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	<title>família | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>família | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>Um seminário galáctico para celebrar cem anos do Jiu-Jitsu Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 18:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro será palco de um momento histórico para o esporte mundial. No dia 25 de outubro de 2025, um seminário galáctico será realizado em tatames montados no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, com familiares, alunos, amigos e admiradores da arte suave em um fim de semana inesquecível. O motivo da festa&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245240" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Seminario-Gracie-100.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Seminario-Gracie-100.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Seminario-Gracie-100-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Seminario-Gracie-100-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Seminario-Gracie-100-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>O Rio de Janeiro será palco de um momento histórico para o esporte mundial. No dia 25 de outubro de 2025, um seminário galáctico será realizado em tatames montados no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, com familiares, alunos, amigos e admiradores da arte suave em um fim de semana inesquecível.</p>
<p>O motivo da festa são os cem anos das primeiras aulas ministradas por um Gracie – o grande mestre e pioneiro da família, Carlos Gracie.</p>
<p>A programação contará com a maior reunião da família já registrada e o maior seminário da história da família, com a participação de nomes que marcaram gerações e ajudaram a transformar o Jiu-Jitsu brasileiro em um fenômeno global.</p>
<p>Mais do que um encontro esportivo, o evento é um tributo ao legado iniciado no século passado pelos pioneiros da família, que adaptaram o Jiu-Jitsu japonês e criaram o estilo que se tornou referência internacional. Atualmente, o sobrenome Gracie é sinônimo de excelência, disciplina e inovação, influenciando atletas e artes marciais em todo o mundo.</p>
<p>Para Rayron Gracie, representante da nova geração da família, o centenário é um momento de profunda conexão com a história e os valores do Jiu-Jitsu.</p>
<p>“Ao vermos hoje os frutos desta bela árvore que alcança os quatro cantos do mundo, voltamos às raízes de nossa arte e celebramos a semente que foi plantada há um século. Em 1925, Carlos Gracie ensinou a primeira aula de Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro. No dia 25 de outubro estaremos todos juntos para celebrar um século de tradição. Essa celebração é de todo praticante, daqueles que enxergaram no tatame não apenas uma forma de lutar, mas uma verdadeira filosofia de vida.”, disse Rayron, bisneto de grande mestre Carlos Gracie.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/um-seminario-galactico-para-celebrar-cem-anos-do-jiu-jitsu-gracie/">Um seminário galáctico para celebrar cem anos do Jiu-Jitsu Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Por que o Jiu-Jitsu é perfeito para pais e filhas, por Ricardo Zanelato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:23:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[&#160; Por: Ricardo Zanelato * ] Um episódio curioso aconteceu comigo enquanto eu ensinava Jiu-Jitsu nos Estados Unidos, em 2008, e me fez ver com mais clareza os benefícios de atrairmos os pais para treinarem juntos com seus filhos ou filhas. Eu estava dando aulas na Lotus Jiu-Jitsu no Arizona, nos EUA, durante o horário&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232255 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2.jpg" alt="" width="969" height="968" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2.jpg 969w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-e-Zanelato-2-768x767.jpg 768w" sizes="(max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>
<p><em><strong>[&nbsp; Por: Ricardo Zanelato * ]</strong></em></p>
<p>Um episódio curioso aconteceu comigo enquanto eu ensinava Jiu-Jitsu nos Estados Unidos, em 2008, e me fez ver com mais clareza os benefícios de atrairmos os pais para treinarem juntos com seus filhos ou filhas.</p>
<p>Eu estava dando aulas na Lotus Jiu-Jitsu no Arizona, nos EUA, durante o horário infantil. A turma era muito boa, tanto que naquele ano venceríamos um dos campeonatos organizados pelo professor Gustavo Dantas. Havia dois irmãos que lutavam muito bem, de 8 e 6 anos, e que normalmente eram dominantes em seus combates. Pois lá estava eu, durante a aula, e por acaso os dois garotos estavam por baixo, em seus respectivos treinos, tomando um calor no cem-quilos. Apesar do sufoco por baixo, estavam procurando repor a guarda como sabiam fazer.</p>
<p>Do nada, sem que eu esperasse, olho para o lado e está o pai das ferinhas, de dedo em riste e disparando um arsenal de xingamentos para mim, com os mais cabeludos palavrões. O pai, desarvorado, estava me culpando por ver seus dois garotos levando a pior naquele momento da luta.</p>
<p>Com serenidade, logo percebi que tinha alguma coisa errada com aquela reação. Eu entendi na hora que, naquele ano de crise de 2008, o homem só podia estar passando por problemas financeiros, e não conseguiu conter a explosão, mesmo diante de outros pais, mesmo diante dos filhos, e diante de um faixa-preta de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Aquela profusão de sentimentos raivosos me fez, na hora, encerrar a classe que já estava pelo fim, e conversei com o proprietário da escola para que ficasse ciente. Uma semana depois do ocorrido, o pai reapareceu e pediu desculpas, explicando-se. De fato, estava passando por problemas no emprego, sob o temor de ser despedido.</p>
<p>Aceitei as desculpas e contra-ataquei com a sugestão de que ele viesse treinar também. Ou, se não tivesse tempo, que participasse de algumas aulas experimentais para compreender o que era estar por baixo no Jiu-Jitsu, e outros cenários da luta.</p>
<p>E assim foi feito, ele fez uma aula inicial comigo mesmo, gostou muito e seguiu adiante, lembro de sua alegria ao conquistar a faixa-azul por lá. Sua participação na academia aumentou muito, também, o entusiasmo dos filhos.</p>
<p>Os benefícios da arte suave para garotos e garotas são conhecidos amplamente pelos leitores do GRACIEMAG.com, claro. Mas eu não me canso de me surpreender com os dias de alegria que tenho com a minha filha, Yasmin, nos tatames <a href="https://www.instagram.com/lotusjiujitsutorres/" target="_blank" rel="noopener">da nossa escola, em Torres</a>, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Desde que ela começou a gostar mesmo de vestir o kimono, sou um pai mais relaxado. Eu sei que agora ela possui um trunfo que anda sempre junto com ela, seja onde ela estiver –&nbsp;a autodefesa e a segurança para lidar com múltiplos problemas. Yasmin é tão dedicada e grata ao Jiu-Jitsu que passou também a fazer parte das aulas de MMA.</p>
<p>Hoje, pai e filha temos não apenas um assunto a mais para conversar e debater, como viajamos juntos para os campeonatos, traçamos estratégias e passamos as noites vendo e analisando o UFC. Já cheguei a me preparar e competir só por causa dela, e ela também viaja para alguns eventos com o objetivo principal de me apoiar.</p>
<p>Se os seus filhos treinam, tente participar também, nem que seja em aulas especiais com pais e filhos, de três em três meses, ou uma por semestre. Um aulão em família aos sábados é sempre um evento especial em toda academia. É uma maneira eficiente, também, para a escola atrair mais alunos entre os pais, pois todos sabemos como é complexo atrair a pessoa para a primeira aula –&nbsp;e que, depois, é só alegria e diversão.</p>
<p>Pergunto, por fim, a Yasmin o que ela mais curte ao treinar com o pai. Ela conclui: “A nossa parceria é o mais legal. Sem falar nos momentos mágicos nos tatames e nas risadas, claro!”</p>
