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	<title>Jiu-Jitsu sem kimono | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Jiu-Jitsu sem kimono | Graciemag</title>
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		<title>Daniel Ignacio: quando a defesa pessoal se transforma em ouro nos campeonatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 20:08:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>"Formar agentes preparados vai muito além de simplesmente estar pronto tecnicamente para um conflito. Graças ao Jiu-Jitsu, criam-se agentes com autocontrole e autoconfiança, que conseguem lidar com situações reais com calma, clareza e ética. A maior responsabilidade que tenho é o compromisso de tornar esses profissionais mais bem treinados, para que possam se proteger e proteger a população. Esse treinamento é tanto técnico quanto mental. Um bom profissional de segurança, treinado no Jiu-Jitsu, pode transformar uma situação potencialmente letal em uma situação não letal, salvando e poupando a vida de terceiros."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-244817" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF.jpg" alt="" width="682" height="722" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF.jpg 682w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF-283x300.jpg 283w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Daniel-Ignacio-Rio-Open-IBJJF-142x150.jpg 142w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p>Daniel Mérola Ignacio, 25 anos, cresceu em cima de um tatame. Filho do faixa-preta e célebre árbitro Sérgio Ignacio, foi criado nas tradições da família Gracie, e acompanhado desde os primeiros treinos por seu padrinho, Renzo Gracie.</p>
<p>Foi mestre Renzo quem o guiou ao longo de toda a sua formação — do kimono ainda folgado na infância à faixa-preta conquistada com mérito e honra.</p>
<p>Mais do que um atleta disciplinado e técnico, <a href="https://www.instagram.com/danielmerola09/" target="_blank" rel="noopener">Daniel</a> encontrou no ensino sua verdadeira vocação. Desde jovem, passou a liderar aulas e seminários, com destaque para seu trabalho com mulheres e crianças, onde combina sensibilidade, clareza e confiança. Ele confia que o Jiu-Jitsu pode ser uma poderosa ferramenta de transformação pessoal — hoje, seu maior objetivo é tornar essa transformação acessível a todos.</p>
<p>Além do ensino em academias para públicos diversos, Daniel atua de forma singular na área de treinamento voltado à segurança e à defesa pessoal. Cursou Administração de Empresas, conciliando seus estudos com treinos, aulas e seminários, e hoje é sócio de uma das mais respeitadas empresas de treinamento para segurança do país.</p>
<p>No dia a dia, instrui profissionais da segurança privada e pública, auxiliando-os no desenvolvimento técnico, físico e emocional necessário para suas funções. É também instrutor convidado de instituições como a Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil, a Core, o grupo de Paraquedistas do Exército e a Acadepol, a academia de formação da Polícia Civil do Estado do Rio.</p>
<p>Num dos contextos urbanos mais complexos da América Latina, sua contribuição é reconhecida por colegas e autoridades como um diferencial raro para alguém de sua idade.</p>
<p>A trajetória de Daniel no Jiu-Jitsu competitivo é marcada por conquistas significativas que evidenciam sua excelência. Em 2022, foi vice-campeão brasileiro sem kimono pela <a href="http://ibjjf.com/" target="_blank" rel="noopener">IBJJF</a>. No ano seguinte, conquistou a medalha de ouro no peso pesado, em evento internacional da CBJJO. Também em 2023, foi campeão do “Rei do Rio”, torneio promovido pela FJJ-Rio, a primeira federação de Jiu-Jitsu do mundo. Em 2024, venceu sem kimono o campeonato Rio International Open no superpesado faixa-preta, pela IBJJF.</p>
<p>Conquistas essas sempre aliadas a um trabalho árduo dentro e fora de sua empresa. Mas, segundo ele mesmo, estas são apenas algumas etapas no seu caminho. Os próximos passos? Levar seu conhecimento a novas fronteiras — dentro e fora do Brasil.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em>: Ainda lembra como deu seus primeiros passos com kimono?</strong></p>
<p><em><strong>DANIEL IGNACIO:</strong></em> Mal consigo lembrar qual foi o meu primeiro dia dentro do tatame; é como se eu sempre tivesse estado ali. Sinto que o Jiu-Jitsu esteve presente na minha vida desde o primeiro dia, porque tive a bênção de ter um pai que sempre colocou os ideais do Jiu-Jitsu como modelo de educação para me guiar dentro e fora da academia. Meu contato tão cedo com o Jiu-Jitsu se deve ao meu pai, Sérgio Ignacio, e ao meu padrinho, Renzo Gracie. Por volta dos 3 anos de idade, comecei no judô, e logo em seguida fui para o Jiu-Jitsu — e então também para o wrestling. O wrestling é popular nos Estados Unidos, e eu vivi lá durante a minha infância, então também é uma luta que faz parte da minha trajetória.</p>
<p><strong>Como a paixão pelo Jiu-Jitsu prevaleceu?</strong></p>
<p>Eu sempre soube que o Jiu-Jitsu era a minha maior paixão. Cresci no tatame e dentro de uma empresa familiar de treinamento de seguranças, onde utilizamos o Jiu-Jitsu para ensinar defesa pessoal. Além de ter o incentivo e inspiração do meu pai e do meu padrinho, contei com a sorte de ter uma mãe que sempre se desdobrou para conseguir me levar e estar presente em todos os treinos, lutas e competições desde muito novo. Sem essa abdicação e amor dela seria impossível.</p>
<p><strong>Como foi sua sensação ao chegar até a faixa-preta?</strong></p>
<p>Minha trajetória até a faixa-preta foi longa. Desde a faixa-branca até a faixa-preta, foram mais de 16 anos de caminhada. As avaliações para mudança de faixa sempre seguiram um processo rigoroso: o primeiro passo era estar treinando ativamente no Jiu-Jitsu; em seguida, era necessário conhecer todas as técnicas correspondentes à minha faixa na época, conforme descritas no livro do Renzo e Royler Gracie – um livro onde as técnicas estão separadas por faixas. Também estudei o conteúdo do livro de grande mestre Helio Gracie sobre Jiu-Jitsu e defesa pessoal. Com esse conhecimento consolidado e já tendo cumprido o tempo apropriado, passava por uma avaliação técnica e de desempenho na qual eu precisava vencer oponentes mais graduados e maiores para conquistar a faixa seguinte. Como meu pai e meu padrinho Renzo me incentivavam sempre a participar dos melhores seminários e a treinar com alguns dos melhores do mundo, a evolução não parava nunca.</p>
<p><strong>E como foi a sua etapa como faixa-marrom, prestes a receber a preta?</strong></p>
<p>Nessa fase, optei por competir o Campeonato Brasileiro da CBJJ ainda como faixa-marrom, para fechar essa etapa da melhor maneira possível. Acabei conquistando o título de vice-campeão brasileiro e, após isso, viajei para a academia Renzo Gracie em Nova York, onde passei um mês treinando intensamente. Muito do que sou e no que acredito devo aao meu pai e ao Renzo. Não poderia ser mais grato por, como costumamos dizer, ter aprendido direto da fonte. Fui extremamente privilegiado por ter acesso a tantos nomes influentes da linhagem Gracie desde cedo, e fiz questão de aproveitar todas as oportunidades que me foram dadas. Após aquele mês, enfim me “formei” como faixa-preta. Foi um dia marcante, cheio de emoção, em que percebi o quanto valeu a pena cada etapa da jornada. Não é um caminho fácil, e muito menos rápido; ele ensina o valor da perseverança e da paciência. Não existe qualquer tipo de atalho para a faixa-preta, o único caminho é não desistir.</p>
<p><iframe title="Daniel Merola vs Lucas Alves / Rio Spring Open No-Gi 2024" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/lsz_PXYWAfA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>E o trabalho voltado para segurança pública e privada, como está?</strong></p>
<p>Atualmente, nossa empresa tem mais de 35 anos de atuação. Um legado que tem sido passado do meu avô ao meu pai, e do meu pai para mim. O lema da empresa é algo que levo para a vida e pretendo passar para meus futuros filhos: “Lute e vença!”. É uma frase curta mas cheia de significado. Desistir não é uma opção. Além do conhecimento técnico de defesa pessoal e Jiu-Jitsu, tentamos passar essa mensagem diariamente: de que o trabalho é árduo, mas, com a luta, vem a vitória — e é a crença nisso que nos leva adiante. Hoje tenho quase 20 anos dentro do Jiu-jitsu, que mais parecem uma vida inteira. Eu sei, porém, que essa caminhada só está começando.</p>
<p><strong>O que você aprendeu como competidor?</strong></p>
<p>Nos campeonatos, aprendi muito sobre autocontrole e sobre lidar com as minhas emoções — fossem elas boas ou frustrantes. Aprendi como a minha mente e os pensamentos controlam o meu corpo e as decisões que preciso tomar em milésimos de segundos. Sendo assim, não importa se houve centenas de horas de treino, musculação e boa alimentação – a sua mente precisa estar focada, tranquila e positiva na medida, ou já era. O Jiu-Jitsu nos ensina a respeitar o oponente antes de qualquer coisa, porque a soberba é o caminho mais rápido para a derrota — e a verdade é que podemos aprender com todos. Não importa a cor da faixa, a idade ou o peso: todos podem ter algo a nos ensinar. É impressionante o quanto eu aprendo dando aula para crianças novas — seja sobre o Jiu-Jitsu ou sobre a visão de mundo.</p>
