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	<title>Muhammad Ali | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Aug 2024 15:35:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Muhammad Ali | Graciemag</title>
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		<title>O legado e as lições do campeão olímpico Muhammad Ali</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 14:33:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Fui o mais rápido peso pesado — com os pés ou com as mãos que jamais existiu. Uma outra coisa: se você olhar fotos de todos os campeões anteriores, você percebe imediatamente que fui o campeão mais bonito de toda história. E juntando tudo isso, eu acabo sendo o maior, não é verdade?", diz Ali.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se o boxe contasse com um sistema de faixas, Muhammad Ali vestiria uma bela faixa-vermelha por cima do roupão, talvez com letras costuradas em dourado, como era de seu feitio, elegante e espalhafatoso ao mesmo tempo.&#8221; Assim começava um dos principais artigos de GRACIEMAG #237, em tributo ao saudoso Muhammad Ali, campeão olímpico e mito do pugilismo mundial.</p>
<p>Cinco anos depois de seu falecimento, nossa equipe relembra as lições de Ali, reunidas numa entrevista póstuma que gostaríamos de ter feito. Confira e aprenda com o mitológico Ali. Oss&#8230;</p>
<div id="attachment_233818" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233818" class="wp-image-233818 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/JoeEMartinCassiusClay1960.jpg" alt="Cassius Clay, depois Muhammad Ali, com seu treinador Joe Martin, no ano de 1960, quando venceu seu ouro olímpico em Roma" width="1280" height="880" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/JoeEMartinCassiusClay1960.jpg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/JoeEMartinCassiusClay1960-300x206.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/JoeEMartinCassiusClay1960-1024x704.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/JoeEMartinCassiusClay1960-768x528.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/JoeEMartinCassiusClay1960-150x103.jpg 150w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-233818" class="wp-caption-text">O peso pesado mais sorridente da história, durante treino com Joe Martin, em 1960. Naquele ano, o lutador americano venceria o ouro olímpico em Roma. Foto: Wikipedia</p></div>
<p>Nascido em 17 de janeiro de 1942, em Louisville, no Kentucky, ele recebeu o nome de seu pai, o pintor de cartazes Cassius Marcelus Clay. Aos 12 anos, Cassius Junior já era bem mais forte que o resto de sua turma, e tomou a decisão que mudaria sua vida e o cenário esportivo mundial: deixou o futebol americano e abraçou o boxe, determinado a ser o melhor lutador de todos os tempos. Aos 18, nos Jogos de Roma-1960, conquistou o ouro olímpico dos pesos pesados e quatro anos depois, ao superar Sonny Liston, tornou-se o grande campeão profissional de todos os pesos como havia previsto.</p>
<p>Amplamente homenageado após seu falecimento em 2016, o boxeador falou pelos cotovelos ao longo da carreira, e deu diversas entrevistas contundentes à imprensa – como o memorável bate-papo com o repórter Lawrence Linderman, em dezembro de 1975, publicado na revista “Playboy”.</p>
<p>GRACIEMAG sempre nutriu o sonho de entrevistar Ali, o que não foi possível, mas o Jiu-Jitsu nos ensinou a perseguir sempre o impossível. Neste artigo especial, imaginamos como seria a sonhada entrevista, baseada em respostas reais de Ali a Lawrence Linderman e a outros jornalistas. Apenas nossas perguntas são sonhadas, como se lê.</p>
<p><em><strong>GRACIEMAG: Quando você percebeu que queria ser um lutador?</strong></em></p>
<p>MUHAMMAD ALI: Além do boxe, a única coisa que pensei em fazer foi jogar futebol americano. Mas eu não gostava porque não havia publicidade pessoal: você tem que usar todo aquele equipamento e as pessoas nem podem te ver direito. Quem está lá em cima na arquibancada nem consegue te distinguir no meio de 22 homens correndo para lá e para cá. Mas no boxe, em cima do ringue, só há dois homens. Tomei esta minha decisão sobre os esportes aos 12 anos de idade, e me dediquei ao boxe porque os lutadores podem ganhar mais dinheiro do que outros atletas e não se tem interrupções pelo final da temporada como nos outros. E nunca me arrependi ou me lamentei desta decisão, porque quando você é o maior do mundo naquilo que está fazendo, como achar que devia fazer outra coisa?</p>
<p><em><strong>Por que topou aquela luta exótica contra o japonês Antonio Inoki, um wrestler, em junho de 1976?</strong></em></p>
<p>Por seis milhões de dólares, eis por quê.</p>
<p><em><strong>Suas bolsas giravam na casa dos milhões de dólares, e o boxe tornou você um homem rico. O que de mais valioso você conquistou?</strong></em></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/MuhammadAli/" target="_blank" rel="noopener">Muhammad Ali</a> é muito mais profundo que o boxe, meu filho. Como eu sempre dizia, a riqueza do homem está no conhecimento, não está no banco. Se estiver no banco, ele não a possui. Repare nos tigres, nos pássaros, e nos seres humanos: o que vale mesmo é a liberdade. Um dia eu escrevi: “O carcereiro está em pior situação do que o prisioneiro, porque, enquanto o corpo do prisioneiro está fechado, é a mente do carcereiro que está aprisionada”.</p>
<p><em><strong>Hoje no UFC vemos pesos leves que socam como pesos pesados. Já os pesos pesados soltam bombas de nêutron. Qual é a sensação de receber um soco forte como esses?</strong></em></p>
<p>Pegue um galho, um porrete, e dê com ele no chão com toda a força. Você vai sentir a sua mão vibrar, fazer boeeiiinnng. Levar um soco daqueles é o mesmo impacto, só que no corpo inteiro, e você leva uns dez a 20 segundos até se livrar do impacto. Se leva outro soco antes disso, começa outro boeeiiiinnng maior ainda.</p>
<p><em><strong>Como você continuava a comandar seu corpo e mente depois de uma bordoada daquelas?</strong></em></p>
<p>Você não consegue pensar, fica abobalhado, não sabe nem como foi parar ali em cima. Só que eu sempre fui autocondicionado, reagia automaticamente: levava um soco desses e mesmo sem pensar eu dançava, ou corria, ou me agarrava no sujeito, ou abaixava a cabeça. Eu apanhava volta e meia, mas Sugar Ray, Joe Louis, Rocky Marciano, todos também apanharam. Eles tinham uma coisa que a maioria dos lutadores não têm: capacidade de aguentar em pé até clarear a cabeça. Eu também tinha essa capacidade, e tive de usá-la nas duas primeiras lutas com Joe Frazier.</p>
<div id="attachment_233820" style="width: 796px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233820" class="size-full wp-image-233820" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Ali-Frazier.jpg" alt="" width="786" height="428" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Ali-Frazier.jpg 786w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Ali-Frazier-300x163.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Ali-Frazier-768x418.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Ali-Frazier-150x82.jpg 150w" sizes="(max-width: 786px) 100vw, 786px" /><p id="caption-attachment-233820" class="wp-caption-text">Ali encara Frazier, em foto promocional de 1974. Foto: Wikipedia</p></div>
