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	<title>Surfe | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Surfe | Graciemag</title>
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		<title>A arte de ensinar Jiu-Jitsu, segundo Jovan da Silva</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 12:48:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O professor de Jiu-Jitsu Jovan da Silva se define como um educador apaixonado pelo Jiu-Jitsu, comprometido com uma filosofia que transcende o tatame: a formação de campeões na vida. “Acredito no poder transformador da arte suave, que exige disciplina, resiliência e evolução constante. Para mim, o Jiu-Jitsu não possui limites nem barreiras, é um caminho&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-244923" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/InShot_20250601_231333138-300x225.jpg" alt="" width="533" height="400" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/InShot_20250601_231333138-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/InShot_20250601_231333138-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/InShot_20250601_231333138-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/InShot_20250601_231333138-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/InShot_20250601_231333138-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/InShot_20250601_231333138.jpg 1920w" sizes="(max-width: 533px) 100vw, 533px" /></p>
<p><em>O professor de Jiu-Jitsu Jovan da Silva se define como um educador apaixonado pelo Jiu-Jitsu, comprometido com uma filosofia que transcende o tatame: a formação de campeões na vida. “Acredito no poder transformador da arte suave, que exige disciplina, resiliência e evolução constante. Para mim, o Jiu-Jitsu não possui limites nem barreiras, é um caminho contínuo de autoconhecimento, superação e construção de caráter&#8221;, ensina o faixa-preta, formado pelo mestre Wendell Alexander, da Nova União. </em></p>
<p><em>Surfista inveterado e também shaper de pranchas radicais, Jovan tem como meta ensinar Jiu-Jitsu nos Estados Unidos. “Planejo abrir minha própria academia afiliada à Nova União no estado da Flórida, compartilhando meu conhecimento, formando novos talentos e promovendo os valores do Jiu-Jitsu com excelência e profissionalismo.</em></p>
<p><em>Confira a seguir a conversa franca e reveladora entre o professor Jovan e a equipe da GRACIEMAG.</em></p>
<p><strong>Você costuma dizer que dar aulas de Jiu-Jitsu é o seu grande talento e propósito de vida. Quais os benefícios que um professor de Jiu-Jitsu oferece à comunidade onde ele atua?</strong><br />
JOVAN: Um professor de Jiu-Jitsu exerce um papel muito mais amplo do que apenas ensinar uma arte marcial. Ele se torna um verdadeiro agente de transformação social dentro da comunidade. Através da disciplina do esporte, conseguimos transmitir valores fundamentais como respeito, autocontrole, responsabilidade e perseverança. Esses ensinamentos vão muito além do tatame, eles impactam a vida pessoal, escolar e até profissional dos alunos.</p>
<p>Além disso, o Jiu-Jitsu é uma ferramenta poderosa de inclusão social. Muitos professores, como eu, oferecem aulas gratuitas ou bolsas para jovens em situação de vulnerabilidade. Isso não só abre portas para o esporte, mas também afasta essas crianças de caminhos perigosos, como o envolvimento com drogas ou a criminalidade.</p>
<p>Outro ponto importante é a saúde. O Jiu-Jitsu melhora o condicionamento físico e ajuda no controle da ansiedade e do estresse. Para muitos alunos, a academia se torna um refúgio, um lugar seguro onde eles se sentem acolhidos, valorizados e motivados a evoluir.</p>
<p>Também vejo o tatame como um espaço de educação para a vida. O aluno aprende a lidar com derrotas, a respeitar o próximo e a trabalhar em equipe. Tudo isso contribui para formar cidadãos melhores, mais conscientes e preparados para enfrentar os desafios do dia a dia.</p>
<p>E por fim, o professor de Jiu-Jitsu fortalece a comunidade ao seu redor. Ele conecta pessoas, promove eventos, incentiva o voluntariado e o envolvimento social. O esporte une, transforma e cria oportunidades reais. Eu costumo dizer que, onde há Jiu-Jitsu, há esperança. E, como professor, me orgulho de fazer parte disso.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-244925" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/Screenshot_20250601_230211_WhatsApp-300x236.jpg" alt="" width="511" height="402" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/Screenshot_20250601_230211_WhatsApp-300x236.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/Screenshot_20250601_230211_WhatsApp-768x605.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/Screenshot_20250601_230211_WhatsApp-150x118.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/Screenshot_20250601_230211_WhatsApp.jpg 999w" sizes="(max-width: 511px) 100vw, 511px" /></p>
<p><strong>Além de professor, você também gosta de competir, não é mesmo?</strong><br />
Claro! Minha trajetória no Jiu-Jitsu começou ainda jovem, com competições na faixa-azul, no Norte Fluminense. Conquistei títulos importantes em cidades como Campos, Itaperuna, Muriaé e São Fidélis. Esses resultados chamaram a atenção do meu mestre, Wendell Alexander, que me incentivou a buscar desafios maiores.</p>
<p>Com muito treino e dedicação, participei das seletivas da Nova União para um Campeonato Brasileiro por Equipes. Fui campeão da seletiva, vencendo sete lutas por finalização e garantindo minha vaga no time. Infelizmente, no dia do evento no Rio de Janeiro, algumas carteirinhas de atletas não ficaram prontas a tempo, e por isso acabei desclassificado sem poder lutar. Foi uma frustração, mas também uma lição de resiliência.</p>
<p>Continuei competindo em alguns eventos, como um campeonato estadual na Gama Filho, onde venci duas lutas e perdi a terceira por não seguir corretamente as instruções do meu mestre, outro momento que marcou minha formação como atleta. Depois disso, participei de um absoluto na faixa-roxa no Norte Fluminense, onde venci duas lutas e fui eliminado na terceira por um atleta de alto nível.</p>
<p>Após esse período, me afastei das competições para me dedicar a outro esporte que também me apaixona: o surf. Mas o Jiu-Jitsu nunca saiu da minha vida. Continuei treinando, ajudando meu mestre nas aulas e, aos poucos, descobri minha vocação como professor.</p>
<p>Tive a oportunidade de ensinar em diversos lugares: na Praia de Grussaí, na Faculdade de Filosofia de Campos dos Goytacazes, no Corpo de Bombeiros (CBMERJ – Cabo Frio) e em academias de amigos. Compartilhar meu conhecimento e ver a evolução dos alunos se tornou uma paixão. Hoje, ensinar Jiu-Jitsu é uma das minhas maiores realizações.</p>
<p>Também incentivei minha família a seguir esse caminho. É gratificante ver como o Jiu-Jitsu impactou positivamente todos ao meu redor.</p>
<p>Agora, aos 48 anos, como faixa-preta Master 4 e vivendo na Flórida, estou retomando o sonho de competir e, ao mesmo tempo, estruturando meu projeto de ter minha própria academia. Recentemente, fui vice-campeão no AJP Fort Lauderdale e terceiro colocado no IBJJF Miami Open. Estou muito motivado nessa nova fase, unindo minha experiência como atleta e professor para continuar contribuindo com o esporte.</p>
<p><strong>Voltando ao trabalho à frente de um dojô, qual é o segredo para transformar um atleta mediano num grande campeão?</strong><br />
Para transformar um atleta mediano em um grande campeão, é preciso mais que treino duro, é preciso formar caráter, criar uma mentalidade de crescimento e trabalhar com disciplina contínua. Treinos inteligentes, metas realistas e um ambiente que estimula a excelência fazem toda a diferença. O verdadeiro campeão é forjado tanto no tatame quanto na forma como enfrenta os desafios fora dele.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-244927" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/IMG-20250516-WA0044-300x176.jpg" alt="" width="516" height="303" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/IMG-20250516-WA0044-300x176.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/IMG-20250516-WA0044-1024x599.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/IMG-20250516-WA0044-768x449.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/IMG-20250516-WA0044-1536x899.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/IMG-20250516-WA0044-2048x1199.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/IMG-20250516-WA0044-150x88.jpg 150w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /></p>
<p><strong>Quais são os benefícios do surf para a sua vida de lutador?</strong><br />
