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	<title>Article | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Article | Graciemag</title>
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		<title>A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:52:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229217" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229217" class="size-full wp-image-229217" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30.jpeg" alt="" width="767" height="430" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30.jpeg 767w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30-300x168.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30-150x84.jpeg 150w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /><p id="caption-attachment-229217" class="wp-caption-text">Anderson e Pelé em encontro no Rio de Janeiro. Foto: Reprodução/Twitter</p></div>
<p>O grandalhão Ben Brobby jamais teve dúvidas sobre quais foram os melhores anos de sua vida.</p>
<p>Foi aquela época maravilhosa, entre 2010 e 2018, quando, como ele diz, teve “a sorte de ser o guarda-costas do Rei do Futebol”, Mister Pelé.</p>
<p>Nascido em Gana, Ben sempre foi muito calmo, lição que aprendeu com o avô que adorava jogar damas e o criou, entre uma partidinha e outra.</p>
<p>Aos 17 anos, Brobby decidiu zarpar para Londres. Estudava tecnologia da informação, mas certo dia abriu o jornal e leu sobre um curso de segurança pessoal, oferecido por ex-militares do exército britânico. Após seis semanas de treinamento, decidiu se especializar num curso de gerenciamento de riscos.</p>
<p>Tornou-se segurança do empresário inglês Paul Kemsley, envolvido com o futebol, até que este comprou o time nova-iorquino Cosmos, e os direitos da marca Pelé. Após seis anos com Kemsley, Ben ouviu o convite do patrão:</p>
<p>– Ben, que tal ir cuidar do Pelé? Eu preciso de alguém como você para garantir que ele esteja sempre bem.</p>
<p>Fanático por futebol e fã do legendário camisa 10, Ben sempre foi profissional e durão na medida certa. “Apesar de mágico, não era um trabalho fácil”, admitiu Ben Brobby à revista brasileira “Placar”. “Porque Pelé era Pelé, e nunca dizia não para um fã.”</p>
<p>O Rei do Futebol, que atuara pelo Cosmos de 1975 a 1977, passara a viver a vida de um homem de negócios, palestrante e convidado em eventos os mais variados.</p>
<p>E foi numa dessas que Pelé e Ben passaram um sufoco daqueles – na verdade, o único que Ben Brobby viveu com o Rei do Futebol.</p>
<p>O ganês recordava: “Voamos para uma convenção de fazendeiros, no interior do Brasil, num jatinho. Assim que descemos, percebi que seria caótico.”</p>
<p>Era o cenário clássico:</p>
<p>“Gente demais, estrutura de segurança de menos”, recordou o guarda-costas. “Assim que Pelé terminou o trabalho, fomos para um quartinho que tinham montado para ele lanchar e descansar. Era uma dessas estruturas pré-montadas de madeira e metal. A multidão então começou a cercar o local. Eu olhava para fora e só via mais e mais gente nos cercando. Não dava mais para sairmos na boa, e eu já temia que alguém tentasse forçar a entrada. Por rádio, pedi então que o motorista encostasse na parte de trás.”</p>
<p>A fuga do Rei foi de cinema.</p>
<p>Assim que o carro chegou, Ben saiu quebrando a estrutura com socos e pontapés, abriu um rombo e evadiu com o amado jogador, pelos fundos.</p>
<p>Enquanto o guarda-costas dava seus chutes e arrebentava a parede, Pelé só dizia: “Calma, Ben, não fica nervoso. Calma, Ben…”</p>
<p>Calmo e eficiente, o bom e velho segurança acabou por aprender belas lições de vida, ao se ver acuado com o Rei do Futebol. A primeira: o bom jogador vê, mas só o craque antevê – como já dizia o jornalista Armando Nogueira, diretor de TV, comentarista esportivo e amigo de Pelé.</p>
<div id="attachment_204981" style="width: 824px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204981" class="size-full wp-image-204981" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao.jpg" alt="Pelé treinou judô e karatê quando jovem, artes que o ajudaram a não ser derrubados nos gramados. Foto: José Herrera/ Divulgação" width="814" height="982" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao.jpg 814w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-249x300.jpg 249w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-768x927.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-124x150.jpg 124w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><p id="caption-attachment-204981" class="wp-caption-text">O rei Pelé treinou judô e karatê quando jovem, artes que o ajudaram a evitar quedas e aprender a cair nos gramados. Foto: José Herrera/ Divulgação</p></div>
<p>Por não ter planejado nada, por não ser capaz de antever como escapulir dali, Ben acabou por se desesperar, e precisou abrir caminho com a sola do pé.</p>
<p>Mas a melhor lição veio mesmo do Rei do Futebol: calma, Ben, respire, Ben. Afinal, quando tudo parece sem solução, oxigenar a mente e raciocinar é sempre a melhor saída.</p>
<p>Mesmo que, com a mente clara, você perceba que a saída seja fugir pelos fundos com o Rei do Futebol.</p>
<p>Era essa, afinal, a vida de Pelé e sua necessidade de segurança. Não é que ele um dia atraísse hostilidade. Pelo contrário. Era preciso proteger Pelé, dos anos 1950 até sua partida, em 2022, do enorme amor e admiração que ele causava. Os fãs queriam estar por perto, tocá-lo, conseguir uma foto ou um autógrafo. Daí a necessidade de ter sempre um auxiliar ou segurança por perto – e Pelé teve outros, como o cubano Pedro Garay, por exemplo, nos anos 1970.</p>
<p>Seja você um profissional de segurança, um praticante de Jiu-Jitsu ou um fã de futebol, lembre da lição de Pelé: respire, mantenha a calma e pense taticamente na próxima saída para qualquer problema.</p>
<p><iframe title="GRACIE JIU-JITSU SELF DEFENSE - MASTER ROYLER GRACIE AND LETICIA RIBEIRO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/KXE77mwEu14?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-essencial-que-aprendemos-com-o-rei-pele-e-seu-guarda-costas/">A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Fabrício Lopes lists the qualities of a good instructor: being curious and respectful</title>
		<link>https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lists-the-qualities-of-a-good-instructor-being-curious-and-respectful/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=professor-fabricio-lopes-lists-the-qualities-of-a-good-instructor-being-curious-and-respectful</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[black belt]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrício Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A black belt trained at Gracie Barra, Professor Fabrício Lopes has specialized in honing instructors and helping them teach Jiu-Jitsu in the clearest way possible. GRACIEMAG.com chatted with the black belt mentoring specialist about how he has analyzed the new generation of instructors in so many academies around the world. GRACIEMAG: Championships are attracting more&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg" alt="" width="650" height="796" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg 836w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-245x300.jpeg 245w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-768x940.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-1255x1536.jpeg 1255w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-123x150.jpeg 123w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1.jpeg 1289w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>A black belt trained at Gracie Barra, Professor Fabrício Lopes has specialized in honing instructors and helping them teach Jiu-Jitsu in the clearest way possible. GRACIEMAG.com chatted with the black belt mentoring specialist about how he has analyzed the new generation of instructors in so many academies around the world.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Championships are attracting more and more fighters, the sport is expanding, and there are academies in every major city on the planet. And will instructors be able to keep up with this demand?</strong></p>