<p><em><strong>Mas você era um craque na defesa. Como veio à mente aquela tática para derrotar George Foreman no Zaire, em 1974?</strong></em></p>
<p>Lembro que eu queria tanto recuperar o meu título que enfrentaria George Foreman até numa cabine telefônica. No fim do primeiro round, no entanto, senti que eu não ia aguentar aquele ritmo e que, o George, mais novo, aguentaria do jeito que a luta andava. Se eu fizesse sete ou oito rounds dançando, estaria sem resistência na hora de recorrer as cordas e George me pegaria de jeito. Resolvi ir para as cordas ainda inteiro, e assim fiz com que ele se cansasse. Foreman só sabia fazer isso: levar o outro pro córner e mandar soco. Se já estava fazendo aquilo, não sabia mais o que tentar. Mas achou, sempre, que no próximo round ia me acertar como queria. De repente, percebeu que já tinha jogado tudo e não tinha conseguido nada.</p>
<p><em><strong>Hoje vemos lutadores do UFC bons de briga e de provocações. Gosta de ver seu estilo aplicado pelos mais moços?</strong></em></p>
<p>Não pode haver menosprezo. O pior meio de menosprezar um adversário é não treinar duro para enfrentá-lo. Mas eu gosto de me lembrar do que eu dizia para os oponentes. Antes daquela luta com Foreman, quando o juiz dava instruções, eu avisei a ele: &#8220;Agora você está frito, não pode fugir mais. Está sozinho num ringue com o maior lutador de todos os tempos, meu filho. Desde menino que você me acompanha, quer me derrubar, quer ser o campeão, mas agora eu te peguei, campeãozinho de bosta. Vou te jantar aqui em cima&#8221;.</p>
<p><em><strong>Os melhores momentos de sua vida foram em cima do ringue?</strong></em></p>
<p>Meu maior prazer na vida é não ter nenhum compromisso marcado. Mas isso rarissimamente acontecia. Lutei boxe desde os 12 anos e os treinos eram duríssimos. Mas, quando eu pensava nos meus objetivos e no legado que queria deixar, eu preferia correr aquelas mesmas duas milhas todas as manhãs do que ficar dormindo mais um pouco.</p>
<p><em><strong>Você diria que o boxe está decadente?</strong></em></p>
<p>O boxe nunca vai morrer. A multidão vai aparecer na trilha dos profissionais, os ginásios sempre terão garotos sonhando em ser o campeão. E, de vez em quando, aparecerá um lutador sensacional.</p>
<p><em><strong>Acha que o seu nome vai virar lenda, após sua morte?</strong></em></p>
<p>A lenda de Muhammad Ali já está escrita, eu mesmo a escrevi.</p>
<p><em><strong>Qual foi seu principal ponto forte como atleta?</strong></em></p>
<p>Fui o mais rápido peso pesado — com os pés ou com as mãos que jamais existiu. Uma outra coisa: se você olhar fotos de todos os campeões anteriores, você percebe imediatamente que fui o campeão mais bonito de toda história. E juntando tudo isso, eu acabo sendo o maior, não é verdade?</p>
<p><em><strong>Como você gostaria de ser lembrado?</strong></em></p>
<p>Como um homem negro que ganhou o título mundial dos pesos pesados e que era bem-humorado e que tratava todo mundo bem. Como um homem que jamais tratou alguém de cima para baixo, muito menos os que o admiravam, e que ajudou o maior número de pessoas que lhe foi possível — não só financeiramente, mas na luta pela liberdade, por justiça, por igualdade. Como um homem que jamais feriria a dignidade de seu povo comportando-se de forma a deixá-lo constrangido. E se tudo isso for pedir muito, então acho que gostaria de ser lembrado apenas como o maior campeão do boxe, que se tornou um campeão do seu povo. E nem ao menos me incomodaria se as pessoas se esquecessem de como eu era bonito.</p>
<p>** Para ler mais artigos das <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener">revistas GRACIEMAG, clique aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-legado-e-as-licoes-do-campeao-olimpico-muhammad-ali/">O legado e as lições do campeão olímpico Muhammad Ali</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Gordon Ryan finaliza Gaudio e explica o estilo Gordon Ryan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 17:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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		<category><![CDATA[Ana Hissa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gordon Ryan não desapontou o público no Texas e os espectadores ligados no portal FloGrappling: garantiu seu cinturão peso pesado ao finalizar Patrick Gaudio em pouco mais de 14 minutos, em combate previsto para 30. Depois, pegou um baú trancado e mostrou que a finalização prevista era a mesma que aplicara segundos antes: a chave de braço, que ele arrochou após montar e pegar as costas de Patrick.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242322" style="width: 834px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242322" class="wp-image-242322 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gordon-Ryan-com-Rodolfo-e-Nicholas-Meregali-Foto-Acervo-Pessoal.png" alt="Gordon Ryan com o colega de treino Nicholas Meregali e o visitante de luxo Rodolfo Vieira. Foto: Acervo pessoal" width="824" height="742" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gordon-Ryan-com-Rodolfo-e-Nicholas-Meregali-Foto-Acervo-Pessoal.png 824w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gordon-Ryan-com-Rodolfo-e-Nicholas-Meregali-Foto-Acervo-Pessoal-300x270.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gordon-Ryan-com-Rodolfo-e-Nicholas-Meregali-Foto-Acervo-Pessoal-768x692.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gordon-Ryan-com-Rodolfo-e-Nicholas-Meregali-Foto-Acervo-Pessoal-150x135.png 150w" sizes="(max-width: 824px) 100vw, 824px" /><p id="caption-attachment-242322" class="wp-caption-text">Gordon Ryan em Austin, Texas, com o colega de treino Nicholas Meregali e o visitante de luxo Rodolfo Vieira. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p>No aniversário de 110 anos de grande mestre Helio Gracie, o Jiu-Jitsu fez a festa em Houston, Texas, nesse domingo 1º de outubro. O evento foi o grandioso Who’s Number One 20, com lutas e disputas de cinturões sem kimono, que marcou o retorno de Gordon Ryan aos tatames após 290 dias de ausência por problemas médicos. O americano precisou retirar as amígdalas e depois teve <a href="https://www.graciemag.com/gordon-ryan-celebra-retorno-aos-treinos-apos-quatro-meses-parado/" target="_blank" rel="noopener">problemas severos no estômago por conta dos antibióticos</a>.</p>
<p>Pois Ryan não desapontou o público no Texas e os espectadores ligados no portal FloGrappling: garantiu seu cinturão peso pesado ao finalizar Patrick Gaudio em pouco mais de 14 minutos, em combate previsto para 30. Depois, pegou um baú trancado e mostrou que a finalização prevista era a mesma que aplicara segundos antes: a chave de braço, que ele arrochou após montar e pegar as costas de Patrick.</p>
<p>Em entrevista recente a Ana Hissa e Adriano Albuquerque no canal Combate, Gordon distribuiu lições e reflexões sobre sua carreira.</p>
