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	<title>Rômulo Barral | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Rômulo Barral | Graciemag</title>
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		<title>Os 3 conceitos básicos da boa guarda-aranha, por Romulo Barral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 14:20:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Convidado para um seminário na Alliance tempos atrás, o faixa-preta penta mundial Romulo Barral destrinchou a guarda-aranha em três principais fases. Para o lutador mineiro radicado nos Estados Unidos, o bom guardeiro ao abrir seu jogo de pernas deve se atentar a três momentos: o pleno controle, o controle sob desconforto e a recuperação. Ao&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_190556" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-190556" class="size-full wp-image-190556" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1.jpg 750w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p id="caption-attachment-190556" class="wp-caption-text">Romulo Barral faz pegada firme na lapela de Murilo Santana, durante um Mundial de Jiu-Jitsu. Foto: Gallerr</p></div>
<p>Convidado para um seminário na Alliance tempos atrás, o faixa-preta penta mundial Romulo Barral destrinchou a guarda-aranha em três principais fases.</p>
<p>Para o lutador mineiro radicado nos Estados Unidos, o bom guardeiro ao abrir seu jogo de pernas deve se atentar a três momentos: o pleno controle, o controle sob desconforto e a recuperação.</p>
<p>Ao dominar tais conceitos, o praticante estará em sua zona de conforto para contra-atacar, raspar e finalizar.</p>
<p>Confira o seminário de Barral, repare nos erros básicos da posição apontados pelo craque, e bons estudos.</p>
<p><iframe title="Seminário Rômulo Barral Jiu-Jitsu na Alliance Juventus &quot;Os 3 Conceitos da Guarda Aranha&quot;" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/IbmfM2iHt_o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-3-conceitos-basicos-da-boa-guarda-aranha-por-romulo-barral/">Os 3 conceitos básicos da boa guarda-aranha, por Romulo Barral</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como nasce um campeão de Jiu-Jitsu? A saga do astro do ADCC Felipe Preguiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 00:21:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Felipe Pena, o ídolo Preguiça, já foi rechonchudo e não parecia gostar de treinar muito, durante a faixa-branca. Ao se sagrar campeão absoluto no Europeu da IBJJF, o astro formado na Gracie Barra em Belo Horizonte ganhou um perfil na revista GRACIEMAG, edição #228. Confira&#160; e veja como se forja um lutador vitorioso no mundo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Felipe Pena, o ídolo Preguiça, já foi rechonchudo e não parecia gostar de treinar muito, durante a faixa-branca. Ao se sagrar campeão absoluto no Europeu da IBJJF, o astro formado na Gracie Barra em Belo Horizonte ganhou um perfil na revista <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">GRACIEMAG, edição #228.</a> Confira&nbsp; e veja como se forja um lutador vitorioso no mundo do Jiu-Jitsu.</em></p>
<div id="attachment_236232" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236232" class="size-full wp-image-236232" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/felipe-pena3.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/felipe-pena3.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/felipe-pena3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/felipe-pena3-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-236232" class="wp-caption-text">Felipe Preguiça ensinando Jiu-Jitsu. Foto: Thiago Máximo / Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Ele costumava chorar escondido após as derrotas, tem um jeito tímido e é sempre educado, com seu sotaque manso de mineirinho. Por trás da cara imberbe de bom moço, porém, esconde-se uma das mentes mais poderosas e blindadas do mundo do Jiu-Jitsu esportivo. Uma cabeça forte de alguém que se recusa a desistir, detesta perder até no treino e persegue a evolução técnica como um predador faminto atrás da presa.</p>
<p>No último Europeu de Jiu-Jitsu, em Portugal, Felipe “Preguiça” Pena, de 24 anos, provou na pele, e nos ligamentos, o poder de sua força mental. Na semifinal do absoluto, contra o talentoso Erberth Santos, Felipe caiu num armlock da guarda arrochadíssimo. O cotovelo estalou, Felipe se jogou para trás ainda aprisionado pelo bote, e livrou-se sabe-se lá como, na explosão. No finzinho da luta, alcançou as costas do rival e o estrangulou. Não adianta você pegar o braço de um grande lutador se não quebrar a mente antes. Pela gloriosa batalha, seu grande amigo e inspiração, Rômulo Barral, que vencera pelo outro lado da chave, não pensou duas vezes e concedeu-lhe a medalha de ouro após o fechamento.</p>
<p>“O Preguiça não bateu na raça, pois o armlock estava encaixadaço e não tinha mais saída na técnica. Ganhar esmigalhando todo mundo é muito bom, pois mostra a superioridade. Mas o grande lutador de Jiu-Jitsu a gente vê mesmo é na adversidade”, ressalta Vinicius Draculino, um de seus primeiros professores em Belo Horizonte. Depois da faixa-azul, Preguiça passou a ter aulas com grandes nomes como Marcelo Uirapuru e Claudio Caloquinha em Minas e Barral na Califórnia, além de seu principal incentivador: o irmão Augusto “Tio Chico” Vieira, também um campeão faixa-preta da Gracie Barra de Belo Horizonte.</p>
<p>Investigamos, neste artigo, como a mente deste peso pesado de cerca de 90kg se tornou imbatível a esse ponto, já que na faixa-branca o pequeno Felipe era um relaxado faixa-branca, meio barrigudo até, que não gostava de treinar e vivia feliz na academia, contanto que pudesse ficar encostado na parede. A partir desses ensinamentos, listamos alguns tópicos que ajudaram o campeão Preguiça a se tornar quase imbatível, com apenas dez anos de Jiu-Jitsu.</p>
<h3>1. Tenha bons exemplos na academia</h3>
<p>Um antigo filósofo chinês de nome Lao Zi tinha um provérbio que dizia que “o rio só atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar obstáculos”, ou algo parecido em mandarim. O Jiu-Jitsu também lembra um ribeirão: ele quer fluir, apesar de encontrar 1.001 obstáculos pelo caminho, dos mais variados tamanhos. Quanto mais cedo o praticante aprender isso, mais suave será sua trajetória, sem tantas quedas bruscas, sustos e tentativas de ir contra a correnteza.</p>
<p>Peguemos como exemplo um menino de 14 ou 15 anos, de boa família, simpático, gordinho e sem muito jeito para esportes. E que ainda fala “uai” e “trem”, como bom mineirinho. Quando começou a treinar, esse praticante, que vamos chamar de Felipe, detinha um conhecimento de Jiu-Jitsu similar a um filete de água, um córrego incapaz de encher um garrafão. Mas, com o tempo, com as subidas e descidas, aquele Jiu-Jitsu iria se tornar uma torrente caudalosa, temida e perene. Daquelas que só resta ao povo dizer: “Sai da frente!”.</p>
<blockquote><p>“Quando estiver muito cansado na academia, procure chamar o cara mais duro para o último treino. São essas dificuldades que fazem a gente subir um degrau e evoluir” Felipe Preguiça</p></blockquote>
<p>Como um rio, o hoje respeitado campeão Felipe Carsalade Pena, o Preguiça, enfrentou dezenas de pedregulhos e algumas montanhas pelo caminho. Podia ter se desviado, e se perdido. Mas foi em frente, com valentia. Soube contornar os obstáculos e usá-los como impulso, não como motivo para desistir. Mas qual é o melhor modo de aprender a não desistir? O primeiro é tendo bons exemplos por perto.</p>
<p>O ambiente é um elemento crucial para a vitória, seja no Jiu-Jitsu ou em qualquer ramo. Se na sua casa todos comem guloseimas o tempo todo, vai ser duro você resistir. Se na sua academia há professores e alunos vitoriosos, o exemplo passa para os novatos e o gosto pela vitória é transmitida. Ainda faixa-branca, Felipe percebeu logo, ao ver o irmão mais velho Tio Chico conquistar seus primeiros títulos, que a medalha de ouro tinha um sabor diferente das outras. E foi experimentar também. “O ambiente legal de amizade numa academia é o primeiro passo para você gostar de estar ali. A partir disso você vai de pouco em pouco encaixando as posições, melhorando os golpes, e a partir daí o Jiu-Jitsu decola. Isso ajudou a me apaixonar pelo esporte”, atesta Preguiça.</p>
<p>Draculino confirma o efeito da inspiração: “Às vezes mais difícil do que ensinar é inspirar. O Rominho foi uma inspiração para o Preguiça não só nos grandes títulos e resultados no Jiu-Jitsu, mas principalmente no aspecto de treinar sempre um pouco mais forte, no aspecto de se machucar e dar a volta por cima. A vida regrada é um dos aspectos mais difíceis no Jiu-Jitsu de altíssimo nível, e o Barral vive isso diariamente, com boa alimentação e vários treinos por dia, e passa para os mais jovens. A disciplina de comer direito todo dia, exercitar-se, não faltar a parte física e treinar Jiu-Jitsu é algo digno de um verdadeiro samurai.”</p>
<h3>2. Não é preciso dom para ir longe no Jiu-Jitsu</h3>
<p>O Jiu-Jitsu é uma arte acostumada a amolecer as juntas e endurecer os músculos das pessoas mais desajeitadas, como faixas-brancas que de início se enrolam até num singelo rolamento. Por isso é uma ginástica que atrai pessoas de todos os tipos, tamanhos e formatos. No caso da família de Preguiça, o caso era curioso. Dizem as más línguas da GB BH que Augusto “Tio Chico” não conseguia acertar um polichinelo e ainda apresenta severos problemas de equilíbrio ao lidar com bicicletas.</p>
<blockquote><p>“Eu nunca ensinei muita coisa para o Preguiça. O que ele aprendeu comigo foi observando, seguindo o que eu faço dentro e fora da academia” Romulo Barral</p></blockquote>
