<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rickson Gracie | Graciemag</title>
	<atom:link href="https://www.graciemag.com/tag/rickson-gracie/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 15:44:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/cropped-WhatsApp-Image-2023-08-09-at-20.29.31-32x32.jpeg</url>
	<title>Rickson Gracie | Graciemag</title>
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Como vencer um rival gigante? Rickson Gracie nos ensinou</title>
		<link>https://www.graciemag.com/como-vencer-um-rival-gigante-rickson-gracie-nos-ensinou/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-vencer-um-rival-gigante-rickson-gracie-nos-ensinou</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 14:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[absoluto]]></category>
		<category><![CDATA[gas]]></category>
		<category><![CDATA[gigante]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Kerr]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Otávio Tatá]]></category>
		<category><![CDATA[peso]]></category>
		<category><![CDATA[preparo físico]]></category>
		<category><![CDATA[raspagem]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=246610</guid>

					<description><![CDATA[<p>Certa vez, mestre Rickson Gracie foi sabatinado por diversos lutadores, nas páginas de “Gracie Magazine”. Era a edição #16 da revista, publicada em 1998, e o campeão peso pesado de Jiu-Jitsu Otávio “Tatá” Duarte perguntou qual seria o macete para vencer os gigantes que assombravam os ringues do planeta, wrestlers do naipe de um Mark&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/como-vencer-um-rival-gigante-rickson-gracie-nos-ensinou/">Como vencer um rival gigante? Rickson Gracie nos ensinou</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245818" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245818" class="wp-image-245818 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2.jpg" alt="" width="542" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2.jpg 542w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2-169x300.jpg 169w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2-84x150.jpg 84w" sizes="(max-width: 542px) 100vw, 542px" /><p id="caption-attachment-245818" class="wp-caption-text">Mestre Rickson em seu dojo, na Flórida. Foto: Acervo Vitor Terra</p></div>
<p>Certa vez, mestre Rickson Gracie foi sabatinado por diversos lutadores, nas páginas de “Gracie Magazine”. Era a edição #16 da revista, publicada em 1998, e o campeão peso pesado de Jiu-Jitsu Otávio “Tatá” Duarte perguntou qual seria o macete para vencer os gigantes que assombravam os ringues do planeta, wrestlers do naipe de um Mark Kerr ou Mark Coleman, astros do vale-tudo nos EUA e Japão.</p>
<p>Rickson então resumiu o que é preciso para superar um rival mais pesado e bem preparado. Uma lição que você pode usar o tempo todo, seja na academia ou seja metaforicamente para melhorar sua rotina.</p>
<p>“O principal primeiramente é ser dotado de condições técnicas para poder se defender”, disse Rickson. E completou:</p>
<p>“Isso acontece a partir de uma boa guarda que minimize os perigos. A partir daí, é preciso fazer que seu oponente gaste mais força do que você durante todo o tempo de luta. Há muitos lutadores fortes e explosivos. Porém, se você não der tempo para eles descansarem e recuperarem o gás, o desgaste físico deles será muito grande. O caminho então é se movimentar, exigir esforço redobrado do grandalhão e deixá-lo com o bico de fora”, concluiu o Gracie.</p>
<p>No vídeo a seguir, Rickson Gracie ensina um conceito simples para você gastar o mínimo de força, concentrando a energia do seu pé, quadril e braço até anular o oponente mais bruto.</p>
<p><iframe title="How to beat a giant? Rickson teaches the concept" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/UEqYMzSuzQg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-vencer-um-rival-gigante-rickson-gracie-nos-ensinou/">Como vencer um rival gigante? Rickson Gracie nos ensinou</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Vitor Terra aprendeu a preservar a defesa pessoal em suas aulas</title>
		<link>https://www.graciemag.com/como-vitor-terra-aprendeu-com-rickson-e-royler-gracie-a-preservar-a-defesa-pessoal-em-suas-aulas-de-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-vitor-terra-aprendeu-com-rickson-e-royler-gracie-a-preservar-a-defesa-pessoal-em-suas-aulas-de-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 22:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Royler Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Terra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245816</guid>

					<description><![CDATA[<p>De volta da Flórida, onde ganhou seu quinto grau das mãos de Rickson e levou uma turma de alunos para beber da fonte, o professor carioca contou o que aprendeu de especial em mais um período de treinos valiosos por lá.</p>
<p>“Na primeira vez que consegui marcar essa visita ao mestre Rickson, em 2024, viajei com dois alunos. Na vez seguinte, outros se interessaram e o grupo subiu para cinco. Acabou que virou uma viagem quase bimestral. Todo dia que passo com ele no tatame se parece com um ano de doutorado. Sem falar na energia que nos renova”, reflete Terra.</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/como-vitor-terra-aprendeu-com-rickson-e-royler-gracie-a-preservar-a-defesa-pessoal-em-suas-aulas-de-jiu-jitsu/">Como Vitor Terra aprendeu a preservar a defesa pessoal em suas aulas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_245823" style="width: 706px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245823" class="wp-image-245823 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-Vitor-e-Hanna-Gracie.jpg" alt="" width="696" height="804" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-Vitor-e-Hanna-Gracie.jpg 696w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-Vitor-e-Hanna-Gracie-260x300.jpg 260w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-Vitor-e-Hanna-Gracie-130x150.jpg 130w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p id="caption-attachment-245823" class="wp-caption-text">Mestre Rickson Gracie em seu dojo na Flórida, com o aluno Vitor Terra e a prima Hanna Gracie. Fotos: Felipe Diniz / Divulgação</p></div>
<p>Professor da escola Gracie Terra, o faixa-preta carioca Vitor Terra procura não desperdiçar um minuto quando divide o tatame com seu mestre Rickson Gracie.</p>
<p>De volta da Flórida, onde ganhou seu quinto grau das mãos de Rickson e levou uma turma de alunos para beber da fonte, o professor contou o que aprendeu de especial em mais um período de treinos valiosos por lá.</p>
<p>“Na primeira vez que consegui marcar essa visita ao mestre Rickson, em 2024, viajei com dois alunos. Na vez seguinte, outros se interessaram e o grupo subiu para cinco. Acabou que virou uma viagem quase bimestral. Todo dia que passo com ele no tatame se parece com um ano de doutorado. Sem falar na energia que nos renova”, reflete Terra.</p>
<p>Com as visitas constantes, Vitor pode perceber que, a cada aula, Rickson parece aperfeiçoar suas defesas, e mostra sempre um movimento ou detalhe que ele, Terra, nunca havia visto antes.</p>
<div id="attachment_245818" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245818" class="wp-image-245818 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2.jpg" alt="" width="542" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2.jpg 542w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2-169x300.jpg 169w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/Rickson-com-Vitor-Terra-2-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /><p id="caption-attachment-245818" class="wp-caption-text">Fotos: Felipe Diniz / Divulgação</p></div>
<p>Um dos mantras mais valorizados atualmente por mestre Rickson, que anunciou recentemente que seu livro “Respire” vai virar filme, escrito e dirigido pelo premiado cineasta brasileiro Marcelo Galvão, revela um pouco da mentalidade do mestre.</p>
<p>Antigamente, os defensores do Jiu-Jitsu eram instruídos a lutar para vencer. Hoje, com a arte consagrada por todo o planeta, o mandamento é vencer sem precisar lutar. É o que Rickson Gracie sempre reforça em seus discursos. Para o mestre, a luta mais importante hoje para quem ensina Jiu-Jitsu é atrair as crianças, os tímidos, homens inseguros em geral e as mulheres, que raramente saem de casa à noite 100% tranquilas.</p>
<p>“Comecei a estudar defesa pessoal com o Royler e a cada ano que passa dou mais valor a esses ensinamentos”, diz Terra. “Eu vejo como um grande privilégio cada oportunidade que tenho de estar com Royler e Rickson e ouvi-los sobre Jiu-Jitsu.”</p>
<p>Como os antigos mestres da família sempre disseram, a autoconfiança é o prêmio mais valioso para quem treina Jiu-Jitsu”, lembra Terra. “Por isso a defesa pessoal na nossa equipe é abordada com consistência. Afinal, é um conhecimento fundamental para empoderar os alunos fracos e as crianças”, conclui o professor da Gracie Terra, com filiais no Rio de Janeiro (Barra da Tijuca), Petrópolis, Vassouras, Resende, Pernambuco, Portugal, Flórida e Nova Jersey.</p>
<p>Saiba mais sobre a equipe em https://www.instagram.com/Gracieterrajj/</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245817" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/defesa-pessoal-com-faca-com-Rickson-e-Vitor-Terra.jpg" alt="" width="542" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/defesa-pessoal-com-faca-com-Rickson-e-Vitor-Terra.jpg 542w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/defesa-pessoal-com-faca-com-Rickson-e-Vitor-Terra-169x300.jpg 169w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/02/defesa-pessoal-com-faca-com-Rickson-e-Vitor-Terra-84x150.jpg 84w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /></p>
<p>​</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-vitor-terra-aprendeu-com-rickson-e-royler-gracie-a-preservar-a-defesa-pessoal-em-suas-aulas-de-jiu-jitsu/">Como Vitor Terra aprendeu a preservar a defesa pessoal em suas aulas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</title>
		<link>https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-se-tornou-a-virada-de-chave-de-toda-uma-familia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-o-jiu-jitsu-se-tornou-a-virada-de-chave-de-toda-uma-familia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 14:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Away de Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[treino]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Terra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245091</guid>

