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	<title>Vinicius Draculino | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Sat, 22 Mar 2025 16:07:56 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Vinicius Draculino | Graciemag</title>
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		<title>Como o 1º Pan de Jiu-Jitsu, em 1995, mudou a história do esporte nos EUA, no Brasil e no mundo</title>
		<link>https://www.graciemag.com/como-o-1o-pan-de-jiu-jitsu-em-1995-mudou-a-historia-do-esporte-nos-eua/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-o-1o-pan-de-jiu-jitsu-em-1995-mudou-a-historia-do-esporte-nos-eua</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 16:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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		<category><![CDATA[30 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Pan 1995]]></category>
		<category><![CDATA[Pan de Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O hoje mestre Leão Teixeira recorda: "Foi um grande teste para nós. O Carlos Gracie Jr (Presidente da CBJJ) tinha um plano de fazer um campeonato fora do Brasil, pois sentia que o Jiu-Jitsu precisava crescer e isso só aconteceria com um torneio nos Estados Unidos. A ideia era fazer uma grande disputa Brasil x EUA, estilo Brasileiro de Equipes. O primeiro desafio foi conseguir vistos para todos os atletas, mais de 40."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-111818" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/200837_2876249104404_7822659_o-3.jpg" alt="Team Brazil ready to embark to the 1995 Pan" width="640" height="478"> <em>Team Brazil ready to embark to the 1995 Pan. Pictures: Rodrigo Clark&#8217;s archives</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há apenas alguns vídeos sobre isso no YouTube.</p>
<p>É quase impossível encontrar fotos do evento também.</p>
<p>Os resultados finais nem sequer são postados nas páginas da IBJJF ou da CBJJ.</p>
<p>Mesmo assim, aconteceu.</p>
<p>Em junho de 1995, o primeiro campeonato Pan Jiu-Jitsu aconteceu em Irvine, Califórnia.</p>
<p>Os atletas brasileiros voaram todos juntos do Rio para competir.</p>
<p>Entre eles, pessoas como Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa, Marcio Feitosa, Alexandre Soca, Rodrigo Clark, Marcelo Tetel, Rommel Cardozo, Leão Teixeira, Fernando Yamasaki, Vinicius Draculino e muitos outros.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-111834" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/6373_1188351469494_6322894_n.jpg" alt="Competitors and his medals. " width="604" height="394"> <em>Competitors and his medals after the tournament in California, in 1995.</em></p>
<p>O fundador da GRACIEMAG, Luca Atalla, então um competidor de 21 anos, também estava lá e conseguiu uma medalha de prata e relatou o evento para o &#8220;Jornal Gracie&#8221;, o embrião da GRACIEMAG.</p>
<p>&#8220;Fiz cinco lutas no peso leve faixa-azul e fiquei com a prata&#8221;, relembra Luca.</p>
<p>Hoje mestre, José Henrique Leão Teixeira atuou como árbitro no primeiro Pan. Ele conta um pouco sobre a aventura de organizar um campeonato nos anos 1990:</p>
<p><a href="Ze Beleza "><img decoding="async" class="size-full wp-image-111950" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/pan-2.jpg" alt="Zé Beleza refereeing in 1995" width="640" height="438"></a> <em>Leão Teixeira refereeing during first BJJ Pan-Ams, in 1995</em></p>
<p>&#8220;Foi um grande teste para nós. O Carlos Gracie Jr (Presidente da CBJJ) tinha um plano de fazer um campeonato fora do Brasil, pois sentia que o Jiu-Jitsu precisava crescer e isso só aconteceria com um torneio nos Estados Unidos. A ideia era fazer uma grande disputa Brasil x EUA, estilo Brasileiro de Equipes. O primeiro desafio foi conseguir vistos para todos os atletas, mais de 40. Conseguimos uma reunião com o Cônsul Americano no Rio, o Sr. Olsen, se não me engano. Viajamos com um grupo enorme, muitos deles em sua primeira viagem internacional. Fomos recebidos pelo Joe Moreira em Irvine e o clima no hotel era de completa euforia. Todos queriam competir tanto que o gerente do hotel reservou uma sala separada para os caras treinarem. Foi muito bom ver caras de todos os times rolando juntos. O dia do evento começou com o hino brasileiro tocando e todos os atletas se formando no tatame. Lembro de uma grande luta entre o aluno do Joe Moreira, Bob Bass, e o Marcio Feitosa, na faixa-marrom.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bob Bass vs Marcio Feitosa 1995 BJJ Pan Am&#039;s" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/UauuTMMsJL4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8220;Foi uma batalha e o Marcinho foi derrotado pela primeira vez desde que era faixa amarela&#8221;, lembra Leão Teixeira. &#8220;No final, foi um evento que muitos não acreditavam que conseguiríamos organizar. Fizemos tudo, desde a montagem dos tatames até a arbitragem. Quando voltamos para o Brasil, tivemos a sensação de estar contribuindo com o crescimento do esporte.&#8221;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-111954" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/pan4-2.jpg" alt="The group after roll at Joe Moreira's academy" width="640" height="471"> <em>As feras reunidas, após treino na escola de Joe Moreira.</em></p>
<p>Rodrigo Clark, fundador da GB Santa Barbara, não esquece o campeonato, do qual guardou memórias e fotografias hoje esmaecidas:</p>
<p>&#8220;O Pan 95 foi um divisor de águas na minha vida, dentro e fora dos tatames. Não foi só minha primeira competição fora do Brasil, mas também a primeira vez que competi como &#8216;adulto&#8217;. Eu tinha apenas 17 anos na época e só tinha competido como juvenil. Foi uma experiência incrível poder competir com os grandes nomes do esporte. A viagem para os EUA foi importante para o desenvolvimento do Jiu-Jitsu. Até então, havia uma barreira enorme dividindo as academias no Brasil. Depois daquele campeonato, começou a mudar. Durante a viagem, tivemos a chance de conhecer nossos maiores rivais, o que criou muito respeito entre nós. Lembro-me do momento do embarque para os EUA, quando mal nos conhecíamos e também do momento em que voltamos, quando novas amizades já estavam formadas. Tenho certeza de que todos que participaram daquela viagem têm muitas lembranças ótimas daqueles dias de glória, luta e diversão.&#8221;</p>
<p>O medalhista de ouro Alexandre &#8220;Soca&#8221; Carneiro, líder da Soca BJJ em Nova York, também estava naquele grupo que viajou do Rio para competir nos EUA. Ele conta o que lembra do primeiro Pan:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-111836" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/192120_2877439694168_4371899_o-1024x760.jpg" alt="Rodrigo Clark and the rest o the team waiting to fly to the USA" width="800" height="593"> <em>Rodrigo Clark e a turma do Jiu-Jitsu no aguardo do voo para a Califórnia. Foto: Arquivos GRACIEMAG/Clark</em></p>
<p>&#8220;Acredito que foi minha primeira viagem internacional para competir&#8221;, lembra Soca. &#8220;Fizemos uma prova no Rio para decidir quem iria e ganhei o direito de competir representando o Brasil. Infelizmente, quando chegamos à Califórnia, Fernando Yamasaki decidiu não competir na minha divisão e, em vez disso, lutar contra meu companheiro de equipe Vinicius Draculino no peso-pluma. Acabei com uma medalha sem lutar. O evento foi legal, mas não havia muitos competidores. O bom mesmo foi reunir um monte de amigos de várias gerações e academias. Gostaria de ter competido, mas ainda assim foi legal estar lá.&#8221;</p>
<p>Vinicius Magalhães, o Draculino, conta o que lembra da luta: &#8220;Foi um evento histórico e foi um prazer participar. Não tínhamos muitos faixas-pretas naquela época. Na minha categoria, a pluma-leve, só tinha eu, então lutei com o Fernando Yamasaki. Essa luta foi o divisor de águas em que decidi levar minha carreira no Jiu-Jitsu a sério. Eu sabia que com aquele campeonato o esporte tinha se lançado internacionalmente.&#8221;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Draculino vs. Yamazaki - DraculinoBJJTraining.com" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/_CcRGa7GBcc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Este ano, o Campeonato Pan-Jiu-Jitsu acontece em março, na Flórida.</p>
<p>Visite <a href="http://ibjjf.org/championship/pan-jiu-jitsu-championship/" target="_blank" rel="noopener">ibjjf.com</a> e confira resultados e mais histórias sobre o Pan de Jiu-Jitsu. Oss!</p>
<div id="attachment_219037" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-219037" class="size-full wp-image-219037" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/99-1.jpg" alt="" width="580" height="389" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/99-1.jpg 580w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/99-1-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/99-1-150x101.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /><p id="caption-attachment-219037" class="wp-caption-text">Sementes da evolução: no 1º Pan de Jiu-Jitsu nos EUA, em 1995, a equipe de organização contava com o médico José Alfredo Padilha, o preparador físico Alvaro Romano, Marcio Macarrão, o presidente Carlinhos Gracie e Leão Teixeira, todos na mais fina estampa. Foto: GRACIEMAG/Acervo Pessoal.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-1o-pan-de-jiu-jitsu-em-1995-mudou-a-historia-do-esporte-nos-eua/">Como o 1º Pan de Jiu-Jitsu, em 1995, mudou a história do esporte nos EUA, no Brasil e no mundo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pan 30 years: do you remember the first championship, in 1995?</title>
		<link>https://www.graciemag.com/pan-20-years-1995-the-championship-lost-in-time/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pan-20-years-1995-the-championship-lost-in-time</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 14:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[1995]]></category>
