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	<title>wrestling | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 15:14:40 +0000</lastBuildDate>
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	<title>wrestling | Graciemag</title>
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		<title>10 dicas de treino para você progredir de vez no Jiu-Jitsu, com Gregor Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:36:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em artigo nas páginas de GRACIEMAG (edição #218), o professor e competidor carioca Gregor Gracie listou dez lições que gostaria de ter escutado quando ainda era um iniciante. O campeão de Jiu-Jitsu elegeu a disciplina como o fator número um para você chegar mais longe nos treinos. Numa das dicas, publicadas na seção Página Branca,&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-de-treino-para-voce-progredir-de-vez-no-jiu-jitsu-com-gregor-gracie/">10 dicas de treino para você progredir de vez no Jiu-Jitsu, com Gregor Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_179836" style="width: 1077px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-179836" class="size-full wp-image-179836" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/07/Gregor-Gracie-por-John-Lamonica.jpg" alt="Gregor Gracie por John Lamonica" width="1067" height="615" /><p id="caption-attachment-179836" class="wp-caption-text">Gregor Gracie no ataque, em foto de John Lamonica.</p></div>
<p>Em artigo nas páginas de GRACIEMAG (edição #218), o professor e competidor carioca Gregor Gracie listou dez lições que gostaria de ter escutado quando ainda era um iniciante.</p>
<p>O campeão de Jiu-Jitsu elegeu a disciplina como o fator número um para você chegar mais longe nos treinos. Numa das dicas, publicadas na seção Página Branca, Gregor ensinou, ainda: “A vitória tem muitos pais, mas a derrota é quase órfã”.</p>
<p>Confira os dez ensinamentos do Gracie e ótimos treinos! Para assinar a revista de Jiu-Jitsu mais clássica do planeta e ler artigos assim em primeira mão, <a title="Assinatura GRACIEMAG a revista mais classica do Jiu Jitsu" href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui.</a></p>
<p><strong>1. &#8220;Treine a disciplina</strong>. Este é o primeiro e principal fator, pois sem ela não dá para chegar a lugar nenhum. Muitas pessoas e atletas bem sucedidos acreditam em métodos diferentes de treino, de dieta, de estilo, mas ninguém jamais alcançou o topo sem ser disciplinado. No caminho do praticante sempre vão aparecer barreiras, dúvidas, decepções. É um trajeto longo, mas muitos já o percorreram, e sempre foi longo para todos. Com disciplina você também chega lá.&#8221;</p>
<p><strong>2. &#8220;Acredite em você.</strong> A parte psicológica é crucial para o atleta, principalmente num esporte individual e de contato. Não importa contra quem ou onde você lute, acredite em si. Aprenda com as lições de quem lutou ali antes de você, seja pessoalmente, em filmes, livros ou documentários. Li recentemente o livro do treinador Bernardinho, do vôlei, “Transformando suor em ouro”. Gosto de fazer anotações nos trechos interessantes, e de vez em quando releio para me manter motivado.&#8221;</p>
<p><strong>3. &#8220;Você pode melhorar no Jiu-Jitsu rolando com todo mundo</strong>, do faixa-branca ao preta. Ao treinar com um cara menos graduado, procure aplicar uma posição nova, ou então deixe o oponente encaixar uma finalização e tente sair. Outro modo eficaz de treinar é traçar uma meta, por exemplo: só vou finalizar no triângulo. Crie dificuldades e melhore diariamente.&#8221;</p>
<p><strong>4. Teste-se em outras modalidades.</strong> Sempre gostei de treinar outras lutas, principalmente judô e wrestling. Novos aprendizados sempre ajudam o lutador  e não for uma posição específica, ao menos sua base vai melhorar muito. Saia de sua zona de conforto e seja mais exigido, mental e fisicamente. No fim, isso sempre acaba somando para você ser um lutador mais completo.&#8221;</p>
<p><iframe title="Gregor Gracie @ Renzo Gracie Latham" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/YWAKJ9faZJY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>5. &#8220;Malhação é importante</strong>. Sempre odiei malhar, mas aprendi do pior jeito como a musculação é vital: me machucando várias vezes. Mesmo que você não pense em ficar forte, malhar é importante para prevenir lesões e para se recuperar mais rapidamente de um treino para outro.&#8221;</p>
<p><strong>6. &#8220;Cuidado com o corpo</strong>. Todo atleta depende do corpo para trabalhar, então cuide muito bem dele, com dieta e descanso. Sempre tive uma dieta boa e saudável, com pelo menos uma refeição de frutas por dia e uma noite de sono de oito horas no mínimo. Quando a gente é jovem pode dormir duas horas que no dia seguinte está zero, pronto para treinar cinco horas se preciso. Porém, conforme a idade vai chegando, a falta de repouso vai pesando. Se você quer treinar mais e curtir o Jiu-Jitsu até ficar velho, poupe energia e descanse bem.&#8221;</p>
<p><strong>7. &#8220;Você pode ser seu melhor professor.</strong> Ao treinar, procure pensar no que está acontecendo. Por que você não conseguiu defender aquela posição? Por que o cara surpreendeu você? Assim, na próxima vez em que você se encontrar na mesma posição, você vai poder tentar outra coisa, um novo detalhe. Pode ser que você não consiga evitar aquele golpe na próxima, pode ser que demore cem vezes, mas a cada cem vezes é preciso tentar um antídoto novo, até que você arrume a defesa.&#8221;</p>
<p><strong>8. “&#8217;A vitória tem muitos pais, a derrota é quase órfã&#8217;.</strong> A competição é o resultado do seu treinamento e dedicação, mas nem sempre o melhor ganha e o pior perde. Já ganhei lutas que deveria ter perdido, e perdi quando deveria ter ganho. O grande erro é achar que está tudo errado ao perder e querer mudar inteiramente o treinamento. É preciso analisar com calma o que mudar, pois muitas vezes basta continuar tentando. Outro erro é o cara ser campeão e achar que agora é só manter, sem se superar mais. Analise seus treinos com sabedoria, ao ganhar e perder.&#8221;</p>
<p><strong>9. &#8220;Tenha uma tática</strong>. O lutador deve ter um jogo e uma estratégia de luta, mas não deve se limitar a esse jogo apenas. O Jiu-Jitsu é infinito! Procure ser completo, ao jogar por cima, por baixo, praticando vários tipos de guarda e atacando de variadas maneiras. Se você já passou por aquilo antes, vai se sentir confortável quando acontecer de novo.&#8221;</p>
<p><strong>10. &#8220;Procure ajudar nas aulas.</strong> Desde juvenil eu ajudava no treininho das crianças, e assim foi até começar a dar aulas aqui na academia do Renzo em Nova York. Isso me fez um lutador mais técnico, pois muitas vezes eu mostrava uma posição e um aluno perguntava por que a pegada era aqui ou era ali. Isso me fazia pensar na posição e na resposta. E aí passei de apenas saber a fazer a posição para entender a posição e o Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Curtiu os macetes de <a title="Siga Gregor Gracie no Twitter" href="https://twitter.com/GregorGracie" target="_blank" rel="noopener">Gregor</a>? Qual foi a sua dica favorita?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-de-treino-para-voce-progredir-de-vez-no-jiu-jitsu-com-gregor-gracie/">10 dicas de treino para você progredir de vez no Jiu-Jitsu, com Gregor Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cyborg comenta participação em “Coração de lutador”, filme sobre a carreira de Mark Kerr</title>
		<link>https://www.graciemag.com/roberto-cyborg-comenta-participacao-em-coracao-de-lutador-filme-sobre-a-carreira-erratica-mark-kerr/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=roberto-cyborg-comenta-participacao-em-coracao-de-lutador-filme-sobre-a-carreira-erratica-mark-kerr</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 14:13:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roberto Cyborg comentou sobre o protagonista do filme "Coração de lutador": “The Rock é extremamente atencioso, gente boa de verdade. E carismático. Sempre é um aprendizado vivenciar momentos com ícones assim. A gente passa a entender como eles chegaram aonde chegaram. Além do desafio, me inspirei muito na postura e atitude do Dwayne. O cara é realmente especial. E no fim, a cena ficou boa e registrada para sempre. Sim, meus amigos, eu tomei um amasso na telona! (Risos)”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245371" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245371" class="wp-image-245371 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Mark-KerrCoracao-de-Lutador-Smashing-Machine-com-Dwayne-Johnson-1024x576.jpg" alt="The Rock e Ryan Bader durante o filme sobre Mark Kerr. Fotos: Divulgação" width="650" height="366" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Mark-KerrCoracao-de-Lutador-Smashing-Machine-com-Dwayne-Johnson-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Mark-KerrCoracao-de-Lutador-Smashing-Machine-com-Dwayne-Johnson-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Mark-KerrCoracao-de-Lutador-Smashing-Machine-com-Dwayne-Johnson-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Mark-KerrCoracao-de-Lutador-Smashing-Machine-com-Dwayne-Johnson-1536x864.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Mark-KerrCoracao-de-Lutador-Smashing-Machine-com-Dwayne-Johnson-150x84.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Mark-KerrCoracao-de-Lutador-Smashing-Machine-com-Dwayne-Johnson.jpg 1920w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245371" class="wp-caption-text">The Rock e Ryan Bader durante o filme sobre Mark Kerr. Fotos: Divulgação</p></div>