<p><strong>FABRÍCIO LOPES:</strong> I believe the biggest challenge is that being a good practitioner and being a good instructor are completely different skills. Many people become technically proficient, but teaching requires communication, observation, patience, leadership, and the ability to adapt to different types of students. The fact that someone can execute a technique masterfully doesn&#8217;t mean they can explain it in a way that others can understand and apply.</p>
<p><strong>Is learning how to teach then a different field altogether?</strong></p>
<p>Yes. There are other challenges. For example, many younger instructors develop in an environment where information is abundant. Today, anyone can watch techniques online. The challenge lies in helping future instructors organize this information, understand the fundamental principles, and transmit them effectively. Teaching is not about showing what you know. It&#8217;s about helping others learn.</p>
<p><strong>In your view, what has changed in instructor training?</strong></p>
<p>Ten years ago, many instructors developed primarily through observation and experience. You learned by spending years on the mat, assisting in classes, and gradually taking on more responsibilities. Today, instructor development has become more structured. Many organizations now have formal instructor programs, educational resources, and systems designed to help trainers improve their teaching skills. At the same time, students have changed. Today&#8217;s students expect more explanations, more structure, and a clearer understanding of why things work.</p>
<p><strong>What do qualified instructors need to have to avoid disappointing their students?</strong></p>
<p>As instructors, we need to be able to communicate effectively with children, adults, competitors, recreational athletes, and people from diverse backgrounds. The role of the instructor today is broader than ever. Technical knowledge remains important, but communication and leadership have become equally relevant.</p>
<p><strong>How do you identify a young person with the potential to become a well-rounded instructor?</strong></p>
<p>The first thing I notice is curiosity. Future instructors are often those students who ask questions, pay attention to detail, and genuinely want to understand the art rather than just collecting techniques. I also seek humility and consistency. Teaching is a long-term responsibility. Someone who is trustworthy, respectful, and willing to keep learning often has more potential than someone who is merely talented.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246439" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg" alt="" width="650" height="815" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg 817w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-239x300.jpeg 239w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-768x962.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-120x150.jpeg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><strong>Is there another important quality?</strong></p>
<p>Yes, empathy. The best instructors care about helping others evolve. They like to see other people&#8217;s success. Technical skill can be developed over time. Character, patience, and a desire to serve others are often stronger indicators of future teaching potential.</p>
<p><strong>What is the most important principle when training talented instructors?</strong></p>
<p>In my view, it is the ability to help them understand that teaching revolves around the student and not the instructor. Many beginning instructors focus on demonstrating their own knowledge. Excellent instructors focus on making information accessible to the people in front of them. I encourage future instructors to develop the ability to observe, listen and adapt. Each student learns in a different way. The instructor&#8217;s responsibility is to find the best way to convey the same principles to different individuals. The goal is not to create instructor-dependent students forever. The goal is to train independent thinkers who, over time, are able to help other people.</p>
<p><strong>What was the most common mistake in training instructors in recent decades?</strong></p>
<p>From my studies and research, I believe there was a general idea that technical excellence automatically generated excellence in teaching. In previous generations, many instructors learned by imitation. They copied what their teachers did and repeated the same methods. While this produced many excellent practitioners, it sometimes left gaps in communication and instructor development. Often, students were expected to simply figure things out on their own over time. Today, we understand that teaching itself is a skill that must be intentionally developed. The best instructors know how to preserve the traditions, values, and technical standards of Brazilian Jiu-Jitsu, but they also recognize the importance of communication, mentorship, and structured learning. In my opinion, the future of the art depends on training not only better athletes but also better teachers.</p>
<p><em>&gt;&gt; To learn more, follow Professor FABRÍCIO LOPES on Instagram, here: <a href="https://www.instagram.com/flopesjj/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/flopesjj/&amp;source=gmail&amp;ust=1781726793709000&amp;usg=AOvVaw1VDFw8qQ8QNS_CsEq957B0">https://www.instagram.com/<wbr>flopesjj/</a></em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lists-the-qualities-of-a-good-instructor-being-curious-and-respectful/">Professor Fabrício Lopes lists the qualities of a good instructor: being curious and respectful</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor de Jiu-Jitsu: ser curioso e respeitoso</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg" alt="" width="650" height="796" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg 836w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-245x300.jpeg 245w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-768x940.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-1255x1536.jpeg 1255w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-123x150.jpeg 123w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1.jpeg 1289w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faixa-preta formado na Gracie Barra, o professor Fabrício Lopes tem se especializado em lapidar instrutores e ajudá-los a ensinar Jiu-Jitsu da maneira mais clara possível. O </span><a href="http://graciemag.com/"><span style="font-weight: 400;">GRACIEMAG.com</span></a><span style="font-weight: 400;"> bateu um papo com o faixa-prea especialista em mentoria, e como ele tem analisado a nova safra de instrutores em tantas academias espalhadas pelo planeta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Os campeonatos atraem cada vez mais lutadores, o esporte se expande e há academias em todas as metrópoles do planeta. E os instrutores, vão conseguir acompanhar essa demanda?&nbsp;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em><strong>FABRÍCIO LOPES:</strong></em> Acredito que o maior desafio é o fato de que ser um bom praticante e ser um bom instrutor são habilidades completamente diferentes. Muitas pessoas se tornam tecnicamente proficientes, mas <a href="https://www.graciemag.com/o-ensino-do-jiu-jitsu-segundo-o-professor-fabricio-lopes/" target="_blank" rel="noopener">ensinar exige comunicação</a>, observação, paciência, liderança e a capacidade de se adaptar a diferentes tipos de alunos. O fato de alguém conseguir executar uma técnica com maestria não significa que consiga explicá-la de uma maneira que outros possam entender e aplicar.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aprender a ensinar é outro campo então?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Há outros desafios. Por exemplo, muitos instrutores mais jovens se desenvolvem em um ambiente onde a informação é abundante. Hoje, qualquer pessoa pode assistir a técnicas online. O desafio está em ajudar os futuros instrutores a organizar essas informações, compreender os princípios fundamentais e transmiti-las de forma eficaz. Ensinar não se trata de mostrar o que você sabe. Trata-se de ajudar os outros a aprender.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Na sua visão, o que tem mudado na formação de instrutores?