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	<title>trauma | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>trauma | Graciemag</title>
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		<title>Como o Jiu-Jitsu ajudou a pacificar a mente de um veterano do exército</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2025 14:23:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-em-combate.png" alt="" width="637" height="424" class="aligncenter size-full wp-image-244777" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-em-combate.png 637w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-em-combate-300x200.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-em-combate-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" /></p>
<p>Nascido no Brasil e criado na Califórnia, o militar Ivan Oliveira estava acostumado a se movimentar no solo com agilidade, à disciplina e a enfrentar as missões mais árduas. Ainda assim, quando entrou pela primeira vez numa academia de Jiu-Jitsu, no dojo da professora Gazzy Parman, ele teve medo. Um medo diferente, claro.</p>
<p>“Eu servi na Alemanha e depois fui enviado ao Iraque, até que me licenciei das forças armadas. Eu tinha noções de combate corpo a corpo, claro, mas até 2011 nunca havia tido a oportunidade de fazer parte de uma escola de Jiu-Jitsu”, ele conta, antes de detalhar o sentimento que o dominava – um temor muito comum em quem pensa em experimentar pela primeira vez o tal Jiu-Jitsu: “Quando pus o kimono, eu estava cabreiro de fazer papel de bobo em cima do tatame.”</p>
<p>Ivan não estava muito bem quando decidiu começar. Após se afastar da rotina miliar, ele estava acima do peso, deprimido, sentia-se abandonado. Seus amigos de farda continuavam grandes cupinchas, claro, mas agora estavam a milhares de quilômetros de distância. O corpo estava fora de forma, a mente estava enfraquecida: “Eu me sentia sem rumo. Meu casamento havia sido um desastre, e eu cheguei até a considerar encerrar minha vida.”</p>
<p>Se o medo passou na hora? Sim, já na metade da primeira aula, após algumas repetições da raspagem tesourinha. Após aquela aula, tudo mudou. Mais de uma década após aquele treino experimental com a campeã Parman, Ivan foi condecorado faixa-preta, na <a href="http://www.gbgreensboro.com" rel="noopener" target="_blank">escola Gracie Barra.</a></p>
<p>“Não fui um aluno dos mais consistentes, pois precisei morar no Alasca, depois me contundi. Mas eu pus na cabeça que eu seria faixa-preta antes dos 40 anos, e isso me fazia voltar sempre. Não era uma meta, era uma certeza. No Jiu-Jitsu, encontrei motivação e o rumo, e aquela arte se tornou uma paixão”, diz Ivan. </p>
<p><img decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/ivan5.png" alt="" width="424" height="637" class="aligncenter size-full wp-image-244775" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/ivan5.png 424w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/ivan5-200x300.png 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/ivan5-100x150.png 100w" sizes="(max-width: 424px) 100vw, 424px" /></p>
<p>Ele chegou à <a href="http://www.gbslc.com" rel="noopener" target="_blank">Gracie Barra Salt Lake City</a> quando era faixa-azul, e depois foi para a GB Greensboro. Seidler Rodrigo, professor e campeão da GB, foi um mentor na hora e lugar certos. Com o professor Lucas Nabuco, aperfeiçoou suas técnicas e se formou faixa-preta.</p>
<p>“A força mental que adquiri me permitiu enfrentar meus problemas com confiança. Hoje eu não tenho mais medo dos meus pensamentos como eu tinha antes. Na GB sei que tenho um exército de amigos para me ajudar a encarar minhas batalhas diárias”, diz a fera. “Se eu tiver um dia ruim, sei que, durante o treino, vou resolver minhas frustrações nos tatames, o que muitas vezes me leva a encontrar a clareza necessária para superar os problemas que enfrento fora da academia”.</p>
<p>Ivan chegou a competir, e crê que os desafios que encontrou no Jiu-Jitsu funcionam como um catalisador que transforma a maneira como abordamos as dificuldades na vida. “Nosso cérebro aprende a superar problemas, a não temer nossos demônios – sejam do tamanho que forem”, explica. “Hoje eu estou sempre indicando o Jiu-Jitsu para todos os veteranos como uma forma de superar problemas de saúde física e mental que podem debilitar as pessoas após o serviço militar.”</p>
<p>Ivan, após a carreira no exército americano, tornou-se um agente da lei: “O Jiu-Jitsu me ensinou a relaxar, a não me desgastar demais com esforços inúteis. Hoje consigo perseguir uma solução que exige menos esforço e é mais eficiente na resolução do problema.”</p>