<p>O peso pesado Mark Kerr fez sua estreia como lutador profissional de vale-tudo no Brasil, em 1997. Esmagador, o wrestler passou incólume por 12 lutas – entre elas, a vitória assombrosa contra o campeão de Jiu-Jitsu Fabio Gurgel, em janeiro de 1997.</p>
<p>Kerr foi parar no UFC e no Pride FC e se manteve invicto até maio de 2000. A partir dali, foram 14 lutas, até a saideira, pelo M-1 Global – foram 11 derrotas e somente três vitórias.</p>
<p>O diretor Benny Safdie, após ver o documentário “The Smashing Machine” da HBO, de 2002, decidiu filmar como a Máquina de Esmagar saiu dos trilhos, e chamou o fortão Dwayne Johnson, o popular The Rock, para viver Mark Kerr (15v, 11d, 1NC).</p>
<p>O filme tem recebido prêmios em festivais, com um The Rock firme no papel dramático e uma estética crua, que lembra vídeos antigos de MMA.</p>
<p>Na estreia mundial em Veneza, o longa foi aplaudido por 15 minutos, e a crítica logo percebeu: The Rock, wrestler, está em rota de colisão com um faixa-marrom de Jiu-Jitsu, o brasileiro Wagner Moura, de “O agente secreto”. Os dois prometem disputar como favoritos o Oscar de Melhor Ator em 2026.</p>
<div id="attachment_245372" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245372" class="wp-image-245372 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Emily-Blunt-at-premiere-of-The-Smashing-Machine-during-the-2025-Toronto-International-Film-Festival-aEmily_Blunt_at_TIFF_2025-731x1024.jpg" alt="" width="650" height="911" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Emily-Blunt-at-premiere-of-The-Smashing-Machine-during-the-2025-Toronto-International-Film-Festival-aEmily_Blunt_at_TIFF_2025-731x1024.jpg 731w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Emily-Blunt-at-premiere-of-The-Smashing-Machine-during-the-2025-Toronto-International-Film-Festival-aEmily_Blunt_at_TIFF_2025-214x300.jpg 214w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Emily-Blunt-at-premiere-of-The-Smashing-Machine-during-the-2025-Toronto-International-Film-Festival-aEmily_Blunt_at_TIFF_2025-768x1075.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Emily-Blunt-at-premiere-of-The-Smashing-Machine-during-the-2025-Toronto-International-Film-Festival-aEmily_Blunt_at_TIFF_2025-107x150.jpg 107w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Emily-Blunt-at-premiere-of-The-Smashing-Machine-during-the-2025-Toronto-International-Film-Festival-aEmily_Blunt_at_TIFF_2025.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245372" class="wp-caption-text">Emily Blunt em Toronto, para o lançamento do filme: é dura a vida de esposa de campeão.</p></div>
<p>As cenas de luta são agressivas e bem filmadas, graças ao auxílio de feras do esporte. Além de The Rock, que se consagrou na luta marmelada do pro-wrestling e praticou luta olímpica esportiva, o elenco traz um convincente Ryan Bader, interpretando a figuraça Mark Coleman, o astro do Jiu-Jitsu Roberto “Cyborg” Abreu, Bas Rutten e Satoshi Ishii. Outro destaque do filme é a atriz Emily Blunt (Oppenheimer), que vive poucas e boas como a namorada de Kerr.</p>
<p>“Coração de Lutador: The Smashing Machine”, que estreia no Brasil neste dia 2 de outubro, não menciona a vinda de Mark Kerr para o ADCC em São Paulo em 2003, mas traz bastante Jiu-Jitsu e cenas de treino.</p>
<p>O brasileiro Roberto Cyborg conversou com GRACIEMAG.com sobre a emoção de fazer parte das filmagens, ao viver Fabio Gurgel nos ringues.</p>
<p>“Dos tatames para os sets de filmagem –&nbsp;que jornada!”, divertiu-se Cyborg. “Um dia você está viajando pelo Brasil, e do nada você recebe uma mensagem no Instagram. Era o convite para fazer um filme com The Rock. Foi uma honra receber um chamado assim. Quando menos esperava, eu estava ali nos bastidores, vivendo algo muito especial.”</p>
<p>“Minha participação foi curta, uma luta entre Kerr e Fabio Gurgel – Fabio que, diga-se de passagem, foi um verdadeiro guerreiro naquela época. Os ensaios foram legais, aprendi sobre encenação, como me portar nas cenas de luta. E ainda tive a oportunidade de treinar muito com o Taonai Reed, primo do Dwayne e seu dublê oficial”, recordou.</p>
<div id="attachment_245374" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245374" class="wp-image-245374 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Roberto-Cyborg-com-o-diretor-Benny-Safdie-820x1024.jpg" alt="Cyborg com o diretor Benny Safdie. Foto: Arquivo Pessoal" width="650" height="812" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Roberto-Cyborg-com-o-diretor-Benny-Safdie-820x1024.jpg 820w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Roberto-Cyborg-com-o-diretor-Benny-Safdie-240x300.jpg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Roberto-Cyborg-com-o-diretor-Benny-Safdie-768x959.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Roberto-Cyborg-com-o-diretor-Benny-Safdie-120x150.jpg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Roberto-Cyborg-com-o-diretor-Benny-Safdie.jpg 1206w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245374" class="wp-caption-text">Cyborg com o diretor Benny Safdie. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>Para o campeão do ADCC 2013, tudo foi uma novidade, e ele adotou a mente do faixa-branca, interessado em absorver tudo.</p>
<p>“Parecia que eu era um faixa-branca de novo, já que era um mundo absolutamente novo para mim. Mas foi um desafio energizante. Quando menos esperava, eu estava de frente para The Rock. Ainda por cima, câmeras, plateia, e toda aquela pressão para eu realizar tudo direitinho como ensaiado. Adrenalina pura, meus amigos!”</p>
<p>E como o astro de Hollywood, conhecido por seus músculos e sua doçura, se portava?</p>
<p>“Ele é extremamente atencioso, gente boa de verdade. E carismático. Sempre é um aprendizado vivenciar momentos com ícones assim. A gente passa a entender como eles chegaram aonde chegaram. Além do desafio, me inspirei muito na postura e atitude do Dwayne. O cara é realmente especial. E no fim, a cena ficou boa e registrada para sempre. Sim, meus amigos, eu tomei um amasso na telona! (Risos)”</p>
<p>Confira as cenas do trailer do filme. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CORAÇÃO DE LUTADOR - The Smashing Machine | Trailer Oficial Legendado" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/0uFsJAz2iUg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roberto-cyborg-comenta-participacao-em-coracao-de-lutador-filme-sobre-a-carreira-erratica-mark-kerr/">Cyborg comenta participação em “Coração de lutador”, filme sobre a carreira de Mark Kerr</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O xis da questão na contusão de Nicholas Meregali</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 19:10:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após garantir ao mundo, por suas divertidas redes sociais, que seria o campeão do ADCC, no peso e no absoluto, o hiperconfiante Nicholas Meregali não conseguiu fazer valer suas previsões. O campeão, marrento mas que, convenhamos, costuma acertar no que diz, foi superado em Las Vegas nas quartas de final do peso até 99kg, pelo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243888" style="width: 574px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243888" class="wp-image-243888 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Pixley-derruba-Meregali-queda-tirou-Nicholas-do-peso-e-absoluto.png" alt="Michael Pixley tomba Nicholas Meregali no ADCC 2024: a contusão tirou o o favorito também do absoluto. Foto de Marcelo Woo." width="564" height="602" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Pixley-derruba-Meregali-queda-tirou-Nicholas-do-peso-e-absoluto.png 564w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Pixley-derruba-Meregali-queda-tirou-Nicholas-do-peso-e-absoluto-281x300.png 281w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Pixley-derruba-Meregali-queda-tirou-Nicholas-do-peso-e-absoluto-141x150.png 141w" sizes="auto, (max-width: 564px) 100vw, 564px" /><p id="caption-attachment-243888" class="wp-caption-text">Michael Pixley tomba Nicholas Meregali no ADCC 2024: a contusão tirou o franco favorito também do absoluto. Foto de Marcelo Woo.</p></div>
<p>Após garantir ao mundo, por suas divertidas redes sociais, que seria o campeão do ADCC, no peso e no absoluto, o hiperconfiante Nicholas Meregali não conseguiu fazer valer suas previsões.</p>
<p>O campeão, marrento mas que, convenhamos, costuma acertar no que diz, foi superado em Las Vegas nas quartas de final do peso até 99kg, pelo astro do wrestling americano <a href="https://www.graciemag.com/pt-br/quem-e-o-lutador-americano-que-finalizou-nicholas-meregali-no-adcc-2024/" target="_blank" rel="noopener">Michael Pixley, faixa-roxa de Jiu-Jitsu.</a></p>
<p>Faixa-preta e ortopedista especializado em atletas de Jiu-Jitsu e MMA, doutor Rickson Moraes analisou, a pedido do GRACIEMAG.com, como ele viu, ao vivo, a contusão de Nicholas.</p>
<p>“O Michael Pixley é um atleta que combina muito bem projeções do judô com técnicas de queda do wrestling e, naquela luta dura para o Nicholas Meregali, ele conseguiu derrubar o brasileiro algumas vezes”, repassou doutor Rickson. </p>