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há dez anos muitos instrutores se desenvolviam principalmente por meio da observação e da experiência. Você aprendia passando anos no tatame, auxiliando nas aulas e assumindo gradualmente mais responsabilidades. Hoje, o desenvolvimento de instrutores tornou-se mais estruturado. Muitas organizações agora possuem programas formais para instrutores, recursos educacionais e sistemas projetados para ajudar os treinadores a aprimorar suas habilidades de ensino. Ao mesmo tempo, os alunos mudaram. Os alunos de hoje esperam mais explicações, mais estrutura e uma compreensão mais clara de por que as coisas funcionam.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que os professores qualificados precisam ter para não desapontar os alunos e alunas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como instrutores precisamos ser capazes de nos comunicar de forma eficaz com crianças, adultos, competidores, praticantes recreativos e pessoas de diferentes origens. O papel do instrutor hoje é mais amplo do que nunca. O conhecimento técnico continua sendo importante, mas a comunicação e a liderança tornaram-se igualmente relevantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como você identifica um jovem com potencial para se tornar um instrutor completo?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira coisa que observo é a curiosidade. Os futuros instrutores geralmente são aqueles alunos que fazem perguntas, prestam atenção aos detalhes e querem genuinamente entender a arte, em vez de apenas colecionar técnicas. Também busco humildade e consistência. Ensinar é uma responsabilidade de longo prazo. Alguém que é confiável, respeitoso e disposto a continuar aprendendo geralmente tem mais potencial do que alguém que é apenas talentoso.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há outra qualidade importante?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, a empatia. Os melhores instrutores se importam em ajudar os outros a evoluir. Eles gostam de ver o sucesso das outras pessoas. A habilidade técnica pode ser desenvolvida com o tempo. O caráter, a paciência e o desejo de servir ao próximo são, muitas vezes, indicadores mais fortes do potencial futuro de ensino.&nbsp;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-246439 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg" alt="" width="650" height="815" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg 817w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-239x300.jpeg 239w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-768x962.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-120x150.jpeg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o princípio mais importante ao formar instrutores talentosos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao meu ver, é a capacidade de ajudá-los a entender que o ensino gira em torno do aluno e não do instrutor. Muitos instrutores iniciantes concentram-se em demonstrar seu próprio conhecimento. Os excelentes instrutores focam em tornar a informação acessível às pessoas que estão à sua frente. Incentivo os futuros instrutores a desenvolverem a capacidade de observar, ouvir e adaptar-se. Cada aluno aprende de uma maneira diferente. A responsabilidade do instrutor é encontrar a melhor forma de transmitir os mesmos princípios a indivíduos distintos. O objetivo não é criar alunos que dependam do instrutor para sempre. O objetivo é formar pensadores independentes que, com o tempo, sejam capazes de ajudar outras pessoas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual era o erro mais comum ao formar instrutores nas últimas décadas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelo que estudo e pesquiso, creio que havia uma ideia geral de que a excelência técnica gerava, automaticamente, excelência no ensino. Em gerações anteriores, muitos instrutores aprendiam por imitação. Eles copiavam o que seus professores faziam e repetiam os mesmos métodos. Embora isso tenha produzido muitos praticantes excelentes, às vezes deixava lacunas na comunicação e no desenvolvimento do instrutor. Muitas vezes, esperava-se que os alunos simplesmente descobrissem as coisas por conta própria com o passar do tempo. Hoje, entendemos que o ensino, em si, é uma habilidade que deve ser desenvolvida de forma intencional. Os melhores instrutores sabem preservar as tradições, os valores e os padrões técnicos do Jiu-Jitsu Brasileiro, mas também reconhecem a importância da comunicação, da mentoria e do aprendizado estruturado. Na minha opinião, o futuro da arte depende da formação não apenas de melhores atletas, mas também de melhores professores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&gt;&gt; Para saber mais, siga o professor <a href="https://www.instagram.com/flopesjj/" target="_blank" rel="noopener">FABRÍCIO LOPES no Instagram, aqui.</a><br style="font-weight: 400;"><br style="font-weight: 400;"></p></blockquote>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lista-as-qualidades-do-bom-instrutor-de-jiu-jitsu-ser-curioso-e-respeitoso/">Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
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		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Riders Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Boroski]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Quando o aluno entra na minha escola de Jiu-Jitsu, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir", diz o professor Rodrigo Boroski, na Irlanda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246307" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg" alt="" width="650" height="986" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg 675w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-198x300.jpeg 198w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-768x1165.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-1012x1536.jpeg 1012w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-99x150.jpeg 99w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda.jpeg 1320w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Professor da <a href="https://www.instagram.com/riders_bjj?igsh=MTZnZzk1ZmxtZ25jZw==">escola Riders Jiu-Jitsu,</a> nosso ilustríssimo GMI <a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">Rodrigo Boroski</a> tem arquitetado mudanças em sua tradicional equipe na Irlanda. O estudioso faixa-preta, que não perde um podcast sobre Jiu-Jitsu, teve uma epifania outro dia, ao assistir a uma entrevista com Pedro Valente. Confira o que o professor aprendeu. Oss!</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como andam os planos para a escola na Irlanda, Rodrigo?</strong></p>
<p><em><strong>RODRIGO BOROSKI:</strong></em> Eu vejo minha equipe retornando às origens do Jiu-Jitsu. Após uma caminhada bem sucedida nas competições – fomos para as cabeças no ranking e fiz o primeiro representante da Irlanda campeão do mundo – decidi investir mais na defesa pessoal.</p>
<p><strong>O que motivou você a optar por esse caminho?</strong></p>
<p>Creio que foram os podcasts. Eu vejo muitos, e assisti a um que me chamou atenção, com os irmãos Valentes. A escola deles é voltada para o Jiu-Jitsu Gracie, para a defesa em situações reais. Isso mexeu comigo pois essa base é a que aprendi, e o que sempre quis incutir nos jovens alunos. Quero transformar meninos e meninas em pessoas sem medo de sair na rua.</p>
<p><strong>E o que mais influenciou na sua decisão?</strong></p>
<p>Eu vi também outro episódio, com mestre Rorion Gracie. O filho mais velho de grande mestre Helio lembrou que o Jiu-Jitsu deve servir tanto para a criança quanto o idoso. A luz, talvez, tenha vindo de outras entrevistas. Quando li o Rodolfo Vieira e o Marcus Buchecha dizendo que a pior dificuldade que eles notaram na transição para o UFC foi absorver os chutes e socos. Aquilo me fez pensar. Sempre aprendi nos tatames sobre o poder do famoso treino de taparia, o recurso do pisão e tantas liçõs fundamentais. Vi que era hora de voltar às origens.</p>
<p><strong>Você já sentiu na pele como o Jiu-Jitsu salva?</strong></p>
<p>Outro dia, vi um aluno meu da turma infantil voltar da escola e contar que levou um sopapo, e não soube como reagir. Logo depois, eu mesmo fui atacado num supermercado na Irlanda, mesmo com meu tamanho e essa cara de mau (risos). Foi a gota d&#8217;água. Percebi que eu precisava deixar de lado as técnicas mais esportivas e voltar a ensinar o que realmente é o Jiu-Jitsu fundamental.</p>
