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	<title>Judo | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cleiber Maia: "Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-217937" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg" alt="" width="1080" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-768x511.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-1024x681.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /> O professor Cleiber Maia (1970–2026), vítima de um câncer no fígado e no pâncreas.</p>
<p>Em maio do ano passado, o faixa-preta e presidente da SJJSAF Cleiber Maia anunciou, de modo leve e inspirador, que estava encarando a pior das batalhas, com todas as armas disponíveis. Ele detectara um câncer no fígado e no pâncreas, mas se mostrava disposto a lutar até o fim.</p>
<p>Era o modo de Cleiber ver o mundo que o cercava, sempre de modo otimista e suave. Nesta terça, 10 de fevereiro de 2026, o ex-lutador e organizador de eventos partiu, aos 56 anos. Seu trabalho e sua missão à frente da <span class="x1lliihq x1plvlek xryxfnj x1n2onr6 xyejjpt x15dsfln x193iq5w xeuugli x1fj9vlw x13faqbe x1vvkbs x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx" dir="auto"><span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs xt0psk2 x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx x126k92a">Sport Jiu-Jitsu South America Federation foram decisivos para o fortalecimento do Para-Jiu-Jitsu esportivo e do profissionalismo da arte suave.<br />
</span></span></p>
<p>Em entrevista ao GRACIEMAG.com em 2021, um entre tantos artigos por aqui, o professor detalhou sua longa trajetória nos tatames, desde os primeiros treinos na Maxi Forma, sob a tutela de Rilion Gracie.</p>
<p>Relembre a saga do generoso Cleiber, por ele mesmo.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como surgiu seu interesse no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>CLEIBER MAIA: Aos 14 anos de idade, eu tinha vontade de fazer alguma luta, então passei a visitar academias para ver se alguma despertava meu interesse. Gostei muito da academia do Rilion Gracie. Comecei a treinar lá em 1984.</p>
<p><strong>Ainda nas coloridas, tinha vontade de competir?</strong></p>
<p>Com 16 anos, já desse tamanho, conquistei a faixa-azul e comecei a pedir para competir. Embora a linha de treinos da academia não focasse em competições, eu competia mesmo assim, me inscrevia sem ninguém ficar sabendo. Chegava depois animado com a medalha na mão&#8230; (risos). Nos campeonatos maiores, nós lutávamos como Clube Gracie, que consistia da Gracie Humaitá, Gracie Barra e Rilion Gracie. Eu nunca fazia seletiva, era sempre posto para lutar no pesadíssimo e absoluto. No meu primeiro campeonato grande, ganhei a primeira luta, mas perdi a semifinal nos pontos para o [Ailson Brittes] Jucão, que por sua vez foi derrotado pelo Sérgio Bolão na final.</p>
<p><strong>Algum confronto marcante nas coloridas?</strong></p>
<p>Na época da azul e da roxa, geralmente chegava às finais contra Amaury Bitetti e Ricardo Libório, lutei uma vez com Wallid Ismail e duas vezes contra o Luis Roberto Duarte, o Bebeo. Fiz um lutão na faixa-azul com Leonardo Castello Branco, mais um adversário que se tornou um amigo que admiro e respeito.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232357" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg" alt="" width="720" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-300x242.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-150x121.jpeg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber na Maxi Forma, academia em que Rilion Gracie dava aulas. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar de ser um praticante do Jiu-Jitsu, você não se limitava a uma só arte marcial. Como foi a sua passagem pelo judô?</strong></p>
<p>Desde 1988 lutava no universitário de judô pela PUC, no meio-pesado. O Roberto Traven lutava uma categoria abaixo e o Fabio Gurgel em outra ainda mais leve, mas ambos disputavam pela Gama Filho. Finalizávamos em todas as lutas. Quando ganhei a roxa no judô, ficou mais difícil porque comecei a enfrentar só faixas-pretas. Comecei a perder lutas, até empatei um campeonato de equipe contra a Castello Branco. A equipe da PUC era composta por mim, Beto Leitão e alguns outros atletas bons, mas a equipe da Castello era todo o grupo do Flamengo daquela época. Ainda consegui empatar com o faixa-preta deles, mas o Beto acabou lutando contra o Frederico Flexa, que era bem mais pesado que ele. O Beto só ia nas pernas, o que o fez ser desclassificado por evitar a luta em pé. A gente acabou perdendo essa competição, mas foi uma época muito boa. Depois disso, o Beto começou a dar aula de luta livre na PUC e como eu sempre treinava sem kimono, ele me pediu ajuda nas aulas dele e comecei a chamar todo mundo para treinar sem kimono lá na PUC-Rio.</p>
<p><strong>Chegou a competir na luta livre?</strong></p>
<p>Em 1989, fui campeão carioca absoluto na luta esportiva, no clube Santa Luzia. Na época não tinha faixa, então eu realmente estava bem. O pessoal do Hugo Duarte e do Denilson Maia, que eram da luta livre, não entravam nesses campeonatos, por motivos que desconheço. Quem participava era o grupo do Jeferson (JOP), do Beto e da Budokan. Inclusive, nós tínhamos um bom relacionamento com o pessoal da Budokan e treinávamos lá aos sábados sem kimono. Nessa época eu treinava no [Romero Cavalcanti] Jacaré também, então treinava Jiu-Jitsu e luta livre. Lembrando que em 1989, já tinha um clima ruim entre o Jiu-Jitsu e a luta livre, mas eu não ligava para isso.</p>
<p><strong>Como foi feita a sua transição da luta livre para a olímpica?</strong></p>
<p>Ainda em 1989, o Beto me chamou para treinar luta olímpica, ainda no Clube Santa Luzia. Eventualmente, o tatame de lá foi levado para uma academia de polícia de Niterói e nós passamos a treinar na academia do Carlson Gracie, que tinha um tatame de luta olímpica no andar de baixo. Treinávamos com o Carlson Gracie Junior, Marcelo Portinari e Laerte Barcelos. O Laerte, inclusive, já era faixa-preta, mas eu não sabia porque ele sempre foi discreto.</p>
<p><strong>Com essa equipe pesada de treinos, por que o atleta Cleiber Maia não seguiu para uma competição olímpica?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que comecei a treinar, contratei um preparador físico para tentar ir para os Jogos Olímpicos. Fui campeão brasileiro júnior de luta olímpica e vice-campeão sênior em Goiânia. Perdi o sênior, que hoje em dia seria categoria adulta, para um faixa-preta de São Paulo bem mais experiente. O problema é que esse cara não tinha intenção de fazer parte da equipe olímpica, então foi feita uma seletiva para ver quem faria parte desse time que iria disputar ao redor do mundo para se qualificar para os Jogos Olímpicos. Poucos dias antes dessa seletiva, tive uma contratura na cervical e pedi uma semana a mais para poder me recuperar, mas o presidente da federação negou o pedido e acabei ficando de fora. Depois disso, resolvi voltar meu foco para o Jiu-Jitsu.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232359" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg" alt="" width="720" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-300x211.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-150x106.jpeg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto ao professor e amigo Aloísio Silva. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Eventualmente você passou a treinar e ensinar junto ao Aloísio Silva. O que motivou esta mudança?</strong></p>
<p>Conheci o Aloísio Silva quando ingressei na academia do Rilion, aos 14 anos. Ele era faixa-azul, tinha 30 anos e trabalhava como executivo. Ele tinha uma casa de veraneio em Petrópolis, perto de onde minha família tinha um sítio, então eu ia de mobilete para treinar na casa dele, que tinha um tatame. Como eu era meio gordinho, ele me indicou um nutricionista para emagrecer e ficar bem. Em competição, ele ia mais vezes do que o Rilion para me assistir lutando, então criou uma relação meio paterna. Mesmo depois de ingressar na academia do [Romero] Jacaré, essa amizade continuou e um ano depois ele resolveu deixar de ser executivo para virar professor de Jiu-Jitsu. Ele conseguiu entrar na academia Mazza, em Laranjeiras, e me chamou para dar aula com ele, sendo que eu ainda estava na faixa-marrom.</p>
<p><strong>Como foi essa transição?</strong></p>
<p>Conversei com o Romero Jacaré, meu professor na época, que sabia da minha amizade com o Aloísio. Expliquei que ele passaria a lecionar, que precisaria da minha ajuda, principalmente com as crianças por causa da minha experiência como monitor do Leão Teixeira na Barra Gracie em 1988 e o Jacaré compreendeu. Na Mazza, nós dividíamos o espaço com as equipes do Hugo Duarte e do Denilson Maia, mas foi um sucesso. Conseguimos muitos alunos, inclusive um casca-grossa da luta livre que treinava Jiu-Jitsu escondido para não ter problemas no esporte dele. Um dia, chegou o Denilson Maia de kimono e sentou na beira do tatame para assistir a aula infantil. Conversamos no fim da aula, ele me contou que era faixa-preta, então chamei para treinar comigo. Quando fiz o convite, a academia toda parou. Os gerentes da academia, as pessoas que estavam na musculação e na ginástica pararam tudo para assistir ao treino, como se fosse um desafio.</p>
<p><strong>E qual foi o desfecho do treino que interrompeu as operações na academia Mazza?</strong></p>