					<description><![CDATA[<p>Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre? Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-se-tornou-a-virada-de-chave-de-toda-uma-familia/">Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245092" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg" alt="" width="650" height="973" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg 684w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-768x1151.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-1025x1536.jpg 1025w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-100x150.jpg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1.jpg 1068w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre?</p>
<p>Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as pessoas amadas os benefícios da prática de defesa pessoal.</p>
<p>“Eu gostava de correr na praia desde os tempos de quartel, além de fazer exercícios ao ar livre, mas queria encontrar uma rotina nova para manter a forma. Como já tinha curiosidade sobre a defesa pessoal desde os tempos de Royce, tomei coragem e comecei. Eu nunca tinha vestido um kimono. Minha sorte foi encontrar um professor como o Vitor Terra”, disse Zeca, o mais novo faixa-preta da escuderia Gracie Terra.</p>
<p>“Os treinos com meu mestre Vitor Terra foram uma virada de chave”, reflete Zeca. “Não só pela qualidade técnica, mas pela filosofia transmitida. Com ele, aprendi como o Jiu-Jitsu de fato vai muito além do tatame — é uma arte que fornece disciplina, respeito, autocontrole e superação. A convivência com ele e a energia da equipe me ajudaram a ser mais focado, calmo nas decisões e equilibrado emocionalmente, tanto nos treinos quanto na vida pessoal e profissional”.</p>
<p>Alquéres se transformou num fiel escudeiro do professor, desde a faixa-roxa. Reunia o time em sua casa na serra, promovia verdadeiras “sessões de cinema” para analisarem o ADCC, Mundiais de Jiu-Jitsu e outros torneios. De cabeça e braços abertos, convidava quem aparecia – deste repórter, que participou de treinos a céu aberto e churrascadas memoráveis, até o comediante Away de Petrópolis – foi na casa de Zeca que o saudoso humorista vestiu o kimono e viralizou em vídeos hilários.</p>
<p>Zeca, enquanto evoluía tecnicamente, atraía os parentes para os treinos. Tudo de modo natural, sem pressões.</p>
<p>E assim foram chegando, nos tatames, suas duas filhas, os irmãos Silvia e Pedro, os cinco sobrinhos e a prima, Paula – que curtiu tanto que foi até os EUA aprender na fonte, com mestre Rickson Gracie.</p>
<p>“Eu até gostaria de ter começado antes no Jiu-Jitsu, mas o importante é que tomei a iniciativa – procuro nunca me arrepender do tempo certo das coisas”, reflete Zeca. “Talvez, se tivesse começado antes, não teria a maturidade para absorver tudo como absorvo hoje. Foi muito bacana conseguir levar uma parte da família para treinar realmente. Isso eu atribuo mais a uma questão de atitudes e postura do que o exercício da luta em si. Nunca precisei ‘catequizar&#8217; ninguém. O Jiu-Jitsu tem essa coisa incrível de mudar sua energia de forma positiva; e quem está perto de você sente isso. É algo realmente transformador”.</p>
<p>A faixa-preta, que chegou em julho, provocou novas reflexões:</p>
<p>“Sinto que a faixa-preta não é uma linha de chegada, e sim o início de um novo ciclo. Ela representa anos de aprendizado, lesões, muitas dúvidas e superações. A verdade é que a gente leva muito do que se aprende na academia para fora. Quantas vezes a gente não se pega pensando numa saída para uma situação de treino ou mesmo de conflito durante o dia, enquanto está ali aborrecido no trânsito? Ou quantas vezes a gente não vai ao YouTube rever lutas clássicas, seminários e entrevistas dos grandes nomes? Nunca é demais. Acho que a gente não ganha a faixa, mas constrói ela aos poucos. Acima de tudo, ela me lembra que agora o compromisso é ainda maior. Para mim é uma responsabilidade e tanto, de precisar me aprimorar tecnicamente e me cuidar o máximo possível, cabeça, corpo e mente, para continuar sempre evoluindo e tentando ser melhor do que ontem.”</p>
<p>E você, o que aprendeu ao receber uma nova faixa? Oss…</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-se-tornou-a-virada-de-chave-de-toda-uma-familia/">Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Chuck Norris caiu de amores pelo Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/como-chuck-norris-caiu-de-amores-pelo-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-chuck-norris-caiu-de-amores-pelo-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 14:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[ator]]></category>
		<category><![CDATA[Chuck Norris]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Helio Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[irmãos Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Renzo Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Rorion Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Royler Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=244537</guid>

					<description><![CDATA[<p>Rickson contou, em seu livro: “Chuck Norris nos estendeu um tapete vermelho em Vegas, com uma recepção extremamente respeitosa. Depois de Rorion ler uma carta de Helio parabenizando Norris pela sagacidade em nos convidar, meu irmão e eu demonstramos alguns movimentos de defesa pessoal. Em seguida, fiz uma disputa amigável com Chuck. Deixei que ele se aproximasse e tentasse me chutar, mas o prendi no clinche e o derrubei. Em cerca de um minuto, estava o estrangulando.”</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/como-chuck-norris-caiu-de-amores-pelo-jiu-jitsu/">Como Chuck Norris caiu de amores pelo Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244538" style="width: 614px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244538" class="wp-image-244538 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/01/Chuck-Norris-e-familia-gracie.jpg" alt="O ator Chuck Norris ao centro, em seminário galáctico com a família Gracie nos Estados Unidos. Foto: Reprodução " width="604" height="410" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/01/Chuck-Norris-e-familia-gracie.jpg 604w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/01/Chuck-Norris-e-familia-gracie-300x204.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/01/Chuck-Norris-e-familia-gracie-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px" /><p id="caption-attachment-244538" class="wp-caption-text">O ator Chuck Norris ao centro, em seminário galáctico com a família Gracie nos Estados Unidos. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Em seu livro de memórias “Respire” (Editora Harper Collins, 2021), mestre <span class="il">Rickson</span> Gracie recordou com detalhes saborosos a ocasião em que conheceu o astro do cinema Chuck Norris, no início dos anos 1980.</p>
<p>“O ator e ícone das artes marciais não foi só um ótimo seguidor do Jiu-Jitsu desde o começo, como também um aluno dedicado, que chegou a ganhar a faixa-preta”, conta o Gracie, no capítulo seis de seu best-seller.</p>
<p>“Em 1980, Chuck Norris tirou umas férias no Rio de Janeiro. Em todos os lugares, ouvia a respeito do Jiu-Jitsu Gracie e as conquistas da nossa família. Ele entrou em contato com Helio Gracie, meu pai, e marcou aulas particulares. Depois de uma luta contra mim, Norris ouviu de meu pai o pedido que montasse no granade mestre. Quando estavam em posição, Helio então disse:</p>
<p>–&nbsp;OK, Chuck, agora me dê um soco.</p>
<p>“O americano hesitou. Meu pai estava na casa dos 70 anos, mas Helio insistiu. Finalmente, Chuck pôs o braço para trás para socar, mas antes que pudesse fazer isso, o velho o sufocara. Ele foi embora do Brasil impressionado com nossa família e nos convidou a dar seminários para seus alunos nos Estados Unidos.”</p>
<p>Em 1988, assim, <span class="il">Rickson</span> foi a Las Vegas para liderar um seminário com o ator e karateca, juntamente com Rorion Gracie e mais irmãos e primos da família (foto):</p>
<p>“Chuck Norris nos estendeu um tapete vermelho em Vegas, com uma recepção extremamente respeitosa. Depois de Rorion ler uma carta de Helio parabenizando Norris pela sagacidade em nos convidar, meu irmão e eu demonstramos alguns movimentos de defesa pessoal. Em seguida, fiz uma disputa amigável com Chuck. Deixei que ele se aproximasse e tentasse me chutar, mas o prendi no clinche e o derrubei. Em cerca de um minuto, estava o estrangulando.”</p>
<p>O seminário, como lembra <span class="il">Rickson</span>, foi um grande sucesso entre os alunos de Norris, que nunca mais parou de treinar luta de chão.</p>
<p>E você, ainda lembra de seus primeiros contatos com a magia do Jiu-Jitsu?</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chuck Norris &amp; Carlos Machado - Jiu-Jitsu Sparring/Demonstration - 1992" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/WmMPL89fvds?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-chuck-norris-caiu-de-amores-pelo-jiu-jitsu/">Como Chuck Norris caiu de amores pelo Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rickson: “Encaro o Parkinson como um grande oponente mas esperançoso de vencê-lo”</title>
		<link>https://www.graciemag.com/rickson-gracie-encaro-o-parkinson-como-um-grande-oponente-mas-esperancoso-de-vence-lo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rickson-gracie-encaro-o-parkinson-como-um-grande-oponente-mas-esperancoso-de-vence-lo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 17:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Minha história]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Florida]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=244250</guid>

					<description><![CDATA[<p>Rickson Gracie: “Encaro o Parkinson como um grande oponente, mas esperançoso de vencê-lo”</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/rickson-gracie-encaro-o-parkinson-como-um-grande-oponente-mas-esperancoso-de-vence-lo/">Rickson: “Encaro o Parkinson como um grande oponente mas esperançoso de vencê-lo”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-244251" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Mestre Rickson Gracie está lançando mais um livro sobre seu modo de encarar os desafios da vida, “Conforto na Escuridão” (Editora HarperCollins).</p>
<p>A ocasião o levou a ser procurado por grandes veículos e jornais, como a “Folha de São Paulo”, e o faixa-coral distribuiu lições valiosas, como de hábito.</p>
