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	<title>faixa-branca | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>10 dicas de treino para você progredir de vez no Jiu-Jitsu, com Gregor Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:36:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em artigo nas páginas de GRACIEMAG (edição #218), o professor e competidor carioca Gregor Gracie listou dez lições que gostaria de ter escutado quando ainda era um iniciante. O campeão de Jiu-Jitsu elegeu a disciplina como o fator número um para você chegar mais longe nos treinos. Numa das dicas, publicadas na seção Página Branca,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_179836" style="width: 1077px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-179836" class="size-full wp-image-179836" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/07/Gregor-Gracie-por-John-Lamonica.jpg" alt="Gregor Gracie por John Lamonica" width="1067" height="615" /><p id="caption-attachment-179836" class="wp-caption-text">Gregor Gracie no ataque, em foto de John Lamonica.</p></div>
<p>Em artigo nas páginas de GRACIEMAG (edição #218), o professor e competidor carioca Gregor Gracie listou dez lições que gostaria de ter escutado quando ainda era um iniciante.</p>
<p>O campeão de Jiu-Jitsu elegeu a disciplina como o fator número um para você chegar mais longe nos treinos. Numa das dicas, publicadas na seção Página Branca, Gregor ensinou, ainda: “A vitória tem muitos pais, mas a derrota é quase órfã”.</p>
<p>Confira os dez ensinamentos do Gracie e ótimos treinos! Para assinar a revista de Jiu-Jitsu mais clássica do planeta e ler artigos assim em primeira mão, <a title="Assinatura GRACIEMAG a revista mais classica do Jiu Jitsu" href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui.</a></p>
<p><strong>1. &#8220;Treine a disciplina</strong>. Este é o primeiro e principal fator, pois sem ela não dá para chegar a lugar nenhum. Muitas pessoas e atletas bem sucedidos acreditam em métodos diferentes de treino, de dieta, de estilo, mas ninguém jamais alcançou o topo sem ser disciplinado. No caminho do praticante sempre vão aparecer barreiras, dúvidas, decepções. É um trajeto longo, mas muitos já o percorreram, e sempre foi longo para todos. Com disciplina você também chega lá.&#8221;</p>
<p><strong>2. &#8220;Acredite em você.</strong> A parte psicológica é crucial para o atleta, principalmente num esporte individual e de contato. Não importa contra quem ou onde você lute, acredite em si. Aprenda com as lições de quem lutou ali antes de você, seja pessoalmente, em filmes, livros ou documentários. Li recentemente o livro do treinador Bernardinho, do vôlei, “Transformando suor em ouro”. Gosto de fazer anotações nos trechos interessantes, e de vez em quando releio para me manter motivado.&#8221;</p>
<p><strong>3. &#8220;Você pode melhorar no Jiu-Jitsu rolando com todo mundo</strong>, do faixa-branca ao preta. Ao treinar com um cara menos graduado, procure aplicar uma posição nova, ou então deixe o oponente encaixar uma finalização e tente sair. Outro modo eficaz de treinar é traçar uma meta, por exemplo: só vou finalizar no triângulo. Crie dificuldades e melhore diariamente.&#8221;</p>
<p><strong>4. Teste-se em outras modalidades.</strong> Sempre gostei de treinar outras lutas, principalmente judô e wrestling. Novos aprendizados sempre ajudam o lutador  e não for uma posição específica, ao menos sua base vai melhorar muito. Saia de sua zona de conforto e seja mais exigido, mental e fisicamente. No fim, isso sempre acaba somando para você ser um lutador mais completo.&#8221;</p>
<p><iframe title="Gregor Gracie @ Renzo Gracie Latham" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/YWAKJ9faZJY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>5. &#8220;Malhação é importante</strong>. Sempre odiei malhar, mas aprendi do pior jeito como a musculação é vital: me machucando várias vezes. Mesmo que você não pense em ficar forte, malhar é importante para prevenir lesões e para se recuperar mais rapidamente de um treino para outro.&#8221;</p>
<p><strong>6. &#8220;Cuidado com o corpo</strong>. Todo atleta depende do corpo para trabalhar, então cuide muito bem dele, com dieta e descanso. Sempre tive uma dieta boa e saudável, com pelo menos uma refeição de frutas por dia e uma noite de sono de oito horas no mínimo. Quando a gente é jovem pode dormir duas horas que no dia seguinte está zero, pronto para treinar cinco horas se preciso. Porém, conforme a idade vai chegando, a falta de repouso vai pesando. Se você quer treinar mais e curtir o Jiu-Jitsu até ficar velho, poupe energia e descanse bem.&#8221;</p>
<p><strong>7. &#8220;Você pode ser seu melhor professor.</strong> Ao treinar, procure pensar no que está acontecendo. Por que você não conseguiu defender aquela posição? Por que o cara surpreendeu você? Assim, na próxima vez em que você se encontrar na mesma posição, você vai poder tentar outra coisa, um novo detalhe. Pode ser que você não consiga evitar aquele golpe na próxima, pode ser que demore cem vezes, mas a cada cem vezes é preciso tentar um antídoto novo, até que você arrume a defesa.&#8221;</p>
<p><strong>8. “&#8217;A vitória tem muitos pais, a derrota é quase órfã&#8217;.</strong> A competição é o resultado do seu treinamento e dedicação, mas nem sempre o melhor ganha e o pior perde. Já ganhei lutas que deveria ter perdido, e perdi quando deveria ter ganho. O grande erro é achar que está tudo errado ao perder e querer mudar inteiramente o treinamento. É preciso analisar com calma o que mudar, pois muitas vezes basta continuar tentando. Outro erro é o cara ser campeão e achar que agora é só manter, sem se superar mais. Analise seus treinos com sabedoria, ao ganhar e perder.&#8221;</p>
<p><strong>9. &#8220;Tenha uma tática</strong>. O lutador deve ter um jogo e uma estratégia de luta, mas não deve se limitar a esse jogo apenas. O Jiu-Jitsu é infinito! Procure ser completo, ao jogar por cima, por baixo, praticando vários tipos de guarda e atacando de variadas maneiras. Se você já passou por aquilo antes, vai se sentir confortável quando acontecer de novo.&#8221;</p>
<p><strong>10. &#8220;Procure ajudar nas aulas.</strong> Desde juvenil eu ajudava no treininho das crianças, e assim foi até começar a dar aulas aqui na academia do Renzo em Nova York. Isso me fez um lutador mais técnico, pois muitas vezes eu mostrava uma posição e um aluno perguntava por que a pegada era aqui ou era ali. Isso me fazia pensar na posição e na resposta. E aí passei de apenas saber a fazer a posição para entender a posição e o Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Curtiu os macetes de <a title="Siga Gregor Gracie no Twitter" href="https://twitter.com/GregorGracie" target="_blank" rel="noopener">Gregor</a>? Qual foi a sua dica favorita?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-de-treino-para-voce-progredir-de-vez-no-jiu-jitsu-com-gregor-gracie/">10 dicas de treino para você progredir de vez no Jiu-Jitsu, com Gregor Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 lições de Kyra Gracie para quem começa no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da longa carreira no Jiu-Jitsu, a campeoníssima Kyra Gracie não esquece os desafios de ser uma iniciante nos tatames. Com isso em mente, a fundadora da escola Gracie Kore ofereceu dez lições essenciais para você que está começando no Jiu-Jitsu. Confira e estude, na teoria e na prática. * Entre para o time GMI!&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233349" style="width: 506px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233349" class="size-full wp-image-233349" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-29-at-15.58.58.jpeg" alt="" width="496" height="594" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-29-at-15.58.58.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-29-at-15.58.58-251x300.jpeg 251w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-29-at-15.58.58-125x150.jpeg 125w" sizes="(max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233349" class="wp-caption-text">Kyra na Gracie Kore, sob os olhares dos mestres Carlos e Helio.</p></div>
<p>Apesar da longa carreira no Jiu-Jitsu, a campeoníssima Kyra Gracie não esquece os desafios de ser uma iniciante nos tatames. Com isso em mente, a fundadora da escola Gracie Kore ofereceu dez lições essenciais para você que está começando no Jiu-Jitsu.</p>
<p>Confira e estude, na teoria e na prática.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>1.</strong> O Jiu-Jitsu é uma arte que desenvolve em qualquer um 7 virtudes próprias dos samurais: retidão, benevolência, respeito, honestidade, honra, lealdade e, claro, a coragem.</p>
<p><strong>2.</strong> Como a experiência de minha família comprova, não importa tamanho, força, idade ou gênero. Por isso toda sua família também pode vivenciar os benefícios do Jiu-Jitsu, do nascimento à terceira idade.</p>
<p><strong>3.</strong> Olhe para o seu modo de vida e perceba o que você gostaria de mudar. Reforçamos em nossa escola 5 chaves para a saúde: nutrição racional, exercícios sensatos, descanso eficiente, higiene e positividade.</p>
<p><strong>4.</strong> A técnica deve estar sempre acima da força. Se alguma movimentação sua está sendo feita com esforço acima do comum, pergunte ao professor como melhorar a alavanca e poupar energia.</p>
<p><strong>5.</strong> Treinar Jiu-Jitsu é aprender com o passado pensando no futuro. Aprenda com os mestres para manter o conhecimento aceso para as novas gerações.</p>
<p><strong>6.</strong> O Jiu-Jitsu une. Treinar em família e com seus filhos é um modo de deixar os laços afetivos mais fortes.</p>
<p><strong>7.</strong> Já pensou em ser de fato um herói com “poderes” para seu filho? Com o Jiu-Jitsu você vai se permitir ser o exemplo que seu filho quer seguir para sempre.</p>
<p><strong>8.</strong> Enquanto você desenvolve suas habilidades, preste atenção ao autoconhecimento e descobertas que faz de si mesmo.</p>
<p><strong>9.</strong> Poucas atividades levam a um equilíbrio entre corpo e mente como o treino rotineiro de Jiu-Jitsu. Se algo o angustia ou incomoda em termos físicos ou mentais, procure uma boa academia.</p>