<p><strong>Como é sua abordagem ao ensinar Jiu-Jitsu para as crianças?</strong></p>
<p>Sou apaixonado por crianças. Elas têm uma leveza, pureza, e um olhar para a vida especial. Tento levar um pouco dessa positividade delas para minha vida pessoal. Nessa fase da vida, elas são como esponjas e absorvem tudo o que passamos, então precisamos estar atentos ao que falamos e a como podemos auxiliar na construção da autoestima e da autoconfiança delas. A abordagem com os pequenos e pequenas tem de ser sutil. O Jiu-Jitsu é introduzido de forma leve e divertida. Não pode ser uma aula maçante sobre movimentos extremamente técnicos. É um equilíbrio entre técnica e momentos de lazer. Logo, o treinamento infantil deve ser divertido, porém disciplinado. Queremos que as crianças se divirtam, mas também que elas aprendam a respeitar, a ter disciplina e a se defender. Entender que o Jiu-Jitsu é uma forma de defesa e não de ataque é fundamental.</p>
<div id="attachment_244819" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244819" class="wp-image-244819 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio.jpg" alt="" width="450" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio.jpg 450w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Medalha-Ignacio-113x150.jpg 113w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-244819" class="wp-caption-text">Medalha recebida por contribuição ao ensino policial, no Rio de Janeiro.</p></div>
<p><strong>Qual é o maior objetivo dos professores que lidam com alunos tão jovens?</strong></p>
<p>Em nossa equipe buscamos sempre ensinar a importância do menino ou da menina ser autoconfiante e, ao mesmo tempo, humilde. Ensinamos a manter a distância dos problemas e a lidar com eles com disposição e de cabeça erguida. Muitos pequenos estão ali porque querem aprender ou porque sofreram algum tipo de trauma. Nessa idade, o Jiu-Jitsu é importante para gerar uma criança segura, sem medo, confiante, com boa autoestima, controlada, preparada e respeitosa. O Jiu-Jitsu, assim, é essencial para prevenir o bullying, tanto para evitar sua prática quanto para prevenir que a criança seja alvo dele. Trabalhamos muito isso com as crianças, ensinando todas as técnicas necessárias para que elas sejam capazes de se defender.</p>
<p><strong>Onde você aprendeu a ensinar a garotada?</strong></p>
<p>Para passar tudo isso de um modo leve e agradável, utilizamos diversas técnicas e métodos diferentes. Muito desse conhecimento absorvi no curso do mestre Leão Teixeira, de aprimoramento para professores de Jiu-Jitsu infantil, referência nacional no ensino de Jiu Jitsu para crianças. Foi também nesse curso que tive a oportunidade de dar aulas e aumentar minha experiência com elas. Hoje, já encontro alunos adolescentes para quem dei aula há alguns anos, quando eram crianças, e eles me trazem muita gratidão por como pude participar de suas evoluções pessoais. Não vejo a hora de, daqui a alguns anos, ver que meu trabalho levou à construção de adultos melhores, de caráter e confiantes.</p>
<p><strong>Qual foi a maior lição de superação que viveu no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Houve um torneio que disputei em que estava dormindo muito mal há dias, no hospital, com a minha esposa internada. Para “melhorar”, tive um rompimento do ligamento do tornozelo logo nos primeiros minutos de luta. Meu corpo estava exausto, minha mente, muito preocupada com a saúde dela, e eu estava há semanas sem treinar por diversas questões pessoais. Além disso, lutar com um ligamento rompido é uma dor excruciante. Ainda assim, eu não desisti e acabei por finalizar o oponente, levando a medalha de ouro para o hospital. Esses momentos te mostram que o Jiu-Jitsu que aprendemos com os Gracie vai muito além da luta — é um aprendizado de vida. Porque, na vida, quase nunca teremos as condições ideais para realizar nada. Temos de trabalhar com o que temos, fazer o nosso melhor e acreditar que aquilo vai ser suficiente. Essa garra e determinação são o que mudam a vida de alguém — é o que define o tipo de vida que se terá.</p>
<p><strong>Você viu o Jiu-Jitsu mudar a vida de jovens com traumas?</strong></p>
<p>Tenho alunos que realmente mudaram suas vidas graças aos treinos. Deixaram de usar drogas, de beber sem controle, de conviver com pessoas que não agregam. Passaram a acreditar no próprio potencial, a fazer escolhas mais acertadas, a ter disciplina, rotina — e isso os levou a lugares que nem eles mesmos imaginavam alcançar. Essas mudanças de vida que eu presencio diariamente, através do Jiu-Jitsu, são, com certeza, o que mais me marca e mais me motiva nesse caminho.</p>
<p><strong>Quando você descobriu sua vocação para ensinar? </strong></p>
<p>Desde que eu tinha 12 anos, quando já ia constantemente para a empresa de treinamento onde trabalho hoje, para acompanhar meu pai em suas aulas. Foi assim que o meu avô ensinou a ele, e ele a mim. Meu pai é um professor nato, e sempre me admirei ao ver como ele fazia parecer fácil falar para tantas pessoas e construir uma linha de raciocínio clara, para que todos pudessem acompanhar e assimilar. Como meu pai, acredito que sempre tive vocação para ensinar e ajudar; sempre tive paciência e clareza para orientar na evolução dos alunos. Mas o que aprendi com o tempo é que, quando dominamos um assunto, temos humildade para aprender ainda mais sobre ele, e ensinamos com amor e atenção, conseguimos ser bons professores. Depois de alguns anos sendo forjado na empresa como ajudante, comecei a dar aula oficialmente em 2019, quando já me sentia mais pronto e preparado. Desde então, tenho feito de tudo para ser o melhor professor possível.</p>
<div id="attachment_244821" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244821" class="wp-image-244821 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro.jpg" alt="A valiosa medalha de Daniel no Brasileiro da CBJJ: no caminho certo. Fotos: Acervo Pessoal/GRACIEMAG" width="1024" height="686" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-768x515.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/Ignacio-prata-Brasileiro-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-244821" class="wp-caption-text">A valiosa medalha de Daniel no Brasileiro da CBJJ: no caminho certo. Fotos: Acervo Pessoal/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O que é preciso para ser um instrutor eficiente?</strong></p>
<p>Creio que ensinar está muito ligado à empatia: saber se colocar no lugar do outro e entender como ele vai receber a mensagem que se quer passar. Cada aluno tem uma história, um contexto cultural, familiar e pessoal. Dar aula requer se conectar com os alunos e entender a necessidade deles para compreender qual será a melhor forma de entrega. O linguajar, o nível de dificuldade, a cobrança, e tantos outros aspectos do ensino se adaptam de acordo com o tipo de aluno que está do outro lado. Entender isso foi essencial para dar uma boa aula e ser compreendido. As aulas para leigos, para profissionais da polícia, para crianças, homens ou mulheres: todas têm suas especificidades e merecem cuidados específicos.</p>
<p><strong>Como são suas aulas de defesa pessoal para mulheres? </strong></p>
<p>Infelizmente, vivemos em um mundo machista, onde as mulheres sempre têm de lutar mais para se sentirem ouvidas, respeitadas e, principalmente, seguras. O Jiu-Jitsu, há quase cem anos, sempre se mostrou uma excelente ferramenta para dar às mulheres um pouco da autoconfiança e segurança que a sociedade tira diariamente. É algo que indico para todas as mulheres que conheço, de todas as idades. Saber se defender é essencial para todos nós, mas especialmente para as mulheres, que são frequentemente alvos de crimes bárbaros, tanto dentro quanto fora de casa. Para minha especialização, fui até a referência do Jiu-Jitsu feminino, a escola Gracie Kore da campeã Kyra Gracie, faixa-preta renomada com livros sobre o tema. Kyra adotou como missão maior levar o conhecimento do Jiu-Jitsu para mulheres de uma forma em que elas se sintam bastante confortáveis e seguras ao absorver. Fiz um curso profissionalizante de ensino do Jiu-Jitsu para mulheres, na metodologia Gracie Kore, onde obtive grande aprendizado sobre como conduzir as aulas de maneira que as mulheres se sintam valorizadas, respeitadas e confiantes. Aprendi ali a criar um ambiente confortável e inclusivo para todos dentro do tatame.</p>
<p><strong>Já ensinou policiais mulheres? Como é essa experiência?</strong></p>
<p>Sim, tive a oportunidade de ministrar aula de técnicas de Jiu-Jitsu aplicadas à defesa pessoal feminina no Centro Desportivo da Polícia Civil, no Rio de Janeiro. Nessa aula, recebemos policiais mulheres e também o grupo &#8220;Empoderadas&#8221;, um grupo sensacional de enfrentamento à violência contra as mulheres, muito inspirador e necessário. Foi uma ótima experiência, onde pude ensinar mulheres fortes a terem mais formas de se defender. Pretendo seguir aprendendo bastante nesse âmbito, já que quero muito auxiliar as mulheres da melhor maneira possível. Como homem, entendo que existem nuances na realidade de vida das mulheres que eu não sinto na pele, então é importante ouvir para compreender.</p>