<p>Por vídeo de sua casa na Flórida, o mestre falou ao repórter Lucas Bombana sobre saúde, doença, alimentação e a esperança de cura.</p>
<p>“O médico comum me deu um remédio e mandou fazer exercícios e esperar. Mas por meio da busca de vários curadores e maneiras diferentes de interpretar essa doença, comecei a mudar minha vida. Parei de comer carne, de beber cerveja e vinho, comecei a fazer jejum, a tomar suplementos de todo tipo. Troquei a água da minha casa por água ozonizada. Uma série de coisas que ninguém me mandou fazer, mas fui pesquisando e mudando, e agora sinto que estou na melhor condição possível para lutar contra o Parkinson. Faço fisioterapia cinco vezes por semana. Estou lidando com o Parkinson com respeito de um grande oponente, mas com a esperança de conseguir vencer”, disse Rickson, que também comentou sobre a mudança da Califórnia para a Flórida, no meio deste ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-244253" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-576x1024.jpg" alt="" width="576" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-576x1024.jpg 576w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-169x300.jpg 169w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-768x1365.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-864x1536.jpg 864w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-1152x2048.jpg 1152w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-84x150.jpg 84w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson.jpg 1350w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p>“Tenho problemas na coluna, de lombar, várias hérnias de disco, o meu corpo está bem batido. Mas não reclamo de nada disso. Para mim, todas as minhas lesões servem como medalhas de reconhecimento do que consegui atingir. Pensar nos meus machucados não me deixa constrangido, e sim orgulhoso de ter usado ao máximo o meu corpo na representatividade do jiu-jítsu. Isso faz com que entenda que qualquer parte energética, física, que ainda tenha para usar, vou usar. Mas agora é diminuir o ritmo. Adorava surfar, parei de pegar onda, adorava treinar jiu-jítsu, parei de treinar, só dou aula atualmente. Mas continuo seguindo a minha vida feliz e otimista. Vou à praia todo dia, mudei da Califórnia para a Flórida, e está sendo ótimo porque aqui o mar é muito mais prazeroso”, disse o mestre.</p>
<p>Leia a <a href="https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2024/11/nao-estou-aqui-para-ser-finalizado-pelo-parkinson-estou-aqui-para-lutar-diz-rickson-gracie.shtml" target="_blank" rel="noopener">entrevista completa, aqui., onde o campeão trata de assuntos como o UFC, o perdão e muitos outros.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rickson-gracie-encaro-o-parkinson-como-um-grande-oponente-mas-esperancoso-de-vence-lo/">Rickson: “Encaro o Parkinson como um grande oponente mas esperançoso de vencê-lo”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A “treta” de trânsito que mudou o jovem campeão Royler Gracie</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-treta-de-transito-que-mudou-o-jovem-campeao-royler-gracie/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-treta-de-transito-que-mudou-o-jovem-campeao-royler-gracie</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 20:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Techniques]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Wisdom]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Humaitá]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[perdão]]></category>
		<category><![CDATA[Porrada]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Royler Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<category><![CDATA[táxi]]></category>
		<category><![CDATA[taxista]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=244168</guid>

					<description><![CDATA[<p>O piloto de praça, sem saber que aquele velho carro transportava duas feras como Rickson e Royler Gracie, não se segurou dentro das calças. Começou a buzinar feito louco, até conseguir emparelhar e disparar todos os xingamentos que conhecia, e mais alguns.</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/a-treta-de-transito-que-mudou-o-jovem-campeao-royler-gracie/">A “treta” de trânsito que mudou o jovem campeão Royler Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244169" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244169" class="wp-image-244169 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-1024x526.jpg" alt="Royler Gracie durante aula com o amigo e aluno Vini Aieta. Foto: Gallerr" width="650" height="334" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-1024x526.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-300x154.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-768x394.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-1536x789.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-2048x1051.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244169" class="wp-caption-text">Royler Gracie durante aula com o amigo e aluno Vini Aieta. Foto: Gallerr</p></div>
<p>Certa vez, os irmãos Rickson e Royler Gracie saíam da academia de Jiu-Jitsu prontos para uma missão definitivamente suave: caçar boas ondas.</p>
<p>Com as pranchas no teto do carro, deixaram o kimono na Gracie Humaitá e zarparam, para encontrar um trânsito daqueles rumo às praias da Barra da Tijuca.</p>
<p>Quarenta anos depois, eles ainda se lembram da conturbada viagem. E da lição que aquele dia que rendeu.</p>
<p>Ocorreu que Rickson estava ao volante, e acabou por se distrair e fechar inadvertidamente um táxi amarelinho.</p>
<p>O piloto de praça, sem saber que dupla aquele velho carro transportava, não se segurou dentro das calças. Começou a buzinar feito louco, até conseguir emparelhar e disparar todos os xingamentos que conhecia, e mais alguns.</p>
<p>Até para desopilar.</p>
<p>Rickson virou-se para a janela do carro, respirou e mandou o seguinte ao motorista em fúria:</p>
<p>–&nbsp;Me desculpe, irmão. Não foi proposital. Me perdoe – disse o jovem Rickson, enquanto o carro amarelo seguia viagem.</p>
<p>O diálogo que se seguiu na caranga dos Gracie foi o seguinte:</p>
<p>– Peraí Rickson! O cara xingou você de um monte de nomes. Por que você pediu desculpas?</p>
<p>– Royler… Você é capaz de imaginar o inferno que é a profissão desse cara? Trabalhar em meio ao trânsito maluco do Rio de Janeiro, morar longe, rodar toda cidade…</p>
<p>– Mas o cara não pode falar assim.</p>
<p>– Você e eu estamos indo surfar, após um dia maravilhoso de treinos contra vários caras duríssimos. Eu vou ganhar o quê, parando o carro para me embolar com ele aqui na rua? O homem é velho, totalmente fora de forma. Acha sinceramente que vale a pena brigar com um cara assim só porque ele me xingou de um monte de nomes? Nada melhor do que perdoá-lo. Ele que brigue com a vida, não comigo. Perdoe o homem. Deixemos isso para lá.</p>
<p>No banco do carona, Royler se pôs pensativo. No fim das contas, as ondas estavam de fato ótimas e o mar, relaxante. Tempos e tempos depois, o ídolo peso-pena admitiu ao irmão mais velho:</p>
<p>– Rickson, ainda lembra aquele dia quando apareceu o taxista? Aquele seu recado me acertou em cheio no coração. Aprendi ali que a gente não precisa provar nada para os outros, nem para si mesmo. Eu sei que posso facilmente castigar o sujeito que vier me ofender. Manter a calma, no fim, é a verdadeira vitória.</p>
<p>E você, já aprendeu a perdoar como os mestres Rickson e Royler, após tantos anos de Jiu-Jitsu? Mesmo no trânsito insano da sua cidade?</p>
<p>Bons treinos e bons aprendizados, sempre.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="RICKSON E ROYLER EM AÇÃO !" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/QpIMHmunC0w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-treta-de-transito-que-mudou-o-jovem-campeao-royler-gracie/">A “treta” de trânsito que mudou o jovem campeão Royler Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aprenda com os mestres Gracie a arte de respirar e absorver uma notícia terrível</title>
		<link>https://www.graciemag.com/aprenda-com-os-mestres-gracie-a-arte-de-respirar-e-absorver-uma-noticia-terrivel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aprenda-com-os-mestres-gracie-a-arte-de-respirar-e-absorver-uma-noticia-terrivel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 20:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[Helio Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[paz]]></category>
		<category><![CDATA[paz mental]]></category>
		<category><![CDATA[respiração]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[serenidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=244145</guid>

					<description><![CDATA[<p>Grande mestre Helio Gracie, do alto de seus 92 anos, destilou certa vez uma sabedoria que calou fundo nos jornalistas que o ouviam, no velho sítio em Itaipava, Rio de Janeiro. O professor ensinou: “Costumo dizer que ninguém tem o que não merece. Seja castigo ou presente. Caiu um tijolo na sua cabeça? Agradeça a&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/aprenda-com-os-mestres-gracie-a-arte-de-respirar-e-absorver-uma-noticia-terrivel/">Aprenda com os mestres Gracie a arte de respirar e absorver uma notícia terrível</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222391" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222391" class="size-full wp-image-222391" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/af0591ca7de48112f08111c18b24da9e.jpg" alt="" width="640" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/af0591ca7de48112f08111c18b24da9e.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/af0591ca7de48112f08111c18b24da9e-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/af0591ca7de48112f08111c18b24da9e-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-222391" class="wp-caption-text">Grande mestre Helio, entre Rolls, Carlos Gracie Jr e Rickson Gracie. Foto: Acervo da Família</p></div>
<p>Grande mestre Helio Gracie, do alto de seus 92 anos, destilou certa vez uma sabedoria que calou fundo nos jornalistas que o ouviam, no velho sítio em Itaipava, Rio de Janeiro. O professor ensinou:</p>
<p>“Costumo dizer que ninguém tem o que não merece. Seja castigo ou presente. Caiu um tijolo na sua cabeça? Agradeça a Deus, pois você estava devendo alguma coisa que foi paga com a tijolada. Não é fácil pensar assim, é difícil, mas um dia vocês vão chegar lá e entender isso”.</p>
