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	<title>BJJ | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>BJJ | Graciemag</title>
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		<title>10 dicas para você montar seu projeto social de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 22:02:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pedido da equipe GRACIEMAG, Luciano Ribeiro, o bravo fundador do Projeto Social Gurizada/Alliance Mário Reis em Porto Alegre, enumera a seguir os dez principais passos para quem sonha em treinar crianças de áreas carentes. Aprenda, a seguir, com nosso GMI, um dos primeiros instrutores do programa GRACIEMAG Indica. Ensina, professor: 1. Espaço. O primeiro&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-para-montar-seu-projeto-social-de-jiu-jitsu-com-luciano-ribeiro-gurizadaalliance-mario-reis/">10 dicas para você montar seu projeto social de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_191842" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-191842" class="size-full wp-image-191842 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/07/Projeto-Gurizada-em-Porto-Alegre-referencia-no-Jiu-Jitsu-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Projeto Gurizada em Porto Alegre: referencia no Jiu Jitsu Foto Divulgacao" width="1280" height="960"><p id="caption-attachment-191842" class="wp-caption-text">Projeto Gurizada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul: referência graças ao bom trabalho de Luciano Ribeiro. Foto: Divulgação</p></div>
<p>A pedido da equipe GRACIEMAG, Luciano Ribeiro, o bravo fundador do <a title="Projeto Gurizada no Facebook" href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100007440971434" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto Social Gurizada/Alliance Mário Reis</a> em Porto Alegre, enumera a seguir os dez principais passos para quem sonha em treinar crianças de áreas carentes. Aprenda, a seguir, com nosso GMI, um dos primeiros instrutores do programa GRACIEMAG Indica.</p>
<p>Ensina, professor:</p>
<p><strong>1. Espaço.</strong> O primeiro passo para montar um projeto social é buscar um espaço. Muitas academias não estão dispostas a ceder o local em função da inexistência de renda. A dica é buscar um local junto a associações, escolas ou ONGs, instituições geralmente receptivas a esse tipo de trabalho, e que ainda podem gerar benefícios ao seu projeto.</p>
<p>2. Área de luta. Geralmente as academias substituem os antigos tatames rasgados ou estragados por novos, e se alegram em doá-los, até para desocupar o espaço. Distribuidoras ou fábricas, às vezes, doam ou vendem com valores acessíveis as peças que estão fora do padrão. Caso opte por montar tatame de lona, é fácil conseguir as raspas em empresas de recapagem e pneu, fábricas e borracharias. Lonas são sempre doadas por empresas de transporte que descartam as rasgadas.</p>
<p><strong>3. Kimonos.</strong> Os trajes geralmente são a parte fácil do projeto, pois você certamente terá companheiros de treino que possuem kimonos que não utilizam mais, e vão adorar colaborar. Algumas fábricas, após acompanhar o desempenho do projeto, fornecem kimonos infantis como forma de patrocínio, mas isso vem com os resultados em campeonatos.</p>
<p>4. Jovens. Gosto de me referir às crianças como atletas, pois deixa o trabalho mais sério e profissional. Os primeiros atletas geralmente são familiares de praticantes de Jiu-Jitsu. É legal com o tempo ir buscar crianças em escolas próximas e em associações. Aqui em Porto Alegre buscamos crianças abrigadas em entidades do governo, afinal essas possuem geralmente energia e disposição para gastar nos tatames.</p>
<p><strong>5. Legislação.</strong> Para conseguir benefícios do governo é necessário que o projeto seja legalizado. A forma mais comum é criar uma associação ou uma ONG, e a partir daí se cadastrar junto a prefeituras e secretarias de esporte. Mesmo com todas as formalidades cumpridas, não é tão fácil receber apoio de órgãos públicos, pois a burocracia atrasa muito as ajudas governamentais. É o que leva os professores a desistir no meio do caminho.</p>
<p>6. Seriedade. Procure manter desde o início o máximo de seriedade. Algumas decisões são importante para que seu trabalho ganhe força, como manter-se afastado de padrinhos políticos – pode ser que isso não seja bem visto aos olhos das pessoas que realmente querem ajudar, principalmente quando envolver valores. Manter proximidade com os familiares dos atletas é fundamental, pois há sempre campeonatos em outros estados, e os familiares precisam possuir confiança no seu trabalho. Tenha sempre a mente aberta para solucionar os obstáculos que venham a aparecer.</p>
<p><strong>7. Faixa etária:</strong> Escolha uma faixa etária para ensinar. No Projeto Social Gurizada trabalhamos com jovens de 4 a 18 anos. Aconselho, com o tempo, a separar o treino em três níveis: iniciante, intermediário e competidor. Conheço bons projetos que separam por idade, ministrando turmas em horários diferentes.</p>
<p><strong>8. Campeonatos.</strong> Torneios são fundamentais como sistema motivacional para as crianças, mas muitas vezes são caros, e poucos dão abatimento na inscrição. Não se deixe desistir por esses entraves, inicie com campeonatos regionais, nos quais organizadores disponibilizam vagas para projetos sociais. Não esqueça que o campeonato é termômetro do seu trabalho. Mostre a seus pupilos os frutos do Jiu-Jitsu, e incentive-os a sonhar, mostrando a trajetória dos grandes campeões profissionais.</p>
<p><strong>9. Patrocínio.</strong> Não inicie o projeto pensando nisso. Às vezes pequenas empresas ajudam com pequenas doações, mas não chegam a possibilitar o crescimento do trabalho. A forma mais fácil de conseguir apoio é com seriedade e resultados, ninguém tem interesse em investir num projeto que não está presente em competições, muito menos em crianças – geralmente escolhem atletas de ponta. Por isso a necessidade de estar nos campeonatos e ir aparecendo aos poucos.</p>
<p><strong>10. Não desista.</strong> Você sempre vai encontrar dificuldades, mas persista, pois o trabalho é recompensador. É normal ver talentos se perderem, enquanto outros vão se transformar para sempre graças ao Jiu-Jitsu. Continue competindo para servir como exemplo, e busque constantemente a evolução para manter seus alunos atualizados. Não se deixa levar pelo orgulho e muito menos por tentações. Mantenha boas relações com outros projetos e equipes, que unidas são mais fortes. Em países desenvolvidos, o investimento inicia-se nas bases, por isso tenha certeza que com os anos seu projeto terá uma base competitiva. Por fim, jamais pense em desistir!</p>
<p>E você, tem ou conhece um projeto social bacana ligado ao Jiu-Jitsu?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-para-montar-seu-projeto-social-de-jiu-jitsu-com-luciano-ribeiro-gurizadaalliance-mario-reis/">10 dicas para você montar seu projeto social de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A defesa simples de mestre Macarrão contra o estrangulamento na guarda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 19:36:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Guardeiro que marcou época, mestre Marcio &#8220;Macarrão&#8221; Stambowsky ensinou certa vez no GRACIEMAG.com uma de suas defesas mais simples e eficazes contra o sempre incômodo estrangulamento cruzado na guarda. O faixa vermelha-e-branca, líder da Gracie Sports de Connecticut, nos EUA, nos ensinou a simplesmente &#8220;atender o telefone&#8221;, e mandar aquele recado claro e direto ao&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203801" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203801" class="size-full wp-image-203801" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/o.jpg" alt="" width="800" height="592" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/o.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/o-300x222.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/o-768x568.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/o-150x111.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-203801" class="wp-caption-text">Marcio Macarrão com os filhos faixas-pretas Neiman e Deborah Gracie. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Guardeiro que marcou época, mestre Marcio &#8220;Macarrão&#8221; Stambowsky ensinou certa vez no GRACIEMAG.com uma de suas defesas mais simples e eficazes contra o sempre incômodo estrangulamento cruzado na guarda.</p>