<p>E você, também treina Jiu-Jitsu em família? Oss…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Ricardo Zanelato é professor de Jiu-Jitsu e ensina na Lotus Club em Torres, Rio Grande do Sul. Artigo do baú de GRACIEMAG.<br />
</em></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232259 alignnone" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato.jpg" alt="" width="969" height="968" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato.jpg 969w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Yasmin-Zanelato-768x767.jpg 768w" sizes="(max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/por-que-o-jiu-jitsu-e-perfeito-para-pais-e-filhas-por-ricardo-zanelato/">Por que o Jiu-Jitsu é perfeito para pais e filhas, por Ricardo Zanelato</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 14:46:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre? Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245092" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg" alt="" width="650" height="973" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg 684w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-768x1151.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-1025x1536.jpg 1025w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-100x150.jpg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1.jpg 1068w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre?</p>
<p>Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as pessoas amadas os benefícios da prática de defesa pessoal.</p>
<p>“Eu gostava de correr na praia desde os tempos de quartel, além de fazer exercícios ao ar livre, mas queria encontrar uma rotina nova para manter a forma. Como já tinha curiosidade sobre a defesa pessoal desde os tempos de Royce, tomei coragem e comecei. Eu nunca tinha vestido um kimono. Minha sorte foi encontrar um professor como o Vitor Terra”, disse Zeca, o mais novo faixa-preta da escuderia Gracie Terra.</p>
<p>“Os treinos com meu mestre Vitor Terra foram uma virada de chave”, reflete Zeca. “Não só pela qualidade técnica, mas pela filosofia transmitida. Com ele, aprendi como o Jiu-Jitsu de fato vai muito além do tatame — é uma arte que fornece disciplina, respeito, autocontrole e superação. A convivência com ele e a energia da equipe me ajudaram a ser mais focado, calmo nas decisões e equilibrado emocionalmente, tanto nos treinos quanto na vida pessoal e profissional”.</p>
<p>Alquéres se transformou num fiel escudeiro do professor, desde a faixa-roxa. Reunia o time em sua casa na serra, promovia verdadeiras “sessões de cinema” para analisarem o ADCC, Mundiais de Jiu-Jitsu e outros torneios. De cabeça e braços abertos, convidava quem aparecia – deste repórter, que participou de treinos a céu aberto e churrascadas memoráveis, até o comediante Away de Petrópolis – foi na casa de Zeca que o saudoso humorista vestiu o kimono e viralizou em vídeos hilários.</p>
<p>Zeca, enquanto evoluía tecnicamente, atraía os parentes para os treinos. Tudo de modo natural, sem pressões.</p>
<p>E assim foram chegando, nos tatames, suas duas filhas, os irmãos Silvia e Pedro, os cinco sobrinhos e a prima, Paula – que curtiu tanto que foi até os EUA aprender na fonte, com mestre Rickson Gracie.</p>
<p>“Eu até gostaria de ter começado antes no Jiu-Jitsu, mas o importante é que tomei a iniciativa – procuro nunca me arrepender do tempo certo das coisas”, reflete Zeca. “Talvez, se tivesse começado antes, não teria a maturidade para absorver tudo como absorvo hoje. Foi muito bacana conseguir levar uma parte da família para treinar realmente. Isso eu atribuo mais a uma questão de atitudes e postura do que o exercício da luta em si. Nunca precisei ‘catequizar&#8217; ninguém. O Jiu-Jitsu tem essa coisa incrível de mudar sua energia de forma positiva; e quem está perto de você sente isso. É algo realmente transformador”.</p>
<p>A faixa-preta, que chegou em julho, provocou novas reflexões:</p>
<p>“Sinto que a faixa-preta não é uma linha de chegada, e sim o início de um novo ciclo. Ela representa anos de aprendizado, lesões, muitas dúvidas e superações. A verdade é que a gente leva muito do que se aprende na academia para fora. Quantas vezes a gente não se pega pensando numa saída para uma situação de treino ou mesmo de conflito durante o dia, enquanto está ali aborrecido no trânsito? Ou quantas vezes a gente não vai ao YouTube rever lutas clássicas, seminários e entrevistas dos grandes nomes? Nunca é demais. Acho que a gente não ganha a faixa, mas constrói ela aos poucos. Acima de tudo, ela me lembra que agora o compromisso é ainda maior. Para mim é uma responsabilidade e tanto, de precisar me aprimorar tecnicamente e me cuidar o máximo possível, cabeça, corpo e mente, para continuar sempre evoluindo e tentando ser melhor do que ontem.”</p>
<p>E você, o que aprendeu ao receber uma nova faixa? Oss…</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-se-tornou-a-virada-de-chave-de-toda-uma-familia/">Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A lição mais valiosa que os gatos podem ensinar a quem luta Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 13:18:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na família Gracie, as frases e metáforas com a presença de gatos e outros grandes felinos são variadas, instrutivas e, claro, engraçadas. “Se dois lutadores têm o mesmo nível técnico”, costumava dizer o faixa-vermelha Helio Gracie, “o maior leva vantagem. O gato jamais vai vencer o tigre.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244135" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244135" class="wp-image-244135 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496.jpg" alt="Olho de gato. Foto: Wikipedia/Divulgação" width="800" height="852" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-282x300.jpg 282w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-768x818.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-141x150.jpg 141w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-244135" class="wp-caption-text">Olho de gato. Foto: Wikipedia/Divulgação</p></div>
<p>Os gatos (Felis catus para os amantes da ciência) são dotados de olhar desconcertante, vértebras flexíveis, velocidade de 50km/h e caçam como poucos. Por atributos marcantes como esses, os enigmáticos peludos são uma fonte de eterna inspiração para lutadores de Jiu-Jitsu.</p>
<p>E ainda mais para professores, que volta e meia acabam por usá-los como exemplo na hora de passar lições importantes nos tatames.</p>
<p>Na família Gracie, por exemplo, as frases e metáforas com a presença de gatos e outros grandes felinos são variadas, instrutivas e, claro, engraçadas.</p>
<p>“Se dois lutadores têm o mesmo nível técnico”, costumava dizer o faixa-vermelha Helio Gracie, “o maior leva vantagem. O gato jamais vai vencer o tigre.”</p>
<p>Outra do grande mestre: “Meu filho, pulo-do-gato não se ensina a urso!”</p>
<p>Seu neto Kron também se tornou um especialista nas boas frases felinas. Certa vez, ensinou a equipe GRACIEMAG:</p>
<p>“Numa luta de Jiu-Jitsu, você deve mentalizar que é o leão e o adversário é o cara que corre de você. Quando ele cansar&#8230; Você vai e morde.”</p>
<p>E há, claro, talvez o dito mais repetido pela família, cujo autor foi grande mestre Carlos Gracie, e depois foi popularizado por Carlson, Rickson e todos os campeões que viriam depois. Esta, com um leão subentendido na frase: “Se tamanho fosse documento, o elefante era o rei das selvas.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cat Jiu-Jitsu At Night" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/edyiPA500GA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em pleno século XXI, os estudos acerca dos gatos domésticos só fazem avançar, em especial sobre a personalidade dos bichanos e o que passa por suas pequenas mentes irrequietas. Descobriu-se, por exemplo, que gatos são bem diferentes dos cachorros e outros animais de estimação no quesito motivação e recompensa. Enquanto o cão pode ser muito bem treinado caso receba uma guloseima ou um biscoito, no caso do gato a tarefa é um pouco mais complexa.</p>