<p><strong>10.</strong> O Jiu-Jitsu é para a vida: nunca é cedo ou tarde demais para você vestir seu primeiro kimono e começar. Bons treinos!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-de-kyra-gracie-para-quem-comeca-no-jiu-jitsu/">10 lições de Kyra Gracie para quem começa no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A lição de humildade, garra e Jiu-Jitsu na visita do rei da Inglaterra ao tatame de Roger Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 00:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1968, a rainha Elizabeth II encontrou Pelé no Maracanã, para um jogo amistoso entre cariocas e paulistas no Rio de Janeiro. Em 2026, mais de meio século depois, foi a vez de Charles III, seu filho, visitar outro grande ídolo do esporte em seu templo. &#160; O rei da Inglaterra adentrou a escola de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246503" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246503" class="wp-image-246503 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-966x1024.jpg" alt="O rei da Inglaterra com a faixa presenteada por Roger Gracie. Foto: Reprodução Instagram" width="650" height="689" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-966x1024.jpg 966w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-283x300.jpg 283w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-768x814.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram-142x150.jpg 142w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Roger-e-o-Rei-instagram.jpg 1125w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246503" class="wp-caption-text">O rei da Inglaterra com a faixa presenteada por Roger Gracie. Foto: Reprodução Instagram</p></div>
<p>Em 1968, a rainha Elizabeth II encontrou Pelé no Maracanã, para um jogo amistoso entre cariocas e paulistas no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 2026, mais de meio século depois, foi a vez de Charles III, seu filho, visitar outro grande ídolo do esporte em seu templo. &nbsp;</p>
<p>O rei da Inglaterra adentrou a escola de Jiu-Jitsu de Roger Gracie no início da tarde de quarta, 24 de junho, no distrito londrino de Hammersmith. Cortês e respeitoso, Charles não descalçou seus limpíssimos sapatos de couro marrom, mas usou capas descartáveis azuis para não pisar nos tatames – tudo combinando muito bem com a gravata, lenço e o terno cinza elegante e bem cortado.</p>
<p>O monarca de 77 anos testemunhou uma aula de defesa pessoal do atual campeão da família, considerado por muitos o maior faixa-preta da era da IBJJF. E ainda sorriu ao ver Roger em sua especialidade – a montada.</p>
<p>Com a visita, o rei procurou demonstrar seu apoio a uma organização beneficente que leva a arte marcial para militares da ativa e veteranos de guerra, a Reorg. A organização foi criada pelo faixa-preta Sam Sheriff, veterano do corpo de fuzileiros navais do país, os Royal Marines.</p>
<p>Charles conversou com alunos de todas as faixas, e ouviu de professores, instrutores e militares que treinam com Roger e seu pai, Maurição, sobre os benefícios físicos, mentais e sociais da arte popularizada no mundo pelos Gracie.</p>
<p>Para coroar a tarde, eram cerca de uma e quinze quando o rei da Inglaterra terminou por conceder a faixa-preta ao novo graduado da academia, Trent Scanlen, instrutor da Reorg. Roger pediu a palavra e surgiu com um presente ao rei – uma reluzente faixa-branca, pela sua presença na academia e sua primeira aula teórica:</p>
<p>– No Jiu-Jitsu, como na carreira militar, toda jornada começa com um primeiro passo. É que essa faixa representa, um presente simples – discursou Roger.</p>
<p>Charles agradeceu com um sorriso aberto e a movimentou como uma espada, sob aplausos calorosos dos presentes. O presente envolveu diversos significados, de parte a parte: humildade do monarca, compreensão de todos sobre esforço, paciência e hierarquia. Uma atitude de pura nobreza, em uma palavra.</p>
<p>O faixa-roxa Tinie Tempah, rapper britânico e compositor, foi um dos célebres alunos que trocou ideias com Charles. Ele reforçou na conversa com o monarca a capacidade do Jiu-Jitsu de resgatar e dar um norte a jovens que perambulam nas ruas da Inglaterra, em contato perigoso com os maus hábitos e a criminalidade.</p>
<div id="attachment_246499" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246499" class="wp-image-246499 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-1024x700.jpeg" alt="" width="650" height="444" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-1024x700.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-300x205.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-768x525.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-1536x1050.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-2048x1400.jpeg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG_7014-150x103.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246499" class="wp-caption-text">Gracie monta em Braulio Estima, sob atenção de Charles III. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Após observar as demonstrações técnicas de Roger, Braulio Estima e o treino de outros astros do Jiu-Jitsu europeu, Charles comentou que as pegadas no kimono o faziam lembrar suas sessões de treino físico e esportivo nos seus tempos na Marinha, entre 1971 e 1976. O rei, que era durão no cabo-de-guerra, pelo visto se daria bem nas raspagens e estrangulamentos.</p>
<p>Na escola do faixa-preta formado por Carlos Gracie Junior, Charles também conheceu alunos que usaram o Jiu-Jitsu para superar desafios físicos, mentais e sociais. Caso de Mark Ormrod, veterano de guerra que perdeu as duas pernas e um braço durante uma explosão no Afeganistão, em 2007, e nos tatames passou a recuperar a autoconfiança e encontrar uma nota rotina, novos desafios e um novo sentido para viver.</p>
<p>“O que o rei pôde ver hoje é como o Jiu-Jitsu se baseia no respeito, na honra e na paciência, e nada mais importa fora disso”, resumiu Ormrod, de 42 anos, hoje um ativo nadador e corredor esportivo. Ele completou:</p>
<p>“É doido pensar em como a arte suave me proporcionou tanta coisa positiva. A oportunidade de me posicionar em combate com outro homem, ou a dádiva de me desafiar de verdade sempre que piso no tatame. Sem falar no presente que é toda essa comunidade que cerca o Jiu-Jitsu. Tive essa sorte de acompanhar o Sam desde o início, e vê-lo fazer sua organização crescer e alcançar milhares de pessoas no mundo, cada uma com sua história de vida, e todas essas pessoas se beneficiaram e viram sua vida melhorar. Graças ao treininho com kimono.”</p>
<p>Confira, a seguir, as cenas da visita do Rei ao campeão soberano do Jiu-Jitsu, Roger Gracie.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="WATCH: King Charles Attends Jiu Jitsu Class" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Z11TXN1dICU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-de-humildade-garra-e-jiu-jitsu-na-visita-do-rei-da-inglaterra-ao-tatame-de-roger-gracie/">A lição de humildade, garra e Jiu-Jitsu na visita do rei da Inglaterra ao tatame de Roger Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
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		<category><![CDATA[Fabrício Lopes]]></category>
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		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor de Jiu-Jitsu: ser curioso e respeitoso</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg" alt="" width="650" height="796" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg 836w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-245x300.jpeg 245w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-768x940.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-1255x1536.jpeg 1255w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-123x150.jpeg 123w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1.jpeg 1289w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faixa-preta formado na Gracie Barra, o professor Fabrício Lopes tem se especializado em lapidar instrutores e ajudá-los a ensinar Jiu-Jitsu da maneira mais clara possível. O </span><a href="http://graciemag.com/"><span style="font-weight: 400;">GRACIEMAG.com</span></a><span style="font-weight: 400;"> bateu um papo com o faixa-prea especialista em mentoria, e como ele tem analisado a nova safra de instrutores em tantas academias espalhadas pelo planeta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Os campeonatos atraem cada vez mais lutadores, o esporte se expande e há academias em todas as metrópoles do planeta. E os instrutores, vão conseguir acompanhar essa demanda?&nbsp;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em><strong>FABRÍCIO LOPES:</strong></em> Acredito que o maior desafio é o fato de que ser um bom praticante e ser um bom instrutor são habilidades completamente diferentes. Muitas pessoas se tornam tecnicamente proficientes, mas <a href="https://www.graciemag.com/o-ensino-do-jiu-jitsu-segundo-o-professor-fabricio-lopes/" target="_blank" rel="noopener">ensinar exige comunicação</a>, observação, paciência, liderança e a capacidade de se adaptar a diferentes tipos de alunos. O fato de alguém conseguir executar uma técnica com maestria não significa que consiga explicá-la de uma maneira que outros possam entender e aplicar.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aprender a ensinar é outro campo então?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Há outros desafios. Por exemplo, muitos instrutores mais jovens se desenvolvem em um ambiente onde a informação é abundante. Hoje, qualquer pessoa pode assistir a técnicas online. O desafio está em ajudar os futuros instrutores a organizar essas informações, compreender os princípios fundamentais e transmiti-las de forma eficaz. Ensinar não se trata de mostrar o que você sabe. Trata-se de ajudar os outros a aprender.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Na sua visão, o que tem mudado na formação de instrutores?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há dez anos muitos instrutores se desenvolviam principalmente por meio da observação e da experiência. Você aprendia passando anos no tatame, auxiliando nas aulas e assumindo gradualmente mais responsabilidades. Hoje, o desenvolvimento de instrutores tornou-se mais estruturado. Muitas organizações agora possuem programas formais para instrutores, recursos educacionais e sistemas projetados para ajudar os treinadores a aprimorar suas habilidades de ensino. Ao mesmo tempo, os alunos mudaram. Os alunos de hoje esperam mais explicações, mais estrutura e uma compreensão mais clara de por que as coisas funcionam.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que os professores qualificados precisam ter para não desapontar os alunos e alunas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como instrutores precisamos ser capazes de nos comunicar de forma eficaz com crianças, adultos, competidores, praticantes recreativos e pessoas de diferentes origens. O papel do instrutor hoje é mais amplo do que nunca. O conhecimento técnico continua sendo importante, mas a comunicação e a liderança tornaram-se igualmente relevantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como você identifica um jovem com potencial para se tornar um instrutor completo?