<p><strong>Comercialmente, isso é bom?</strong></p>
<p>Convivo com uma doença há tempos, e os diversos tratamentos contra o câncer me ensinaram que nem tudo deve girar em torno de dinheiro e clientes. Sempre tentei abraçar as duas esferas, num meio-termo entre as aulas de defesa pessoal e as de competição. Mas talvez o meio-termo não seja eficaz. Me senti um professor morno. E lembrei de uma carta de São Paulo, em que é dito que &#8220;Deus cospe o morno da boca&#8221;. Eu nunca fui morno na minha vida, e nem quero ser. Quero me dedicar 100% a proteger meus jovens alunos e os cidadãos que necessitam de um suporte.</p>
<p><strong>Qual será a maior diferença agora nas aulas?</strong></p>
<p>Creio que o competidor se coloca em posições onde ele não precisa se preocupar se vai levar chutes, socos ou mordidas. Ele treina segundo regras cristalinas. Já na defesa pessoal a base é diferente, o posicionamento do corpo seja na guarda ou na passagem é completamente diferente. Afinal, a qualquer momento ele pode tomar até uma cabeçada, vir um segundo agressor, cair na calçada, machucar o joelho no chão&#8230;</p>
<p><strong>Acha que a defesa pessoal também evoluiu dos tempos de mestre Helio Gracie para cá?</strong></p>
<p>Acho que muitos professores não aprenderam e não sabem como ensinar técnicas eficientes. E isso está tirando a eficiência da nossa arte, como aconteceu com outas artes marciais. Um exemplo disso é o karatê. A arte ensinada hoje não é a mesma que o Lyoto Machida aprendeu e usava no UFC, certo? Acredito piamente que um atleta que sabe se defender, a partir de quedas variadas, bloqueio de socos e fugas de quadril, vai precisar apenas de pequenos ajustes para entrar em campeonatos. E o contrário acontece: o bom competidor que quiser aprender a defesa depois de velho pode não dominar o básico.</p>
<p><strong>Acha que os alunos e parentes vão curtir esse retorno às origens?</strong></p>
<p>Quando o aluno entra na minha escola, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246308" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg" alt="" width="650" height="650" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1536x1536.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-rodrigo-boroski-volta-as-origens-na-irlanda/">Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>The fundamental Jiu-Jitsu lesson Jeff Curran learned from Master Pedro Sauer</title>
		<link>https://www.graciemag.com/the-fundamental-jiu-jitsu-lesson-that-jeff-curran-learned-from-master-pedro-sauer/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=the-fundamental-jiu-jitsu-lesson-that-jeff-curran-learned-from-master-pedro-sauer</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 16:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[black belt]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Curran]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Curran Invitational]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Master]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Sauer]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Ackerman]]></category>
		<category><![CDATA[stalling]]></category>
		<category><![CDATA[Submission]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jeff Curran teaches: “Athletes first, always” means every decision we make is built around giving competitors the best possible experience. That starts with fair, meaningful matchups based on experience — not just belt rank. Our rules push action and create clear outcomes, so athletes always have a real chance to win. We also prioritize professionalism—tight scheduling, high-level referees, and a well-run event—because these athletes put in serious time to prepare. On top of that, we focus on presentation and exposure, making sure every competitor feels valued. At the end of the day, if the athletes feel respected and proud of their performance, we’ve done our job.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246225" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-3.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-3.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><br />
Boxer, Jiu-Jitsu black belt, and fearless MMA professional, featherweight Jeff Curran has faced some of the toughest opponents in the fighting world, in events like Pride FC, UFC, WEC, and Strikeforce, totaling more than 50 professional fights.</p>
<p>A student of the respected master Pedro Sauer, Curran gives back everything he learned at his Jiu-Jitsu academy in Illinois. His learning as an athlete and fighter has been a vital factor in the growth of his submission-only Jiu-Jitsu event, with a simple and powerful motto: &#8220;Athletes first, always.&#8221;</p>
<p>At 48 years old, the MMA &#8220;Big Frog&#8221; fought from 1998 to 2016, and told GRACIEMAG.com what he has learned, and taught, as the organizer of the <a href="https://www.graciemag.com/how-jeff-curran-made-the-jc-invitational-a-success/" target="_blank" rel="noopener">Jeff Curran Invitational (JCI)</a> event.</p>
<p><em><strong>GRACIEMAG: What was the most valuable thing you learned from your master, Pedro Sauer?</strong></em></p>
<p><strong><em>JEFF CURRAN:</em></strong> I have had many big lessons I have learned from Pedro Sauer. But one that always comes to my mind when I am teaching or going through hard times is that things can always be worse.</p>
<p><strong>When was that?</strong></p>
<p>Back when I was a purple belt. I was visiting him in Salt Lake City at his academy, and I was going through some financial troubles, I was struggling with my work/business/athletic career as well as some student issues. After knowing what I was going through, Pedro asked me to train and tapped me God knows how many times and tossed me all around the mat. I was in tears because my confidence had been stripped away from me and on top all I was going through. Anyhow, in true Pedro Sauer fashion he put his arm around me as we sat tired on the mat and he said “Just remember Little Jeff: things can always get worse”.</p>
<p><strong>A powerful lesson, indeed&#8230;</strong></p>
<p>Yes. It was a very good moment for me after I had settled down because I thought deeply about that comment. It also made me laugh so it snapped me out of my current mental state and into a fresh one.</p>
<div id="attachment_246220" style="width: 1012px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246220" class="size-full wp-image-246220" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-com-mestre-Pedro-Sauer.png" alt="" width="1002" height="690" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-com-mestre-Pedro-Sauer.png 1002w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-com-mestre-Pedro-Sauer-300x207.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-com-mestre-Pedro-Sauer-768x529.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-com-mestre-Pedro-Sauer-150x103.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1002px) 100vw, 1002px" /><p id="caption-attachment-246220" class="wp-caption-text">Jeff &#8220;Big Frog&#8221; with master Pedro Sauer.</p></div>
<p><strong>You have around 55 MMA fights in your career, right? Did you fight big tournaments with the gi, as well?</strong></p>
<p>Yes. I had many memorable moments in the Gi. Also during my purple belt days I was set to face a former teammate who was more mature than me and had been having more formal training. It was the semifinals of the 2000 Pro Ams in Raleigh North Carolina, something like that. I was so nervous yet confident. Most on the team thought I was in over my head but I locked in and was able to put him to sleep in front of his new professor and of course in front of Pedro. That was me realizing that I was capable of stealing the show no matter who it was. My confidence went way up and that fueled that next charge in my early career.</p>
<p><strong>Which fight marked you the most? Maybe the one that taught you the most lessons?</strong></p>