<p>É que, no caso dos gatos, a recompensa que mais agrada quase nunca é a do paladar, mas do afeto, como procura demonstrar o documentário “Inside the Mind of a Cat”, do diretor Andy Mitchell (Netflix).</p>
<p>Numa das experiências no filme, um gato entra numa sala e tem quatro opções para escolher: sua comida favorita, um cheiro que o agrada, seu brinquedo predileto e sua dona. O malandro vai quase sempre para perto do afago e do colo do humano, num sinal de que para os espertos gatos, o coração ainda vence o estômago.</p>
<p>O faixa-preta que assistir ao filme pode pensar nos seus alunos mais espertos e ágeis. O que cada um deles busca? Será que querem somente uma recompensa corriqueira, como a medalha ou a vitória? Ou eles vão treinar atrás de diversão, conforto, interação ou outro tipo de recompensa afetuosa? Cabe, sempre, ao sábio mestre enxergar no escuro e descobrir.</p>
<p>Como dizia o poeta Agrippino Grieco, o gato “é um concentrado de tigre em domicílio”. No fundo, para melhor aprendermos com eles, e estarmos sempre ágeis e serenos, nada melhor que um bom treininho de Jiu-Jitsu.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="A MELHOR PASSAGEM DE GUARDA BORBELA - O Pulo do Gato" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/K7jOAqoUHUM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-mais-valiosa-que-os-gatos-podem-ensinar-a-quem-luta-jiu-jitsu/">A lição mais valiosa que os gatos podem ensinar a quem luta Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Gisele Bündchen é graduada faixa-roxa de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 15:58:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa segunda-feira, 4 de dezembro, a escola dos irmãos Valente, na Flórida, teve uma festa de graduação com uma aluna acostumada com os holofotes. A rainha das passarelas Gisele Bündchen, aos 43 anos, perfilou com seu tradicional kimoninho branco que não sai de moda, aguardou sua vez e caminhou, de rabo-de-cavalo, para receber sua aguardada&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242756" style="width: 328px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242756" class="wp-image-242756 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Gisele-Bundchen-faixa-roxa.jpg" alt="Bündchen feliz com a nova faixa-roxa. " width="318" height="418" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Gisele-Bundchen-faixa-roxa.jpg 318w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Gisele-Bundchen-faixa-roxa-228x300.jpg 228w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Gisele-Bundchen-faixa-roxa-114x150.jpg 114w" sizes="auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px" /><p id="caption-attachment-242756" class="wp-caption-text">Bündchen feliz com a nova faixa-roxa.</p></div>
<p>Nessa segunda-feira, 4 de dezembro, a escola dos irmãos Valente, na Flórida, teve uma festa de graduação com uma aluna acostumada com os holofotes.</p>
<p>A rainha das passarelas Gisele Bündchen, aos 43 anos, perfilou com seu tradicional kimoninho branco que não sai de moda, aguardou sua vez e caminhou, de rabo-de-cavalo, para receber sua aguardada faixa-roxa.</p>
<p>Em novembro, ela comentou como o Jiu-Jitsu se tornou parte de sua rotina.</p>
<p>“Me interessei muito pela filosofia”, disse à revista “Dust&#8221;, em artigo postado no site dos Irmãos Pedro, Guilherme e Joaquim Valente. “Parecia muito alinhado com o que acredito e procuro na minha vida, e como tenho um caminho para me desenvolver e me tornar a melhor versão de mim mesmo.”</p>
<p>Gisele comentou como o Jiu-Jitsu a ajuda a estar mais relaxada, equilibrada e tranquila, nos momentos de estresse mental:</p>
<p>“Eu me tornei uma ouvinte melhor quando converso. E aprendi a relaxar quando as coisas se complicam.”</p>
<div id="attachment_242754" style="width: 664px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242754" class="wp-image-242754 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Gisele-Bundchen-no-Jiu-Irmaos-Valente.png" alt="Gisele e filhos na academia de Jiu-Jitsu dos irmãos Valente, em Miami, Flórida. Foto: Divulgação/Instagram" width="654" height="653" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Gisele-Bundchen-no-Jiu-Irmaos-Valente.png 654w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Gisele-Bundchen-no-Jiu-Irmaos-Valente-300x300.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Gisele-Bundchen-no-Jiu-Irmaos-Valente-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 654px) 100vw, 654px" /><p id="caption-attachment-242754" class="wp-caption-text">Gisele e filhos na academia de Jiu-Jitsu dos irmãos Valente, em Miami, Flórida. Fotos: Divulgação/Instagram</p></div>
<p>O Jiu-Jitsu, suas técnicas e seu papel de “ferramenta empoderadora”, como ela diz, conquistaram toda a família Bündchen. Hoje, seu filho Benjamin e a filha Vivian também treinam defesa pessoal com os Valente.</p>
<p>“Obrigado aos Valente por ensinarem essa arte incrível capaz de mudar tantas vidas”, postou a estrela em suas redes, em livre tradução do inglês.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gisele-bundechen-se-apaixona-pelo-jiu-jitsu-me-sinto-mais-forte/" target="_blank" rel="noopener">Bündchen começou a treinar</a> após a pandemia, ao procurar uma escola de Jiu-Jitsu e defesa pessoal para seu filhão de 13 anos, em Miami.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gisele-bundchen-e-graduada-faixa-roxa-de-jiu-jitsu/">Gisele Bündchen é graduada faixa-roxa de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Raush explica como o prêmio de 1 milhão mudou sua carreira no MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 21:30:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 30 anos, Raush Manfio vive a melhor fase da carreira como atleta profissional e chefe de família. Dono do cinturão do peso leve da Professional Fighters League (PFL), Raush aproveitou as férias para cuidar de contusões antigas e ficar mais próximo da família, antes de começar as sessões de treinos para a temporada 2022.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_236514" style="width: 928px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236514" class="size-full wp-image-236514" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/Raush-Manfio.png" alt="" width="918" height="610" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/Raush-Manfio.png 918w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/Raush-Manfio-300x199.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/Raush-Manfio-768x510.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/Raush-Manfio-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 918px) 100vw, 918px" /><p id="caption-attachment-236514" class="wp-caption-text">Depois de três anos sem lutar, Raush Manfio conquistou o cinturão da PFL e 1 milhão de dólares como prêmio. Foto: PFL</p></div>
<p>Aos 30 anos, Raush Manfio vive a melhor fase da carreira como atleta profissional e chefe de família. Dono do cinturão do peso leve da Professional Fighters League (PFL), Raush aproveitou as férias para cuidar de contusões antigas e ficar mais próximo da família, antes de começar as sessões de treinos para a temporada 2022.</p>
<p>O popular &#8220;Cavalo de Guerra&#8221;, como é chamado pelos amigos, tem 15 vitórias e três derrotas na carreira profissional, além de uma sequência de quatro vitórias seguidas na organização. E não foi uma sequência qualquer: Joilton Lutterbach, Anthony Pettis, Clay Collard e Loik Radzhabov foram enfileirados pelo brasileiro.</p>
<p>Atuar como o campeão da PFL o deixa com um alvo preso às costas, mas ter essa “perseguição” por parte dos adversários deixa a fera mais motivada para treinar.</p>