<p><strong>Qual a importância do Jiu-Jitsu para as forças de segurança, no Rio ou no mundo? </strong></p>
<p>Formar agentes preparados vai muito além de simplesmente estar pronto tecnicamente para um conflito. Graças ao Jiu-Jitsu, criam-se agentes com autocontrole e autoconfiança, que conseguem lidar com situações reais com calma, clareza e ética. A maior responsabilidade que tenho é o compromisso de tornar esses profissionais mais bem treinados, para que possam se proteger e proteger a população. Esse treinamento é tanto técnico quanto mental. Um bom profissional de segurança, treinado no Jiu-Jitsu, pode transformar uma situação potencialmente letal em uma situação não letal, salvando e poupando a vida de terceiros. Um policial treinado no Jiu-jitsu, em diversas situações, não precisa usar a arma de fogo para se defender, o que oferece uma segurança que vai além do porte de arma. Assim, o Jiu-Jitsu pode ser utilizado para prevenir a escalada de conflitos, onde, através do controle técnico, podemos proteger tanto o agente de segurança quanto o cidadão. Todo o nosso treinamento é adaptado ao ambiente realista das forças de segurança pública ou privada para as quais estamos oferecendo esse treinamento.</p>
<p><strong>Como seu conhecimento de situações reais ajuda nos resultados como lutador, no Jiu-Jitsu esportivo?</strong></p>
<p>Gosto de lutar para frente, sempre buscando quedar e finalizar. A rotina de preparação envolve estar sempre treinando e ativo, seja com treinos pesados, drills, musculação ou dando aulas. O bom lutador deve estar sempre pronto e preparado. Desde que peguei a faixa-marrom, passei a dar ênfase ao Jiu-Jitsu sem kimono, ou &#8220;no-gi&#8221; lá fora. Eu via ali uma maior similaridade com o nosso dia a dia e com a defesa pessoal, já que não temos o pano para segurar e o controle fica muito mais difícil. Acredito que todo praticante de Jiu-Jitsu deve se testar em uma competição oficial, ao menos uma vez. Nós descobrimos muito sobre nós mesmos quando estamos no tatame, no meio de uma arena lotada de oponentes. Aprendemos a lidar com a pressão de uma forma diferente. A mentalidade deve ser de sempre querer evoluir e aprender, de sempre estar preparado para o combate, e de saber lidar com a vitória, assim como com a derrota. O principal é se sentir treinado e aprendendo sempre. Isso dá a sensação de dever cumprido antes de a luta começar, e essa sensação é mais do que essencial para conseguir vencer. Sem ela, já se entra derrotado.</p>
<p><strong>Quais são os seus objetivos hoje como professor?</strong></p>
<p>Quando a gente respira Jiu-Jitsu, aprendemos que nossa modalidade não é somente um esporte; é um estilo de vida. Hoje não penso em formar apenas atletas para vencer campeonatos. Quero construir pessoas fortes e confiantes, que pelo Jiu-Jitsu alcancem uma vida melhor e se tornem pessoas melhores. Quero combinar a minha formação acadêmica em Administração pela IBMEC, meu domínio da língua inglesa e meu conhecimento de defesa pessoal para atuar globalmente. Quero desenvolver programas educacionais, ajudar na expansão do Jiu-Jitsu pelo mundo e formar alunos com os princípios e valores nos quais acredito. E, com tudo isso, continuar ativo nas competições de alto nível, porque aprendo e evoluo muito em cada uma delas. Espero poder inspirar outros, assim como muitos veteranos me inspiraram a ser quem eu sou. Muito obrigado a todos pela oportunidade.</p>
<div id="attachment_244835" style="width: 693px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244835" class="wp-image-244835 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1.jpg" alt="Daniel entre o pai e o padrinho, ao se formar faixa-preta em Nova York, na Renzo Gracie Academy. Fotos: Divulgação" width="683" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1.jpg 683w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1-267x300.jpg 267w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/03/Sergio-Renzo-e-Daniel-Ignacio-em-NY-1-133x150.jpg 133w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><p id="caption-attachment-244835" class="wp-caption-text">Daniel entre o pai e o padrinho, ao se formar faixa-preta em Nova York, na Renzo Gracie Academy. Fotos: Divulgação</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/daniel-ignacio-quando-a-defesa-pessoal-se-transforma-em-medalha-de-ouro-no-jiu-jitsu-esportivo/">Daniel Ignacio: quando a defesa pessoal se transforma em ouro nos campeonatos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que Léo Santos ensinou Jiu-Jitsu a Georges St-Pierre no ADCC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 14:57:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos campeões mais completos e respeitados da história do MMA, o canadense Georges St-Pierre construiu uma história gloriosa no UFC. Contudo, antes de se consagrar e se tornar um campeão dominante no octógono, St-Pierre se aventurou nos tapetes inóspitos do ADCC. Numa dessas, o canadense de mente aberta foi surpreendido por um faixa-preta brasileiro&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237615" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237615" class="wp-image-237615 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Leonardo-Santos-nos-tempos-do-TUF.jpg" alt="Leonardo Santos, astro da Nova União, em seus tempos de &quot;TUF&quot;. Foto: Divulgação" width="650" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Leonardo-Santos-nos-tempos-do-TUF.jpg 650w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Leonardo-Santos-nos-tempos-do-TUF-300x208.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Leonardo-Santos-nos-tempos-do-TUF-150x104.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-237615" class="wp-caption-text">Leonardo Santos, astro da Nova União, em seus tempos de &#8220;TUF&#8221;. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Um dos campeões mais completos e respeitados da história do MMA, o canadense Georges St-Pierre construiu uma história gloriosa no UFC.</p>
<p>Contudo, antes de se consagrar e se tornar um campeão dominante no octógono, St-Pierre se aventurou nos tapetes inóspitos do ADCC. Numa dessas, o canadense de mente aberta foi surpreendido por um faixa-preta brasileiro no ADCC 2005, disputado na tradicional Pirâmide de Long Beach, na Califórnia.</p>
<p>Nas quartas de final da categoria até 77kg, o já tarimbado Léo Santos surpreendeu GSP, de 24 anos, com uma técnica rara que arrancou um vendaval de aplausos do público presente no ginásio.</p>
<p>O atleta da Nova União encerrou sua participação com o quarto lugar na categoria. Na semifinal, o peso leve que atuou no UFC foi derrotado em luta equilibrada pelo craque Marcelo Garcia, que momentos depois se sagraria bicampeão do evento.</p>
<p>Assista ao vídeo a seguir e confira a vitória de Léo Santos sobre Georges St-Pierre – e não tente repetir isso em casa ou na academia sem a supervisão atenta de seu professor! Oss&#8230;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Léo Santos vs Georges St. Pierre | ADCC 2005" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/i4H2FKtULs0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-leo-santos-ensinou-jiu-jitsu-a-georges-st-pierre-no-adcc/">O dia em que Léo Santos ensinou Jiu-Jitsu a Georges St-Pierre no ADCC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que Diego Trindade aprendeu sobre a linguagem do Jiu-Jitsu ao ensinar na China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 16:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A aclimatação de Diego Trindade, de volta ao Brasil após uma aventura pela China, segue de vento em popa. O competidor de Jiu-Jitsu sem kimono anda treinando forte em Brasília, e já mira duas competições grandes em setembro, o Manaus Open e o Sul-Brasileiro no Rio de Janeiro. Diego ajudou a popularizar o Jiu-Jitsu na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243924" style="width: 641px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243924" class="wp-image-243924 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-1.jpg" alt="O professor e campeão de Jiu-Jitsu Diego, após brilhar no ADCC Tailândia. Fotos: Divulgação" width="631" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-1.jpg 631w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-1-246x300.jpg 246w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-1-123x150.jpg 123w" sizes="auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px" /><p id="caption-attachment-243924" class="wp-caption-text">O professor e campeão de Jiu-Jitsu Diego, após brilhar no ADCC Tailândia. Fotos: Divulgação</p></div>
<p>A aclimatação de Diego Trindade, de volta ao Brasil após uma aventura pela China, segue de vento em popa. O competidor de Jiu-Jitsu sem kimono anda treinando forte em Brasília, e já mira duas competições grandes em setembro, o Manaus Open e o Sul-Brasileiro no Rio de Janeiro.</p>