<p>Treino não se comenta, mas depois daquele dia, ele nunca mais voltou (risos). Não vou dizer o que aconteceu, mas ele nunca mais voltou para me desafiar. Eu estava muito bem naquela época, com ou sem kimono. Só direi que depois desse encontro, acabaram os burburinhos e as conversas fiadas entre os dois grupos na Mazza, resolvemos o problema no tatame.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232363" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg" alt="" width="602" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg 602w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-300x253.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-150x126.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 602px) 100vw, 602px" /> Cleiber na pesagem para participar da Copa Nastra, em 1990. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar da sua carreira no Jiu-Jitsu, você se viu afastado dos tatames por conta de uma lesão. Como se deu esse problema?</strong></p>
<p>Teve um campeonato em 1990, a Copa Nastra, que o pessoal da luta livre chegou para desafiar o pessoal de Jiu-Jitsu. Lutei no absoluto e na categoria, mas lutei primeiro no absoluto. Ganhei do Bebeo na semifinal e ia lutar com o Fernando Gurgel, que tinha vencido o Wallid, na final. No fim da luta com o Bebeo, não conseguia ficar em pé e descobri que tinha rompido o menisco. Estava com o corpo quente, então não sentia nada. Não pude lutar a final, fiquei seis meses sem poder treinar e, como fiz faculdade de administração de empresa, acabei me voltando para os empreendimentos da família. Nesse meio tempo, o Aloísio saiu de Laranjeiras, alugou um espaço em Copacabana e montou a Dojo. Eu até visitava a academia, afinal os alunos me admiravam, mas não acompanhei ele na época. Mesmo assim, até hoje o tenho como mestre.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232355" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg" alt="" width="720" height="476" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber e sua turma na Dojo em 1999. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Em 1999, você conquistou a faixa-preta no Jiu-Jitsu. Como foi o processo de ser graduado oficialmente a professor?</strong></p>
<p>Não tinha intenção de dar aulas porque trabalhava como empresário, então fazia pouca diferença para mim. O Aloísio me falou que haveria um curso de formação de faixas-pretas e que ele queria me graduar logo, afinal já faziam quase nove anos que estava com a marrom. Fiz o curso, ele me deu a preta naquele mesmo ano, mas nessa época eu só frequentava academia de judô, puxando aula de chão. Recebia muita visita do pessoal do Jiu-Jitsu, então eles me viam há muitos anos com a preta porque era a graduação que eu tinha no judô.</p>
<p><strong>Já com a preta, como ficou a sua relação com o Jiu-Jitsu? Voltou a competir?</strong></p>
<p>O Aloísio foi para os Estados Unidos com a família e fiquei aqui no Brasil. Como não tinha mais a academia dele para visitar, resolvi entrar na academia do Royler, já que era perto da minha casa e era clube Gracie. Em 2004, teve um campeonato internacional da IBJJF que o Royler queria que eu participasse. Estava muito fora de forma, sobrepeso na verdade, mas treinava muito bem na academia. Pela minha experiência, jogava muito bem em pé e no chão, mesmo com problemas de peso, joelho e coluna. O Royler insistia dizendo que eu seria campeão mas eu achava que ia morrer no tatame, porque na época tinha morrido um jogador de futebol do São Caetano em campo e eu estava com a pressão alta e fora de forma. Para me convencer, o Royler disse que seria apenas uma luta e concordei. Quando cheguei no evento, tinha uma galera para encarar.</p>
<p><strong>Como foi o seu desempenho na competição?</strong></p>
<p>Ganhei a primeira luta e encarei um casca-grossa de Manaus na semifinal. O cara tentou me quedar com um tomoe nage mas acabou me dando um pisão na barriga, quase botei as tripas para fora (risos). Ele acabou ganhando e fiquei em terceiro lugar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232361" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg" alt="" width="720" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-300x213.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber alguns meses antes de fazer a cirurgia bariátrica. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Você encarou um quadro sério de obesidade durante sua trajetória. Como lidou com esse problema? </strong></p>
<p>Meu problema com peso chegou ao seu ápice em 2007, quando bati 145kg. Por conta do meu distúrbio alimentar, resolvi fazer uma cirurgia bariátrica e perdi 50Kg em seis meses. Depois de me recuperar, consegui ganhar massa muscular e voltei a ensinar Jiu-Jitsu no ano seguinte, pois meu objetivo era deixar um legado como educador e também no âmbito administrativo do esporte.</p>
<p><strong>Qual é a chave para ser um bom professor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Quando comecei, ainda tinha saúde para treinar, então treinava muito e ainda dava aula, já que sempre gostei de desenvolvimento didático. Sempre convidava muita gente para treinar comigo e às vezes até visitava outras academias. Aprimorei muito a minha técnica dando aulas e passei a ter mais segurança no meu jogo nos campeonatos. Apesar de também ensinar o básico, sempre compartilhei as estratégias em que eu era especialista, desde a primeira pegada até a finalização. É por isso que sempre fui reconhecido como um bom professor, porque ensinava o que fazia no tatame.</p>
<p>Obviamente, é necessário entender e ensinar bem o básico, mas é preciso perceber a potencialidade de cada aluno para conduzi-lo nos 3 objetivos pedagógicos, o de participação (social), de rendimento (melhora da performance) e no terapêutico (melhora da qualidade de vida).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg" alt="" width="720" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto a sua filha e uma de suas turmas infantis. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Como evitar que seu aluno se mantenha na zona de conforto e fique com o jogo batido no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>De tempos em tempos, quando percebia que o atleta ficava muito confortável na estratégia dele, eu desconstruía junto com ele. Inspirava ele a abrir mão do que ele era especialista para tentar algo novo e modificar o jogo, abrir a mente e ampliar a perspectiva competitiva. Esse mecanismo de construção e desconstrução é engrandecedor dentro e fora dos tatames. Sem ele perceber, ele passa a ter mais segurança e a ver as crises como um sinal de que ele precisa mudar o jogo. Como ele já mudou várias vezes durante o treino, não vai ser muito difícil porque ele está preparado para lidar com situações que geram a necessidade de investir em novas abordagens. É desconfortável, alguns alunos reclamam e reagem porque a mudança incomoda mas, como mestres, nossa função é fazer com que eles se acostumem com mudanças.</p>
<p><strong>Qual é o aspecto da vida de atleta que te influenciou na vida profissional?</strong></p>
<p>Nunca fui um atleta disciplinado, sempre fui um lutador, um cara que gostava de lutar. Por causa disso, carrego tantas lesões hoje em dia e tenho essa luta contra o meu peso. Isso é algo importante para ser observado em mim e em qualquer atleta, essa disciplina. Isso depois você transmite para outras partes da sua vida. Sou um profissional disciplinado, mas se fosse um atleta mais disciplinado, talvez hoje seria um profissional ainda melhor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232368" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg" alt="" width="720" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Turma adulta de Cleiber Maia. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a SJJIF?</strong></p>
<p>Soube que o João Silva, filho do Aloísio, tinha fundado uma federação nos Estados Unidos em 2005. Em 2013, ele me convidou para fundar a Federação Internacional juntamente com as federações da América do Norte, Ásia, Europa e a da América do Sul, a qual eu seria o presidente. Eu havia me preparado para esse trabalho a vida toda, mas queria ver como funcionaria, porque já existiam outras por aqui, então precisaria ter um diferencial. Quando ele me questionou sobre esse diferencial, eu disse que é preciso investir no Jiu-Jitsu para pessoas com deficiência e no atendimento a projetos sociais, que é uma realidade no Brasil.</p>
<p><strong>E quais foram as suas impressões?</strong></p>
<p>Fui aos Estados Unidos para entender o sistema utilizado e como eram aplicadas as regras. Fiquei encantado com a seriedade, organização e profissionalismo do João. Queria trazer esse modelo para cá e chamei o Raphael Abi-Rihan para fazer a gestão dos nossos campeonatos, tendo em vista que ele possuía experiência nessa área. Fizemos nosso primeiro campeonato no CEFAN e foi um sucesso. Investimos forte na comunicação visual, o ginásio tinha ar condicionado, tatame olímpico, foi muito bom. O próprio João veio dos Estados Unidos para fazer a verificação técnica e nos ajudar a utilizar o sistema americano. Assim começou a SJJSAF e hoje são 50 federações em todos os seis continentes. Nós sempre fomos uma boa referência em inclusão no Jiu-Jitsu e no tratamento de forma igualitária de todos os atletas, independente de diferenças sociais, financeiras ou até mesmo de idade. Nós sempre tivemos foco na nossa política de atendimento.</p>
<p><strong>Você mencionou que se sentia muito preparado para um cargo administrativo no Jiu-Jitsu. Qual foi a base dessa confiança?</strong></p>
<p>Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232370" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> à frente da SJJSAF, Cleiber incentiva a inclusão no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-trajetoria-do-professor-cleiber-maia-por-ele-mesmo/">A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Você venceria suas lutas com as regras do Jiu-Jitsu de 1954?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 16:07:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Confira alguns tópicos curiosos da regras da Academia Gracie da época e comente: seu jogo encaixaria bem com elas?</p>