<p>Em junho de 2023, seu filho Rickson levou a sabedoria a novos estágios, ao revelar ao mundo um diagnóstico que causou comoção no mundo do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Em conversa com sua prima Kyra Gracie na Califórnia, Rickson contou com serenidade:</p>
<p>“Há dois anos eu fui diagnosticado com Parkinson. Então, muita coisa que eu gostaria de fazer fisicamente eu estou diminuindo”.</p>
<p>O que o diagnóstico teria alterado na vida do Gracie? Como um samurai, o impávido campeão da família distribuiu ensinamentos.</p>
<p>“Para mim não foi nada traumático. Estou pronto para qualquer coisa na minha vida”, afirmou Rickson. “Eu aceito os meus erros e as minhas vitórias. Aceito bem a minha vida, então estou feliz hoje. Mas essa deficiência neurológica abriu os meus olhos para a minha idade e para a minha realidade, que não mudou muito de lá para cá, mas tenho um certo tremor na mão, uma certa deficiência de movimentação, que antes eu não tinha. É uma coisa que não me incomoda muito, porque a minha motivação para acordar amanhã e trabalhar continua”,</p>
<p>O Gracie disse que, como a tijolada metafórica do pai, ele também tem procurado encarar a má notícia como uma coisa positiva:</p>
<p>“Vejo tudo isso como um presente de Deus para ver o que eu vou fazer. Se eu te der muito dinheiro e você fizer coisas erradas, não te serviu de nada, mas se eu te der muito dinheiro e você fizer coisas boas eu fico orgulhoso. Deus me deu agora uma situação que tenho que transformar para o bem. E a reação que tenho mais importante hoje em dia na minha vida é expressar minha gratidão pelo Jiu-Jitsu, continuar trabalhando pelo Jiu-Jitsu para fortalecer as pessoas e transformar a maneira da prática para que seja mais acessível para as pessoas que mais precisam. Então, eu vejo que estou nadando de braçadas em um oceano azul perfeito aguardando o próximo dia sem muita preocupação”, ensinou o Gracie.</p>
<p>* Inspirado em artigo publicado em <a href="https://academy.ricksongracie.com/" target="_blank" rel="noopener">RicksonGracie.com</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rickson Gracie foi Diagnosticado com Doença de Parkinson" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/t5PQa23Y8ro?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/aprenda-com-os-mestres-gracie-a-arte-de-respirar-e-absorver-uma-noticia-terrivel/">Aprenda com os mestres Gracie a arte de respirar e absorver uma notícia terrível</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A melhor maneira de incentivar seus filhos a gostarem do Jiu-Jitsu, por Rickson Gracie</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-melhor-maneira-de-incentivar-seus-filhos-a-gostarem-do-jiu-jitsu-por-rickson-gracie/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-melhor-maneira-de-incentivar-seus-filhos-a-gostarem-do-jiu-jitsu-por-rickson-gracie</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 21:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[ADCC]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Helio Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[incentivo]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Kron Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[pressão]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=244087</guid>

					<description><![CDATA[<p>“O conselho que dou aos pais é que cuidem para que o Jiu-Jitsu esteja sempre envolto num clima amistoso, positivo e agradável. Se as crianças derem sinais de que estão ficando um pouco enfastiadas, dê uma semana de folga, chame a garotada para surfar. O pior que pode ocorrer é a criança pensar: ‘Oh não, isso é como o exército, preciso ir à escola e ao Jiu-Jitsu até quando não quero!’", diz Rickson Gracie.</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/a-melhor-maneira-de-incentivar-seus-filhos-a-gostarem-do-jiu-jitsu-por-rickson-gracie/">A melhor maneira de incentivar seus filhos a gostarem do Jiu-Jitsu, por Rickson Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_223186" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-223186" class="size-full wp-image-223186" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/kron-rickson-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/kron-rickson-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/kron-rickson-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/kron-rickson-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-223186" class="wp-caption-text">Kron Gracie e Rickson Gracie. Foto: krongraciejiujitsu.com</p></div>
<p>Em certas etapas da infância, crianças gostam de jogar bola, praticar esportes em grupo ou participar das atividades que os amiguinhos fazem. Como motivar pequenos ou pequenas a pegar o kimoninho e ir treinar Jiu-Jitsu?</p>
<p>Para mestre Rickson Gracie, a maneira mais eficiente de motivar seus filhos é, primeiramente, respeitar a vontade deles. O principal, assim, é que o incentivo jamais vire imposição.</p>
<p>Para Rickson – ele mesmo filho e pai de craques do esporte – o maior erro é forçar a criança: “Eles, acima de tudo, precisam estar se divertindo. Qualquer tipo de pressão dos pais torna a atividade um pesadelo para todos”.</p>
<p>Rickson costuma recordar um episódio vivido em casa. Quando o hoje campeão Kron tinha 12 anos, virou um dia e admitiu: “Pai, eu não quero mais ir treinar, não”.</p>
<p>Rickson reagiu com serenidade, e respondeu: “Maravilha!”</p>
<p>O mestre então emendou com o incentivo: “O que você quer fazer então?”</p>
<p>Kron replicou que queria andar de skate, e o pai aprovou. Foram à loja e voltaram com um skate novinho e equipamentos de segurança, para empolgação do jovem Gracie – que embarcou com tudo no futuro esporte olímpico, chegando a competir e tudo mais.</p>
<p>Um dia, porém, Kron machucou o pé e ficou parado. Voltou a praticar, e machucou o pé mais uma vez. “Naturalmente, ele voltou a ver graça no Jiu-Jitsu, e pegou o kimono para treinar com os amigos”.</p>
<p>Para Rickson, o principal é ser positivo ao motivar os filhos. Se a paixão pelo Jiu-Jitsu não tem como estar sob o controle dos pais, o melhor caminho é tornar tudo prazeroso, divertido e sem exigências.</p>
<p>“O conselho que dou aos pais é que cuidem para que o Jiu-Jitsu esteja sempre envolto num clima amistoso, positivo e agradável. Se as crianças derem sinais de que estão ficando um pouco enfastiadas, dê uma semana de folga, chame a garotada para surfar. O pior que pode ocorrer é a criança pensar: ‘Oh não, isso é como o exército, preciso ir à escola e ao Jiu-Jitsu até quando não quero!’ Na verdade, só o que precisamos é que eles atravessem essa fase, até a época em que o Jiu-Jitsu vai ajudá-los ainda mais, a partir da adolescência”, conclui o mestre.</p>
<p>Artigo original em <a href="RicksonGracie.com" target="_blank" rel="noopener">RicksonGracie.com</a>. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Kron Gracie vs Carlos Ribeiro / Pan Championship 2012" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/U2TCxReKRKs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-melhor-maneira-de-incentivar-seus-filhos-a-gostarem-do-jiu-jitsu-por-rickson-gracie/">A melhor maneira de incentivar seus filhos a gostarem do Jiu-Jitsu, por Rickson Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você luta melhor quando ouve sua música favorita? Aprenda o motivo com mestre Rickson</title>
		<link>https://www.graciemag.com/voce-luta-melhor-quando-ouve-sua-musica-favorita-aprenda-o-motivo-com-mestre-rickson-gracie/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-luta-melhor-quando-ouve-sua-musica-favorita-aprenda-o-motivo-com-mestre-rickson-gracie</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 15:23:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Wisdom]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Hitchcock]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[instinto]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pride]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[trilha sonora]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
		<category><![CDATA[Vale Tudo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=243991</guid>

					<description><![CDATA[<p>Trevor Alfred Charles Jones periga nunca ter vestido um kimono na vida, mas foi um parceiro fiel de Rickson Gracie nos ringues. O compositor sul-africano foi o autor do tema musical do filmão “O último dos moicanos”, de 1992, música que acompanhava mestre Rickson em seu longo e eletrizante caminho do vestiário até estar olho&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-luta-melhor-quando-ouve-sua-musica-favorita-aprenda-o-motivo-com-mestre-rickson-gracie/">Você luta melhor quando ouve sua música favorita? Aprenda o motivo com mestre Rickson</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217493" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217493" class="size-full wp-image-217493" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-217493" class="wp-caption-text">Mestre Rickson se aposentou invicto dos esportes de combate, nos ringues e tatames. Foto: RicksonGracie.com.</p></div>
<p>Trevor Alfred Charles Jones periga nunca ter vestido um kimono na vida, mas foi um parceiro fiel de Rickson Gracie nos ringues.</p>
<p>O compositor sul-africano foi o autor do tema musical do filmão “O último dos moicanos”, de 1992, música que acompanhava mestre Rickson em seu longo e eletrizante caminho do vestiário até estar olho no olho com o adversário.</p>
<p>Até hoje, a linda melodia para orquestra de violino e violoncelo segue como uma sinfonia popular, em especial na internet.</p>
<p>Mas por que todo atleta tem sua canção favorita para os minutos de ansiedade? E por que você treina melhor ou pior quando escuta aquela música no carro ou no seu smartphone?</p>
<p>Há uma razão de milhares de anos para tudo isso. Os sons, desde os primeiros hominídeos ao redor da fogueira, foram nossos maiores aliados. Era pelo som, pelo vento ou pelo urro que sabíamos que era preciso correr ou lutar, por exemplo.</p>
<p>Em termos científicos, os ruídos e esporros ativam de modo instantâneo nosso sistema límbico — também conhecido como cérebro emocional —, a parte da mente responsável por nossas memórias e reações imediatas dos nossos músculos, hormônios e células. É o que você experimenta no cotidiano ao escutar um trovão lá fora e sentir o corpo tremer.</p>
