.</p>
<p>Dentro dessa proposta, o Jiu-Jitsu aparece como uma ferramenta importante, mas inserida em um sistema mais amplo de técnicas defensivas. Para Damazio, sua relevância está na capacidade de gerenciar confrontos em curta distância. “Ele desenvolve controle corporal, domínio posicional, contenção técnica e capacidade de neutralizar resistência de forma proporcional”, destaca, reforçando sua aplicação em contextos reais de segurança.</p>
<p>Ao longo da carreira, sua principal contribuição tem sido transformar experiência operacional em conhecimento técnico estruturado e aplicável. “Procuro formar profissionais capazes de responder com eficiência, proporcionalidade e segurança em situações de risco elevado”, afirma. Como legado, ele busca fortalecer a defesa pessoal como um campo profissional sério, preparando melhor aqueles que atuam diretamente sob pressão. “Quero contribuir para a profissionalização da defesa pessoal, levando uma metodologia prática, clara e funcional para quem precisa estar pronto para agir quando realmente importa.”</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/omar-damazio-une-jiu-jitsu-e-experiencia-policial-em-trajetoria-voltada-a-defesa-pessoal-aplicada-a-realidade-das-ruas/">Damazio une BJJ e experiência policial em trajetória voltada à defesa pessoal para a realidade das ruas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como Vitor Terra aprendeu a preservar a defesa pessoal em suas aulas</title>
		<link>https://www.graciemag.com/como-vitor-terra-aprendeu-com-rickson-e-royler-gracie-a-preservar-a-defesa-pessoal-em-suas-aulas-de-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-vitor-terra-aprendeu-com-rickson-e-royler-gracie-a-preservar-a-defesa-pessoal-em-suas-aulas-de-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 22:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Royler Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De volta da Flórida, onde ganhou seu quinto grau das mãos de Rickson e levou uma turma de alunos para beber da fonte, o professor carioca contou o que aprendeu de especial em mais um período de treinos valiosos por lá.</p>
<p>“Na primeira vez que consegui marcar essa visita ao mestre Rickson, em 2024, viajei com dois alunos. Na vez seguinte, outros se interessaram e o grupo subiu para cinco. Acabou que virou uma viagem quase bimestral. Todo dia que passo com ele no tatame se parece com um ano de doutorado. Sem falar na energia que nos renova”, reflete Terra.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_245823" style="width: 706px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245823" class="wp-image-245823 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-Vitor-e-Hanna-Gracie.jpg" alt="" width="696" height="804" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-Vitor-e-Hanna-Gracie.jpg 696w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-Vitor-e-Hanna-Gracie-260x300.jpg 260w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-Vitor-e-Hanna-Gracie-130x150.jpg 130w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p id="caption-attachment-245823" class="wp-caption-text">Mestre Rickson Gracie em seu dojo na Flórida, com o aluno Vitor Terra e a prima Hanna Gracie. Fotos: Felipe Diniz / Divulgação</p></div>
<p>Professor da escola Gracie Terra, o faixa-preta carioca Vitor Terra procura não desperdiçar um minuto quando divide o tatame com seu mestre Rickson Gracie.</p>
<p>De volta da Flórida, onde ganhou seu quinto grau das mãos de Rickson e levou uma turma de alunos para beber da fonte, o professor contou o que aprendeu de especial em mais um período de treinos valiosos por lá.</p>
<p>“Na primeira vez que consegui marcar essa visita ao mestre Rickson, em 2024, viajei com dois alunos. Na vez seguinte, outros se interessaram e o grupo subiu para cinco. Acabou que virou uma viagem quase bimestral. Todo dia que passo com ele no tatame se parece com um ano de doutorado. Sem falar na energia que nos renova”, reflete Terra.</p>
<p>Com as visitas constantes, Vitor pode perceber que, a cada aula, Rickson parece aperfeiçoar suas defesas, e mostra sempre um movimento ou detalhe que ele, Terra, nunca havia visto antes.</p>
