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	<title>Mundial | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Mundial | Graciemag</title>
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		<title>História: As quase desconhecidas pioneiras do Mundial de Jiu-Jitsu feminino</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:06:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235775" style="width: 1287px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235775" class="wp-image-235775 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1.jpg" alt="" width="1277" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1.jpg 1277w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-300x241.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-1024x821.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-768x616.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-150x120.jpg 150w" sizes="(max-width: 1277px) 100vw, 1277px" /><p id="caption-attachment-235775" class="wp-caption-text">Faixa-azul contra faixa-preta, no Mundial de 1998: pioneiras. Fotos: Lia Caldas/GRACIEMAG</p></div>
<p>Boa parte dos primeiros campeões mundiais no masculino se tornaram lendas. Helio &#8220;Soneca&#8221;, Royler Gracie, os Roberto Gordo e Roleta, Fabio Gurgel, Zé Mario Sperry, Libório e Amaury Bitetti, por exemplo.</p>
<p>Já no feminino, há diversas perguntas e informações que nem os mais curiosos fãs do Jiu-Jitsu são capazes de responder de cabeça.</p>
<p>Em que ano o Mundial começou a ter lutas entre mulheres?</p>
<p>Quem foram as primeiras guerreiras a competir no Mundial?</p>
<p>Quem foi a primeira vitoriosa?</p>
<p>Que atleta filha de um astro do futebol surgiu como um furacão nos tatames do Mundial?</p>
<p>Quantas foram as inscritas para o primeiro Mundial feminino?</p>
<p>Questões que um pesquisador de sorte, ao abrir seu arquivo de edições antigas de GRACIEMAg, começou a desvendar. Tudo graças a uma reportagem reveladora, escrita pela repórter, praticante e hoje professora de yoga Lia Caldas, em 1998.</p>
<p>No <a href="https://ibjjf.com/events/results" target="_blank" rel="noopener">portal da IBJJF</a>, as primeiras campeãs estão eternizadas. Foram apenas duas divisões no Mundial de Jiu-Jitsu de 1998 – até e acima de 65kg, sem separação de faixas. E duas faixas-roxas foram as rainhas.</p>
<p>Thaís Ramos (equipe Brigadeiro) venceu o peso leve, em final contra a fera da Alliance <a href="https://www.graciemag.com/academias/daniela-genovesi-4/" target="_blank" rel="noopener">Dani Genovesi</a>; já o peso pesado ficou com Rosângela “Zanza” Conceição, aluna da Behring.</p>
<p>Mas são outras as pioneiras de fato em Mundiais. Um ano antes, uma americana e uma brasileira fizeram História com H grande.</p>
<p>Foram as duas atletas a pisar nos tatames do Campeonato Mundial, para a primeira luta feminina realizada no grande evento da IBJJF. Como informou Lia Caldas em GRACIEMAG, a luta inaugural ocorreu no Mundial de 1997.</p>
<p>A reportagem conta que, em 1997 o feminino não foi aberto, mas uma faixa-azul americana, que treinava com os irmãos Machado apareceu no evento disposta a lutar. Chama-se Kathy Brothers, e representava a Gracie Barra. A organização curtiu a ideia e planejou uma luta casada para o público. A adversária escolhida foi a estrela em ascensão Alessandra “Thiola” Oliveira, faixa-azul da Alliance. Sim, o Jiu-Jitsu feminino começou no Tijuca com um duelo Alliance x Gracie Barra.</p>
<p>A vitória, decidida pela arbitragem, foi para a americana.</p>
<p>A luta inaugural abriu caminho para as divisões femininas na edição de 1998. Foram 48 mulheres inscritas. O fato de faixas-pretas terem de enfrentar jovens faixas-azuis, registrou Lia, afastou algumas competidoras (faixas-marrons na maioria) que discordaram do formato. Já a emoção foi garantida: uma das lutas mais comentadas de todo o evento foi a vitória de Paulinha Gaspari, peso leve e faixa-azul da GB, em cima de Patricia Lage, faixa-preta e filha de mestre Roberto Lage.</p>
<p>E a primeira campeã mundial sairia dessa categoria. Gaspari perderia para Mariana Coelho, mas havia outras favoritas no páreo.</p>
<p>De faixa-marrom, Leka Vieira enfrentou a estrela em ascensão Janaína Ventura, filha do tricampeão de futebol Jairzinho, ídolo do Botafogo e da Seleção. A faixa-roxa Janaína, registra a matéria, foi melhor naquele dia e venceu por 7 a 0.</p>
<div id="attachment_226543" style="width: 618px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226543" class="size-full wp-image-226543" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial.jpg" alt="" width="608" height="635" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial.jpg 608w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial-287x300.jpg 287w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial-144x150.jpg 144w" sizes="(max-width: 608px) 100vw, 608px" /><p id="caption-attachment-226543" class="wp-caption-text">Dani Genovesi no Mundial 2000: a lutadora da Alliance fez mestre Carlson perder aposta graúda. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>As lutas empolgaram tanto os fãs e professores que, lá pelas tantas, Carlson e Helio Soneca decidiram apostar cem reais numa disputa, precisamente na semifinal entre Dani Genovesi Paiva x Mariana Coelho. Dani venceu, para alegria de Gigi Paiva e equipe, Carlson perdeu a aposta e pagou na hora.</p>
<p>Em outra semifinal, a carioca radicada em Brasília Thaís Ramos seguiu voando abaixo do radar e eliminou Bianca Barreto. Na final até 65kg, ela passou pela favorita Dani e tornou-se a primeira campeã mundial feminina. Thaís, curiosamente, só conquistaria sua faixa-preta de Jiu-Jitsu em 2005.</p>
<p>No peso pesado, a americana pioneira Kathy, que então se dividia entre o curso de medicina e lutas de MMA, voltou ao Tijuca Tênis Clube em busca da consagração no Mundial 1998. Só que não deu para ela.</p>
<div id="attachment_235777" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235777" class="size-full wp-image-235777" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2.jpg" alt="" width="640" height="425" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-235777" class="wp-caption-text">Zanza, condecorada no Jiu-Jitsu, judô e na greco-romana, virou até história em quadrinhos, no gibi &#8220;As aventuras de Zanza&#8221;.</p></div>
<p>Kathy começou bem, ao eliminar a hoje célebre professora Tatiana Tognini, então uma aguerrida faixa-azul da Alliance São Paulo. A americana, contudo, seria eliminada a seguir por uma embalada Zanza. A campeã peso pesado teve de fato uma campanha acachapante: venceu Kathy, Andreia Silva e, na final, encontrou-se com a outra pioneira, Alessandra Thiola, que lutava com uma torcida barulhenta, à la Fernando Tererê.</p>
<p>Zanza, experiente, não se intimidou e finalizou Alessandra Thiola na grande final, com uma chave de braço, foto que estampou as páginas de GRACIEMAG.</p>
<p>Rosângela “Zanza” Conceição não era uma campeã desconhecida. Em 1996, chegou a viajar para os Jogos de Atlanta, onde foi reserva de Edinanci nas Olimpíadas. Após o ouro mundial, migrou com sucesso para a luta greco-romana, onde medalharia no Pan 2007 (bronze até 72kg) e obteria a vaga para os Jogos de Pequim-2008. Na China, Zanza venceu sua primeira luta, contra a cazaque Olga Zhanibekova, mas perdeu em seguida.</p>
<p>A vice mundial Thiola acabou com um troféu e tanto de compensação: além da medalha de prata, desceu do pódio com sua novíssima faixa-roxa, entregue pelas mãos do professor Lelo. Já o sonho do ouro viria mais tarde, com o título peso médio do Mundial 1999.</p>
<p>Após o sucesso do primeiro evento, a IBJJF abriria em 1999 mais categorias de peso e separaria as faixas-azuis das lutadoras mais experientes, que se enfrentariam na divisão de roxas, marrons e pretas.</p>
<p>A primeira campeã absoluta, porém, seria conhecida somente no Mundial de 2007 – honraria conquistada por Michelle Nicolini, da Brasa, vitoriosa na final contra a peso pesado Luciana “Luka” Dias, da Gracie Humaitá.</p>
<p>E você, lembra alguma boa história dos primórdios do Mundial de Jiu-Jitsu? Comente conosco.</p>
<div id="attachment_235779" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235779" class="size-full wp-image-235779" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235779" class="wp-caption-text">Zanza engatilha a finalização contra Alessandra Thiola, no Mundial de Jiu-Jitsu de 1998. Fotos: Lia Caldas</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-quase-desconhecidas-pioneiras-do-mundial-de-jiu-jitsu-feminino-da-ibjjf/">História: As quase desconhecidas pioneiras do Mundial de Jiu-Jitsu feminino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Reveja o 1º encontro de Roger Gracie e Jacaré no Mundial de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:05:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eram outros tempos: nos tatames, o patrocínio da Oi telefonia. Na cintura dos craques Roger Gracie e Ronaldo Souza, a faixa-marrom. E olha que Ronaldo Jacaré, conhecido dos nossos leitores desde a faixa-roxa, lutava pela Gracie Barra devido à parceria da sua Asle com a GB à época. Mas nenhum dos dois sequer cogitou fechar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16736" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16736" class="size-full wp-image-16736" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1.jpg" alt="" width="580" height="378" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1.jpg 580w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /><p id="caption-attachment-16736" class="wp-caption-text"><em>Roger e Jacaré duelaram pela primeira vez em 2002, numa empolgante final de absoluto marrom. Foto: Gustavo Aragão.</em></p></div>