<p>“A pressão aumenta e agora tenho um alvo nas minhas costas por ser o campeão, mas isso me motiva a treinar mais. Eu quero ser campeão da temporada em 2022 e para isso mantenho a mesma seriedade e dedicação como sempre fiz&#8221;, explica Raush. &#8220;Vou chegar mais afiado que nunca. O Raush de 2022 vai ser mais ativo, vai desferir mais golpes por minuto de luta. Uma coisa que nós, do time, notamos é que o volume dos golpes pode ser muito maior. E quero usar golpes giratórios também. Vou arriscar coisas novas, estou bem motivado&#8221;.</p>
<p>Além do belo cinturão, Raush recebeu o prêmio de 1 milhão de dólares. A bonificação mudou sua vida para sempre, como ele mesmo conta, a seguir.</p>
<p>“Eu sacrifiquei bastante tempo com minha família, porque eu fiquei três anos sem lutar e tive de me virar para pagar as contas. Hoje tudo mudou. Agora posso treinar em alto nível e melhorar minha qualidade de descanso, pois não preciso mais trabalhar. Agora consigo estar mais perto da minha esposa e das minhas filhas. Agora posso, realmente, ver o crescimento das minhas filhas. Estou vivendo mais do que eu sonhava, do que eu queria. O objetivo era poder manter a minha família bem e fazer o que eu amava, eu consegui”, comentou o atleta da American Top Team.</p>
<p>Mas peraí, o que o Raush teve que evitar depois de embolsar essa baita quantia? Bom, saber evitar “amizades interesseiras” foi uma das habilidades que precisou depurar.</p>
<p>“Agora enxergo melhor o conceito de amizade. Quando você está, realmente, numa fase difícil na vida é onde você vai encontrar seus verdadeiros amigos. Quando você não tem nada a oferecer você encontra amizades reais. Mas, depois do cinturão, muita gente quis se aproximar de mim. Agora tenho convite para sair, para jantar e muito mais. Antes não era assim, não tinha holofotes em mim. Sei ver bem quem é quem. Deus continua comigo, me abençoa e me guia”, conclui o campeão peso leve.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/raush-explica-como-o-premio-de-1-milhao-mudou-sua-carreira-no-mma/">Raush explica como o prêmio de 1 milhão mudou sua carreira no MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Xô, depressão! A terapeuta que indica o Jiu-Jitsu contra a ansiedade</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 14:02:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eduardo Osório deixou de frequentar a academia de Jiu-Jitsu aos 20 e poucos anos, após um bonito flerte com a arte suave. Os treinos com Dedé Pederneiras eram excelentes, mas o trabalho começou a ficar no caminho, e ele foi se afastando aos poucos até parar de vez, aquela história de sempre. Abriu sua empresa,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213905" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213905" class="size-full wp-image-213905" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao.jpg" alt="Dudu Osorio e filha na Nova Geracao" width="800" height="599" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao-768x575.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-213905" class="wp-caption-text">Dudu Osório e a filhota felizes após treininho na academia Nova Geração. Foto: Acervo pessoal/GRACIEMAG.</p></div>
<p>Eduardo Osório deixou de frequentar a academia de Jiu-Jitsu aos 20 e poucos anos, após um bonito flerte com a arte suave. Os treinos com Dedé Pederneiras eram excelentes, mas o trabalho começou a ficar no caminho, e ele foi se afastando aos poucos até parar de vez, aquela história de sempre.</p>
<p>Abriu sua empresa, a filha Luiza nasceu e o estresse um dia passou a subir a picos indesejáveis. Após enfrentar duas horas e meia de trânsito para casa, com a mente a ponto de sair fumacinha, decidiu com a esposa: era hora de procurar ajuda profissional.</p>
<p>E foi à terapeuta.</p>
<p>Na primeira conversa com a especialista, em 2014, a terapeuta Olívia observou a orelha ainda inchadinha de Dudu e perguntou: “Você pratica algum esporte? Quem sabe uma arte marcial?”</p>
<p>Ele contou que estava parado havia uns 18 anos, fazendo apenas musculação, mas que já gostara muito. “É disso que você necessita. É simples o seu caso: você precisa retornar aos tatames”, a especialista indicou. “Será a válvula de escape ideal para o seu estresse, e vai funcionar melhor do que qualquer tratamento que fizermos aqui no consultório.”</p>
<p>Osório arrumou sua rotina, arranjou tempo e se matriculou numa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">escola perto de casa</a>, no Humaitá. “Na verdade descobri num papo com amigos, totalmente por acaso, que havia uma academia de Jiu-Jitsu embaixo do meu prédio!”, ele ri. “Na correria diária, eu passava por lá e nem via.” Pois é, muitas vezes a solução dos problemas está mais perto do que a gente pensa.</p>
<p>“Hoje sei que não vou parar nunca mais de treinar”, reconhece, grato pelo melhor conselho que já recebeu. “Vejo a diferença nitidamente entre a semana em que treino Jiu-Jitsu e a semana em que não consigo ir. Com o Jiu-Jitsu eu trabalho com mais lucidez, me relaciono melhor com os clientes, tudo flui melhor. A cabeça da gente trabalha em outra sintonia, é incrível.”</p>
<p>Após ganhar a faixa-roxa, Eduardo passou a treinar com a filhota na academia e ajudar seus professores Tuca e Tadeu nas aulas infantis. E, quando em casa ele começa a se estressar, a esposa Adriana já sabe o que sugerir: “É melhor você ir treinar <a href="https://www.graciemag.com/historia-do-jiu-jitsu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jiu-Jitsu!</a>”.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/xo-depressao-a-terapeuta-que-indica-o-jiu-jitsu-para-combater-a-ansiedade/">Xô, depressão! A terapeuta que indica o Jiu-Jitsu contra a ansiedade</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bibiano visita Manaus antes de defesa de cinturão no One FC</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 18:38:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bibiano Fernandes, 41 anos, está com novo compromisso marcado no One Championship para o dia 5 de dezembro. O campeão dos pesos galos vai defender o cinturão contra John Lineker, que fez apenas três lutas na organização entre 2019 e 2021. A informação foi divulgada pelo presidente da organização, Chatri Sityodtong. Ao longo da carreira,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235114" style="width: 609px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235114" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Bibiano-Fernandes-visitou-Manaus-antes-de-disputar-o-cinturao.jpg" alt="" width="599" height="449" class="size-full wp-image-235114" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Bibiano-Fernandes-visitou-Manaus-antes-de-disputar-o-cinturao.jpg 599w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Bibiano-Fernandes-visitou-Manaus-antes-de-disputar-o-cinturao-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Bibiano-Fernandes-visitou-Manaus-antes-de-disputar-o-cinturao-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 599px) 100vw, 599px" /><p id="caption-attachment-235114" class="wp-caption-text">Bibiano Fernandes visitou Manaus antes de disputar o cinturão. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Bibiano Fernandes, 41 anos, está com novo compromisso marcado no One Championship para o dia 5 de dezembro. O campeão dos pesos galos vai defender o cinturão contra John Lineker, que fez apenas três lutas na organização entre 2019 e 2021. A informação foi divulgada pelo presidente da organização, Chatri Sityodtong.</p>
<p>Ao longo da carreira, que teve início em 2004, Bibiano acumulou 24 vitórias e apenas 4 derrotas. Somente pelo One, no qual é atleta desde 2012, o manauara tem 11 vitórias e apenas uma derrota.</p>
<p>“Estou feliz por poder defender meu cinturão novamente&#8221;, conta Bibiano, ao ser questionado sobre voltar a lutar pela organização. &#8220;Estou há muito tempo nessa caminhada e sigo feliz, saudável e treinado. Quero mostrar para os mais jovens que, com disciplina e trabalho duro, você pode chegar aonde você quer. O Bibiano é o resultado de muito esforço, fé e dedicação.&#8221;</p>
