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	<title>Royce Gracie | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Royce Gracie | Graciemag</title>
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		<title>Tributo, medalhas e saudade: o professor Ulpiano Malachias por ele mesmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 21:25:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Em tudo na vida é preciso ter sorte. Quando eu ralava como segurança, en 2004, fiquei amigo da atendente do bar. Quem era? A filha de Rorion, Riane Gracie. Logo ela me apresentou para a família, eu passei a treinar com Royce e ajudá-lo na academia, no início dos anos 2000. Por três anos, como faixa-roxa, viajei pelo mundo todo com meu herói, ajudando-o em suas últimas lutas, em aulas e seminários.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246297" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Ulpiano-GRaciemag-divulgacao-luto-1024x781.jpg" alt="" width="650" height="496" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Ulpiano-GRaciemag-divulgacao-luto-1024x781.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Ulpiano-GRaciemag-divulgacao-luto-300x229.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Ulpiano-GRaciemag-divulgacao-luto-768x586.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Ulpiano-GRaciemag-divulgacao-luto-150x114.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Ulpiano-GRaciemag-divulgacao-luto.jpg 1280w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Após a partida doída e repentina do professor Ulpiano Malachias, falecido em maio após desistir da vida, centenas e centenas de brasileiros, californianos, texanos, colegas e adversários o homenagearam com belas histórias nas redes sociais.</p>
<p>Mas como era o Piano na opinião dele próprio?</p>
<p>A equipe GRACIEMAG.com colheu algumas das melhores frases do já saudoso professor, pai e amigo, em entrevistas concedidas à revista e ao nosso portal, de 2010 até 2026.</p>
<p>Vá na paz, grande fera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>*** *** *** ****</strong></p>
<p>“Eu tinha 17 anos em Belo Horizonte, e fui treinar na academia do Erik Wanderley. No primeiro mês de Jiu-Jitsu, em 1998, um cara me finalizou na chave de braço e eu bati. Ele simplesmente ignorou meus tapinhas e me machucou sério. Um mês depois, tirei o gesso e voltei para a academia transformado. Eu era outra pessoa, mais casca-grossa do que nunca. Era assim que as coisas funcionavam então no Brasil.”</p>
<p>“As pessoas não gostavam de mim. Eu sou tão competitivo que achavam que eu era mau. Precisei modificar minhas atitudes. Mestre Carlinhos, Marcio Feitosa e Flavio Almeida mostraram para mim como eu devia tratar as pessoas, me dirigir a elas. E assim passei a ganhar o respeito de todos. Com eles três, aprendi enfim que o Jiu-Jitsu é a arte da gentileza, uma arte suave de fato.”</p>
<p>“Me mudei para os Estados Unidos em 20002. Queria tentar viver fora do Brasil. Eu sabia que não seria nada fácil. Eu tenho diploma em administração e tudo que eu precisava eu tinha no Brasil. Mas optei por deixar tudo para trás e recomeçar, sem conhecidos, sem apoio e sem facilidades.”</p>
<p>“Trabalhei nos Estados Unidos como lavador de pratos. Consegui depois uma vaga de leão de chácara num bar brasileiro, aquela confusão. Era o modo que eu tinha de fazer algum dinheiro e seguir malhando e treinando.”</p>
<p>“Em tudo na vida é preciso ter sorte. Quando eu ralava como segurança, en 2004, fiquei amigo da atendente do bar. Quem era? A filha de Rorion, Riane Gracie. Logo ela me apresentou para a família, eu passei a treinar com Royce e ajudá-lo na academia, no início dos anos 2000. Por três anos, como faixa-roxa, viajei pelo mundo todo com meu herói, ajudando-o em suas últimas lutas, em aulas e seminários.”</p>
<div id="attachment_221167" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221167" class="size-large wp-image-221167" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-05-at-10.01.00-1024x682.jpeg" alt="" width="650" height="433" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-05-at-10.01.00-1024x682.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-05-at-10.01.00-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-05-at-10.01.00-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-05-at-10.01.00-1536x1023.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-05-at-10.01.00-150x100.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-05-at-10.01.00.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-221167" class="wp-caption-text">Professor Ulpiano com Jon Jones e Tussa. Foto: Reprodução</p></div>
<p>“Comecei a morar com meus velhos amigos da GB, e em 2006 fui surpreendido com a faixa-preta pelos mestres Carlos Gracie Junior e Draculino. Eu estava pronto para lutar o Campeonato Asiático de marrom. Quando eu mesmo não acreditava muito em mim, eles acreditaram. Voltei do Japão com a medalha de ouro.”</p>
<p>“Ao decidir abrir minha academia, escolhi uma região onde o aluguel era mais barato. Abri a GB Santa Ana em dezembro de 2007. Amo aquela escola e sua gente, sempre leal e dedicada. Como meu início no Brasil, conheci pessoas que trabalhavam duro e não tinham dinheiro sobrando. O pouco que eles ganhavam, eles valorizavam muito, e eu entendia que eles estavam investindo quase tudo que possuíam no Jiu-Jitsu, em meus ensinamentos. Então eu fazia tudo para retribuir nos tatames.”</p>
<p>“Quando abri minha primeira academia GB, eu era proprietário, administrador, faxineiro, cobrador e instrutor. Em dois anos, passei a ter mais de 200 alunos matriculados. Quase chorava ao ver os tatames cheios, e perceber quantas vidas consegui mudar.”</p>
<p>“Gosto de ir nas escolas dos alunos, fazer demonstração de Jiu-Jitsu. Outro dia na Califórnia, cruzei com um cara na rua. Ele parecia bem acima do peso, então eu o convidei para fazer uma aula na academia. Ele apareceu, e no mesmo dia recebi uma mensagem dele. Dizia que, após aquele único dia de Jiu-Jitsu, eu havia mudado sua vida para sempre. Minha vida é isso. Eu cuido das pessoas, dos meus alunos. Eles são todos parte da minha família.”</p>
<p>“Com mestre Carlinhos, na Califórnia, aprendi a principal lição que ele sempre nos passou. Sobre a importância de ajudar quem estiver ao nosso lado.”</p>
<p>“Em novembro de 2010, abri minha primeira GB no Texas. Eu não conhecia ninguém e o Draculino estava a milhas e milhas de distância. Aprendi muito, sobre gestão inclusive.”</p>
<p>“Aprendi na GB que campeonatos têm seu lugar no ambiente do Jiu-Jitsu, mas devemos enxergar a arte como uma ferramenta vital para todos os caminhos da vida, e para alunos de todos os perfis e idades. O professor pode e deve incentivar quem tem a flama da competição nos olhos, mas os campeonatos não devem ser o foco exclusivo de uma academia de Jiu-Jitsu. Pois isso há de espantar 80% de seus alunos e clientes em potencial.”</p>
<p>“Minha maior meta como professor é a de contusão zero entre os alunos. Quem se machuca larga os treinos por meses, isso se não largar o Jiu-Jitsu para sempre. É preciso organizar as turmas e horários com inteligência. Sempre cuidem bem de seus alunos e alunas.”</p>
<p><em>Também aprendeu alguma lição inestimável com o professor Piano? Deixe nos comentários.</em></p>
