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	<title>Roberto Gordo | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Roberto Gordo | Graciemag</title>
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		<title>Gripp e os degraus da construção de um professor, do primeiro treininho ao ensino internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:39:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Cada mestre deixou uma marca na minha carreira. Cada aluno também. No fim, assim como um faixa-preta não deixa de evoluir, um professor nunca para de aprender", ensina Lucas Gripp.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246527" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Roberto-Gordo-e-Lucas-Gripp.jpeg" alt="" width="969" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Roberto-Gordo-e-Lucas-Gripp.jpeg 969w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Roberto-Gordo-e-Lucas-Gripp-284x300.jpeg 284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Roberto-Gordo-e-Lucas-Gripp-768x812.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Roberto-Gordo-e-Lucas-Gripp-142x150.jpeg 142w" sizes="(max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>
<p>Aos 12 anos, enquanto ainda cursava o ensino fundamental em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, Lucas Gripp deu os primeiros passos no Jiu-Jitsu sem imaginar que, anos depois, faria da arte suave sua profissão e levaria seu trabalho até os Estados Unidos.</p>
<p>O primeiro contato com o esporte ocorreu graças ao incentivo de um familiar. A partir daquele momento, iniciou seus treinamentos na Academia CAF, no centro de Friburgo, sob a orientação do mestre Flávio Serafin, o Pintinho.</p>
<p>Durante os primeiros anos de formação, foi graduado às faixas laranja, azul e roxa. Mais do que ensinar técnicas, Serafin apresentou os princípios fundamentais da modalidade, construindo a base que acompanharia Lucas durante a carreira.</p>
<p>Quando Flávio Serafin passou a integrar um projeto esportivo nos Emirados Árabes Unidos, desenvolvendo o Jiu-Jitsu em parceria com escolas e o exército local, Lucas iniciou uma nova etapa sob a orientação do mestre Pedro Monnerat.</p>
<p>Foi nesse período que sua visão sobre o esporte começou a amadurecer. Sob a liderança de Pedrinho, conquistou a faixa-marrom e, em 2020, recebeu a faixa-preta, consolidando oficialmente uma trajetória construída ao longo de mais de uma década de dedicação aos tatames.</p>
<p>Três anos depois, em dezembro de 2023, recebeu o primeiro grau na preta, reconhecimento que simboliza sua continuidade e evolução dentro da modalidade.</p>
<p>Mas sua história como professor começou antes mesmo da graduação máxima. Em 2018, ainda como faixa-marrom, recebeu de Pedro Monnerat o convite para assumir uma pequena turma na academia Gordo Jiu-Jitsu de Nova Friburgo. A experiência despertou uma vocação que mudaria sua vida.</p>
<p>“Ensinar me fez enxergar o Jiu-Jitsu de uma maneira completamente diferente”, recorda Lucas. “Quando você precisa explicar o movimento para outra pessoa, passa a estudar muito mais os detalhes. Cada aluno aprende de uma forma diferente, e isso me fez perceber que ser professor exige muito mais do que saber o movimento.”</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245925" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp.jpg" alt="" width="820" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp.jpg 820w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-300x281.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-768x719.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-150x140.jpg 150w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></p>
<p>Entre 2018 e 2025, Lucas dedicou-se à formação de crianças, adolescentes, adultos, mulheres e idosos, ao ministrar aulas em grupo e treinamentos particulares. O contato diário com perfis tão diferentes, em sua visão, contribuiu para o desenvolvimento de uma metodologia própria, baseada na observação, na escuta e na adaptação do ensino às necessidades de cada aluno.</p>
<p>Paralelamente ao trabalho no tatame, buscou aperfeiçoar sua formação participando de cursos, seminários e encontros com alguns dos principais nomes do Jiu-Jitsu brasileiro. Ao longo desse processo, teve contato com professores como Leão Teixeira, Antônio Braga Neto, Fernando Tererê, Hélio Soneca, Leonardo Leite, Delson Pé de Chumbo, Vagner Rocha, Celsinho Venícius e outros.&nbsp;</p>
<p>Cada experiência acrescentou novas perspectivas sobre ensino, liderança e formação de atletas: “Nunca procurei copiar a metodologia de ninguém. Sempre tentei entender o que havia de melhor em cada professor e adaptar esses aprendizados à minha realidade. Minha forma de ensinar foi construída dessa maneira: estudando, observando e aprendendo diariamente com os alunos&#8221;, analisa Gripp.</p>
<p>Ao longo dos anos, Lucas passou a compreender que o papel de um professor vai muito além da transmissão de técnicas.<br />
Sua metodologia prioriza atenção aos detalhes, comunicação clara, respeito ao ritmo individual de aprendizagem e desenvolvimento do controle emocional, aspectos que considera fundamentais tanto para quem busca a defesa pessoal quanto para aqueles que competem em alto rendimento.</p>
<p>Essa construção chamou a atenção da escola matriz da Gordo Jiu-Jitsu, uma das mais renomadas escolas da modalidade no Brasil e no mundo.</p>
<p>Em 2025, recebeu o convite de mestre Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa para integrar o quadro de professores da matriz da academia, em Weston, Flórida. O convite foi resultado de um conjunto de fatores: sua trajetória como atleta, a experiência acumulada como professor, o conhecimento técnico adquirido ao longo dos anos e sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento da equipe.</p>
<p>“A escolha pelo Lucas passou por alguns processos: ser aluno de um aluno, seu conhecimento técnico e conhecimento de gestão, mesmo que ele não tivesse a obrigação de colaborar nisso. Anos antes, conheci o Lucas pelo Pedrinho, que sempre fez elogios ao seu caráter e sua conduta”, diz Roberto Gordo.</p>
<p>Desde dezembro de 2025, Lucas atua nos Estados Unidos formando praticantes de diferentes idades e nacionalidades, levando consigo mais de duas décadas de experiência no esporte.<br />
Para ele, a essência do trabalho permanece a mesma, independentemente do país.</p>
<p>“O idioma pode mudar, a cultura pode mudar, mas o objetivo continua igual: ajudar cada aluno a evoluir. O Jiu-Jitsu tem a capacidade de transformar pessoas, e acredito que o papel do professor é facilitar esse caminho.”</p>
<p>Hoje, olhando para a própria trajetória, Lucas entende que sua formação não foi construída apenas pelas graduações conquistadas ou pelos anos de treino, mas principalmente pelas pessoas que cruzaram seu caminho e pelos alunos e professores que ajudaram a moldar sua forma de ensinar.</p>
<p>“Cada mestre deixou uma marca na minha carreira. Cada aluno também. No fim, assim como um faixa-preta não deixa de evoluir, um professor nunca para de aprender&#8221;, ensina Lucas Gripp.</p>
