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	<title>Rolls Gracie | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Rolls Gracie | Graciemag</title>
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		<title>O adeus a mestre Marcio Macarrão, exímio guardeiro e mestre de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:26:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mestre Marcio Stambowski, o Macarrão, foi uma daquelas figuras que adoçou o mundo do Jiu-Jitsu. Um dos raros e famigerados faixas-pretas de Rolls Gracie – junto a Maurição Gomes, Romero Jacaré e outros, Macarra ganhou seu apelido no surfe e influenciou uma geração de guardeiros nos últimos 45 anos. Adepto da puxada de guarda e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre Marcio Stambowski, o Macarrão, foi uma daquelas figuras que adoçou o mundo do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Um dos raros e famigerados faixas-pretas de Rolls Gracie – junto a Maurição Gomes, Romero Jacaré e outros, Macarra ganhou seu apelido no surfe e influenciou uma geração de guardeiros nos últimos 45 anos.</p>
<p>Adepto da puxada de guarda e da raspagem balão, Marcio Macarrão e suas pernas compridas e letais ajudaram a lapidar o triângulo e suas variações, no cenário esportivo do Rio de Janeiro. Seu professor Rolls passou a chamar sua guarda de &#8220;a poderosa&#8221;.</p>
<p>Marido de Carla Gracie, filha de mestre Robson, Stambowski deixa os filhos Neiman e Deborah Gracie, além de centenas de alunos e fãs de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Em longa entrevista ao GRACIEMAG.com, o mestre contou sobre seu início:</p>
<p>“Eu gostava de ver filmes do Bruce Lee, de soltar as pernadas e brincar de lutas com meu irmão e os amigos. Um dia meu amigo Maurição Gomes, hoje famoso professor e pai do Roger, foi lá na minha casa no Leblon e nos embolamos de brincadeira. Mas naquela vez eu não consegui fazer nada com ele: ele me clinchou, me levou ao chão e me dominou, umas três vezes. “O que é isso, rapaz?”, eu me espantei. “É que agora estou fazendo Jiu-Jitsu, lá no João Alberto Barreto”, ele explicou”, recordou.</p>
<p>“Meio fascinado com aquela novidade, falei com meu pai e ele falou que me levaria para treinar no Carlson, que ele conhecia da imprensa. Quando cheguei lá, dei de cara com o Rolls, que dividia a academia com o Carlson, na recepção. A figura dele me causou uma grande impressão – era novinho, já de faixa-preta na cintura, simpático e magrinho. Ele me mostrou a academia e me matriculei na hora. Lembro que ainda explicou: “Os horários são diferentes. Você quer ser aluno meu ou do meu irmão Carlson?”. Não entendi direito e disse que tanto fazia. Mas ao olhar para o Rolls reparei que ele tinha um olhar forte, penetrante, e desconfiei que tinha falado besteira: “Não, olha, eu quero ser seu aluno”, emendei. Nem tinha ouvido falar do Rolls antes. Depois o Maurição acabou vindo treinar com a gente.”</p>
<p>Vá em paz, grande Macarra. A comunidade do Jiu-Jitsu fica menos amável sem figuras como você.</p>
<p><iframe title="Marcio Macarrao Stambowsky - Knife Defense" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/5dO8qSF6q_0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-adeus-a-mestre-marcio-macarrao-eximio-guardeiro-e-mestre-de-jiu-jitsu/">O adeus a mestre Marcio Macarrão, exímio guardeiro e mestre de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Duelo de mestres: o treino de Márcio Macarrão e Leão Teixeira no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 16:24:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Duelo de mestres: o treino de Márcio Macarrão e Leão Teixeira no Jiu-Jitsu</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string yt-core-attributed-string--white-space-pre-wrap" dir="auto"><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto">Em 2018, os veteranos da arte suave Márcio &#8220;Macarrão&#8221; Stambowsky e José Leão Teixeira, velhos colegas na equipe Rolls Gracie, e que chegaram a lutar em campeonatos, se reecontraram para um papo.</span></span></p>
<p>O encontro na academia Leão Teixeira, na Gávea, terminou n<span class="yt-core-attributed-string yt-core-attributed-string--white-space-pre-wrap" dir="auto"><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto">um treininho amistoso e muito técnico, que você confere com exclusividade nos canais GRACIEMAG.</span></span></p>
<p>Confira e aprenda com as lendas. Oss!</p>
<p><iframe title="Duelo de mestres: o treino de Márcio Macarrão e Leão Teixeira no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/DZsNMVc3hCc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/duelo-de-mestres-o-treino-de-marcio-macarrao-e-leao-teixeira-no-jiu-jitsu/">Duelo de mestres: o treino de Márcio Macarrão e Leão Teixeira no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A saga de Sabbá, faixa-preta das praias e da diversão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 20:02:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Como surge uma lenda do surfe, dublê de ator de novelas e um mestre na arte de fazer amigos? As origens do apresentador Daniel Sabbá, faixa-preta de Ralph Gracie, rendem um filme, ou vários. Que poderiam ter suas filmagens realizadas no Marrocos, na Amazônia, em Arraial do Cabo ou no Arpoador. Presente em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_244705" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244705" class="wp-image-244705 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-715x1024.jpg" alt="" width="650" height="931" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-715x1024.jpg 715w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-209x300.jpg 209w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-768x1100.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456-105x150.jpg 105w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Daniel-Sabba-rip-e1743105605456.jpg 890w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244705" class="wp-caption-text"><em>Sabbá vibra no Arpoador com Rico de Souza e sua turma, após campeonato de remada em Ipanema. Foto: Divulgação</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como surge uma lenda do surfe, dublê de ator de novelas e um mestre na arte de fazer amigos?</p>
<p>As origens do apresentador Daniel Sabbá, faixa-preta de Ralph Gracie, rendem um filme, ou vários. Que poderiam ter suas filmagens realizadas no Marrocos, na Amazônia, em Arraial do Cabo ou no Arpoador.</p>
<p>Presente em novelas como “Pecado capital” e “Paraíso tropical”, Sabbá faleceu no Rio aos 70 anos, cercado de amigos no hospital. Em 2011, o surfista havia sofrido um acidente de moto em São Conrado. Ele pilotava na avenida Niemeyer, na zona sul da cidade, quando colidiu com um carro e ficou preso nas ferragens.</p>
<p>Desde então, ele estava com movimentos paralisados, e tratava um câncer.</p>
<p>O jornalista de surfe Gabriel Pierin, colunista de “A Tribuna”, destrinchou com maestria as origens dos Sabbá. Confira os melhores momentos do artigo, a seguir, que remonta as raízes da família desde o início do século XX:</p>
<p>****</p>
<p><em>Isaac Benayon Sabbá, o terceiro dos sete filhos do casal de marroquinos Primo e Fortunata Sabbá, nasceu em Belém do Pará, em 1907.</em></p>
<p><em>Aos 15 anos, acompanhou os pais na mudança para Manaus, no Amazonas. O paraense ascendeu profissionalmente. Construiu o maior império empresarial do Amazonas a partir da produção e exportação da borracha. Sensível às carências de energia para o desenvolvimento da região, Isaac fundou, em plena selva amazônica, a Companhia de Petróleo do Amazonas (Copam), inaugura em 1957 pelo presidente JK. A Copam, símbolo de uma época, foi nacionalizada posteriormente.</em></p>
<p><em>Samuel Benayon Sabbá, irmão e um dos seus sócios nos negócios, casou-se com Yecthel Dutra e escolheu o Rio de Janeiro para viver e empreender.</em></p>
<p><em>O patriarca tinha seis carros e cada um dos quatro filhos, um motorista. Os vizinhos no edifício Murça, entre Botafogo e Flamengo, eram poderosos. Entre eles, Joãozinho Príncipe, da família Orleans e Jandira Vargas, irmã do presidente Getúlio.</em></p>