<p>Para o faixa-preta da GB, o Jiu-Jitsu é um tesouro valioso para todos, e não apenas para quem sonha com medalhas e um título mundial.</p>
<p><img decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-e-Seidler.png" alt="" width="637" height="424" class="aligncenter size-full wp-image-244779" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-e-Seidler.png 637w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-e-Seidler-300x200.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-e-Seidler-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" /></p>
<p>“A beleza do Jiu-Jitsu é que a jornada não é fácil; a arte força a pessoa a superar adversidades para se tornar uma versão melhor de si mesma. Com o Jiu-Jitsu encontrei mestres e mentores que me ensinaram que o autoaperfeiçoamento é uma jornada sem fim. Minha trajetória não foi fácil e pensei em desistir, o que muitas vezes me levou a vivenciar fracassos que causaram profunda dor emocional. No entanto, sempre que sentia que a vida estava me batendo forte demais, bastava um treino com meus amigos para melhorar drasticamente meu humor. Isso me permitia agir com a clareza necessária”, narra o militar, antes de concluir:</p>
<p>“O Jiu-Jitsu também me fez entender que pedir ajuda não é uma fraqueza. Aprendi a lição ao pedir ajuda aos meus professores e amigos dentro e fora dos tatames. Aprendi, ainda, a ser muito mais paciente, o que me tornou um marido, pai, amigo e pessoa melhor.”</p>
<p>E você, também venceu a si mesmo graças ao Jiu-Jitsu? Oss…</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-ajudou-a-pacificar-a-mente-de-um-veterano-do-exercito/">Como o Jiu-Jitsu ajudou a pacificar a mente de um veterano do exército</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>The key tip to prevent lesions in BJJ</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2018 15:31:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Adapted from an article by Gustavo Asmar* Longevity in sports depends on multiple sorts of prevention. Orthopedists who specialize in treating lesions suffered by athletes have been studying prevention more and more. We try to identify the key measures that enhance an athlete&#8217;s physical integrity and health. In the case of BJJ, we study the&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208754" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208754" class="size-large wp-image-208754" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-1024x658.jpg" alt="" width="650" height="418" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-1024x658.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-300x193.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-768x494.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-208754" class="wp-caption-text">Know when to tap out. Raphael Nogueira/GRACIEMAG</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Adapted from an article by Gustavo Asmar*</em></p>
<p>Longevity in sports depends on multiple sorts of prevention. Orthopedists who specialize in treating lesions suffered by athletes have been studying prevention more and more. We try to identify the key measures that enhance an athlete&#8217;s physical integrity and health. In the case of BJJ, we study the moves applied most often, the biomechanics of movement, and the lesions that recur most frequently.</p>
<p>I like using the armbar as an example, one of the best-known and most used armlocks, where the most common mechanism of trauma is a hyper-extension of the elbow with the forearm in a neutral position. Because of that, the patient usually presents pain in the elbow&#8217;s medial and anterior regions. They feel high-intensity, but not incapacitating pain. So they don&#8217;t even seek medical care, instead using anti-inflammatory medication on their own, or doing just physical therapy sessions and quickly improving. Sometimes they even go to an emergency room, but as soon as a fracture is ruled out, they go back to their normal activities.</p>
<p>The most common lesions caused by the armbar are those of the elbow&#8217;s medial complex. We can cite the common flexor tendon of the fingers and the ulnar collateral ligament. These lesions will only be made evident by nuclear magnetic resonance, and if neglected, may cause instability of the elbow, compromising the athlete&#8217;s performance, causing local degenerative lesions, which can compromise their longevity in the sport as well as increase the risk of new, serious lesions to the elbow.</p>