<p>* Lutas preliminares de dois rounds de cinco minutos – semifinais e finais com três rounds;</p>
<p>• Queda clássica: 1 ponto</p>
<p>* Queda imperfeita: meio ponto</p>
<p>* Iniciativa de ataque: 1 ponto</p>
<p>* Montada: 1 ponto</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245808" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245808" class="wp-image-245808 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Helio-Gracie-defesa-pessoal-na-Rio-Branco.jpg" alt="Academia lotada para a demonstração de defesa pessoal do professor Helio Gracie, nos anos 1950. Foto: Arquivos GRACIEMAG" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Helio-Gracie-defesa-pessoal-na-Rio-Branco.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Helio-Gracie-defesa-pessoal-na-Rio-Branco-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/01/Helio-Gracie-defesa-pessoal-na-Rio-Branco-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-245808" class="wp-caption-text">Academia lotada para a demonstração de defesa pessoal do professor Helio Gracie, nos anos 1950. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>No dia 19 de novembro de 2025, os professores Pedro Valente e Robert Drysdale foram os convidados de um debate rico e esclarecedor, em que abordaram diversos episódios da centenária história do Jiu-Jitsu no Brasil, dos primeiros capítulos em Belém do Pará até lutas ocorridas anteontem.</p>
<p>Durante a “trocação” de ideias, levada ao ar pelo podcast Connect Cast, os faixas-pretas acabaram por resgatar algumas relíquias.</p>
<p>Uma delas foi um velho artigo de jornal, de 1954, com as regras de um torneio interno da academia Gracie na avenida Rio Branco, no coração do Rio de Janeiro. Um campeonato programado para cinco categorias de peso – de menos de 49kg até acima de 81kg.</p>
<p>O valor do tesouro está na contagem dos pontos, o que era raro em campeonatos dos irmãos Carlos e Helio Gracie –&nbsp;antes, durante e depois daquela época.</p>
<p>Até a década de 1950, a família Gracie se posicionava com veemência contra os jurados, pontos ou vantagens. Para “botar à prova”, dois lutadores deveriam se testar até a finalização ou desistência, ou nada ficava provado, e o resultado era o empate.</p>
<p>Prova disso foi uma das lutas mais comentadas da década, no ano seguinte ao tal torneio interno.</p>
<p>Em 1955, o rapagão Carlson Gracie, aos 23 anos, vestiu seu kimono branco e sua faixa-preta para enfrentar o velho companheiro de treinos Waldemar Santana, em luta sob as regras do Jiu-Jitsu. O “tira-cisma”, onde Carlson tentaria vingar o tio Helio, derrotado por Waldemar num vale-tudo na sede carioca do YMCA, entupiu o Maracanãzinho com quase 40 mil pessoas – nem os fotógrafos e as autoridades conseguiam sentar.</p>
<p>Sem pontos ou jurados, a disputa acabou empatada – mesmo após sonoras quedas, diversas passagens e cinco ou seis montadas estabilizadas pelo Gracie. Waldemar, salvo pelo gongo em alguns rounds, entrou ídolo nacional e saiu vaiado do “pequeno Maracanã”, como era chamado o ginásio Gilberto Cardoso.</p>
<p>O regulamento de 1954, exibido no vídeo ali pelas 2h08min do debate, é ainda mais peculiar pela diferença para as regras de hoje, guardando semelhanças com os torneios de judô na época, ao dar pontos para quedas não perfeitas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="PEDRO VALENTE vs ROBERT DRYSDALE: O MAIOR DEBATE SOBRE JIU JITSU JÁ REALIZADO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/7wYkdNQQS5Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O que representava aquela pontuação? Um protótipo, um teste para agilizar os torneios? Um meio de atrair praticantes do judô? Ou uma pista de que os Gracie então valorizavam mais as quedas? Foram todas essas hipóteses que ajudaram a turbinar o debate.</p>
<p>Confira alguns tópicos curiosos da regras da Academia Gracie da época e comente: seu jogo encaixaria bem com elas?</p>
<p>* Lutas preliminares de dois rounds de cinco minutos – semifinais e finais com três rounds;</p>
<p>•&nbsp;Queda clássica: 1 ponto</p>
<p>* Queda imperfeita: meio ponto</p>
<p>* Iniciativa de ataque: 1 ponto</p>
<p>* Montada: 1 ponto</p>
<p>* Imobilização por mais de 30 segundos: 1 ponto</p>
<p>* Pegada pelas costas: 1 ponto</p>
<p>* Fuga do ringue: 1 ponto negativo</p>
<p>(Em caso de fugas sucessivas, o árbitro poderia a seu critério desclassificar o competidor.)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-venceria-suas-lutas-com-as-regras-do-jiu-jitsu-da-academia-gracie-de-1954/">Você venceria suas lutas com as regras do Jiu-Jitsu de 1954?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bruno Jacaré critica amadorismo no MMA: “Há quem pague melhor as garotas das placas que os lutadores”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 13:09:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor de Jiu-Jitsu e lutador de MMA com 32 lutas profissionais, com 19 vitórias nos ringues e grades, Bruno Dias ganhou seu apelido após o ídolo Ronaldo Souza, o Jacaré. O faixa-preta de Bragança Paulista reviu a carreira e listou lições valiosas para quem está começando a carreira, seja no Jiu-Jitsu esportivo ou nos ringues.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245142" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245142" class="wp-image-245142 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-1024x804.jpg" alt="Bruno Jacaré na montada. Fotos: Acervo Pessoal" width="650" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-1024x804.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-300x235.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-768x603.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2-150x118.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca2.jpg 1167w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245142" class="wp-caption-text">Bruno Jacaré na montada. Fotos: Acervo Pessoal</p></div>
<p>Professor de Jiu-Jitsu e lutador de MMA com 32 lutas profissionais, com 19 vitórias nos ringues e grades, Bruno Dias ganhou seu apelido após o ídolo Ronaldo Souza, o Jacaré.</p>
<p>O faixa-preta de Bragança Paulista reviu a carreira e listou lições valiosas para quem está começando a carreira, seja no Jiu-Jitsu esportivo ou nos ringues. Confira.</p>
<p><strong>G<em>RACIEMAG:</em> O que lembra do seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><em><strong>BRUNO JACARÉ:</strong></em> Foi na igreja, acredita? Um amigo, após o culto, começou a falar de um tal de Jiu-Jitsu, para mim e outros dois amigos. Ele falou com entusiasmo, por mais de duas horas, contando a saga do esporte e seus benefícios e macetes. No outro dia, estávamos lá para ver o que era aquilo. Lembro que eu tomei umas cem quedas dele, fora os armlocks. Depois daquele noite, nunca mais parei de treinar. Hoje sou totalmente grato a meu amigo Evandro Abner, por ter feito isso por mim. Ele de fato mudou a minha vida.</p>
<p><strong>Como você ganhou esse apelido, marcante no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Ganhei o apelido justo por causa do Ronaldo Jacaré. Sempre me senti honrado por isso.</p>
<p><strong>Quando percebeu que se tornaria um profissional do MMA?</strong></p>
<p>Foi tudo natural, nunca foi escolha minha. Acabei lutando meu primeiro vale-tudo em 2005, sem experiência alguma em porrada. Eu só treinava Jiu-Jitsu e judô. Porém, aquilo era uma maneira de tentar ganhar dinheiro e continuar treinando e competindo no circuito do Jiu-Jitsu. Eu lutava só para poder competir de kimono.</p>
<p><strong>Qual para você é a maior dificuldade de ser um atleta de MMA?</strong></p>
<p>Acredito que o primeiro problema é chamar o MMA de profissional no Brasil, enquanto a maioria absoluta produz algo amador. Conheço eventos que pagam mais para as garotas que levam as placas dos rounds do que para os lutadores. Outro ponto que prejudica os bons lutadores é a falta de empresários competentes. Infelizmente, vi carreiras arruinadas por maus treinadores e empresários. O que mais vi no mundo do MMA foi o desperdício de grandes talentos, infelizmente perdidos por falta de orientação e bom planejamento de carreira.</p>
<p><strong>Que dica daria para um jovem lutador que sonha com o UFC?</strong></p>
<p>Para começar, é útil saber que entregar 100% em cada treino não será o bastante. Tenha um plano de carreira. Cerque-se de bons profissionais – sejam eles lutadores, empresários e profissionais que vão ajudar com a nutrição, preparação física, aprender inglês, aprender sobre marketing. Ser um bom lutador apenas não será suficiente.</p>
<p><strong>Qual foi a maior lição que aprendeu durante as gravações do TUF Brasil 2, em 2013, entre as feras e novatos do UFC?</strong></p>
<p>Se você acreditar que pode, você vai conseguir! Eu era um lutador de 66kg que me inscrevi na categoria até 70kg. Eles decidiram cortar essa categoria pois não viram muitos talentos nela, e assim fui convidado, entre poucos, para talvez lutar até 77kg. Fui selecionado entre mais de 800 lutadores. Acredito que tudo isso aconteceu simplesmente porque eu sabia que poderia fazer acontecer. E assim foi.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245139" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-1024x727.jpg" alt="" width="650" height="461" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-1024x727.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-768x545.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca-150x107.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca.jpg 1290w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><strong>Qual foi sua luta de MMA mais marcante?</strong></p>
