<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>GRACIEMAG Indica | Graciemag</title>
	<atom:link href="https://www.graciemag.com/category/graciemag-indica-2-pt-br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Sep 2025 12:56:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/cropped-WhatsApp-Image-2023-08-09-at-20.29.31-32x32.jpeg</url>
	<title>GRACIEMAG Indica | Graciemag</title>
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Jackson Silva: “Ser árbitro é polir nosso conhecimento de Jiu-Jitsu e deixá-lo refinado ao máximo”</title>
		<link>https://www.graciemag.com/jackson-silva-ser-arbitro-e-como-polir-todo-o-nosso-conhecimento-de-jiu-jitsu-e-deixa-lo-refinado-ao-maximo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jackson-silva-ser-arbitro-e-como-polir-todo-o-nosso-conhecimento-de-jiu-jitsu-e-deixa-lo-refinado-ao-maximo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 12:56:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jackson Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Las Vegas]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial Master]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245347</guid>

					<description><![CDATA[<p>Jackson Silva: “Ser árbitro é como polir todo o nosso conhecimento de Jiu-Jitsu e deixá-lo refinado ao máximo”</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/jackson-silva-ser-arbitro-e-como-polir-todo-o-nosso-conhecimento-de-jiu-jitsu-e-deixa-lo-refinado-ao-maximo/">Jackson Silva: “Ser árbitro é polir nosso conhecimento de Jiu-Jitsu e deixá-lo refinado ao máximo”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245349" style="width: 658px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245349" class="wp-image-245349 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Juiz-Jackson-Silva-GMI.jpg" alt="Foto: Tyy Heathrow" width="648" height="972" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Juiz-Jackson-Silva-GMI.jpg 648w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Juiz-Jackson-Silva-GMI-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Juiz-Jackson-Silva-GMI-100x150.jpg 100w" sizes="(max-width: 648px) 100vw, 648px" /><p id="caption-attachment-245349" class="wp-caption-text">Foto: Tyy Withrow</p></div>
<p>Professor da escola Guetho BJJ Texas, o faixa-preta Jackson Silva já saboreou conquistas em todos os diferentes estágios de sua vida dedicada ao Jiu-Jitsu.</p>
<p>Como aluno, venceu seus pequenos desafios diários, e foi até a faixa-preta.</p>
<p>Como atleta, aprendeu que a mente blindada precisava caminhar ao lado de uma parte física e atlética equivalentes. Ao compreender isso, conheceu o alto do pódio em grandes torneios da IBJJF – só no ano passado, como faixa-preta master 1, ele foi campeão absoluto e no peso no American National, vice-campeão no Pan e medalhista de bronze no Mundial Master.</p>
<p>Como professor, virou referência para seus alunos e passou a aconselhar, motivar e mudar a vida de seus pupilos, ajudando-os a ganhar medalhas importantes.</p>
<p>E, enfim, Jackson vem abraçando com sucesso uma quarta etapa: o trabalho como árbitro de Jiu-Jitsu. É aí que o estudo das técnicas, minúcias e decisões chegou ao ápice. Sem domínio do conhecimento, sem profissionalismo e postura, não há boa arbitragem.</p>
<p>“Poder ter vivenciado o Mundial Master 2025, o maior evento esportivo da história do Jiu-Jitsu, foi uma honra gigantesca – o Jiu-Jitsu chegou a um tamanho absurdo como modalidade, e só vai crescer mais”, conta o professor.</p>
<p>“Tive a experiência de arbitrar tanto as lutas dos pequenos como a de atletas de mais de 60 anos, então foi quase como uma pós-graduação em arbitragem. Pude ali em Las Vegas observar de perto a técnica e o talento de alguns futuros campeões do nosso esporte, e creio que em dez anos essa criançada vai realizar uma nova revolução no esporte. E também conferi mais uma vez a garra inspiradora dos veteranos. A gente aprende muito sobre nós mesmos nessas horas”, reflete.</p>
<p>Nesta fase de árbitro, o professor Jackson sente que nunca se aprofundou tanto nos detalhes e minúcias técnicas, e que isso só enriquece seu conhecimento como professor.</p>
<p>“O Jiu-Jitsu nos oferece esse tipo de evolução obrigatória”, analisa. “No início, quando somos alunos, precisamos resolver nossos próprios problemas para nos tornarmos um faixa-preta, para conseguir ir bem num campeonato. A partir daí, aprendemos a aconselhar e ajudar com o problema dos outros. O professor de Jiu-Jitsu é quase um psicólogo nos tatames.”</p>
<p>Já como árbitro, Jackson conheceu o refinamento e o conhecimento enciclopédico das técnicas.</p>
<p>“Durante essa fase, já não basta saber mostrar uma posição, você precisa perceber cada detalhe para julgar e ser justo com os competidores. É preciso postura e profissionalismo para ser um árbitro de respeito. Mas é essencial, também, ser cirúrgico no conhecimento das regras e das condutas. É quando o profissional do Jiu-Jitsu enfim entende como as regras foram feitas, e por que foram feitas daquela forma”, avalia o campeão.</p>
<p>“Eu hoje, como árbitro, percebo que ser juiz é como o último estágio de polimento de uma joia, e deixá-la refinada ao máximo. E essa joia é o nosso conhecimento técnico, o estudo de uma vida inteira.”</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245350" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Arbitro-Jackson.jpg" alt="" width="729" height="972" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Arbitro-Jackson.jpg 729w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Arbitro-Jackson-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Arbitro-Jackson-113x150.jpg 113w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jackson-silva-ser-arbitro-e-como-polir-todo-o-nosso-conhecimento-de-jiu-jitsu-e-deixa-lo-refinado-ao-maximo/">Jackson Silva: “Ser árbitro é polir nosso conhecimento de Jiu-Jitsu e deixá-lo refinado ao máximo”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campeonato da PBJJF fortalece Jiu-Jitsu europeu e reforça laços das academias em Portugal</title>
		<link>https://www.graciemag.com/campeonato-da-pbjjf-fortalece-o-jiu-jitsu-europeu-e-reforca-os-lacos-das-academias-em-portugal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=campeonato-da-pbjjf-fortalece-o-jiu-jitsu-europeu-e-reforca-os-lacos-das-academias-em-portugal</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 14:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[JP Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Professional Brazilian Jiu-Jitsu Federation]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245335</guid>

					<description><![CDATA[<p>Campeonato da PBJJF na Europa busca reforçar vínculos da comunidade do Jiu-Jitsu em Portugal</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/campeonato-da-pbjjf-fortalece-o-jiu-jitsu-europeu-e-reforca-os-lacos-das-academias-em-portugal/">Campeonato da PBJJF fortalece Jiu-Jitsu europeu e reforça laços das academias em Portugal</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/PBJJF-Divulgacao.jpg" alt="" width="800" height="533" class="aligncenter size-full wp-image-245337" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/PBJJF-Divulgacao.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/PBJJF-Divulgacao-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/PBJJF-Divulgacao-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/PBJJF-Divulgacao-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>A organização Professional Brazilian Jiu-Jitsu Federation (PBJJF) dá um passo grande neste final de semana ao realizar o primeiro Europeu de Jiu-Jitsu da federação, que acontece na cidade de Maia, em Portugal. </p>