<p>Eram outros tempos: nos tatames, o patrocínio da Oi telefonia. Na cintura dos craques Roger Gracie e Ronaldo Souza, a faixa-marrom.</p>
<p>E olha que Ronaldo Jacaré, conhecido dos nossos leitores desde a faixa-roxa, lutava pela Gracie Barra devido à parceria da sua Asle com a GB à época. Mas nenhum dos dois sequer cogitou fechar a chave ou decidir no par ou ímpar, para deleite dos fãs.</p>
<p>A seguir, relembre o primeiro encontro de Roger e Jacaré, no Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF em 2002.</p>
<p>Foi uma final de absoluto faixa-marrom tão eletrizante que, para muitos à época, teria sido a melhor luta de todo o evento, realizado no Tijuca Tênis Clube, no Rio. Você concorda? Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ronaldo Jacaré Souza vs Roger Gracie  (Final Absoluto Mundial 2002)" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/o14uvlMyVSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/treveja-o-1o-encontro-de-roger-gracie-e-jacare-no-mundial-de-jiu-jitsu/">Reveja o 1º encontro de Roger Gracie e Jacaré no Mundial de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Atleta brasileira conquista medalha de prata no Mundial de Taekwondo nos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 19:31:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Amábily Spinosa, atleta e professora de Taekwondo, conquistou para o Brasil a medalha de prata no Campeonato Mundial de Taekwondo ATA. O evento ocorreu de 24 a 26 de julho, na cidade de Phoenix, Arizona, nos Estados Unidos, e é considerado pelos mestres da modalidade um dos mais desafiadores da arte marcial de origem coreana.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245257" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250903-WA0025-300x200.jpg" alt="" width="755" height="503" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250903-WA0025-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250903-WA0025-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250903-WA0025-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250903-WA0025-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250903-WA0025-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250903-WA0025-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 755px) 100vw, 755px" /></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/__spinosa?igsh=ZGo0MG5oOWo1Y3V5">Amábily Spinosa</a>, atleta e professora de Taekwondo, conquistou para o Brasil a medalha de prata no Campeonato Mundial de Taekwondo ATA. O evento ocorreu de 24 a 26 de julho, na cidade de Phoenix, Arizona, nos Estados Unidos, e é considerado pelos mestres da modalidade um dos mais desafiadores da arte marcial de origem coreana.</p>
<p>Spinosa lutou três vezes e ressaltou que, além da parte técnica, treinou bastante a força e a potência dos chutes, com exercícios de saltos e chutes nos escudos, realizados em seus seis treinos semanais.</p>
<p>“Na academia, luto com homens todas as semanas, o que é difícil devido à diferença de força, mas esse desafio fez toda a diferença neste ano no Mundial”, contou Amábily.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/atleta-brasileira-conquista-medalha-de-prata-no-mundial-de-taekwondo-nos-eua/">Atleta brasileira conquista medalha de prata no Mundial de Taekwondo nos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>8 lições de sucesso do astro Marcus Buchecha</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 11:57:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Buchecha ensinou: "Sempre parei para analisar, via onde eu tomava atraso, o que me fez demorar a conquistar a posição, etc. Sempre na vitória tive uma mentalidade de buscar melhorar. Isso na derrota só se amplia. O que eu mais gosto de pensar num mau resultado é: “Cara, não foi a primeira vez nem será a última vez que perdi”. E durmo tranquilo, volto para a academia e treino mais."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216075" style="width: 1008px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216075" class="size-full wp-image-216075" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49.jpeg" alt="" width="998" height="654" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49.jpeg 998w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-768x503.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /><p id="caption-attachment-216075" class="wp-caption-text">Marcus Buchecha soma 13 títulos mundiais na faixa-preta. Foto: Blanca Marisa Garcia</p></div>
<p>Aos 35 anos, Marcus “Buchecha” Almeida (5v, 1d) chegou ao UFC, e fará sua estreia no dia 26 de julho em Abu Dhabi, diante de fãs e amigos do Jiu-Jitsu residentes nos Emirados.</p>
<p>O lutador da Checkmat construiu seu cartel no One FC a partir de 2021, e acumula quatro triunfos por finalização – dois estrangulamentos pelas costas, uma chave de calcanhar e o norte-sul da estreia – e um nocaute técnico, com socos do chão. A derrota no currículo veio em agosto de 2023, por decisão unânime, contra o peso pesado senegalês Oumar Kane.</p>
<p>No Jiu-Jitsu esportivo, o lutador de São Paulo brilhou e, entre 2011 e 2018, tornou-se o primeiro atleta a conquistar 13 títulos mundiais pela IBJJF na faixa-preta.</p>
<p>Certa feita, o hexacampeão mundial absoluto revelou, na edição de número #267 de GRACIEMAG, oito lições que o ajudaram a alcançar o estrelado no Jiu-Jitsu. Confira abaixo:</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que o sucesso no Jiu-Jitsu vem com as horas acumuladas no tatame. Para ter gás e resistência no Jiu-Jitsu, a preparação ideal é mesmo treinar Jiu-Jitsu. Claro que a preparação física ajuda muito, é uma ferramenta auxiliar e tanto em especial para o lutador profissional. Mas o que realmente vai deixar você com o pulmão blindado, com aquele gás no tanque para aguentar o ritmo até o fim, capaz de fazer dez minutos de porrada, é mesmo o seu treino no tatame. Talvez o maior inimigo do praticante que quer ter um gás interminável seja a pressa. Você tem de botar na cabeça que não vai chegar lá de um dia para o outro, não será um caminho fácil nem rápido. </span></p>
<h3><strong>2. Foco</strong></h3>
<p>Meu treino tem a periodização toda certinha, são 12 semanas cumprindo tudo no esquema rígido, sem distrações, e por isso me sinto tão bem lá dentro da Pirâmide. É importante, ainda, treinar com sabedoria, não adianta ir à academia somente. Eu costumo fazer muito treino específico para lapidar uma técnica, bastante treino saindo de posições ruins, bastante rola e porrada contra oponentes duros. Essa é minha receita para chegar aos campeonatos e conseguir ter um bom desempenho.</p>
<h3><strong>3. Força de vontade</strong></h3>
<p>Eu sempre fui uma pessoa que não ficava pensando muito em como será o futuro. Gosto de viver o hoje. Da mesma maneira, jamais fiquei martelando que seria um recordista, que iria vencer tantos Mundiais no absoluto, essa pressão é tão inútil quanto improdutiva. É um caminho meio natural quando você faz o que sabe, o que gosta. Hoje, tenho certeza de que meu maior adversário sou eu mesmo, estou vivendo isso agora. Vou sempre alimentando a vontade de ir treinar, de ir competir, de acordo com um desejo de me aperfeiçoar ao máximo, como lutador, como professor e como pessoa. É o que sei fazer. Vou relaxar em casa e parar de lutar só porque já venci isso ou aquilo? Nosso estilo de vida é muito prazeroso, viagens, seminários em lugares que sempre sonhei conhecer, grandes amizades, e isso é um grande prêmio e uma grande atração para o competidor. Eu ainda tenho aquele sangue no olho, de quando eu era novo, e sei que estou vivendo um sonho maravilhoso, que muitos perseguem: o de viver do esporte, lutando Jiu-Jitsu. O objetivo é quebrar seus próprios recordes, ser um cara melhor a cada dia, e tentar retribuir ao esporte tudo o que o Jiu-Jitsu me proporciona.</p>
<h3><strong>4. Consistência</strong></h3>
<p>Eu diria que ganhar um Mundial de Jiu-Jitsu não é a tarefa mais árdua. Dureza mesmo é voltar lá com a mesma chama e ganhar seu segundo Mundial. E vejo que muitas pessoas, fora ou dentro da academia, não percebem isso, conquistam algo e acham que já chegaram no topo do mundo. E aí é fácil perder de vista seus objetivos, ficar até mesmo desmotivado. Meu desafio é me manter lá no topo.</p>
<h3><strong>5. Estudo</strong></h3>
<p>Se você quer ser lutador, e isso quer dizer se desafiar, é preciso se ver em situações adversas, perseguir o sufoco, decifrar o xadrez do Jiu-Jitsu na situação de perigo. Para isso, você tem realmente que esquecer seu ego, não ligar para batucar, não ligar para a vaidade. Pode perguntar a qualquer um que treinou comigo: sou um dos caras que mais apanham na academia, que mais é finalizado nos treinos. Não ligo. Desde a faixa-azul isso nunca foi problema para mim. Sempre detecto ao perder no treino como posso corrigir minhas falhas. Em pé, por cima, por baixo, tudo.</p>
<h3><strong>6. Competitividade</strong></h3>