<p>O americano falou sobre sua fama de falastrão e por que tenta promover o esporte com sua língua e postagens afiadas:</p>
<p>“Eu na real só estou fazendo o que todo mundo devia estar fazendo, estou tentando carregar este esporte a um nível de fato profissional, para que as gerações futuras possam ganhar um bom dinheiro competindo”, refletiu Gordon.</p>
<p>“Certa vez o John Danaher conversou com a gente sobre lutadores que sabiam promover os eventos antes. E que, ao subir lá, faziam o oponente parecer um iniciante. Eram esses atletas, caras como Muhammad Ali ou Connor McGregor, que as pessoas queriam ver. Se você consegue envolver as emoções das pessoas, elas estarão dispostas a pagar qualquer coisa para ver você vencer ou perder. É isso que busco como competidor. Creio que nós trabalhamos mais duro que muita gente, e ainda tem campeão do ADCC que não ganha dinheiro nem para pagar o aluguel. Eu sou um cara gentil. Todo mundo diz: cara, ele é tão legal pessoalmente, mas é um babaca no Instagram! Bem, isso acontece porque 95% das minhas interações no Instagram são com pessoas que estão me atacando. Eu apenas os ataco de volta. Pessoalmente todos são legais comigo, e sou legal de volta. Eu não estou lá fingindo. Minha pessoa pública é somente uma versão um pouco amplificada de mim. Você precisa ser real, pois não consegue esconder quem é por muito tempo. Então meu conselho é ser autêntico, você precisa ser quem é de verdade. Mas sempre dá para aumentar o volume um pouco e extrair esse personagem disso”, concluiu o rei sem kimono.</p>
<p>Confira o card do evento no Texas:</p>
<h3><strong>WNO 20</strong><br />
<strong>Houston, Texas</strong><br />
<strong>1º de outubro de 2023</strong></h3>
<p>Gordon Ryan finalizou Patrick Gaudio na chave de braço aos 14min42s</p>
<p>GP meio-médio</p>
<p>Mica Galvão venceu PJ Barch no armlock voador aos 47s (finalização da noite) pelo cinturão</p>
<p>Andrew Tackett venceu PJ Barch na decisão mas se contundiu</p>
<p>Mica Galvao venceu Jay Rodriguez na decisão</p>
<p>GP dos penas</p>
<p>Diogo Reis venceu Gabriel Sousa na decisão dos jurados pelo cinturão</p>
<p>Gabriel Sousa finalizou Ash Williams chave de joelho a 11min07s</p>
<p>Diogo Reis venceu Keith Krikorian na decisão</p>
<p>Nathiely de Jesus venceu Rafaela Guedes na decisão dos jurados pelo cinturão</p>
<p>Elisabeth Clay venceu Brianna Ste-Marie na decisão dos jurados pelo cinturão</p>
<p>Rafael Lovato Jr. finalizou Riccardo Evangelista no triângulo aos 6min27s</p>
<p>Thaynara Victoria venceu Tiffany Butler na chave de pé a 8min40s</p>
<p>Steffan Banta finalizou Thomas Bracher no triângulo invertido aos 13min44s</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gordon-ryan-finaliza-gaudio-e-explica-o-estilo-gordon-ryan/">Gordon Ryan finaliza Gaudio e explica o estilo Gordon Ryan</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O adeus a Antonio Inoki, pioneiro e entusiasta do MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2022 16:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Inoki]]></category>
		<category><![CDATA[Jungle Fight]]></category>
		<category><![CDATA[karate]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-238727 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/800px-Antonio_Inoki_IMG_0398-2_20121224-1.jpg" alt="" width="800" height="810" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/800px-Antonio_Inoki_IMG_0398-2_20121224-1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/800px-Antonio_Inoki_IMG_0398-2_20121224-1-296x300.jpg 296w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/800px-Antonio_Inoki_IMG_0398-2_20121224-1-768x778.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/800px-Antonio_Inoki_IMG_0398-2_20121224-1-148x150.jpg 148w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Os fãs japoneses se despediram neste sábado – noite de sexta, 30 de setermbro – do político e ex-lutador Muhammad Hussain Inoki, popularmente conhecido como Antonio Inoki.</p>
<p>Aos 79 anos, Inoki morreu em casa. O patrono de eventos de MMA como o Inoki Bom-Ba-Ye, o Jungle Fight e o famoso Pride, vinha lidando com problemas de saúde nos últimos anos.</p>
<p>O lutador japonês havia emigrado para o Brasil aos 14 anos, e chegou a competir no atletismo por aqui. Ele retornou ao Japão aos 17 e se tornou um dos astros internacionais do pro-wrestling, a luta livre profissional coreografada.</p>
<p>Antonio Inoki teve um irmão professor de karatê, Hiroyasu Inoki, que ficou pelo Brasil e faleceu em 2017, após passar mão na academia Shotokan, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Antonio ficou famoso mundialmente pelo duelo contra a lenda do boxe Muhammad Ali, em 1976. As regras, complicadas para que nenhum dos dois levasse vantagem em pé ou no chão, terminou num combate frustrante, com poucos golpes conectados, e terminou em empate.</p>
<p>Antonio Inoki tornou-se político, eleito duas vezes para a Casa dos Conselheiros do Japão, o que equivale ao Senado brasileiro.</p>
<p>Em prova de bravura, em 2003 mergulhou e nadou de noite no rio Negro, no evento de abertura do Jungle Fight 1 em Manaus, evento idealizado por seu sócio e amigo Wallid Ismail.</p>
<p>Que agora o senador siga a travessia em águas tranquilas. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="When Ali Tried MMA  - Muhammad Ali vs Antonio Inoki Fight Breakdown" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Wzm2qveUi54?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-adeus-a-antonio-inoki-pioneiro-e-entusiasta-do-mma/">O adeus a Antonio Inoki, pioneiro e entusiasta do MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>TBT: O legado de Muhammad Ali e a enciclopédia perdida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 14:42:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #279. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * O jornalista Eduardo Ohata, especializado em boxe e MMA, relembrou na “Folha de São Paulo” um episódio curioso que viveu com o mitológico Muhammad Ali&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234248" style="width: 2570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234248" class="size-full wp-image-234248" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1872" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-scaled.jpg 2560w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-300x219.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-1024x749.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-768x562.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-1536x1123.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-2048x1497.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><p id="caption-attachment-234248" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #279. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>O jornalista <a href="https://www.instagram.com/eduardoohata/">Eduardo Ohata</a>, especializado em boxe e MMA, relembrou na “Folha de São Paulo” um episódio curioso que viveu com o mitológico <a href="https://www.instagram.com/muhammadali/">Muhammad Ali</a> (1942-2016). O artigo de Ohata celebrou o legado do campeão mundial e olímpico dos pesos pesados, falecido há cinco anos, em 3 de junho de 2016.</p>
