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	<title>History | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>History | Graciemag</title>
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		<title>Estude Jiu-Jitsu com os garotos Marcus Buchecha x Leandro Lo, em 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:15:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há 15 anos, direto do túnel do tempo. Em 2011, os ídolos Marcus Buchecha e Leandro Lo entraram em rota de colisão em Brasília, no Distrito Federal, durante campeonato profissional com polpuda premiação em dinheiro. Depois da batalha de raspagens, Buchecha venceu Lo nos pontos, num dos primeiros encontros dos rivais que se respeitavam como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 15 anos, direto do túnel do tempo. Em 2011, os ídolos Marcus Buchecha e Leandro Lo entraram em rota de colisão em Brasília, no Distrito Federal, durante campeonato profissional com polpuda premiação em dinheiro.</p>
<p>Depois da batalha de raspagens, <a href="https://www.graciemag.com/2021/12/03/a-vitoria-suave-de-marcus-buchecha-no-one-fc-com-mochilada-e-estrangulamento/" target="_blank" rel="noopener">Buchecha</a> venceu Lo nos pontos, num dos primeiros encontros dos rivais que se respeitavam como camaradas.</p>
<p>Confira o duelo aqui no GRACIEMAG.com, e diga o que você aprendeu com a movimentação.</p>
<p><iframe title="PAN-AMERICANO 2011 - Marcus Buchecha x Leandro Lo by X-COMBAT" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/tLZ14hq2umk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/duelo-explosivo-relembre-marcus-buchecha-x-leandro-lo-no-jiu-jitsu/">Estude Jiu-Jitsu com os garotos Marcus Buchecha x Leandro Lo, em 2011</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>História: As quase desconhecidas pioneiras do Mundial de Jiu-Jitsu feminino</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:06:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235775" style="width: 1287px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235775" class="wp-image-235775 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1.jpg" alt="" width="1277" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1.jpg 1277w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-300x241.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-1024x821.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-768x616.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-150x120.jpg 150w" sizes="(max-width: 1277px) 100vw, 1277px" /><p id="caption-attachment-235775" class="wp-caption-text">Faixa-azul contra faixa-preta, no Mundial de 1998: pioneiras. Fotos: Lia Caldas/GRACIEMAG</p></div>
<p>Boa parte dos primeiros campeões mundiais no masculino se tornaram lendas. Helio &#8220;Soneca&#8221;, Royler Gracie, os Roberto Gordo e Roleta, Fabio Gurgel, Zé Mario Sperry, Libório e Amaury Bitetti, por exemplo.</p>
<p>Já no feminino, há diversas perguntas e informações que nem os mais curiosos fãs do Jiu-Jitsu são capazes de responder de cabeça.</p>
<p>Em que ano o Mundial começou a ter lutas entre mulheres?</p>
<p>Quem foram as primeiras guerreiras a competir no Mundial?</p>
<p>Quem foi a primeira vitoriosa?</p>
<p>Que atleta filha de um astro do futebol surgiu como um furacão nos tatames do Mundial?</p>
<p>Quantas foram as inscritas para o primeiro Mundial feminino?</p>
<p>Questões que um pesquisador de sorte, ao abrir seu arquivo de edições antigas de GRACIEMAg, começou a desvendar. Tudo graças a uma reportagem reveladora, escrita pela repórter, praticante e hoje professora de yoga Lia Caldas, em 1998.</p>
<p>No <a href="https://ibjjf.com/events/results" target="_blank" rel="noopener">portal da IBJJF</a>, as primeiras campeãs estão eternizadas. Foram apenas duas divisões no Mundial de Jiu-Jitsu de 1998 – até e acima de 65kg, sem separação de faixas. E duas faixas-roxas foram as rainhas.</p>
<p>Thaís Ramos (equipe Brigadeiro) venceu o peso leve, em final contra a fera da Alliance <a href="https://www.graciemag.com/academias/daniela-genovesi-4/" target="_blank" rel="noopener">Dani Genovesi</a>; já o peso pesado ficou com Rosângela “Zanza” Conceição, aluna da Behring.</p>
<p>Mas são outras as pioneiras de fato em Mundiais. Um ano antes, uma americana e uma brasileira fizeram História com H grande.</p>
<p>Foram as duas atletas a pisar nos tatames do Campeonato Mundial, para a primeira luta feminina realizada no grande evento da IBJJF. Como informou Lia Caldas em GRACIEMAG, a luta inaugural ocorreu no Mundial de 1997.</p>
<p>A reportagem conta que, em 1997 o feminino não foi aberto, mas uma faixa-azul americana, que treinava com os irmãos Machado apareceu no evento disposta a lutar. Chama-se Kathy Brothers, e representava a Gracie Barra. A organização curtiu a ideia e planejou uma luta casada para o público. A adversária escolhida foi a estrela em ascensão Alessandra “Thiola” Oliveira, faixa-azul da Alliance. Sim, o Jiu-Jitsu feminino começou no Tijuca com um duelo Alliance x Gracie Barra.</p>
<p>A vitória, decidida pela arbitragem, foi para a americana.</p>
<p>A luta inaugural abriu caminho para as divisões femininas na edição de 1998. Foram 48 mulheres inscritas. O fato de faixas-pretas terem de enfrentar jovens faixas-azuis, registrou Lia, afastou algumas competidoras (faixas-marrons na maioria) que discordaram do formato. Já a emoção foi garantida: uma das lutas mais comentadas de todo o evento foi a vitória de Paulinha Gaspari, peso leve e faixa-azul da GB, em cima de Patricia Lage, faixa-preta e filha de mestre Roberto Lage.</p>
<p>E a primeira campeã mundial sairia dessa categoria. Gaspari perderia para Mariana Coelho, mas havia outras favoritas no páreo.</p>
<p>De faixa-marrom, Leka Vieira enfrentou a estrela em ascensão Janaína Ventura, filha do tricampeão de futebol Jairzinho, ídolo do Botafogo e da Seleção. A faixa-roxa Janaína, registra a matéria, foi melhor naquele dia e venceu por 7 a 0.</p>
<div id="attachment_226543" style="width: 618px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226543" class="size-full wp-image-226543" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial.jpg" alt="" width="608" height="635" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial.jpg 608w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial-287x300.jpg 287w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial-144x150.jpg 144w" sizes="(max-width: 608px) 100vw, 608px" /><p id="caption-attachment-226543" class="wp-caption-text">Dani Genovesi no Mundial 2000: a lutadora da Alliance fez mestre Carlson perder aposta graúda. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>As lutas empolgaram tanto os fãs e professores que, lá pelas tantas, Carlson e Helio Soneca decidiram apostar cem reais numa disputa, precisamente na semifinal entre Dani Genovesi Paiva x Mariana Coelho. Dani venceu, para alegria de Gigi Paiva e equipe, Carlson perdeu a aposta e pagou na hora.</p>
<p>Em outra semifinal, a carioca radicada em Brasília Thaís Ramos seguiu voando abaixo do radar e eliminou Bianca Barreto. Na final até 65kg, ela passou pela favorita Dani e tornou-se a primeira campeã mundial feminina. Thaís, curiosamente, só conquistaria sua faixa-preta de Jiu-Jitsu em 2005.</p>
<p>No peso pesado, a americana pioneira Kathy, que então se dividia entre o curso de medicina e lutas de MMA, voltou ao Tijuca Tênis Clube em busca da consagração no Mundial 1998. Só que não deu para ela.</p>
<div id="attachment_235777" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235777" class="size-full wp-image-235777" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2.jpg" alt="" width="640" height="425" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-235777" class="wp-caption-text">Zanza, condecorada no Jiu-Jitsu, judô e na greco-romana, virou até história em quadrinhos, no gibi &#8220;As aventuras de Zanza&#8221;.</p></div>