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		<category><![CDATA[Zé Beleza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>There are only a couple of videos about it on YouTube. It&#8217;s almost impossible to find pictures of the event as well. The final results are not even posted either on the IBJJF or the CBJJ webpages. Even so, it did happen. On June 1995, the first Pan Jiu-Jitsu championship took place in Irvine, California.&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/pan-20-years-1995-the-championship-lost-in-time/">Pan 30 years: do you remember the first championship, in 1995?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111818" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-111818" class="size-full wp-image-111818" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/200837_2876249104404_7822659_o-3.jpg" alt="Team Brazil ready to embark to the 1995 Pan" width="640" height="478"><p id="caption-attachment-111818" class="wp-caption-text">Team Brazil ready to embark to the 1995 Pan. Pictures: Rodrigo Clark&#8217;s archives</p></div>
<p>There are only a couple of videos about it on YouTube.</p>
<p>It&#8217;s almost impossible to find pictures of the event as well.</p>
<p>The final results are not even posted either on the IBJJF or the CBJJ webpages.</p>
<p>Even so, it did happen.</p>
<p>On June 1995, the first Pan Jiu-Jitsu championship took place in Irvine, California.</p>
<p>The Brazilian athletes all flew together from Rio to compete.</p>
<div id="attachment_111834" style="width: 614px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-111834" class="size-full wp-image-111834" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/6373_1188351469494_6322894_n.jpg" alt="Competitors and his medals. " width="604" height="394"><p id="caption-attachment-111834" class="wp-caption-text">Competitors and his medals after the tournament in California, in 1995.</p></div>
<p>Among them, people like Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa, Marcio Feitosa, Alexandre Soca, Rodrigo Clark, Marcelo Tetel, Rommel Cardozo, Leão Teixeira, Fernando Yamasaki, Vinicius Draculino, and many others.</p>
<p>GRACIEMAG founder Luca Atalla, then a 21-year-old competitor, also was there and managed to get a silver medal and report the event for the &#8220;Jornal Gracie&#8221;, GRACIEMAG&#8217;s embryo.</p>
<p>&#8220;I had five matches in the blue belt lightweight and ended up with the second place,&#8221; remembers Luca.</p>
<div id="attachment_111950" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="Ze Beleza "><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-111950" class="size-full wp-image-111950" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/pan-2.jpg" alt="Zé Beleza refereeing in 1995" width="640" height="438"></a><p id="caption-attachment-111950" class="wp-caption-text">Leão Teixeira refereeing during first BJJ Pan-Ams, in 1995</p></div>
<p>Now master, José Henrique Leão Teixeira worked as a referee in the first Pan. He tells us a little bit about the adventure of organizing a championship in the &#8217;90&#8217;s:</p>
<p>&#8220;It was a big test for us. Carlos Gracie Jr (CBJJ President) had the plan of doing a championship outside Brazil, once he felt Jiu-Jitsu needed to grow and that would only happen with a tournament in the USA. The idea was to have a Brazil vs. USA matches. The first challenge was to get visas to all the athletes, more than 40. We managed to have a meeting with the American Consul in Rio, Mister Olsen, if I&#8217;m not mistaken. We travelled with a huge group, many of which on their first international trip. We were welcomed by Joe Moreira in Irvine and the mood in the hotel was of complete euphoria. Everyone wanted to compete so much that the hotel manager reserved a separated room for the guys to train. It was great to see guys from all different squads rolling together. The day of the event begun with the Brazilian anthem playing and all athletes forming on the mat. I remember one great fight between Joe Moreira&#8217;s student Bob Bass and Marcio Feitosa, at brown belt.&#8221;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bob Bass vs Marcio Feitosa 1995 BJJ Pan Am&#039;s" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/UauuTMMsJL4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8220;It was a battle and Marcinho was defeated for the first time since he was a yellow belt&#8221;, remembers Leão Teixeira. &#8220;In the end, it was an event that many didn&#8217;t believe that we would be able to put together. We did everything, from setting the mats to refereeing. When we got back to Brazil we had the feeling of contributing with the growth of the sport.&#8221;</p>
<div id="attachment_111954" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-111954" class="size-full wp-image-111954" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/pan4-2.jpg" alt="The group after roll at Joe Moreira's academy" width="640" height="471"><p id="caption-attachment-111954" class="wp-caption-text">The group after rolling, at Joe Moreira&#8217;s academy</p></div>
<p>Rodrigo Clark, founder of Gracie Barra Santa Barbara, also recollects on the championship:</p>
<p>&#8220;The Pan 95 was a turning point in my life, on and off the mats. It was not only my first competition outside Brazil but also the first time I competed as an &#8216;adult&#8217;. I was only 17 back then and had only competed as a juvenile. It was an amazing experience to be able to compete with the big names of the sport. The actual trip to the USA was important to the development of Jiu-Jitsu. Until then, there was huge barrier dividing the academies in Brazil. After that championship, it started to change. During the trip, we had the chance to get to know our biggest rivals, which created a lot of respected among us. I remember the moment of boarding to the US, when we hardly knew each other and also the moment we came back, when new friendships were already formed. I&#8217;m sure that everyone that took part in that trip has a lot of great memories of those days of glory, fighting and fun.&#8221;</p>
<div id="attachment_111836" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-111836" class="size-large wp-image-111836" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/192120_2877439694168_4371899_o-1024x760.jpg" alt="Rodrigo Clark and the rest o the team waiting to fly to the USA" width="800" height="593"><p id="caption-attachment-111836" class="wp-caption-text">Rodrigo Clark and the rest of the team waiting to fly to the USA</p></div>
<p>Gold medalist Alexandre &#8220;Soca&#8221; Carneiro, leader of Soca BJJ in New York, was also in that group that travelled from Rio to compete in the USA. He tells us what he remembers of the first Pan.</p>
<p>&#8220;I believe it was my first international trip to compete. We had a trial in Rio to decide who was going and I won the right to compete representing Brazil. Sadly, when we got to California, Fernando Yamasaki decided not to compete in my division and instead fight my teammate Vinicius Draculino in the light-featherweight. I ended up with a medal without fighting. The event was cool, but there weren&#8217;t many competitors. The real good thing was to get a whole bunch of friends together from several generations and academies. I wish I had competed, but it was still nice to be there.&#8221;</p>
<p>Vinicius Magalhaes, aka Draculino, tells us what he remembers from the match: &#8220;It was a historical event and it was a pleasure to take part in it. We didn&#8217;t have many black belts back then. In my division, the light-feather, there was only me so I fought Fernando Yamasaki. This fight became the turning point where I decided to take my career in Jiu-Jitsu seriously. I knew that with that championship the sport had been launched internationally.&#8221;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Draculino vs. Yamazaki - DraculinoBJJTraining.com" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/_CcRGa7GBcc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>This year, the Pan Jiu-Jitsu Championship is taking place in March, in Florida.</p>
<p>Visit <a href="http://ibjjf.org/championship/pan-jiu-jitsu-championship/" target="_blank" rel="noopener">ibjjf.com</a> and check the full results and more history about the tournament. Oss&#8230;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pan-20-years-1995-the-championship-lost-in-time/">Pan 30 years: do you remember the first championship, in 1995?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quais os critérios para você se tornar um faixa-preta completo? Peposo explica</title>
		<link>https://www.graciemag.com/quais-os-criterios-para-voce-se-tornar-um-faixa-preta-completo-e-merecedor-paulo-peposo-explica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quais-os-criterios-para-voce-se-tornar-um-faixa-preta-completo-e-merecedor-paulo-peposo-explica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 14:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundada em setembro de 2000 em Belo Horizonte, a Associação Recreativa e Esportiva Peposo Team busca servir e ajudar a comunidade ao disseminar as práticas saudáveis do Jiu-Jitsu, esportivo ou voltado para a defesa pessoal e formação de instrutores e policiais. Formado em Jiu-Jitsu em 1999, pelas mãos do professor Vinicius “Draculino” Magalhães na Gracie&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216470" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216470" class="wp-image-216470 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-1024x644.jpg" alt="" width="650" height="409" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-1024x644.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-300x189.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-768x483.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-150x94.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo.jpg 1206w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-216470" class="wp-caption-text">Professor Paulo Peposo durante aula para policiais, em Minas Gerais: sua equipe está completando 25 anos em 2025. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Fundada em setembro de 2000 em Belo Horizonte, a Associação Recreativa e Esportiva Peposo Team busca servir e ajudar a comunidade ao disseminar as práticas saudáveis do Jiu-Jitsu, esportivo ou voltado para a defesa pessoal e formação de instrutores e policiais.</p>
<p>Formado em Jiu-Jitsu em 1999, pelas mãos do professor Vinicius “Draculino” Magalhães na Gracie Barra-BH e por mestre Carlos Gracie Jr, o policial faixa-preta Paulo Rodrigues “Peposo” Curi estudou outras artes, sendo discípulo no judô de mestres conceituados, como Atrairzo Gonçalves, que treinou com grande mestre Osvaldo Gracie.</p>
<p>Nesses 25 anos de equipe, Paulo Peposo passou dos 105 faixa-pretas graduados. A pedido do GRACIEMAG.com, o professor da Peposo Team avaliou o que faz um faixa-preta completo, hábil e merecedor da distinção.</p>