<p>Certos cineastas perceberam logo isso. E foi assim que passaram a usar, notadamente em seus filmes de terror, músicas que lembram os sons de alarme da natureza. Quanto mais variação de volume, de timbre e de grave para agudo, e quanto mais intensa e abrupta forem as variações, mais adrenalina.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="♪Promentory ♫ Trevor Jones (Tema do filme O Último dos Moicanos) 1992" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Bquy7lBfVTU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>É assim que, se o tema de “Psicose” faz qualquer ferrabrás se arrepiar no sofá, uma doce melodia também é capaz de amansar qualquer um. E a música certa, com a memória sonora apropriada, será capaz de ligar o interruptor do mais tranquilo dos samurais, instantes antes do combate mais importante de sua carreira.</p>
<p>Afinal, como bem resumiu a jornalista e pensadora <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran_Lebowitz" target="_blank" rel="noopener">Fran Lebowitz</a>, “a música é uma droga que não nos mata”. Só nos fortalece, afinal as melodias nasceram dos sons do mundo e também criam um novo mundo para quem as escuta.</p>
<p>Rickson, claro, não se apresentava de modo impecável apenas pelo que lhe entrava pelos ouvidos, mas por toda uma vida dedicada aos treinos, aos detalhes técnicos e ao conhecimento de sua família.</p>
<p>Mas escute esta joia das trilhas sonoras do cinema e responda: tais acordes não acendem em você uma vontade quase irreprimível de inspirar, expirar e cair dentro dos tatames?</p>
<p>Boas audições, ouvidos atentos ao seu mestre, e bons treinos.</p>
<p>Artigo original do portal de Rickson, onde você pode assitir a um vídeo com alguns dos <a href="https://rickson.academy/pt/posts/why-rickson-used-to-fight-flawlessly-when-listening-to-the-last-of-the-mohicans" target="_blank" rel="noopener">melhores lances da carreira do mestre, aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-luta-melhor-quando-ouve-sua-musica-favorita-aprenda-o-motivo-com-mestre-rickson-gracie/">Você luta melhor quando ouve sua música favorita? Aprenda o motivo com mestre Rickson</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como nasceu o ADCC, o torneio dos sonhos dos craques do Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/como-nasceu-o-adcc-o-torneio-dos-sonhos-dos-craques-do-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-nasceu-o-adcc-o-torneio-dos-sonhos-dos-craques-do-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 23:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Abu Dhabi]]></category>
		<category><![CDATA[ADCC]]></category>
		<category><![CDATA[ADCC 1998]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Henderson]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-azul]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Shamrock]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Hume]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Tahnoon bin Zayed]]></category>
		<category><![CDATA[wrestling]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=243848</guid>

					<description><![CDATA[<p>Numa tarde quente, Bin então convidou o professor Nelson para um almoço. O restaurante escolhido foi o Sammy’s Woodfired Pizza &#038; Grill em Del Mar, uma elegante pizzaria tocada pelo libanês Sami Ladeki.</p>
<p>Pediram os pratos e o aluno lembrou ao brasileiro que estava muito perto de se formar, mas não queria interromper sua graduação no Jiu-Jitsu brasileiro. Foi quando o árabe baixou as cartas e abriu a guarda:</p>
<p>– Nelson, Bin é meu nome de guerra, como um apelido no tatame. Em meu país, sou mais conhecido como Tahnoon bin Zayed al Nahyan, e meu pai é o sultão que uniu e hoje dirige os Emirados Árabes.</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/como-nasceu-o-adcc-o-torneio-dos-sonhos-dos-craques-do-jiu-jitsu/">Como nasceu o ADCC, o torneio dos sonhos dos craques do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243850" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243850" class="wp-image-243850 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal.png" alt="O carioca Nelson Monteiro ao lado de seu amigo e aluno Tahnoon. Foto: Acervo Pessoal" width="1000" height="563" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal.png 1000w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-300x169.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-768x432.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-150x84.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-243850" class="wp-caption-text">O carioca Nelson Monteiro ao lado de seu amigo e aluno Tahnoon. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p>Em fins de 2021, o empresário Renato Nery dos Santos, criador dos kimonos Braus, queria realizar um de seus sonhos: um livro sobre a história do ADCC, o milionário torneio de luta agarrada criado por sua alteza xeque Tahnoon bin Zayed, da família real de Abu Dhabi, em 1998.</p>
<p>Renato então alistou uma equipe e tanto, em especial um pelotão de fotógrafos brasileiros e alguns estrangeiros, que cobriram toda a <a href="https://adcc-official.com/" target="_blank" rel="noopener">saga do ADCC</a>, e nosso editor Marcelo Dunlop para recuperar a história em detalhes, alguns até ali jamais contados.</p>
<p>Dunlop, que cobria o evento desde 2003 e fora repórter até do site oficial do ADCC, abriu seu caderninho de telefones, ligou para mais de 50 campeões, professores e competidores, e escreveu o livro em cerca de quatro meses.</p>
<p>Com dezenas de fotos coloridas, o livro de capa dura foi dedicado a quatro pioneiros do fotojornalismo marcial: Gustavo Aragão, Luca Atalla, Marcelo Alonso e Ricardo Azoury.</p>
<p>Hoje, exclusivo para o GRACIEMAG, ele conta como o ADCC nasceu, o que o inspirou, e outros capítulos curiosos do torneio que hoje sacode Las Vegas e atrai alguns dos faixas-pretas mais respeitados do planeta. O evento já nasceria grandão: o ADCC 1998 foi disputado num palácio folheado a ouro, acostumado antes a sediar exibições de cavalos, e contou com a presença de 72 competidores de 17 países. Os prêmios somaram 70 mil dólares, e todos os lutadores no pódio foram premiados pessoalmente pelos nobres Tahnoon e seu irmão mais velho, Hazza bin Zayed.</p>
<p>Confira, no artigo exclusivo a seguir, como tudo começou. Oss!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MARIO SPERRY VS OLEG TAKTAROV ADCC 1998 Abu Dhabi Combat Club Absolute Division  BJJ VS SAMBO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sl2YUZhQihE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em><strong>Passageiro para Abu Dhabi</strong></em></h3>
<p>Quem poderia reclamar da vida, em meio às festas de fim de ano de 1994? Não o faixa-preta Nelson Couto Monteiro Jr, que por sinal jamais fora disso. Garotão criado na praia de Copacabana e formado em educação física, o lutador de 78kg chegara cheio de disposição à Califórnia, com a moral de ser um dos primeiros professores de Jiu-Jitsu diplomados na Gracie Barra, escola recém-fundada por Carlos Gracie Jr., num canto aprazível do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na Califa, Nelsinho Monteiro começara por baixo. Após uma temporada de bicos e aulas em sua garagem, a aventura em San Diego começava a vingar. Por isso, ele jamais poderia supor que seu fim de 1995 não seria igual àquele que passou. Nem que ganharia uma passagem de primeira classe para ir morar num hotel cinco estrelas, de frente para as águas turquesas do Golfo Pérsico, a poucas milhas dos vizinhos Qatar e Arábia Saudita, nada longe da fronteira entre Irã e Iraque. Se alguma vidente soprasse isso ao seu ouvido em dezembro de 1994, provavelmente ouviria de Nelsinho uma gargalhada gostosa acompanhada de uma de suas frases clássicas: “Ah, tu tá de sacanagem…”</p>
<p>O carioca desembarcara em San Diego em 1989, com um diploma universitário, um kimono e sua faixa-preta de Jiu-Jitsu. Morou de favor em Pacific Beach por um mês, retomou os treininhos em tatame improvisado na pequena garagem dos irmãos Carlos e Felipe Gama, e enfim abriu seu primeiro dojo em casa, num beco acanhado em Encinitas. A primeira academia de Jiu-Jitsu de toda região. Ali, naquela garagem, Nelsinho realizou até um campeonato pioneiro da modalidade, um pequeno torneio interno restrito aos poucos alunos.</p>
<p>A propaganda boca a boca aliada à entrega de folhetos, depositados pelo próprio instrutor na caixa de correio dos vizinhos, foi surtindo efeito. Com o aumento da clientela, o faixa-preta conseguiu estabelecer a escola Nelson Monteiro Jiu-Jitsu no endereço dos seus sonhos, na aprazível e abonada Del Mar.</p>
<p>A academia, localizada no número 2120 da Jimmy Durante boulevard, abrigava com tranquilidade uma dúzia de alunos treinando ao mesmo tempo. Em novembro de 1993, o negócio engatara de vez, com o surgimento meteórico de Royce Gracie e seu cardápio de finalizações no Ultimate Fighting Championship. Com a explosão daquele evento originalíssimo de vale-tudo, sem tempo, sem luvas e realizado numa jaula em formato octogonal, os alunos passaram a brotar de todos os cantos, e o sucesso continuaria com o UFC 2, 3 e 4. As disputas aconteciam nos Estados Unidos e eram transmitidas para todo o país via pay-per-view, sem falar nas fitas VHS que se multiplicavam nas mãos dos jovens de todo o planeta.</p>
<p>Monteiro quase já não recordava mais de seu início bicudo, quando entregava jornais para os leitores do “San Diego Union-Tribune”, ou quando levava, de um lado a outro da cidade, caixas recheadas de queijo, tomate e pepperoni, para os esfomeados clientes da lanchonete Pizza Hut.</p>
<p>Agora, com sua academia estabelecida e repleta de alunos, sem falar em todos aqueles picos de surfe totalmente mapeados, Nelsinho era só felicidade. Até a saudade do futebol do Brasil ele conseguira domar, com as peladinhas perto da praia, todo sábado, que ele não perdia por nada.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Renzo Gracie vs  Frank Trigg ADCC 1998" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sWNH0_OBg3E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E a Dona Sorte não parecia cansar de sorrir para ele. O ápice daquele ano de 1994 seria em julho, mais precisamente no dia 17. Nelsinho, com a namorada e uma turma de amigos, partiu com tudo até as bilheterias do estádio em Los Angeles, para uma missão quase impossível: correr atrás de ingressos para a grande final da Copa do Mundo de futebol. Conseguiram, na bilheteria, comprar alguns dos últimos bilhetes. Em meio a outros 94 mil torcedores, Nelsinho viu ao lado de seu ídolo Rickson Gracie, que também viera ensinar nos Estados Unidos, o Brasil ser campeão do mundo mais uma vez, em disputa de pênaltis eletrizante contra a poderosa Itália. Quem poderia pensar em sair de San Diego com aquela vida? Não o boa-praça Nelsinho.</p>
