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	<title>disciplina | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 15:14:40 +0000</lastBuildDate>
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	<title>disciplina | Graciemag</title>
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		<title>10 dicas de treino para você progredir de vez no Jiu-Jitsu, com Gregor Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:36:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em artigo nas páginas de GRACIEMAG (edição #218), o professor e competidor carioca Gregor Gracie listou dez lições que gostaria de ter escutado quando ainda era um iniciante. O campeão de Jiu-Jitsu elegeu a disciplina como o fator número um para você chegar mais longe nos treinos. Numa das dicas, publicadas na seção Página Branca,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_179836" style="width: 1077px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-179836" class="size-full wp-image-179836" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/07/Gregor-Gracie-por-John-Lamonica.jpg" alt="Gregor Gracie por John Lamonica" width="1067" height="615" /><p id="caption-attachment-179836" class="wp-caption-text">Gregor Gracie no ataque, em foto de John Lamonica.</p></div>
<p>Em artigo nas páginas de GRACIEMAG (edição #218), o professor e competidor carioca Gregor Gracie listou dez lições que gostaria de ter escutado quando ainda era um iniciante.</p>
<p>O campeão de Jiu-Jitsu elegeu a disciplina como o fator número um para você chegar mais longe nos treinos. Numa das dicas, publicadas na seção Página Branca, Gregor ensinou, ainda: “A vitória tem muitos pais, mas a derrota é quase órfã”.</p>
<p>Confira os dez ensinamentos do Gracie e ótimos treinos! Para assinar a revista de Jiu-Jitsu mais clássica do planeta e ler artigos assim em primeira mão, <a title="Assinatura GRACIEMAG a revista mais classica do Jiu Jitsu" href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui.</a></p>
<p><strong>1. &#8220;Treine a disciplina</strong>. Este é o primeiro e principal fator, pois sem ela não dá para chegar a lugar nenhum. Muitas pessoas e atletas bem sucedidos acreditam em métodos diferentes de treino, de dieta, de estilo, mas ninguém jamais alcançou o topo sem ser disciplinado. No caminho do praticante sempre vão aparecer barreiras, dúvidas, decepções. É um trajeto longo, mas muitos já o percorreram, e sempre foi longo para todos. Com disciplina você também chega lá.&#8221;</p>
<p><strong>2. &#8220;Acredite em você.</strong> A parte psicológica é crucial para o atleta, principalmente num esporte individual e de contato. Não importa contra quem ou onde você lute, acredite em si. Aprenda com as lições de quem lutou ali antes de você, seja pessoalmente, em filmes, livros ou documentários. Li recentemente o livro do treinador Bernardinho, do vôlei, “Transformando suor em ouro”. Gosto de fazer anotações nos trechos interessantes, e de vez em quando releio para me manter motivado.&#8221;</p>
<p><strong>3. &#8220;Você pode melhorar no Jiu-Jitsu rolando com todo mundo</strong>, do faixa-branca ao preta. Ao treinar com um cara menos graduado, procure aplicar uma posição nova, ou então deixe o oponente encaixar uma finalização e tente sair. Outro modo eficaz de treinar é traçar uma meta, por exemplo: só vou finalizar no triângulo. Crie dificuldades e melhore diariamente.&#8221;</p>
<p><strong>4. Teste-se em outras modalidades.</strong> Sempre gostei de treinar outras lutas, principalmente judô e wrestling. Novos aprendizados sempre ajudam o lutador  e não for uma posição específica, ao menos sua base vai melhorar muito. Saia de sua zona de conforto e seja mais exigido, mental e fisicamente. No fim, isso sempre acaba somando para você ser um lutador mais completo.&#8221;</p>
<p><iframe title="Gregor Gracie @ Renzo Gracie Latham" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/YWAKJ9faZJY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>5. &#8220;Malhação é importante</strong>. Sempre odiei malhar, mas aprendi do pior jeito como a musculação é vital: me machucando várias vezes. Mesmo que você não pense em ficar forte, malhar é importante para prevenir lesões e para se recuperar mais rapidamente de um treino para outro.&#8221;</p>
<p><strong>6. &#8220;Cuidado com o corpo</strong>. Todo atleta depende do corpo para trabalhar, então cuide muito bem dele, com dieta e descanso. Sempre tive uma dieta boa e saudável, com pelo menos uma refeição de frutas por dia e uma noite de sono de oito horas no mínimo. Quando a gente é jovem pode dormir duas horas que no dia seguinte está zero, pronto para treinar cinco horas se preciso. Porém, conforme a idade vai chegando, a falta de repouso vai pesando. Se você quer treinar mais e curtir o Jiu-Jitsu até ficar velho, poupe energia e descanse bem.&#8221;</p>
<p><strong>7. &#8220;Você pode ser seu melhor professor.</strong> Ao treinar, procure pensar no que está acontecendo. Por que você não conseguiu defender aquela posição? Por que o cara surpreendeu você? Assim, na próxima vez em que você se encontrar na mesma posição, você vai poder tentar outra coisa, um novo detalhe. Pode ser que você não consiga evitar aquele golpe na próxima, pode ser que demore cem vezes, mas a cada cem vezes é preciso tentar um antídoto novo, até que você arrume a defesa.&#8221;</p>
<p><strong>8. “&#8217;A vitória tem muitos pais, a derrota é quase órfã&#8217;.</strong> A competição é o resultado do seu treinamento e dedicação, mas nem sempre o melhor ganha e o pior perde. Já ganhei lutas que deveria ter perdido, e perdi quando deveria ter ganho. O grande erro é achar que está tudo errado ao perder e querer mudar inteiramente o treinamento. É preciso analisar com calma o que mudar, pois muitas vezes basta continuar tentando. Outro erro é o cara ser campeão e achar que agora é só manter, sem se superar mais. Analise seus treinos com sabedoria, ao ganhar e perder.&#8221;</p>
<p><strong>9. &#8220;Tenha uma tática</strong>. O lutador deve ter um jogo e uma estratégia de luta, mas não deve se limitar a esse jogo apenas. O Jiu-Jitsu é infinito! Procure ser completo, ao jogar por cima, por baixo, praticando vários tipos de guarda e atacando de variadas maneiras. Se você já passou por aquilo antes, vai se sentir confortável quando acontecer de novo.&#8221;</p>
<p><strong>10. &#8220;Procure ajudar nas aulas.</strong> Desde juvenil eu ajudava no treininho das crianças, e assim foi até começar a dar aulas aqui na academia do Renzo em Nova York. Isso me fez um lutador mais técnico, pois muitas vezes eu mostrava uma posição e um aluno perguntava por que a pegada era aqui ou era ali. Isso me fazia pensar na posição e na resposta. E aí passei de apenas saber a fazer a posição para entender a posição e o Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Curtiu os macetes de <a title="Siga Gregor Gracie no Twitter" href="https://twitter.com/GregorGracie" target="_blank" rel="noopener">Gregor</a>? Qual foi a sua dica favorita?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-de-treino-para-voce-progredir-de-vez-no-jiu-jitsu-com-gregor-gracie/">10 dicas de treino para você progredir de vez no Jiu-Jitsu, com Gregor Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>6 dicas para você se tornar campeão, por Enzo Batista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 23:50:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Craque da equipe 617 BJJ, o faixa-preta Enzo Batista revela a seguir conselhos valiosos que vão ajudar você a conquistar a medalha de ouro nas grandes arenas. Confira! 1. Treine com propósito No Jiu-Jitsu, a diferença entre um atleta comum e um campeão está no objetivo de cada treino. Não basta apenas “rolar” ou repetir&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-245627" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251126_202419_WhatsApp-300x249.jpg" alt="" width="791" height="656" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251126_202419_WhatsApp-300x249.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251126_202419_WhatsApp-1024x850.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251126_202419_WhatsApp-768x638.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251126_202419_WhatsApp-150x125.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251126_202419_WhatsApp.jpg 1079w" sizes="(max-width: 791px) 100vw, 791px" /></p>
<p>Craque da <a href="https://www.instagram.com/617bjj?igsh=MXFkYWFmcGxudXF4ZA==">equipe 617 BJJ</a>, <a href="https://www.instagram.com/enzobatistabjj?igsh=YmEyb2hqbnQ1ZnV6">o faixa-preta Enzo Batista</a> revela a seguir conselhos valiosos que vão ajudar você a conquistar a medalha de ouro nas grandes arenas. Confira!</p>
<p><strong>1. Treine com propósito</strong><br />
No Jiu-Jitsu, a diferença entre um atleta comum e um campeão está no objetivo de cada treino. Não basta apenas “rolar” ou repetir posições sem objetivo. Cada treino deve ter uma função específica: aprimorar uma técnica, corrigir um ajuste, testar uma estratégia nova ou melhorar o ritmo de luta. Definir metas diárias ajuda a transformar seus sonhos em objetivos reais</p>
<p><strong>2. Cuide do corpo fora do tatame</strong><br />
Um corpo preparado e saudável é a base de um bom desempenho. Ser campeão exige mais do que força e técnica: requer recuperação, nutrição e descanso adequados. Durma bem, mantenha-se hidratado e siga uma alimentação equilibrada. Trabalhe fortalecimento, mobilidade, prevenção de lesões. Invista em si, assim você garante longevidade no esporte.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-245628" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251126-WA0071-300x200.jpg" alt="" width="746" height="497" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251126-WA0071-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251126-WA0071-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251126-WA0071-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251126-WA0071-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251126-WA0071-2048x1366.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251126-WA0071-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px" /></p>
<p><strong>3. Desenvolva uma mentalidade forte </strong><br />
A mente é um campo de batalha muito importante, acredito que 90% da luta estão no aspecto mental. Muitos atletas tecnicamente talentosos não alcançam o topo por falta de controle emocional ou foco competitivo. Trabalhe sua mentalidade, visualize suas lutas, imagine-se vencendo, pratique o controle da sua respiração e aprenda com as derrotas sem se abalar. Cada obstáculo é uma oportunidade de crescimento. Se possível, faça um acompanhamento com um profissional de psicologia.</p>
<p><strong>4. Disciplina</strong><br />
Disciplina é a base de tudo. Ela é o que faz você treinar quando está cansado, manter constância mesmo sem motivação e repetir posições até dominar os detalhes que ninguém vê. Um atleta disciplinado não depende apenas de inspiração, ele segue a rotina, cumpre o seu dever e respeita os processos. Disciplina transforma intenção em resultado e sonhos em objetivos concretos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-245629" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/InShot_20251126_203035609-300x225.jpg" alt="" width="747" height="560" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/InShot_20251126_203035609-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/InShot_20251126_203035609-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/InShot_20251126_203035609-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/InShot_20251126_203035609-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/InShot_20251126_203035609-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/InShot_20251126_203035609.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px" /></p>