<div id="attachment_245818" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245818" class="wp-image-245818 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2.jpg" alt="" width="542" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2.jpg 542w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2-169x300.jpg 169w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /><p id="caption-attachment-245818" class="wp-caption-text">Fotos: Felipe Diniz / Divulgação</p></div>
<p>Um dos mantras mais valorizados atualmente por mestre Rickson, que anunciou recentemente que seu livro “Respire” vai virar filme, escrito e dirigido pelo premiado cineasta brasileiro Marcelo Galvão, revela um pouco da mentalidade do mestre.</p>
<p>Antigamente, os defensores do Jiu-Jitsu eram instruídos a lutar para vencer. Hoje, com a arte consagrada por todo o planeta, o mandamento é vencer sem precisar lutar. É o que Rickson Gracie sempre reforça em seus discursos. Para o mestre, a luta mais importante hoje para quem ensina Jiu-Jitsu é atrair as crianças, os tímidos, homens inseguros em geral e as mulheres, que raramente saem de casa à noite 100% tranquilas.</p>
<p>“Comecei a estudar defesa pessoal com o Royler e a cada ano que passa dou mais valor a esses ensinamentos”, diz Terra. “Eu vejo como um grande privilégio cada oportunidade que tenho de estar com Royler e Rickson e ouvi-los sobre Jiu-Jitsu.”</p>
<p>Como os antigos mestres da família sempre disseram, a autoconfiança é o prêmio mais valioso para quem treina Jiu-Jitsu”, lembra Terra. “Por isso a defesa pessoal na nossa equipe é abordada com consistência. Afinal, é um conhecimento fundamental para empoderar os alunos fracos e as crianças”, conclui o professor da Gracie Terra, com filiais no Rio de Janeiro (Barra da Tijuca), Petrópolis, Vassouras, Resende, Pernambuco, Portugal, Flórida e Nova Jersey.</p>
<p>Saiba mais sobre a equipe em https://www.instagram.com/Gracieterrajj/</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245817" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/defesa-pessoal-com-faca-com-Rickson-e-Vitor-Terra.jpg" alt="" width="542" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/defesa-pessoal-com-faca-com-Rickson-e-Vitor-Terra.jpg 542w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/defesa-pessoal-com-faca-com-Rickson-e-Vitor-Terra-169x300.jpg 169w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/defesa-pessoal-com-faca-com-Rickson-e-Vitor-Terra-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /></p>
<p>​</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-vitor-terra-aprendeu-com-rickson-e-royler-gracie-a-preservar-a-defesa-pessoal-em-suas-aulas-de-jiu-jitsu/">Como Vitor Terra aprendeu a preservar a defesa pessoal em suas aulas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Caro professor, você ataca do “cem-quilos” ou do “side control”?</title>
		<link>https://www.graciemag.com/caro-professor-voce-ataca-do-cem-quilos-ou-do-side-control-professor-luiz-dias-comenta/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=caro-professor-voce-ataca-do-cem-quilos-ou-do-side-control-professor-luiz-dias-comenta</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 15:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[cem-quilos]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[drill]]></category>
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		<category><![CDATA[idioma]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Dias]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que, afinal, nossos alunos e professores optam por termos em inglês, se todos nós temos tanto orgulho de dizer que treinamos o Jiu-Jitsu brasileiro? Não sou um professor purista, vejam bem. Creio que expressões como “armlock” já foram inseridos há décadas. O meu incômodo é com o excesso. Muitos instrutores se apegam tanto ao termo estrangeiro que não sabem o sinônimo em nossa língua local.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245799" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245799" class="size-large wp-image-245799" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao.jpg 1449w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245799" class="wp-caption-text">Luiz Dias na GAS Jiu-Jitsu, no Rio de Janeiro. Foto: Ilan Pellenberg / GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>Por Professor Luiz Dias – <a href="https://www.instagram.com/luizdiasbjj/?hl=pt-br">@luizdiasbjj</a></strong></p>