<p>De acordo com Paulo, “a avaliação de um lutador não se limita ao nível de conhecimento teórico e técnico, nem ao seu imprescindível arcabouço científico no campo de defesa pessoal. É uma avaliação constante, global e integral, em que se valoriza o tempo de prática, a disputa em competições, o relacionamento interpessoal e os valores e atitudes demonstradas dia a dia.”</p>
<p>Confira os 20 itens principais para você se formar um faixa-preta respeitado, de acordo com a cartilha da <a href="https://www.instagram.com/paulorcuripeposo/" target="_blank" rel="noopener">Peposo Team</a>. Oss!<br />
<em><br />
1. Coragem para você ser quem é</em></p>
<p>2. Persistência para aprender o que não sabe</p>
<p>3. Capacidade de superação de obstáculos</p>
<p>4. Trabalho incansável em prol do engrandecimento físico, mental, intelectual, individual e coletivo</p>
<p>5. Manter uma atitude respeitosa desde o momento de entrar no tatame até o instante de deixar</p>
<p>6. Respeito a pilares e etiquetas básicas do Jiu-Jitsu. Por exemplo, treinar com um kimono sujo é considerado desrespeito aos parceiros e parceiras de treino</p>
<p>7. Sempre que precisar ajeitar seu kimono e amarrar a faixa, vire-se para a parede</p>
<p>8. Acumular conhecimentos básicos sobre a história da arte marcial e sobre as instituições do Jiu-Jitsu, no Brasil e em Minas Gerais</p>
<p>9. Estudo de noções básicas e preliminares do idioma japonês para entender os comandos dos mestres</p>
<p>10. Domínio técnico e do tempo das posições de defesa pessoal</p>
<p>11. Entender que movimentos não são permitidos no Jiu-Jitsu de competição</p>
<p>12. Cumprir cursos básicos e noções de primeiros socorros</p>
<p>13. Cursos básicos de arbitragem na CBJJ</p>
<p>14. Compreensão sobre hierarquia dentro e fora da academia</p>
<p>15. Ter a lealdade e o sentimento de companheirismo como princípios</p>
<p>16. Saber transmitir conhecimento aos menos graduados</p>
<p>17. Ser capaz de ministrar uma aula e ensinar posições técnicas e seus detalhes</p>
<p>18. Ser uma referência positiva na academia, inspirando a todos pela dedicação, comparecimento e consistência</p>
<p>19. Cultivar ótimos relacionamentos na equipe</p>
<p>20. Ter um jogo refinado, e saber rolar com todo mundo –&nbsp;em pé, no chão, sem kimono</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O “pé de vaca” de Paulo Peposo" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/c_BtnuT4A9A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quais-os-criterios-para-voce-se-tornar-um-faixa-preta-completo-e-merecedor-paulo-peposo-explica/">Quais os critérios para você se tornar um faixa-preta completo? Peposo explica</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 13:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor Vinicius “Draculino” Magalhães, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss! “Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235793" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235793" class="wp-image-235793 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg" alt="Draculino conquistou o ouro na divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla" width="1024" height="604" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-300x177.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-768x453.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235793" class="wp-caption-text">Draculino conquistou o ouro na antiga divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla</p></div>
<p><em>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor <a href="https://www.instagram.com/draculinojj/" target="_blank" rel="noopener">Vinicius “Draculino” Magalhães</a>, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss!</em></p>
<p>“Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu já sabia disso, e repeti essa constatação em voz alta, no ginásio da Califórnia State University Dominguez Hills, no sábado, bem antes de tudo acontecer. Eu ainda não podia saber, claro. Mas, umas 24 horas depois, naquele domingo fatídico, eu acordaria na maior tranquilidade, pensando que era a manhã da luta – até ver que ao meu lado estava o Wellington Megaton, com os trajes de árbitro do <a href="https://ibjjf.com/events/results/2008-world-jiu-jitsu-no-gi-ibjjf-championship" target="_blank" rel="noopener">2º Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono</a>. Caí numa tocaia. Mas deixemos isso para o fim.</p>
<p>A história começou no sábado, 9 de agosto de 2008. Não, na real começou antes, no mês de maio. Foi quando aceitei a missão de estabelecer nos EUA e comandar a <a href="https://www.graciemag.com/2011/12/03/draculino-mostra-54-tecnicas-em-menos-de-12-minutos/" target="_blank" rel="noopener">Gracie Barra Texas</a>, na cidade de Houston. Após um período totalmente voltado para o MMA e para o desenvolvimento dos meus alunos, achei que era a hora de voltar a botar a cara nos torneios e sentir a adrenalina de competir entre a garotada.</p>
<p>Estou com 37 anos. Não lutava um campeonato na categoria adulto desde 2002, no Pan da IBJJF. Com as coisas mais mansas, e com 150 alunos em Houston, quis mostrar a eles que o Jiu-Jitsu é para todos, e que mais vale cair dentro e lutar do que ficar pensando em desculpas ou se esconder atrás da fama.</p>
<p>A merda de ficar afastado é que você perde muito a tarimba, as manhas de competição – o ritmo da luta, a malandragem, coisas assim. Estranhei até como bater o peso para o campeonato, depois de tanto tempo sem enfrentar as balanças. O segredo é saber quantos quilos você perde ao dormir, e assim calcular certinho quanto você precisa bater pela manhã, para não ficar nem muito acima nem muito abaixo do seu peso ideal. Por isso passei aqueles dias carregando minha balança a tiracolo pelo ginásio, enquanto o pessoal brincava comigo.</p>
<p>A melhor sensação para mim foi na hora de aquecer, aquele frio na barriga antes da primeira luta. Não se trata de medo, você sabe. É pura adrenalina nas veias. Como eu estava dizendo, o vale-tudo e o MMA são extremos, claro, e podem ter lances brutais. Mas por outro lado você conhece o adversário, estuda o estilo do rival com antecedência, ganha uma bolsa boa, passagens aéreas para você e seu time – e faz uma luta só e a missão está cumprida. Praticamente o oposto do Jiu-Jitsu, em que lutamos por amor ao esporte, não faz ideia sobre quem vai encarar e o que pode acontecer.</p>
<p>A única coisa certa em todos os torneios de Jiu-Jitsu, por exemplo, é que vai haver ao menos uma grande surpresa, uma zebra a galopar nos tatames. O negócio é fazer tudo certinho para que não seja contra você.</p>
<p>Preparei meu Ipod com 4 mil músicas. Nada de hip-hop, que sou da antiga, mas acabei não escutando meu rock favorito antes da hora da verdade – “Angel of death”, da banda Slayer. Olha aí, vai ver que foi isso que fez a diferença, que causou aquele lance com os vagalumes. Tremendo papelão, foi o que pensei na hora. Mas claro que não me envergonho agora. Vergonha eu teria caso eu mutucasse, fugisse da luta ou agisse como um frouxo.</p>
<p>Em campeonatos de Jiu-Jitsu, e aí vale com ou sem kimono, já vi o certo dar errado, o errado dar certo, a técnica perder para ignorância e vice-versa. Depende do dia de cada um, e de outra série de fatores. Essa é a magia do esporte. E é essa magia que me faz estar lá sempre no ginásio, mesmo quando eu não vou lutar, e encarar calor ou frio nos ginásios da Califórnia.</p>
<p>Naquele fim de semana, o calorão estava especial, e o clima dentro da área de lutas não era mais ameno. Afinal, não é sempre que podemos ver em ação Saulo Ribeiro, Roberto Godói, Baret Yoshida, Jorge Pereira e tantos outros nomes da minha época. Tanto que a divisão de masters tinha mais astros que na categoria adulto.</p>
<p>Porém, formado por uma nova geração de astros, faixas-pretas cascas-grossíssimas, o adulto foi um espetáculo para os torcedores. Acostumado a um tempo em que víamos um mar de caras feias e lutadores cheios de marra, me impressionou ver como a molecada atual é educada, cordial e respeitosa com a gente e entre eles. Todos se cumprimentavam, trocavam reverências, numa clara demonstração que lutam para se divertir e evoluir, antes de tudo. Alguns, inclusive, me disseram que eu era um grande exemplo, por estar ali inscrito entre eles após faturar o ouro na minha divisão de 37 anos. Foi muito legal ouvir isso.</p>
<p>Eu sabia que não precisava provar nada a ninguém – exceto a você mesmo, todos os dias da vida. Por isso eu cheguei a rir ao ver uma luta da garotada. Percebi que para chegar perto da explosão, timing e pujança dos garotos, eu precisaria de uns cinco campeonatos em sequência. Foi o ritmo forte da maioria, mais do que a técnica, que me chamou a atenção. O que dizer de Rubens Cobrinha? A luta dele pelo ouro dos leves, contra Jeff Glover, foi a luta que mais me impressionou no evento. Um verdadeiro jogo de xadrez, vencido por Cobrinha por uma vantagem ao quase chegar do lado e dar um bote nas costas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Time Travel Tuesdays - Rubens Cobrinha Charles vs Jeff Glover   Nogi Worlds 08" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/h6cNbCw6pkU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Na minha divisão, o peso-pena, Bruno Frazatto venceu Denilson Pimenta na final. Pimenta luta desde a minha época também, e é um cara bem forte e completo. Bruninho usou sua guarda para raspar e virar a luta no finzinho, quando perdia por 2 a 4. Um lutão de duas, com o perdão da expressão chula, “putas velhas de tatame”.</p>
<p>O grande nome do evento, claro, foi Antonio Braga Neto, campeão absoluto após vencer Gabriel Vella numa final sensacional, no cair da tarde de domingo. Braga Neto surpreendeu ao, com segundos de luta, ir para cima e derrubar Vella, caindo por cima.</p>
<p>No feminino, a mesma coisa, vi muita técnica e humildade. Além da campeã absoluta, a faixa-marrom Ana Laura Cordeiro, campeã após vencer Ana Carolina e Penny Thomas, ainda vi Letícia Ribeiro finalizando bonito no peso-pluma.</p>
<p>E, para coroar, ainda teve o Saulo Ribeiro, campeão meio-pesado numa divisão cheia de garotos, como Gregor e Igor Gracie, que estavam cheios de fome de vitória.</p>
<p>Campeonatos são assim, uma grande festa, em que mesclam-se estilos e experiências. No meu caso, senti falta de ritmo, acredito. Admito que, mesmo após vencer o peso-pena entre os veteranos, não fiquei completamente satisfeito com minha exibição. Achei minhas duas lutas truncadas.</p>