<p>Saiba mais sobre <a href="https://www.instagram.com/gripplucasbjj/" target="_blank" rel="noopener">o professor, aqui.</a></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-246528" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Gordo-BJJ-Gripp.jpeg" alt="" width="965" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Gordo-BJJ-Gripp.jpeg 965w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Gordo-BJJ-Gripp-283x300.jpeg 283w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Gordo-BJJ-Gripp-768x815.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/07/Gordo-BJJ-Gripp-141x150.jpeg 141w" sizes="(max-width: 965px) 100vw, 965px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/lucas-gripp-e-os-degraus-de-crescimento-de-um-professor-de-jiu-jitsu-da-faixa-branca-ate-o-ensino-nos-eua/">Gripp e os degraus da construção de um professor, do primeiro treininho ao ensino internacional</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Uma homenagem aos monstros do 1º Mundial de Jiu-Jitsu, em 1996</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:11:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>À época do 1º Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu, realizado no Rio em fevereiro de 1996, GRACIEMAG ainda era um jornal preto e branco, o UFC realizava sua nona edição e você provavelmente era faixa-branca. E todos tínhamos 30 anos a menos. No entanto, os grandes astros da faixa-preta já estavam lá. Feras como Fabio Gurgel,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67866" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-67866" class="wp-image-67866 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/01/Tijuca-tC3AAnis-clube-1.jpg" alt="" width="580" height="386" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/01/Tijuca-tC3AAnis-clube-1.jpg 580w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/01/Tijuca-tC3AAnis-clube-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/01/Tijuca-tC3AAnis-clube-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /><p id="caption-attachment-67866" class="wp-caption-text">O Tijuca Tênis Clube, o berço do Jiu-Jitsu esportivo no Rio. Foto: Arquivos GRACIEMAG.com</p></div>
<p>À época do 1º Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu, realizado no Rio em fevereiro de 1996, GRACIEMAG ainda era um jornal preto e branco, o UFC realizava sua nona edição e você provavelmente era faixa-branca. E todos tínhamos 30 anos a menos.</p>
<p>No entanto, os grandes astros da faixa-preta já estavam lá. Feras como Fabio Gurgel, Murilo Bustamante, Amaury Bitetti, Saulo Ribeiro, Royler Gracie, Roberto Roleta, Wallid Ismail, Ricardo Libório, Roberto Gordo, Mario Sperry e outros, que desbravaram os caminhos do esporte.</p>
<p>Relembre, neste clipe marcante, algumas das técnicas usadas no Mundial 1996, e comente: você sente saudade de algo?</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Very First World Jiu-Jitsu Championship: 1996 Mundial" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/Zt8BbJtnsJA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-jiu-jits-uma-homenagem-aos-monstros-do-1o-mundial-de-jiu-jitsu/">Uma homenagem aos monstros do 1º Mundial de Jiu-Jitsu, em 1996</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Na Flórida, Lucas Gripp analisa como o Jiu-Jitsu une pessoas de diferentes origens e nacionalidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 14:59:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>"O Jiu-Jitsu nos faz conhecer lugares novos e pessoas. Aqui, tenho essa oportunidade pessoal. E não apenas como competidor, mas como professor. Por vezes, ao ensinar uma posição, olho ao redor e vejo pessoas de diversas nacionalidades, todos juntos e unidos em prol da arte suave. Essa energia é muito boa e me revigora", diz professor Lucas Gripp.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245925" style="width: 830px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245925" class="wp-image-245925 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp.jpg" alt="Lucas Gripp com seu mestre Roberto Gordo, na academia nos EUA. Foto: Divulgação" width="820" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp.jpg 820w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-300x281.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-768x719.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/Gordo-e-Gripp-150x140.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /><p id="caption-attachment-245925" class="wp-caption-text">Lucas Gripp com seu mestre Roberto Gordo, na academia nos EUA. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Praticante de Jiu-Jitsu há mais de 20 anos, o professor Lucas Gripp tornou-se mestre em Administração e Finanças, e costuma pregar que custo é diferente de investimento. Foi assim que o faixa-preta trocou a Gordo Jiu-Jitsu de Nova Friburgo e zarpou para afiar seus conhecimentos de captação de alunos, marketing e negociações na Gordo Jiu-Jitsu Weston, nos Estados Unidos.</p>
<p>Que desafios o professor tem encontrado após partir para ensinar na Flórida? Nossa equipe foi descobrir, para os leitores e leitoras do GRACIEMAG.com. Oss!</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Que decisões motivaram você a partir com tudo para ensinar na Gordo Jiu-Jitsu USA, na Flórida?</strong></p>
<p><strong>LUCAS GRIPP:</strong> Só havia benefícios. Buscar a evolução técnica e a troca de conhecimentos são aspectos fundamentais para mim. Estar aqui com o mestre Roberto Gordo vai me acrescentar muito, afinal ele não é somente um campeão experiente – ele faz parte da história do Jiu-Jitsu. Aprendo diariamente com os detalhes técnicos e os pontos de vistas que ele traz. Além disso, para mim é uma honra poder somar com meus conhecimentos ao trabalho que eles fazem aqui no quartel-general.</p>
<p><strong>Outro objetivo era estar mais perto das competições internacionais, certo?</strong></p>
<p>Exatamente. O Jiu-Jitsu nos faz conhecer lugares novos e pessoas. Aqui, tenho essa oportunidade pessoal. E não apenas como competidor, mas como professor. Por vezes, ao ensinar uma posição, olho ao redor e vejo pessoas de diversas nacionalidades, todos juntos e unidos em prol da arte suave. Essa energia é muito boa e me revigora.</p>
<p><strong>O que vocês têm treinado juntos por aí? Alguma novidade?</strong></p>
<p>Mestre Gordo sempre soube formar muitos campeões mundiais, e quando observo sua metodologia de ensino de perto, isso me ajuda a desenvolver e lapidar minha própria maneira de transmitir conhecimento. Aqui a grade de aulas é bem completa e pensada no nível de cada classe. Não posso dizer que existe o foco total em apenas uma posição ou cenário da luta. Diariamente temos um momento voltado para quedas, e outro para técnicas de solo, acho isso importante.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/reel/DVRseEziRem/?igsh=cDZ5OGNycHh0aHEy" target="_blank" rel="noopener">Confira uma técnica ensinada por Gripp e Gordo, no Instagram, aqui.</a></p>
<p><strong>E como você tem mantido o contato com a academia no Brasil, em Friburgo, no Rio?</strong></p>
<p>Acompanho sempre a equipe pelas redes e pelos grupos de mensagens. Por vezes converso com alguns amigos e alunos, mas sempre que posso tento contato com o meu mestre, Pedro Monnerat. Aprendi muito lá, minhas primeiras oportunidades como professor foram na Gordo Jiu-Jitsu Nova Friburgo, tenho imenso respeito e admiração pelas minhas origens.</p>
<p><strong>O que tem impressionado você nos Estados Unidos?</strong></p>
<p>A diversidade na faixa etária dos alunos e como isso ajuda no desenvolvimento geral do grupo. Desde os pequenos e adolescentes, divididos em três grupos de idades – comandados pelo professor Kion – até alunos adultos e idosos. No dia a dia, podemos perceber cada vez mais como o Jiu-Jitsu ajuda cada um com seus desafios pessoais, seja desenvolver a coordenação motora, seja equilibrar seu nível de estresse, ou mesmo na arte de fazer amigos.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/na-florida-lucas-gripp-analisa-como-o-jiu-jitsu-une-pessoas-de-diferentes-origens-e-nacionalidades/">Na Flórida, Lucas Gripp analisa como o Jiu-Jitsu une pessoas de diferentes origens e nacionalidades</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:27:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de competição.</em></p>
<p>Aprenda com ele. E assine nossa <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener">revista digital para ler artigos como este. Oss!</a></p>
<p><em><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7271 aligncenter" title="Saulo e pai site" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg" alt="" width="480" height="312"></a><br />
</em></p>
<p>Todo dolorido. Foi assim que eu acordei no domingo, 28, último dia do sétimo Mundial de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Peguei o meu kimono para ir para o Tijuca Tênis Clube pensando o seguinte: se hoje fosse um dia normal, a possibilidade de eu ir treinar era zero. Ia fazer um rango no restaurante Guaranamania, deitar e descansar. Tava na maior lombra.</p>