<p>O faixa vermelha-e-branca, líder da <a href="https://www.facebook.com/graciesportsusa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gracie Sports de Connecticut</a>, nos EUA, nos ensinou a simplesmente &#8220;atender o telefone&#8221;, e mandar aquele recado claro e direto ao adversário: &#8220;Alô! Daqui você não me finaliza mais!&#8221;.</p>
<p>Veja a defesa do paizão de Neiman Gracie e evite a linha cruzada nos seus treinos. Oss!</p>
<p><iframe title="Cross Choke Defense: Answer The Phone" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/86VNa3jRFok?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-a-defesa-simples-e-eficiente-de-mestre-macarrao-contra-o-estrangulamento-na-guarda/">A defesa simples de mestre Macarrão contra o estrangulamento na guarda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nas internas: a lenda do casca-grossa Zé Beto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 15:48:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Curte as histórias das internas do mundo do Jiu-Jitsu? Essa também vem do nosso baú. Na vida dos competidores, é comum a expectativa para ver as chaves dos campeonatos. Imagine que você vai competir e a semana do evento se aproxima. Como você reagiria ao notar no seu lado das chaves um poderoso competidor de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_149847" style="width: 601px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-149847" class="size-full wp-image-149847" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1.jpg" alt="Quem será o misterioso atleta do quebra-cabeças? Foto: Divulgação" width="591" height="826" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1.jpg 591w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1-215x300.jpg 215w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1-107x150.jpg 107w" sizes="auto, (max-width: 591px) 100vw, 591px" /><p id="caption-attachment-149847" class="wp-caption-text">O lendário Zé Beto assombrou muitas gerações de competidores&#8230; Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Curte as <a href="https://www.amazon.com.br/Jiu-Jitsu-nas-internas-hist%C3%B3rias-bastidores-ebook/dp/B09X25RDG9" target="_blank" rel="noopener">histórias das internas do mundo do Jiu-Jitsu?</a></p>
<p>Essa também vem do nosso baú.</p>
<p>Na vida dos competidores, é comum a expectativa para ver as chaves dos campeonatos.</p>
<p>Imagine que você vai competir e a semana do evento se aproxima. Como você reagiria ao notar no seu lado das chaves um poderoso competidor de Jiu-Jitsu, capaz de amassar qualquer um com um jogo completo e justo?</p>
<p>Convocamos Marcio Feitosa, tricampeão mundial pela IBJJF e tarimbado professor da Gracie Barra, para relembrar uma história clássica, que envolve um famigerado lutador chamado Zé Beto.</p>
<p>Conta aí, Feitosa:</p>
<p>“Zé Beto já fez muita gente trocar de categoria, fazer e desfazer dieta, tirar nome de campeonato, ou simplesmente não aparecer para lutar. Espalhou terror e pânico por várias e várias gerações de competidores”, conta o faixa-preta.</p>
<p>“Sua origem é um pouco incerta, ninguém conhece direito de onde Zé Beto surgiu. Lembro de ter ouvido falar dele a primeira vez há muitas décadas, em rodas de conversa com o mestre Carlos Gracie Jr. Para dar uma ideia de como Zé Beto era respeitado, vou contar uma história de um amigo nosso, cujo nome vou manter em sigilo para preservá-lo. Ele morava comigo em Lake Forest, na Califórnia, na época em que dividíamos um apartamento com Marco Joca ‘Piu-Piu’, Marcio Pé de Pano, André Fernandes da IBJJF, Kayron e mestre Carlinhos. Era época do Pan-Americano, e essa figura, então de faixa-roxa, estava altamente preparado para o campeonato.</p>
<p>“No auge da preparação dele, um dos companheiros então propôs: ‘É chegada a hora de introduzi-lo ao Zé Beto’. Numa noite, todos na jacuzzi da academia de musculação, relaxando após um dia de treinos duros, alguém soltou:</p>
<p>&#8220;‘Ih, fera… Eu acho que você vai cair de cara com o Zé Beto’. Um outro devolveu de lá: ‘Ih rapá… Zé Beto gosta de jogar sujo, dar cabeçada, adora arrumar confusão… Agora, eu não acho que ele tenha nada demais não, o problema é que o pessoal já começa a luta se entregando, só porque o cara tem um nome famosinho no Jiu-Jitsu. Ele tem aquelas quedas dele, fica por cima amassando, mas é só fazer seu jogo’.</p>
<p>&#8220;Um terceiro emendou: ‘Meu irmão, eu não acho o jogo de queda dele nada demais, sabia? Ele é muito mais perigoso com aquela guarda, sabe dar bons botes de braço na fechada, perna grande e forte…’ Nosso amigo faixa-roxa já estava demonstrando uma mudança no olhar.</p>
<p>“No dia seguinte, ele já começou a fazer sua própria pesquisa. Quem afinal seria esse tal de Zé Beto? De que equipe viria? ‘Não quero saber não, vou cair para dentro dele!’. Só que pelo olhar você percebia que os pensamentos não estavam confirmando aquelas palavras. Dois ou três dias depois, veio o anúncio: ‘Vou baixar de peso, sabia? Estou leve para a categoria, faltam só uns quilinhos’. E tome de dieta e passar fome.</p>
<p>“No auge da magreza do rapaz, a pilha ressurge: ‘Meu irmão, não tem jeito, tu vai ter de encarar o Zé Beto mesmo, tem de subir de categoria. Tá afrouxando para ele não, né? Tu és duro em pé também, vamos trocar em pé com ele e passar com tudo’. Foi suficiente: fim de dieta e toma de subir de peso novamente.</p>
<p>“Depois de uma semana de estresse, pilha, Zé Beto para lá e para cá, o pessoal se reuniu e revelou a verdade: ‘Meu irmão, Zé Beto não existe, é pegadinha. Nem saiu sua chave ainda’. Nosso amigo perigou não levar na esportiva, mas no fim se acalmou e sorriu. Só restou a ele uma reação: manter o legado vivo e continuar passando para a frente, para os jovens companheiros de luta, o folclore do temido Zé Beto”.</p>
<p>E você, já ouviu ou vivenciou alguma clássica pegadinha do mundo do Jiu-Jitsu? Divida conosco&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Artigo publicado originamente na GRACIEMAG edição #216. Para assinar sua revista de Jiu-Jitsu favorita, clique aqui!</strong></em></a></li>
</ul>The post <a href="https://www.graciemag.com/nas-internas-a-lenda-do-casca-grossa-ze-beto/">Nas internas: a lenda do casca-grossa Zé Beto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Os 5 maiores obstáculos de quem luta Jiu-Jitsu, por Bruno Bastos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 01:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Bastos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após anos e anos disputando o Mundial de Jiu-Jitsu adulto, Bruno Bastos tornou-se figurinha habitual nos pódios do Mundial Master, na divisão superpesado. “Entendo os professores que foram grandes campeões e não lutam mais, mas prefiro estar no campo de batalha&#8221;, analisa Bastos. &#8220;Assim motivo todos a darem o melhor sempre, sem desculpas, sem desistir,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_139160" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-139160" class="size-full wp-image-139160" title="Bruno Bastos" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/Bruno-Bastos.jpg" alt="" width="500" height="333"><p id="caption-attachment-139160" class="wp-caption-text">Bruno Bastos em ação no Mundial Master. Foto: Ivan Trindade</p></div>
<p>Após anos e anos disputando o Mundial de Jiu-Jitsu adulto, Bruno Bastos tornou-se figurinha habitual nos pódios do Mundial Master, na divisão superpesado.</p>
<p>“Entendo os professores que foram grandes campeões e não lutam mais, mas prefiro estar no campo de batalha&#8221;, analisa Bastos. &#8220;Assim motivo todos a darem o melhor sempre, sem desculpas, sem desistir, perseverando e construindo um legado de que meu filho possa se orgulhar um dia. Isso não se relaciona apenas ao Jiu-Jitsu, mas à vida. Trata-se de tentar o seu melhor todos os dias. Ninguém é perfeito, mas todos nós devemos fazer nossa parte&#8221;.</p>
<p>Ao leitor de GRACIEMAG, Bruno ofereceu cinco aspectos que podem atrapalhar qualquer atleta na hora de lutar um campeonato. Confira e aprenda com a fera.</p>
<p><strong>1. Alimentação x porcaria<br />
</strong></p>
<p>“Sou um amante de <em>fast-food</em>, mas essa é uma das coisas a serem evitadas antes da competição. Próximo ao torneio você deve ter uma ótima alimentação, pois esse será seu combustível. Não adianta treinar como um louco, fazer preparação física e comer porcaria. Não rende! Depois, é outra historia. Todos nós merecemos uma folga&#8230;”.</p>
<p><strong>2. Repouso x insônia</strong></p>