<p>A reviravolta na história do faixa-preta começaria sem qualquer alarde, com a entrada de um simpático quarteto de forasteiros na academia. Nelson acolheu os três árabes e o inglês com o sorrisão de sempre, apresentando as normas da escola e indo pegar quatro kimonos para o grupo.</p>
<p>Ao entregar o cardápio de pacotes de inscrição para a turma, deu-se a primeira surpresa. “Eu tinha aprendido com o Rickson a oferecer diversos tipos de experiência aos alunos”, lembra Monteiro. “Isto é, eu apresentava desde a matrícula de praxe com mensalidades, até um pacote de luxo, que consistia num dia completo ao meu lado, vivendo o estilo de vida do Jiu-Jitsu. Dava direito a séries de exercícios na praia, almoço com dicas de alimentação, treino de tarde e de noite, aula particular. Eu cobrava por isso 1.200 dólares”. Quando o papel voltou, Nelson precisou conter o cifrão que saltava dos olhinhos. Pela primeira vez, ele havia vendido não apenas um, mas dois dos pacotes mais caros. O britânico Guy e o árabe Bin, como se apresentaram, estavam decididamente ansiosos para mergulhar no maravilhoso mundo do Jiu-Jitsu. Aquela noite, Nelsinho foi para casa quase tão radiante quanto ficara meses antes, depois do jogo entre Brasil e Itália.</p>
<p>Entre os novíssimos alunos, Bin era decididamente o mais interessado. Com a mente aberta, as pernas atléticas de pedalar nas montanhas e uma atenção total aos instrutores, o faixa-branca de 26 anos chegava cedo, trocava os jeans surrados pelo kimono – na época, de algodão grosso e pesado – e tinha sempre uma boa pergunta sobre a mecânica das chaves de perna, triângulos e armlocks da guarda. Logo ficou claro que, além de interessado, o árabe era um aluno forte e muito flexível. E obstinado: na primeira ou segunda aula, Bin caiu mal e machucou o dedão da mão. Nem assim desistiu. “Era impressionante como ele não faltava nunca”, recorda Nelson.</p>
<p>As gafes, à época, foram corriqueiras. Certa vez, um companheiro de treinos virou-se para Bin num dos cantos do tatame: “Vem cá, vou mostrar um detalhe para você finalizar seu patrão”. Bin apenas sorria e ficava lisonjeado pelas dicas técnicas. Para boa parte da turma, como Guy era quem puxava a carteira e pagava as contas, parecia ser o britânico quem liderava a turma. Nelsinho ensinava aos novos alunos tudo o que sabia, buscando inspirá-los a evoluir nos tatames. “Aqui em nossa academia, mais vale batucar três vezes por treino do que ir para casa invicto e sem tentar nada de novo”, ressaltava o professor.</p>
<p>Um dos alunos mais antigos da equipe em San Diego era o baiano Marcelo Pereira, que começara a treinar com Nelsinho nos tempos de garagem, ainda de faixa-branca, juntamente com o local Ted Stickel. Pereira, então já faixa-marrom, começou a reparar que Bin e seu grupo chegavam cada dia num carro diferente. Uma vez, vinham num Porsche Carrera vermelho. Em outra, era uma Lamborghini amarela. Até que, certa sexta-feira, Marcelo não segurou o espanto, ao ver a porta do carro italiano abrir feito nave espacial, quase um Batmóvel amarelo, ali em frente à academia:</p>
<p>– Que carango, meu velho!</p>
<p>O amigo árabe apenas sorriu por baixo dos óculos escuros. Após o treino, Bin virou-se para o faixa-marrom e o surpreendeu:</p>
<p>– Have fun!</p>
<p>E arremessou em sua direção a chave da Lamborghini, indo embora de carona.</p>
<p>“Custei a acreditar que ele deixara o carrão comigo por todo o fim de semana”, recorda Marcelo Pereira. “Mas a generosidade dele já não era novidade. Aos sábados, por exemplo, eu ia até a casa dele dar aulas particulares, quando o Nelsinho estava no futebol. Ali comecei a aprender que, na cultura deles, recusar um presente podia ser uma baita ofensa. Certa vez, após um aulão alto astral nos tatames montados no seu casarão, o Bin me deu uma gorjeta de 500 dólares. Eu tentei recusar, dizendo que não era preciso, mas ele empurrou o dinheiro na minha direção, não aceitou de jeito nenhum. O engraçado na história do carro foi que, quando chegou segunda-feira, eu devolvi as chaves com um sorriso amarelo: é que a Lamborghini gastava tanta gasolina que bebeu meu dinheirinho todo”, diverte-se Marcelo.</p>
<p>Em abril de 1995, o UFC seguia em sua quinta edição, Royce Gracie mantinha o reinado e o Jiu-Jitsu só fazia crescer na América, mas Bin não poderia mais acompanhar aquilo tudo de perto. Ele comentou com o professor Nelson que estava para concluir seus estudos de finanças e negócios pela San Diego State University, e era esperado por seu pai e os muitos irmãos nos Emirados Árabes. Nelsinho lamentou, ainda sem captar as reais intenções do amigo.</p>
<p>Numa tarde quente, Bin então convidou o professor Nelson para um almoço. O restaurante escolhido foi o Sammy’s Woodfired Pizza &amp; Grill em Del Mar, uma elegante pizzaria tocada pelo libanês Sami Ladeki.</p>
<p>Pediram os pratos e o aluno lembrou ao brasileiro que estava muito perto de se formar, mas não queria interromper sua graduação no Jiu-Jitsu brasileiro. Foi quando o árabe baixou as cartas e abriu a guarda:</p>
<p>– Nelson, Bin é meu nome de guerra, como um apelido no tatame. Em meu país, sou mais conhecido como Tahnoon bin Zayed al Nahyan, e meu pai é o sultão que uniu e hoje dirige os Emirados Árabes.</p>
<p>Somente a experiência e a casca adquirida por Nelson Monteiro o impediram de engasgar com a comida.</p>
<p>Sim, aquele seu aluno brabo nos treinos era o filho do rei, mais precisamente o nono filho homem de 19 irmãos, mais as 11 irmãs. Foi aí que o amigo Bin, ou melhor, sua alteza xeque Tahnoon, fez o convite. Ele queria continuar a estudar Jiu-Jitsu com o próprio Nelsinho na capital de seu país, e pediu uma proposta com valores para que o faixa-preta brasileiro se mudasse de mala e cuia para Abu Dhabi.</p>
<p>A mente do professor trabalhava como um liquidificador, batendo uma mistura de sentimentos. Estava envaidecido, claro. Espantado. Empolgado e curioso com seu faixa-azul de sangue idem. Ao mesmo tempo, burilava um modo de escapar dessa brusca mudança de endereço.</p>
<p>Não é que Nelsinho não estivesse doido para conhecer os palácios dos Emirados Árabes, entende? Mas o carioca já tinha uma turma em San Diego, conhecia os melhores pontos para surfar, e sua academia estava cada dia mais próspera. Sem falar, claro, no futebolzinho de sábado. Como largar tudo para trás? Enquanto digeria a novidade, o professor raciocinou, a bordo de seu Nissan Truck: “Vou dar um jeito de recusar com delicadeza, e em troca eu vou lá de três em três meses para puxar uns treinos intensivos com ele nos Emirados. Assim fica bom para todo mundo”, pensou. Ficou combinado que conversariam de novo dali a uma semana.</p>
<p>Sete dias depois, Nelson encontrou com Tahnoon e lhe entregou uma proposta com um salário similar a de um CEO de grande empresa. O príncipe espiou o papel sem demonstrar emoção e assinou no mesmo segundo.</p>
<p>De lambuja, Tahnoon ofereceu ao professor três empregados à sua disposição, acomodação numa suíte do Sheraton Resort e férias de 21 dias – de três em três meses. Tudo com direito a passagens de primeira classe para qualquer lugar do mundo que ele desejasse, de Atenas ao Rio de Janeiro.</p>
<p>Nelson ainda não descobrira, mas Tahnoon vinha de uma família e tanto. Seu pai, o rei Zayed, era conhecido como um monarca sorridente, pacifista e generoso, acostumado a auxiliar nações vizinhas em apuros. O sultão era visto como um símbolo de honestidade e de firmeza incorruptível desde um caso curioso, contado pelos antigos de lá. A história diz que, em 1952, anos antes da fartura do petróleo, sauditas fizeram uma oferta colossal para Zayed declinar da posse de dois pontos estratégicos da região, os oásis de Al Ain e Buraimi, então administrados por ele. Se cedesse, o sultão embolsaria a bagatela de 42 milhões de dólares. A quantia foi serenamente recusada por Zayed. O fato é que Tahnoon herdara do pai algumas dessas qualidades, como a retidão, o dinamismo, um amplo senso de cooperação e uma incansável curiosidade. Com 23 anos, Tahnoon já fundara seu banco em Abu Dhabi, antes de ir se especializar em San Diego.</p>
<p>O que teria acontecido se o professor de Jiu-Jitsu houvesse recusado o novo emprego e optado por seguir em San Diego? Talvez o príncipe buscasse outro instrutor competente. Talvez desanimasse, e começasse outro esporte.</p>
<p>O fato é que a ida do faixa-preta desencadeou uma série de acontecimentos que mudariam para sempre a cara das artes marciais no planeta. A contratação de Nelsinho Monteiro traria ainda duas consequências notáveis para os Emirados Árabes:</p>
<p>O país teria, em fins de 1995, o professor mais bem pago do planeta, provavelmente em qualquer área do conhecimento;<br />
Em pouco mais de 20 anos, os Emirados passariam de um singelo praticante de Jiu-Jitsu (o próprio Tahnoon) para quase 90 mil entusiastas do esporte. Uma explosão demográfica de lutadores sem paralelo nas artes marciais.</p>
<div id="attachment_243859" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243859" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-1024x657.png" alt="O time pioneiro de Jiu-Jitsu dos Emirados, com Ted Stickel e Sean nas pontas, em pé. Foto: Acervo Pessoal Nelson Monteiro" width="650" height="417" class="size-large wp-image-243859" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-1024x657.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-300x192.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-768x492.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi-150x96.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/TIme-pioneiro-do-Jiu-Jitsu-em-Abu-Dhabi.png 1282w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243859" class="wp-caption-text">O time pioneiro de Jiu-Jitsu dos Emirados, com os grandões Ted Stickel e Sean Alvarez nas pontas, em pé. Foto: Acervo Pessoal Nelson Monteiro</p></div>
<h3><em>Um UFC sem sangue nem bordoadas</em></h3>
<p>Depois de visitar o país por uma semana, Nelson Monteiro pegou suas coisas e desembarcou de vez no aeroporto internacional de Abu Dhabi, no segundo semestre de 1995. Ao chegar, viu-se diante de um problema. Mais precisamente, de um problema de 125 quilos de músculos saltados, sangue porto-riquenho e sorriso fácil. Sean Alvarez, halterofilista nascido em Nova York, era há dois anos o personal trainer exclusivo do príncipe Tahnoon e chegara aos Emirados pouco antes do brasileiro.</p>
<p>Agora que o filho do sultão precisava ficar alguns meses em preparações intensivas em alguma base militar do país, Sean era por enquanto o único parceiro disponível para Nelson dar seus treininhos de Jiu-Jitsu. Nascia ali uma grande amizade.</p>