<p>É nos treininhos, desde as faixas coloridas, que você aprende a sair do sufoco. Gostava muito daqueles treinos de rodízio, em que o cara toma o ponto e vai para o fim da fila, um jeito de aumentar o ímpeto competitivo do aluno sem a adrenalina de uma luta. Foi assim que os treinos me ajudaram muito. Hoje um dos meus treinos é o “tanque de tubarões”, em que entro para enfrentar novos oponentes a cada dois minutos, eu cansando enquanto eles descansam. São treinos que mudam você, que variam as dinâmicas da sua preparação. Fuja do que é cômodo, busque seus limites. Isso é o que estimula nosso corpo e mente no Jiu-Jitsu.</p>
<h3><strong>7. Aperfeiçoamento</strong></h3>
<p>O ideal é que nas vitórias a gente também vá para casa ciente de que fez o suficiente, não que tenha sido uma atuação perfeita, livre de falhas. Sempre parei para analisar, via onde eu tomava atraso, o que me fez demorar a conquistar a posição, etc. Sempre na vitória tive uma mentalidade de buscar melhorar. Isso na derrota só se amplia. O que eu mais gosto de pensar num mau resultado é: “Cara, não foi a primeira vez nem será a última vez que perdi”. E durmo tranquilo, volto para a academia e treino mais.</p>
<h3><strong>8. Harmonia</strong></h3>
<p>O macete para estar saudável no Jiu-Jitsu é estar com a mente em harmonia com o corpo. É preciso escutar seu organismo. Não adianta querer voltar de umas férias ou de uma contusão e fazer um treino como se estivesse no seu pico. É essa desarmonia que provoca contusões bobas. Comece a temporada devagar e vá acelerando aos poucos. Como eu luto com pessoas com mais de 100kg, eu invisto muito na musculação, para um movimento em falso não me machucar muito. Gosto, também, de ir treinar mesmo com dores, respeito a área afetada, mas realizo outros trabalhos. Respeite seu corpo, esteja presente nos tatames ao máximo que você vai longe.</p>
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		<title>Há 20 anos&#8230; Relembre Roger Gracie x Margarida no Mundial de Jiu-Jitsu 2005</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 14:45:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fernando Margarida]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Onde você estava quando o craque Roger Gracie enfrentou o campeão mundial absoluto de 2001, Fernando Margarida, no Mundial de Jiu-Jitsu de 2005?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Onde você estava quando o craque Roger Gracie enfrentou o campeão mundial absoluto de 2001, Fernando Margarida, no Mundial de Jiu-Jitsu de 2005? </p>
<p>Relembre o clássico duelo realizado no Tijuca Tênis Clube, no Rio. Oss&#8230;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roger Gracie vs Fernando Margarida 2005" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/glwYwx_NWWs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/do-bau-relembre-roger-gracie-x-fernando-margarida-no-mundial-de-jiu-jitsu-2005/">Há 20 anos… Relembre Roger Gracie x Margarida no Mundial de Jiu-Jitsu 2005</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:27:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Margarida]]></category>
		<category><![CDATA[Flavio Almeida]]></category>
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		<category><![CDATA[Mundial 2002]]></category>
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		<category><![CDATA[Tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[Xande Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de competição.</em></p>
<p>Aprenda com ele. E assine nossa <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener">revista digital para ler artigos como este. Oss!</a></p>
<p><em><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7271 aligncenter" title="Saulo e pai site" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg" alt="" width="480" height="312"></a><br />
</em></p>
<p>Todo dolorido. Foi assim que eu acordei no domingo, 28, último dia do sétimo Mundial de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Peguei o meu kimono para ir para o Tijuca Tênis Clube pensando o seguinte: se hoje fosse um dia normal, a possibilidade de eu ir treinar era zero. Ia fazer um rango no restaurante Guaranamania, deitar e descansar. Tava na maior lombra.</p>
<p>Ao mesmo tempo, eu tinha de ir trabalhar, correr atrás do título que ainda não possuía, o de campeão absoluto. Fiz a minha parte ontem, venci três lutas e estou classificado para a final, mas não foi fácil.</p>
<p>Na verdade, depois da minha segunda luta, contra o [Roberto Corrêa] Gordo, sentei no chão ao lado do tatame muito puto. Fiz preparação física nos últimos meses, achava que estava numa forma ótima, mas no meio da luta eu tava morto.</p>
<p>Eu sabia que a minha luta com o “Careca” ia ser difícil, sempre é. Ao contrário da garotada nova que tem por aí, ele não erra, não dá esgrima e a gente se equivale tecnicamente. Mas quando eu abri vantagem no início, e quando ele me deu a perna direita e tomou um kouchi-gari, achei que a luta tava ganha. De repente, ele tinha trancado as pernas nos meus joelhos, e eu fui raspado. Puxei o ar e não veio nada, e me segurei para não transparecer meu desespero. Fechei a guarda e, antes do fim, quando fui para a minha raspagem, ele cresceu o olho no crucifixo, como sempre, e fiz mais dois pontos.</p>
<blockquote><p>Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você esteve ali antes&#8221; Saulo Ribeiro</p></blockquote>
<p>Tinha vencido, mas estava revoltado com o meu mau condicionamento. E fiquei me perguntando o porquê. Remoí isso durante o resto do dia, e só hoje de manhã achei a explicação: falta de ritmo de competição. No meu melhor ano, 98, eu lutava campeonato quase todos os finais de semana. De Jiu-Jitsu ou judô, pequeno ou grande, não queria saber. Desde 99, só tenho lutado o Mundial e o ADCC. É isso. Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você tiver estado ali antes. E quanto mais você competir, mais você vai conhecer o seu corpo.</p>
<p>Chegar no ginásio do Tijuca é sempre bom. Foi lá que, desde 96, venci cinco campeonatos mundiais. Claro que é problemático lembrar que ano passado – único ano em que fui derrotado –, nessa mesma hora, eu estava na mesma situação: tinha chegado à final do absoluto, mas ia tentar lutar o meio-pesado para ser campeão. A experiência tinha me ensinado que eu não podia cair no mesmo erro, partir para dentro dos caras do peso feito um louco e ficar no bagaço para as finais.</p>
<p>Até hoje ainda acho que eu não perdi o campeonato para o [Fernando Pontes] Margarida, durante a final. Eu perdi antes. Para o [Flávio Almeida] Cachorrinho, na semifinal. Apesar de ter vencido a luta, ele me matou. Que cara forte! Se ele não desse a esgrima, ia ser o cara mais difícil de ser vencido de todos. Eu não sei como ele perde para o Margarida, se ele é muito mais forte.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7277 aligncenter" title="DSC_0076" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076-e1268508289939.jpg" alt="" width="312" height="480"></a></p>
<p>Esse ano, meu plano era outro: vencer o peso sem me cansar muito. E, na área de aquecimento, como tava de baia, ia poder ver todo mundo antes de eu lutar. O Erik [Wanderley] foi chamado. Era hora de olhar o inimigo contra um cara mais fraco. Ele certamente vai usar todas as suas armas mais fortes para acabar logo o serviço. No meio da luta, alguém chega e pergunta: “Vai de moto para casa?”. “Claro, trouxe até o capacete”, brinco, sem deixar claro que, na verdade, aquela Honda Biz de prêmio para o campeão era o que menos importava.</p>
<p>Continuo prestando atenção. Ele mete a mão direita por cima, é candidato a tomar um ipon-seoi. Tomou uma queda. É outro cara bom e forte, mas, por baixo, dá a esgrima. Eu sei que ele vai vencer, provavelmente chegar à final, então reparo mais. Em pé, outro trejeito. Ele finge que vai puxar para a guarda e coloca a perna direita na frente para atacar. Pode tomar um ouchi-gari. Essa vai ser a estratégia.</p>
<p>11:00. Já estou há quase uma hora esperando, e minha luta se aproxima. De repente, noto um movimento na entrada do ginásio. Corro os olhos à procura do motivo e me surpreendo. É o Rickson. Veio fazer uma visita surpresa. A responsabilidade aumentou. O homem vai ver se tenho feito direito o dever de casa. Acompanho o bicho e penso alto: “O cara é foda. Dá para sentir a sua energia”.</p>
<p>A presença de Rickson, Royler, Renzo no estádio e alguns erros que vejo os caras cometendo nas lutas me faz refletir no suporte que esses caras me deram, me poupando de muitos desses erros. A versatilidade do Royler, sempre apto a fazer qualquer tipo de jogo; por cima, por baixo, em pé, no chão. O Renzo, que mesmo quando morre no gás nas lutas, ninguém consegue fazer nada com ele, o que prova ainda mais a sua técnica. E o Rickson, que quando treina contigo parece que tem 200kg. Procuro aprender o que cada um deles tem de melhor, adaptar isso no meu jogo.</p>
<p>Volto a prestar atenção nas disputas. No ringue mais próximo, o da esquerda, [Ricardo] De la Riva vai lutar. É uma incógnita. Só dará para saber como ele vai se sair depois da primeira bufada. Voltar após nove anos é complicado. Depois de um [ano] já é foda. Uma torcida grande grita para ele. Maneiro o cara ter um carisma assim. Ele vence bem, e volta para a área de aquecimento. Vou cumprimentá-lo, e ele me parabeniza, aproveitando para elogiar o Royler. Dá para sentir que não é falsidade, esse cara é gente fina mesmo. Tem uma humildade muito grande. Mesmo se perder, continua sendo campeão.</p>