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira coisa que observo é a curiosidade. Os futuros instrutores geralmente são aqueles alunos que fazem perguntas, prestam atenção aos detalhes e querem genuinamente entender a arte, em vez de apenas colecionar técnicas. Também busco humildade e consistência. Ensinar é uma responsabilidade de longo prazo. Alguém que é confiável, respeitoso e disposto a continuar aprendendo geralmente tem mais potencial do que alguém que é apenas talentoso.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há outra qualidade importante?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, a empatia. Os melhores instrutores se importam em ajudar os outros a evoluir. Eles gostam de ver o sucesso das outras pessoas. A habilidade técnica pode ser desenvolvida com o tempo. O caráter, a paciência e o desejo de servir ao próximo são, muitas vezes, indicadores mais fortes do potencial futuro de ensino.&nbsp;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-246439 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg" alt="" width="650" height="815" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg 817w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-239x300.jpeg 239w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-768x962.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-120x150.jpeg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o princípio mais importante ao formar instrutores talentosos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao meu ver, é a capacidade de ajudá-los a entender que o ensino gira em torno do aluno e não do instrutor. Muitos instrutores iniciantes concentram-se em demonstrar seu próprio conhecimento. Os excelentes instrutores focam em tornar a informação acessível às pessoas que estão à sua frente. Incentivo os futuros instrutores a desenvolverem a capacidade de observar, ouvir e adaptar-se. Cada aluno aprende de uma maneira diferente. A responsabilidade do instrutor é encontrar a melhor forma de transmitir os mesmos princípios a indivíduos distintos. O objetivo não é criar alunos que dependam do instrutor para sempre. O objetivo é formar pensadores independentes que, com o tempo, sejam capazes de ajudar outras pessoas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual era o erro mais comum ao formar instrutores nas últimas décadas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelo que estudo e pesquiso, creio que havia uma ideia geral de que a excelência técnica gerava, automaticamente, excelência no ensino. Em gerações anteriores, muitos instrutores aprendiam por imitação. Eles copiavam o que seus professores faziam e repetiam os mesmos métodos. Embora isso tenha produzido muitos praticantes excelentes, às vezes deixava lacunas na comunicação e no desenvolvimento do instrutor. Muitas vezes, esperava-se que os alunos simplesmente descobrissem as coisas por conta própria com o passar do tempo. Hoje, entendemos que o ensino, em si, é uma habilidade que deve ser desenvolvida de forma intencional. Os melhores instrutores sabem preservar as tradições, os valores e os padrões técnicos do Jiu-Jitsu Brasileiro, mas também reconhecem a importância da comunicação, da mentoria e do aprendizado estruturado. Na minha opinião, o futuro da arte depende da formação não apenas de melhores atletas, mas também de melhores professores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&gt;&gt; Para saber mais, siga o professor <a href="https://www.instagram.com/flopesjj/" target="_blank" rel="noopener">FABRÍCIO LOPES no Instagram, aqui.</a><br style="font-weight: 400;"><br style="font-weight: 400;"></p></blockquote>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lista-as-qualidades-do-bom-instrutor-de-jiu-jitsu-ser-curioso-e-respeitoso/">Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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		<category><![CDATA[Riders Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Boroski]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Quando o aluno entra na minha escola de Jiu-Jitsu, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir", diz o professor Rodrigo Boroski, na Irlanda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246307" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg" alt="" width="650" height="986" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg 675w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-198x300.jpeg 198w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-768x1165.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-1012x1536.jpeg 1012w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-99x150.jpeg 99w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda.jpeg 1320w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Professor da <a href="https://www.instagram.com/riders_bjj?igsh=MTZnZzk1ZmxtZ25jZw==">escola Riders Jiu-Jitsu,</a> nosso ilustríssimo GMI <a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">Rodrigo Boroski</a> tem arquitetado mudanças em sua tradicional equipe na Irlanda. O estudioso faixa-preta, que não perde um podcast sobre Jiu-Jitsu, teve uma epifania outro dia, ao assistir a uma entrevista com Pedro Valente. Confira o que o professor aprendeu. Oss!</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como andam os planos para a escola na Irlanda, Rodrigo?</strong></p>
<p><em><strong>RODRIGO BOROSKI:</strong></em> Eu vejo minha equipe retornando às origens do Jiu-Jitsu. Após uma caminhada bem sucedida nas competições – fomos para as cabeças no ranking e fiz o primeiro representante da Irlanda campeão do mundo – decidi investir mais na defesa pessoal.</p>
<p><strong>O que motivou você a optar por esse caminho?</strong></p>
<p>Creio que foram os podcasts. Eu vejo muitos, e assisti a um que me chamou atenção, com os irmãos Valentes. A escola deles é voltada para o Jiu-Jitsu Gracie, para a defesa em situações reais. Isso mexeu comigo pois essa base é a que aprendi, e o que sempre quis incutir nos jovens alunos. Quero transformar meninos e meninas em pessoas sem medo de sair na rua.</p>
<p><strong>E o que mais influenciou na sua decisão?</strong></p>
<p>Eu vi também outro episódio, com mestre Rorion Gracie. O filho mais velho de grande mestre Helio lembrou que o Jiu-Jitsu deve servir tanto para a criança quanto o idoso. A luz, talvez, tenha vindo de outras entrevistas. Quando li o Rodolfo Vieira e o Marcus Buchecha dizendo que a pior dificuldade que eles notaram na transição para o UFC foi absorver os chutes e socos. Aquilo me fez pensar. Sempre aprendi nos tatames sobre o poder do famoso treino de taparia, o recurso do pisão e tantas liçõs fundamentais. Vi que era hora de voltar às origens.</p>
<p><strong>Você já sentiu na pele como o Jiu-Jitsu salva?</strong></p>
<p>Outro dia, vi um aluno meu da turma infantil voltar da escola e contar que levou um sopapo, e não soube como reagir. Logo depois, eu mesmo fui atacado num supermercado na Irlanda, mesmo com meu tamanho e essa cara de mau (risos). Foi a gota d&#8217;água. Percebi que eu precisava deixar de lado as técnicas mais esportivas e voltar a ensinar o que realmente é o Jiu-Jitsu fundamental.</p>
<p><strong>Comercialmente, isso é bom?</strong></p>
<p>Convivo com uma doença há tempos, e os diversos tratamentos contra o câncer me ensinaram que nem tudo deve girar em torno de dinheiro e clientes. Sempre tentei abraçar as duas esferas, num meio-termo entre as aulas de defesa pessoal e as de competição. Mas talvez o meio-termo não seja eficaz. Me senti um professor morno. E lembrei de uma carta de São Paulo, em que é dito que &#8220;Deus cospe o morno da boca&#8221;. Eu nunca fui morno na minha vida, e nem quero ser. Quero me dedicar 100% a proteger meus jovens alunos e os cidadãos que necessitam de um suporte.</p>
<p><strong>Qual será a maior diferença agora nas aulas?</strong></p>
<p>Creio que o competidor se coloca em posições onde ele não precisa se preocupar se vai levar chutes, socos ou mordidas. Ele treina segundo regras cristalinas. Já na defesa pessoal a base é diferente, o posicionamento do corpo seja na guarda ou na passagem é completamente diferente. Afinal, a qualquer momento ele pode tomar até uma cabeçada, vir um segundo agressor, cair na calçada, machucar o joelho no chão&#8230;</p>
<p><strong>Acha que a defesa pessoal também evoluiu dos tempos de mestre Helio Gracie para cá?</strong></p>
<p>Acho que muitos professores não aprenderam e não sabem como ensinar técnicas eficientes. E isso está tirando a eficiência da nossa arte, como aconteceu com outas artes marciais. Um exemplo disso é o karatê. A arte ensinada hoje não é a mesma que o Lyoto Machida aprendeu e usava no UFC, certo? Acredito piamente que um atleta que sabe se defender, a partir de quedas variadas, bloqueio de socos e fugas de quadril, vai precisar apenas de pequenos ajustes para entrar em campeonatos. E o contrário acontece: o bom competidor que quiser aprender a defesa depois de velho pode não dominar o básico.</p>
<p><strong>Acha que os alunos e parentes vão curtir esse retorno às origens?</strong></p>
<p>Quando o aluno entra na minha escola, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246308" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg" alt="" width="650" height="650" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1536x1536.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-rodrigo-boroski-volta-as-origens-na-irlanda/">Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Seus alunos vão competir? Confira 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 19:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato]]></category>
		<category><![CDATA[Cork]]></category>
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		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
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		<category><![CDATA[Rodrigo Boroski]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seus alunos vão competir? Confira os 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_245994" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245994" class="size-large wp-image-245994" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-755x1024.jpeg" alt="" width="650" height="882" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-755x1024.jpeg 755w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-221x300.jpeg 221w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-768x1041.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-1133x1536.jpeg 1133w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-111x150.jpeg 111w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147.jpeg 1320w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245994" class="wp-caption-text">Rodrigo Boroski, em foto de Gabriel Super8</p></div>