Pratico surf desde os oito anos de idade, inicialmente de forma recreativa, mas logo comecei a competir. Com o tempo, essa dedicação me proporcionou algumas oportunidades importantes, como patrocínios. Considero que o surf e o BJJ se complementam perfeitamente, por exigirem alto nível de mobilidade, força, resistência cardiovascular e disciplina. Para mim, esses dois esportes representam muito mais do que práticas físicas: são a base do meu estilo de vida, pautado pelo foco, equilíbrio e superação constante.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-244921" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/1748831390804-300x226.jpg" alt="" width="518" height="390" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/1748831390804-300x226.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/1748831390804-1024x772.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/1748831390804-768x579.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/1748831390804-1536x1159.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/1748831390804-2048x1545.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/06/1748831390804-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 518px) 100vw, 518px" /></p>
<p><strong>Quem é o seu grande ídolo na carreira, aquela pessoa que serve como diretriz nas suas grandes decisões?</strong><br />
Meu maior ídolo é o meu mestre Wendell Alexander. Ele foi e continua sendo uma figura fundamental na minha trajetória, tanto pessoal quanto profissional. Desde o início, desempenhou um papel essencial na formação do meu caráter, me transmitindo não apenas os conhecimentos técnicos do Jiu-Jitsu, mas também valores como disciplina, respeito, humildade e perseverança.</p>
<p>Tudo o que aprendi com ele foi colocado em prática dentro e fora do tatame. Sempre me senti acolhido, tratado como um verdadeiro filho, e essa relação de confiança e admiração contribuiu de forma decisiva para a pessoa que me tornei. Sem dúvida, o mestre Wendell foi um grande exemplo de liderança e humanidade, e sou profundamente grato por tudo que ele representou na minha formação.</p>
<p><strong>Quando alguém hesita em treinar Jiu-Jitsu, o que você costuma dizer para convencer essa pessoa a vestir o kimono e começar a jornada na arte suave?</strong><br />
Costumo afirmar que o Jiu-Jitsu é muito mais do que um esporte, é um estilo de vida. Ele promove benefícios físicos e mentais incomparáveis, contribuindo significativamente para a saúde, o bem-estar e o equilíbrio emocional de seus praticantes. Uma das maiores qualidades do BJJ é a sua acessibilidade: trata-se de uma prática inclusiva, adequada a pessoas de todas as idades, pesos e condições físicas. Independentemente do ponto de partida, o Jiu-Jitsu sempre oferece um caminho positivo de evolução pessoal. Acredito firmemente que nunca é tarde para começar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A saga de Sabbá, faixa-preta das praias e da diversão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 20:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Como surge uma lenda do surfe, dublê de ator de novelas e um mestre na arte de fazer amigos? As origens do apresentador Daniel Sabbá, faixa-preta de Ralph Gracie, rendem um filme, ou vários. Que poderiam ter suas filmagens realizadas no Marrocos, na Amazônia, em Arraial do Cabo ou no Arpoador. Presente em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_244705" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244705" class="wp-image-244705 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-715x1024.jpg" alt="" width="650" height="931" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-715x1024.jpg 715w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-209x300.jpg 209w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-768x1100.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-105x150.jpg 105w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456.jpg 890w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244705" class="wp-caption-text"><em>Sabbá vibra no Arpoador com Rico de Souza e sua turma, após campeonato de remada em Ipanema. Foto: Divulgação</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como surge uma lenda do surfe, dublê de ator de novelas e um mestre na arte de fazer amigos?</p>
<p>As origens do apresentador Daniel Sabbá, faixa-preta de Ralph Gracie, rendem um filme, ou vários. Que poderiam ter suas filmagens realizadas no Marrocos, na Amazônia, em Arraial do Cabo ou no Arpoador.</p>
<p>Presente em novelas como “Pecado capital” e “Paraíso tropical”, Sabbá faleceu no Rio aos 70 anos, cercado de amigos no hospital. Em 2011, o surfista havia sofrido um acidente de moto em São Conrado. Ele pilotava na avenida Niemeyer, na zona sul da cidade, quando colidiu com um carro e ficou preso nas ferragens.</p>
<p>Desde então, ele estava com movimentos paralisados, e tratava um câncer.</p>
<p>O jornalista de surfe Gabriel Pierin, colunista de “A Tribuna”, destrinchou com maestria as origens dos Sabbá. Confira os melhores momentos do artigo, a seguir, que remonta as raízes da família desde o início do século XX:</p>
<p>****</p>
<p><em>Isaac Benayon Sabbá, o terceiro dos sete filhos do casal de marroquinos Primo e Fortunata Sabbá, nasceu em Belém do Pará, em 1907.</em></p>
<p><em>Aos 15 anos, acompanhou os pais na mudança para Manaus, no Amazonas. O paraense ascendeu profissionalmente. Construiu o maior império empresarial do Amazonas a partir da produção e exportação da borracha. Sensível às carências de energia para o desenvolvimento da região, Isaac fundou, em plena selva amazônica, a Companhia de Petróleo do Amazonas (Copam), inaugura em 1957 pelo presidente JK. A Copam, símbolo de uma época, foi nacionalizada posteriormente.</em></p>
<p><em>Samuel Benayon Sabbá, irmão e um dos seus sócios nos negócios, casou-se com Yecthel Dutra e escolheu o Rio de Janeiro para viver e empreender.</em></p>
<p><em>O patriarca tinha seis carros e cada um dos quatro filhos, um motorista. Os vizinhos no edifício Murça, entre Botafogo e Flamengo, eram poderosos. Entre eles, Joãozinho Príncipe, da família Orleans e Jandira Vargas, irmã do presidente Getúlio.</em></p>
<p><em>Entre seus filhos, estava Daniel Dutra Sabbá, nascido em 23 de fevereiro de 1955. Ainda pequeno, Daniel já vestia a roupa de borracha, munia-se com arpão e máscara e atravessava a rua. Mergulhava e voltava para casa com um polvo, uma lagosta, ostras ou um badejo.</em></p>
<div id="attachment_244702" style="width: 994px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244702" class="size-full wp-image-244702" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao.webp" alt="" width="984" height="679" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao.webp 984w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao-300x207.webp 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao-768x530.webp 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao-150x104.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /><p id="caption-attachment-244702" class="wp-caption-text">As peripécias de Sabbá envolviam noitadas em Nova York, surfe pelo mundo e até um opalão atolado na praia do Peró, em Cabo Frio. Foto: Fedoca Lima</p></div>
<p><em>Aos 13 anos, Sabbá e amigos mergulhavam nas cristalinas águas de Arraial do Cabo, no Costão do Focinho. Dormiam no barco. Sabbá vivia para o mergulho. Mas, quando descobriu o surfe, se apaixonou.</em></p>
<p><em>A descoberta veio com a mudança para Copacabana, na rua Djalma Urich. Sabbá começou pegando jacaré, no posto 5. Depois, aprendeu a surfar com uma pranchinha Planonda de isopor, e depois uma Procópio de madeirite. Aos 15, o surfe entrou de vez em sua vida.</em></p>
<p><em>No início, ele fazia um escambo: emprestava sua moto para o amigo Cesinha, na Urca, e em troca ficava com a prancha Hansen do amigo, biquilha. Tempos depois, comprou uma longboard, e se especializou nas ondas estouradas do Arpoador, reduto do surfe pioneiro carioca.</em></p>
<p><em>Sabbá se tornaria um ícone do esporte, como um dos primeiros a surfar no píer de Ipanema. Nos anos 1970, começou a treinar karatê, até que durante uma confusão dos diabos nas areias da praia, conheceu o campeão Rolls Gracie. Após ser derrubado facilmente e montado pelo professor de Jiu-Jitsu, ficaram amigos do peito. Sabbá se tornou o elo de ligação entre os surfistas e os lutadores da cidade.</em></p>
<p><em>Sabbá se especializou em televisão, rádio, edição e filmagem. Ele também foi um dos pioneiros na asa-delta no Rio, ao lado do amigo e campeão mundial Pepê. No início dos anos 2000, comandou o “Sabbá Show”, no canal CNT e na Band. </em></p>