<p>O campeonato marca a consolidação da entidade no continente europeu, após sua expansão bem-sucedida nas Américas.</p>
<p>De acordo com o presidente da federação, João Paulo Ferreira, o maior desafio foi adaptar a operação para um evento de porte continental.</p>
<p>“Já tínhamos a experiência em Portugal e Espanha, mas um Europeu exige maior capacidade logística, comunicação em múltiplos idiomas e integração de academias de diferentes países. Também foi necessário adaptar nossa operação às normas locais e conquistar a confiança de professores e atletas que já possuem um calendário competitivo tradicional na região”, afirmou.</p>
<p>Para alcançar esse objetivo, a PBJJF fortaleceu parcerias locais e contou com a atuação estratégica de Luís Assunção, coordenador dos eventos da Europa. </p>
<p>“Um ponto fundamental nesse processo tem sido o suporte do Luís, que atua como elo entre a federação e as academias locais, organizando a operação, fortalecendo relacionamentos e construindo as bases necessárias para que a PBJJF se estabeleça de forma sólida e duradoura na Europa”, acrescentou João Paulo.</p>
<p>Além dos desafios, o dirigente ressaltou o impacto positivo que o Europeu terá para atletas e academias. </p>
<p>“Para os atletas, trata-se da oportunidade de disputar um título europeu da PBJJF com reconhecimento internacional e inclusão no nosso ranking global e continental. Para as academias, o evento representa a chance de fortalecer vínculos com outras escolas do continente, criando intercâmbios e novas possibilidades de projeção. Esse Europeu será o marco inicial de uma presença ainda mais forte da PBJJF na Europa, abrindo caminho para um calendário sólido e crescente na região”, disse.</p>
<p>Sobre o que os participantes podem esperar, João Paulo destacou que a federação busca entregar uma experiência diferenciada. </p>
<p>“Os participantes podem esperar os mesmos pilares que construíram a identidade da PBJJF em todos os continentes: organização eficiente, cronogramas pontuais e hospitalidade marcante. Diferente de muitos campeonatos tradicionais que focam apenas na competição, nossa preocupação é com a experiência completa, desde a inscrição, suporte ao professor e estrutura no local, até o cuidado com o público e as famílias”, afirmou.</p>
<p>Para ele, o Europeu representa mais do que uma competição. </p>
<p>“Acreditamos que o Europeu da PBJJF trará ao continente não apenas mais uma competição, mas uma experiência internacional de qualidade, em que cada atleta e professor se sinta valorizado e parte de uma comunidade global em crescimento”, concluiu o presidente.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/campeonato-da-pbjjf-fortalece-o-jiu-jitsu-europeu-e-reforca-os-lacos-das-academias-em-portugal/">Campeonato da PBJJF fortalece Jiu-Jitsu europeu e reforça laços das academias em Portugal</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>The BJJ Mental Coach Launches Masters Community</title>
		<link>https://www.graciemag.com/the-bjj-mental-coach-gustavo-dantas-launches-masters-community/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=the-bjj-mental-coach-gustavo-dantas-launches-masters-community</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 21:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[black belt]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Dantas]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Mindset]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245315</guid>

					<description><![CDATA[<p>At Jiu-Jitsu Con 2025, Masters competitors didn’t just show up — they took over. More than 6,550 athletes battled at Master Worlds, making up 55% of all participants. The message is clear: the Masters divisions are no longer the sidelines of the sport — they’re leading the way. But every Masters competitor also knows the&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/the-bjj-mental-coach-gustavo-dantas-launches-masters-community/">The BJJ Mental Coach Launches Masters Community</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222657" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222657" class="wp-image-222657 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Megaton-e-Traven-se-cumprimentam-no-Mundial-Master-1.jpg" alt="" width="940" height="627" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Megaton-e-Traven-se-cumprimentam-no-Mundial-Master-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Megaton-e-Traven-se-cumprimentam-no-Mundial-Master-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Megaton-e-Traven-se-cumprimentam-no-Mundial-Master-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Megaton-e-Traven-se-cumprimentam-no-Mundial-Master-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-222657" class="wp-caption-text">Roberto Traven and Wellington Megaton during IBJJF&#8217;s World Masters. Photo: GRACIEMAG Files</p></div>
<p>At Jiu-Jitsu Con 2025, Masters competitors didn’t just show up — they took over.</p>
<p>More than 6,550 athletes battled at Master Worlds, making up 55% of all participants. The message is clear: the Masters divisions are no longer the sidelines of the sport — they’re leading the way.</p>
<p>But every Masters competitor also knows the other side of the story: you train for months, feel sharp in the academy, and yet under the bright lights of competition, the nerves creep in. Suddenly, the game you trust disappears. You walk away frustrated, thinking: “That wasn’t me. I can do so much better.”</p>
<p>This is the exact problem that Gustavo Dantas — 6th-degree black belt, Master World Champion, and founder of The BJJ Mental Coach — has been studying for over a decade. And it’s why he created something brand new: The BJJ Mental Coach Masters Community.</p>
<p>A Movement of Authenticity More than a program, this is a movement built around a single, powerful word: authenticity. The goal is simple yet profound — to help competitors over 30 bring their true selves to the mats, free from nerves, fear, or the pressure to be someone they’re not.</p>
<p>Inside the Masters Community, athletes will find:</p>
<p>• Full access to all courses &amp; e-books</p>
<p>• Monthly live classes with Gustavo Dantas</p>
<p>• Exclusive interviews &amp; content</p>
<p>• Group coaching opportunities</p>
<p>• A supportive peer community of Masters athletes who “get it”</p>
<p>This is where training, mindset, and life intersect. It’s where your hard work in the academy finally translates into authentic performance in competition — and growth far beyond the mats.</p>
<p>To mark the launch, The BJJ Mental Coach will premiere a free webinar on YouTube:</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/thebjjmentalcoach" target="_blank" rel="noopener">Master BJJ Competitor vs. Overtraining Saturday, Sept 20, 2025 – 8:00 AM MST The BJJ Mental Coach YouTube Channel </a></p>