<p style="text-align: left;">Campeão e entusiasta das competições infantis de Jiu-Jitsu, o professor Rodrigo Boroski costumar fazer uso de um mantra, repetido sempre que suas aluninhas e aluninhos vão disputar um torneio grande ou pequeno na Irlanda, onde ele ensina:</p>
<p>–&nbsp;O professor de vocês aqui não liga se vocês vencerem ou forem derrotados, tá? Eu só quero que vocês façam o melhor que puderem, e o principal: divirtam-se e lutem felizes.</p>
<p>O maior receio do faixa-preta, radicado há 13 anos em Cork, segunda maior cidade irlandesa, é ver as crianças desperdiçarem a infância, época mágica para qualquer ser humano.</p>
<p>“Todo professor já viu isto. Se a criançada se sentir pressionada desde muito cedo, quando chegarem aos 16 anos não terão a menor alegria naquilo, e vão abandonar o esporte para fugir dessa cobrança desmedida&#8221;, explica Boroski. &#8220;Há crianças que começam conosco aos 4 anos. Hoje, vejo em campeonatos aqui e no Brasil um pequeno pelotão de alunos que só pensam na medalha. Alguns fazem até dieta para bater o peso na balança. Sou contra essa superprofissionalização precoce”, analisa o faixa-preta.</p>
<p>A pedido da equipe do GRACIEMAG.com, o professor destacou cinco pontos de reflexão, úteis para quem pensa em inscrever pequenos e pequenas nos muitos campeonatos infantis que têm feito sucesso, no Brasil ou na Europa. Confira!</p>
<p><strong>1. Cuidado com a pressão por resultados</strong>, seja dos parentes em casa ou na academia. A criança, se sentir que aquilo perdeu o lado lúdico e divertido, pode na primeira oportunidade optar pelo futebol ou outra atividade praticada por seus amigos, e abandonar os tatames para nunca mais.</p>
<p><strong>2. Fique alerta para não diminuir os treinos de defesa pessoal nos treinos</strong> para a garotada. Por vezes, a criançada que começa a se destacar nas competições passa a desejar se aprofundar mais e mais nas técnicas observadas nos campeonatos, como guardas de lapela. É vital que o professor equilibre isso nos treinos, e reforce entre pais e alunos a importância da defesa pessoal e das técnicas clássicas em pé, vitais para o desenvolvimento, o equilíbrio psicológico e a autoconfiança entre os pequenos. Na Irlanda, por exemplo, há muitos jovens praticantes de boxe, e eu diariamente preciso blindar meus alunos contra o bullying e agressões de gente capaz de socar e chutar.</p>
<p><strong>3. Cuidado com as pressões do mercado.</strong> Há professores que pensam na competição apenas como forma de dar visibilidade ao seu trabalho, atrair mais pais e alunos e reter os jovens na academia por mais tempo. Toda vez que fazemos algo apenas pelo retorno financeiro, estamos perdendo nossa essência. O professor precisa, antes de tudo, entender se a criança gosta e quer estar no campeonato. E se a turma tem aptidão para competir. O que vem em primeiro lugar é a felicidade dos alunos e alunas.</p>
<p><strong>4. Antecipe os avisos aos atletas, e aos pais.</strong> Eu gosto particularmente de, dois meses antes de uma competição, informar a turma e perguntar se alguém quer ir. Anoto quem pediu para ir e quem não quis. Então vou até os pais e converso. Um mês antes eu reforço o anúncio dos campeonatos e ajudo a prepará-los melhor, e assim dá tudo certo. Não tem pressão, eles vão com vontade e convicção, e eles chegam lá tranquilos e prontos para se divertir, de cabeça erguida seja qual for o desfecho.</p>
<p><strong>5. Valorize, antes das medalhas e troféus, o desenvolvimento pessoal da criança.</strong> Se ela está melhorando na escola, ou demonstrando postura na rua e educação em casa, isso vale mais do que dez ouros num torneio. Afinal, o Jiu-Jitsu é eficiência e autoconfiança sempre em primeiro lugar. Oss!</p>
<p>Para saber mais, siga <a href="http://<a href="https://www.instagram.com/reel/DWO32cBDhZ-/?igsh=Yjh1cG9vM21ydWlk" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/reel/DWO32cBDhZ-/?igsh=Yjh1cG9vM21ydWlk</a>&#8221; rel=&#8221;noopener&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;>Rodrigo Boroski no Instagram, aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/seus-alunos-vao-competir-confira-os-5-alertas-do-professor-de-jiu-jitsu-rodrigo-boroski/">Seus alunos vão competir? Confira 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>6 dicas para ser um professor de Jiu-Jitsu mais eficiente em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 15:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira semana de treinos de Jiu-Jitsu ninguém esquece, para o bem ou para o mal. Trate o novo aluno como sua joia mais preciosa, para que a academia atraia cada vez mais novatos e novatas – o que, com o tempo, vai garantir uma qualidade e variedade de treinos imbatível, e vai ajudar a reter alunos com objetivos variados.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-1024x768.jpg" alt="" width="650" height="488" class="aligncenter size-large wp-image-245691" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/12/4.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>1. Invista na sua formação</p>
<p>Busque conhecimento o tempo todo, para estar pronto para os desafios do futuro. Estude idiomas e viaje para visitar amigos e competir fora do país – você nunca sabe onde poderá encontrar uma oportunidade de ensinar Jiu-Jitsu.</p>
<p>2. Aprenda a trabalhar em equipe</p>
<p>Não adianta você ser o instrutor mais bem preparado da cidade se não estiver bem cercado de pessoas à sua volta. Busque os melhores talentos de cada área para que sua escola funcione bem, invista na diversidade para contar com pontos de vista diferentes. Afinal, pessoas diferentes trazem ideias e soluções diversas para um problema aparentemente indecifrável. Você pode estar no seu ápice, mas se o seu grupo não estiver trabalhando bem, com afinidade e eficiência, sua capacidade individual – de treinar, competir e ensinar – serão limitadas. É preciso pensar coletivamente para realizar seus sonhos individuais.</p>
<p>3. Atenção ao faixa-branca</p>
<p>A primeira semana de treinos de Jiu-Jitsu ninguém esquece, para o bem ou para o mal. Trate o novo aluno como sua joia mais preciosa, para que a academia atraia cada vez mais novatos e novatas – o que, com o tempo, vai garantir uma qualidade e variedade de treinos imbatível, e vai ajudar a reter alunos com objetivos variados.</p>
<p>4. Cuide do seu sono</p>
<p>Dormir bem é um santo remédio, pregam cientistas, médicos e estudiosos do assunto. Quem acumula poucas horas de sono está mais exposto a ansiedade, agressividade baixa imunidade e menor concentração durante as aulas. Troque seu travesseiro, ajuste a claridade e a temperatura de seu quarto de dormir. Isso vai ajudar você nas aulas e na administração de sua academia de Jiu-Jitsu.</p>
<p>5. Estude o passado do esporte</p>
<p>Procure ler livros sobre o início do Jiu-Jitsu no Brasil, como a biografia de grande mestre Carlos Gracie, escrita por Reila Gracie, e ouvir as vivências de mestres da antiga.</p>
<p>6. Dose sua autocrítica</p>
<p>Saber Jiu-Jitsu é saber a hora de respirar, e a hora de agir. Como professor, também é preciso saber se mexer com sabedoria, sem o receio que paralisa. Para a psicóloga Aline Wolff, referência no atendimento de supercampeões como a ginasta olímpica Rebeca Andrade, o autoconhecimento e a autocrítica são fundamentais nesse desempenho. &#8220;A autocrítica, quando na dose certa, traz a insatisfação necessária para o atleta caprichar no treino”, nota a psicóloga. “Mas, quando ela é severa, ela cega o indivíduo. É como se ele estivesse num débito constante. E isso causa muita desregulação emocional, paralisia e frustração”. Respire, ajuste suas rotas constantemente e busque conhecimento em outras escolas para perceber onde você precisa evoluir. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/6-dicas-para-ser-um-professor-de-jiu-jitsu-mais-eficiente-em-2026/">6 dicas para ser um professor de Jiu-Jitsu mais eficiente em 2026</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Lagarto deixa GB com “coragem para continuar” e se empolga com aluno goleador Matheus Cunha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 18:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Lagarto]]></category>
		<category><![CDATA[Manchester United]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para Lagarto, "o professor é o herói dentro da academia. Ele é o líder, a referência e o exemplo diário para seus alunos. A Valour existe para apoiar esse papel. Somos a base, a estrutura e o sistema por trás do professor.  Nossa ideia é que jamais ele apague sua identidade, e sim a fortaleça. Quero construir com a equipe um legado do qual meus filhos possam se orgulhar, baseado em coragem, respeito e valores. A Valour não é sobre ser maior do que os outros, mas sobre ser fiel ao que acreditamos e continuar crescendo com propósito."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245777" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245777" class="wp-image-245777 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Lucio-Lagarto-bjj-1024x576.jpg" alt="QG da nova academia de Lagarto, a Valour, na Inglaterra. Fotos: GRACIEMAG" width="650" height="366" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Lucio-Lagarto-bjj-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Lucio-Lagarto-bjj-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Lucio-Lagarto-bjj-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Lucio-Lagarto-bjj-1536x864.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Lucio-Lagarto-bjj-150x84.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Lucio-Lagarto-bjj.jpg 1714w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245777" class="wp-caption-text">QG da nova academia de Lagarto, a Valour, na Inglaterra. Fotos: GRACIEMAG</p></div>
<p>Pelas recentes atuações em campo, Matheus Cunha está feliz. O centroavante do Manchester United e da seleção brasileira é mais um empolgado praticante de Jiu-Jitsu. Aos 26 anos, o goleador do futebol inglês tem treinado nas horas vagas com o professor Lucio Rodrigues, o Lagarto, professor da mais nova academia da Europa: a Valour, fundada por Lagarto após décadas defendendo a Gracie Barra.</p>