<p><iframe title="Kimura from Half Guard with Ulpiano Malachias" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/_j8zE0usxAA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tributos-medalhas-e-saudade-o-professor-ulpiano-malachias-gb-west-chase-por-ele-mesmo-no-jiu-jitsu/">Tributo, medalhas e saudade: o professor Ulpiano Malachias por ele mesmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Os ensinamentos do seminário Gracie que reuniu mais de 1 mil alunos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 23:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os ensinamentos do seminário Gracie que reuniu mais de 1 mil alunos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245471" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245471" class="wp-image-245471 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Seminario-Gracie-100.jpg" alt="Campeões e campeãs da família Gracie conversam com os praticantes, na Barra. Fotos: Lu Aith / Divulgação GRACIEMAG" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Seminario-Gracie-100.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Seminario-Gracie-100-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Seminario-Gracie-100-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Seminario-Gracie-100-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-245471" class="wp-caption-text">Campeões e campeãs da família Gracie conversam com os praticantes, na Barra. Fotos: Lu Aith / Divulgação GRACIEMAG</p></div>
<p>O que você aprendeu de mais valioso no histórico seminário da família Gracie, no dia 25 de outubro no Rio?</p>
<p>Sentado numa das poltronas, grande mestre Francisco Mansur ensinava, ao lado do também faixa-vermelha João Alberto Barreto: &#8220;O primeiro homem criado por Deus era peludo, cheio de cabelo. Era um rascunho até que Ele chegasse à perfeição: nós, os carecas.&#8221;</p>
<p>A poucos metros dele, numa das oito áreas de tatame, o legendário campeão mundial Roger esclarecia sobre um detalhe minucioso, enfiando a mão na gola de um aluno em pé: &#8220;Repare, eu prefiro finalizar assim, mas por uma questão de adaptação. Se o seu estrangulamento estiver funcionando, está ótimo. Nada é errado no Jiu-Jitsu se está dando certo.&#8221;</p>
<p>Do outro lado do salão, o pequeno bebê Enoc Gracie puxava um ronco, tranquilo.</p>
<p>Foi assim que a família Gracie, sinônimo de tradição, disciplina e inovação, escreveu mais um capítulo histórico na trajetória do Jiu-Jitsu brasileiro.</p>
<p>Responsável por levar a arte suave aos quatro cantos do mundo e transformar o esporte em um estilo de vida, o clã se reuniu em uma grande celebração pelos cem anos da primeira academia Gracie Jiu-Jitsu reconhecida, no Rio. O evento, na Barra da Tijuca, reuniu diferentes gerações em um momento marcado por emoção e reverência ao legado deixado por Carlos e Hélio Gracie.</p>
<p>O super seminário do centenário foi realizado no sábado, no Windsor Barra Hotel, no Rio, e contou com a participação de mais de mil praticantes — entre mestres, alunos e admiradores da arte suave. Hectolitros de açaí foram consumidos, e milhares de gargalhadas ouvidas pelo salão.</p>
<p>O encontro reuniu nomes lendários como Royce, Relson, Renzo, Roger, Ralph, Carlson Jr, Kyra e Ryron Gracie, além de dezenas de filhos, netos e bisnetos dos fundadores do Jiu-Jitsu no Brasil. Durante o evento, técnicas foram demonstradas e histórias compartilhadas, reafirmando os valores que tornaram o Jiu-Jitsu uma filosofia de vida: respeito, autoconfiança e superação.</p>
<p>De modo a celebrar o Jiu-Jitsu como cultura, leitores faziam filas para comprar livros e pegar autógrafos, com destaque para o relançamento de &#8220;Carlos Gracie, o criador de uma dinastia&#8221;, escrito por sua filha Reila.</p>
<p>Para Kyra Gracie, multicampeã mundial e uma das representantes da nova geração, o momento foi inesquecível: “Vivi uma semana intensa e muito especial. Nunca imaginei reunir tantos Gracie. Mas foi maravilhoso reunir a família para celebrar Carlos e Helio, um século, e a gente continua vivendo de kimono, seguindo esse caminho. Isso foi especial demais.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245473" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Palco-seminario-Gracie-100.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Palco-seminario-Gracie-100.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Palco-seminario-Gracie-100-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Palco-seminario-Gracie-100-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Palco-seminario-Gracie-100-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>O seminário recebeu jovens campeões de Jiu-Jitsu e ídolos do MMA como Ricardo Arona e Paulão Filho, e coroou uma semana repleta de homenagens. Na quinta-feira, a celebração começou com uma sessão de fotos noturna no Cristo Redentor, onde mais de cem membros da família se reuniram aos pés do monumento iluminado de verde e amarelo.</p>
<p>Mais do que um evento de estudos técnicos, o super seminário foi uma celebração do legado Gracie — uma união de gerações que mantém viva a missão iniciada há um século: espalhar o Jiu-Jitsu como uma ferramenta de transformação, equilíbrio e força interior.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245472" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Alunos-Gracie-100.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Alunos-Gracie-100.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Alunos-Gracie-100-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Alunos-Gracie-100-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Alunos-Gracie-100-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-ensinamentos-do-seminario-gracie-que-reuniu-mais-de-1-mil-alunos/">Os ensinamentos do seminário Gracie que reuniu mais de 1 mil alunos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Raízes do UFC: Royce Gracie arrancou aplausos ou vaias nas primeiras finalizações?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 00:29:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Royce não contava com a simpatia do público. Suas lutas foram as mais rápidas e sempre no chão. Por duas vezes seus oponentes levantaram, mas logo vinha o golpe de misericórdia. Uma chave de pescoço ou algo parecido obrigava o valente a bater no chão", escreveu o colunista da Folha, em 1994.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_214864" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-214864" class="size-full wp-image-214864" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/susumu26-3.jpg" alt="" width="414" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/susumu26-3.jpg 414w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/susumu26-3-300x217.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/susumu26-3-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 414px) 100vw, 414px" /><p id="caption-attachment-214864" class="wp-caption-text">Royce contra Ken Shamrock no UFC 1. Fotos: Susumu Nagao</p></div>
<p>Hoje o fã do Jiu-Jitsu vê o gesto até como certa heresia. Afinal, como imaginar que Royce Gracie, hoje uma estátua viva que anda, poderia ser recebido com vaias no Octagon?</p>