<p>Outro dia, um amigo em visita à GAS Jiu-Jitsu, minha academia no bairro das Laranjeiras, no Rio, sentou para me mostrar uma posição. Ele então começou:</p>
<p>– Essa aqui eu faço a partir do “side control”.</p>
<p>Perguntei na mesma hora o que ele tinha contra o clássico e tradicional “cem-quilos”, usado há quase um século nas academias do país. Ele não soube me responder.</p>
<p>O idioma e a cultura de uma comunidade ampla como o Jiu-Jitsu estão em frequente transformação, claro. Mas a partir desse dia comecei a refletir. Por que nos dojos do Rio e São Paulo em especial gancho agora é “hook”, estrangulamento é “choke” e proteção com as pernas virou “shield”, em vez do nosso tradicional escudo, em bom português?</p>
<p>Sem falar, claro, no treino de repetição ou específico que virou “drill”.</p>
<p>Por que, afinal, nossos alunos e professores optam por termos em inglês, se todos nós temos tanto orgulho de dizer que treinamos o Jiu-Jitsu brasileiro?</p>
<p>Não sou um professor purista, vejam bem. Creio que expressões como “armlock” já foram inseridas há décadas. O meu incômodo é com o excesso. Muitos instrutores se apegam tanto ao termo estrangeiro que não sabem o sinônimo em nossa língua local.</p>
<p>Ao meu ver, isso não me parece em nada com avanço ou modernização – eu vejo é como uma perda da nossa força e da beleza da nossa língua.</p>
<p>Como professores, sinto que estamos replicando para nossos alunos alguns estrangeirismos e pobreza vocabular, que eles por sua vez vão passar adiante no futuro.</p>
<p>É o que eu tenho conversado na minha academia. Nós, como professores, temos o dever de proteger o nosso Jiu-Jitsu e sua cultura. Isto também passa por defender nossa língua, e nossos termos originais. Fique atento ao seu dojô e a de seus amigos: você também tem percebido uma avalanche de termos desnecessários?</p>
<p>Se até hoje chamamos a queda japonesa de o-so-togari, torço para que, por muitos séculos, nossos praticantes ainda saibam o que é um bom e velho mata-leão.</p>
<p>Se você concorda ou discorda, mande uma mensagem para o meu email, geracaoartesuave@yahoo.com.br. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/caro-professor-voce-ataca-do-cem-quilos-ou-do-side-control-professor-luiz-dias-comenta/">Caro professor, você ataca do “cem-quilos” ou do “side control”?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?</title>
		<link>https://www.graciemag.com/que-tal-treinar-defesa-pessoal-como-um-gracie-em-2026/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=que-tal-treinar-defesa-pessoal-como-um-gracie-em-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 15:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[autoconfiança]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
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		<category><![CDATA[Relson Gracie]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a década de 1930, os filhos de Gastão Gracie desenvolveram um sistema de ensino para encher qualquer magrinho de confiança.</p>
<p>Confira a defesa pessoal ao longo da história do Jiu-Jitsu e se inspire para treinar em pé e no chão em 2026. Oss!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a década de 1930, os filhos de Gastão Gracie desenvolveram um sistema de ensino para encher qualquer magrinho de confiança.</p>
<p>Confira a defesa pessoal ao longo da história do Jiu-Jitsu e se inspire para treinar em pé e no chão em 2026. Oss!</p>
<p><strong>As técnicas de defesa do Jiu-Jitsu </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Programa 36 aulas academia Gracie Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Qfry-uNmxAQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Aulão com mestre Relson Gracie</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="RELSON GRACIE - SELF DEFENSE PROGRAM (EM BREVE)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/TnkqGwsawnc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/que-tal-treinar-defesa-pessoal-como-um-gracie-em-2026/">Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rodrigo Boroski comemora os 10 anos da Riders Jiu-Jitsu, na Irlanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[dez anos]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>
		<category><![CDATA[professor GMI]]></category>