<p>Ao mesmo tempo, eu tinha de ir trabalhar, correr atrás do título que ainda não possuía, o de campeão absoluto. Fiz a minha parte ontem, venci três lutas e estou classificado para a final, mas não foi fácil.</p>
<p>Na verdade, depois da minha segunda luta, contra o [Roberto Corrêa] Gordo, sentei no chão ao lado do tatame muito puto. Fiz preparação física nos últimos meses, achava que estava numa forma ótima, mas no meio da luta eu tava morto.</p>
<p>Eu sabia que a minha luta com o “Careca” ia ser difícil, sempre é. Ao contrário da garotada nova que tem por aí, ele não erra, não dá esgrima e a gente se equivale tecnicamente. Mas quando eu abri vantagem no início, e quando ele me deu a perna direita e tomou um kouchi-gari, achei que a luta tava ganha. De repente, ele tinha trancado as pernas nos meus joelhos, e eu fui raspado. Puxei o ar e não veio nada, e me segurei para não transparecer meu desespero. Fechei a guarda e, antes do fim, quando fui para a minha raspagem, ele cresceu o olho no crucifixo, como sempre, e fiz mais dois pontos.</p>
<blockquote><p>Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você esteve ali antes&#8221; Saulo Ribeiro</p></blockquote>
<p>Tinha vencido, mas estava revoltado com o meu mau condicionamento. E fiquei me perguntando o porquê. Remoí isso durante o resto do dia, e só hoje de manhã achei a explicação: falta de ritmo de competição. No meu melhor ano, 98, eu lutava campeonato quase todos os finais de semana. De Jiu-Jitsu ou judô, pequeno ou grande, não queria saber. Desde 99, só tenho lutado o Mundial e o ADCC. É isso. Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você tiver estado ali antes. E quanto mais você competir, mais você vai conhecer o seu corpo.</p>
<p>Chegar no ginásio do Tijuca é sempre bom. Foi lá que, desde 96, venci cinco campeonatos mundiais. Claro que é problemático lembrar que ano passado – único ano em que fui derrotado –, nessa mesma hora, eu estava na mesma situação: tinha chegado à final do absoluto, mas ia tentar lutar o meio-pesado para ser campeão. A experiência tinha me ensinado que eu não podia cair no mesmo erro, partir para dentro dos caras do peso feito um louco e ficar no bagaço para as finais.</p>
<p>Até hoje ainda acho que eu não perdi o campeonato para o [Fernando Pontes] Margarida, durante a final. Eu perdi antes. Para o [Flávio Almeida] Cachorrinho, na semifinal. Apesar de ter vencido a luta, ele me matou. Que cara forte! Se ele não desse a esgrima, ia ser o cara mais difícil de ser vencido de todos. Eu não sei como ele perde para o Margarida, se ele é muito mais forte.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7277 aligncenter" title="DSC_0076" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076-e1268508289939.jpg" alt="" width="312" height="480"></a></p>
<p>Esse ano, meu plano era outro: vencer o peso sem me cansar muito. E, na área de aquecimento, como tava de baia, ia poder ver todo mundo antes de eu lutar. O Erik [Wanderley] foi chamado. Era hora de olhar o inimigo contra um cara mais fraco. Ele certamente vai usar todas as suas armas mais fortes para acabar logo o serviço. No meio da luta, alguém chega e pergunta: “Vai de moto para casa?”. “Claro, trouxe até o capacete”, brinco, sem deixar claro que, na verdade, aquela Honda Biz de prêmio para o campeão era o que menos importava.</p>
<p>Continuo prestando atenção. Ele mete a mão direita por cima, é candidato a tomar um ipon-seoi. Tomou uma queda. É outro cara bom e forte, mas, por baixo, dá a esgrima. Eu sei que ele vai vencer, provavelmente chegar à final, então reparo mais. Em pé, outro trejeito. Ele finge que vai puxar para a guarda e coloca a perna direita na frente para atacar. Pode tomar um ouchi-gari. Essa vai ser a estratégia.</p>
<p>11:00. Já estou há quase uma hora esperando, e minha luta se aproxima. De repente, noto um movimento na entrada do ginásio. Corro os olhos à procura do motivo e me surpreendo. É o Rickson. Veio fazer uma visita surpresa. A responsabilidade aumentou. O homem vai ver se tenho feito direito o dever de casa. Acompanho o bicho e penso alto: “O cara é foda. Dá para sentir a sua energia”.</p>
<p>A presença de Rickson, Royler, Renzo no estádio e alguns erros que vejo os caras cometendo nas lutas me faz refletir no suporte que esses caras me deram, me poupando de muitos desses erros. A versatilidade do Royler, sempre apto a fazer qualquer tipo de jogo; por cima, por baixo, em pé, no chão. O Renzo, que mesmo quando morre no gás nas lutas, ninguém consegue fazer nada com ele, o que prova ainda mais a sua técnica. E o Rickson, que quando treina contigo parece que tem 200kg. Procuro aprender o que cada um deles tem de melhor, adaptar isso no meu jogo.</p>
<p>Volto a prestar atenção nas disputas. No ringue mais próximo, o da esquerda, [Ricardo] De la Riva vai lutar. É uma incógnita. Só dará para saber como ele vai se sair depois da primeira bufada. Voltar após nove anos é complicado. Depois de um [ano] já é foda. Uma torcida grande grita para ele. Maneiro o cara ter um carisma assim. Ele vence bem, e volta para a área de aquecimento. Vou cumprimentá-lo, e ele me parabeniza, aproveitando para elogiar o Royler. Dá para sentir que não é falsidade, esse cara é gente fina mesmo. Tem uma humildade muito grande. Mesmo se perder, continua sendo campeão.</p>
<p>Vejo a luta do Fábio Nascimento, o cara que vou enfrentar de primeira. Ele raspa o outro na meia-guarda. Ontem, na primeira luta do absoluto, ele me levantou assim. Mas eu pensei: “Me recuso a ir nessa”, e atochei o peso.</p>
<p>A minha hora não chega e por mais que queira me concentrar, fiquei mais é vendo as outras categorias, analisando os caras que estão aparecendo. Não sei porque, penso numa luta do Pé de Chumbo com o “Jaca”. Essa ia ser boa de ver. Os caras são muito preparados e fazem força sem cerimônia&#8230; No ringue que o De la Riva lutou, agora o [Marcelo] Pupo tava vencendo uma luta da categoria leve. Reparo como ele melhorou. Antigamente ele era fraco, mas agora, não perde posição, distribui o peso melhor. Pode surpreender e ser campeão.</p>
<blockquote><p>Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: &#8216;Assim ele facilita o trabalho da diretoria'&#8221;</p></blockquote>
<p>Fiz a minha primeira luta, e venci por pontos. Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: “Assim ele facilita o trabalho da diretoria”. Com esse erro, eu sabia que ia ser difícil perder. E venci. No meio da luta, ele fez uma pegadinha chata na minha perna, me prendeu na meia-guarda. Depois eu estudo isso melhor, penso. Vou lá cumprimentar meu pai, minha mulher, o pessoal que veio torcer por mim. Por mais que eu esteja focado na competição, tenho que dar uma atenção para quem tá sempre comigo.</p>
<p>Voltei então para a área de aquecimento, mas agora o tempo passava mais rápido. Quando Frédson e De la Riva se preparavam para lutar a semifinal do pena, eu já estava voltando para o outro lado, onde ia lutar a semifinal. Pensei na luta deles: meu coração está com o Frédson, que é de Manaus e da Gracie Barra, mas acredito na vitória do De la Riva. É mais técnico. E, nessa hora, se eu não acreditar mais na técnica, vou acreditar em quê?</p>
<p>Na espera para a semifinal, vejo o Pé de Pano – meu adversário na decisão do absoluto – chegando na área de luta. Com um tamanho desse, um peso desse e umas pernas dessas, não dá para pensar boa coisa. Ele vem falar comigo, porque a gente tinha meio que se comprometido de não lutar. Mas em um caso desses não tem jeito, e eu sei disso. É o título que os dois tão querendo, e qualquer pacto agora fica de lado. Os dois vão dar tudo, sem cerimônia.</p>
<p>Entro para lutar com o [Marcel] Louzado, do Godói. No início da luta, eu faço os dois pontos que vão me garantir a vitória, com uma ida para as costas em pé. Novamente, minha tática funciona. Eu tinha visto na luta anterior, contra o [mineiro Vinícius Antunes] Wallid, que ele entra de o-chi-gari. Deixei então minha perna direita na frente, de isca, e quando ele entrou, tirei a perna, agarrei na dele e fui para as costas. Ele tentou correr atrás, mas eu tava na final, e sabia disso. E a situação dele foi piorando no decorrer da luta.</p>