<p>Mas, de fato, aconteceu, e por razões cristalinas. Mais do que um Davi no meio de uns 15 Golias com socos de derrubar camelos, o filho de Helio Gracie era, ali nos primeiros eventos, encarado como um forasteiro abusado, que ousava enfrentar e despachar os favoritos da torcida –&nbsp;os americanos. Como se não bastasse a audácia, o faixa-preta de 27 anos, “com um kimono impecável, como se recém-saído da lavanderia” (Fellipe Awi, em “Filho teu não foge à luta”) ainda fez pior: lutava no chão, sem chutes giratórios, sem socos nem sangue.</p>
<p>A constatação da birra com Royce está numa crônica curiosa, encontrada nos becos escuros da internet. Escrita pelo surfista e correspondente Carlos “Califa” Sarli, um dos fundadores da revista “Trip”, foi publicada no<a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/3/17/esporte/5.html" target="_blank" rel="noopener"> jornal “Folha de São Paulo” em 1994:</a></p>
<p>“Quinta-feira passada eu estava na casa do Paulo Lima, editor da revista ‘Trip&#8217;. Iria embarcar no dia seguinte para o Havaí. Estávamos numa reunião e tínhamos outra agendada para as 15h. Pego uma revista americana sobre artes marciais, a ‘Black Belt’, e vejo o artigo sobre o primeiro Ultimate Fighting Championship. Fiquei instigado. O Paulo me traz o catálogo da segunda versão do evento, que aconteceria no dia seguinte em Denver, Colorado. Tomei a decisão. Liguei para a United Airlines e antecipei meu embarque.”</p>
<p>Sarli não fazia ideia do que ia encontrar, e deixou claro seu choque, durante a revolução do vale-tudo, o evento que mudou a história das artes marciais e do Jiu-Jitsu. Mas deixe que o Califa conte:</p>
<p>“Em Denver, o Mannoth Event Center estava lotado. A primeira luta já havia começado. O público delirava quando os competidores trocavam socos e pontapés e vaiava quando eles iam para o chão, grudados, tentando a imobilização. Ficava mais difícil de entender o que estava rolando –literalmente– e também de assistir.</p>
<p>“O UFC II contava com a participação de Royce Gracie, brasileiro, faixa-preta de Jiu Jitsu quarto grau e vencedor da primeira edição do evento. Sem regras – a não ser a proibição de dedo no olho e mordidas – sem juízes e sem tempo determinado, o evento teve critério de simples eliminação. Dos 16 lutadores selecionados entre os melhores do mundo –Japão, França, Espanha, Holanda, EUA e Brasil– sobraram quatro, depois dois e, finalmente, o ‘ultimate’, o melhor.</p>
<p>“O clima tenso no ginásio só era quebrado quando duas garotas de biquíni passavam apresentando as modalidades do próximo embate, no mais autêntico estilo de boxe. Algumas lutas tingiram com sangue o piso do ringue octogonal. Outras exigiram a presença dos paramédicos para levantar o derrotado. Até o final, a única unanimidade foi Pat Smith, 30, lutador americano de kickboxing de Aurora, Colorado – local, portanto.</p>
<p>“Royce não contava com a simpatia do público. Suas lutas foram as mais rápidas e sempre no chão. Por duas vezes seus oponentes levantaram, mas logo vinha o golpe de misericórdia. Uma chave de pescoço ou algo parecido obrigava o valente a bater no chão.</p>
<p>“Com a torcida e o tamanho a seu favor, Smith foi para final com Royce. Tentou nos primeiros segundos golpeá-lo com chutes e socos, mas logo o brasileiro ‘entrou’ nele e, em apenas um 1min17s, o embate estava definido. Royce Gracie ficou com o título máximo e US$ 60 mil mais rico. Apesar de não estar entre os considerados ‘esportes de ação’ –que costumo cobrir na coluna – ação é o que não faltou. Valeu a pena a correria.”</p>
<p>A crônica podia ser chamar &#8220;Royce repete feito&#8221;, “A revolução”, “Lona tingida de sangue” ou “A descoberta do Jiu-Jitsu”. Mas Sarli estava ainda mais inspirado e lascou lá o título: “Sopa de tamanco”.</p>
<p>Em tempo: o finalista Pat Smith também competira no UFC 1, tendo sido despachado pelo compatriota Ken Shamrock, na primeira fase do UFC 1, também em Denver.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Royce Gracie VS Patrick Smith UFC 2 Classic Championship" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/ntjlGNmJA-k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/raizes-do-ufc-royce-gracie-arrancou-aplausos-ou-vaias-nas-primeiras-finalizacoes/">Raízes do UFC: Royce Gracie arrancou aplausos ou vaias nas primeiras finalizações?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As dicas do professor Ulpiano para sua academia crescer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 15:42:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após mais de 25 anos de Jiu-Jitsu – ele começou a treinar em Minas Gerais em 1998 – o professor Ulpiano Malachias hoje comanda alguns dos dojos mais bonitos, completos e confortáveis da GB nos Estados Unidos. A fórmula é a velha conhecida: carinho pelos alunos, atenção obsessiva aos detalhes, conversas francas com os mestres&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230787" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230787" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-1.jpg" alt="Ulpiano na GB, no Texas. Fotos: Divulgação" width="940" height="935" class="size-full wp-image-230787" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-1-300x298.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-1-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-1-768x764.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-230787" class="wp-caption-text">Ulpiano na GB, no Texas. Fotos: Divulgação</p></div>
<p>Após mais de 25 anos de Jiu-Jitsu – ele começou a treinar em Minas Gerais em 1998 – o professor Ulpiano Malachias hoje comanda alguns dos dojos mais bonitos, completos e confortáveis da <a href="https://www.instagram.com/reel/C4anRJgMvwI/?utm_source=ig_web_button_share_sheet" rel="noopener" target="_blank">GB nos Estados Unidos. </a></p>
<p>A fórmula é a velha conhecida: carinho pelos alunos, atenção obsessiva aos detalhes, conversas francas com os mestres e ouvidos abertos para as oportunidades. Foi assim que o campeão da GB foi parar em Houston, Texas, onde começou sua trajetória de gestor de escolas, com academias amplas e com centenas de alunos pagantes – competidores ou não.</p>
<p>O professor de escolas como a GB River Oaks deu ao GRACIEMAG.com algumas dicas de como perseguir o sucesso. Confira!</p>
<p><strong>1. Aproveite quando a sorte sorrir</strong></p>
<p>Após se mudar de Minas Gerais para os Estados Unidos, o perseverante Piano arrumou seu primeiro trabalho num bar chamado Zabumba, em Venice, California. Quem por manobras do destilo por lá trabalhava como atendente? Riane Gracie, uma das filhas de Rorion. Nas horas vagas de garçom, em 2004, o sortudo faixa-marrom foi aprovado como sparring de Royce, quando aprendeu lições e técnicas de defesa pessoal para a vida toda. E que ele usa até hoje, 20 anos depois.</p>
<p><strong>2. Tenha um sonho, mas entenda que a vida é feita de encruzilhadas</strong></p>
<p>Ulpiano foi para a Califórnia com o sonho de se tornar um astro do UFC. Quando mestre Carlos Gracie Jr se mudou para os Estados Unidos, o campeão percebeu que ensinar também estava no seu sangue. Seguiu as lições do mestre, aprendeu muito e abriu uma das primeiras academias GB na Califórnia, em Santa Ana. Se a trajetória no MMA profissional não saiu como o sonhado, ele se tornou uma referência de gestor de escolas, e passou a ensinar e formar muitos outros jovens com sonhos parecidos com aquele que um dia teve. Há muitos caminhos para você ter sucesso.</p>
<p><strong>3. Jiu-Jitsu não é só competir</strong></p>