<p>Diego ajudou a popularizar o Jiu-Jitsu na China, país com 1,4 bilhão de pessoas que ainda é um mercado e tanto para o crescimento da arte suave. O país teve algumas escolas com trabalhos consistentes, como a China Top Team do professor Ruy Menezes, desde 2003, e a GB em Xiamen.</p>
<p>Diego, professor na Excellence School of BJJ, contou o que aprendeu após cinco anos no país da Grande Muralha. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O que fez você decidir encarar essa epopeia, e desbravar os tatames chineses?</strong></p>
<p><strong>DIEGO TRINDADE:</strong> Eu já tinha lutado alguns campeonatos no exterior e decidi que eu queria ter a experiência de morar fora do Brasil por um tempo. Sempre fui uma pessoa de grandes amizades e boa rede de contatos profissionais. Comecei as conversas e logo um amigo intermediou uma proposta de trabalho na China. Era um país de fato desafiador, mas nunca tive medo de desafios.</p>
<p><strong>Quais foram os maiores desafios por lá? </strong></p>
<p>Olha, nem sempre foi fácil. Com perseverança e dedicação consegui conquistar meu espaço na China. Primeiro precisei ganhar reconhecimento como professor, e depois como atleta. Mas houve uma série de aspectos positivos. Estar na China me permitiu viajar e lutar competições por toda a Ásia, como no ADCC Tailândia, o ADCC Singapura, o ADCC Coreia do Sul, ADCC Filipinas, ADCC Malásia e o Asian Open no Japão, entre outros. A experiência na China foi, assim, fundamental para o meu crescimento como pessoa, como professor e como atleta.</p>
<p><strong>Poderia contar um pouco sobre esse crescimento pessoal?</strong></p>
<p>Eu fui à China sem saber mandarim, por exemplo. Ao longo dos últimos anos, dei aulas para alunos chineses e também para praticantes de diversas nacionalidades. A China é assim, atrai gente de todo o globo. Com isso, aprendi que a linguagem corporal do Jiu-Jitsu brasileiro é universal. Em algumas regiões do interior da China, o Jiu-Jitsu ainda é uma arte muito nova. Para mim, foi desafiador e gratificante poder difundir o Jiu-Jitsu brasileiro em várias comunidades do outro lado do mundo. E pude verificar que, do outro lado do mundo, o grappling e o Jiu-Jitsu sem kimono estão de fato se desenvolvendo muito rapidamente. Isso me fez aprender também, e evoluir bastante nessa linha do esporte.</p>
<p><strong>Quais são os seus planos para o seu time no Brasil? </strong></p>
<p>Minha raiz é o Jiu-Jitsu com kimono, não tem jeito. Mas essa bagagem de no-gi que adquiri enquanto estive fora do Brasil me fez evoluir com atleta, professor e treinador. Nesse retorno ao Brasil, pretendo continuar concentrado no Jiu-Jitsu sem pano, pois acredito que este é o momento de um grande salto de crescimento na modalidade, aqui e lá fora. Serão ainda muitos eventos divulgando a modalidade, pagando bem aos jovens e mudando o cenário esportivo brasileiro também.</p>
<p><strong>Brasil e China têm relações diplomáticas somente há 50 anos, e tudo por lá ainda parece ser um mistério para nós. O que aprendeu sobre o país, e sobre o Brasil?</strong></p>
<p>A China é um país que investe e valoriza o esporte em geral. Com o Jiu-Jitsu não é diferente. Desde criança, atletas que se destacam recebem incentivo governamental, inclusive em dinheiro, para se dedicar aos treinamentos e à vida de atleta. Além disso, a China tem diversas academias com excelente estrutura, e cada vez mais atletas chineses vêm se destacando no esporte. Já existem alguns lutadores chineses no UFC, por exemplo. Com isso, mais e mais chineses vem se interessando pelo Jiu-Jitsu brasileiro. Enquanto estive na China, tive a oportunidade de treinar alguns atletas chineses com grande potencial. Mas o Jiu-Jitsu brasileiro ainda tem muito espaço para crescer na China.</p>
<p><strong>E nos países vizinhos, o que você pôde conferir?</strong></p>
<p>Nos outros países asiáticos o Jiu-Jitsu sem kimono e o MMA também só fazem crescer. A Tailândia possui centros de treinamentos de alto rendimento que atraem atletas do mundo inteiro, até pela sua tradição no muay thai. E belos países como Singapura, Malásia, Filipinas e outros estão em processo de evolução, com bastante espaço para novos instrutores.</p>
<p><strong>O que você ainda lembra quando pensa em seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu? </strong></p>
<p>Minha primeira vez nos tatames foi quando dois amigos me convidaram para conhecer a arte suave. Vi ali que de suave aqueles treinos não tinham nada, já que fui finalizado milhões e milhões de vezes e não entendi nada. De todo modo, aquilo me desafiou e me atraiu. Desde então, nunca mais parei. Sou a prova viva de que o faixa-preta é o faixa-branca perdidinho que nunca desistiu.</p>
<p><strong>Do que mais se orgulha em sua trajetória no esporte? </strong></p>
<p>Da minha persistência. Ao longo da minha trajetória no Jiu-Jitsu, eu conheci muita gente. A maioria ficou pelo caminho. Muitos se apaixonavam pela arte suave assim como eu, mas depois de um tempo desistiam, iam fazer outra coisa. Outros, por algum motivo da vida, não tiveram condições de continuar. Minha faixa-preta é um troféu que me fez ganhar o mundo e me deu condições de viver do esporte. Nunca foi fácil, mas eu sempre persisti, pois foi esta a escolha que fiz para minha vida lá atrás.</p>
<p>Saiba mais sobre o trabalho do professor <a href="https://www.instagram.com/diegotrindadejj/" target="_blank" rel="noopener">GMI Diego Trindade, aqui.</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-243922" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1.jpg" alt="" width="786" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1.jpg 786w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-300x293.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-768x750.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-150x147.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-que-diego-trindade-aprendeu-sobre-a-linguagem-do-jiu-jitsu-ao-ensinar-na-china/">O que Diego Trindade aprendeu sobre a linguagem do Jiu-Jitsu ao ensinar na China</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 13:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor Vinicius “Draculino” Magalhães, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss! “Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235793" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235793" class="wp-image-235793 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg" alt="Draculino conquistou o ouro na divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla" width="1024" height="604" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-300x177.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-768x453.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235793" class="wp-caption-text">Draculino conquistou o ouro na antiga divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla</p></div>
<p><em>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor <a href="https://www.instagram.com/draculinojj/" target="_blank" rel="noopener">Vinicius “Draculino” Magalhães</a>, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss!</em></p>
<p>“Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu já sabia disso, e repeti essa constatação em voz alta, no ginásio da Califórnia State University Dominguez Hills, no sábado, bem antes de tudo acontecer. Eu ainda não podia saber, claro. Mas, umas 24 horas depois, naquele domingo fatídico, eu acordaria na maior tranquilidade, pensando que era a manhã da luta – até ver que ao meu lado estava o Wellington Megaton, com os trajes de árbitro do <a href="https://ibjjf.com/events/results/2008-world-jiu-jitsu-no-gi-ibjjf-championship" target="_blank" rel="noopener">2º Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono</a>. Caí numa tocaia. Mas deixemos isso para o fim.</p>
<p>A história começou no sábado, 9 de agosto de 2008. Não, na real começou antes, no mês de maio. Foi quando aceitei a missão de estabelecer nos EUA e comandar a <a href="https://www.graciemag.com/2011/12/03/draculino-mostra-54-tecnicas-em-menos-de-12-minutos/" target="_blank" rel="noopener">Gracie Barra Texas</a>, na cidade de Houston. Após um período totalmente voltado para o MMA e para o desenvolvimento dos meus alunos, achei que era a hora de voltar a botar a cara nos torneios e sentir a adrenalina de competir entre a garotada.</p>
<p>Estou com 37 anos. Não lutava um campeonato na categoria adulto desde 2002, no Pan da IBJJF. Com as coisas mais mansas, e com 150 alunos em Houston, quis mostrar a eles que o Jiu-Jitsu é para todos, e que mais vale cair dentro e lutar do que ficar pensando em desculpas ou se esconder atrás da fama.</p>
<p>A merda de ficar afastado é que você perde muito a tarimba, as manhas de competição – o ritmo da luta, a malandragem, coisas assim. Estranhei até como bater o peso para o campeonato, depois de tanto tempo sem enfrentar as balanças. O segredo é saber quantos quilos você perde ao dormir, e assim calcular certinho quanto você precisa bater pela manhã, para não ficar nem muito acima nem muito abaixo do seu peso ideal. Por isso passei aqueles dias carregando minha balança a tiracolo pelo ginásio, enquanto o pessoal brincava comigo.</p>