<p>Mal o juiz levanta o meu braço, uma surpresa de merda. Enquanto eu tava lutando, meu irmão tinha se machucado no ringue ao lado, e me avisaram. Chorando, ele era atendido pelos médicos e tava fora da briga.</p>
<p>Faltavam três horas para o início das finais. A única coisa que vinha na minha cabeça era o seguinte: comer ou não comer?</p>
<p><strong>Intermissão</strong><br />
17:00. Chegou a hora. Eles anunciam a ordem das finais. O absoluto primeiro. Pensei bem, coloquei a realidade na balança e pedi para trocar. Era arriscado demais. Posso cansar muito, perder para o Pé e fazer uma luta ruim no meio-pesado, perigando ficar sem os dois títulos. Lutando o meio-pesado primeiro eu teria mais chances de garantir ao menos um título. E podia ganhar mais confiança para a final do absoluto.</p>
<p>A luta contra o Erik foi dentro do previsto. Ele colocou a perna na frente, eu usei o ouchi-gari. Saí na frente, e era o que eu precisava. Lá para as tantas, ele me deu a esgrima. Cheguei na meia e consegui mais uma vantagem. Ele ainda tentou um ezequiel, mas eu sabia que não existia ângulo para apertar, já que eu tava jogando o meu peso para frente. Passei a guarda e garanti o título. Mas depois da força que eu fiz, deu até fraqueza pensar que ainda tinha o Pé de Pano.</p>
<p>Descansei enquanto rolaram as finais de todos os outros pesos. E entrei com uma tática definida na luta contra o Pé de Pano. O negócio era jogar por cima mesmo. Essa história de que ele não sabe passar [a guarda] é besteira, ele é pesado e passou a guarda de todo o mundo por aí. Eu ia obrigar o cara a mudar o tipo de guarda, jogar com os ganchos por dentro. Conseguir umas vantagens e quem sabe uma passagem e vencer. O plano foi indo bem, mas ele é tão longo que até a guarda de gancho me complicou, e eu acabei sendo raspado. Ainda dava para correr atrás, mas me descuidei e ele botou na [guarda] fechada. Foi quando eu senti o seu peso. Não dava para abrir de qualquer jeito, era capaz de ele cair montado. Tentei abrir sem ficar em pé, mas ele levantava o quadril e, com aquelas pernas longas, minha mão ia da canela para o joelho. Não tinha jeito, aquela era dele.</p>
<p>Após a premiação, enquanto dava uma entrevista, meu pai me jogou uma latinha da gelada. Era tudo que eu precisava, fazia um mês que não tomava uma cerveja. Mas a análise dos meus erros não saía da cabeça. E pensei em duas resoluções. Número um: tenho que competir tudo, Jiu-Jitsu e Judô, e estar em um ritmo bem melhor. Número dois: no fim das contas, disputar o meio-pesado novamente diminuiu minhas chances no absoluto. Ano que vem vou arriscar só o aberto. “Ano que vem”, eu pensei, e essa é a melhor parte: a vontade de estar aqui de novo. Isso eu ainda não perdi.</p>
<div id="attachment_7275" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7275" class="size-full wp-image-7275" title="Saulo Napao 2002" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg" alt="" width="312" height="480"></a><p id="caption-attachment-7275" class="wp-caption-text">Saulo Ribeiro por cima de Gabriel Napão. Fotos: Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O card de Saulo até 2002: 26-4<br />
</strong></p>
<p><strong>2002<br />
absoluto</strong><br />
Márcio Cruz (d)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Roberto Corrêa (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Erik Wanderlei (v)<br />
Marcel Louzado (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>2001<br />
absoluto</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Márcio Cruz (vc)<br />
Leandro Borgo (v)<br />
Marcos Scheffer (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Flávio Almeida (v)<br />
Murilo Rupp (v)<br />
Roger Coelho (v)</p>
<p><strong>2000<br />
super-pesado</strong><br />
Daniel Simões (v)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Adílson Lima (v)<br />
Roberto Ferreira (v)</p>
<p><strong>1999<br />
meio-pesado</strong><br />
Roberto Magalhães (v)<br />
José Marcelo (v)<br />
Givanildo Santana (v)<br />
Marcelo Hertz (v)</p>
<p><strong>1998<br />
pesado</strong><br />
Fabio Gurgel (v)<br />
Murilo Bustamante (v)<br />
Anderson Xavier (v)</p>
<p><strong>1997<br />
médio</strong><br />
José Mario Sperry (d)<br />
Antônio Schembri (v)<br />
Rony Rústico (v)<br />
Guilherme Santos (v)</p>
<p><strong>1996</strong><br />
leve<br />
Marcio Feitosa (v)</p>
<p>*v – vitória; d – derrota; vc – vitória por contusão</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu/">Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Celsinho Venícius analisa &#8220;luta de despedida&#8221; contra Piter Frank</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2024 14:57:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Interviews]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[armlock voador]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ Stars]]></category>
		<category><![CDATA[Celsinho Venicius]]></category>
		<category><![CDATA[Master]]></category>
		<category><![CDATA[Piter Frank]]></category>
		<category><![CDATA[preparo físico]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Gordo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celsinho Venícius analisa "luta de despedida" contra Piter Frank</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_236394" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236394" class="wp-image-236394 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/04/celsinho1-1.jpg" alt="" width="590" height="389" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/04/celsinho1-1.jpg 590w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/04/celsinho1-1-300x198.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/04/celsinho1-1-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /><p id="caption-attachment-236394" class="wp-caption-text">Celsinho Venícius em ação no Jiu-Jitsu. Foto: Luca Atalla/GRACIEMAG.com.</p></div>
<p>Tricampeão de Jiu-Jitsu em 2005, 2006 e 2008, Celso Venícius Alves dava uma volta com a família num shopping em São Paulo, em 2023, quando resolveu pegar o celular e dar uma olhada nas lutas do BJJ Stars 11. Quando começou a escutar, ouviu o faixa-preta Piter Frank, que acabara de finalizar Caio Almeida e vencer o prêmio de finalização da noite com um armlock voador, pedir seu próximo adversário: <a href="https://www.graciemag.com/pt-br/do-bau-relembre-celsinho-venicius-x-mario-reis-no-mundial-de-jiu-jitsu-2006/" target="_blank" rel="noopener">Celsinho Venícius</a>.</p>
<p>O desafio pegou Celso de surpresa, mas na mesma hora ele sabia que ia ter de voltar aos preparativos para uma luta. Não uma luta qualquer. “Muito provavelmente será minha última luta na carreira. Já são mais de 25 anos competindo. Eu sinto que já está na hora de descansar o corpo”, comenta o aluno de Roberto Gordo, em papo com o GRACIEMAG.com.</p>
<p>A luta casada entre <a href="https://www.instagram.com/celsinhovenicius/" target="_blank" rel="noopener">Celsinho x Piter</a> será uma das atrações do BJJ Stars 12, no fim de abril. Carioca radicado em São Paulo, o professor de 40 anos comentou o que espera do confere, e o que acha do oponente.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O que fez você topar a luta com Piter Frank?</strong></p>
<p><em><strong>CELSINHO VENÍCIUS:</strong></em> Meu oponente fez o desafio e a proposta do BJJ Star foi boa. E no fundo não é apenas mais uma luta de kimono para mim. Muito provavelmente será a última. Já são mais de 25 anos competindo. Eu sinto que já está na hora de descansar o corpo. Eu nunca parei de treinar e nunca abandonei o kimono, sigo dando várias aulas por dia. Mas estou sem competir de kimono desde 2019. Depois dali ainda fiz lutas sem pano mas foram poucas. Minha preparação será apenas aumentar o ritmo com os alunos, melhorar a questão física. A técnica e a experiência continuam aqui, a gente nunca esquece. Falta é aumentar a intensidade para chegar bem na hora da verdade.</p>