<p><strong>5. Controle do ego</strong><br />
O ego pode ser o maior obstáculo na evolução de um atleta. Ele faz você acreditar que já sabe o suficiente, que não precisa corrigir erros ou que está acima de tudo. Campeões têm que entender que perder no treino não diminui ninguém, pelo contrário, ajuda você a melhorar. Ajuda a enxergar os erros que cometemos, que não são vistos quando só se ganha treino. Controlar o ego é sinal de maturidade. É colocar a evolução acima do orgulho e a verdade acima da vaidade. Quem domina o ego domina o próprio caminho e abre espaço para se tornar um verdadeiro campeão.</p>
<p><strong>6. Conheça as regras </strong><br />
Um verdadeiro competidor domina não apenas a técnica, mas também as regras. Saber pontuar, entender punições, vantagens, punições e critérios de desempate faz toda diferença em uma luta apertada. Muitos atletas perdem por detalhes que poderiam ser evitados simplesmente por desconhecimento da regra. Quando você conhece as regras, luta com mais inteligência, evita erros desnecessários e aproveita oportunidades que passam despercebidas para quem não estuda. Ou seja, conhecer a regra é fundamental!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/6-dicas-para-voce-se-tornar-campeao-por-enzo-batista/">6 dicas para você se tornar campeão, por Enzo Batista</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Virtudes do Jiu-Jitsu viram super-heróis em livro para a garotada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 14:34:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa-preta desde 2014, o professor João Paulo Ferreira convivia com um pensamento, que volta e meia fazia cosquinhas na sua mente. “Por que a criançada da minha equipe precisa vibrar com filmes de ‘Karatê Kid’ e heróis de outras artes marciais? Por que não existem personagens cativantes para a turminha do Jiu-Jitsu?” A ideia cresceu,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245056" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus.jpg" alt="" width="769" height="728" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus.jpg 769w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus-300x284.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus-768x727.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus-150x142.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /></p>
<p>Faixa-preta desde 2014, o professor João Paulo Ferreira convivia com um pensamento, que volta e meia fazia cosquinhas na sua mente.</p>
<p>“Por que a criançada da minha equipe precisa vibrar com filmes de ‘Karatê Kid’ e heróis de outras artes marciais? Por que não existem personagens cativantes para a turminha do Jiu-Jitsu?”</p>
<p>A ideia cresceu, foi parar no papel, e o projeto se transformou numa fábula criativa, com tintas épicas e desdobramentos.</p>
<p>“O livro se chama ‘Bravus – Os Guardiões do Espírito do Jiu-Jitsu’, e trata-se de uma obra infanto-juvenil ilustrada, com linguagem acessível, estilo épico e narrativa envolvente”, conta João Paulo, fundador da liga esportiva da Professional Brazilian Jiu Jitsu Federation (PBJJF), junto com o campeão Max Gimenis.</p>
<p>&#8220;O livro, em fase de produção, vai procurar unir fantasia, cultura global e os valores fundamentais do Jiu-Jitsu, como coragem, liberdade, honra, disciplina, sabedoria e proteção. A história acompanha seis jovens de diferentes partes do mundo que são convocados para proteger o Espírito do Jiu-Jitsu de uma ameaça invisível: a Névoa de Draken, que tenta apagar a paixão e os valores da arte marcial. Tudo culmina no torneio mundial da PBJJF, o maior palco simbólico da luta pelo bem. Mais do que um livro, ‘Bravus&#8217; pretende ser uma ferramenta educativa e inspiradora para atletas, crianças e famílias que enxergam o Jiu-Jitsu como um caminho de transformação&#8221;, explica o criador.</p>
<p>Com personagens bem desenhados e com características próprias, a fábula ainda promete gerar bonecos, brinquedos e mascotes fantasiados, que vão circular pelos tatames dos campeonatos da PBJJF, interagindo com a criançada e os demais atletas.</p>
<p>Mas será que alguma personagem foi inspirado em lutadores da vida real? E o vilão, nasceu de alguma situação tensa? O dirigente responde a GRACIEMAG que não:</p>
<p>“Os mestres da fábula e os jovens Bravus não foram inspirados em pessoas reais, mas representam virtudes que vemos no tatame todos os dias”, diz João. “Já Draken é tudo aquilo que ameaça os verdadeiros valores e espírito do Jiu-Jitsu e dos benefícios do esporte.”</p>
<div id="attachment_244867" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244867" class="wp-image-244867 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-1024x976.jpg" alt="" width="650" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-1024x976.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-300x286.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-768x732.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1-150x143.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/05/JP-Ferreira1.jpg 1125w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244867" class="wp-caption-text">JP Ferreira</p></div>
<p>O livro, no início, destaca que o verdadeiro Jiu-Jitsu vai além de técnicas e lutas. É uma filosofia de vida fundamentada em seis valores essenciais, a saber:</p>
<p>● Coragem<br />
● Liberdade<br />
● Honra<br />
● Disciplina<br />
● Proteção<br />
● Sabedoria</p>
<p>Essa força vital é chamada de Espírito do Jiu-Jitsu, uma luz invisível que guia praticantes e os transforma de dentro para fora. A PBJJF é então apresentada como a guardiã mundial desse espírito, um palco sagrado onde os valores do esporte são cultivados e protegidos.</p>
<p>Surge então o vilão Draken, uma entidade maligna que não ataca com violência física, mas com palavras desmotivadoras e ilusões que corrompem o ânimo, a ética e a paixão dos lutadores. Ele espalha uma névoa invisível que atinge crianças, atletas, professores e até os mestres mais experientes, tirando-lhes o brilho nos olhos e o entusiasmo pelo treino. Seu objetivo é extinguir o Espírito do Jiu-Jitsu e transformar o esporte em uma atividade vazia e sem propósito.</p>
<p>Diante da ameaça crescente, os Mestres Kael e Naro, guardiões ancestrais da sabedoria do Jiu-Jitsu, são enviados para reunir jovens capazes de restaurar o equilíbrio. Em diferentes partes do mundo, crianças e adolescentes excepcionais despertam poderes ligados aos valores do Jiu-Jitsu, recebendo medalhões mágicos que brilham com a energia de seus espíritos.</p>
<p>Os personagens são Atlas, Eagle, Valente, Zumi, Kanu e Koa, e se espalham pelos cantos do planeta:</p>
<p><em>* Atlas (América do Sul)</em> — representa a Coragem, após salvar sua vila de uma enchente e receber o primeiro medalhão.</p>
<p><em>* Eagle (América do Norte)</em> — herda a Liberdade do pai e desenvolve uma visão aguçada<br />
que o guia no caminho do bem.</p>
<p><em>* Valente (Europa)</em> — defende a Honra com firmeza durante um torneio e inspira justiça e retidão.</p>
<p><em>* Zumi (Coreia do Sul)</em> — manifesta a Disciplina em sua prática impecável, e por vezes silenciosa.</p>
<p><em>* Kanu (África)</em> — conecta-se à terra e à sua ancestralidade, despertando o poder da<br />
Proteção.</p>
<p><em>* Koa (Oceania)</em> — em contato com os oceanos e sua linhagem indígena, assume o<br />
papel da Sabedoria.</p>
<p>Esses seis jovens formam a Liga Bravus, e cada medalhão carrega um fragmento do Artefato do Espírito, uma chave mística capaz de selar Draken para sempre. Reunidos em um dojo secreto, os Bravus treinam intensamente com Kael e Naro, aprendendo<br />
a unir seus poderes e superar juntos os efeitos da Névoa de Draken.</p>
<p>O ponto culminante da história acontece no <a href="https://www.graciemag.com/professor-jp-explica-filosofia-da-pbjjf-a-gente-nao-organiza-lutas-a-gente-cria-experiencias/" target="_blank" rel="noopener">Mundial da PBJJF</a>, onde atletas de todos os continentes se reúnem. Draken decide lançar sua última e mais poderosa investida, espalhando sua névoa para corromper o evento e apagar o Espírito do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Como nossos heróis sairão dessa enrascada?</p>
<p>O livro está em fase final de produção. Siga <a href="https://www.instagram.com/pbjjf/" target="_blank" rel="noopener">PBJJF</a> nas redes para garantir o seu e saber mais sobre a história e as personagens. Oss!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-245057" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2.jpg" alt="" width="1024" height="694" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2-300x203.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2-768x521.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Bravus2-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/virtudes-do-jiu-jitsu-viram-super-herois-em-livro-para-a-garotada/">Virtudes do Jiu-Jitsu viram super-heróis em livro para a garotada</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Léo Cunha e a arte de dar a volta por cima no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 17:06:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sofreu com um revés num torneio ou um contratempo na sua rotina? Nosso GMI Léo Cunha, professor da GB Santo Amaro, entende que este tipo de coisa pode rolar, mas oferece a seus alunos e a você, persistente leitor, a mentalidade certa para encarar a situação. Em papo com o GRACIEMAG, Léo explica as oportunidades&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213329" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213329" class="wp-image-213329" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha.jpg" alt="" width="500" height="578" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha.jpg 376w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha-259x300.jpg 259w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha-130x150.jpg 130w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-213329" class="wp-caption-text">Professor Léo Cunha, da Gracie Barra Santo Amaro. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Sofreu com um revés num torneio ou um contratempo na sua rotina? Nosso GMI Léo Cunha, professor da GB Santo Amaro, entende que este tipo de coisa pode rolar, mas oferece a seus alunos e a você, persistente leitor, a mentalidade certa para encarar a situação.</p>
<p>Em papo com o GRACIEMAG, Léo explica as oportunidades que vem com a derrota, além de contar um pouco sobre suas raízes na arte suave e seu planejamento para voltar com tudo aos tatames após o fim da pandemia.</p>
<p>Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foram seus anos nas faixas coloridas? Simples ou tortuoso?</strong></p>
<p>LÉO CUNHA: Avançar nas coloridas sempre é divertido para uma criança, chega a ser motivacional. Quando eu cheguei à faixa-laranja, fui o primeiro com essa graduação no estado do Rio de Janeiro e sob a tutela do Zé Beleza, que foi meu professor até os 14 anos de idade. Na época foi até um pouco complicado, porque se eu fosse para um campeonato com a faixa-laranja, eu ganharia por falta de adversários. Esse foi um dos motivos que me levou a pular a faixa-verde e ir direto para a azul, na qual haviam oponentes para competir.</p>