<p>“Era de família”, brinca Draculino, fundador da equipe em Minas Gerais. “Quando moleque, o Felipe era um garoto gordinho sem nenhuma destreza física aparente. O Tio Chico também não, mas se matava de tanto treinar, e se tornou um dos maiores cascas-grossas que já treinaram na minha academia. O Felipe além de pouco jeitoso era preguiçoso, por isso ganhou o apelido”. Inspirado pelo irmão e por ídolos como Romulo Barral, Preguiça perseverou no Jiu-Jitsu, e passou a seguir a fórmula tão simples quanto eficaz: se você não possui a habilidade natural dos rivais, treine duas vezes mais que eles. Deu resultado.</p>
<h3>3. O lado psicológico precisa ser alimentado</h3>
<p>A motivação é uma das questões chaves do Jiu-Jitsu, em qualquer faixa, em qualquer nível de competição. Como a cada degrau conquistado surgem novos desafios, novos oponentes e novas derrotas, além de novas obrigações dentro e fora da academia, é corriqueiro o praticante parar de competir, ou mesmo de treinar. É a velha dificuldade humana de perseverar naquilo que sabemos que nos faz bem, mas que também exige esforço, tanto físico quanto mental. E o lutador corre para o aconchego do sofá, cercado pelos familiares, uma boa TV e algumas histórias antigas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="GRACIEMAG esteve aqui: O treino intenso de Felipe Preguiça na FP Team" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/aIqnJpX7TQw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Na casa de Preguiça, o sofá foi empurrado para dentro da academia de Jiu-Jitsu: a família inteira passou a usufruir do estilo de vida do esporte popularizado pelos Gracie. Augusto, Felipe e o irmão mais novo Fernando, treinam, e hoje tocam a própria escola. O último a vestir o kimono foi o pai, o faixa-roxa Marco, que também disputa campeonatos e debate informações técnicas. Atrair quem você ama para a academia, seja o pai, o filho ou o namorado, costuma gerar excelentes dividendos, não apenas para si mas para quem tomar gosto pela arte suave.</p>
<p>Cercado por gente querida, Felipe Preguiça começou a evoluir. E logo a rivalidade entre irmãos também acendeu uma chama dentro do jovem praticante. Durante a faixa-azul, a veia competitiva de Preguiça começou a saltar, e a chamar atenção –&nbsp;sem sempre de forma positiva. O mineiro não gostava de perder para ninguém, nem em treinos, e vez ou outra empurrava os companheiros contra a parede. Seu primeiro professor, Draculino, precisou dar umas chamadas, para lembrar que “perder” em treino não existe, na academia apenas se aprende. Bom garoto, Preguiça sempre pedia desculpas quando se exaltava, educadamente. Mas a recusa em se entregar já aflorava ali, numa semente do que veríamos anos depois, inclusive em sua última luta no Europeu 2016.</p>
<h3>4. Suportar os amassos faz parte do jogo</h3>
<p>O faixa-branca que busca se tornar um faixa-preta vive de certo modo um eterno paradoxo no Jiu-Jitsu. Se ele aceitar a derrota sempre, demora a evoluir, fica molengão. Se não aceitar a derrota, fica frustrado, pois 90% dos colegas de academia vão ter os meios técnicos para amassá-lo, quer ele queira ou não. O que fazer?</p>
<p>Muitas academias driblam essa questão evitando que o aluno iniciante treine contra um colega –&nbsp;o novato não rola, apenas aprende as posições e faz treino de repetição de posições, ou faz específicos para passar guarda ou não deixar passar guarda, sendo o treino interrompido a cada tentativa bem sucedida. O melhor para a saúde psicológica do lutador, portanto, é que ele aceite que vai perder, aceite o amasso, mas ponha na cabeça que aquilo ali precisa terminar um dia.</p>
<p>É aí, quando o praticante de Jiu-Jitsu percebe que o amasso não é um drama, não é um recibo de fraqueza nem tampouco é para sempre, é que o coração de campeão começa a aparecer. É a fase em que o praticante de Jiu-Jitsu não quer se poupar nem fica com medo de amasso: seu maior medo é chegar em casa e perceber que não deu seu máximo aquele dia.</p>
<p>Preguiça é conhecido por, mesmo estando cansado no fim de uma noite de treinos, topar sempre mais um rola com o oponente mais duro que estiver à disposição. Uma lição que colheu com os consagrados Rômulo Barral e Roger Gracie, um de seus ídolos na GB, sempre executaram nos treinos. Pior do que perder para um menos graduado ou tomar aquele amasso, é poupar-se.</p>
<p>“Treino é para apanhar e passar de tudo. Desde que eu era faixa-azul, nunca me incomodei de tomar amasso na academia. Sempre gostei de treinar contra os melhores, contra os faixas-pretas mais duros, sem ligar para passar sufoco nem para ser finalizado. A hora de treinar é a hora de pensar em evoluir. E não pensar em ego”, exemplifica Felipe. “Na hora do sufoco, a cabeça da gente só pensa em pedir para parar. Eu fico o tempo todo pensando: não vou parar, não vou parar, e continuo até concluir meu objetivo naquele treino, seja ir até o relógio apitar ou finalizar”.</p>
<p>Eternamente insatisfeito, Preguiça hoje em dia trata de melhorar aspectos diferentes do seu jogo, como o wrestling e o jogo por cima. Zona de conforto nada, o segredo é passar aperto e aprender com eles.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ADCC 2015 - Rodolfo Vieira Vrs Felipe Preguiça" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/E_cCevIItwQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>5. Coração + técnica = lutas memoráveis</h3>
<p>Ser valente e se recusar a perder não adianta muito se você não se prepara como um campeão. Felipe Pena treina de quatro a seis horas por dia, por exemplo. A técnica também é fundamental para que o astro da Gracie Barra consiga virar as lutas – o jogo cheio de recursos de Preguiça, com ganchos mortais da De la Riva e muito giro, deixa o oponente sempre sob ameaça.</p>
<p>“Ele sempre foi muito CDF para o Jiu-Jitsu. Via muitos vídeos de lutas antigas e sempre fez muitos, mas muitos drills mesmo, repetia tudo até a posição ficar automática. Ele viu rapidamente que treinar uma vez só por dia seria pouco”, relembra Augusto Tio Chico. “O Felipão começou fazendo muito berimbolo na academia, e impressionava pois ficou com uma velocidade de peso-pluma com uma força de peso pesado. Anos depois, quando ele era faixa-roxa e foi morar na Califórnia com o Rominho, ele tratou de se especializar na guarda-aranha, sem deixar de manter uma ida para as costas impressionante”.</p>
<p>Para Draculino, há um outro elemento técnico que torna Preguiça um “virador de lutas”. “Como o Preguiça impõe um ritmo muito acelerado em seus combates, o que o ajuda a manter o oponente na defensiva, por vezes essa velocidade toda acaba resultando em falhas, e ele sai atrás no placar. Por outro lado, uma de suas maiores qualidades é a excelente movimentação de quadril, ele foge o quadril muito fácil apesar do seu tamanho. Sendo assim, ele hoje é dotado de uma reposição de guarda muito fluida e eficiente. Preguiça dificilmente se vira de quatro, ele prefere repor a guarda e isso dificulta os rivais: ao repor, ele além de não dar as costas, rapidamente passa ao contra-ataque e às raspagens”.</p>
<p>A facilidade para chegar ao golpe fatal nas costas, claro, é outro grande atributo de Preguiça. Para o irmão Tio Chico, seu alto poder ofensivo pelas costas começa pelos ganchos De la Riva: “Sinto que o jogo de ganchos dele é muito bom e efetivo, graças às pernas compridas. Com isso ele dificulta muito o adversário a manter a base e a jogar bem por cima, e acaba obrigando o adversário a se expor para escapar desses ganchos”.</p>
<h3>6. Aprenda com as derrotas</h3>
<p>No ADCC 2015, em agosto último, Felipe fez uma das apresentações mais impressionantes de sua carreira, ao lutar por 40 minutos com Rodolfo Vieira no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A derrota, na final da divisão até 99kg, veio na decisão dos jurados. Poucos minutos depois, Preguiça já tinha anotado mentalmente os detalhes de wrestling que precisava afiar para a próxima vez. No Mundial Sem Kimono, já em novembro, ganhou peso e absoluto varrendo todos os concorrentes no evento da IBJJF. O CDF mais cascudo de Minas Gerais passava novamente com louvor no mais duros dos testes.</p>
<p>Outro revés marcante deu-se no início de 2013, na semifinal de uma seletiva para Abu Dhabi realizada em Manaus, Preguiça perdeu de virada para Renato Cardoso, por meio de um leglock inapelável tirado da cartola. Felipe batucou. “Foi uma das derrotas mais dolorosas da vida dele, acho”, opina o irmão Tio Chico. Por detestar perder, Preguiça revisa e estuda a posição que erra para nunca mais cometer a mesma falha. O que não significa que Felipe treine três vezes por dia o ano inteiro. “Acho que nem o corpo nem a cabeça aguenta se você não der um refresco. Só comer, treinar e descansar 365 dias por ano é desgastante demais. Gosto de treinar solto quando não tem campeonato por perto, pegar uma praia, viajar pra caramba, ficar com os amigos e com a família… Vida de um ser humano normal”.</p>