<p>In the session, Dantas will share lessons from his &#8220;How High Can You Fly?&#8221; project — a nine- month challenge where he competed in all four IBJJF Grand Slams — and reveal how overtraining nearly cost him his authenticity on the mats. You’ll discover how to recognize the early signs, avoid the trap, and build a sustainable path forward.</p>
<p>“The BJJ Mental Coach is not me — it’s a movement,” says <a href="https://www.instagram.com/gustavodantasbjj/">professor Gustavo Dantas</a>. “It represents the belief that world-class performance starts with a world-class mindset. But more than medals, it’s about becoming the most authentic version of yourself — in Jiu-Jitsu and in life.”</p>
<p>Learn more at <a href="http://www.thebjjmentalcoach.com" target="_blank" rel="noopener">www.thebjjmentalcoach.com</a> or follow @gustavodantasbjj.</p>
<div id="attachment_244734" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244734" class="size-large wp-image-244734" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Gustavo-Dantas-bjj-1024x667.jpg" alt="" width="650" height="423" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Gustavo-Dantas-bjj-1024x667.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Gustavo-Dantas-bjj-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Gustavo-Dantas-bjj-768x500.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Gustavo-Dantas-bjj-150x98.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Gustavo-Dantas-bjj.jpg 1240w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244734" class="wp-caption-text">Screenshot</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/the-bjj-mental-coach-gustavo-dantas-launches-masters-community/">The BJJ Mental Coach Launches Masters Community</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>US Open chega a 30 anos e Claudio França diz o que espera para o futuro do Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/us-open-chega-a-30-anos-e-claudio-franca-diz-o-que-espera-para-o-futuro-do-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=us-open-chega-a-30-anos-e-claudio-franca-diz-o-que-espera-para-o-futuro-do-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 03:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Minha história]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arbitragem]]></category>
		<category><![CDATA[California]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Franca]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Mansor]]></category>
		<category><![CDATA[San Jose]]></category>
		<category><![CDATA[US Open]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245298</guid>

					<description><![CDATA[<p>No fim de semana de 15 e 16 de novembro, a William Overfelt High School, em San Jose, Califórnia, se prepara para receber um grupo diferente de mestres e estudantes aplicados. A escola americana será palco do US Open, que começou lá atrás em 1995, e este ano chega a sua 30ª edição. Faixa-coral de&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/us-open-chega-a-30-anos-e-claudio-franca-diz-o-que-espera-para-o-futuro-do-jiu-jitsu/">US Open chega a 30 anos e Claudio França diz o que espera para o futuro do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-1024x847.jpg" alt="" width="650" height="538" class="aligncenter size-large wp-image-245302" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-1024x847.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-300x248.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-768x636.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-150x124.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>No fim de semana de 15 e 16 de novembro, a William Overfelt High School, em San Jose, Califórnia, se prepara para receber um grupo diferente de mestres e estudantes aplicados. A escola americana será palco do US Open, que começou lá atrás em 1995, e este ano chega a sua 30ª edição.</p>
<p>Faixa-coral de Jiu-Jitsu e fundador do evento, o brasileiro Claudio França refletiu, em conversa com GRACIEMAG, sobre o saldo do torneio até aqui, e o que espera para o futuro do esporte.</p>
<p>O US Open 30 aguarda entre 1.500 e 2 mil competidores espalhados por todas as divisões, com e sem kimono.</p>
<p>Confira os detalhes do torneio em: <a href="https://bjjtour.com/tournaments/u-s-open/" target="_blank" rel="noopener">https://bjjtour.com/tournaments/u-s-open/</a></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Quando um evento completa 30 anos, torna-se uma data perfeita para celebrar, e também para um balanço de todas as conquistas. Neste aniversário, que desejo você tem para o US Open? O que ainda faltaria conquistar?</strong></p>
<p><em><strong>CLAUDIO FRANÇA:</strong></em> Eu desejo um pouco mais de visibilidade fora do meio do Jiu-Jitsu, para que o torneio pudesse dar ainda mais retorno para todos que participam dele, dos atletas aos patrocinadores. As mídias e veículos voltados para as artes marciais contribuem, mas o espaço para os campeonatos e para os astros do Jiu-Jitsu nos grandes canais convencionais ainda é escasso, quase nulo. A luta nas próximas décadas será esta, ver nossas disputas de Jiu-Jitsu ao vivo em canais como a ESPN, a Fox Sports e outras grandes emissoras. Isso seria um passo decisivo para atrair parcerias e patrocinadores fortes, e poder distribuir prêmios merecidos e substanciais para os competidores e competidoras da faixa-preta.</p>
<p><strong>Em 1995, você organizou o primeiro campeonato na Califórnia, em Santa Cruz, e não deve ter sido fácil. O que mais parece ter mudado de lá para cá no ambiente dos campeonatos?</strong></p>
<p>Quando organizei o primeiro US Open eu estava havia menos de dois anos nos EUA. Arrumar tatames de Jiu-Jitsu já era difícil, o que dirá negociar parcerias e contratar equipamentos básicos para um campeonato. O que lembro hoje é de como os treinadores e líderes de equipe eram bem mais nervosos com os árbitros.</p>
<p><strong>Como o US Open ajudou no fortalecimento do Jiu-Jitsu no norte da Califórnia e no país em geral?</strong></p>
<p>Creio que o grande papel das primeiras edições do US Open foi o de mostrar aos alunos e para a comunidade as diferenças essenciais do Jiu-Jitsu esportivo e do MMA, modalidade que se tornava muito popular nos Estados Unidos, com o UFC. Os jovens perceberam que podiam treinar Jiu-Jitsu por 1001 razões, e não com o intuito de subir no Octagon para lutar sem luvas. E assim preconceitos foram caindo e a vida de muitas famílias foram tocadas. Era uma fase em que só havia campeonatos no Brasil, e desde o começo conseguimos atrair lutadores de muitos países, e ajudar no fortalecimento e divulgação da nossa arte marcial nos Estados Unidos. Houve então esse papel educativo muito forte.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rhalan Gracie vs Clement Shields US OPEN BJJ 2013" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/qSYxM89vlvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Quando você decidiu organizar seus primeiros torneios, no Rio, os campeonatos eram raríssimos. Um lutador que perdia tinha de esperar um ano por uma revanche. Hoje há eventos a cada fim de semana, em dezenas de cidades do planeta. Há algum lado prejudicial em termos tantas competições?</strong></p>