<p><em>Entre seus filhos, estava Daniel Dutra Sabbá, nascido em 23 de fevereiro de 1955. Ainda pequeno, Daniel já vestia a roupa de borracha, munia-se com arpão e máscara e atravessava a rua. Mergulhava e voltava para casa com um polvo, uma lagosta, ostras ou um badejo.</em></p>
<div id="attachment_244702" style="width: 994px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244702" class="size-full wp-image-244702" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao.webp" alt="" width="984" height="679" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao.webp 984w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao-300x207.webp 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao-768x530.webp 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/opalao-150x104.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /><p id="caption-attachment-244702" class="wp-caption-text">As peripécias de Sabbá envolviam noitadas em Nova York, surfe pelo mundo e até um opalão atolado na praia do Peró, em Cabo Frio. Foto: Fedoca Lima</p></div>
<p><em>Aos 13 anos, Sabbá e amigos mergulhavam nas cristalinas águas de Arraial do Cabo, no Costão do Focinho. Dormiam no barco. Sabbá vivia para o mergulho. Mas, quando descobriu o surfe, se apaixonou.</em></p>
<p><em>A descoberta veio com a mudança para Copacabana, na rua Djalma Urich. Sabbá começou pegando jacaré, no posto 5. Depois, aprendeu a surfar com uma pranchinha Planonda de isopor, e depois uma Procópio de madeirite. Aos 15, o surfe entrou de vez em sua vida.</em></p>
<p><em>No início, ele fazia um escambo: emprestava sua moto para o amigo Cesinha, na Urca, e em troca ficava com a prancha Hansen do amigo, biquilha. Tempos depois, comprou uma longboard, e se especializou nas ondas estouradas do Arpoador, reduto do surfe pioneiro carioca.</em></p>
<p><em>Sabbá se tornaria um ícone do esporte, como um dos primeiros a surfar no píer de Ipanema. Nos anos 1970, começou a treinar karatê, até que durante uma confusão dos diabos nas areias da praia, conheceu o campeão Rolls Gracie. Após ser derrubado facilmente e montado pelo professor de Jiu-Jitsu, ficaram amigos do peito. Sabbá se tornou o elo de ligação entre os surfistas e os lutadores da cidade.</em></p>
<p><em>Sabbá se especializou em televisão, rádio, edição e filmagem. Ele também foi um dos pioneiros na asa-delta no Rio, ao lado do amigo e campeão mundial Pepê. No início dos anos 2000, comandou o “Sabbá Show”, no canal CNT e na Band. </em></p>
<p><em>Promovia festas memoráveis e colecionou amigos, que se despediram com lágrimas e memórias alegres.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="A HISTÓRICA BRIGA ENTRE ROLLS GRACIE E DANIEL SABBÁ" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/uG0u1hlSZ58?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-saga-de-sabba-faixa-preta-das-praias-e-da-diversao/">A saga de Sabbá, faixa-preta das praias e da diversão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que mestre Robson aprendeu o triângulo, em idos de 1958</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 22:07:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“O triângulo na academia Gracie começou a ser feito em 1958. A primeira vez que deram triângulo lá eu achei aquilo um absurdo, porque eu não conhecia. Até que experimentaram em mim, e eu vi que era um golpe muito eficiente, totalmente eficaz. Cada praticante tem uma mania, cada um tem um jeito. Chave de pé, por exemplo. Eu era um exímio aplicador dessas chaves, mas as pessoas não tinham muito amor por isso. É um golpe como outro qualquer. Muito bom, e se você souber usar, dá que funciona.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235856" style="width: 718px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235856" class="size-full wp-image-235856" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Fabricio-Takaka.jpg" alt="" width="708" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Fabricio-Takaka.jpg 708w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Fabricio-Takaka-277x300.jpg 277w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Fabricio-Takaka-138x150.jpg 138w" sizes="auto, (max-width: 708px) 100vw, 708px" /><p id="caption-attachment-235856" class="wp-caption-text">Fabricio Andrey e seu triângulo. Foto: Tyy Withrow</p></div>
<p>Você lembra como se fosse ontem o dia em que aprendeu sua finalização favorita?</p>
<p>Dono de verve e memória impressionantes, o faixa-vermelha Carlos Robson Gracie gostava de relembrar em detalhes sobre esses momentos de descoberta. Ao remontar esses episódios, ajudava a contar a própria saga do esporte e de sua família.</p>
<p>Em entrevista a Robert Drysdale e sua equipe, para o documentário “Closed guard”, grande mestre Robson recordou um treino curioso. O dia em que, pela primeira vez, ele viu o triângulo ser aplicado nos treinos de Jiu-Jitsu. E bem aplicado, diga-se, já que os três tapinhas foram inevitáveis.</p>
<p>O ano, de acordo com a invejável cabeça do segundo filho de Carlos Gracie, era 1958. Pelé e Garrincha passavam de jovens desconhecidos a estrelas mundiais. A bossa nova começava a surgir nos palcos e vitrolas. E, nos tatames, o povo começava a estrangular os passadores com o temido triângulo, de acordo com o pai de Renzo, Ralph, Ryan e grande elenco.</p>
<p>“O triângulo na academia Gracie começou a ser feito em 1958. A primeira vez que deram triângulo lá eu achei aquilo um absurdo, porque eu não conhecia. Até que experimentaram em mim, e eu vi que era um golpe muito eficiente, totalmente eficaz. Cada praticante tem uma mania, cada um tem um jeito. Chave de pé, por exemplo. Eu era um exímio aplicador dessas chaves, mas as pessoas não tinham muito amor por isso. É um golpe como outro qualquer. Muito bom, e se você souber usar, dá que funciona.”</p>
<p>Perguntado se a técnica triangular lhe havia sido ensinada por algum visitante do judô, Robson respondeu:</p>
<p>“Não, era lutador de Jiu-Jitsu. Eu acho que era um lutador da equipe Fadda. Era um aluno do Fadda. Um dia, no treino lá na academia, eu estava dando uma aula coletiva. Esse aluno do Fadda então deu um triângulo, e o outro bateu. Perguntei, ué, por que ele estava batendo. Pedi para ele me aplicar a técnica e eu vi funcionar. Pegamos o triângulo para nós. Veio junto, ótimo.” Mestre Robson tinha, então, 23 anos.</p>
<p>A técnica, contudo, ainda tardaria a se tornar popular nas academias, campeonatos e ringues de vale-tudo. Para muitos mestres e faixas vermelhas, acabou tendo sua consagração – até os dias de hoje – a partir dos anos 1970, muito por conta dos treinos puxados por grande mestre Rolls Gracie, que se debruçou nos estudos e passou a arrochar a finalização e ensiná-la em detalhes.</p>
<p>Leia mais sobre o <a href="https://www.graciemag.com/conheca-a-origem-e-a-historia-do-triangulo-o-golpe-mais-brasileiro-do-jiu-jitsu/" rel="noopener" target="_blank">triângulo e suas histórias, neste artigo, aqui.</a></p>
<p>E você, lembra quando viu – ou sentiu – o triângulo pela primeira vez?</p>
<div id="attachment_222457" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222457" class="size-full wp-image-222457" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Robson-Gracie.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Robson-Gracie.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Robson-Gracie-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Robson-Gracie-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Robson-Gracie-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-222457" class="wp-caption-text">Robson celebra em família mais uma vitória no Jiu-Jitsu.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-grande-mestre-robson-gracie-aprendeu-o-triangulo-no-jiu-jitsu-em-idos-de-1958/">O dia em que mestre Robson aprendeu o triângulo, em idos de 1958</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A saída da gravata que Leão Teixeira aprendeu com Carlson Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 10:07:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aluno de Rolls Gracie, o faixa-coral Leão Teixeira é um dos grandes expoentes do Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro. Para a aula de hoje, Leão preparou uma saída da gravata que aprendeu com o mestre Carlson Gracie.  “O Carlson dizia que esta era a defesa predileta dele, de todas que aprendeu com seu tio Helio”,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239375" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239375" class="size-large wp-image-239375" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-15-at-18.59.08-1024x556.jpeg" alt="" width="650" height="353" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-15-at-18.59.08-1024x556.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-15-at-18.59.08-300x163.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-15-at-18.59.08-768x417.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-15-at-18.59.08-150x81.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-15-at-18.59.08.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239375" class="wp-caption-text">Leão Teixeira ensina saída da gravata que aprendeu com Carlson Gracie. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Aluno de Rolls Gracie, o faixa-coral<a href="https://www.instagram.com/leaoteixeira.jiujitsu/"> Leão Teixeira</a> é um dos grandes expoentes do Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro. Para a aula de hoje, Leão preparou uma saída da gravata que aprendeu com o mestre Carlson Gracie. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O Carlson dizia que esta era a defesa predileta dele, de todas que aprendeu com seu tio Helio”, recorda Leão Teixeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Repare que o primeiro passo ensinado por mestre Leão Teixeira é manter o equilíbrio para não ser derrubado pelo adversário. Em seguida, Leão coloca uma mão no quadril e a outra um pouco acima da panturrilha do oponente. Depois, ajoelha com a perna de trás para desequilibrar o agressor. Ao cair por cima, o faixa-coral monta, pressiona o rosto do adversário com o pulso e se desvencilha da pegada. Na sequência, Leão encaixa o armlock.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a aula no vídeo abaixo, e bons contra-ataques.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/v79Mr_mwIck" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-saida-da-gravata-que-leao-teixeira-aprendeu-com-carlson-gracie/">A saída da gravata que Leão Teixeira aprendeu com Carlson Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que o Senado parou para aplaudir o professor Helio Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 00:12:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No senado brasileiro, discursaram Arthur Vigílio Neto, Euclides Pereira, João Alberto Barreto, Luiz Fux, Osvaldo Alves, Marcelo Itagiba, Pedro Valente, Reila Gracie, Rickson e Wallid Ismail, entre outros.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231943" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231943" class="wp-image-231943 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1.jpg" alt="O faixa-vermelha Helio Gracie em casa. Foto de Gustavo Aragão" width="940" height="613" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-768x501.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-231943" class="wp-caption-text">O faixa-vermelha Helio Gracie em casa. Foto de Gustavo Aragão</p></div>
<p>Em novembro de 2009, grande mestre Helio Gracie foi homenageado como herói, mestre que mudou vidas e grande esportista, pelos senadores do país.</p>
<p>Em sessão especial liderada por <span class="yt-core-attributed-string yt-core-attributed-string--white-space-pre-wrap"><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Arthur Vigílio Neto (&#8220;Admito que já quis lutar Jiu-Jitsu algumas vezes aqui no Senado, mas isso ia ferir o decoro&#8221;), estavam presentes de colarinho e gravata campeões como os invictos lutadores de vale-tudo Euclides Pereira, João Alberto Barreto e Rickson Gracie, o ministro Luiz Fux, mestres Reyson Gracie (aplaudido a 1h17min do vídeo), Osvaldo Alves, Marcelo Itagiba e Pedro Valente, a historiadora Reila Gracie e Wallid Ismail, entre outros. No plenário, vê-se várias pessoas de kimono.<br />
</span></span></p>
<p>Várias fotos preciosas de mestre Helio, clicadas por Gustavo Aragão pela GRACIEMAG, foram exibidas no telão durante a cerimônia.</p>
<p>Aos 40 minutos, o senador Arthur foi às lágrimas ao recordar de uma &#8220;luta&#8221; mental de três meses que Helio Gracie travou com o filho de criação Rolls, por conta das grandes farras que eles faziam no apartamento do velho mestre quando esse viajava para o sítio.</p>
<p>Já Marcelo Itagiba, Eduardo Suplicy, Reila Gracie e Pedro Valente lembraram a importância para a saúde dos exercícios e da boa alimentação. Já Rickson ensinou sobre conceitos que aprendeu desde jovem, como a sorte, o medo e a autoconfiança (ver em 1h43min).</p>
<p>Confira o vídeo raro desta grande aula de Jiu-Jitsu no Senado, com diversos ensinamentos disseminados em vida por Helio Gracie.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Hélio Gracie é homenageado pelo Senado Federal - 17/11/2009" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/BYprtVwwe1A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-senado-parou-para-aplaudir-o-professor-helio-gracie/">O dia em que o Senado parou para aplaudir o professor Helio Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A palavra do mestre, com a fera Marcio Macarrão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 22:44:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marcio Stambowsky jamais quis saber de parar de aprender. Para verificar isso, bastava dar uma espiada na sua faixa-coral bem desgastada, recém substituída na hora certa pela novíssima faixa vermelha-e-branca, recebida em junho de 2017 pelo célebre pupilo de Rolls Gracie. Mestre “Macarrão”, apelido que ganhou nos tempos de surfista em Ipanema, jamais perdeu o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240247" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240247" class="size-full wp-image-240247" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-16-at-19.35.48.jpeg" alt="" width="800" height="592" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-16-at-19.35.48.jpeg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-16-at-19.35.48-300x222.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-16-at-19.35.48-768x568.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-16-at-19.35.48-150x111.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-240247" class="wp-caption-text">Neiman, Marcio Macarrão e Deborah Gracie. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Marcio Stambowsky jamais quis saber de parar de aprender. Para verificar isso, bastava dar uma espiada na sua faixa-coral bem desgastada, recém substituída na hora certa pela novíssima faixa vermelha-e-branca, recebida em junho de 2017 pelo célebre pupilo de Rolls Gracie. Mestre “Macarrão”, apelido que ganhou nos tempos de surfista em Ipanema, jamais perdeu o gosto de dar um rolinha com os amigos e alunos, e até hoje faz questão de praticar as guardinhas modernas utilizadas nos torneios da IBJJF.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro aprendizado grande para Stambowsky, atualmente, tem sido à beira da grade do Bellator, acompanhando Neiman, seu filho de 34 anos com Carla Gracie – ele já coleciona 12 triunfos, nove por finalização. Macarrão conta a seguir as lições que tem extraído das vitórias do filhão, e desfia outras histórias após mais de 40 anos de Jiu-Jitsu. “Treino com o Neiman desde os 3 anos. Antes eu montava nele e mandava ele bater. Hoje é ele que monta em mim. É o ciclo da vida, os tempos vão passando, e o galo jovem vai virando o galo forte da tribo”, brinca o mestre carioca, hoje radicado nos EUA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em entrevista ao repórter Marcelo Dunlop, o mestre listou o que aprendeu de melhor até hoje. <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/">Assine aqui para ler mais artigos como este.</a></span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Você começou a treinar Jiu-Jitsu em 1975 e recebeu a faixa vermelha-e-branca. O que tem aprendido nesta nova fase da vida, acompanhando as lutas do Neiman Gracie no Bellator?</strong></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">MARCIO MACARRÃO:</span></i><span style="font-weight: 400;"> É um prazer estar falando com GRACIEMAG. Olha, cada luta dele tem sido um aprendizado imenso. É uma adrenalina gigantesca, mas acho que estou conseguindo administrar melhor esse nervosismo a cada combate. Já fui córner dele umas quatro vezes, mas realmente não gosto. O que me acalma um pouco é perceber que a determinação, a garra e a vontade dele são grandes e genuínas. E, claro, o fato de que ele está treinando sempre muito forte com seus companheiros, lá no time duríssimo do Renzo em Nova York, me passa mais tranquilidade, pois vejo que ele está pronto para os desafios que aparecem. Quando ele me vê nervoso, diz: “Pô pai, fica nervoso não que estou de boa”. Sou fã do Neiman, tenho muito orgulho dele. E, quando um pai vê que o filho se dedicou para estar ali, e realmente gosta do que está fazendo, a adrenalina dá lugar a outros sentimentos. Neiman é um casca-grossa e tem provado isso: já foi posto a testes duros algumas vezes, como em sua segunda luta (contra Dustin Holyko) e mostrou que resiste bem.</span></p>