<p>Vejo a luta do Fábio Nascimento, o cara que vou enfrentar de primeira. Ele raspa o outro na meia-guarda. Ontem, na primeira luta do absoluto, ele me levantou assim. Mas eu pensei: “Me recuso a ir nessa”, e atochei o peso.</p>
<p>A minha hora não chega e por mais que queira me concentrar, fiquei mais é vendo as outras categorias, analisando os caras que estão aparecendo. Não sei porque, penso numa luta do Pé de Chumbo com o “Jaca”. Essa ia ser boa de ver. Os caras são muito preparados e fazem força sem cerimônia&#8230; No ringue que o De la Riva lutou, agora o [Marcelo] Pupo tava vencendo uma luta da categoria leve. Reparo como ele melhorou. Antigamente ele era fraco, mas agora, não perde posição, distribui o peso melhor. Pode surpreender e ser campeão.</p>
<blockquote><p>Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: &#8216;Assim ele facilita o trabalho da diretoria'&#8221;</p></blockquote>
<p>Fiz a minha primeira luta, e venci por pontos. Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: “Assim ele facilita o trabalho da diretoria”. Com esse erro, eu sabia que ia ser difícil perder. E venci. No meio da luta, ele fez uma pegadinha chata na minha perna, me prendeu na meia-guarda. Depois eu estudo isso melhor, penso. Vou lá cumprimentar meu pai, minha mulher, o pessoal que veio torcer por mim. Por mais que eu esteja focado na competição, tenho que dar uma atenção para quem tá sempre comigo.</p>
<p>Voltei então para a área de aquecimento, mas agora o tempo passava mais rápido. Quando Frédson e De la Riva se preparavam para lutar a semifinal do pena, eu já estava voltando para o outro lado, onde ia lutar a semifinal. Pensei na luta deles: meu coração está com o Frédson, que é de Manaus e da Gracie Barra, mas acredito na vitória do De la Riva. É mais técnico. E, nessa hora, se eu não acreditar mais na técnica, vou acreditar em quê?</p>
<p>Na espera para a semifinal, vejo o Pé de Pano – meu adversário na decisão do absoluto – chegando na área de luta. Com um tamanho desse, um peso desse e umas pernas dessas, não dá para pensar boa coisa. Ele vem falar comigo, porque a gente tinha meio que se comprometido de não lutar. Mas em um caso desses não tem jeito, e eu sei disso. É o título que os dois tão querendo, e qualquer pacto agora fica de lado. Os dois vão dar tudo, sem cerimônia.</p>
<p>Entro para lutar com o [Marcel] Louzado, do Godói. No início da luta, eu faço os dois pontos que vão me garantir a vitória, com uma ida para as costas em pé. Novamente, minha tática funciona. Eu tinha visto na luta anterior, contra o [mineiro Vinícius Antunes] Wallid, que ele entra de o-chi-gari. Deixei então minha perna direita na frente, de isca, e quando ele entrou, tirei a perna, agarrei na dele e fui para as costas. Ele tentou correr atrás, mas eu tava na final, e sabia disso. E a situação dele foi piorando no decorrer da luta.</p>
<p>Mal o juiz levanta o meu braço, uma surpresa de merda. Enquanto eu tava lutando, meu irmão tinha se machucado no ringue ao lado, e me avisaram. Chorando, ele era atendido pelos médicos e tava fora da briga.</p>
<p>Faltavam três horas para o início das finais. A única coisa que vinha na minha cabeça era o seguinte: comer ou não comer?</p>
<p><strong>Intermissão</strong><br />
17:00. Chegou a hora. Eles anunciam a ordem das finais. O absoluto primeiro. Pensei bem, coloquei a realidade na balança e pedi para trocar. Era arriscado demais. Posso cansar muito, perder para o Pé e fazer uma luta ruim no meio-pesado, perigando ficar sem os dois títulos. Lutando o meio-pesado primeiro eu teria mais chances de garantir ao menos um título. E podia ganhar mais confiança para a final do absoluto.</p>
<p>A luta contra o Erik foi dentro do previsto. Ele colocou a perna na frente, eu usei o ouchi-gari. Saí na frente, e era o que eu precisava. Lá para as tantas, ele me deu a esgrima. Cheguei na meia e consegui mais uma vantagem. Ele ainda tentou um ezequiel, mas eu sabia que não existia ângulo para apertar, já que eu tava jogando o meu peso para frente. Passei a guarda e garanti o título. Mas depois da força que eu fiz, deu até fraqueza pensar que ainda tinha o Pé de Pano.</p>
<p>Descansei enquanto rolaram as finais de todos os outros pesos. E entrei com uma tática definida na luta contra o Pé de Pano. O negócio era jogar por cima mesmo. Essa história de que ele não sabe passar [a guarda] é besteira, ele é pesado e passou a guarda de todo o mundo por aí. Eu ia obrigar o cara a mudar o tipo de guarda, jogar com os ganchos por dentro. Conseguir umas vantagens e quem sabe uma passagem e vencer. O plano foi indo bem, mas ele é tão longo que até a guarda de gancho me complicou, e eu acabei sendo raspado. Ainda dava para correr atrás, mas me descuidei e ele botou na [guarda] fechada. Foi quando eu senti o seu peso. Não dava para abrir de qualquer jeito, era capaz de ele cair montado. Tentei abrir sem ficar em pé, mas ele levantava o quadril e, com aquelas pernas longas, minha mão ia da canela para o joelho. Não tinha jeito, aquela era dele.</p>
<p>Após a premiação, enquanto dava uma entrevista, meu pai me jogou uma latinha da gelada. Era tudo que eu precisava, fazia um mês que não tomava uma cerveja. Mas a análise dos meus erros não saía da cabeça. E pensei em duas resoluções. Número um: tenho que competir tudo, Jiu-Jitsu e Judô, e estar em um ritmo bem melhor. Número dois: no fim das contas, disputar o meio-pesado novamente diminuiu minhas chances no absoluto. Ano que vem vou arriscar só o aberto. “Ano que vem”, eu pensei, e essa é a melhor parte: a vontade de estar aqui de novo. Isso eu ainda não perdi.</p>
<div id="attachment_7275" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7275" class="size-full wp-image-7275" title="Saulo Napao 2002" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg" alt="" width="312" height="480"></a><p id="caption-attachment-7275" class="wp-caption-text">Saulo Ribeiro por cima de Gabriel Napão. Fotos: Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O card de Saulo até 2002: 26-4<br />
</strong></p>
<p><strong>2002<br />
absoluto</strong><br />
Márcio Cruz (d)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Roberto Corrêa (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Erik Wanderlei (v)<br />
Marcel Louzado (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>2001<br />
absoluto</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Márcio Cruz (vc)<br />
Leandro Borgo (v)<br />
Marcos Scheffer (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Flávio Almeida (v)<br />
Murilo Rupp (v)<br />
Roger Coelho (v)</p>
<p><strong>2000<br />
super-pesado</strong><br />
Daniel Simões (v)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Adílson Lima (v)<br />
Roberto Ferreira (v)</p>
<p><strong>1999<br />
meio-pesado</strong><br />
Roberto Magalhães (v)<br />
José Marcelo (v)<br />
Givanildo Santana (v)<br />
Marcelo Hertz (v)</p>
<p><strong>1998<br />
pesado</strong><br />
Fabio Gurgel (v)<br />
Murilo Bustamante (v)<br />
Anderson Xavier (v)</p>
<p><strong>1997<br />
médio</strong><br />
José Mario Sperry (d)<br />
Antônio Schembri (v)<br />
Rony Rústico (v)<br />
Guilherme Santos (v)</p>
<p><strong>1996</strong><br />
leve<br />
Marcio Feitosa (v)</p>
<p>*v – vitória; d – derrota; vc – vitória por contusão</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu/">Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Campeão mundial sem kimono, Lucas Araújo oferece lições para atletas profissionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 22:10:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O caminho de Lucas Araújo no Jiu-Jitsu segue uma trajetória interessante. O primeiro contato dele com o esporte aconteceu em 2000, introduzido na modalidade pelo tio, naquela época faixa-roxa da Arte Suave. A intenção era fazer com que ele e seu irmão aprendessem técnicas de defesa pessoal e, de quebra, começassem a praticar atividades físicas. Nesse período,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243737" style="width: 763px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243737" class="wp-image-243737 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-e-faixa-preta-de-Jiu-Jitsu-da-Alliance.jpeg" alt="" width="753" height="741" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-e-faixa-preta-de-Jiu-Jitsu-da-Alliance.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-e-faixa-preta-de-Jiu-Jitsu-da-Alliance-300x295.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-e-faixa-preta-de-Jiu-Jitsu-da-Alliance-768x756.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-e-faixa-preta-de-Jiu-Jitsu-da-Alliance-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 753px) 100vw, 753px" /><p id="caption-attachment-243737" class="wp-caption-text">Lucas Araújo é faixa-preta de Jiu-Jitsu da Alliance. Foto: @lucianaalvesfotografia</p></div>
<p>O caminho de <a href="https://www.instagram.com/lucasaraujobjj/">Lucas Araújo</a> no Jiu-Jitsu segue uma trajetória interessante. O primeiro contato dele com o esporte aconteceu em 2000, introduzido na modalidade pelo tio, naquela época faixa-roxa da Arte Suave. A intenção era fazer com que ele e seu irmão aprendessem técnicas de defesa pessoal e, de quebra, começassem a praticar atividades físicas. Nesse período, o Jiu-Jitsu foi uma realidade na vida de Lucas dos 10 aos 12 anos de idade, até que ele teve que dar uma pausa na atividade para focar nos estudos. Foi aos 16 anos que ele voltou a se envolver com esporte, mas não foi o Jiu-Jitsu que fez com que ele tomasse gosto pela parte competitiva.</p>