<p>O esporte ganha popularidade a cada campeonato, isso é um senhor benefício. O lado nocivo é quando o campeonato não cuida da arbitragem, da segurança dos atletas, e isso pode passar uma impressão errada para os participantes. O que também não vejo com bons olhos é quando cada evento se sente no direito de ir alterando as regras e pontos do Jiu-Jitsu. O esporte tem regras conhecidas. É preciso seguir os regulamentos regidos e consolidados pela nossa Federação Internacional. Isso confunde a cabeça dos atletas e dos fãs, e atrapalha o crescimento do esporte nas grandes mídias. Imagine se no tênis a cada torneio houvesse uma pontuação diferente? Seria confuso. Isso é bem prejudicial para o futuro do esporte.</p>
<p><strong>Ainda curte viajar para prestigiar outros campeonatos, para ver como são organizados?</strong></p>
<p>Hoje sou faixa-coral, mas desde minha juventude sempre lutei e disputei muitos campeonatos. Esse sempre foi o meu maior prazer. Depois, passei a curtir levar os meus alunos e incentivar o Jiu-Jitsu no Brasil, nos EUA ou onde fossse. Foi isso que me trouxe até aqui. É sempre um prazer apoiar e aprender com outros organizadores.</p>
<div id="attachment_244076" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244076" class="wp-image-244076 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1024x909.jpg" alt="" width="650" height="577" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1024x909.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-300x266.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-768x682.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1536x1364.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-2048x1819.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-150x133.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244076" class="wp-caption-text">Claudio França (com o troféu) nos tempos dos campeonatos no Rio de Janeiro.</p></div>
<p><strong>Seus eventos sediaram lutas de diversos astros e estrelas americanas, revelaram jovens como Kron Gracie e até o empresário Mark Zuckerberg. Já aprendeu alguma técnica numa luta realizada no US Open?</strong></p>
<p>Quando a gente veste a camisa de organizador, é raro a gente ter atenção total nas lutas, a ponto de perceber os detalhes técnicos. Mas sempre, sempre aprendi muito ali no melhor lugar da arena, ali no centro das áreas de luta, ou como instrutor à beira dos tatames. Semanas depois dos meus eventos, acabo analisando o jogo e o estilo das grandes feras.</p>
<p><strong>Como era o Claudio França aluno, pequeno ali nos tatames do grande mestre Francisco Mansor?</strong></p>
<p>Comecei me divertindo, aprendendo desde cedo com outras crianças, nas turminhas do mestre Mansor. Quando me tornei atleta e professor, passei a absorver muita coisa do mestre, que é aquele grande contador de histórias, uma página viva do Jiu-Jitsu. Quando ele abriu a Kioto BJJ em Nova York, eu fazia questão de ir lá ouvir aquelas histórias deliciosas. A gente saía para jantar e eu aprendia muito, sobre o passado dele como polícia e as aulas que ele tinha com grande mestre Helio Gracie. Outro lado dele menos conhecido é o religioso. Ele sempre me ajudou a encontrar esse tipo de paz também. Hoje ele mora em São Paulo, o carinho e o amor continuam o mesmo, mas bate a maior saudade.</p>
<div id="attachment_79902" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-79902" class="size-full wp-image-79902" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3.jpg 500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-79902" class="wp-caption-text">Augusto Tanquinho contra Diego Nosferatu no US Open 17. Foto: Dan Rod/GRACIEMAG.com</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/us-open-chega-a-30-anos-e-claudio-franca-diz-o-que-espera-para-o-futuro-do-jiu-jitsu/">US Open chega a 30 anos e Claudio França diz o que espera para o futuro do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Virtudes do Jiu-Jitsu viram super-heróis em livro para a garotada</title>
		<link>https://www.graciemag.com/virtudes-do-jiu-jitsu-viram-super-herois-em-livro-para-a-garotada/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=virtudes-do-jiu-jitsu-viram-super-herois-em-livro-para-a-garotada</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 14:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bravus]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[fábula]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[heróis]]></category>
		<category><![CDATA[honra]]></category>
		<category><![CDATA[JP Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[mascote]]></category>
		<category><![CDATA[Max Gimenis]]></category>
		<category><![CDATA[Oceania]]></category>
		<category><![CDATA[PBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[super-herói]]></category>
		<category><![CDATA[virtudes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=245054</guid>

					<description><![CDATA[<p>Faixa-preta desde 2014, o professor João Paulo Ferreira convivia com um pensamento, que volta e meia fazia cosquinhas na sua mente. “Por que a criançada da minha equipe precisa vibrar com filmes de ‘Karatê Kid’ e heróis de outras artes marciais? Por que não existem personagens cativantes para a turminha do Jiu-Jitsu?” A ideia cresceu,&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/virtudes-do-jiu-jitsu-viram-super-herois-em-livro-para-a-garotada/">Virtudes do Jiu-Jitsu viram super-heróis em livro para a garotada</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245056" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus.jpg" alt="" width="769" height="728" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus.jpg 769w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus-300x284.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus-768x727.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus-150x142.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /></p>
<p>Faixa-preta desde 2014, o professor João Paulo Ferreira convivia com um pensamento, que volta e meia fazia cosquinhas na sua mente.</p>
<p>“Por que a criançada da minha equipe precisa vibrar com filmes de ‘Karatê Kid’ e heróis de outras artes marciais? Por que não existem personagens cativantes para a turminha do Jiu-Jitsu?”</p>
<p>A ideia cresceu, foi parar no papel, e o projeto se transformou numa fábula criativa, com tintas épicas e desdobramentos.</p>
<p>“O livro se chama ‘Bravus – Os Guardiões do Espírito do Jiu-Jitsu’, e trata-se de uma obra infanto-juvenil ilustrada, com linguagem acessível, estilo épico e narrativa envolvente”, conta João Paulo, fundador da liga esportiva da Professional Brazilian Jiu Jitsu Federation (PBJJF), junto com o campeão Max Gimenis.</p>
<p>&#8220;O livro, em fase de produção, vai procurar unir fantasia, cultura global e os valores fundamentais do Jiu-Jitsu, como coragem, liberdade, honra, disciplina, sabedoria e proteção. A história acompanha seis jovens de diferentes partes do mundo que são convocados para proteger o Espírito do Jiu-Jitsu de uma ameaça invisível: a Névoa de Draken, que tenta apagar a paixão e os valores da arte marcial. Tudo culmina no torneio mundial da PBJJF, o maior palco simbólico da luta pelo bem. Mais do que um livro, ‘Bravus&#8217; pretende ser uma ferramenta educativa e inspiradora para atletas, crianças e famílias que enxergam o Jiu-Jitsu como um caminho de transformação&#8221;, explica o criador.</p>