<p>Era o ano 2000 e o repórter foi cobrir a luta entre Oscar de la Hoya e Shane Mosley, no Staples Center de Los Angeles. Deu de cara com Muhammad Ali, cercado por sua família nas primeiras filas. “Comecei a me aproximar para pedir autógrafo numa luva de boxe, mas fui barrado por uma das filhas. Não escondi meu desapontamento e começava a me afastar, quando Ali fez um gesto com a mão. Olhei para sua filha, que, desta vez, abriu caminho. Ali pôs a mão no bolso, retirou uma espécie de ‘santinho’ islâmico e o entregou para mim; ao examiná-lo, vi que estava autografado. Ali me encarou muito de perto e fixamente, por cerca de 15 segundos, e esboçou um sorriso. Não tive outra reação a não ser ficar boquiaberto.”</p>
<p>Ohata então guardou seu pequeno tesouro dentro de uma enciclopédia, na casa dos pais em São Paulo. Parecia o mais seguro dos locais. Até que um dia… Eduardo foi visitar a mãe e descobriu que, sem imaginar o que continha, ela havia doado a enciclopédia. O repórter ficou primeiramente desolado, depois furibundo. Mas refletiu: “O que Ali teria feito?”. Conectado a uma paz interior e uma força mental dos mais notáveis campeões, Ohata surpreendeu com sua reação: “Decidi nada dizer, evitar discussões e não deixar aborrecida quem tanto já havia feito (e faz) por mim.” E guardou a história para ele até este ano, quando a contou no jornal.</p>
<p>Ali, o nocauteador que “flutuava como uma borboleta e ferroava como uma abelha”, marcou não apenas admiradores no Brasil, mas também alguns de seus mais temidos rivais:</p>
<p>“Ele foi o maior boxeador, o maior atleta de todos os tempos?”, questionou <a href="https://www.instagram.com/biggeorgeforeman/">George Foreman</a>, seu rival no Zaire em 1973, em entrevista a Ohata. “Não, ele foi muito mais. É uma piada reduzir Ali a isso. Ele era muito grande para o limitarmos ao mundo esportivo; pensar assim nos faz subestimar a sua missão. Ali possuía tantas qualidades que faziam da Terra um planeta melhor. Muhammad almejava que o mundo fosse um lugar melhor e acreditava que sua personalidade poderia ajudar nisso. Infelizmente, o mundo perdeu o significado de sua mensagem – todos sabem que ele se sacrificou por seus princípios, mas não têm ideia de quais eram.”</p>
<p>O legado de Ali, como lembra o colega, era de tolerância, não de divisão. “Alguns dos melhores momentos da minha vida foram quando estive com o campeão, a melhor pessoa que conheci. Ele nos mantinha sorridentes. Qualquer um pode ser um grande atleta ou um grande boxeador; mas seria preciso um milagre para surgir um novo Muhammad Ali”, concluiu Foreman.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tbt-o-legado-de-muhammad-ali-e-a-enciclopedia-perdida/">TBT: O legado de Muhammad Ali e a enciclopédia perdida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>20 lições do Olimpo</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2021 05:57:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[esportes olímpicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG: Muitos heróis mitológicos do esporte mundial sequer vestiram um kimono, como você pode perceber nas Olimpíadas. Seus ensinamentos, porém, são capazes de inspirar você durante sua jornada, e durante seus treininhos de Jiu-Jitsu. Confira! &#160; 1. “Nunca diga nunca, pois limites são como medos: não passam de uma ilusão.” (Michael Jordan,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-162256 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/usain-bolt-1.jpg" alt="" width="615" height="409" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/usain-bolt-1.jpg 615w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/usain-bolt-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/usain-bolt-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 615px) 100vw, 615px" /></p>
<p>Do baú de GRACIEMAG:</p>
<p>Muitos heróis mitológicos do esporte mundial sequer vestiram um kimono, como você pode perceber nas Olimpíadas.</p>
<p>Seus ensinamentos, porém, são capazes de inspirar você durante sua jornada, e durante seus treininhos de Jiu-Jitsu. Confira!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. “Nunca diga nunca, pois limites são como medos: não passam de uma ilusão.”</p>
<p><em>(Michael Jordan, campeão olímpico de basquete)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. “Quando comecei, imagino que alguns me olharam como uma espécie de mascote, especialmente quando comparado com a massa física dos russos, todos imensos. Lembro-me de olhar para eles e pensar: ‘Eles são grandes, mas as árvores grandes também podem ser abatidas’”</p>
<p><em>(<a href="https://www.instagram.com/pele/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Pelé</a>, rei do futebol, relembrando a Copa de 1958)</em></p>
<p>3. “É mais fácil fazer seu trabalho de forma certa do que ficar explicando por que você não conseguiu.”</p>
<p><em>(Martina Navratilova, campeã de tênis)</em></p>
<p>4.“Se você sonha que pode me vencer, é melhor acordar rápido e me pedir desculpas.”</p>
<p><em>(Muhammad Ali, campeão olímpico de boxe)</em></p>
<p>5.“A traiçoeira armadilha do sucesso é um alçapão em que costumamos cair quando, embriagados pelos êxitos, passamos a nos achar melhores que os outros, ou mesmo invencíveis; e então nos afastamos da essência do sucesso: a preparação.”</p>
<p><em>(Bernardinho Rezende, campeão de vôlei como treinador)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6.“Eu queria agradecer aos meus fãs pelo incentivo. E aos que<br />
duvidaram de mim, muito obrigado também, porque vocês me<br />
empurraram até aqui.”</p>
<p><em>(Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7. “A primeira etapa é vencida pelo melhor técnico. A segunda é vencida pelo atleta de melhor forma. A terceira etapa é vencida pelo atleta com o maior coração.”</p>
<p><em>(Dan Gable, wrestler e treinador)</em></p>
<div id="attachment_226128" style="width: 298px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226128" class="size-full wp-image-226128" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/Jordan_by_Lipofsky_16577.jpg" alt="" width="288" height="268" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/Jordan_by_Lipofsky_16577.jpg 288w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/Jordan_by_Lipofsky_16577-150x140.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 288px) 100vw, 288px" /><p id="caption-attachment-226128" class="wp-caption-text">Michael Jordan, astro do basquete, não acreditava em limites.</p></div>
<p>8.  “Tento executar a coisa certa no momento certo. Podem ser<br />
pequenas coisas, mas frequentemente são essas que fazem a<br />
diferença entre vencer e perder.”</p>
<p><em>(Kareem Abdul-Jabbar, astro do basquete)</em></p>
<p>9. “A minha estratégia e a do meu treinador era juntar fotos de todos os melhores saltadores do planeta. A gente imaginava qual era a principal habilidade de cada um deles, e assim criava em nossa cabeça um atleta que nunca existiu. Então, a gente começava a trabalhar para me transformar naquele cara.”</p>