<p>A melhor sensação para mim foi na hora de aquecer, aquele frio na barriga antes da primeira luta. Não se trata de medo, você sabe. É pura adrenalina nas veias. Como eu estava dizendo, o vale-tudo e o MMA são extremos, claro, e podem ter lances brutais. Mas por outro lado você conhece o adversário, estuda o estilo do rival com antecedência, ganha uma bolsa boa, passagens aéreas para você e seu time – e faz uma luta só e a missão está cumprida. Praticamente o oposto do Jiu-Jitsu, em que lutamos por amor ao esporte, não faz ideia sobre quem vai encarar e o que pode acontecer.</p>
<p>A única coisa certa em todos os torneios de Jiu-Jitsu, por exemplo, é que vai haver ao menos uma grande surpresa, uma zebra a galopar nos tatames. O negócio é fazer tudo certinho para que não seja contra você.</p>
<p>Preparei meu Ipod com 4 mil músicas. Nada de hip-hop, que sou da antiga, mas acabei não escutando meu rock favorito antes da hora da verdade – “Angel of death”, da banda Slayer. Olha aí, vai ver que foi isso que fez a diferença, que causou aquele lance com os vagalumes. Tremendo papelão, foi o que pensei na hora. Mas claro que não me envergonho agora. Vergonha eu teria caso eu mutucasse, fugisse da luta ou agisse como um frouxo.</p>
<p>Em campeonatos de Jiu-Jitsu, e aí vale com ou sem kimono, já vi o certo dar errado, o errado dar certo, a técnica perder para ignorância e vice-versa. Depende do dia de cada um, e de outra série de fatores. Essa é a magia do esporte. E é essa magia que me faz estar lá sempre no ginásio, mesmo quando eu não vou lutar, e encarar calor ou frio nos ginásios da Califórnia.</p>
<p>Naquele fim de semana, o calorão estava especial, e o clima dentro da área de lutas não era mais ameno. Afinal, não é sempre que podemos ver em ação Saulo Ribeiro, Roberto Godói, Baret Yoshida, Jorge Pereira e tantos outros nomes da minha época. Tanto que a divisão de masters tinha mais astros que na categoria adulto.</p>
<p>Porém, formado por uma nova geração de astros, faixas-pretas cascas-grossíssimas, o adulto foi um espetáculo para os torcedores. Acostumado a um tempo em que víamos um mar de caras feias e lutadores cheios de marra, me impressionou ver como a molecada atual é educada, cordial e respeitosa com a gente e entre eles. Todos se cumprimentavam, trocavam reverências, numa clara demonstração que lutam para se divertir e evoluir, antes de tudo. Alguns, inclusive, me disseram que eu era um grande exemplo, por estar ali inscrito entre eles após faturar o ouro na minha divisão de 37 anos. Foi muito legal ouvir isso.</p>
<p>Eu sabia que não precisava provar nada a ninguém – exceto a você mesmo, todos os dias da vida. Por isso eu cheguei a rir ao ver uma luta da garotada. Percebi que para chegar perto da explosão, timing e pujança dos garotos, eu precisaria de uns cinco campeonatos em sequência. Foi o ritmo forte da maioria, mais do que a técnica, que me chamou a atenção. O que dizer de Rubens Cobrinha? A luta dele pelo ouro dos leves, contra Jeff Glover, foi a luta que mais me impressionou no evento. Um verdadeiro jogo de xadrez, vencido por Cobrinha por uma vantagem ao quase chegar do lado e dar um bote nas costas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Time Travel Tuesdays - Rubens Cobrinha Charles vs Jeff Glover   Nogi Worlds 08" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/h6cNbCw6pkU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Na minha divisão, o peso-pena, Bruno Frazatto venceu Denilson Pimenta na final. Pimenta luta desde a minha época também, e é um cara bem forte e completo. Bruninho usou sua guarda para raspar e virar a luta no finzinho, quando perdia por 2 a 4. Um lutão de duas, com o perdão da expressão chula, “putas velhas de tatame”.</p>
<p>O grande nome do evento, claro, foi Antonio Braga Neto, campeão absoluto após vencer Gabriel Vella numa final sensacional, no cair da tarde de domingo. Braga Neto surpreendeu ao, com segundos de luta, ir para cima e derrubar Vella, caindo por cima.</p>
<p>No feminino, a mesma coisa, vi muita técnica e humildade. Além da campeã absoluta, a faixa-marrom Ana Laura Cordeiro, campeã após vencer Ana Carolina e Penny Thomas, ainda vi Letícia Ribeiro finalizando bonito no peso-pluma.</p>
<p>E, para coroar, ainda teve o Saulo Ribeiro, campeão meio-pesado numa divisão cheia de garotos, como Gregor e Igor Gracie, que estavam cheios de fome de vitória.</p>
<p>Campeonatos são assim, uma grande festa, em que mesclam-se estilos e experiências. No meu caso, senti falta de ritmo, acredito. Admito que, mesmo após vencer o peso-pena entre os veteranos, não fiquei completamente satisfeito com minha exibição. Achei minhas duas lutas truncadas.</p>
<p>Até que chegou a hora de lutar entre os adultos. E eu, que quase não cometia erros tolos quando era competidor assíduo, acabei cometendo aquele erro primário, logo em minha primeira luta no adulto.</p>
<p>Era cerca de uma e meia da tarde de domingo. Eu sabia que meu oponente, Johnny Ramirez, era um aluno do Rodrigo Medeiros e um cara bem duro. Afinal, ele tinha feito uma luta boa com meu aluno Samuel Braga, em que o Samuel venceu por dois ou três pontos. Fiz minha tática, então: pus na guarda, raspei como manda o figurino e fiquei ali por cima fazendo minhas vantagens na meia-guarda.</p>
<p>Quando a luta parou e voltou no meio, tentei dar uma movimentada maior. Fui fazer uma passagem de guarda um pouco arriscada quando não há o kimono, em que se bota a mão no joelho para pressionar e passar por cima da perna. Deu no que deu.</p>
<p>Ao ver a gravação depois, eu não sabia se ria ou chorava. Meu braço escorregou certinho e caiu dentro do triângulo dele. Eu pulei para dentro do golpe!</p>
<p>Rapidamente, tentei fazer a defesa tradicional do triângulo, no que ele laçou minha perna. Golpe arrochado, vi então voltar aquela poderosidade da antiga, dos tempos em que minha geração foi criada a ferro e fogo. Eram tempos duros, quando incutiam na gente que devíamos ir até o fim para não ser finalizado. E, com os três tapinhas, não poderíamos testar de fato onde era o fim, certo?</p>
<p>Dormir ou bater? Eu, que nunca tinha batido na minha vida num campeonato, decidi que não seria logo agora, aos 37 anos. Não, eu não desistiria depois de velho, naquele Mundial Sem Kimono da IBJJF.</p>
<p>Naquele instante, com meu pescoço imprensado dentro do triângulo, cinco reflexões cruzaram minha mente na velocidade do pensamento:</p>
<p><em>1. Puta merda, que erro! Caí dentro do triângulo feito um idiota.</em></p>
<p><em>2. Preciso me defender.</em></p>
<p><em>3. Ih, não vai dar para defender. Caramba, agora eu sei exatamente como o Royler se sentiu no ADCC 2003. O que faço?</em></p>
<p><em>4. Ferrou. E agora: bater ou não bater?</em></p>
<p><em>5. Bater é o caralho. Vou ficar aqui mesmo.</em></p>
<p>Cheguei até a sonhar. Dormir num golpe é uma sensação estranha, porque é um lance suave. Não é nada traumático, como um nocautaço no vale-tudo. Primeiro, aparecem umas luzes piscando, como um bando de vaga-lumes. Quando você não espera mais, dorme.</p>
<p>Jiu-Jitsu, portanto, é isso: errou, já era, apagou. Deixo claro, primeiro, que meu jovem oponente teve todos os méritos. Segundo: batucar e desistir em campeonato não é demérito para ninguém, pelo contrário. Isso é loucura minha que ninguém deve pensar em seguir, não.</p>
<p><em>The end.</em>&#8221;</p>
<div id="attachment_235800" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235800" class="size-full wp-image-235800" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235800" class="wp-caption-text">Draculino com os alunos na GB, em foto de Bruno O&#8217;Hara / Divulgação.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/vinicius-draculino-jiu-jitsu-e-os-vagalumes-no-breu/">Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: O treino secreto de Renzo Gracie e Paulo Miyao no palácio de Abu Dhabi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 23:20:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em meados de 2013, GRACIEMAG teve acesso a um dos dojôs mais bem guardados do planeta, localizado no palácio do xeque faixa-preta Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, o criador do ADCC. Testemunhamos lá em Abu Dhabi, na capital dos Emirados Árabes, o treino sem kimono com Tahnoon, Renzo Gracie e os irmãos Miyao, convidados vips&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_126626" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/renzo-miyao-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-126626" class="size-full wp-image-126626" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/renzo-miyao-1.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/renzo-miyao-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/renzo-miyao-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/renzo-miyao-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/renzo-miyao-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-126626" class="wp-caption-text">Xeque Tahnoon ao centro, com seus convidados no palácio de Abu Dhabi. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Em meados de 2013, GRACIEMAG teve acesso a um dos dojôs mais bem guardados do planeta, localizado no palácio do xeque faixa-preta Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, o criador do ADCC.</p>
