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	<title>Cleiber Maia | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cleiber Maia: "Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-217937" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg" alt="" width="1080" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-768x511.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-1024x681.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /> O professor Cleiber Maia (1970–2026), vítima de um câncer no fígado e no pâncreas.</p>
<p>Em maio do ano passado, o faixa-preta e presidente da SJJSAF Cleiber Maia anunciou, de modo leve e inspirador, que estava encarando a pior das batalhas, com todas as armas disponíveis. Ele detectara um câncer no fígado e no pâncreas, mas se mostrava disposto a lutar até o fim.</p>
<p>Era o modo de Cleiber ver o mundo que o cercava, sempre de modo otimista e suave. Nesta terça, 10 de fevereiro de 2026, o ex-lutador e organizador de eventos partiu, aos 56 anos. Seu trabalho e sua missão à frente da <span class="x1lliihq x1plvlek xryxfnj x1n2onr6 xyejjpt x15dsfln x193iq5w xeuugli x1fj9vlw x13faqbe x1vvkbs x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx" dir="auto"><span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs xt0psk2 x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx x126k92a">Sport Jiu-Jitsu South America Federation foram decisivos para o fortalecimento do Para-Jiu-Jitsu esportivo e do profissionalismo da arte suave.<br />
</span></span></p>
<p>Em entrevista ao GRACIEMAG.com em 2021, um entre tantos artigos por aqui, o professor detalhou sua longa trajetória nos tatames, desde os primeiros treinos na Maxi Forma, sob a tutela de Rilion Gracie.</p>
<p>Relembre a saga do generoso Cleiber, por ele mesmo.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como surgiu seu interesse no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>CLEIBER MAIA: Aos 14 anos de idade, eu tinha vontade de fazer alguma luta, então passei a visitar academias para ver se alguma despertava meu interesse. Gostei muito da academia do Rilion Gracie. Comecei a treinar lá em 1984.</p>
<p><strong>Ainda nas coloridas, tinha vontade de competir?</strong></p>
<p>Com 16 anos, já desse tamanho, conquistei a faixa-azul e comecei a pedir para competir. Embora a linha de treinos da academia não focasse em competições, eu competia mesmo assim, me inscrevia sem ninguém ficar sabendo. Chegava depois animado com a medalha na mão&#8230; (risos). Nos campeonatos maiores, nós lutávamos como Clube Gracie, que consistia da Gracie Humaitá, Gracie Barra e Rilion Gracie. Eu nunca fazia seletiva, era sempre posto para lutar no pesadíssimo e absoluto. No meu primeiro campeonato grande, ganhei a primeira luta, mas perdi a semifinal nos pontos para o [Ailson Brittes] Jucão, que por sua vez foi derrotado pelo Sérgio Bolão na final.</p>
<p><strong>Algum confronto marcante nas coloridas?</strong></p>
<p>Na época da azul e da roxa, geralmente chegava às finais contra Amaury Bitetti e Ricardo Libório, lutei uma vez com Wallid Ismail e duas vezes contra o Luis Roberto Duarte, o Bebeo. Fiz um lutão na faixa-azul com Leonardo Castello Branco, mais um adversário que se tornou um amigo que admiro e respeito.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232357" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg" alt="" width="720" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-300x242.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-150x121.jpeg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber na Maxi Forma, academia em que Rilion Gracie dava aulas. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar de ser um praticante do Jiu-Jitsu, você não se limitava a uma só arte marcial. Como foi a sua passagem pelo judô?</strong></p>
<p>Desde 1988 lutava no universitário de judô pela PUC, no meio-pesado. O Roberto Traven lutava uma categoria abaixo e o Fabio Gurgel em outra ainda mais leve, mas ambos disputavam pela Gama Filho. Finalizávamos em todas as lutas. Quando ganhei a roxa no judô, ficou mais difícil porque comecei a enfrentar só faixas-pretas. Comecei a perder lutas, até empatei um campeonato de equipe contra a Castello Branco. A equipe da PUC era composta por mim, Beto Leitão e alguns outros atletas bons, mas a equipe da Castello era todo o grupo do Flamengo daquela época. Ainda consegui empatar com o faixa-preta deles, mas o Beto acabou lutando contra o Frederico Flexa, que era bem mais pesado que ele. O Beto só ia nas pernas, o que o fez ser desclassificado por evitar a luta em pé. A gente acabou perdendo essa competição, mas foi uma época muito boa. Depois disso, o Beto começou a dar aula de luta livre na PUC e como eu sempre treinava sem kimono, ele me pediu ajuda nas aulas dele e comecei a chamar todo mundo para treinar sem kimono lá na PUC-Rio.</p>