<p><strong>E ele já esbanjava a vontade de competir desde garoto?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Neiman, quando tinha 5 anos, me dizia: “Quero um dia lutar no Japão!” Já estava vidrado ao ver os primos e tios lutando no Pride FC, o Royce, Ryan, Renzo, Ralph… Eu brinco com ele de Jiu-Jitsu desde os 3 anos, mas ele começou a se preparar de verdade na adolescência, sempre teve a mente aberta e muita vontade de aprender tudo relativo a lutas. Por exemplo: quando garoto, ia até Copacabana no Manimal para se testar no muay thai. No fim das contas, acredito que o ingrediente mais importante para você atingir o sucesso em qualquer atividade da vida é o amor. Ter amor por alguma coisa é o primeiro passo, só assim você passa a se dedicar, de fato, a tentar fazer da melhor maneira, a procurar se superar e aprender cada detalhe. E isso percebo que ele tem dentro dele. É caseiro, está há anos casado… Ou seja, vive para a luta e tem muito foco fora da academia também.</span></p>
<p><strong>Competir no Jiu-Jitsu desde criança foi vital para ele hoje, tecnicamente?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem dúvida, mas creio que a maior vantagem que os campeonatos de Jiu-Jitsu deram a ele foi a experiência, apesar da pouca idade. Com os torneios ele adquiriu tranquilidade, aquela capacidade de se acalmar na hora do perigo que salva o lutador de MMA. A parte psicológica dele é forte graças às competições de Jiu-Jitsu, e desde pequeno ele se mostrou muito raçudo, muito valente.</span></p>
<p><strong>É verdade que o Jiu-Jitsu também entrou na sua vida quase como brincadeira?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois é. Eu gostava muito de ver filmes do Bruce Lee, de soltar as pernadas e brincar de lutas com meu irmão e os amigos. Um dia meu amigo Maurição Gomes, hoje famoso mestre e pai do Roger, foi lá na minha casa no Leblon e nos embolamos de brincadeira. Mas naquela vez eu não consegui fazer nada com ele: ele me clinchou, me levou ao chão e me dominou, isso umas três vezes. “O que é isso, rapaz?”, eu me espantei. “É que agora estou fazendo Jiu-Jitsu, lá no João Alberto Barreto”, ele explicou. Fascinado com aquela novidade, falei com meu pai e ele me levou para treinar no Carlson. Quando cheguei lá, dei de cara com o Rolls, que dividia a academia com o Carlson, na recepção. A figura dele me causou uma grande impressão – era novinho, já de faixa-preta na cintura, simpático e magrinho. Ele me mostrou a academia e me matriculei na hora. Lembro que ainda explicou: “Os horários são diferentes. Você quer ser aluno meu ou do meu irmão Carlson?”. Não entendi direito e disse que tanto fazia. Mas ao olhar para o Rolls reparei que ele tinha um olhar forte, penetrante, e desconfiei que tinha falado besteira: “Não, olha, eu quero ser seu aluno”, emendei. Nem tinha ouvido falar do Rolls antes. Depois o Maurição acabou vindo treinar com a gente.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8qIoHLiWue0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Você começou a treinar naquele mesmo dia?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não, o Rolls não tinha kimono para vender e me falou para comprar ali numa loja de judô, perto da academia Cordeiro. No dia seguinte voltei. E desde aquela primeira aula do Rolls fiquei apaixonado pelo Jiu-Jitsu. Percebi que era uma atividade que eu poderia realmente aprender, não era nada mirabolante mesmo para uma criança. Era curioso porque naquela época o Jiu-Jitsu era somente uma arte marcial, não era visto como esporte pois não havia quase competições. E o MMA nem existia.</span></p>
<p><strong>O que você aprendeu nas primeiras aulas, mestre?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Rolls me pôs para aprender apenas defesa pessoal em pé e no chão, nas primeiras 45 aulas que tive. Defesa de gravata, quedas, paulada etc. Acredito que aquilo me deu uma base muito sólida para o meu Jiu-Jitsu, pois são nessas 45 aulas que o aluno compreende profundamente o sistema de alavancas do Jiu-Jitsu na prática. É a partir do momento que você entende o que está fazendo, que entende o que está buscando, que o aperfeiçoamento se torna possível e se acelera. Não se pode “decorar” na aula de Jiu-Jitsu.</span></p>
<p><strong>Dá para comparar os alunos daquele tempo, os anos 1970/80, com os seus alunos de hoje em dia? Eles buscam as mesmas respostas, quando procuram o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Creio que na América muitos dos meus alunos buscam a arte para saciar um lado esportivo, de disputas, que eles costumam desenvolver nos tempos de universidade. Mas muitos jovens e senhores continuam se matriculando para saberem se defender, como antigamente. Mas o Jiu-Jitsu é muito amplo, e pode ser ensinado em três partes um pouco diferentes: a defesa pessoal; o Jiu-Jitsu esportivo, com ou sem kimono; e o Jiu-Jitsu aplicado para o MMA, uma aula mais específica para atletas que buscam ser profissionais. Mas acho que todo aluno busca conhecimento: conhecer a técnica, conhecer a si mesmo.</span></p>
<p><strong>Você buscou o Jiu-Jitsu para quê?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aprender meios de me defender mesmo. Como eu era o terceiro irmão mais novo, o bullying já começava dentro de casa. E nunca foi fácil ser criança no Rio de Janeiro. Eu gostava de surfar em Ipanema, perto de casa, e os mais novos também eram intimidados. Depois que comecei a treinar eu ficava até torcendo para algum surfista vir tentar alguma coisa comigo! Mas o bullying acabou rápido; em casa, fiz um dia meu irmão mais velho batucar 200 vezes… Na praia alguém comentou que eu competia e treinava no Rolls, então nunca mais mexeram comigo. Passaram até a me incentivar: “Vai que essa onda é sua!” (risos).</span></p>
<p><strong>Qual foi a luta mais marcante da sua carreira?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Houve algumas, uns tira-teimas na academia. Mas lembro de uma das primeiras lutas que fiz, eu ainda estava começando como competidor. Eu puxei para a guarda, pus na fechada, estrangulei e o cara dormiu. O Rolls a partir daí ficava brincando comigo: “Vamos lá, usa a poderosa!”. Eu gostava muito também de raspar e cair montado, já pegando o braço. Aqui na América hoje o pessoal até apelidou de “Macarrão sweep”.</span></p>
<p><strong>Você sempre foi considerado um mestre das raspagens. O que acha das guardas modernas?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu acho que tem muita novidade mas metade do que estamos vendo aí já existia antigamente, fica sendo usado por um tempo depois é esquecido… E depois volta com força, é normal. O que muda são os apelidos da posição. Os detalhes realmente novos e modernos eu gosto de experimentar. Penso como um médico: se um doutor ficar 20 anos sem estudar ele se torna obsoleto. Meu jogo sempre foi de guarda fechada, tive uma guarda poderosa como competidor, mas não gosto de ensinar somente o que funciona no meu jogo, eu passo ao aluno uma visão geral, inclusive técnicas modernas. Só não gosto de firulas. Hoje em dia, inclusive, mais velho, estou virando até mais passador.</span></p>
<p><strong>Algum outro episódio sensacional que você guarde com mais carinho?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais sensacional de tudo foi poder ter feito parte dessa história, do início da saga do Jiu-Jitsu. Foi um tempo romântico e muito bacana, em que ninguém conhecia a arte suave. Sempre acreditei que o Jiu-Jitsu cresceria muito e chegaria longe, mas todo dia eu me espanto ao ver a proporção que a arte atingiu nos dias de hoje, algo fenomenal. </span></p>