<p>Campeonatos têm seu lugar no ambiente do Jiu-Jitsu, mas devemos enxergar a arte como uma ferramenta vital para todos os caminhos da vida, e para alunos de todos os perfis e idades. O professor pode e deve incentivar quem tem a flama da competição nos olhos, mas os campeonatos não devem ser o foco exclusivo de uma academia de Jiu-Jitsu. Pois isso há de espantar 80% de seus alunos e clientes em potencial.</p>
<p><strong>4. Invista tempo e recursos em aulas infantis</strong></p>
<p>Professores que investiram horas, dias e semanas para formar bons alunos na turma infantil sempre colhem o benefício. Crianças e jovens ficam na academia por muitos anos, atraem a família e, após algumas décadas, podem até render valiosas medalhas de ouro ao mestre. E ainda serão os instrutores e professores capacitados do seu time um dia.</p>
<p><strong>5. Lealdade e cuidado com seu time</strong></p>
<p>Sua meta deve ser a de contusão zero entre os alunos. Quem se machuca larga os treinos por meses, isso se não largar o Jiu-Jitsu para sempre. Organize as turmas e horários com inteligência. Cuide bem de quem é seu pupilo. </p>
<p><iframe loading="lazy" title="Barra Technique Tuesday - Turtle Position with Prof. Ulpiano Malachias &amp; Coach Moon" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/xPfJcRlDa2c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-dicas-do-professor-piano-para-sua-academia-crescer/">As dicas do professor Ulpiano para sua academia crescer</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que o rock e o Jiu-Jitsu se encontraram num clipe do Sepultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 14:50:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No vídeo da banda, hoje quarentona e consagrada lá fora como poucas, estão Royce Gracie e outros membros da família, incluindo Rorion Gracie e o próprio professor Helio Gracie.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você se lembra? Em 1996, a banda de heavy metal Sepultura lançou seu sexto álbum, &#8220;Roots&#8221;.</p>
<p>O oitavo single desse álbum foi a música &#8220;Attitude&#8221; e o videoclipe trazia uma gaiola ao estilo dos palcos de MMA para ilustrar a letra da música.</p>
<p>No vídeo da banda mineira, hoje quarentona e consagrada lá fora como poucas, estão Royce Gracie e outros membros da família, incluindo Rorion Gracie e o próprio professor Helio Gracie.</p>
<p>Assista ao clipe e presencie esse grande encontro entre duas das melhores exportações do Brasil, o Jiu-Jitsu e o Sepultura.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sepultura - Attitude [OFFICIAL VIDEO]" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/0TanJ9jf-p4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-rock-e-o-jiu-jitsu-se-encontraram-num-clipe-do-sepultura/">O dia em que o rock e o Jiu-Jitsu se encontraram num clipe do Sepultura</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Video: the day the Gracie Family met Sepultura in a MMA cage</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 15:48:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>In 1996, Brazilian thrash metal band Sepultura released its sixth album, &#8220;Roots&#8221;. The eighth single taken from that album was the song &#8220;Attitude&#8221; and the video clip featured a MMA-like cage to illustrate the song&#8217;s lyrics. Featured in the video is Royce Gracie and other members of the family, including Rorion Gracie and Grandmaster Helio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>In 1996, Brazilian thrash metal band Sepultura released its sixth album, &#8220;Roots&#8221;.</p>
<p>The eighth single taken from that album was the song &#8220;Attitude&#8221; and the video clip featured a MMA-like cage to illustrate the song&#8217;s lyrics.</p>
<p>Featured in the video is Royce Gracie and other members of the family, including Rorion Gracie and Grandmaster Helio Gracie himself.</p>
<p>Watch the video and witness this great encounter between two of Brazil&#8217;s best exports, Jiu-Jitsu and Sepultura.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/0TanJ9jf-p4" allowfullscreen="allowfullscreen" width="940" height="705" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-the-day-the-gracie-family-met-sepultura-in-a-mma-cage/">Video: the day the Gracie Family met Sepultura in a MMA cage</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que Helio Gracie entrou em campo no Havaí</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 14:25:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231943" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231943" class="wp-image-231943 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1.jpg" alt="Grande mestre do Jiu-Jitsu Helio Gracie em seu sítio em Itaipava. Foto histórica de Gustavo Aragão/GRACIEMAG" width="940" height="613" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-768x501.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-231943" class="wp-caption-text">Helio Gracie em seu sítio em Itaipava. Foto histórica de Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p>Em setembro de 1994, Royce Gracie fez uma de suas mais célebres batalhas, contra Kimo Leopoldo, gigante alemão que cresceu em solo havaiano, no UFC 3 na Carolina do Norte. Uma semana depois daquela chave de braço triunfal, seu irmão Relson Gracie convidou parte da equipe que formava o córner para merecidas férias no Havaí, que por estes dias tenta se reerguer com bravura após um dos incêndios mais trágicos e tristes da história americana.</p>
<p>O espírito guerreiro dos havaianos pode ser verificado nessa histórica visita de grande mestre Helio às praias do arquipélago. Para confraternizar e apresentar brasileiros e locais, professor Relson, um herói local que ensina no Havaí desde 1988, resolveu organizar uma pelada num campo perto de Waikiki, com 11 para cada lado. O uniforme dos brasileiros, uma equipe de faixas-azuis em sua maioria, era uma camisa com os dizeres “Gracie Competition Team”. Bem, o Brasil era o atual campeão mundial de futebol, após jogo ferrenho nas oitavas contra a seleção americana, com o decisivo gol de Bebeto.</p>
<div id="attachment_242055" style="width: 562px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242055" class="wp-image-242055 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Seminar_prior_to_UFC_I_Helio_Relson__Royler.jpg" alt="" width="552" height="414" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Seminar_prior_to_UFC_I_Helio_Relson__Royler.jpg 552w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Seminar_prior_to_UFC_I_Helio_Relson__Royler-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Seminar_prior_to_UFC_I_Helio_Relson__Royler-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 552px) 100vw, 552px" /><p id="caption-attachment-242055" class="wp-caption-text">Helio Gracie com Relson e Royler em seminário antes do UFC 1, em 1993. Foto: Arquivos da família via Kid Peligro</p></div>
<p>Tudo isso e nossa conhecida habilidade começaram a esquentar a partida amistosa, e logo uns havaianos da plateia começaram a brincadeira, com brados de “Kimo! Kimo! Kimo!”. O caráter amistoso estava indo por água abaixo. Foi quando, no segundo tempo, uma dividida mais forte fez o caldo entornar e o pau comer.</p>
<p>Parte do time abandonou o gramado e meteu sebo nas canelas, mas quem sobrou se meteu numa verdadeira batalha campal, com sete brasileiros contra quase 20 locais. Foram três minutos de defesa pessoal aplicada à realidade, até que o Jiu-Jitsu entrou em ação e começou a serenar os ânimos. Mas o melhor foi testemunhado pelo hoje mestre Relson:</p>