		<category><![CDATA[Riders Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Boroski]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com a agenda cheia de compromissos (principalmente por conta dos preparativos para a cerimônia de graduação de fim de ano da escola Riders Jiu-Jitsu), nosso ilustríssimo GMI Rodrigo Boroski encontrou tempo para conversar com a equipe da GRACIEMAG a respeito dos dez anos de sucesso de sua escuderia, uma das principais referências do BJJ&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245563" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-300x230.jpg" alt="" width="750" height="575" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-300x230.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-1024x784.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-768x588.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-1536x1175.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-2048x1567.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-150x115.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em>Mesmo com a agenda cheia de compromissos (principalmente por conta dos preparativos para a cerimônia de graduação de fim de ano da <a href="https://www.instagram.com/riders_bjj?igsh=MTZnZzk1ZmxtZ25jZw==">escola Riders Jiu-Jitsu</a>), nosso ilustríssimo GMI <a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">Rodrigo Boroski</a> encontrou tempo para conversar com a equipe da GRACIEMAG a respeito dos dez anos de sucesso de sua escuderia, uma das principais referências do BJJ na Irlanda. “É uma data muito simbólica para mim, estou bastante emocionado. Para percorrer uma década vivendo de Jiu-Jitsu é necessário ter persistente, muita persistência! No começo recebemos mais ‘não’ do que ‘sim’, mas com humildade, paciência, e acreditando sempre no próprio sonho nós podemos realizar as nossas metas.” Confira a seguir a entrevista completa com o faixa-preta Rodrigo Boroski, amigo leitor! Oss!</em></p>
<p><strong>Dez anos de escola! Quais foram as principais lições que você aprendeu ao longo da trajetória?<br />
<a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">RODRIGO BOROSKI:</a></strong> Escutar mais e falar menos! Sempre achei que liderar uma equipe era motivar, falar, disciplinar, mas com o passar de todos esses anos venho aprendendo e refletindo que escutar mais é a forma mais saudável de liderança. Escutar mais faz com que eu seja um líder melhor dando aquilo que meu aluno realmente precisa.</p>
<p><strong>E do ponto de vista técnico? Algo novo se revelou para você nesses dez anos? Alguma coisa em que você acreditava tecnicamente no início mas hoje percebe que não faz tanto sentido&#8230;</strong><br />
A Riders foi a primeira escola da Irlanda a formar um campeão mundial representando a Irlanda, no World Pro. Eu achava que treinos puxados fisicamente eram os mais indicados sempre, mas agora eu foco mais nas posições, no estudo dos ajustes, na parte técnica com mais precisão. Nossa escola focou mais no “Jiu-Jitsu raiz”, pensando em defesa pessoal e não tanto em competição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245564" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-300x225.jpg" alt="" width="740" height="555" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p><strong>Por falar em defesa pessoal, outro dia você se envolveu numa situação de defesa pessoal na Irlanda. Ou seja, testou a técnica e a mentalidade do Jiu-Jitsu em campo real. O que você enxergou nesse episódio?</strong><br />
Que não é necessário agredir o adversário, apenas controlar a situação. Temos que lembrar que o Jiu-Jitsu nos dá ferramentas que muita pessoas não têm, temos que ter domínio sobre a situação e sobre nossas emoções. O fato de meu agressor ter tido uma atitude covarde agredindo uma pessoa que estava trabalhando, um senhor de aproximadamente 60 anos, temos que pensar que aquele agressor pode ter tido um dia muito difícil, e acabou perdendo a civilidade. Pode ser um pai de família que num momento difícil não soube controlar suas emoções, isso não o faz uma pessoa ruim, e o Jiu-Jitsu me ensinou a controlar a agressividade, controlar a situação e seguir sem machucar ninguém.</p>
<p><strong>O vídeo desse embate viralizou nas redes sociais… </strong><br />