<p><strong>Chegou a competir na luta livre?</strong></p>
<p>Em 1989, fui campeão carioca absoluto na luta esportiva, no clube Santa Luzia. Na época não tinha faixa, então eu realmente estava bem. O pessoal do Hugo Duarte e do Denilson Maia, que eram da luta livre, não entravam nesses campeonatos, por motivos que desconheço. Quem participava era o grupo do Jeferson (JOP), do Beto e da Budokan. Inclusive, nós tínhamos um bom relacionamento com o pessoal da Budokan e treinávamos lá aos sábados sem kimono. Nessa época eu treinava no [Romero Cavalcanti] Jacaré também, então treinava Jiu-Jitsu e luta livre. Lembrando que em 1989, já tinha um clima ruim entre o Jiu-Jitsu e a luta livre, mas eu não ligava para isso.</p>
<p><strong>Como foi feita a sua transição da luta livre para a olímpica?</strong></p>
<p>Ainda em 1989, o Beto me chamou para treinar luta olímpica, ainda no Clube Santa Luzia. Eventualmente, o tatame de lá foi levado para uma academia de polícia de Niterói e nós passamos a treinar na academia do Carlson Gracie, que tinha um tatame de luta olímpica no andar de baixo. Treinávamos com o Carlson Gracie Junior, Marcelo Portinari e Laerte Barcelos. O Laerte, inclusive, já era faixa-preta, mas eu não sabia porque ele sempre foi discreto.</p>
<p><strong>Com essa equipe pesada de treinos, por que o atleta Cleiber Maia não seguiu para uma competição olímpica?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que comecei a treinar, contratei um preparador físico para tentar ir para os Jogos Olímpicos. Fui campeão brasileiro júnior de luta olímpica e vice-campeão sênior em Goiânia. Perdi o sênior, que hoje em dia seria categoria adulta, para um faixa-preta de São Paulo bem mais experiente. O problema é que esse cara não tinha intenção de fazer parte da equipe olímpica, então foi feita uma seletiva para ver quem faria parte desse time que iria disputar ao redor do mundo para se qualificar para os Jogos Olímpicos. Poucos dias antes dessa seletiva, tive uma contratura na cervical e pedi uma semana a mais para poder me recuperar, mas o presidente da federação negou o pedido e acabei ficando de fora. Depois disso, resolvi voltar meu foco para o Jiu-Jitsu.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232359" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg" alt="" width="720" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-300x211.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-150x106.jpeg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto ao professor e amigo Aloísio Silva. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Eventualmente você passou a treinar e ensinar junto ao Aloísio Silva. O que motivou esta mudança?</strong></p>
<p>Conheci o Aloísio Silva quando ingressei na academia do Rilion, aos 14 anos. Ele era faixa-azul, tinha 30 anos e trabalhava como executivo. Ele tinha uma casa de veraneio em Petrópolis, perto de onde minha família tinha um sítio, então eu ia de mobilete para treinar na casa dele, que tinha um tatame. Como eu era meio gordinho, ele me indicou um nutricionista para emagrecer e ficar bem. Em competição, ele ia mais vezes do que o Rilion para me assistir lutando, então criou uma relação meio paterna. Mesmo depois de ingressar na academia do [Romero] Jacaré, essa amizade continuou e um ano depois ele resolveu deixar de ser executivo para virar professor de Jiu-Jitsu. Ele conseguiu entrar na academia Mazza, em Laranjeiras, e me chamou para dar aula com ele, sendo que eu ainda estava na faixa-marrom.</p>
<p><strong>Como foi essa transição?</strong></p>
<p>Conversei com o Romero Jacaré, meu professor na época, que sabia da minha amizade com o Aloísio. Expliquei que ele passaria a lecionar, que precisaria da minha ajuda, principalmente com as crianças por causa da minha experiência como monitor do Leão Teixeira na Barra Gracie em 1988 e o Jacaré compreendeu. Na Mazza, nós dividíamos o espaço com as equipes do Hugo Duarte e do Denilson Maia, mas foi um sucesso. Conseguimos muitos alunos, inclusive um casca-grossa da luta livre que treinava Jiu-Jitsu escondido para não ter problemas no esporte dele. Um dia, chegou o Denilson Maia de kimono e sentou na beira do tatame para assistir a aula infantil. Conversamos no fim da aula, ele me contou que era faixa-preta, então chamei para treinar comigo. Quando fiz o convite, a academia toda parou. Os gerentes da academia, as pessoas que estavam na musculação e na ginástica pararam tudo para assistir ao treino, como se fosse um desafio.</p>