<p><strong> Alguma memória marcante dessa época?</strong></p>
<p>Eu era bem ativo, participei de vários torneios e até levava jeito. Fui campeão em vários deles durante as coloridas. Tenho até uma história engraçada dessa época. Lutei a Copa Company, ainda muito jovem, ganhei a medalha e saí da competição diretamente para meu colégio. Roubaram minha medalha e nunca mais a vi (risos).</p>
<p><strong>Qual foi a sensação de alcançar a faixa-preta?</strong></p>
<p>Foi muito gratificante, tive a sensação de dever cumprido. Por conta daquela época em que havia várias brigas aqui no Rio, meu pai acabou me afastando do Jiu-Jitsu e eu fiquei dez anos sem vestir um kimono. Praticava triátlon, mas quando pude voltar ao Jiu-Jitsu, senti aquele amor antigo novamente. Pouco tempo após o meu retorno, recebi a faixa-preta. Foi um momento bem emotivo.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>São mentalidades diferentes. Ser professor é assumir um papel de liderança, com a responsabilidade de esclarecer e formar seus alunos. É entender que nem todo aluno está buscando competir ou tem ritmo de competição. Tenho muitos alunos, por exemplo, que são executivos e vem aqui para aprender Jiu-Jitsu e gastar energia antes de ir trabalhar. Esses caras não querem correr o risco de se lesionar. Quando falamos em treino de competição é aquela coisa mais intensa, com sangue nos olhos e sempre buscando se preparar para um grande combate. No fim das contas, a mentalidade de atleta e a de professor acabam se complementando. Um bom competidor deve conhecer os fundamentos básicos do esporte e um bom instrutor precisa ter vivência de campeonato.</p>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Gosto de ressaltar bastante que não existe derrota. Quando perdemos, somos derrubados por nós mesmos, mas ainda podemos aprender com nossos adversários. Acredito muito na disciplina, no foco e na repetição. Acredito no bem que o esporte traz para nossa cabeça e para o nosso corpo, contribuindo para a qualidade de vida. Também tento trazer aos meus alunos uma mensagem de família e integração, que foram valores que eu vivi ao longo dos meus anos no Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>A nossa missão aqui na GB Santo Amaro é tentar transmitir aos nossos alunos um Jiu-Jitsu puro e limpo. Através disso, queremos formar boas pessoas e atletas competentes. Nossa meta é retomar as aulas após a pandemia e recuperar este tempo perdido. Queremos contribuir com a sociedade e formar um bom time de competição para continuar o legado da Gracie Barra e do mestre Carlinhos Gracie.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/leo-cunha-e-a-arte-de-dar-a-volta-por-cima-no-jiu-jitsu/">Professor Léo Cunha e a arte de dar a volta por cima no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mica Galvão é ouro no Curitiba Open na estreia como faixa-preta na IBJJF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2022 14:39:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; [ Por Gabriel Almada *] Um dos principais representantes da nova geração do Jiu-Jitsu, o amazonense Micael Galvão fez enfim sua aguardada estreia na faixa-preta em competições da Federação Internacional do Jiu-Jitsu, a International Brazillian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF). No último sábado, 19 de março, o jovem prodígio conquistou o título do peso médio no&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/mica-galvao-e-ouro-no-curitiba-open-na-estreia-como-faixa-preta-na-ibjjf/">Mica Galvão é ouro no Curitiba Open na estreia como faixa-preta na IBJJF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234130" style="width: 1033px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234130" class="wp-image-234130 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Mica-e-Melqui.png" alt="Mica: o manauara de 18 anos teve exibições dominantes e finalizou suas quatro lutas no peso médio do torneio no Paraná." width="1023" height="575" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Mica-e-Melqui.png 1023w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Mica-e-Melqui-300x169.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Mica-e-Melqui-768x432.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Mica-e-Melqui-150x84.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><p id="caption-attachment-234130" class="wp-caption-text">Mica: o manauara de 18 anos teve exibições dominantes e finalizou suas quatro lutas no peso médio do torneio no Paraná.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://twitter.com/gabriel_almadaa" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>[ Por Gabriel Almada *]</strong></em></a></p>
<p>Um dos principais representantes da nova geração do Jiu-Jitsu, o amazonense Micael Galvão fez enfim sua aguardada estreia na faixa-preta em competições da Federação Internacional do Jiu-Jitsu, a International Brazillian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF).</p>
<p>No último sábado, 19 de março, o jovem prodígio conquistou o título do peso médio no Curitiba Open 2022, após vencer todas as suas quatro lutas da categoria por finalização.</p>
<p>Na final da divisão até 82kg, o atleta da Fight Sports aplicou um ezequiel da montada para superar Carlos Eduardo Alves, com apenas 2min25s de combate.</p>
<p>Os fãs de Jiu-Jitsu presenciaram uma verdadeira aula de Mica no ginásio do Tarumã. Pouco mais de um mês após vencer a seletiva do ADCC 2022, o jovem teve desempenho irretocável, desta vez de kimono, para brilhar no começo da caminhada na faixa-preta.</p>
<p>O fenômeno imprimiu seu ritmo avassalador sobre os adversários e atendeu a todas as expectativas criadas em torno de seu nome.</p>
<p>A fera, de fato, soube combinar frieza e agressividade e provou mais uma vez que está no ponto para enfrentar os melhores do mundo.</p>
<p>https://youtu.be/giCBrM4Mea0</p>
<p>Mica também voltou a impressionar com seu Jiu-Jitsu básico e bem-feito. No Curitiba Open 2022, o pupilo de Melqui Galvão executou uma de suas especialidades para forçar a desistência dos oponentes. O casca-grossa aplicou o armlock com perfeição para finalizar nas oitavas e na semifinal. Já nas quartas, um ataque duplo – triângulo e kimura &#8211; garantiu seu triunfo, em prova cabal de que o Jiu-Jitsu básico sempre funciona.</p>
<p>Após o evento, o manauara celebrou a conquista nas <a href="https://www.instagram.com/p/CbTRykQpzDX/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener">redes sociais. Confira, aqui.</a></p>
<p>Apesar de ser bem jovem, Mica demonstra muita maturidade e faz questão de ressaltar a importância do Jiu-Jitsu para além dos tatames. <a href="https://www.instagram.com/tv/CQ-DKhGJFii/" target="_blank" rel="noopener">Em bate-papo recente com a equipe GRACIEMAG</a>, o craque da Fight Sports apontou os ensinamentos que a arte o proporcionou ao longo destes anos:</p>
<p>“O Jiu-Jitsu ajuda em muita coisa da minha vida. Se não fosse por ele, não teria a disciplina e o respeito que tenho. Acredito que muitos lutadores tenham perdido a essência da arte marcial. Precisamos sempre relembrar esses conceitos, que venho seguindo desde pequeno e ajudam muito no meu caráter.”</p>
<p>Faça então como Mica, caro leitor. Seja você competidor ou não, jamais deixe que a essência do Jiu-Jitsu se perca em você. Oss!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><a href="https://www.instagram.com/gabriel_almadaa/" target="_blank" rel="noopener">* Gabriel Almada</a> é faixa-roxa de Jiu-Jitsu e jornalista, e o mais novo colaborador de GRACIEMAG.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mica-galvao-e-ouro-no-curitiba-open-na-estreia-como-faixa-preta-na-ibjjf/">Mica Galvão é ouro no Curitiba Open na estreia como faixa-preta na IBJJF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>José Roberto e a disciplina como base para o sucesso no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 13:41:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de acolhedor, o Jiu-Jitsu oferece uma árdua caminhada para aqueles que buscam se colocar em seus mais altos patamares. Como isto em mente, José Roberto, GMI e líder da equipe JRBJJAC em Rio Branco, no Acre, prepara seus alunos não só no tatame, mas no campo de batalha mais desafiador: a mente. Em papo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234443" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234443" class="size-full wp-image-234443" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210825-100342.png" alt="" width="496" height="504" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210825-100342.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210825-100342-295x300.png 295w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210825-100342-148x150.png 148w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234443" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p>Apesar de acolhedor, o Jiu-Jitsu oferece uma árdua caminhada para aqueles que buscam se colocar em seus mais altos patamares. Como isto em mente, José Roberto, GMI e líder da equipe <a href="https://www.instagram.com/jrbjjac" target="_blank" rel="noopener">JRBJJAC</a> em Rio Branco, no Acre, prepara seus alunos não só no tatame, mas no campo de batalha mais desafiador: a mente.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, José explicou como a disciplina é a base para o sucesso, além de contar sobre seus primeiros contatos com o Jiu-Jitsu e como a faixa-azul marcou o início de sua carreira como professor. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foram seus primeiros anos no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>JOSÉ VIANA: Conheci o Jiu-Jitsu por conta de um amigo de infância, que treinava em um projeto social no interior de Xapuri, aqui no Acre. No ano de 2000, esse amigo me convidou para conhecer o projeto e eu aceitei, dando início ao meu relacionamento com o Jiu-Jitsu. Pouco tempo depois de ingressar na academia, ainda na faixa-azul, comecei a dar aulas, por conta do afastamento do meu professor.</p>
<p><strong>Sempre gostou de competir?</strong></p>
<p>Sim, participei de um campeonato nos meus primeiros seis meses de treino. Naquela época, por conta de ser um esporte novo na região e ter poucos praticantes, haviam poucas competições, mas eu participava sempre que podia. Ainda gosto de competir e não tenho pretensão de parar, mas priorizo o meu papel e responsabilidade como professor.</p>
<div id="attachment_234447" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234447" class="size-full wp-image-234447" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/JRBJJAC.png" alt="" width="590" height="593" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/JRBJJAC.png 590w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/JRBJJAC-298x300.png 298w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/JRBJJAC-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /><p id="caption-attachment-234447" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como e quando se graduou à faixa-preta?</strong></p>