<p>Therefore, if the practitioner suffers  a lock that generates pain lasting longer than three days, or if they have a bruise in the region, they should promptly seek an orthopedist to really treat that lesion. Depending on the severity, the instability and the athlete&#8217;s performance level, either a conservative treatment will be recommended, with immobilization by sling for two or three weeks, or in the serious cases, surgery.</p>
<p>It&#8217;s for that reason that BJJ teachers usually tell their students not to have any vanity while sparring. Once they notice that their opponent has sunk a tight lock, a fighter must not resist too much. Tapping out is the best prevention that can be recommended &#8212; the key tip for you to keep training BJJ with quality of movement for your whole life.</p>
<p style="text-align: right;"><em><br />
* Gustavo Asmar is an orthopedist specialized in sport trauma, and a member of INTO&#8217;s Center for Sport Trauma.<br />
</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/the-key-tip-to-prevent-lesions-in-bjj/">The key tip to prevent lesions in BJJ</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A dica fundamental para você prevenir lesões no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2018 16:02:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Gustavo Asmar* A longevidade da prática esportiva depende de muitos cuidados. Ortopedistas especializados em tratar lesões sofridas por atletas estudam cada vez mais a questão da prevenção. Tentamos identificar as principais medidas que prezam pela integridade física e pela saúde dos atletas. No caso do Jiu-Jitsu, estudamos os golpes mais aplicados, a biomecânica dos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208754" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208754" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-1024x658.jpg" alt="" width="650" height="418" class="size-large wp-image-208754" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-1024x658.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-300x193.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-768x494.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-208754" class="wp-caption-text">A melhor dica para não se lesionar é saber a hora de bater. Foto: Raphael Nogueira/GRACIEMAG</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Gustavo Asmar*</em></p>
<p>A longevidade da prática esportiva depende de muitos cuidados. Ortopedistas especializados em tratar lesões sofridas por atletas estudam cada vez mais a questão da prevenção. Tentamos identificar as principais medidas que prezam pela integridade física e pela saúde dos atletas. No caso do Jiu-Jitsu, estudamos os golpes mais aplicados, a biomecânica dos movimentos, e as lesões mais reincidentes.</p>
<p>Gosto de usar o armlock como exemplo, uma das chaves de braço mais conhecidas e aplicadas, na qual o mecanismo de trauma mais comum é uma hiperextensão do cotovelo com o antebraço em posição neutra. Por conta disso, o paciente costuma apresentar uma dor na região medial e anterior do cotovelo. Sente uma dor de forte intensidade, porém, não incapacitante. Sendo assim, nem procura atendimento médico, fazendo uso de medicações anti-inflamatórias por conta própria ou então fazendo apenas sessões de fisioterapia tendo uma melhora rápida do quadro. Às vezes, até procuram uma emergência, mas, ao descartarem a fratura, retornam com brevidade às suas atividades.</p>
<p>As lesões mais comuns causadas pelo armlock são as do complexo medial do cotovelo. Podemos citar o tendão flexor comum dos dedos e o ligamento colateral ulnar. Essas lesões serão apenas evidenciadas pela ressonância nuclear magnética e, se negligenciadas, podem acarretar na instabilidade do cotovelo, comprometendo a performance do atleta, causando lesões degenerativas locais, que comprometem a longevidade da prática esportiva além de aumentar o risco de novas lesões graves no cotovelo.</p>
<p>Por isso, caso o praticante sofra um golpe que gere uma dor que dure mais de três dias, ou então apresente uma equimose (coloração roxa) na região, ele deve procurar com brevidade um ortopedista para realmente tratar essa lesão, que, dependendo do grau da lesão, da instabilidade e do nível de performance do atleta, será prescrito ou tratamento conservador com imobilização com tipoia por duas ou três semanas, ou, nos casos mais graves, tratamento cirúrgico.</p>
<p>É por essa razão que os professores de Jiu-Jitsu costumam recomendar que seus alunos não tenham vaidade durante o treino. Ao perceberem que o oponente encaixou um golpe bem justo, o lutador não deve resistir além da conta. Dar os três tapinhas é a melhor prevenção que pode ser recomendada, a dica fundamental para você treinar Jiu-Jitsu com qualidade motora, por toda a sua vida.</p>