<p>This is a good question and I could choose from 50 different MMA fights that ring a bell but I had a fight against Ryan Ackerman for the Shooto America’s belt back in early 2000’s. I trained so hard, I trained with all my top guys. That hurt me because I didn’t catch those guys in triangles much in training because they knew my game. So, after I caught the first triangle at the end of round 1 and he survived, I stood up and I could barely walk. I was so fatigued from squeezing the triangle. I continued to catch him multiple triangles throughout the fight and now the chokes were weaker and weaker as the time went on. I won the Belt via unanimous decision, however the big win was to realize that I should have been sharpening my offense on lower level guys who don’t want to tap easy. It taught me to really find value in all your training partners.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jeff Curran Jiu-Jitsu History" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/PdcqkCrlUUg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>And what would be the differentiating factor of your event, JCI?</strong></p>
<p>There is a few things that are unique to JCI ruleset. First of all we have regulation time of 7 minutes (10 for title fights and main events) and 3 minute OT for regular bouts and 5 minute OT for title fights/main events. At the end of regulation, the referee will flip a coin to determine who gets to choose the starting position of the OT round. Top (inside closed guard), Bottom (playing closed guard), Neutral (from the feet).</p>
<p>At the end of regulation if there was warnings for stalling during the match, the referee has the choice to give the coin toss to your opponent. This keeps people from stalling because they don’t want to lose a 50/50 chance at picking the start position.</p>
<p><strong>And what happens then?</strong></p>
<p>Well, after the OT round ends, if there is no winner, the 3 mat side judges score only the OT round to determine the winner. Threatening submissions and mat dominance are key to victory for the most part. So far, we have had great success with these rules but myself and my referee staff meet regularly to discuss little nuances that could make the rules set and/or judging criteria more and more clear.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246222" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-2.jpg" alt="" width="640" height="427"></p>
<p><strong>Your motto is &#8220;Athletes first, always.&#8221; How does this translate into practice in the tournament?</strong></p>
<p>“Athletes first, always” means every decision we make is built around giving competitors the best possible experience. That starts with fair, meaningful matchups based on experience — not just belt rank. Our rules push action and create clear outcomes, so athletes always have a real chance to win. We also prioritize professionalism—tight scheduling, high-level referees, and a well-run event—because these athletes put in serious time to prepare. On top of that, we focus on presentation and exposure, making sure every competitor feels valued. At the end of the day, if the athletes feel respected and proud of their performance, we’ve done our job.”</p>
<p><strong>Which event treated you best in your vast and successful career?</strong></p>
<p>I really loved the WEC days. Although the staff was for the most part the same as UFC, the experience in WEC felt different. It was an entity of its own but powered by the Zuffa machine. I loved everyone from drivers/assistants all the way up the line to Reed Harris, Dana White, Sean Shelby, Joe Silva etc. And everyone in between. They were special days back then.</p>
<p><strong>As an athlete, have you experienced any curious instances of mistreatment or organizational failure anywhere?</strong></p>
<p>My whole purpose in my organization, the Jeff Curran Invitational (JCI) is to provide fair opportunity to the athletes. That isn’t the case in some organizations. I have felt used, taken for granted and at times even set-up for failure from a number or organizations. Fighting is a dirty business and attracts a lot of people without the best intentions unfortunately. So although it’s called Mixed Martial Arts, the martial arts respect is often left out of the equation. JCI is not a corporate machine, it’s a small tight team of people I believe in and trust and they all see my vision clearly. To put the Athletes First!</p>
<p><strong>What can viewers on your YouTube channel expect?</strong></p>
<p>So far we have had two successful events. Our livestream is clean, our event moves forward steadily and our match-ups are awesome from start to finish. Some up and comers, some local heroes and some top of the food chain competitors. We have five title fights including two women’s match-ups and three mens. If anyone wants to get a glimpse behind the scenes before May 9th, they can watch Episode 4 of Jeff Curran: Martial Life <a href="https://www.youtube.com/@JeffCurranInvitational" target="_blank" rel="noopener">@jeffcurraninvitational YouTube channel.</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246221" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-I.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-I.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-I-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Jeff-Curran-I-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/the-fundamental-jiu-jitsu-lesson-that-jeff-curran-learned-from-master-pedro-sauer/">The fundamental Jiu-Jitsu lesson Jeff Curran learned from Master Pedro Sauer</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O adeus a mestre Marcio Macarrão, exímio guardeiro e mestre de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Carlson Gracie]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcio Macarrão]]></category>
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		<category><![CDATA[triângulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mestre Marcio Stambowski, o Macarrão, foi uma daquelas figuras que adoçou o mundo do Jiu-Jitsu. Um dos raros e famigerados faixas-pretas de Rolls Gracie – junto a Maurição Gomes, Romero Jacaré e outros, Macarra ganhou seu apelido no surfe e influenciou uma geração de guardeiros nos últimos 45 anos. Adepto da puxada de guarda e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre Marcio Stambowski, o Macarrão, foi uma daquelas figuras que adoçou o mundo do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Um dos raros e famigerados faixas-pretas de Rolls Gracie – junto a Maurição Gomes, Romero Jacaré e outros, Macarra ganhou seu apelido no surfe e influenciou uma geração de guardeiros nos últimos 45 anos.</p>
<p>Adepto da puxada de guarda e da raspagem balão, Marcio Macarrão e suas pernas compridas e letais ajudaram a lapidar o triângulo e suas variações, no cenário esportivo do Rio de Janeiro. Seu professor Rolls passou a chamar sua guarda de &#8220;a poderosa&#8221;.</p>
<p>Marido de Carla Gracie, filha de mestre Robson, Stambowski deixa os filhos Neiman e Deborah Gracie, além de centenas de alunos e fãs de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Em longa entrevista ao GRACIEMAG.com, o mestre contou sobre seu início:</p>
<p>“Eu gostava de ver filmes do Bruce Lee, de soltar as pernadas e brincar de lutas com meu irmão e os amigos. Um dia meu amigo Maurição Gomes, hoje famoso professor e pai do Roger, foi lá na minha casa no Leblon e nos embolamos de brincadeira. Mas naquela vez eu não consegui fazer nada com ele: ele me clinchou, me levou ao chão e me dominou, umas três vezes. “O que é isso, rapaz?”, eu me espantei. “É que agora estou fazendo Jiu-Jitsu, lá no João Alberto Barreto”, ele explicou”, recordou.</p>
<p>“Meio fascinado com aquela novidade, falei com meu pai e ele falou que me levaria para treinar no Carlson, que ele conhecia da imprensa. Quando cheguei lá, dei de cara com o Rolls, que dividia a academia com o Carlson, na recepção. A figura dele me causou uma grande impressão – era novinho, já de faixa-preta na cintura, simpático e magrinho. Ele me mostrou a academia e me matriculei na hora. Lembro que ainda explicou: “Os horários são diferentes. Você quer ser aluno meu ou do meu irmão Carlson?”. Não entendi direito e disse que tanto fazia. Mas ao olhar para o Rolls reparei que ele tinha um olhar forte, penetrante, e desconfiei que tinha falado besteira: “Não, olha, eu quero ser seu aluno”, emendei. Nem tinha ouvido falar do Rolls antes. Depois o Maurição acabou vindo treinar com a gente.”</p>
