Como Vitor Terra aprendeu a preservar a defesa pessoal em suas aulas

De volta da Flórida, onde ganhou seu quinto grau das mãos de Rickson e levou uma turma de alunos para beber da fonte, o professor carioca contou o que aprendeu de especial em mais um período de treinos valiosos por lá. “Na primeira vez que consegui marcar essa visita ao mestre Rickson, em 2024, viajei com dois alunos. Na vez seguinte, outros se interessaram e o grupo subiu para cinco. Acabou que virou uma viagem quase bimestral. Todo dia que passo com ele no tatame se parece com um ano de doutorado. Sem falar na energia que nos renova”, reflete Terra.

Caro professor, você ataca do “cem-quilos” ou do “side control”?

Por que, afinal, nossos alunos e professores optam por termos em inglês, se todos nós temos tanto orgulho de dizer que treinamos o Jiu-Jitsu brasileiro? Não sou um professor purista, vejam bem. Creio que expressões como “armlock” já foram inseridos há décadas. O meu incômodo é com o excesso. Muitos instrutores se apegam tanto ao termo estrangeiro que não sabem o sinônimo em nossa língua local.

Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?

Desde a década de 1930, os filhos de Gastão Gracie desenvolveram um sistema de ensino para encher qualquer magrinho de confiança. Confira a defesa pessoal ao longo da história do Jiu-Jitsu e se inspire para treinar em pé e no chão em 2026. Oss!
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