<p><strong>Quais são os aspectos mais fortes do seu oponente?</strong></p>
<p>Vi que ele é um cara bom de bote, tem ataques de perna e de pé perigosos. Ele é um atleta rápido que gosta de surpreender e tentar manobras explosivas e imprevísveis, como o armlock voador que aplicou no BJJ Stars e em outros torneios. Mas normalmente esse jogo é bom para mim, eu gosto quando os rivais caem para dentro. Prefiro assim do que enfrentar quem fica na retranca. Vai ser um confronto de estilos e creio que vamos deixar a torcida animada.</p>
<p><strong>Você está completando 20 anos como faixa-preta, desde aquela graduação no Tijuca, no pódio do Mundial da IBJJF em 2004. Como está a carcaça após tanta estrada?</strong></p>
<p>São muitos anos nessa brincadeira, né? Conheço meu corpo muito bem, isso é a grande vantagem. Já perdi e ganhei peso 200 vezes, entendo tudo sobre a nutrição mais adequada para mim. O autoconhecimento é decisivo nessas horas, até mesmo para conseguir lidar com contusões, recuperação e preparação. Não tem mais mistério, é só aprendizado. Sempre gostei do confere, dos treinos fortes, parte física forte, e não mudei agora. Sempre deu certo a vida inteira, era o que a gente fazia na escola do Gordo e vou manter. Hoje vejo que a galera curte treinar mais drill. A gente faz vários rolas. Eu vou cair dentro como na época em que fui tri mundial.</p>
<p><strong>Como o seu jogo mudou com a idade?</strong></p>
<p>A gente se adapta sempre. A velocidade cai, mas a técnica só se apura. A gente fica bem mais preciso e justo. Eu tenho certeza de que sou bem superior tecnicamente do que quando tinha meus 20 anos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="VEJA COMO O CELSINHO RASPOU O LEPRI NA MEIA" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/yvou-95Bdr8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/celsinho-venicius-analisa-luta-de-despedida-contra-piter-frank/">Celsinho Venícius analisa “luta de despedida” contra Piter Frank</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O dia em que Roberto Gordo resistiu 5 minutos num “triângulo Gracie”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 16:10:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Foi o maior sufoco que eu já passei na minha vida, e não só em campeonatos. Porque, num treino, não faria sentido resistir – eu já teria batido há muito tempo", comentou Roberto Gordo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243076" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243076" class="wp-image-243076 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/Roberto-Gordo-x-Rener-Gracie-2003-1024x556.jpg" alt="Roberto Gordo e Rener Gracie fizeram um duelo de gerações marcante em 2003, no Pan da IBJJF. Fotos: Kid Peligro/GRACIEMAG" width="650" height="353" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/Roberto-Gordo-x-Rener-Gracie-2003-1024x556.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/Roberto-Gordo-x-Rener-Gracie-2003-300x163.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/Roberto-Gordo-x-Rener-Gracie-2003-768x417.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/Roberto-Gordo-x-Rener-Gracie-2003-1536x833.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/Roberto-Gordo-x-Rener-Gracie-2003-2048x1111.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/Roberto-Gordo-x-Rener-Gracie-2003-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243076" class="wp-caption-text">Roberto Gordo e Rener Gracie fizeram um duelo de gerações marcante em 2003, no Pan da IBJJF. Fotos: Kid Peligro/GRACIEMAG</p></div>
<p>Qual foi o maior sufoco da sua vida, amigo leitor?</p>
<p>Aquele dia em que você, sabe-se lá como, respirou, fez uso de tudo que aprendeu na vida e superou um problema que parecia sem solução?</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/a-festa-para-os-novos-faixas-corais-a-festa-e-o-presente-para-os-faixas-corais-roberto-gordo-e-helio-soneca/" target="_blank" rel="noopener">Hoje faixa-coral, Roberto “Gordo” Corrêa</a> não tem muitas dúvidas. Nos tatames, seu dia de cão foi mesmo aquela semifinal do Pan de Jiu-Jitsu da IBJJF, em abril de 2003.</p>
<p>Era para ter sido um torneio marcante e divertido – e foi, para a ampla maioria dos presentes.</p>
<p>O Pan estava de volta ao território californiano, estado com a maior quantidade de equipes e escolas já na época, após seis longos anos afastado da Costa Oeste. A escolha do lugar se provou acertada, e o Pan quebrou o recorde de inscritos para a época –&nbsp;foram mais de 900 competidores.</p>
<p>Não foram poucas as estrelas e as lutas eletrizantes no evento, que marcava a abertura da temporada na época, e indicava a jornalistas e torcedores quem poderia surpreender ou se firmar no esporte. Houve, como exemplo, a estupenda final do absoluto faixa-preta entre Marcio Pé de Pano e Fabricio Werdum. E as atuações de Alexandre Café, de Leka Vieira, os botes do faixa-marrom Bráulio Estima e a vitória da jovem Kyra Gracie.</p>
<p>Uma das maiores estrelas do torneio estava já no outono de sua carreira. Roberto Gordo lutava o Pan como faixa-preta desde 1996 e buscava o tetracampeonato na faixa-preta, sem contar a prata de 1998, quando fechara com o xará Roberto Roleta.</p>
<p>Aos 31 anos, Gordo já vencera todos os grandes torneios da época – como a duríssima divisão absoluto no Brasileiro, em 1997, e o seu maior título, o ouro no 1º Mundial, em 1996, quando o peso médio da Gracie Barra superou Eduardo “Jamelão” Conceição (Alliance).</p>
<p>Curiosamente, Gordo tomara sua primeira aula de Jiu-Jitsu aos 19 anos. Naquele Pan, enfrentaria uma estrela em ascensão, de 19 anos: Rener Gracie, filho de Rorion e dono de bons botes no joelho e pescoço.</p>
<p>E a luta entre eles, válida pela semifinal do peso pesado, começou quente. Rener fintou o passa-pé e puxou para a guarda fechada, enfiando a mão bem fundo na gola.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rener Gracie vs Roberto Gordo Correa at 2003 Pan Am BJJ" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/XTIlQnLsZX8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Gordo comentaria o aperto, em artigo escrito pelo correspondente Kid Peligro e equipe GRACIEMAG:</p>
<p>“Quando o Rener deu o primeiro estrangulamento, me defendi, só que ele ganhou uma vantagem. Então, quando tentou o segundo, pensei: não vou deixar encaixar, porque não posso ficar tomando vantagem. Encolhi o braço esquerdo para segurar o pulso dele, e ele atacou o triângulo. Quando fui fazer postura, ele empurrou meu cotovelo e o meu braço direito entrou, deixando o golpe no aperto máximo”.</p>
<p>O que se viu, a partir dali, foi um momento histórico no Jiu-Jitsu esportivo. O neto de Helio Gracie com a armadilha fechada. O notório campeão, um dos reformuladores da técnica de meia-guarda, resistindo com tudo o que tinha, e o que não tinha. Puro espírito do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Gordo recordaria o sufoco que viveu por cerca de 4min45, ali pelos 2min aos 7min de luta:</p>
<p>“Dentro do triângulo, eu segurei o joelho, para diminuir o arrocho, e ele atacou mão-de-vaca, chave de braço e ajudou o estrangulamento algumas vezes com o próprio braço. Nessa hora, o arrocho ficava maior, mas eu fingia não estar sentindo e ele soltava um pouco. Resisti o quanto pude e, quando já não estava tão otimista, ele soltou. Acho que ele cansou as pernas.”</p>
<p>O colecionador de ouros do Pan então respirou e trabalhou a passagem de guarda clássica, na pressão, conquistada no finzinho do duelo. O faixa-preta de Carlos Gracie Jr depois refletiria sobre a rara façanha, que arrancou aplausos de pé dos presentes na Universidade de Santa Bárbara:</p>
<p>“Foi o maior sufoco que eu já passei na minha vida, e não só em campeonatos. Porque, num treino, não faria sentido resistir – eu já teria batido há muito tempo.”</p>