<p><strong>E qual foi o desfecho do treino que interrompeu as operações na academia Mazza?</strong></p>
<p>Treino não se comenta, mas depois daquele dia, ele nunca mais voltou (risos). Não vou dizer o que aconteceu, mas ele nunca mais voltou para me desafiar. Eu estava muito bem naquela época, com ou sem kimono. Só direi que depois desse encontro, acabaram os burburinhos e as conversas fiadas entre os dois grupos na Mazza, resolvemos o problema no tatame.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232363" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg" alt="" width="602" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg 602w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-300x253.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-150x126.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 602px) 100vw, 602px" /> Cleiber na pesagem para participar da Copa Nastra, em 1990. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar da sua carreira no Jiu-Jitsu, você se viu afastado dos tatames por conta de uma lesão. Como se deu esse problema?</strong></p>
<p>Teve um campeonato em 1990, a Copa Nastra, que o pessoal da luta livre chegou para desafiar o pessoal de Jiu-Jitsu. Lutei no absoluto e na categoria, mas lutei primeiro no absoluto. Ganhei do Bebeo na semifinal e ia lutar com o Fernando Gurgel, que tinha vencido o Wallid, na final. No fim da luta com o Bebeo, não conseguia ficar em pé e descobri que tinha rompido o menisco. Estava com o corpo quente, então não sentia nada. Não pude lutar a final, fiquei seis meses sem poder treinar e, como fiz faculdade de administração de empresa, acabei me voltando para os empreendimentos da família. Nesse meio tempo, o Aloísio saiu de Laranjeiras, alugou um espaço em Copacabana e montou a Dojo. Eu até visitava a academia, afinal os alunos me admiravam, mas não acompanhei ele na época. Mesmo assim, até hoje o tenho como mestre.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232355" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg" alt="" width="720" height="476" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber e sua turma na Dojo em 1999. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Em 1999, você conquistou a faixa-preta no Jiu-Jitsu. Como foi o processo de ser graduado oficialmente a professor?</strong></p>
<p>Não tinha intenção de dar aulas porque trabalhava como empresário, então fazia pouca diferença para mim. O Aloísio me falou que haveria um curso de formação de faixas-pretas e que ele queria me graduar logo, afinal já faziam quase nove anos que estava com a marrom. Fiz o curso, ele me deu a preta naquele mesmo ano, mas nessa época eu só frequentava academia de judô, puxando aula de chão. Recebia muita visita do pessoal do Jiu-Jitsu, então eles me viam há muitos anos com a preta porque era a graduação que eu tinha no judô.</p>
<p><strong>Já com a preta, como ficou a sua relação com o Jiu-Jitsu? Voltou a competir?</strong></p>
<p>O Aloísio foi para os Estados Unidos com a família e fiquei aqui no Brasil. Como não tinha mais a academia dele para visitar, resolvi entrar na academia do Royler, já que era perto da minha casa e era clube Gracie. Em 2004, teve um campeonato internacional da IBJJF que o Royler queria que eu participasse. Estava muito fora de forma, sobrepeso na verdade, mas treinava muito bem na academia. Pela minha experiência, jogava muito bem em pé e no chão, mesmo com problemas de peso, joelho e coluna. O Royler insistia dizendo que eu seria campeão mas eu achava que ia morrer no tatame, porque na época tinha morrido um jogador de futebol do São Caetano em campo e eu estava com a pressão alta e fora de forma. Para me convencer, o Royler disse que seria apenas uma luta e concordei. Quando cheguei no evento, tinha uma galera para encarar.</p>
<p><strong>Como foi o seu desempenho na competição?</strong></p>
<p>Ganhei a primeira luta e encarei um casca-grossa de Manaus na semifinal. O cara tentou me quedar com um tomoe nage mas acabou me dando um pisão na barriga, quase botei as tripas para fora (risos). Ele acabou ganhando e fiquei em terceiro lugar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232361" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg" alt="" width="720" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-300x213.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber alguns meses antes de fazer a cirurgia bariátrica. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Você encarou um quadro sério de obesidade durante sua trajetória. Como lidou com esse problema? </strong></p>