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		<title>The lessons of Rolls Gracie, who died young and changed the history of BJJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 02:05:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[First published in 2010.] &#160; &#160; &#160; It was a windless weekend in Visconde de Mauá, a region of Rio de Janeiro known for its breathtaking valleys and waterfalls. Not a hang glider could be seen in the sky. Even so, Rolls insisted on taking flight. “Hey, champ. Lift the wing so I can adjust&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[First published in 2010.]</p>
<div id="attachment_194179" style="width: 917px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194179" class="size-full wp-image-194179" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/Rolls-Gracie-treina-defesa-pessoal-com-Mauricao-Gomes-pai-de-Roger-Gracie.jpg" alt="Rolls Gracie em demonstração de Jiu-Jitsu e defesa pessoal com seu aluno Maurição Gomes, hoje faixa-coral e paizão da fera Roger Gracie. Foto: Portal Rollsgracie.com" width="907" height="614" /><p id="caption-attachment-194179" class="wp-caption-text">Rolls Gracie in a demonstration with his student Maurição Gomes. Rollsgracie.com</p></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-209603 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-Copia.jpg" alt="" width="1594" height="2094" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-Copia.jpg 1594w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-Copia-228x300.jpg 228w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-Copia-768x1009.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-Copia-779x1024.jpg 779w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-Copia-114x150.jpg 114w" sizes="auto, (max-width: 1594px) 100vw, 1594px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-209604 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1.jpg" alt="" width="1589" height="2090" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1.jpg 1589w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-228x300.jpg 228w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-768x1010.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-779x1024.jpg 779w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-1-114x150.jpg 114w" sizes="auto, (max-width: 1589px) 100vw, 1589px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-209605 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-3-Copia.jpg" alt="" width="1594" height="2090" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-3-Copia.jpg 1594w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-3-Copia-229x300.jpg 229w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-3-Copia-768x1007.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-3-Copia-781x1024.jpg 781w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-3-Copia-114x150.jpg 114w" sizes="auto, (max-width: 1594px) 100vw, 1594px" /></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-209609" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7.jpg" alt="" width="1593" height="2090" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7.jpg 1593w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-229x300.jpg 229w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-768x1008.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-780x1024.jpg 780w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-114x150.jpg 114w" sizes="auto, (max-width: 1593px) 100vw, 1593px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-209610" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-Copia.jpg" alt="" width="1594" height="2090" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-Copia.jpg 1594w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-Copia-229x300.jpg 229w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-Copia-768x1007.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-Copia-781x1024.jpg 781w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-7-Copia-114x150.jpg 114w" sizes="auto, (max-width: 1594px) 100vw, 1594px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-209611" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-4-Copia.jpg" alt="" width="1598" height="2090" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-4-Copia.jpg 1598w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-4-Copia-229x300.jpg 229w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-4-Copia-768x1004.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-4-Copia-783x1024.jpg 783w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2031/10/GM_160_PT_Rolls-4-Copia-115x150.jpg 115w" sizes="auto, (max-width: 1598px) 100vw, 1598px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-209613" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/GM_160_PT_Rolls-2.jpg" alt="" width="3182" height="2095" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/GM_160_PT_Rolls-2.jpg 3182w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/GM_160_PT_Rolls-2-300x198.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/GM_160_PT_Rolls-2-768x506.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/GM_160_PT_Rolls-2-1024x674.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/GM_160_PT_Rolls-2-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 3182px) 100vw, 3182px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_194180" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194180" class="size-full wp-image-194180" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/Rolls-Gracie-vence-campeonato.jpg" alt="Rolls Gracie vibra ao vencer mais um campeonato de Jiu-Jitsu. Foto: RollsGracie.com" width="1000" height="600" /><p id="caption-attachment-194180" class="wp-caption-text">RollsGracie.com</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_175236" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-175236" class="size-full wp-image-175236" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Rolls-Gracie-e-filhos-Foto-Acervo-Pessoal.jpg" alt="Rolls Gracie com os filhos Rolles e Igor. Foto: Acervo RollsGracie.com" width="640" height="581" /><p id="caption-attachment-175236" class="wp-caption-text">Rolls Gracie with sons Rolles and Igor: He had the biggest heart in the family, according to Helio Gracie. RollsGracie.com</p></div>
<hr />
<p>It was a windless weekend in Visconde de Mauá, a<br />
region of Rio de Janeiro known for its breathtaking<br />
valleys and waterfalls. Not a hang glider could be<br />
seen in the sky. Even so, Rolls insisted on taking<br />
flight. “Hey, champ. Lift the wing so I can adjust the harness,”<br />
he said to friend Luis Fernando, who, somewhat<br />
begrudgingly, did as he was told.</p>
<p>Luis still carries with him<br />
memory of the details from the<br />
scene: “Rolls made all the adjustments<br />
and took a running<br />
jump. The glider floated up<br />
a bit to the right, but quickly<br />
nosedived to the left and plummeted.<br />
Everyone entered in<br />
panic. I took off running down<br />
the hill, holding on to the overgrown<br />
brush. When I got near<br />
the glider Rolls’s eyes were<br />
open, pointed up and to the<br />
right. His arms were stiff, as<br />
though he’d fought to make the<br />
hang glider turn upwards. He<br />
looked to be intact, but he was<br />
already dead.”<br />
The accident happened on<br />
June 6, 1982. Rolls was 31 years<br />
old. He was survived by his wife<br />
and two sons. At that time he<br />
was already known to have left<br />
a precious legacy. Still, it was<br />
too early to measure just how<br />
precious. Now, about 30 years<br />
on, the heritage left to the Jiu-<br />
Jitsu community has become<br />
more distinct and inspires awe<br />
for its grandeur.<br />
Take as an example the<br />
championships that pack gym-<br />
nasiums across the continents.<br />
“I mirrored the value Rolls<br />
placed on championships when<br />
I founded the International<br />
Brazilian Jiu-Jitsu Federation,”<br />
admits Carlos Gracie Jr.<br />
So how does that play into<br />