<p>“Evite perder noites de sono. Eu, por exemplo, tenho problemas para dormir diariamente. Tenho insônia. Mas sempre descanso o máximo possível entre os treinos. Descansar faz parte do treino. Então aproveite as horas livres durante o dia para relaxar e descansar”.</p>
<p><strong>3. Negatividade</strong></p>
<p>“Mantenha distância das pessoas negativas. Algumas vezes até querem ajudar, mas ficam falando coisas inúteis como &#8216;Já viu o fulano no seu peso?&#8217;, &#8216;Cuidado com o beltrano&#8230;&#8217;. Na boa, se eu não acho que posso ganhar, por que vou lutar? Então não tem porque ficar cercado de gente assim. Tenha sempre pessoas que acreditam em você ao seu redor. Estude os adversários, mas o principal é confiar no seu jogo. E não importa quem você vá enfrentar, trate de induzir seu adversário para o seu próprio estilo de luta”.</p>
<p><strong>4. Musculação na semana da luta</strong></p>
<p>“Não levante peso na semana da competição, sua musculatura deve estar bem descansada. Obviamente cada um tem reações diferentes a cada treino. Há pessoas que levantam peso no dia anterior ao evento. Eu prefiro descansar minha musculatura, acumular energia para usar tudo no campeonato. Sinto-me melhor assim”.</p>
<p><strong>5. Dieta e perda de peso</strong></p>
<p>“Não deixe para perder muito peso na semana do campeonato. Isso será um estresse extra e possivelmente vai atrapalhar seu desempenho. Você pode até ganhar o campeonato, mas tente imaginar como teria lutado melhor e mais fácil se você estivesse no peso direitinho, sem sofrer. Motivo meus alunos a estarem sempre com o peso em dia. A chance de sucesso aumenta muito”.</p>
<p>E para você, qual é o maior inimigo do lutador na véspera dos campeonatos? Oss&#8230;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bruno-bastos-e-os-5-aspectos-que-mais-atrapalham-na-hora-de-lutar-jiu-jitsu/">Os 5 maiores obstáculos de quem luta Jiu-Jitsu, por Bruno Bastos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 lições para futuros campeões inspiradas na vida de Ayrton Senna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 13:18:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>1. Ayrton Senna, piloto tri mundial em 1988, 1990 e 1991 (vice em 1989 e 1993) entendia seu ofício como um grande trabalho de grupo. “Não existe mérito de uma pessoa na F-1. Mérito existe de uma equipe. São os mecânicos, os projetistas, os patrocinadores, que financiam o equipamento. Os fornecedores de motores, de pneus,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_175630" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-175630" class="size-full wp-image-175630" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1.jpg" alt="" width="1024" height="702" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-300x206.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-768x527.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-175630" class="wp-caption-text">O ídolo Ayrton Senna deixou grandes lições ao se tornar um vencedor das pistas. Foto: Instituto Ayrton Senna</p></div>
<p>1. Ayrton Senna, piloto tri mundial em 1988, 1990 e 1991 (vice em 1989 e 1993) entendia seu ofício como um grande trabalho de grupo. “Não existe mérito de uma pessoa na F-1. Mérito existe de uma equipe. São os mecânicos, os projetistas, os patrocinadores, que financiam o equipamento. Os fornecedores de motores, de pneus, enfim, é um conjunto de pessoas”, disse Senna, que faleceu durante uma corrida em 1994. Procure, como Ayrton, entender o Jiu-Jitsu como um esporte coletivo, e sua chance de sucesso será ainda maior.</p>
<p>2. Não vá para a academia com corpo presente e a cabeça em outro lugar. Como ensinava Senna, realizar algo pela metade é ineficaz: “Tento meu melhor em tudo o que faço. É o meu temperamento, não consigo fazer nada pela metade. Quando me proponho a fazer alguma coisa vou a fundo e dou o meu melhor”.</p>
<p>3. Ayrton Senna curtia mesmo era treinar, era onde ele se divertia: “O melhor mesmo é guiar em treinos. É ali que experimento a sensação do limite – frear dez metros depois da entrada da curva e, se o carro resistir, na próxima vez, ir um pouco além, pisar mais forte no acelerador. É nos treinos que sinto o volante nas mãos, a pressão dos pedais. Andar no limite é que dá prazer. Na corrida não dá para fazer isso porque o mais importante é manter a posição, não dá para arriscar uma rodada na curva”.</p>
<p>4. Senna era um mestre em manter a cabeça vazia ao competir: “Durante aquelas duas horas de corrida não penso em nada. A cabeça fica a mil por hora, mas absolutamente concentrada na corrida. O piloto fica completamente amarrado dentro do carro, preso pelo abdome, pernas e braços, controlando a própria respiração. Na corrida chego ao limite da resistência física e psicológica. Emoção só sinto depois de passar a linha de chegada”.</p>
<p>5. Senna sempre teve o apoio da família para competir. Outro ingrediente que julgava crucial no seu sucesso era a paixão: “Minha profissão é também o meu lazer”.</p>
<p>6. Antes de ser campeão pela primeira vez, Senna costumava declarar: “Acho que estou na direção certa, mas tenho ainda um longo caminho a percorrer”, como disse ao repórter Maurício Cardoso, de “Veja”. Treine duro e use a frase como mantra.</p>
<p>7. Faça das dificuldades e obstáculos um trunfo particular seu, como Ayrton fazia nas corridas chuvosas.</p>
<p>8. “Quando não tenho treino de pista, aproveito para cuidar da minha máquina – fazendo ginástica”, ensinava Senna, indicando que um campeão é feito de 24h de dedicação.</p>
<p>9. A primeira corrida do pequeno Senna foi aos 13 anos. O primeiro título mundial, aos 28 anos. Tenha paciência. O piloto sempre pregava calma, tranquilidade e pé no freio contra a ansiedade.</p>
<p>10. Senna entendia como ninguém que a vida passa rápido. Portanto, trabalhe duro, seja gentil com os outros, concentre-se nos objetivos e persiga a vitória até o fim. E assim será lembrado para sempre. “Somos insignificantes. Por mais que você programe sua vida, a qualquer momento tudo pode mudar”, ensinou o ídolo das pistas.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-para-futuros-campeoes-inspiradas-na-vida-de-ayrton-senna/">10 lições para futuros campeões inspiradas na vida de Ayrton Senna</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>No Europeu de Gutemberg e Gabi, Mica fez de tudo para roubar a cena em Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 16:23:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Campeonato Europeu de Jiu-Jitsu aportou na cidade olímpica de Paris disposto a fazer cair alguns queixos dos franceses e forasteiros. A lista de inscritos do torneio iniciado em 19 de janeiro tinha tudo para arrebatar a torcida, e conseguiu. No absoluto, Gutemberg Pereira quebrou a banca, nas áreas de luta do Institut du Judo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119282" style="width: 950px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-119282" class="wp-image-119282 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/GMA_1567-2-2.jpg" alt="Paris Open" width="940" height="629" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/GMA_1567-2-2.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/GMA_1567-2-2-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/GMA_1567-2-2-768x514.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/GMA_1567-2-2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-119282" class="wp-caption-text">Paris fez a festa dos torcedores e amantes de Jiu-Jitsu.</p></div>
<p>O Campeonato Europeu de Jiu-Jitsu aportou na cidade olímpica de Paris disposto a fazer cair alguns queixos dos franceses e forasteiros.</p>
<p>A lista de inscritos do torneio iniciado em 19 de janeiro tinha tudo para arrebatar a torcida, e conseguiu. No absoluto, Gutemberg Pereira quebrou a banca, nas áreas de luta do Institut du Judo (IJ), e ficou com o ouro duplo. Ele primeiro goleou Javier Barter por 12 a 0, passou por Mauricio Oliveira (que abriu para o amigo) e venceu a final jogando por cima de Pedro Machado, por 6 a 0.</p>
<p>No outro lado da chave, Pedro havia disparado um tiro certeiro no braço do sempre perigoso Guilherme Lambertucci. Lambertucci por sua vez fizera luta impecável contra o novato Rayron Gracie, quando raspou, passou direto para a montada e depois raspou de novo, vencendo Rayron por 11 a 0.</p>
<p>No desenrolar do peso pesadíssimo, Gutemberg Pereira estava atento, e finalizou Guilherme Lambertucci no triângulo.</p>
<p>Já no feminino, a faixa-preta Gabi Pessanha mostrou porque angariou fama de imbatível.</p>