<p>Kathy começou bem, ao eliminar a hoje célebre professora Tatiana Tognini, então uma aguerrida faixa-azul da Alliance São Paulo. A americana, contudo, seria eliminada a seguir por uma embalada Zanza. A campeã peso pesado teve de fato uma campanha acachapante: venceu Kathy, Andreia Silva e, na final, encontrou-se com a outra pioneira, Alessandra Thiola, que lutava com uma torcida barulhenta, à la Fernando Tererê.</p>
<p>Zanza, experiente, não se intimidou e finalizou Alessandra Thiola na grande final, com uma chave de braço, foto que estampou as páginas de GRACIEMAG.</p>
<p>Rosângela “Zanza” Conceição não era uma campeã desconhecida. Em 1996, chegou a viajar para os Jogos de Atlanta, onde foi reserva de Edinanci nas Olimpíadas. Após o ouro mundial, migrou com sucesso para a luta greco-romana, onde medalharia no Pan 2007 (bronze até 72kg) e obteria a vaga para os Jogos de Pequim-2008. Na China, Zanza venceu sua primeira luta, contra a cazaque Olga Zhanibekova, mas perdeu em seguida.</p>
<p>A vice mundial Thiola acabou com um troféu e tanto de compensação: além da medalha de prata, desceu do pódio com sua novíssima faixa-roxa, entregue pelas mãos do professor Lelo. Já o sonho do ouro viria mais tarde, com o título peso médio do Mundial 1999.</p>
<p>Após o sucesso do primeiro evento, a IBJJF abriria em 1999 mais categorias de peso e separaria as faixas-azuis das lutadoras mais experientes, que se enfrentariam na divisão de roxas, marrons e pretas.</p>
<p>A primeira campeã absoluta, porém, seria conhecida somente no Mundial de 2007 – honraria conquistada por Michelle Nicolini, da Brasa, vitoriosa na final contra a peso pesado Luciana “Luka” Dias, da Gracie Humaitá.</p>
<p>E você, lembra alguma boa história dos primórdios do Mundial de Jiu-Jitsu? Comente conosco.</p>
<div id="attachment_235779" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235779" class="size-full wp-image-235779" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235779" class="wp-caption-text">Zanza engatilha a finalização contra Alessandra Thiola, no Mundial de Jiu-Jitsu de 1998. Fotos: Lia Caldas</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-quase-desconhecidas-pioneiras-do-mundial-de-jiu-jitsu-feminino-da-ibjjf/">História: As quase desconhecidas pioneiras do Mundial de Jiu-Jitsu feminino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Reveja o 1º encontro de Roger Gracie e Jacaré no Mundial de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:05:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eram outros tempos: nos tatames, o patrocínio da Oi telefonia. Na cintura dos craques Roger Gracie e Ronaldo Souza, a faixa-marrom. E olha que Ronaldo Jacaré, conhecido dos nossos leitores desde a faixa-roxa, lutava pela Gracie Barra devido à parceria da sua Asle com a GB à época. Mas nenhum dos dois sequer cogitou fechar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16736" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16736" class="size-full wp-image-16736" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1.jpg" alt="" width="580" height="378" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1.jpg 580w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /><p id="caption-attachment-16736" class="wp-caption-text"><em>Roger e Jacaré duelaram pela primeira vez em 2002, numa empolgante final de absoluto marrom. Foto: Gustavo Aragão.</em></p></div>
<p>Eram outros tempos: nos tatames, o patrocínio da Oi telefonia. Na cintura dos craques Roger Gracie e Ronaldo Souza, a faixa-marrom.</p>
<p>E olha que Ronaldo Jacaré, conhecido dos nossos leitores desde a faixa-roxa, lutava pela Gracie Barra devido à parceria da sua Asle com a GB à época. Mas nenhum dos dois sequer cogitou fechar a chave ou decidir no par ou ímpar, para deleite dos fãs.</p>
<p>A seguir, relembre o primeiro encontro de Roger e Jacaré, no Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF em 2002.</p>
<p>Foi uma final de absoluto faixa-marrom tão eletrizante que, para muitos à época, teria sido a melhor luta de todo o evento, realizado no Tijuca Tênis Clube, no Rio. Você concorda? Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ronaldo Jacaré Souza vs Roger Gracie  (Final Absoluto Mundial 2002)" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/o14uvlMyVSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/treveja-o-1o-encontro-de-roger-gracie-e-jacare-no-mundial-de-jiu-jitsu/">Reveja o 1º encontro de Roger Gracie e Jacaré no Mundial de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ivan Rocha, his son Gregor, and the art of not pressuring or comparing children who enjoy competing</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:30:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Is it the winning team that makes a gold medalist athlete, or are the young champions the ones who forge a winning team? Black belt and leader of GB in Tampa, Florida, champion Ivan Rocha has reaped the rewards of persistent work and an intelligent training philosophy that seeks to motivate young athletes without harmful&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246406" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246406" class="size-large wp-image-246406" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1024x682.jpg" alt="" width="650" height="433" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1536x1023.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246406" class="wp-caption-text">Professor Ivan Rocha among Gregor and his wife Camila Almeida. Photo: Personal Files</p></div>
<p>Is it the winning team that makes a gold medalist athlete, or are the young champions the ones who forge a winning team?</p>
<p>Black belt and leader of GB in Tampa, Florida, champion Ivan Rocha has reaped the rewards of persistent work and an intelligent training philosophy that seeks to motivate young athletes without harmful pressure.</p>
<p>In recent months, the professor known as Cabecinha has seen his son and his purple belt wife win Pan-American gold.</p>
<p>His son, young Gregor Rocha, won the Pan Kids. Instructor Camila Almeida became Pan-American champion while still a blue belt.</p>
<p>In a conversation with the GRACIEMAG.com team, the experienced Ivan reflected on the paths and pitfalls that young competitors face, and gave essential lessons on motivation, parental support, and training philosophy. To learn more, follow <a href="https://www.instagram.com/gbtampa.citruspark/" target="_blank" rel="noopener">@GBtampa.citruspark</a> on Instagram.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: What mistakes do parents and teachers often make at the beginning of a young champion&#8217;s journey?</strong></p>
<p><em>IVAN “CABECINHA” ROCHA:</em> When the dream of creating a champion becomes greater than the child&#8217;s development, the consequence can be the loss of the joy of training. This happens for various reasons, but the biggest enemy of young athletes is excessive pressure. It&#8217;s that forcing of the issue that only brings emotional pressure and harms the child and everyone around them.</p>
<p><strong>Are there other mistakes?</strong></p>
<p>Yes, several. Another very common mistake in Jiu-Jitsu and other sports is constantly comparing their child to other athletes. They forget that each child has their own pace of development. Parents have a fundamental role in support, encouragement, and example – it&#8217;s necessary to be aware that champions are built with patience, discipline, and love for what they do, not just with the pursuit of medals and titles. I&#8217;ve seen many talents give up not for lack of skill, but for excessive pressure. The role of parents is not to be a coach, referee, or enforcer. It&#8217;s to be the child&#8217;s safe haven.</p>
<p><strong>In your experience, how can family become a truly safe haven?</strong></p>
<p>When a child knows they will be supported regardless of the outcome, they develop confidence and have a much greater chance of reaching their true potential. I made many mistakes in this process with my son, Gregor. As a father and teacher at the same time, it was often difficult to separate these two roles. At times, the coach&#8217;s demands ended up overshadowing the father&#8217;s perspective.</p>