<p>Meu problema com peso chegou ao seu ápice em 2007, quando bati 145kg. Por conta do meu distúrbio alimentar, resolvi fazer uma cirurgia bariátrica e perdi 50Kg em seis meses. Depois de me recuperar, consegui ganhar massa muscular e voltei a ensinar Jiu-Jitsu no ano seguinte, pois meu objetivo era deixar um legado como educador e também no âmbito administrativo do esporte.</p>
<p><strong>Qual é a chave para ser um bom professor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Quando comecei, ainda tinha saúde para treinar, então treinava muito e ainda dava aula, já que sempre gostei de desenvolvimento didático. Sempre convidava muita gente para treinar comigo e às vezes até visitava outras academias. Aprimorei muito a minha técnica dando aulas e passei a ter mais segurança no meu jogo nos campeonatos. Apesar de também ensinar o básico, sempre compartilhei as estratégias em que eu era especialista, desde a primeira pegada até a finalização. É por isso que sempre fui reconhecido como um bom professor, porque ensinava o que fazia no tatame.</p>
<p>Obviamente, é necessário entender e ensinar bem o básico, mas é preciso perceber a potencialidade de cada aluno para conduzi-lo nos 3 objetivos pedagógicos, o de participação (social), de rendimento (melhora da performance) e no terapêutico (melhora da qualidade de vida).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg" alt="" width="720" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto a sua filha e uma de suas turmas infantis. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Como evitar que seu aluno se mantenha na zona de conforto e fique com o jogo batido no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>De tempos em tempos, quando percebia que o atleta ficava muito confortável na estratégia dele, eu desconstruía junto com ele. Inspirava ele a abrir mão do que ele era especialista para tentar algo novo e modificar o jogo, abrir a mente e ampliar a perspectiva competitiva. Esse mecanismo de construção e desconstrução é engrandecedor dentro e fora dos tatames. Sem ele perceber, ele passa a ter mais segurança e a ver as crises como um sinal de que ele precisa mudar o jogo. Como ele já mudou várias vezes durante o treino, não vai ser muito difícil porque ele está preparado para lidar com situações que geram a necessidade de investir em novas abordagens. É desconfortável, alguns alunos reclamam e reagem porque a mudança incomoda mas, como mestres, nossa função é fazer com que eles se acostumem com mudanças.</p>
<p><strong>Qual é o aspecto da vida de atleta que te influenciou na vida profissional?</strong></p>
<p>Nunca fui um atleta disciplinado, sempre fui um lutador, um cara que gostava de lutar. Por causa disso, carrego tantas lesões hoje em dia e tenho essa luta contra o meu peso. Isso é algo importante para ser observado em mim e em qualquer atleta, essa disciplina. Isso depois você transmite para outras partes da sua vida. Sou um profissional disciplinado, mas se fosse um atleta mais disciplinado, talvez hoje seria um profissional ainda melhor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232368" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg" alt="" width="720" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Turma adulta de Cleiber Maia. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a SJJIF?</strong></p>
<p>Soube que o João Silva, filho do Aloísio, tinha fundado uma federação nos Estados Unidos em 2005. Em 2013, ele me convidou para fundar a Federação Internacional juntamente com as federações da América do Norte, Ásia, Europa e a da América do Sul, a qual eu seria o presidente. Eu havia me preparado para esse trabalho a vida toda, mas queria ver como funcionaria, porque já existiam outras por aqui, então precisaria ter um diferencial. Quando ele me questionou sobre esse diferencial, eu disse que é preciso investir no Jiu-Jitsu para pessoas com deficiência e no atendimento a projetos sociais, que é uma realidade no Brasil.</p>
<p><strong>E quais foram as suas impressões?</strong></p>