Sim, como você pode ver no vídeo, eu estava de mochila, em um mercado, podendo ter pais ali, mulheres, crianças… Toda a luta é muito marginalizada, a grande maioria vê praticantes de artes marciais como possíveis descontrolados e agressores, eu poderia ter machucado ele seriamente ainda mais com o armlock encaixado… Aliás, fiz exatamente o que faço nas competições: triângulo para o armlock. Eu apenas falava para ele, “pare porque eu não quero te machucar.” Isso traz segurança para quem está vendo, e represento o Jiu-Jitsu, algo que foi desenvolvido para defender e não atacar, não sinto orgulho do que aconteceu, mas também mostra a todos que é necessário saber se defender. Nunca sabemos quando e onde precisamos usar o que sabemos. Principalmente as mulheres.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245565" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-300x215.jpg" alt="" width="746" height="535" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-300x215.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-1024x733.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-1536x1099.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-2048x1465.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px" /></p>
<p><strong>E os próximos dez anos, Mestrão? Quais são as suas expectativas pra escola e para o Jiu-Jitsu na Irlanda?</strong><br />
Com tudo que já passei na minha vida, não planejo mais o meu futuro, eu planejo o meu dia. Há um trecho na Bíblia… Mateus 6:34… Gosto muito dessa passagem: &#8220;Não se preocupem com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal… Observem os pássaros. Eles não plantam nem colhem, nem guardam alimento em celeiros, pois seu Pai celestial os alimenta.&#8221;<br />
<strong><br />
Quais dicas você daria a quem deseja sair do Brasil para viver do Jiu-Jitsu no exterior?</strong><br />
Primeiramente aprenda inglês, isso abre não só as portas para o Jiu-Jitsu, mas para um mundo novo. Segundo: esteja preparado pois vai ser difícil, mudar de país é uma nova cultura, uma nova língua, vai sentir saudades do que antes não dava tanto valor como o feijão com arroz, o almoço em família… E, principalmente: seja persistente! No começo receberá mais “não” do que “sim”, mas com humildade e acreditando no próprio sonho (com bastante paciência para os dias difíceis) você vai conquistar o que sonha!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245566" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-300x257.jpg" alt="" width="793" height="680" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-300x257.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-1024x878.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-768x658.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-150x129.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 793px) 100vw, 793px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-boroski-comemora-os-10-anos-da-riders-jiu-jitsu-na-irlanda/">Rodrigo Boroski comemora os 10 anos da Riders Jiu-Jitsu, na Irlanda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Por que o Jiu-Jitsu é perfeito para pais e filhas, por Ricardo Zanelato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[&#160; Por: Ricardo Zanelato * ] Um episódio curioso aconteceu comigo enquanto eu ensinava Jiu-Jitsu nos Estados Unidos, em 2008, e me fez ver com mais clareza os benefícios de atrairmos os pais para treinarem juntos com seus filhos ou filhas. Eu estava dando aulas na Lotus Jiu-Jitsu no Arizona, nos EUA, durante o horário&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232255 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2.jpg" alt="" width="969" height="968" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2.jpg 969w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-768x767.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>
<p><em><strong>[&nbsp; Por: Ricardo Zanelato * ]</strong></em></p>
<p>Um episódio curioso aconteceu comigo enquanto eu ensinava Jiu-Jitsu nos Estados Unidos, em 2008, e me fez ver com mais clareza os benefícios de atrairmos os pais para treinarem juntos com seus filhos ou filhas.</p>