<p><em>Promovia festas memoráveis e colecionou amigos, que se despediram com lágrimas e memórias alegres.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="A HISTÓRICA BRIGA ENTRE ROLLS GRACIE E DANIEL SABBÁ" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/uG0u1hlSZ58?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-saga-de-sabba-faixa-preta-das-praias-e-da-diversao/">A saga de Sabbá, faixa-preta das praias e da diversão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Raízes do UFC: Royce Gracie arrancou aplausos ou vaias nas primeiras finalizações?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 00:29:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Royce não contava com a simpatia do público. Suas lutas foram as mais rápidas e sempre no chão. Por duas vezes seus oponentes levantaram, mas logo vinha o golpe de misericórdia. Uma chave de pescoço ou algo parecido obrigava o valente a bater no chão", escreveu o colunista da Folha, em 1994.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_214864" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-214864" class="size-full wp-image-214864" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/susumu26-3.jpg" alt="" width="414" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/susumu26-3.jpg 414w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/susumu26-3-300x217.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/susumu26-3-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 414px) 100vw, 414px" /><p id="caption-attachment-214864" class="wp-caption-text">Royce contra Ken Shamrock no UFC 1. Fotos: Susumu Nagao</p></div>
<p>Hoje o fã do Jiu-Jitsu vê o gesto até como certa heresia. Afinal, como imaginar que Royce Gracie, hoje uma estátua viva que anda, poderia ser recebido com vaias no Octagon?</p>
<p>Mas, de fato, aconteceu, e por razões cristalinas. Mais do que um Davi no meio de uns 15 Golias com socos de derrubar camelos, o filho de Helio Gracie era, ali nos primeiros eventos, encarado como um forasteiro abusado, que ousava enfrentar e despachar os favoritos da torcida –&nbsp;os americanos. Como se não bastasse a audácia, o faixa-preta de 27 anos, “com um kimono impecável, como se recém-saído da lavanderia” (Fellipe Awi, em “Filho teu não foge à luta”) ainda fez pior: lutava no chão, sem chutes giratórios, sem socos nem sangue.</p>
<p>A constatação da birra com Royce está numa crônica curiosa, encontrada nos becos escuros da internet. Escrita pelo surfista e correspondente Carlos “Califa” Sarli, um dos fundadores da revista “Trip”, foi publicada no<a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/3/17/esporte/5.html" target="_blank" rel="noopener"> jornal “Folha de São Paulo” em 1994:</a></p>
<p>“Quinta-feira passada eu estava na casa do Paulo Lima, editor da revista ‘Trip&#8217;. Iria embarcar no dia seguinte para o Havaí. Estávamos numa reunião e tínhamos outra agendada para as 15h. Pego uma revista americana sobre artes marciais, a ‘Black Belt’, e vejo o artigo sobre o primeiro Ultimate Fighting Championship. Fiquei instigado. O Paulo me traz o catálogo da segunda versão do evento, que aconteceria no dia seguinte em Denver, Colorado. Tomei a decisão. Liguei para a United Airlines e antecipei meu embarque.”</p>
<p>Sarli não fazia ideia do que ia encontrar, e deixou claro seu choque, durante a revolução do vale-tudo, o evento que mudou a história das artes marciais e do Jiu-Jitsu. Mas deixe que o Califa conte:</p>
<p>“Em Denver, o Mannoth Event Center estava lotado. A primeira luta já havia começado. O público delirava quando os competidores trocavam socos e pontapés e vaiava quando eles iam para o chão, grudados, tentando a imobilização. Ficava mais difícil de entender o que estava rolando –literalmente– e também de assistir.</p>
<p>“O UFC II contava com a participação de Royce Gracie, brasileiro, faixa-preta de Jiu Jitsu quarto grau e vencedor da primeira edição do evento. Sem regras – a não ser a proibição de dedo no olho e mordidas – sem juízes e sem tempo determinado, o evento teve critério de simples eliminação. Dos 16 lutadores selecionados entre os melhores do mundo –Japão, França, Espanha, Holanda, EUA e Brasil– sobraram quatro, depois dois e, finalmente, o ‘ultimate’, o melhor.</p>
<p>“O clima tenso no ginásio só era quebrado quando duas garotas de biquíni passavam apresentando as modalidades do próximo embate, no mais autêntico estilo de boxe. Algumas lutas tingiram com sangue o piso do ringue octogonal. Outras exigiram a presença dos paramédicos para levantar o derrotado. Até o final, a única unanimidade foi Pat Smith, 30, lutador americano de kickboxing de Aurora, Colorado – local, portanto.</p>
<p>“Royce não contava com a simpatia do público. Suas lutas foram as mais rápidas e sempre no chão. Por duas vezes seus oponentes levantaram, mas logo vinha o golpe de misericórdia. Uma chave de pescoço ou algo parecido obrigava o valente a bater no chão.</p>
<p>“Com a torcida e o tamanho a seu favor, Smith foi para final com Royce. Tentou nos primeiros segundos golpeá-lo com chutes e socos, mas logo o brasileiro ‘entrou’ nele e, em apenas um 1min17s, o embate estava definido. Royce Gracie ficou com o título máximo e US$ 60 mil mais rico. Apesar de não estar entre os considerados ‘esportes de ação’ –que costumo cobrir na coluna – ação é o que não faltou. Valeu a pena a correria.”</p>
<p>A crônica podia ser chamar &#8220;Royce repete feito&#8221;, “A revolução”, “Lona tingida de sangue” ou “A descoberta do Jiu-Jitsu”. Mas Sarli estava ainda mais inspirado e lascou lá o título: “Sopa de tamanco”.</p>
<p>Em tempo: o finalista Pat Smith também competira no UFC 1, tendo sido despachado pelo compatriota Ken Shamrock, na primeira fase do UFC 1, também em Denver.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Royce Gracie VS Patrick Smith UFC 2 Classic Championship" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/ntjlGNmJA-k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/raizes-do-ufc-royce-gracie-arrancou-aplausos-ou-vaias-nas-primeiras-finalizacoes/">Raízes do UFC: Royce Gracie arrancou aplausos ou vaias nas primeiras finalizações?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rickson: “Encaro o Parkinson como um grande oponente mas esperançoso de vencê-lo”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 17:09:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Rickson Gracie: “Encaro o Parkinson como um grande oponente, mas esperançoso de vencê-lo”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-244251" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Rickson-Gracie-divulgacao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Mestre Rickson Gracie está lançando mais um livro sobre seu modo de encarar os desafios da vida, “Conforto na Escuridão” (Editora HarperCollins).</p>
<p>A ocasião o levou a ser procurado por grandes veículos e jornais, como a “Folha de São Paulo”, e o faixa-coral distribuiu lições valiosas, como de hábito.</p>
<p>Por vídeo de sua casa na Flórida, o mestre falou ao repórter Lucas Bombana sobre saúde, doença, alimentação e a esperança de cura.</p>
<p>“O médico comum me deu um remédio e mandou fazer exercícios e esperar. Mas por meio da busca de vários curadores e maneiras diferentes de interpretar essa doença, comecei a mudar minha vida. Parei de comer carne, de beber cerveja e vinho, comecei a fazer jejum, a tomar suplementos de todo tipo. Troquei a água da minha casa por água ozonizada. Uma série de coisas que ninguém me mandou fazer, mas fui pesquisando e mudando, e agora sinto que estou na melhor condição possível para lutar contra o Parkinson. Faço fisioterapia cinco vezes por semana. Estou lidando com o Parkinson com respeito de um grande oponente, mas com a esperança de conseguir vencer”, disse Rickson, que também comentou sobre a mudança da Califórnia para a Flórida, no meio deste ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-244253" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-576x1024.jpg" alt="" width="576" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-576x1024.jpg 576w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-169x300.jpg 169w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-768x1365.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-864x1536.jpg 864w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-1152x2048.jpg 1152w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson-84x150.jpg 84w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/Capa-livro-Rickson.jpg 1350w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p>“Tenho problemas na coluna, de lombar, várias hérnias de disco, o meu corpo está bem batido. Mas não reclamo de nada disso. Para mim, todas as minhas lesões servem como medalhas de reconhecimento do que consegui atingir. Pensar nos meus machucados não me deixa constrangido, e sim orgulhoso de ter usado ao máximo o meu corpo na representatividade do jiu-jítsu. Isso faz com que entenda que qualquer parte energética, física, que ainda tenha para usar, vou usar. Mas agora é diminuir o ritmo. Adorava surfar, parei de pegar onda, adorava treinar jiu-jítsu, parei de treinar, só dou aula atualmente. Mas continuo seguindo a minha vida feliz e otimista. Vou à praia todo dia, mudei da Califórnia para a Flórida, e está sendo ótimo porque aqui o mar é muito mais prazeroso”, disse o mestre.</p>