<p>“Nas primeiras quedas o brasileiro conseguiu cair se protegendo e, uma vez no chão, conseguiu se defender bem, tentando chamar para guarda. Restando cerca de três minutos, uma queda entrou novamente, um uchi-mata ou uma variação do golpe, mas dessa vez o Meregali caiu mal, em cima do braço, com o peso do corpo em cima do cotovelo e do punho. Dessa vez ele caiu com o ombro em uma posição de abdução, na qual é grande o risco de ocorrer uma luxação dessa articulação, que é quando o ombro do lutador se desloca e sai do lugar”, acrescentou.</p>
<p>“Ao contrário do começo da luta, desta vez ele caiu e ficou parado uns poucos segundos. A imobilidade do Meregali foi fatal e o Pixley capitalizou. Quando o ombro está fora do lugar, não há como o atleta continuar a se movimentar. Lembro de algumas lutas de MMA nas quais os lutadores luxaram o ombro e que foram interrompidas por isso, como uma em que o Junior Cigano estava vencendo um duelo sem luvas, deslocou o ombro e perdeu. E vimos isso acontecer tantas outras vezes no UFC. O único atleta que eu recordo de conseguir vencer após ter o ombro deslocado foi o Raoni Barcellos, mas foi uma questão que envolveu sorte: a lesão ocorreu bem no final do round. No intervalo entre os rounds o Davi Ramos, seu córner, discretamente recolocou o ombro no lugar e o Raoni voltou, venceu e ainda finalizou o oponente. Mas um fato como esse, do Raoni, é bem raro”, lembrou Rickson.</p>
<p>“Agora é aguardar os exames de imagem para saber qual será o tratamento e para confirmar se o caso é de cirurgia&#8221;, concluiu o ortopedista.</p>
<div id="attachment_243892" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243892" class="wp-image-243892 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Dr-Rickson-Moraes-faixa-preta-especialista-ombro.jpg" alt="" width="600" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Dr-Rickson-Moraes-faixa-preta-especialista-ombro.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Dr-Rickson-Moraes-faixa-preta-especialista-ombro-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Dr-Rickson-Moraes-faixa-preta-especialista-ombro-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-243892" class="wp-caption-text">Dr. Rickson Moraes: o médico especialista em ombro é faixa-preta da escola Gracie na Ilha.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-xis-da-questao-na-contusao-de-nicholas-meregali/">O xis da questão na contusão de Nicholas Meregali</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quem é o lutador americano que finalizou Nicholas Meregali no ADCC 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 00:32:23 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243869" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243869" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Michael-Pixley-wrestler-no-ADCC-2024-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" class="size-large wp-image-243869" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Michael-Pixley-wrestler-no-ADCC-2024-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Michael-Pixley-wrestler-no-ADCC-2024-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Michael-Pixley-wrestler-no-ADCC-2024-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Michael-Pixley-wrestler-no-ADCC-2024-1536x1025.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Michael-Pixley-wrestler-no-ADCC-2024-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Michael-Pixley-wrestler-no-ADCC-2024.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243869" class="wp-caption-text">Pixley, faixa-roxa com uma sólida estrada de dez anos em competições, quebrou a banca em Vegas. Fotos de Marcelo Woo/GRACIEMAG</p></div>
<p>Campeão americano de wrestling, o faixa-roxa Michael Pixley já era apontado por comentaristas lá fora como o “melhor wrestling do mundo do grappling”. No ADCC, ao colidir neste sábado com Nicholas Meregali, na divisão até 99kg, ele teria de botar à prova toda sua habilidade na luta agarrada.</p>
<p>A dúvida antes do combate era sobre a tática do atual bicho-papão do Jiu-Jitsu com kimono. Mas Meregali decidiu se testar em pé contra Pixley, caiu mal e terminou batucando no triângulo de mão – técnica forte de Michael, que já havia usado contra Vinicius “Trator” mais cedo.</p>
<p>Pixley já acumula títulos no wrestling há dez anos, quando foi campeão no segundo grau. Em seguida, lutou pela universidade McKendree, do Illinois, pela qual foi campeão americano universitário da liga Naia duas vezes e uma vez da divisão 2 da NCAA.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Nicholas Meregali vs Michael Pixley | 2024 ADCC World Championship" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/wczje99MfXI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Após se formar, passou a afiar o Jiu-Jitsu e as finalizações na escola Pedigo Submission Fighting, do professor Heath Pedigo, faixa-preta de Rodrigo Vaghi. </p>
<p>Em 2021, sua caminhada de sucesso começou nos circuitos da IBJJF, quando Pixley venceu o Mundial Sem Kimono, no absoluto faixa-azul.</p>
<p>Em 2022, ele venceu novamente no torneio, ao levar a categoria superpesado azul.</p>
<p>No ano seguinte, em 2023, ainda como faixa-azul, Pixley começava a subir patamares, e chegou a finalizar faixas-pretas durante a seletiva para o ADCC, atraindo atenção de comentaristas e torcedores. </p>
<p>Confira acima, mais uma vez, a zebra galopando nos tapetes do ADCC, e deixe seu comentário.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Michael Pixley Taps Out Black Belt In Jiu Jitsu Tournament" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/MdMWDK08A_8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quem-e-o-lutador-americano-que-finalizou-nicholas-meregali-no-adcc-2024/">Quem é o lutador americano que finalizou Nicholas Meregali no ADCC 2024</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como nasceu o ADCC, o torneio dos sonhos dos craques do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 23:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa tarde quente, Bin então convidou o professor Nelson para um almoço. O restaurante escolhido foi o Sammy’s Woodfired Pizza &#038; Grill em Del Mar, uma elegante pizzaria tocada pelo libanês Sami Ladeki.</p>
<p>Pediram os pratos e o aluno lembrou ao brasileiro que estava muito perto de se formar, mas não queria interromper sua graduação no Jiu-Jitsu brasileiro. Foi quando o árabe baixou as cartas e abriu a guarda:</p>
<p>– Nelson, Bin é meu nome de guerra, como um apelido no tatame. Em meu país, sou mais conhecido como Tahnoon bin Zayed al Nahyan, e meu pai é o sultão que uniu e hoje dirige os Emirados Árabes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243850" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243850" class="wp-image-243850 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal.png" alt="O carioca Nelson Monteiro ao lado de seu amigo e aluno Tahnoon. Foto: Acervo Pessoal" width="1000" height="563" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal.png 1000w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-300x169.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-768x432.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-150x84.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-243850" class="wp-caption-text">O carioca Nelson Monteiro ao lado de seu amigo e aluno Tahnoon. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p>Em fins de 2021, o empresário Renato Nery dos Santos, criador dos kimonos Braus, queria realizar um de seus sonhos: um livro sobre a história do ADCC, o milionário torneio de luta agarrada criado por sua alteza xeque Tahnoon bin Zayed, da família real de Abu Dhabi, em 1998.</p>
<p>Renato então alistou uma equipe e tanto, em especial um pelotão de fotógrafos brasileiros e alguns estrangeiros, que cobriram toda a <a href="https://adcc-official.com/" target="_blank" rel="noopener">saga do ADCC</a>, e nosso editor Marcelo Dunlop para recuperar a história em detalhes, alguns até ali jamais contados.</p>
<p>Dunlop, que cobria o evento desde 2003 e fora repórter até do site oficial do ADCC, abriu seu caderninho de telefones, ligou para mais de 50 campeões, professores e competidores, e escreveu o livro em cerca de quatro meses.</p>
<p>Com dezenas de fotos coloridas, o livro de capa dura foi dedicado a quatro pioneiros do fotojornalismo marcial: Gustavo Aragão, Luca Atalla, Marcelo Alonso e Ricardo Azoury.</p>
<p>Hoje, exclusivo para o GRACIEMAG, ele conta como o ADCC nasceu, o que o inspirou, e outros capítulos curiosos do torneio que hoje sacode Las Vegas e atrai alguns dos faixas-pretas mais respeitados do planeta. O evento já nasceria grandão: o ADCC 1998 foi disputado num palácio folheado a ouro, acostumado antes a sediar exibições de cavalos, e contou com a presença de 72 competidores de 17 países. Os prêmios somaram 70 mil dólares, e todos os lutadores no pódio foram premiados pessoalmente pelos nobres Tahnoon e seu irmão mais velho, Hazza bin Zayed.</p>
<p>Confira, no artigo exclusivo a seguir, como tudo começou. Oss!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MARIO SPERRY VS OLEG TAKTAROV ADCC 1998 Abu Dhabi Combat Club Absolute Division  BJJ VS SAMBO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sl2YUZhQihE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em><strong>Passageiro para Abu Dhabi</strong></em></h3>