<p>Eu estava dando aulas na Lotus Jiu-Jitsu no Arizona, nos EUA, durante o horário infantil. A turma era muito boa, tanto que naquele ano venceríamos um dos campeonatos organizados pelo professor Gustavo Dantas. Havia dois irmãos que lutavam muito bem, de 8 e 6 anos, e que normalmente eram dominantes em seus combates. Pois lá estava eu, durante a aula, e por acaso os dois garotos estavam por baixo, em seus respectivos treinos, tomando um calor no cem-quilos. Apesar do sufoco por baixo, estavam procurando repor a guarda como sabiam fazer.</p>
<p>Do nada, sem que eu esperasse, olho para o lado e está o pai das ferinhas, de dedo em riste e disparando um arsenal de xingamentos para mim, com os mais cabeludos palavrões. O pai, desarvorado, estava me culpando por ver seus dois garotos levando a pior naquele momento da luta.</p>
<p>Com serenidade, logo percebi que tinha alguma coisa errada com aquela reação. Eu entendi na hora que, naquele ano de crise de 2008, o homem só podia estar passando por problemas financeiros, e não conseguiu conter a explosão, mesmo diante de outros pais, mesmo diante dos filhos, e diante de um faixa-preta de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Aquela profusão de sentimentos raivosos me fez, na hora, encerrar a classe que já estava pelo fim, e conversei com o proprietário da escola para que ficasse ciente. Uma semana depois do ocorrido, o pai reapareceu e pediu desculpas, explicando-se. De fato, estava passando por problemas no emprego, sob o temor de ser despedido.</p>
<p>Aceitei as desculpas e contra-ataquei com a sugestão de que ele viesse treinar também. Ou, se não tivesse tempo, que participasse de algumas aulas experimentais para compreender o que era estar por baixo no Jiu-Jitsu, e outros cenários da luta.</p>
<p>E assim foi feito, ele fez uma aula inicial comigo mesmo, gostou muito e seguiu adiante, lembro de sua alegria ao conquistar a faixa-azul por lá. Sua participação na academia aumentou muito, também, o entusiasmo dos filhos.</p>
<p>Os benefícios da arte suave para garotos e garotas são conhecidos amplamente pelos leitores do GRACIEMAG.com, claro. Mas eu não me canso de me surpreender com os dias de alegria que tenho com a minha filha, Yasmin, nos tatames <a href="https://www.instagram.com/lotusjiujitsutorres/" target="_blank" rel="noopener">da nossa escola, em Torres</a>, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Desde que ela começou a gostar mesmo de vestir o kimono, sou um pai mais relaxado. Eu sei que agora ela possui um trunfo que anda sempre junto com ela, seja onde ela estiver –&nbsp;a autodefesa e a segurança para lidar com múltiplos problemas. Yasmin é tão dedicada e grata ao Jiu-Jitsu que passou também a fazer parte das aulas de MMA.</p>
<p>Hoje, pai e filha temos não apenas um assunto a mais para conversar e debater, como viajamos juntos para os campeonatos, traçamos estratégias e passamos as noites vendo e analisando o UFC. Já cheguei a me preparar e competir só por causa dela, e ela também viaja para alguns eventos com o objetivo principal de me apoiar.</p>
<p>Se os seus filhos treinam, tente participar também, nem que seja em aulas especiais com pais e filhos, de três em três meses, ou uma por semestre. Um aulão em família aos sábados é sempre um evento especial em toda academia. É uma maneira eficiente, também, para a escola atrair mais alunos entre os pais, pois todos sabemos como é complexo atrair a pessoa para a primeira aula –&nbsp;e que, depois, é só alegria e diversão.</p>
<p>Pergunto, por fim, a Yasmin o que ela mais curte ao treinar com o pai. Ela conclui: “A nossa parceria é o mais legal. Sem falar nos momentos mágicos nos tatames e nas risadas, claro!”</p>
<p>E você, também treina Jiu-Jitsu em família? Oss…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Ricardo Zanelato é professor de Jiu-Jitsu e ensina na Lotus Club em Torres, Rio Grande do Sul. Artigo do baú de GRACIEMAG.<br />