the ebullience and professionalism<br />
in Jiu-Jitsu academies these<br />
days? Both Gracie Barra and Alliance<br />
(which bore further academies<br />
highly regarded in the<br />
world scene) were created by<br />
Rolls’s direct disciples. Romero<br />
Jacaré, the founder of Alliance,<br />
gets teary eyed whenever the<br />
Gracie comes up in conversation.<br />
“He is the reason for all the<br />
work we do,” he asserts.<br />
There are also cultural and<br />
philosophical facets to Rolls’s<br />
legacy. “I know a number of<br />
people who traded drugs for the<br />
cult of healthy living because<br />
of him,” recounts our columnist<br />
Álvaro Romano, creator of<br />
Ginástica Natural.<br />
In GRACIEMAG’s 2009<br />
launch of the “Lifestyle of the<br />
Jiu-Jitsu fighter” special issue,<br />
it was the story of Rolls’s life<br />
that served as guide from start<br />
to finish. On the occasion we<br />
addressed topics like “Forsake<br />
neither meals nor sleep”, “Preserve<br />
the family atmosphere”,<br />
“Stimulate healthy habits in others”,<br />
“Seek outdoor workouts”,<br />
“Travel as much as you can”,<br />
“Experience the feeling of freedom”,<br />
“Friendship comes first”,<br />
“Consume culture”, “You who<br />
criticize, where were you when<br />
it was time to do?”<br />
The first topic from that<br />
article, however, was the most<br />
intriguing: “Today is a beautiful<br />
day to die!” we wrote. “Every<br />
samurai would repeat the<br />
phrase upon awaking. Do your<br />
best to make sure it doesn’t happen,<br />
but life becomes easy when<br />
you’re prepared for the worst.”<br />
Upon further evaluation of<br />
the topic, we may very well have<br />
made a mistake.<br />
The fact of the matter is<br />
that Rolls was prepared to take<br />
on the most maligned of adversaries<br />
in the ring – his perfect<br />
technique is also part of the<br />
heritage the Gracie left us. It<br />
was he who started studying<br />
other styles of fighting, adapting<br />
concepts “external” to Jiu-Jitsu.<br />
He practiced sambo, judo, wrestling…<br />
Not to mention sports of<br />
other natures, like Olympic-style<br />
gymnastics, surfing, running,<br />
swimming. Rolls assimilated<br />
the best of the techniques his<br />
ancestry had to offer and was<br />
crowned grand champion of the<br />
Gracie family during the 1970s.<br />
His death came by challenging<br />
something inane, though: the<br />
law of gravity.<br />
That’s the topic’s supposed<br />
mistake. Being prepared<br />
for the worst is not enough. We<br />
need to be prepared for everything,<br />
even that which we do<br />
not fear. Trifling, yet underestimated,<br />
adversaries attack when<br />
least expected. Sometimes<br />
those attacks rob us of our lives.<br />
You just read the first thing<br />
we learned when delving into<br />
the legacy of the mythical Rolls<br />
Gracie. We list another five lessons<br />
to come. Read, reflect and<br />
make what you can of them!</p>
<p>1. Don’t shut yourself<br />
off<br />
Rolls grew up in the ebullition<br />
of the sixties. He was young<br />
during the “Age of the young.”<br />
That makes a major difference<br />
when we compare him to his<br />
great-champion predecessors<br />
in the Gracie family, who were<br />
tuned in to generations of much<br />
more conservative customs originating<br />
from a time when there<br />
was little notion of word “adolescence”.<br />
Rolls afforded himself<br />
contact with the outside world<br />
in transformation. He respected<br />
the finest of his family’s traditions<br />
and the martial art they<br />
represented, but he knew well<br />
how to assimilate the virtues of<br />
modernity and retransmit them.<br />
As much as this adaptation<br />
to new times seems to<br />
be a natural and logical move,<br />
not everybody works that way.<br />
Quite the contrary. Not few are<br />
those who put up impregnable<br />
barriers to the new; those who<br />
shut themselves off to experimentation;<br />
those who “stop in<br />
time.” Rolls had an open mind.<br />
Perhaps knowing that helps to<br />
understand the “great achievement”<br />
so many black belts attribute<br />
to him: “Rolls modernized<br />
Jiu-Jitsu,” they are steadfast in<br />
claiming.<br />
Yes, the Gracie urged<br />
championships in different formats<br />
(in the seventies he was<br />
already filming competitions<br />
to study the matches with his<br />
students back at the academy),<br />
practiced other styles of fighting,<br />
linked Jiu-Jitsu with radical<br />
sports (it’s worth noting radical<br />
sports in those days didn’t<br />
have the appeal they do today),<br />
disseminated new techniques<br />
and fighting methods, traveled<br />
the world (his mother worked<br />
for Lufthansa, meaning he had<br />
plenty of opportunity to become<br />
acquainted with different<br />
cultures), adapted the lingo of<br />
the academy to the lingo of the<br />
burgeoning youth culture, and<br />
thus reached out to all the niches<br />
of his generation. All that he did<br />
while keeping within the bounds<br />
of adult formality and still giving<br />
wings to the boyish freedom that<br />
pulsated inside him. Rather than<br />
simply repeat, Rolls renovated.<br />
2. Push the pace<br />
Much of Jiu-Jitsu’s magic<br />
comes down to the demonstration<br />
that weakly men (“dead<br />
chickens,” as Grandmaster Helio<br />
Gracie would say) can overcome<br />
much heavier and lengthier opponents.<br />
As taught by Jiu-Jitsu’s<br />
deacons, gentle art techniques<br />
make it so the “weak” can defend<br />
themselves without wearing<br />
out. The opponent wastes<br />
force and energy attacking in<br />
vain. With time he can be submitted<br />
with ease.<br />
Rolls bore the proportions<br />
of a weakly man, never weighing<br />
over 70 kg (155 lbs). Curiously,<br />
though, his style of fighting was<br />
more offensive than defensive,<br />
in constant motion always. Rolls<br />
didn’t want to wait for his opponent<br />
to tire. He’d shoot for the<br />
takedown. Should he end up on<br />
bottom, he’d push for the sweep,<br />
latch on to the legs, force his way<br />
on top… He was a fighter who<br />
looked to finish quickly and kept<br />
that as his aim. Rolls wanted<br />
to push the pace, wherever he<br />
would find himself. The style he<br />
lauded was one of progressive<br />
advancement, whether standing,<br />
on top or on bottom.<br />
3. Charisma is attitude<br />
Rolls’s talent and competitive<br />
spirit could have won him<br />
envy and enmities, respectively.<br />
Nevertheless, the Gracie is remembered<br />
for his having been<br />
unequivocally a standup guy.<br />
Within his family, like his father<br />
Carlos Gracie, he was seen as<br />
a reconciler. Among students<br />
and friends his was the role of<br />
leader; not a despot, but a guide<br />
who knows how to listen, encourage,<br />
teach and learn. Rolls<br />
loved kids. “Sometimes the<br />
phone would ring and it would<br />
be him asking me to go with<br />
him to the movies,” remembers<br />
Royler Gracie, who was 10 years<br />
old at the time. Always smiling<br />
and with captivating blue eyes,<br />
Rolls seemed to have mastered<br />
the art of oratory using the right<br />
words. “Once I’d just fought six<br />
matches at a competition, was<br />
exhausted, kind of lost my will<br />
to carry on, plunked down in<br />
a corner and complained, ‘I’m<br />
beat.’ He tapped me on my<br />
shoulder and said to me real<br />
loud: “Yeah, champ. Victory<br />
without sacrifice ain’t worth a<br />
thing.’ That brought me to my<br />
senses and I went on to win<br />
the rest of my matches,” recalls<br />
brother Rilion.<br />
“I stopped competing<br />
when Rolls died. Now I can see<br />
how important he was to me as<br />
stimulus. Truth be told I didn’t<br />
fight for me, but for him,” reminisces<br />
Carlos Gracie Jr. Always<br />
tuned in to nature, Rolls would<br />
take his students on unpretentious<br />
and inspiring runs up the<br />
Paineiras mountain road on<br />
Mondays. It was by endlessly<br />
accompanying and encouraging<br />
