<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Academia | Graciemag</title>
	<atom:link href="https://www.graciemag.com/category/academia-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 20:12:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/cropped-WhatsApp-Image-2023-08-09-at-20.29.31-32x32.jpeg</url>
	<title>Academia | Graciemag</title>
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A lição de humildade, garra e Jiu-Jitsu na visita do rei da Inglaterra ao tatame de Roger Gracie</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-licao-de-humildade-garra-e-jiu-jitsu-na-visita-do-rei-da-inglaterra-ao-tatame-de-roger-gracie/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-licao-de-humildade-garra-e-jiu-jitsu-na-visita-do-rei-da-inglaterra-ao-tatame-de-roger-gracie</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 00:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Bráulio Estima]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[mauricio Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Rei Charles]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Gracie]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=246498</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 1968, a rainha Elizabeth II encontrou Pelé no Maracanã, para um jogo amistoso entre cariocas e paulistas no Rio de Janeiro. Em 2026, mais de meio século depois, foi a vez de Charles III, seu filho, visitar outro grande ídolo do esporte em seu templo. &#160; O rei da Inglaterra adentrou a escola de&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-de-humildade-garra-e-jiu-jitsu-na-visita-do-rei-da-inglaterra-ao-tatame-de-roger-gracie/">A lição de humildade, garra e Jiu-Jitsu na visita do rei da Inglaterra ao tatame de Roger Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246503" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246503" class="wp-image-246503 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-966x1024.jpg" alt="O rei da Inglaterra com a faixa presenteada por Roger Gracie. Foto: Reprodução Instagram" width="650" height="689" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-966x1024.jpg 966w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-283x300.jpg 283w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-768x814.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-142x150.jpg 142w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram.jpg 1125w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246503" class="wp-caption-text">O rei da Inglaterra com a faixa presenteada por Roger Gracie. Foto: Reprodução Instagram</p></div>
<p>Em 1968, a rainha Elizabeth II encontrou Pelé no Maracanã, para um jogo amistoso entre cariocas e paulistas no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 2026, mais de meio século depois, foi a vez de Charles III, seu filho, visitar outro grande ídolo do esporte em seu templo. &nbsp;</p>
<p>O rei da Inglaterra adentrou a escola de Jiu-Jitsu de Roger Gracie no início da tarde de quarta, 24 de junho, no distrito londrino de Hammersmith. Cortês e respeitoso, Charles não descalçou seus limpíssimos sapatos de couro marrom, mas usou capas descartáveis azuis para não pisar nos tatames – tudo combinando muito bem com a gravata, lenço e o terno cinza elegante e bem cortado.</p>
<p>O monarca de 77 anos testemunhou uma aula de defesa pessoal do atual campeão da família, considerado por muitos o maior faixa-preta da era da IBJJF. E ainda sorriu ao ver Roger em sua especialidade – a montada.</p>
<p>Com a visita, o rei procurou demonstrar seu apoio a uma organização beneficente que leva a arte marcial para militares da ativa e veteranos de guerra, a Reorg. A organização foi criada pelo faixa-preta Sam Sheriff, veterano do corpo de fuzileiros navais do país, os Royal Marines.</p>
<p>Charles conversou com alunos de todas as faixas, e ouviu de professores, instrutores e militares que treinam com Roger e seu pai, Maurição, sobre os benefícios físicos, mentais e sociais da arte popularizada no mundo pelos Gracie.</p>
<p>Para coroar a tarde, eram cerca de uma e quinze quando o rei da Inglaterra terminou por conceder a faixa-preta ao novo graduado da academia, Trent Scanlen, instrutor da Reorg. Roger pediu a palavra e surgiu com um presente ao rei – uma reluzente faixa-branca, pela sua presença na academia e sua primeira aula teórica:</p>
<p>– No Jiu-Jitsu, como na carreira militar, toda jornada começa com um primeiro passo. É que essa faixa representa, um presente simples – discursou Roger.</p>
<p>Charles agradeceu com um sorriso aberto e a movimentou como uma espada, sob aplausos calorosos dos presentes. O presente envolveu diversos significados, de parte a parte: humildade do monarca, compreensão de todos sobre esforço, paciência e hierarquia. Uma atitude de pura nobreza, em uma palavra.</p>
<p>O faixa-roxa Tinie Tempah, rapper britânico e compositor, foi um dos célebres alunos que trocou ideias com Charles. Ele reforçou na conversa com o monarca a capacidade do Jiu-Jitsu de resgatar e dar um norte a jovens que perambulam nas ruas da Inglaterra, em contato perigoso com os maus hábitos e a criminalidade.</p>
<div id="attachment_246499" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246499" class="wp-image-246499 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-1024x700.jpeg" alt="" width="650" height="444" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-1024x700.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-300x205.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-768x525.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-1536x1050.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-2048x1400.jpeg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-150x103.jpeg 150w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246499" class="wp-caption-text">Gracie monta em Braulio Estima, sob atenção de Charles III. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Após observar as demonstrações técnicas de Roger, Braulio Estima e o treino de outros astros do Jiu-Jitsu europeu, Charles comentou que as pegadas no kimono o faziam lembrar suas sessões de treino físico e esportivo nos seus tempos na Marinha, entre 1971 e 1976. O rei, que era durão no cabo-de-guerra, pelo visto se daria bem nas raspagens e estrangulamentos.</p>
<p>Na escola do faixa-preta formado por Carlos Gracie Junior, Charles também conheceu alunos que usaram o Jiu-Jitsu para superar desafios físicos, mentais e sociais. Caso de Mark Ormrod, veterano de guerra que perdeu as duas pernas e um braço durante uma explosão no Afeganistão, em 2007, e nos tatames passou a recuperar a autoconfiança e encontrar uma nota rotina, novos desafios e um novo sentido para viver.</p>
<p>“O que o rei pôde ver hoje é como o Jiu-Jitsu se baseia no respeito, na honra e na paciência, e nada mais importa fora disso”, resumiu Ormrod, de 42 anos, hoje um ativo nadador e corredor esportivo. Ele completou:</p>
<p>“É doido pensar em como a arte suave me proporcionou tanta coisa positiva. A oportunidade de me posicionar em combate com outro homem, ou a dádiva de me desafiar de verdade sempre que piso no tatame. Sem falar no presente que é toda essa comunidade que cerca o Jiu-Jitsu. Tive essa sorte de acompanhar o Sam desde o início, e vê-lo fazer sua organização crescer e alcançar milhares de pessoas no mundo, cada uma com sua história de vida, e todas essas pessoas se beneficiaram e viram sua vida melhorar. Graças ao treininho com kimono.”</p>
<p>Confira, a seguir, as cenas da visita do Rei ao campeão soberano do Jiu-Jitsu, Roger Gracie.</p>
<p><iframe title="WATCH: King Charles Attends Jiu Jitsu Class" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Z11TXN1dICU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-de-humildade-garra-e-jiu-jitsu-na-visita-do-rei-da-inglaterra-ao-tatame-de-roger-gracie/">A lição de humildade, garra e Jiu-Jitsu na visita do rei da Inglaterra ao tatame de Roger Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Professor Ivan Rocha on Leadership, Community Impact, and the Growth of BJJ in Tampa, Florida</title>
		<link>https://www.graciemag.com/professor-ivan-rocha-on-leadership-community-impact-and-the-growth-of-bjj-in-tampa-florida/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=professor-ivan-rocha-on-leadership-community-impact-and-the-growth-of-bjj-in-tampa-florida</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 14:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[black belt]]></category>
		<category><![CDATA[children]]></category>
		<category><![CDATA[Citrus Park]]></category>
		<category><![CDATA[Florida]]></category>
		<category><![CDATA[GB Tampa]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=246476</guid>

					<description><![CDATA[<p>Professor Ivan José Rocha Araruna é faixa-preta de Jiu-Jitsu, graduado no ano de 2010. Ele conversou com a reportagem do GRACIEMAG.com sobre o panorama da arte marcial nos EUA, em especial em sua região, na Flórida. Confira os melhores momentos do bate-papo. &#160; GRACIEMAG: Professor Ivan, please tell us about your journey and your role&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-ivan-rocha-on-leadership-community-impact-and-the-growth-of-bjj-in-tampa-florida/">Professor Ivan Rocha on Leadership, Community Impact, and the Growth of BJJ in Tampa, Florida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246481" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Professor-Ivan-Rocha-GB.jpeg" alt="" width="1024" height="777" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Professor-Ivan-Rocha-GB.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Professor-Ivan-Rocha-GB-300x228.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Professor-Ivan-Rocha-GB-768x583.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Professor-Ivan-Rocha-GB-150x114.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Professor Ivan José Rocha Araruna é faixa-preta de Jiu-Jitsu, graduado no ano de 2010. Ele conversou com a reportagem do GRACIEMAG.com sobre o panorama da arte marcial nos EUA, em especial em sua região, na Flórida. Confira os melhores momentos do bate-papo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Professor Ivan, please tell us about your journey and your role at Gracie Barra Citrus Park in Tampa, Florida.</strong></p>
<p><em><strong>IVAN ROCHA:</strong></em> Brazilian Jiu-Jitsu has been my life’s work for over two decades. Throughout this journey, I have dedicated myself not only to technical excellence, but also to using Jiu-Jitsu as a tool to transform lives. At Gracie Barra Citrus Park, I serve as the head instructor and leader of the academy, overseeing athlete development, competition preparation, and the overall growth of our community. My mission has always been to build more than strong competitors — I strive to help develop disciplined, confident, and resilient individuals.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>In a relatively short period of time, GB Citrus Park has shown remarkable growth. What do you believe has driven this success?</strong></p>