<p style="text-align: right;"><em><br />
* Gustavo Asmar é ortopedista especialista em trauma do esporte.<br />
</em><em>Membro do Centro de Trauma do Esporte do INTO.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-dica-fundamental-para-voce-prevenir-lesoes-no-jiu-jitsu/">A dica fundamental para você prevenir lesões no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Black Belt Doctor Defends UFC After Brazilian Media Slams MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 21:40:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Amid the barrage of criticism of MMA circulating around Brazil ever since gory images of UFC 155 surfaced, orthopedic doctor and Jiu-Jitsu black belt Rickson Moraes penned an article especially for GRACIEMAG.com to address the sport in a strictly medical light. Check out what he has to say, and share your own opinion with us in&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><a href="https://www.graciemag.com/2013/01/black-belt-doctor-defends-ufc-after-brazilian-media-slams-mma/rickson-moraes-doutor-e-faixa-preta-4/" rel="attachment wp-att-67080"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-67080" title="Rickson-Moraes-doutor-e-faixa-preta" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/01/Rickson-Moraes-doutor-e-faixa-preta3.jpg" alt="" width="641" height="451" /></a></p>
<p>Amid the barrage of <a href="https://www.graciemag.com/2013/01/the-ufcs-popular-so-is-crack-says-brazilian-journalist/" target="_blank">criticism of MMA circulating around Brazil</a> ever since gory images of UFC 155 surfaced, orthopedic doctor and Jiu-Jitsu black belt Rickson Moraes penned an article especially for <a href="www.graciemag.com">GRACIEMAG.com</a> to address the sport in a strictly medical light.</p>
<p>Check out what he has to say, and share your own opinion with us in the comments field below:</p>
<p><em>A new uproar against MMA has surfaced in the press, with respected Brazilian journalists opining about and questioning the legitimacy of the sport.</em></p>
<p><em>These opinions are charged with emotion and somewhat uninformed, for the most part, as there’s no denying the opportunities the sport provides a great number of upstanding athletes and youths and parents, keeping them off drugs and helping to make them true role models as sportsmen.</em></p>
<p><em>To say the ultimate goal of combat sports is violence seems to me to be a mistake, as most of the techniques are the central pillars of a number of millenary styles of martial art, many of which are Olympic sports and thus respected for being within the spirit of competition, ones that are never subject to such an outcry against them.</em></p>
<p><em>The popularity MMA and the UFC recently attained in the country means the mainstream public is being exposed to strong images, it’s true, which may not carry too much impact for some, but to others may be visually and emotionally overwhelming, leading to scathing criticism like that which followed the fights between Jim Miller and Joe Lauzon and especially Cain Velasquez and Junior Cigano.</em></p>
<p><em>From a strictly medical point of view, I’d like to point out that the MMA events held in the U.S. since 2001 are overseen and heavily regulated by state bodies (athletic commissions) that have highly engaged medical teams helping out with medical issues involving the sport.</em></p>
<p><em>The most engaged of them all, the one from the state of Nevada, constantly publishes official positions for orienting medical staff involved in all events as well as promotes and incentivizes studies meant to orient the safe practice of and mitigate the risks inherent in the sport.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Joe Lauzon UFC 155 Video Blog 5" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/ci5mfC00mqo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>One example of such studies is the scientific research carried out by the Department of Emergency Medicine of the illustrious John Hopkins University and published in 2008 by the “British Journal of Sports Medicine,” a renowned international scientific magazine. In the article, all the athletes to have participated in MMA events in Nevada between the years 2002 and 2007 were assessed.</em></p>
<p><em>There were 1,270 athletes studied in 635 professional fights, and the record showed that during the period of study there were no critical injuries to have originated from the practice of professional MMA, and it was concluded that the rate of injury in regulated MMA competitions are similar to those of other combat sports.</em></p>