<p>Testemunhamos lá em Abu Dhabi, na capital dos Emirados Árabes, o treino sem kimono com Tahnoon, Renzo Gracie e os irmãos Miyao, convidados vips do príncipe, entre outras feras.</p>
<p>Não fomos autorizados a filmar por muito tempo, mas o que registramos foi ouro puro. Após o treino, Renzo avaliou o jogo dos fenomenais pesos-plumas: “Esses moleques chegam nas costas de tudo que é jeito. Se eles colocam a cabeça embaixo do seu quadril, já era!” Veja a seguir o treino entre Renzo e Paulo Miyao, nas imagens de Pedro Lott.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="The secret session: Renzo Gracie vs. Paulo Miyao" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/OZ6m4vO4k2A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-o-treino-secreto-de-renzo-gracie-e-paulo-miyao-no-palacio-de-abu-dhabi/">Vídeo: O treino secreto de Renzo Gracie e Paulo Miyao no palácio de Abu Dhabi</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Matheus “Mascote” Chedid traça metas para 2024 e relembra armlock marcante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 17:16:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Joia da equipe Gracie Barra Westchase no Texas, a fera Matheus “Mascote” Chedid tem tido uma temporada inesquecível, e sonha em chegar voando na elite do esporte. Após ser condecorado com a tão sonhada faixa-preta, o craque da equipe liderada por Ulpiano Malachias ensinou macetes para jovens lutadores e falou com o GRACIEMAG.com sobre suas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-242863 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-682x1024.jpg" alt="" width="650" height="976" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-682x1024.jpg 682w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-768x1153.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-1023x1536.jpg 1023w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-100x150.jpg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy.jpg 1066w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Joia da equipe Gracie Barra Westchase no Texas, a fera <a href="http://Instagram.com/matheus_mascotebjj" target="_blank" rel="noopener">Matheus “Mascote” Chedid</a> tem tido uma temporada inesquecível, e sonha em chegar voando na elite do esporte.</p>
<p>Após ser condecorado com a tão sonhada faixa-preta, o craque da equipe liderada por Ulpiano Malachias ensinou macetes para jovens lutadores e falou com o GRACIEMAG.com sobre suas metas para 2024.</p>
<p>GRACIEMAG: Você ainda lembra de seu primeiro treininho?</p>
<p>MATHEUS CHEDID: Tenho muitas lembranças especiais desse dia. Comecei a treinar aos 12 anos, então faz algum tempo, mas me recordo de como foi estranho usar um kimono pela primeira vez. E, ao mesmo tempo, de como eu me apaixonei pelo esporte logo na primeira aula! O meu primeiro sparring era outro aluno completamente desengonçado, mas extremamente divertido. Acho que foi naquele momento que eu me apaixonei pelo esporte. Eu sei que já queria me inscrever na academia na mesma hora.</p>
<p>Como foi seu tempo de faixa-azul, quando muita gente desiste e outros se tornam fenômenos?</p>
<p>Foi ali que comecei a me tornar um atleta e realmente comecei a entender os conceitos do Jiu-Jitsu. Tive ótimas experiências nessa faixa e foi nela em que eu tive meus primeiros campeonatos internacionais. Creio que foi de fato um ponto de virada na minha carreira.</p>
<p>Como foi parar na GB Westchase?</p>
<p>Eu treinei desde o meu começo no Jiu-Jitsu na mesma academia, a Octógono, até a minha faixa-marrom. Meu mestre, Fred Blum, trabalhou durante muitos anos com o Ulpiano na Gracie Barra, e por causa disso eles têm uma amizade de longa data. Certo dia, Ulpiano mandou uma mensagem para o meu mestre perguntando se ele tinha algum atleta que gostaria de uma oportunidade de viver do esporte nos EUA. Meu mestre, mesmo com diversas opções, me escolheu dentre todos os alunos para me dar essa oportunidade, e pude seguir meu sonho e evoluir como pessoa. Eu decidi encarar o desafio de frente e agora estou vivendo algo com que apenas sonhava há alguns anos. Está sendo incrível, e não vou desapontá-los!</p>
<p>Que dica você dá para os novatos aproveitarem ao máximo cada faixa?</p>
<p>Há diversas dificuldades que precisamos superar em cada uma das faixas. Logo, a dica mais importante que posso dar é focar em pequenas evoluções. Todo pequeno detalhe que a gente aprende é um fator importante no desenvolvimento do Jiu-Jitsu, cada pequeno detalhe vai pouco a pouco nos ensinando a entender mais sobre os diferentes aspectos de cada posição. Além disso, aprender novidades toda semana acaba por ser um grande motivador durante toda a nossa jornada no Jiu-Jitsu.</p>
<p>Quais são suas metas para 2024?</p>
<p>Estrear na faixa-preta com grandes exibições. Minha principal meta é competir no Mundial da IBJJF, tanto de kimono quanto sem kimono, e experimentar como é lutar no mais alto nível do esporte, no palco sagrado da Pirâmide. Venho sonhando com esse momento há muito tempo e vou fazer o meu melhor para mostrar o meu Jiu-Jitsu.</p>
<p>O que de melhor você aprendeu com seus mestres?</p>
<p>Meus mestres sempre foram exemplos para mim em tudo, passei toda a minha adolescência dentro do tatame e formei a minha personalidade e princípios baseado nos exemplos deles. Hoje, o Ulpiano me ensina como assumir as responsabilidades da vida adulta e de como olhar para o futuro. Todos eles sempre me ensinaram muito sobre o esporte e sobre a vida. Sobre como ser uma boa pessoa dentro e fora do dojo. Pois, no fim da história, isso é o que importa. Então faço o que posso para criar um legado do qual vou me orgulhar, e isso aprendi com eles.</p>
<p>Que luta foi a mais memorável de sua trajetória até agora?</p>
<p>Não poderia ser outra além da minha primeira superluta nos EUA, em janeiro de 2023. Fui convidado para competir no Elevate Submission Series e estava muito ansioso para a luta naquele dia, pois não era muito habituado com lutas casadas na época. Felizmente consegui focar a minha mente e logo no começo da luta consegui realizar um armlock voador que simplesmente explodiu nas redes sociais. Sem dúvida nenhuma, é a minha finalização favorita dentre todas as minhas competições.</p>
<p>O que aprendeu de mais valioso ao disputar lutas sem pano depois de anos treinando apenas de paletó?</p>
<p>Quando eu cheguei aos EUA tinha pouca experiência e uma deficiência técnica em diversos aspectos do jogo sem kimono. Porém dei a sorte de estar em uma das melhores academias do mundo nesse ramo, e hoje estou dividindo o tatame com diversos competidores de alto nível, como o Pedro Marinho e muitos outros. Venho aprendendo muito e evoluindo o meu jogo graças a ajuda de todos os companheiros de treino. Sem dúvidas o que aprendi de mais valioso é que não existe um motivo para nos limitarmos a uma modalidade específica – Jiu-Jitsu vai ser sempre Jiu-Jitsu, independente de se estar usando kimono ou não, e eles sempre vão se completar e adicionar mais opções para o seu jogo.</p>
<p>Adaptou-se rápido ao estilo de vida nos Estados Unidos?</p>
<p>O processo de mudança para os EUA é bem complicado e vem com diversos pontos positivos e negativos. Hoje sou capaz de focar completamente no meu trabalho como atleta, enquanto no Brasil eu não tinha essa possibilidade e era necessário conciliar a vida de atleta com outro trabalho.</p>
<p>E a saudade?</p>