<p>Até que chegou a hora de lutar entre os adultos. E eu, que quase não cometia erros tolos quando era competidor assíduo, acabei cometendo aquele erro primário, logo em minha primeira luta no adulto.</p>
<p>Era cerca de uma e meia da tarde de domingo. Eu sabia que meu oponente, Johnny Ramirez, era um aluno do Rodrigo Medeiros e um cara bem duro. Afinal, ele tinha feito uma luta boa com meu aluno Samuel Braga, em que o Samuel venceu por dois ou três pontos. Fiz minha tática, então: pus na guarda, raspei como manda o figurino e fiquei ali por cima fazendo minhas vantagens na meia-guarda.</p>
<p>Quando a luta parou e voltou no meio, tentei dar uma movimentada maior. Fui fazer uma passagem de guarda um pouco arriscada quando não há o kimono, em que se bota a mão no joelho para pressionar e passar por cima da perna. Deu no que deu.</p>
<p>Ao ver a gravação depois, eu não sabia se ria ou chorava. Meu braço escorregou certinho e caiu dentro do triângulo dele. Eu pulei para dentro do golpe!</p>
<p>Rapidamente, tentei fazer a defesa tradicional do triângulo, no que ele laçou minha perna. Golpe arrochado, vi então voltar aquela poderosidade da antiga, dos tempos em que minha geração foi criada a ferro e fogo. Eram tempos duros, quando incutiam na gente que devíamos ir até o fim para não ser finalizado. E, com os três tapinhas, não poderíamos testar de fato onde era o fim, certo?</p>
<p>Dormir ou bater? Eu, que nunca tinha batido na minha vida num campeonato, decidi que não seria logo agora, aos 37 anos. Não, eu não desistiria depois de velho, naquele Mundial Sem Kimono da IBJJF.</p>
<p>Naquele instante, com meu pescoço imprensado dentro do triângulo, cinco reflexões cruzaram minha mente na velocidade do pensamento:</p>
<p><em>1. Puta merda, que erro! Caí dentro do triângulo feito um idiota.</em></p>
<p><em>2. Preciso me defender.</em></p>
<p><em>3. Ih, não vai dar para defender. Caramba, agora eu sei exatamente como o Royler se sentiu no ADCC 2003. O que faço?</em></p>
<p><em>4. Ferrou. E agora: bater ou não bater?</em></p>
<p><em>5. Bater é o caralho. Vou ficar aqui mesmo.</em></p>
<p>Cheguei até a sonhar. Dormir num golpe é uma sensação estranha, porque é um lance suave. Não é nada traumático, como um nocautaço no vale-tudo. Primeiro, aparecem umas luzes piscando, como um bando de vaga-lumes. Quando você não espera mais, dorme.</p>
<p>Jiu-Jitsu, portanto, é isso: errou, já era, apagou. Deixo claro, primeiro, que meu jovem oponente teve todos os méritos. Segundo: batucar e desistir em campeonato não é demérito para ninguém, pelo contrário. Isso é loucura minha que ninguém deve pensar em seguir, não.</p>
<p><em>The end.</em>&#8221;</p>
<div id="attachment_235800" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235800" class="size-full wp-image-235800" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235800" class="wp-caption-text">Draculino com os alunos na GB, em foto de Bruno O&#8217;Hara / Divulgação.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/vinicius-draculino-jiu-jitsu-e-os-vagalumes-no-breu/">Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como nasce um campeão de Jiu-Jitsu? A saga do astro do ADCC Felipe Preguiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 00:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
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		<category><![CDATA[ADCC 2024]]></category>
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		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Preguiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Rômulo Barral]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Felipe Pena, o ídolo Preguiça, já foi rechonchudo e não parecia gostar de treinar muito, durante a faixa-branca. Ao se sagrar campeão absoluto no Europeu da IBJJF, o astro formado na Gracie Barra em Belo Horizonte ganhou um perfil na revista GRACIEMAG, edição #228. Confira&#160; e veja como se forja um lutador vitorioso no mundo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Felipe Pena, o ídolo Preguiça, já foi rechonchudo e não parecia gostar de treinar muito, durante a faixa-branca. Ao se sagrar campeão absoluto no Europeu da IBJJF, o astro formado na Gracie Barra em Belo Horizonte ganhou um perfil na revista <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">GRACIEMAG, edição #228.</a> Confira&nbsp; e veja como se forja um lutador vitorioso no mundo do Jiu-Jitsu.</em></p>
<div id="attachment_236232" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236232" class="size-full wp-image-236232" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/felipe-pena3.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/felipe-pena3.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/felipe-pena3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/felipe-pena3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-236232" class="wp-caption-text">Felipe Preguiça ensinando Jiu-Jitsu. Foto: Thiago Máximo / Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Ele costumava chorar escondido após as derrotas, tem um jeito tímido e é sempre educado, com seu sotaque manso de mineirinho. Por trás da cara imberbe de bom moço, porém, esconde-se uma das mentes mais poderosas e blindadas do mundo do Jiu-Jitsu esportivo. Uma cabeça forte de alguém que se recusa a desistir, detesta perder até no treino e persegue a evolução técnica como um predador faminto atrás da presa.</p>
<p>No último Europeu de Jiu-Jitsu, em Portugal, Felipe “Preguiça” Pena, de 24 anos, provou na pele, e nos ligamentos, o poder de sua força mental. Na semifinal do absoluto, contra o talentoso Erberth Santos, Felipe caiu num armlock da guarda arrochadíssimo. O cotovelo estalou, Felipe se jogou para trás ainda aprisionado pelo bote, e livrou-se sabe-se lá como, na explosão. No finzinho da luta, alcançou as costas do rival e o estrangulou. Não adianta você pegar o braço de um grande lutador se não quebrar a mente antes. Pela gloriosa batalha, seu grande amigo e inspiração, Rômulo Barral, que vencera pelo outro lado da chave, não pensou duas vezes e concedeu-lhe a medalha de ouro após o fechamento.</p>
<p>“O Preguiça não bateu na raça, pois o armlock estava encaixadaço e não tinha mais saída na técnica. Ganhar esmigalhando todo mundo é muito bom, pois mostra a superioridade. Mas o grande lutador de Jiu-Jitsu a gente vê mesmo é na adversidade”, ressalta Vinicius Draculino, um de seus primeiros professores em Belo Horizonte. Depois da faixa-azul, Preguiça passou a ter aulas com grandes nomes como Marcelo Uirapuru e Claudio Caloquinha em Minas e Barral na Califórnia, além de seu principal incentivador: o irmão Augusto “Tio Chico” Vieira, também um campeão faixa-preta da Gracie Barra de Belo Horizonte.</p>
<p>Investigamos, neste artigo, como a mente deste peso pesado de cerca de 90kg se tornou imbatível a esse ponto, já que na faixa-branca o pequeno Felipe era um relaxado faixa-branca, meio barrigudo até, que não gostava de treinar e vivia feliz na academia, contanto que pudesse ficar encostado na parede. A partir desses ensinamentos, listamos alguns tópicos que ajudaram o campeão Preguiça a se tornar quase imbatível, com apenas dez anos de Jiu-Jitsu.</p>
<h3>1. Tenha bons exemplos na academia</h3>
<p>Um antigo filósofo chinês de nome Lao Zi tinha um provérbio que dizia que “o rio só atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar obstáculos”, ou algo parecido em mandarim. O Jiu-Jitsu também lembra um ribeirão: ele quer fluir, apesar de encontrar 1.001 obstáculos pelo caminho, dos mais variados tamanhos. Quanto mais cedo o praticante aprender isso, mais suave será sua trajetória, sem tantas quedas bruscas, sustos e tentativas de ir contra a correnteza.</p>
<p>Peguemos como exemplo um menino de 14 ou 15 anos, de boa família, simpático, gordinho e sem muito jeito para esportes. E que ainda fala “uai” e “trem”, como bom mineirinho. Quando começou a treinar, esse praticante, que vamos chamar de Felipe, detinha um conhecimento de Jiu-Jitsu similar a um filete de água, um córrego incapaz de encher um garrafão. Mas, com o tempo, com as subidas e descidas, aquele Jiu-Jitsu iria se tornar uma torrente caudalosa, temida e perene. Daquelas que só resta ao povo dizer: “Sai da frente!”.</p>
<blockquote><p>“Quando estiver muito cansado na academia, procure chamar o cara mais duro para o último treino. São essas dificuldades que fazem a gente subir um degrau e evoluir” Felipe Preguiça</p></blockquote>
<p>Como um rio, o hoje respeitado campeão Felipe Carsalade Pena, o Preguiça, enfrentou dezenas de pedregulhos e algumas montanhas pelo caminho. Podia ter se desviado, e se perdido. Mas foi em frente, com valentia. Soube contornar os obstáculos e usá-los como impulso, não como motivo para desistir. Mas qual é o melhor modo de aprender a não desistir? O primeiro é tendo bons exemplos por perto.</p>
<p>O ambiente é um elemento crucial para a vitória, seja no Jiu-Jitsu ou em qualquer ramo. Se na sua casa todos comem guloseimas o tempo todo, vai ser duro você resistir. Se na sua academia há professores e alunos vitoriosos, o exemplo passa para os novatos e o gosto pela vitória é transmitida. Ainda faixa-branca, Felipe percebeu logo, ao ver o irmão mais velho Tio Chico conquistar seus primeiros títulos, que a medalha de ouro tinha um sabor diferente das outras. E foi experimentar também. “O ambiente legal de amizade numa academia é o primeiro passo para você gostar de estar ali. A partir disso você vai de pouco em pouco encaixando as posições, melhorando os golpes, e a partir daí o Jiu-Jitsu decola. Isso ajudou a me apaixonar pelo esporte”, atesta Preguiça.</p>
<p>Draculino confirma o efeito da inspiração: “Às vezes mais difícil do que ensinar é inspirar. O Rominho foi uma inspiração para o Preguiça não só nos grandes títulos e resultados no Jiu-Jitsu, mas principalmente no aspecto de treinar sempre um pouco mais forte, no aspecto de se machucar e dar a volta por cima. A vida regrada é um dos aspectos mais difíceis no Jiu-Jitsu de altíssimo nível, e o Barral vive isso diariamente, com boa alimentação e vários treinos por dia, e passa para os mais jovens. A disciplina de comer direito todo dia, exercitar-se, não faltar a parte física e treinar Jiu-Jitsu é algo digno de um verdadeiro samurai.”</p>
<h3>2. Não é preciso dom para ir longe no Jiu-Jitsu</h3>