<p>Na final do absoluto, a joia da Cidade de Deus no Rio puxou Thalyta Silva para a guarda fechada e atacou o armlock de ouro.</p>
<p>Antes contudo, Gabrieli fez luta parelha contra sua rival de longa data Yara Soares. Em duelo extremamente técnico, o empate permaneceu até o fim, com o 4 a 4 no placar, além de um par de vantagens para cada. Na decisão dos jurados, a lutadora da Infight avançou.</p>
<p>Já na final superpesado, Gabi e a ex-campeã mundial absoluta Tayane Porfírio protagonizaram uma batalha eletrizante, em que a rainha atual do Jiu-Jitsu defendeu bem um leglock para pegar as costas e vencer por 9 a 0.</p>
<p>Nos pesos, muitos momentos de brilho. Erich Munis venceu Rayron Gracie por 2 a 0 e, na final, goleou Anderson Kauan em ritmo insano. Rayron Gracie, contudo, fez sua estreia na faixa-preta com estilo: finalizou Eric Jasper no estrangulamento da montada, um clássico da família.</p>
<p>Kennedy Maciel levantou Paris com seu título, enquanto o polonês Adam Wardzinski emocionou seus alunos com uma virada incrível contra Fellipe Andrew.</p>
<p>No feminino, Jessica Caroline levantou a plateia ao suportar uma blitz frenética e cheia de recursos de Mayssa Bastos, e vencer por 2 a 0. A revanche das duas promete parar os estádios na temporada.<br />
Mas o campeão de audiência do Europeu, com vídeos que juntaram centenas de milhares de espiadas no Instagram e YouTube, foi novamente Mica Galvão, com sua coleção de armlocks.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mica Galvão - European IBJJF Highlights" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/E9z0_W5AeP4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mica venceu o peso médio após virar contra Andy Murasaki, que jogou fechadinho mas no final não resistiu ao ritmo louco de Mica.</p>
<p>Aprenda com o fluido campeão, no vídeo dos melhores momentos do lutador em Paris.</p>
<p>Confira os resultados oficiais das finais, a seguir.</p>
<h2>Campeonato Europeu 2024<br />
Paris, França<br />
Janeiro de 2024<br />
Resultados oficiais das finais da faixa-preta</h2>
<p>Peso-Galo: Thalison Soares venceu Jonas Andrade por 5 a 2</p>
<p>Peso-Pluma: Meyram Maquiné estrangulou Anderson Duarte pelas costas</p>
<p>Peso-Pena: Kennedy Maciel venceu Alex Sodre por 2 a 1 nas vantagens (2 a 2 nos pontos)</p>
<p>Peso Leve: Elijah Dorsey venceu Espen Mathiesen por 2 a 0 nas vantagens</p>
<p>Peso Médio: Mica Galvão virou a luta e finalizou Andy Murasaki no armlock</p>
<p>Peso Meio-Pesado: Mauricio Oliveira e Wellington Alemão fecharam</p>
<p>Peso Pesado: Adam Wardzinski virou, montou em Fellipe Andrew e venceu por 9 a 0</p>
<p>Peso Superpesado: Erich Munis goleou Anderson Kauan por 26 a 0</p>
<p>Peso Pesadíssimo: Gutemberg Pereira venceu Yatan Bueno por 1 a 0 nas vantagens</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FEMININO</strong></p>
<p>Peso-Galo: Shelby Murphey venceu Giulia Gregorut por 5 a 2</p>
<p>Peso-Pluma: Jessica Caroline venceu Mayssa Bastos por 2 a 0</p>
<p>Peso-Pena: Margot Ciccarelli venceu Gabriela Pereira por 2 punições a 1 (2 a 2 nos pontos)</p>
<p>Peso Leve: Julia Alves venceu Vitória Vieira por 2 vantagens a 0</p>
<p>Peso Médio: Thalyta Silva venceu Ingridd Alves por desclassificação (golpe ilegal)</p>
<p>Peso Meio-Pesado: Aurelie Le Vern venceu Sabatha Lais por 13 a 0</p>
<p>Peso Pesado: Melissa Stricker venceu Izadora Cristina por 3 vantagens a 1 (4 a 4)</p>
<p>Peso Superpesado: Gabrieli Pessanha venceu Tayane Porfirio por 9 a 0 nos pontos</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/no-europeu-de-gutemberg-e-gabi-pessanha-mica-galvao-fez-de-tudo-para-roubar-a-cena-em-paris/">No Europeu de Gutemberg e Gabi, Mica fez de tudo para roubar a cena em Paris</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2023 14:17:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.] O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.]</em></strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que amarra o kimono.</p>
<p>Quanto mais escura for sua faixa, mais “privilégios” você terá na academia. Porém, esse status extrapola os limites do tatame. A moral, ou honra da faixa, acompanha o lutador na sua vida social, no seu trabalho etc. É uma marca indelével que o praticante de Jiu-Jitsu carrega consigo, mesmo que seja inconsciente.</p>
<p>E nessa longa e árdua escadaria, o último degrau é a faixa-preta – daí em diante o critério do merecimento desaparece e o critério da antiguidade é o único a valer.</p>
<p>Um professor de Jiu-Jitsu possui uma grande responsabilidade, já que ele, sozinho, avalia e avaliza o momento da graduação. Mas que critérios o mestre deve utilizar para averiguar quando o aluno deve passar de faixa?</p>
<div id="attachment_202133" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202133" class="size-full wp-image-202133" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg" alt="Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &quot;Café&quot; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)" width="1024" height="738" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-300x216.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-768x554.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-150x108.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-202133" class="wp-caption-text">Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &#8220;Café&#8221; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)</p></div>
<p>A regra temporal utilizada sozinha pode, ao que parece, gerar iniquidade, pois estabelecer um tempo mínimo ou máximo para a graduação deixa de lado as aptidões e o esforço de cada um. Como dizia Aristóteles, em seu livro “Ética a Nicômaco”: “O justo é, por conseguinte, uma espécie de termo proporcional” ao mérito individual. Para o filósofo grego, “é origem de disputas e queixas quando iguais têm e recebem partes desiguais, ou quando desiguais recebem partes iguais”. O importante para o aluno, portanto, é não faltar.</p>
<p>Há, em muitas academias, a ocorrência de alunos conhecidos como “eternos faixas-azuis”, aqueles que vão e voltam, perdendo boa parte da motivação no caminho. São praticantes que muitas vezes não percebem que estão apenas adiando seu progresso. Ficam longe um bom tempo, e quando retornam, têm enorme dificuldade – perdem no gás, no timing das posições e até na questão da confiança no próprio jogo. Nesse caso, o professor precisa que o aluno atente para o quesito assiduidade, que é muito valioso para quem quer passar de faixa.</p>
<p>Outro aspecto importante no assunto refere-se aos campeonatos de Jiu-Jitsu. De fato, o aluno competidor evolui mais rapidamente que o aluno que pratica apenas na academia. Isso ocorre pelos seguintes motivos: a preparação e busca por melhores resultados faz com que o atleta treine mais forte; a adrenalina da competição e o ato de se testar contra adversários de outras academias leva, naturalmente, à melhora técnica e à pujança. Se o caro leitor tiver a oportunidade, não deixe de experimentar a sensação de se testar num campeonato. Comece com um pequeno, na sua cidade.</p>
<div id="attachment_17707" style="width: 522px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17707" class="size-full wp-image-17707" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg" alt="" width="512" height="335" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg 512w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><p id="caption-attachment-17707" class="wp-caption-text">Alexandre Café em ação. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>A faixa-preta, no fim, vem por puro merecimento do praticante. Existe, claro, uma grande variação de avaliação entre as diversas escolas de Jiu-Jitsu ao redor do mundo, mas os professores têm critérios semelhantes como base para graduar um pupilo, como por exemplo: lealdade; assiduidade; conhecimentos técnicos específicos para a faixa; domínio da defesa pessoal; modo de se portar dentro da academia; higiene pessoal; honrar o nome da academia e do Jiu-Jitsu; ser um bom cidadão, etc. Esses critérios adotados pelo professor são de suma importância, afinal, aquele que recebe uma graduação, seja ela qual for, carrega de maneira indireta o nome de seu mestre.</p>
<p>Sendo assim, por se tratar de uma graduação máxima, a faixa-preta deve ser uma condecoração advinda não somente do preenchimento de requisitos objetivos, como tempo ou medalhas, mas também da conquista de alguns requisitos subjetivos, que variam de acordo com a academia. Um faixa-preta, acima de tudo, deve ser um exemplo a ser seguido, daí a grande responsabilidade daquele que promove uma graduação, seja ela qual for – afinal, mesmo o faixa-branca está, a cada grau alcançado, cada vez mais próximo de se tornar faixa-preta.</p>