<p>O professor de 45 anos bateu um papo com o GRACIEMAG.com sobre os novos rumos e sobre seu faixa-branca bom de chutes, e a cada dia mais finalizador.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Após quase três décadas representando a GB, você criou sua própria escuderia na Inglaterra, a Valour. O que representa essa mudança? </strong></p>
<p><em><strong>LUCIO LAGARTO:</strong></em> Cresci dentro da Gracie Barra, construindo meu caminho desde a azul até a faixa-preta, sob orientação do mestre Carlos Gracie Jr. Foi uma jornada mágica não apenas no tatame, mas de muito aprendizado de vida fora dele, compartilhando momentos de treino, conversas e crescimento pessoal. Mestre Carlos sempre será meu mestre, e a Gracie Barra sempre terá um lugar no meu coração. Chega um momento na vida em que você sente que sua missão foi cumprida com excelência. Após quase 30 anos contribuindo para o crescimento e a expansão global da Gracie Barra, senti que era hora de continuar minha jornada construindo algo que refletisse minha própria visão de Jiu-Jitsu, liderança e legado.</p>
<p><strong>O que o nome Valour simboliza? </strong></p>
<p>Valour, é uma palavra britânica, e carrega a ideia de força interior, coragem e honra. Minha equipe nasce da continuidade, não da separação. A Valour foi criada por mim, Lucio Rodrigues, com base em tudo o que vivi e aprendi ao longo da minha carreira. Como todo projeto sólido, ela foi construída com apoio forte. Minha esposa teve um papel importante nesse processo, especialmente na estrutura, organização e valores. A Valour reflete um ambiente estável, guiado por valores não pessoais, mas fundamentais para todos. Nosso slogan é “A coragem de continuar”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245778" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Academia-Valour-1024x576.jpg" alt="" width="650" height="366" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Academia-Valour-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Academia-Valour-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Academia-Valour-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Academia-Valour-1536x864.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Academia-Valour-150x84.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Academia-Valour.jpg 1714w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><strong>O que é preciso para ter coragem de continuar no Jiu-Jitsu? </strong></p>
<p>Nossa frase representa perfeitamente a filosofia do Jiu-Jitsu, que também vale para a vida. O Jiu-Jitsu ensina a enfrentar adversidades, ajustar-nos aos obstáculos e seguir em frente. A Valour carrega essa mentalidade, com a coragem de continuar crescendo, aprendendo e superando desafios, dentro e fora do tatame.</p>
<p><strong>O que torna a Valour diferente como escola? </strong></p>
<p>Estrutura e clareza. A Valour oferece um plano de carreira claro e inteligente para o novo aluno, no qual todos se beneficiam. Os praticantes recebem um currículo moderno, completo e seguro. Os professores contam com apoio por meio de planos de aula estruturados, códigos de conduta e um sistema que prioriza segurança e qualidade. Mais importante ainda, criamos um caminho de crescimento justo, onde toda a cadeia evolui unida – o aluno, o professor, a academia e a equipe.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="LAGARTO | Short Documentary (2022) | with Gracie Barra Fulham" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/4jZv24mzg90?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Como você enxerga o papel do professor hoje em dia? </strong></p>
<p>Para nós, o professor é o herói dentro da academia. Ele é o líder, a referência e o exemplo diário para seus alunos. A Valour existe para apoiar esse papel. Somos a base, a estrutura e o sistema por trás do professor. Nossa ideia é que jamais ele apague sua identidade, e sim a fortaleça. Quero construir com a equipe um legado do qual meus filhos possam se orgulhar, baseado em coragem, respeito e valores. A Valour não é sobre ser maior do que os outros, mas sobre ser fiel ao que acreditamos e continuar crescendo com propósito.</p>
<p><strong>Como você está se sentindo, na academia nova e com alunos como o artilheiro Matheus Cunha?</strong></p>
<p>Com gratidão pelo passado, clareza no presente e a coragem de continuar. No começo de janeiro ele ganhou seu primeiro grau e celebrou feito um gol, postou nas redes sociais e chegou a assinar Cunha BJJ. Quer dizer, com sua mentalidade finalizadora, vai longe.</p>
<p><strong>Como o atacante foi parar no mundo do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Ele chegou até mim por recomendação do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, que é conhecido por ser um profissional experiente, além de faixa-preta de Jiu-Jitsu. Desenvolvi então um método bem técnico e estratégico, um treino particular e específico para que o Matheus Cunha pudesse aprender o Jiu-Jitsu de maneira segura e divertida, sem exigir estresse do seu corpo.</p>
<div id="attachment_245779" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245779" class="wp-image-245779 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Branca-Matheus-Cunha-no-BJJ-com-Lagarto-576x1024.jpg" alt="" width="576" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Branca-Matheus-Cunha-no-BJJ-com-Lagarto-576x1024.jpg 576w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Branca-Matheus-Cunha-no-BJJ-com-Lagarto-169x300.jpg 169w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Branca-Matheus-Cunha-no-BJJ-com-Lagarto-768x1365.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Branca-Matheus-Cunha-no-BJJ-com-Lagarto-864x1536.jpg 864w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Branca-Matheus-Cunha-no-BJJ-com-Lagarto-84x150.jpg 84w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Branca-Matheus-Cunha-no-BJJ-com-Lagarto.jpg 1125w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /><p id="caption-attachment-245779" class="wp-caption-text">Matheus Cunha na montada: finalizar é com ele.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/lagarto-deixa-a-gb-com-coragem-para-continuar-e-se-empolga-com-aluno-goleador-matheus-cunha/">Lagarto deixa GB com “coragem para continuar” e se empolga com aluno goleador Matheus Cunha</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Os bastidores do ensaio da família Gracie diante do Cristo Redentor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 21:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
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		<category><![CDATA[Enoc Gracie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jovem Enoc Gracie, em seu kimono branco, estava enfezado. Olhava feio para o drone, barulhento feito um morcegão gigante, que vinha e voltava, para registrar uma cena inédita, no monumento mais famoso do Brasil. Cem anos após seu erguimento no morro do Corcovado, no Rio, o Cristo Redentor abriu os braços para uma centena&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Familia-no-Cristo-2025.jpg" alt="" width="800" height="600" class="aligncenter size-full wp-image-245468" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Familia-no-Cristo-2025.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Familia-no-Cristo-2025-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Familia-no-Cristo-2025-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Familia-no-Cristo-2025-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><br />
O jovem Enoc Gracie, em seu kimono branco, estava enfezado. Olhava feio para o drone, barulhento feito um morcegão gigante, que vinha e voltava, para registrar uma cena inédita, no monumento mais famoso do Brasil.</p>
<p>Cem anos após seu erguimento no morro do Corcovado, no Rio, o Cristo Redentor abriu os braços para uma centena de parentes, que se divertiram muito apesar do frio na cidade.</p>
<p>Da faixa-branca até a vermelha, todas as faixas estavam representadas. Os cerca de 102 parentes, incluindo o bebê Enoc, vestiam kimonos brancos, reluzindo de novos.</p>
<p>Ralph Gracie se ajoelhou diante do Redentor, grato. Kyra, uma das principais organizadoras, ouviu de um amigo: &#8220;É, nada é impossível para os Gracie.&#8221;</p>
<p>Em celebração aos cem anos do Jiu-Jitsu Gracie, diversos ramos da família pegaram vans, carros e caronas e se reuniram no Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, na noite de quinta, 23 de outubro, para uma celebração histórica que uniu fé, tradição e legado.</p>
<p>O monumento ao Cristo Redentor foi iluminado nas cores da bandeira do Brasil em homenagem à família que transformou o país em referência mundial nas artes marciais. </p>
<p>Antes do registro oficial da foto, houve a bênção do Padre Alexandre Pinheiro, ali pelas 20h15. O sacerdote arrancou aplausos ao agradecer a família, citar o saudoso Rolls Gracie e explicar: &#8220;Sou faixa-preta de Jiu-Jitsu, formado por Fernando Tererê em 2016.&#8221;</p>
<p>O padre comentaria depois, com GRACIEMAG: &#8220;É preciso cuidar do corpo, mente e espírito. É o que a Bíblia ensina. O Jiu-Jitsu me ajuda a me manter sempre em paz. Quem treina está sempre pronto para um contato, um abraço, para ajudar os outros. Quem não treina Jiu-Jitsu vive se mexendo todo, ansioso, sinal de um espírito inquieto.&#8221;  </p>
<p>O momento histórico também integrou o conjunto de ações do Núcleo Esporte e Fé do Santuário, que sempre promove o compromisso com o esporte.</p>
<p>O encontro reuniu diferentes gerações do clã Gracie — entre elas nomes lendários como mestre Relson, Roger, Carlson Jr, Flavia, Kyra, Ryron, Rener, Igor, Gregor, Hanna, Rocian Jr e Rayron Gracie, além de dezenas de filhos, netos e bisnetos de Carlos e Helio Gracie, pioneiros do Jiu-Jitsu no país.</p>
<p>Muitos parentes, nascidos do Brasil ao Havaí, se conheceram ali, no topo do Corcovado. Relson, faixa-vermelha, recordava histórias de antigos campeonatos.</p>
<p>Para o decacampeão mundial Roger Gracie, que vive em Londres e retornou especialmente para participar do evento, o momento teve um significado profundo.</p>
<p>“Esse momento é um feito histórico. Muita gente mora fora, e conseguir reunir tanta gente da família para a celebração dos 100 anos do Gracie Jiu-Jitsu aqui no Cristo Redentor, um símbolo histórico da cidade, eu acho que isso tem um simbolismo muito grande, especialmente pelo vínculo da família com o Rio. Um momento muito especial.”</p>