<p><em>Priority No. 1 is and should always be to preserve the physical integrity of the fighters, which has already translated into a number of changes being made to the unified rules of the practice of MMA. Regular pre- and post- competition exams are mandatory for any UFC athlete, as are complementary post-competition exams and minimum layoff periods so that the athletes may make full recoveries and be apt to safely return to training and fighting.</em></p>
<p><em>There is no arguing, however, the fact that it is a contact sport and that traumatic blows are more frequent than in less vigorous sports like swimming, running or cycling. Even so, within the current scope of medicine, MMA is considered a safe sport, when orientation and rules are followed.</em></p>
<p><em>Specifically speaking about the last UFC event of 2012, it’s worth pointing out that superficial cuts and bruises are much less damaging to athletes than fractures, because the potential to result in permanent injury to the athlete is next to none.</em></p>
<p><em>The average adult has between five and six liters of blood in their body, and we know that losing 10 percent of that volume seldom carries clinically significant repercussions. Bleeding from the face or scalp, for being highly vascularized areas, tend to make for images that are shocking to the broader audience, but from the medical standpoint rarely approach a volume of bleeding that can cause more serious complications.</em></p>
<p><em>Nevertheless, for the good of the sport and so that it may continue its successful course, I feel it is imperative that blows like elbows are prohibited. Furthermore, referees and doctors should be given orientation to intervene in fights where there is a great deal of bleeding, so as to keep the shocking images to a minimum.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8212;</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Dr. Rickson Moraes</em></p>
<p>Dr. Moraes is an orthopedic doctor for SBOT, the Brazilian society for orthopedics and traumatology; a member of SBRATE, the Brazilian society for arthroscopy and sports medicine; and a specialist in shoulder surgery at INTO, the national institute for traumatology and orthopedics.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>For more UFC and MMA coverage,</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>visit <a href="https://www.graciemag.com/area/choke/">GRACIEMAG.com’s Choke MMA</a> section</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://graciemagshop.com/print-subscriptions/1-graciemag-two-year-subscription.html" rel="attachment wp-att-65094"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" title="graciemag_subscribe" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/graciemag_subscribe1.jpg" alt="" width="288" height="126" /></a></p>
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		<title>Médico faixa-preta defende MMA mas pede o fim das cotoveladas no UFC</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 18:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da saraivada de críticas recentes ao MMA no Brasil, após as imagens fortes do UFC 155, o médico ortopedista e faixa-preta de Jiu-Jitsu Rickson Moraes*, escreveu um artigo especialmente ao GRACIEMAG.com para tratar do esporte sob o ponto de vista médico. Confira o artigo na íntegra, e comente conosco seu ponto de vista. “Recentemente,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92976" style="width: 592px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-92976" class="size-full wp-image-92976" title="Rickson Moraes doutor e faixa preta" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/01/Rickson-Moraes-doutor-e-faixa-preta.jpg" alt="Rickson Moraes doutor e faixa preta" width="582" height="344" /><p id="caption-attachment-92976" class="wp-caption-text">O carioca Rickson Moraes, faixa-preta de Jiu-Jitsu e médico ortopedista.</p></div>
<p>Diante da saraivada de críticas recentes ao MMA no Brasil, após as imagens fortes do UFC 155, o médico ortopedista e faixa-preta de Jiu-Jitsu Rickson Moraes*, escreveu um artigo especialmente ao GRACIEMAG.com para tratar do esporte sob o ponto de vista médico.</p>
<p>Confira o artigo na íntegra, e comente conosco seu ponto de vista.</p>
<p>“Recentemente, novas manifestações contrárias ao MMA vieram à tona na imprensa, com opiniões e questionamentos de respeitados jornalistas brasileiros quanto à legitimidade do esporte.</p>
<p>“São opiniões pouco embasadas e carregadas de emoção, em sua maioria, pois o esporte inegavelmente dá oportunidade a diversos atletas e jovens, pais de família exemplares, afastando-os das drogas e formando verdadeiros exemplos de desportistas.</p>