<p>É preciso lembrar, porém, que alguns praticantes vêm protagonizando episódios lamentáveis para a nossa amada arte marcial, graduando a si próprios ou colocando graus na faixa-preta antes do tempo necessário. Tal atitude pode ser classificada como absurda, vergonhosa e imoral, que nos remete ao clássico “Crítica da razão prática”, de Kant, onde o filósofo nos lembra que “a lei moral, acessível a todos os seres racionais, possui uma dignidade em si e nos dá simplesmente um mandamento”. Quem não consegue aguardar a hora da faixa, portanto, não está roubando apenas tempo, está roubando sua dignidade.</p>
<p>Portanto, a mensagem ao aluno novato ou ao aluno mais antigo é idêntica: saiba valorizar sua caminhada. Não se aflija, não peça faixa e, a mais importante, jamais use uma faixa ou grau sem merecer de fato e de direito. Tudo tem seu tempo, evite ser aquele praticante angustiado, que já começa a treinar querendo saber quando vai &#8220;se formar&#8221;. Divirta-se aprendendo.</p>
<p>E fica o conselho: busque saber a procedência da faixa que seu professor ostenta na cintura e pesquise no site da IBJJF se ele é matriculado. Seu aprendizado está diretamente ligado a quem é seu mestre, qual é sua índole e, principalmente, qual é o caráter dele. Se ele caminhou corretamente e lutou pela faixa-preta dele do jeito que deve ser, há uma grande probabilidade de que seus alunos recebam as devidas graduações nos momentos apropriados. Agora, se ele é um fanfarrão, aí, meu amigo, você acabará visto como uma classe inferior de faixa-preta.</p>
<p>Comece no caminho certo. Pois, no dia glorioso em que você for enfim graduado e alguém perguntar, “Quem lhe deu a faixa-preta?”, você poderá estufar o peito e responder com orgulho.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Aprenda a finalizar no relógio de 2 maneiras, com Alexandre Café" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/jdJcQTvsk4k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em><strong>&gt;&gt;&gt;&gt; Com quantos anos de treino o aluno deve ganhar a faixa-preta? GRACIEMAG perguntou e mestres e professores opinaram:</strong></em></p>
<div id="attachment_147110" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147110" class="size-full wp-image-147110" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-147110" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Jr. Foto:Luca Atalla</p></div>
<p><em><strong>Mestre Carlos Gracie Jr:</strong></em><br />
“No fim isso sempre vai depender da assiduidade do aluno, mas a IBJJF tem um tempo mínimo para o praticante poder tornar-se faixa-preta. Se for um camarada que treina sempre, com consistência, sem faltar aulas, ele pode pegar a faixa-preta depois de cinco anos e meio, seis. Pelas regras da IBJJF, o tempo mínimo para ficar na faixa-azul é de dois anos, na roxa mais um ano e meio, e mais um ano na faixa-marrom. Com mais um ano e pouco de faixa-branca em média, esse tempo somado seria de cinco anos e meio, seis anos. Já se ele começar a treinar Jiu-Jitsu quando criança, ele só pode conquistar a faixa-preta depois dos 19 anos e meio de idade.”</p>
<p><em><strong>Mestre Carlos Rosado:</strong></em><br />
“Acredito que cada aluno tem seu tempo. Uns vão aprender mais rápido, outros podem demorar um pouco mais a pegar o jeito, mas todos vão chegar lá, se não desistirem. O maior trunfo do Jiu-Jitsu é que não requer talento, como o futebol. Basta treinar para evoluir. Costumo dizer que não é o aluno que pede a faixa, e sim a faixa que pede o aluno. E a faixa só requisita o aluno quando ele está dando conta plenamente da graduação. Já uma faixa dada prematuramente acaba se tornando um fardo: todo praticante de Jiu-Jitsu que ganha uma faixa da qual não dá conta está fadado a nunca mais aparecer na academia, e parar de treinar de vez.”</p>
<div id="attachment_211624" style="width: 1514px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211624" class="size-full wp-image-211624" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg" alt="" width="1504" height="1000" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg 1504w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1504px) 100vw, 1504px" /></a><p id="caption-attachment-211624" class="wp-caption-text">Fernando Tererê em foto de Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p><em><strong>Professor Fernando Tererê:</strong></em><br />
“No meu ponto de vista, a média geral para pegar a faixa-preta é de uns nove, dez anos de treino. Acho que com uns dez anos o praticante aprendeu bem e pode ser um bom faixa-preta. Porém, alguns competidores de ponta, aqueles que vencem campeonatos ano a ano, podem conquistar a faixa em seis, sete anos.”</p>
<p><em><strong>Mestre Júlio Cesar Pereira:</strong></em><br />
“O tempo de um praticante até a faixa-preta é uma trajetória individual, e tem a ver com os próprios objetivos pessoais de cada um. Tem praticante que sonha em ser campeão mundial e treina o triplo que os colegas, há outros que só buscam qualidade de vida e aparecem semanalmente, e até quem sonha em aprender tudo detalhadamente para um dia ser professor, ter sua academia. A meu ver, não dá para dizer ao aluno que daqui a cinco ou seis anos ele vai se tornar faixa-preta.”</p>
<p><em><strong>Professor Muzio De Angelis:</strong></em><br />
“Na minha academia no Rio, o tempo médio até a faixa-preta costuma ser de cerca de sete anos, se o aluno for assíduo, obviamente. Um ano na branca, dois na azul, dois anos na roxa e dois anos na marrom, em média. Acho que sete anos é um bom prazo mínimo. Inclusive gosto de numerologia e vejo o número 7 cercado de simbolismos. São sete os dias da semana, sete as notas musicais, sete as cores do arco-íris e Deus teria feito o mundo em sete dias com o descanso, segundo a Bíblia, além de diversas outras ocorrências. Se de acordo com os sábios o 7 é o número da perfeição, sete anos até a faixa-preta me parece um prazo adequado.”</p>
<div id="attachment_200740" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200740" class="size-full wp-image-200740" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-200740" class="wp-caption-text">Rilion Gracie: &#8220;É preciso paciência, quem burla o tempo está se enganando&#8221;. Foto: Ray Santana/GRACIEMAG.</p></div>
<p><em><strong>Mestre Rilion Gracie:</strong></em><br />
“Tudo na vida é questão de empenho, você não pode ganhar um diploma sem ir à faculdade. A faixa-preta depende das horas de treino e da intensidade que aquele aluno será capaz de dedicar ao dojô. Os chamados ‘ratos de academia’ certamente vão chegar à graduação mais rapidamente. Ou seja, não é uma questão de tempo desde o dia em que você se matricula, mas uma questão de tempo dedicado. Em dezembro passado, graduei meu filho Roggan como faixa-preta. Foi uma conquista puramente dele. Se dependesse só do rendimento nos treinos, eu já poderia ter dado a faixa há dois anos, mas acho que a faixa-preta não depende apenas da vontade do professor, há outros aspectos. No caso dele, os próprios colegas de treino e demais professores da academia começaram a cobrar a faixa pelo que ele demonstrava diariamente. Eu apenas a amarrei na cintura dele, juntamente com o Renzo, mas estava todo mundo aferindo o nível dele e pleiteando a graduação. A pior coisa é o aluno burlar o tempo, por falta de paciência, e pegar faixa antes da hora. Não adianta eu aparentar ser uma coisa que na verdade eu não sou – essas pessoas estão enganando a si mesmas.”</p>
<p>*** Este artigo foi publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #239. Assine já a revista para não perder os melhores artigos sobre sua <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">arte marcial favorita, aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-tempo-correto-de-um-aluno-ate-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-professores-debatem/">Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A arte e os desafios de organizar um campeonato, por Claudio França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 13:07:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dia de um evento exige preparo. Não é um esforço nem parecido com quem luta, mas você também vai dormir tarde, acordar cedo, ter um desgaste físico e mental pesado. A responsabilidade de tentar agradar 2 mil competidores e suas equipes também pesa", diz o faixa-coral Claudio França.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240583" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240583" class="wp-image-240583 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-20-at-18.10.25.jpeg" alt="" width="1024" height="872" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-20-at-18.10.25.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-20-at-18.10.25-300x255.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-20-at-18.10.25-768x654.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-20-at-18.10.25-150x128.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-240583" class="wp-caption-text">Claudio França, faixa-coral de Jiu-Jitsu. Foto: Arm Photography / Divulgação</p></div>