<div id="attachment_243078" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243078" class="wp-image-243078 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/O-triangulo-de-Rener-Gracie-em-Roberto-Gordo-no-Pan-2003-811x1024.jpg" alt="Por quanto tempo você resistiria a este triângulo asfixiante? Gordo durou quase 5 minutos, e venceu seu quarto ouro em Pans. Fotos: Kid Peligro/GRACIEMAG" width="650" height="821" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/O-triangulo-de-Rener-Gracie-em-Roberto-Gordo-no-Pan-2003-811x1024.jpg 811w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/O-triangulo-de-Rener-Gracie-em-Roberto-Gordo-no-Pan-2003-238x300.jpg 238w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/O-triangulo-de-Rener-Gracie-em-Roberto-Gordo-no-Pan-2003-768x970.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/O-triangulo-de-Rener-Gracie-em-Roberto-Gordo-no-Pan-2003-1216x1536.jpg 1216w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/O-triangulo-de-Rener-Gracie-em-Roberto-Gordo-no-Pan-2003-1622x2048.jpg 1622w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/O-triangulo-de-Rener-Gracie-em-Roberto-Gordo-no-Pan-2003-119x150.jpg 119w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/02/O-triangulo-de-Rener-Gracie-em-Roberto-Gordo-no-Pan-2003-scaled.jpg 2027w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243078" class="wp-caption-text">Por quanto tempo você resistiria a este triângulo asfixiante? Gordo durou quase 5 minutos, e venceu seu quarto ouro em Pans. Fotos: Kid Peligro/GRACIEMAG</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-roberto-gordo-correa-resistiu-5-minutos-num-triangulo-gracie/">O dia em que Roberto Gordo resistiu 5 minutos num “triângulo Gracie”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A festa e os presentes para os faixas-corais Roberto Gordo e Helio Soneca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 18:57:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O evento contou com a presença de grandes nomes da arte, velhos amigos da dupla. Caso dos tambem mestres Rilion Gracie e Jorge Pereira, além de feras como Rafael Gordinho, Alexandre Soca, Vinicius Draculino, Marcio Pé de Pano, o fundador de GRACIEMAG Luca Atalla, entre muitos outros alunos e admiradores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-242963 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gordo-e-Soneca-coral.jpg" alt="" width="640" height="755" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gordo-e-Soneca-coral.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gordo-e-Soneca-coral-254x300.jpg 254w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gordo-e-Soneca-coral-127x150.jpg 127w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Após 31 anos como faixa-preta, o campeão mundial de Jiu-Jitsu Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa (1996) recebeu sua faixa-coral, junto ao amigo Helio &#8220;Soneca&#8221; Moreira.</p>
<p>Eles receberam a faixa-coral sétimo grau das mãos de mestre Renzo Gracie no último domingo, 28 de janeiro, na Flórida, EUA.</p>
<p>O evento contou com a presença de grandes nomes da arte, velhos amigos da dupla. Caso dos tambem mestres Rilion Gracie e Jorge Pereira, além de feras como Rafael Gordinho, Alexandre Soca, Vinicius Draculino, Marcio Pé de Pano, o fundador de GRACIEMAG Luca Atalla, entre muitos outros alunos e admiradores.</p>
<p>Os agora mestres Gordo e Soneca ganharam faixas personalizadas da empresa Choke Sports, feitas a mão no Japão, com seus nomes e graus bordados.</p>
<div id="attachment_242967" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242967" class="wp-image-242967 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-1024x960.jpg" alt="" width="650" height="609" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-1024x960.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-300x281.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-768x720.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca-150x141.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/01/faixas-especiais-Gordo-e-SOneca.jpg 1032w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-242967" class="wp-caption-text">As faixas dos novos mestres de Jiu-Jitsu.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-festa-para-os-novos-faixas-corais-a-festa-e-o-presente-para-os-faixas-corais-roberto-gordo-e-helio-soneca/">A festa e os presentes para os faixas-corais Roberto Gordo e Helio Soneca</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tarsis Neto e o poder da comunicação para viver em prol do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 21:54:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A habilidade de se comunicar com eficiência é um requisito fundamental para viver em prol do Jiu-Jitsu no exterior, de acordo com o professor Tarsis Neto, representante da escola Martial Arts Nation, sediada na Flórida. “A comunicação é a chave do negócio, trata-se de trazer a responsabilidade para você como professor e desenvolver um método&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239988" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239988" class="size-large wp-image-239988" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.31.52-1024x992.jpeg" alt="" width="650" height="630" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.31.52-1024x992.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.31.52-300x291.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.31.52-768x744.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.31.52-150x145.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.31.52.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239988" class="wp-caption-text">Tarsis Neto conquistou o ouro no Atlanta Open. Foto: Reprodução/Instagram</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A habilidade de se comunicar com eficiência é um requisito fundamental para viver em prol do Jiu-Jitsu no exterior, de acordo com o professor </span><a href="https://www.instagram.com/tarsispaula/"><span style="font-weight: 400;">Tarsis Neto</span></a><span style="font-weight: 400;">, representante da escola </span><a href="https://www.instagram.com/manationlakenona/"><span style="font-weight: 400;">Martial Arts Nation</span></a><span style="font-weight: 400;">, sediada na Flórida. “A comunicação é a chave do negócio, trata-se de trazer a responsabilidade para você como professor e desenvolver um método de ensino voltado à cultura local”, afirmou Tarsis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de ser professor, Tarsis é árbitro de Jiu-Jitsu e entende que seu papel na arbitragem é imprescindível para se manter atualizado como professor e impactar positivamente a vida dos alunos. O faixa-preta também tem se destacado nas competições e faturou o sexto lugar no ranking do peso meio-pesado no master 3 em 2022. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tarsis Neto conversou com a equipe do GRACIEMAG.com e falou dos desafios de viver em prol do Jiu-Jitsu no exterior, do diferencial da Martial Arts Nation em relação às demais equipes da região e das estratégias para introduzir o esporte às crianças </span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em>: Como começou a sua história no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">TARSIS NETO</span></em><span style="font-weight: 400;">: Alguns amigos da escola me convidaram para fazer uma aula experimental de Jiu-Jitsu na academia do professor Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa quando eu tinha 13 anos. Apesar de ter adorado a experiência, não continuei. Logo depois, me mudei para o bairro onde o professor Ricardo Libório tinha aberto uma escola, então ficou conveniente para eu começar a treinar de fato a arte suave. Minha jornada com o Libório seguiu até o dia que ele se mudou para os Estados Unidos, e o Ricardo me fez prometer que eu terminaria a faculdade e não seguiria carreira no esporte. Aquele conselho me machucou na época, mas levei em consideração por ele ser meu mentor. Os anos se passaram, segui no Jiu-Jitsu e o professor Gordo me chamou para treinar com ele. Com a permissão do Libório, passei a ser aluno do professor Gordo. </span></p>