<p>Leia a <a href="https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2024/11/nao-estou-aqui-para-ser-finalizado-pelo-parkinson-estou-aqui-para-lutar-diz-rickson-gracie.shtml" target="_blank" rel="noopener">entrevista completa, aqui., onde o campeão trata de assuntos como o UFC, o perdão e muitos outros.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rickson-gracie-encaro-o-parkinson-como-um-grande-oponente-mas-esperancoso-de-vence-lo/">Rickson: “Encaro o Parkinson como um grande oponente mas esperançoso de vencê-lo”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A “treta” de trânsito que mudou o jovem campeão Royler Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 20:35:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O piloto de praça, sem saber que aquele velho carro transportava duas feras como Rickson e Royler Gracie, não se segurou dentro das calças. Começou a buzinar feito louco, até conseguir emparelhar e disparar todos os xingamentos que conhecia, e mais alguns.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244169" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244169" class="wp-image-244169 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-1024x526.jpg" alt="Royler Gracie durante aula com o amigo e aluno Vini Aieta. Foto: Gallerr" width="650" height="334" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-1024x526.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-300x154.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-768x394.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-1536x789.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-2048x1051.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Royler-Gracie-finaliza-em-foto-da-Gallerr-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244169" class="wp-caption-text">Royler Gracie durante aula com o amigo e aluno Vini Aieta. Foto: Gallerr</p></div>
<p>Certa vez, os irmãos Rickson e Royler Gracie saíam da academia de Jiu-Jitsu prontos para uma missão definitivamente suave: caçar boas ondas.</p>
<p>Com as pranchas no teto do carro, deixaram o kimono na Gracie Humaitá e zarparam, para encontrar um trânsito daqueles rumo às praias da Barra da Tijuca.</p>
<p>Quarenta anos depois, eles ainda se lembram da conturbada viagem. E da lição que aquele dia que rendeu.</p>
<p>Ocorreu que Rickson estava ao volante, e acabou por se distrair e fechar inadvertidamente um táxi amarelinho.</p>
<p>O piloto de praça, sem saber que dupla aquele velho carro transportava, não se segurou dentro das calças. Começou a buzinar feito louco, até conseguir emparelhar e disparar todos os xingamentos que conhecia, e mais alguns.</p>
<p>Até para desopilar.</p>
<p>Rickson virou-se para a janela do carro, respirou e mandou o seguinte ao motorista em fúria:</p>
<p>–&nbsp;Me desculpe, irmão. Não foi proposital. Me perdoe – disse o jovem Rickson, enquanto o carro amarelo seguia viagem.</p>
<p>O diálogo que se seguiu na caranga dos Gracie foi o seguinte:</p>
<p>– Peraí Rickson! O cara xingou você de um monte de nomes. Por que você pediu desculpas?</p>
<p>– Royler… Você é capaz de imaginar o inferno que é a profissão desse cara? Trabalhar em meio ao trânsito maluco do Rio de Janeiro, morar longe, rodar toda cidade…</p>
<p>– Mas o cara não pode falar assim.</p>
<p>– Você e eu estamos indo surfar, após um dia maravilhoso de treinos contra vários caras duríssimos. Eu vou ganhar o quê, parando o carro para me embolar com ele aqui na rua? O homem é velho, totalmente fora de forma. Acha sinceramente que vale a pena brigar com um cara assim só porque ele me xingou de um monte de nomes? Nada melhor do que perdoá-lo. Ele que brigue com a vida, não comigo. Perdoe o homem. Deixemos isso para lá.</p>
<p>No banco do carona, Royler se pôs pensativo. No fim das contas, as ondas estavam de fato ótimas e o mar, relaxante. Tempos e tempos depois, o ídolo peso-pena admitiu ao irmão mais velho:</p>
<p>– Rickson, ainda lembra aquele dia quando apareceu o taxista? Aquele seu recado me acertou em cheio no coração. Aprendi ali que a gente não precisa provar nada para os outros, nem para si mesmo. Eu sei que posso facilmente castigar o sujeito que vier me ofender. Manter a calma, no fim, é a verdadeira vitória.</p>
<p>E você, já aprendeu a perdoar como os mestres Rickson e Royler, após tantos anos de Jiu-Jitsu? Mesmo no trânsito insano da sua cidade?</p>
<p>Bons treinos e bons aprendizados, sempre.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="RICKSON E ROYLER EM AÇÃO !" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/QpIMHmunC0w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-treta-de-transito-que-mudou-o-jovem-campeao-royler-gracie/">A “treta” de trânsito que mudou o jovem campeão Royler Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Por que o Jiu-Jitsu é o esporte perfeito para depois dos 60 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 18:01:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Professor Luiz Dias * Quando a gente passa dos 50 anos, parece para muitos que a nossa vida esportiva está chegando ao fim. Para quem passa dos 60, então, a percepção aumenta. Infelizmente muitos param com as atividades físicas, ou começam a pensar em parar. Por que isso é uma tendência? Porque as pessoas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224989" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224989" class="size-large wp-image-224989" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/IMG-20180919-WA0037-1024x962.jpg" alt="" width="650" height="611" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/IMG-20180919-WA0037-1024x962.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/IMG-20180919-WA0037-300x282.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/IMG-20180919-WA0037-768x722.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/IMG-20180919-WA0037-150x141.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/IMG-20180919-WA0037.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-224989" class="wp-caption-text">Professor e aluno na escola GAS Jiu-Jitsu, no Rio.</p></div>
<p><strong><strong>Por: Professor Luiz Dias *</strong></strong></p>
<p>Quando a gente passa dos 50 anos, parece para muitos que a nossa vida esportiva está chegando ao fim. Para quem passa dos 60, então, a percepção aumenta.</p>
<p>Infelizmente muitos param com as atividades físicas, ou começam a pensar em parar. Por que isso é uma tendência? Porque as pessoas percebem que suas performances e resultados não são mais como eram, seja nos tatames ou nas ondas, e ficam se fiando em suas lembranças da juventude.</p>
<p>E é aí que está o erro. O mais saudável, até para a cabeça e as memórias, é seguir treinando Jiu-Jitsu, surfando, e realizando tudo que você mais gosta.</p>
<p>O mais importante para o sessentão é estar praticando, o que se traduz num excelente estilo de vida. Vestir o kimono e ir treinar, pegar suas ondas e se divertir é uma fonte da juventude.</p>
<p>Eu penso assim: sei que tenho as minhas limitações por conta de lesões e do próprio rendimento físico, mas não quero me comparar. Tenho o condicionamento físico adequado para minha idade. O macete é criar os meus próprios parâmetros e meus objetivos de vida. O mais importante é poder treinar com os meus alunos e amigos e pegar as minhas ondas. O Jiu-Jitsu é perfeito para as melhores idades pois se adapta às nossas condições e capacidades. O principal é não parar de treinar e surfar.</p>
<div id="attachment_243777" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243777" class="wp-image-243777 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Luiz-Dias-surfando-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Luiz-Dias-surfando-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Luiz-Dias-surfando-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Luiz-Dias-surfando-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Luiz-Dias-surfando-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Luiz-Dias-surfando-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Luiz-Dias-surfando-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243777" class="wp-caption-text">Luiz Dias numa de suas manhãs favoritas, em foto de seu acervo pessoal.</p></div>
<p>O imperador romano Marco Aurélio tinha uma frase emblemática: “Não é a morte que um homem deve temer, mas nunca ter começado a viver.”</p>
<p>Há dicas que eu sigo e repasso para quem persegue uma vida saudável:</p>
<p><strong> * Treine mesmo cansado: é onde o seu Jiu-Jitsu é mais exigido e a sua mente também.</strong></p>