<p>Em Manaus, no Amazonas, onde esteve há alguns dias para visitar família e amigos, Bibiano aproveitou para ter contato com suas raízes antes de retornar ao Canadá para continuar seus treinos.</p>
<p>“Estou em Manaus para visitar meus familiares e amigos, além de ter contato com a natureza. Eu sempre costumo vir ao Brasil antes de algum compromisso importante na minha vida. Por aqui, nesses dias, fiz uma palestra num colégio militar para mais de 200 alunos, onde falei da importância de ser confiante, ter disciplina e coragem. Estou bem feliz por estar aqui.”</p>
<p>Bibiano também conta que está feliz porque recebeu mais um grau na sua faixa-preta, dado pelo professor Osvaldo Alves. A seguir, ele agradece ao Jiu-Jitsu, modalidade em que acumula três títulos mundiais.</p>
<p>&#8220;Já são muitos anos nessa estrada&#8221;, reflete o campeão. &#8220;Fico feliz de conquistar mais um grau na faixa-preta de Jiu-Jitsu, esporte que me deu tudo o que tenho. Eu perdi minha mãe muito cedo e, como meu pai não tinha condições de nos criar, fui para o interior do Amazonas. Se hoje sou alguém, é porque o esporte me salvou e porque eu acreditei que eu poderia ser alguém.&#8221;</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/com-luta-marcada-bibiano-visita-manaus-e-diz-contato-com-as-raizes/">Bibiano visita Manaus antes de defesa de cinturão no One FC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Libório: “O Jiu-Jitsu pode ser a luz que falta na sua vida”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 00:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-234665" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Do baú de GRACIEMAG: </em></strong></p>
<p><strong><em>Após um knock-down da vida, professor Ricardo Libório explicou para nossa equipe como o Jiu-Jitsu o ajudou a voltar a sorrir, ao ensinar alunos cegos a lutar.</em></strong></p>
<p><strong>[ Por Ricardo Libório * ]</strong></p>
<p>Lembro até hoje do meu início no Jiu-Jitsu, ali pelo começo da década de 1980. Eu era um novato na equipe Carlson Gracie em Copacabana, e testemunhei vários caras de outras modalidades aparecerem na academia para testar o que era “aquele tal de Jiu-Jitsu”.</p>
<p>Eram lutadores de karatê na maioria.</p>
<p>Apareciam para um primeiro treino, um “confere” mesmo, e Carlson escalava sempre um de nós, novatos ainda, para dar conta do recado: uma hora ia o Murilo Bustamante, ou então eu, ou o Wallid, entre outros daquele monte de cascas-grossas novatos.</p>
<p>Os recém-chegados de fato não sabiam nada de chão, e eram desafios que nos faziam sentir na pele do que o Jiu-Jitsu era capaz, contra aqueles atletas bons de porrada em pé. A gente só botava para baixo e finalizava. Eram as preliminares do vale-tudo. E valia tudo mesmo.</p>
<p>Mais experiente, em 1996, lutei o primeiro Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF como faixa-preta, e tive a honra de vencer, nos lendários tatames do Tijuca Tênis Clube, a primeira medalha de ouro da categoria superpesado, a divisão de grandalhões de 100kg como os hoje consagrados Roger Gracie, Zé Mario, Bernardo Faria. Eu tinha cerca de 85kg.</p>
<p>E vocês sabem o que aprendi, após mais de 35 anos de Jiu-Jitsu? Que, muito mais do que vitórias inesquecíveis, o Jiu Jitsu nos ensina a perder. Sim, a perder.</p>
<p>Não estou falando em perder e gostar, em aceitar a derrota.</p>
<p>Você sempre tem de ir à luta com a intenção máxima de ganhar. Mas você precisa entender que pode perder, que pode batucar, e saber administrar o amargor da derrota.</p>
<p>O negócio é treinar pensando em superar o outro e, claro, se divertir um pouco. A lição é: treine duro, entenda o valor do sacrifício e supere as derrotas. E o principal: aprenda a adaptar essa filosofia para a sua própria vida fora da academia, pois só assim ela vai ficar um pouco mais fácil.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ricardo Liborio 1996 world jiu jitsu" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/ThpYSwLLAEk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uns anos, houve um acontecimento que caiu como um meteoro na minha vida, um drama que ocorreu com a minha filha.</p>
<p>Precisei diminuir meu ritmo de viagens por conta disso, para cuidar dela. Olha, isso é uma das coisas pelas quais sou mais grato ao Carlson Gracie. Porque se eu não tivesse treinado Jiu-Jitsu com ele a vida toda, não escutasse ele falando no meu ouvido até hoje coisas como “Vamos lá, meu irmão! Segue em frente! Não desiste!”&#8230; Bem, eu talvez não tivesse segurado a barra do jeito que segurei.</p>
<p>A vida nos dá muita porrada, mas a filosofia de vida do Jiu-Jitsu, aliada ao fortalecimento do caráter, da integridade e honra, nos fazem continuar caminhando. Só sentar e começar a chorar não resolve.</p>
<p>No Jiu-Jitsu, a gente aprende a cada treino que é normal perder, e que se você perder e não desistir você ganha lá na frente. É só não desistir!</p>
<p>O que aconteceu foi que, quando era pequena, a minha filha ficou cega.</p>
<p>Foi uma porrada que entrou de repente, de uma vez só.</p>
<p>Quando minha filhota, Bella Libório, tinha apenas 1 ano e meio, os médicos começaram a suspeitar que havia algo errado em sua parte neurológica.</p>
<p>O motivo foi uma má formação: a parte mole do topo da cabeça dela havia fechado antes da hora. Com isso, o seu cérebro começou a crescer mas não havia espaço, o que comprimiu seu nervo ótico e causou sua cegueira.</p>
<p>Sabe o que é um professor de Jiu-Jitsu ficar sem chão? Foi o que ocorreu com a gente em casa.</p>
<p>Mas jamais me entreguei, apesar da dor – graças ao que aprendi com o Jiu-Jitsu e com Carlson, que sempre foi nossa grande inspiração, o grande herói de todos nós. Basta ver o número de discípulos que resolveram dedicar a vida exclusivamente ao esporte. Foi um grande mestre, em todos os sentidos.</p>
<p>Lembro dele dando uma dura na gente: <strong><em>“Parou de vir treinar porque bateu, meu filho?! Que homem tu és??”</em></strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu no fim das contas foi me ensinando aos poucos que você pode pegar uma coisa muito ruim e torná-la uma coisa ao menos positiva. A única atitude que você não pode ter é desistir.</p>
<div id="attachment_234667" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234667" class="wp-image-234667 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-234667" class="wp-caption-text">Fotos: Mayra de Paula especial para GRACIEMAG</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe a vida tomar seu curso e acredite num poder superior.</p>
<p>Foi o que aconteceu comigo a partir disso tudo. Tive contato com instituições que ajudam os cegos aqui nos EUA, e começamos a incentivar jovens cegos a treinar Jiu-Jitsu conosco na Flórida.</p>
<p>Passamos, então, a programar todo ano camps de verão para treinos de Jiu-Jitsu e outras artes marciais com mais de 15 crianças cegas. Num campeonato estadual por aqui, inscrevemos três garotos cegos. E dois deles foram campeões.</p>
<p>O Felipe e o George, inclusive, finalizaram competidores que enxergam e ganharam a faixa-azul. Isso é mais do que gratificante. Foi quando enfim compreendi que o Jiu-Jitsu pode ser a luz que falta a muita gente.</p>
<p><strong><em>Após todo esse obstáculo na vida de minha família, percebemos que no fim das contas começamos a melhorar a vida de muitos outros jovens com problemas parecidos.</em></strong> Logo oferecemos Jiu-Jitsu, judô e grappling para jovens com deficiência visual aqui na Flórida.</p>
<p>Sabemos que, por ser cega, a Bella, que está com 11 anos, certamente vai sofrer bullying, o que aliás já aconteceu. Graças ao Jiu-Jitsu, porém, tenho total confiança de que ela poderá se defender naturalmente desse tipo de agressão, o que me deixa mais sereno.</p>
<p><em><strong>Não vejo nenhum esporte mais perfeito para deficientes visuais do que o Jiu-Jitsu, com e sem kimono.</strong></em> Uma das razões: graças à necessidade do contato e da pegada o tempo todo, você não precisa da visão para praticá-los.</p>