<p>“Enquanto a porrada comia geral, reparei no papai caminhando no meio do gramado, tentando casar os duelos. Ele veio até mim e disse: ‘Meu filho, chama aquele grandão ali para lutar contigo.’” O jogo acabou com as sirenes de oito carros da polícia, para acabar com a valentia.</p>
<p>Mestre Relson garante: fez até gol e o time Gracie ganhou na bola também.</p>
<div id="attachment_242058" style="width: 397px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242058" class="wp-image-242058 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Helio-Gracie-e-familia-no-Havai.jpg" alt="" width="387" height="277" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Helio-Gracie-e-familia-no-Havai.jpg 387w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Helio-Gracie-e-familia-no-Havai-300x215.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Helio-Gracie-e-familia-no-Havai-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 387px) 100vw, 387px" /><p id="caption-attachment-242058" class="wp-caption-text">Helio Gracie e os filhos no Havaí, em 1996. Foto: Arquivos Todd Tanaka.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-helio-gracie-entrou-em-campo-no-havai/">O dia em que Helio Gracie entrou em campo no Havaí</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A vitória de Royce Gracie no vale-tudo, antes da fama e do UFC 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 20:16:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O MMA atualmente é um esporte consolidado, com regras estabelecidas, e que atinge multidões ao redor do mundo. Mas o cenário nem sempre foi assim, sobretudo nos primórdios do vale-tudo, quando a modalidade ainda engatinhava.  Em sua essência, o vale-tudo promovia combates sem luvas e com regras pouco rigorosas, com o intuito de definir a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229478" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229478" class="size-full wp-image-229478" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/vigio-royce-1.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/vigio-royce-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/vigio-royce-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/vigio-royce-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-229478" class="wp-caption-text">Royce após a vitória que mudou o rumo das lutas no mundo. Foto: Susumo Nagao</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O MMA atualmente é um esporte consolidado, com regras estabelecidas, e que atinge multidões ao redor do mundo. Mas o cenário nem sempre foi assim, sobretudo nos primórdios do vale-tudo, quando a modalidade ainda engatinhava. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sua essência, o vale-tudo promovia combates sem luvas e com regras pouco rigorosas, com o intuito de definir a arte marcial mais eficiente. Por isso, tatames em academias e em garagens foram palco de duelos marcantes do esporte em idos da década de 1990.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É o caso do dia em que Royce Gracie enfrentou um wrestler que pesava cerca de 180kg numa luta fechada no tatame de uma garagem, diante de poucos admiradores que acompanharam o duelo diretamente do local. Na ocasião, o campeão dos UFC 1, 2 e 4, perto dos 80kg, conseguiu quedar o gigante e, em seguida, o surpreendeu com um ataque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira o raro registro no vídeo abaixo:</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/td-mFiL8EA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/td-mFiL8EA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Royce Gracie (@realroyce)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-vitoria-de-royce-gracie-no-vale-tudo-antes-da-fama-e-do-ufc-1/">A vitória de Royce Gracie no vale-tudo, antes da fama e do UFC 1</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A importância do Jiu-Jitsu na atividade policial, por Thiago Raposo</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-importancia-do-jiu-jitsu-na-atividade-policial-por-thiago-raposo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-importancia-do-jiu-jitsu-na-atividade-policial-por-thiago-raposo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 20:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[GMI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Thiago Raposo* Acredito que a prática de esportes é um enorme equalizador na vida de um policial. É de conhecimento geral que a prática esportiva aumenta a qualidade de vida, pois reduz o estresse, melhora a concentração mental, previne doenças, aumenta a capacidade cardiorrespiratória e muscular, dentre outros inúmeros benefícios. Quanto ao Jiu-Jitsu, especificamente,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240757" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240757" class="size-full wp-image-240757" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-04-at-09.46.52.jpeg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-04-at-09.46.52.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-04-at-09.46.52-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-04-at-09.46.52-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-04-at-09.46.52-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-240757" class="wp-caption-text">GMI Thiago Raposo destaca a importância do Jiu-Jitsu para a atividade policial. Foto: Reprodução</p></div>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Texto: Thiago Raposo*</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que a prática de esportes é um enorme equalizador na vida de um policial. É de conhecimento geral que a prática esportiva aumenta a qualidade de vida, pois reduz o estresse, melhora a concentração mental, previne doenças, aumenta a capacidade cardiorrespiratória e muscular, dentre outros inúmeros benefícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto ao Jiu-Jitsu, especificamente, trata-se de uma arte marcial indispensável na atividade policial. Por isso, considero que deveria haver um investimento significativo em políticas públicas para que todos os  policiais brasileiros se tornassem adeptos da modalidade popularizada pelos Gracie. Países como os Estados Unidos e os Emirados Árabes Unidos utilizam o Jiu-Jitsu em treinamentos policiais e recrutam brasileiros para executarem esta missão. Todavia, não há uma medida pública que siga esta toada no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo ficou impressionado com a atuação de Royce Gracie na primeira edição do UFC, em 1993. Na ocasião, o filho de Helio confirmou a eficiência do Jiu-Jitsu sobre as demais artes marciais. Naquela década, a importância da luta agarrada foi concretizada. Mediante a ascensão deste fenômeno, houve um crescimento exponencial no número de praticantes de Brazilian Jiu-Jitsu ao redor do mundo. Essa popularização também precisa se consolidar entre os policiais. Em qualquer ocorrência, em que não haja envolvimento de armas de fogo, o Jiu-Jitsu deve ser usado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O operador de segurança pública tem a função de cessar a agressão e prender, por isso, as imobilizações do Jiu-Jitsu são tão eficazes na rotina policial. O oficial com conhecimento das técnicas torna-se um maior respeitador dos direitos humanos, pois conseguirá imobilizar e prender, além de evitar maiores lesões, mortes de terceiros, dele próprio ou até mesmo a do agressor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, creio que o Jiu-Jitsu traz inúmeros benefícios à saúde mental do policial, que eventualmente já sofre com enorme carga de estresse. Há um enorme índice de tentativas de suicídio, depressão, transtornos e doenças psicológicas que afetam os policiais a longo prazo.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">* O GMI Thiago Raposo é faixa-preta de Jiu-Jitsu, policial penal e defende as bandeiras das escolas Gracie Barra e AKXE BJJ. </span></em></p>