<p><strong>How did you correct this in yourself?</strong></p>
<p>It&#8217;s all about time and wisdom, that ability to see that things aren&#8217;t working and correct course. I gradually learned that my son needed my support and understanding more than my demands. It was a learning process for me too. Little by little, I&#8217;ve been seeking this balance, understanding that the formation of an athlete is important, but the formation of a happy and confident human being is even more valuable. Finding this balance has been a constant learning process.</p>
<p><strong>What was your attitude when you called him up for tournaments?</strong></p>
<p>Well, I never forced him to compete. The decision to participate in championships was always his, and I always respected his choices. What I told him, since he was little, was that I would really like to see him become a black belt in Jiu-Jitsu one day. And not because of medals or titles, but because I know the transformative impact that Jiu-Jitsu has on people&#8217;s lives. After more than 25 years living this sport, I know that the true value of Jiu-Jitsu goes far beyond competitions. It teaches discipline, respect, perseverance, humility, and confidence. My greatest desire has never been just to create a champion on the mat, but to help shape a man prepared for life&#8217;s challenges.</p>
<p><strong>How did you manage to keep the fun side of the competition?</strong></p>
<p>Balancing fun and results is one of the biggest challenges for any family involved in competitive sports. Gregor is 15 years old now, he trains and competes at a high level, so naturally there are responsibilities, goals, and sacrifices. But I always tried to remember that, before being an athlete, he&#8217;s a teenager. There are times when he needs to give up outings, parties, or being with friends to train or compete. It&#8217;s part of the choice for those seeking great results. At the same time, I believe he needs to live the normal experiences of his age, create memories, have fun, and enjoy his youth.</p>
<p><strong>So it&#8217;s all a matter of communication. Dialogue and eye contact, always. Like anything else in life, actually.</strong></p>
<p>Exactly, the balance happens through dialogue – between father and children, between students and teachers. Not everything can be training and competition, just as not everything can be fun. We try to organize the routine so that he can pursue his goals on the mats without losing his adolescence, you know?</p>
<p><strong>And what do you say to Gregor and other young students so that they understand all this?</strong></p>
<p>I often repeat that results cannot define the happiness of a young athlete. If he wins, great. If he loses, life goes on. Sport needs to be a tool for growth and not a source of harmful pressure. When this balance exists, the athlete can evolve, compete at a high level and, at the same time, enjoy the journey.</p>
<p><strong>Ivan, how do you motivate your son after a potentially bad result?</strong></p>
<p>My first reaction is to remind my son that his worth isn&#8217;t tied to a medal or the outcome of a competition. In sports, winning and losing are part of the growth process. Whenever a championship ends, regardless of the result, our first message to him is: “It&#8217;s okay. Keep your head up. We love you very much. We&#8217;re a team, and winning or losing, we&#8217;ll always be together.” The child needs to feel that the love and support of the family don&#8217;t depend on the result they had that day. I also try to show him how proud I am, but not because of the medals.</p>
<p><strong>What are you most proud of about Gregor today?</strong></p>
<p>My greatest pride is seeing the human being he is becoming. Seeing his character, his discipline, his humility, his courage, and the way he treats people. That&#8217;s worth much more than any title. As a father, that&#8217;s the greatest reward I can receive. Afterwards, we talk about what we learned from that experience. We analyze together what went well and what can be improved. And the message is always the same: let&#8217;s train together, let&#8217;s evolve together, and let&#8217;s prepare for the next opportunity. I always say that the true champion isn&#8217;t the one who never loses. The true champion is the one who never gives up and is always striving to improve, whether in competitions, training, or personal life. That&#8217;s what I try to teach him every day.</p>
<p><strong>And you have your own medals and mementos to help him with that, right?</strong></p>
<p>Exactly. Because, in the end, the medals are kept in a box, but the values that sport teaches last a lifetime. We strive for him to have a champion&#8217;s mindset. If that&#8217;s what he truly wants for his life, then he needs to stay strong, with discipline, focus, and an ever-growing desire to improve.</p>
<p><strong>How do you measure the progress of your students?</strong></p>
<p>It&#8217;s something much broader than just the color of the medal. Winning championships is great, it&#8217;s important, it&#8217;s the goal of any athlete who competes at a high level, and there&#8217;s nothing wrong with wanting to win. But we emphasize that the most important thing is not to forget the incredible human being they are becoming, and will continue to become. Because true progress isn&#8217;t just in the result, but in how they grow as a person. Having a champion&#8217;s mindset means continuing to improve every day, even after victories or defeats. It&#8217;s about learning, adjusting, persisting, and never giving up. That&#8217;s what we try to build in them: a strong mentality on the mat and an even better person outside the gym.</p>
<p><strong>What were your assessments of his performance at the Pan Kids, in the two fights he had?</strong></p>
<p>The Pan Kids is always a special experience because it brings together the best young athletes in the world and demands not only technique but also emotional maturity. In this edition, he had two very solid fights. In the first match, he was winning 8-0 and managed to finish with great control and precision. In the final, he won 5-0, also with a consistent performance from start to finish, maintaining total control of the fight. A detail is that in both fights, he didn&#8217;t concede any points or advantages, which shows the level of dominance and confidence he displayed during the competition. It was incredible; after all, he fought intelligently and strategically, forcing his opponents into his game. He managed to dictate the pace and impose his style, something that has been extensively trained and built over time. More than the victories, what caught my attention was this technical and mental mastery. Overall, it was a productive competition. The result came, but the most important thing was how he competed: with intelligence, control, and maturity. This shows that all the work has been well done and confirms that he is on the right track.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjj-professor-ivan-cabecinha-his-son-gregor-rocha-and-the-art-of-not-pressuring-or-comparing-children-who-enjoy-competing-is-it-the/">Ivan Rocha, his son Gregor, and the art of not pressuring or comparing children who enjoy competing</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Caro professor, você ataca do “cem-quilos” ou do “side control”?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 15:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que, afinal, nossos alunos e professores optam por termos em inglês, se todos nós temos tanto orgulho de dizer que treinamos o Jiu-Jitsu brasileiro? Não sou um professor purista, vejam bem. Creio que expressões como “armlock” já foram inseridos há décadas. O meu incômodo é com o excesso. Muitos instrutores se apegam tanto ao termo estrangeiro que não sabem o sinônimo em nossa língua local.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245799" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245799" class="size-large wp-image-245799" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Professor-Luiz-Dias-GAS-Jiu-Jitsu-Divulgacao.jpg 1449w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245799" class="wp-caption-text">Luiz Dias na GAS Jiu-Jitsu, no Rio de Janeiro. Foto: Ilan Pellenberg / GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>Por Professor Luiz Dias – <a href="https://www.instagram.com/luizdiasbjj/?hl=pt-br">@luizdiasbjj</a></strong></p>