<p>“Como competidor, eu comecei no muay thai quando tinha 16 anos e foi aí que uns amigos do curso preparatório me convidaram para conhecer onde eles treinavam. Como eu já era fã de lutas, eu adorei tudo aquilo e comecei a praticar. Após esse primeiro ano praticando, ingressei nos campeonatos de Muay Thai e obtive um bom resultado. Fui campeão carioca algumas vezes e campeão da Copa Rudel, a nível nacional. Em meio a isso, o UFC estava com força total. Os atletas brasileiros dominavam o cenário do MMA no mundo e então eu decidi voltar para o Jiu-Jitsu, pensando em migrar para uma carreira de MMA, que era o hype do momento. Logo quando entrei no primeiro campeonato de Jiu-Jitsu, com 17 anos, no Iate Clube Jardim Guanabara, eu fiz 5 lutas, fui campeão e me apaixonei por aquela atmosfera. Desde então, nunca mais parei.”, contou Lucas.</p>
<p>Nascido no Rio de Janeiro, no bairro da Ilha do Governador, o hoje faixa-preta Lucas Araújo passou a integrar o time da Alliance com 21 anos, em 2011, ao ser introduzido no Instituto Alliance, convidado por Alexandre Paiva. Foi nesse espaço, localizado no Leblon, na Zona Sul do Rio, que Lucas conquistou sua faixa-preta. Competindo na classe dos masters, Lucas conseguiu feitos admiráveis como competidor.</p>
<p>“Hoje sou bicampeão mundial, bicampeão pan-americano e primeiro no ranking No Gi. Creio que dessa forma eu posso contribuir para manter a nossa bandeira sempre no topo dos campeonatos, mas não é somente isso. Também posso contribuir para que a nossa metodologia e nossa cultura permaneça viva e forte em todos os nossos alunos e atletas da nova geração da Alliance.”, comentou.</p>
<div id="attachment_243739" style="width: 671px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243739" class="wp-image-243739 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-com-medalha-de-ouro-conquistada-no-Mundial-No-Gi-da-IBJJF.-Foto-@lucasaraujobjj.jpeg" alt="" width="661" height="644" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-com-medalha-de-ouro-conquistada-no-Mundial-No-Gi-da-IBJJF.-Foto-@lucasaraujobjj.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-com-medalha-de-ouro-conquistada-no-Mundial-No-Gi-da-IBJJF.-Foto-@lucasaraujobjj-300x292.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-com-medalha-de-ouro-conquistada-no-Mundial-No-Gi-da-IBJJF.-Foto-@lucasaraujobjj-768x749.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Lucas-Araujo-com-medalha-de-ouro-conquistada-no-Mundial-No-Gi-da-IBJJF.-Foto-@lucasaraujobjj-150x146.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 661px) 100vw, 661px" /><p id="caption-attachment-243739" class="wp-caption-text">Lucas Araújo com medalha de ouro conquistada no Mundial No Gi da IBJJF. Foto: @lucasaraujobjj</p></div>
<p>Hoje, Lucas possui grande representatividade na Alliance, equipe de Fábio Gurgel. Logo no início, em contato com a mentalidade dos líderes e com a metodologia aplicada dentro da academia, Lucas percebeu que o Jiu-Jitsu poderia ser muito mais que uma paixão.</p>
<p>“Em 2011, assim que eu cheguei na academia do Leblon, eu já percebi que ali o Jiu-Jitsu era tratado de forma diferente, como business. Atletas com patrocinadores, aulas particulares, professores e atletas viajando pelo mundo para ensinar o esporte. Então, essa foi a melhor escola que eu poderia ter tido naquele momento importante da minha caminhada. O Jiu-Jitsu me trouxe a oportunidade de viver um propósito, porque eu acredito que ele é uma ferramenta de transformação na vida das pessoas. Eu sigo espalhando isso por onde eu vou.”, disse Lucas.</p>
<p>Com as oportunidades que foram surgindo ao longo do caminho, Lucas se mudou do Brasil e ficou definitivamente nos Estados Unidos. De acordo com ele, o desenvolvimento acelerado da modalidade em território norte-americano faz com que seja possível um planejamento de carreira desde cedo, ainda na fase kids.</p>
<p>“Na América existem mais recursos que no Brasil, o que permite um melhor desenvolvimento como atleta. As academias são estruturalmente melhores e você tem mais acesso a suplementos de alto rendimento. Hoje em dia, até atletas mirins já começam com patrocínio desde cedo. Isso promove mais segurança no planejamento financeiro e permite que o atleta foque 100% no treino. Tudo isso aconteceu aqui por conta do valor que o Jiu-Jitsu entrega para as famílias americanas. Aqui eles reconheceram rápido esses valores e investem para que seus filhos cresçam dentro do esporte.”, analisou.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/campeao-mundial-sem-kimono-lucas-oferece-licoes-para-atletas-profissionais/">Campeão mundial sem kimono, Lucas Araújo oferece lições para atletas profissionais</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Do baú: Ricardo Libório x Helio Soneca no Brasileiro 1993</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 20:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje faixas-corais e mestres renomados no meio do Jiu-Jitsu, Ricardo Libório e Helio “Soneca” Moreira brilharam nos tatames nos tempos de competidores, em especial na década de 1990. Peso-pluma de origem, Soneca se aventurou contra Libório no Campeonato Brasileiro 1993, disputado no Clube Hebraica, no Rio de Janeiro. Helio Soneca foi valente, mas Libório colocou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239458" style="width: 492px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239458" class="size-full wp-image-239458" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-23-at-09.28.12.jpeg" alt="" width="482" height="321" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-23-at-09.28.12.jpeg 482w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-23-at-09.28.12-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-23-at-09.28.12-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 482px) 100vw, 482px" /><p id="caption-attachment-239458" class="wp-caption-text">Ricardo Libório ao lado do mestre Carlson Gracie. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Hoje faixas-corais e mestres renomados no meio do Jiu-Jitsu, Ricardo Libório e Helio “Soneca” Moreira brilharam nos tatames nos tempos de competidores, em especial na década de 1990. Peso-pluma de origem, Soneca se aventurou contra Libório no Campeonato Brasileiro 1993, disputado no Clube Hebraica, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Helio Soneca foi valente, mas Libório colocou em prática seu retrospecto no judô e quedou o oponente nos primeiros instantes. Helio lesionou o ombro no momento da queda e o árbitro interrompeu o combate. Após o aluno de Carlinhos Gracie Jr. ser atendido, a luta recomeçou em pé.</p>
<p>Libório puxou Soneca para a guarda e finalizou no armlock. Depois de ter o braço erguido pelo árbitro, Libório ergueu o amigo nos ombros e o colocou de volta na arquibancada.</p>
<p>Cerca de três anos após o duelo, na primeira edição do Mundial de Jiu-Jitsu, em 1996, Ricardo Libório se tornaria o primeiro lutador campeão mundial no peso superpesado ao derrotar Leonardo Castelo Branco, enquanto Helio Soneca alcançaria o feito nos plumas, ao superar Wellington “Megaton” Dias. Prova que aço forja aço.</p>
<p>Confira e aprenda com este duelo de mestres.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="RICARDO LIBORIO VS HELIO SONECA MOREIRA JIU JITSU MATCH | Brasileiros 1993 OLD SCHOOL BJJ" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/WeKobv83hEs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/do-bau-ricardo-liborio-x-helio-soneca-no-brasileiro-1993/">Do baú: Ricardo Libório x Helio Soneca no Brasileiro 1993</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Relembre o dia em que Buchecha virou a luta contra Meregali no Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 18:42:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual seria a luta dos seus sonhos para esta temporada de 2024? Um dos conferes que está sempre na boca do povo do Jiu-Jitsu, há mais de cinco anos, é o tira-teima entre o colecionador de ouros Marcus Vinicius Almeida, o popular Buchecha, contra o seu hoje sucessor Nicholas Meregali, quatro anos mais novo. Afinal,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual seria a luta dos seus sonhos para esta temporada de 2024?</p>
<p>Um dos conferes que está sempre na boca do povo do Jiu-Jitsu, há mais de cinco anos, é o tira-teima entre o colecionador de ouros Marcus Vinicius Almeida, o popular Buchecha, contra o seu hoje sucessor Nicholas Meregali, quatro anos mais novo.</p>
<p>Afinal, os dois bichos-papões da IBJJF já colidiram antes, no Campeonato Mundial de 2018, durante uma semifinal do absoluto.</p>
<p>O resultado? Bem, foi um xadrez bonito de ver, com dois guardeiros fenomenais e uma plateia eletrizada e de pé, para torcer e aplaudir.</p>
<p>Relembre como Buchecha, hoje com 34 anos e focado no MMA, foi raspado, para se recuperar depois e explodir, nos últimos segundos, para eliminar o novato de ouro Meregali.</p>