<p>Com personagens bem desenhados e com características próprias, a fábula ainda promete gerar bonecos, brinquedos e mascotes fantasiados, que vão circular pelos tatames dos campeonatos da PBJJF, interagindo com a criançada e os demais atletas.</p>
<p>Mas será que alguma personagem foi inspirado em lutadores da vida real? E o vilão, nasceu de alguma situação tensa? O dirigente responde a GRACIEMAG que não:</p>
<p>“Os mestres da fábula e os jovens Bravus não foram inspirados em pessoas reais, mas representam virtudes que vemos no tatame todos os dias”, diz João. “Já Draken é tudo aquilo que ameaça os verdadeiros valores e espírito do Jiu-Jitsu e dos benefícios do esporte.”</p>
<div id="attachment_244867" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244867" class="wp-image-244867 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-1024x976.jpg" alt="" width="650" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-1024x976.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-300x286.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-768x732.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-150x143.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1.jpg 1125w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244867" class="wp-caption-text">JP Ferreira</p></div>
<p>O livro, no início, destaca que o verdadeiro Jiu-Jitsu vai além de técnicas e lutas. É uma filosofia de vida fundamentada em seis valores essenciais, a saber:</p>
<p>● Coragem<br />
● Liberdade<br />
● Honra<br />
● Disciplina<br />
● Proteção<br />
● Sabedoria</p>
<p>Essa força vital é chamada de Espírito do Jiu-Jitsu, uma luz invisível que guia praticantes e os transforma de dentro para fora. A PBJJF é então apresentada como a guardiã mundial desse espírito, um palco sagrado onde os valores do esporte são cultivados e protegidos.</p>
<p>Surge então o vilão Draken, uma entidade maligna que não ataca com violência física, mas com palavras desmotivadoras e ilusões que corrompem o ânimo, a ética e a paixão dos lutadores. Ele espalha uma névoa invisível que atinge crianças, atletas, professores e até os mestres mais experientes, tirando-lhes o brilho nos olhos e o entusiasmo pelo treino. Seu objetivo é extinguir o Espírito do Jiu-Jitsu e transformar o esporte em uma atividade vazia e sem propósito.</p>
<p>Diante da ameaça crescente, os Mestres Kael e Naro, guardiões ancestrais da sabedoria do Jiu-Jitsu, são enviados para reunir jovens capazes de restaurar o equilíbrio. Em diferentes partes do mundo, crianças e adolescentes excepcionais despertam poderes ligados aos valores do Jiu-Jitsu, recebendo medalhões mágicos que brilham com a energia de seus espíritos.</p>
<p>Os personagens são Atlas, Eagle, Valente, Zumi, Kanu e Koa, e se espalham pelos cantos do planeta:</p>
<p><em>* Atlas (América do Sul)</em> — representa a Coragem, após salvar sua vila de uma enchente e receber o primeiro medalhão.</p>
<p><em>* Eagle (América do Norte)</em> — herda a Liberdade do pai e desenvolve uma visão aguçada<br />
que o guia no caminho do bem.</p>
<p><em>* Valente (Europa)</em> — defende a Honra com firmeza durante um torneio e inspira justiça e retidão.</p>
<p><em>* Zumi (Coreia do Sul)</em> — manifesta a Disciplina em sua prática impecável, e por vezes silenciosa.</p>
<p><em>* Kanu (África)</em> — conecta-se à terra e à sua ancestralidade, despertando o poder da<br />
Proteção.</p>
<p><em>* Koa (Oceania)</em> — em contato com os oceanos e sua linhagem indígena, assume o<br />
papel da Sabedoria.</p>
<p>Esses seis jovens formam a Liga Bravus, e cada medalhão carrega um fragmento do Artefato do Espírito, uma chave mística capaz de selar Draken para sempre. Reunidos em um dojo secreto, os Bravus treinam intensamente com Kael e Naro, aprendendo<br />
a unir seus poderes e superar juntos os efeitos da Névoa de Draken.</p>
<p>O ponto culminante da história acontece no <a href="https://www.graciemag.com/professor-jp-explica-filosofia-da-pbjjf-a-gente-nao-organiza-lutas-a-gente-cria-experiencias/" target="_blank" rel="noopener">Mundial da PBJJF</a>, onde atletas de todos os continentes se reúnem. Draken decide lançar sua última e mais poderosa investida, espalhando sua névoa para corromper o evento e apagar o Espírito do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Como nossos heróis sairão dessa enrascada?</p>
<p>O livro está em fase final de produção. Siga <a href="https://www.instagram.com/pbjjf/" target="_blank" rel="noopener">PBJJF</a> nas redes para garantir o seu e saber mais sobre a história e as personagens. Oss!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245057" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2.jpg" alt="" width="1024" height="694" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2-300x203.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2-768x521.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/virtudes-do-jiu-jitsu-viram-super-herois-em-livro-para-a-garotada/">Virtudes do Jiu-Jitsu viram super-heróis em livro para a garotada</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Daniel Ignacio: quando a defesa pessoal se transforma em ouro nos campeonatos</title>
		<link>https://www.graciemag.com/daniel-ignacio-quando-a-defesa-pessoal-se-transforma-em-medalha-de-ouro-no-jiu-jitsu-esportivo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=daniel-ignacio-quando-a-defesa-pessoal-se-transforma-em-medalha-de-ouro-no-jiu-jitsu-esportivo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 20:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Interviews]]></category>
		<category><![CDATA[Minha história]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[CBJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Ignacio]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-marrom]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu sem kimono]]></category>
		<category><![CDATA[polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Renzo Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Ignácio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/daniel-ignacio-quando-a-defesa-pessoal-se-transforma-em-medalha-de-ouro-no-jiu-jitsu-esportivo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>"Formar agentes preparados vai muito além de simplesmente estar pronto tecnicamente para um conflito. Graças ao Jiu-Jitsu, criam-se agentes com autocontrole e autoconfiança, que conseguem lidar com situações reais com calma, clareza e ética. A maior responsabilidade que tenho é o compromisso de tornar esses profissionais mais bem treinados, para que possam se proteger e proteger a população. Esse treinamento é tanto técnico quanto mental. Um bom profissional de segurança, treinado no Jiu-Jitsu, pode transformar uma situação potencialmente letal em uma situação não letal, salvando e poupando a vida de terceiros."</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/daniel-ignacio-quando-a-defesa-pessoal-se-transforma-em-medalha-de-ouro-no-jiu-jitsu-esportivo/">Daniel Ignacio: quando a defesa pessoal se transforma em ouro nos campeonatos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-244817" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF.jpg" alt="" width="682" height="722" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF.jpg 682w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF-283x300.jpg 283w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF-142x150.jpg 142w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p>Daniel Mérola Ignacio, 25 anos, cresceu em cima de um tatame. Filho do faixa-preta e célebre árbitro Sérgio Ignacio, foi criado nas tradições da família Gracie, e acompanhado desde os primeiros treinos por seu padrinho, Renzo Gracie.</p>