<p>O Jiu-Jitsu é uma arte acostumada a amolecer as juntas e endurecer os músculos das pessoas mais desajeitadas, como faixas-brancas que de início se enrolam até num singelo rolamento. Por isso é uma ginástica que atrai pessoas de todos os tipos, tamanhos e formatos. No caso da família de Preguiça, o caso era curioso. Dizem as más línguas da GB BH que Augusto “Tio Chico” não conseguia acertar um polichinelo e ainda apresenta severos problemas de equilíbrio ao lidar com bicicletas.</p>
<blockquote><p>“Eu nunca ensinei muita coisa para o Preguiça. O que ele aprendeu comigo foi observando, seguindo o que eu faço dentro e fora da academia” Romulo Barral</p></blockquote>
<p>“Era de família”, brinca Draculino, fundador da equipe em Minas Gerais. “Quando moleque, o Felipe era um garoto gordinho sem nenhuma destreza física aparente. O Tio Chico também não, mas se matava de tanto treinar, e se tornou um dos maiores cascas-grossas que já treinaram na minha academia. O Felipe além de pouco jeitoso era preguiçoso, por isso ganhou o apelido”. Inspirado pelo irmão e por ídolos como Romulo Barral, Preguiça perseverou no Jiu-Jitsu, e passou a seguir a fórmula tão simples quanto eficaz: se você não possui a habilidade natural dos rivais, treine duas vezes mais que eles. Deu resultado.</p>
<h3>3. O lado psicológico precisa ser alimentado</h3>
<p>A motivação é uma das questões chaves do Jiu-Jitsu, em qualquer faixa, em qualquer nível de competição. Como a cada degrau conquistado surgem novos desafios, novos oponentes e novas derrotas, além de novas obrigações dentro e fora da academia, é corriqueiro o praticante parar de competir, ou mesmo de treinar. É a velha dificuldade humana de perseverar naquilo que sabemos que nos faz bem, mas que também exige esforço, tanto físico quanto mental. E o lutador corre para o aconchego do sofá, cercado pelos familiares, uma boa TV e algumas histórias antigas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="GRACIEMAG esteve aqui: O treino intenso de Felipe Preguiça na FP Team" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/aIqnJpX7TQw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Na casa de Preguiça, o sofá foi empurrado para dentro da academia de Jiu-Jitsu: a família inteira passou a usufruir do estilo de vida do esporte popularizado pelos Gracie. Augusto, Felipe e o irmão mais novo Fernando, treinam, e hoje tocam a própria escola. O último a vestir o kimono foi o pai, o faixa-roxa Marco, que também disputa campeonatos e debate informações técnicas. Atrair quem você ama para a academia, seja o pai, o filho ou o namorado, costuma gerar excelentes dividendos, não apenas para si mas para quem tomar gosto pela arte suave.</p>
<p>Cercado por gente querida, Felipe Preguiça começou a evoluir. E logo a rivalidade entre irmãos também acendeu uma chama dentro do jovem praticante. Durante a faixa-azul, a veia competitiva de Preguiça começou a saltar, e a chamar atenção –&nbsp;sem sempre de forma positiva. O mineiro não gostava de perder para ninguém, nem em treinos, e vez ou outra empurrava os companheiros contra a parede. Seu primeiro professor, Draculino, precisou dar umas chamadas, para lembrar que “perder” em treino não existe, na academia apenas se aprende. Bom garoto, Preguiça sempre pedia desculpas quando se exaltava, educadamente. Mas a recusa em se entregar já aflorava ali, numa semente do que veríamos anos depois, inclusive em sua última luta no Europeu 2016.</p>
<h3>4. Suportar os amassos faz parte do jogo</h3>
<p>O faixa-branca que busca se tornar um faixa-preta vive de certo modo um eterno paradoxo no Jiu-Jitsu. Se ele aceitar a derrota sempre, demora a evoluir, fica molengão. Se não aceitar a derrota, fica frustrado, pois 90% dos colegas de academia vão ter os meios técnicos para amassá-lo, quer ele queira ou não. O que fazer?</p>
<p>Muitas academias driblam essa questão evitando que o aluno iniciante treine contra um colega –&nbsp;o novato não rola, apenas aprende as posições e faz treino de repetição de posições, ou faz específicos para passar guarda ou não deixar passar guarda, sendo o treino interrompido a cada tentativa bem sucedida. O melhor para a saúde psicológica do lutador, portanto, é que ele aceite que vai perder, aceite o amasso, mas ponha na cabeça que aquilo ali precisa terminar um dia.</p>
<p>É aí, quando o praticante de Jiu-Jitsu percebe que o amasso não é um drama, não é um recibo de fraqueza nem tampouco é para sempre, é que o coração de campeão começa a aparecer. É a fase em que o praticante de Jiu-Jitsu não quer se poupar nem fica com medo de amasso: seu maior medo é chegar em casa e perceber que não deu seu máximo aquele dia.</p>
<p>Preguiça é conhecido por, mesmo estando cansado no fim de uma noite de treinos, topar sempre mais um rola com o oponente mais duro que estiver à disposição. Uma lição que colheu com os consagrados Rômulo Barral e Roger Gracie, um de seus ídolos na GB, sempre executaram nos treinos. Pior do que perder para um menos graduado ou tomar aquele amasso, é poupar-se.</p>
<p>“Treino é para apanhar e passar de tudo. Desde que eu era faixa-azul, nunca me incomodei de tomar amasso na academia. Sempre gostei de treinar contra os melhores, contra os faixas-pretas mais duros, sem ligar para passar sufoco nem para ser finalizado. A hora de treinar é a hora de pensar em evoluir. E não pensar em ego”, exemplifica Felipe. “Na hora do sufoco, a cabeça da gente só pensa em pedir para parar. Eu fico o tempo todo pensando: não vou parar, não vou parar, e continuo até concluir meu objetivo naquele treino, seja ir até o relógio apitar ou finalizar”.</p>
<p>Eternamente insatisfeito, Preguiça hoje em dia trata de melhorar aspectos diferentes do seu jogo, como o wrestling e o jogo por cima. Zona de conforto nada, o segredo é passar aperto e aprender com eles.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ADCC 2015 - Rodolfo Vieira Vrs Felipe Preguiça" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/E_cCevIItwQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>5. Coração + técnica = lutas memoráveis</h3>
<p>Ser valente e se recusar a perder não adianta muito se você não se prepara como um campeão. Felipe Pena treina de quatro a seis horas por dia, por exemplo. A técnica também é fundamental para que o astro da Gracie Barra consiga virar as lutas – o jogo cheio de recursos de Preguiça, com ganchos mortais da De la Riva e muito giro, deixa o oponente sempre sob ameaça.</p>
<p>“Ele sempre foi muito CDF para o Jiu-Jitsu. Via muitos vídeos de lutas antigas e sempre fez muitos, mas muitos drills mesmo, repetia tudo até a posição ficar automática. Ele viu rapidamente que treinar uma vez só por dia seria pouco”, relembra Augusto Tio Chico. “O Felipão começou fazendo muito berimbolo na academia, e impressionava pois ficou com uma velocidade de peso-pluma com uma força de peso pesado. Anos depois, quando ele era faixa-roxa e foi morar na Califórnia com o Rominho, ele tratou de se especializar na guarda-aranha, sem deixar de manter uma ida para as costas impressionante”.</p>
<p>Para Draculino, há um outro elemento técnico que torna Preguiça um “virador de lutas”. “Como o Preguiça impõe um ritmo muito acelerado em seus combates, o que o ajuda a manter o oponente na defensiva, por vezes essa velocidade toda acaba resultando em falhas, e ele sai atrás no placar. Por outro lado, uma de suas maiores qualidades é a excelente movimentação de quadril, ele foge o quadril muito fácil apesar do seu tamanho. Sendo assim, ele hoje é dotado de uma reposição de guarda muito fluida e eficiente. Preguiça dificilmente se vira de quatro, ele prefere repor a guarda e isso dificulta os rivais: ao repor, ele além de não dar as costas, rapidamente passa ao contra-ataque e às raspagens”.</p>
<p>A facilidade para chegar ao golpe fatal nas costas, claro, é outro grande atributo de Preguiça. Para o irmão Tio Chico, seu alto poder ofensivo pelas costas começa pelos ganchos De la Riva: “Sinto que o jogo de ganchos dele é muito bom e efetivo, graças às pernas compridas. Com isso ele dificulta muito o adversário a manter a base e a jogar bem por cima, e acaba obrigando o adversário a se expor para escapar desses ganchos”.</p>
<h3>6. Aprenda com as derrotas</h3>
<p>No ADCC 2015, em agosto último, Felipe fez uma das apresentações mais impressionantes de sua carreira, ao lutar por 40 minutos com Rodolfo Vieira no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A derrota, na final da divisão até 99kg, veio na decisão dos jurados. Poucos minutos depois, Preguiça já tinha anotado mentalmente os detalhes de wrestling que precisava afiar para a próxima vez. No Mundial Sem Kimono, já em novembro, ganhou peso e absoluto varrendo todos os concorrentes no evento da IBJJF. O CDF mais cascudo de Minas Gerais passava novamente com louvor no mais duros dos testes.</p>
<p>Outro revés marcante deu-se no início de 2013, na semifinal de uma seletiva para Abu Dhabi realizada em Manaus, Preguiça perdeu de virada para Renato Cardoso, por meio de um leglock inapelável tirado da cartola. Felipe batucou. “Foi uma das derrotas mais dolorosas da vida dele, acho”, opina o irmão Tio Chico. Por detestar perder, Preguiça revisa e estuda a posição que erra para nunca mais cometer a mesma falha. O que não significa que Felipe treine três vezes por dia o ano inteiro. “Acho que nem o corpo nem a cabeça aguenta se você não der um refresco. Só comer, treinar e descansar 365 dias por ano é desgastante demais. Gosto de treinar solto quando não tem campeonato por perto, pegar uma praia, viajar pra caramba, ficar com os amigos e com a família… Vida de um ser humano normal”.</p>
<p>A tática tem dado certo, para sufoco dos adversários.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Highlight ADCC 2017 - Felipe Pena &quot;Preguiça&quot;" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/CQHDWaXhZ8Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-nasce-um-campeao-de-jiu-jitsu-a-saga-do-astro-do-adcc-felipe-preguica/">Como nasce um campeão de Jiu-Jitsu? A saga do astro do ADCC Felipe Preguiça</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A festa e os presentes para os faixas-corais Roberto Gordo e Helio Soneca</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 18:57:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O evento contou com a presença de grandes nomes da arte, velhos amigos da dupla. Caso dos tambem mestres Rilion Gracie e Jorge Pereira, além de feras como Rafael Gordinho, Alexandre Soca, Vinicius Draculino, Marcio Pé de Pano, o fundador de GRACIEMAG Luca Atalla, entre muitos outros alunos e admiradores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-242963 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gordo-e-Soneca-coral.jpg" alt="" width="640" height="755" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gordo-e-Soneca-coral.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gordo-e-Soneca-coral-254x300.jpg 254w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gordo-e-Soneca-coral-127x150.jpg 127w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Após 31 anos como faixa-preta, o campeão mundial de Jiu-Jitsu Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa (1996) recebeu sua faixa-coral, junto ao amigo Helio &#8220;Soneca&#8221; Moreira.</p>