<p>Comente se você gostaria de ver um repeteco do clássico combate, que já bateu quase 2 milhões de espiadas no YouTube da Federação. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="2018 World Most Exciting Fight / Marcus &quot;Buchecha&quot; Almeida vs Nicholas Meregali" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/JqNk2XEEDFQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/relembre-o-dia-em-que-buchecha-virou-a-luta-contra-meregali-no-mundial/">Relembre o dia em que Buchecha virou a luta contra Meregali no Mundial</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Prepare-se para o SJJIF Worlds 2023 no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Oct 2023 12:44:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente da SJJIF, João Silva, apresenta mais um grande evento de Jiu-Jitsu para você. Muito bacana essa ideia da SJJIF em trazer o Worlds para o Brasil este ano, evento que vai rolar nos dias 11 e 12 de novembro, na Arena da Juventude, em Deodoro, no Rio de Janeiro. Como surgiu essa ideia e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://instagram.com/joaosilvabjj?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA=="><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-242547" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Joao-Silva-SJJIF-300x193.jpg" alt="" width="867" height="558" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Joao-Silva-SJJIF-300x193.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Joao-Silva-SJJIF-768x495.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Joao-Silva-SJJIF-150x97.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Joao-Silva-SJJIF.jpg 986w" sizes="auto, (max-width: 867px) 100vw, 867px" /></a><em>Presidente da SJJIF, João Silva, apresenta mais um grande evento de Jiu-Jitsu para você.</em></p>
<p><strong>Muito bacana essa ideia da<a href="https://instagram.com/sjjif?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA=="> SJJIF</a> em trazer o Worlds para o Brasil este ano, evento que vai rolar nos dias 11 e 12 de novembro, na Arena da Juventude, em Deodoro, no Rio de Janeiro. Como surgiu essa ideia e quais benefícios ela oferece para a comunidade do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><a href="https://instagram.com/joaosilvabjj?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA==">JOÃO SILVA:</a> Nosso evento conta com participantes do mundo todo e já teve, numa de suas maiores edições, representantes de mais de 60 países. Contudo, vários participantes não têm conseguido participar por conta do visto para os Estados Unidos, que para muitos é inviável. Por muito tempo, na assembleia da SJJIF, já se havia falado sobre a opção de expandir os eventos da SJJIF e de ter o mundial da SJJIF de forma itinerante, dando a toda comunidade do Jiu-Jitsu a oportunidade de participar no evento e de competir pelo seu título mundial.</p>
<p>Acredito que a decisão de trazer para o Brasil essa edição do evento é algo a ser celebrado não apenas pelo fato de ser a décima edição, mas sim por mais uma vez estarmos inovando e promovendo os valores da SJJIF de integração, jogo justo, respeito e cultura brasileira através do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Eu acredito que todos os competidores brasileiros devem aproveitar o máximo dessa oportunidade única de competir pelo título mundial da SJJIF no Brasil, especialmente para competidores que pensam em viver do Jiu-Jitsu no exterior no futuro, pois um título mundial da SJJIF em uma carta imigratória pode ser a diferença na aprovação de um visto de trabalho.</p>
<p><strong>Além do país que vai sediar o grande evento, quais são as outras novidades do SJJIF Worlds 2023?</strong></p>
<p>Eu acredito que para todos competidores acostumados a irem para o Estados Unidos para competir essa vai ser uma oportunidade enorme de se aculturar onde o Jiu-Jitsu esportivo foi fundado e de conhecer tudo que o Rio de Janeiro tem a oferecer, como turismo, treino, competição e muito mais. Para os atletas que nunca competiram em um evento da SJJIF, acho que isso é uma oportunidade única de fazer parte da história sendo a décima edição, primeira vez no Brasil e com premiação em dinheiro, medalha que é enorme, cinturão, anel, troféu e, o mais importante, o título mundial.Este ano teremos cinturões em diversas divisões, algo inédito.</p>
<p><a href="https://instagram.com/sjjif?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA=="><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-242549" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231028_093122215-300x225.jpg" alt="" width="876" height="657" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231028_093122215-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231028_093122215-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231028_093122215-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231028_093122215-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231028_093122215-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231028_093122215.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 876px) 100vw, 876px" /></a></p>
<p><strong>Esta é a décima edição do show, uma baita marca para a SJJIF. Quais os momentos mais memoráveis nessa trajetória? E quais as principais lições que você tirou dessas 10 edições?</strong></p>
<p>Desde o começo nós trabalhamos duro para trazer algo melhor para nossa comunidade. Sendo um evento que promove a inclusão através do “Jiu-Jitsu para todos”, tendo em um evento não apenas atletas do mundo inteiro competindo para as divisões tradicionais mas também o Parajiu-jitsu, o Jiu-Jitsu de Surdos e o Jiu-Jitsu Especial, dando a oportunidade a todos da comunidade do Jiu-Jitsu competirem pelo seu título mundial. Independente de idade ou de serem elite ou amadores, o evento tem diversas divisões dando a oportunidade para todos participarem (<a href="https://sjjif.com/public/eventInfo/1407"><strong>CLIQUE AQUI</strong> </a>e se inscreva no SJJIF Worlds 2023).</p>
<p>Nós passamos por diversos momentos memoráveis, tanto através de lutas excepcionais de grandes atletas da arte suave ou com momentos através das lutas adaptadas, que são sempre inspiradoras para todos e um momento mágico em nossos eventos. A maior lição eu acredito que seja o fato que sempre podemos melhorar e como no Jiu-Jitsu a vitória é sempre gratificante, porém é através da derrota que o aprendizado é mais intenso. O importante é dar o seu melhor e fazer tudo com amor, pegada, respeito e não ter medo de tentar algo novo.</p>
<p><strong>E o futuro? Em que patamar vai estar o SJJIF Worlds daqui a dez edições? Quais são os principais desafios e objetivos pela frente?</strong></p>
<p>Eu acredito que nos próximos dez eventos muita coisa vai mudar. Esta décima edição já é um marco que vai abrir essa nova jornada onde o mundial vai viajar todo ano de país em país, promovendo não apenas a federação mas o esporte em si. Algo que estamos bem empolgados de ver, pois nós acreditamos que nos próximos anos vamos ver um crescimento muito maior de competidores.</p>
<p><a href="https://sjjif.com/public/eventInfo/1407"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-242551" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231028_093726_Instagram-300x234.jpg" alt="" width="863" height="673" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231028_093726_Instagram-300x234.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231028_093726_Instagram-768x598.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231028_093726_Instagram-150x117.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231028_093726_Instagram.jpg 1013w" sizes="auto, (max-width: 863px) 100vw, 863px" /></a></p>
<p><strong>Quem são os craques que mais impressionaram você nessa longa trajetória do <a href="https://sjjif.com/public/eventInfo/1407">SJJIF Worlds</a> e quais os craques que vão se destacar nesta edição de 2023?</strong></p>
<p>Vimos nesses dez anos muitos campeões e vimos diversas lutas. Crianças como os irmãos Ruotolo que já ganhavam o mundial em todas as faixas de criança. Vimos lutas de faixas-pretas super empolgantes, como as da Tayane Porfírio, Lucas “Hulk” Barbosa, Keenan Cornelios, Kaynan Duarte, Jonnatas Gracie, Luiza Monteiro, Otávio Sousa, Renan Vital, Nathiely De Jesus, Dany Gerard, Kendall Reusing, Ronaldo Júnior, Kennedy Maciel e muito mais.</p>
<p>Bom pra falar a verdade eu nunca fui bom de adivinhar quem ganharia as edições passadas então não vou nem tentar em 2023, mas estou muito empolgado para ver os campeões dessa décima edição.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/prepare-se-para-o-sjjif-worlds-2023-no-brasil/">Prepare-se para o SJJIF Worlds 2023 no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ouro no Phoenix Open, Andre Freire quer o topo do Mundial Sem Kimono</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 18:55:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que você aprendeu com a recente conquista do Phoenix Open da IBJJF e como isso pode ajudar na sua atuação no Mundial Sem Kimono 2023? ANDRE FREIRE: O Phoenix Open tem um nível competitivo bem alto, minha vitória no evento eleva a confiança para competições maiores, principalmente para o Mundial, competição em que já&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://instagram.com/andref.bjj?igshid=MzRlODBiNWFlZA=="><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-242456" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231017_131618165-300x225.jpg" alt="" width="877" height="658" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231017_131618165-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231017_131618165-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231017_131618165-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231017_131618165-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231017_131618165-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/InShot_20231017_131618165-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 877px) 100vw, 877px" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>O que você aprendeu com a recente conquista do Phoenix Open da IBJJF e como isso pode ajudar na sua atuação no <a href="https://ibjjf.com/events/world-ibjjf-jiu-jitsu-no-gi-championship-2023">Mundial Sem Kimono 2023</a>?</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://instagram.com/andref.bjj?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">ANDRE FREIRE:</a> O Phoenix Open tem um nível competitivo bem alto, minha vitória no evento eleva a confiança para competições maiores, principalmente para o Mundial, competição em que já subi ao pódio no passado, só que agora quero o lugar mais alto.&nbsp;</span></p>