<p>Como eu era o professor no nosso projeto social, precisei buscar outra equipe para poder continuar me graduando. Nesta equipe que eu, em dezembro de 2011, alcancei a faixa-preta e me tornei formalmente um professor. Ao olhar para trás e lembrar das dificuldades que tive dentro e fora do tatame, posso afirmar que foi uma das maiores conquistas da minha vida.</p>
<p><strong>Qual é o ensinamento mais importante da sua época de atleta que você passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Sempre ressalto a importância da disciplina no Jiu-Jitsu e na vida. Através da disciplina, você aprende a controlar suas emoções e lidar melhor com as derrotas e dificuldades que a vida joga em você. Através desse ensinamento, consigo facilitar o caminho para que eles alcancem seus objetivos, independente de quais sejam.</p>
<p><strong>Qual é o diferencial para ser um bom professor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Além de sempre almejar a excelência no meu trabalho, entendo o quão importante é uma metodologia de ensino específica para idades e graduações diferentes, A partir desta diferenciação, consigo alcançar melhor os meus alunos e me manter atualizado como professor, permitindo com que eu dê o meu melhor para guiar as novas gerações ao sucesso na arte suave.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jose-roberto-e-a-disciplina-como-base-para-o-sucesso-no-jiu-jitsu/">José Roberto e a disciplina como base para o sucesso no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI à frente da Rilion Gracie Rio Bonito, João Zaroni entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade. Em papo com GRACIEMAG, João explica&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234432" style="width: 599px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234432" class="size-full wp-image-234432" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png" alt="" width="589" height="551" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png 589w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-300x281.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-150x140.png 150w" sizes="auto, (max-width: 589px) 100vw, 589px" /><p id="caption-attachment-234432" class="wp-caption-text">Nos tatames da Rilion Gracie Rio Bonito. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Nosso GMI à frente da <a href="https://www.instagram.com/riliongracie.riobonito/">Rilion Gracie Rio Bonito</a>, <a href="https://www.instagram.com/joaogabrielzaroni/">João Zaroni</a> entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, João explica o papel desempenhado por cada característica, além de falar sobre seu início na arte suave e ensinar como o respeito é fundamental para a formação de grandes campeões no esporte. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte? Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>JOÃO ZARONI: Conheci o Jiu-Jitsu em meados de 2006. Na rua da minha igreja, havia uma garagem em que um professor dava aulas, e como eu já gostava de assistir vale-tudo, acabei indo conhecer e comecei a treinar lá. O problema desse lugar é que o pessoal de lá usava drogas entre os treinos e meus pais, ao ficarem sabendo disso, me proibiram de treinar. Como eu já gostava bastante do Jiu-Jitsu, continuei treinando escondido e deixando o kimono naquela garagem até chegar à faixa-azul, quando meu professor foi dar aula em uma academia melhor e eu pude treinar sem me esconder.</p>
<div id="attachment_234436" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234436" class="size-full wp-image-234436" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png" alt="" width="496" height="289" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-300x175.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-150x87.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234436" class="wp-caption-text">Zaroni em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Sempre achei as competições muito legais mas, infelizmente, o meu primeiro professor não competia, então raramente íamos aos eventos. Cheguei a ir sozinho, na faixa-azul, para poder competir. Passei a competir com frequência somente na faixa-marrom, quando ingressei em uma equipe mais organizada e que valorizava a participação nos torneios.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Peguei a tão sonhada faixa-preta em maio de 2019, do professor Diogo Lopes. Tive uma retrospectiva de tudo que eu passei até aquele ponto, todos os sacrifícios e todas as escolhas difíceis. Naquele momento eu soube que, apesar de não ter sido fácil, escolhi o caminho certo ao trocar de academia e seguir a minha visão sobre o Jiu-Jitsu. Ver todas as suas expectativas sendo realizadas é algo que não tem preço.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>O egoísmo é algo que acompanha a vida do atleta. Ele precisa pensar no que é melhor para ele em primeiro lugar, porque ele que estará no tatame competitivo disputando pelo futuro dele. Já o professor precisa ser o inverso, é necessário ter altruísmo e afinidade para lidar com outras pessoas, porque é um ofício que não depende apenas de você. A única semelhança entre ambos é o amor pelo que se faz, que é o diferencial para ser bem-sucedido em qualquer profissão.</p>
<div id="attachment_234438" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234438" class="size-full wp-image-234438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png" alt="" width="496" height="395" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-300x239.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-150x119.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234438" class="wp-caption-text">Junto aos alunos. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Aprendi muita coisa na minha trajetória pelo Jiu-Jitsu, mas se tivesse que limitar tudo isso, diria três palavras: resiliência, disciplina e felicidade. Resiliência para não se deixar abater quando sofrer uma derrota ou quando passar por um momento difícil. Disciplina para aprender e executar os ensinamentos com excelência. Felicidade por estar fazendo algo que gosta e para sempre buscar a evolução.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Tudo se resume a uma palavra: Respeito. É preciso respeitar as etapas do desenvolvimento e aprendizado de cada um, com divisões de turma por idade e metodologias específicas. Esse respeito também deve ser mostrado ao aluno, que tem seus próprios objetivos, às mulheres, que cada vez mais assumem seus lugares no tatame, e ao verdadeiro espírito do Jiu-Jitsu, que acima de tudo, busca saúde física, mental e espiritual. A partir deste respeito, formar campeões se torna uma consequência.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/joao-zaroni-e-os-tres-atributos-para-superar-desafios-no-jiu-jitsu/">Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cavaca e o Jiu-Jitsu como ferramenta para mudar o mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 13:41:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Além de sua eficiência e das infinitas possibilidades que proporciona durante um combate, o Jiu-Jitsu é também reconhecido pela disciplina que prega a seus praticantes. Rodrigo Cavaca, nosso GMI e líder da Zenith, reconhece a importância desse comportamento e acredita que ele é fundamental no aprendizado da arte suave e no esforço para moldar um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201399" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201399" class="size-full wp-image-201399" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/WhatsApp-Image-2017-04-29-at-13.59.10.jpeg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/WhatsApp-Image-2017-04-29-at-13.59.10.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/WhatsApp-Image-2017-04-29-at-13.59.10-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/WhatsApp-Image-2017-04-29-at-13.59.10-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/WhatsApp-Image-2017-04-29-at-13.59.10-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-201399" class="wp-caption-text">Confira a filosofia que Cavaca leva a seus alunos na Zenith. Foto: Arquivos Graciemag</p></div>
<p>Além de sua eficiência e das infinitas possibilidades que proporciona durante um combate, o Jiu-Jitsu é também reconhecido pela disciplina que prega a seus praticantes. Rodrigo Cavaca, nosso GMI e líder da Zenith, reconhece a importância desse comportamento e acredita que ele é fundamental no aprendizado da arte suave e no esforço para moldar um mundo melhor.</p>
<p>&#8220;Quando as pessoas chegam a minha academia, digo que meu objetivo é invadir a casa e o trabalho de cada um&#8221;, conta Rodrigo. &#8220;Minha intenção não é ser invasivo, mas associar ambientes nos quais você se sente confortável à academia. Faço isso porque entendo que o seu nível de conforto no tatame influencia a maneira como você treina e se desenvolve.&#8221;</p>
<p>Com essa associação, Cavaca afirma que é possível moldar uma estratégia de ensino mais personalizada, na qual trabalha não só a técnica, mas a disciplina dentro e fora dos tatames, de forma a corrigir pontos negativos e ampliar os positivos. Com seus defeitos trabalhados e as virtudes potencializadas, o aluno passa a influenciar seus semelhantes com o comportamento que poliu na academia.</p>
<p>&#8220;O Jiu-Jitsu tem o poder de mudar o mundo. Quem realmente vive a essência da arte marcial, recebe valores e princípios todos os dias. Isso faz com que a pessoa seja melhor a cada dia que passa. No contato com pessoas próximas, praticantes ou não, ele passa a replicar seus ensinamentos e espalhar a mensagem que aprendeu no tatame. Com isso, nós podemos alcançar o mundo inteiro.&#8221;</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-cavaca-e-o-jiu-jitsu-como-ferramenta-para-mudar-o-mundo/">Cavaca e o Jiu-Jitsu como ferramenta para mudar o mundo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 princípios que o Jiu-Jitsu ensina às crianças, por Odair Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 21:58:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Grato por tudo que o Jiu-Jitsu lhe ensinou durante sua vida, o faixa-preta Odair Jesus procura dar sua retribuição por meio de um projeto social muito respeitado em Itu, São Paulo, no bairro Cidade Nova. Cheio de orgulho de suas crias, Odair lista hoje, para os leitores do GRACIEMAG.com, sete benefícios essenciais que o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232714 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Odair-Jesus-GMI-Itu.jpg" alt="" width="640" height="566" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Odair-Jesus-GMI-Itu.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Odair-Jesus-GMI-Itu-300x265.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/Odair-Jesus-GMI-Itu-150x133.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Grato por tudo que o Jiu-Jitsu lhe ensinou durante sua vida, o faixa-preta Odair Jesus procura dar sua retribuição por meio de um projeto social muito respeitado em Itu, São Paulo, no bairro Cidade Nova.</p>
<p>Cheio de orgulho de suas crias, <a href="https://www.instagram.com/odairjesusjiujitsu/" target="_blank" rel="noopener">Odair</a> lista hoje, para os leitores do GRACIEMAG.com, sete benefícios essenciais que o Jiu-Jitsu pode oferecer aos jovens alunos e alunas.</p>
<p>Valores e princípios que ele aprendeu nos tatames com seus mestres, e hoje transmite para os jovens e adolescentes de Itu. Confira, curta e compartilhe. Oss!</p>
<p><strong>1. Respeito aos mais velhos:</strong><br />