<p><em>(Sergei Bubka, lenda do salto com vara)</em></p>
<p>10. “Não force seus filhos nos esportes. Até hoje, meu pai jamais me levou para jogar golfe. Eu pedia a ele. É o desejo da criança de brincar que importa, não a vontade dos pais de ver o filho jogar. Mantenha o esporte divertido sempre.” (Tiger Woods, golfista)</p>
<p>11. “Adiar qualquer coisa é a doença mais comum e letal do mundo, e seu preço no sucesso e na felicidade das pessoas é pesado demais.”</p>
<p><em>(Wayne Gretzky, craque do hóquei no gelo)</em></p>
<p>12. “A equipe é onde a criança pode provar sua coragem para os<br />
outros. A gangue é onde o covarde vai para se esconder.”</p>
<p><em>(Mickey Mantle, lenda do beisebol americano)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>13. “O importante é aprender uma lição a cada vez que você perde. A vida é um aprendizado constante, e você precisa tentar aprender o que funciona melhor para você. Olhe, a vida não é divertida quando você fica o tempo inteiro batendo com a cabeça numa parede de tijolos.”</p>
<p><em>(John McEnroe, lenda do tênis)</em></p>
<p>14. “O que une uma equipe é quando um cobre as fraquezas do<br />
outro.”</p>
<p><em>(Phil Jackson, técnico da NBA)</em></p>
<p>15. “Uma vez que algo vira uma paixão, a motivação está ali.”</p>
<p><em>(Michael Schumacher, piloto de corrida)</em></p>
<p>16. “Algumas pessoas gostariam que algo acontecesse. Algumas<br />
desejam que aconteça. E outras fazem acontecer.”</p>
<p><em>(Michael Jordan, campeão de basquete)</em></p>
<p>17. “Ter qualquer tipo de dúvida dentro de você é a maior fraqueza que um atleta pode ter.”</p>
<p><em>(Shawn Johnson, ginasta)</em></p>
<p>18. “Eu simplesmente não consigo lembrar o último dia em que deixei de treinar.”</p>
<p><em>(Michael Phelps, lenda das piscinas)</em></p>
<p>19. “Ninguém jamais se afogou em suor.”</p>
<p><em>(Dan Gable)</em></p>
<p>20. “Aprendi ao longo da minha carreira a gostar do sacrifício.”</p>
<p><em>(Rafael Nadal, campeão de tênis)</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/20-licoes-do-olimpo/">20 lições do Olimpo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Lenda do boxe, Muhammad Ali morre aos 74 anos</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2016 04:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dia triste para o esporte. Muhammad Ali, lendário boxer com inúmeros títulos e fama internacional, faleceu nas primeiras horas deste sábado, dia 4 de junho. O ex-atleta de 74 anos, que lutava contra o Mal de Parkinson desde 1980, foi hospitalizado nessa sexta-feira, dia 3, com complicações respiratórias. Cassius Marcellus Clay Jr, seu nome&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6201" style="width: 392px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/02/muhammad_ali.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6201" class="size-full wp-image-6201" alt="O lendário atleta teve complicações respiratórias. Foto: Divulgação" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/02/muhammad_ali.jpg" width="382" height="380" /></a><p id="caption-attachment-6201" class="wp-caption-text">O lendário atleta teve complicações respiratórias. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Um dia triste para o esporte. Muhammad Ali, lendário boxer com inúmeros títulos e fama internacional, faleceu nas primeiras horas deste sábado, dia 4 de junho.</p>
<p>O ex-atleta de 74 anos, que lutava contra o Mal de Parkinson desde 1980, foi hospitalizado nessa sexta-feira, dia 3, com complicações respiratórias.</p>
<p>Cassius Marcellus Clay Jr, seu nome de batismo, nasceu em 17 de janeiro de 1942. Três vezes campeão mundial de boxe no peso pesado, Muhammad fez batalhas históricas contra George Foreman e foi medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1960.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/lenda-do-boxe-muhammad-ali-morre-aos-74-anos/">Lenda do boxe, Muhammad Ali morre aos 74 anos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Inspire-se no mito do boxe Muhammad Ali e lute com mais velocidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2014 15:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo, GRACIEMAG traz aos amigos da comunidade do Jiu-Jitsu alguns lances inspiradores da carreira de Muhammad Ali, ex-campeão mundial peso pesado de boxe. Veja o poder de suas esquivas e a velocidade de seus contra-ataques, e pense no seu próprio estilo: você gosta de ganhar na rapidez e agilidade? Bons treinos!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo, GRACIEMAG traz aos amigos da comunidade do Jiu-Jitsu alguns lances inspiradores da carreira de Muhammad Ali, ex-campeão mundial peso pesado de boxe. Veja o poder de suas esquivas e a velocidade de seus contra-ataques, e pense no seu próprio estilo: você gosta de ganhar na rapidez e agilidade? Bons treinos!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.facebook.com/video/embed?video_id=10152562710774245" height="529" width="940" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a title="site da GRACIEMAG" href="http://graciemagshop.com.br/?utm_source=BarrinhaBlackSite&amp;utm_medium=BarrinhaBlackSite&amp;utm_campaign=BarrinhaBlackSite" target="_blank"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-162774" alt="banner_rodape_site_kimono_preto" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/09/banner_rodape_site_kimono_preto.jpg" width="1064" height="400" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/inspire-se-no-mito-do-boxe-muhammad-ali-e-lute-com-mais-velocidade/">Inspire-se no mito do boxe Muhammad Ali e lute com mais velocidade</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Muhammad Ali e &#8220;a melhor mensagem já recebida&#8221; por Dana White</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2014 15:29:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dana White]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
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		<category><![CDATA[Muhammad Ali]]></category>
		<category><![CDATA[Octagon]]></category>
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		<category><![CDATA[UFC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por meio de sua conta no Twitter, o ex-campeão dos pesos pesados de boxe Muhammad Ali (56v, 5d) mandou, esta semana, uma mensagem capaz de mexer com o presidente do UFC, Dana White. O perfil do pugilista na rede social postou uma foto de sua clássica disputa de estilos com o pro-wrestler Antonio Inoki, em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_152616" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-152616" class="size-full wp-image-152616" alt="Ali e Dana White trocaram figurinhas pelo Twitter Foto Reproducao" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/04/Ali-e-Dana-White-trocaram-figurinhas-pelo-Twitter-Foto-Reproducao.jpg" width="640" height="430" /><p id="caption-attachment-152616" class="wp-caption-text">Ali e Dana White trocaram figurinhas pelo Twitter. Reprodução via Bonde.com.br</p></div>