<p>Eles receberam a faixa-coral sétimo grau das mãos de mestre Renzo Gracie no último domingo, 28 de janeiro, na Flórida, EUA.</p>
<p>O evento contou com a presença de grandes nomes da arte, velhos amigos da dupla. Caso dos tambem mestres Rilion Gracie e Jorge Pereira, além de feras como Rafael Gordinho, Alexandre Soca, Vinicius Draculino, Marcio Pé de Pano, o fundador de GRACIEMAG Luca Atalla, entre muitos outros alunos e admiradores.</p>
<p>Os agora mestres Gordo e Soneca ganharam faixas personalizadas da empresa Choke Sports, feitas a mão no Japão, com seus nomes e graus bordados.</p>
<div id="attachment_242967" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242967" class="wp-image-242967 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-1024x960.jpg" alt="" width="650" height="609" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-1024x960.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-300x281.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-768x720.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-150x141.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca.jpg 1032w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-242967" class="wp-caption-text">As faixas dos novos mestres de Jiu-Jitsu.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-festa-para-os-novos-faixas-corais-a-festa-e-o-presente-para-os-faixas-corais-roberto-gordo-e-helio-soneca/">A festa e os presentes para os faixas-corais Roberto Gordo e Helio Soneca</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>6 macetes para ser um córner eficiente e vencedor, com Vinicius Draculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 21:52:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_241115" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241115" class="size-large wp-image-241115" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-678x1024.jpeg" alt="" width="650" height="982" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-678x1024.jpeg 678w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-199x300.jpeg 199w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-768x1159.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-1018x1536.jpeg 1018w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-99x150.jpeg 99w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54.jpeg 1060w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-241115" class="wp-caption-text">Andressa Cintra comemora o tetra com o professor Vinicius &#8220;Draculino&#8221; Magalhães. Foto: Tyy Withrow/GRACIEMAG</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O professor Vinicius “Draculino” Magalhães, fundador da famigerada Gracie Barra BH, celeiro formador de craques como Felipe Pena, Romulo, Barral, Claudio Caloquinha “Mattos”, entre outros, viu mais uma aluna sua brilhar na Pirâmide de Long Beach, na Califórnia, no último domingo, 4 de junho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trata-se da agora tetracampeã mundial Andressa Cintra, que levou o ouro no peso médio ao derrotar Thalyta Silva na final por desclassificação. Dracu esteve à beira do tatame para acompanhar e dar conselhos valiosos a sua aluna na Gracie Barra Texas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a disputa do Mundial 2023, o professor Vinicius Draculino compartilhou suas dicas com a equipe do GRACIEMAG.com para você ser um córner eficiente e vencedor no Jiu-Jitsu. Confira a seguir.</span></p>
<h3><strong>1.  Abra mão do ego</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixe sua vaidade de lado e realmente queira a vitória do seu atleta mais do que o holofote de ser córner de um campeão ou campeã. </span></p>
<h3><strong>2. Conheça o jogo do seu atleta</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda a fundo os defeitos e qualidades técnicas do seu atleta e crie uma estratégia técnica a partir desse conhecimento.</span></p>
<h3><strong>3. Acompanhe as regras atuais</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esteja sempre atualizado com as técnicas e tendências do Jiu-Jitsu atual.</span></p>
<h3><strong>4. Saiba quem é a pessoa além do lado lutador</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda a psique do seu atleta a fundo. Saiba incentivar a alma e mente dele ou dela de acordo com isso.</span></p>
<h3><strong>5. Instrua no momento certo</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba a hora de falar e a hora de ficar calado ali na beira do tatame. Tem muito “gritador” hoje em dia e pouco técnico.</span></p>
<h3><strong>6. Encoraje-o a enfrentar os desafios</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixe seu atleta saber que a admiração, respeito e amor por ela ou ele não mudam pela vitória ou derrota. Mas lembre a eles, sempre, que nós nunca aceitaremos frouxidão e derrotismo. Só queremos que deixem tudo e mais um pouco no tatame sempre. Oss!</span></p>
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		<title>O casal de ouro que sacudiu o Brasileiro 2023</title>
		<link>https://www.graciemag.com/o-casal-de-ouro-que-sacudiu-o-brasileiro-2023/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-casal-de-ouro-que-sacudiu-o-brasileiro-2023</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 21:13:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Andressa Cintra]]></category>
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		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lucas Valente conquistou seu primeiro título brasileiro na faixa-preta ao ter atuação avassaladora no Ginásio Poliesportivo José Correa, em Barueri, no domingo, 7 de maio. O atleta formado pela Gracie Barra dominou o peso leve e surpreendeu os adversários com seu Jiu-Jitsu letal. Ele finalizou três das quatro lutas que disputou na categoria e não&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240889" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240889" class="size-large wp-image-240889" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-18.07.46-1-1024x664.jpeg" alt="" width="650" height="421" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-18.07.46-1-1024x664.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-18.07.46-1-300x195.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-18.07.46-1-768x498.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-18.07.46-1-150x97.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-18.07.46-1.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-240889" class="wp-caption-text">Lucas Valente e Andressa Cintra brilharam no Brasileiro 2023. Foto: Reprodução/Instagram</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Lucas Valente conquistou seu primeiro título brasileiro na faixa-preta ao ter atuação avassaladora no Ginásio Poliesportivo José Correa, em Barueri, no domingo, 7 de maio. O atleta formado pela Gracie Barra dominou o peso leve e surpreendeu os adversários com seu Jiu-Jitsu letal. Ele finalizou três das quatro lutas que disputou na categoria e não sofreu pontos na competição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valente mediu forças na final contra Natan Chueng e teve um desempenho irretocável para se tornar campeão. Ele usou suas especialidades para triunfar no campeonato. Lucas executou duas raspagens da guarda fechada. Na segunda, capitalizou a montada e partiu para as costas. Instantes depois, estrangulou o adversário com um ataque letal com a gola. </span></p>
<div id="attachment_240891" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240891" class="size-large wp-image-240891" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-07-at-20.53.59-1024x683.jpeg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-07-at-20.53.59-1024x683.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-07-at-20.53.59-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-07-at-20.53.59-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-07-at-20.53.59-150x100.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-07-at-20.53.59.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-240891" class="wp-caption-text">Lucas Valente vibra ao derrotar Natan Chueng na final do Brasileiro 2023. Foto: Camila Nobre/Focados no Tatame</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">No decorrer de sua campanha no torneio, Lucas Valente também derrotou Luiz Paulo Carneiro, Lucas Maquiné e Wesley Patrick. Contra Luiz Paulo, na semifinal, o aluno de Vinicius “Draculino” Magalhães foi ainda mais implacável. Lucas finalizou o oponente em apenas 30 segundos após dar um bote letal na chave de pé reta. Apenas Lucas Maquiné, nas quartas de final, resistiu ao poder de fogo do campeão. Ele foi derrotado por 2 a 1 nas vantagens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A conquista do Brasileiro 2023 foi ainda mais saborosa porque a esposa de Lucas, a faixa-preta Andressa Cintra, também boletou a medalha dourada. Ela derrotou Thalyta Silva na final do peso médio. O casal campeão foi responsável por trazer os dois ouros para a Gracie Barra no adulto faixa-preta.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o título brasileiro, Lucas Valente se credencia como um dos favoritos na categoria no Mundial 2023, a ser disputado na primeira semana de junho. Porém, Valente terá concorrentes do mais alto calibre, como Gabriel Rollo, Elijah Dorsey, Natan Chueng, Levi Jones, Kevin Mahecha e João Victor Machado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí, fiel leitor? Quem há de parar Lucas Valente no Mundial 2023?</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Cr9Rho1Jwzd/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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		<title>As barreiras quebradas por Carol Pinho, pioneira do MMA feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 22:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Casca-Gorssa]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Pinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Roxanne Modafferi]]></category>
