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Cleiber Maia dá conselhos a um jovem lutador. Foto: Divulgação

A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo

Cleiber Maia: "Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer."

Como Vitor Terra aprendeu a preservar a defesa pessoal em suas aulas

De volta da Flórida, onde ganhou seu quinto grau das mãos de Rickson e levou uma turma de alunos para beber da fonte, o professor carioca contou o que aprendeu de especial em mais um período de treinos valiosos por lá. “Na primeira vez que consegui marcar essa visita ao mestre Rickson, em 2024, viajei com dois alunos. Na vez seguinte, outros se interessaram e o grupo subiu para cinco. Acabou que virou uma viagem quase bimestral. Todo dia que passo com ele no tatame se parece com um ano de doutorado. Sem falar na energia que nos renova”, reflete Terra.

Caro professor, você ataca do “cem-quilos” ou do “side control”?

Por que, afinal, nossos alunos e professores optam por termos em inglês, se todos nós temos tanto orgulho de dizer que treinamos o Jiu-Jitsu brasileiro? Não sou um professor purista, vejam bem. Creio que expressões como “armlock” já foram inseridos há décadas. O meu incômodo é com o excesso. Muitos instrutores se apegam tanto ao termo estrangeiro que não sabem o sinônimo em nossa língua local.

Lagarto deixa GB com “coragem para continuar” e se empolga com aluno goleador Matheus Cunha

Para Lagarto, "o professor é o herói dentro da academia. Ele é o líder, a referência e o exemplo diário para seus alunos. A Valour existe para apoiar esse papel. Somos a base, a estrutura e o sistema por trás do professor. Nossa ideia é que jamais ele apague sua identidade, e sim a fortaleça. Quero construir com a equipe um legado do qual meus filhos possam se orgulhar, baseado em coragem, respeito e valores. A Valour não é sobre ser maior do que os outros, mas sobre ser fiel ao que acreditamos e continuar crescendo com propósito."
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