<p><strong>Quais são as dicas que você pode dar aos leitores da GRACIEMAG que também almejam migrar para fora do Brasil e ter sucesso na carreira como faixas-pretas de Jiu-Jitsu?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você deseja ter uma carreira internacional é extremamente importante ter fluência no inglês, competir e viajar bastante para que você tenha um bom networking. Também é vital estar preparado mentalmente para as adversidades do caminho, como mudanças bruscas de alimentação, de fuso horário, de clima e de cultura principalmente.&nbsp;</span></p>
<p><strong>Qual foi o principal desafio em sua carreira no Jiu-Jitsu?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Olha, o maior desafio é conciliar multi tarefas, como estudar, trabalhar, treinar para competição… Muitas pessoas não conseguem fazer muitas coisas ao mesmo tempo e ainda treinar para competir. A vida de um atleta requer descanso e esse é um luxo que eu particularmente nunca tive e torna tudo bem complicado.&nbsp;</span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TTq_Zq24VtA"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-242458" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_152944_Instagram-300x247.jpg" alt="" width="874" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_152944_Instagram-300x247.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_152944_Instagram-1024x842.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_152944_Instagram-768x632.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_152944_Instagram-150x123.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_152944_Instagram.jpg 1070w" sizes="auto, (max-width: 874px) 100vw, 874px" /></a></p>
<p><strong>Você gosta mais de competir ou de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=TTq_Zq24VtA">dar aulas</a>? Por quê?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amo fazer os dois, comecei a competir na faixa-branca e ensinar na faixa-roxa, então tive as duas atividades sempre associadas, acredito que <a href="https://www.youtube.com/watch?v=XF1bsUSW434">estar ativamente competindo me mantém atualizado sobre tudo</a> que acontece no mundo do Jiu-Jitsu, meu jogo e meu corpo estão sempre fortes, e consigo entregar credibilidade e inspiração para aqueles que ensino, não vejo uma coisa sem a outra.</span></p>
<p><strong>Quem é o seu grande ídolo na carreira, aquela pessoa que serve como diretriz nas suas grandes decisões?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ayrton Senna é um grande ídolo, aquela referência de perseguir a excelência no que faz, não desistir diante da adversidade, principalmente por não ser do meu esporte, conseguir motivar aqueles que nunca nem viram um carro de corrida de perto.&nbsp;</span></p>
<p><strong>Quais são as suas metas para o futuro aí nos EUA?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=XF1bsUSW434">Tenho alguns títulos importantes</a> que desejo conquistar como World Masters, e também poder ensinar o Jiu-Jitsu como estilo de vida e os benefícios desta arte para o maior número de pessoas que eu puder.&nbsp;</span></p>
<p><strong>Qual é a filosofia por trás da sua escola?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Promover os diferentes aspectos do Jiu-Jitsu Brasileiro, como arte marcial, esporte e defesa pessoal. Meu desejo é<a href="https://www.youtube.com/watch?v=TTq_Zq24VtA"> atingir positivamente os diferentes objetivos das pessoas,</a> respeitando as adversidades e as limitações de cada um.</span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=XF1bsUSW434"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-242460" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_130722_Instagram-300x227.jpg" alt="" width="880" height="666" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_130722_Instagram-300x227.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_130722_Instagram-1024x775.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_130722_Instagram-768x581.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_130722_Instagram-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_20231017_130722_Instagram.jpg 1047w" sizes="auto, (max-width: 880px) 100vw, 880px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ouro-no-phoenix-open-andre-freire-quer-o-topo-do-mundial-sem-kimono/">Ouro no Phoenix Open, Andre Freire quer o topo do Mundial Sem Kimono</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que aprendemos com os campeões absolutos da IBJJF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 20:53:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Torneio criado em 1996 pela Federação de Jiu-Jitsu, o Campeonato Mundial da modalidade consagrou um seleto grupo de faixas-pretas que, após muito suor derramado no kimono e nos tatames, gravaram seu nome na história ao vencer a categoria absoluto, que permite atletas de todos os pesos. Em razão da pandemia do coronavírus, a edição 2020&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_219271" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-219271" class="size-full wp-image-219271" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/Roger-Gracie-vs-Ronaldo-Jacare-Mundial-20041-1.jpg" alt="" width="640" height="417" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/Roger-Gracie-vs-Ronaldo-Jacare-Mundial-20041-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/Roger-Gracie-vs-Ronaldo-Jacare-Mundial-20041-1-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/Roger-Gracie-vs-Ronaldo-Jacare-Mundial-20041-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-219271" class="wp-caption-text">Ronaldo Jacaré resiste ao golpe de Roger, no épico Mundial 2004. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Torneio criado em 1996 pela Federação de Jiu-Jitsu, o Campeonato Mundial da modalidade consagrou um seleto grupo de faixas-pretas que, após muito suor derramado no kimono e nos tatames, gravaram seu nome na história ao vencer a categoria absoluto, que permite atletas de todos os pesos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em razão da pandemia do coronavírus, a edição 2020 do Mundial da IBJJF, inicialmente agendado para o fim do mês de maio, não foi realizada. Portanto, a lista de campeões absolutos da competição conta com 14 craques que contemplam a seleta lista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira os lutadores que mais venceram o absoluto faixa-preta do Mundial da IBJJF, pela ordem (de títulos primeiramente, e por ano em caso de igualdade). E nos diga nos comentários: quem será o próximo rei absoluto do Jiu-Jitsu?</span></p>
<h3><strong>1. Marcus Vinicius “Buchecha” de Almeida (2012/13/14/16/17/19)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O aluno de Rodrigo Cavaca, nascido em São Vicente, São Paulo, demorou a se decidir entre o surfe e o Jiu-Jitsu, mas sua opção se mostrou acertada. Promissor desde os 19 anos, Marcus Vinicius Buchecha tornou-se o primeiro faixa-preta a vencer três vezes o absoluto consecutivamente, tornando-se hexacampeão mundial absoluto em 2019. Peso pesadíssimo com agilidade de um atleta leve, Buchecha fez de sua meia-guarda uma arapuca, capaz de frear os melhores lutadores de sua geração. A partir de um jogo completo, que alia força, explosão, técnica e muita raça, Buchecha passou a não temer nenhuma técnica dos adversários, em pé ou no chão. Adepto de posições tradicionais aliadas a berimbolos modernos, Buchecha confunde qualquer oponente.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/7n5Ge0AiCRk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>2. Roger Gracie (2007/09/10)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Professor carioca radicado em Londres, o esguio faixa-preta de Carlos Gracie Junior fez fama como o lutador mais eficiente do esporte – no Mundial 2009, por exemplo, o “Cobertor Gracie” asfixiou todos os seus oponentes no torneio. Primeiro tri mundial absoluto, Roger ficou famoso por seu jogo clássico, quase perfeito na defesa e mortal no ataque – seu estilo: cair por cima, passar a guarda e montar. Depois de vencer também o absoluto do ADCC, Roger decidiu se desafiar e migrou para o MMA, chegando até o UFC e mais tarde garantindo o cinturão do One Championship. Roger se aposentou em 2017, após estrangular o campeão Marcus Buchecha no Gracie Pro, em luta casada.