<p>A tática tem dado certo, para sufoco dos adversários.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Highlight ADCC 2017 - Felipe Pena &quot;Preguiça&quot;" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/CQHDWaXhZ8Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-nasce-um-campeao-de-jiu-jitsu-a-saga-do-astro-do-adcc-felipe-preguica/">Como nasce um campeão de Jiu-Jitsu? A saga do astro do ADCC Felipe Preguiça</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Diego Herzog, o Nosferatu, conta o que aprendeu em 25 anos de carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2024 18:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>foi provavelmente ao lutar com o Roger, naquele mesmo ano, quando aprendi mais. Sempre acreditei que no Jiu-Jitsu a boa técnica sempre seria superior à força bruta, e em nosso confronto enfim tirei isso à prova. Eu tinha vencido minha primeira luta no absoluto, contra um cara bem grandão, e enfrentei o Roger. Tentei dar uma queda, e acabei por baixo, na meia-guarda, eu na frente no placar por uma vantagem. Tomei um amasso tremendo, no maior sufoco, e bati no estrangulamento relógio. Roger ensinou a gente a lutar sempre para a frente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-243748" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-1024x751.png" alt="" width="650" height="477" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-1024x751.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-300x220.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-768x563.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-150x110.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao.png 1336w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>O faixa-preta Diego Herzog, 41 anos, é uma espécie de Kevin Bacon do Jiu-Jitsu mundial. Bacon ficou conhecido como o ator que, versátil e de mente aberta, contracenou com meio mundo de Hollywood, talvez três quartos.</p>
<p>Pois Diego, o popular Nosferatu, tem a honra de poder dizer que enfrentou quase todas as grandes estrelas do Jiu-Jitsu do começo do século XX, de Roger Gracie a Caio Terra, de Rodolfo Vieira a Lucas Lepri, de Leandro Lo a Xande Ribeiro – e seus alunos hoje só o agradecem por isso.</p>
<p>Respeitado peso pesado catarinense, <a href="https://www.instagram.com/nosferaherzog/?hl=en" target="_blank" rel="noopener">Diego Herzog</a> estava disputando mais uma medalha na Califórnia quando recebeu convites para ficar e ensinar. Foi assim que abriu sua equipe, <a href="https://www.instagram.com/siliconvalleybjj/?hl=en" target="_blank" rel="noopener">a Silicon Valley BJJ, em Sunnyvale</a>.</p>
<p>Boa praça e sorridente apesar do apelido aterrorizante, Nosferatu conversou com nossa equipe sobre os rumos da carreira, enquanto tentava evitar as mordidas no dedo de sua mais amada aluna: a filhota Dakota, de 5 meses, postada em seu colinho.</p>
<p><em><strong>GRACIEMAG:</strong> </em><strong>Como o temível Nosferatu foi pousar nesse ensolarado pico da Califórnia?</strong></p>
<p><em><strong>DIEGO “NOSFERATU”:</strong></em> Vim lutar o Pan da IBJJF em 2010, e já estava com essa proposta de trabalho engatilhada de ajudar a abrir uma academia. Fiquei uma semana treinando em Los Angeles com meu amigo Bruno “Mamute”, fiquei em terceiro lugar e já vim direto. Achei tudo muito grande e corrido em Los Angeles, já que sou de Floripa e gosto de um lugar mais calmo. Como se vê me adaptei bem, estou há quase 15 anos na região. Agora me tornei pai de uma menina e agora quero dar o bom exemplo a ela. Hoje tenho essa satisfação quando penso que, em cada cidade importante do planeta, há sempre um professor, normalmente brasileiro, ensinando o bom Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Como nasceu o seu nome de guerra, “Nosferatu”?</strong></p>
<p>Nos tatames, é claro. Sou aluno do hoje mestre faixa-coral Eduardo “Gavião” Ommati, um dos pioneiros no sul do Brasil e clássico aluno de grande mestre Fernando Pinduka. Comecei a treinar com 15 anos, tinha a cara cheia de espinha e acabava com o rosto sangrando e o kimono dos colegas cheio de manchas. Mestre Gavião não perdoava: “É o sangue do Nosferatu!”. O curioso é que existia outro Nosferatu no Jiu-Jitsu, o grande veterano dos tatames Eulindo “Nosferatu” Leão, grande amigo do Gavião no Rio de Janeiro. Anos depois, quando fui lutar no Rio de Janeiro, fomos apresentados e rimos muito.</p>
<p><strong>Você teve essa chance de competir com meio mundo, sempre no peso e no absoluto. Já se aposentou como atleta do adulto?</strong></p>
<p>Não, e olhe que ainda quero lutar um Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF, para conferir com esta garotada de hoje.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Diego Herzog vs Alessandro Silva, Black Belt Adult Heavy Final, 2016 San Jose Open" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/_QtZOto75RY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Que duelo foi o mais memorável e rendeu lições mais valiosas?<br />
</strong></p>
<p>Lembro de grandes lutas que fiz com o Gabriel Vella, e daquele quedão marcante que apliquei no Romulo Barral, no Mundial 2010 da IBJJF. Mas foi provavelmente ao lutar com o Roger, naquele mesmo ano, quando aprendi mais. Sempre acreditei que no Jiu-Jitsu a boa técnica sempre seria superior à força bruta, e em nosso confronto enfim tirei isso à prova. Eu tinha vencido minha primeira luta no absoluto, contra um cara bem grandão, e enfrentei o Roger. Tentei dar uma queda, e acabei por baixo, na meia-guarda, eu na frente no placar por uma vantagem. Tomei um amasso tremendo, no maior sufoco, e bati no estrangulamento relógio. Roger ensinou a gente a lutar sempre para a frente. Lutei também contra o Yuri Simões, grandes combates e muito instrutivos.</p>
<p><strong>O que aprendeu com rivais como Xande e Leandro Lo?</strong></p>
<p>Com o Xande Ribeiro aprendi sobre pressão, e sobre o simples que funciona. O Leandro Lo tinha o Jiu-Jitsu mais ensaboado que já vi, sem kimono. Depois ele apareceu para um seminário e dei um grande treino com kimono. Uma pena ele não estar mais presente aqui para nos inspirar e ensinar.</p>
<p><strong>Como foi o seu começo em Floripa?</strong></p>
<p>Vesti o kimono pela primeira vez em fevereiro de 1999, levado por meu amigo Daniel “Urso”. Até ali a gente gostava de assistir ao UFC e sempre se embolava, na garagem de casa, no meio do gramado, atrás da biblioteca. Lembro até hoje do primeiro triângulo que ele me arrochou, na galega. Era melhor começar a treinar numa boa academia, né? Comecei com o mestre Gavião e não parei nunca mais. Em 2005, estava meio de estrela solitária na academia e passei a treinar com o pessoal da Gracie Floripa, do mestre Crolin, com o professor e competidor Alexandre Souza. Naquele tempo eu gostava de criar treinos específicos, defender e contra-atacar, como aprendi com mestre Gavião, e uso alguns até hoje.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="6th American Cup: Diego Herzog vs. Yuri Simões" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/unTGr6jP84w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Você sempre sonhou com o MMA e chegou ao Bellator. O que aprendeu como profissional?</strong></p>
<p>Fiz minha estreia nos ringues em 2003 como faixa-roxa, já que era meu sonho desde os primeiros embolas lá com o amigo Urso. A modalidade ainda se chamava vale-tudo, outros tempos. Depois cheguei a lutar até na China. Valeu muito, e até hoje vejo a defesa pessoal e as técnicas anti-agressão como fundamentais para cada aluno ou aluna faixa-branca. E eu sou uma prova viva disso. Há um bom tempo, eu estava jogando sinuca numa boa, dois caras começaram a discutir e vieram para cima de mim com os tacos – dois contra um, na covardia. Se eu só soubesse o Jiu-Jitsu de competição e não fosse um faixa-preta completo, acho que teria tomado um prejuízo dos dois, mesmo treinando Jiu-Jitsu. Mas me defendi tranquilamente, dominei os dois e evitei a situação.</p>
<p><strong>O que motiva você a acordar e dar aulas hoje?</strong></p>
<p>Percebi há uns 20 anos que alguns valores do Jiu-Jitsu seriam essenciais para sempre, e para todos. Itens como a necessidade de fugir do sedentarismo, de evitar ficar diante da tela – da TV, do computador ou celular – e se conectar com a natureza. Hoje gosto de ensinar o bom Jiu-Jitsu para ajudar as pessoas a terem a mente mais tranquila, com treinos diversificados para que eles tenham hábitos saudáveis, e realizem aquele 30 minutinhos de exercícios diários. Jamais pensei em ficar rico, mas sonho em espalhar <a href="https://www.siliconvalleybjj.com/blank-1" target="_blank" rel="noopener">saúde para a comunidade.</a></p>
<p><strong>O Nosferatu curte filmes de terror?</strong></p>
<p>Já vi o filme “Nosferatu”, a versão de 1979 – por acaso dirigido por um Herzog – Werner Herzog – veja você. Mas não gosto do estilo, ainda mais de noite. Meu estilo é mais ensolarado, gosto de acampar, jogar xadrez, futebol e surfar. De noite na TV, eu gosto mesmo é de comédia – vejo muita comédia brasileira para matar saudades.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-243753" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-696x1024.jpg" alt="" width="650" height="956" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-696x1024.jpg 696w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-204x300.jpg 204w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-768x1130.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-1044x1536.jpg 1044w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-102x150.jpg 102w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha.jpg 1152w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/diego-herzog-o-nosferatu-conta-o-que-aprendeu-em-25-anos-de-carreira-no-jiu-jitsu-e-mma/">Diego Herzog, o Nosferatu, conta o que aprendeu em 25 anos de carreira</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o Jiu-Jitsu pode mudar a sua vida, por Fabio Trindade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 21:50:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fabio Trindade faz um trabalho consistente como professor de Jiu-Jitsu na Gracie Barra Tarzana, liderada pelos campeões Romulo Barral e Edwin Najmi e sediada em Los Angeles, Califórnia. Com quatro graus na faixa-preta, Fabio ministra aulas para crianças e adultos e passa sua experiência como lutador de Jiu-Jitsu e MMA para ensinar as principais lições&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_241833" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241833" class="size-large wp-image-241833" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-1024x1000.jpeg" alt="" width="650" height="635" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-1024x1000.