<p>A sessão de fotos no Santuário Cristo Redentor marcou o início das celebrações oficiais do centenário da primeira academia Gracie de Jiu-Jitsu, que seguirá com uma série de eventos no Rio de Janeiro, culminando num seminário de luxo com a família, no dia 25 de outubro, no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca.</p>
<p>Mais do que uma homenagem à trajetória de uma família, a celebração reforça o papel dos Gracie como os grandes responsáveis por levar o Jiu-Jitsu brasileiro aos quatro cantos do mundo, transformando a arte suave em um estilo de vida que inspira milhões de pessoas.</p>
<p>Pouco depois das 21h, o pequeno Enoc se acalmava, e o ensaio fotográfico terminara. Uma produtora deu a dica: &#8220;Que tal todo mundo dizer &#8216;Gracie&#8217; para a câmera do drone?&#8221;</p>
<p>Boa, vamos, perfeito, disseram. E veio a voz gozadora lá de cima, como a de um aluno levado, num urro cavernoso: &#8220;GRAAAACIEEE!&#8221;. E todos caíram na risada. </p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-bastidores-do-ensaio-da-familia-gracie-diante-do-cristo-redentor/">Os bastidores do ensaio da família Gracie diante do Cristo Redentor</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o primeiro treininho de Jiu-Jitsu mudou a vida do professor Matheus Guada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 18:50:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como o primeiro treininho de Jiu-Jitsu mudou a vida do professor Matheus Guada</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245109" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Matheus-GB-GMI.jpg" alt="" width="449" height="512" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Matheus-GB-GMI.jpg 449w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Matheus-GB-GMI-263x300.jpg 263w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Matheus-GB-GMI-132x150.jpg 132w" sizes="auto, (max-width: 449px) 100vw, 449px" /></p>
<p>Faixa-preta e atleta da GB em Houston, Matheus Guada não esquece os primeiros passos no Jiu-Jitsu. Ele relembrou os lances mais marcantes na sua trajetória, em papo com o GRACIEMAG.com.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como foi seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><em><strong>MATHEUS GUADA:</strong></em> Eu estava em Varginha, em Minas Gerais, e fui visitar o projeto social Campeões do Futuro. Havia em torno de 40 crianças nos tatames, e eu fiquei impressionado. Como eu já tinha treinado taekwondo, achei que eu ia tirar de letra. Amigo, apanhei até das crianças menores que eu. Mas fiz questão de voltar, para tentar de novo. E foi assim que peguei gosto e treino até hoje.</p>
<p><strong>Quando você percebeu que viveria em prol do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Creio que foi na primeira vez em que lutei o Mundial da IBJJF, na Pirâmide de Long Beach, na Califórnia. Era 2017, e ali percebi toda a estrutura do Jiu-Jitsu, e quantas pessoas o esporte estava empregando. Eu ainda era juvenil, faixa-azul, mas fiquei vidrado no campeonato.</p>
<p><strong>E como escolheu morar em Houston e treinar na GB Westchase?</strong></p>
<p>Eu vim lutar o Houston Open, e acabei por enfrentar um conhecido meu, o Henrique Camargo, que treina na GB WestChase junto com um amigo meu, chamado Vitor Peres. Sou amigo do Vitor de longa data. Começamos a nos falar e conheci o professor Ulpiano, que fundou e lidera esta e outras escolas. Ele então me convidou para fazer parte do time e treinar com eles. Foi uma troca de conhecimentos muito interessante e que me enriqueceu como atleta.</p>
<p><strong>Qual foi o seu dia mais marcante como professor de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Olha… Ah, foi a primeira vez que levei meus alunos para lutar um campeonato. Eram várias crianças, e levei a turma para um campeonato regional em Poços de Caldas, em Minas. Aquela responsabilidade, a alegria das vitórias. Não esqueço nunca. Marcou mesmo. Foi quase tão inesquecível quanto meu primeiro campeonato já com a faixa-preta na cintura.</p>
<p><strong>Como a estrutura da GB tem mudado sua vida no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Está sendo ótimo, pois treino com um excelente time, recheado de atletas de altíssimo nível e com ótimos resultados em competições. Caso do campeão com e sem kimono Pedro Marinho, o Vitor Peres e o Dylan Melton. Sinto que aprendo todos os dias, em especial com um dos professores mais experientes do nosso time, o Piano.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-primeiro-treininho-de-jiu-jitsu-mudou-a-vida-do-professor-matheus-guada/">Como o primeiro treininho de Jiu-Jitsu mudou a vida do professor Matheus Guada</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 14:46:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Away de Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre? Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245092" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg" alt="" width="650" height="973" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg 684w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-768x1151.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-1025x1536.jpg 1025w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-100x150.jpg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1.jpg 1068w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre?</p>
<p>Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as pessoas amadas os benefícios da prática de defesa pessoal.</p>
<p>“Eu gostava de correr na praia desde os tempos de quartel, além de fazer exercícios ao ar livre, mas queria encontrar uma rotina nova para manter a forma. Como já tinha curiosidade sobre a defesa pessoal desde os tempos de Royce, tomei coragem e comecei. Eu nunca tinha vestido um kimono. Minha sorte foi encontrar um professor como o Vitor Terra”, disse Zeca, o mais novo faixa-preta da escuderia Gracie Terra.</p>
<p>“Os treinos com meu mestre Vitor Terra foram uma virada de chave”, reflete Zeca. “Não só pela qualidade técnica, mas pela filosofia transmitida. Com ele, aprendi como o Jiu-Jitsu de fato vai muito além do tatame — é uma arte que fornece disciplina, respeito, autocontrole e superação. A convivência com ele e a energia da equipe me ajudaram a ser mais focado, calmo nas decisões e equilibrado emocionalmente, tanto nos treinos quanto na vida pessoal e profissional”.</p>
<p>Alquéres se transformou num fiel escudeiro do professor, desde a faixa-roxa. Reunia o time em sua casa na serra, promovia verdadeiras “sessões de cinema” para analisarem o ADCC, Mundiais de Jiu-Jitsu e outros torneios. De cabeça e braços abertos, convidava quem aparecia – deste repórter, que participou de treinos a céu aberto e churrascadas memoráveis, até o comediante Away de Petrópolis – foi na casa de Zeca que o saudoso humorista vestiu o kimono e viralizou em vídeos hilários.</p>
<p>Zeca, enquanto evoluía tecnicamente, atraía os parentes para os treinos. Tudo de modo natural, sem pressões.</p>
<p>E assim foram chegando, nos tatames, suas duas filhas, os irmãos Silvia e Pedro, os cinco sobrinhos e a prima, Paula – que curtiu tanto que foi até os EUA aprender na fonte, com mestre Rickson Gracie.</p>
<p>“Eu até gostaria de ter começado antes no Jiu-Jitsu, mas o importante é que tomei a iniciativa – procuro nunca me arrepender do tempo certo das coisas”, reflete Zeca. “Talvez, se tivesse começado antes, não teria a maturidade para absorver tudo como absorvo hoje. Foi muito bacana conseguir levar uma parte da família para treinar realmente. Isso eu atribuo mais a uma questão de atitudes e postura do que o exercício da luta em si. Nunca precisei ‘catequizar&#8217; ninguém. O Jiu-Jitsu tem essa coisa incrível de mudar sua energia de forma positiva; e quem está perto de você sente isso. É algo realmente transformador”.</p>
<p>A faixa-preta, que chegou em julho, provocou novas reflexões:</p>
<p>“Sinto que a faixa-preta não é uma linha de chegada, e sim o início de um novo ciclo. Ela representa anos de aprendizado, lesões, muitas dúvidas e superações. A verdade é que a gente leva muito do que se aprende na academia para fora. Quantas vezes a gente não se pega pensando numa saída para uma situação de treino ou mesmo de conflito durante o dia, enquanto está ali aborrecido no trânsito? Ou quantas vezes a gente não vai ao YouTube rever lutas clássicas, seminários e entrevistas dos grandes nomes? Nunca é demais. Acho que a gente não ganha a faixa, mas constrói ela aos poucos. Acima de tudo, ela me lembra que agora o compromisso é ainda maior. Para mim é uma responsabilidade e tanto, de precisar me aprimorar tecnicamente e me cuidar o máximo possível, cabeça, corpo e mente, para continuar sempre evoluindo e tentando ser melhor do que ontem.”</p>
<p>E você, o que aprendeu ao receber uma nova faixa? Oss…</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-se-tornou-a-virada-de-chave-de-toda-uma-familia/">Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Daniel Ignacio: quando a defesa pessoal se transforma em ouro nos campeonatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 20:08:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Interviews]]></category>
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		<category><![CDATA[polícia]]></category>
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		<category><![CDATA[Sergio Ignácio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Formar agentes preparados vai muito além de simplesmente estar pronto tecnicamente para um conflito. Graças ao Jiu-Jitsu, criam-se agentes com autocontrole e autoconfiança, que conseguem lidar com situações reais com calma, clareza e ética. A maior responsabilidade que tenho é o compromisso de tornar esses profissionais mais bem treinados, para que possam se proteger e proteger a população. Esse treinamento é tanto técnico quanto mental. Um bom profissional de segurança, treinado no Jiu-Jitsu, pode transformar uma situação potencialmente letal em uma situação não letal, salvando e poupando a vida de terceiros."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-244817" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF.jpg" alt="" width="682" height="722" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF.jpg 682w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF-283x300.jpg 283w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF-142x150.jpg 142w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p>Daniel Mérola Ignacio, 25 anos, cresceu em cima de um tatame. Filho do faixa-preta e célebre árbitro Sérgio Ignacio, foi criado nas tradições da família Gracie, e acompanhado desde os primeiros treinos por seu padrinho, Renzo Gracie.</p>