<p>Sustainable growth is never accidental. It comes from consistency, trust, and genuine commitment to people. When students join our academy, they quickly understand that they are becoming part of something bigger than just a training facility. We have built an environment based on discipline, respect, technical excellence, and family values. This culture has allowed the academy to grow significantly while maintaining high training standards and strong personal connections with every student.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Your athletes have achieved good results in major competitions across the United States. How do you approach athlete development?</strong></p>
<p>Competition results are a reflection of structured preparation and long-term development. I emphasize technical precision, strategic intelligence, mental resilience, and discipline under pressure. Every athlete develops differently, so my coaching is highly individualized. What makes me proud is not only seeing students on podiums at prestigious tournaments, but witnessing their personal growth — learning discipline, confidence, and perseverance through Jiu-Jitsu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246482" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-Ivan.jpeg" alt="" width="758" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-Ivan.jpeg 758w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-Ivan-222x300.jpeg 222w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-Ivan-111x150.jpeg 111w" sizes="auto, (max-width: 758px) 100vw, 758px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Beyond competition, how has the academy impacted the local community in Tampa?<br />
</strong></p>
<p>The impact goes far beyond medals. Our academy has become a place where children gain confidence, adults improve physical and mental health, and families strengthen their bonds. We have helped students overcome insecurity, anxiety, lack of discipline, and sedentary lifestyles. For many families, Gracie Barra Citrus Park has become a second home. That community impact is one of the most meaningful aspects of my work.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>You have also become known for your work with women and children. Why is this important to you?</strong></p>
<p>Women and children represent one of the most powerful transformations we witness through Jiu-Jitsu. For women, training often develops confidence, self-defense skills, and mental strength. For children, Jiu-Jitsu builds discipline, emotional control, respect, and resilience from an early age. Creating a safe, positive, and empowering environment for them is one of the most important responsibilities I have as an instructor and leader</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>What legacy do you hope to leave through your work in the US?</strong></p>
<p>My greatest goal is to leave a legacy of excellence, integrity, and positive impact. I want to be remembered not only for producing successful athletes, but for helping build stronger people and stronger communities. If, through Brazilian Jiu-Jitsu, I can positively influence lives and inspire future generations, then I know my mission is being fulfilled.</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Follow <a href="https://www.instagram.com/ivanrochabjj/" target="_blank" rel="noopener">professor Ivan, here.</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246483" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-com-Ivan.jpeg" alt="" width="968" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-com-Ivan.jpeg 968w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-com-Ivan-284x300.jpeg 284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-com-Ivan-768x812.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/GB-Tampa-com-Ivan-142x150.jpeg 142w" sizes="auto, (max-width: 968px) 100vw, 968px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-ivan-rocha-on-leadership-community-impact-and-the-growth-of-bjj-in-tampa-florida/">Professor Ivan Rocha on Leadership, Community Impact, and the Growth of BJJ in Tampa, Florida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</title>
		<link>https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lista-as-qualidades-do-bom-instrutor-de-jiu-jitsu-ser-curioso-e-respeitoso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=professor-fabricio-lopes-lista-as-qualidades-do-bom-instrutor-de-jiu-jitsu-ser-curioso-e-respeitoso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[didática]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrício Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=246426</guid>

					<description><![CDATA[<p>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor de Jiu-Jitsu: ser curioso e respeitoso</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lista-as-qualidades-do-bom-instrutor-de-jiu-jitsu-ser-curioso-e-respeitoso/">Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg" alt="" width="650" height="796" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg 836w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-245x300.jpeg 245w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-768x940.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-1255x1536.jpeg 1255w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-123x150.jpeg 123w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1.jpeg 1289w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faixa-preta formado na Gracie Barra, o professor Fabrício Lopes tem se especializado em lapidar instrutores e ajudá-los a ensinar Jiu-Jitsu da maneira mais clara possível. O </span><a href="http://graciemag.com/"><span style="font-weight: 400;">GRACIEMAG.com</span></a><span style="font-weight: 400;"> bateu um papo com o faixa-prea especialista em mentoria, e como ele tem analisado a nova safra de instrutores em tantas academias espalhadas pelo planeta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Os campeonatos atraem cada vez mais lutadores, o esporte se expande e há academias em todas as metrópoles do planeta. E os instrutores, vão conseguir acompanhar essa demanda?&nbsp;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em><strong>FABRÍCIO LOPES:</strong></em> Acredito que o maior desafio é o fato de que ser um bom praticante e ser um bom instrutor são habilidades completamente diferentes. Muitas pessoas se tornam tecnicamente proficientes, mas <a href="https://www.graciemag.com/o-ensino-do-jiu-jitsu-segundo-o-professor-fabricio-lopes/" target="_blank" rel="noopener">ensinar exige comunicação</a>, observação, paciência, liderança e a capacidade de se adaptar a diferentes tipos de alunos. O fato de alguém conseguir executar uma técnica com maestria não significa que consiga explicá-la de uma maneira que outros possam entender e aplicar.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aprender a ensinar é outro campo então?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Há outros desafios. Por exemplo, muitos instrutores mais jovens se desenvolvem em um ambiente onde a informação é abundante. Hoje, qualquer pessoa pode assistir a técnicas online. O desafio está em ajudar os futuros instrutores a organizar essas informações, compreender os princípios fundamentais e transmiti-las de forma eficaz. Ensinar não se trata de mostrar o que você sabe. Trata-se de ajudar os outros a aprender.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Na sua visão, o que tem mudado na formação de instrutores?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há dez anos muitos instrutores se desenvolviam principalmente por meio da observação e da experiência. Você aprendia passando anos no tatame, auxiliando nas aulas e assumindo gradualmente mais responsabilidades. Hoje, o desenvolvimento de instrutores tornou-se mais estruturado. Muitas organizações agora possuem programas formais para instrutores, recursos educacionais e sistemas projetados para ajudar os treinadores a aprimorar suas habilidades de ensino. Ao mesmo tempo, os alunos mudaram. Os alunos de hoje esperam mais explicações, mais estrutura e uma compreensão mais clara de por que as coisas funcionam.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que os professores qualificados precisam ter para não desapontar os alunos e alunas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como instrutores precisamos ser capazes de nos comunicar de forma eficaz com crianças, adultos, competidores, praticantes recreativos e pessoas de diferentes origens. O papel do instrutor hoje é mais amplo do que nunca. O conhecimento técnico continua sendo importante, mas a comunicação e a liderança tornaram-se igualmente relevantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como você identifica um jovem com potencial para se tornar um instrutor completo?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira coisa que observo é a curiosidade. Os futuros instrutores geralmente são aqueles alunos que fazem perguntas, prestam atenção aos detalhes e querem genuinamente entender a arte, em vez de apenas colecionar técnicas. Também busco humildade e consistência. Ensinar é uma responsabilidade de longo prazo. Alguém que é confiável, respeitoso e disposto a continuar aprendendo geralmente tem mais potencial do que alguém que é apenas talentoso.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há outra qualidade importante?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, a empatia. Os melhores instrutores se importam em ajudar os outros a evoluir. Eles gostam de ver o sucesso das outras pessoas. A habilidade técnica pode ser desenvolvida com o tempo. O caráter, a paciência e o desejo de servir ao próximo são, muitas vezes, indicadores mais fortes do potencial futuro de ensino.&nbsp;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-246439 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg" alt="" width="650" height="815" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg 817w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-239x300.jpeg 239w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-768x962.