<p>Por meio de sua conta no Twitter, o ex-campeão dos pesos pesados de boxe Muhammad Ali (56v, 5d) mandou, esta semana, uma mensagem capaz de mexer com o presidente do UFC, Dana White.</p>
<p>O perfil do pugilista na rede social postou uma foto de sua clássica disputa de estilos com o pro-wrestler Antonio Inoki, em 1976 no Japão. Mitos em seus respectivos países à época, Inoki e Ali fizeram uma luta sem muita ação, em que cada um tentou puxar o oponente para sua área.</p>
<p>&#8220;O que você acha, @DanaWhite? Muhammad Ali, o lutador original de MMA?&#8221;, postou Ali.</p>
<p>&#8220;Muhammad Ali, o senhor sempre foi original em tudo! Você é a razão de todos os esportes de combate estarem onde estão hoje. Melhor mensagem que já recebi, me sinto honrado&#8221;, respondeu White, um ex-lutador de boxe amador e fã declarado de Ali.</p>
<p>Medalhista de ouro em 1960 e tricampeão mundial dos pesos pesados (1964, 1974 e 1978), Ali está com 72 anos.</p>
<p>Relembre a luta do mito do boxe com Inoki:</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=OE-eFoRU5_s</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/muhammad-ali-e-a-melhor-mensagem-ja-recebida-por-dana-white/">Muhammad Ali e “a melhor mensagem já recebida” por Dana White</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ali vs. Foreman: sometimes teasing the opponent works</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jul 2013 22:59:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Anderson Silva was caught with a left hand to his chin last Saturday night. The Spider was once again using his well known strategy of teasing the opponent to get inside his head and then strike. It worked many times before, like the famous rematch with Rich Franklin. It did not work with Chris Weidman.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Anderson Silva was caught with a left hand to his chin last Saturday night.</p>
<p>The Spider was once again using his well known strategy of teasing the opponent to get inside his head and then strike.</p>
<p>It worked many times before, like the famous rematch with Rich Franklin.</p>
<p>It did not work with Chris Weidman.</p>
<p>Looking back, many fighters have adopted this strategy before and many had success doing it.</p>
<p>The video below is a great example of that.</p>
<p>On October 30, 1974, challenger Muhammad Ali faced world champion and undefeated George Foreman, in Kinshasa, Zaire.</p>
<p>The Rumble in the Jungle, as the bout was called, was a great display of how it&#8217;s possible to bring the opponent to your game and beat him while doing that.</p>
<p>Watch this amazing video with the highlights of that historical night.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/bVseoF1-p3M" frameborder="0" width="940" height="705"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ali-vs-foreman-sometimes-teasing-the-opponent-works/">Ali vs. Foreman: sometimes teasing the opponent works</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Por que o constrangimento em reconhecer que Anderson é gênio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 15:22:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Craque. Mito. Único. Gênio. Adjetivos reservados a pouquíssimos atletas que alcançaram o auge em suas modalidades. Quando se fala de MMA, essas denominações aplicam-se perfeitamente para Anderson “Spider” Silva. Por que não dizer? Qual o constrangimento em reconhecer um gênio? Que outro lutador mereceria mais esse reconhecimento do que o campeão dos médios? Dana White&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68858" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-68858" class="size-full wp-image-68858" title="UFC 148: Silva v Sonnen II" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/07/Anderson-Silva-e-Chael-Sonnen-se-cumprimentam-apos-vitoria-do-campeao-no-UFC-148-em-Vegas.jpg" alt="Anderson e Chael Sonnen se cumprimentam após a vitória do campeão no 2R, no UFC 148, em Vegas. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC/UFC Divulgação" width="640" height="456" /><p id="caption-attachment-68858" class="wp-caption-text">Anderson e Chael Sonnen se cumprimentam após a vitória do campeão no 2R, no UFC 148, em Vegas. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC/UFC Divulgação</p></div>
<p>Craque. Mito. Único. Gênio. Adjetivos reservados a pouquíssimos atletas que alcançaram o auge em suas modalidades. Quando se fala de MMA, essas denominações aplicam-se perfeitamente para Anderson “Spider” Silva. Por que não dizer? Qual o constrangimento em reconhecer um gênio? Que outro lutador mereceria mais esse reconhecimento do que o campeão dos médios? Dana White disse, recentemente, que “lidar com Anderson é como lidar com um artista”. Está certo. Anderson levou a outro patamar o termo “arte” marcial. Ele é um artista, com tudo de bom e de ruim que isso implica.</p>
<p>Anderson Silva fez e faz coisas inimagináveis no octógono. Movimentos fluidos, plásticos, precisos, confiantes, eficientes. Suas lutas são empolgantes e imprevisíveis. Você nunca sabe qual truque ou qual comportamento ele irá apresentar. Como ele irá nos deixar estupefatos dessa vez? Só os grandes artistas são capazes de nos maravilhar ou chocar em cada apresentação.</p>
<p>Ainda assim, não falta quem critique ou torça para que Anderson Silva perca – mesmo no Brasil. Na minha opinião, estes não compreendem que os artistas têm sua própria lógica. Só Anderson sabe o que o levou ao comportamento imaturo contra Demian Maia. A máscara usada na pesagem do UFC 126 para encarar Vítor Belfort foi para intimidar ou foi uma brincadeira? Ninguém esperava a “ombrada” no rosto de Chael Sonnen antes do UFC 148. E muito menos que, após a vitória, em vez de tripudiar sobre aquele que tanto o havia irritado, o campeão usaria a mais fina ironia para convidar Sonnen para um churrasco e dizer que sua esposa iria cozinhar para eles. Anderson parece sempre fazer questão de surpreender e chocar, dentro e fora do octógono. Isso desagrada muitas pessoas.</p>
<p>Outros mitos do esporte também tinham suas imperfeições. São notórios o alcoolismo de Garrincha, a toxicomania de Maradona, a arrogância de André Agassi, a boemia de Romário, a língua afiada de Muhammad Ali, a competitividade compulsiva de Michael Jordan, a falta de modéstia de Pelé. Traços controversos que não empalidecem o brilhantismo de cada um.</p>
<p>Relembrando algumas das façanhas do “Spider”, dá para negar que ele é extraordinário? Reveja as bombásticas joelhadas aplicadas para nocautear Carlos Newton, Chris Leben e Rich Franklin (duas vezes). As esquivas inacreditáveis nas lutas contra Griffin, Okami e Sonnen. Os socos que demoliram Forrest Griffin com a precisão de mísseis teleguiados, direcionados ao ponto exato para nocautear sem necessidade de força bruta. O chute frontal no queixo de Vitor Belfort, hoje um dos lances mais famosos da história dos combates, mas surpreendente e inédito no momento em que foi aplicado. Muitos enaltecem as cotoveladas de Jon Jones, mas nenhuma delas tem a beleza da cotovelada reversa utilizada pelo brasileiro para nocautear Tony Fryklund no Cage Rage 16.</p>