“Quem aprende Jiu-Jitsu aprende, automaticamente a cada dia de treino, a respeitar o professor e os colegas de tatame. É uma arte perfeita para fazer amigos, e conviver com jovens que também são boas companhias”, diz o professor Odair.</p>
<p><strong>2. Respeito às regras:</strong><br />
“Quem treina aprende a respeitar nosso local de treino, porque é uma extensão do nosso lar. Isso se multiplica em cuidados que o aluno passa a ter com seu kimono, seu quarto, seus estudos, regras.”</p>
<p><strong>3. O valor da técnica e inteligência </strong><br />
“O Jiu-Jitsu nos lembra dia a dia, treino a treino, que a força não é a melhor solução para obter o sucesso. E sim a técnica, o apuro e a inteligência.”</p>
<p><strong>4. Amor pelo estudo:</strong><br />
“Quem treina aprende os benefícios de ser curioso, de vencer a timidez e perguntar, tirar as dúvidas. Pesquisar ao máximo sobre cada detalhe técnico sempre leva o praticante mais longe.”</p>
<p><strong>5. O valor dos fundamentos:</strong><br />
“O pilar do sucesso no Jiu-Jitsu está nos fundamentos. A técnica básica nunca sai de moda e é o que funciona na hora da defesa, na hora de sair do sufoco”.</p>
<p><strong>6. Disciplina sempre:</strong><br />
“Só evolui no Jiu-Jitsu quem mostra foco, disciplina e assiduidade. Repetir ao máximo as técnicas é o melhor modo de se obter reflexo e realizar as posições no modo automático.”</p>
<p><strong>7. Realizar metas é realizar sonhos:</strong><br />
“O jovem praticante aprende desde cedo a buscar sempre um próximo objetivo, o que impede a monotonia e a acomodação. Quem treina aprende a ser paciente, ser resiliente e não desistir nunca, pois Jiu-Jitsu é sair de baixo e vencer”, conclui o professor.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-principios-que-o-jiu-jitsu-ensina-as-criancas-por-odair-jesus/">7 princípios que o Jiu-Jitsu ensina às crianças, por Odair Jesus</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conhece mulheres que sofreram violência? Carina Santi quer mudar a vida delas</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2020 13:35:20 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_227468" style="width: 863px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/73357417_2589349757754377_5297013209453035520_o.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-227468" class="size-full wp-image-227468" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/73357417_2589349757754377_5297013209453035520_o.jpg" alt="" width="853" height="607" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/73357417_2589349757754377_5297013209453035520_o.jpg 853w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/73357417_2589349757754377_5297013209453035520_o-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/73357417_2589349757754377_5297013209453035520_o-768x547.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/73357417_2589349757754377_5297013209453035520_o-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 853px) 100vw, 853px" /></a><p id="caption-attachment-227468" class="wp-caption-text">Carina Santi é faixa-preta da G13BJJ. Foto: Divulgação</p></div>
<p>A campeã Carina Santi sabe o que é enfrentar o sofrimento. Aos 19 anos, a lutadora paulista sofreu com a partida do pai, e em poucos meses ganhou 20kg na balança. Pressentindo que a depressão do luto começava a vencê-la, Carina lembrou do avô, judoca, e procurou uma academia de artes marciais. Encontrou o dojo de Jiu-Jitsu do professor Júlio Pinheiro, e recuperou-se para sempre.</p>
<p>No papo a seguir, a hoje professora, esposa do faixa-preta Diogo Almeida, comenta sobre seus cursos para mulheres, como tem mudado a vida de muitas alunas e como ela procura retribuir a tudo que o Jiu-Jitsu lhe proporcionou.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: O Jiu-Jitsu está sempre quebrando preconceitos. Já foi o esporte de “dois caras se agarrando”, já foi “esporte de macho”, e agora a luta é um grande trunfo para as mulheres. Como anda essa luta contra o preconceito, na sua visão?</strong></p>
<p><strong>CARINA SANTI:</strong> Por um bom tempo as mulheres praticantes de Jiu-Jitsu sofreram muito preconceito, porque o Jiu-Jitsu não era visto como um esporte feminino. Mas, com o tempo, estamos quebrando os paradigmas e mostrando cada vez mais o nosso espaço. A batalha é constante, e acho que o preconceito sempre vai existir. Mas o antídoto para isso é estarmos sempre lutando contra isso, enfrentando o problema com coragem e mostrando que somos tão boas quanto os homens em qualquer função.</p>
<p><strong>Quando você percebeu que viveria do e em prol do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Foi durante a faixa-roxa, quando obtive meu primeiro patrocínio. A partir dali, enxerguei no Jiu-Jitsu uma oportunidade de trabalho, um modo de ganhar a vida. Aí comecei a me dedicar de forma mais intensa, e a buscar ser uma profissional do esporte.</p>
<p><strong>Muitas mulheres não se sentem seguras de noite, ou mesmo em casa. Os benefícios do Jiu-Jitsu para elas é ainda maior do que para nós homens?</strong></p>
<p>Sim, o Jiu-Jitsu é uma ferramenta capaz de mudar para sempre a vida de uma mulher. O conhecimento de defesa pessoal e o desenvolvimento da força, de reflexos e de consciência corporal são habilidades suficientes para incutir autoconfiança, e levar as mulheres a enfrentar ou evitar com sucesso possíveis situações de risco.</p>
<div id="attachment_227470" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/70224696_2494499993906021_8991106433189675008_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-227470" class="size-full wp-image-227470" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/70224696_2494499993906021_8991106433189675008_n.jpg" alt="" width="960" height="741" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/70224696_2494499993906021_8991106433189675008_n.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/70224696_2494499993906021_8991106433189675008_n-300x232.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/70224696_2494499993906021_8991106433189675008_n-768x593.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/70224696_2494499993906021_8991106433189675008_n-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-227470" class="wp-caption-text">Carina Santi conquistou ouro duplo no SP Open de 2019. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como seus cursos mudaram vidas?</strong></p>
<p>Já recebi depoimentos de incontáveis alunas que, graças ao que aprenderam nos módulos do meu curso, passaram a se sentir muito mais seguras nas ruas. Algumas delas, inclusive, puderam se defender de casos de violência doméstica e se livraram desse mal. A partir da sabedoria do Jiu-Jitsu e das técnicas de defesa pessoal, minhas alunas têm melhorado a autoconfiança e os reflexos contra imprevistos.</p>
<p><strong>Ensinar uma aluna menina ou mulher é mais fácil para uma professora mulher, na sua visão?</strong></p>
<p>Olha, a metodologia de ensino é a mesma, e eu jamais desvalorizo uma turma dirigida por um homem, mesmo porque aprendi com eles. Mas percebo que sim, o modo de lidar com as alunas pode ter sutilezas e diferenças. Por exemplo, na parte do diálogo, da interação, da percepção e solução de problemas… Creio que uma turma dirigida por uma mulher tenha uma dinâmica muito melhor para as alunas, pela facilidade de comunicação e entendimento entre elas. Acredito que a aula pode fluir bem melhor.</p>
<p><strong>Você é uma competidora cheia de medalhas douradas. Os reflexos talhados nos campeonatos mudaram sua mentalidade de professora?</strong></p>
<p>Creio que sim. Uma disputa que mexeu muito comigo, por exemplo, foi o ADCC 2017, tanto o evento internacional na Finlândia quanto a seletiva. Aquele torneio envolveu todo um processo de preparação, com treinos fortes e lutas muito duras, contra as melhores do mundo. Eu creio que ali estava na minha melhor fase, e aprendi muito. Com aquela competição, pude ver que eu estou entre as melhores lutadoras do planeta.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/conhece-mulheres-que-sofreram-violencia-carina-santi-quer-mudar-a-vida-delas/">Conhece mulheres que sofreram violência? Carina Santi quer mudar a vida delas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tudo que você deve aprender com o sucesso dos Irmãos Valente no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 18:17:22 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_189972" style="width: 629px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Valente-brothers-and-father-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-189972" class="size-full wp-image-189972" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Valente-brothers-and-father-1.jpg" alt="" width="619" height="406" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Valente-brothers-and-father-1.jpg 619w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Valente-brothers-and-father-1-300x197.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Valente-brothers-and-father-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 619px) 100vw, 619px" /></a><p id="caption-attachment-189972" class="wp-caption-text">Grande mestre Pedro Valente com seus filhos professores de Jiu-Jitsu. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>Foi uma longa e saborosa conversa com o faixa-preta Guilherme Valente, o “Gui”, que atuou nesta reportagem especial como porta-voz do clã de professores de Jiu-Jitsu e hábeis empreendedores, a família que comanda a Valente Brothers Academy, em Miami, nos Estados Unidos.</p>
<p>Gui respondeu a todas as perguntas da equipe de GRACIEMAG de forma extremamente clara, objetiva e organizada, mostrando que é um profundo conhecedor das histórias, dos conceitos e dos personagens sobre os quais nos contou.</p>
<p>Faixas-pretas experientes, os irmãos Valente jamais se acomodaram em relação ao aprendizado do Jiu-Jitsu. Comportam-se cada vez mais como estudiosos dedicados, tanto na prática como na teoria, tentando desvendar todos os mistérios da arte suave.</p>
<p>Claro, também atualizam-se de acordo com as novidades que aparecem nos dojôs mundo afora e com a modernização na sociedade de uma maneira geral.</p>
<p>Ao longo dessa dinâmica infinita de aprender-ensinar-aprender-ensinar, tiveram acesso privilegiado a duas fontes fundamentais do Jiu-Jitsu, ainda em vida: os grandes mestres Carlos e Helio Gracie. E foi com eles que desenvolveram um astral espetacular, uma jovialidade contagiante, talvez uma das principais virtudes para explicar o sucesso dos Valente.</p>
<p>“Dentre todas as lições que aprendemos com Carlos e Helio Gracie”, recorda Gui, “podemos delinear as três principais:</p>
<p><strong>Positividade:</strong> Manter a mente sempre positiva e encarar as situações da vida com inteligência e determinação para resolver os problemas que aparecerem. Saber aceitar aquilo que não se pode modificar sem se queixar.<br />
<strong>Coragem:</strong> Ter a força de vontade para só fazer aquilo que considerar certo, mesmo diante de fortes tentações ou receios. Não ter nenhum tipo de vício e nem fraqueza.<br />
<strong>Prestimosidade:</strong> Carlos e Helio consideravam a disposição para ajudar ao próximo uma das maiores virtudes de um ser humano. Por essa razão seus discípulos jamais poderiam passar por um lixo no chão e não catá-lo ou sair de um ambiente deixando-o mais sujo ou desorganizado do que quando entrou. Segundo eles, de nada vale o conhecimento do Jiu-Jitsu se for utilizado para fazer o mal.</p>