<p>Quem poderia reclamar da vida, em meio às festas de fim de ano de 1994? Não o faixa-preta Nelson Couto Monteiro Jr, que por sinal jamais fora disso. Garotão criado na praia de Copacabana e formado em educação física, o lutador de 78kg chegara cheio de disposição à Califórnia, com a moral de ser um dos primeiros professores de Jiu-Jitsu diplomados na Gracie Barra, escola recém-fundada por Carlos Gracie Jr., num canto aprazível do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na Califa, Nelsinho Monteiro começara por baixo. Após uma temporada de bicos e aulas em sua garagem, a aventura em San Diego começava a vingar. Por isso, ele jamais poderia supor que seu fim de 1995 não seria igual àquele que passou. Nem que ganharia uma passagem de primeira classe para ir morar num hotel cinco estrelas, de frente para as águas turquesas do Golfo Pérsico, a poucas milhas dos vizinhos Qatar e Arábia Saudita, nada longe da fronteira entre Irã e Iraque. Se alguma vidente soprasse isso ao seu ouvido em dezembro de 1994, provavelmente ouviria de Nelsinho uma gargalhada gostosa acompanhada de uma de suas frases clássicas: “Ah, tu tá de sacanagem…”</p>
<p>O carioca desembarcara em San Diego em 1989, com um diploma universitário, um kimono e sua faixa-preta de Jiu-Jitsu. Morou de favor em Pacific Beach por um mês, retomou os treininhos em tatame improvisado na pequena garagem dos irmãos Carlos e Felipe Gama, e enfim abriu seu primeiro dojo em casa, num beco acanhado em Encinitas. A primeira academia de Jiu-Jitsu de toda região. Ali, naquela garagem, Nelsinho realizou até um campeonato pioneiro da modalidade, um pequeno torneio interno restrito aos poucos alunos.</p>
<p>A propaganda boca a boca aliada à entrega de folhetos, depositados pelo próprio instrutor na caixa de correio dos vizinhos, foi surtindo efeito. Com o aumento da clientela, o faixa-preta conseguiu estabelecer a escola Nelson Monteiro Jiu-Jitsu no endereço dos seus sonhos, na aprazível e abonada Del Mar.</p>
<p>A academia, localizada no número 2120 da Jimmy Durante boulevard, abrigava com tranquilidade uma dúzia de alunos treinando ao mesmo tempo. Em novembro de 1993, o negócio engatara de vez, com o surgimento meteórico de Royce Gracie e seu cardápio de finalizações no Ultimate Fighting Championship. Com a explosão daquele evento originalíssimo de vale-tudo, sem tempo, sem luvas e realizado numa jaula em formato octogonal, os alunos passaram a brotar de todos os cantos, e o sucesso continuaria com o UFC 2, 3 e 4. As disputas aconteciam nos Estados Unidos e eram transmitidas para todo o país via pay-per-view, sem falar nas fitas VHS que se multiplicavam nas mãos dos jovens de todo o planeta.</p>
<p>Monteiro quase já não recordava mais de seu início bicudo, quando entregava jornais para os leitores do “San Diego Union-Tribune”, ou quando levava, de um lado a outro da cidade, caixas recheadas de queijo, tomate e pepperoni, para os esfomeados clientes da lanchonete Pizza Hut.</p>
<p>Agora, com sua academia estabelecida e repleta de alunos, sem falar em todos aqueles picos de surfe totalmente mapeados, Nelsinho era só felicidade. Até a saudade do futebol do Brasil ele conseguira domar, com as peladinhas perto da praia, todo sábado, que ele não perdia por nada.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Renzo Gracie vs  Frank Trigg ADCC 1998" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sWNH0_OBg3E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E a Dona Sorte não parecia cansar de sorrir para ele. O ápice daquele ano de 1994 seria em julho, mais precisamente no dia 17. Nelsinho, com a namorada e uma turma de amigos, partiu com tudo até as bilheterias do estádio em Los Angeles, para uma missão quase impossível: correr atrás de ingressos para a grande final da Copa do Mundo de futebol. Conseguiram, na bilheteria, comprar alguns dos últimos bilhetes. Em meio a outros 94 mil torcedores, Nelsinho viu ao lado de seu ídolo Rickson Gracie, que também viera ensinar nos Estados Unidos, o Brasil ser campeão do mundo mais uma vez, em disputa de pênaltis eletrizante contra a poderosa Itália. Quem poderia pensar em sair de San Diego com aquela vida? Não o boa-praça Nelsinho.</p>
<p>A reviravolta na história do faixa-preta começaria sem qualquer alarde, com a entrada de um simpático quarteto de forasteiros na academia. Nelson acolheu os três árabes e o inglês com o sorrisão de sempre, apresentando as normas da escola e indo pegar quatro kimonos para o grupo.</p>
<p>Ao entregar o cardápio de pacotes de inscrição para a turma, deu-se a primeira surpresa. “Eu tinha aprendido com o Rickson a oferecer diversos tipos de experiência aos alunos”, lembra Monteiro. “Isto é, eu apresentava desde a matrícula de praxe com mensalidades, até um pacote de luxo, que consistia num dia completo ao meu lado, vivendo o estilo de vida do Jiu-Jitsu. Dava direito a séries de exercícios na praia, almoço com dicas de alimentação, treino de tarde e de noite, aula particular. Eu cobrava por isso 1.200 dólares”. Quando o papel voltou, Nelson precisou conter o cifrão que saltava dos olhinhos. Pela primeira vez, ele havia vendido não apenas um, mas dois dos pacotes mais caros. O britânico Guy e o árabe Bin, como se apresentaram, estavam decididamente ansiosos para mergulhar no maravilhoso mundo do Jiu-Jitsu. Aquela noite, Nelsinho foi para casa quase tão radiante quanto ficara meses antes, depois do jogo entre Brasil e Itália.</p>
<p>Entre os novíssimos alunos, Bin era decididamente o mais interessado. Com a mente aberta, as pernas atléticas de pedalar nas montanhas e uma atenção total aos instrutores, o faixa-branca de 26 anos chegava cedo, trocava os jeans surrados pelo kimono – na época, de algodão grosso e pesado – e tinha sempre uma boa pergunta sobre a mecânica das chaves de perna, triângulos e armlocks da guarda. Logo ficou claro que, além de interessado, o árabe era um aluno forte e muito flexível. E obstinado: na primeira ou segunda aula, Bin caiu mal e machucou o dedão da mão. Nem assim desistiu. “Era impressionante como ele não faltava nunca”, recorda Nelson.</p>
<p>As gafes, à época, foram corriqueiras. Certa vez, um companheiro de treinos virou-se para Bin num dos cantos do tatame: “Vem cá, vou mostrar um detalhe para você finalizar seu patrão”. Bin apenas sorria e ficava lisonjeado pelas dicas técnicas. Para boa parte da turma, como Guy era quem puxava a carteira e pagava as contas, parecia ser o britânico quem liderava a turma. Nelsinho ensinava aos novos alunos tudo o que sabia, buscando inspirá-los a evoluir nos tatames. “Aqui em nossa academia, mais vale batucar três vezes por treino do que ir para casa invicto e sem tentar nada de novo”, ressaltava o professor.</p>
<p>Um dos alunos mais antigos da equipe em San Diego era o baiano Marcelo Pereira, que começara a treinar com Nelsinho nos tempos de garagem, ainda de faixa-branca, juntamente com o local Ted Stickel. Pereira, então já faixa-marrom, começou a reparar que Bin e seu grupo chegavam cada dia num carro diferente. Uma vez, vinham num Porsche Carrera vermelho. Em outra, era uma Lamborghini amarela. Até que, certa sexta-feira, Marcelo não segurou o espanto, ao ver a porta do carro italiano abrir feito nave espacial, quase um Batmóvel amarelo, ali em frente à academia:</p>
<p>– Que carango, meu velho!</p>
<p>O amigo árabe apenas sorriu por baixo dos óculos escuros. Após o treino, Bin virou-se para o faixa-marrom e o surpreendeu:</p>
<p>– Have fun!</p>
<p>E arremessou em sua direção a chave da Lamborghini, indo embora de carona.</p>
<p>“Custei a acreditar que ele deixara o carrão comigo por todo o fim de semana”, recorda Marcelo Pereira. “Mas a generosidade dele já não era novidade. Aos sábados, por exemplo, eu ia até a casa dele dar aulas particulares, quando o Nelsinho estava no futebol. Ali comecei a aprender que, na cultura deles, recusar um presente podia ser uma baita ofensa. Certa vez, após um aulão alto astral nos tatames montados no seu casarão, o Bin me deu uma gorjeta de 500 dólares. Eu tentei recusar, dizendo que não era preciso, mas ele empurrou o dinheiro na minha direção, não aceitou de jeito nenhum. O engraçado na história do carro foi que, quando chegou segunda-feira, eu devolvi as chaves com um sorriso amarelo: é que a Lamborghini gastava tanta gasolina que bebeu meu dinheirinho todo”, diverte-se Marcelo.</p>
<p>Em abril de 1995, o UFC seguia em sua quinta edição, Royce Gracie mantinha o reinado e o Jiu-Jitsu só fazia crescer na América, mas Bin não poderia mais acompanhar aquilo tudo de perto. Ele comentou com o professor Nelson que estava para concluir seus estudos de finanças e negócios pela San Diego State University, e era esperado por seu pai e os muitos irmãos nos Emirados Árabes. Nelsinho lamentou, ainda sem captar as reais intenções do amigo.</p>
<p>Numa tarde quente, Bin então convidou o professor Nelson para um almoço. O restaurante escolhido foi o Sammy’s Woodfired Pizza &amp; Grill em Del Mar, uma elegante pizzaria tocada pelo libanês Sami Ladeki.</p>
<p>Pediram os pratos e o aluno lembrou ao brasileiro que estava muito perto de se formar, mas não queria interromper sua graduação no Jiu-Jitsu brasileiro. Foi quando o árabe baixou as cartas e abriu a guarda:</p>
<p>– Nelson, Bin é meu nome de guerra, como um apelido no tatame. Em meu país, sou mais conhecido como Tahnoon bin Zayed al Nahyan, e meu pai é o sultão que uniu e hoje dirige os Emirados Árabes.</p>