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-120x150.jpeg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o princípio mais importante ao formar instrutores talentosos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao meu ver, é a capacidade de ajudá-los a entender que o ensino gira em torno do aluno e não do instrutor. Muitos instrutores iniciantes concentram-se em demonstrar seu próprio conhecimento. Os excelentes instrutores focam em tornar a informação acessível às pessoas que estão à sua frente. Incentivo os futuros instrutores a desenvolverem a capacidade de observar, ouvir e adaptar-se. Cada aluno aprende de uma maneira diferente. A responsabilidade do instrutor é encontrar a melhor forma de transmitir os mesmos princípios a indivíduos distintos. O objetivo não é criar alunos que dependam do instrutor para sempre. O objetivo é formar pensadores independentes que, com o tempo, sejam capazes de ajudar outras pessoas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual era o erro mais comum ao formar instrutores nas últimas décadas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelo que estudo e pesquiso, creio que havia uma ideia geral de que a excelência técnica gerava, automaticamente, excelência no ensino. Em gerações anteriores, muitos instrutores aprendiam por imitação. Eles copiavam o que seus professores faziam e repetiam os mesmos métodos. Embora isso tenha produzido muitos praticantes excelentes, às vezes deixava lacunas na comunicação e no desenvolvimento do instrutor. Muitas vezes, esperava-se que os alunos simplesmente descobrissem as coisas por conta própria com o passar do tempo. Hoje, entendemos que o ensino, em si, é uma habilidade que deve ser desenvolvida de forma intencional. Os melhores instrutores sabem preservar as tradições, os valores e os padrões técnicos do Jiu-Jitsu Brasileiro, mas também reconhecem a importância da comunicação, da mentoria e do aprendizado estruturado. Na minha opinião, o futuro da arte depende da formação não apenas de melhores atletas, mas também de melhores professores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&gt;&gt; Para saber mais, siga o professor <a href="https://www.instagram.com/flopesjj/" target="_blank" rel="noopener">FABRÍCIO LOPES no Instagram, aqui.</a><br style="font-weight: 400;"><br style="font-weight: 400;"></p></blockquote>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lista-as-qualidades-do-bom-instrutor-de-jiu-jitsu-ser-curioso-e-respeitoso/">Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ivan Rocha, his son Gregor, and the art of not pressuring or comparing children who enjoy competing</title>
		<link>https://www.graciemag.com/bjj-professor-ivan-cabecinha-his-son-gregor-rocha-and-the-art-of-not-pressuring-or-comparing-children-who-enjoy-competing-is-it-the/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=bjj-professor-ivan-cabecinha-his-son-gregor-rocha-and-the-art-of-not-pressuring-or-comparing-children-who-enjoy-competing-is-it-the</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Interviews]]></category>
		<category><![CDATA[Minha história]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Wisdom]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Florida]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Pan Kids 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Tampa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=246413</guid>

					<description><![CDATA[<p>Is it the winning team that makes a gold medalist athlete, or are the young champions the ones who forge a winning team? Black belt and leader of GB in Tampa, Florida, champion Ivan Rocha has reaped the rewards of persistent work and an intelligent training philosophy that seeks to motivate young athletes without harmful&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/bjj-professor-ivan-cabecinha-his-son-gregor-rocha-and-the-art-of-not-pressuring-or-comparing-children-who-enjoy-competing-is-it-the/">Ivan Rocha, his son Gregor, and the art of not pressuring or comparing children who enjoy competing</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246406" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246406" class="size-large wp-image-246406" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1024x682.jpg" alt="" width="650" height="433" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1536x1023.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246406" class="wp-caption-text">Professor Ivan Rocha among Gregor and his wife Camila Almeida. Photo: Personal Files</p></div>
<p>Is it the winning team that makes a gold medalist athlete, or are the young champions the ones who forge a winning team?</p>
<p>Black belt and leader of GB in Tampa, Florida, champion Ivan Rocha has reaped the rewards of persistent work and an intelligent training philosophy that seeks to motivate young athletes without harmful pressure.</p>
<p>In recent months, the professor known as Cabecinha has seen his son and his purple belt wife win Pan-American gold.</p>
<p>His son, young Gregor Rocha, won the Pan Kids. Instructor Camila Almeida became Pan-American champion while still a blue belt.</p>
<p>In a conversation with the GRACIEMAG.com team, the experienced Ivan reflected on the paths and pitfalls that young competitors face, and gave essential lessons on motivation, parental support, and training philosophy. To learn more, follow <a href="https://www.instagram.com/gbtampa.citruspark/" target="_blank" rel="noopener">@GBtampa.citruspark</a> on Instagram.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: What mistakes do parents and teachers often make at the beginning of a young champion&#8217;s journey?</strong></p>
<p><em>IVAN “CABECINHA” ROCHA:</em> When the dream of creating a champion becomes greater than the child&#8217;s development, the consequence can be the loss of the joy of training. This happens for various reasons, but the biggest enemy of young athletes is excessive pressure. It&#8217;s that forcing of the issue that only brings emotional pressure and harms the child and everyone around them.</p>
<p><strong>Are there other mistakes?</strong></p>
<p>Yes, several. Another very common mistake in Jiu-Jitsu and other sports is constantly comparing their child to other athletes. They forget that each child has their own pace of development. Parents have a fundamental role in support, encouragement, and example – it&#8217;s necessary to be aware that champions are built with patience, discipline, and love for what they do, not just with the pursuit of medals and titles. I&#8217;ve seen many talents give up not for lack of skill, but for excessive pressure. The role of parents is not to be a coach, referee, or enforcer. It&#8217;s to be the child&#8217;s safe haven.</p>
<p><strong>In your experience, how can family become a truly safe haven?</strong></p>
<p>When a child knows they will be supported regardless of the outcome, they develop confidence and have a much greater chance of reaching their true potential. I made many mistakes in this process with my son, Gregor. As a father and teacher at the same time, it was often difficult to separate these two roles. At times, the coach&#8217;s demands ended up overshadowing the father&#8217;s perspective.</p>
<p><strong>How did you correct this in yourself?</strong></p>
<p>It&#8217;s all about time and wisdom, that ability to see that things aren&#8217;t working and correct course. I gradually learned that my son needed my support and understanding more than my demands. It was a learning process for me too. Little by little, I&#8217;ve been seeking this balance, understanding that the formation of an athlete is important, but the formation of a happy and confident human being is even more valuable. Finding this balance has been a constant learning process.</p>
<p><strong>What was your attitude when you called him up for tournaments?</strong></p>
<p>Well, I never forced him to compete. The decision to participate in championships was always his, and I always respected his choices. What I told him, since he was little, was that I would really like to see him become a black belt in Jiu-Jitsu one day. And not because of medals or titles, but because I know the transformative impact that Jiu-Jitsu has on people&#8217;s lives. After more than 25 years living this sport, I know that the true value of Jiu-Jitsu goes far beyond competitions. It teaches discipline, respect, perseverance, humility, and confidence. My greatest desire has never been just to create a champion on the mat, but to help shape a man prepared for life&#8217;s challenges.</p>
<p><strong>How did you manage to keep the fun side of the competition?</strong></p>
<p>Balancing fun and results is one of the biggest challenges for any family involved in competitive sports. Gregor is 15 years old now, he trains and competes at a high level, so naturally there are responsibilities, goals, and sacrifices. But I always tried to remember that, before being an athlete, he&#8217;s a teenager. There are times when he needs to give up outings, parties, or being with friends to train or compete. It&#8217;s part of the choice for those seeking great results. At the same time, I believe he needs to live the normal experiences of his age, create memories, have fun, and enjoy his youth.</p>
<p><strong>So it&#8217;s all a matter of communication. Dialogue and eye contact, always. Like anything else in life, actually.</strong></p>
<p>Exactly, the balance happens through dialogue – between father and children, between students and teachers. Not everything can be training and competition, just as not everything can be fun. We try to organize the routine so that he can pursue his goals on the mats without losing his adolescence, you know?</p>
<p><strong>And what do you say to Gregor and other young students so that they understand all this?</strong></p>
<p>I often repeat that results cannot define the happiness of a young athlete. If he wins, great. If he loses, life goes on. Sport needs to be a tool for growth and not a source of harmful pressure. When this balance exists, the athlete can evolve, compete at a high level and, at the same time, enjoy the journey.</p>
<p><strong>Ivan, how do you motivate your son after a potentially bad result?</strong></p>
<p>My first reaction is to remind my son that his worth isn&#8217;t tied to a medal or the outcome of a competition. In sports, winning and losing are part of the growth process. Whenever a championship ends, regardless of the result, our first message to him is: “It&#8217;s okay. Keep your head up. We love you very much. We&#8217;re a team, and winning or losing, we&#8217;ll always be together.” The child needs to feel that the love and support of the family don&#8217;t depend on the result they had that day. I also try to show him how proud I am, but not because of the medals.</p>
<p><strong>What are you most proud of about Gregor today?</strong></p>