<p>Foi mestre Renzo quem o guiou ao longo de toda a sua formação — do kimono ainda folgado na infância à faixa-preta conquistada com mérito e honra.</p>
<p>Mais do que um atleta disciplinado e técnico, <a href="https://www.instagram.com/danielmerola09/" target="_blank" rel="noopener">Daniel</a> encontrou no ensino sua verdadeira vocação. Desde jovem, passou a liderar aulas e seminários, com destaque para seu trabalho com mulheres e crianças, onde combina sensibilidade, clareza e confiança. Ele confia que o Jiu-Jitsu pode ser uma poderosa ferramenta de transformação pessoal — hoje, seu maior objetivo é tornar essa transformação acessível a todos.</p>
<p>Além do ensino em academias para públicos diversos, Daniel atua de forma singular na área de treinamento voltado à segurança e à defesa pessoal. Cursou Administração de Empresas, conciliando seus estudos com treinos, aulas e seminários, e hoje é sócio de uma das mais respeitadas empresas de treinamento para segurança do país.</p>
<p>No dia a dia, instrui profissionais da segurança privada e pública, auxiliando-os no desenvolvimento técnico, físico e emocional necessário para suas funções. É também instrutor convidado de instituições como a Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil, a Core, o grupo de Paraquedistas do Exército e a Acadepol, a academia de formação da Polícia Civil do Estado do Rio.</p>
<p>Num dos contextos urbanos mais complexos da América Latina, sua contribuição é reconhecida por colegas e autoridades como um diferencial raro para alguém de sua idade.</p>
<p>A trajetória de Daniel no Jiu-Jitsu competitivo é marcada por conquistas significativas que evidenciam sua excelência. Em 2022, foi vice-campeão brasileiro sem kimono pela <a href="http://ibjjf.com/" target="_blank" rel="noopener">IBJJF</a>. No ano seguinte, conquistou a medalha de ouro no peso pesado, em evento internacional da CBJJO. Também em 2023, foi campeão do “Rei do Rio”, torneio promovido pela FJJ-Rio, a primeira federação de Jiu-Jitsu do mundo. Em 2024, venceu sem kimono o campeonato Rio International Open no superpesado faixa-preta, pela IBJJF.</p>
<p>Conquistas essas sempre aliadas a um trabalho árduo dentro e fora de sua empresa. Mas, segundo ele mesmo, estas são apenas algumas etapas no seu caminho. Os próximos passos? Levar seu conhecimento a novas fronteiras — dentro e fora do Brasil.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em>: Ainda lembra como deu seus primeiros passos com kimono?</strong></p>
<p><em><strong>DANIEL IGNACIO:</strong></em> Mal consigo lembrar qual foi o meu primeiro dia dentro do tatame; é como se eu sempre tivesse estado ali. Sinto que o Jiu-Jitsu esteve presente na minha vida desde o primeiro dia, porque tive a bênção de ter um pai que sempre colocou os ideais do Jiu-Jitsu como modelo de educação para me guiar dentro e fora da academia. Meu contato tão cedo com o Jiu-Jitsu se deve ao meu pai, Sérgio Ignacio, e ao meu padrinho, Renzo Gracie. Por volta dos 3 anos de idade, comecei no judô, e logo em seguida fui para o Jiu-Jitsu — e então também para o wrestling. O wrestling é popular nos Estados Unidos, e eu vivi lá durante a minha infância, então também é uma luta que faz parte da minha trajetória.</p>
<p><strong>Como a paixão pelo Jiu-Jitsu prevaleceu?</strong></p>
<p>Eu sempre soube que o Jiu-Jitsu era a minha maior paixão. Cresci no tatame e dentro de uma empresa familiar de treinamento de seguranças, onde utilizamos o Jiu-Jitsu para ensinar defesa pessoal. Além de ter o incentivo e inspiração do meu pai e do meu padrinho, contei com a sorte de ter uma mãe que sempre se desdobrou para conseguir me levar e estar presente em todos os treinos, lutas e competições desde muito novo. Sem essa abdicação e amor dela seria impossível.</p>
<p><strong>Como foi sua sensação ao chegar até a faixa-preta?</strong></p>
<p>Minha trajetória até a faixa-preta foi longa. Desde a faixa-branca até a faixa-preta, foram mais de 16 anos de caminhada. As avaliações para mudança de faixa sempre seguiram um processo rigoroso: o primeiro passo era estar treinando ativamente no Jiu-Jitsu; em seguida, era necessário conhecer todas as técnicas correspondentes à minha faixa na época, conforme descritas no livro do Renzo e Royler Gracie – um livro onde as técnicas estão separadas por faixas. Também estudei o conteúdo do livro de grande mestre Helio Gracie sobre Jiu-Jitsu e defesa pessoal. Com esse conhecimento consolidado e já tendo cumprido o tempo apropriado, passava por uma avaliação técnica e de desempenho na qual eu precisava vencer oponentes mais graduados e maiores para conquistar a faixa seguinte. Como meu pai e meu padrinho Renzo me incentivavam sempre a participar dos melhores seminários e a treinar com alguns dos melhores do mundo, a evolução não parava nunca.</p>
<p><strong>E como foi a sua etapa como faixa-marrom, prestes a receber a preta?</strong></p>
<p>Nessa fase, optei por competir o Campeonato Brasileiro da CBJJ ainda como faixa-marrom, para fechar essa etapa da melhor maneira possível. Acabei conquistando o título de vice-campeão brasileiro e, após isso, viajei para a academia Renzo Gracie em Nova York, onde passei um mês treinando intensamente. Muito do que sou e no que acredito devo aao meu pai e ao Renzo. Não poderia ser mais grato por, como costumamos dizer, ter aprendido direto da fonte. Fui extremamente privilegiado por ter acesso a tantos nomes influentes da linhagem Gracie desde cedo, e fiz questão de aproveitar todas as oportunidades que me foram dadas. Após aquele mês, enfim me “formei” como faixa-preta. Foi um dia marcante, cheio de emoção, em que percebi o quanto valeu a pena cada etapa da jornada. Não é um caminho fácil, e muito menos rápido; ele ensina o valor da perseverança e da paciência. Não existe qualquer tipo de atalho para a faixa-preta, o único caminho é não desistir.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniel Merola vs Lucas Alves / Rio Spring Open No-Gi 2024" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/lsz_PXYWAfA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>E o trabalho voltado para segurança pública e privada, como está?</strong></p>
<p>Atualmente, nossa empresa tem mais de 35 anos de atuação. Um legado que tem sido passado do meu avô ao meu pai, e do meu pai para mim. O lema da empresa é algo que levo para a vida e pretendo passar para meus futuros filhos: “Lute e vença!”. É uma frase curta mas cheia de significado. Desistir não é uma opção. Além do conhecimento técnico de defesa pessoal e Jiu-Jitsu, tentamos passar essa mensagem diariamente: de que o trabalho é árduo, mas, com a luta, vem a vitória — e é a crença nisso que nos leva adiante. Hoje tenho quase 20 anos dentro do Jiu-jitsu, que mais parecem uma vida inteira. Eu sei, porém, que essa caminhada só está começando.</p>