his group that the Gracie saw his<br />
student numbers multiply. Training<br />
didn’t boil down to technique.<br />
The philosophical part of<br />
the martial art was of the utmost<br />
importance to him. Rolls wasn’t<br />
just popular during his day, he<br />
was swarmed by groupies. He<br />
rubbed elbows with opinion<br />
formers from the various subdivisions<br />
of Carioca society in the<br />
seventies. It wasn’t a question of<br />
charisma. Rolles Gracie the myth<br />
was the result of a good heart<br />
and plenty of attitude.<br />
4. Live intensely<br />
“On a Friday night he’d ask<br />
himself: ‘I don’t know whether I<br />
should go to Búzios, Teresópolis<br />
or New York…’ And the worst<br />
part was that he was really in<br />
doubt, not just showing off,”<br />
recalls friend Ricardo Azoury. In<br />
a lifetime of little over 30 years<br />
Rolls competed, taught, trained,<br />
lifted, surfed, flew, traveled, rode<br />
horses, wed, had kids, dedicated<br />
time to family and friends, studied,<br />
learned, loved, and enriched<br />
Jiu-Jitsu. He left a legacy. He did<br />
all that as intensely as possible.<br />
The interesting part is how he<br />
managed to reconcile his penchant<br />
for life’s energies with<br />
highly disciplined habits, like<br />
sleeping eight hours every night<br />
and adhering to the Gracie Diet.<br />
He was an outstanding manager<br />
of time. He made more of three<br />
decades of life than most people<br />
who make it to their eighties.<br />
5. Challenge yourself<br />
Po s s e s s ed wi th the<br />
dogged spirit of an adventurer,<br />
Rolls wouldn’t settle into comfort<br />
zones. That’s why he was always<br />
challenging himself. If there<br />
were no more opponents for him<br />
at Jiu-Jitsu tournaments, he’d<br />
look to another fighting style. “I<br />
was a kid, and someone showed<br />
up at the academy talking of<br />
some karate championship that<br />
weekend,” remembers Royler.<br />
“To that Rolls responded, ‘So<br />
sign us up.’ I didn’t get it at all;<br />
that’s how he was, he was down<br />
for anything.”<br />
By constantly leaving himself<br />
open to provocations, Rolls<br />
reached an astounding level of<br />
personal evolution. “Persistence<br />
made a phenomenon of him,”<br />
was Carlson’s assessment. Osvaldo<br />
Alves adds: “Anybody<br />
who says there was anyone even<br />
near his level isn’t being fair.<br />
Rolls was thirty years ahead of<br />
everybody else.” Grandmaster<br />
Robson Gracie’s conclusion is<br />
that “Rolls was Jiu-Jitsu’s best<br />
of all times.”</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-rolls-gracie-o-faixa-preta-que-morreu-jovem-e-mudou-a-historia-do-jiu-jitsu/">The lessons of Rolls Gracie, who died young and changed the history of BJJ</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Get to know the origin and history of the triangle, the most Brazilian of BJJ moves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Aug 2017 15:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jigoro Kano]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[ Translated from an article by Willian von Söhsten – journalist and student of semiotics; black-belt under Cícero Costha and teacher at Team Nogueira in Ribeirão Preto, Brazil ] The triangle isn&#8217;t a move exclusive to BJJ, or even an invention of ours. But the technique of wrapping an opponent&#8217;s neck with the legs has&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/learn-the-origin-and-history-of-the-triangle-the-most-brazilian-of-bjj-moves/">Get to know the origin and history of the triangle, the most Brazilian of BJJ moves</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203250" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203250" class="size-full wp-image-203250" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/bruno-triangulo.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/bruno-triangulo.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/bruno-triangulo-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/bruno-triangulo-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-203250" class="wp-caption-text">Brazilian champion Bruno Frazatto sinks a triangle. Ivan Trindade</p></div>
<p class="p1"><em>[ Translated from an article by Willian von Söhsten – journalist and student of semiotics; black-belt under Cícero Costha and teacher at Team Nogueira in Ribeirão Preto, Brazil ]</em></p>
<p class="p1">The triangle isn&#8217;t a move exclusive to BJJ, or even an invention of ours. But the technique of wrapping an opponent&#8217;s neck with the legs has become a sort of calling card of the gentle art. For some reason, our beloved triangle found on Brazilian soil the ideal conditions to spread and be perfected. Some of these reasons? Its effectiveness and power to tame any big attacker.</p>
<p class="p1">In a recent article published on the Valente brothers&#8217; website, Julian Ortega remembered the origin of the technique.</p>
<p class="p1">In judo it is known as <i>sankaku jime</i> (&#8216;choke through triangle&#8217;). It&#8217;s hard to say who invented the move, but research points to Master Tsunetane Oda, one of Jigoro Kano&#8217;s followers who liked training on the ground the most. Master Oda is also one of the chief names in Kosen judo &#8212; a branch more focused on ground fighting, but connected to the Kodokan, like a school within a school.</p>
<p class="p1">The triangle likely began its journey in BJJ dojos thanks to the restlessness of Rolls Gracie, who, always hungry for new techniques, may have discovered it in an old judo book.</p>
<p class="p1">Grandmaster Pedro Valente was one who attested to that. He said he had never seen the move performed by a member of the Gracie family before the 70s, despite newspaper records showing that it was known by Japanese fighters who lived in Brazil, like Geo Omori, Takeo Yano and Yasuichi Ono.</p>
<p class="p1">Ono even fought Helio Gracie in 1935, and the paper that announced the match showed a picture of Ono doing the leg choke in a training session. He and Helio drew.</p>
<p class="p1">One of the oldest videos where the triangle is depicted is from 1954. The scene shows Master Tsunetane Oda applying a large number of variations to the technique. It is possible to notice that, in the execution of the move with the back on the ground, the opponent&#8217;s arm is not crossed, but straight, ready for an armbar. Many subsequent videos show the triangle being performed in the same way.</p>
<p class="p1">Therefore, all signs point to BJJ being responsible for refining the move, as the act of crossing one&#8217;s opponent&#8217;s arm reduces the space between the shoulder and neck, considerably increasing the pressure applied by the legs around the throat.</p>
<p class="p1">The triangle would eventually become famous by the legs of Royce Gracie, when he caught Dan Severn&#8217;s neck at UFC 4 in 1994. The 79kg fighter choking his 115kg counterpart caused quite a stir. Since then, the triangle has been a trademark of BJJ fighters worldwide.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/learn-the-origin-and-history-of-the-triangle-the-most-brazilian-of-bjj-moves/">Get to know the origin and history of the triangle, the most Brazilian of BJJ moves</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu: o que Carlos Gracie Jr aprendeu com seus mestres Carlos, Helio e Rolls</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 15:46:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Líder da Gracie Barra e da Federação Internacional de Jiu-Jitsu (IBJJF), Carlos Gracie Jr. bebeu da mais pura fonte da arte suave ao longo da vida, e transformou os ensinamentos recebidos em uma rede de academias que está nos quatro cantos do mundo. Não era para menos. Carlinhos teve como mentores nomes como Carlos Gracie&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-o-que-carlos-gracie-jr-aprendeu-com-seus-mestres-carlos-helio-e-rolls/">Jiu-Jitsu: o que Carlos Gracie Jr aprendeu com seus mestres Carlos, Helio e Rolls</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_147111" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie2-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147111" class="size-full wp-image-147111" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie2-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie2-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-147111" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Jr. em foto de Luca Atalla.</p></div>