<p>Faixa-coral carioca radicado em Santa Cruz, na California, Claudio França acumula mais de 40 anos de experiência como organizador de torneios.</p>
<p>Para o leitor avaliar o pioneirismo de França, um de seus primeiros eventos realizado com amigos, a Copa Atlântico Sul nos anos 1980, foi realizada a céu aberto e teve no pódio o atleta Renzo Gracie. Como faixa-roxa!</p>
<p>“Naquela época não existia nem vantagens e era tudo sem computador, só no papel. Imaginem”, rememora <a href="https://www.instagram.com/claudiofrancabjj/" target="_blank" rel="noopener">mestre Claudio França</a>. “Em nossos torneios tivemos até um duelo Gracie x Gracie, luta raríssima. Foi uma disputa Royler x Carlson Jr. Em outra ocasião, começou a chover no meio do torneio e alguém clicou a foto eterna: mestres Carlos, Helio e Carlson embaixo de uma árvore, na espera do tempo melhorar e as lutas voltarem. Preciso achar essa fotografia…”</p>
<p>Nos anos 1990, ele foi morar nos Estados Unidos, e seguiu na busca de popularizar o esporte e o espírito de competição por lá. Seu US Open foi realizado pela primeira vez em 1996, ano por sinal do primeiro Mundial da IBJJF no Rio.</p>
<p>O professor formado por Francisco Mansor contou a Marcelo Dunlop, repórter do GRACIEMAG.com, como é o dia de um organizador de eventos de Jiu-Jitsu, e todos os sufocos e prazeres que um campeonato bem realizado oferecem.</p>
<p>Confira e aprenda um pouco com quem soma décadas de experiência no assunto. Oss&#8230;</p>
<p>* * * * *</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34787" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-34787" class="wp-image-34787 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/08/Franca-1.jpg" alt="" width="580" height="435" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/08/Franca-1.jpg 580w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/08/Franca-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/08/Franca-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /><p id="caption-attachment-34787" class="wp-caption-text">Claudio com sua turminha casca na Califórnia. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>“O dia de um evento exige preparo. Não é um esforço nem parecido com quem luta, mas você também vai dormir tarde, acordar cedo, ter um desgaste físico e mental pesado. A responsabilidade de tentar agradar 2 mil competidores e suas equipes também pesa.</p>
<p>Gosto de ser o primeiro a chegar até a arena, para abrir as portas e verificar tudo. Por isso acordo por volta das 6h da manhã, tomo um líquido e saio rápido de casa. Só vou relaxar e me alimentar depois que toca o Hino e as disputas começam na mais plena normalidade. Se o evento é fora da Califórnia, eu chego até a cidade pelo menos no dia anterior.</p>
<p>Nos primeiros eventos, todo organizador precisava fazer tudo, de apagar pequenos incêndios a chamar para o pódio e conversar com parentes dos atletas. Era uma carga pesada. Mas também eram bem menos lutadores – com 150 inscritos nos primeiros US Open, por exemplo, e o campeonato era ótimo já. Hoje vemos o Mundial Master da IBJJF com mais de 8 mil lutadores e lutadoras. O nosso esporte só cresce, e há um staff dez vezes maior também.</p>
<div id="attachment_72420" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-72420" class="wp-image-72420 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/IMG_3402-2-1.jpg" alt="Nathan Mendelsohn American Cup Claudio França San Jose" width="640" height="361" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/IMG_3402-2-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/IMG_3402-2-1-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/IMG_3402-2-1-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-72420" class="wp-caption-text">Torcida vibra no evento American Cup, durante vitória do americano Nathan Mendelsohn. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>O lado mais chato de organizar campeonatos é quando atletas ou professores levam para o lado pessoal. Você precisa seguir regras mas muita gente não entende. Há sempre os imprevistos, normais na vida de qualquer pessoa que promove esportes e eventos grandes em geral. Lembro uma vez que o campeonato quase foi cancelado – o ginásio reservou a data para dois eventos completamente diferentes. Foi um torneio American Cup, creio que em 2012. Soubemos disso quatro dias antes e precisava realocar o torneio para 1500 competidores. No fim deu certo apesar do desgaste mental.</p>
<p>Há também os imprevistos que nos alegram. Recentemente, eu estava mal de cama no Brasil. Tive dengue e fiquei de cama no Rio de Janeiro. Cancelei meu voo de volta e, quando soube, minha equipe me ligou informando que o empresário Mark Zuckerberg estava confirmado, e ia lutar no nosso evento na Califórnia. A equipe do mister Mark entrou em contato com o staff do <a href="https://www.instagram.com/officialbjjtour" target="_blank" rel="noopener">torneio BJJ Tour</a> e por um mês ficou essa negociação entre evento e os assessores do empresário, para ele ter uma experiência prazerosa e também não atrapalhar o andamento do torneio.</p>
<p>Ele lutou como faixa-branca no peso-pena master 1 e curtiu muito, voltou com duas medalhas –&nbsp;uma de prata com kimono, após uma vitória e uma derrota na final. Já no Jiu-Jitsu sem kimono ele ficou com o ouro. Foi fantástico.</p>
<p>Tudo foi fruto de um longo trabalho no fim das contas, pois o Dave Camarillo, treinador do Zuckerberg, competiu nos primeiros US Open. Se não me engano ele lutou no evento inaugural de 1996. Daí a escolha deles. E eu só fiquei sabendo na véspera, pois estava acamado no Rio de Janeiro. Coisas da vida de um organizador de campeonatos.”</p>
<div id="attachment_240818" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240818" class="wp-image-240818 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-08-at-18.41.12-1024x707.jpeg" alt="" width="650" height="449" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-08-at-18.41.12-1024x707.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-08-at-18.41.12-300x207.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-08-at-18.41.12-768x530.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-08-at-18.41.12-150x104.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-08-at-18.41.12.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-240818" class="wp-caption-text">Mark Zuckerberg voltou com duas medalhas do BJJTour. Foto: Reprodução/Instagram</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-e-os-desafios-de-organizar-um-campeonato-de-jiu-jitsu-por-claudio-franca/">A arte e os desafios de organizar um campeonato, por Claudio França</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Buchecha, Preguiça, Jacaré: uma breve história dos apelidos no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 09:02:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Exatos 130 anos antes de Conor McGregor nascer, um americano de sangue irlandês já sacudia o cenário de lutas nos EUA, e já era conhecido pelos fãs por um singelo apelido: “The Boston Strong Boy”. Eram tempos do pugilato de mãos nuas, sem luvas, em que um boxeador chegava a lutar 75 assaltos para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"></div>
<div id="attachment_156994" style="width: 1114px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-156994" class="wp-image-156994 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/roleta99_2-1.jpg" alt="" width="1104" height="696" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/roleta99_2-1.jpg 1104w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/roleta99_2-1-300x189.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/roleta99_2-1-768x484.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/roleta99_2-1-1024x646.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/roleta99_2-1-150x95.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1104px) 100vw, 1104px" /><p id="caption-attachment-156994" class="wp-caption-text">Rodrigo Minotauro contra Roberto Roleta, durante o Mundial de 1998.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exatos 130 anos antes de Conor McGregor nascer, um americano de sangue irlandês já sacudia o cenário de lutas nos EUA, e já era conhecido pelos fãs por um singelo apelido: “The Boston Strong Boy”.</p>