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-300x293.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-768x750.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-150x147.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-241833" class="wp-caption-text">Fabio Trindade é professor na Gracie Barra Tarzana. Foto: Reprodução/Instagram</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.instagram.com/ifabiotrindade/">Fabio Trindade</a> faz um trabalho consistente como professor de Jiu-Jitsu na Gracie Barra Tarzana, liderada pelos campeões Romulo Barral e Edwin Najmi e sediada em Los Angeles, Califórnia. Com quatro graus na faixa-preta, Fabio ministra aulas para crianças e adultos e passa sua experiência como lutador de Jiu-Jitsu e MMA para ensinar as principais lições do esporte.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fabio teve o seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu em 1994, quando ainda morava em Manaus. Ele começou a treinar para combater o bullying que sofria na escola e se apaixonou pela arte marcial. “Hoje, tenho uma vida confortável como professor e trabalho com o que amo. Tenho a possibilidade de ajudar a minha mãe e os meus outros familiares e isso não tem preço. Paguei um preço alto no decorrer da caminhada, mas valeu a pena”, contou Fabio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Fabio Trindade relembrou seu começo no Jiu-Jitsu e listou os maiores aprendizados que adquiriu com as competições.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como começou a sua história no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">FABIO TRINDADE: </span></em><span style="font-weight: 400;">Tive a minha primeira experiência com o Jiu-Jitsu em 1994, em Manaus. Eu estava acima do peso e sofria bullying na escola, meu apelidos eram “Fabola” e “Bolinha de Sabão”. Aquilo me deixava para baixo e deprimido. Um amigo meu, o Alex Siqueira, que me defendia dos demais, já treinava Jiu-Jitsu e era faixa-amarela na época. Ele foi a primeira pessoa que me incentivou a treinar. Fiz a minha primeira aula na Nova União e treinei lá por três meses. Porém, deixei o Jiu-Jitsu momentaneamente para me dedicar ao meu sonho de infância, que era ser jogador de futebol. Retornei ao Jiu-Jitsu em 1997, passei a treinar na Associação Monteiro porque alguns amigos faziam parte da equipe e nunca mais parei.</span></p>
<p><strong>Quais foram as maiores lições que as competições te ensinaram?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Costumo dizer aos meus alunos que você passa a se conhecer de verdade com as competições. Os campeonatos mostram o real sabor da vitória. O mais importante é conseguir se manter calmo e conseguir desenvolver seu Jiu-Jitsu diante daquele ambiente caótico. Eu ficava nervoso demais nos primeiros anos de competidor. Isso era um problema para mim e foi difícil de controlar. Eu tinha a opção de desistir de competir, no entanto, meus professores e meus amigos me ajudaram a lidar com a pressão e o nervosismo nos campeonatos. Conforme o tempo passou, aprendi a ficar calmo perante às situações adversas. Assim como a vida, a competição te ensina os altos e baixos e essas experiências foram cruciais para eu amadurecer.</span></p>
<p><strong>Quais foram seus aprendizados no MMA?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu tinha vontade de lutar MMA desde que comecei no Jiu-Jitsu. O meu objetivo não era entrar no UFC, mas me testar e representar o Jiu-Jitsu. A preparação, a perda de peso e todos os demais desafios me mostraram o quanto eu era corajoso e forte mental e fisicamente para alcançar os objetivos. Consegui aplicar no MMA diversas lições que aprendi no Jiu-Jitsu, como lidar com situações adversas e acreditar na vitória até o fim. O MMA, assim como as competições de Jiu-Jitsu, foram fundamentais para o meu crescimento pessoal e profissional. Tenho gratidão eterna aos meus professores por terem confiado em mim e acreditado no meu potencial.</span></p>
<div id="attachment_241831" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241831" class="size-large wp-image-241831" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-1024x957.jpeg" alt="" width="650" height="607" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-1024x957.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-300x281.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-768x718.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-150x140.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-241831" class="wp-caption-text">Fabio Trindade, Romulo Barral, Vinicius Draculino e Gabriel Arges. Foto: Reprodução/Instagram</p></div>
<p><strong>Que benefícios o seu trabalho proporciona à comunidade americana?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sou professor de Jiu-Jitsu para crianças e adultos na Gracie Barra Tarzana, na Califórnia. Além de introduzir os conceitos e as posições do Jiu-Jitsu, ensino técnicas de defesa pessoal a eles, porque é fundamental saber se defender, especialmente nos dias atuais, com o aumento da violência nas ruas. Também iniciei o processo de formação da equipe infantil de competição. Quanto aos adultos, tenho diversos alunos policiais e bombeiros e eles sempre ressaltam a importância do Jiu-Jitsu em situações reais. Também sou professor de um faixa-marrom com autismo. Hoje em dia, ele é meu ajudante na aula das crianças e ele é a primeira pessoa a abrir as portas aos novos alunos, especialmente para aqueles que têm alguma deficiência. A minha experiência e a minha forma de ensinar agregam muito valor à comunidade americana.&nbsp;</span></p>
<p><strong>Quando você percebeu que viveria em prol do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu já pretendia viver do Jiu-Jitsu desde 1998, quando estava na faixa-azul e morava em Manaus. Ainda é difícil viver exclusivamente do Jiu-Jitsu no Brasil. Na época, me dediquei aos estudos e consegui um bom emprego com administração e logística. Mas não era isso o que queria para a minha vida. Eu sonhava em viver do Jiu-Jitsu, foi aí que me mudei para os Estados Unidos e comecei a lutar MMA. Aqui eu percebi o quanto a minha profissão é valorizada e respeitada. Hoje, tenho uma vida confortável como professor e trabalho com o que amo. Tenho a possibilidade de ajudar a minha mãe e os meus outros familiares e isso não tem preço. Paguei um preço alto no decorrer da caminhada, mas valeu a pena.&nbsp;</span></p>
<p><strong>O que te deixa realizado como professor?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A minha principal missão é ensinar o Jiu-Jitsu àquele aluno que é bem tímido, não tem lastro esportivo e de quem a maioria das pessoas duvidaria de seu potencial. Tenho convívio diário com alunos de diversas idades, de crianças a idosos. Sou professor na equipe do Romulo Barral e lá tenho um aluno faixa-preta de 74 anos. Ele começou a treinar aos 65 anos e está toda semana nos treinos. É prazeroso ver o desenvolvimento dos meus alunos. Há uma lição que sempre digo a eles: é bom ser grande, mas é melhor ainda ser uma pessoa boa, ajudar o próximo e ser respeitoso.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-pode-mudar-a-sua-vida-por-fabio-trindade/">Como o Jiu-Jitsu pode mudar a sua vida, por Fabio Trindade</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>How Jiu-Jitsu can change your life, by Fabio Trindade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 20:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabio Trindade does consistent work as a Jiu-Jitsu professor at Gracie Barra Tarzana, led by champions Romulo Barral and Edwin Najmi and based in Los Angeles, California. A four-degree black belt, Fabio teaches classes to children and adults and draws on his experience as a BJJ and MMA fighter to teach the sport&#8217;s key lessons.&#160;&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_241833" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241833" class="size-large wp-image-241833" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-1024x1000.jpeg" alt="" width="650" height="635" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-1024x1000.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-300x293.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-768x750.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05-150x147.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.05.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-241833" class="wp-caption-text">Fabio Trindade is a Jiu-Jitsu professor at Gracie Barra Tarzana. Photo: Reproduction</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.instagram.com/ifabiotrindade/">Fabio Trindade</a> does consistent work as a Jiu-Jitsu professor at Gracie Barra Tarzana, led by champions Romulo Barral and Edwin Najmi and based in Los Angeles, California. A four-degree black belt, Fabio teaches classes to children and adults and draws on his experience as a BJJ and MMA fighter to teach the sport&#8217;s key lessons.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fabio had his first contact with Jiu-Jitsu in 1994, when he was still living in Manaus. He started training to combat the bullying he suffered at school and fell in love with the martial art. &#8220;Today, I have a comfortable life as a teacher and I work with what I love. I have the possibility to help my mother and other family members and that is priceless. I paid a high price along the way, but it was worth it,&#8221; said Fabio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">In a chat with the GRACIEMAG.com team, Fabio Trindade recalled his beginnings in Jiu-Jitsu and listed the greatest lessons he learned from the competitions.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> How did your history in Jiu-Jitsu begin?</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">FABIO TRINDADE:</span></em><span style="font-weight: 400;"> I had my first experience with Jiu-Jitsu in 1994, in Manaus. I was overweight and suffered bullying at school, my nicknames were &#8220;Fabola&#8221; and &#8220;Bolinha de Sabão&#8221;. That made me down and depressed. A friend of mine, Aleks Siqueira, who defended me from the others, already trained Jiu-Jitsu and was a yellow belt at the time. He was the first person who encouraged me to train. I took my first class at Nova União and trained there for three months. However, I left Jiu-Jitsu momentarily to dedicate myself to my childhood dream, which was to be a soccer player. I returned to Jiu-Jitsu in 1997, started training at Associação Monteiro because some friends were part of the team and never stopped.</span></p>