<p>Outro dia, um amigo em visita à GAS Jiu-Jitsu, minha academia no bairro das Laranjeiras, no Rio, sentou para me mostrar uma posição. Ele então começou:</p>
<p>– Essa aqui eu faço a partir do “side control”.</p>
<p>Perguntei na mesma hora o que ele tinha contra o clássico e tradicional “cem-quilos”, usado há quase um século nas academias do país. Ele não soube me responder.</p>
<p>O idioma e a cultura de uma comunidade ampla como o Jiu-Jitsu estão em frequente transformação, claro. Mas a partir desse dia comecei a refletir. Por que nos dojos do Rio e São Paulo em especial gancho agora é “hook”, estrangulamento é “choke” e proteção com as pernas virou “shield”, em vez do nosso tradicional escudo, em bom português?</p>
<p>Sem falar, claro, no treino de repetição ou específico que virou “drill”.</p>
<p>Por que, afinal, nossos alunos e professores optam por termos em inglês, se todos nós temos tanto orgulho de dizer que treinamos o Jiu-Jitsu brasileiro?</p>
<p>Não sou um professor purista, vejam bem. Creio que expressões como “armlock” já foram inseridas há décadas. O meu incômodo é com o excesso. Muitos instrutores se apegam tanto ao termo estrangeiro que não sabem o sinônimo em nossa língua local.</p>
<p>Ao meu ver, isso não me parece em nada com avanço ou modernização – eu vejo é como uma perda da nossa força e da beleza da nossa língua.</p>
<p>Como professores, sinto que estamos replicando para nossos alunos alguns estrangeirismos e pobreza vocabular, que eles por sua vez vão passar adiante no futuro.</p>
<p>É o que eu tenho conversado na minha academia. Nós, como professores, temos o dever de proteger o nosso Jiu-Jitsu e sua cultura. Isto também passa por defender nossa língua, e nossos termos originais. Fique atento ao seu dojô e a de seus amigos: você também tem percebido uma avalanche de termos desnecessários?</p>
<p>Se até hoje chamamos a queda japonesa de o-so-togari, torço para que, por muitos séculos, nossos praticantes ainda saibam o que é um bom e velho mata-leão.</p>
<p>Se você concorda ou discorda, mande uma mensagem para o meu email, geracaoartesuave@yahoo.com.br. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/caro-professor-voce-ataca-do-cem-quilos-ou-do-side-control-professor-luiz-dias-comenta/">Caro professor, você ataca do “cem-quilos” ou do “side control”?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Wanderlei Silva x Acelino Popó entre a luta épica e a marmelada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 17:42:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boxe]]></category>
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		<category><![CDATA[History]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais alto, mais novo e 20 quilos mais pesado, o curitibano Wanderlei Silva, 49 anos, tratou de apimentar a encarada, após subir à balança: “No MMA você não duraria um minuto. Você está com medo, seu bunda mole!” Acelino Popó, 50 anos, olhando para cima, sorria, com um brilho excitado nos olhos: &#8220;Mas é no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-62910" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Popo-Acelino-boxe-3.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Popo-Acelino-boxe-3.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Popo-Acelino-boxe-3-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Mais alto, mais novo e 20 quilos mais pesado, o curitibano Wanderlei Silva, 49 anos, tratou de apimentar a encarada, após subir à balança:</p>
<p>“No MMA você não duraria um minuto. Você está com medo, seu bunda mole!”</p>
<p>Acelino Popó, 50 anos, olhando para cima, sorria, com um brilho excitado nos olhos:</p>
<p>&#8220;Mas é no boxe. Então, será você que vai cair rápido. Vou bater muito em você, teu Cachorro Morto&#8221;, devolveu.</p>
<p>Wanderlei, de 1,80 metro de altura, pesou 93,8 quilos. Popó, de 1,65 metro, acusou na balança 73,6 kg.</p>
<p>Popó, substituto de Vitor Belfort nessa luta tira-teima nas regras do boxe, acumula sua fama após ser campeão mundial quatro vezes, em duas categorias entre 1999 e 2006. É um dos grandes pugilistas internacionais na categoria dos superpenas.</p>
<p>Wanderlei Silva, consagrado na categoria até 93kg, tornou-se lenda e um dos atletas mais populares no MMA japonês e mundial.</p>
<p>Mas como vai se desenrolar o duelo, nas regras do boxe?</p>
<p>A luta, oficial será regulada de fato pelo Conselho Nacional de Boxe (CNB), mas com um formato especial. A luta entre Popó e Wanderlei se enquadra na categoria Special Fight. Apesar de diferentes do boxe profissional tradicional, esses combates têm caráter oficial e contam para os registros no BoxRec, embora em uma aba separada.</p>
<p>Entre as regras, o duelo prevê rounds mais curtos. Serão até oito assaltos, com dois minutos cada.</p>
<p>As luvas serão maiores, de 12 onças, que oferecem mais proteção ao rosto.</p>
<p>E o formato não é visto como uma luta de exibição. Nas Special Fights, há árbitro no ringue e três juízes laterais responsáveis pela pontuação. Ou seja, o combate pode terminar por pontos, nocaute ou nocaute técnico.</p>
<p>Já nas exibições, o objetivo é apenas o espetáculo. Não existe resultado oficial e todas terminam em empate, independentemente do que acontece no ringue. Nessas, também não há juízes laterais.</p>
<p>Como escreveu o jornalista Wilson Baldini Jr, do “Estadão”: são dois velhos atletas com fama de “pegadores”, de mãos pesadas. Qualquer exibição sem golpes agressivos e ação, será vista pelo público como uma “marmelada” das antigas, um evento apenas com o intuito de entreter o público de famosos, vestidos em trajes de gala.</p>
<p>A noite de boxe em São Paulo será apenas para convidados e jornalistas, e com transmissão pelo canal Combate e TV Globo. O evento começa a partir de 20h.</p>
<p>A noite conta ainda com um duelo de MMA e outras duas lutas de boxe de alto nível. A estrela brasileira Beatriz Ferreira vai defender pela terceira vez o título peso leve, da Federação Internacional de Boxe, diante da argentina Maira Moneo. No boxe amador, Bia somou dois títulos mundiais e duas medalhas olímpicas –&nbsp;prata em Tóquio, em 2021, e bronze em Paris-2024.</p>
<p>Entre os supermédios, Hebert Conceição põe seu cinturão brasileiro em jogo diante de Yamaguchi Falcão, em duelo de medalhistas olímpicos. Hebert foi campeão em Tóquio e Yamaguchi voltou com o bronze da Inglaterra, em Londres-2012.</p>
<p>Confira o card oficial:</p>
<p><em><strong>Spaten Fight Night 2: Wanderlei Silva x Popó</strong></em><br />
<em><strong>São Paulo, SP</strong></em><br />
<em><strong>27 de setembro de 2025</strong></em></p>
<p>Wanderlei Silva x Acelino “Popó” Freitas</p>
<p>Peso-leve (até 61kg): Beatriz Ferreira x Maira Moneo</p>
<p>Peso-super-médio (até 74kg): Hebert Conceição x Yamaguchi Falcão</p>
<p>Peso-pena (até 66kg): Thiago Manchinha x Wanderson Barcellos (MMA)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="POPÓ PROVOCA WANDERLEI SILVA ANTES DE LUTA: ‘VAI SER MAIS FÁCIL’" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/qAoFGs5FAFY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/wanderlei-silva-x-acelino-popo-entre-a-luta-epica-e-a-marmelada/">Wanderlei Silva x Acelino Popó entre a luta épica e a marmelada</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>US Open chega a 30 anos e Claudio França diz o que espera para o futuro do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 03:46:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