<p>My greatest pride is seeing the human being he is becoming. Seeing his character, his discipline, his humility, his courage, and the way he treats people. That&#8217;s worth much more than any title. As a father, that&#8217;s the greatest reward I can receive. Afterwards, we talk about what we learned from that experience. We analyze together what went well and what can be improved. And the message is always the same: let&#8217;s train together, let&#8217;s evolve together, and let&#8217;s prepare for the next opportunity. I always say that the true champion isn&#8217;t the one who never loses. The true champion is the one who never gives up and is always striving to improve, whether in competitions, training, or personal life. That&#8217;s what I try to teach him every day.</p>
<p><strong>And you have your own medals and mementos to help him with that, right?</strong></p>
<p>Exactly. Because, in the end, the medals are kept in a box, but the values that sport teaches last a lifetime. We strive for him to have a champion&#8217;s mindset. If that&#8217;s what he truly wants for his life, then he needs to stay strong, with discipline, focus, and an ever-growing desire to improve.</p>
<p><strong>How do you measure the progress of your students?</strong></p>
<p>It&#8217;s something much broader than just the color of the medal. Winning championships is great, it&#8217;s important, it&#8217;s the goal of any athlete who competes at a high level, and there&#8217;s nothing wrong with wanting to win. But we emphasize that the most important thing is not to forget the incredible human being they are becoming, and will continue to become. Because true progress isn&#8217;t just in the result, but in how they grow as a person. Having a champion&#8217;s mindset means continuing to improve every day, even after victories or defeats. It&#8217;s about learning, adjusting, persisting, and never giving up. That&#8217;s what we try to build in them: a strong mentality on the mat and an even better person outside the gym.</p>
<p><strong>What were your assessments of his performance at the Pan Kids, in the two fights he had?</strong></p>
<p>The Pan Kids is always a special experience because it brings together the best young athletes in the world and demands not only technique but also emotional maturity. In this edition, he had two very solid fights. In the first match, he was winning 8-0 and managed to finish with great control and precision. In the final, he won 5-0, also with a consistent performance from start to finish, maintaining total control of the fight. A detail is that in both fights, he didn&#8217;t concede any points or advantages, which shows the level of dominance and confidence he displayed during the competition. It was incredible; after all, he fought intelligently and strategically, forcing his opponents into his game. He managed to dictate the pace and impose his style, something that has been extensively trained and built over time. More than the victories, what caught my attention was this technical and mental mastery. Overall, it was a productive competition. The result came, but the most important thing was how he competed: with intelligence, control, and maturity. This shows that all the work has been well done and confirms that he is on the right track.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjj-professor-ivan-cabecinha-his-son-gregor-rocha-and-the-art-of-not-pressuring-or-comparing-children-who-enjoy-competing-is-it-the/">Ivan Rocha, his son Gregor, and the art of not pressuring or comparing children who enjoy competing</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-trajetoria-do-professor-cleiber-maia-por-ele-mesmo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-trajetoria-do-professor-cleiber-maia-por-ele-mesmo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Cleiber Maia]]></category>
		<category><![CDATA[despedida]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Judo]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>
		<category><![CDATA[Rilion Gracie]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245869</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cleiber Maia: "Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer."</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/a-trajetoria-do-professor-cleiber-maia-por-ele-mesmo/">A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-217937" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg" alt="" width="1080" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-768x511.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-1024x681.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /> O professor Cleiber Maia (1970–2026), vítima de um câncer no fígado e no pâncreas.</p>
<p>Em maio do ano passado, o faixa-preta e presidente da SJJSAF Cleiber Maia anunciou, de modo leve e inspirador, que estava encarando a pior das batalhas, com todas as armas disponíveis. Ele detectara um câncer no fígado e no pâncreas, mas se mostrava disposto a lutar até o fim.</p>
<p>Era o modo de Cleiber ver o mundo que o cercava, sempre de modo otimista e suave. Nesta terça, 10 de fevereiro de 2026, o ex-lutador e organizador de eventos partiu, aos 56 anos. Seu trabalho e sua missão à frente da <span class="x1lliihq x1plvlek xryxfnj x1n2onr6 xyejjpt x15dsfln x193iq5w xeuugli x1fj9vlw x13faqbe x1vvkbs x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx" dir="auto"><span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs xt0psk2 x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx x126k92a">Sport Jiu-Jitsu South America Federation foram decisivos para o fortalecimento do Para-Jiu-Jitsu esportivo e do profissionalismo da arte suave.<br />
</span></span></p>
<p>Em entrevista ao GRACIEMAG.com em 2021, um entre tantos artigos por aqui, o professor detalhou sua longa trajetória nos tatames, desde os primeiros treinos na Maxi Forma, sob a tutela de Rilion Gracie.</p>
<p>Relembre a saga do generoso Cleiber, por ele mesmo.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como surgiu seu interesse no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>CLEIBER MAIA: Aos 14 anos de idade, eu tinha vontade de fazer alguma luta, então passei a visitar academias para ver se alguma despertava meu interesse. Gostei muito da academia do Rilion Gracie. Comecei a treinar lá em 1984.</p>
<p><strong>Ainda nas coloridas, tinha vontade de competir?</strong></p>
<p>Com 16 anos, já desse tamanho, conquistei a faixa-azul e comecei a pedir para competir. Embora a linha de treinos da academia não focasse em competições, eu competia mesmo assim, me inscrevia sem ninguém ficar sabendo. Chegava depois animado com a medalha na mão&#8230; (risos). Nos campeonatos maiores, nós lutávamos como Clube Gracie, que consistia da Gracie Humaitá, Gracie Barra e Rilion Gracie. Eu nunca fazia seletiva, era sempre posto para lutar no pesadíssimo e absoluto. No meu primeiro campeonato grande, ganhei a primeira luta, mas perdi a semifinal nos pontos para o [Ailson Brittes] Jucão, que por sua vez foi derrotado pelo Sérgio Bolão na final.</p>
<p><strong>Algum confronto marcante nas coloridas?</strong></p>
<p>Na época da azul e da roxa, geralmente chegava às finais contra Amaury Bitetti e Ricardo Libório, lutei uma vez com Wallid Ismail e duas vezes contra o Luis Roberto Duarte, o Bebeo. Fiz um lutão na faixa-azul com Leonardo Castello Branco, mais um adversário que se tornou um amigo que admiro e respeito.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232357" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg" alt="" width="720" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-300x242.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-150x121.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber na Maxi Forma, academia em que Rilion Gracie dava aulas. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar de ser um praticante do Jiu-Jitsu, você não se limitava a uma só arte marcial. Como foi a sua passagem pelo judô?</strong></p>
<p>Desde 1988 lutava no universitário de judô pela PUC, no meio-pesado. O Roberto Traven lutava uma categoria abaixo e o Fabio Gurgel em outra ainda mais leve, mas ambos disputavam pela Gama Filho. Finalizávamos em todas as lutas. Quando ganhei a roxa no judô, ficou mais difícil porque comecei a enfrentar só faixas-pretas. Comecei a perder lutas, até empatei um campeonato de equipe contra a Castello Branco. A equipe da PUC era composta por mim, Beto Leitão e alguns outros atletas bons, mas a equipe da Castello era todo o grupo do Flamengo daquela época. Ainda consegui empatar com o faixa-preta deles, mas o Beto acabou lutando contra o Frederico Flexa, que era bem mais pesado que ele. O Beto só ia nas pernas, o que o fez ser desclassificado por evitar a luta em pé. A gente acabou perdendo essa competição, mas foi uma época muito boa. Depois disso, o Beto começou a dar aula de luta livre na PUC e como eu sempre treinava sem kimono, ele me pediu ajuda nas aulas dele e comecei a chamar todo mundo para treinar sem kimono lá na PUC-Rio.</p>
<p><strong>Chegou a competir na luta livre?</strong></p>
<p>Em 1989, fui campeão carioca absoluto na luta esportiva, no clube Santa Luzia. Na época não tinha faixa, então eu realmente estava bem. O pessoal do Hugo Duarte e do Denilson Maia, que eram da luta livre, não entravam nesses campeonatos, por motivos que desconheço. Quem participava era o grupo do Jeferson (JOP), do Beto e da Budokan. Inclusive, nós tínhamos um bom relacionamento com o pessoal da Budokan e treinávamos lá aos sábados sem kimono. Nessa época eu treinava no [Romero Cavalcanti] Jacaré também, então treinava Jiu-Jitsu e luta livre. Lembrando que em 1989, já tinha um clima ruim entre o Jiu-Jitsu e a luta livre, mas eu não ligava para isso.</p>
<p><strong>Como foi feita a sua transição da luta livre para a olímpica?</strong></p>
<p>Ainda em 1989, o Beto me chamou para treinar luta olímpica, ainda no Clube Santa Luzia. Eventualmente, o tatame de lá foi levado para uma academia de polícia de Niterói e nós passamos a treinar na academia do Carlson Gracie, que tinha um tatame de luta olímpica no andar de baixo. Treinávamos com o Carlson Gracie Junior, Marcelo Portinari e Laerte Barcelos. O Laerte, inclusive, já era faixa-preta, mas eu não sabia porque ele sempre foi discreto.</p>