<p>Vá em paz, grande Macarra. A comunidade do Jiu-Jitsu fica menos amável sem figuras como você.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marcio Macarrao Stambowsky - Knife Defense" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/5dO8qSF6q_0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-adeus-a-mestre-marcio-macarrao-eximio-guardeiro-e-mestre-de-jiu-jitsu/">O adeus a mestre Marcio Macarrão, exímio guardeiro e mestre de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pan 2026: A missão (quase) impossível da nova rainha absoluta Sarah Galvão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 15:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[absoluto]]></category>
		<category><![CDATA[Atos]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Florida]]></category>
		<category><![CDATA[Gabi Pessanha]]></category>
		<category><![CDATA[guardeira]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Pan 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Galvão]]></category>
		<category><![CDATA[single-leg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sua carteirinha da IBJJF, a idade confirma: 19 aninhos. Em sua frente, estava a então campeã absoluta do Pan de Jiu-Jitsu – de acordo com a balança, 86 quilos de pura garra e técnica. Dentro de sua guarda, sua oponente Gabi Pessanha não dava brechas, e impunha sua pressão, sua habilidade por cima e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246034" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Sarah-Galvao-celebra-no-Pan-2026-Foto-Divulgacao-Instagram.png" alt="" width="617" height="667" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Sarah-Galvao-celebra-no-Pan-2026-Foto-Divulgacao-Instagram.png 617w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Sarah-Galvao-celebra-no-Pan-2026-Foto-Divulgacao-Instagram-278x300.png 278w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Sarah-Galvao-celebra-no-Pan-2026-Foto-Divulgacao-Instagram-139x150.png 139w" sizes="auto, (max-width: 617px) 100vw, 617px" /></p>
<p>Em sua carteirinha da <a href="ibjjf.org" target="_blank" rel="noopener">IBJJF,</a> a idade confirma: 19 aninhos.</p>
<p>Em sua frente, estava a então campeã absoluta do Pan de Jiu-Jitsu – de acordo com a balança, 86 quilos de pura garra e técnica.</p>
<p>Dentro de sua guarda, sua oponente Gabi Pessanha não dava brechas, e impunha sua pressão, sua habilidade por cima e seus 20 quilos a mais.</p>
<p>No visor do placar, vantagens e mais vantagens para a rainha Gabi, o trator da Cidade de Deus, após tentativas de passagem que levantaram as arquibancadas.</p>
<p>Ao seu redor, as nuvens pesadas dos rumores e acusações de escândalos que estremeceram a Atos, desde janeiro deste ano.</p>
<p>E, como se não pudesse piorar, o relógio indicava nove minutos transcorridos e o gongo pronto para buzinar, a aumentar o suspense geral.</p>
<p>E como agiu a intrépida peso leve Sarah Galvão?</p>
<p>Respirou, ergueu um dedão metafórico para tudo e soltou um enorme “Dane-se” para todos os obstáculos gigantes entre ela e a medalha de ouro mais disputada na temporada, até agora.</p>
<p>E seguiu treinando todos os dias, sem desperdiçar uma gota de suor.</p>
<p>O resultado foi visto neste domingo na grande final do Pan 2026, em em Kissimmee, na Flórida. Sarah Galvão explodiu no minuto final, desequilibrou a favorita, pegou as costas, e ainda arriscou um armlock perigoso.</p>
<p>Para delírio da torcida, goleou Gabi por 6 a 0 e tomou a coroa da estrela superpesado.</p>
<p>A filha de Angélica e André Galvão, de quebra, ainda turbinou as expectativas para um reecontro no Mundial de Jiu-Jitsu, no último dia de maio.</p>
<p>Campeã superpesado e vice no absoluto, Gabi Pessanha já decidiu: antes do Mundial, terá outro compromisso. A estrela treinada por Marcio de Deus vai para cima no Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu, atrás de mais dois ouros.</p>
<p>Sobre Sarah, que ninguém duvide.</p>
<p>Missão impossível, de verdade, é tentar desequilibrar mentalmente essa experiente campeã de 19 aninhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Confira a final do absoluto feminino do Pan 2026, no vídeo oficial do evento.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Gabi Pessanha vs Sarah Galvao | Absolute Final | 2026 IBJJF Pan Championship" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/CFaVnKn9Wjk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pan-2026-a-missao-quase-impossivel-da-nova-rainha-absoluta-sarah-galvao/">Pan 2026: A missão (quase) impossível da nova rainha absoluta Sarah Galvão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>PBJJF divulga calendário dos próximos campeonatos de Jiu-Jitsu, de Belém a Orlando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 14:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PBJJF divulga calendário dos próximos campeonatos de Jiu-Jitsu, de Belém a Orlando</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245951" style="width: 642px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245951" class="wp-image-245951 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/PBJJF-2.jpg" alt="PBJJF: calendário forte e diversificado para o início de 2026. Fotos: Divulgação" width="632" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/PBJJF-2.jpg 632w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/PBJJF-2-247x300.jpg 247w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/PBJJF-2-123x150.jpg 123w" sizes="auto, (max-width: 632px) 100vw, 632px" /><p id="caption-attachment-245951" class="wp-caption-text">PBJJF: calendário forte e diversificado para o início de 2026. Fotos: Divulgação</p></div>
<p>O mês de março marca um período de aceleração intensa para os competidores de Jiu-Jitsu que buscam somar pontos nos rankings internacionais da PBJJF.</p>
<p>Com uma agenda que atravessa continentes, a Professional Brazilian Jiu-Jitsu Federation promove desde abertos regionais até os prestigiados Grand Slams, prometendo testar a garra e o fôlego de atletas de todas as graduações.</p>
<p>A organização tem se destacado por oferecer premiações em dinheiro para os campeões da divisão absoluto, e firmou parcerias de transmissão com plataformas importantes como a FloGrappling.</p>
<p>Confira o calendário para este mês:</p>
<p><em><strong>* Eventos no Brasil</strong></em></p>
<p>22 de Março<br />
PBJJF Belém Fall International Open<br />
Belém, PA</p>
<p>28 de Março<br />
PBJJF Grand Slam Goiânia International<br />
Goiânia, GO</p>
<p><em><strong>* Eventos internacionais</strong></em></p>
<p>14 de Março<br />
New Jersey Open</p>
<p>22 de Março<br />
Orlando Open</p>
<p>28 de Março<br />
Virginia Grand Slam</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pbjjf-divulga-calendario-dos-proximos-campeonatos-de-jiu-jitsu-de-belem-a-orlando/">PBJJF divulga calendário dos próximos campeonatos de Jiu-Jitsu, de Belém a Orlando</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Na Flórida, Lucas Gripp analisa como o Jiu-Jitsu une pessoas de diferentes origens e nacionalidades</title>
		<link>https://www.graciemag.com/na-florida-lucas-gripp-analisa-como-o-jiu-jitsu-une-pessoas-de-diferentes-origens-e-nacionalidades/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=na-florida-lucas-gripp-analisa-como-o-jiu-jitsu-une-pessoas-de-diferentes-origens-e-nacionalidades</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 14:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Gripp]]></category>
		<category><![CDATA[Meia-guarda]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Gordo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"O Jiu-Jitsu nos faz conhecer lugares novos e pessoas. Aqui, tenho essa oportunidade pessoal. E não apenas como competidor, mas como professor. Por vezes, ao ensinar uma posição, olho ao redor e vejo pessoas de diversas nacionalidades, todos juntos e unidos em prol da arte suave. Essa energia é muito boa e me revigora", diz professor Lucas Gripp.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245925" style="width: 830px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245925" class="wp-image-245925 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp.jpg" alt="Lucas Gripp com seu mestre Roberto Gordo, na academia nos EUA. Foto: Divulgação" width="820" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp.jpg 820w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-300x281.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-768x719.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-150x140.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /><p id="caption-attachment-245925" class="wp-caption-text">Lucas Gripp com seu mestre Roberto Gordo, na academia nos EUA. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Praticante de Jiu-Jitsu há mais de 20 anos, o professor Lucas Gripp tornou-se mestre em Administração e Finanças, e costuma pregar que custo é diferente de investimento. Foi assim que o faixa-preta trocou a Gordo Jiu-Jitsu de Nova Friburgo e zarpou para afiar seus conhecimentos de captação de alunos, marketing e negociações na Gordo Jiu-Jitsu Weston, nos Estados Unidos.</p>