<p>* Treine e surfe sem criar obstáculos: se você pode, vá para os tatames e praias, muitos querem e não podem mais por diferentes motivos, pense nisso.</p>
<p><strong> * Uma boa alimentação é fundamental: sua saúde só vai agradecer. Leia sobre o assunto e evite comidas que fazem mal.</strong></p>
<p>* Não ligue para ganhar ou perder: estar treinando e praticando esportes já nos faz um vencedor.</p>
<p><strong> * Musculação é importante: depois dos 50 temos uma perda muscular rápida.</strong></p>
<p>* Dormir cedo é útil para o corpo estar preparado para as atividades físicas.</p>
<p><strong> * Pense sempre no lado bom de tudo: não tem um mal que não traga um bem.</strong></p>
<p>* Agradeça o que tem, e pelo que você consegue fazer.</p>
<p><strong><br />
* Busque sempre vencer os seus medos: nós só perdemos quando desistimos.</strong></p>
<p>* Leia e reflita sempre sobre os 12 ensinamentos do Grande Mestre Carlos Gracie, cartilha fundamental do bom praticante de Jiu-Jitsu.</p>
<p><em>* Luiz Dias é faixa-preta e e surfista quase sessentão. Ele é professor da GAS Jiu-Jitsu em Laranjeiras, Rio de Janeiro</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/por-que-o-jiu-jitsu-e-o-esporte-perfeito-para-depois-dos-60-anos/">Por que o Jiu-Jitsu é o esporte perfeito para depois dos 60 anos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Diego Herzog, o Nosferatu, conta o que aprendeu em 25 anos de carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2024 18:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>foi provavelmente ao lutar com o Roger, naquele mesmo ano, quando aprendi mais. Sempre acreditei que no Jiu-Jitsu a boa técnica sempre seria superior à força bruta, e em nosso confronto enfim tirei isso à prova. Eu tinha vencido minha primeira luta no absoluto, contra um cara bem grandão, e enfrentei o Roger. Tentei dar uma queda, e acabei por baixo, na meia-guarda, eu na frente no placar por uma vantagem. Tomei um amasso tremendo, no maior sufoco, e bati no estrangulamento relógio. Roger ensinou a gente a lutar sempre para a frente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-243748" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-1024x751.png" alt="" width="650" height="477" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-1024x751.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-300x220.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-768x563.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao-150x110.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Diego-Nosferatu-Herzog-Divulgacao.png 1336w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>O faixa-preta Diego Herzog, 41 anos, é uma espécie de Kevin Bacon do Jiu-Jitsu mundial. Bacon ficou conhecido como o ator que, versátil e de mente aberta, contracenou com meio mundo de Hollywood, talvez três quartos.</p>
<p>Pois Diego, o popular Nosferatu, tem a honra de poder dizer que enfrentou quase todas as grandes estrelas do Jiu-Jitsu do começo do século XX, de Roger Gracie a Caio Terra, de Rodolfo Vieira a Lucas Lepri, de Leandro Lo a Xande Ribeiro – e seus alunos hoje só o agradecem por isso.</p>
<p>Respeitado peso pesado catarinense, <a href="https://www.instagram.com/nosferaherzog/?hl=en" target="_blank" rel="noopener">Diego Herzog</a> estava disputando mais uma medalha na Califórnia quando recebeu convites para ficar e ensinar. Foi assim que abriu sua equipe, <a href="https://www.instagram.com/siliconvalleybjj/?hl=en" target="_blank" rel="noopener">a Silicon Valley BJJ, em Sunnyvale</a>.</p>
<p>Boa praça e sorridente apesar do apelido aterrorizante, Nosferatu conversou com nossa equipe sobre os rumos da carreira, enquanto tentava evitar as mordidas no dedo de sua mais amada aluna: a filhota Dakota, de 5 meses, postada em seu colinho.</p>
<p><em><strong>GRACIEMAG:</strong> </em><strong>Como o temível Nosferatu foi pousar nesse ensolarado pico da Califórnia?</strong></p>
<p><em><strong>DIEGO “NOSFERATU”:</strong></em> Vim lutar o Pan da IBJJF em 2010, e já estava com essa proposta de trabalho engatilhada de ajudar a abrir uma academia. Fiquei uma semana treinando em Los Angeles com meu amigo Bruno “Mamute”, fiquei em terceiro lugar e já vim direto. Achei tudo muito grande e corrido em Los Angeles, já que sou de Floripa e gosto de um lugar mais calmo. Como se vê me adaptei bem, estou há quase 15 anos na região. Agora me tornei pai de uma menina e agora quero dar o bom exemplo a ela. Hoje tenho essa satisfação quando penso que, em cada cidade importante do planeta, há sempre um professor, normalmente brasileiro, ensinando o bom Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Como nasceu o seu nome de guerra, “Nosferatu”?</strong></p>
<p>Nos tatames, é claro. Sou aluno do hoje mestre faixa-coral Eduardo “Gavião” Ommati, um dos pioneiros no sul do Brasil e clássico aluno de grande mestre Fernando Pinduka. Comecei a treinar com 15 anos, tinha a cara cheia de espinha e acabava com o rosto sangrando e o kimono dos colegas cheio de manchas. Mestre Gavião não perdoava: “É o sangue do Nosferatu!”. O curioso é que existia outro Nosferatu no Jiu-Jitsu, o grande veterano dos tatames Eulindo “Nosferatu” Leão, grande amigo do Gavião no Rio de Janeiro. Anos depois, quando fui lutar no Rio de Janeiro, fomos apresentados e rimos muito.</p>
<p><strong>Você teve essa chance de competir com meio mundo, sempre no peso e no absoluto. Já se aposentou como atleta do adulto?</strong></p>
<p>Não, e olhe que ainda quero lutar um Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF, para conferir com esta garotada de hoje.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Diego Herzog vs Alessandro Silva, Black Belt Adult Heavy Final, 2016 San Jose Open" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/_QtZOto75RY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Que duelo foi o mais memorável e rendeu lições mais valiosas?<br />
</strong></p>
<p>Lembro de grandes lutas que fiz com o Gabriel Vella, e daquele quedão marcante que apliquei no Romulo Barral, no Mundial 2010 da IBJJF. Mas foi provavelmente ao lutar com o Roger, naquele mesmo ano, quando aprendi mais. Sempre acreditei que no Jiu-Jitsu a boa técnica sempre seria superior à força bruta, e em nosso confronto enfim tirei isso à prova. Eu tinha vencido minha primeira luta no absoluto, contra um cara bem grandão, e enfrentei o Roger. Tentei dar uma queda, e acabei por baixo, na meia-guarda, eu na frente no placar por uma vantagem. Tomei um amasso tremendo, no maior sufoco, e bati no estrangulamento relógio. Roger ensinou a gente a lutar sempre para a frente. Lutei também contra o Yuri Simões, grandes combates e muito instrutivos.</p>
<p><strong>O que aprendeu com rivais como Xande e Leandro Lo?</strong></p>
<p>Com o Xande Ribeiro aprendi sobre pressão, e sobre o simples que funciona. O Leandro Lo tinha o Jiu-Jitsu mais ensaboado que já vi, sem kimono. Depois ele apareceu para um seminário e dei um grande treino com kimono. Uma pena ele não estar mais presente aqui para nos inspirar e ensinar.</p>
<p><strong>Como foi o seu começo em Floripa?</strong></p>
<p>Vesti o kimono pela primeira vez em fevereiro de 1999, levado por meu amigo Daniel “Urso”. Até ali a gente gostava de assistir ao UFC e sempre se embolava, na garagem de casa, no meio do gramado, atrás da biblioteca. Lembro até hoje do primeiro triângulo que ele me arrochou, na galega. Era melhor começar a treinar numa boa academia, né? Comecei com o mestre Gavião e não parei nunca mais. Em 2005, estava meio de estrela solitária na academia e passei a treinar com o pessoal da Gracie Floripa, do mestre Crolin, com o professor e competidor Alexandre Souza. Naquele tempo eu gostava de criar treinos específicos, defender e contra-atacar, como aprendi com mestre Gavião, e uso alguns até hoje.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="6th American Cup: Diego Herzog vs. Yuri Simões" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/unTGr6jP84w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Você sempre sonhou com o MMA e chegou ao Bellator. O que aprendeu como profissional?</strong></p>
<p>Fiz minha estreia nos ringues em 2003 como faixa-roxa, já que era meu sonho desde os primeiros embolas lá com o amigo Urso. A modalidade ainda se chamava vale-tudo, outros tempos. Depois cheguei a lutar até na China. Valeu muito, e até hoje vejo a defesa pessoal e as técnicas anti-agressão como fundamentais para cada aluno ou aluna faixa-branca. E eu sou uma prova viva disso. Há um bom tempo, eu estava jogando sinuca numa boa, dois caras começaram a discutir e vieram para cima de mim com os tacos – dois contra um, na covardia. Se eu só soubesse o Jiu-Jitsu de competição e não fosse um faixa-preta completo, acho que teria tomado um prejuízo dos dois, mesmo treinando Jiu-Jitsu. Mas me defendi tranquilamente, dominei os dois e evitei a situação.</p>