<p><strong>O que você aprendeu como competidor?</strong></p>
<p>Nos campeonatos, aprendi muito sobre autocontrole e sobre lidar com as minhas emoções — fossem elas boas ou frustrantes. Aprendi como a minha mente e os pensamentos controlam o meu corpo e as decisões que preciso tomar em milésimos de segundos. Sendo assim, não importa se houve centenas de horas de treino, musculação e boa alimentação – a sua mente precisa estar focada, tranquila e positiva na medida, ou já era. O Jiu-Jitsu nos ensina a respeitar o oponente antes de qualquer coisa, porque a soberba é o caminho mais rápido para a derrota — e a verdade é que podemos aprender com todos. Não importa a cor da faixa, a idade ou o peso: todos podem ter algo a nos ensinar. É impressionante o quanto eu aprendo dando aula para crianças novas — seja sobre o Jiu-Jitsu ou sobre a visão de mundo.</p>
<p><strong>Como é sua abordagem ao ensinar Jiu-Jitsu para as crianças?</strong></p>
<p>Sou apaixonado por crianças. Elas têm uma leveza, pureza, e um olhar para a vida especial. Tento levar um pouco dessa positividade delas para minha vida pessoal. Nessa fase da vida, elas são como esponjas e absorvem tudo o que passamos, então precisamos estar atentos ao que falamos e a como podemos auxiliar na construção da autoestima e da autoconfiança delas. A abordagem com os pequenos e pequenas tem de ser sutil. O Jiu-Jitsu é introduzido de forma leve e divertida. Não pode ser uma aula maçante sobre movimentos extremamente técnicos. É um equilíbrio entre técnica e momentos de lazer. Logo, o treinamento infantil deve ser divertido, porém disciplinado. Queremos que as crianças se divirtam, mas também que elas aprendam a respeitar, a ter disciplina e a se defender. Entender que o Jiu-Jitsu é uma forma de defesa e não de ataque é fundamental.</p>
<div id="attachment_244819" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244819" class="wp-image-244819 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio.jpg" alt="" width="450" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio.jpg 450w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-244819" class="wp-caption-text">Medalha recebida por contribuição ao ensino policial, no Rio de Janeiro.</p></div>
<p><strong>Qual é o maior objetivo dos professores que lidam com alunos tão jovens?</strong></p>
<p>Em nossa equipe buscamos sempre ensinar a importância do menino ou da menina ser autoconfiante e, ao mesmo tempo, humilde. Ensinamos a manter a distância dos problemas e a lidar com eles com disposição e de cabeça erguida. Muitos pequenos estão ali porque querem aprender ou porque sofreram algum tipo de trauma. Nessa idade, o Jiu-Jitsu é importante para gerar uma criança segura, sem medo, confiante, com boa autoestima, controlada, preparada e respeitosa. O Jiu-Jitsu, assim, é essencial para prevenir o bullying, tanto para evitar sua prática quanto para prevenir que a criança seja alvo dele. Trabalhamos muito isso com as crianças, ensinando todas as técnicas necessárias para que elas sejam capazes de se defender.</p>
<p><strong>Onde você aprendeu a ensinar a garotada?</strong></p>
<p>Para passar tudo isso de um modo leve e agradável, utilizamos diversas técnicas e métodos diferentes. Muito desse conhecimento absorvi no curso do mestre Leão Teixeira, de aprimoramento para professores de Jiu-Jitsu infantil, referência nacional no ensino de Jiu Jitsu para crianças. Foi também nesse curso que tive a oportunidade de dar aulas e aumentar minha experiência com elas. Hoje, já encontro alunos adolescentes para quem dei aula há alguns anos, quando eram crianças, e eles me trazem muita gratidão por como pude participar de suas evoluções pessoais. Não vejo a hora de, daqui a alguns anos, ver que meu trabalho levou à construção de adultos melhores, de caráter e confiantes.</p>
<p><strong>Qual foi a maior lição de superação que viveu no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Houve um torneio que disputei em que estava dormindo muito mal há dias, no hospital, com a minha esposa internada. Para “melhorar”, tive um rompimento do ligamento do tornozelo logo nos primeiros minutos de luta. Meu corpo estava exausto, minha mente, muito preocupada com a saúde dela, e eu estava há semanas sem treinar por diversas questões pessoais. Além disso, lutar com um ligamento rompido é uma dor excruciante. Ainda assim, eu não desisti e acabei por finalizar o oponente, levando a medalha de ouro para o hospital. Esses momentos te mostram que o Jiu-Jitsu que aprendemos com os Gracie vai muito além da luta — é um aprendizado de vida. Porque, na vida, quase nunca teremos as condições ideais para realizar nada. Temos de trabalhar com o que temos, fazer o nosso melhor e acreditar que aquilo vai ser suficiente. Essa garra e determinação são o que mudam a vida de alguém — é o que define o tipo de vida que se terá.</p>
<p><strong>Você viu o Jiu-Jitsu mudar a vida de jovens com traumas?</strong></p>
<p>Tenho alunos que realmente mudaram suas vidas graças aos treinos. Deixaram de usar drogas, de beber sem controle, de conviver com pessoas que não agregam. Passaram a acreditar no próprio potencial, a fazer escolhas mais acertadas, a ter disciplina, rotina — e isso os levou a lugares que nem eles mesmos imaginavam alcançar. Essas mudanças de vida que eu presencio diariamente, através do Jiu-Jitsu, são, com certeza, o que mais me marca e mais me motiva nesse caminho.</p>
<p><strong>Quando você descobriu sua vocação para ensinar? </strong></p>
<p>Desde que eu tinha 12 anos, quando já ia constantemente para a empresa de treinamento onde trabalho hoje, para acompanhar meu pai em suas aulas. Foi assim que o meu avô ensinou a ele, e ele a mim. Meu pai é um professor nato, e sempre me admirei ao ver como ele fazia parecer fácil falar para tantas pessoas e construir uma linha de raciocínio clara, para que todos pudessem acompanhar e assimilar. Como meu pai, acredito que sempre tive vocação para ensinar e ajudar; sempre tive paciência e clareza para orientar na evolução dos alunos. Mas o que aprendi com o tempo é que, quando dominamos um assunto, temos humildade para aprender ainda mais sobre ele, e ensinamos com amor e atenção, conseguimos ser bons professores. Depois de alguns anos sendo forjado na empresa como ajudante, comecei a dar aula oficialmente em 2019, quando já me sentia mais pronto e preparado. Desde então, tenho feito de tudo para ser o melhor professor possível.</p>
<div id="attachment_244821" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244821" class="wp-image-244821 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro.jpg" alt="A valiosa medalha de Daniel no Brasileiro da CBJJ: no caminho certo. Fotos: Acervo Pessoal/GRACIEMAG" width="1024" height="686" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-768x515.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-244821" class="wp-caption-text">A valiosa medalha de Daniel no Brasileiro da CBJJ: no caminho certo. Fotos: Acervo Pessoal/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O que é preciso para ser um instrutor eficiente?</strong></p>