<p>Que desafios o professor tem encontrado após partir para ensinar na Flórida? Nossa equipe foi descobrir, para os leitores e leitoras do GRACIEMAG.com. Oss!</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Que decisões motivaram você a partir com tudo para ensinar na Gordo Jiu-Jitsu USA, na Flórida?</strong></p>
<p><strong>LUCAS GRIPP:</strong> Só havia benefícios. Buscar a evolução técnica e a troca de conhecimentos são aspectos fundamentais para mim. Estar aqui com o mestre Roberto Gordo vai me acrescentar muito, afinal ele não é somente um campeão experiente – ele faz parte da história do Jiu-Jitsu. Aprendo diariamente com os detalhes técnicos e os pontos de vistas que ele traz. Além disso, para mim é uma honra poder somar com meus conhecimentos ao trabalho que eles fazem aqui no quartel-general.</p>
<p><strong>Outro objetivo era estar mais perto das competições internacionais, certo?</strong></p>
<p>Exatamente. O Jiu-Jitsu nos faz conhecer lugares novos e pessoas. Aqui, tenho essa oportunidade pessoal. E não apenas como competidor, mas como professor. Por vezes, ao ensinar uma posição, olho ao redor e vejo pessoas de diversas nacionalidades, todos juntos e unidos em prol da arte suave. Essa energia é muito boa e me revigora.</p>
<p><strong>O que vocês têm treinado juntos por aí? Alguma novidade?</strong></p>
<p>Mestre Gordo sempre soube formar muitos campeões mundiais, e quando observo sua metodologia de ensino de perto, isso me ajuda a desenvolver e lapidar minha própria maneira de transmitir conhecimento. Aqui a grade de aulas é bem completa e pensada no nível de cada classe. Não posso dizer que existe o foco total em apenas uma posição ou cenário da luta. Diariamente temos um momento voltado para quedas, e outro para técnicas de solo, acho isso importante.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/reel/DVRseEziRem/?igsh=cDZ5OGNycHh0aHEy" target="_blank" rel="noopener">Confira uma técnica ensinada por Gripp e Gordo, no Instagram, aqui.</a></p>
<p><strong>E como você tem mantido o contato com a academia no Brasil, em Friburgo, no Rio?</strong></p>
<p>Acompanho sempre a equipe pelas redes e pelos grupos de mensagens. Por vezes converso com alguns amigos e alunos, mas sempre que posso tento contato com o meu mestre, Pedro Monnerat. Aprendi muito lá, minhas primeiras oportunidades como professor foram na Gordo Jiu-Jitsu Nova Friburgo, tenho imenso respeito e admiração pelas minhas origens.</p>
<p><strong>O que tem impressionado você nos Estados Unidos?</strong></p>
<p>A diversidade na faixa etária dos alunos e como isso ajuda no desenvolvimento geral do grupo. Desde os pequenos e adolescentes, divididos em três grupos de idades – comandados pelo professor Kion – até alunos adultos e idosos. No dia a dia, podemos perceber cada vez mais como o Jiu-Jitsu ajuda cada um com seus desafios pessoais, seja desenvolver a coordenação motora, seja equilibrar seu nível de estresse, ou mesmo na arte de fazer amigos.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/na-florida-lucas-gripp-analisa-como-o-jiu-jitsu-une-pessoas-de-diferentes-origens-e-nacionalidades/">Na Flórida, Lucas Gripp analisa como o Jiu-Jitsu une pessoas de diferentes origens e nacionalidades</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PBJJF detalha parceria e transmissões de campeonatos com a FloGrappling</title>
		<link>https://www.graciemag.com/pbjjf-detalha-parceria-e-transmissoes-de-campeonatos-de-jiu-jitsu-com-a-flograppling/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pbjjf-detalha-parceria-e-transmissoes-de-campeonatos-de-jiu-jitsu-com-a-flograppling</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 14:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Flograppling]]></category>
		<category><![CDATA[Lutador]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Jersey]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[PBJJF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais os benefícios que uma parceria com a FloGrappling podem trazer? O presidente JP Ferreira respondeu: "Para a PBJJF, o ganho gira em torno do fortalecimento institucional, do aumento da visibilidade global e de uma imensa valorização da marca. Uma parceria assim mexe com o interesse dos patrocinadores e dos torcedores. Creio que com isso estamos nos consolidando como uma das três maiores federações do Jiu-Jitsu global."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-1024x976.jpg" alt="" width="650" height="620" class="aligncenter size-large wp-image-244868" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-1024x976.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-300x286.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-768x732.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-150x143.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1.jpg 1125w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>A organização PBJJF e o canal FloGrappling assinaram um acordo, em fevereiro, para transmissões de eventos de Jiu-Jitsu.</p>
<p>A equipe GRACIEMAG esta semana foi colher mais informações com João Paulo Ferreira, <a href="https://www.instagram.com/pbjjf_brasil/" rel="noopener" target="_blank">presidente da PBJJF</a>, sobre o significado da parceria, e os benefícios para atletas e patrocinadores. Confira.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Já definiram que eventos serão exibidos pelo portal da FloGrappling?</strong></p>
<p>JP FERREIRA: Estamos estruturando a transmissão dos principais eventos do nosso calendário internacional. A meta é que sejam exibidos campeonatos variados, dos abertos ao grand slam, dos continentais ao mundial. O primeiro evento está definido dentro do nosso calendário estratégico, e será o New Jersey Spring International Open. </p>
<p><strong>Qual é a importância desse acerto?</strong></p>
<p>Confiamos que essa parceria nasce com visão de longo prazo. Não é algo pontual, mas parte de um projeto maior de profissionalização e valorização do Jiu-Jitsu no cenário mundial. Esse movimento não acontece da noite para o dia. Estamos trabalhando no fortalecimento da marca PBJJF há anos e expandindo para novos continentes, aumentando o número de atletas, elevando o padrão de organização e criando uma identidade forte dentro do mercado.</p>
<p><strong>O que foi decisivo para a assinatura? </strong></p>
<p>A parceria foi uma consequência natural desse crescimento da PBJJF no mercado dos eventos de Jiu-Jitsu. Ela surge a partir do momento em que a PBJJF passa a ter relevância internacional suficiente para gerar interesse estratégico. Foram meses de conversas, alinhamentos e planejamento para garantir que a transmissão agregasse valor à marca, aos professores e aos atletas. </p>
<p><strong>Quais os benefícios que uma parceria com a FloGrappling podem trazer?</strong></p>
<p>Para a PBJJF, o ganho gira em torno do fortalecimento institucional, do aumento da visibilidade global e de uma imensa valorização da marca. Uma parceria assim mexe com o interesse dos patrocinadores e dos torcedores. Creio que com isso estamos nos consolidando como uma das três maiores federações do Jiu-Jitsu global. </p>
<p><strong>E para os competidores e equipes? </strong></p>
