Há sempre uma saída para quem crê no Jiu-Jitsu, ensina Marcelo Gomide

"Para melhorar", diz o professor e campeão, "eu treino sempre com meu sócio, o faixa-marrom Otamar, e ainda comecei a fazer um treino de competição com vários líderes de escolas aqui da Austrália – acredito que isso vai me ajudar demais, porque são em sua maioria brasileiros que vieram para cá ensinar e ainda são atletas também, como o Murilo Amaral da Alliance e o Lucas Lacerda”.

Abi-Rihan: “O Jiu-Jitsu não machuca – pessoas se machucam, por culpa do ego principalmente”

Abi-Rihan: "Ao meu ver, o esporte e o treinamento em alto rendimento levam a uma briga contra os próprios limites do ser humano. O esportista quer sempre esticar um pouco suas limitações, aumentar suas capacidades de ir um pouco além. É o cara que quer saltar mais uns centímetros, é o grande mestre Helio Gracie se testando contra um Kimura bem mais pesado. O desejo de superação toma uma proporção tal que acaba sendo mais importante, na cabeça da pessoa, do que a saúde física ou a qualidade de vida. Um praticante não atleta pode parar umas semanas e voltar sem dores. O competidor acelera esse retorno."
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