<p><strong>O que motiva você a acordar e dar aulas hoje?</strong></p>
<p>Percebi há uns 20 anos que alguns valores do Jiu-Jitsu seriam essenciais para sempre, e para todos. Itens como a necessidade de fugir do sedentarismo, de evitar ficar diante da tela – da TV, do computador ou celular – e se conectar com a natureza. Hoje gosto de ensinar o bom Jiu-Jitsu para ajudar as pessoas a terem a mente mais tranquila, com treinos diversificados para que eles tenham hábitos saudáveis, e realizem aquele 30 minutinhos de exercícios diários. Jamais pensei em ficar rico, mas sonho em espalhar <a href="https://www.siliconvalleybjj.com/blank-1" target="_blank" rel="noopener">saúde para a comunidade.</a></p>
<p><strong>O Nosferatu curte filmes de terror?</strong></p>
<p>Já vi o filme “Nosferatu”, a versão de 1979 – por acaso dirigido por um Herzog – Werner Herzog – veja você. Mas não gosto do estilo, ainda mais de noite. Meu estilo é mais ensolarado, gosto de acampar, jogar xadrez, futebol e surfar. De noite na TV, eu gosto mesmo é de comédia – vejo muita comédia brasileira para matar saudades.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-243753" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-696x1024.jpg" alt="" width="650" height="956" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-696x1024.jpg 696w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-204x300.jpg 204w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-768x1130.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-1044x1536.jpg 1044w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha-102x150.jpg 102w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/07/Papai-Diego-Nosferatu-e-filha.jpg 1152w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/diego-herzog-o-nosferatu-conta-o-que-aprendeu-em-25-anos-de-carreira-no-jiu-jitsu-e-mma/">Diego Herzog, o Nosferatu, conta o que aprendeu em 25 anos de carreira</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ídolo do surfe Carlos Burle é graduado na Gracie Terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 22:48:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Jiu-Jitsu e o surfe têm uma parceria longeva, que começou a ganhar fama na década de 1970, com o mitológico Rolls Gracie, filho de Carlos. Desde então, a convergência flui com naturalidade. Diversos campeões da arte suave se aventuram nos mares, caso do hexacampeão mundial absoluto Marcus Buchecha, assim como muitos surfistas vestiram o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240420" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240420" class="size-large wp-image-240420" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-19.42.10-897x1024.jpeg" alt="" width="650" height="742" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-19.42.10-897x1024.jpeg 897w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-19.42.10-263x300.jpeg 263w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-19.42.10-768x876.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-19.42.10-131x150.jpeg 131w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-19.42.10.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-240420" class="wp-caption-text">Carlos Burle foi graduado faixa-roxa na Gracie Terra. Foto: Felipe Diniz</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O Jiu-Jitsu e o surfe têm uma parceria longeva, que começou a ganhar fama na década de 1970, com o mitológico Rolls Gracie, filho de Carlos. Desde então, a convergência flui com naturalidade. Diversos campeões da arte suave se aventuram nos mares, caso do hexacampeão mundial absoluto Marcus Buchecha, assim como muitos surfistas vestiram o kimono, como o americano Kelly Slater, recordistas de títulos no surfe profissional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta semana, o craque Carlos Burle, caçador de ondas grandes, foi condecorado com a faixa-roxa pelas mãos do professor Vitor Terra, nosso GMI à frente da escola Gracie Terra. Burle, de 55 anos e 67kg de pura tenacidade, encontrou no Jiu-Jitsu o esperto perfeito para afiar o corpo e a mente. Ele estava na faixa-azul desde 2020 e foi graduado após dedicar-se assiduamente à modalidade.</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Cqa7K0lPfNf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/Cqa7K0lPfNf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Assim como nos tatames, no mar a gente aprende muito sobre medo e respeito. No meu início no surfe, vi muito valente que não mostrava a mesma bravura quando o mar subia.”, recordou Carlos Burle. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Comecei em 2018 por pilha do Eraldo Gueiros e dos amigos, e encontrei na Gracie Terra um ambiente perfeito e cheio de camaradagem para afiar a defesa pessoal e testar minhas técnicas com quem sabe. Quando não estou no Havaí e Portugal gravando para o Canal Off, estou aqui treinando. Vejo o sol nascer, venho rolar e depois parto para as reuniões bem leves. O Jiu-Jitsu para mim é tão importante e benéfico que a primeira coisa que fiz foi botar meu filho, hoje com 13 anos, para treinar”, comentou o novo faixa-roxa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O surfista também acredita que os valores e as lições do Jiu-Jitsu são ótimos para serem aplicados para melhorar seu desempenho nas ondas grandes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em cada instante dos treininhos, nossa cabeça e nosso corpo estão a aprender a lição fundamental para os surfistas, e para qualquer um na verdade: que uma simples manobra errada pode acabar com tudo”, ensinou Burle.</span></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/idolo-do-surfe-carlos-burle-e-graduado-na-gracie-terra/">Ídolo do surfe Carlos Burle é graduado na Gracie Terra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bellator 212 and 213: Neiman Gracie and Robsinho win on the same weekend, and family dreams of belt</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 17:14:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neiman Gracie, a black-belt undefeated in MMA who just turned 30, has a theory. &#8220;What we practice and start honing today, we&#8217;ll in fact be using four, five fights down the line,&#8221; he says. &#8220;Hence the patience. We have to train knowing that that technique will be useful years later.&#8221; And Neiman sure is good&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212905" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212905" class="size-full wp-image-212905" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213.jpg" alt="Neiman arrochou o estrangulamento e foi surfar no Havaí. Foto: Bellator" width="1000" height="667" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213.jpg 1000w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-212905" class="wp-caption-text">Neiman squeezed the choke and went surfing in Hawaii. Bellator</p></div>
<p>Neiman Gracie, a black-belt undefeated in MMA who just turned 30, has a theory. &#8220;What we practice and start honing today, we&#8217;ll in fact be using four, five fights down the line,&#8221; he says. &#8220;Hence the patience. We have to train knowing that that technique will be useful years later.&#8221;</p>
<p>And Neiman sure is good at waiting. He fought and trained in the gi for months. Years. Decades, really. Until, last weekend in Honolulu, he had a memorable night at Bellator 213, finishing a thitherto-undefeated opponent and getting his shot at the welterweight belt. All that just one day after celebrating a win by his cousin &#8212; the newcomer Robson Gracie Jr., whose mom, Carla, is a daughter of red-belt patriarch Robson Sr.</p>
<p>Robsinho beat Brysen Bolohao by controlling the back and squeezing a rooster choker in round 2 at Bellator 212.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Recap | Bellator 211" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/MTge2CI4px4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>About that Saturday, December 15th, Neiman (9w,0l) said after his round-four win, &#8220;It was jiu-jitsu versus wrestling.&#8221; The fight was a part of Bellator&#8217;s GP.</p>
<p>&#8220;It was awesome,&#8221; he added. &#8220;Certainly the most complicated fight of my career to date. Of course I was even more nervous due to Robsinho debuting and all. But it all worked out &#8212; we were very well prepared. Ed Ruth is the biggest wrestling champion in the U.S. right now. My hat&#8217;s off to him. Now I will be fighting for the welterweight belt. Now it&#8217;s lots of training to stay undefeated and win my next one.&#8221;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Recap | Bellator 213" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/FUOfSKN3dqg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Neiman started his fight squeezing a triangle as he was unbalanced by the wrestler, and even attempted a guillotine and a beautiful armlock from the guard later. But the win had to wait until the fourth frame, when Neiman used his specialty: Full of stamina, he got a takedown right away, mounted, took the back and squeezed his opponent&#8217;s neck.</p>