<p>A primeira. Era apenas um jovem, pesava 55kg, e lutei contra um cara com 8 vitórias, e zero derrota. Ele era alguns quilos mais pesado e muito mais experiente. Eu só treinava quedas e finalizações. Então entrei lá apenas com o Jiu-Jitsu e o sangue no olho! Venci uma guerra de três rounds. Foi sem dúvida a luta mais importante da minha vida. Porque foi onde me conheci.</p>
<p><strong>Quando você teve certeza de que se tornaria um professor de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Sempre amei treinar e ensinar Jiu-Jitsu. Comecei como instrutor em 2008, ainda de faixa-roxa, e me tornei faixa-preta em 2012. Então me mudei para os Estados Unidos em 2017. No Brasil, ensinava jovens competidores de Jiu-Jitsu. Quando nos EUA eu comecei a ensinar crianças, pessoas acima de 50 anos e crianças com autismo e TDAH, foi quando senti que tinha me tornado de fato um professor de Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>O Jiu-Jitsu salva, portanto?</strong></p>
<p>Tenho certeza disso. Hoje aqui nos EUA eu uso o Jiu-Jitsu para ajudar pessoas, e diria até para salvar vidas. Antes, achava que era professor, mas, hoje vejo que estava longe de mim conquistar esse título. Eu realmente amo essa arte e amo tudo o que envolve o Jiu-Jitsu. Treinar todos os dias, ensinar todos os dias, arbitrar campeonatos, orientar os atletas nos eventos e competir.</p>
<p><strong>A chama de competidor segue forte?</strong></p>
<p>Demais. É o amor, né? Ainda mais hoje em dia, que tenho meus filhos lá me assistindo e apoiando. Isso é algo incrível. E há ainda um detalhe que preciso ser sincero. Eu amo vencer! Aquele sentimento quando o árbitro levanta o meu braço tem um valor incalculável, deixa a gente sempre querendo sentir aquilo de novo. E por isso não penso em parar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245140" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-832x1024.jpg" alt="" width="650" height="800" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-832x1024.jpg 832w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-244x300.jpg 244w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-768x945.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3-122x150.jpg 122w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bruno-Jaca3.jpg 920w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bruno-jacare-dias-critica-amadorismo-no-mma-ha-eventos-que-pagam-melhor-as-garotas-das-placas-do-que-aos-lutadores/">Bruno Jacaré critica amadorismo no MMA: “Há quem pague melhor as garotas das placas que os lutadores”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quem é o praticante de Jiu-Jitsu mais duro do cinema? Talvez você considere votar em Indiana Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:00:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ele não cansa de viajar atrás de desafios, esbanja saúde, encontra tempo para estudar e, no sufoco, tira sempre um rolamento perfeito do chapéu. Seria um dos heróis mais queridos do cinema um praticante de Jiu-Jitsu? De acordo com fãs, sim. Personagem fictício criado por George Lucas e Steven Spielberg, Indiana Jones, pode ter sido&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/indiana_jones_e_o_templo_da_perdicao_plano_critico.jpg" alt="" width="600" height="401" class="aligncenter size-full wp-image-244618" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/indiana_jones_e_o_templo_da_perdicao_plano_critico.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/indiana_jones_e_o_templo_da_perdicao_plano_critico-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/indiana_jones_e_o_templo_da_perdicao_plano_critico-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Ele não cansa de viajar atrás de desafios, esbanja saúde, encontra tempo para estudar e, no sufoco, tira sempre um rolamento perfeito do chapéu.</p>
<p>Seria um dos heróis mais queridos do cinema um praticante de Jiu-Jitsu?</p>
<p>De acordo com fãs, sim. Personagem fictício criado por George Lucas e Steven Spielberg, Indiana Jones, pode ter sido um fiel adepto dos treininhos de kimono, e talvez tenha cruzado até com o grande mestre Mitsuyo Maeda em alguma de suas jornadas pela América do Sul, atrás de culturas e relíquias desaparecidas.</p>
<p>Nos fóruns de internet sobre a série cinematográfica, o debate vai longe, numa investigação que envolve teorias profundas e discussões acaloradas. Mas afinal, que artes marciais pratica o doutor Henry Walton Jones Jr., sábio arqueólogo e professor na Marshall College?</p>
<p>A investigação, claro, começa pelas cenas de brigas e confusões. Logo no filme de estreia, “Os caçadores da arca perdida” de 1981, o personagem de Harrison Ford viaja até a cidade perdida de Tânis, no Egito, na época da Segunda Guerra Mundial. Jones se mete numa briga feia, perto de um avião desgovernado por perto.</p>
<p>O rival, um gigantesco mecânico nazista, acerta o rosto de Jones com diversos murros. Indiana até usa certa defesa pessoal e mostra que sabe cair. Quando o trem de pouso da aeronave se aproxima, ele rola para o lado com agilidade ímpar, salvando-se de um esmagamento certo. O problema da cena é que Indiana, em momento algum, tenta afastar o agressor com um pisão ou botar o grandalhão para baixo. Se treinava Jiu-Jitsu ou outra luta agarrada, Indiana precisaria voltar para a faixa-branca.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Raiders of the Lost Ark (5/10) Movie CLIP - Nazi Mechanic Fight (1981) HD" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/jW1CeAVPhVg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Fãs do filme de Spielberg, tarados nos cinco filmes da série, garantem que o ator Harrison Ford praticou de fato diversas artes marciais, notadamente caratê, judô e boxe ao estilo Queensbury. De fato, Ford usa em muitos de seus filmes variados suplês, diretos convincentes e mesmo cotoveladas de muay thai. Por sinal, em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, o quarto da série, Ford está bem mais afiado na luta de solo – ele distribui gravatas (enquanto dirige um jipe!), baianas, rasteiras e defesas de chave de braço.</p>
<p>Claro, tudo ali é ficção, das boas. Mas é certo que transparece na figura de Indiana Jones dois aspectos muito característicos de um mestre no Jiu-Jitsu.</p>
<p>O primeiro é a pegada afiada. Repare como o doutor Jones se salva ao se agarrar em cipós, pontes, despenhadeiros, fundos de caminhões, raízes secas. Pois é, jamais seus dedos e calos o deixaram na mão.</p>
<p>O segundo, e principal, é a cabeça tranquila e o pensamento perfeito sob momentos de altíssima pressão. Quando tudo está ruindo à sua volta (e como há desmoronamento nos cinco filmes!), Indiana mantém a confiança e a fé em si mesmo.</p>
<p>Mesmo nos territórios mais inexplorados, o professor e historiador dá sempre o passo na hora certa, esbanja frieza e clareza de raciocínio até que, nos últimos instantes, é capaz de encontrar a melhor saída para escapar com seus amigos em segurança – inclusive ao fugir, rolando, de uma imensa pedra que despenca atrás dele num templo antigo, no início do primeiro filme.</p>
<p>O leitor com a curiosidade de um sábio arqueólogo pode encontrar outras boas pistas sobre Indiana Jones e o Jiu-Jitsu. Na série de TV “O jovem Indiana Jones”, exibida pela ABC e premiada com um Emmy em 1992 e 1993, os roteiristas contam como o jovem herói fez amigos notáveis nos seus tempos de universidade, em Chicago. Um deles foi Ernest Hemingway, escritor bom de briga.</p>
<p>Em 1920, Indiana Jones cruzaria com outro estudante lendário. Era um colega de quarto, que além de ler sobre direito, adorava livros ilustrados com técnicas de jiu-jítsu japonês. Tratava-se de um cê-dê-efe e futuro agente da lei, de nome Eliot Ness. Sim, o carrasco de Al Capone.</p>
<p>Isso tudo, claro, anos depois de Indiana lutar na Primeira Guerra Mundial e depois de ir parar no México, onde lutou ao lado de Pancho Villa e sua turma.</p>
<p>Não era mesmo fácil para Indiana Jones arrumar tempo para ir à academia e estudar suas técnicas de kimono. Se a sua vida é um pouco menos agitada, arrume uma brecha em sua rotina, e bons treinos.</p>
<p>E para você, quem foi o maior representante do Jiu-Jitsu nos cinemas?</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Indiana Jones 4 |2008| All Fight Scenes [Edited]" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/LhGQhnJtj7U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quem-e-o-lutador-de-jiu-jitsu-mais-durao-do-cinema-talvez-voce-considere-votar-em-indiana-jones/">Quem é o praticante de Jiu-Jitsu mais duro do cinema? Talvez você considere votar em Indiana Jones</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O xis da questão na contusão de Nicholas Meregali</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 19:10:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após garantir ao mundo, por suas divertidas redes sociais, que seria o campeão do ADCC, no peso e no absoluto, o hiperconfiante Nicholas Meregali não conseguiu fazer valer suas previsões. O campeão, marrento mas que, convenhamos, costuma acertar no que diz, foi superado em Las Vegas nas quartas de final do peso até 99kg, pelo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243888" style="width: 574px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243888" class="wp-image-243888 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Pixley-derruba-Meregali-queda-tirou-Nicholas-do-peso-e-absoluto.png" alt="Michael Pixley tomba Nicholas Meregali no ADCC 2024: a contusão tirou o o favorito também do absoluto. Foto de Marcelo Woo." width="564" height="602" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Pixley-derruba-Meregali-queda-tirou-Nicholas-do-peso-e-absoluto.png 564w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Pixley-derruba-Meregali-queda-tirou-Nicholas-do-peso-e-absoluto-281x300.png 281w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Pixley-derruba-Meregali-queda-tirou-Nicholas-do-peso-e-absoluto-141x150.png 141w" sizes="auto, (max-width: 564px) 100vw, 564px" /><p id="caption-attachment-243888" class="wp-caption-text">Michael Pixley tomba Nicholas Meregali no ADCC 2024: a contusão tirou o franco favorito também do absoluto. Foto de Marcelo Woo.</p></div>