<p>Líder da Gracie Barra e da Federação Internacional de Jiu-Jitsu (IBJJF), Carlos Gracie Jr. bebeu da mais pura fonte da arte suave ao longo da vida, e transformou os ensinamentos recebidos em uma rede de academias que está nos quatro cantos do mundo.</p>
<p>Não era para menos. Carlinhos teve como mentores nomes como Carlos Gracie e Helio Gracie, grandes mestres de Jiu-Jitsu, e também o saudoso Rolls Gracie. De cada um dos lendários professores, Carlinhos pode aprender um pouco, e a fusão dessas filosofias fez o mestre que ele é hoje.</p>
<p>No vídeo abaixo, Carlos Gracie Jr. revela quais os grandes ensinamentos ele teve de cada professor, e como ele reproduziu o conhecimento para seus alunos. Confira e aprenda com a mais pura mentalidade do Jiu-Jitsu!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carlos Gracie Jr. revela como aprendeu Jiu-Jitsu e criou o método Gracie Barra" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/3hy1dmBFlSg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-o-que-carlos-gracie-jr-aprendeu-com-seus-mestres-carlos-helio-e-rolls/">Jiu-Jitsu: o que Carlos Gracie Jr aprendeu com seus mestres Carlos, Helio e Rolls</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conheça a origem e a história do triângulo, o golpe mais brasileiro do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2017 12:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[  Texto: Willian von Söhsten – Jornalista com pós-graduação em semiótica, faixa-preta de Cícero Costha e professor de Jiu-Jitsu da Team Nogueira em Ribeirão Preto, SP  ] O triângulo não é um golpe exclusivo do Jiu-Jitsu brasileiro, ou sequer é invenção nossa. Mas a técnica de envolver o pescoço do oponente com as pernas passou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98824" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-98824" class="size-full wp-image-98824" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Bruno-3.jpg" alt="Bruno Frazatto finaliza no triângulo na seletiva do WPJJ em Gramado, em 2012. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Bruno-3.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Bruno-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Bruno-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-98824" class="wp-caption-text">Faixa-preta campeão brasileiro, o guardeiro Bruno Frazatto encaixa o triângulo. Foto: Ivan Trindade.</p></div>
<p><em><br />
[  Texto: Willian von Söhsten – Jornalista com pós-graduação em semiótica, faixa-preta de Cícero Costha e professor de Jiu-Jitsu da Team Nogueira em Ribeirão Preto, SP  ]</em></p>
<p>O triângulo não é um golpe exclusivo do Jiu-Jitsu brasileiro, ou sequer é invenção nossa. Mas a técnica de envolver o pescoço do oponente com as pernas passou a ser um grande cartão de visitas da arte suave. Por algum motivo, o nosso amado triângulo encontrou em solo brasileiro as condições ideais para proliferar, e ser aperfeiçoado. Alguns dos motivos? Sua eficácia e sua capacidade de amansar qualquer ofensor grandalhão.</p>
<p>Em artigo recente publicado no site dos irmãos Valente, o faixa-preta <a href="http://www.graciemiami.com/blog/2017/1/15/the-triangle-revolution" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Julian Ortega relembrou a origem da técnica</a>.</p>
<p>No judô, ele é conhecido como sankaku jime, ou “estrangulamento através do triângulo” na tradução. É difícil dizer quem de fato inventou o golpe, mas pesquisas apontam para o mestre Tsunetane Oda, um dos seguidores de Jigoro Kano que mais gostava de treinar no solo. Mestre Oda é também um dos principais nomes no Kosen Judô, uma vertente mais focada nas lutas de chão, porém ligada a Kodokan, como uma escola dentro de outra.</p>
<p>Ao que tudo indica, o triângulo começou sua trajetória nos dojôs de Jiu-Jitsu graças à inquietude de Rolls Gracie, que sempre ávido por aprender novas técnicas teria redescoberto o movimento num livro antigo de judô.</p>
<p>Grande mestre Pedro Valente era um que corroborava com a história: o faixa-vermelha afirmava que jamais vira o golpe ser executado pelos membros da família Gracie antes da década de 1970, apesar de registros em jornais mostrarem que a técnica era de fato conhecida por lutadores japoneses que viviam no Brasil, como Geo Omori, Takeo Yano e Yasuichi Ono.</p>
<p>Ono chegou a enfrentar Helio Gracie em 1935, e o jornal que anunciava o combate veiculava foto do japonês aplicando o estrangulamento com as pernas durante um de seus treinos. A luta entre Ono e Helio, por sinal, terminou empatada.</p>
<p>Um dos vídeos mais antigos onde o triângulo é documentado data de 1954. A cena mostra o mestre Tsunetane Oda aplicando um grande número de variações da técnica. É possível perceber que na execução do movimento com as costas no chão o braço do adversário não fica cruzado, mas reto, pronto para se aplicar uma chave de braço. Muitos vídeos posteriores a este mostram o triângulo sendo executado da mesma forma.</p>
<p>Por isso, ao que tudo indica, o Jiu-Jitsu brasileiro foi o responsável por refinar o golpe, uma vez que o ato de cruzar o braço do adversário diminui o espaço entre o ombro e o pescoço, aumentando consideravelmente a pressão exercida pelas pernas no entorno da garganta.</p>
<p>A fama viria mesmo por obra de Royce Gracie, quando este enlaçou Dan Severn no UFC 4, em 1994, deixando o mundo chocado ao ver o jovem atleta de 79kg esganar o veterano de 115kg com as pernas. Desde então o triângulo tem sido marca registrada dos lutadores de Jiu-Jitsu mundo afora.</p>
<p>E você, amigo leitor, sabe aplicar quantas variações deste temível golpe ancestral?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1"><em>*** Artigo publicado originalmente em GRACIEMAG #241. Para não perder as melhores reportagens sobre o passado e o presente do Jiu-Jitsu, <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine logo sua revista favorita, aqui.</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/conheca-a-origem-e-a-historia-do-triangulo-o-golpe-mais-brasileiro-do-jiu-jitsu/">Conheça a origem e a história do triângulo, o golpe mais brasileiro do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mestre do surfe, Relson Gracie explica por que ficou anos sem falar com os irmãos Rolls e Rickson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 16:25:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Grande mestre de Jiu-Jitsu e fera no surfe, Relson Gracie tem mais de seis décadas de histórias envolventes para contar, seja sobre os tatames da arte suave, ou sobre as ondas da zona sul do Rio de Janeiro. Assim como o Jiu-Jitsu é um esporte que aproxima as pessoas, o surfe aproximou os irmão Relson&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Grande mestre de Jiu-Jitsu e fera no surfe, Relson Gracie tem mais de seis décadas de histórias envolventes para contar, seja sobre os tatames da arte suave, ou sobre as ondas da zona sul do Rio de Janeiro.</p>
<p>Assim como o Jiu-Jitsu é um esporte que aproxima as pessoas, o surfe aproximou os irmão Relson e Rolls Gracie, que enquanto jovens tiveram uma grande briga e se afastaram por cinco longos anos. Depois da confusão, uma prancha de surfe voltou a unir os herdeiros da família real do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Confira no vídeo abaixo os causos de Relson sobre as confusões já sanadas entre ele, Rolls e Rickson. O vídeo é creditado ao Portal 100kg.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="www.100kg.com.br: Relson Gracie conta porque ficou 5 anos sem falar com Rolls" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/fdbjFMKkYko?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mestre-do-surfe-relson-gracie-explica-por-que-ficou-anos-sem-falar-com-os-irmaos-rolls-e-rickson/">Mestre do surfe, Relson Gracie explica por que ficou anos sem falar com os irmãos Rolls e Rickson</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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