<p>Confira a seguir esses e muitos outros conceitos, propagados por Pedro, Gui e Joaquim no QG do clã Valente em Miami, e descubra por que a escola desses notáveis professores se tornou uma das grandes referências na difusão do Jiu-Jitsu na atualidade. Oss!</p>
<div id="attachment_215658" style="width: 1930px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/03-DSC_1027.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215658" class="size-full wp-image-215658" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/03-DSC_1027.jpg" alt="" width="1920" height="1262" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/03-DSC_1027.jpg 1920w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/03-DSC_1027-300x197.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/03-DSC_1027-768x505.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/03-DSC_1027-1024x673.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/03-DSC_1027-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><p id="caption-attachment-215658" class="wp-caption-text">Discípulos atentos à aula na Valente Brothers. Muito treino de repetição e estímulo à velocidade dos golpes. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>Como vocês definem o &#8220;Método Valente Brothers&#8221; de ensinar Jiu-Jitsu?</strong><br />
O nosso método foi formulado com o intuito de preservar a essência técnica e filosófica do Jiu-Jitsu, codificada no final do século 19 pelo fundador da Kodokan, Jigoro Kano, e tão bem aplicada no Brasil pelos grandes mestres Carlos e Helio Gracie.</p>
<p>Nós desejávamos, desde o início, transmitir aos nossos alunos o Jiu-Jitsu completo, abrangendo os golpes traumáticos, as quedas, o programa de defesa pessoal e a luta de chão, além da filosofia de vida que é, sem dúvida nenhuma, o elemento mais importante. Através de um trabalho psicológico muito profundo nós buscamos aumentar a autoestima das crianças e treinar pessoas comuns, de qualquer sexo ou idade, mesmo sem aptidões atléticas, a terem elementos para se defender dos mais fortes, em qualquer situação de confronto.</p>
<p>Desde as primeiras aulas, em 1993, entendemos a necessidade de desenvolver currículos para as aulas coletivas, assim como já existia para aulas individuais. Com base na nossa experiência acadêmica dentro de universidades americanas, organizamos um programa pedagógico estruturado para que os alunos tivessem acesso às técnicas do Jiu-Jitsu da forma mais eficiente possível. Tudo isso num ambiente de muita disciplina, organização, limpeza e pontualidade.</p>
<p>A Escola Valente Brothers é uma das escolas de Jiu-Jitsu mais bem sucedidas da atualidade. Muitos professores de outras escolas costumam visitar vocês em Miami, nos Estados Unidos, para aprender tanto a metodologia de ensino que vocês adotam, assim como o conhecimento empresarial que vocês desenvolveram ao longo dos anos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Defesa pessoal: as técnicas mais importantes para você não apanhar na rua, com os Valente Brothers" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/rl17KE07Bvw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Quais são as principais dicas que vocês costumam dar aos professores em relação a esses dois aspectos?</strong><br />
Em primeiro lugar enfatizamos o valor do trabalho. Consideramos a rotina de professor de Jiu-Jitsu fantástica. É um verdadeiro privilégio poder passar o dia inteiro no tatame, fazendo aquilo que amamos e contribuindo para a evolução física e mental dos nossos semelhantes de uma forma extremamente positiva. Não podemos entrar na aula pensando em nos aposentar ou em tirar férias. Isso não existe. Aprendemos com nossos mentores, os grandes mestres Carlos e Helio Gracie e o Dr. Pedro Valente, que a nossa profissão é a melhor do mundo e que devemos nos dedicar a ela com todo o nosso coração. Almejamos poder chegar a uma idade mais avançada com essa mesma rotina de passar o dia dando aulas.</p>
<p>Em segundo lugar, ressaltamos a importância da filosofia de vida do Jiu-Jitsu através do 753 Code. Desenvolvemos esse código com o intuito de poder explicar de uma forma didática a filosofia da nossa arte. O professor de Jiu-Jitsu tem a obrigação de ser um exemplo de conduta dentro e fora do tatame. Não podemos esquecer que o Jiu-Jitsu possui técnicas que podem ser letais. Portanto, devemos sempre inspirar no aluno um comportamento ético, voltado para a prática do bem. Além disso, os preceitos de alimentação e hábitos saudáveis sempre estiveram ligados ao Jiu-Jitsu e devem ser estimulados continuamente.</p>
<div id="attachment_215662" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/04-Grad2018-116-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215662" class="size-full wp-image-215662" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/04-Grad2018-116-1.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/04-Grad2018-116-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/04-Grad2018-116-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/04-Grad2018-116-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/04-Grad2018-116-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-215662" class="wp-caption-text">A defesa pessoal é a base do ensino do Jiu-Jitsu na Valente Brothers. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>Em quais outros aspectos o legado dos grandes mestres Carlos e Helio Gracie, assim como o do Dr. Pedro Valente, influencia vocês?</strong><br />
O grande mestre Carlos, que conhecemos na nossa infância, foi sempre uma imensa fonte de inspiração dada a relação de grande amizade que ele mantinha com o nosso pai. Procuramos cultivar com muita fidelidade os seus ensinamentos filosóficos, higiênicos e nutricionais. O grande mestre Helio foi como um avô para nós. Tivemos não só o grande privilégio de poder tomar aulas particulares regularmente durante trinta anos diretamente com ele, mas também a convivência familiar que nos rendeu ensinamentos valiosíssimos. A forma como Carlos e Helio conseguiram captar, mesmo com pouco acesso, a profundidade dos preceitos filosóficos e técnicos da arte suave foi deveras genial.</p>
<p>Motivados pela admiração e pelo respeito que nutrimos pelos grandes mestres fizemos um minucioso trabalho de pesquisa sobre a atuação deles entre as décadas de 30 e 50. O foco na defesa pessoal e na filosofia que decidimos implantar em nossa academia é fruto não só da inspiração no trabalho dos irmãos Gracie na antiga academia da Avenida Rio Branco, mas também da participação consultiva dos nossos mentores, Helio Gracie e Dr. Pedro Valente, na gênese do nosso sistema.</p>
<p>Vale acrescentar ainda um ponto muito relevante disseminado pelo Dr. Pedro Valente. Nosso pai sempre ressaltou a importância da formação acadêmica em nossas vidas como ferramenta importante para o nosso sucesso.</p>
<blockquote><p>“Uma dica valiosa que damos aos professores? Valorize o seu trabalho, é um verdadeiro privilégio passar o dia inteiro no tatame, fazendo aquilo que amamos e contribuindo para a evolução dos outros. Não podemos entrar na aula pensando em nos aposentar ou em tirar férias” Gui Valente</p></blockquote>
<p><strong>A realidade em termos de segurança social mudou muito, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, desde que a Escola Gracie começou a ensinar defesa pessoal na primeira metade do século 20. Como vocês percebem isso e como a estratégia de defesa pessoal deve se adaptar a essas mudanças?</strong><br />
É impressionante como o programa que aprendemos com o grande mestre Helio continua sendo prático, eficiente e atual. É claro que como professores de defesa pessoal nós temos a obrigação de sempre estudar, não só as situações de briga de rua mais comuns, como também as armas mais usadas. Além disso, temos dado uma ênfase muito grande ao treinamento da defesa pessoal de uma forma dinâmica e realística.<br />
Em 1999, com supervisão e aprovação do grande mestre Helio, desenvolvemos um curso de 27 aulas chamado Fighting Foundations. Foi o primeiro currículo de defesa pessoal de Jiu-Jitsu para aulas coletivas. O grande crescimento da nossa academia teve início com a implantação desse programa. Hoje em dia professores do mundo inteiro vêm à nossa academia com o propósito de aprender esse programa.</p>
<p>A evolução das armas de fogo também precisa ser considerada e as técnicas de defesa muitas vezes precisam ser adaptadas. O nosso trabalho com Forças Militares de elite aqui nos EUA nos possibilita uma troca de informações muito valiosa nesse sentido. Na nossa academia nós não só ensinamos técnicas de desarme, mas também oferecemos um curso completo de tiro prático. Conseguimos uma licença especial para usar a mesma munição não letal utilizada em treinamentos militares e policiais o que possibilita um treinamento muito realístico e dinâmico. O nosso irmão Joaquim é especialista nessa área e lidera esse programa.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Como o Jiu-Jitsu vence bullying e evita tragédias? Irmãos Valente analisam" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/tKG0GNN_G4g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Algum membro da família Valente já teve algum enfrentamento real em termos de defesa pessoal? Se ocorreu algo nesse sentido, como foi o resultado da reação?</strong><br />
Aprendemos com o grande mestre Helio, no auge da sua sabedoria, que a briga física só deve ocorrer em situação de defesa, seja pessoal ou de alguém que esteja sendo agredido. Ele considerava errado agredir alguém como forma de lição ou por vingança. Por isso, sempre buscamos evitar qualquer tipo de briga ou confusão. Porém, em algumas poucas ocasiões onde foi impossível evitar o confronto pudemos nos defender. Quando um praticante de Jiu-Jitsu se depara com um leigo, normalmente não encontra problemas para controlar a situação.</p>
<p>Em 2004, quando a nossa casa no Rio de Janeiro foi assaltada por cinco homens armados, o nosso pai colocou em prática toda a sua experiência adquirida na arte suave, não só no campo físico ao desarmar um dos bandidos antes de ser rendido pelos outros, mas principalmente no âmbito mental. Segundo ele, a filosofia do Jiu-Jitsu o ajudou a ter tranquilidade para colocar em prática a estratégia de manter os assaltantes constantemente distraídos. Desta forma ele diminuiu a possibilidade de eles praticarem alguma violência contra os filhos menores que lá estavam.</p>
<p>Após a ocorrência, a filosofia do Jiu-Jitsu ajudou a evitar que traumas relacionados a esse grave incidente pudessem impactar de forma negativa a vida não só do nosso pai mas também da Joana e do Joaquim. Inclusive, baseado na filosofia da positividade, o Joaquim enxerga aquela experiência como uma fonte inigualável de aprendizado que o ajuda muito no seu trabalho de professor de Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_215664" style="width: 5420px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/06-_DSC3439.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215664" class="size-full wp-image-215664" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/06-_DSC3439.jpg" alt="" width="5410" height="3976" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/06-_DSC3439.jpg 5410w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/06-_DSC3439-300x220.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/06-_DSC3439-768x564.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/06-_DSC3439-1024x753.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/06-_DSC3439-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 5410px) 100vw, 5410px" /></a><p id="caption-attachment-215664" class="wp-caption-text">Golpes traumáticos também entram na grade de ensino na Valente Brothers. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>Realmente uma das questões mais complexas no ensino do Jiu-Jitsu é o aperfeiçoamento das instâncias emocionais, afinal, não adianta conhecer todas as técnicas se o emocional do praticante é frágil. Numa situação de enfrentamento real, é preciso controlar a adrenalina, raciocinar sob pressão, não sofrer &#8220;apagão&#8221;. Como vocês desenvolvem esses aspectos nos alunos?<br />