<p>Eram tempos do pugilato de mãos nuas, sem luvas, em que um boxeador chegava a lutar 75 assaltos para garantir um título mundial. Foi o que o peso pesado John L. Sullivan (1858–1918), o tal “garoto fortão de Boston”, precisou fazer em 1889 – numa época, aliás, que McGregor não era nome de craque, e sim de bola de futebol.</p>
<p>Como se vê, vem de longe a história dos apelidos nas artes marciais. Ao pesquisar as razões de tantos apelidos, tratamos de conversar com uma dezena de especialistas e jornalistas, e as respostas foram bem parecidas: “Não faço ideia”. O que nos animou, então, a investigar mais o tema, já que desistir é para os fracos.</p>
<p>Apelidos sempre foram um modo universal de demonstrar intimidade e carinho, em todas as línguas. Normalmente, encurtamos ou repetimos uma sílaba do nome para formar a alcunha, e assim um senador Robert é chamado de Bob nos EUA, um Roberto vira Bebeto no Brasil e, mesmo na peculiar língua alemã, um doutor Friedrich pode virar Fritz, para os companheiros de mesa.</p>
<p>As modalidades esportivas são recheadas de “nomes de guerra” marcantes, de “Minotauro” a “Maguila”, e aí entra um outro aspecto: o fator promocional. Aquele velho empresário de boxe já entendia que “Boston Strong Boy” vendia bem mais ingressos do que John L. Sullivan, assim como Conor McGregor tratou rapidamente de popularizar o apelido “Notorious” para faturar mais no UFC.</p>
<p>No Brasil, em especial nas academias de luta, a multiplicação de apelidos parece ter raízes um pouco diferentes: vão de um meio singelo de ajudar o mestre a identificar o aluno no meio da multidão até origens ligadas à capoeira, que cruzou seus caminhos com o Jiu-Jitsu nas primeiras lutas de vale-tudo.</p>
<div id="attachment_203608" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203608" class="wp-image-203608 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/John_L._Sullivan_1898-692x1024.jpg" alt="O peso pesado John Sullivan, o &quot;Boston Strong Boy&quot;, lutava sem luvas, mas já com um nome de guerra. " width="650" height="962" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/John_L._Sullivan_1898-692x1024.jpg 692w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/John_L._Sullivan_1898-203x300.jpg 203w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/John_L._Sullivan_1898-768x1137.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/John_L._Sullivan_1898-101x150.jpg 101w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/John_L._Sullivan_1898.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-203608" class="wp-caption-text">John Sullivan, o &#8220;Boston Strong Boy&#8221;, lutava sem luvas, mas já com seu nome de guerra.</p></div>
<p>O historiador Joel Rufino dos Santos, por exemplo, sugeria que a tradição brasileira de se colocar apelidos em atletas de futebol vinha provavelmente das rodas de capoeira. Na época em que a capoeiragem era vista como vadiagem, os praticantes usavam apelidos para esconder a verdadeira identidade dos bambas, que tinham outros empregos quando não estavam treinando. Daí a tradição que se mantém até hoje, de cada capoeirista ganhar um apelido ao se formar. Segundo Rufino, com a entrada do negro no mundo do futebol – quando muitos clubes de várzea surgiram de grupos de capoeiras – a profusão de apelidos ganhou os gramados.</p>
<p>Nas academias de Jiu-Jitsu, o tal &#8220;nome de guerra&#8221; também pode ter ajudado lutadores com vidas duplas. Caso do primeiro deles, o japonês Conde Koma. E também de campeões mundiais mais recentes, caso de Roberto Magalhães, por exemplo. Medalhista de ouro do primeiro Mundial de Jiu-Jitsu em 1996, Roberto era um respeitável engenheiro durante o dia; de noite, quando vestia o kimono, transmutava-se no popular &#8220;Roleta&#8221;.</p>
<p>Seja como for, a invenção de apelidos marcantes segue sendo um charme do boxe e do Jiu-Jitsu, e é útil tanto para valorizar a “marca”, casos de “Notorious” ou “Money”, ou para fazer graça, como nos casos de “Buchecha” ou “Pé de Pano”. Na maioria das vezes, contudo, é uma soma da autoconfiança com bom humor, como no caso da lenda Muhammad Ali, para quem apenas um nome não foi suficiente: ele teve dois (nasceu Cassius Clay). E, quando precisou de um apelido, criou ele mesmo um para si: “The Greatest”, o maior de todos. Pouca marra?</p>
<p>Um apelido criativo não é garantia de sucesso nas artes marciais, mas no Jiu-Jitsu até que costuma dar sorte. Se você duvida, vá perguntar a Preguiça, Pé de Pano, Cobrinha, Margarida, e Carcará; Comprido, Roleta, Cara de Sapato e Tererê; Buchecha e Jacaré. Eles talvez possam responder melhor.</p>
<div id="attachment_190416" style="width: 805px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-190416" class="wp-image-190416 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Marcus-Buchecha-x-Felipe-Preguica-no-absoluto-Foto-Luca-Atalla-1.jpg" alt="Marcus Buchecha x Felipe Preguica no absoluto Foto Luca Atalla" width="795" height="597" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Marcus-Buchecha-x-Felipe-Preguica-no-absoluto-Foto-Luca-Atalla-1.jpg 795w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Marcus-Buchecha-x-Felipe-Preguica-no-absoluto-Foto-Luca-Atalla-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Marcus-Buchecha-x-Felipe-Preguica-no-absoluto-Foto-Luca-Atalla-1-768x577.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Marcus-Buchecha-x-Felipe-Preguica-no-absoluto-Foto-Luca-Atalla-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 795px) 100vw, 795px" /><p id="caption-attachment-190416" class="wp-caption-text">Buchecha x Preguiça no absoluto do Mundial 2016: batalha dos apelidos e um clássico do Jiu-Jitsu. Foto: Luca Atalla/GALLERR</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/money-notorious-buchecha-uma-breve-historia-dos-apelidos-nas-artes-marciais-e-no-jiu-jitsu/">Buchecha, Preguiça, Jacaré: uma breve história dos apelidos no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Léo Cunha e a arte de dar a volta por cima no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 17:06:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sofreu com um revés num torneio ou um contratempo na sua rotina? Nosso GMI Léo Cunha, professor da GB Santo Amaro, entende que este tipo de coisa pode rolar, mas oferece a seus alunos e a você, persistente leitor, a mentalidade certa para encarar a situação. Em papo com o GRACIEMAG, Léo explica as oportunidades&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213329" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213329" class="wp-image-213329" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha.jpg" alt="" width="500" height="578" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha.jpg 376w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha-259x300.jpg 259w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha-130x150.jpg 130w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-213329" class="wp-caption-text">Professor Léo Cunha, da Gracie Barra Santo Amaro. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Sofreu com um revés num torneio ou um contratempo na sua rotina? Nosso GMI Léo Cunha, professor da GB Santo Amaro, entende que este tipo de coisa pode rolar, mas oferece a seus alunos e a você, persistente leitor, a mentalidade certa para encarar a situação.</p>
<p>Em papo com o GRACIEMAG, Léo explica as oportunidades que vem com a derrota, além de contar um pouco sobre suas raízes na arte suave e seu planejamento para voltar com tudo aos tatames após o fim da pandemia.</p>
<p>Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foram seus anos nas faixas coloridas? Simples ou tortuoso?</strong></p>
<p>LÉO CUNHA: Avançar nas coloridas sempre é divertido para uma criança, chega a ser motivacional. Quando eu cheguei à faixa-laranja, fui o primeiro com essa graduação no estado do Rio de Janeiro e sob a tutela do Zé Beleza, que foi meu professor até os 14 anos de idade. Na época foi até um pouco complicado, porque se eu fosse para um campeonato com a faixa-laranja, eu ganharia por falta de adversários. Esse foi um dos motivos que me levou a pular a faixa-verde e ir direto para a azul, na qual haviam oponentes para competir.</p>