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Jrxs7YjgLjI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>3. Alexandre “Xande” Ribeiro (2006/08)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Irmão mais novo do craque Saulo Ribeiro, Xande desceu de Manaus, a capital do Amazonas, disposto a igualar os títulos do irmão. E o superou, em quantidade de ouros em Mundiais. Com uma guarda quase impassável, Xande trouxe para o tabuleiro do Jiu-Jitsu um componente tático capaz de surpreender sempre – inclusive o velho rival Roger Gracie, derrotado por ele nas finais de 2006 (Rio de Janeiro) e 2008 (Califórnia).</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/AOkVb60noO8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>4. Amaury Bitetti (1996/97)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Filho de lutador e formado no famigerado time de competição de Carlson Gracie, o passador de guarda Bitetti conquistou os principais títulos da arte suave em seu tempo, em duelos marcantes com seu arquirrival, Fabio Gurgel. Duro em pé e muito tático – chegou a não lutar a divisão de peso para garantir o absoluto –, o atleta da zona sul do Rio de Janeiro era um dos grandes expoentes do Jiu-Jitsu nos anos 1990, tendo atuado também em lutas de vale-tudo e no UFC.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/X9f-GCYF1aY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>5. Marcio “Pé de Pano” Cruz (2002/03)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Orgulho da favela de Mata Machado, o guardeiro Marcio Pé de Pano aterrorizou seus contemporâneos com um jogo de pernas que alternava raspagens, triângulos e outras armas que compunham o arsenal do peso pesadíssimo de língua afiada. Pé de Pano aliava um jogo finalizador com divertidas provocações aos rivais, como o amigo Fernando Tererê, e ajudou a atrair popularidade ao Jiu-Jitsu. Como outros craques que reinaram no absoluto, Marcio também lutou no UFC.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Y5JzyFJ7se4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>6. Rodrigo “Comprido” Medeiros (1999/2000)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Campeão completo desde as faixas coloridas, o lutador carioca formado por Romero “Jacaré” Cavalcanti ficou conhecido por apagar o brilho de outras estrelas do Jiu-Jitsu na virada do século, quando domou o ímpeto de craques como Fernando Margarida, Roberto Roleta e Nino Schembri, e se sagrou bi absoluto.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9NyXmfUWh3k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>7. Ronaldo “Jacaré” Souza (2004/05)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Capixaba de Cariacica “exilado” em Manaus após uma infância cercada por amigos barra-pesada, Ronaldo Jacaré teve trajetória fulminante no Jiu-Jitsu, atraindo olhares de toda a comunidade desde a faixa-roxa. Seu jogo, de derrubar, cair no cem-quilos e finalizar quem passava pela frente, chegou ao ápice nos combates épicos contra Roger Gracie, em 2002 (ainda na faixa-marrom), 2004 e 2005. A final do absoluto com Roger em 2004, em que Jacaré resistiu a um armlock e venceu a luta com o braço esquerdo deslocado, é considerada por muitos a melhor luta do Mundial de Jiu-Jitsu de todos os tempos.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9AuwK7OXOys" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>8. José Mario Sperry (1998)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Economista de formação e piloto amador, o hoje empresário Zé Mario Sperry consagrou-se no absoluto em 1998, após uma guerra épica com Roberto Roleta. Forte em pé e um trator ao passar a guarda no chão, Sperry provou ser uma das garras mais afiadas do time Carlson Gracie naquele ano – seu rival, Roleta, teve parte do kimono rasgado tamanha a força da pegada poderosa de Zé Mario. Sperry ganharia ainda mais fama mundialmente nos torneios sem kimono em Abu Dhabi e no Pride japonês.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5sGt-KZYP3Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>9. Fernando “Margarida” Pontes (2001)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Faixa-preta paulista dono de um jogo imprevisível e ofensivo, Fernando Margarida ficou famoso no Jiu-Jitsu por finalizar e furar as maiores defesas do esporte. Jovem e dono de uma guarda habilidosa e passagens criativas, conquistou seu maior título da carreira, no absoluto em 2001, ao superar na final o altamente técnico Saulo Ribeiro. O lutador paulista foi o primeiro a vencer o peso (meio-pesado) e o absoluto faixa-preta no mesmo Mundial.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/J0Z7E8HQWaM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><b></b></p>
<h3><strong>10. Rodolfo Vieira (2011)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Garoto prodígio da GFTeam no Méier, zona norte do Rio de Janeiro, o jovem “rolo compressor” formado pelo professor Julio Cesar Pereira elevou a arte de amassar a um novo nível. Com braços de troncos e uma base em pé forte capaz de ludibriar as raspagens quase inevitáveis do rival Bê Faria, Rodolfo finalizou meio mundo na década de 2010. Conquistou o sonhado absoluto em 2011, em grande estilo, após final contra Bernardo. Hoje o craque do Jiu-Jitsu segue carreira firme no UFC, usando seu Jiu-Jitsu no MMA.&nbsp;</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tN5X0RmRNk0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>11. Bernardo Faria (2015)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Passador de guarda temido e dono de uma das meia-guardas mais complicadas do Jiu-Jitsu, o mineiro de Juiz de Fora é famoso por apostar sempre no mesmo jogo – dando muita pressão nos rivais. O faixa-preta formado pela BTT de Juiz de Fora e adotado pela Alliance consagrou-se no absoluto em 2015, numa campanha quase perfeita em que obrigou o craque Leandro Lo a batucar, num armlock inescapável.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BCjgILZiu2M" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>12. Leandro Lo (2018)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Campeão mundial nos pesos leve, médio e meio-pesado, o octacampeão mundial Leandro Lo é unanimidade. Com seu jogo solto e imprevisível, com habilidades fora da curva tanto passando quanto na guarda, Leandro é favorito em qualquer torneio que participa, independente do peso ou adversário. Único título que faltava na sua carreira, o absoluto parecia inalcançável. A subida de categorias foi influenciada pelo sonho do título no aberto, o que fez Leandro atuar como super pesado em 2018. Na final do peso, porém, encarou Mahamed Aly e lesionou o ombro após uma queda assustadora. Sem o título no peso, Leandro rumou à final do absoluto, com vaga garantida mais cedo no mesmo dia, para encarar Marcus Buchecha. Machucado, Leandro não tinha condições de lutar e Buchecha ficaria com mais um título. Antes de pisar no tatame, porém, Buchecha combinou com o árbitro Rodrigo Totti: “Levanta a mão dele”. O resto é história. Leandro nos deixou de forma brutal na madrugada do dia 7 de agosto de 2022. O faixa-preta foi assassinado após ser baleado na cabeça por um policial militar durante uma festa, no Clube Sírio, em São Paulo.</span></p>
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<h3><strong>13. Fellipe Andrew (2021)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Atleta da Alliance formado pelo professor Rodrigo Cavaca, líder da Zenith, Fellipe Andrew foi pego de surpresa com a decisão da IBJJF de consagrá-lo campeão absoluto do Mundial 2021, após Felipe Preguiça, campeão do torneio, falhar no exame antidoping. Como o finalista Nicholas Meregali fora desclassificado por apontar o dedo médio em direção à torcida adversária após a semifinal, Andrew, terceiro colocado, foi legitimado campeão.&nbsp;</span></p>
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<h3><strong>14. Nicholas Meregali (2022)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Nicholas Meregali conquistou seu primeiro título absoluto na faixa-preta com méritos de sobra. </span><span style="font-weight: 400;">Num fim de semana quase perfeito, o guardeiro finalizou as três lutas que disputou no aberto para chegar à final. Após despachar Seif-Eddine e Wallace Costa, com ezequiéis bem tramados na guarda aberta, o astro finalizou Fellipe Andrew no armlock para confirmar a vaga na finalíssima. Momentos antes de disputar a decisão do aberto, Meregali foi derrotado por 6 a 4 por Erich Munis na final do superpesado. No entanto, o desfecho no absoluto foi outro. Em duelo acirrado, Nicholas derrotou Erich por uma vantagem, após o empate por 0 a 0 nos pontos, e assumiu o trono da modalidade. Nicholas Meregali se tornou apenas o segundo gaúcho a realizar a façanha. Antes dele, apenas o lendário José Mário Sperry, em 1998, alcançara o feito.</span></p>
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<h3><strong>15. Victor Hugo (2023)</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O astro cearense Victor Hugo Costa foi o grande nome do Campeonato Mundial 2023. O pupilo de Xande Ribeiro assumiu o trono deixado por Nicholas Meregali e foi coroado na Pirâmide de Long Beach, na Califórnia. Victor Hugo finalizou Erich Munis com um plástico leglock na final do aberto e conquistou o título mais almejado da modalidade. Com a vitória sobre Erich, o cearense conseguiu um feito raro que nem mesmo Xande alcançou em seus tempos áureos. Victor Hugo se tornou apenas o terceiro lutador a vencer por finalização na final do absoluto. Antes, apenas Roger Gracie e Rodrigo Comprido tinham liquidado a fatura na grande decisão do aberto.</span></p>
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