<p><strong>Como o Jiu-Jitsu mudou a sua vida?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu já sabia que queria viver em prol do Jiu-Jitsu quando completei 16 anos, porque o esporte era terapêutico, me equilibrava e me tornava uma pessoa melhor. O Jiu-Jitsu era uma espécie de terapia física, mental e emocional. Passei a escutar mais as pessoas e respondê-las de uma forma melhor.</span></p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios de ensinar Jiu-Jitsu no exterior?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que o maior desafio seja compreender a cultura local e usá-la como uma mola para impactar o povo da região. É preciso entender os costumes locais e aprender a forma de introduzir o Jiu-Jitsu a essas pessoas. A comunicação é a chave do negócio, trata-se de trazer a responsabilidade para você como professor e desenvolver um método de ensino voltado à cultura local.</span></p>
<p><strong>Quando você percebeu que viveria em prol do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Percebi na adolescência, mas neguei por ter a oportunidade de levar uma outra vida em paralelo. Como eu tinha um histórico de uma família empreendedora, que veio de origem humilde e conquistou seu espaço, sentia a responsabilidade de galgar na mesma direção que os meus parentes. Neguei a visão do Jiu-Jitsu por 20 anos, até que chegou um momento em que só o meio do Jiu-Jitsu fazia sentido para mim. Entendi essa percepção como um chamado. Pretendia prover qualidade de vida às pessoas por meio do esporte, independentemente da idade, esse é meu propósito.</span></p>
<div id="attachment_239992" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239992" class="size-large wp-image-239992" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.52.40-851x1024.jpeg" alt="" width="650" height="782" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.52.40-851x1024.jpeg 851w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.52.40-249x300.jpeg 249w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.52.40-768x924.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.52.40-125x150.jpeg 125w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-14-at-18.52.40.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239992" class="wp-caption-text">Tarsis Neto sagrou-se campeão no Orlando Open. Foto: Reprodução/Instagram</p></div>
<p><strong>O que diferencia a Martial Arts Nation das demais equipes da região?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Martial Arts Nation, liderada pelo professor Ricardo Libório, é voltada à mudança de estilo de vida por meio do Jiu-Jitsu e dedica-se em provocar um impacto físico, mental e psicológico nos praticantes mediante os ensinamentos dos valores do esporte. O principal  objetivo da escola é transformar o futuro das crianças e estimular os pequenos a desenvolverem respeito, autoestima e disciplina num ambiente saudável e familiar e de alto nível técnico. </span></p>
<p><strong>Que estratégias você utiliza para introduzir o Jiu-Jitsu às crianças?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nossa estratégia é desenvolver o empoderamento da criança, mostramos aos pequenos que eles são capazes de realizar as atividades. Primeiramente, usamos o Jiu-Jitsu como uma brincadeira, em seguida, aplicamos os aprendizados situações reais do cotidiano deles, e depois ensinamos técnicas de defesa pessoal e o próprio esporte para que eles entendam a disciplina da progressão, respeito pelo parceiro e a importância da perseverança e resiliência. Nosso intuito é deixar as crianças felizes.</span></p>
<p><strong>Como o seu conhecimento como árbitro te ajuda como professor?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O aperfeiçoamento como árbitro permite que o professor entenda o motivo das regras e tenha mais cuidado com os alunos, afinal as regras são desenvolvidas para preservar o bem estar e a segurança dos atletas. Outro papel importante da arbitragem é dar de volta tudo o que o Jiu-Jitsu proporcionou na minha vida e impactar a vida de outras pessoas. Além desses fatores, outra vantagem de ser árbitro é entender que a regra ainda não é perfeita. A IBJJF faz um ótimo trabalho, mas ainda há margem para evolução, já que o Jiu-Jitsu ainda vai crescer bastante. Como professor, não há como ensinar o esporte sem compreender as regras atuais, estar atualizado caminha lado a lado com a evolução da modalidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tarsis-neto-e-o-poder-da-comunicacao-para-viver-em-prol-do-jiu-jitsu/">Tarsis Neto e o poder da comunicação para viver em prol do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 lições de Jiu-Jitsu essenciais para ser policial no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 12:31:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Calma, equilíbrio, segurança, autoconfiança, coragem, resiliência, disciplina, reflexo, condicionamento físico e concentração. Essas são algumas das qualidades destacadas pelo policial civil Mildo Carlos Cunha, faixa-preta de nosso GMI Roberto Gordo, que fazem a diferença na vida – e no dia a dia – de um profissional de segurança nas grandes metrópoles brasileiras. Qualidades que são&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213771" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213771" class="size-full wp-image-213771" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao-.jpg" alt="Roberto Gordo gradua policial Mildo faixa preta Foto Divulgacao" width="960" height="639" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao-.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao--300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao--768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao--150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-213771" class="wp-caption-text">Roberto Gordo amarra a faixa-preta pela primeira vez no oficial Mildo. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Calma, equilíbrio, segurança, autoconfiança, coragem, resiliência, disciplina, reflexo, condicionamento físico e concentração. Essas são algumas das qualidades destacadas pelo policial civil Mildo Carlos Cunha, faixa-preta de nosso <a href="http://www.instagram.com/gordobjj" target="_blank" rel="noopener">GMI Roberto Gordo</a>, que fazem a diferença na vida – e no dia a dia – de um profissional de segurança nas grandes metrópoles brasileiras. Qualidades que são desenvolvidas, todos os dias, pelos praticantes de arte suave em seus dojos.</p>
<p>Mildo está há dez anos na Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), onde também é instrutor de defesa pessoal em aula para policiais. Para ele, o item mais importante é de fato o equilíbrio, como o leitor confere na lista a seguir:</p>
<p><strong>1. Calma e equilíbrio</strong></p>
<p>É uma qualidade que se refere tanto ao aspecto físico quanto ao emocional do oficial de polícia. Em especial na hora das operações e incursões em que o policial flerta com o perigo, é preciso manter-se calmo, dotando-se de equilíbrio para que todos voltem sãos e salvos para casa.</p>
<p><strong>2. Segurança e habilidades técnicas</strong></p>
<p>É a qualidade que vem com os treinamentos diários, com o conhecimento técnico, com as repetições e as habilidades adquiridas nos treinamentos de artes marciais. O policial que não titubeia ao agir é mais seguro e controla um agressor com mais eficiência.</p>
<p><strong>3. Coragem e reflexo</strong></p>
<p>A coragem, como a autoconfiança, colaboram para uma postura mais firme no trabalho. O policial bem treinado no chão ganha, além de ótimos reflexos, confiança para o combate corpo a corpo e não se deixa intimidar facilmente pelos perigos a que são expostos no Rio de Janeiro e Brasil adentro.</p>
<p><strong>4. Resiliência</strong></p>
<p>Trata-se da capacidade de se adaptar e superar obstáculos, mantendo corpo e mente em sua normalidade. Nada melhor que o Jiu-Jitsu para combater a pessoa ansiosa.</p>
<p><strong>5. Disciplina</strong></p>
