Cleiber Maia dá conselhos a um jovem lutador. Foto: Divulgação

A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo

Cleiber Maia: "Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer."
Helio Gracie leva uma queda em demonstracao de defesa pessoal e Jiu Jitsu Foto Arquivos

Você venceria suas lutas com as regras do Jiu-Jitsu de 1954?

Confira alguns tópicos curiosos da regras da Academia Gracie da época e comente: seu jogo encaixaria bem com elas? * Lutas preliminares de dois rounds de cinco minutos – semifinais e finais com três rounds; • Queda clássica: 1 ponto * Queda imperfeita: meio ponto * Iniciativa de ataque: 1 ponto * Montada: 1 ponto

Caro professor, você ataca do “cem-quilos” ou do “side control”?

Por que, afinal, nossos alunos e professores optam por termos em inglês, se todos nós temos tanto orgulho de dizer que treinamos o Jiu-Jitsu brasileiro? Não sou um professor purista, vejam bem. Creio que expressões como “armlock” já foram inseridos há décadas. O meu incômodo é com o excesso. Muitos instrutores se apegam tanto ao termo estrangeiro que não sabem o sinônimo em nossa língua local.

Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?

Desde a década de 1930, os filhos de Gastão Gracie desenvolveram um sistema de ensino para encher qualquer magrinho de confiança. Confira a defesa pessoal ao longo da história do Jiu-Jitsu e se inspire para treinar em pé e no chão em 2026. Oss!
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