<p>&#8220;Part of my tactics was to use lots of low kicks to his leg, like I&#8217;ve been practicing in Muay Thai,&#8221; said Neiman. &#8220;In the end, I was happy not to have caught him in the triangle right at the start, because I needed to feel how I would behave in the course of four rounds.&#8221;</p>
<p>A vindicated Neiman added: &#8220;Man, all I do these days is train, eat and sleep. It&#8217;s time to show the world the fruits of it all.&#8221;</p>
<p>Neiman&#8217;s next opponent will come out of the bout between Rory MacDonald &#8212; the sitting champion &#8212; and Jon Fitch, probably in March. Meanwhile, Neiman has only one thing in mind: hunting down waves in the Hawaiian paradise until the end of the year. &#8220;I&#8217;m a four-stripe blue-belt in surfing, I reckon.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bellator-212-and-213-neiman-gracie-and-robsinho-win-on-the-same-weekend-and-family-dreams-of-belt/">Bellator 212 and 213: Neiman Gracie and Robsinho win on the same weekend, and family dreams of belt</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bellator 212 e 213: Neiman Gracie e Robsinho vencem no mesmo fim de semana e família sonha com cinturão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 17:31:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O faixa-preta invicto no MMA Neiman Gracie, 30 anos completados no último dia 12 de dezembro, tem uma teoria. “O que a gente treina e começa a lapidar hoje, vamos usar na realidade daqui a umas quatro, cinco lutas. Por isso a paciência, temos de treinar sabendo que aquela técnica será útil daqui a anos”,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212905" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212905" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213.jpg" alt="Neiman arrochou o estrangulamento e foi surfar no Havaí. Foto: Bellator" width="1000" height="667" class="size-full wp-image-212905" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213.jpg 1000w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/neiman-gracie-bellator-213-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-212905" class="wp-caption-text">Neiman arrochou o estrangulamento e foi surfar no Havaí. Foto: Bellator</p></div>
<p>O faixa-preta invicto no MMA Neiman Gracie, 30 anos completados no último dia 12 de dezembro, tem uma teoria. “O que a gente treina e começa a lapidar hoje, vamos usar na realidade daqui a umas quatro, cinco lutas. Por isso a paciência, temos de treinar sabendo que aquela técnica será útil daqui a anos”, diz o filhão do mestre Marcio Stambowski com Carla Gracie. </p>
<p>Neiman soube esperar. Lutou e treinou de kimono por meses. Anos. Décadas mesmo. Até que, no último fim de semana em Honolulu, a cultuada capital do Havaí, o Gracie teve uma noite memorável no Bellator 213, ao finalizar um oponente também invicto e conquistar sua chance de lutar pelo cinturão dos meio-médios. De quebra, ainda vibrou, na véspera, com a vitória do primão estreante, Robson Gracie Jr (sua mãe, Carla, é filha de Robson pai, faixa-vermelha e o atual patriarca da família). </p>
<p>Robsinho venceu em Honolulu Brysen Bolohao ao dominar as costas e apertar o esgana-galo, no segundo round do Bellator 212, evento marcado pela desistência do ex-campeão do UFC Frank Mir, que deu os três tapinhas de pé, devido a avarias em seu rosto.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Recap | Bellator 211" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/MTge2CI4px4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Sobre o sábado 15 de dezembro, Neiman comentou: “Foi Jiu-Jitsu contra wrestling”, comentou o Gracie (9v, 0d) via Whatssup após a vitória no quarto assalto. A luta foi válida pelo GP do Bellator, e ainda teve a estreia vitoriosa de Lyoto Machida, ex-UFC, por decisão dividida contra Rafael Carvalho. </p>
<p>“Foi foda, certamente a luta mais complicada da minha carreira até hoje. Claro que estava mais nervoso ainda, pelo Robsinho estar estreando e tudo. Mas deu tudo certo, a gente estava muito preparado. O Ed Ruth é o maior campeão de wrestling da atualidade nos EUA. Tiro o chapéu para ele. Agora vou lutar pelo título meio-médio. É treinar muito para seguir invicto e ganhar a próxima.” (Assista os melhores lances abaixo.)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Recap | Bellator 213" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/FUOfSKN3dqg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Neiman começou a luta arrochando bem um triângulo ao ser desequilibrado pelo excelente wrestler americano, e ainda tentou uma guilhotina e uma linda chave de braço da guarda depois. A vitória, no entanto, veio mesmo no quarto assalto em sua especialidade: cheio de gás no tanque, o Gracie derrubou no início do round, montou, pegou as costas e arrochou o estrangulamento.</p>
<p>“Parte da minha tática era usar muito chute baixo na perna dele, como ando treinando no muay thai. No fim fiquei satisfeito de não ter pego no triângulo logo no comecinho, pois eu precisava sentir como me comportava por quatro rounds”, celebrou o filho de Marcio Macarrão. “Cara, hoje eu só treino, como e durmo. Chegou a hora de mostrar para o mundo os frutos.”</p>
<p>O oponente de Neiman agora vai sair da luta entre o atual campeão Rory MacDonald e Jon Fitch, em março provavelmente. Por enquanto, Neiman só tem uma coisa em mente: caçar umas ondas no paraíso havaiano até o fim do ano. </p>
<p>”Sou faixa-azul quatro graus no surfe, acho”, riu a fera.</p>
<p><strong>Bellator 213<br />
Neal S. Blaisdell Center, Honolulu, Havaí<br />
15 de dezembro de 2018</strong></p>
<p>Ilima-Lei Macfarlane finalizou Valérie Létourneau no triângulo aos 3min19s do R3<br />
Lyoto Machida venceu Rafael Carvalho na decisão dividida<br />
Neiman Gracie estrangulou Ed Ruth aos 2min17s do R4<br />
Liam McGeary nocauteou Muhammad Lawal aos 53s do R3<br />
Nainoa Dung venceu Kona Oliveira por nocaute técnico aos 2min05s do R3</p>
<p>Dustin Barca venceu Isaac Hopps	na decisão<br />
Maki Pitolo finalizou Chris Cisneros aos 2min40s do R3<br />
Kai Kamaka III	venceu Shojin Miki na decisão<br />
Ryan Dela Cruz venceu Spencer Higa na decisão<br />
Marcus Gamble nocauteou Kala Hose no R1<br />
Russell Mizuguchi venceu Michael Nakagawa na decisão<br />
Canaan Kawaihae	venceu Timothy Teves na decisão</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bellator-212-e-213-neiman-gracie-e-robsinho-vencem-no-mesmo-fim-de-semana-e-familia-sonha-com-cinturao/">Bellator 212 e 213: Neiman Gracie e Robsinho vencem no mesmo fim de semana e família sonha com cinturão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Caldos, equilíbrio e persistência no Jiu-Jitsu e no surfe, com Eraldo Gueiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2018 18:30:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O destemido surfista Eraldo Gueiros começou a treinar Jiu-Jitsu como muitos caçadores de ondas perfeitas da sua geração. Entre uma viagem e outra, cruzava com faixas-pretas renomados, até que decidiu vestir o kimono e se testar. “Vim de Pernambuco para o Rio de Janeiro, onde havia muitos caras do Jiu-Jitsu. Conheci várias grandes figuras e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_202394" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202394" class="size-large wp-image-202394" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068-768x1024.jpg" alt="" width="650" height="867" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068-768x1024.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068-113x150.jpg 113w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-202394" class="wp-caption-text">Robson Gracie, Eraldo Gueiros e Vitor Terra. Foto: Divulgação</p></div>
<p>O destemido surfista Eraldo Gueiros começou a treinar Jiu-Jitsu como muitos caçadores de ondas perfeitas da sua geração. Entre uma viagem e outra, cruzava com faixas-pretas renomados, até que decidiu vestir o kimono e se testar.</p>
<p>“Vim de Pernambuco para o Rio de Janeiro, onde havia muitos caras do Jiu-Jitsu. Conheci várias grandes figuras e por influência deles comecei a praticar, em 1987. O saudoso Marcelo Behring foi o meu primeiro professor”, lembra Gueiros, de 52 anos.</p>