<p>Creio que ensinar está muito ligado à empatia: saber se colocar no lugar do outro e entender como ele vai receber a mensagem que se quer passar. Cada aluno tem uma história, um contexto cultural, familiar e pessoal. Dar aula requer se conectar com os alunos e entender a necessidade deles para compreender qual será a melhor forma de entrega. O linguajar, o nível de dificuldade, a cobrança, e tantos outros aspectos do ensino se adaptam de acordo com o tipo de aluno que está do outro lado. Entender isso foi essencial para dar uma boa aula e ser compreendido. As aulas para leigos, para profissionais da polícia, para crianças, homens ou mulheres: todas têm suas especificidades e merecem cuidados específicos.</p>
<p><strong>Como são suas aulas de defesa pessoal para mulheres? </strong></p>
<p>Infelizmente, vivemos em um mundo machista, onde as mulheres sempre têm de lutar mais para se sentirem ouvidas, respeitadas e, principalmente, seguras. O Jiu-Jitsu, há quase cem anos, sempre se mostrou uma excelente ferramenta para dar às mulheres um pouco da autoconfiança e segurança que a sociedade tira diariamente. É algo que indico para todas as mulheres que conheço, de todas as idades. Saber se defender é essencial para todos nós, mas especialmente para as mulheres, que são frequentemente alvos de crimes bárbaros, tanto dentro quanto fora de casa. Para minha especialização, fui até a referência do Jiu-Jitsu feminino, a escola Gracie Kore da campeã Kyra Gracie, faixa-preta renomada com livros sobre o tema. Kyra adotou como missão maior levar o conhecimento do Jiu-Jitsu para mulheres de uma forma em que elas se sintam bastante confortáveis e seguras ao absorver. Fiz um curso profissionalizante de ensino do Jiu-Jitsu para mulheres, na metodologia Gracie Kore, onde obtive grande aprendizado sobre como conduzir as aulas de maneira que as mulheres se sintam valorizadas, respeitadas e confiantes. Aprendi ali a criar um ambiente confortável e inclusivo para todos dentro do tatame.</p>
<p><strong>Já ensinou policiais mulheres? Como é essa experiência?</strong></p>
<p>Sim, tive a oportunidade de ministrar aula de técnicas de Jiu-Jitsu aplicadas à defesa pessoal feminina no Centro Desportivo da Polícia Civil, no Rio de Janeiro. Nessa aula, recebemos policiais mulheres e também o grupo &#8220;Empoderadas&#8221;, um grupo sensacional de enfrentamento à violência contra as mulheres, muito inspirador e necessário. Foi uma ótima experiência, onde pude ensinar mulheres fortes a terem mais formas de se defender. Pretendo seguir aprendendo bastante nesse âmbito, já que quero muito auxiliar as mulheres da melhor maneira possível. Como homem, entendo que existem nuances na realidade de vida das mulheres que eu não sinto na pele, então é importante ouvir para compreender.</p>
<p><strong>Qual a importância do Jiu-Jitsu para as forças de segurança, no Rio ou no mundo? </strong></p>
<p>Formar agentes preparados vai muito além de simplesmente estar pronto tecnicamente para um conflito. Graças ao Jiu-Jitsu, criam-se agentes com autocontrole e autoconfiança, que conseguem lidar com situações reais com calma, clareza e ética. A maior responsabilidade que tenho é o compromisso de tornar esses profissionais mais bem treinados, para que possam se proteger e proteger a população. Esse treinamento é tanto técnico quanto mental. Um bom profissional de segurança, treinado no Jiu-Jitsu, pode transformar uma situação potencialmente letal em uma situação não letal, salvando e poupando a vida de terceiros. Um policial treinado no Jiu-jitsu, em diversas situações, não precisa usar a arma de fogo para se defender, o que oferece uma segurança que vai além do porte de arma. Assim, o Jiu-Jitsu pode ser utilizado para prevenir a escalada de conflitos, onde, através do controle técnico, podemos proteger tanto o agente de segurança quanto o cidadão. Todo o nosso treinamento é adaptado ao ambiente realista das forças de segurança pública ou privada para as quais estamos oferecendo esse treinamento.</p>
<p><strong>Como seu conhecimento de situações reais ajuda nos resultados como lutador, no Jiu-Jitsu esportivo?</strong></p>
<p>Gosto de lutar para frente, sempre buscando quedar e finalizar. A rotina de preparação envolve estar sempre treinando e ativo, seja com treinos pesados, drills, musculação ou dando aulas. O bom lutador deve estar sempre pronto e preparado. Desde que peguei a faixa-marrom, passei a dar ênfase ao Jiu-Jitsu sem kimono, ou &#8220;no-gi&#8221; lá fora. Eu via ali uma maior similaridade com o nosso dia a dia e com a defesa pessoal, já que não temos o pano para segurar e o controle fica muito mais difícil. Acredito que todo praticante de Jiu-Jitsu deve se testar em uma competição oficial, ao menos uma vez. Nós descobrimos muito sobre nós mesmos quando estamos no tatame, no meio de uma arena lotada de oponentes. Aprendemos a lidar com a pressão de uma forma diferente. A mentalidade deve ser de sempre querer evoluir e aprender, de sempre estar preparado para o combate, e de saber lidar com a vitória, assim como com a derrota. O principal é se sentir treinado e aprendendo sempre. Isso dá a sensação de dever cumprido antes de a luta começar, e essa sensação é mais do que essencial para conseguir vencer. Sem ela, já se entra derrotado.</p>
<p><strong>Quais são os seus objetivos hoje como professor?</strong></p>
<p>Quando a gente respira Jiu-Jitsu, aprendemos que nossa modalidade não é somente um esporte; é um estilo de vida. Hoje não penso em formar apenas atletas para vencer campeonatos. Quero construir pessoas fortes e confiantes, que pelo Jiu-Jitsu alcancem uma vida melhor e se tornem pessoas melhores. Quero combinar a minha formação acadêmica em Administração pela IBMEC, meu domínio da língua inglesa e meu conhecimento de defesa pessoal para atuar globalmente. Quero desenvolver programas educacionais, ajudar na expansão do Jiu-Jitsu pelo mundo e formar alunos com os princípios e valores nos quais acredito. E, com tudo isso, continuar ativo nas competições de alto nível, porque aprendo e evoluo muito em cada uma delas. Espero poder inspirar outros, assim como muitos veteranos me inspiraram a ser quem eu sou. Muito obrigado a todos pela oportunidade.</p>
<div id="attachment_244835" style="width: 693px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244835" class="wp-image-244835 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1.jpg" alt="Daniel entre o pai e o padrinho, ao se formar faixa-preta em Nova York, na Renzo Gracie Academy. Fotos: Divulgação" width="683" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1.jpg 683w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1-267x300.jpg 267w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1-133x150.jpg 133w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><p id="caption-attachment-244835" class="wp-caption-text">Daniel entre o pai e o padrinho, ao se formar faixa-preta em Nova York, na Renzo Gracie Academy. Fotos: Divulgação</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/daniel-ignacio-quando-a-defesa-pessoal-se-transforma-em-medalha-de-ouro-no-jiu-jitsu-esportivo/">Daniel Ignacio: quando a defesa pessoal se transforma em ouro nos campeonatos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