<p>Pois é, o lutador que vem do Brasil paga o preço de precisar estar longe das pessoas que ama e de viver em uma cultura diferente. Felizmente tenho o Ulpiano e diversos parceiros de treino que sempre são extremamente solidários e isso ameniza o impacto da situação, mas é um sacrifício necessário, estar longe de pessoas tão especiais para mim, como minha esposa e minha família. Porém, eles nunca deixam de me incentivar, mesmo de longe. Prova disso foi durante a minha graduação para faixa-preta, quando meu pai viajou para o Texas apenas para poder estar presente na minha graduação, e isso é o tipo de momento que não tem preço. Tudo o que faço é para deixar as pessoas que amo orgulhosas, e sei que vou deixar um legado positivo. Quando eu olhar para trás um dia, quero saber que fiz o meu melhor. Cada passo da jornada conta.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Elevate Submission Series 1 Chedid vs Mackenzie" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/bSj7FRsEb40?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/matheus-mascote-chedid-traca-metas-para-2024-e-relembra-armlock-marcante/">Matheus “Mascote” Chedid traça metas para 2024 e relembra armlock marcante</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Do baú de Paquetá: Paulão Filho x Margarida na seletiva do ADCC</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Nov 2023 17:45:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seja com ou sem pano, o baú da equipe de GRACIEMAG&#160; tem sempre um punhado de clássicos do Jiu-Jitsu para você estudar e se divertir. Há mais de duas décadas, o Iate Clube Jardim Guanabara, no Rio de Janeiro, sediou a eletrizante seletiva para o ADCC 1999, segunda edição do evento idealizado em 1998 pelo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218712" style="width: 1032px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218712" class="size-full wp-image-218712" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/paulo-marga.jpg" alt="" width="1022" height="618" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/paulo-marga.jpg 1022w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/paulo-marga-300x181.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/paulo-marga-768x464.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/paulo-marga-150x91.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1022px) 100vw, 1022px" /><p id="caption-attachment-218712" class="wp-caption-text">Paulão FIlho tenta pegar as costas de Margarida. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Seja com ou sem pano, o baú da equipe de GRACIEMAG&nbsp; tem sempre um punhado de clássicos do Jiu-Jitsu para você estudar e se divertir.</p>
<p>Há mais de duas décadas, o Iate Clube Jardim Guanabara, no Rio de Janeiro, sediou a eletrizante seletiva para o ADCC 1999, segunda edição do evento idealizado em 1998 pelo xeque Tahnoon Bin Zayed.</p>
<p>Feras de todas as academias do Brasil participavam da seletiva para garantir a passagem para Abu Dhabi, e os duelos explosivos eram recorrentes. Mas raros com o nível técnico e a adrenalina desta disputa, entre Paulão Filho e Fernando Margarida.</p>
<p>Grande mestre Osvaldo Paquetá estava lá e registrou o confere, resgatado por GRACIEMAG. Confira e bons treinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Do baú: Paulão Filho x Fernando Margarida na Seletiva do ADCC 1999" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/3-EdEU79iUA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/do-bau-de-paqueta-paulao-filho-x-fernando-margarida-na-seletiva-do-adcc-1999/">Do baú de Paquetá: Paulão Filho x Margarida na seletiva do ADCC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>TBT: Rodolfo Vieira e João Gabriel em treino secreto sem kimono para o ADCC 2013</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 13:06:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto os olhos dos fãs de Jiu-Jitsu miravam as áreas de luta do Brasileiro de Equipes 2013, a atenta equipe do GRACIEMAG.com se atentou a uma movimentação diferente: Rodolfo Vieira e João Gabriel passavam por fora do ginásio do Tijuca Tênis Clube, de mansinho, em direção aos tatames da escola Soul Fighters, que existia no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_151181" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-151181" class="size-large wp-image-151181" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-1024x654.jpg" alt="" width="650" height="415" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-1024x654.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-300x192.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-768x490.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-151181" class="wp-caption-text">Rodolfo e João Gabriel em treino de Jiu-Jitsu. Foto: Carlos Arthur/GRACIEMAG</p></div>
<p>Enquanto os olhos dos fãs de Jiu-Jitsu miravam as áreas de luta do Brasileiro de Equipes 2013, a atenta equipe do GRACIEMAG.com se atentou a uma movimentação diferente: Rodolfo Vieira e João Gabriel passavam por fora do ginásio do Tijuca Tênis Clube, de mansinho, em direção aos tatames da escola Soul Fighters, que existia no local.</p>
<p>A intenção das feras era treinar para o ADCC 2013, que ocorreria meses depois. Sem aparato ou plateia, os craques do peso pesado aqueceram e caíram para dentro, num treino técnico e cheio de movimentação. A atividade secreta foi captada pelas lentes dos trepidantes Carlos Arthur Jr e Vitor Freitas, e você confere com exclusividade no vídeo abaixo, resgatado do nosso baú de pérolas.</p>
<p>Oss!</p>
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<p><iframe loading="lazy" title="O treino privado de Rodolfo Vieira e João Gabriel para o ADCC" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/boIWNjj3kAc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-rodolfo-vieira-e-joao-gabriel-em-treino-secreto-sem-kimono-para-o-adcc-2013/">TBT: Rodolfo Vieira e João Gabriel em treino secreto sem kimono para o ADCC 2013</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Os detalhes da passagem sem kimono, por Jean Jacques Machado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 11:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[guardeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Jacques Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu sem kimono]]></category>
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		<category><![CDATA[Passagem de guarda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jean Jacques Machado ensina artimanhas da passagem,  e indica as diferenças de ajustes para o Jiu-Jitsu esportivo, de kimono.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a aula de hoje, a equipe GRACIEMAG.com selecionou mais uma passagem de guarda, desta vez sem kimono.</p>
<p>Aqui, mestre Jean Jacques Machado ensina artimanhas da passagem,&nbsp; e indica as diferenças de ajustes para o Jiu-Jitsu esportivo, de kimono.</p>
<p>Mais uma vez, a simplicidade e a eficiência dos pequenos detalhes em cena.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="JJ Machado Online Training : No Gi Open Guard Pass" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/Kft4mHElVLs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-detalhes-da-passagem-sem-kimono-por-jean-jacques-machado/">Os detalhes da passagem sem kimono, por Jean Jacques Machado</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Relembre o treino de Mackenzie Dern com Léo Vieira no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 19:45:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois campeões do Mundial de Jiu-Jitsu e do ADCC treinam sem kimono no meio de um shopping na Barra da Tijuca. Pode parecer improvável, mas foi o que rolou em 2018, em evento preparativo para o UFC 224, no Rio. Estrela do MMA, Mackenzie Dern fez sua atividade com Leozinho Vieira, líder da Checkmat, e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois campeões do Mundial de Jiu-Jitsu e do ADCC treinam sem kimono no meio de um shopping na Barra da Tijuca. Pode parecer improvável, mas foi o que rolou em 2018, em evento preparativo para o UFC 224, no Rio.</p>
<p>Estrela do MMA, Mackenzie Dern fez sua atividade com Leozinho Vieira, líder da Checkmat, e nossa equipe estava lá. Os dois campeões mundiais deram um show de movimentação e a galera foi ao delírio. Um festival de quedas e armlocks que empolgou os fãs.</p>
<p>Relembre no vídeo abaixo como foi o treininho de campeões.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mackenzie Dern treina Jiu-Jitsu com Leozinho Vieira para o UFC 224" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/ir69XYV88uE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/relembre-o-treino-de-mackenzie-dern-com-leo-vieira-no-rio/">Relembre o treino de Mackenzie Dern com Léo Vieira no Rio</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mica Galvão planeja caçar mais um recorde no ADCC 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 20:58:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mica Galvão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[ Entrevistado por Gabriel Almada ] Atleta mais jovem da história a se tornar campeão mundial de Jiu-Jitsu na faixa-preta, Mica Galvão, no auge de seus 18 anos, estará em ação no próximo fim de semana. Em fase de preparação para o ADCC, o manauara terá pela frente o americano Alan Sanchez, em combate do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_238115" style="width: 912px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238115" class="wp-image-238115 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Micael-Galvao-finalizando-Magid-Hage-na-final-da-seletiva-do-ADCC-1024x683.png" alt="" width="902" height="602" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Micael-Galvao-finalizando-Magid-Hage-na-final-da-seletiva-do-ADCC-1024x683.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Micael-Galvao-finalizando-Magid-Hage-na-final-da-seletiva-do-ADCC-300x200.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Micael-Galvao-finalizando-Magid-Hage-na-final-da-seletiva-do-ADCC-768x512.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Micael-Galvao-finalizando-Magid-Hage-na-final-da-seletiva-do-ADCC-1536x1024.png 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Micael-Galvao-finalizando-Magid-Hage-na-final-da-seletiva-do-ADCC-2048x1365.png 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Micael-Galvao-finalizando-Magid-Hage-na-final-da-seletiva-do-ADCC-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 902px) 100vw, 902px" /><p id="caption-attachment-238115" class="wp-caption-text">Micael Galvão finalizando Magid Hage na final da seletiva do ADCC. Foto: Milena Maldonado/GRACIEMAG</p></div>