<p>Somente a experiência e a casca adquirida por Nelson Monteiro o impediram de engasgar com a comida.</p>
<p>Sim, aquele seu aluno brabo nos treinos era o filho do rei, mais precisamente o nono filho homem de 19 irmãos, mais as 11 irmãs. Foi aí que o amigo Bin, ou melhor, sua alteza xeque Tahnoon, fez o convite. Ele queria continuar a estudar Jiu-Jitsu com o próprio Nelsinho na capital de seu país, e pediu uma proposta com valores para que o faixa-preta brasileiro se mudasse de mala e cuia para Abu Dhabi.</p>
<p>A mente do professor trabalhava como um liquidificador, batendo uma mistura de sentimentos. Estava envaidecido, claro. Espantado. Empolgado e curioso com seu faixa-azul de sangue idem. Ao mesmo tempo, burilava um modo de escapar dessa brusca mudança de endereço.</p>
<p>Não é que Nelsinho não estivesse doido para conhecer os palácios dos Emirados Árabes, entende? Mas o carioca já tinha uma turma em San Diego, conhecia os melhores pontos para surfar, e sua academia estava cada dia mais próspera. Sem falar, claro, no futebolzinho de sábado. Como largar tudo para trás? Enquanto digeria a novidade, o professor raciocinou, a bordo de seu Nissan Truck: “Vou dar um jeito de recusar com delicadeza, e em troca eu vou lá de três em três meses para puxar uns treinos intensivos com ele nos Emirados. Assim fica bom para todo mundo”, pensou. Ficou combinado que conversariam de novo dali a uma semana.</p>
<p>Sete dias depois, Nelson encontrou com Tahnoon e lhe entregou uma proposta com um salário similar a de um CEO de grande empresa. O príncipe espiou o papel sem demonstrar emoção e assinou no mesmo segundo.</p>
<p>De lambuja, Tahnoon ofereceu ao professor três empregados à sua disposição, acomodação numa suíte do Sheraton Resort e férias de 21 dias – de três em três meses. Tudo com direito a passagens de primeira classe para qualquer lugar do mundo que ele desejasse, de Atenas ao Rio de Janeiro.</p>
<p>Nelson ainda não descobrira, mas Tahnoon vinha de uma família e tanto. Seu pai, o rei Zayed, era conhecido como um monarca sorridente, pacifista e generoso, acostumado a auxiliar nações vizinhas em apuros. O sultão era visto como um símbolo de honestidade e de firmeza incorruptível desde um caso curioso, contado pelos antigos de lá. A história diz que, em 1952, anos antes da fartura do petróleo, sauditas fizeram uma oferta colossal para Zayed declinar da posse de dois pontos estratégicos da região, os oásis de Al Ain e Buraimi, então administrados por ele. Se cedesse, o sultão embolsaria a bagatela de 42 milhões de dólares. A quantia foi serenamente recusada por Zayed. O fato é que Tahnoon herdara do pai algumas dessas qualidades, como a retidão, o dinamismo, um amplo senso de cooperação e uma incansável curiosidade. Com 23 anos, Tahnoon já fundara seu banco em Abu Dhabi, antes de ir se especializar em San Diego.</p>
<p>O que teria acontecido se o professor de Jiu-Jitsu houvesse recusado o novo emprego e optado por seguir em San Diego? Talvez o príncipe buscasse outro instrutor competente. Talvez desanimasse, e começasse outro esporte.</p>
<p>O fato é que a ida do faixa-preta desencadeou uma série de acontecimentos que mudariam para sempre a cara das artes marciais no planeta. A contratação de Nelsinho Monteiro traria ainda duas consequências notáveis para os Emirados Árabes:</p>
<p>O país teria, em fins de 1995, o professor mais bem pago do planeta, provavelmente em qualquer área do conhecimento;<br />
Em pouco mais de 20 anos, os Emirados passariam de um singelo praticante de Jiu-Jitsu (o próprio Tahnoon) para quase 90 mil entusiastas do esporte. Uma explosão demográfica de lutadores sem paralelo nas artes marciais.</p>
<div id="attachment_243859" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243859" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-1024x657.png" alt="O time pioneiro de Jiu-Jitsu dos Emirados, com Ted Stickel e Sean nas pontas, em pé. Foto: Acervo Pessoal Nelson Monteiro" width="650" height="417" class="size-large wp-image-243859" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-1024x657.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-300x192.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-768x492.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-150x96.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi.png 1282w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243859" class="wp-caption-text">O time pioneiro de Jiu-Jitsu dos Emirados, com os grandões Ted Stickel e Sean Alvarez nas pontas, em pé. Foto: Acervo Pessoal Nelson Monteiro</p></div>
<h3><em>Um UFC sem sangue nem bordoadas</em></h3>
<p>Depois de visitar o país por uma semana, Nelson Monteiro pegou suas coisas e desembarcou de vez no aeroporto internacional de Abu Dhabi, no segundo semestre de 1995. Ao chegar, viu-se diante de um problema. Mais precisamente, de um problema de 125 quilos de músculos saltados, sangue porto-riquenho e sorriso fácil. Sean Alvarez, halterofilista nascido em Nova York, era há dois anos o personal trainer exclusivo do príncipe Tahnoon e chegara aos Emirados pouco antes do brasileiro.</p>
<p>Agora que o filho do sultão precisava ficar alguns meses em preparações intensivas em alguma base militar do país, Sean era por enquanto o único parceiro disponível para Nelson dar seus treininhos de Jiu-Jitsu. Nascia ali uma grande amizade.</p>
<p>Sean também conhecera sua alteza em San Diego, onde decidira ganhar a vida como preparador físico e conquistara projeção e alguns clientes importantes, como alguns nobres estudantes nascidos em Abu Dhabi, como o jovem Khalfan e seus parentes. Certo dia, no meio de um treino, o telefone da academia tocou e era Khalfan. Ele havia telefonado para todos os clubes de San Diego, pois precisava lhe apresentar um amigo. Em pouco tempo, Alvarez foi contratado como preparador físico exclusivo de Tahnoon.</p>
<p>O americano teve a sorte de testemunhar o momento exato em que Tahnoon se apaixonou pelo Jiu-Jitsu. Numa sexta-feira, 12 de novembro, uma turma grande se reuniu para ver que bicho daria aquele inovador torneio de lutas, que prometia reunir um boxeador, um judoca, um lutador de savate, um campeão de sumô e mais um jovem magricela brasileiro. Transmitido ao vivo de Denver, no Colorado, o UFC 1 vendeu cerca de 86 mil pacotes de pay-per-view, provando que havia milhares de pessoas de fato curiosas para ver quem sairia inteiro daquela jaula, com um belo cheque em dólares.</p>
<p>“Tahnoon reuniu um monte de amigos árabes em sua casa em La Jolla, tenho quase certeza que vimos lá. Mas pode ter sido também no quarto de hotel de alguém no Hyatt Regency Hotel”, Sean recorda. “O que não esqueço é que ficamos todos de queixos caídos e em êxtase com a façanha de Royce no primeiro UFC. Depois daquilo, Tahnoon pôs um tatame grande em casa e volta e meia chamava todos nós para brincar de Jiu-Jitsu, sem kimono mesmo. Era divertido.”</p>
<p>O príncipe dos Emirados não se limitaria a ficar de queixo caído e empolgado como um fã comum. Ele logo notaria que aquele tal de Jiu-Jitsu não era somente um sistema de luta admirável. Ao permitir a uma pessoa levinha subjugar três brutamontes bem treinados na mesma noite – e sem levar um só murro! – o Jiu-Jitsu se assemelhava mais a uma ciência magnífica, capaz de ajudar qualquer um a controlar os nervos, pensar sob pressão e ignorar as emoções diante dos piores desafios. Isto é, uma arma poderosíssima para tornar as pessoas mais equilibradas – física e mentalmente – e mais bem preparadas para tomar decisões.</p>
<p>Foi o que Sean Alvarez também aprenderia, naqueles meses em Abu Dhabi. O gigante americano ganhou lá o seu primeiro kimono e começou a tomar aulas com Nelsinho, enquanto aguardavam Tahnoon voltar dos exercícios militares. Os treinos eram numa academia em um prédio central da capital, e o brasileiro logo notou que o adorável gigante levava jeito. Não usava somente a força bruta para bufar e sobreviver, e sim procurava entender os conceitos e aplicar as alavancas.</p>
<p>Volta e meia, claro, a brutalidade falava mais alto e o aluno arremessava o professor longe, mas na maior suavidade. Os conferes entre os 125kg do americano e os cerca de 80kg do brasileiro eram sempre divertidos, principalmente para os poucos e sortudos espectadores, como o inglês e já faixa-azul Guy Neivens, o fiel escudeiro de Tahnoon. Além de outros raros funcionários.</p>
<p>Após mais um dia de treino, Nelson dividiu com Sean Alvarez uma ideia que começara a alimentar:</p>
<p>– A Federação Internacional de Jiu-Jitsu vai promover no Rio de Janeiro o primeiro Campeonato Mundial, em fevereiro de 1996. E se a gente convocar meus faixas-azuis em San Diego e montar um time, com uns sete competidores? Acha que o Tahnoon abraça essa ideia?</p>
<p>Sean achou fantástico e deu a maior força. Foi quando Nelson contra-atacou:</p>
<p>– Só tem uma coisa: você também vai estar nessa e lutar no Mundial. Até fevereiro você vai estar na ponta dos cascos, ainda mais treinando com a turma. Não se preocupe, brother!</p>
<p>Sean recorda: “Eu gargalhei de nervoso na hora, meu Jiu-Jitsu ainda era muito cru e lutar um Mundial não parecia fazer o menor sentido. Mas disse a Nelsinho que, se ele confiava em mim, eu lutaria por ele. Hoje, quando olho para trás, parece que eu vivi um filme de ação”.</p>