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		<category><![CDATA[US Open]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No fim de semana de 15 e 16 de novembro, a William Overfelt High School, em San Jose, Califórnia, se prepara para receber um grupo diferente de mestres e estudantes aplicados. A escola americana será palco do US Open, que começou lá atrás em 1995, e este ano chega a sua 30ª edição. Faixa-coral de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-1024x847.jpg" alt="" width="650" height="538" class="aligncenter size-large wp-image-245302" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-1024x847.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-300x248.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-768x636.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-150x124.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>No fim de semana de 15 e 16 de novembro, a William Overfelt High School, em San Jose, Califórnia, se prepara para receber um grupo diferente de mestres e estudantes aplicados. A escola americana será palco do US Open, que começou lá atrás em 1995, e este ano chega a sua 30ª edição.</p>
<p>Faixa-coral de Jiu-Jitsu e fundador do evento, o brasileiro Claudio França refletiu, em conversa com GRACIEMAG, sobre o saldo do torneio até aqui, e o que espera para o futuro do esporte.</p>
<p>O US Open 30 aguarda entre 1.500 e 2 mil competidores espalhados por todas as divisões, com e sem kimono.</p>
<p>Confira os detalhes do torneio em: <a href="https://bjjtour.com/tournaments/u-s-open/" target="_blank" rel="noopener">https://bjjtour.com/tournaments/u-s-open/</a></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Quando um evento completa 30 anos, torna-se uma data perfeita para celebrar, e também para um balanço de todas as conquistas. Neste aniversário, que desejo você tem para o US Open? O que ainda faltaria conquistar?</strong></p>
<p><em><strong>CLAUDIO FRANÇA:</strong></em> Eu desejo um pouco mais de visibilidade fora do meio do Jiu-Jitsu, para que o torneio pudesse dar ainda mais retorno para todos que participam dele, dos atletas aos patrocinadores. As mídias e veículos voltados para as artes marciais contribuem, mas o espaço para os campeonatos e para os astros do Jiu-Jitsu nos grandes canais convencionais ainda é escasso, quase nulo. A luta nas próximas décadas será esta, ver nossas disputas de Jiu-Jitsu ao vivo em canais como a ESPN, a Fox Sports e outras grandes emissoras. Isso seria um passo decisivo para atrair parcerias e patrocinadores fortes, e poder distribuir prêmios merecidos e substanciais para os competidores e competidoras da faixa-preta.</p>
<p><strong>Em 1995, você organizou o primeiro campeonato na Califórnia, em Santa Cruz, e não deve ter sido fácil. O que mais parece ter mudado de lá para cá no ambiente dos campeonatos?</strong></p>
<p>Quando organizei o primeiro US Open eu estava havia menos de dois anos nos EUA. Arrumar tatames de Jiu-Jitsu já era difícil, o que dirá negociar parcerias e contratar equipamentos básicos para um campeonato. O que lembro hoje é de como os treinadores e líderes de equipe eram bem mais nervosos com os árbitros.</p>
<p><strong>Como o US Open ajudou no fortalecimento do Jiu-Jitsu no norte da Califórnia e no país em geral?</strong></p>
<p>Creio que o grande papel das primeiras edições do US Open foi o de mostrar aos alunos e para a comunidade as diferenças essenciais do Jiu-Jitsu esportivo e do MMA, modalidade que se tornava muito popular nos Estados Unidos, com o UFC. Os jovens perceberam que podiam treinar Jiu-Jitsu por 1001 razões, e não com o intuito de subir no Octagon para lutar sem luvas. E assim preconceitos foram caindo e a vida de muitas famílias foram tocadas. Era uma fase em que só havia campeonatos no Brasil, e desde o começo conseguimos atrair lutadores de muitos países, e ajudar no fortalecimento e divulgação da nossa arte marcial nos Estados Unidos. Houve então esse papel educativo muito forte.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rhalan Gracie vs Clement Shields US OPEN BJJ 2013" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/qSYxM89vlvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Quando você decidiu organizar seus primeiros torneios, no Rio, os campeonatos eram raríssimos. Um lutador que perdia tinha de esperar um ano por uma revanche. Hoje há eventos a cada fim de semana, em dezenas de cidades do planeta. Há algum lado prejudicial em termos tantas competições?</strong></p>
<p>O esporte ganha popularidade a cada campeonato, isso é um senhor benefício. O lado nocivo é quando o campeonato não cuida da arbitragem, da segurança dos atletas, e isso pode passar uma impressão errada para os participantes. O que também não vejo com bons olhos é quando cada evento se sente no direito de ir alterando as regras e pontos do Jiu-Jitsu. O esporte tem regras conhecidas. É preciso seguir os regulamentos regidos e consolidados pela nossa Federação Internacional. Isso confunde a cabeça dos atletas e dos fãs, e atrapalha o crescimento do esporte nas grandes mídias. Imagine se no tênis a cada torneio houvesse uma pontuação diferente? Seria confuso. Isso é bem prejudicial para o futuro do esporte.</p>
<p><strong>Ainda curte viajar para prestigiar outros campeonatos, para ver como são organizados?</strong></p>
<p>Hoje sou faixa-coral, mas desde minha juventude sempre lutei e disputei muitos campeonatos. Esse sempre foi o meu maior prazer. Depois, passei a curtir levar os meus alunos e incentivar o Jiu-Jitsu no Brasil, nos EUA ou onde fossse. Foi isso que me trouxe até aqui. É sempre um prazer apoiar e aprender com outros organizadores.</p>
<div id="attachment_244076" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244076" class="wp-image-244076 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1024x909.jpg" alt="" width="650" height="577" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1024x909.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-300x266.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-768x682.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1536x1364.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-2048x1819.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-150x133.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244076" class="wp-caption-text">Claudio França (com o troféu) nos tempos dos campeonatos no Rio de Janeiro.</p></div>
<p><strong>Seus eventos sediaram lutas de diversos astros e estrelas americanas, revelaram jovens como Kron Gracie e até o empresário Mark Zuckerberg. Já aprendeu alguma técnica numa luta realizada no US Open?</strong></p>
<p>Quando a gente veste a camisa de organizador, é raro a gente ter atenção total nas lutas, a ponto de perceber os detalhes técnicos. Mas sempre, sempre aprendi muito ali no melhor lugar da arena, ali no centro das áreas de luta, ou como instrutor à beira dos tatames. Semanas depois dos meus eventos, acabo analisando o jogo e o estilo das grandes feras.</p>
<p><strong>Como era o Claudio França aluno, pequeno ali nos tatames do grande mestre Francisco Mansor?</strong></p>
<p>Comecei me divertindo, aprendendo desde cedo com outras crianças, nas turminhas do mestre Mansor. Quando me tornei atleta e professor, passei a absorver muita coisa do mestre, que é aquele grande contador de histórias, uma página viva do Jiu-Jitsu. Quando ele abriu a Kioto BJJ em Nova York, eu fazia questão de ir lá ouvir aquelas histórias deliciosas. A gente saía para jantar e eu aprendia muito, sobre o passado dele como polícia e as aulas que ele tinha com grande mestre Helio Gracie. Outro lado dele menos conhecido é o religioso. Ele sempre me ajudou a encontrar esse tipo de paz também. Hoje ele mora em São Paulo, o carinho e o amor continuam o mesmo, mas bate a maior saudade.</p>