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		<title>O treino que fez Gordon Ryan voltar à infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 02:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[ADCC]]></category>
		<category><![CDATA[Gordon Ryan]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Royce Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Astro do Jiu-Jitsu e nome a ser batido sem kimono, o americano Gordon Ryan fez um treino especial com seu ídolo de infância, Royce Gracie, campeão das três primeiras edições do UFC. Considerado o rei da modalidade nos tempos modernos, Gordon se rendeu àquele que reinou nos primórdios do vale-tudo contra atletas bem mais pesados. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239042" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239042" class="size-large wp-image-239042" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Gordon-e-Royce-1024x565.jpeg" alt="" width="650" height="359" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Gordon-e-Royce-1024x565.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Gordon-e-Royce-300x166.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Gordon-e-Royce-768x424.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Gordon-e-Royce-150x83.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Gordon-e-Royce.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239042" class="wp-caption-text">Gordon Ryan e Royce Gracie fazem um treino soltinho. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Astro do Jiu-Jitsu e nome a ser batido sem kimono, o americano Gordon Ryan fez um treino especial com seu ídolo de infância, Royce Gracie, campeão das três primeiras edições do UFC. Considerado o rei da modalidade nos tempos modernos, Gordon se rendeu àquele que reinou nos primórdios do vale-tudo contra atletas bem mais pesados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio de suas redes sociais, o atual campeão da superluta do ADCC celebrou a oportunidade de treinar com Royce.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Foi uma honra encontrar e treinar um pouco com o @realroyce”, publicou Gordon. “Tive meu primeiro contato com as artes marciais ao assistir a um tributo destinado ao Royce das primeiras edições do UFC. O primeiro combate que assisti foi Royce contra Keith Hackney, e fiquei viciado. Depois de assistir a toda a reprise dos UFC 1 e 2, decidi no momento que faria a minha carreira nas artes marciais. É tão fantástico estar a treinar com o homem que me inspirou há 15 anos através da tela de uma televisão. Obrigado a @derekmoneyberg por fazer isto acontecer” finalizou o americano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a postagem de Gordon, Royce enalteceu o craque: “obrigado @gordonlovesjiujitsu por me mostrar algumas técnicas e ir pegar leve comigo. Obrigado @derekmoneyberg pela hospitalidade”, comentou o veterano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num determinado momento do treino soltinho, Royce brinca e dispara “Ele [Gordon] é tão leve (risos)”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira no vídeo abaixo momentos do treino entre Gordon Ryan e Royce Gracie:</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Cj8tbGDpNtA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/Cj8tbGDpNtA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Gordon King Ryan (@gordonlovesjiujitsu)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-treino-que-fez-gordon-ryan-voltar-a-infancia/">O treino que fez Gordon Ryan voltar à infância</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A brief history of Brazilian jiu-jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/history-of-bjj/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=history-of-bjj</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2019 15:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Helio Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Japan]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Mitsuyo Maeda]]></category>
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		<category><![CDATA[Theodore Roosevelt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>From the samurai to the UFC champions and IBJJF gold medalists &#160; Brazilian Jiu-Jitsu or BJJ (also written as jujitsu or jujutsu) is a martial art of Japanese origin in which one essentially uses levers, torsions and pressure in order to take one’s opponent to the ground and dominate them. Literally, jū in Japanese means ‘gentleness,’&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218636" style="width: 437px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218636" class="size-full wp-image-218636" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Carlos-Marco-Imperial-1.jpg" alt="" width="427" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Carlos-Marco-Imperial-1.jpg 427w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Carlos-Marco-Imperial-1-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Carlos-Marco-Imperial-1-100x150.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /><p id="caption-attachment-218636" class="wp-caption-text">Carlos Gracie. Photo: Marco Imperial</p></div>
<h3>From the samurai to the UFC champions and IBJJF gold medalists</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brazilian Jiu-Jitsu or BJJ</strong> (also written as jujitsu or jujutsu) is a martial art of Japanese origin in which one essentially uses levers, torsions and pressure in order to take one’s opponent to the ground and dominate them. Literally, <i>jū</i> in Japanese means ‘gentleness,’ and <i>jutsu </i>means ‘art,’ ‘technique.’ Hence the literal translation by which it’s also known, the ‘gentle art.’</p>
<p>Its secular origin, as with almost all ancient martial arts, cannot be pinpointed precisely. Similar fighting styles have been verified in many peoples, from India to China, in the 3rd and 8th centuries. What is known is that its environment of development and refinement were the schools of the samurai, the warrior caste of feudal Japan.</p>
<p>Its creation derives from the fact that, in the battlefield or during any confrontation, a samurai could wind up bereft of his swords of spears, at which point he would need a weapon-less method of defense. Since traumatic strikes were not sufficient in this type of showdown, as the samurai wore armor, the takedowns and torsions began gaining ground due to their efficiency. Thus Jiu-Jitsu was born in contraposition to <i>kenjitsu</i> and other so-called rigid arts, wherein the combatants wielded swords and other weapons.</p>