<p>Ou, quem sabe, um desenho animado. Tahnoon, sempre muito competitivo, adorou a proposta, e coube a Nelsinho telefonar na mesma hora para convocar a trupe. O primeiro Abu Dhabi Combat Team foi assim formado por Ted Stickel, Curtis e Micah Pitman, Marc Wolfe, Charlie Kohler e Peter Alain, além de Sean Alvarez e do técnico Nelsinho.</p>
<p>O time viajou junto para o Rio de Janeiro e passou boas semanas no início de 1996 treinando forte no quartel-general da equipe Gracie Barra, em meio a astros da faixa-preta à época, como os eventuais medalhistas de ouro Roberto “Roleta”, Helio “Soneca” e Roberto “Gordo”, além de Marcio Feitosa, Vinicius “Draculino” e outras feras.</p>
<p>Certa tarde, o Abu Dhabi Combat Team causou rebuliço após o treininho. Os colegas de academia saíram porta afora para acenar desesperados para os turistas, que abanavam de volta empolgados. Sem suspeitar de nada, Sean Alvarez, na direção da mini-van alugada por eles, descia a rua a toda em meio ao tráfego confuso da Barra da Tijuca – na contramão, para loucura de motoristas e pedestres.</p>
<p>Pouco antes da inscrição para o Mundial 1996, Nelson foi apresentar o peso pesadíssimo americano para seu professor, Carlos Gracie Jr. Disse que Alvarez estava preparado, apesar dos poucos meses de treino na faixa-branca, e que ia dar trabalho. Carlinhos deu força, foi num quarto e voltou com uma faixa quase branca, de um azul todo desbotado, que guardava em casa. Pronto, agora Sean era faixa-azul e podia competir. Na primeira semana de fevereiro de 1996, como um sonho, o ex-bodybuilder se transformaria num campeão de Jiu-Jitsu. Um campeão mundial, ainda por cima.</p>
<p>Em quatro lutas e quatro vitórias por pontos, Alvarez sobrou com sua ótima forma e exibiu um jogo sólido para levar a medalha de ouro, ao superar Alberto Vieira na final. A outra medalha da equipe, de bronze, foi conquistada pelo faixa-azul Marc Wolfe, no peso pesado.</p>
<p>Em 1997, xeque Tahnoon passou a alimentar outro sonho. Sean Alvarez voltara a vencer com kimono, agora de faixa-roxa, no Pan nos Estados Unidos. Se já tinha um time respeitável, faltava agora um evento grandioso em seu próprio país, um torneio onde poderia criar suas regras e inspirar a juventude do país a treinar e lutar.</p>
<p>A ideia inicial era estabelecer um grande espetáculo com lutas de MMA. Vale lembrar que o Pride japonês só passaria a existir no fim daquele ano de 1997, e o UFC ainda não tinha um grande rival à altura. A organização do promotor Dana White, na realidade, nem vivia seus melhores dias à época, sempre aos trancos e barrancos com as emissoras de TV. Havia definitivamente espaço para um evento capaz de atrair os melhores lutadores do planeta, e chocar o mundo tal e qual os magníficos palácios que subiam nos Emirados, como o inconfundível Burj Al Arab em formato de barco a vela.</p>
<div id="attachment_243853" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243853" class="wp-image-243853 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-1024x766.jpg" alt="O rei Zayed. Foto: Divulgação/Wikipedia" width="650" height="486" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-1024x766.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-300x224.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-768x574.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-150x112.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243853" class="wp-caption-text">O rei Zayed. Foto: Divulgação/Wikipedia</p></div>
<p>Havia, porém, alguns obstáculos para o projeto de Tahnoon. O principal era a opinião do rei Zayed, que não concordava com um evento em que os participantes pudessem sair de Abu Dhabi cheios de hematomas, com olhos inchados ou pior, com os ossos do rosto fraturados. Tahnoon planejou então a realização de lutas de artes marciais mistas em outros países. Só que o projeto-piloto, chamado Pentagon Combat, bancado por ele e realizado no Rio de Janeiro em 27 de setembro de 1997, terminou em confusão, com cadeiras voando e fotógrafos escondidos embaixo do ringue de cinco lados, e todas as cenas dantescas exibidas pela CNN. Tremendo fiasco.</p>
<p>Foi quando os americanos lançaram a ideia. Um faixa-preta chamado John Peretti, aluno do lendário dublê e judoca Gene LeBell, decidiu organizar um evento para confrontar uma penca de campeões mundiais de wrestling com craques de outras modalidades de luta agarrada, de modo a tirar a limpo se os atletas de estilo livre e greco-romano eram capazes de amassar lutadores de estilos diferentes.</p>
<p>Foram sete lutas casadas, com sete wrestlers parrudos, na ponta dos cascos, contra sete faixas-pretas de escolas variadas. Com um grande e polpudo detalhe: uma bolsa de 5 mil dólares para cada atleta.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="THE CONTENDERS Story Of The First Ever Grappling Vs Wrestling PPV Event In 1997 That Inspired ADCC" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/V84USZ1fL6o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>As regras excluíam golpes traumáticos e davam pontos para quedas, trocas de posição e controle das costas. A vitória seria definida por desistência, pontos ou decisão dos três jurados. O local escolhido foi a casa dos anfitriões: Sioux, Iowa, famoso celeiro da luta livre olímpica nos EUA. O torneio chamado “The Contenders” foi realizado com sucesso em 11 de outubro de 1997, e ganhou o público logo na segunda luta da noite.</p>
<p>Campeão meio-pesado do Pancrase japonês, Frank Shamrock topou se testar contra um novato no vale-tudo, que acabara de voltar do Brasil com seu primeiro cinturão. Seu nome era Dan Henderson, craque da luta greco-romana, tricampeão americano na modalidade e participante dos Jogos Olímpicos de Barcelona-1992 e Atlanta-1996. Na jaula circular do Contenders, Frank puxou para a meia-guarda e finalizou em 56 segundos, com uma chave de calcanhar fulminante, após prender firme em suas axilas a sapatilha de wrestling de Hendo.</p>
<p>Um dos embates mais animados do evento foi entre o campeão de Jiu-Jitsu Renato Verissimo, que lutou de kimono, contra a fera de 90kg Mike Van Arsdale, vitorioso na decisão. Mas o grande trunfo para a venda do pay-per-view foi mesmo a sétima e última luta, entre o campeão olímpico de wrestling estilo livre Kenny Monday, medalha de ouro até 74kg em Seul-1988, e o lutador de vale-tudo Matt Hume, que assim como Frank Shamrock se especializara em chaves de perna no Japão.</p>
<p>No placar geral do evento, o duelo estava em 3 a 3, após uma bela chave de braço do canadense Carlos Newton em cima do wrestler Chris Barnes. Hume então puxou para a guarda e aplicou uma chave americana no pé de Monday, para faturar a contenda. Os telespectadores gostaram, os atletas aprovaram e o principal: Tahnoon adorou.</p>
<p>Sairiam apenas o ringue redondo e as grades, e entrariam os tapetes brancos, de dez por dez metros. Estava plantada a semente para o primeiro evento de luta agarrada em Abu Dhabi, a ser realizado nos dias 20 e 21 de março de 1998. O primeiro nome pensado para o evento nos Emirados foi de novo “Contenders”. Mas os atletas, a plateia e os repórteres só o chamariam para todo sempre pelo nome do local onde as feras do Abu Dhabi Combat Team se reuniam para treinar, o Abu Dhabi Combat Club, com suas iniciais simples e sonoras: ADCC.</p>
<p>** Saiba mais aqui sobre o <a href="https://adcc.brausfight.com/collections/books-games/products/adcc-book" rel="noopener" target="_blank">livro do ADCC, editado por enquanto em inglês.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-nasceu-o-adcc-o-torneio-dos-sonhos-dos-craques-do-jiu-jitsu/">Como nasceu o ADCC, o torneio dos sonhos dos craques do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mark Coleman entre a vida e a morte após ato de heroísmo</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 04:14:44 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243216" style="width: 443px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243216" class="wp-image-243216 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/03/pridecolemanchamp.jpg" alt="" width="433" height="638" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/03/pridecolemanchamp.jpg 433w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/03/pridecolemanchamp-204x300.jpg 204w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/03/pridecolemanchamp-102x150.jpg 102w" sizes="auto, (max-width: 433px) 100vw, 433px" /><p id="caption-attachment-243216" class="wp-caption-text">Coleman no Pride em 2000 com um de seus cinturões, em foto de Susumu Nagao.</p></div>
<p>Lenda do MMA e campeão peso pesado do UFC e do Pride, Mark Coleman foi derrubado por um incêndio traiçoeiro, e está lutando pela vida num leito de hospital nos Estados Unidos.</p>
<p>Wrestler que difundiu técnicas hoje consagradas, como o &#8220;ground and pound&#8221;, o pioneiro entrou numa casa em chamas em Toledo, Ohio, para salvar seus pais, de acordo com informações de amigos. Coleman retornou mais uma vez para resgatar Hammer, o cachorro que latira e lhe avisara do fogo, quando sucumbiu à inalação da fumaça e perdeu os sentidos.</p>