<p><strong>Com essa equipe pesada de treinos, por que o atleta Cleiber Maia não seguiu para uma competição olímpica?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que comecei a treinar, contratei um preparador físico para tentar ir para os Jogos Olímpicos. Fui campeão brasileiro júnior de luta olímpica e vice-campeão sênior em Goiânia. Perdi o sênior, que hoje em dia seria categoria adulta, para um faixa-preta de São Paulo bem mais experiente. O problema é que esse cara não tinha intenção de fazer parte da equipe olímpica, então foi feita uma seletiva para ver quem faria parte desse time que iria disputar ao redor do mundo para se qualificar para os Jogos Olímpicos. Poucos dias antes dessa seletiva, tive uma contratura na cervical e pedi uma semana a mais para poder me recuperar, mas o presidente da federação negou o pedido e acabei ficando de fora. Depois disso, resolvi voltar meu foco para o Jiu-Jitsu.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232359" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg" alt="" width="720" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-300x211.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto ao professor e amigo Aloísio Silva. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Eventualmente você passou a treinar e ensinar junto ao Aloísio Silva. O que motivou esta mudança?</strong></p>
<p>Conheci o Aloísio Silva quando ingressei na academia do Rilion, aos 14 anos. Ele era faixa-azul, tinha 30 anos e trabalhava como executivo. Ele tinha uma casa de veraneio em Petrópolis, perto de onde minha família tinha um sítio, então eu ia de mobilete para treinar na casa dele, que tinha um tatame. Como eu era meio gordinho, ele me indicou um nutricionista para emagrecer e ficar bem. Em competição, ele ia mais vezes do que o Rilion para me assistir lutando, então criou uma relação meio paterna. Mesmo depois de ingressar na academia do [Romero] Jacaré, essa amizade continuou e um ano depois ele resolveu deixar de ser executivo para virar professor de Jiu-Jitsu. Ele conseguiu entrar na academia Mazza, em Laranjeiras, e me chamou para dar aula com ele, sendo que eu ainda estava na faixa-marrom.</p>
<p><strong>Como foi essa transição?</strong></p>
<p>Conversei com o Romero Jacaré, meu professor na época, que sabia da minha amizade com o Aloísio. Expliquei que ele passaria a lecionar, que precisaria da minha ajuda, principalmente com as crianças por causa da minha experiência como monitor do Leão Teixeira na Barra Gracie em 1988 e o Jacaré compreendeu. Na Mazza, nós dividíamos o espaço com as equipes do Hugo Duarte e do Denilson Maia, mas foi um sucesso. Conseguimos muitos alunos, inclusive um casca-grossa da luta livre que treinava Jiu-Jitsu escondido para não ter problemas no esporte dele. Um dia, chegou o Denilson Maia de kimono e sentou na beira do tatame para assistir a aula infantil. Conversamos no fim da aula, ele me contou que era faixa-preta, então chamei para treinar comigo. Quando fiz o convite, a academia toda parou. Os gerentes da academia, as pessoas que estavam na musculação e na ginástica pararam tudo para assistir ao treino, como se fosse um desafio.</p>
<p><strong>E qual foi o desfecho do treino que interrompeu as operações na academia Mazza?</strong></p>
<p>Treino não se comenta, mas depois daquele dia, ele nunca mais voltou (risos). Não vou dizer o que aconteceu, mas ele nunca mais voltou para me desafiar. Eu estava muito bem naquela época, com ou sem kimono. Só direi que depois desse encontro, acabaram os burburinhos e as conversas fiadas entre os dois grupos na Mazza, resolvemos o problema no tatame.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232363" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg" alt="" width="602" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg 602w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-300x253.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-150x126.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 602px) 100vw, 602px" /> Cleiber na pesagem para participar da Copa Nastra, em 1990. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar da sua carreira no Jiu-Jitsu, você se viu afastado dos tatames por conta de uma lesão. Como se deu esse problema?</strong></p>
<p>Teve um campeonato em 1990, a Copa Nastra, que o pessoal da luta livre chegou para desafiar o pessoal de Jiu-Jitsu. Lutei no absoluto e na categoria, mas lutei primeiro no absoluto. Ganhei do Bebeo na semifinal e ia lutar com o Fernando Gurgel, que tinha vencido o Wallid, na final. No fim da luta com o Bebeo, não conseguia ficar em pé e descobri que tinha rompido o menisco. Estava com o corpo quente, então não sentia nada. Não pude lutar a final, fiquei seis meses sem poder treinar e, como fiz faculdade de administração de empresa, acabei me voltando para os empreendimentos da família. Nesse meio tempo, o Aloísio saiu de Laranjeiras, alugou um espaço em Copacabana e montou a Dojo. Eu até visitava a academia, afinal os alunos me admiravam, mas não acompanhei ele na época. Mesmo assim, até hoje o tenho como mestre.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232355" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg" alt="" width="720" height="476" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber e sua turma na Dojo em 1999. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Em 1999, você conquistou a faixa-preta no Jiu-Jitsu. Como foi o processo de ser graduado oficialmente a professor?</strong></p>
<p>Não tinha intenção de dar aulas porque trabalhava como empresário, então fazia pouca diferença para mim. O Aloísio me falou que haveria um curso de formação de faixas-pretas e que ele queria me graduar logo, afinal já faziam quase nove anos que estava com a marrom. Fiz o curso, ele me deu a preta naquele mesmo ano, mas nessa época eu só frequentava academia de judô, puxando aula de chão. Recebia muita visita do pessoal do Jiu-Jitsu, então eles me viam há muitos anos com a preta porque era a graduação que eu tinha no judô.</p>
<p><strong>Já com a preta, como ficou a sua relação com o Jiu-Jitsu? Voltou a competir?</strong></p>
<p>O Aloísio foi para os Estados Unidos com a família e fiquei aqui no Brasil. Como não tinha mais a academia dele para visitar, resolvi entrar na academia do Royler, já que era perto da minha casa e era clube Gracie. Em 2004, teve um campeonato internacional da IBJJF que o Royler queria que eu participasse. Estava muito fora de forma, sobrepeso na verdade, mas treinava muito bem na academia. Pela minha experiência, jogava muito bem em pé e no chão, mesmo com problemas de peso, joelho e coluna. O Royler insistia dizendo que eu seria campeão mas eu achava que ia morrer no tatame, porque na época tinha morrido um jogador de futebol do São Caetano em campo e eu estava com a pressão alta e fora de forma. Para me convencer, o Royler disse que seria apenas uma luta e concordei. Quando cheguei no evento, tinha uma galera para encarar.</p>
<p><strong>Como foi o seu desempenho na competição?</strong></p>
<p>Ganhei a primeira luta e encarei um casca-grossa de Manaus na semifinal. O cara tentou me quedar com um tomoe nage mas acabou me dando um pisão na barriga, quase botei as tripas para fora (risos). Ele acabou ganhando e fiquei em terceiro lugar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232361" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg" alt="" width="720" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-300x213.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber alguns meses antes de fazer a cirurgia bariátrica. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Você encarou um quadro sério de obesidade durante sua trajetória. Como lidou com esse problema? </strong></p>
<p>Meu problema com peso chegou ao seu ápice em 2007, quando bati 145kg. Por conta do meu distúrbio alimentar, resolvi fazer uma cirurgia bariátrica e perdi 50Kg em seis meses. Depois de me recuperar, consegui ganhar massa muscular e voltei a ensinar Jiu-Jitsu no ano seguinte, pois meu objetivo era deixar um legado como educador e também no âmbito administrativo do esporte.</p>
<p><strong>Qual é a chave para ser um bom professor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Quando comecei, ainda tinha saúde para treinar, então treinava muito e ainda dava aula, já que sempre gostei de desenvolvimento didático. Sempre convidava muita gente para treinar comigo e às vezes até visitava outras academias. Aprimorei muito a minha técnica dando aulas e passei a ter mais segurança no meu jogo nos campeonatos. Apesar de também ensinar o básico, sempre compartilhei as estratégias em que eu era especialista, desde a primeira pegada até a finalização. É por isso que sempre fui reconhecido como um bom professor, porque ensinava o que fazia no tatame.</p>
<p>Obviamente, é necessário entender e ensinar bem o básico, mas é preciso perceber a potencialidade de cada aluno para conduzi-lo nos 3 objetivos pedagógicos, o de participação (social), de rendimento (melhora da performance) e no terapêutico (melhora da qualidade de vida).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg" alt="" width="720" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto a sua filha e uma de suas turmas infantis. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Como evitar que seu aluno se mantenha na zona de conforto e fique com o jogo batido no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>De tempos em tempos, quando percebia que o atleta ficava muito confortável na estratégia dele, eu desconstruía junto com ele. Inspirava ele a abrir mão do que ele era especialista para tentar algo novo e modificar o jogo, abrir a mente e ampliar a perspectiva competitiva. Esse mecanismo de construção e desconstrução é engrandecedor dentro e fora dos tatames. Sem ele perceber, ele passa a ter mais segurança e a ver as crises como um sinal de que ele precisa mudar o jogo. Como ele já mudou várias vezes durante o treino, não vai ser muito difícil porque ele está preparado para lidar com situações que geram a necessidade de investir em novas abordagens. É desconfortável, alguns alunos reclamam e reagem porque a mudança incomoda mas, como mestres, nossa função é fazer com que eles se acostumem com mudanças.</p>
<p><strong>Qual é o aspecto da vida de atleta que te influenciou na vida profissional?</strong></p>
<p>Nunca fui um atleta disciplinado, sempre fui um lutador, um cara que gostava de lutar. Por causa disso, carrego tantas lesões hoje em dia e tenho essa luta contra o meu peso. Isso é algo importante para ser observado em mim e em qualquer atleta, essa disciplina. Isso depois você transmite para outras partes da sua vida. Sou um profissional disciplinado, mas se fosse um atleta mais disciplinado, talvez hoje seria um profissional ainda melhor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232368" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg" alt="" width="720" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Turma adulta de Cleiber Maia. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a SJJIF?</strong></p>