<div id="attachment_79902" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-79902" class="size-full wp-image-79902" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3.jpg 500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-79902" class="wp-caption-text">Augusto Tanquinho contra Diego Nosferatu no US Open 17. Foto: Dan Rod/GRACIEMAG.com</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/us-open-chega-a-30-anos-e-claudio-franca-diz-o-que-espera-para-o-futuro-do-jiu-jitsu/">US Open chega a 30 anos e Claudio França diz o que espera para o futuro do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bruno Jacaré critica amadorismo no MMA: “Há quem pague melhor as garotas das placas que os lutadores”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 13:09:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor de Jiu-Jitsu e lutador de MMA com 32 lutas profissionais, com 19 vitórias nos ringues e grades, Bruno Dias ganhou seu apelido após o ídolo Ronaldo Souza, o Jacaré. O faixa-preta de Bragança Paulista reviu a carreira e listou lições valiosas para quem está começando a carreira, seja no Jiu-Jitsu esportivo ou nos ringues.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245142" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245142" class="wp-image-245142 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-1024x804.jpg" alt="Bruno Jacaré na montada. Fotos: Acervo Pessoal" width="650" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-1024x804.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-300x235.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-768x603.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-150x118.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2.jpg 1167w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245142" class="wp-caption-text">Bruno Jacaré na montada. Fotos: Acervo Pessoal</p></div>
<p>Professor de Jiu-Jitsu e lutador de MMA com 32 lutas profissionais, com 19 vitórias nos ringues e grades, Bruno Dias ganhou seu apelido após o ídolo Ronaldo Souza, o Jacaré.</p>
<p>O faixa-preta de Bragança Paulista reviu a carreira e listou lições valiosas para quem está começando a carreira, seja no Jiu-Jitsu esportivo ou nos ringues. Confira.</p>
<p><strong>G<em>RACIEMAG:</em> O que lembra do seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><em><strong>BRUNO JACARÉ:</strong></em> Foi na igreja, acredita? Um amigo, após o culto, começou a falar de um tal de Jiu-Jitsu, para mim e outros dois amigos. Ele falou com entusiasmo, por mais de duas horas, contando a saga do esporte e seus benefícios e macetes. No outro dia, estávamos lá para ver o que era aquilo. Lembro que eu tomei umas cem quedas dele, fora os armlocks. Depois daquele noite, nunca mais parei de treinar. Hoje sou totalmente grato a meu amigo Evandro Abner, por ter feito isso por mim. Ele de fato mudou a minha vida.</p>
<p><strong>Como você ganhou esse apelido, marcante no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Ganhei o apelido justo por causa do Ronaldo Jacaré. Sempre me senti honrado por isso.</p>
<p><strong>Quando percebeu que se tornaria um profissional do MMA?</strong></p>
<p>Foi tudo natural, nunca foi escolha minha. Acabei lutando meu primeiro vale-tudo em 2005, sem experiência alguma em porrada. Eu só treinava Jiu-Jitsu e judô. Porém, aquilo era uma maneira de tentar ganhar dinheiro e continuar treinando e competindo no circuito do Jiu-Jitsu. Eu lutava só para poder competir de kimono.</p>
<p><strong>Qual para você é a maior dificuldade de ser um atleta de MMA?</strong></p>
<p>Acredito que o primeiro problema é chamar o MMA de profissional no Brasil, enquanto a maioria absoluta produz algo amador. Conheço eventos que pagam mais para as garotas que levam as placas dos rounds do que para os lutadores. Outro ponto que prejudica os bons lutadores é a falta de empresários competentes. Infelizmente, vi carreiras arruinadas por maus treinadores e empresários. O que mais vi no mundo do MMA foi o desperdício de grandes talentos, infelizmente perdidos por falta de orientação e bom planejamento de carreira.</p>
<p><strong>Que dica daria para um jovem lutador que sonha com o UFC?</strong></p>
<p>Para começar, é útil saber que entregar 100% em cada treino não será o bastante. Tenha um plano de carreira. Cerque-se de bons profissionais – sejam eles lutadores, empresários e profissionais que vão ajudar com a nutrição, preparação física, aprender inglês, aprender sobre marketing. Ser um bom lutador apenas não será suficiente.</p>
<p><strong>Qual foi a maior lição que aprendeu durante as gravações do TUF Brasil 2, em 2013, entre as feras e novatos do UFC?</strong></p>
<p>Se você acreditar que pode, você vai conseguir! Eu era um lutador de 66kg que me inscrevi na categoria até 70kg. Eles decidiram cortar essa categoria pois não viram muitos talentos nela, e assim fui convidado, entre poucos, para talvez lutar até 77kg. Fui selecionado entre mais de 800 lutadores. Acredito que tudo isso aconteceu simplesmente porque eu sabia que poderia fazer acontecer. E assim foi.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245139" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-1024x727.jpg" alt="" width="650" height="461" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-1024x727.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-768x545.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-150x107.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca.jpg 1290w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><strong>Qual foi sua luta de MMA mais marcante?</strong></p>
<p>A primeira. Era apenas um jovem, pesava 55kg, e lutei contra um cara com 8 vitórias, e zero derrota. Ele era alguns quilos mais pesado e muito mais experiente. Eu só treinava quedas e finalizações. Então entrei lá apenas com o Jiu-Jitsu e o sangue no olho! Venci uma guerra de três rounds. Foi sem dúvida a luta mais importante da minha vida. Porque foi onde me conheci.</p>
<p><strong>Quando você teve certeza de que se tornaria um professor de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Sempre amei treinar e ensinar Jiu-Jitsu. Comecei como instrutor em 2008, ainda de faixa-roxa, e me tornei faixa-preta em 2012. Então me mudei para os Estados Unidos em 2017. No Brasil, ensinava jovens competidores de Jiu-Jitsu. Quando nos EUA eu comecei a ensinar crianças, pessoas acima de 50 anos e crianças com autismo e TDAH, foi quando senti que tinha me tornado de fato um professor de Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>O Jiu-Jitsu salva, portanto?</strong></p>
<p>Tenho certeza disso. Hoje aqui nos EUA eu uso o Jiu-Jitsu para ajudar pessoas, e diria até para salvar vidas. Antes, achava que era professor, mas, hoje vejo que estava longe de mim conquistar esse título. Eu realmente amo essa arte e amo tudo o que envolve o Jiu-Jitsu. Treinar todos os dias, ensinar todos os dias, arbitrar campeonatos, orientar os atletas nos eventos e competir.</p>
<p><strong>A chama de competidor segue forte?</strong></p>