<p>Após garantir ao mundo, por suas divertidas redes sociais, que seria o campeão do ADCC, no peso e no absoluto, o hiperconfiante Nicholas Meregali não conseguiu fazer valer suas previsões.</p>
<p>O campeão, marrento mas que, convenhamos, costuma acertar no que diz, foi superado em Las Vegas nas quartas de final do peso até 99kg, pelo astro do wrestling americano <a href="https://www.graciemag.com/pt-br/quem-e-o-lutador-americano-que-finalizou-nicholas-meregali-no-adcc-2024/" target="_blank" rel="noopener">Michael Pixley, faixa-roxa de Jiu-Jitsu.</a></p>
<p>Faixa-preta e ortopedista especializado em atletas de Jiu-Jitsu e MMA, doutor Rickson Moraes analisou, a pedido do GRACIEMAG.com, como ele viu, ao vivo, a contusão de Nicholas.</p>
<p>“O Michael Pixley é um atleta que combina muito bem projeções do judô com técnicas de queda do wrestling e, naquela luta dura para o Nicholas Meregali, ele conseguiu derrubar o brasileiro algumas vezes”, repassou doutor Rickson. </p>
<p>“Nas primeiras quedas o brasileiro conseguiu cair se protegendo e, uma vez no chão, conseguiu se defender bem, tentando chamar para guarda. Restando cerca de três minutos, uma queda entrou novamente, um uchi-mata ou uma variação do golpe, mas dessa vez o Meregali caiu mal, em cima do braço, com o peso do corpo em cima do cotovelo e do punho. Dessa vez ele caiu com o ombro em uma posição de abdução, na qual é grande o risco de ocorrer uma luxação dessa articulação, que é quando o ombro do lutador se desloca e sai do lugar”, acrescentou.</p>
<p>“Ao contrário do começo da luta, desta vez ele caiu e ficou parado uns poucos segundos. A imobilidade do Meregali foi fatal e o Pixley capitalizou. Quando o ombro está fora do lugar, não há como o atleta continuar a se movimentar. Lembro de algumas lutas de MMA nas quais os lutadores luxaram o ombro e que foram interrompidas por isso, como uma em que o Junior Cigano estava vencendo um duelo sem luvas, deslocou o ombro e perdeu. E vimos isso acontecer tantas outras vezes no UFC. O único atleta que eu recordo de conseguir vencer após ter o ombro deslocado foi o Raoni Barcellos, mas foi uma questão que envolveu sorte: a lesão ocorreu bem no final do round. No intervalo entre os rounds o Davi Ramos, seu córner, discretamente recolocou o ombro no lugar e o Raoni voltou, venceu e ainda finalizou o oponente. Mas um fato como esse, do Raoni, é bem raro”, lembrou Rickson.</p>
<p>“Agora é aguardar os exames de imagem para saber qual será o tratamento e para confirmar se o caso é de cirurgia&#8221;, concluiu o ortopedista.</p>
<div id="attachment_243892" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243892" class="wp-image-243892 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Dr-Rickson-Moraes-faixa-preta-especialista-ombro.jpg" alt="" width="600" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Dr-Rickson-Moraes-faixa-preta-especialista-ombro.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Dr-Rickson-Moraes-faixa-preta-especialista-ombro-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Dr-Rickson-Moraes-faixa-preta-especialista-ombro-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-243892" class="wp-caption-text">Dr. Rickson Moraes: o médico especialista em ombro é faixa-preta da escola Gracie na Ilha.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-xis-da-questao-na-contusao-de-nicholas-meregali/">O xis da questão na contusão de Nicholas Meregali</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A gargalhada de alegria de Teddy Riner ao treinar Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 18:32:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“No dojo da Alliance Leblon, ele pediu para disputar uma luta simulada de Jiu-Jitsu, para entender suas regras e sua dinâmica de pontos. Ele pedia os pontos feito uma criança, e começou a gargalhar quando raspou e chegou ao 4 x 2 no nosso placar verbal. Ele comemorava cada pontuação como um gol, e víamos no rosto dele que era uma criança a se divertir com um jogo de videogame novinho em folha, descobrindo os novos comandos e possibilidades”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_243817" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243817" class="wp-image-243817 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/63ee5f5ec5d7b-1024x683.webp" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/63ee5f5ec5d7b-1024x683.webp 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/63ee5f5ec5d7b-300x200.webp 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/63ee5f5ec5d7b-768x512.webp 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/63ee5f5ec5d7b-1536x1024.webp 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/63ee5f5ec5d7b-150x100.webp 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/63ee5f5ec5d7b.webp 1920w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243817" class="wp-caption-text">Teddy Riner no Flamengo. Foto: Alexandre Vidal / Flamengo</p></div>
<p>Judoca tricampeão mundial olímpico individual em Paris-2024, além do ouro por equipe em Tóquio-2020, o peso pesado francês Teddy Riner fez parte de sua preparação para os Jogos no Rio de Janeiro, em treinos nos tatames rubro-negros do clube do Flamengo.</p>
<p>Foi lá que ele começou a tomar gosto por algumas técnicas de Jiu-Jitsu, e quis saber mais sobre as posições, demonstradas por feras como o faixa-preta Jiuliano Leon, instrutor carioca especialista nas duas artes.</p>
<p>Teddy, no período do último carnaval, pediu então para visitar a Alliance Jiu-Jitsu no Leblon, onde rolou com feras como o então faixa-marrom Filipinho Black Cat e com outros craques de judô e Jiu-Jitsu que competem pela equipe do professor Rodrigo Thiago.</p>
<p>Leon, no primeiro momento, precisou se acostumar a uma lenda viva chamando-o de “sensei”. Vencida essa etapa, passou a apresentar o Jiu-Jitsu e suas regras ao ídolo francês.</p>
<p>“No dojo da Alliance Leblon, ele pediu para disputar uma luta simulada de Jiu-Jitsu, para entender suas regras e sua dinâmica de pontos. Ele pedia os pontos feito uma criança, e começou a gargalhar quando raspou e chegou ao 4 x 2 no nosso placar verbal. Ele comemorava cada pontuação como um gol, e víamos no rosto dele que era uma criança a se divertir com um jogo de videogame novinho em folha, descobrindo os novos comandos e possibilidades”, lembra Jiuliano, que não resistiu: “Fiz um convite para ele no futuro lutar um Mundial de Jiu-Jitsu, quando se aposentasse. Ele disse que ficou tentado, se divertiu com a ideia. E combinamos que logo após Paris-2024, ele voltaria para treinar Jiu-Jitsu com a gente no Rio. Quem sabe no Carnaval?”</p>
<p>E como seria a mente de Riner como um aluno “comum”?</p>
<p>Para Jiuliano, foi como o Messi pedir para um professor brasileiro ensinar um drible. Uma situação impensável, que demonstrou a humildade de Teddy como aluno.</p>
<p>“Primeiro pudemos sentir o carisma e a energia de um GOAT do esporte” disse o professor da Alliance e do projeto Mundo Makoto. “Ser chamado para conduzir alguns treinos dele foi bem desafiador – e ser chamado de sensei pelo maior da história foi algo sinceramente bem difícil. Mas mostra o gigante humilde que ele é. Um dos detalhes que pude pescar é que ao treinar ele mostrava um embaraço quando precisava fazer força, e se policiava o tempo todo para não usar em excesso, mesmo quando fluía como um peso leve. Ensinar Jiu-Jitsu para ele foi como guiar uma Ferrari por aí. Uma Ferrari com carroceria de Scania, claro, pois o monstro é grande demais.”</p>
<p>E a tal “mente de faixa-branca”, ingrediente de dez entre dez campeões? Teddy Riner a teria?</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Judoca multicampeão Teddy Riner treina na Gávea" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/3LJPop55l6w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“Sim, ao rolar com a gente ele veio com a mente de um faixa-branca que chegou ontem nas artes marciais, querendo aprender tudo sem ego ou receio de batucar. Porém, seu corpo não permite tudo –&nbsp;é uma máquina de lutar que sofreu os danos de estar no topo por vinte anos ininterruptos.”</p>
<p>Jiuliano Leon contou ainda que técnica Teddy mais gostou:</p>
<p>“Ele nunca tinha visto um ataque da meia-guarda para finalizar, e ensinamos isso, e sua defesa. Ele gostou muito, se divertiu. Nosso papel como instrutores de Jiu-Jitsu foi o de traduzir as manobras e movimentações no solo para as valências técnicas dele, usando posicionamentos que ele domina para aplicar no Jiu-Jitsu. Algumas coisas não se encaixam de um para outro. Por exemplo, mostramos ao Teddy uma passagem de guarda cruzando o joelho. Expliquei para ele segurar com uma pegada de eri-seoi-nage, fazendo una alavanca de tai-otoshi e obrigar o adversário olhar para o outro lado, para assim passar a meia.”</p>
<p>E você, já aprendeu ou ensinou algo a uma lenda? Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-gargalhada-de-alegria-de-teddy-riner-ao-treinar-jiu-jitsu-no-rio-de-janeiro/">A gargalhada de alegria de Teddy Riner ao treinar Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que o Senado parou para aplaudir o professor Helio Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 00:12:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No senado brasileiro, discursaram Arthur Vigílio Neto, Euclides Pereira, João Alberto Barreto, Luiz Fux, Osvaldo Alves, Marcelo Itagiba, Pedro Valente, Reila Gracie, Rickson e Wallid Ismail, entre outros.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231943" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231943" class="wp-image-231943 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1.jpg" alt="O faixa-vermelha Helio Gracie em casa. Foto de Gustavo Aragão" width="940" height="613" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-768x501.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/DSC_0200-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-231943" class="wp-caption-text">O faixa-vermelha Helio Gracie em casa. Foto de Gustavo Aragão</p></div>