<p>A postura majestosa e confiante de Anderson Silva assemelha-se muito à descrição de Pelé feita pelo escritor Nelson Rodrigues, em 1958, na crônica “A realeza de Pelé”, publicada originalmente na revista &#8220;Manchete Esportiva&#8221;:</p>
<p>“Meu personagem anda com uma dessas autoridades irresistíveis e fatais. Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. (&#8230;) Em suma: — ponham-no em qualquer rancho e a sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor. (&#8230;) Já lhe perguntaram: — “Quem é o maior meia do mundo?”. Ele respondeu, com a ênfase das certezas eternas: — “Eu”. Insistiram: — “Qual é o maior ponta do mundo?”. E Pelé: — “Eu”. Em outro qualquer, esse desplante faria rir ou sorrir. Mas o fabuloso craque põe no que diz uma tal carga de convicção, que ninguém reage e todos passam a admitir que ele seja, realmente, o maior de todas as posições.”</p>
<p>Se Pelé era “o gênio dentro das quatro linhas”, Anderson Silva é o “gênio das oito linhas” do octógono do UFC.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Anderson Silva and Lyoto Machida Sparring at Black House" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/4g6z0Iai-T0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/por-que-o-constrangimento-em-reconhecer-que-anderson-silva-e-genio/">Por que o constrangimento em reconhecer que Anderson é gênio?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pequenas lições da imensa carreira de Teófilo Stevenson (1952-2012)</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 00:07:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sete dias após o falecimento do tricampeão olímpico Teófilo Stevenson, o GRACIEMAG.com preparou um artigo em homenagem ao mito do pugilismo. Vítima de um ataque cardíaco no último dia 11, em Havana, o lutador cubano de 60 anos deixou lições para todos que praticam e apreciam artes marciais. 1. O tempo é um grande professor&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65270" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-65270" class="size-full wp-image-65270" title="teofilostevenson medalha de ouro" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/teofilostevenson-medalha-de-ouro.jpg" alt="O mito cubano do boxe Teófilo Stevenson venceu três Olimpíadas, de 1972 a 1980. Foto: Divulgação" width="630" height="457" /><p id="caption-attachment-65270" class="wp-caption-text">O mito cubano Teófilo Stevenson foi tricampeão mundial de boxe e venceu três Olimpíadas, de 1972 a 1980. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Sete dias após o falecimento do tricampeão olímpico Teófilo Stevenson, o GRACIEMAG.com preparou um artigo em homenagem ao mito do pugilismo.</p>
<p>Vítima de um ataque cardíaco no último dia 11, em Havana, o lutador cubano de 60 anos deixou lições para todos que praticam e apreciam artes marciais.</p>
<h3>1. O tempo é um grande professor</h3>
<p>O lutador favorito de Fidel Castro teve grandes treinadores desde o início de sua trajetória, como o ex-campeão cubano John Herrera. Foram os anos de dedicação, no entanto, que fizeram a diferença. Stevenson começou aos 9 anos, acumulou uma bagagem de oito anos de muito treino até a estreia como adulto. Nem todo mundo têm a sorte de treinar desde criança, mas é preciso entender que só com muitas horas de voo você vai chegar longe.</p>
<h3>2. Estreia com derrota</h3>
<p>Teófilo Stevenson tem lugar cativo na História das lutas, graças a suas três medalhas de ouro olímpicas (1972/76/80) – no boxe, somente outros dois homens conquistaram tal feito, o húngaro László Papp e o também cubano Félix Savón. E olha que ele não venceu a quarta muito por conta do boicote olímpico em Los Angeles-1984. O curioso é que apesar de ser visto hoje como um lutador sobre-humano, ele começou perdendo, como todo &#8220;faixa-branca&#8221;. Foi em sua estreia entre os adultos, para o mais experiente Gabriel Garcia. Aprenda com Teófilo e persevere. Resultados por vezes são apenas um detalhe.</p>
<p><strong>(Confira o pugilista no Pan do México, em 1975:)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cuba&#039;s Mister Boxing" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/4uBF-PFAf8M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>3. Repetições e mais repetições</h3>
<p>Em certo ponto da carreira, seus treinadores perceberam que deviam afiar o jab de Stevenson. E foi justamente graças ao seu jab poderosíssimo que o lutador cubano embalou na carreira, atingindo um cartel de 302 vitórias (com 22 derrotas). Pense antes de ir à academia: qual é o meu ponto fraco? Qual é o meu ponto forte? Encontre-os, e converse com seus treinadores sobre como lapidá-los. Pode fazer a diferença já em sua próxima competição ou treino.</p>
<h3>4. Autoconhecimento, vontade e dinheiro</h3>
<p>O astro cubano recebeu certa vez uma oferta de 5 milhões de dólares para se profissionalizar no boxe, e enfrentar imediatamente Muhammad Ali pelo cinturão. Stevenson não aceitou. Preferiu ficar em Cuba, inspirar os jovens e ser um ídolo no seu país. O que te motiva? Será apenas o dinheiro? Se você luta apenas pelo lucro, isso pode encurtar bastante seu caminho, quando o dinheiro for pouco. Ou pior, quando o dinheiro for muito.</p>
<h3>5. O que você tem que outros não possuem?</h3>
<p>Como Ali, Stevenson aliava a potência e a envergadura de um peso pesado com a agilidade e rapidez de um peso leve. Que aspectos e qualidades você têm que o resto da sua divisão não possui? Invista nisso e seja o melhor que puder.</p>
<h3>6. Luta, esporte e o sentido da vida</h3>
<p>Após pendurar as luvas, o campeão foi trabalhar para a seleção cubana passou a ensinar os jovens. Formou campeões e homens, e viu que ensinar e aprender são lados da mesma moeda. Teófilo deixou aí, talvez, seu maior ensinamento, o que para alguns sábios é o sentido da vida neste planeta: primeiro, descubra o que você sabe fazer realmente bem. Depois, passe adiante.</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=sOB7_BFqUeU</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pequenas-licoes-da-imensa-carreira-de-teofilo-stevenson-1952-2012/">Pequenas lições da imensa carreira de Teófilo Stevenson (1952-2012)</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brazilian writer Verissimo&#8217;s opinion on MMA, Jiu-Jitsu and what&#8217;s missing from the UFC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 22:43:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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		<category><![CDATA[Luis Fernando Verissimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>First off, respect. Plenty of it. Luis Fernando Verissimo, 75, is the Anderson Silva of Brazilian chroniclers, a role he has performed since 1969. His writing starts out thin like Anderson&#8217;s voice, and invariably ends with a resounding knee—a move one of his characters, the Analyst of Bagé, once used. In his column from the&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54249" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-54249" class="size-full wp-image-54249 " title="Two MMA fighters in the UFC octagon / Photo: UFC publicity" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/OctagonUFC.jpg" alt="Two MMA fighters in the UFC octagon / Photo: UFC publicity" width="640" height="426" /><p id="caption-attachment-54249" class="wp-caption-text">Two MMA fighters in the UFC octagon / Photo: UFC publicity</p></div>