<p>Sean também conhecera sua alteza em San Diego, onde decidira ganhar a vida como preparador físico e conquistara projeção e alguns clientes importantes, como alguns nobres estudantes nascidos em Abu Dhabi, como o jovem Khalfan e seus parentes. Certo dia, no meio de um treino, o telefone da academia tocou e era Khalfan. Ele havia telefonado para todos os clubes de San Diego, pois precisava lhe apresentar um amigo. Em pouco tempo, Alvarez foi contratado como preparador físico exclusivo de Tahnoon.</p>
<p>O americano teve a sorte de testemunhar o momento exato em que Tahnoon se apaixonou pelo Jiu-Jitsu. Numa sexta-feira, 12 de novembro, uma turma grande se reuniu para ver que bicho daria aquele inovador torneio de lutas, que prometia reunir um boxeador, um judoca, um lutador de savate, um campeão de sumô e mais um jovem magricela brasileiro. Transmitido ao vivo de Denver, no Colorado, o UFC 1 vendeu cerca de 86 mil pacotes de pay-per-view, provando que havia milhares de pessoas de fato curiosas para ver quem sairia inteiro daquela jaula, com um belo cheque em dólares.</p>
<p>“Tahnoon reuniu um monte de amigos árabes em sua casa em La Jolla, tenho quase certeza que vimos lá. Mas pode ter sido também no quarto de hotel de alguém no Hyatt Regency Hotel”, Sean recorda. “O que não esqueço é que ficamos todos de queixos caídos e em êxtase com a façanha de Royce no primeiro UFC. Depois daquilo, Tahnoon pôs um tatame grande em casa e volta e meia chamava todos nós para brincar de Jiu-Jitsu, sem kimono mesmo. Era divertido.”</p>
<p>O príncipe dos Emirados não se limitaria a ficar de queixo caído e empolgado como um fã comum. Ele logo notaria que aquele tal de Jiu-Jitsu não era somente um sistema de luta admirável. Ao permitir a uma pessoa levinha subjugar três brutamontes bem treinados na mesma noite – e sem levar um só murro! – o Jiu-Jitsu se assemelhava mais a uma ciência magnífica, capaz de ajudar qualquer um a controlar os nervos, pensar sob pressão e ignorar as emoções diante dos piores desafios. Isto é, uma arma poderosíssima para tornar as pessoas mais equilibradas – física e mentalmente – e mais bem preparadas para tomar decisões.</p>
<p>Foi o que Sean Alvarez também aprenderia, naqueles meses em Abu Dhabi. O gigante americano ganhou lá o seu primeiro kimono e começou a tomar aulas com Nelsinho, enquanto aguardavam Tahnoon voltar dos exercícios militares. Os treinos eram numa academia em um prédio central da capital, e o brasileiro logo notou que o adorável gigante levava jeito. Não usava somente a força bruta para bufar e sobreviver, e sim procurava entender os conceitos e aplicar as alavancas.</p>
<p>Volta e meia, claro, a brutalidade falava mais alto e o aluno arremessava o professor longe, mas na maior suavidade. Os conferes entre os 125kg do americano e os cerca de 80kg do brasileiro eram sempre divertidos, principalmente para os poucos e sortudos espectadores, como o inglês e já faixa-azul Guy Neivens, o fiel escudeiro de Tahnoon. Além de outros raros funcionários.</p>
<p>Após mais um dia de treino, Nelson dividiu com Sean Alvarez uma ideia que começara a alimentar:</p>
<p>– A Federação Internacional de Jiu-Jitsu vai promover no Rio de Janeiro o primeiro Campeonato Mundial, em fevereiro de 1996. E se a gente convocar meus faixas-azuis em San Diego e montar um time, com uns sete competidores? Acha que o Tahnoon abraça essa ideia?</p>
<p>Sean achou fantástico e deu a maior força. Foi quando Nelson contra-atacou:</p>
<p>– Só tem uma coisa: você também vai estar nessa e lutar no Mundial. Até fevereiro você vai estar na ponta dos cascos, ainda mais treinando com a turma. Não se preocupe, brother!</p>
<p>Sean recorda: “Eu gargalhei de nervoso na hora, meu Jiu-Jitsu ainda era muito cru e lutar um Mundial não parecia fazer o menor sentido. Mas disse a Nelsinho que, se ele confiava em mim, eu lutaria por ele. Hoje, quando olho para trás, parece que eu vivi um filme de ação”.</p>
<p>Ou, quem sabe, um desenho animado. Tahnoon, sempre muito competitivo, adorou a proposta, e coube a Nelsinho telefonar na mesma hora para convocar a trupe. O primeiro Abu Dhabi Combat Team foi assim formado por Ted Stickel, Curtis e Micah Pitman, Marc Wolfe, Charlie Kohler e Peter Alain, além de Sean Alvarez e do técnico Nelsinho.</p>
<p>O time viajou junto para o Rio de Janeiro e passou boas semanas no início de 1996 treinando forte no quartel-general da equipe Gracie Barra, em meio a astros da faixa-preta à época, como os eventuais medalhistas de ouro Roberto “Roleta”, Helio “Soneca” e Roberto “Gordo”, além de Marcio Feitosa, Vinicius “Draculino” e outras feras.</p>
<p>Certa tarde, o Abu Dhabi Combat Team causou rebuliço após o treininho. Os colegas de academia saíram porta afora para acenar desesperados para os turistas, que abanavam de volta empolgados. Sem suspeitar de nada, Sean Alvarez, na direção da mini-van alugada por eles, descia a rua a toda em meio ao tráfego confuso da Barra da Tijuca – na contramão, para loucura de motoristas e pedestres.</p>
<p>Pouco antes da inscrição para o Mundial 1996, Nelson foi apresentar o peso pesadíssimo americano para seu professor, Carlos Gracie Jr. Disse que Alvarez estava preparado, apesar dos poucos meses de treino na faixa-branca, e que ia dar trabalho. Carlinhos deu força, foi num quarto e voltou com uma faixa quase branca, de um azul todo desbotado, que guardava em casa. Pronto, agora Sean era faixa-azul e podia competir. Na primeira semana de fevereiro de 1996, como um sonho, o ex-bodybuilder se transformaria num campeão de Jiu-Jitsu. Um campeão mundial, ainda por cima.</p>
<p>Em quatro lutas e quatro vitórias por pontos, Alvarez sobrou com sua ótima forma e exibiu um jogo sólido para levar a medalha de ouro, ao superar Alberto Vieira na final. A outra medalha da equipe, de bronze, foi conquistada pelo faixa-azul Marc Wolfe, no peso pesado.</p>
<p>Em 1997, xeque Tahnoon passou a alimentar outro sonho. Sean Alvarez voltara a vencer com kimono, agora de faixa-roxa, no Pan nos Estados Unidos. Se já tinha um time respeitável, faltava agora um evento grandioso em seu próprio país, um torneio onde poderia criar suas regras e inspirar a juventude do país a treinar e lutar.</p>
<p>A ideia inicial era estabelecer um grande espetáculo com lutas de MMA. Vale lembrar que o Pride japonês só passaria a existir no fim daquele ano de 1997, e o UFC ainda não tinha um grande rival à altura. A organização do promotor Dana White, na realidade, nem vivia seus melhores dias à época, sempre aos trancos e barrancos com as emissoras de TV. Havia definitivamente espaço para um evento capaz de atrair os melhores lutadores do planeta, e chocar o mundo tal e qual os magníficos palácios que subiam nos Emirados, como o inconfundível Burj Al Arab em formato de barco a vela.</p>
<div id="attachment_243853" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243853" class="wp-image-243853 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-1024x766.jpg" alt="O rei Zayed. Foto: Divulgação/Wikipedia" width="650" height="486" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-1024x766.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-300x224.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-768x574.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-150x112.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243853" class="wp-caption-text">O rei Zayed. Foto: Divulgação/Wikipedia</p></div>
<p>Havia, porém, alguns obstáculos para o projeto de Tahnoon. O principal era a opinião do rei Zayed, que não concordava com um evento em que os participantes pudessem sair de Abu Dhabi cheios de hematomas, com olhos inchados ou pior, com os ossos do rosto fraturados. Tahnoon planejou então a realização de lutas de artes marciais mistas em outros países. Só que o projeto-piloto, chamado Pentagon Combat, bancado por ele e realizado no Rio de Janeiro em 27 de setembro de 1997, terminou em confusão, com cadeiras voando e fotógrafos escondidos embaixo do ringue de cinco lados, e todas as cenas dantescas exibidas pela CNN. Tremendo fiasco.</p>
<p>Foi quando os americanos lançaram a ideia. Um faixa-preta chamado John Peretti, aluno do lendário dublê e judoca Gene LeBell, decidiu organizar um evento para confrontar uma penca de campeões mundiais de wrestling com craques de outras modalidades de luta agarrada, de modo a tirar a limpo se os atletas de estilo livre e greco-romano eram capazes de amassar lutadores de estilos diferentes.</p>
<p>Foram sete lutas casadas, com sete wrestlers parrudos, na ponta dos cascos, contra sete faixas-pretas de escolas variadas. Com um grande e polpudo detalhe: uma bolsa de 5 mil dólares para cada atleta.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="THE CONTENDERS Story Of The First Ever Grappling Vs Wrestling PPV Event In 1997 That Inspired ADCC" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/V84USZ1fL6o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>As regras excluíam golpes traumáticos e davam pontos para quedas, trocas de posição e controle das costas. A vitória seria definida por desistência, pontos ou decisão dos três jurados. O local escolhido foi a casa dos anfitriões: Sioux, Iowa, famoso celeiro da luta livre olímpica nos EUA. O torneio chamado “The Contenders” foi realizado com sucesso em 11 de outubro de 1997, e ganhou o público logo na segunda luta da noite.</p>
<p>Campeão meio-pesado do Pancrase japonês, Frank Shamrock topou se testar contra um novato no vale-tudo, que acabara de voltar do Brasil com seu primeiro cinturão. Seu nome era Dan Henderson, craque da luta greco-romana, tricampeão americano na modalidade e participante dos Jogos Olímpicos de Barcelona-1992 e Atlanta-1996. Na jaula circular do Contenders, Frank puxou para a meia-guarda e finalizou em 56 segundos, com uma chave de calcanhar fulminante, após prender firme em suas axilas a sapatilha de wrestling de Hendo.</p>
<p>Um dos embates mais animados do evento foi entre o campeão de Jiu-Jitsu Renato Verissimo, que lutou de kimono, contra a fera de 90kg Mike Van Arsdale, vitorioso na decisão. Mas o grande trunfo para a venda do pay-per-view foi mesmo a sétima e última luta, entre o campeão olímpico de wrestling estilo livre Kenny Monday, medalha de ouro até 74kg em Seul-1988, e o lutador de vale-tudo Matt Hume, que assim como Frank Shamrock se especializara em chaves de perna no Japão.</p>