<p>Em novembro de 2009, grande mestre Helio Gracie foi homenageado como herói, mestre que mudou vidas e grande esportista, pelos senadores do país.</p>
<p>Em sessão especial liderada por <span class="yt-core-attributed-string yt-core-attributed-string--white-space-pre-wrap"><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Arthur Vigílio Neto (&#8220;Admito que já quis lutar Jiu-Jitsu algumas vezes aqui no Senado, mas isso ia ferir o decoro&#8221;), estavam presentes de colarinho e gravata campeões como os invictos lutadores de vale-tudo Euclides Pereira, João Alberto Barreto e Rickson Gracie, o ministro Luiz Fux, mestres Reyson Gracie (aplaudido a 1h17min do vídeo), Osvaldo Alves, Marcelo Itagiba e Pedro Valente, a historiadora Reila Gracie e Wallid Ismail, entre outros. No plenário, vê-se várias pessoas de kimono.<br />
</span></span></p>
<p>Várias fotos preciosas de mestre Helio, clicadas por Gustavo Aragão pela GRACIEMAG, foram exibidas no telão durante a cerimônia.</p>
<p>Aos 40 minutos, o senador Arthur foi às lágrimas ao recordar de uma &#8220;luta&#8221; mental de três meses que Helio Gracie travou com o filho de criação Rolls, por conta das grandes farras que eles faziam no apartamento do velho mestre quando esse viajava para o sítio.</p>
<p>Já Marcelo Itagiba, Eduardo Suplicy, Reila Gracie e Pedro Valente lembraram a importância para a saúde dos exercícios e da boa alimentação. Já Rickson ensinou sobre conceitos que aprendeu desde jovem, como a sorte, o medo e a autoconfiança (ver em 1h43min).</p>
<p>Confira o vídeo raro desta grande aula de Jiu-Jitsu no Senado, com diversos ensinamentos disseminados em vida por Helio Gracie.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Hélio Gracie é homenageado pelo Senado Federal - 17/11/2009" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/BYprtVwwe1A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-senado-parou-para-aplaudir-o-professor-helio-gracie/">O dia em que o Senado parou para aplaudir o professor Helio Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amanda Ribas analisa duelo no UFC e destaca melhora na trocação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 21:49:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A brasileira Amanda Ribas, de 29 anos, estará em ação no UFC Jacksonville, a ser disputado no dia 24 de junho, na Flórida. A mineira de Varginha vai enfrentar a americana Maycee Barber na luta co-principal do evento, em duelo válido pelo peso-mosca. Em seu combate mais recente, Amanda derrotou a compatriota Viviane Araújo por&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_241247" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241247" class="size-full wp-image-241247" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.50.jpeg" alt="" width="1024" height="978" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.50.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.50-300x287.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.50-768x734.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.50-150x143.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-241247" class="wp-caption-text">Amanda Ribas superou Viviane Araújo no UFC 285. Foto: Divulgação/UFC</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A brasileira Amanda Ribas, de 29 anos, estará em ação no UFC Jacksonville, a ser disputado no dia 24 de junho, na Flórida. A mineira de Varginha vai enfrentar a americana Maycee Barber na luta co-principal do evento, em duelo válido pelo peso-mosca. Em seu combate mais recente, Amanda derrotou a compatriota Viviane Araújo por decisão unânime no UFC 285, em março deste ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, a brasileira está ranqueada em duas categorias. Ela é a nona colocada no ranking do peso-mosca e ocupa o 11º lugar no peso-palha. Apesar de encarar uma adversária que está atrás dela no ranking, Amanda acredita que o confronto é uma ótima oportunidade para crescer na divisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A Maycee é uma atleta boa não só tecnicamente, mas também fisicamente porque tem um condicionamento ótimo”, ressaltou Amanda. “Apesar de eu estar à frente dela no ranking, é uma luta crucial para mim. Ela vem numa sequência de quatro vitórias e há muita expectativa em torno dela. Por isso, o camp tem sido intenso”, comentou a faixa-preta de Jiu-Jitsu e de judô.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em bate-papo com o GRACIEMAG.com, Amanda Ribas analisou sua próxima luta no UFC e relembrou os desafios de adaptar o Jiu-Jitsu e o judô para o MMA.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Em que pontos você investiu na preparação para esta luta?</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">AMANDA RIBAS: </span></em><span style="font-weight: 400;">Acima de tudo, melhorei a minha trocação porque não deixei de treinar. Na minha última luta, defendi muitos socos com o rosto e foi algo que eu não gostei no meu desempenho e entendi que precisava evoluir. Tenho treinado mais esquiva e movimentação, além do Jiu-Jitsu e do judô. Eu sou faixa-preta nessas duas áreas, mas preciso aprimorar meu jogo cada vez mais para manter as técnicas afiadas.</span></p>
<p><strong>Como você analisa o encaixe técnico com a Maycee Barber?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela é uma atleta boa não só tecnicamente, mas também fisicamente porque ela tem um condicionamento ótimo. Vejo que a Maycee tem garra, costuma andar para frente durante a luta e é uma lutadora forte. Apesar de eu estar à frente dela no ranking, é uma luta crucial para mim. Ela vem numa sequência de quatro vitórias e há muita expectativa em torno dela. Por isso, o camp tem sido muito intenso. </span></p>
<p><strong>Como você acha que essa luta vai se desenrolar?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que tenha trocação e luta agarrada, um pouco de tudo. Nós gostamos de trocar, apesar de não ser a minha especialidade, então penso que a luta pode se desenrolar em diversas áreas. Eu também quero colocar minha luta agarrada à prova em pé e no solo porque tenho treinado bastante.</span></p>
<div id="attachment_241249" style="width: 855px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241249" class="size-full wp-image-241249" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.51.jpeg" alt="" width="845" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.51.jpeg 845w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.51-248x300.jpeg 248w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.51-768x931.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-15-at-18.21.51-124x150.jpeg 124w" sizes="auto, (max-width: 845px) 100vw, 845px" /><p id="caption-attachment-241249" class="wp-caption-text">Amanda Ribas comemora após o fim da luta contra Viviane Araújo no UFC 285. Foto: Divulgação/UFC</p></div>
<p><strong>O quão importante tem sido para você se manter mais ativa no UFC?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, algumas lutas minhas foram canceladas e eu precisei passar por uma cirurgia em maio do ano passado, logo depois de enfrentar a Katlyn Chookagian. Eu optei por não cancelar o compromisso e lutei contra a Chookagian com o tendão do bíceps rompido. Então fiquei um tempo sem treinar para me recuperar da melhor forma possível. Esse ano tem sido empolgante para mim porque comecei com uma vitória importante sobre a Viviane Araújo, que é uma lutadora dura, e vou lutar pela segunda vez ainda no primeiro semestre. Meu objetivo é terminar esse ano no top 5 do peso-mosca.</span></p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios de adaptar o Jiu-Jitsu e o judô para o MMA?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem dúvidas, o soco (risos). A gente vê quem é o verdadeiro atleta de MMA quando a mão entra. Vejo diversos atletas que são excelentes tecnicamente, mas não têm a humildade de aprender a tomar soco. É difícil para um faixa-preta migrar do Jiu-Jitsu e apanhar na trocação de um faixa-branca que é grau preto de muay thai, por exemplo. Então, para mim, a maior dificuldade foi aprender a aguentar os golpes para evoluir a cada treino.</span></p>
<p><strong>Como você lida com a expectativa que existe em torno do seu potencial?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu gosto, acho legal o pessoal esperar bastante de mim. Porém, eu tento não me cobrar porque dou o meu melhor em todos os treinos. Eu só ficaria frustrada se não conseguisse aplicar no octógono o que faço durante a preparação. O importante é que eu me sinta bem nos treinos.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wl-Acc-cI50" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Você pretende continuar ativa em duas categorias?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, porque consigo adquirir mais experiência ao enfrentar adversárias de diferentes divisões. Se o combate for no peso-palha (até 52,2kg), preciso de mais tempo de preparação para ter um corte de peso saudável. Já no peso-mosca (56,7kg), como o limite é mais acima, eu consigo aceitar uma luta com menos antecedência. </span></p>