</strong>A metodologia científica de ensino da academia Valente Brothers, aprendida com o grande mestre Helio, tem como objetivo automatizar as reações físicas e emocionais dos alunos. Ensinamos defesas e estratégias para neutralizar os ataques mais comuns que possam ocorrer em situações de violência urbana. O nosso sistema emprega técnicas da psicologia que visam à automatização dos movimentos de defesa para que o aluno não precise pensar antes de reagir. Com isso, medos e ansiedades não interferem na sua performance quando ocorre um ataque inesperado. O reflexo condicionado de defesa entra em ação.</p>
<p>Existem também as situações em que o indivíduo precisa manter o equilíbrio emocional para poder decidir a melhor forma de proceder. Nem sempre as técnicas físicas do Jiu-Jitsu são as melhores armas em situações de defesa pessoal. Em um assalto, por exemplo, onde não é possível reagir, você precisa ter controle emocional. E nos casos onde é necessário reagir, o equilíbrio proporcionará a capacidade de reconhecer o melhor momento para atacar. Tudo isso deve ser muito bem treinado, tanto fisicamente quanto mentalmente.</p>
<p>No campo mental nós ensinamos técnicas de visualização e mentalização para condicionar o lado psicológico. Também utilizamos treinamentos competitivos para criar situações de pressão física e psicológica. Nos treinamentos de luta, que realizamos regularmente em nossa academia, tomamos cuidado para não desenvolver reflexos antagônicos ao objetivo principal que é a eficiência numa situação de violência real.</p>
<p>O conhecimento filosófico e psicológico do Jiu-Jitsu também ajuda o praticante a ter um maior autoconhecimento, o que possibilita um entendimento das reações naturais do corpo em momentos de confronto. Os samurais já diziam que as mãos trêmulas e o coração acelerado não são sinais de medo ou de fraqueza e sim um aquecimento natural para a batalha. Nós acreditamos que é possível desenvolver a coragem e a valentia através do treinamento.</p>
<div id="attachment_215666" style="width: 1930px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/07-DSC_1035.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215666" class="size-full wp-image-215666" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/07-DSC_1035.jpg" alt="" width="1920" height="1281" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/07-DSC_1035.jpg 1920w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/07-DSC_1035-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/07-DSC_1035-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/07-DSC_1035-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/07-DSC_1035-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><p id="caption-attachment-215666" class="wp-caption-text">Respeito, disciplina, pontualidade. O ensino do Jiu-Jitsu vai além dos golpes. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>Vocês construíram um prédio 100% planejado para otimizar o ensino do Jiu-Jitsu. Quais são os principais destaques dessa construção sensacional?<br />
</strong>A construção desse edifício é a realização de um sonho. O nosso crescimento como academia foi gradual e fundamentado em muito trabalho dentro do tatame. Começamos com aulas no ginásio da Universidade de Miami em 1993, tivemos uma academia de 185 metros quadrados de 1998 a 2002, depois conseguimos expandir para uma de 560 metros quadrados em 2003 e em 2017, após um projeto de quase quatro anos, concluímos a construção da academia atual.</p>
<p>O nosso edifício é exclusivamente dedicado ao ensino do Jiu-Jitsu. Nós concebemos esse local como um centro educacional que preserve a história e a cultura do Jiu-Jitsu. Organizamos um acervo histórico com museu e biblioteca para contar a história completa da nossa arte, de forma acadêmica, desde os tempos mais antigos até a Era Moderna. Desejamos que amantes da arte suave, independente de afiliação, venham a Miami a fim de aprender a técnica, a história e a filosofia da nossa arte.</p>
<p>Estamos muito felizes com a quantidade de visitantes de todo o mundo que tem nos prestigiado nesses dois primeiros anos de funcionamento. O Grande mestre João Alberto Barreto, que nos visitou no fim do ano passado, generosamente se referiu ao nosso edifício como a “Kodokan do Jiu-Jitsu”.</p>
<blockquote><p>“Com base na nossa experiência acadêmica dentro de universidades americanas, organizamos um programa pedagógico estruturado para que os alunos tenham acesso às técnicas do Jiu-Jitsu da forma mais eficiente possível” Gui Valente</p></blockquote>
<p><strong>De que maneira a Escola Valente Brothers melhora a qualidade de vida dos alunos?</strong><br />
Como o nosso pai sempre dizia: “o maior segredo do Jiu-Jitsu é seguir a filosofia”. Com o aprendizado da filosofia entendemos que não vale a pena praticar o Jiu-Jitsu de uma forma que prejudique a nossa saúde física e mental. A prática do Jiu-Jitsu como atividade física pode trazer grandes benefícios para a saúde, contanto que seja executada de forma segura e equilibrada. Caso contrário, ela pode ser altamente danosa ao corpo humano, o que não é recomendável. Nós consideramos a nossa arte uma das modalidades mais saudáveis de exercício que existem.</p>
<p>Através do 753 Code os alunos aprendem estratégias específicas para desenvolver o comportamento ético, o equilíbrio emocional, a humildade e a saúde de uma forma geral. O impacto psicológico das nossas aulas na vida dos alunos é principalmente notado através do aumento da segurança e da autoconfiança. Porém, se essa autoconfiança não for estimulada em um ambiente disciplinado e respeitoso, ela pode se transformar em soberba e arrogância, o que seria terrível.</p>
<p>Nós levamos muito a sério a promessa de desenvolver corpo, mente e espírito através da prática do Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_215668" style="width: 5133px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/SC4271.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215668" class="size-full wp-image-215668" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/SC4271.jpg" alt="" width="5123" height="4026" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/SC4271.jpg 5123w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/SC4271-300x236.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/SC4271-768x604.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/SC4271-1024x805.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/SC4271-150x118.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 5123px) 100vw, 5123px" /></a><p id="caption-attachment-215668" class="wp-caption-text">Aulas sem kimono para afiar ainda mais as técnicas numa situação real de combate. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>Como vocês analisam a vertente do Jiu-Jitsu voltada para a disputa de campeonatos?</strong><br />
Nós temos grande admiração por qualquer atividade esportiva que seja praticada de forma positiva e que contribua para a melhoria da qualidade de vida de seus praticantes. Os campeonatos tiveram um crescimento impressionante nos últimos anos e têm tudo para continuar evoluindo através da organização e da disciplina.</p>
<p><strong>Quais são as principais virtudes de um aluno que se forma faixa-preta da Escola Valente Brothers de Jiu-Jitsu?</strong><br />
Em 2006 nós desenvolvemos aqui em Miami um exame de faixa-preta. Objetivamos através dessa prova assegurar que todos os nossos faixas-pretas tivessem um conhecimento técnico, histórico e filosófico do Jiu-Jitsu. Ademais, o candidato tem que demonstrar uma eficiência prática de combate, tanto no que diz respeito à luta de chão, quanto na luta em pé, o que inclui quedas, traumatismos e defesa pessoal. O exame não é uma formalidade. Muitos candidatos não passam e têm que esperar um ano para poder testar novamente.</p>
<p>O que esperamos de um faixa-preta é que seja, dentro e fora do tatame, um exemplo de integridade, sempre representando, da melhor forma possível, a filosofia do Jiu-Jitsu tão bem explicada pelos grandes mestres Carlos e Helio Gracie.</p>
<div id="attachment_215656" style="width: 1002px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/Helio-e-Pedro-Valente.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215656" class="size-full wp-image-215656" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/Helio-e-Pedro-Valente.jpg" alt="" width="992" height="700" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/Helio-e-Pedro-Valente.jpg 992w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/Helio-e-Pedro-Valente-300x212.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/Helio-e-Pedro-Valente-768x542.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/Helio-e-Pedro-Valente-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 992px) 100vw, 992px" /></a><p id="caption-attachment-215656" class="wp-caption-text">Helio Gracie e Pedro Valente em treino em pé. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/confira-os-segredos-por-tras-do-sucesso-dos-irmaos-valente-no-jiu-jitsu/">Tudo que você deve aprender com o sucesso dos Irmãos Valente no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rafa Mendes: “Vencer um, dois ou dez Mundiais nunca foi minha definição de sucesso&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2015 14:21:42 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_157226" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-157226" class="size-full wp-image-157226" alt="Rafa contra Cobrinha, na final dos penas. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Rafa-Mendes.jpg" width="940" height="627" /><p id="caption-attachment-157226" class="wp-caption-text">Rafa contra Rubens Cobrinha em mais uma final no Jiu-Jitsu: rivalidade antológica. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG</p></div>
<p>Em fevereiro de 2007, um magricela de 17 anos vindo de Rio Claro, São Paulo, atraiu os olhares de todos na seletiva do ADCC. Ainda faixa-roxa, Rafael Mendes foi inscrito pelo seu professor Ramon Lemos na categoria até 66kg do torneio de luta agarrada, no clube do Botafogo, no Rio de Janeiro, entre craques renomados da elite do esporte. O peso-pluma com cara de menino e cabelos espetados não temeu ser jogado aos leões. E se tornou um deles.</p>