<p>As primeiras imagens que chegaram à redação de GRACIEMAG mostram o gigante adormecido e entubado num leito de CTI, fotos que contrastam com a figura de lutador indomável que levantou os fãs nos Estados Unidos e Japão. Fica a torcida para que o ídolo se erga novamente e dê a volta por cima.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mark-coleman-entre-a-vida-e-a-morte-apos-ato-de-heroismo/">Mark Coleman entre a vida e a morte após ato de heroísmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A vitória de Royce Gracie no vale-tudo, antes da fama e do UFC 1</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 20:16:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O MMA atualmente é um esporte consolidado, com regras estabelecidas, e que atinge multidões ao redor do mundo. Mas o cenário nem sempre foi assim, sobretudo nos primórdios do vale-tudo, quando a modalidade ainda engatinhava.  Em sua essência, o vale-tudo promovia combates sem luvas e com regras pouco rigorosas, com o intuito de definir a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229478" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229478" class="size-full wp-image-229478" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/vigio-royce-1.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/vigio-royce-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/vigio-royce-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/vigio-royce-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-229478" class="wp-caption-text">Royce após a vitória que mudou o rumo das lutas no mundo. Foto: Susumo Nagao</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O MMA atualmente é um esporte consolidado, com regras estabelecidas, e que atinge multidões ao redor do mundo. Mas o cenário nem sempre foi assim, sobretudo nos primórdios do vale-tudo, quando a modalidade ainda engatinhava. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sua essência, o vale-tudo promovia combates sem luvas e com regras pouco rigorosas, com o intuito de definir a arte marcial mais eficiente. Por isso, tatames em academias e em garagens foram palco de duelos marcantes do esporte em idos da década de 1990.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É o caso do dia em que Royce Gracie enfrentou um wrestler que pesava cerca de 180kg numa luta fechada no tatame de uma garagem, diante de poucos admiradores que acompanharam o duelo diretamente do local. Na ocasião, o campeão dos UFC 1, 2 e 4, perto dos 80kg, conseguiu quedar o gigante e, em seguida, o surpreendeu com um ataque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira o raro registro no vídeo abaixo:</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/td-mFiL8EA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/td-mFiL8EA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Royce Gracie (@realroyce)</a></p>
</div>
</blockquote>
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		<title>O adversário faz muita força? Derrube, com esta aula na Litoral Grappling</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2023 22:29:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seja no Jiu-Jitsu ou no octógono do UFC, a melhor reação à força é a técnica aplicada com eficiência. Diretamente de Santos, São Paulo, na Litoral Grappling, escola do professor Raul Faconti, a atleta de wrestling Thaissa Ribeiro preparou para a aula de hoje uma queda para você afiar seu jogo nos treinos sem kimono.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239615" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239615" class="size-large wp-image-239615" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-11-at-19.19.42-1024x558.jpeg" alt="" width="650" height="354" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-11-at-19.19.42-1024x558.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-11-at-19.19.42-300x164.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-11-at-19.19.42-768x419.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-11-at-19.19.42-150x82.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-11-at-19.19.42.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239615" class="wp-caption-text">Taissa Ribeiro ensina queda na Litoral Grappling. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Seja no Jiu-Jitsu ou no octógono do UFC, a melhor reação à força é a técnica aplicada com eficiência. Diretamente de Santos, São Paulo, na Litoral Grappling, escola do professor Raul Faconti, a atleta de wrestling Thaissa Ribeiro preparou para a aula de hoje uma queda para você afiar seu jogo nos treinos sem kimono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Repare que Thaissa usa a força de Isabella Monteiro a seu favor e entra nas pernas da adversária. Quando Isabella faz a esparramada, Thaissa eleva o quadril, ergue a oponente e faz o volante para quedá-la.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a aula no vídeo abaixo, e bons estudos.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Bp4TYjhbB04" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-adversario-faz-muita-forca-derrube-com-esta-aula-na-litoral-grappling/">O adversário faz muita força? Derrube, com esta aula na Litoral Grappling</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A lição de superação do lutador Zion Clark</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 00:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desafiar seus limites e superar as adversidades são impulsos para um atleta manter-se motivado. Foi esta lição de superação que Zion Clark, de 25 anos, ensinou ao mundo do MMA no último fim de semana.  Lutador que nasceu sem as pernas em razão de uma síndrome de regressão caudal, que impede o desenvolvimento da parte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239436" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239436" class="size-large wp-image-239436" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-21-at-21.10.05-1024x994.jpeg" alt="" width="650" height="631" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-21-at-21.10.05-1024x994.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-21-at-21.10.05-300x291.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-21-at-21.10.05-768x746.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-21-at-21.10.05-150x146.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-21-at-21.10.05.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239436" class="wp-caption-text">Zion Clark vence em sua estreia no MMA. Foto: Reprodução/Instagram</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Desafiar seus limites e superar as adversidades são impulsos para um atleta manter-se motivado. Foi esta lição de superação que Zion Clark, de 25 anos, ensinou ao mundo do MMA no último fim de semana. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lutador que nasceu sem as pernas em razão de uma síndrome de regressão caudal, que impede o desenvolvimento da parte inferior da coluna cervical, Zion estreou com vitória nas artes marciais mistas. O peso-galo (61kg) derrotou Eugene Murray por decisão unânime no evento Gladiator Challenge, disputado no último sábado, na Califórnia. Clark impôs a quinta derrota de Murray em cinco lutas profissionais.</span></p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">Zion Clark, a wrestler with no legs, takes down his opponent in his first MMA match <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f633.png" alt="😳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f94a.png" alt="🥊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://t.co/JD1gWuNyBN">pic.twitter.com/JD1gWuNyBN</a></p>
<p>— Sportsville (@Sportsville_) <a href="https://twitter.com/Sportsville_/status/1604341949149880320?ref_src=twsrc%5Etfw">December 18, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialista no wrestling, Zion imprimiu seu estilo na luta agarrada e conseguiu quedar o adversário em algumas oportunidades. Num dos momentos do duelo, Clark passou a guarda de Murray e foi para a montada. Tal superioridade de Zion no decorrer do confronto se confirmou de forma unânime nas papeletas dos árbitros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O MMA é mais uma das aventuras desbravadas por Zion Clark. O carro-chefe do americano é o wrestling. Em seu último ano no ensino médio, ele contabilizou um cartel de 33v-15d na modalidade. Clark também disputa provas de 100m e 400m em cadeira de rodas no atletismo, é competidor no crossfit e praticante de natação. </span></p>
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		<title>Sexta de UFC: as chances de Rafael dos Anjos contra carrasco de Demian Maia</title>
		<link>https://www.graciemag.com/sexta-de-ufc-as-chances-de-rafael-dos-anjos-contra-carrasco-de-demian-maia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sexta-de-ufc-as-chances-de-rafael-dos-anjos-contra-carrasco-de-demian-maia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 16:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em dia pouco comum no calendário do Ultimate, nesta sexta-feira, dia 30 de novembro, rola o TUF 28 Finale, que terá na luta principal o duelo do brasileiro Rafael dos Anjos contra o indigesto Kamaru Usman. A luta, no qual Rafa é visto como azarão nas casas de apostas, pode ser de fato complicada para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212655" style="width: 687px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/rafael-dos-anjos-kamaru-usman-luta-principal-tuf-28-finale_665170_OpenGraphImage-1024x540.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212655" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/rafael-dos-anjos-kamaru-usman-luta-principal-tuf-28-finale_665170_OpenGraphImage-1024x540.jpg" alt="" width="677" height="480" class="size-full wp-image-212655" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/rafael-dos-anjos-kamaru-usman-luta-principal-tuf-28-finale_665170_OpenGraphImage-1024x540.jpg 677w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/rafael-dos-anjos-kamaru-usman-luta-principal-tuf-28-finale_665170_OpenGraphImage-1024x540-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/rafael-dos-anjos-kamaru-usman-luta-principal-tuf-28-finale_665170_OpenGraphImage-1024x540-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px" /></a><p id="caption-attachment-212655" class="wp-caption-text">Duelo entre Rafael dos Anhos e Kamaru Usman fecha o card do TUF Finale. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Em dia pouco comum no calendário do Ultimate, nesta sexta-feira, dia 30 de novembro, rola o TUF 28 Finale, que terá na luta principal o duelo do brasileiro Rafael dos Anjos contra o indigesto Kamaru Usman.</p>