<p><strong>Como foi a experiência de ter lutado em eventos estrelados do UFC, como os retornos do Conor McGregor e do Jon Jones?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu adoro lutar nesses grandes eventos, é outra adrenalina. Além de ser atleta do UFC, eu sou fã de MMA. Em certas situações, nem me vejo como lutadora, me coloco mais no lugar de fã por estar perto de pessoas que admiro. Tenho até uma história de bastidores engraçada da minha última luta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conte para nossos leitores, por favor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando eu estava saindo do palco da pesagem, vi dois bebês fofos. Quando me dei conta, eram os filhos do McGregor! E ele estava na minha frente, foi demais. Conversamos um pouco e pedi para tirar uma foto com ele, não resisti (risos). </span></p>
<p><strong>Quando começou o sonho de ser lutadora de MMA?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu não me via como lutadora de MMA, achava que era muito distante da minha realidade. Mas meu pai sempre acreditou no meu potencial. Ele dizia que futuramente eu lutaria no UFC e seria campeã. É muito importante ter um time que confia em você, e eu tenho. </span></p>
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		<title>Faça o “volante” para quedar o adversário, com Suyan Queiroz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Mar 2023 00:03:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Europeu 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você não está satisfeito com o seu jogo em pé e entende a necessidade de aprimorar as quedas? Não se preocupe, o professor Suyan Queiroz, nosso GMI à frente das escolas First BJJ Carlson Gracie Murray e First BJJ Carlson Gracie Riverton, traz o antídoto.  O faixa-preta formado pelo mestrão Carlson sagrou-se campeão europeu na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240194" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240194" class="size-large wp-image-240194" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-1024x1006.jpeg" alt="" width="650" height="639" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-1024x1006.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-300x295.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-768x754.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12-150x147.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-10-at-17.45.12.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-240194" class="wp-caption-text">Suyan Queiroz sagrou-se campeão europeu neste ano. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Você não está satisfeito com o seu jogo em pé e entende a necessidade de aprimorar as quedas? Não se preocupe, o professor <a href="https://www.instagram.com/suyanqueiroz/">Suyan Queiroz</a>, nosso GMI à frente das escolas First BJJ Carlson Gracie Murray e First BJJ Carlson Gracie Riverton, traz o antídoto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O faixa-preta formado pelo mestrão Carlson sagrou-se campeão europeu na categoria master 4 peso leve este ano e utilizou as quedas como trunfo para boletar o ouro no prestigiado evento da IBJJF. Suyan ensina uma queda de seu repertório para você derrubar o oponente com o máximo de eficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Repare que Suyan faz pegadas na gola e na panturrilha do adversário e puxa-o no momento em que entra em queda. Em seguida, o professor faz o popular “volante” para desequilibrar o oponente e conseguir executar o movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a aula no vídeo abaixo, e bons estudos.</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/CpA8plJp7Mv/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/CpA8plJp7Mv/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a></p>
</div>
</blockquote>
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		<title>Brunno Hulk e os detalhes da estreia arrebatadora no UFC Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 21:12:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aceitar um combate com menos de duas semanas de antecedência e lutar no Brasil com arena lotada são ingredientes que alimentariam pressão de boa parte dos lutadores. No entanto, Brunno “Hulk” Ferreira (10v-0d), atleta que soma passagem pela seleção brasileira de judô e é faixa-preta de Jiu-Jitsu, não sentiu o peso da estreia no Ultimate.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239891" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239891" class="size-large wp-image-239891" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-01-23-at-16.43.02-1024x768.jpeg" alt="" width="650" height="488" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-01-23-at-16.43.02-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-01-23-at-16.43.02-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-01-23-at-16.43.02-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-01-23-at-16.43.02-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-01-23-at-16.43.02-150x113.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-01-23-at-16.43.02.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239891" class="wp-caption-text">Brunno Hulk nocauteou Gregory Robocop em estreia no UFC. Foto: Gabriel Almada/GRACIEMAG</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Aceitar um combate com menos de duas semanas de antecedência e lutar no Brasil com arena lotada são ingredientes que alimentariam pressão de boa parte dos lutadores. No entanto, Brunno “Hulk” Ferreira (10v-0d), atleta que soma passagem pela seleção brasileira de judô e é faixa-preta de Jiu-Jitsu, não sentiu o peso da estreia no Ultimate.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O peso médio curitibano nocauteou o compatriota Gregory “Robocop” Rodrigues aos 4min13s do primeiro round no UFC 283, disputado no dia 21 de janeiro, no Rio de Janeiro. Hulk conquistou sua décima vitória na carreira – todas pela via rápida. Ele contabiliza sete vitórias por nocaute e três por finalização, com direito a oito triunfos no primeiro round. “O André Dida me falava que eu precisava me tornar um cara letal no MMA e eu carrego isso comigo&#8221;, relembrou Brunno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Brunno Hulk contou as razões que o tornam um lutador fatal no peso médio e explicou os motivos de sua evolução em menos de quatro anos como lutador profissional de MMA. </span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em>: O que foi determinante para você conseguir o nocaute naquele momento?</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">BRUNNO HULK</span></em><span style="font-weight: 400;">: No decorrer da luta, eu percebi que ele estava desconfortável com a minha movimentação, que é algo que eu treino bastante. Usei a grade a meu favor e acertei o direto com a mão esquerda no instante em que troquei de base. Quando acertei o golpe, não sabia se ele iria bater no chão e levantar, por isso fui para cima para e fiz o “Hulk esmaga” para liquidar a fatura. Já estive diversas vezes na posição do Robocop durante os treinos e a técnica estava fresca na minha memória porque tinha treinado essa situação dias antes da luta. Aquilo é Evolução Thai raiz, tem o toque do André Dida.</span></p>
<p><strong>Qual é o segredo para você ser um lutador tão letal?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O meu dia a dia reflete muito do que eu passei no meu começo na Evolução Thai. O Dida me falava que eu precisava me tornar um cara letal no MMA e eu carrego isso comigo. Digo que o MMA é o esporte da imprevisibilidade, um golpe pode mudar a luta. Então são a minha mentalidade e o meu treinamento que me moldam. Há muitas técnicas que eu ainda nem consegui mostrar, especialmente meu grappling e o judô, em razão do estilo que eu adotei. Não sou tão alto para o peso médio, mas trabalho intensamente a movimentação e o poder de nocaute.</span></p>
<p><strong>Como você conseguiu uma evolução significativa em menos de quatro anos como lutador de MMA?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Grande parte disso se deve à bagagem que eu carrego do judô. Estou acostumado a competir com o ginásio lotado  desde 1997, é algo natural para mim e sabia que isso não me afetaria no MMA. O primeiro passo para eu me profissionalizar no MMA foi me tornar aluno novamente, escutar os meus treinadores e trazer os aprendizados para o dia a dia. Às segundas-feiras, o Dida tinha o costume de passar a visão dele sobre os eventos que ele assistia no fim de semana, e eu absorvia muitos daqueles toques. Treinei bastante com lutadores experientes, como o Bruno Blindado, Francisco Massaranduba, Netto BJJ e o Serginho Moraes, e desde então faço o necessário para alcançar meus objetivos.</span></p>
<p><strong>Por que você tomou a decisão de migrar para o MMA?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu gosto do judô, treino às vezes para me manter conectado com o esporte, mas eu tinha o sonho de lutar MMA. Meu pai era fã de vale-tudo, treinava e conhecia a galera da época. Me apaixonei logo na primeira vez em que assisti uma luta de vale-tudo e o filme “O Grande Dragão Branco&#8221;, foi aí que tudo começou. No entanto, foi tudo no tempo de Deus. Construí a minha trajetória no judô e competi bastante no Jiu-Jitsu. Quando voltei aos torneios de judô, não sentia mais o brilho de antes, não enchia os meus olhos, então tomei a decisão de começar a treinar MMA. Entrei na Evolução Thai em 2018 e tive esse crescimento na minha carreira nos últimos anos.</span></p>