<p><strong>What are the greatest lessons competitions have taught you?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">I often tell my students that you really get to know yourself through competitions. Championships show the real taste of victory. The most important thing is to be able to stay calm and develop your Jiu-Jitsu in that chaotic environment. I was too nervous in the first years of competing. That was a problem for me and it was hard to control. I had the option to give up competing, however, my teachers and my friends helped me deal with the pressure and nervousness at championships. As time passed, I learned to stay calm in the face of adverse situations. Just like life, competition teaches you the ups and downs and these experiences were crucial for me to mature.</span></p>
<div id="attachment_241831" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241831" class="size-large wp-image-241831" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-1024x957.jpeg" alt="" width="650" height="607" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-1024x957.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-300x281.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-768x718.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09-150x140.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-20-at-18.26.09.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-241831" class="wp-caption-text">Fabio Trindade, Romulo Barral, Vinicius Draculino and Gabriel Arges. Photo: Reproduction/Instagram</p></div>
<p><strong>What were your learnings in MMA?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">I had wanted to fight MMA since I started in Jiu-Jitsu. My goal was not to enter the UFC, but to test myself and represent BJJ. The preparation, the weight cut and all the other challenges showed me how brave and strong I was mentally and physically to achieve the goals. I was able to apply in MMA several lessons I learned in BJJ, such as dealing with adverse situations and believing in victory until the end. MMA, as well as Jiu-Jitsu competitions, were fundamental to my personal and professional growth. I have eternal gratitude to my teachers for trusting me and believing in my potential.</span></p>
<p><strong>What benefits does your work provide to the American community?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">I am a Jiu-Jitsu teacher for children and adults at Gracie Barra Tarzana in California. In addition to introducing the concepts and positions of BJJ, I teach them self-defense techniques, because it is essential to know how to defend yourself, especially in this day and age with the increase in street violence. I have also started the process of forming the children&#8217;s competition team. As for adults, I have several police and firefighter students and they always emphasize the importance of Jiu-Jitsu in real situations. I am also a teacher of a brown belt with autism. Nowadays, he is my helper in the children&#8217;s class and he is the first person to open the doors to new students, especially for those who have a disability. My experience and my way of teaching add a lot of value to the American community.</span></p>
<p><strong>When did you realize that you would live for Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">I had already intended to make a living from BJJ since 1998, when I was a blue belt and lived in Manaus. It is still difficult to live exclusively from BJJ in Brazil. At the time, I dedicated myself to my studies and got a good job with administration and logistics. But that was not what I wanted for my life. I dreamed of making a living from BJJ, that&#8217;s when I moved to the United States and started fighting MMA. Here I realized how much my profession is valued and respected. Today, I have a comfortable life as a teacher and I work with what I love. I have the possibility to help my mother and my other family members and that is priceless. I paid a high price along the way, but it was worth it.</span></p>
<p><strong>What makes you fulfilled as a professor?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">My main mission is to teach Jiu-Jitsu to that student who is very shy, has no sports ballast and who most people would doubt his potential. I have daily contact with students of different ages, from children to the elderly. I am a professor in Romulo Barral&#8217;s team and there I have a 74-year-old black belt student. He started training at the age of 65 and is there every week. It&#8217;s a pleasure to see the development of my students. There is a lesson I always tell them: it&#8217;s good to be great, but it&#8217;s even better to be a good person, help your neighbor and be respectful.</span></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/how-jiu-jitsu-can-change-your-life-by-fabio-trindade/">How Jiu-Jitsu can change your life, by Fabio Trindade</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Charles do Bronxs e Beneil Dariush  prometem duelo de gigantes no UFC 289</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2023 21:57:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O brasileiro Charles “do Bronxs” Oliveira estará em ação no UFC 289, a ser disputado no neste sábado, 10 de junho, em Vancouver, no Canadá. Charles se prepara para medir forças com o iraniano Beneil Dariush na luta co-principal do evento. O vencedor do duelo pode se credenciar como próximo desafiante ao cinturão peso leve. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240222" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240222" class="size-full wp-image-240222" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-14-at-17.21.48.jpeg" alt="" width="600" height="424" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-14-at-17.21.48.jpeg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-14-at-17.21.48-300x212.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-14-at-17.21.48-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-240222" class="wp-caption-text">Charles do Bronx vibra após encarada na pesagem cerimonial do UFC 274. Foto: Chris Unger/Zuffa LLC</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O brasileiro Charles “do Bronxs” Oliveira estará em ação no UFC 289, a ser disputado no neste sábado, 10 de junho, em Vancouver, no Canadá. Charles se prepara para medir forças com o iraniano Beneil Dariush na luta co-principal do evento. O vencedor do duelo pode se credenciar como próximo desafiante ao cinturão peso leve. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Charles volta ao octógono cerca de oito meses após sua luta mais recente. Em outubro do ano passado, ele foi finalizado pelo russo Islam Makhachev na disputa pelo cinturão da categoria. O aguardado retorno será contra Dariush, que soma oito vitórias consecutivas e está invicto desde 2018.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Charles e Dariush possuem estilos distintos. Enquanto o brasileiro caça o nocaute ou a finalização a todo momento, o iraniano radicado nos Estados Unidos assume uma postura mais estratégica no octógono. Charles contabiliza 33 triunfos na carreira e apenas três vieram por decisão, o que comprova sua letalidade. Beneil, por outro lado, soma 22 vitórias – cinco nocautes, oito finalizações e nove decisões dos jurados. </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9ckCtAZFM2g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos estilos diferentes, o encaixe técnico entre eles é bem semelhante. Ambos são faixa-preta de Jiu-Jitsu de alto nível e têm a trocação lapidada por treinadores formados pela Chute Boxe, tradicional escola de muay thai. Dariush é aluno de Rafael Cordeiro, um dos líderes da equipe no passado, e Charles é treinado por Diego Lima, professor à frente da escola em São Paulo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Charles é o maior finalizador da história do UFC (16) e tem um Jiu-Jitsu que dispensa apresentações. “Benny”, no entanto, tem um jogo menos plástico, mais eficiente e pragmático. Apesar da iminente superioridade de “do Bronxs” no solo, Dariush, que é faixa-preta de Romulo Barral, tem as credenciais para frear o ímpeto do adversário no setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/oxWg1xGT_Io" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tendência é de um combate parelho e um erro cometido pode ser fatal. Vale destacar que Charles sofreu ao menos um knockdown em suas últimas quatro lutas. Destes adversários apenas Makhachev, após balançar Charles na trocação, partiu para cima no solo e liquidou a fatura ao encaixar um katagatame. Mesmo com a derrota para o russo, foram o comportamento agressivo e o poder de fogo tanto na trocação quanto no solo que coroaram Charles.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Charles e Dariush prometem um duelo eletrizante. E não há como achar diferente, especialmente pelo retrospecto de Charles. O brasileiro varreu a divisão com vitórias avassaladoras sobre Tony Ferguson, Michael Chandler, Dustin Poirier, Justin Gaethje, entre outros e chegou ao topo da divisão. Uma eventual vitória sobre Dariush pode colocá-lo de volta à rota do cinturão. E como há de duvidar do faixa-preta mais letal que já lutou no Ultimate?</span></p>