<p>Claro que ensinar um deficiente visual não é simples – o professor não deve esperar que os alunos vão entender tudo só ouvindo, mas imagine o quão fácil é para um deficiente visual lutar, sentindo o equilíbrio no chão e segurando no oponente o tempo todo.</p>
<p>Depois do que houve com a Bella, mudamos todos. Literalmente: deixamos Coconut Creek, também na Flórida, e fomos morar em Orlando, onde a educação para crianças cegas é uma das melhores e mais respeitadas dos EUA, e consequentemente do mundo.</p>
<p>Após a mudança de lar, dei outra guinada na minha vida profissional, ao deixar a American Top Team que ajudei a fundar por discordâncias com meu ex-sócio.</p>
<p>Como o Jiu-Jitsu novamente me ensinou, não havia tempo para lamentação: bola para frente sempre.</p>
<p>Hoje, <a href="https://www.instagram.com/liboriobjj/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">meu principal foco</a> é ser consultor para professores e administradores de equipes de artes marciais, da Arábia Saudita ao Brasil. Há muitos faixas-pretas talentosos que montam seus times sem ideia de como geri-los.</p>
<p>É aí que eu entro, com minha experiência e a de outros consultores que trabalham conosco.</p>
<p>Para melhorar, fui convidado pela Universidade da Flórida Central, considerada a segunda maior universidade pública do país, com mais de 65 mil alunos, para dar aulas teóricas e práticas de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Foi uma ideia que veio dos próprios alunos, e é um desafio que me honra e muito: vou ensinar na sala de aula mesmo, e espero que a ideia se espalhe pelos EUA, Brasil e pelo mundo.</p>
<p>O segredo de ser bem-sucedido no Jiu-Jitsu no fim é o de sempre: muito esforço e total confiança nas suas ideias.</p>
<p>Trabalho desde os 13 anos, sei o que é persistir. Nos EUA, para completar, há uma ciência de negócios que ajuda demais. Existe inclusive uma Martial Arts Business Association que vive somente de criar ideias e sistemas para que os microempresários e donos de academias sejam bem sucedidos.</p>
<p>Outro ingrediente nosso foi acreditar que o MMA e o Jiu-Jitsu são esportes coletivos.</p>
<p>Quando você vê um campeão no pódio ou com um cinturão, entenda que aquilo não foi o trabalho de uma só pessoa. Isso é impossível.</p>
<p>Aquele atleta tem muito a agradecer a outros companheiros. Tem todo um suporte, de treinadores, da administração, responsáveis por cuidar diariamente de tudo. Sem um bom staff, o professor não se desliga da contabilidade, advogados, limpeza etc.</p>
<p>O Jiu-Jitsu reforça essa união. Pois o bom atleta entende que precisa do técnico o tempo todo, porque é uma profissão muito emocional, é normal o lutador ficar muito sensibilizado antes das lutas.</p>
<p>Há todo um sofrimento que tem de ser acompanhado com um suporte emocional, espiritual até, e não apenas pelo lado técnico e tático. Ter sucesso na luta é reflexo do companheirismo e do trabalho de todos.</p>
<p>Um dos grandes exemplos que sempre cito é o do Mike Brown, que começou trabalhando na portaria da ATT e se tornou um astro do UFC e faixa-preta de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Aos donos de academia, aconselho que cuidem bem do programa e da comunicação com o aluno. O faixa-branca precisa saber o que vai aprender, o que vai ser ensinado, de que maneira será ensinado e como aquilo terá um caráter educacional na formação das crianças.</p>
<p>Lembre-se que você não pode depender da bolsa do lutador para ser bem sucedido, porque uma época vai estar tudo no azul, e em outra época a coisa pode diminuir. A academia tem de estar bem estruturada, com filiais e um bom número de alunos.</p>
<p>Ensinar Jiu-Jitsu é um presente, e um privilégio. Repare que trocação e quedas você pode aprender em artes originárias de qualquer canto do globo – existe wrestling na Mongólia, existe striking na Índia, tem luta em pé em todos os cantos da Europa. Mas chão de alto nível, com guarda e finalizações eficientes, só o Jiu-Jitsu brasileiro.</p>
<p>Eu só não consigo entender como é que o Jiu-Jitsu ainda não está em todas as escolas, colégios e mesmo nas universidades do Brasil. Mas este dia há de chegar.</p>
<p><em>* O professor foi entrevistado por Marcelo Dunlop, com a colaboração de Nalty Junior.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/liborio-o-jiu-jitsu-pode-ser-a-luz-que-falta-na-sua-vida/">Libório: “O Jiu-Jitsu pode ser a luz que falta na sua vida”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Diego Asenjo e a importância de competir para melhorar no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 13:23:56 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_232075" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232075" class="size-full wp-image-232075" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-1.jpeg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-1.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-1-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-1-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-1-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-232075" class="wp-caption-text">&#8220;Competir te dá experiência e, consequentemente, melhora o seu desempenho no Jiu-Jitsu&#8221;. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p>Radicado na cidade de Orlando, na Flórida, nosso GMI Diego Asenjo, da Fabin Rosa Brazilian Jiu-Jitsu, defende a importância da competição para moldar o praticante da arte suave.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o faixa-preta contou um pouco de sua trajetória competitiva, que o fez criar o lastro necessário para ensinar Jiu-Jitsu em base forte. Com estes valores e princípios, Asenjo passa seus conhecimentos não só para seus alunos, mas também em casa, formando uma família de competidores com esposa e filhos incluídos. Confira a entrevista nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você começou no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>DIEGO ASENJO: Comecei a treinar Jiu-Jitsu em 1990, aos 9 anos de idade. Nessa época, treinava no Clube Monte Líbano, na Lagoa. Fiquei nessa academia por seis ou sete meses, mas eventualmente migrei, como toda criança, para outros esportes como futebol e basquete. Tive um breve contato com o Jiu-Jitsu ao visitar a academia do Carlson Gracie e treinar com o Marcelo Saporito, mas como morava na Gávea, era muito distante para que eu me deslocasse até Copacabana. Voltei em definitivo em 1994, com incentivo de uns amigos de escola que treinavam na Academia Nova Geração, no Leblon. A partir daí, fui Nova Geração a minha vida toda.</p>
<p><strong>Como foram seus anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Como tive uma experiência anterior com o Jiu-Jitsu, não cheguei completamente cru na Nova Geração. Recebi a minha faixa-amarela com vinte dias de treino para poder competir na primeira Copa Axe, que não tinha disputa na branca. Fui campeão nesse evento, com 12 ou 13 anos. Desde então, competi em todos os campeonatos que conseguia. Competir te dá experiência e, consequentemente, melhora o seu desempenho no Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Acumulou muitos títulos nessa época?</strong></p>
<p>Tive bastante sucesso nas coloridas. Ainda em 1994, eu fui campeão estadual com a amarela e campeão brasileiro com a laranja. Conquistei o brasileiro novamente no ano seguinte, ainda com a laranja, e uma terceira vez com a verde. Na faixa-azul, aos 15 anos de idade, fui campeão brasileiro, peso e absoluto, e no ano seguinte fiquei com o bronze no mundial. Desacelerei um pouco na roxa, mas fui campeão brasileiro mais uma vez na faixa-marrom.</p>
<div id="attachment_232077" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232077" class="size-full wp-image-232077" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44.jpeg" alt="" width="1600" height="1200" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44.jpeg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.44-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><p id="caption-attachment-232077" class="wp-caption-text">Asenjo e seus filhos. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><strong>Qual é a memória mais marcante da sua graduação à faixa-preta?</strong></p>