<p><strong>Qual é o seu diferencial em relação aos atletas da sua categoria?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu me considero um lutador de MMA completo, com um nível de excelência tanto na trocação quanto no grappling. Não há tantos lutadores especialistas no Jiu-Jitsu no peso médio, o próprio Alex Poatan não tem tanta experiência no setor. Trabalho firme em todas as áreas. Passei a treinar Jiu-Jitsu para aprimorar o meu judô e ambos caminham lado a lado comigo diariamente. Com a minha chegada na Evolução Thai, uma das escolas de trocação mais conceituadas no mundo, passei a treinar boxe e muay thai para me tornar um lutador completo. Me sinto confortável em todas as áreas, esse é o meu diferencial. Eu também não tenho medo de ser nocauteado, vou para cima em busca do nocaute, assim como fiz na luta contra o Robocop. Sei do meu potencial e estou disposto a trocar no fogo cruzado. </span></p>
<p><strong>Por que você aceitou a luta com menos de duas semanas de antecedência?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Numa terça-feira à noite, vi que a luta contra o Brad Tavares tinha caído e acendeu uma chama dentro de mim, queria aquela oportunidade. Logo depois, o meu empresário me ligou e perguntou se poderia me colocar à disposição para lutar. Eu concordei, já que mantive a forma no final do ano, só não tinha feito sparring de trocação nos dias anteriores. Eu não faço camp, estou sempre preparado. Comecei a treinar mais forte na quarta-feira e a notícia chegou à noite. A oportunidade está aí, você abraça ou deixa passar. Claro que havia o risco da conta dar errado, mas tínhamos as armas para sair com a vitória. Os obstáculos vão existir, mas estou pronto para lutar, é assim que tudo funciona no MMA. </span></p>
<p><strong>Você cogita descer para os meio-médios?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É algo que eu preciso de tempo para estudar, porque eu chego na semana da luta com apenas 5% de gordura, se eu perder muito peso, vou queimar minha massa muscular, ou seja, chegaria fraco nos meio-médios, sem a mesma explosão e performance. Posso estudar a possibilidade de descer de categoria, mas a explosão que tenho deve-se a minha forma física. Muitos lutadores perdem peso demais para lutar, ficam abatidos e isso acarreta em perda de desempenho.</span></p>
<p><strong>Você já tem algum adversário em mente?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda não, já voltei a treinar forte e estou sem lesão. O bom de lutar em janeiro é que tenho alguns meses para trabalhar no primeiro semestre, além do segundo. Pretendo fazer mais três lutas neste ano. Como eu não me exponho tanto e não tenho o costume de sofrer cortes, o meu estilo de luta me permite lutar com mais frequência. Espero voltar no final de março ou em abril, agora vou deixar o meu empresário Bernardo Serale trabalhar. Gostaria de lutar no mesmo card que o Bruno Blindado, nós temos uma energia ótima e treinamos juntos diariamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira, no vídeo a seguir, o nocaute de Brunno Hulk sobre Gregory Robocop no UFC 283:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tcs8BRtktkY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Confira 10 lições inspiradoras do eterno Rei Pelé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 22:07:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Judo]]></category>
		<category><![CDATA[karate]]></category>
		<category><![CDATA[Pelé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Único jogador a conquistar três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970), o Rei Pelé morreu na última quinta-feira, 29 de dezembro, aos 82 anos, no hospital Albert Einstein, após falência múltipla dos órgãos, resultado da progressão do câncer de cólon associado à sua condição clínica prévia.  Edson Arantes do Nascimento encantou uma legião de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239532" style="width: 824px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239532" class="size-full wp-image-239532" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-03-at-18.39.44.jpeg" alt="" width="814" height="982" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-03-at-18.39.44.jpeg 814w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-03-at-18.39.44-249x300.jpeg 249w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-03-at-18.39.44-768x927.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-03-at-18.39.44-124x150.jpeg 124w" sizes="auto, (max-width: 814px) 100vw, 814px" /><p id="caption-attachment-239532" class="wp-caption-text">Pelé treinou karatê e judô na infância, artes que ajudaram o Rei a não ser derrubado facilmente ao driblar os adversários. Foto: José Herrera/Divulgação</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Único jogador a conquistar três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970), o Rei Pelé morreu na última quinta-feira, 29 de dezembro, aos 82 anos, no hospital Albert Einstein, após falência múltipla dos órgãos,</span><span style="font-weight: 400;"> resultado da progressão do câncer de cólon associado à sua condição clínica prévia.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Edson Arantes do Nascimento encantou uma legião de fãs ao redor do mundo por seu talento único que revolucionou o futebol. Autor de mais de 1000 gols e multicampeão pelo Santos, clube que defendeu de 1956 a 1974, Pelé foi eleito o “Atleta do Século XX” pelo jornal francês L’Équipe e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mineiro nascido na cidade de Três Corações, Pelé defendeu apenas uma equipe além do Santos ao longo de sua carreira profissional. O New York Cosmos, dos Estados Unidos, foi agraciado com a magia do craque brasileiro, que jogou no time americano por duas temporadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelé teve uma breve experiência com as artes marciais no começo de sua carreira, em 1957. O Rei vestiu o kimono e treinou karatê e judô para aprimorar o equilíbrio e a agilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira abaixo 10 lições ditas pelo Rei Pelé para </span><span style="font-weight: 400;">você manter-se inspirado nos treinos de Jiu-Jitsu e não deixar que nenhuma adversidade seja maior do que sua força de vontade.</span></p>
<p>1. &#8220;Não importa quantos gols você marque, comemore como se cada um fosse o primeiro.”</p>
<p>2. “Para ir longe é preciso enfrentar as adversidades e não desistir.”</p>
<p>3. “O Pelé é imortal mesmo. Mas o Edson vai morrer qualquer dia.”</p>
<p>4. “Eu fazia todo o possível para dar bom exemplo para todos os jogadores e aos jovens que estavam começando a jogar futebol.”</p>
<p>5. “Você sempre tem que se preparar. Quando você achar que é o melhor, que está bem, você está ferrado.”</p>
<p>6. “Às vezes você fica triste ou aborrecido por causa de alguma jogada. Mas, de uma maneira geral, acho que o futebol só me deu oportunidade de coisas boas.”</p>
<p>7. “O povo brasileiro é tão fantástico que, mesmo levando paulada sobre paulada, continua acreditando em dias melhores.”</p>
<p>8. “Eu sempre achei que tinha que melhorar alguma coisa, essa era uma cobrança constante.”</p>
<p>9. “Eu aprendi a jogar na rua, no quintal que é como se aprende a jogar futebol.”</p>
<p>10. “Sou um homem de Três Corações, o pessoal esquece disso. Só tem um funcionando.”</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alvaro Bobadilla e a queda de judô adaptada para o Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2022 22:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Alvaro Bobadilla]]></category>
		<category><![CDATA[GFTeam Rockingham]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Judo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI na Austrália, o faixa-preta Alvaro Bobadilla, professor da GFTeam Rockingham, ensina uma técnica eficiente para você incrementar seu jogo em pé e surpreender o adversário. A posição consiste numa queda de judô adaptada para o Jiu-Jitsu. Repare que Bobadilla faz o armdrag e força a aproximação da adversária. Em seguida, o professor posiciona&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239302" style="width: 1025px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239302" class="size-full wp-image-239302" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Alvaro-Bobadilla.jpeg" alt="" width="1015" height="725" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Alvaro-Bobadilla.jpeg 1015w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Alvaro-Bobadilla-300x214.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Alvaro-Bobadilla-768x549.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/Alvaro-Bobadilla-150x107.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1015px) 100vw, 1015px" /><p id="caption-attachment-239302" class="wp-caption-text">Alvaro Bobadilla lidera a GFTeam Rockingham. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Nosso GMI na Austrália, o faixa-preta </span><a href="https://www.instagram.com/alvarobobadillabjj/"><span style="font-weight: 400;">Alvaro Bobadilla</span></a><span style="font-weight: 400;">, professor da </span><a href="https://www.instagram.com/gfteam.rockingham/"><span style="font-weight: 400;">GFTeam Rockingham</span></a><span style="font-weight: 400;">, ensina uma técnica eficiente para você incrementar seu jogo em pé e surpreender o adversário. A posição consiste numa queda de judô adaptada para o Jiu-Jitsu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Repare que Bobadilla faz o armdrag e força a aproximação da adversária. Em seguida, o professor posiciona a perna entre as da oponente e projeta o corpo para frente para quedá-la. O faixa-preta a esgrima imediatamente ao cair na meia-guarda e conclui a posição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a aula no vídeo abaixo, e bons estudos.</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Cl3xQCfjaBV/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/Cl3xQCfjaBV/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a></p>
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