<p>“Afirmar que esportes de combate têm como objetivo final a violência me parece um erro, pois a maioria das técnicas são os pilares centrais de diversas modalidades de lutas milenares, muitas delas esportes olímpicos e como tais respeitadas pelo espírito de competição, e que não sofrem com tamanha reação contrária.</p>
<p>“A popularização recentemente alcançada pelo MMA e pelo UFC no país, aproximou o grande público de imagens fortes, é verdade, que embora possam não ser impactantes para uns, para outros acabam por causar forte apelo visual e emocional, gerando críticas contundentes, como as dirigidas aos combates entre Jim Miller e Joe Lauzon, e em especial Cain Velasquez vs Junior Cigano.</p>
<p>“De um ponto de vista estritamente médico, lembro que os eventos de MMA realizados nos EUA são, desde 2001, supervisionados e fortemente regulados por órgãos estaduais (comissões atléticas) que possuem corpos médicos extremamente atuantes para auxiliar nas questões médicas envolvidas na prática deste esporte.</p>
<p>“A mais atuante de todas elas, a do estado de Nevada, publica constantemente posicionamentos oficiais para orientar as equipes médicas envolvidas nos demais eventos, além de promover e incentivar a realização de estudos que possam orientar a prática segura e minimizar os riscos inerentes ao esporte.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Joe Lauzon UFC 155 Video Blog 5" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/ci5mfC00mqo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8220;Um exemplo destes estudos é o trabalho científico realizado pelo Departamento de Emergência Médica da prestigiada Universidade John Hopkins, publicado em 2008 no “British Journal of Sports Medicine”, revista científica de renome internacional, no qual foram avaliados todos os atletas que participaram de eventos regulamentados de MMA no estado de Nevada, entre 2002 e 2007.</p>
<p>“Foram 1270 atletas estudados em 635 lutas profissionais, e constatou-se que no período estudado não houve nenhuma lesão crítica decorrente da prática profissional do MMA, e concluiu-se que os índices de lesões nas competições regulamentadas de MMA são similares aos de outros esportes de combate.</p>
<p>“A prioridade número um é e deve ser sempre a de preservar a integridade física dos lutadores, o que já se traduziu em diversas alterações nas regras unificadas para a prática do MMA. Exames regulares pré e pós a participação são requisitos para qualquer atleta do UFC, além de avaliação clínica pós competitiva com exames complementares necessários e do tempo mínimo de afastamento para que os mesmos possam se recuperar plenamente e estar aptos a retornar com segurança aos treinos e lutas.</p>
<p>“É indiscutível, no entanto, que se trata de um esporte de contato, e que traumas são mais frequentes do que em esportes menos vigorosos, como natação, corrida e ciclismo. Mesmo assim, à  luz do conhecimento médico atual, o MMA é considerado um esporte seguro, quando respeitadas as orientações e regras.</p>
<p>“No caso específico do último evento do UFC em 2012, vale ressaltar que hematomas e cortes superficiais são muito menos danosos são atletas que fraturas, luxações e lesões, pois o potencial para causar contusões definitivas são atletas é praticamente nulo.</p>
<p>“A quantidade de sangue média presente em um adulto é de cinco a seis élitro e sabemos que perdas de até 10% deste volume raramente trazem repercussões clínicas importantes. Sangramentos na face e no couro cabeludo, por serem áreas muito vascularizadas, acabam por fornecer de fato imagens chocantes para o grande público, mas pelo prisma médico, raramente chegam próximos a um volume de sangramento capaz de causar complicações mais sérias.</p>
<p>“No entanto, para o bem do esporte e para que o mesmo continue no caminho do sucesso, vejo como imperativo que golpes como cotoveladas na face sejam proibidos. Deve-se, ainda, orientar árbitros e médicos a interromperem lutas com maiores quantidades de sangramento, para que imagens chocantes sejam minimizadas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Dr. Rickson Moraes (CRM-RJ 71152-7) é médico ortopedista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Medicina Desportiva (SBRATE) e especialista em cirurgia do ombro do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO/MS).</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/medico-faixa-preta-de-jiu-jitsu-defende-mma-mas-pede-o-fim-das-cotoveladas-no-ufcufc-nunca-houve-uma-lesao-critica/">Médico faixa-preta defende MMA mas pede o fim das cotoveladas no UFC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu, self-defense—what it has to do with your kids</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 00:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gracie]]></category>