<p>The martial art gained new dimensions when a celebrated instructor from the Kodokan Japanese school decided to travel the world and prove the efficiency of his choke and armlocks against opponents of all sizes and styles: Mitsuyo Maeda, a sumo fighter’s son born in Funazawa Village, located in Hirosaki City, in the Japanese prefecture of Aomori, on November 18, 1878, and deceased in Belém, capital of the Brazilian state of Pará, on November 28, 1941.</p>
<p>A lifelong champion of Jiu-Jitsu’s self-defense techniques, Maeda traveled to the U.S. in 1904 accompanied by other teachers from Jigoro Kano’s school. At the time, thanks to the political and economic bonds between Japan and the U.S., the Japanese techniques had many a noteworthy admirer on American soil. In 1904, for example, President Theodore Roosevelt had taken lessons from Yoshitsugu Yamashita. In the U.S., the agile Japanese man began racking up thousands of combats and fallen opponents along the way in England, Belgium and Spain, where his poise resulted in the nickname by which he became better-known, Count Koma. Back in America, the fighter did many presentations and challenges in El Salvador, Costa Rica, Honduras, Panama, Colombia, Ecuador, Peru, Chile and Argentina. In July 1914, the valiant 5-foot-5, 68kg fighter landed in Brazil to settle down and change the sport’s history.</p>
<p>A lifelong champion of Jiu-Jitsu’s self-defense techniques, Maeda traveled to the U.S. in 1904 accompanied by other teachers from Jigoro Kano’s school. At the time, thanks to the political and economic bonds between Japan and the U.S., the Japanese techniques had many a noteworthy admirer on American soil. In 1903, for example, President Theodore Roosevelt had taken lessons from Yoshiaki Yamashita. In the U.S., the agile Japanese man began racking up thousands of combats and fallen opponents along the way in England, Belgium and Spain, where his poise resulted in the nickname by which he became better-known, Count Koma. Back in America, the fighter did many presentations and challenges in El Salvador, Costa Rica, Honduras, Panama, Colombia, Ecuador, Peru, Chile and Argentina. In July 1914, the valiant 5-foot-5, 68kg fighter landed in Brazil to settle down and change the sport’s history.</p>
<p>Maeda would go on to collect delicious stories on Brazilian land. After going around the country, the Jiu-Jitsu black-belt settled in Belém. One day he took on the challenge of a capoeira artist known as Pé de Bola, towering over the master at 6-foot-3 and nearly 100kg. Maeda was not impressed and even let his rival bear a knife in the match. The Japanese disarmed, took down and finished off the Brazilian. Count Koma, as later became a tradition among Jiu-Jitsu professors, would also challenge famous boxers. American boxer Jack Johnson was called out, but never accepted the invite.</p>
<div id="attachment_220082" style="width: 766px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-220082" class="size-full wp-image-220082" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/06/Opera-Instantâneo_2019-12-04_093408_www.graciemag.com_.png" alt="" width="756" height="576" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/06/Opera-Instantâneo_2019-12-04_093408_www.graciemag.com_.png 756w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/06/Opera-Instantâneo_2019-12-04_093408_www.graciemag.com_-300x229.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/06/Opera-Instantâneo_2019-12-04_093408_www.graciemag.com_-150x114.png 150w" sizes="auto, (max-width: 756px) 100vw, 756px" /><p id="caption-attachment-220082" class="wp-caption-text">Koma and crew in Cuba, 1912. Fabio Quio collection</p></div>
<p>It was Koma, also, who promoted the first Jiu-Jitsu tournament in the country – more accurately a festival of bouts and challenges designed to give notoriety to the unknown sport.</p>
<p>Researchers Luiz Otávio Laydner and Fabio Quio Takao found in the newspaper Gazeta de Notícias of March 11, 1915 the rules of the event slated for the Carlos Gomes Theater in Rio de Janeiro, then the country’s capital. In it Koma published the first rules of our Jiu-Jitsu, consisting of ten items:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“1. Every fighter must present themselves decently, with fingernails and toenails perfectly trimmed;</p>
<p>“2. They must wear the gi, provided by Count Koma;</p>
<p>“3. It is forbidden to bite, scratch, head-butt or punch;</p>
<p>“4. When the athlete uses their foot, they must never use its tip, but instead the curve;</p>
<p>“5. The fighter whose back is on the ground is not defeated, even if they were the first one to fall;</p>
<p>“6. The fighter who is defeated must signal their forfeit by tapping either the mat or their opponent’s body thrice;</p>
<p>“7. The referee will deem defeated the fighter who, due to some contingency, cannot remember to tap to signal their forfeit;</p>
<p>“8. The matches will be divided into rounds of five minutes with two-minute resting periods interposed between them. The referee will count the minutes aloud for the benefit of the audience;</p>
<p>“9. If the fighters fall off the mat without either one having forewarned of it, the referee must force them to return to the center of the mat, standing and facing one another;</p>
<p>“10. The jurors may replace the referee in his duties. Neither the enterprise nor the winning fighter is responsible for whatever harm may befall the loser if, due to tenacity, that fighter refuses to signal forfeit.</p>
<p>“* Medical doctors, members of the local press, and professors of physical education and fencing are invited to take part in the jury.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>In 1917 a teenager named Carlos Gracie (1902–1994) saw for the first time, in Belém, a display by the Japanese man who was capable of dominating and submitting the area’s giants. A friend of his father, Gastão Gracie, Maeda agreed to teach the restless boy the art of defending oneself. In his lessons, he would teach Carlos and other Brazilians – like Luiz França, future master to Oswaldo Fadda – the concepts of his art: on the feet or the ground, the opponent’s strength was supposed to be a weapon for the win; to approach the adversary, low kicks and elbow strikes were to be the stratagems before taking them down. For evolution in training, he would use the <i>randori</i>, a full-on sparring session with a partner.</p>
<p>A faithful student, Carlos Gracie embraced Jiu-Jitsu and, to the heartbreak of the mom who dreamed of seeing more diplomats in the prestigious family, he started infusing his brothers with the love for the art. One of eight siblings (Oswaldo, Gastão Jr., George, Helena, Helio, Mary and Ilka), in 1925 Carlos opened the Gracie family’s first BJJ academy. The ad in the newspaper was a marketing masterpiece: “If you want to have your arm broken, look for the Gracie Academy.”</p>
<p>The grandmaster would go on to spawn 21 offspring, 13 of whom became black-belts. Each member of the family began, then, strengthening the art and adding one more link to the chain created by <a title="Gracie Diet" href="https://www.graciemag.com/gracie-diet/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Grandmaster Carlos</a>, founder and guide of the clan, as well as first in the family to launch himself in a rule-less fight, which he dubbed <i>vale-tudo</i>. It was in 1924 in Rio de Janeiro that Carlos Gracie confronted stevedore Samuel, a renowned athlete of capoeira.</p>