<p>Demais. É o amor, né? Ainda mais hoje em dia, que tenho meus filhos lá me assistindo e apoiando. Isso é algo incrível. E há ainda um detalhe que preciso ser sincero. Eu amo vencer! Aquele sentimento quando o árbitro levanta o meu braço tem um valor incalculável, deixa a gente sempre querendo sentir aquilo de novo. E por isso não penso em parar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245140" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-832x1024.jpg" alt="" width="650" height="800" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-832x1024.jpg 832w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-244x300.jpg 244w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-768x945.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-122x150.jpg 122w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3.jpg 920w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bruno-jacare-dias-critica-amadorismo-no-mma-ha-eventos-que-pagam-melhor-as-garotas-das-placas-do-que-aos-lutadores/">Bruno Jacaré critica amadorismo no MMA: “Há quem pague melhor as garotas das placas que os lutadores”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 frases de Carlos Gracie Jr para você viver melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 18:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundada em 1994, a editora Gracie teve o privilégio de colher ensinamentos e macetes com alguns dos principais mestres e campeões do esporte. Seu fundador, Carlos Gracie Jr, abasteceu nossa equipe durante essas décadas não apenas com detalhes hábeis e técnicos úteis na hora de vestir o kimono, como também com lições de vida preciosas,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239283" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239283" class="wp-image-239283 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Carlos-Gracie-e-Eduardo-Carriello-1024x622.jpeg" alt="" width="650" height="395" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Carlos-Gracie-e-Eduardo-Carriello-1024x622.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Carlos-Gracie-e-Eduardo-Carriello-300x182.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Carlos-Gracie-e-Eduardo-Carriello-768x467.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Carlos-Gracie-e-Eduardo-Carriello-150x91.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Carlos-Gracie-e-Eduardo-Carriello.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239283" class="wp-caption-text">Mestre Carlos Gracie Jr. conversa com o aluno Eduardo Carriello. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Fundada em 1994, a editora Gracie teve o privilégio de colher ensinamentos e macetes com alguns dos principais mestres e campeões do esporte.</p>
<p>Seu fundador, Carlos Gracie Jr, abasteceu nossa equipe durante essas décadas não apenas com detalhes hábeis e técnicos úteis na hora de vestir o kimono, como também com lições de vida preciosas, para combater os males invisíveis que minam a saúde das pessoas, como diabetes, excesso de peso e outros problemas.</p>
<p>Confira e viva melhor, com as frases sábias de Carlinhos Gracie, o mestrão da Gracie Barra. Oss…</p>
<p><strong>1. Digestão leve é igual treino mais proveitoso</strong></p>
<p>“O organismo está sempre nos alertando sobre os alimentos que é capaz de assimilar melhor. Repare nas sensações que ocorrem após as refeições. Saciado? Pesado? Leve? Que tipo de sensação você prefere sentir?”</p>
<p><strong>2. O guardeiro é um domador</strong></p>
<p>“Fazer guarda no Jiu-Jitsu é que nem amansar um cavalo xucro. A gente impõe controle aos poucos, progredindo gradativamente, tirando o ímpeto do bicho até ele se exaurir. E é aí que eu puxo o chicote e começo a atacar o oponente.”</p>
<p><strong>3. Como cuidar do corpo ao treinar</strong></p>
<p>“A região lombar, por mais poderosa que seja, jamais será blindada à passagem do tempo. Jiu-Jitsu é para a vida toda, e por essa linha de pensamento vocês podem ter certeza de que técnicas básicas, como é o caso da guarda fechada ou dessa guarda aberta que gosto de fazer, jamais vão nos abandonar. Aos 70 anos ainda seremos capazes de executá-las com bastante mobilidade.”</p>
<p><strong>4. Ame seu trabalho, e corra atrás todos os dias</strong></p>
<p>“Disciplina e consistência. Devo a esses dois fatores tudo que consegui na minha vida. As coisas nunca aconteceram do dia para a noite, os resultados vieram como consequência de um trabalho de décadas. É preciso persistir, e isso é uma coisa difícil de ser ensinada nos dias de hoje, uma época em que a sociedade revela tanta fome de conquistas imediatas.”</p>
<p><strong>5. Na derrota ou vitória, mantenha a postura</strong></p>
<p>“Evite a euforia. Opte pela serenidade.”</p>
<p><strong>6. Alimente-se com sabedoria</strong></p>
<p>“Começo a cuidar da minha saúde a partir da alimentação. Não me limito a simplesmente comer, gosto de escolher e preparar tudo aquilo que vou ingerir.”</p>
<p><strong>7. Exercício constante resulta em mente sadia</strong></p>
<p>“Meu sonho é que as pessoas entendam que o jiu-jítsu, no fim das contas, é uma arte que ajuda o ser humano a viver melhor.”</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-frases-de-carlos-gracie-jr-para-voce-viver-melhor/">7 frases de Carlos Gracie Jr para você viver melhor</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O treino de defesa pessoal e taparia de Buchecha, Rodolfo Vieira e Leandro Lo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2025 12:39:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2018, Rodolfo Vieira, Marcus Buchecha e o saudoso campeão Leandro Lo filmaram um treininho raiz de defesa pessoal, com a famosa taparia para afiar reflexos e defesa de agressões.</p>
<p>Confira e comente: você estuda o Jiu-Jitsu para ganhar confiança e estar sempre confiante e seguro?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_210656" style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-210656" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/lo-buchecha-668x668.jpg" alt="" width="523" height="407" class="size-full wp-image-210656" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/lo-buchecha-668x668.jpg 523w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/lo-buchecha-668x668-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/lo-buchecha-668x668-150x117.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 523px) 100vw, 523px" /><p id="caption-attachment-210656" class="wp-caption-text">O trio de ases do Jiu-JItsu mundial: Leandro Lo, Marcus Vinicius Buchecha e Rodolfo Vieira. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Em 2018, Rodolfo Vieira, Marcus Buchecha e o saudoso campeão Leandro Lo filmaram um treininho raiz de defesa pessoal, com a famosa taparia para afiar reflexos e defesa de agressões.</p>
<p>Confira e comente: você estuda o Jiu-Jitsu para ganhar confiança e estar sempre confiante e seguro?</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O treino de taparia no Jiu-Jitsu, com Marcus Buchecha, Leandro Lo e Rodolfo Vieira" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/IxPTijrM_jw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-treino-de-defesa-pessoal-e-taparia-de-buchecha-rodolfo-vieira-e-leandro-lo/">O treino de defesa pessoal e taparia de Buchecha, Rodolfo Vieira e Leandro Lo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que Léo Santos ensinou Jiu-Jitsu a Georges St-Pierre no ADCC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 14:57:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos campeões mais completos e respeitados da história do MMA, o canadense Georges St-Pierre construiu uma história gloriosa no UFC. Contudo, antes de se consagrar e se tornar um campeão dominante no octógono, St-Pierre se aventurou nos tapetes inóspitos do ADCC. Numa dessas, o canadense de mente aberta foi surpreendido por um faixa-preta brasileiro&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237615" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237615" class="wp-image-237615 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Leonardo-Santos-nos-tempos-do-TUF.jpg" alt="Leonardo Santos, astro da Nova União, em seus tempos de &quot;TUF&quot;. Foto: Divulgação" width="650" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Leonardo-Santos-nos-tempos-do-TUF.jpg 650w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Leonardo-Santos-nos-tempos-do-TUF-300x208.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Leonardo-Santos-nos-tempos-do-TUF-150x104.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-237615" class="wp-caption-text">Leonardo Santos, astro da Nova União, em seus tempos de &#8220;TUF&#8221;. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Um dos campeões mais completos e respeitados da história do MMA, o canadense Georges St-Pierre construiu uma história gloriosa no UFC.</p>