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		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Paraphrasing a movie, have you stopped to think why your friends are scared when they&#8217;re alone? For the same reason we get afraid. Not just the simple fear of something bad happening, or someone big and mean attacking us, or getting beat up and hurt. The problem with “bullying” is that the cowardly act&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Paraphrasing a movie, have you stopped to think why your friends are scared when they&#8217;re alone?</p>
<p>For the same reason we get afraid. Not just the simple fear of something bad happening, or someone big and mean attacking us, or getting beat up and hurt.</p>
<p>The problem with “bullying” is that the cowardly act doesn&#8217;t end there. What follows is always overwhelming and traumatizing shame. The shame of not being able to protect one&#8217;s self from the cruelty of the world.</p>
<p>JIU-JITSU AGAINST BULLYING</p>
<p>For this new affliction of the century specialists prescribe countless remedies, psychologists and talks with parents. But they ignore a simple preventive measure: the practice of martial arts.</p>
<p>Jiu-Jitsu, as masters Carlos and Helio noted back in the 1930s, is the most effective way to inject confidence and a sense of security into kids, beings inexperienced in this mad, mad world.</p>
<p>Make Jiu-Jitsu that bodyguard ever present with your kids, armor to be used anytime, anywhere. Sign your kids up for Jiu-Jitsu. They&#8217;ll never walk alone again.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Martial Arts Making of Children Champions In Life | Gracie Barra Martial Arts Dana Point CA" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/AE2V8Ft6jn8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-self-defense-what-it-has-to-do-with-your-kids/">Jiu-Jitsu, self-defense—what it has to do with your kids</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu, defesa pessoal e o que isso tem a ver com seus filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 16:36:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parafraseando o filme, você já parou para pensar por que seus filhos têm medo quando estão sozinhos? Pelo mesmo motivo que nós sentimos medo também. Não é o simples pavor de algo ruim acontecer, ou de ser agredido por alguém maior e cruel, ou de apanhar – e doer. O problema do &#8220;bullying&#8221; é que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-53632" title="calvinbullying" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/calvinbullying1.jpg" alt="Quadrinhos de Calvin &amp; Haroldo, de Bill Watterson, com o bullying como tema. " width="640" height="206" /></p>
<p>Parafraseando o filme, você já parou para pensar por que seus filhos têm medo quando estão sozinhos?</p>
<p>Pelo mesmo motivo que nós sentimos medo também. Não é o simples pavor de algo ruim acontecer, ou de ser agredido por alguém maior e cruel, ou de apanhar – e doer.</p>
<p>O problema do &#8220;bullying&#8221; é que o ato covarde não termina ali. Depois, vem sempre um vexame insuperável e traumatizante. Uma vergonha de não ser capaz de se proteger sozinho da maldade do mundo.</p>
<h3>Jiu-Jitsu contra o bullying</h3>
<p>Para esse &#8220;novo mal do século&#8221;, os especialistas receitam inúmeros remédios, psicólogos, conversas com os pais. Mas ignoram uma medida simples e preventiva, a prática das artes marciais.</p>
<p>O Jiu-Jitsu, como mestres Carlos e Helio notaram desde os anos 1930, é o modo mais eficaz de injetar confiança e segurança nas crianças, seres com pouca experiência nesse mundo tão maluco.</p>
<p>Faça do Jiu-Jitsu o guarda-costas que está sempre com você e seus filhos, e uma armadura pronta para usar em qualquer lugar, até no banho. Matricule suas crianças no Jiu-Jitsu. Eles jamais estarão sozinhos de novo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Gracie Jiu-Jitsu RN - Turma para Crianças - Anti-Bullying - www.graciejiujitsurn.com" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/HQvyDR7UTMk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-defesa-pessoal-e-o-que-isso-tem-a-ver-com-seus-filhos/">Jiu-Jitsu, defesa pessoal e o que isso tem a ver com seus filhos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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