<p>No placar geral do evento, o duelo estava em 3 a 3, após uma bela chave de braço do canadense Carlos Newton em cima do wrestler Chris Barnes. Hume então puxou para a guarda e aplicou uma chave americana no pé de Monday, para faturar a contenda. Os telespectadores gostaram, os atletas aprovaram e o principal: Tahnoon adorou.</p>
<p>Sairiam apenas o ringue redondo e as grades, e entrariam os tapetes brancos, de dez por dez metros. Estava plantada a semente para o primeiro evento de luta agarrada em Abu Dhabi, a ser realizado nos dias 20 e 21 de março de 1998. O primeiro nome pensado para o evento nos Emirados foi de novo “Contenders”. Mas os atletas, a plateia e os repórteres só o chamariam para todo sempre pelo nome do local onde as feras do Abu Dhabi Combat Team se reuniam para treinar, o Abu Dhabi Combat Club, com suas iniciais simples e sonoras: ADCC.</p>
<p>** Saiba mais aqui sobre o <a href="https://adcc.brausfight.com/collections/books-games/products/adcc-book" rel="noopener" target="_blank">livro do ADCC, editado por enquanto em inglês.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-nasceu-o-adcc-o-torneio-dos-sonhos-dos-craques-do-jiu-jitsu/">Como nasceu o ADCC, o torneio dos sonhos dos craques do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rickson explica qual é a faixa mais difícil de conquistar no Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/rickson-gracie-explica-qual-e-a-faixa-mais-dificil-de-ganhar-no-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rickson-gracie-explica-qual-e-a-faixa-mais-dificil-de-ganhar-no-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2024 12:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[conquista]]></category>
		<category><![CDATA[difícil]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-azul]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-coral]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/pt/?p=191270</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lenda do Jiu-Jitsu e do clássico vale-tudo, Rickson Gracie construiu uma base sólida na arte suave e seu entendimento do meio se tornou referência. Certa vez, mestre Rickson foi perguntado qual seria, na visão do Gracie, a faixa mais difícil de ganhar no Jiu-Jitsu. Se você achou que é a faixa-preta, errou de longe. Para&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/rickson-gracie-explica-qual-e-a-faixa-mais-dificil-de-ganhar-no-jiu-jitsu/">Rickson explica qual é a faixa mais difícil de conquistar no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39721" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/rickson-gracie.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-39721" class="size-full wp-image-39721" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/rickson-gracie.jpg" alt="Rickson Gracie mostra suas técnicas no seu seminário, no Rio. Foto: Carlos Ozório" width="500" height="333"></a><p id="caption-attachment-39721" class="wp-caption-text">Rickson Gracie explica seu entendimento sobre a faixa mais dificil do Jiu-Jitsu. Foto: Carlos Ozório</p></div>
<p>Lenda do Jiu-Jitsu e do clássico vale-tudo, Rickson Gracie construiu uma base sólida na arte suave e seu entendimento do meio se tornou referência. Certa vez, mestre Rickson foi perguntado qual seria, na visão do Gracie, a faixa mais difícil de ganhar no Jiu-Jitsu. Se você achou que é a faixa-preta, errou de longe.</p>
<p>Para o Gracie, a &nbsp;faixa-azul é uma das mais complicadas de se conquistar. Segundo ele, a mudança da faixa-branca para a azul consiste não só na assiduidade do atleta na academia, mas sim na base que ele construiu durante sua jornada.</p>
<p>&#8220;Na faixa-branca você não tem muita ideia&#8221;, explica o mestre. &#8220;Lá você começa a criar seus reflexos e seu entendimento do jogo. Para se tornar faixa-azul, você precisa saber um pouco de tudo no esporte. Você sabe montar, estrangular, chaves de braço e escapar do aperto. Já sentiu a pressão dos adversários, consegue durar mais nos treinos e sabe como respirar devidamente. Você já se tornou uma criatura do Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>A partir daí, para Rickson, o praticante se torna apto a usar a faixa-azul. E, nesse ponto, o atleta tem tudo para seguir seu caminho até a faixa-preta. O que o atleta precisa daí em diante se chama perseverança para aprimorar sua técnica.</p>
<p>&#8220;O que falta ao atleta depois da faixa-azul é a prática e os reflexos. Ele tem tudo que precisa até a faixa-preta, só precisa manter a calma e a constância&#8221;, respondeu Rickson.</p>
<p>E para você, amigo leitor, a faixa-azul é de fato o marco que torna uma pessoa comum numa criatura do Jiu-Jitsu? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rickson-gracie-explica-qual-e-a-faixa-mais-dificil-de-ganhar-no-jiu-jitsu/">Rickson explica qual é a faixa mais difícil de conquistar no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>12 frases que você ainda vai ouvir se treina Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/12-frases-que-voce-ainda-vai-ouvir-se-treina-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=12-frases-que-voce-ainda-vai-ouvir-se-treina-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 23:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[Helio Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[sorte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=243628</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre os tesouros mais valiosos deixados pelos Gracie, junto ao arsenal técnico de defesa pessoal e à alimentação consciente, está a comunicação simples e eficiente. A transmissão oral de ensinamentos por parte da família era sempre calcada em tiradas curiosas e brilhantes, capazes de surpreender o interlocutor como uma boa alavanca usada para raspar. Como&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/12-frases-que-voce-ainda-vai-ouvir-se-treina-jiu-jitsu/">12 frases que você ainda vai ouvir se treina Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222285" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222285" class="size-full wp-image-222285" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Carlos-Gracie-e-Carlson-dao-entrevistas-Foto-Arquivo-O-Globo.jpg" alt="" width="565" height="496" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Carlos-Gracie-e-Carlson-dao-entrevistas-Foto-Arquivo-O-Globo.jpg 565w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Carlos-Gracie-e-Carlson-dao-entrevistas-Foto-Arquivo-O-Globo-300x263.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Carlos-Gracie-e-Carlson-dao-entrevistas-Foto-Arquivo-O-Globo-150x132.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 565px) 100vw, 565px" /><p id="caption-attachment-222285" class="wp-caption-text"><em>Grande mestre Carlos Gracie durante entrevista com o filhão Carlson, em 1959. Foto: Arquivos família Gracie / O Globo</em></p></div>
<p>Entre os tesouros mais valiosos deixados pelos Gracie, junto ao arsenal técnico de defesa pessoal e à alimentação consciente, está a comunicação simples e eficiente.</p>
<p>A transmissão oral de ensinamentos por parte da família era sempre calcada em tiradas curiosas e brilhantes, capazes de surpreender o interlocutor como uma boa alavanca usada para raspar.</p>
<p>Como velhos druidas em volta da fogueira, os mestres da família logo compreenderam que um discurso sábio e direto seria o modo mais eficaz de empolgar os alunos. Quando disparado com bom humor então, o ouvinte não tinha como resistir –&nbsp;e tome de a mensagem ser passada adiante, por anos e décadas.</p>
<p>A sabedoria dos tatames tem como pilares uma linguagem despojada, uma escolha de palavras curiosas e as metáforas com animais e a natureza, entre outros aspectos. Tudo parte de um grande tesouro que vem sendo alimentado desde Carlos e Helio Gracie, em especial, bem como pelos irmãos.</p>
<p>Um exemplo clássico? Bastava apontar um oponente cheio de músculos, para um pupilo dos Gracie ouvir – desde os tempos de Carlos, Carlson, Rickson até hoje: “Meu amigo, se tamanho fosse documento, o Elefante era o Rei da Selva!”. Entre tantas outras.</p>
<p>Qualquer estudioso de comunicação sabe que o discurso é tão importante quanto o conteúdo. Nesse caso, a forma de falar dos Gracie influenciou os seus seguidores a usar (mesmo que inconscientemente) a mesma retórica, as mesmas gírias, o mesmo linguajar.</p>
<p>A lição, portanto, é que você estude e invista numa comunicação eficaz, que drible a conversa banal e encontre a sua própria voz, com talento e criatividade. Sem falar demais, claro, que a molecada quer rolar e aprender.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="A FAMÍLIA GRACIE NÃO PRECISA PROVAR MAIS NADA | NEIMAN GRACIE" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/6VsHbjfs04A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A seguir, confira algumas frases clássicas dos tatames, que você certamente já ouviu ou vai ouvir, se tem um kimono em casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>12. “Se o chão para muitos é o fim&#8230; para nós é só o começo.”</strong></p>
<p>“11. “O homem é feito o peixe: morre pela boca.”<br />
<em>(Helio Gracie, sobre o cuidado com a alimentação)</em></p>
<p><strong>10. “Jiu-Jitsu: melhor saber e não precisar, do que precisar e não saber.”</strong></p>
<p>9. “Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e finalizarei o mundo.” <em>(Depois de Arquimedes)</em></p>
<p><strong>8. “Davi só usou uma pedra contra Golias porque não conhecia o Jiu-Jitsu.”</strong></p>
<p>7. “O Jiu-Jitsu é uma ratoeira. A ratoeira não corre atrás do rato. Mas, quando o rato tenta botar sua garra no queijo, a armadilha dispara…”<br />
<em>(Helio Gracie)</em></p>
<p>6. “O Jiu-Jitsu é a mais nobre das artes, pois dá a chance de seu oponente desistir sem sofrer um arranhão.”</p>
<p><strong>5. “Medo todos têm. A diferença é que o covarde não controla seu medo, e o corajoso o supera.”</strong><br />
<em><strong>(Rickson Gracie)</strong></em></p>
<p>4. “Faixa só serve para amarrar as calças.”<br />
(Helio Gracie)</p>
<p><strong>3. “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho.”</strong></p>
<p>2. “Lutar não é algo físico, é uma arte espiritual.”<br />
<a href="https://www.instagram.com/ricksongraciejj/" target="_blank" rel="noopener"><em>(Rickson Gracie)</em></a></p>
<p><strong>1. “Com o Jiu-Jitsu aprendi sobretudo a grande lição, que foi me conhecer profundamente.”</strong><br />
<em><strong>(Carlos Gracie)</strong></em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/12-frases-que-voce-ainda-vai-ouvir-se-treina-jiu-jitsu/">12 frases que você ainda vai ouvir se treina Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