<p><strong> Alguma memória marcante dessa época?</strong></p>
<p>Eu era bem ativo, participei de vários torneios e até levava jeito. Fui campeão em vários deles durante as coloridas. Tenho até uma história engraçada dessa época. Lutei a Copa Company, ainda muito jovem, ganhei a medalha e saí da competição diretamente para meu colégio. Roubaram minha medalha e nunca mais a vi (risos).</p>
<p><strong>Qual foi a sensação de alcançar a faixa-preta?</strong></p>
<p>Foi muito gratificante, tive a sensação de dever cumprido. Por conta daquela época em que havia várias brigas aqui no Rio, meu pai acabou me afastando do Jiu-Jitsu e eu fiquei dez anos sem vestir um kimono. Praticava triátlon, mas quando pude voltar ao Jiu-Jitsu, senti aquele amor antigo novamente. Pouco tempo após o meu retorno, recebi a faixa-preta. Foi um momento bem emotivo.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>São mentalidades diferentes. Ser professor é assumir um papel de liderança, com a responsabilidade de esclarecer e formar seus alunos. É entender que nem todo aluno está buscando competir ou tem ritmo de competição. Tenho muitos alunos, por exemplo, que são executivos e vem aqui para aprender Jiu-Jitsu e gastar energia antes de ir trabalhar. Esses caras não querem correr o risco de se lesionar. Quando falamos em treino de competição é aquela coisa mais intensa, com sangue nos olhos e sempre buscando se preparar para um grande combate. No fim das contas, a mentalidade de atleta e a de professor acabam se complementando. Um bom competidor deve conhecer os fundamentos básicos do esporte e um bom instrutor precisa ter vivência de campeonato.</p>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Gosto de ressaltar bastante que não existe derrota. Quando perdemos, somos derrubados por nós mesmos, mas ainda podemos aprender com nossos adversários. Acredito muito na disciplina, no foco e na repetição. Acredito no bem que o esporte traz para nossa cabeça e para o nosso corpo, contribuindo para a qualidade de vida. Também tento trazer aos meus alunos uma mensagem de família e integração, que foram valores que eu vivi ao longo dos meus anos no Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>A nossa missão aqui na GB Santo Amaro é tentar transmitir aos nossos alunos um Jiu-Jitsu puro e limpo. Através disso, queremos formar boas pessoas e atletas competentes. Nossa meta é retomar as aulas após a pandemia e recuperar este tempo perdido. Queremos contribuir com a sociedade e formar um bom time de competição para continuar o legado da Gracie Barra e do mestre Carlinhos Gracie.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/leo-cunha-e-a-arte-de-dar-a-volta-por-cima-no-jiu-jitsu/">Professor Léo Cunha e a arte de dar a volta por cima no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A repercussão do acidente fatal que levou Octavio “Ratinho Couto</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Aug 2023 18:15:05 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242120" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242120" class="wp-image-242120 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/octavio-couto.jpg" alt="" width="450" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/octavio-couto.jpg 450w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/octavio-couto-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/octavio-couto-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-242120" class="wp-caption-text">O saudoso professor Octavio Couto. Foto: Octagon MMA</p></div>
<p>Diversos amigos, alunos e parceiros de luta do professor Octavio “Ratinho” Couto, falecido ontem aos 52 anos na Itália após queda fatal à beira do turístico lago Como, postaram suas lembranças e tributo ao aluno de Romero Jacaré, faixa-preta da Alliance que depois daria aulas na Brasa e Akxe BJJ, na Barra da Tijuca.</p>
<p>Nossa equipe colheu alguns dos depoimentos mais significativos entre as centenas de homenagens a Ratinho.</p>
<p><strong>– Roger Gracie: </strong><em></p>
<p>“Foi um final de semana lindo a celebrar a união de duas grandes pessoas, Rafael e Jordan Lang. Infelizmente, com um acidente trágico, e a perda de um querido amigo. Octavio Ratinho estará sempre em nossos corações.”</p>
<p><strong>– Chico Mendes:</strong></em></p>
<p>“A comunidade do Jiu-Jitsu perdeu um de seus mais técnicos professores, e um de seus caras mais legais. Foi ele que me ensinou a ensinar Jiu-Jitsu, e me mostrou que ensinar Jiu-Jitsu não era sobre medalhas de ouro, e sim mudar vidas e transformar pessoas. Em 1997, meus pais estavam se divorciando, meu professor Leozinho Vieira estava em São Paulo e eu não tinha com quem treinar. Ele me viu em Ipanema, perguntou se eu ia lutar a Copa Serrano e, ao ouvir que não estava treinando direito, me convidou para aparecer na Akxe. Ali mudei minha visão sobre o Jiu-Jitsu. Obrigado, Ratinho, Ratin, Tinrrá, Ratazana, Tio e tantos outros apelidos seus! Você certamente fez o nosso Jiu-Jitsu melhor.”</p>
<p><strong>– Tiago Asfora:</strong><em></p>
<p>“O mundo nos prega peças impossíveis de entender. Eu treinava na Nova Geração, ele, na Strike, do lado. Sempre escutei que ele era diferenciado na arte de ensinar. Cheguei a lutar com ele num desafio casado. Até que fui treinar na Alliance Barra, atual Akxe, e eles me acolheram de modo incrível, parecia que eu era cria dele e do Vini. E enfim entendi todo o burburinho que ouvia. Como ele conseguia enxergar tantos detalhes nas posições? Anos depois, resolveu explorar o mundo e voltava ao Rio só de vez em quando. Falava que não queria mais uma academia fixa, para conquistar a liberdade e passar mais tempo com a filha. Muito obrigado Ratinho, e descanse em paz. Seu astral, seu sorriso, sua elegância e seus ensinamentos serão sempre lembrados. Como sempre disse: sou seu fã!”</p>
<p><strong>– Rodrigo Comprido:</strong></em></p>
<p>“Ratinho, muito obrigado por tudo. Sou muito grato por ter tido um amigo como você na minha vida. Aproveita o paraíso!”</p>
<p>Relembre o professor em ação no vídeo a seguir, e deixe seu recado e seu tributo ao faixa-preta.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ratinho e Caneppa - Treino na Strike Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/gTVkVtMrtSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-repercussao-do-acidente-fatal-que-levou-octavio-ratinho-couto/">A repercussão do acidente fatal que levou Octavio “Ratinho Couto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O treininho de Roger e Leão Teixeira em visita à Alliance Leblon</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 15:03:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O treininho de Roger e Leão Teixeira em visita à Alliance Leblon</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_202877" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202877" class="wp-image-202877 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed.jpg" alt="Roger Gracie alonga após treino. Renzo, Leão Teixeira, Léo Leite e Rayron conversam." width="1024" height="753" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed-300x221.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed-768x565.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-202877" class="wp-caption-text">Roger Gracie alonga após a sessão memorável de treino, em 2017. Renzo, Leão Teixeira, Léo Leite e Rayron conversam. Foto de Marcelo Dunlop.</p></div>
<p>A escola Alliance Rio sempre se notabilizou por receber bem os amigos e craques do Jiu-Jitsu, no seu amplo dojo no Leblon. Contudo, julho de 2017 foi especial. Ao abrir as portas para os treinos finais de Roger Gracie, a dias de sua luta de despedida contra Marcus Buchecha, a escola viu uma afluência de ídolos e treinos épicos que os felizardos ali presentes não esquecem.</p>
<p>Um desses treininhos foi entre Roger e o renomado mestre Leão Teixeira, num soltinho que prova que o Jiu-Jitsu, assim como as lendas e os heróis, não tem idade.</p>
<p>Relembre, divirta-se e bons estudos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roger Gracie e Zé Beleza em treino solto de Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/u4cjblumtR0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-treininho-de-roger-e-leao-teixeira-em-visita-a-alliance-leblon/">O treininho de Roger e Leão Teixeira em visita à Alliance Leblon</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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