<p>Recebi a preta em 2003, há quase 18 anos, das mãos do mestre Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque. Foi um dia muito especial para mim. Lembro de ver meus amigos de treino, que eu considero como irmãos de tatame, aplaudindo o meu resultado e felizes pela minha conquista. Melhora ainda mais porque eu tive a honra de receber a faixa pelas mãos do mestre Toco, que é um símbolo paterno para mim.</p>
<p><strong>Qual é, na sua opinião, o diferencial para um bom atleta?</strong></p>
<p>O atleta só depende dele. O desempenho dele é afetado pelo tempo que ele dedica ao treino, o quanto ele se dispõe ao preparo físico e a experiência que ele obteve competindo. Esse último ponto, inclusive, é fundamental. Um bom atleta precisa ter horas de competição igual a horário de trabalho. Isso porque existem muitas diferenças entre o Jiu-Jitsu no treino e na competição. Competir traz uma diferença no tempo que você tem para pensar em uma estratégia ou fazer um movimento, e ensina a administrar sua energia sob pressão. Conheço vários leões de academia que viram gatinhos em competição. Já vi a situação inversa também, caras que são medianos na academia, mas que crescem de forma absurda competindo.</p>
<p><strong>A transição de atleta para professor nem sempre é fácil. Desta forma, quais foram as referências que ajudaram a moldar o seu ensino?</strong></p>
<p>Primeiramente o professor Francisco Albuquerque, o mestre Toco, que é a minha maior referência. Também considero muito importante o professor Ricardo Libório e, é claro, o mestre Carlson Gracie, que é a linhagem que eu segui em toda minha trajetória pelo Jiu-Jitsu. Apesar da influência de todas essas figuras, eu me mantenho sempre aberto ao aprendizado. Se alguém me mostrar algo que seja legal ou mais eficiente, eu incorporo na minha metodologia.</p>
<div id="attachment_232081" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232081" class="size-full wp-image-232081" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.43.jpeg" alt="" width="1600" height="830" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.43.jpeg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.43-300x156.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.43-1024x531.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.43-768x398.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.43-1536x797.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.43-150x78.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><p id="caption-attachment-232081" class="wp-caption-text">Turma infantil de Asenjo na Fabin Rosa Brazilian Jiu-Jitsu. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p><strong>Como professor, qual é a lição mais importante que deve ser passada ao aluno?</strong></p>
<p>Mais do que ensinar a técnica, é preciso ensinar os valores que a arte marcial possui. Parceria, amizade e, principalmente, respeito ao seu colega de treino. Você precisa do seu parceiro de treino para ficar bom. Se você só treinar forte e machucar o seu colega, você não vai ter ele no dia seguinte. Se você não puxar e fazer com que ele dê o melhor, ele também não vai ficar bom o suficiente para te fazer melhorar. Um ajuda o outro e os dois crescem juntos.</p>
<p><strong>Além do professor, a academia também desempenha um grande papel no formação do aluno. Qual é a chave para criar um ambiente convidativo e didático no Jiu-Jitsu? </strong></p>
<p>A academia precisa ter uma vibração positiva e um clima leve. Acima de tudo, é preciso ter amor. Atualmente, eu moro em Orlando, trabalho sob a bandeira Fabin Rosa Brazilian Jiu-Jitsu e, desde que eu cheguei aqui, a academia é baseada em amor ao esporte. Ensinar Jiu-Jitsu amando o que você faz é muito mais fácil, muito mais tranquilo e, consequentemente, o seu desempenho como instrutor vai se potencializar. Os alunos vão sentir esse amor, se apaixonar e serão melhores por conta disso. Tudo feito com amor é bem feito.</p>
<p><strong>Com seus filhos já treinando, a sua esposa também acabou se apaixonando pelo Jiu-Jitsu. Foi por estímulo seu ou o interesse veio deles?</strong></p>
<p>Estou com a minha esposa a 21 anos. Ela é bailarina, sempre trabalhou com isso e nunca pôde entrar no Jiu-Jitsu por conta da profissão. Quando viemos pros Estados Unidos, ela deixou de atuar como bailarina, passou a observar as minhas aulas, acabou se interessando e, desde então, ela treina todos os dias. Durante a pandemia, ela me ajudou nas aulas on-line como parceira de treino. Praticamos bastante nesse período e, quando a situação melhorou, surgiu a oportunidade dela lutar no Pan-Americano e no Orlando Open. Ela foi campeã em ambos os campeonatos. Mês passado, ainda na branca, ela lutou em outro Orlando Open, levou o ouro novamente e eu graduei ela a faixa-azul. Hoje, além de treinar, ela me ajuda nas aulas infantis como assistente e já está inscrita para lutar o primeiro campeonato dela na azul, que será em Atlanta.</p>
<div id="attachment_232079" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232079" class="size-full wp-image-232079" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.45.jpeg" alt="" width="1600" height="870" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.45.jpeg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.45-300x163.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.45-1024x557.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.45-768x418.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.45-1536x835.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-28-at-17.09.45-150x82.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><p id="caption-attachment-232079" class="wp-caption-text">Asenjo gradua Fernanda Riccioppo, sua esposa, à faixa-azul. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/diego-asenjo-e-a-importancia-de-competir-para-melhorar-no-jiu-jitsu/">Diego Asenjo e a importância de competir para melhorar no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As vantagens do Jiu-Jitsu em família, por Antonio Cicconi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 16:42:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Antonio Cicconi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Envolvido com o esporte desde muito criança, nosso GMI Antonio Cicconi defende que a prática esportiva transforma vários aspectos do cotidiano. “A saúde é evidentemente o primeiro deles”, defende o professor, “mas a prática esportiva vai muito além de nos oferecer mais saúde física e mental.&#8221; Formado em educação física e faixa-preta de Jiu-Jitsu desde&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231757" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231757" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-13-at-13.34.39.jpeg" alt="" width="720" height="422" class="size-full wp-image-231757" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-13-at-13.34.39.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-13-at-13.34.39-300x176.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-13-at-13.34.39-150x88.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-231757" class="wp-caption-text">Junto com sua esposa e também GMI Mari Cicconi, Antonio também detalha outros benefícios do Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Envolvido com o esporte desde muito criança, nosso GMI Antonio Cicconi defende que a prática esportiva transforma vários aspectos do cotidiano. </p>
<p>“A saúde é evidentemente o primeiro deles”, defende o professor, “mas a prática esportiva vai muito além de nos oferecer mais saúde física e mental.&#8221;</p>