</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232259 alignnone" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato.jpg" alt="" width="969" height="968" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato.jpg 969w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-768x767.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/por-que-o-jiu-jitsu-e-perfeito-para-pais-e-filhas-por-ricardo-zanelato/">Por que o Jiu-Jitsu é perfeito para pais e filhas, por Ricardo Zanelato</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 14:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Away de Petrópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre? Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245092" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg" alt="" width="650" height="973" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg 684w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-768x1151.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-1025x1536.jpg 1025w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-100x150.jpg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1.jpg 1068w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre?</p>
<p>Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as pessoas amadas os benefícios da prática de defesa pessoal.</p>
<p>“Eu gostava de correr na praia desde os tempos de quartel, além de fazer exercícios ao ar livre, mas queria encontrar uma rotina nova para manter a forma. Como já tinha curiosidade sobre a defesa pessoal desde os tempos de Royce, tomei coragem e comecei. Eu nunca tinha vestido um kimono. Minha sorte foi encontrar um professor como o Vitor Terra”, disse Zeca, o mais novo faixa-preta da escuderia Gracie Terra.</p>
<p>“Os treinos com meu mestre Vitor Terra foram uma virada de chave”, reflete Zeca. “Não só pela qualidade técnica, mas pela filosofia transmitida. Com ele, aprendi como o Jiu-Jitsu de fato vai muito além do tatame — é uma arte que fornece disciplina, respeito, autocontrole e superação. A convivência com ele e a energia da equipe me ajudaram a ser mais focado, calmo nas decisões e equilibrado emocionalmente, tanto nos treinos quanto na vida pessoal e profissional”.</p>
<p>Alquéres se transformou num fiel escudeiro do professor, desde a faixa-roxa. Reunia o time em sua casa na serra, promovia verdadeiras “sessões de cinema” para analisarem o ADCC, Mundiais de Jiu-Jitsu e outros torneios. De cabeça e braços abertos, convidava quem aparecia – deste repórter, que participou de treinos a céu aberto e churrascadas memoráveis, até o comediante Away de Petrópolis – foi na casa de Zeca que o saudoso humorista vestiu o kimono e viralizou em vídeos hilários.</p>
<p>Zeca, enquanto evoluía tecnicamente, atraía os parentes para os treinos. Tudo de modo natural, sem pressões.</p>
<p>E assim foram chegando, nos tatames, suas duas filhas, os irmãos Silvia e Pedro, os cinco sobrinhos e a prima, Paula – que curtiu tanto que foi até os EUA aprender na fonte, com mestre Rickson Gracie.</p>
<p>“Eu até gostaria de ter começado antes no Jiu-Jitsu, mas o importante é que tomei a iniciativa – procuro nunca me arrepender do tempo certo das coisas”, reflete Zeca. “Talvez, se tivesse começado antes, não teria a maturidade para absorver tudo como absorvo hoje. Foi muito bacana conseguir levar uma parte da família para treinar realmente. Isso eu atribuo mais a uma questão de atitudes e postura do que o exercício da luta em si. Nunca precisei ‘catequizar&#8217; ninguém. O Jiu-Jitsu tem essa coisa incrível de mudar sua energia de forma positiva; e quem está perto de você sente isso. É algo realmente transformador”.</p>
<p>A faixa-preta, que chegou em julho, provocou novas reflexões:</p>
<p>“Sinto que a faixa-preta não é uma linha de chegada, e sim o início de um novo ciclo. Ela representa anos de aprendizado, lesões, muitas dúvidas e superações. A verdade é que a gente leva muito do que se aprende na academia para fora. Quantas vezes a gente não se pega pensando numa saída para uma situação de treino ou mesmo de conflito durante o dia, enquanto está ali aborrecido no trânsito? Ou quantas vezes a gente não vai ao YouTube rever lutas clássicas, seminários e entrevistas dos grandes nomes? Nunca é demais. Acho que a gente não ganha a faixa, mas constrói ela aos poucos. Acima de tudo, ela me lembra que agora o compromisso é ainda maior. Para mim é uma responsabilidade e tanto, de precisar me aprimorar tecnicamente e me cuidar o máximo possível, cabeça, corpo e mente, para continuar sempre evoluindo e tentando ser melhor do que ontem.”</p>
<p>E você, o que aprendeu ao receber uma nova faixa? Oss…</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-se-tornou-a-virada-de-chave-de-toda-uma-familia/">Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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