<p>Soube que o João Silva, filho do Aloísio, tinha fundado uma federação nos Estados Unidos em 2005. Em 2013, ele me convidou para fundar a Federação Internacional juntamente com as federações da América do Norte, Ásia, Europa e a da América do Sul, a qual eu seria o presidente. Eu havia me preparado para esse trabalho a vida toda, mas queria ver como funcionaria, porque já existiam outras por aqui, então precisaria ter um diferencial. Quando ele me questionou sobre esse diferencial, eu disse que é preciso investir no Jiu-Jitsu para pessoas com deficiência e no atendimento a projetos sociais, que é uma realidade no Brasil.</p>
<p><strong>E quais foram as suas impressões?</strong></p>
<p>Fui aos Estados Unidos para entender o sistema utilizado e como eram aplicadas as regras. Fiquei encantado com a seriedade, organização e profissionalismo do João. Queria trazer esse modelo para cá e chamei o Raphael Abi-Rihan para fazer a gestão dos nossos campeonatos, tendo em vista que ele possuía experiência nessa área. Fizemos nosso primeiro campeonato no CEFAN e foi um sucesso. Investimos forte na comunicação visual, o ginásio tinha ar condicionado, tatame olímpico, foi muito bom. O próprio João veio dos Estados Unidos para fazer a verificação técnica e nos ajudar a utilizar o sistema americano. Assim começou a SJJSAF e hoje são 50 federações em todos os seis continentes. Nós sempre fomos uma boa referência em inclusão no Jiu-Jitsu e no tratamento de forma igualitária de todos os atletas, independente de diferenças sociais, financeiras ou até mesmo de idade. Nós sempre tivemos foco na nossa política de atendimento.</p>
<p><strong>Você mencionou que se sentia muito preparado para um cargo administrativo no Jiu-Jitsu. Qual foi a base dessa confiança?</strong></p>
<p>Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232370" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> à frente da SJJSAF, Cleiber incentiva a inclusão no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-trajetoria-do-professor-cleiber-maia-por-ele-mesmo/">A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?</title>
		<link>https://www.graciemag.com/que-tal-treinar-defesa-pessoal-como-um-gracie-em-2026/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=que-tal-treinar-defesa-pessoal-como-um-gracie-em-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 15:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[autoconfiança]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Helio Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Relson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245759</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desde a década de 1930, os filhos de Gastão Gracie desenvolveram um sistema de ensino para encher qualquer magrinho de confiança.</p>
<p>Confira a defesa pessoal ao longo da história do Jiu-Jitsu e se inspire para treinar em pé e no chão em 2026. Oss!</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/que-tal-treinar-defesa-pessoal-como-um-gracie-em-2026/">Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a década de 1930, os filhos de Gastão Gracie desenvolveram um sistema de ensino para encher qualquer magrinho de confiança.</p>
<p>Confira a defesa pessoal ao longo da história do Jiu-Jitsu e se inspire para treinar em pé e no chão em 2026. Oss!</p>
<p><strong>As técnicas de defesa do Jiu-Jitsu </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Programa 36 aulas academia Gracie Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Qfry-uNmxAQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Aulão com mestre Relson Gracie</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="RELSON GRACIE - SELF DEFENSE PROGRAM (EM BREVE)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/TnkqGwsawnc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/que-tal-treinar-defesa-pessoal-como-um-gracie-em-2026/">Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A cada treino de Jiu-Jitsu, um objetivo diferente</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-cada-treino-de-jiu-jitsu-um-objetivo-diferente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-cada-treino-de-jiu-jitsu-um-objetivo-diferente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 03:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Dias]]></category>
		<category><![CDATA[objetivo]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245596</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; [ Por Professor Luiz Dias ] &#160; Treino bom é treino feito. Mas treinar com um objetivo definido é um treino ainda mais produtivo, potencializando mais ainda o seu Jiu-Jitsu. A cada treino você pode criar um objetivo definido, que sempre resultará num ótimo resultado de aprimoramento para os lutadores. É muito comum nos&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/a-cada-treino-de-jiu-jitsu-um-objetivo-diferente/">A cada treino de Jiu-Jitsu, um objetivo diferente</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245597" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245597" class="size-large wp-image-245597" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Luiz-Dias-1-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Luiz-Dias-1-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Luiz-Dias-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Luiz-Dias-1-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Luiz-Dias-1-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Luiz-Dias-1.jpg 1455w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245597" class="wp-caption-text">Treino na academia GAS Jiu-Jitsu de Luiz Dias. Foto: Ilan Pellenberg / GRACIEMAG</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>[ Por Professor Luiz Dias ]</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Treino bom é treino feito. Mas treinar com um objetivo definido é um treino ainda mais produtivo, potencializando mais ainda o seu Jiu-Jitsu.</p>
<p>A cada treino você pode criar um objetivo definido, que sempre resultará num ótimo resultado de aprimoramento para os lutadores.</p>
<p>É muito comum nos treinos alguns lutadores serem mais solicitados para treinar, outros evitados, muitas vezes motivados por uma graduação na cintura. Nessas ocasiões, lutadores mais graduados suspeitam que certos companheiros de treinos não estão no mesmo nível, e o desafio pode não render.</p>
<p>Todo lutador apresenta seus pontos fortes e fracos, golpes que executam naturalmente e golpes que nem pensam em utilizar ou nem mesmo experimentar. Com essa mentalidade, deixam de aumentar seu arsenal de posições para futuros combates. O foco sempre é finalizar, o que de fato é mais divertido, então não arriscam posições novas.</p>
<p>Por isso sempre proponho aos meus alunos que em sua avaliação pessoal, que ajuste sempre o foco a cada treino. O bom treino não é buscar apenas a finalização. O ideal é que o objetivo seja o ajuste de uma nova posição de raspagem ou finalização.</p>
<p>Caso você ache que o seu oponente é mais fraco tecnicamente ou na questão de força ou em ambos os casos, trabalhe nele golpes que você normalmente nem pensa em executar por não ter ainda<br />
ele bem encaixado em sua rotina. Pense na posição que mais lhe dá trabalho para sair e deixe-o chegar até ela, sendo então o ponto inicial do seu treino.</p>
<p>Com isso, você melhora sua rotina e diminui seus pontos vulneráveis. Para os lutadores iniciantes sempre será um treinão.</p>
<p>Rapidamente o lutador percebe que ajustando o foco de acordo com o seu oponente, todo treino se torna produtivo.</p>
<p>Caso fosse uma luta dura, onde as pegadas são disputadas, ninguém iria arriscar um golpe que não sentisse confiança. E como adquirir confiança num golpe se esse golpe não é treinado em momento nenhum? Entra aí o exercício de ajustar cada treino, para um determinado objetivo.</p>
<p>Para o lutador menos técnico ou mais fraco também tem o seu retorno, de ser exigido cada vez mais e tendo assim uma melhora em seu desempenho. Se todos os lutadores – competidores ou não – pensarem dessa forma, em pouco tempo todos os treinos serão perfeitos para treinar determinadas situações aprimoramento de golpes, raspagens ou arriscar movimentos que você imagina que pode dar certo, mais jamais experimentaria numa luta.</p>
<p>Bons treinos, e bons objetivos.</p>
<p>Para aprender mais com <a href="https://www.instagram.com/luizdiasbjj/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Luiz Dias, visite aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-cada-treino-de-jiu-jitsu-um-objetivo-diferente/">A cada treino de Jiu-Jitsu, um objetivo diferente</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>US Open Turns 30, and Claudio França Shares His Hopes for the Future of Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/us-open-turns-30-and-claudio-franca-shares-his-hopes-for-the-future-of-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=us-open-turns-30-and-claudio-franca-shares-his-hopes-for-the-future-of-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2025 07:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[California]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Franca]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[US Open]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245305</guid>

					<description><![CDATA[<p>On the weekend of November 15th and 16th, William Overfelt High School in San Jose, California, prepares to welcome a diverse group of dedicated masters and students. The American school will host the US Open, which began in 1995 and this year marks its 30th edition. Brazilian Jiu-Jitsu coral belt and founder of the event,&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/us-open-turns-30-and-claudio-franca-shares-his-hopes-for-the-future-of-jiu-jitsu/">US Open Turns 30, and Claudio França Shares His Hopes for the Future of Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245302" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-1024x847.jpg" alt="" width="650" height="538" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-1024x847.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-300x248.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-768x636.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-150x124.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>On the weekend of November 15th and 16th, William Overfelt High School in San Jose, California, prepares to welcome a diverse group of dedicated masters and students. The American school will host the US Open, which began in 1995 and this year marks its 30th edition.</p>
<p>Brazilian Jiu-Jitsu coral belt and founder of the event, Claudio França, spoke with GRACIEMAG about the tournament&#8217;s results so far and what he hopes for the future of the sport.</p>
<p>US Open 30 expects between 1,500 and 2,000 competitors across all divisions, both gi and no-gi.</p>