<p>Foi mestre Renzo quem o guiou ao longo de toda a sua formação — do kimono ainda folgado na infância à faixa-preta conquistada com mérito e honra.</p>
<p>Mais do que um atleta disciplinado e técnico, <a href="https://www.instagram.com/danielmerola09/" target="_blank" rel="noopener">Daniel</a> encontrou no ensino sua verdadeira vocação. Desde jovem, passou a liderar aulas e seminários, com destaque para seu trabalho com mulheres e crianças, onde combina sensibilidade, clareza e confiança. Ele confia que o Jiu-Jitsu pode ser uma poderosa ferramenta de transformação pessoal — hoje, seu maior objetivo é tornar essa transformação acessível a todos.</p>
<p>Além do ensino em academias para públicos diversos, Daniel atua de forma singular na área de treinamento voltado à segurança e à defesa pessoal. Cursou Administração de Empresas, conciliando seus estudos com treinos, aulas e seminários, e hoje é sócio de uma das mais respeitadas empresas de treinamento para segurança do país.</p>
<p>No dia a dia, instrui profissionais da segurança privada e pública, auxiliando-os no desenvolvimento técnico, físico e emocional necessário para suas funções. É também instrutor convidado de instituições como a Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil, a Core, o grupo de Paraquedistas do Exército e a Acadepol, a academia de formação da Polícia Civil do Estado do Rio.</p>
<p>Num dos contextos urbanos mais complexos da América Latina, sua contribuição é reconhecida por colegas e autoridades como um diferencial raro para alguém de sua idade.</p>
<p>A trajetória de Daniel no Jiu-Jitsu competitivo é marcada por conquistas significativas que evidenciam sua excelência. Em 2022, foi vice-campeão brasileiro sem kimono pela <a href="http://ibjjf.com/" target="_blank" rel="noopener">IBJJF</a>. No ano seguinte, conquistou a medalha de ouro no peso pesado, em evento internacional da CBJJO. Também em 2023, foi campeão do “Rei do Rio”, torneio promovido pela FJJ-Rio, a primeira federação de Jiu-Jitsu do mundo. Em 2024, venceu sem kimono o campeonato Rio International Open no superpesado faixa-preta, pela IBJJF.</p>
<p>Conquistas essas sempre aliadas a um trabalho árduo dentro e fora de sua empresa. Mas, segundo ele mesmo, estas são apenas algumas etapas no seu caminho. Os próximos passos? Levar seu conhecimento a novas fronteiras — dentro e fora do Brasil.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em>: Ainda lembra como deu seus primeiros passos com kimono?</strong></p>
<p><em><strong>DANIEL IGNACIO:</strong></em> Mal consigo lembrar qual foi o meu primeiro dia dentro do tatame; é como se eu sempre tivesse estado ali. Sinto que o Jiu-Jitsu esteve presente na minha vida desde o primeiro dia, porque tive a bênção de ter um pai que sempre colocou os ideais do Jiu-Jitsu como modelo de educação para me guiar dentro e fora da academia. Meu contato tão cedo com o Jiu-Jitsu se deve ao meu pai, Sérgio Ignacio, e ao meu padrinho, Renzo Gracie. Por volta dos 3 anos de idade, comecei no judô, e logo em seguida fui para o Jiu-Jitsu — e então também para o wrestling. O wrestling é popular nos Estados Unidos, e eu vivi lá durante a minha infância, então também é uma luta que faz parte da minha trajetória.</p>
<p><strong>Como a paixão pelo Jiu-Jitsu prevaleceu?</strong></p>
<p>Eu sempre soube que o Jiu-Jitsu era a minha maior paixão. Cresci no tatame e dentro de uma empresa familiar de treinamento de seguranças, onde utilizamos o Jiu-Jitsu para ensinar defesa pessoal. Além de ter o incentivo e inspiração do meu pai e do meu padrinho, contei com a sorte de ter uma mãe que sempre se desdobrou para conseguir me levar e estar presente em todos os treinos, lutas e competições desde muito novo. Sem essa abdicação e amor dela seria impossível.</p>
<p><strong>Como foi sua sensação ao chegar até a faixa-preta?</strong></p>
<p>Minha trajetória até a faixa-preta foi longa. Desde a faixa-branca até a faixa-preta, foram mais de 16 anos de caminhada. As avaliações para mudança de faixa sempre seguiram um processo rigoroso: o primeiro passo era estar treinando ativamente no Jiu-Jitsu; em seguida, era necessário conhecer todas as técnicas correspondentes à minha faixa na época, conforme descritas no livro do Renzo e Royler Gracie – um livro onde as técnicas estão separadas por faixas. Também estudei o conteúdo do livro de grande mestre Helio Gracie sobre Jiu-Jitsu e defesa pessoal. Com esse conhecimento consolidado e já tendo cumprido o tempo apropriado, passava por uma avaliação técnica e de desempenho na qual eu precisava vencer oponentes mais graduados e maiores para conquistar a faixa seguinte. Como meu pai e meu padrinho Renzo me incentivavam sempre a participar dos melhores seminários e a treinar com alguns dos melhores do mundo, a evolução não parava nunca.</p>
<p><strong>E como foi a sua etapa como faixa-marrom, prestes a receber a preta?</strong></p>
<p>Nessa fase, optei por competir o Campeonato Brasileiro da CBJJ ainda como faixa-marrom, para fechar essa etapa da melhor maneira possível. Acabei conquistando o título de vice-campeão brasileiro e, após isso, viajei para a academia Renzo Gracie em Nova York, onde passei um mês treinando intensamente. Muito do que sou e no que acredito devo aao meu pai e ao Renzo. Não poderia ser mais grato por, como costumamos dizer, ter aprendido direto da fonte. Fui extremamente privilegiado por ter acesso a tantos nomes influentes da linhagem Gracie desde cedo, e fiz questão de aproveitar todas as oportunidades que me foram dadas. Após aquele mês, enfim me “formei” como faixa-preta. Foi um dia marcante, cheio de emoção, em que percebi o quanto valeu a pena cada etapa da jornada. Não é um caminho fácil, e muito menos rápido; ele ensina o valor da perseverança e da paciência. Não existe qualquer tipo de atalho para a faixa-preta, o único caminho é não desistir.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniel Merola vs Lucas Alves / Rio Spring Open No-Gi 2024" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/lsz_PXYWAfA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>E o trabalho voltado para segurança pública e privada, como está?</strong></p>
<p>Atualmente, nossa empresa tem mais de 35 anos de atuação. Um legado que tem sido passado do meu avô ao meu pai, e do meu pai para mim. O lema da empresa é algo que levo para a vida e pretendo passar para meus futuros filhos: “Lute e vença!”. É uma frase curta mas cheia de significado. Desistir não é uma opção. Além do conhecimento técnico de defesa pessoal e Jiu-Jitsu, tentamos passar essa mensagem diariamente: de que o trabalho é árduo, mas, com a luta, vem a vitória — e é a crença nisso que nos leva adiante. Hoje tenho quase 20 anos dentro do Jiu-jitsu, que mais parecem uma vida inteira. Eu sei, porém, que essa caminhada só está começando.</p>
<p><strong>O que você aprendeu como competidor?</strong></p>
<p>Nos campeonatos, aprendi muito sobre autocontrole e sobre lidar com as minhas emoções — fossem elas boas ou frustrantes. Aprendi como a minha mente e os pensamentos controlam o meu corpo e as decisões que preciso tomar em milésimos de segundos. Sendo assim, não importa se houve centenas de horas de treino, musculação e boa alimentação – a sua mente precisa estar focada, tranquila e positiva na medida, ou já era. O Jiu-Jitsu nos ensina a respeitar o oponente antes de qualquer coisa, porque a soberba é o caminho mais rápido para a derrota — e a verdade é que podemos aprender com todos. Não importa a cor da faixa, a idade ou o peso: todos podem ter algo a nos ensinar. É impressionante o quanto eu aprendo dando aula para crianças novas — seja sobre o Jiu-Jitsu ou sobre a visão de mundo.</p>
<p><strong>Como é sua abordagem ao ensinar Jiu-Jitsu para as crianças?</strong></p>
<p>Sou apaixonado por crianças. Elas têm uma leveza, pureza, e um olhar para a vida especial. Tento levar um pouco dessa positividade delas para minha vida pessoal. Nessa fase da vida, elas são como esponjas e absorvem tudo o que passamos, então precisamos estar atentos ao que falamos e a como podemos auxiliar na construção da autoestima e da autoconfiança delas. A abordagem com os pequenos e pequenas tem de ser sutil. O Jiu-Jitsu é introduzido de forma leve e divertida. Não pode ser uma aula maçante sobre movimentos extremamente técnicos. É um equilíbrio entre técnica e momentos de lazer. Logo, o treinamento infantil deve ser divertido, porém disciplinado. Queremos que as crianças se divirtam, mas também que elas aprendam a respeitar, a ter disciplina e a se defender. Entender que o Jiu-Jitsu é uma forma de defesa e não de ataque é fundamental.</p>
<div id="attachment_244819" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244819" class="wp-image-244819 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio.jpg" alt="" width="450" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio.jpg 450w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-244819" class="wp-caption-text">Medalha recebida por contribuição ao ensino policial, no Rio de Janeiro.</p></div>
<p><strong>Qual é o maior objetivo dos professores que lidam com alunos tão jovens?</strong></p>
<p>Em nossa equipe buscamos sempre ensinar a importância do menino ou da menina ser autoconfiante e, ao mesmo tempo, humilde. Ensinamos a manter a distância dos problemas e a lidar com eles com disposição e de cabeça erguida. Muitos pequenos estão ali porque querem aprender ou porque sofreram algum tipo de trauma. Nessa idade, o Jiu-Jitsu é importante para gerar uma criança segura, sem medo, confiante, com boa autoestima, controlada, preparada e respeitosa. O Jiu-Jitsu, assim, é essencial para prevenir o bullying, tanto para evitar sua prática quanto para prevenir que a criança seja alvo dele. Trabalhamos muito isso com as crianças, ensinando todas as técnicas necessárias para que elas sejam capazes de se defender.</p>
<p><strong>Onde você aprendeu a ensinar a garotada?</strong></p>
<p>Para passar tudo isso de um modo leve e agradável, utilizamos diversas técnicas e métodos diferentes. Muito desse conhecimento absorvi no curso do mestre Leão Teixeira, de aprimoramento para professores de Jiu-Jitsu infantil, referência nacional no ensino de Jiu Jitsu para crianças. Foi também nesse curso que tive a oportunidade de dar aulas e aumentar minha experiência com elas. Hoje, já encontro alunos adolescentes para quem dei aula há alguns anos, quando eram crianças, e eles me trazem muita gratidão por como pude participar de suas evoluções pessoais. Não vejo a hora de, daqui a alguns anos, ver que meu trabalho levou à construção de adultos melhores, de caráter e confiantes.</p>