		<category><![CDATA[Vale Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo na vida tem um começo. E quando o MMA feminino mal existia, Ana Carolina Pinho decidiu desbravar um terreno desconhecido. Aluna do mestre Vinicius “Draculino” Magalhães, Carol protagonizou uma das primeiras lutas de vale-tudo feminino no Brasil. Ela enfrentou a folclórica Carmen “Casca-Grossa” no Meca 10, disputado no ginásio do Paraná Clube, em Curitiba,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239102" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239102" class="size-large wp-image-239102" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Wand-1024x719.jpeg" alt="" width="650" height="456" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Wand-1024x719.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Wand-300x211.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Wand-768x539.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Wand-1536x1079.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Wand-150x105.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Wand.jpeg 1706w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239102" class="wp-caption-text">Carol Pinho ao lado de Wanderlei Silva após vitória no Meca 10. Foto: Marcelo Alonso</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo na vida tem um começo. E quando o MMA feminino mal existia, Ana Carolina Pinho decidiu desbravar um terreno desconhecido. Aluna do mestre Vinicius “Draculino” Magalhães, Carol protagonizou uma das primeiras lutas de vale-tudo feminino no Brasil. Ela enfrentou a folclórica Carmen “Casca-Grossa” no Meca 10, disputado no ginásio do Paraná Clube, em Curitiba, em dezembro de 2003. Na ocasião, Carol Pinho finalizou a adversária na chave de joelho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois da vitória no Meca 10, Carol se aventurou novamente na modalidade ao lutar pelo evento japonês Smack Girl, em 2004. Em luta com resultado contestável, Carol foi derrotada pela ex-UFC Roxanne Modafferi na decisão dos jurados. Em razão da falta de adversárias no vale-tudo, Carol não pisou mais nos ringues profissionalmente, porém, deu continuidade em sua carreira no Jiu-Jitsu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aos 45 anos, Carol Pinho é faixa-preta quarto grau e é casada com o também lutador Joaquim “Mamute” Ferreira. Eles vivem no Qatar e ela é mãe do Aaron, de 16 anos, e da pequena Valentina, de seis anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Carol Pinho explicou por que começou a lutar e listou as lições  mais importantes que aprendeu no esporte.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em><i>: </i>Por que você decidiu ser lutadora?</strong></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">CAROL PINHO: </span></i><span style="font-weight: 400;">Comecei a lutar porque eu tinha muita energia e brigava na escola, até que um dia conheci meu primeiro mestre, o Manimal, e ele me convidou para fazer uma aula experimental. Depois do meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu, foi amor à primeira vista. Me apaixonei pelo esporte e nunca mais larguei. Nessa época, eu tinha 13 anos.</span></p>
<p><strong>Sua família te apoiou quando você tomou essa decisão?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> No começo da minha trajetória, eu não tive muito apoio da família, já que não havia muitas mulheres no meio. Mas, aos poucos, meus pais mudaram e me apoiaram. Meu pai era amigo do Carlson Gracie, então ficou mais fácil para eles aceitarem.</span></p>
<p><strong>Quais foram os maiores aprendizados como lutadora?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O maior aprendizado que eu tive é que devemos fazer o que gostamos e seguir os nossos sonhos. Na época, todos me disseram que eu era louca, e que eu não deveria fazer isso. Mas eu segui em frente e não me arrependo de nada. Durante muito tempo, fiquei triste e frustrada por não ter lutado mais, mas na época o MMA não era popular entre as mulheres então não havia lutas pra mim. O MMA começou a crescer para as mulheres muitos anos depois, e eu já tinha um filho pequeno e meu marido Joaquim “Mamute” já lutava. Ser atleta no Brasil não é uma tarefa fácil, muito treino e dedicação e nenhum suporte. Mas depois de um tempo eu aceitei e entendi o meu papel no esporte. Eu abri as portas para as mulheres, fui pioneira e sinto muito orgulho disso.</span></p>
<div id="attachment_239104" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239104" class="size-large wp-image-239104" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Draculino-650x1024.jpeg" alt="" width="650" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Draculino-650x1024.jpeg 650w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Draculino-190x300.jpeg 190w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Draculino-768x1210.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Draculino-975x1536.jpeg 975w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Draculino-95x150.jpeg 95w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Carol-Pinho-e-Draculino.jpeg 1112w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239104" class="wp-caption-text">Carol Pinho celebra vitória no Meca 10 com Vinicius Draculino. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Poderia contar alguma história dos bastidores?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu tenho uma história de bastidores da minha luta no Japão, quando lutei no Smack Girl, contra a Roxanne Modafferi. Simpatizamos uma com a outra logo de cara, ela é muito gente boa. Pela manhã, a Roxanne me levou no salão para fazer as minhas tranças no cabelo, ficamos juntas naquele momento, e lutamos à noite. </span></p>
<p><strong>Como você analisa o MMA feminino atualmente?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O MMA feminino cresceu muito, tenho muito orgulho disso, quebramos muitas barreiras, hoje fazemos lutas principais e damos tanta audiência quanto os homens.</span></p>
<p><strong>Onde você treina atualmente? Pretende competir em alguma modalidade?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, moro no Qatar com a minha família, mas mantenho a minha academia no Brasil, a Mamute Team, sediada em Contagem, Minas Gerais. Meu marido trabalha no exército para as forças especiais, e eu trabalho em uma academia somente para mulheres, dou aulas de boxe e Jiu-Jitsu. O esporte aqui está no começo e pretendo contribuir com o crescimento da luta aqui também. Acho que é esse o meu destino: começar, abrir portas. Fui pioneira em muitas áreas, como no Jiu-Jitsu, MMA e arbitragem. Atualmente, estou com 45 anos, mas estou de volta aos treinos e me sinto ótima. Espero voltar a competir se o tempo me permitir, pois trabalho muito e quase não sobra.</span></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-barreiras-quebradas-por-carol-pinho-pioneira-do-mma-feminino/">As barreiras quebradas por Carol Pinho, pioneira do MMA feminino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UFC 229: professores e craques do MMA condenam trash talk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 18:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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		<category><![CDATA[MMA]]></category>
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		<category><![CDATA[UFC]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Belfort]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cenas improváveis marcaram o final do UFC 229, realizado no último sábado, dia 6 de outubro, em Las Vegas. Após a luta principal entre Khabib Nurmagomedov e Conor McGregor, desentendimentos pré-luta e palavras desferidas na hora forjaram uma enorme confusão com atletas e córneres em uma briga generalizada. A lamentável situação foi condenada por fãs&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_211813" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/5bb80786dda4c83d158b4625.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211813" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/5bb80786dda4c83d158b4625.jpg" alt="" width="900" height="506" class="size-full wp-image-211813" /></a><p id="caption-attachment-211813" class="wp-caption-text">McGregor provocou Khabib na hora da encarada. Foto: Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>Cenas improváveis marcaram o final do UFC 229, realizado no último sábado, dia 6 de outubro, em Las Vegas. Após a luta principal entre Khabib Nurmagomedov e Conor McGregor, desentendimentos pré-luta e palavras desferidas na hora forjaram uma enorme confusão com atletas e córneres em uma <a href="https://www.graciemag.com/2018/10/07/khabib-nurmagomedov-finaliza-conor-mcgregor-e-briga-generalizada-marca-o-ufc-229-entenda/" rel="noopener" target="_blank">briga generalizada</a>. </p>
<p>A lamentável situação foi condenada por fãs e imprensa de todo mundo. Lutadores também deram sua opinião, e alguns deles trouxeram um ponto de vista interessante a ser observado para que situações como esta não voltem a acontecer. A maior parte destes comentários se voltam ao mesmo tema: acabar com o trash-talk.</p>
<p>Vitor Belfort, ex-campeão do UFC hoje aposentado, falou sobre a importância dos veteranos darem exemplo aos lutadores mais jovens, ao vender a luta sem exageros na hora de provocar o oponente.</p>
<p>&#8220;Mau comportamento deve ser tratado com a resposta certa a cada caso&#8221;, disse Belfort no Instagram. &#8220;Regras claras devem ser escritas para que todos saibam o modo certo de se portarem e as consequências por se desviarem do correto. Até quando desrespeito, violência (mesmo que verbal) e xingamentos serão tolerados?&#8221;</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/BopAcb7lMvT/?utm_source=ig_embed&amp;utm_medium=loading" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/BopAcb7lMvT/?utm_source=ig_embed&amp;utm_medium=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> </p>