<p>Check out all the tournament details at: <a href="https://bjjtour.com/tournaments/u-s-open/" target="_blank" rel="noopener">https://bjjtour.com/tournaments/u-s-open/</a></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> When an event turns 30, it&#8217;s the perfect time to celebrate and also to take stock of all its achievements. On this anniversary, what wish do you have for the US Open? What remains to be achieved?</strong></p>
<p><em><strong>CLAUDIO FRANÇA:</strong></em> I wish for a little more visibility outside of Jiu-Jitsu circles, so that the tournament could provide even more returns for everyone who participates, from athletes to sponsors. Martial arts-focused media contribute, but the coverage for championships and Jiu-Jitsu stars on major conventional channels is still scarce, almost non-existent. The struggle in the coming decades will be to see our Jiu-Jitsu competitions live on channels like ESPN, Fox Sports, and other major broadcasters. This would be a decisive step toward attracting strong partnerships and sponsors, and being able to distribute well-deserved and substantial prizes to black belt competitors.</p>
<p><strong>In 1995, you organized the first championship in California, in Santa Cruz, and it must have been difficult. What else seems to have changed in the championship environment since then?</strong></p>
<p>When I organized the first US Open, I had been in the US for less than two years. Setting up Jiu-Jitsu mats was already difficult, let alone negotiating partnerships and purchasing basic equipment for a championship. What I remember today is how coaches and team leaders were much more nervous around referees.</p>
<p><strong>How did the US Open help strengthen Jiu-Jitsu in Northern California and the country in general?</strong></p>
<p>I believe the key role of the first editions of the US Open was to show students and the community the essential differences between sport Jiu-Jitsu and MMA, a sport that was becoming very popular in the United States with the UFC. Young people realized they could train Jiu-Jitsu for a thousand reasons, not just to step into the Octagon and fight bare-knuckle. And so, prejudices began to fall away, and the lives of many families were touched. It was a time when championships were only held in Brazil, and from the beginning, we were able to attract fighters from many countries and help strengthen and promote our martial art in the United States. So, we played a very strong educational role.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rhalan Gracie vs Clement Shields US OPEN BJJ 2013" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/qSYxM89vlvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>When you decided to organize your first tournaments in Rio, championships were extremely rare. A losing fighter had to wait a year for a rematch. Today, there are events every weekend, in dozens of cities around the world. Is there any downside to having so many competitions?</strong></p>
<p>The sport gains popularity with each championship; that&#8217;s a huge benefit. The downside is when the championship doesn&#8217;t take care of the refereeing or the safety of the athletes, and this can give the wrong impression to the participants. What I also don&#8217;t like is when each event feels entitled to change the rules and points of Jiu-Jitsu. The sport has well-known rules. You must follow the regulations governed and consolidated by our International Federation. This confuses the minds of athletes and fans, and hinders the growth of the sport in mainstream media. Imagine if in tennis, each tournament had different scoring? It would be confusing. This is very detrimental to the future of the sport.</p>
<p><strong>Do you still enjoy traveling to other championships to see how they&#8217;re organized?</strong></p>
<p>Today I&#8217;m a coral belt, but since my youth, I&#8217;ve always fought and competed in many championships. That&#8217;s always been my greatest pleasure. Later, I began to enjoy taking my students and promoting Jiu-Jitsu in Brazil, the US, or wherever. That&#8217;s what brought me here. It&#8217;s always a pleasure to support and learn from other organizers.</p>
<p><strong>Your events have hosted fights by several American stars, emerging young talents like Kron Gracie and even businessman Mark Zuckerberg. Have you ever learned a technique in a fight at the US Open?</strong></p>
<p>When we wear the organizer&#8217;s hat, it&#8217;s rare to pay full attention to the fights, to the point of noticing the technical details. But I&#8217;ve always, always learned a lot right there in the best spot in the arena, right there in the center of the fighting areas, or as an instructor on the edge of the mats. Weeks after my events, I end up analyzing the game and style of the greats.</p>
<p><strong>What was Claudio França like as a student, small and young, there on the mats of the great master Francisco Mansor?</strong></p>
<p>I started having fun, learning from an early age with other children, in Master Mansor&#8217;s little groups. When I became an athlete and teacher, I began to absorb a lot from the master, who is that great storyteller, a living page of Jiu-Jitsu. When he opened Kioto BJJ in New York, I made a point of going there to hear those delightful stories. We&#8217;d go out to dinner, and I learned a lot, about his past as a police officer and the classes he took with the great master Helio Gracie. Another lesser-known side of him is his religious side. He always helped me find that kind of peace as well. Today he lives in São Paulo; the affection and love remain the same, but I miss him deeply.</p>
<div id="attachment_244076" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244076" class="wp-image-244076 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1024x909.jpg" alt="" width="650" height="577" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1024x909.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-300x266.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-768x682.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1536x1364.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-2048x1819.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-150x133.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244076" class="wp-caption-text">Old times: Claudio leading championships in Rio de Janeiro. Photos: GRACIEMAG</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/us-open-turns-30-and-claudio-franca-shares-his-hopes-for-the-future-of-jiu-jitsu/">US Open Turns 30, and Claudio França Shares His Hopes for the Future of Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que o Jiu-Jitsu é perfeito para pais e filhas, por Ricardo Zanelato</title>
		<link>https://www.graciemag.com/por-que-o-jiu-jitsu-e-perfeito-para-pais-e-filhas-por-ricardo-zanelato/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-o-jiu-jitsu-e-perfeito-para-pais-e-filhas-por-ricardo-zanelato</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Lotus Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Torres]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=232252</guid>

					<description><![CDATA[<p>[&#160; Por: Ricardo Zanelato * ] Um episódio curioso aconteceu comigo enquanto eu ensinava Jiu-Jitsu nos Estados Unidos, em 2008, e me fez ver com mais clareza os benefícios de atrairmos os pais para treinarem juntos com seus filhos ou filhas. Eu estava dando aulas na Lotus Jiu-Jitsu no Arizona, nos EUA, durante o horário&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/por-que-o-jiu-jitsu-e-perfeito-para-pais-e-filhas-por-ricardo-zanelato/">Por que o Jiu-Jitsu é perfeito para pais e filhas, por Ricardo Zanelato</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232255 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2.jpg" alt="" width="969" height="968" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2.jpg 969w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-768x767.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>
<p><em><strong>[&nbsp; Por: Ricardo Zanelato * ]</strong></em></p>
<p>Um episódio curioso aconteceu comigo enquanto eu ensinava Jiu-Jitsu nos Estados Unidos, em 2008, e me fez ver com mais clareza os benefícios de atrairmos os pais para treinarem juntos com seus filhos ou filhas.</p>
<p>Eu estava dando aulas na Lotus Jiu-Jitsu no Arizona, nos EUA, durante o horário infantil. A turma era muito boa, tanto que naquele ano venceríamos um dos campeonatos organizados pelo professor Gustavo Dantas. Havia dois irmãos que lutavam muito bem, de 8 e 6 anos, e que normalmente eram dominantes em seus combates. Pois lá estava eu, durante a aula, e por acaso os dois garotos estavam por baixo, em seus respectivos treinos, tomando um calor no cem-quilos. Apesar do sufoco por baixo, estavam procurando repor a guarda como sabiam fazer.</p>
<p>Do nada, sem que eu esperasse, olho para o lado e está o pai das ferinhas, de dedo em riste e disparando um arsenal de xingamentos para mim, com os mais cabeludos palavrões. O pai, desarvorado, estava me culpando por ver seus dois garotos levando a pior naquele momento da luta.</p>
<p>Com serenidade, logo percebi que tinha alguma coisa errada com aquela reação. Eu entendi na hora que, naquele ano de crise de 2008, o homem só podia estar passando por problemas financeiros, e não conseguiu conter a explosão, mesmo diante de outros pais, mesmo diante dos filhos, e diante de um faixa-preta de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Aquela profusão de sentimentos raivosos me fez, na hora, encerrar a classe que já estava pelo fim, e conversei com o proprietário da escola para que ficasse ciente. Uma semana depois do ocorrido, o pai reapareceu e pediu desculpas, explicando-se. De fato, estava passando por problemas no emprego, sob o temor de ser despedido.</p>
<p>Aceitei as desculpas e contra-ataquei com a sugestão de que ele viesse treinar também. Ou, se não tivesse tempo, que participasse de algumas aulas experimentais para compreender o que era estar por baixo no Jiu-Jitsu, e outros cenários da luta.</p>
<p>E assim foi feito, ele fez uma aula inicial comigo mesmo, gostou muito e seguiu adiante, lembro de sua alegria ao conquistar a faixa-azul por lá. Sua participação na academia aumentou muito, também, o entusiasmo dos filhos.</p>
<p>Os benefícios da arte suave para garotos e garotas são conhecidos amplamente pelos leitores do GRACIEMAG.com, claro. Mas eu não me canso de me surpreender com os dias de alegria que tenho com a minha filha, Yasmin, nos tatames <a href="https://www.instagram.com/lotusjiujitsutorres/" target="_blank" rel="noopener">da nossa escola, em Torres</a>, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Desde que ela começou a gostar mesmo de vestir o kimono, sou um pai mais relaxado. Eu sei que agora ela possui um trunfo que anda sempre junto com ela, seja onde ela estiver –&nbsp;a autodefesa e a segurança para lidar com múltiplos problemas. Yasmin é tão dedicada e grata ao Jiu-Jitsu que passou também a fazer parte das aulas de MMA.</p>