<p><em><strong>[ Entrevistado por Gabriel Almada ]</strong></em></p>
<p>Atleta mais jovem da história a se tornar campeão mundial de Jiu-Jitsu na faixa-preta, Mica Galvão, no auge de seus 18 anos, estará em ação no próximo fim de semana. Em fase de preparação para o ADCC, o manauara terá pela frente o americano Alan Sanchez, em combate do card estrelado do Who´s Number One, a ser disputado no domingo 7 de agosto. O evento de grappling conta com o aguardado duelo entre Felipe Preguiça e Gordon Ryan na luta principal.</p>
<p>Mica faz uma temporada irretocável em seu primeiro ano na faixa-preta. Além do título mundial, o fenômeno faturou o GP dos Médios, do BJJ Stars, com direito a triunfos diante de Leandro Lo e Lucas Hulk. O prodígio da Fight Sports também foi o grande nome da equipe brasileira no Polaris 20. Ele conseguiu as duas finalizações que garantiram a vitória do time sobre o Estados Unidos.</p>
<p>Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Mica Galvão revelou como pretende se consagrar o campeão mais jovem da história do ADCC, e relatou como lida com o sucesso desde jovem.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Quais foram as diferenças mais notáveis no camp para o ADCC em relação aos demais campeonatos?</strong></p>
<p><strong><em>MICA GALVÃO:</em></strong> O ADCC é um grande palco onde todas as inúmeras modalidades de grappling se reúnem, mesmo assim o nosso treinamento continua o mesmo. A preparação, obviamente, tem sido muito focada neste evento e estamos ajustando os detalhes para quais individualidades necessitemos no decorrer das lutas. Como por exemplo, o wrestling e as chaves de perna, que são mais recorrentes no Nogi.</p>
<p><strong>Logo no seu primeiro ano na faixa-preta, você se tornou o campeão mundial mais jovem da história. O que representaria para você ser o campeão mais novo da história do ADCC?</strong></p>
<p>Seria mais um momento na construção da minha história, mas também um grande passo para a construção de um legado. Isto é algo que almejo desde pequeno. Acredito que muitas pessoas possam a vir se inspirar graças a minha atuação e que possam também fazer a diferença, mesmo sem muitos recursos ou saindo de um local menos expressivo, assim como nós, que viemos do Amazonas.</p>
<p><strong>Mesmo aos 18 anos, você já se tornou campeão mundial na faixa-preta e venceu lutadores muito mais experientes do que você. Como aprendeu a lidar com esse sucesso?</strong></p>
<p>Acredito que ainda tenho muito caminho pela frente e isso mantém a minha cabeça e pés no chão. Também dou totais créditos da pessoa que sou hoje aos meus pais, que me criaram desde pequeno no caminho de Deus. Sempre me educaram, deram amor e cuidados. também sou grato às pessoas que hoje levo como mentores, mas que conheci mais tarde em minha vida. Então o sucesso que tive é apenas consequência e não me faz diferente da pessoa que está ao lado de fora assistindo.</p>
<p><strong>Qual é o ponto mais forte do seu jogo de Jiu-Jitsu sem kimono?</strong></p>
<p>Acredito que meu estilo de jogo finalizador e ofensivo, além da questão de ter uma grande desenvoltura e lutar muito livre. Esses fatores me tornam um atleta imprevisível, mas todos nós temos os nossos pontos fortes.</p>
<p><strong>Quais são os maiores perigos que o Alan Sanchez tem a te oferecer no WNO?</strong></p>
<p>O Alan é um atleta duríssimo, que chegou nas quartas de finais de duas das seletivas mais lotadas do ADCC, as dos Estados Unidos. Ele já lutou com diversos atletas renomados no exterior e tem um jogo bem embolado. Então o perigo que ele me oferece é o que toda e qualquer luta me ofereceria. Lutas nunca podem ser especuladas, temos os favoritos, mas tudo pode acontecer no tatame.</p>
<p><strong>Você pretende se manter ativo nos eventos de grappling mesmo depois da realização do ADCC?</strong></p>
<p>Certamente. Ainda tenho 18 anos e tenho mais muitos anos de trabalho pela frente se Deus me permitir. Também terei muitas experiências nas competições.</p>
<p><strong>Afinal, o que podemos esperar o Mica no ADCC 2022, em setembro?</strong></p>
<p>Apenas a minha melhor versão, afinal estamos falando do maior evento de grappling do mundo. Vou chegar lá com tudo e espero ter a melhor exibição possível.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mica-galvao-planeja-cacar-mais-um-recorde-no-adcc-2022/">Mica Galvão planeja caçar mais um recorde no ADCC 2022</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>3 motivos para você treinar Jiu-Jitsu sem o kimono, por Luiz Dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 19:03:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ADCC]]></category>
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		<category><![CDATA[GAS Jiu-Jitsu]]></category>
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		<category><![CDATA[Laranjeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na sua academia há um dia reservado para o estudo do Jiu-Jitsu sem o pano? Se sim, agradeça. Apesar de muitos e muitos praticantes torcerem o nariz para os treininhos sem kimono, o estudo desse aspecto da arte marcial pode ser fundamental para sua evolução como artista marcial. Quem aposta nisso é o professor Luiz&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218914" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218914" class="wp-image-218914 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/10/Luiz-Dias-surfjiu-amizade-Costa-Rica.jpg" alt="" width="960" height="716" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/10/Luiz-Dias-surfjiu-amizade-Costa-Rica.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/10/Luiz-Dias-surfjiu-amizade-Costa-Rica-300x224.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/10/Luiz-Dias-surfjiu-amizade-Costa-Rica-768x573.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/10/Luiz-Dias-surfjiu-amizade-Costa-Rica-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-218914" class="wp-caption-text">Professor Luiz Dias (de cinza) em meio a amigos e alunos do surfe, na Costa Rica. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p>Na sua academia há um dia reservado para o estudo do Jiu-Jitsu sem o pano?</p>
<p>Se sim, agradeça. Apesar de muitos e muitos praticantes torcerem o nariz para os treininhos sem kimono, o estudo desse aspecto da arte marcial pode ser fundamental para sua evolução como artista marcial.</p>
<p>Quem aposta nisso é o professor Luiz Dias, líder da equipe GAS Jiu-Jitsu, nossa GMI em Laranjeiras, Rio de Janeiro. &#8220;Jiu-Jitsu com kimono é xadrez, sem kimono é damas&#8221;, disse certa vez mestre Relson Gracie. Luiz concorda, o que não impede que o bom e velho joguinho de damas nos tatames traga muitos benefícios para quem treina.</p>
<p>A seguir, o professor Luiz Dias lista três motivos fortes para você perder a desconfiança com a luta agarrada sem o paletó de kimono, e com isso progredir ainda mais na academia. Oss!</p>
<p>1. &#8220;Treinar sem kimono é uma forma de reciclar o seu Jiu Jitsu. Quem treina acaba por cair na armadilha da tal da zona de conforto, que causa estagnação, desaceleração do progresso técnico, desmotivação e até involução técnica. Se você está treinando bem com seus companheiros, você automaticamente pensa que está tudo certo, o que mina a vontade de treinar outros fundamentos e progredir. Ao treinar sem kimono, você vai perceber na hora que suas finalizações preferidas não funcionam como antes, e carecem de adaptações. Você ainda vai precisar buscar outros ataques e defesas sem a firmeza do pano. E seu Jiu-Jitsu só vai agradecer.&#8221;</p>
<p>2. &#8220;Jiu-Jitsu é topar novos desafios. Permita-se a arriscar sem o pano. Ao treinar sem o kimono, você vai perceber como o treino acelera e exige mais atenção, a começar pelas suas pegadas, base e posicionamentos em geral. Treinar sem o paletó vai proporcionar um gás excelente, duplicado pelo giro muito maior na movimentação e na decorrente exigência aeróbica. Comece devagar, e aos poucos você vai sentir tais benefícios.&#8221;</p>
<p>3. &#8220;O treino sem pano abre a sua mente para a luta. Você volta obrigatoriamente a ter uma &#8220;mente de faixa-branca&#8221; ou de iniciante, já que várias das velhas pegadas não lhe servem. E o melhor: você não vai perder suas posições mais fortes, vai apenas incorporar novidades, adaptações e compreensões acerca de conceitos como distribuição de peso, alavanca, chaves, defesas e reposições. Lembre-se: a vontade de aprender deve ser constante.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bons-motivos-para-voce-treinar-jiu-jitsu-sem-o-kimono-por-luiz-dias-gas-jj/">3 motivos para você treinar Jiu-Jitsu sem o kimono, por Luiz Dias</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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