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<p style=" margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/BopAcb7lMvT/?utm_source=ig_embed&amp;utm_medium=loading" style=" color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;" target="_blank">@ufc @danawhite @khabib_nurmagomedov @thenotoriousmma #mma #fighters There is a few rules in life that in any circumstances they have to be respected. Bad behavior has always to be addressed with a proper answer. Clear rules have to be written to let everyone know how to conduct themselves. The problem on my point of view is the “Rewarding System” that have been ruling the sport, that I literally gave my blood to build, lately. What we saw yesterday, is just the outcome of a rotten “Rewarding System.” Until when disrespect, violence (even if it’s verbal), cursing etc&#8230; Will be allowed? Until what point this embarrassment will be allowed? If things keeps growing out of proportion like this. Supposedly “fighters” will begin to show up to the press conference flashing guns to the audience. Once again, I ask to all the professional, even amateur fighters, coaches etc&#8230; Please, don’t stimulate this kind of behavior! This will be the end of our sport! I would like to call all the MMA legends to show this new generation the right path. If you are not fighting anymore, use your social media to educate them. If you still have it on you, get back fighting and show what are the martial arts principles&#8230;. We need a clear CODE OF CONDUCT. Like in any other sport. Yesterday was a very sad day for all of us&#8230; I would like to congratulate @khabib and @Connor for the fight, but I just can’t&#8230; Existem algumas regras na vida que devem ser respeitadas em qualquer circunstância. Mau comportamento deve ser tratado com a resposta certa a cada caso. Regras claras devem ser escritas para que todos saibam o modo certo de se portarem e as consequências por se desviarem do correto. O problema no meu ponto de vista, é o “Sistema” que vem controlando o esporte, que literalmente dei meu sangue para construir. O que assistimos ontem foi a consequência de um “Sistema” podre e irresponsável. Até quando desrespeito, violência (mesmo q verbal), xingamentos etc.. Serão tolerados? Até quando essa vergonha será tolerada? Se as coisas continuarem no curso q estão. Daqui a pouco “lutadores” irão para a conferência de imprensa ostentando armas para o público. Mais uma vez, peço para todos luta</a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a href="https://www.instagram.com/vitorbelfort/?utm_source=ig_embed&amp;utm_medium=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank"> Vitor &#34;The Phenom&#34; Belfort</a> (@vitorbelfort) em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2018-10-07T17:49:16+00:00">7 de Out, 2018 às 10:49 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p> <script async defer src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Já para o professor Vinicius Draculino, experiente líder da Gracie Barra, há de se construir limites para este tipo de promoção, e que certos temas abordados podem gerar confusões ainda maiores.</p>
<p>&#8220;O trash-talk tem que ter limites&#8221;, disse Draculino <a href="https://www.instagram.com/p/BoqUjI-Bx2e/" rel="noopener" target="_blank">no Instagram</a>. &#8220;O lugar e a cultura de onde eu venho deixa claro que se você quer falar o que quer, tem que estar pronto para as consequências e isso pode se trágico. Família, religião, doenças e traumas não podem ser usados para construir uma luta. Nenhum dinheiro no mundo pode pagar os danos que más palavras desferidas em público podem causar  a outras pessoas.&#8221;</p>
<p>E você, amigo leitor, o que acha do trash-talk sem limites no MMA e no UFC? Qual seria a sua solução? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ufc-229-professores-e-craques-do-mma-condenam-trash-talk/">UFC 229: professores e craques do MMA condenam trash talk</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>3 tips by Vinicius Draculino to get better at controlling and finishing from the back</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Aug 2018 03:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Wisdom]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[kimono]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A legendary teacher at Gracie Barra and founder of Gracie Barra BH, Vinicius Draculino became a specialist of reaching his opponents&#8217; backs. With over 40 years of practice in martial arts and two runner-up finishes in IBJJF World Championships, he talked to Graciemag for our June cover story, and we brought back the basic details&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_210319" style="width: 806px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-210319" class="size-full wp-image-210319" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu.jpg" alt="" width="796" height="530" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu.jpg 796w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /><p id="caption-attachment-210319" class="wp-caption-text">Draculino adjusts the back-take. Jim Santiago for Graciemag</p></div>
<p>A legendary teacher at Gracie Barra and founder of Gracie Barra BH, Vinicius Draculino became a specialist of reaching his opponents&#8217; backs. With over 40 years of practice in martial arts and two runner-up finishes in IBJJF World Championships, he talked to Graciemag for our June cover story, and we brought back the basic details for succeeding in that position.</p>
<p>To Draculino, the positions of back-take and mount are like shooting a penalty kick: Reaching such situations brings great responsibility, and missing the chance can&#8217;t be a possibility. And in the event that you do miss, refraining from breaking down mentally is also paramount.</p>
<p>So check out three pieces of advice by Vinicius Draculino to have more success with your back-takes.</p>
<p><strong>From check to checkmate</strong></p>
<p>&#8220;The comparison between BJJ and chess, in my view, is perfect. The back, just like the mount, is a position like the check on the board &#8212; there is no better place to advance from, there is no better position to achieve. Unless, of course, moving from one to the other or vice versa &#8212; that is, from the mount to the back, or the other way around. Every fighter, then, must think about sharpening four mandatory aspects to have success in finishing from the back. They are: 1) positioning; 2) control; 3) eliminating defenses; 4) submission. The fighter who has achieved mastery of all four factors will always be a killer.&#8221;</p>
<p><strong>Pressure to get there</strong></p>
<p>&#8220;One thing I&#8217;ve been noticing through all these years of BJJ is that taking the back happens in two basic situations. In the first one, when your positioning is so precise, and replete with so much pressure, that the person gives you their back as a pure consequence of this. The second one: When the other person makes a basic mistake that allows the back-take. When I&#8217;m training, I always seek to pressure and make my training partner completely uncomfortable, to the point where they give me their back as the only possible option, or else to mentally break my opponent to the point where they give me their back to just get out of that awful situation already.</p>
<p>&#8220;From the moment I achieve the takedown or the sweep, I pass right away and, from there, I use pressure to mount, get a knee on the belly or finish, and as I&#8217;m at it, the back ends up appearing for me. For example, people often hate the pressure they are subjected to under side control or the mount so much, that they do that classic back turn. That is, it&#8217;s, like I said, in the first and second case: Either they give you their back due to pressure, or they err due to desperation.&#8221;</p>
<p><strong>Breaking the defenses</strong></p>
<p>&#8220;There was a time when opponents started hiding the collar under their armpits to make choking with the gi harder. But with that, they started making other techniques possible, like the ezequiel from the back, the classic rear naked choke and others. In reality, the person who escapes the back-take properly is a patient fellow&#8230; They defend their neck and arm putting 75% emphasis on this, and 25% on defending against hooks and such. The anxious guy &#8212; that guy who wants to get out however he can not to allow the points from the hooks &#8212; usually taps out fast.</p>
<p>&#8220;Royler and Roger Gracie, each with his peculiar techniques, are the guys I&#8217;ve seen escape the back-take the best. Roger, thanks to his calm and monk-like patience; Royler, thanks to a tremendous skill of putting a person at a bad angle for finishing. The secret to having success against people who defend really well is to also have high doses of patience. Only with patience, positioning and control can the fighter eliminate the most important aspects of the defense, like the hips, the grips, the angle, etc.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/3-tips-by-vinicius-draculino-to-get-better-at-controlling-and-finishing-from-the-back/">3 tips by Vinicius Draculino to get better at controlling and finishing from the back</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Video class: Terrinha teaches the ball and chain armbar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2016 21:44:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[brazilian jiujitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Terrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIE Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG]]></category>
		<category><![CDATA[jiujitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Black belt Carlos Terrinha stops by to teach one crafty and efficient technique. With the luxurious help of Professor Vinicius Draculino, he goes over every detail to teach you this great movement. Click play and learn.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" title="TERRINHA E DRACULINO VIDEO BALL AND CHAIN ARMBAR  PARA GRACIE MEGAZINE" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/NgLlzE5SW2E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Black belt Carlos Terrinha stops by to teach one crafty and efficient technique.</p>
<p>With the luxurious help of Professor Vinicius Draculino, he goes over every detail to teach you this great movement.</p>
<p>Click play and learn.</p>
<p><a href="http://graciemagshop.com"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-144948" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/01234-1.jpg" alt="01234 (1)" width="640" height="146" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-class-terrinha-teaches-the-ball-and-chain-armbar/">Video class: Terrinha teaches the ball and chain armbar</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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