<p>Hoje, pai e filha temos não apenas um assunto a mais para conversar e debater, como viajamos juntos para os campeonatos, traçamos estratégias e passamos as noites vendo e analisando o UFC. Já cheguei a me preparar e competir só por causa dela, e ela também viaja para alguns eventos com o objetivo principal de me apoiar.</p>
<p>Se os seus filhos treinam, tente participar também, nem que seja em aulas especiais com pais e filhos, de três em três meses, ou uma por semestre. Um aulão em família aos sábados é sempre um evento especial em toda academia. É uma maneira eficiente, também, para a escola atrair mais alunos entre os pais, pois todos sabemos como é complexo atrair a pessoa para a primeira aula –&nbsp;e que, depois, é só alegria e diversão.</p>
<p>Pergunto, por fim, a Yasmin o que ela mais curte ao treinar com o pai. Ela conclui: “A nossa parceria é o mais legal. Sem falar nos momentos mágicos nos tatames e nas risadas, claro!”</p>
<p>E você, também treina Jiu-Jitsu em família? Oss…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Ricardo Zanelato é professor de Jiu-Jitsu e ensina na Lotus Club em Torres, Rio Grande do Sul. Artigo do baú de GRACIEMAG.<br />
</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232259 alignnone" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato.jpg" alt="" width="969" height="968" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato.jpg 969w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-768x767.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/por-que-o-jiu-jitsu-e-perfeito-para-pais-e-filhas-por-ricardo-zanelato/">Por que o Jiu-Jitsu é perfeito para pais e filhas, por Ricardo Zanelato</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confira as 10 melhores academias de Jiu-Jitsu, segundo o ranking esportivo da IBJJF</title>
		<link>https://www.graciemag.com/confira-as-10-melhores-academias-de-jiu-jitsu-segundo-o-ranking-esportivo-da-ibjjf/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=confira-as-10-melhores-academias-de-jiu-jitsu-segundo-o-ranking-esportivo-da-ibjjf</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 02:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Long Beach]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial 2025]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=244910</guid>

					<description><![CDATA[<p>A temporada do Jiu-Jitsu desportivo costuma ter seu desfecho no fim de maio, com a festa do Mundial da IBJJF. No grandioso evento da Pirâmide de Long Beach, em sua 29ª edição, a Federação Internacional divulgou as dez academias mais bem ranqueadas no esporte, na temporada 2024/2025. Os representantes das diferentes escuderias receberam troféus pela&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/confira-as-10-melhores-academias-de-jiu-jitsu-segundo-o-ranking-esportivo-da-ibjjf/">Confira as 10 melhores academias de Jiu-Jitsu, segundo o ranking esportivo da IBJJF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/All-IBJJF-Medals-shot-2-1024x576.jpg" alt="" width="650" height="366" class="aligncenter size-large wp-image-229605" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/All-IBJJF-Medals-shot-2-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/All-IBJJF-Medals-shot-2-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/All-IBJJF-Medals-shot-2-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/All-IBJJF-Medals-shot-2-1536x864.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/All-IBJJF-Medals-shot-2-2048x1153.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/All-IBJJF-Medals-shot-2-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>A temporada do Jiu-Jitsu desportivo costuma ter seu desfecho no fim de maio, com a festa do Mundial da IBJJF. </p>
<p>No grandioso evento da Pirâmide de Long Beach, em sua 29ª edição, a Federação Internacional divulgou as dez academias mais bem ranqueadas no esporte, na temporada 2024/2025.</p>
<p>Os representantes das diferentes escuderias receberam troféus pela conquista. </p>
<p>Confira!</p>
<p>1. Gracie Barra</p>
<p>2. CheckMat</p>
<p>3. Alliance</p>
<p>4. GFTeam</p>
<p>5. AOJ</p>
<p>6. Fratres BJJ</p>
<p>7. Atos Jiu-Jitsu</p>
<p>8. DreamArt</p>
<p>9. Nova União</p>
<p>10. Carlson Gracie Team</p>
<p>Para mais detalhes, visite <a href="https://ibjjf.com/news/top-10-academy-rankings-for-the-2024-2025-season" rel="noopener" target="_blank">IBJJF.org.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/confira-as-10-melhores-academias-de-jiu-jitsu-segundo-o-ranking-esportivo-da-ibjjf/">Confira as 10 melhores academias de Jiu-Jitsu, segundo o ranking esportivo da IBJJF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os 5 erros que você não pode cometer antes de um grande campeonato</title>
		<link>https://www.graciemag.com/os-5-erros-que-voce-nao-pode-cometer-antes-de-um-grande-campeonato-de-jiu-jitsu-por-rafael-dallinha/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=os-5-erros-que-voce-nao-pode-cometer-antes-de-um-grande-campeonato-de-jiu-jitsu-por-rafael-dallinha</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 15:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=244859</guid>

					<description><![CDATA[<p>Onde os competidores erram antes de um grande evento de Jiu-Jitsu? Passamos a questão ao campeão Rafael Dallinha, professor na Califórnia, e ele fez uma lista para você não errar mais – seja você um atleta da elite ou um iniciante em torneios e disputas esportivas. Oss! 1. Cortar peso de forma irresponsável “Muitos atletas&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/os-5-erros-que-voce-nao-pode-cometer-antes-de-um-grande-campeonato-de-jiu-jitsu-por-rafael-dallinha/">Os 5 erros que você não pode cometer antes de um grande campeonato</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233718" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233718" class="size-large wp-image-233718" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-1024x696.jpg" alt="" width="650" height="442" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-1024x696.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-300x204.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-768x522.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-150x102.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-233718" class="wp-caption-text">O professor Rafael Dallinha, em La Jolla, San Diego. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Onde os competidores erram antes de um grande evento de Jiu-Jitsu? Passamos a questão ao campeão <a href="https://www.instagram.com/radajiujitsu/" target="_blank" rel="noopener">Rafael Dallinha</a>, professor na Califórnia, e ele fez uma lista para você não errar mais – seja você um atleta da elite ou um iniciante em torneios e disputas esportivas. Oss!</p>
<p><strong>1. Cortar peso de forma irresponsável</strong></p>
<p>“Muitos atletas tentam perder muito peso nos últimos dias antes da competição, o que pode prejudicar o desempenho físico e mental”, lembra Rafael. “Isso inclui desidratação extrema, jejum prolongado ou uso excessivo de sauna. Tenha sabedoria ao enfrentar a balança.”</p>
<p><strong>2. Treinar em excesso (overtraining)</strong></p>
<p>“Tentar compensar a ansiedade treinando demais pode levar os atletas a fadiga, lesões e queda no desempenho. O corpo precisa de tempo para se recuperar — especialmente na semana da competição”, diz o professor radicado em San Diego.</p>
<p><strong>3. Negligenciar o descanso e o sono</strong></p>
<p>“Dormir mal nos dias anteriores ao campeonato afeta diretamente o foco, reflexos e a tomada de decisão durante a luta.”</p>
<p><strong>4. Não simular situações reais de luta</strong></p>
<p>“Muitos treinam apenas rolas, drills e confere normais, sem simular condições de competição como tempo cronometrado, placar, regras específicas da Federação ou lutas contra adversários de estilos diferentes. Quem quer ser campeão se aprofunda no assunto.”</p>
<p><strong>5. Ignorar o lado mental e emocional</strong></p>
<p>“Jamais deixe de lado o controle da ansiedade, autoconfiança e foco. Essa negligência do aspecto mental pode fazer com que o atleta trave e não use todo seu leque de técnicas na hora da luta. A mente despreparada costuma ser o maior inimigo do rendimento. Oss!”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rafael Dallinha ensina chave de punho para você surpreender no treino de Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/UVD3iBFIJmc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-5-erros-que-voce-nao-pode-cometer-antes-de-um-grande-campeonato-de-jiu-jitsu-por-rafael-dallinha/">Os 5 erros que você não pode cometer antes de um grande campeonato</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Do baú: o papel do gancho por fora para você raspar, com Kleber Buiú</title>
		<link>https://www.graciemag.com/o-papel-do-gancho-para-voce-raspar-no-jiu-jitsu-com-kleber-buiu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-papel-do-gancho-para-voce-raspar-no-jiu-jitsu-com-kleber-buiu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 03:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[gancho]]></category>
		<category><![CDATA[gancho por fora]]></category>
		<category><![CDATA[GB Parque Olímpico]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[guardeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Buiú]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[raspagem]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo Jiu-Jitsu]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/pt/?p=155640</guid>

					<description><![CDATA[<p>No TBT de hoje, relembre um macete do professor Kléber &#8220;Buiú&#8221;, da Gracie Barra, para você usar seus ganchos com sabedoria ao fazer guarda. Bom estudo, e bons treinos!</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/o-papel-do-gancho-para-voce-raspar-no-jiu-jitsu-com-kleber-buiu/">Do baú: o papel do gancho por fora para você raspar, com Kleber Buiú</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No TBT de hoje, relembre um macete do professor Kléber &#8220;Buiú&#8221;, da Gracie Barra, para você usar seus ganchos com sabedoria ao fazer guarda. Bom estudo, e bons treinos!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Raspagem com gancho, partindo da guarda aberta" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/xkUDrcgjrIE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-papel-do-gancho-para-voce-raspar-no-jiu-jitsu-com-kleber-buiu/">Do baú: o papel do gancho por fora para você raspar, com Kleber Buiú</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