<p><strong>UFC 289</strong></p>
<p><strong>Vancouver, Canadá</strong></p>
<p><strong>10 de junho de 2023</strong></p>
<p><strong>CARD PRINCIPAL:</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-galo: Amanda Nunes x Irene Aldana</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-leve: Charles do Bronx x Beneil Dariush</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-pena: Dan Ige x Nate Landwehr</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-meio-pesado: Khalil Rountree Jr. x Chris Daukaus</span></p>
<p><strong>CARD PRELIMINAR:</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-médio: Chris Curtis x Nassourdine Imavov</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-pena: Blake Bilder x Kyle Nelson</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-médio: Eryk Anders x Marc-André Barriault</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-mosca: Matt Schnell x David Dvorak</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-pena: Hakeem Dawodu x Lucas Almeida</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-mosca: Jasmine Jasudavicius x Miranda Maverick</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-galo: Aiemann Zahabi x Aoriqileng</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-palha: Maria Oliveira x Diana Belbita</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-meio-médio: Mike Malott x Adam Fugitt</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí fiel, leitor? Qual é o seu palpite para o duelo?</span></p>
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		<title>6 macetes para ser um córner eficiente e vencedor, com Vinicius Draculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 21:52:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O professor Vinicius “Draculino” Magalhães, fundador da famigerada Gracie Barra BH, celeiro formador de craques como Felipe Pena, Romulo, Barral, Claudio Caloquinha “Mattos”, entre outros, viu mais uma aluna sua brilhar na Pirâmide de Long Beach, na Califórnia, no último domingo, 4 de junho. Trata-se da agora tetracampeã mundial Andressa Cintra, que levou o ouro&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_241115" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241115" class="size-large wp-image-241115" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-678x1024.jpeg" alt="" width="650" height="982" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-678x1024.jpeg 678w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-199x300.jpeg 199w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-768x1159.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-1018x1536.jpeg 1018w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54-99x150.jpeg 99w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-17.24.54.jpeg 1060w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-241115" class="wp-caption-text">Andressa Cintra comemora o tetra com o professor Vinicius &#8220;Draculino&#8221; Magalhães. Foto: Tyy Withrow/GRACIEMAG</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O professor Vinicius “Draculino” Magalhães, fundador da famigerada Gracie Barra BH, celeiro formador de craques como Felipe Pena, Romulo, Barral, Claudio Caloquinha “Mattos”, entre outros, viu mais uma aluna sua brilhar na Pirâmide de Long Beach, na Califórnia, no último domingo, 4 de junho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trata-se da agora tetracampeã mundial Andressa Cintra, que levou o ouro no peso médio ao derrotar Thalyta Silva na final por desclassificação. Dracu esteve à beira do tatame para acompanhar e dar conselhos valiosos a sua aluna na Gracie Barra Texas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a disputa do Mundial 2023, o professor Vinicius Draculino compartilhou suas dicas com a equipe do GRACIEMAG.com para você ser um córner eficiente e vencedor no Jiu-Jitsu. Confira a seguir.</span></p>
<h3><strong>1.  Abra mão do ego</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixe sua vaidade de lado e realmente queira a vitória do seu atleta mais do que o holofote de ser córner de um campeão ou campeã. </span></p>
<h3><strong>2. Conheça o jogo do seu atleta</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda a fundo os defeitos e qualidades técnicas do seu atleta e crie uma estratégia técnica a partir desse conhecimento.</span></p>
<h3><strong>3. Acompanhe as regras atuais</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esteja sempre atualizado com as técnicas e tendências do Jiu-Jitsu atual.</span></p>
<h3><strong>4. Saiba quem é a pessoa além do lado lutador</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda a psique do seu atleta a fundo. Saiba incentivar a alma e mente dele ou dela de acordo com isso.</span></p>
<h3><strong>5. Instrua no momento certo</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba a hora de falar e a hora de ficar calado ali na beira do tatame. Tem muito “gritador” hoje em dia e pouco técnico.</span></p>
<h3><strong>6. Encoraje-o a enfrentar os desafios</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixe seu atleta saber que a admiração, respeito e amor por ela ou ele não mudam pela vitória ou derrota. Mas lembre a eles, sempre, que nós nunca aceitaremos frouxidão e derrotismo. Só queremos que deixem tudo e mais um pouco no tatame sempre. Oss!</span></p>
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		<title>Como ter uma pegada mais firme no kimono dos seus oponentes no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 15:22:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! Clique aqui e confira! Fazer pegada não se resume a &#8220;segurar pano&#8221;. Trata-se de um fundamento de técnica ampla e muitos macetes. Bernardo Faria e Rômulo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35992" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/05/romulo-barral-x-bernardo-faria-1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-35992" class="wp-image-35992 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/05/romulo-barral-x-bernardo-faria-1-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/05/romulo-barral-x-bernardo-faria-1-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/05/romulo-barral-x-bernardo-faria-1-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/05/romulo-barral-x-bernardo-faria-1-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-35992" class="wp-caption-text">Barral e Bernardo em foto de John Lamonica.</p></div>
<p><em>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e confira</a>!</em></p>
<p>Fazer pegada não se resume a &#8220;segurar pano&#8221;. Trata-se de um fundamento de técnica ampla e muitos macetes. <a href="https://www.graciemag.com/?s=bernardo+faria" target="_blank" rel="noopener">Bernardo Faria</a> e <a href="https://www.graciemag.com/?s=barral" target="_blank" rel="noopener">Rômulo Barral</a> travam um debate revelador sobre o tema. Você lembra das principais atuações de Fernando Margarida nos campeonatos de Jiu-Jitsu?</p>
<p>Caso negativo, entre na internet e procure por vídeos sobre os combates históricos do faixa-preta. Repare como ele “grampeava” a gola dos adversários com estrangulamentos básicos, finalizando feras como Saulo Ribeiro e Fabio Gurgel. Outro grande exemplo de estrangulador implacável se chama Roger Gracie. Assim como Margarida, Roger reforça a velha máxima: “Se você deixa-lo enfiar a mão na sua gola, já era. Pode dar os três tapinhas”.</p>
<p>Além de muita técnica e preparo físico, há um fundamento primordial (embora subestimado) que contribui bastante para o sucesso desses dois craques mencionados acima: a boa pegada. Trata-se de uma pequena peça dentro de toda a engrenagem do seu Jiu-Jitsu. Uma peça que aparenta não ter grande importância. Porém, se você tirá-la da engrenagem, a máquina estanca. Por outro lado, se você lapidar essa pequena peça, seu Jiu-Jitsu vai alcançar enorme<br />
progresso.</p>
<p>O lutador que possui uma pegada eficiente tem facilidade em diversas situações de um combate. Contra um oponente cascudo, seja na hora de fazer guarda ou passar, muitas vezes não há tempo para você segurar numa boa fatia de pano e se ajeitar. Pois, para quem tem “mãos de alicate”, basta catar um pedacinho de pano e é certo de que dali não soltará mais. Isso é uma vantagem danada, fundamental para o domínio do oponente e impor pressão. Esse é apenas um exemplo. Uma pegada vai otimizar a sua performance em praticamente todas as situações do Jiu-Jitsu com kimono. Ter a habilidade para grampear o pano inimigo é um trunfo para o seu jogo.</p>
<p>Foi por isso que GRACIEMAG convidou dois craques (de escolas rivais) para debaterem sobre esse tema. Rômulo Barral e Bernardo Faria oferecem a seguir todo o conhecimento que adquiriram fazendo pegada entre a elite do Jiu-Jitsu competitivo mundial. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Afinal, pegada é uma questão de força ou de jeito?</strong><br />
<strong><br />
RÔMULO BARRAL:</strong> As duas coisas. Precisamos de força para evitar que estourem nossas pegadas. Precisamos de jeito para sentir o momento certo de relaxar e o momento certo de apertar, essa sensibilidade evita o cansaço. <strong>BERNARDO FARIA:</strong> Concordo. É questão de força e de jeito, porém, mais de jeito do que de força. Pegada não é só segurar no kimono do adversário e fazer força, há muita técnica e detalhes envolvidos, mas sem dúvida a força ajuda bastante.</p>
<p><strong>Quais são as características de uma pegada eficiente? Como alcançá-la?</strong></p>