<p>Um detalhe: ele jamais havia competido sem kimono antes. Acabou vice-campeão, perdendo apenas para Bruno Frazatto, e a partir daí não parou de ser notado em grandes campeonatos. Pentacampeão mundial na faixa-preta com apenas 26 anos, Rafa foi entrevistado recentemente por nossa equipe para a edição #222 de GRACIEMAG. Reproduzimos a seguir os melhores momentos da troca de ideias. Se curtir e quiser ler mais artigos como este, é fácil assinar a revista de Jiu-Jitsu mais tradicional do Brasil e recebê-la em casa. <a title="Assine GRACIEMAG e receba a revista em casa" href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank">Basta clicar aqui.</a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Se você pudesse resumir toda sua trajetória do início até o pentacampeonato mundial, o que diria?</strong></p>
<p><strong>RAFAEL MENDES</strong><em>: </em>O homem está sempre na busca pelo sucesso, sempre esteve e sempre estará. E nesta busca muitos se perdem. Hoje eu paro para pensar e olho para trás e descubro que minha fórmula do sucesso sempre esteve comigo, desde criança. Mesmo sem reconhecer com total clareza os princípios em que eu estava baseando minha vida, eu sempre apliquei, sempre vivi e sempre protegi estes conceitos: foco, perseverança, fé, autoconfiança. Princípios que construíram o meu caráter, que foram implementados em mim pela minha família e por pessoas que conheci ao longo do caminho, e em situações que vivenciei em minha infância e adolescência, fundamentais para o meu amadurecimento e responsáveis por tudo que conquistei e ainda vou conquistar.</p>
<p><strong>Você em 2006 era faixa-azul, e em 2009 já era um faixa-preta respeitado. Por conta dessa ascensão meteórica, você alguma vez percebeu alguma pequena lacuna técnica ou conceitual no seu jogo?</strong></p>
<p>A parte técnica com certeza é importante, mas o grande responsável pela ascensão meteórica é a parte mental. Quando você aprender a controlar sua mente, suas emoções, e a dominar o seu medo, isso fará com que você se sinta confortável em uma situação desconfortável como a competição, e vai permitir que você use todo seu potencial. E aí sua mente estará em paz, calma, para tomar a decisão correta no momento perfeito. Isso fará você atingir o que eu chamo de “momento mágico”, onde a preparação se encontra com a oportunidade; e é através desta habilidade, neste momento, que os campeões são criados.</p>
<p><strong>Muitos mestres da antiga resumiam que o Jiu-Jitsu era a arte de começar por baixo e ficar por cima. Você e sua geração subverteram isso, com o berimbolo que pulava esta etapa, indo da guarda para as costas. Você vê o seu Jiu-Jitsu assim?</strong></p>
<p>Sempre olho para o Jiu-Jitsu e para tudo na minha vida com um objetivo: a evolução. Isso é o que me motiva em tudo que faço, esta mentalidade de querer evoluir, aprimorar, melhorar, inovar. Realmente acredito que 99% do mundo gostam de inovação – todo mundo gosta quando a Apple anuncia o novo iPhone, quando sua marca favorita de roupa lança uma nova coleção, ou quando seu filho aprende uma coisa nova e mostra a você. Isso é inovação, evolução, e é isso que faz o dia a dia mais emocionante, mais desafiador. O que procuro fazer todos os dias pode ser resumido nesta frase atribuída a Walt Disney: “Aqui nós não olhamos para trás por muito tempo, Nós continuamos seguindo em frente, abrindo novas portas e fazendo coisas novas, Porque somos curiosos… E a curiosidade continua nos conduzindo por novos caminhos.”</p>
<p><strong>A primeira vez que vimos você lutar foi sem o kimono, naquela seletiva do ADCC 2007. O que você sentiu ali entre tantos craques?</strong></p>
<p>Eu me lembro que eu não ia lutar esta seletiva do ADCC, pois ainda era faixa-roxa, e o evento era aberto para qualquer faixa. Mas sempre tive algo dentro de mim, um sentido, uma voz, que sempre fala mais alto quando aparece algum desafio, quando não tenho a certeza do que vai acontecer, mas esta voz faz com que eu me arrisque, desafie minhas certezas, faz com que eu não tenha medo e que eu ultrapasse meus limites, pois na verdade não existem limites. Foi isso que aconteceu, senti dentro de mim que eu deveria ser corajoso, pois somente quem tem coragem será capaz de sentir a felicidade ao conquistar seus sonhos. Aquele campeonato me fez aprender mais sobre mim mesmo, e revelou para o mundo o potencial que eu tinha. A partir daquele momento a mídia me conheceu e se surpreendeu, e com certeza foi muito importante para o início da minha carreira e para a construção do meu nome como atleta. Aquele campeonato, mesmo com a derrota na final, trouxe benefícios incalculáveis para minha jornada.</p>
<p><strong>Você procura tirar lições tanto das derrotas como das vitórias de modo similar?</strong></p>
<p>Na minha carreira como atleta eu sempre fiz o possível e o impossível para chegar ao mais alto nível técnico, físico e mental. Não existe nada mais doloroso do que uma derrota, não somente no Jiu-Jitsu mas em qualquer área da sua vida. Uma derrota nunca é fácil de entender e é ainda mais complicado para se absorver; e devemos procurar absorver qualquer experiência, seja ela boa ou ruim. Quando sofro uma derrota, como todo ser humano, no primeiro momento eu questiono, questiono o por quê daquilo estar acontecendo – eu não acho justo, a emoção tenta me controlar, mas é neste momento, quando eu paro por um segundo, respiro fundo e me lembro que tenho de dar graças por tudo que Deus coloca e também por tudo que Deus tira da minha vida, é então que percebo que não é justo eu agradecer quando recebo o que quero e me rebelar quando as coisas não vão da maneira que espero. Quando esta sabedoria se tornou parte de mim, da minha vida, esta maturidade de como lidar com as emoções e situações, tudo passou a ter mais sentido, e em consequência tudo se tornou mais produtivo.</p>
<p><strong>É uma boa filosofia. Em relação ao estudo das lutas, você costumava assistir a lutas antigas de velhos ídolos?</strong></p>
<p>Sempre acompanhei muito a categoria pena, estudando tudo e todos. Sempre tive como objetivo lutar nesta categoria – mesmo quando eu era juvenil peso-galo, meu objetivo já era o de um dia me tornar faixa-preta e conquistar o topo, pois em minha opinião o peso-pena tem o Jiu-Jitsu mais refinado e artístico, e eu sabia que se eu colocasse minha atenção nessa categoria, meu Jiu-Jitsu evoluiria rapidamente e meu caminho até a faixa-preta seria mais dominante.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rafa Mendes 2015 Worlds Highlights" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/ikqxpOTwySo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>O seu treino voltado para competição e o seu treino do dia a dia são bem diferentes?</strong></p>
<p>Sim, a maneira como treinamos na nossa academia é muito estudada, muito planejada. Não acredito que treinar no seu máximo o ano todo, todos os dias, seja a maneira mais inteligente. A periodização é muito importante no Jiu-Jitsu. Entender como o seu treinamento faz você chegar no dia da competição em sua melhor forma é uma ciência, e somente um treinamento inteligente pode conseguir atingir este objetivo.</p>
<p><strong>Há atletas que são campeões nas faixas de base, mas não repetem o feito na faixa-preta. Por quê?</strong></p>
<p>Para ser consistente e vencer no mais alto nível no Jiu-Jitsu, é preciso dominar três aspectos: o técnico, o físico e o mental. E a grande maioria das pessoas não encontra esta sintonia, o que resulta em uma decadência nos resultados.</p>
<p><strong>Muita gente treina para ter mais saúde, viver melhor e depois ensinar. Como você sugere que a pessoa possa viver do Jiu-Jitsu sem ser um campeão mundial?</strong></p>
<p>Nosso objetivo com a nossa academia, a Art of Jiu-Jitsu, é usar nossa arte para, de alguma maneira, fazer um impacto positivo na vida dos alunos e da comunidade, influenciando crianças e adultos e pessoas com diferentes objetivos, seja perder peso, fazer exercício, aprender uma arte marcial, relacionar-se com outras pessoas ou vencer campeonatos. Seja qual for o objetivo do aluno, é responsabilidade do professor perceber e reconhecer isso. Acredito que não é necessário ser um campeão para poder abrir uma academia e viver do Jiu-Jitsu, vejo muitos campeões com academias que não são bem sucedidas pois faltam muitas das qualidades necessárias. Certamente se você é famoso no mundo do Jiu-Jitsu isso abre portas para sua academia e seus alunos, mas é sim possível para qualquer um viver do Jiu-Jitsu – basta disciplina, profissionalismo e organização.</p>
<p><strong>O fato de você ter aparecido no cenário de Jiu-Jitsu já com um forte rival como o Cobrinha o ajudou em algum aspecto?</strong></p>
<p>Com certeza, quando você tem um adversário de alto nível, não somente no Jiu-Jitsu mas em qualquer área de sua vida, este desafio faz com que você se dedique ainda mais, faz com que você se exija mais, quebre barreiras e tenha mais foco. Um grande adversário transforma você em uma versão melhor de si mesmo, ou seja, em uma pessoa melhor.</p>
<p><strong>Ter um irmão/parceiro/rival cascudo sempre ao lado é uma fórmula para estar sempre evoluindo no Jiu-Jitsu? Essa troca de ideias entre vocês desde a infância é uma de suas receitas de sucesso?</strong></p>
<p>Essa sintonia que existe entre irmãos é uma coisa especial, muito poderosa. O fato de sempre ter meu irmão ao meu lado foi e é inexplicavelmente benéfico em minha vida. Em um irmão eu sempre encontrei tudo, parceria, amizade, competição, rivalidade, e todas essas experiências foram e são muito construtivas no meu desenvolvimento como atleta e como pessoa.</p>
<p><strong>Muitos leitores e observadores consideram você o lutador mais técnico peso por peso. Não gostaria de entrar num absoluto ou numa luta casada insana para tirar isso a limpo um dia?</strong></p>
<p>Fico muito feliz e orgulhoso quando o mundo do Jiu-Jitsu me coloca nesta posição, não existe satisfação profissional melhor do que ser considerado o melhor do mundo. Eu dediquei minha vida ao Jiu-Jitsu, sacrifiquei minha infância e adolescência correndo atrás dos meus sonhos por meio desta arte marcial, e hoje me sinto realizado em ver que tudo isso valeu a pena, nada foi em vão! Sou extremamente feliz pois consegui alcançar meu objetivo, de fazer uso do Jiu-Jitsu e do meu talento para mudar vidas, e hoje consegui proporcionar para mim e minha família a qualidade de vida que sempre desejei. Isso sim é sucesso na minha visão. Vencer um, dois ou dez campeonatos mundiais nunca foi minha definição de sucesso, mas sim usar tudo isso, suas conquistas, seu talento, suas experiências, todo seu potencial para mudar primeiramente sua vida, e posteriormente usar sua vida para causar um impacto positivo na vida de outras pessoa, este é o verdadeiro sucesso.</p>
<p>Sobre o absoluto, não vejo a necessidade de provar mais nada em termos de competição. Acredito que mesmo se eu vencer o absoluto no Mundial da IBJJF isso não muda nada, acho mais importante a influência que estamos tendo não só nas competições, no estilo de Jiu-Jitsu que as pessoas estão treinando, mas também como estamos expondo ao mundo a maneira como o Jiu-Jitsu deve ser apresentado para um indivíduo, para uma criança ou uma família. Jiu-Jitsu é educação, e esta é a forma como a AOJ introduz o Jiu-Jitsu, sendo assim acredito que é este pacote todo, todas estas características, que nos colocam nessa posição de melhor do mundo segundo a comunidade do Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rafa-mendes-vencer-um-dois-ou-dez-mundiais-nunca-foi-minha-definicao-de-sucesso-no-jiu-jitsu/">Rafa Mendes: “Vencer um, dois ou dez Mundiais nunca foi minha definição de sucesso”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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