<p>A luta, no qual Rafa é visto como azarão nas casas de apostas, pode ser de fato complicada para o brasileiro. Mas qual seria o melhor caminho para Dos Anjos sair com a vitória e quebrar a sequência do nigeriano naturalizado americano?</p>
<p>Usman, vale lembrar, é um atleta de 31 anos, com 14 lutas no cartel, oito vitórias no UFC e apenas uma derrota no início da carreira, que foi tocada com um wrestling de respeito e mãos pesadas. Sucessos contra Demian Maia, Sérgio Moraes e Warlley Alves de forma dominante colocaram o nome de Usman no radar dos fãs de MMA como uma das próximas grandes promessas da organização.</p>
<p>Para Dos Anjos, ex-campeão dos leves com cartel de 28 vitórias e dez derrotas, fica fácil colocar as apostas no jogo de solo. Faixa-preta de Jiu-Jitsu com sua base para o MMA forjada na equipe de Roberto Gordo, Dos Anjos hoje treina com atletas de ponta da Gracie Barra, como Philipe &#8220;Furão&#8221;, Gabriel Arges, Edwin Najmi e o companheiro de UFC Beneil Dariush. Contudo, esperar que Rafael consiga levar Usman facilmente ao solo clinchando e catandos as pernas é otimismo demais para a maior parte dos analistas.</p>
<p>Mas outros fatores podem desequilibrar o duelo a favor do faixa-preta. Um deles é a experiência. Com 25 lutas no UFC e vitórias sobre nomes de peso, como Robbie Lawler, Donald Cerrone, Nate Diaz, Ben Henderson e Anthony Pettis, Rafa já teve no outro lado do cage adversários tão perigosos quanto Usman. Para vencer nestas ocasiões, Rafael se mostrou inteligente e determinado, com ótima estratégia de atuação e outro detalhe importante: a garra.</p>
<p>Rafael dos Anjos nunca foi conhecido como um atleta de grande talento natural, ele mesmo não se identifica desta forma. Por outro lado, a fera não deixa de estar na ponta dos cascos para todas as suas lutas, sempre treinando e estudando melhores formas de lutar. Seus treinos e dedicação sempre foram seu diferencial nas vitórias.</p>
<p>E para você, amigo leitor, quem vence o duelo desta sexta-feira, ao vivo no Combate a partir das 21h30? O talento e gana de Usman, ou a experiência e determinação de Dos Anjos? Comente conosco.</p>
<h3>TUF 28 Finale<br />
Las Vegas, Nevada<br />
30 de novembro de 2018</h3>
<p>Rafael dos Anjos x Kamaru Usman<br />
Juan Espino x Justin Frazier<br />
Pannie Kianzad x Macy Chiasson<br />
Pedro Munhoz x Bryan Caraway<br />
Darren Stewart x Edmen Shahbazyan<br />
Ji Yeon Kim x Antonina Shevchenko</p>
<p>Card preliminar</p>
<p>Rick Glenn x Kevin Aguilar<br />
Joseph Benavidez x Alex Perez<br />
Maurice Greene x Michel Batista<br />
Leah Letson x Julija Stoliarenko<br />
Roosevelt Roberts x Darrell Horcher<br />
Tim Means x Ricky Rainey<br />
Raoni Barcelos x Chris Gutierrez</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/sexta-de-ufc-as-chances-de-rafael-dos-anjos-contra-carrasco-de-demian-maia/">Sexta de UFC: as chances de Rafael dos Anjos contra carrasco de Demian Maia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Wrestling champion teaches a single-leg counter for no-gi BJJ</title>
		<link>https://www.graciemag.com/wrestling-champion-teaches-a-single-leg-counter-for-no-gi-bjj/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=wrestling-champion-teaches-a-single-leg-counter-for-no-gi-bjj</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 13:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Techniques]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Kimono]]></category>
		<category><![CDATA[single-leg]]></category>
		<category><![CDATA[Soul Fighters]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>With the Brazilian National Jiu-Jitsu No-Gi Championship coming up (Sep. 29), flashy positions start popping up on social media, intended for use in this sort of competition. With the event in mind, today Graciemag brings you an option to defend against and take advantage of a single-leg attack. The instructor is Pedro Rocha, a wrestling&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_211560" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211560" class="size-large wp-image-211560" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-1024x719.jpg" alt="" width="650" height="456" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-1024x719.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-300x211.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-768x539.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-150x105.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro.jpg 1060w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-211560" class="wp-caption-text">Pedro Rocha shows you how to avoid the takedown and come out on top.</p></div>
<p>With the Brazilian National Jiu-Jitsu No-Gi Championship coming up (Sep. 29), flashy positions start popping up on social media, intended for use in this sort of competition. With the event in mind, today Graciemag brings you an option to defend against and take advantage of a single-leg attack.</p>
<p>The instructor is Pedro Rocha, a wrestling champion from Soul Fighters. Experienced in no-gi positions, Pedro recruited his buddy Domenico Novello to show a counter-attack against the takedown. First, Pedro indicates where the grips must be made in this no-gi scenario, to then stress the advance of the leg that isn&#8217;t under attack in order to improve the spin that ends with him on top.</p>
<p>Watch it here and surprise your next opponent.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Campeão de wrestling ensina contra-ataque para o single-leg no Jiu-Jitsu sem kimono" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Ty-ejOR-dq8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/wrestling-champion-teaches-a-single-leg-counter-for-no-gi-bjj/">Wrestling champion teaches a single-leg counter for no-gi BJJ</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Campeão de wrestling ensina contra-ataque para o single-leg no Jiu-Jitsu sem kimono</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 07:33:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade do Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Sem Kimono, agendado para o próximo sábado, dia 29 de setembro, começam a pipocar nas redes posições bombásticas com pegadas sem pano e ataques fortes para esse tipo de disputa. De olho no torneio, GRACIEMAG traz para você, estudioso leitor, uma opção para defender e tomar vantagem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_211560-2" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211560-2" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-1024x719.jpg" alt="" width="650" height="456" class="size-large wp-image-211560" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-1024x719.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-300x211.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-768x539.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro-150x105.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/pedro.jpg 1060w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-211560-2" class="wp-caption-text">Wrestler  e  fera no Jiu-Jitsu, Pedro Rocha mostra como evitar a queda  e sair por cima. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Com a proximidade do Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Sem Kimono, agendado para o próximo sábado, dia 29 de setembro, começam a pipocar nas redes posições bombásticas com pegadas sem pano e ataques fortes para esse tipo de disputa. De olho no torneio, GRACIEMAG traz para você, estudioso leitor, uma opção para defender e tomar vantagem de um ataque no single-leg.</p>
<p>O professor da vez é Pedro Rocha, atleta da nossa GMI Soul Fighters e campeão de wrestling. Experiente nas posições sem pano, Pedro escalou o camarada Domenico Novello para mostrar seu contra-ataque da comum queda. Primeiro, Pedro indica onde as pegadas devem ser feitas na situação sem kimono, para em seguida ressaltar o avanço que não está sob ataque, para melhorar o giro que termina com ele por cima.</p>
<p>Confira em detalhes no vídeo abaixo e surpreenda na sua próxima atuação sem kimono!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Campeão de wrestling ensina contra-ataque para o single-leg no Jiu-Jitsu sem kimono" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Ty-ejOR-dq8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/campeao-de-wrestling-ensina-contra-ataque-para-o-single-leg-no-jiu-jitsu-sem-kimono/">Campeão de wrestling ensina contra-ataque para o single-leg no Jiu-Jitsu sem kimono</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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