<p>Ao completar 50 anos, Eraldo percebeu a importância do Jiu-Jitsu para a saúde, e decidiu abraçar de vez o estilo de vida da arte suave recentemente. Os treinos de defesa pessoal se tornaram mais constante, Eraldo apoiou a abertura de uma casa Surf e Jiu em São Conrado, tocada pelo professor Vitor Terra, e a faixa-preta veio no ano passado, ao completar 30 anos de treinos. Um exemplo de perseverança.</p>
<p>A seguir, Eraldo lembra alguns dos seus momentos nas ondas e nos tatames, e distribui lições.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O Jiu-Jitsu ajuda você a ser um surfista melhor? Em que o surfe e a luta se parecem?</strong></p>
<p><strong>ERALDO GUEIROS:</strong> O Jiu-Jitsu e o surfe se assemelham muito na questão do tempo. É preciso aprender a lidar bem com o tempo do aprendizado, com o amadurecimento. Tanto nos mares como nos dojôs a gente demora a aprender, a lapidar uma técnica, a dominar a manobra que queremos ver perfeita. É preciso perseverar, insistir, convencer a mente de que o processo é lento. Isso é de certa forma uma terapia boa para a cabeça, diminui a ansiedade. Tanto no Jiu-Jitsu como no surfe você obrigatoriamente aprende a se controlar mentalmente, a não se debater na hora do sufoco. Quando tomamos um caldo daqueles, é preciso administrar o oxigênio e saber enxergar a saída.</p>
<p><strong>O mar é como um grande parceiro de treinos, não acha? É ele que ensina tudo, mas quem entra sem respeitá-lo passa por maus bocados e sai derrotado…</strong></p>
<p>Sim, o surfe ensina isso diariamente, que os oponentes devem ser respeitados. No caso, o mar é o principal deles. Há outra semelhança interessante entre o mundo das pranchas e das artes marciais: é preciso saber a hora de usar o peso. E aprender a não gastar força e energia à toa. Aspectos fundamentais que a gente aprende com o tempo.</p>
<p><strong>Há uma frase atribuída a Kelly Slater que diz: “O primeiro esporte que os pais deveriam por os filhos é o Jiu-Jitsu.” Você concorda?</strong></p>
<p>A frase do Kelly Slater é certeira. As duas coisas que as crianças mais deveriam aprender é a nadar e a se defender. Ou seja, a sobreviverem em situações perigosas. Por isso acho que a natação e o Jiu-Jitsu são atividades essenciais para a vida, seja a idade que tivermos.</p>
<p><strong>Que histórias ricas em adrenalina você já viveu?</strong></p>
<p>Foram muitas. Só no Havaí já passei 30 invernos, encarando mares grandes. Enfrentei ondas gigantes e até tubarões. Uma das histórias mais radicais que vivi foi num swell gigante que pegamos na Califórnia. Era como um olho do furacão que abarcava metade do Oceano Pacífico, quando a gente olhava. Fomos do Havaí para a Califórnia para ver o swell e disputar um torneio, e quando chegamos o bicho era maior do que pensávamos. Virei para o Carlos Burle, meu parceiro de jet-ski, e precisamos montar uma estratégia: vamos esperar o mar ir crescendo, vamos entrar na hora certa. O resultado foi sensacional, pois pegamos as maiores ondas do dia, uns vagalhões de 60 pés (cerca de 18 metros), e ainda fomos os campeões do evento. Encaramos uma tempestade perfeita e saímos ilesos para contar a história. Naquele dia vimos quebrar ondas de cem pés, um dos momentos mais marcantes da minha vida.</p>
<p><strong>Publicamos aqui no mês passado um artigo sobre como o Michael Phelps viveu tempos de depressão, mostrando que o esporte somente não alivia os males da mente humana. O surfe e o Jiu-Jitsu são atividades essenciais para aliviar essas pressões da sociedade moderna?</strong></p>
<p>Sim, eu creio que o poder da água salgada no surfe é uma terapia insubstituível, assim como a adrenalina do treininho combate qualquer estresse. Mas entendo o que o Phelps viveu. Quando se chega ao ápice de uma carreira, e depois é preciso diminuir o ritmo ou se aposentar, é natural que qualquer indivíduo sinta uma tristeza grande. A vida toma uma outra forma, e ninguém é imune a mudanças tão grandes. Quando abandonei o surfe profissional eu também senti isso, e é preciso achar novas formas de se motivar, de se reinventar. E foi assim que o Jiu-Jitsu encaixou tão bem para mim há uns cinco anos, por me ajudar a complementar esse vazio que o abandono do surfe profissional deixou na minha carreira. Na vida é preciso estar sempre assim, buscando novos ofícios, novos intercâmbios, novos aprendizados. Com a idade aprendemos que cada idade traz uma fase, é preciso manter o ânimo e o tesão para seguir com a mente jovem, curtindo outras atividades.</p>
<p><strong>Você já teve problemas com o localismo?</strong></p>
<p>Muitos, como todo surfista. Mas como vim parar no Havaí muito novo, com 17 anos, aprendi logo como a coisa funciona. É preciso respeitar os locais, saber quem tem as prioridades, quem é o mais antigo na praia, e esperar minha vez. O surfe educa a pessoa a saber esperar. Sua vez certamente vai chegar. O surfe, como o Jiu-Jitsu, é um dos poucos esportes que você senta do lado de um campeão mundial numa boa, e treina no mesmo espaço que ele sem estranheza, num clima altamente democrático. Você não vê nenhum tenista de fim de semana batendo bola com o Federer, mas no surfe você pode treinar pertinho do Slater.</p>
<p><strong>O que o Jiu-Jitsu e o surfe te ensinaram sobre a vida, afinal?</strong></p>
<p>Respeito, humildade e perseverança. São lições comuns aos dois estilos de vida.</p>
<p>Artigo retirado da GRACIEMAG número #253. Para ler mais conteúdos como este, <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">assine já</a> a maior e melhor revista de Jiu-Jitsu do país!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/caldos-equilibrio-e-persistencia-no-jiu-jitsu-e-no-surfe-com-eraldo-gueiros/">Caldos, equilíbrio e persistência no Jiu-Jitsu e no surfe, com Eraldo Gueiros</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fera do surfe, Eraldo Gueiros recebe a faixa-preta de Jiu-Jitsu do GMI Vitor Terra</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jun 2017 12:06:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Domador de ondas gigantes nos mares mundo afora, o craque Eraldo Gueiros é um dos exemplos práticos do amor conjunto entre o surfe e o Jiu-Jitsu. Praticante desde década de 80, Eraldo teve de dar uma pausa nos treinos de kimono por conta da carreira sob as pranchas, mas o hiato foi resolvido há pouco&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_202394" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202394" class="wp-image-202394 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068-768x1024.jpg" alt="" width="650" height="867" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068-768x1024.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068-113x150.jpg 113w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/IMG-20170616-WA0068.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-202394" class="wp-caption-text">Robson Gracie, Eraldo Gueiros e Vitor Terra na nossa academia GMI Gracie Terra. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>Domador de ondas gigantes nos mares mundo afora, o craque Eraldo Gueiros é um dos exemplos práticos do amor conjunto entre o surfe e o Jiu-Jitsu.</p>
<p>Praticante desde década de 80, Eraldo teve de dar uma pausa nos treinos de kimono por conta da carreira sob as pranchas, mas o hiato foi resolvido há pouco tempo.</p>
<p>Aluno do nosso <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> Vitor Terra, da academia Gracie Terra na Zona Sul do Rio de Janeiro, Eraldo voltou a se dedicar aos rolinhas no tatame, e sua faixa-marrom foi devidamente testada ao longo deste retorno. Como consequência da avaliação do nosso GMI, não só nas habilidades da arte suave mas como todos os requisitos filosóficos que um professor de Jiu-Jitsu deve ter, Gueiros foi devidamente condecorado à faixa-preta de Jiu-Jitsu. Terra explicou:</p>
<p>&#8220;Eraldo começou no Jiu-Jitsu em 87, mas, pelo fato de ter sido um profissional da elite do surfe mundial, ficou afastado dos treinos em alguns momentos decisivos em sua carreira. Porém, de cinco anos para cá, vem se dedicando diariamente à arte suave. Com isso preencheu todos os requisitos para se tornar um faixa-preta, não só dentro do tatame mas fora dele também, respeitador em todos os aspectos. Excelente pai, aluno e de caráter impecável&#8221;, disse o líder da Gracie Terra.</p>
<p>E você, amigo leitor, conhece algum casca-grossa que está longe dos tatames? Convide-o a retornar e seja parte importante na formação de grandes nomes do Jiu-Jitsu, dentro e fora do dojô!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/fera-do-surfe-eraldo-gueiros-recebe-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-do-gmi-vitor-terra/">Fera do surfe, Eraldo Gueiros recebe a faixa-preta de Jiu-Jitsu do GMI Vitor Terra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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