<p><strong>Qual foi a maior lição de superação que viveu no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Houve um torneio que disputei em que estava dormindo muito mal há dias, no hospital, com a minha esposa internada. Para “melhorar”, tive um rompimento do ligamento do tornozelo logo nos primeiros minutos de luta. Meu corpo estava exausto, minha mente, muito preocupada com a saúde dela, e eu estava há semanas sem treinar por diversas questões pessoais. Além disso, lutar com um ligamento rompido é uma dor excruciante. Ainda assim, eu não desisti e acabei por finalizar o oponente, levando a medalha de ouro para o hospital. Esses momentos te mostram que o Jiu-Jitsu que aprendemos com os Gracie vai muito além da luta — é um aprendizado de vida. Porque, na vida, quase nunca teremos as condições ideais para realizar nada. Temos de trabalhar com o que temos, fazer o nosso melhor e acreditar que aquilo vai ser suficiente. Essa garra e determinação são o que mudam a vida de alguém — é o que define o tipo de vida que se terá.</p>
<p><strong>Você viu o Jiu-Jitsu mudar a vida de jovens com traumas?</strong></p>
<p>Tenho alunos que realmente mudaram suas vidas graças aos treinos. Deixaram de usar drogas, de beber sem controle, de conviver com pessoas que não agregam. Passaram a acreditar no próprio potencial, a fazer escolhas mais acertadas, a ter disciplina, rotina — e isso os levou a lugares que nem eles mesmos imaginavam alcançar. Essas mudanças de vida que eu presencio diariamente, através do Jiu-Jitsu, são, com certeza, o que mais me marca e mais me motiva nesse caminho.</p>
<p><strong>Quando você descobriu sua vocação para ensinar? </strong></p>
<p>Desde que eu tinha 12 anos, quando já ia constantemente para a empresa de treinamento onde trabalho hoje, para acompanhar meu pai em suas aulas. Foi assim que o meu avô ensinou a ele, e ele a mim. Meu pai é um professor nato, e sempre me admirei ao ver como ele fazia parecer fácil falar para tantas pessoas e construir uma linha de raciocínio clara, para que todos pudessem acompanhar e assimilar. Como meu pai, acredito que sempre tive vocação para ensinar e ajudar; sempre tive paciência e clareza para orientar na evolução dos alunos. Mas o que aprendi com o tempo é que, quando dominamos um assunto, temos humildade para aprender ainda mais sobre ele, e ensinamos com amor e atenção, conseguimos ser bons professores. Depois de alguns anos sendo forjado na empresa como ajudante, comecei a dar aula oficialmente em 2019, quando já me sentia mais pronto e preparado. Desde então, tenho feito de tudo para ser o melhor professor possível.</p>
<div id="attachment_244821" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244821" class="wp-image-244821 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro.jpg" alt="A valiosa medalha de Daniel no Brasileiro da CBJJ: no caminho certo. Fotos: Acervo Pessoal/GRACIEMAG" width="1024" height="686" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-768x515.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-244821" class="wp-caption-text">A valiosa medalha de Daniel no Brasileiro da CBJJ: no caminho certo. Fotos: Acervo Pessoal/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O que é preciso para ser um instrutor eficiente?</strong></p>
<p>Creio que ensinar está muito ligado à empatia: saber se colocar no lugar do outro e entender como ele vai receber a mensagem que se quer passar. Cada aluno tem uma história, um contexto cultural, familiar e pessoal. Dar aula requer se conectar com os alunos e entender a necessidade deles para compreender qual será a melhor forma de entrega. O linguajar, o nível de dificuldade, a cobrança, e tantos outros aspectos do ensino se adaptam de acordo com o tipo de aluno que está do outro lado. Entender isso foi essencial para dar uma boa aula e ser compreendido. As aulas para leigos, para profissionais da polícia, para crianças, homens ou mulheres: todas têm suas especificidades e merecem cuidados específicos.</p>
<p><strong>Como são suas aulas de defesa pessoal para mulheres? </strong></p>
<p>Infelizmente, vivemos em um mundo machista, onde as mulheres sempre têm de lutar mais para se sentirem ouvidas, respeitadas e, principalmente, seguras. O Jiu-Jitsu, há quase cem anos, sempre se mostrou uma excelente ferramenta para dar às mulheres um pouco da autoconfiança e segurança que a sociedade tira diariamente. É algo que indico para todas as mulheres que conheço, de todas as idades. Saber se defender é essencial para todos nós, mas especialmente para as mulheres, que são frequentemente alvos de crimes bárbaros, tanto dentro quanto fora de casa. Para minha especialização, fui até a referência do Jiu-Jitsu feminino, a escola Gracie Kore da campeã Kyra Gracie, faixa-preta renomada com livros sobre o tema. Kyra adotou como missão maior levar o conhecimento do Jiu-Jitsu para mulheres de uma forma em que elas se sintam bastante confortáveis e seguras ao absorver. Fiz um curso profissionalizante de ensino do Jiu-Jitsu para mulheres, na metodologia Gracie Kore, onde obtive grande aprendizado sobre como conduzir as aulas de maneira que as mulheres se sintam valorizadas, respeitadas e confiantes. Aprendi ali a criar um ambiente confortável e inclusivo para todos dentro do tatame.</p>
<p><strong>Já ensinou policiais mulheres? Como é essa experiência?</strong></p>
<p>Sim, tive a oportunidade de ministrar aula de técnicas de Jiu-Jitsu aplicadas à defesa pessoal feminina no Centro Desportivo da Polícia Civil, no Rio de Janeiro. Nessa aula, recebemos policiais mulheres e também o grupo &#8220;Empoderadas&#8221;, um grupo sensacional de enfrentamento à violência contra as mulheres, muito inspirador e necessário. Foi uma ótima experiência, onde pude ensinar mulheres fortes a terem mais formas de se defender. Pretendo seguir aprendendo bastante nesse âmbito, já que quero muito auxiliar as mulheres da melhor maneira possível. Como homem, entendo que existem nuances na realidade de vida das mulheres que eu não sinto na pele, então é importante ouvir para compreender.</p>
<p><strong>Qual a importância do Jiu-Jitsu para as forças de segurança, no Rio ou no mundo? </strong></p>
<p>Formar agentes preparados vai muito além de simplesmente estar pronto tecnicamente para um conflito. Graças ao Jiu-Jitsu, criam-se agentes com autocontrole e autoconfiança, que conseguem lidar com situações reais com calma, clareza e ética. A maior responsabilidade que tenho é o compromisso de tornar esses profissionais mais bem treinados, para que possam se proteger e proteger a população. Esse treinamento é tanto técnico quanto mental. Um bom profissional de segurança, treinado no Jiu-Jitsu, pode transformar uma situação potencialmente letal em uma situação não letal, salvando e poupando a vida de terceiros. Um policial treinado no Jiu-jitsu, em diversas situações, não precisa usar a arma de fogo para se defender, o que oferece uma segurança que vai além do porte de arma. Assim, o Jiu-Jitsu pode ser utilizado para prevenir a escalada de conflitos, onde, através do controle técnico, podemos proteger tanto o agente de segurança quanto o cidadão. Todo o nosso treinamento é adaptado ao ambiente realista das forças de segurança pública ou privada para as quais estamos oferecendo esse treinamento.</p>
<p><strong>Como seu conhecimento de situações reais ajuda nos resultados como lutador, no Jiu-Jitsu esportivo?</strong></p>
<p>Gosto de lutar para frente, sempre buscando quedar e finalizar. A rotina de preparação envolve estar sempre treinando e ativo, seja com treinos pesados, drills, musculação ou dando aulas. O bom lutador deve estar sempre pronto e preparado. Desde que peguei a faixa-marrom, passei a dar ênfase ao Jiu-Jitsu sem kimono, ou &#8220;no-gi&#8221; lá fora. Eu via ali uma maior similaridade com o nosso dia a dia e com a defesa pessoal, já que não temos o pano para segurar e o controle fica muito mais difícil. Acredito que todo praticante de Jiu-Jitsu deve se testar em uma competição oficial, ao menos uma vez. Nós descobrimos muito sobre nós mesmos quando estamos no tatame, no meio de uma arena lotada de oponentes. Aprendemos a lidar com a pressão de uma forma diferente. A mentalidade deve ser de sempre querer evoluir e aprender, de sempre estar preparado para o combate, e de saber lidar com a vitória, assim como com a derrota. O principal é se sentir treinado e aprendendo sempre. Isso dá a sensação de dever cumprido antes de a luta começar, e essa sensação é mais do que essencial para conseguir vencer. Sem ela, já se entra derrotado.</p>
<p><strong>Quais são os seus objetivos hoje como professor?</strong></p>
<p>Quando a gente respira Jiu-Jitsu, aprendemos que nossa modalidade não é somente um esporte; é um estilo de vida. Hoje não penso em formar apenas atletas para vencer campeonatos. Quero construir pessoas fortes e confiantes, que pelo Jiu-Jitsu alcancem uma vida melhor e se tornem pessoas melhores. Quero combinar a minha formação acadêmica em Administração pela IBMEC, meu domínio da língua inglesa e meu conhecimento de defesa pessoal para atuar globalmente. Quero desenvolver programas educacionais, ajudar na expansão do Jiu-Jitsu pelo mundo e formar alunos com os princípios e valores nos quais acredito. E, com tudo isso, continuar ativo nas competições de alto nível, porque aprendo e evoluo muito em cada uma delas. Espero poder inspirar outros, assim como muitos veteranos me inspiraram a ser quem eu sou. Muito obrigado a todos pela oportunidade.</p>
<div id="attachment_244835" style="width: 693px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244835" class="wp-image-244835 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1.jpg" alt="Daniel entre o pai e o padrinho, ao se formar faixa-preta em Nova York, na Renzo Gracie Academy. Fotos: Divulgação" width="683" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1.jpg 683w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1-267x300.jpg 267w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1-133x150.jpg 133w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><p id="caption-attachment-244835" class="wp-caption-text">Daniel entre o pai e o padrinho, ao se formar faixa-preta em Nova York, na Renzo Gracie Academy. Fotos: Divulgação</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/daniel-ignacio-quando-a-defesa-pessoal-se-transforma-em-medalha-de-ouro-no-jiu-jitsu-esportivo/">Daniel Ignacio: quando a defesa pessoal se transforma em ouro nos campeonatos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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