<p>Como num treino duro, uma profissão como a de policial traz diversos momentos de estresse, como no caso dos plantões policiais. A paz interior e a disciplina nos auxiliam a seguir todos os protocolos do serviço policial, independentemente das circunstâncias.</p>
<p><strong>6. Condicionamento físico</strong></p>
<p>O chamado preparo físico é necessário para diligências que muitas vezes exigem muito da capacidade atlética e concentração dos oficiais. Afinal, ainda que uma atividade operacional dure horas, a mente precisa se manter firme e atenta à sua missão.</p>
<p><strong>7. Eficiência</strong></p>
<p>“Ser policial é buscar a máxima eficiência em seu trabalho, e o conhecimento de Jiu-Jitsu é essencial para perseguir esse objetivo diário”, conclui Mildo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-licoes-de-jiu-jitsu-essenciais-para-ser-policial-no-brasil/">7 lições de Jiu-Jitsu essenciais para ser policial no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Video: Roberto Gordo in an adult final at the Miami Fall Open</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 17:49:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>An experienced teacher and the fighter responsible for popularizing the offensive half-guard in BJJ, Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa has his name written in bold letter in the history of the art. The leader of Start BJJ Academy in Pembroke Pines took his students to take part in the Miami Fall Open last weekend at the Miami Dade College gymnasium, and&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207499" style="width: 1082px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-207499" class="size-full wp-image-207499" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo.jpg" alt="" width="1072" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo.jpg 1072w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo-300x215.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo-768x550.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo-1024x734.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1072px) 100vw, 1072px" /></a><p id="caption-attachment-207499" class="wp-caption-text">Roberto Gordo and Rafael Gordinho at Start BJJ Academy. </p></div>
<p>An experienced teacher and the fighter responsible for popularizing the offensive half-guard in BJJ, Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa has his name written in bold letter in the history of the art.</p>
<p>The leader of Start BJJ Academy in Pembroke Pines took his students to take part in the Miami Fall Open last weekend at the Miami Dade College gymnasium, and took the opportunity to test himself among younger competition.</p>
<p>Gordo reached the final of his division against Fabio Melo (Tozi) and fought fiercely until the last second, but lost by two points.</p>
<p>Check out the match here:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Fabio Melo vs Roberto Correa de Lima / Miami Fallpen 2018" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/rUHRe37nXmM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-roberto-gordo-in-an-adult-final-at-the-miami-fall-open/">Video: Roberto Gordo in an adult final at the Miami Fall Open</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: Roberto Gordo em ação na final do adulto no Miami Open de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 16:28:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Experiente professor e atleta responsável por popularizar a meia-guarda ofensiva no Jiu-Jitsu, Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa escreveu seu nome na história da arte suave mundial. Líder da Start BJJ Academy, nossa GMI em Pembroke Pines, Gordo levou seus alunos para disputar o Miami Open de Jiu-Jitsu no último final de semana, no ginásio da Miami Dade&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207499" style="width: 1082px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-207499" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo.jpg" alt="" width="1072" height="768" class="size-full wp-image-207499" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo.jpg 1072w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo-300x215.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo-768x550.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo-1024x734.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gordo-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1072px) 100vw, 1072px" /></a><p id="caption-attachment-207499" class="wp-caption-text">Roberto Gordo e Rafael Gordinho juntos na Start BJJ Academy. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Experiente professor e atleta responsável por popularizar a meia-guarda ofensiva no Jiu-Jitsu, Roberto &#8220;Gordo&#8221; Correa escreveu seu nome na história da arte suave mundial.</p>
<p>Líder da Start BJJ Academy, nossa GMI em Pembroke Pines, Gordo levou seus alunos para disputar o Miami Open de Jiu-Jitsu no último final de semana, no ginásio da Miami Dade College, e aproveitou para se testar com a garotada na divisão de adultos.</p>
<p>Gordo chegou à finalíssima contra Fabio Melo (Tozi) e batalhou com garra até o último segundo da luta, mas acabou superado por 2 a 0 nos pontos.</p>
<p>Confira no vídeo Roberto Gordo em ação no Jiu-Jitsu!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Fabio Melo vs Roberto Correa de Lima / Miami Fallpen 2018" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/rUHRe37nXmM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-roberto-gordo-em-acao-na-final-do-adulto-no-miami-open-de-jiu-jitsu/">Vídeo: Roberto Gordo em ação na final do adulto no Miami Open de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>The historic fight of Roberto Gordo and Wallid Ismail with Carlson as ref</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jun 2018 13:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlson Gracie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>The leader of Start Jiu-Jitsu, in the U.S., Roberto Gordo was once a fierce competitor. With his half-guard, feared for its atypical aggressiveness at the time, Gordo amassed admirers and competitive rivals on the mats. In one particularly memorable match, Gordo took on the equally fearsome Wallid Ismail. The duel, marked by Gordo&#8217;s technical superiority&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_209964" style="width: 1946px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-209964" class="wp-image-209964 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/gordo-perfil.jpg" alt="" width="1936" height="1260" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/gordo-perfil.jpg 1936w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/gordo-perfil-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/gordo-perfil-768x500.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/gordo-perfil-1024x666.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/gordo-perfil-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1936px) 100vw, 1936px" /><p id="caption-attachment-209964" class="wp-caption-text">Roberto Gordo. Gallerr.com</p></div>
<p>The leader of Start Jiu-Jitsu, in the U.S., Roberto Gordo was once a fierce competitor. With his half-guard, feared for its atypical aggressiveness at the time, Gordo amassed admirers and competitive rivals on the mats.</p>
<p>In one particularly memorable match, Gordo took on the equally fearsome Wallid Ismail. The duel, marked by Gordo&#8217;s technical superiority and Wallid&#8217;s endless tenacity, had the late, great Carlson Gracie as referee.</p>
<p>Check out this gem below, and pay attention to Gordo&#8217;s instructive movement.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Gordo x Wallid" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/GXH7yYMh-H4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/the-historic-fight-of-roberto-gordo-and-wallid-ismail-with-carlson-as-ref/">The historic fight of Roberto Gordo and Wallid Ismail with Carlson as ref</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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