<p><strong>BARRAL:</strong> Pegada eficiente é a duradoura, a que resiste às tentativas de estouradas e abre espaço para o ataque. Quem faz a melhor pegada, no momento certo, está em vantagem. O segredo para alcançá-la é muito treino.<br />
<strong>FARIA:</strong> Uma pegada forte vem acompanhada de uma técnica boa, então penso que o segredo é o mesmo de sempre: treinar muito e se dedicar muito, tanto na preparação física quanto tecnicamente. Se alguém tiver boas posições e um bom condicionamento físico, naturalmente terá também uma pegada eficiente.</p>
<p><strong>Além do treino de Jiu-Jitsu em si, quais são os exercícios mais proveitosos para desenvolver uma boa pegada?</strong></p>
<p><strong>BARRAL:</strong> Gosto muito de fazer barras com kimono e subir corda. Também gosto de pendurar o kimono na barra e ficar segurando no pano pelo máximo de tempo que conseguir. Isso me ajuda a achar a minha zona de conforto quando vou lutar.<br />
<strong>FARIA:</strong> O mais importante é sempre o treino de Jiu-Jitsu. Vejo muitas pessoas se preocupando além da conta com preparação física e musculação, entre outras coisas, e esquecendo o principal, que é treinar Jiu-Jitsu. Exercícios de musculação com o uso do kimono, fazer barra com kimono e essas coisas podem sim ser um complemento para uma boa pegada. Mas nada é melhor que o próprio treino de Jiu-Jitsu. Fazer pegada tem a ver com a arte de se acostumar à dor. É um fundamento que desgasta músculos, pele e articulações. Às vezes é difícil recuperar a pegada entre uma e  outra luta num campeonato.</p>
<p><strong>Quais são os macetes que melhor funcionam para aliviar rapidamente o desgaste de dedos, mãos, pulsos e antebraços?</strong></p>
<p><strong>FARIA:</strong> A dor é muito comum após a primeira luta, porque o nosso corpo está com aquela adrenalina toda e, às vezes, acabamos nos desgastando demais no combate inicial. O que eu gosto de fazer para me acostumar a isso é tentar treinar cansado na academia. Quando sinto que já estou morto de cansaço, procuro fazer mais um ou dois rolas. Desse jeito me acostumo e aprendo a lidar com esse tipo de situação.<br />
<strong>BARRAL:</strong> Entre uma e outra luta, quando se perde a pegada, o melhor a fazer é uma massagem no antebraço para relaxar os músculos. Durante o treinamento para campeonatos, alongo bastante os meus dedos para evitar as artroses. Massagear a mão também é muito importante e, para aliviar a dor, recomendo colocar água em um balde e encher de gelo. Deixe a mão lá dentro por 20 minutos, é muito bom e ajuda a melhorar as dores.</p>
<div id="attachment_190556" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-190556" class="wp-image-190556 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1.jpg 750w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/barralx-murilo-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><p id="caption-attachment-190556" class="wp-caption-text">Romulo Barral em pegada firme na lapela de Murilo Santana. Foto: Gallerr</p></div>
<p><strong>É recorrente ver lutadores entrando para competir cheios de esparadrapos nos dedos. Até que ponto isso pode prejudicar na hora de fazer pegada durante as lutas?</strong></p>
<p>BARRAL: Acho que não prejudica. Tem gente que gosta de usar, às vezes ajuda um pouco na pegada, não sei&#8230; Uso às vezes para treinar, quando machuco meus dedos. Nas competições, não gosto de esparadrapos.<br />
<strong>FARIA:</strong> Alguns lutadores fazem isso por estarem com os dedos machucados e aí o esparadrapo dá uma aliviada na dor. Outros fazem isso por sentir mais firmeza na pegada com o uso do esparadrapo. Às vezes, quando está muito frio, eu gosto de usar esparadrapo, porque no frio é muito comum machucar os dedos.</p>
<p><strong>É preciso poupar a pegada dias antes da competição?</strong></p>
<p><strong>BARRAL:</strong> Com certeza! Próximo às competições é bom não treinar muito, não resistir às estouradas de pegada durante o treino e tomar muito cuidado com os dedos, porque vai precisar muito deles durante o campeonato.<br />
<strong>FARIA:</strong> Excesso de treinos às vésperas do campeonato é um erro muito comum. Sempre quando vamos competir bate aquela sensação de que não treinamos o suficiente, e ai alguns tentam treinar mais e mais faltando poucos dias para a competição. Meu conselho é dosar a quantidade de treinos a medida que o campeonato se aproxima, para que se possa chegar no dia da luta 100% e sem lesões.</p>
<p><strong>Em que posição é mais difícil para se fazer pegada? Por quê?</strong><br />
<strong><br />
FARIA:</strong> Isso depende de cada atleta. Por exemplo, para um judoca fazer pegada em pé é a coisa mais simples do mundo. Mas para alguém que não sabe judô, fazer pegada em pé pode ser muito difícil e muito desgastante.<br />
<strong>BARRAL:</strong> É muito difícil fazer uma boa pegada na hora de passar uma guarda aberta. Nesse caso, primeiro temos que estourar a pegada do oponente, mas o bom guardeiro faz a pegada novamente, então exige muita velocidade e pressão para se chegar a uma boa pegada para passar a guarda.</p>
<p><strong>Mangas, golas, lapelas, calça, faixa&#8230; Qual parte do kimono é mais difícil para se fazer pegada? Por quê?</strong></p>
<p><strong>BARRAL:</strong> A faixa. Durante a luta a faixa afrouxa, sai, então nunca se pode confiar nessa pegada.<br />
<strong>FARIA:</strong> Também é muito pessoal, é de cada um. Quando o praticante fica um tempo parado, costuma-se dizer que ele “perde a pegada”.</p>
<p><strong>Quais são as dicas para essa retomada, o famoso “recriar calos na mão”?</strong><br />
<strong><br />
BARRAL:</strong> Ficou parado, a mão perde os calos, a pele afina e a pegada fica fraca. A volta é cruel, os dedos ficam ralados na carne mesmo. Para recriar os calos, só voltando ao treino. Tem que segurar a dor da volta até se acostumar novamente e criar novos calos.<br />
<strong>FARIA:</strong> Não se perde só a pegada, perde-se todo o condicionamento físico específico para o Jiu-Jitsu, e isso reflete bastante na pegada, porque no Jiu-Jitsu com kimono usamos as pegadas todo o tempo. Acho que o cara que estava parado tem que voltar aos poucos, sem se forçar muito no início para evitar as lesões. Na mesma medida que o gás e a movimentação vão voltando, as pegadas voltam também.</p>
<div id="attachment_188170" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/IMG_3114-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-188170" class="wp-image-188170 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/IMG_3114-3.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/IMG_3114-3.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/IMG_3114-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/IMG_3114-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-188170" class="wp-caption-text">O estrangulamento de Bernardo Faria com pegadas fixas no pano. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>Até que ponto o psicológico do lutador pode influenciar na pegada? Tipo, lutadores inseguros tendem a não ter firmeza nas mãos? E os que têm medo são aqueles que não soltam o pano do kimono de jeito nenhum, perdendo mobilidade, gastam força e se tornam amarrões?</strong></p>
<p><strong>BARRAL:</strong> O psicológico pode afetar em tudo e a pegada não fica de fora. Você pode ter treinado, subido corda, feito barras com kimono, pode ter feito tudo certinho, mas se na hora ficar nervoso, achar que a pegada vai acabar, isso vai acontecer. Às vezes a pessoa fica com medo de perder a pegada boa, aí usa muita força e a pegada vai embora. Sem pegada, o lutador não tem nem condição de segurar a luta no momento oportuno.<br />
<strong>FARIA:</strong> O psicológico está muito ligado ao condicionamento físico, sim, então está ligado à pegada também. Quando o atleta fica nervoso para competir, com muita adrenalina, acaba se desgastando demais nas lutas. Vejo muitos atletas assim por medo de perder ou pelo famoso medo de fazer feio no campeonato. Minha dica é tentar relaxar e pensar que todo mundo perde, só perde quem luta, então tentem apenas dar o máximo e fazer tudo o que puderem durante a luta. O resultado vai ser consequência da dedicação de cada um.</p>
<p><strong>Você tem algum macete para não deixar o adversário quebrar a sua pegada? Tem algum </strong><strong>macete para quebrar a pegada do adversário?<br />
</strong><br />
<strong>BARRAL:</strong> O que eu tento é antecipar a segunda pegada. Quando sinto que a pegada vai ser quebrada, uso a velocidade e procuro a segunda pegada para não deixar meu adversário me controlar. Quem tem a pegada melhor está em vantagem e vai estar na frente. O que eu uso para quebrar a pegada são pequenos movimentos de explosão, o famoso puxa-empurra.<br />
<strong>FARIA:</strong> Procuro sempre tentar me antecipar à pegada dos adversários, porque se você deixar ele se ajeitar e fazer todas as pegadas, acaba ficando um passo atrás dele.</p>
<p><strong>É comum num campeonato você dar o comando para a mão soltar ou apertar o pano e (em função do desgaste) ela não obedecê-lo? Como agir numa hora dessas?<br />
</strong><br />
<strong>BARRAL:</strong> Acho que é comum em lutas muito duras, que exigem muito da pegada. É preciso relaxar e achar uma posição de conforto, que não vá trazer perigo e dar uma relaxada nas mãos e antebraço.<br />