<p>Contudo, antes de se consagrar e se tornar um campeão dominante no octógono, St-Pierre se aventurou nos tapetes inóspitos do ADCC. Numa dessas, o canadense de mente aberta foi surpreendido por um faixa-preta brasileiro no ADCC 2005, disputado na tradicional Pirâmide de Long Beach, na Califórnia.</p>
<p>Nas quartas de final da categoria até 77kg, o já tarimbado Léo Santos surpreendeu GSP, de 24 anos, com uma técnica rara que arrancou um vendaval de aplausos do público presente no ginásio.</p>
<p>O atleta da Nova União encerrou sua participação com o quarto lugar na categoria. Na semifinal, o peso leve que atuou no UFC foi derrotado em luta equilibrada pelo craque Marcelo Garcia, que momentos depois se sagraria bicampeão do evento.</p>
<p>Assista ao vídeo a seguir e confira a vitória de Léo Santos sobre Georges St-Pierre – e não tente repetir isso em casa ou na academia sem a supervisão atenta de seu professor! Oss&#8230;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Léo Santos vs Georges St. Pierre | ADCC 2005" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/i4H2FKtULs0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-leo-santos-ensinou-jiu-jitsu-a-georges-st-pierre-no-adcc/">O dia em que Léo Santos ensinou Jiu-Jitsu a Georges St-Pierre no ADCC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A importância de uma boa bronca na hora certa, com o campeão Suyan Queiroz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 16:28:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O campeonato, contudo, teve cobertura do Sportv, e a luta estava sendo filmada. Com todos esses ingredientes, o caldeirão passou a ferver. O árbitro, Helio “Sonequinha” Moreira, pediu ação. Os dois competidores, porém, continuaram trocando pegadas e buscando os melhores ajustes para a queda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240195" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240195" class="size-large wp-image-240195" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-1024x1006.jpeg" alt="" width="650" height="639" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-1024x1006.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-300x295.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-768x754.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-150x147.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-240195" class="wp-caption-text">Suyan Queiroz celebra mais um ouro no Europeu da IBJJF. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Você já tomou uma escovada de seu mestrão, daquelas de pensar em largar tudo e nunca mais aparecer na academia?</p>
<p>O professor Suyan Queiroz, hoje radicado em Utah, nos Estados Unidos, lembra de uma. A mãe de todas as broncas. O pai de todos os esporros. E surpreende: “Talvez tenha sido a melhor coisa que o Carlson fez por mim.”</p>
<p>Sim, o mestrão era o faixa-vermelha Carlson Gracie. E a bronca? Bem, foi em pleno Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu. Perante todas as torcidas, adversários, organizadores da IBJJF.</p>
<p>O ano era 1999. Suyan, já faixa-preta, se classificou para a semifinal do peso médio. Seu oponente seria o tarimbado guardeiro Leonardo Santos, da escuderia Nova União.</p>
<p>“A gente tinha lutado antes, na faixa-marrom, e eu consegui derrubar, ficar por cima e vencer por 2 a 0, se bem me lembro. Fui para esta luta no Brasileiro com a mesma tática, mirando a queda”, recorda Suyan.</p>
<p>O campeonato, contudo, teve cobertura do Sportv, e a luta estava sendo filmada. Com todos esses ingredientes, o caldeirão passou a ferver. O árbitro, Helio “Sonequinha” Moreira, pediu ação. Os dois competidores, porém, continuaram trocando pegadas e buscando os melhores ajustes para a queda.</p>
<p>“Não acontecia nada. Eu jurava que ele ia puxar, fiquei nessa expectativa de ele se ajeitar e puxar para a guarda, mas não aconteceu. E o Sonequinha começou a nos punir.”</p>
<p>Foi quando grande mestre Carlson, logo ali na orientação na grade, se desarvorou:</p>
<p>–&nbsp;Quero ver luta! Cadê luta? Bora lutar, bicho! Parecem dois mutucas!</p>
<p>O juiz Helio Moreira ouviu a voz do povo, a voz da consciência e a das regras. E não teve clemência: desclassificou a dupla. Carlson, em vez de protestar, aplaudiu a atitude do árbitro:</p>
<p>–&nbsp;É isso mesmo, quero ver luta! Tá certo, Soneca!</p>
<p>Leonardo Santos, o outro desclassificado, também recorda o “bafafá” naquele confronto. No fim, o ouro acabou com Eduardo “Duda” Galvão (GB), e Roberto “Risada” Atalla ficou com uma medalha de bronze. A prata e o segundo bronze ficaram sem donos.</p>
<div id="attachment_244628" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244628" class="wp-image-244628 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Suyan-e-Carlson-Gracie.jpg" alt="Suyan no Rio de Janeiro com a estátua de Carlson Gracie, em Copacabana. Foto: Acervo Pessoal" width="680" height="680" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Suyan-e-Carlson-Gracie.jpg 680w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Suyan-e-Carlson-Gracie-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Suyan-e-Carlson-Gracie-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /><p id="caption-attachment-244628" class="wp-caption-text">Suyan no Rio de Janeiro com a estátua de Carlson Gracie, em Copacabana. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p>“O bafafá ficou ainda maior pois quando o árbitro, o Soneca, nos desclassificou, o competidor da Gracie Barra avançou e ganhou mais pontos. Aí o povo chiou mais ainda”, lembra Léo Santos. “Mas a luta estava feia mesmo, eu e ele só batendo cabeça. Pelo que lembro, puxei para a guarda, tentei raspar mas logo voltamos em pé. E ficou nisso.”</p>
<p>Suyan então aprendeu na pele o velho dito de grande mestre Carlos Gracie, aquele que ensina: “No Jiu-Jitsu, a gente vence ou a gente aprende”:</p>
<p>“Eu saí do tatame, fui caminhando chateado em direção ao Carlson, o Wallid Ismail e à turma toda da academia, e ouvi aquela bronca que doeu, brother…”</p>
<p>Carlson vociferou:</p>
<p>–&nbsp;Ô bicho! Nem volta pra academia! Depois dessa luta, nem volta mais!</p>
<p>Suyan, tomado pela tristeza da derrota, passou a ser dominado por outro sentimento: o pânico. O pânico de ser expulso do seu time.</p>
<p>Treinado entre os leões de Carlson Gracie, Suyan não era de desistir, nem de fugir dos treinos. Ao voltar ao time Carlson na mesma semana para treinar, reconheceu o erro e sua postura de cautela excessiva naquele duelo.</p>
<p>“Eu obviamente voltei, pois entendi que o Carlson estava falando somente da boca para fora. Mas entendi que o erro não havia sido do Soneca. O erro tinha sido meu”, admite Suyan. “E aquela bronca operou uma virada de chave na minha vida de competidor. Depois daquele campeonato, o meu jogo por cima se tornou muito mais agressivo, com muito mais movimentação e opções de ataques. Antes, de fato, eu tinha um jogo muito travado quando caía na meia-guarda ou estabilizava por cima. Ficava só à espreita da movimentação do adversário e não atacava como o público gosta. Hoje sou um lutador muito mais incisivo, aprimorei minhas passagens e dificilmente tomo alguma chamada da arbitragem.”</p>
<p>Suyan, assim, transformou a dor da punição em ensinamento para a vida toda: “Hoje sou eternamente grato ao mestrão Carlson, inclusive por aquela dura! Da faixa-azul até a preta, ele nunca me cobrou uma mensalidade, e se eu vivo em prol do Jiu-Jitsu hoje e tenho condições, foi graças ao grande mestre Carlson Gracie.”</p>
<p>E você, tomou aquela bronca que mudou sua atitude no Jiu-Jitsu? Como foi? Oss…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="2 armlocks da guarda na aula avançada de Suyan Queiroz" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/8a4AvBsmmEc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-importancia-de-uma-boa-bronca-na-hora-certa-com-o-campeao-suyan-queiroz/">A importância de uma boa bronca na hora certa, com o campeão Suyan Queiroz</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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