<p>Formado em educação física e faixa-preta de Jiu-Jitsu desde 2002, viu o esporte que pratica há 25 anos mudar inúmeras pessoas. “O Jiu-Jitsu traz benefícios em aspectos como a socialização, disciplina, formação de caráter, autocontrole, defesa pessoal, e esses são apenas alguns dos diversos predicados que a arte marcial proporciona”, ele exemplifica, para completar: &#8220;Quando comecei a treinar, o Jiu-Jitsu ainda era estigmatizado. Ao longo dos anos, por meio da postura dos professores e praticantes, essa visão foi se transformando. Hoje o Jiu-Jitsu é popular aqui nos EUA, no Brasil e em todos os países, e praticado por todas as idades, por homens e mulheres.”</p>
<p>A missão da escola de Antonio e de sua esposa, Mari Cicconi, é provar aos alunos em Dallas, no Texas, que o Jiu-Jitsu, em cada fase da vida da pessoa, atua de uma maneira positiva.</p>
<p>&#8220;É gratificante ver a transformação na vida das pessoas. O número de famílias inteiras que treinam na nossa academia é enorme. Pais e mães, que levam seus filhos pra praticar Jiu-Jitsu,  acabam se rendendo e treinando também.  O inverso também é comum – adultos nos procuram interessados nos treinos e acabam trazendo os filhos. A prática de um esporte em comum entre pais e filhos faz com que a conexão entre eles seja muito forte.&#8221; </p>
<p>Quer coisa melhor? Poder estar no mesmo ambiente, praticando o mesmo esporte, muitas vezes praticar junto? Aquela distância, comum, entre pais e filhos a partir de uma certa idade, simplesmente passa a não existir no dojo. Procure uma boa academia perto de você. Afinal, eles não estarão ensinando apenas chaves de braço à sua família, estarão ensinando valores e dando o exemplo. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-vantagens-do-jiu-jitsu-em-familia-por-antonio-cicconi/">As vantagens do Jiu-Jitsu em família, por Antonio Cicconi</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Jiu-Jitsu é amor à família acima de tudo&#8221;, ensina o Professor GMI Fabiano Papel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 01:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiano Papel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor Fabiano Papel entre os pais, em João Pessoa. Foto: Arquivo pessoal.  Em meio à pandemia de coronavírus, o professor GMI Fabiano Papel abandonou a vida nos Estados Unidos (onde treinava obsessivamente para conquistar os principais títulos desta temporada do Jiu-Jitsu competitivo), regressando momentaneamente à cidade de João Pessoa, no nordeste brasileiro, para uma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-225002" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200519-WA0157-300x225.jpg" alt="" width="1067" height="800" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200519-WA0157-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200519-WA0157-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200519-WA0157-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200519-WA0157-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200519-WA0157.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1067px) 100vw, 1067px" /></p>
<p><em>O professor Fabiano Papel entre os pais, em João Pessoa. Foto: Arquivo pessoal. </em></p>
<p>Em meio à pandemia de coronavírus, o professor GMI <a href="https://instagram.com/fabianopapel?igshid=qfqji2uqgihh">Fabiano Papel</a> abandonou a vida nos Estados Unidos (onde treinava obsessivamente para conquistar os principais títulos desta temporada do Jiu-Jitsu competitivo), regressando momentaneamente à cidade de João Pessoa, no nordeste brasileiro, para uma batalha nobre e exemplar: cuidar dos pais, que estavam desamparados neste difícil momento para toda a humanidade. &#8220;A vida dos meus pais é mais importante do que qualquer medalha&#8221;, diz Fabiano. Confira a seguir o relato completo do professor.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A pandemia de coronavírus prejudicou bastante a minha carreira de competidor de Jiu-Jitsu. Eu já vinha de um ano difícil em 2019. Sofri uma lesão grave e lutei em agosto com muitas dores. Mesmo assim, graças a Deus, fui campeão na categoria pena, master 2, do Austin Open Summer da IBJJF. Ao final do torneio, a lesão acabou piorando, o que me impossibilitou de lutar o restante do ano. Em janeiro de 2020, disputei novamente o Austin Open, versão de inverno, e fui campeão peso e absoluto. Foi maravilhoso, subi muito no ranking e estava preparado para novos desafios, focado nos treinos e muito motivado para lutar o Pan entre os melhores no peso e absoluto. Até que começaram a chegar as notícias de que o tal vírus que havia sido identificado na China estava se alastrando pelo mundo e provocando mortes. Dias depois, a IBJJF cancelou o Pan 20</span>20 e deixou o resto da temporada em <em>stand by</em>”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-225004" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0078-300x300.jpg" alt="" width="1074" height="1074" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0078-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0078-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0078-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0078-768x768.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0078.jpg 1079w" sizes="auto, (max-width: 1074px) 100vw, 1074px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Ao notar que a situação era grave e com um alcance planetário, comecei a ficar muito preocupado com os meus pais. Eles moram sozinhos no Brasil. Minha irmã até mora relativamente perto, mas é do grupo de risco também, então não poderia ajudá-los nesse caso. Quando vi a notícia de que o aeroporto mais próximo da minha cidade (sou de João Pessoa) poderia fechar, comprei a passagem imediatamente e deixei os Estados Unidos.  Comprei no dia 18 de março para viajar no dia 22. Foi uma decisão difícil, mas não poderia pensar duas vezes. Sim, eu quero muito conquistar as principais medalhas do Jiu-Jitsu, mas os meus pais são o que há de mais precioso em minha vida. Meu regresso ao Brasil era inevitável”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Neste tempo cuidando dos pais, sem poder praticar o esporte que tanto amo, apenas focado na preparação física com um personal e amigo da minha cidade, tenho tido que refletir muito sobre a vida e me automotivar. É complicado esse o isolamento dos treinos, das pessoas que amamos e dos nossos objetivos, mas o próprio Jiu-Jitsu me ensinou a ser paciente e a acreditar que eu posso vencer qualquer desafio, basta eu acreditar em todo o meu potencial. E é isso que tenho feito, venho treinando muito a minha parte mental. Acho que esse tempo tem sido importante para que eu possa colocar na balança todos os meus sonhos e tudo que eu passei para chegar até aqui. Aproveito para estudar todos os meus adversários, venho fazendo um dossiê completo de todos eles e, com certeza, na hora que essa pandemia passar, voltarei aos Estados Unidos e vou me submeter aos treinos mais fortes possíveis, pois o meu objetivo é chegar até o final do ano entre os Top 5 da minha categoria no mundo. Temos que tratar essa pandemia como uma ‘técnica de sacrifício’, na qual a gente tem que perder momentaneamente para, logo em seguida, surpreender a todos e finalizar o problema. É assim que eu penso, ceder momentaneamente para vencer logo à frente. E, o que é mais importante: com a certeza de que meus pais estão bem, com a saúde blindada, torcendo por mim à distância”.  </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-225008" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0079-1-300x200.jpg" alt="" width="1080" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0079-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0079-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0079-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0079-1-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0079-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-e-amor-a-familia-acima-de-tudo-ensina-nosso-gmi-fabiano-papel/">“Jiu-Jitsu é amor à família acima de tudo”, ensina o Professor GMI Fabiano Papel</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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