<strong>FARIA:</strong> Acredito que isso acontece quando o atleta se cansa, aí sim acontece isso, a cabeça quer lutar mas o corpo não aguenta mais. Nessas horas, se desesperar só vai piorar a situação. O melhor é tentar se defender e não se desesperar em momento algum, porque o desespero vai te desgastar mais ainda. E para o próximo campeonato, tente se dedicar ainda mais, para que isso não aconteça de novo. Caso aconteça, que aconteça para você e o seu adversário ao mesmo tempo (risos)!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MÁRCIO ANDRÉ ENSINA COMO TREINAR AS PEGADAS" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/p9zRIhmkIc0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-ter-uma-pegada-mais-firme-no-kimono-dos-seus-oponentes-no-jiu-jitsu/">Como ter uma pegada mais firme no kimono dos seus oponentes no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Romulo Barral teaches triangle details at Alliance Acqua</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 19:13:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>One of the biggest names in the competitive BJJ scene, Romulo Barral recently shared some of his sharp guard and submission techniques at Prof. Thiago Arimura&#8217;s Alliance Acqua. And one precious piece of this content has been made available to Graciemag readers wishing to improve their bottom game. The detail highlighted concerns the employment of the triangle&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212929" style="width: 954px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/rom.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212929" class="size-full wp-image-212929" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/rom.jpg" alt="" width="944" height="616" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/rom.jpg 944w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/rom-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/rom-768x501.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/rom-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 944px) 100vw, 944px" /></a><p id="caption-attachment-212929" class="wp-caption-text">Rominho relays some fine triangle adjustments. </p></div>
<p>One of the biggest names in the competitive BJJ scene, Romulo Barral recently shared some of his sharp guard and submission techniques at Prof. Thiago Arimura&#8217;s Alliance Acqua. And one precious piece of this content has been made available to Graciemag readers wishing to improve their bottom game.</p>
<p>The detail highlighted concerns the employment of the triangle starting from the spider guard, one of Romulo&#8217;s favorite positions. He shows the move, already expecting his opponent&#8217;s defense, setting up the next move. With his leg pointing up like a slingshot, Romulo applies the triangle and explains the adjustment details in order to squeeze with lots of pressure, even if his opponent&#8217;s arm isn&#8217;t on the inside of the lock.</p>
<p>Watch it here:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jiu-Jitsu: Romulo Barral ensina detalhes do triângulo na Alliance Acqua" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/pqJBYRc-P4c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/romulo-barral-teaches-triangle-details-at-alliance-acqua/">Romulo Barral teaches triangle details at Alliance Acqua</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Romulo Barral ensina armlock da guarda-aranha na Alliance Acqua</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 15:32:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecido por suas técnicas avanças da guarda, o professor Romulo Barral foi convidado para dividir um pouco dessas com os alunos da Alliance Acqua, nossa GMI em São Paulo sob comando do professor Thiago Arimura. No seminário, recheado de detalhes técnicos, não podiam faltar as posições da guarda-aranha, técnica que Barral domina como poucos. Em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212641" style="width: 1232px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/barral.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212641" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/barral.jpg" alt="" width="1222" height="748" class="size-full wp-image-212641" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/barral.jpg 1222w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/barral-300x184.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/barral-768x470.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/barral-1024x627.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/barral-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1222px) 100vw, 1222px" /></a><p id="caption-attachment-212641" class="wp-caption-text">Barral arma sua arapuca para pegar o braço do adversário. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Conhecido por suas técnicas avanças da guarda, o professor Romulo Barral foi convidado para dividir um pouco dessas com os alunos da Alliance Acqua, nossa GMI em São Paulo sob comando do professor Thiago Arimura.</p>
<p>No seminário, recheado de detalhes técnicos, não podiam faltar as posições da guarda-aranha, técnica que Barral domina como poucos. Em uma das posições, Barral mostrou a opção quando o oponente bloqueia a perna oposta da aranha, que serve como pêndulo para algumas raspagens e finalizações.</p>
<p>O braço do inimigo que segura a perna acaba por ficar exposta, e Romulo aproveita a chance para atacar. O braço já esticado é jogado para baixo da axila, e com a perna solta esta vai por cima da cabeça, atacando no armlock.</p>
<p>Confira os detalhes da posição no vídeo abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Romulo  Barral ensina armlock da guarda-aranha na Alliance Acqua" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/GhnCgwpZgos?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/romulo-barral-ensina-armlock-da-guarda-aranha-na-alliance-acqua/">Romulo Barral ensina armlock da guarda-aranha na Alliance Acqua</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>BJJ: Romulo Barral teaches two armbars from the De la Riva</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 22:50:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>This one&#8217;s for you who finds themselves with few options for finishing from the guard. In this exclusive lesson by Romulo Barral for Graciemag, the five-time world champion teacher shows two armbars starting from the De la Riva. In the first one, Romulo advances the DLR hook and sweeps to attack the arm. In the&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_211449" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211449" class="size-large wp-image-211449" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-1024x660.jpg" alt="" width="650" height="419" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-1024x660.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-300x193.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-768x495.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-150x97.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral.jpg 1154w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-211449" class="wp-caption-text">Rominho.</p></div>
<p>This one&#8217;s for you who finds themselves with few options for finishing from the guard. In this exclusive lesson by Romulo Barral for Graciemag, the five-time world champion teacher shows two armbars starting from the De la Riva.</p>
<p>In the first one, Romulo advances the DLR hook and sweeps to attack the arm. In the second one, with his opponent avoiding the sweep, Romulo uses his opponent&#8217;s momentum to suspend and attack with a nice-looking armbar.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Romulo Barral ensina dois armlocks partindo da guarda De la Riva no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/PlnwSL7O6uE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjj-romulo-barral-teaches-two-armbars-from-the-de-la-riva/">BJJ: Romulo Barral teaches two armbars from the De la Riva</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Romulo Barral ensina 2 armlocks partindo da guarda De la Riva no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 14:15:47 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_211449" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211449" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-1024x660.jpg" alt="" width="650" height="419" class="size-large wp-image-211449" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-1024x660.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-300x193.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-768x495.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral-150x97.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/barral.jpg 1154w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-211449" class="wp-caption-text">Rominho com o ataque no armlock. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Essa é para você, atleta e praticante de Jiu-Jitsu, que está com poucas opções de finalização da guarda. Na posição exclusiva de Romulo Barral para a GRACIEMAG, o professor pentacampeão mundial ensinou dois armlocks partindo da guarda De la Riva.</p>
<p>Na primeira, Romulo avança o gancho da De la Riva e raspa, para atacar no braço. Na segunda, com o oponente evitando a raspagem, Romulo usa o embalo do adversário para suspender e atacar num armlock plástico.</p>
<p>Confira o vídeo abaixo e  prepare-se para o super seminário do ídolo Romulo Barral na belíssima academia Alliance Acqua, na Mooca, em São Paulo, às 20h do dia 26 de outubro (sexta-feira).  Não deixe de garantir sua vaga nesta aula de luxo! O evento é aberto a todas as equipes, e para garantir o seu ingresso fale com o professor GMI Thiago Arimura pelo Whatsapp (11) 96923-0946 ou pelo Instagram <a href="https://www.instagram.com/thiagoarimura/" target="_blank" rel="noopener">@thiagoarimura</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Romulo Barral ensina dois armlocks partindo da guarda De la Riva no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/PlnwSL7O6uE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/romulo-barral-ensina-2-armlocks-partindo-da-guarda-de-la-riva-no-jiu-jitsu/">Romulo Barral ensina 2 armlocks partindo da guarda De la Riva no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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