<p>First off, respect. Plenty of it.</p>
<p>Luis Fernando Verissimo, 75, is the Anderson Silva of Brazilian chroniclers, a role he has performed since 1969. His writing starts out thin like Anderson&#8217;s voice, and invariably ends with a resounding knee—a move one of his characters, the Analyst of Bagé, once used.</p>
<p>In his column from the day before yesterday, published in every major newspaper in Brazil, Verissimo was again in fine form. The target, however, was MMA.</p>
<p>A point of view is like a belly button, everybody has one. But Verissimo&#8217;s description of two fighters on the octagon floor is amusing; “like a creature with two torsos and eight legs suffering convulsions,” are the words he used.</p>
<p>The best-selling writer is no layman when it comes to martial arts, in absolute terms. He told us one time that he would watch MMA fights late night during the days of Pride FC out of curiosity, like everyone did. He wrote about Mike Tyson and Muhammad Ali on a number of occasions, and on one of them he tried buying tickets, unsuccessfully, to witness the boxing legend&#8217;s farewell bout, back in 1980.</p>
<p>“Perhaps it was for the best. Ali&#8217;s final fight was a melancholic affair. He could have avoided it. But he believed in his own magic and thought he could pull it off,” Verissimo wrote on the occasion, adding, “But the man will live on in the history of the United States, not just in that of the sport. He was an active participant in a number of revolutions, like the one that gave African Americans new perspectives, as well as the one that ended American involvement in Vietnam. He was always a fascinating mixture of jester and superman.”</p>
<div id="attachment_54251" style="width: 597px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-54251" class="size-full wp-image-54251 " title="Brazilian writer Luis Fernando Verissimo: pure blood and violence in the UFC / Publicity photo" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/LFV.jpg" alt="Brazilian writer Luis Fernando Verissimo: pure blood and violence in the UFC / Publicity photo" width="587" height="640" /><p id="caption-attachment-54251" class="wp-caption-text">Brazilian writer Luis Fernando Verissimo: pure blood and violence in the UFC / Publicity photo</p></div>
<p>Anyone puzzled by the success fist-fighting has seen on TV perhaps isn&#8217;t aware of how the first sporting event ever filmed, in human history, was a fight. Another point for boxing. Nearly a century thereafter, though, MMA on TV is still getting battered and bruised.</p>
<p>The fact is that a lot of good folk like MMA. And a lot of good folk detest it. A lot of them still don&#8217;t quite get what&#8217;s going on when the fight hits the ground. Nothing out of the ordinary, it&#8217;s just a new sport, one consolidated in 1993. And yes, it is brutal. But describing MMA as “just violence in its purest form,” as Verissimo did, seems to be a bit overboard. That&#8217;s kind of like watching a skier jump a ramp on TV during the Winter Games and saying, “That&#8217;s just a lunatic launching himself into the abyss.” There&#8217;s technique, there&#8217;s training, there&#8217;s a healthy dose of courage, and there&#8217;s even a bit of lunacy. Nothing too out of the ordinary.</p>
<p>Often, someone who doesn&#8217;t practice martial arts doesn&#8217;t comprehend that sporting a gi, shadowboxing or trying to take an opponent down, whether through brute force or intelligence, is as edifying and invigorating a pleasure as taking a walk on the beach, swimming in the ocean or chasing after a ball.</p>
<p>Be it what it may, there is a superb lesson and perhaps even a certain contribution to the sport at one point in Verissimo&#8217;s musing:</p>
<p>“ … [MMA] is pro-wrestling stripped of its costume, with real blood. There&#8217;s no good guy or bad guy, just two fighting machines fighting.”</p>
<p>That said, could there be a lot of good people thumbing their noses at MMA because they see the athletes as being merely machines? For not knowing their backgrounds, what they&#8217;re thinking, and what they&#8217;re trying to prove with that victory?</p>
<p>Of the Jiu-Jitsu black belts in MMA, Forrest Griffin once worked as a policeman. Minotauro, having been run over by a truck in his youth, is walking inspiration for those who are going through hard times. Wanderlei, who helped his father work the bar, has a lot to teach us. Renzo, one of the pioneers, reads James Joyce between bouts. Toquinho&#8217;s training was taking down cattle, and he slept under an overpass before starting at BTT. Demian, who&#8217;s fight today in the UFC will air on Fox network in the USA, nearly became a journalist, and he may well have even dreamed of being someone like Verissimo.</p>
<p>As you can see, the sport has its own “supermen,” besides its pranksters, and all of them are fascinating. Maybe that&#8217;s what&#8217;s missing from the UFC, especially on the big screens during the show. Maybe they&#8217;re not showcasing enough, or are too brisk in showing, the human side of the artists in the spectacle, for the accidental spectator to see. Who&#8217;s the villain in that fight? Who&#8217;s the guy going to root for? That was something that Pride FC did masterfully.</p>
<p>In the end, more drama and less blood wouldn&#8217;t do anyone a bit of harm, nor perhaps getting rid of elbows on the ground.</p>
<p>The one saying so isn&#8217;t even us, it&#8217;s the expert Verissimo, that fan of Ali, Tyson, and one day maybe even of the stars of the UFC.</p>
<div id="attachment_54252" style="width: 566px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-54252" class="size-full wp-image-54252 " title="Verissimo with a copy of GRACIEMAG in hand: the master was always clued in to fighting. Photo: Raphael Nogueira." src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/VerissimoUFC.jpg" alt="Verissimo with a copy of GRACIEMAG in hand: the master was always clued in to fighting. Photo: Raphael Nogueira." width="556" height="640" /><p id="caption-attachment-54252" class="wp-caption-text">Verissimo with a copy of GRACIEMAG in hand: the master was always clued in to fighting. Photo: Raphael Nogueira.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/brazilian-writer-verissimos-opinion-on-mma-jiu-jitsu-and-whats-missing-from-the-ufc/">Brazilian writer Verissimo’s opinion on MMA, Jiu-Jitsu and what’s missing from the UFC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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