<p>Para os atletas de Jiu-Jitsu, o impacto é ainda maior. O campeonato exibido ao vivo acarreta em maior exposição, maior reconhecimento profissional, mais possibilidades de atrair patrocinadores, valorização do currículo esportivo e a sensação de pertencimento a um projeto maior. Uma transmissão de alto nível no fim das contas fortalece o evento como palco internacional. Isso não é apenas uma estratégia de mídia – é posicionamento. Isso é mais um passo em nossa missão: elevar o Jiu-Jitsu a um novo patamar.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="&#x1f525; The PBJJF WORLD Championship is fast approaching! Compete for the world title on October 26, 2024" width="548" height="974" src="https://www.youtube.com/embed/G_1LPB603o4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pbjjf-detalha-parceria-e-transmissoes-de-campeonatos-de-jiu-jitsu-com-a-flograppling/">PBJJF detalha parceria e transmissões de campeonatos com a FloGrappling</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hidratação: beba água como os campeões</title>
		<link>https://www.graciemag.com/hidratacao-beba-agua-como-os-campeoes-do-jiu-jitsu-e-outros-esportes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=hidratacao-beba-agua-como-os-campeoes-do-jiu-jitsu-e-outros-esportes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 15:21:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Beber água é como trazer vida para o seu organismo.</p>
<p>De acordo com os últimos estudos, todas as pessoas deveriam beber dois litros de água fresca por dia. É a quantidade do líquido que perdemos ao longo de 24 horas, por meio da transpiração, urina, respiração e demais atividades vitais do corpo humano. Atletas, contudo, podem precisar de beber o dobro, isto é, quatro litros.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200442" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200442" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua.jpg" alt="" width="520" height="346" class="size-full wp-image-200442" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua.jpg 520w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px" /><p id="caption-attachment-200442" class="wp-caption-text">Deu sede? É importante manter sempre o corpo hidratado, mesmo longe do tatame. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Beber água é como trazer vida para o seu organismo.</p>
<p>De acordo com os últimos estudos, todas as pessoas deveriam beber dois litros de água fresca por dia. É a quantidade do líquido que perdemos ao longo de 24 horas, por meio da transpiração, urina, respiração e demais atividades vitais do corpo humano. Atletas, contudo, podem precisar de beber o dobro, isto é, quatro litros.</p>
<p>Ao treinar Jiu-Jitsu, ou se exercitar em qualquer modalidade no calor, estar bem hidratado durante o exercício se torna mais do que uma questão de resultados – e sim uma questão de saúde.</p>
<p>Afinal, de acordo com especialistas, a falta de líquido no organismo provoca aumento da freqüência cardíaca, sensação de maior esforço para manter a intensidade, diminuição do desempenho, redução da capacidade de concentração, confusão mental, dores de cabeça e até náuseas.</p>
<p>E, quem bebe menos água envelhece mais rapidamente. De acordo com especialistas como o preparador Marcio Atalla, a recomendação de hidratação mais exata é de cerca de 40 a 50 mililitros por quilo de peso. A hidratação deve ser realizada de hora em hora, isto é, antes, durante e após o treino.</p>
<p>Confira outras sete dicas para você se hidratar como um campeão e voar nos treininhos. Oss!</p>
<p>1. Mantenha a garrafa de água sempre ao seu lado, para evitar o esquecimento.</p>
<p>2. Frutas também hidratam. Evite lanches gordurosos e invista nas frutas de sua preferência, todos os dias.</p>
<p>3. Você pode conferir se está bebendo água de modo apropriado. Pela cor da sua urina. Ela está amarelo-escura? Beba mais água. Se estiver amarelo-transparente, você acertou a quantidade. </p>
<p>4. Acordar e tomar um belo copo de água é excelente para a saúde em geral. Seu organismo tem muito trabalho ao reter líquidos de madrugada.  </p>
<p>5. Pare de beber água 20 minutos antes das refeições, e beba até um copo de líquido não muito gelado durante a comida. Isso alivia a digestão.</p>
<p>6. Volte a beber líquido duas horas depois do término da refeição.</p>
<p>7. Cuide do lixo e do ambiente ao seu redor. Evite ser mais um agente de poluição – é do meio ambiente e dos pequenos rios que nasce a água que você bebe.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Qual a importância da hidratação? Marcio Atalla responde" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/dRLLXUWSZAI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/hidratacao-beba-agua-como-os-campeoes-do-jiu-jitsu-e-outros-esportes/">Hidratação: beba água como os campeões</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>6 dicas para ser um professor de Jiu-Jitsu mais eficiente em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 15:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira semana de treinos de Jiu-Jitsu ninguém esquece, para o bem ou para o mal. Trate o novo aluno como sua joia mais preciosa, para que a academia atraia cada vez mais novatos e novatas – o que, com o tempo, vai garantir uma qualidade e variedade de treinos imbatível, e vai ajudar a reter alunos com objetivos variados.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-1024x768.jpg" alt="" width="650" height="488" class="aligncenter size-large wp-image-245691" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>1. Invista na sua formação</p>
<p>Busque conhecimento o tempo todo, para estar pronto para os desafios do futuro. Estude idiomas e viaje para visitar amigos e competir fora do país – você nunca sabe onde poderá encontrar uma oportunidade de ensinar Jiu-Jitsu.</p>
<p>2. Aprenda a trabalhar em equipe</p>
<p>Não adianta você ser o instrutor mais bem preparado da cidade se não estiver bem cercado de pessoas à sua volta. Busque os melhores talentos de cada área para que sua escola funcione bem, invista na diversidade para contar com pontos de vista diferentes. Afinal, pessoas diferentes trazem ideias e soluções diversas para um problema aparentemente indecifrável. Você pode estar no seu ápice, mas se o seu grupo não estiver trabalhando bem, com afinidade e eficiência, sua capacidade individual – de treinar, competir e ensinar – serão limitadas. É preciso pensar coletivamente para realizar seus sonhos individuais.</p>
<p>3. Atenção ao faixa-branca</p>
<p>A primeira semana de treinos de Jiu-Jitsu ninguém esquece, para o bem ou para o mal. Trate o novo aluno como sua joia mais preciosa, para que a academia atraia cada vez mais novatos e novatas – o que, com o tempo, vai garantir uma qualidade e variedade de treinos imbatível, e vai ajudar a reter alunos com objetivos variados.</p>
<p>4. Cuide do seu sono</p>
<p>Dormir bem é um santo remédio, pregam cientistas, médicos e estudiosos do assunto. Quem acumula poucas horas de sono está mais exposto a ansiedade, agressividade baixa imunidade e menor concentração durante as aulas. Troque seu travesseiro, ajuste a claridade e a temperatura de seu quarto de dormir. Isso vai ajudar você nas aulas e na administração de sua academia de Jiu-Jitsu.</p>
<p>5. Estude o passado do esporte</p>
<p>Procure ler livros sobre o início do Jiu-Jitsu no Brasil, como a biografia de grande mestre Carlos Gracie, escrita por Reila Gracie, e ouvir as vivências de mestres da antiga.</p>
<p>6. Dose sua autocrítica</p>
<p>Saber Jiu-Jitsu é saber a hora de respirar, e a hora de agir. Como professor, também é preciso saber se mexer com sabedoria, sem o receio que paralisa. Para a psicóloga Aline Wolff, referência no atendimento de supercampeões como a ginasta olímpica Rebeca Andrade, o autoconhecimento e a autocrítica são fundamentais nesse desempenho. &#8220;A autocrítica, quando na dose certa, traz a insatisfação necessária para o atleta caprichar no treino”, nota a psicóloga. “Mas, quando ela é severa, ela cega o indivíduo. É como se ele estivesse num débito constante. E isso causa muita desregulação emocional, paralisia e frustração”. Respire, ajuste suas rotas constantemente e busque conhecimento em outras escolas para perceber onde você precisa evoluir. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/6-dicas-para-ser-um-professor-de-jiu-jitsu-mais-eficiente-em-2026/">6 dicas para ser um professor de Jiu-Jitsu mais eficiente em 2026</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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