<p><a title="Helio Gracie" href="https://www.graciemag.com/2013/10/today-celebrate-the-centennial-of-helio-gracie-and-his-accomplishments-in-jiu-jitsu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Helio</a> quickly became the standout among the brothers due to the technical innovations he made as an instructor and the indomitable spirit that was at odds with his skinny body. In consonance with the tactics of Count Koma, the Gracies continued challenging capoeira artists in Rio, as well as stevedores and other brave men of all origins and sizes. If these muscle men looked fearsome on their feet, on the ground they became easy prey to the pounces and chokes that defeated them as if by magic.</p>
<p>The family’s victories in no-rules matches started becoming legends and front-page stories, and mounting. The famous pupils, also – artists, <a title="Archiquetct Oscar Niemeyer" href="https://www.graciemag.com/2012/12/oscar-niemeyer-and-jiu-jitsu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">architects</a>, state ministers, mayors, governors, surgeons and doctors from every field.</p>
<p>Besides the challenges, the championships featuring practitioners, with rules exclusive to Jiu-Jitsu, were gaining momentum, fueled by rivalries of dozens of different academies. In the 1960s, when <a title="Carlson Gracie" href="https://www.graciemag.com/2013/08/at-80-carlson-gracie-lives/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Carlson Gracie</a> had already taken his uncle Helio’s baton as the clan’s front line in vale-tudo, an important step was taken towards the consolidation of sport Jiu-Jitsu. In 1967 the Guanabara Jiu-Jitsu Federation, in Rio, was created under the authorization of the country’s National Sports Confederation. Among the still-primitive rules, moves like takedowns, frontal mounts with both knees on the ground and the back-take yielded one point. Match duration for the adults category was set at five minutes, with three minutes’ overtime. Jiu-Jitsu had gained time controls and a scoring system.</p>
<p>The president of the Federation was Helio Gracie, and the president of the Consultative Council was Carlos. His first-born, Carlson, was director of the technical department. The first technical vice-director was Oswaldo Fadda, and the second was Orlando Barradas – both of them Jiu-Jitsu professors. João Alberto Barreto, a notable pupil of the Gracies’, was named director to the teaching department, whose vice-director was one of Carlson’s brothers, Robson Gracie – each of them a grandmaster of the art nowadays.</p>
<p>In the ’90s the art underwent a new boom. On two fronts: created by Rorion Gracie in 1993, the <a title="UFC" href="http://www.ufc.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ultimate Fighting Championship</a> kick-started the sport known today as MMA. Starting with pioneer Royce Gracie and further consolidated through the sweat of a bevy of his cousins and brothers in Rickson, Renzo, Ralph, Royler, Ryan, Carley and company, Jiu-Jitsu as a method of self-defense had nothing more to prove.</p>
<p>On another front, Carlos Gracie Jr. picked up his father’s work organizing championships and strengthening the art as a regulated sport. Thus the <a title="IBJJF" href="http://ibjjf.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF) </a>was created in 1994, and these days it promotes tournaments overflowing with over 3,000 athletes from more than 50 countries, such as the World Championship, held annually since 1996.</p>
<p>One century after Count Koma disembarked in Brazil, our Jiu-Jitsu today can be practiced from Alaska to Mongolia, from Abu Dhabi to Japan.</p>
<p>The rest of this story continues to be written by each white-belt who steps into a Jiu-Jitsu gym for the first time.</p>
<p>To learn BJJ straight from Renzo Gracie, a fighter whose name is etched on the history of BJJ and MMA, visit <a href="https://www.gallerr.com/en/renzo-gracie-online-academy">Renzo Gracie Online Academy</a>.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/history-of-bjj/">A brief history of Brazilian jiu-jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rápidos no gatilho: estreia de Kron Gracie foi mais ligeira que as de Royce e Demian Maia</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 17:31:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No domingo, 17 de fevereiro, Kron Gracie usou o Jiu-Jitsu para estrear com vitória no maior palco mundial do MMA. Muito se fala sobre a pressão de fazer a primeira luta no UFC e pisar no octógono com a certeza de ter milhares de olhares na sua luta, mas alguns brasileiros cascas-grossas conseguiram driblar tal&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213911" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/kron2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213911" class="size-full wp-image-213911" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/kron2.jpg" alt="" width="1000" height="724" /></a><p id="caption-attachment-213911" class="wp-caption-text">Kron vibra com seus corners após sua estreia de sucesso no UFC. Foto: Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>No domingo, 17 de fevereiro, <a href="https://www.graciemag.com/2019/02/18/kron-gracie-usa-o-jiu-jitsu-e-finaliza-rapido-no-ufc-phoenix-francis-ngannou-nocauteia-cain-velasquez/" target="_blank" rel="noopener">Kron Gracie usou o Jiu-Jitsu para estrear com vitória</a> no maior palco mundial do MMA. Muito se fala sobre a pressão de fazer a primeira luta no UFC e pisar no octógono com a certeza de ter milhares de olhares na sua luta, mas alguns brasileiros cascas-grossas conseguiram driblar tal pressão.</p>
<p>Para Kron, 30 anos, acostumado desde garoto à responsabilidade de representar a família Gracie em torneios, a pressão faz parte da carreira. Na estreia no UFC, 2min06s foram suficientes para garantir a vitória, tempo bem próximo ao do tio Royce Gracie, que debutou no UFC com vitória em 2min18s no duelo clássico contra Art Jimmerson.</p>
<p>Contudo, outros astros brasileiros tiveram estreias ainda mais breves – caso do faixa-preta Charles do Bronx, hoje detentor do recorde de mais finalizações no UFC: em sua estreia, ele capturou Darren Elkins no armlock em 41 segundos. O recorde de estreia mais rápida da história segue com Ryan Jimmo (1981-2016), que fez sua primeira luta no UFC nocauteando Anthony Perosh em 7s.</p>
<p>Confira na lista abaixo alguns outros fenomenais brasileiros que tiveram um início relâmpago nas oito linhas do UFC!</p>
<p>Erick Silva &#8211; 40s<br />
Charles do Bronx &#8211; 41s<br />
Anderson Silva &#8211; 49s<br />
Vitor Belfort &#8211; 1min17s<br />
Junior Cigano &#8211; 1min20s<br />
Cris Cyborg &#8211; 1min21s<br />
Glover Teixeira &#8211; 1min53s<br />
Rogerio Minotouro &#8211; 1min56s<br />
<strong>Kron Gracie &#8211; 2min06s</strong><br />
Amanda Nunes &#8211; 2min08s<br />
Royce Gracie &#8211; 2min18s<br />
Demian Maia &#8211; 2min40s</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rapidos-no-gatilho-estreia-de-kron-gracie-foi-mais-ligeira-que-as-de-royce-e-demian-maia/">Rápidos no gatilho: estreia de Kron Gracie foi mais ligeira que as de Royce e Demian Maia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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