<p>Fui aos Estados Unidos para entender o sistema utilizado e como eram aplicadas as regras. Fiquei encantado com a seriedade, organização e profissionalismo do João. Queria trazer esse modelo para cá e chamei o Raphael Abi-Rihan para fazer a gestão dos nossos campeonatos, tendo em vista que ele possuía experiência nessa área. Fizemos nosso primeiro campeonato no CEFAN e foi um sucesso. Investimos forte na comunicação visual, o ginásio tinha ar condicionado, tatame olímpico, foi muito bom. O próprio João veio dos Estados Unidos para fazer a verificação técnica e nos ajudar a utilizar o sistema americano. Assim começou a SJJSAF e hoje são 50 federações em todos os seis continentes. Nós sempre fomos uma boa referência em inclusão no Jiu-Jitsu e no tratamento de forma igualitária de todos os atletas, independente de diferenças sociais, financeiras ou até mesmo de idade. Nós sempre tivemos foco na nossa política de atendimento.</p>
<p><strong>Você mencionou que se sentia muito preparado para um cargo administrativo no Jiu-Jitsu. Qual foi a base dessa confiança?</strong></p>
<p>Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232370" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> à frente da SJJSAF, Cleiber incentiva a inclusão no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-trajetoria-do-professor-cleiber-maia-por-ele-mesmo/">A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A técnica de guarda sentada para raspar geral, com Cleiber Maia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Feb 2024 12:35:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente da SJJSAF, o faixa-preta Cleiber Maia tem um amplo repertório técnico de raspagens. No vídeo a seguir, Cleiber mostra como gosta de desequilibrar os passadores, através da guarda sentada. Lembre-se de manter os ganchos ativos para projetar o adversário e de não soltar as pegadas na hora do arremate do golpe. Confira!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Presidente da SJJSAF, o faixa-preta <a href="https://www.graciemag.com/2021/05/12/cleiber-maia-e-seu-caminho-no-jiu-jitsu-ate-liderar-a-sjjsaf/">Cleiber Maia</a> tem um amplo repertório técnico de raspagens.</p>
<p>No vídeo a seguir, Cleiber mostra como gosta de desequilibrar os passadores, através da guarda sentada.</p>
<p>Lembre-se de manter os ganchos ativos para projetar o adversário e de não soltar as pegadas na hora do arremate do golpe.</p>
<p>Confira!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Raspagem de Guarda Sentada - Prof. Cleiber Maia - Equipe LPM" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/h91z4gGhd3Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-uma-tecnica-de-guarda-sentada-para-raspar-todo-mundo-no-jiu-jitsu-com-cleiber-maia/">A técnica de guarda sentada para raspar geral, com Cleiber Maia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 dicas para você montar com eficiência, por Cleiber Maia</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 14:05:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em nossa edição GM #244, o professor Cleiber Maia foi um dos faixas-pretas convidados a dar seus macetes para uma montada eficiente. Confira algumas dicas de Cleiber ao leitor de GRACIEMAG, e procure executar nos treinos práticos. Oss! 1. Uma aula de montada pode ser bem longa, pois há diversos aspectos interessantes na posição. Um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_232370" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232370" class="size-full wp-image-232370" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232370" class="wp-caption-text">Professor Cleiber Maia, inspiração para jovens atletas de todas as idades. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>Em nossa edição GM #244, o <a href="https://www.instagram.com/cleibermaia/" target="_blank" rel="noopener">professor Cleiber Maia</a> foi um dos faixas-pretas convidados a dar seus macetes para uma montada eficiente.</p>
<p>Confira algumas dicas de Cleiber ao leitor de GRACIEMAG, e procure executar nos treinos práticos. Oss!</p>
<p>1. Uma aula de montada pode ser bem longa, pois há diversos aspectos interessantes na posição. Um bom começo: procure neutralizar a ação do quadril do adversário.</p>
<p>2. Quer atacar na montada? Lembre de afastar o cotovelo do oponente das costelas dele, e depois mantê-los assim. Trata-se de uma boa dica para viabilizar ataques enquanto o adversário está desestruturado, vulnerável.</p>
<p>3. Repare em como você administra a pressão em cima do oponente. Aliviar uma pequena parcela da pressão e da gravidade para permitir que ele gire para onde você quer é um trunfo do bom montador.</p>
<p>4. Por sinal,  aprender a administrar a pressão para gerar movimento é um conceito válido em qualquer situação das nossas vidas – no trabalho, nos relacionamentos, na criação de filhos. Na montada não seria diferente.</p>
<p>5. Procure ganhar sensibilidade na montada, e assim entender como manter o ciclo ‘ataque x defesa’ a seu favor, para evoluir na montada sem correr muitos riscos de ser capotado.</p>
<p>6. Perceba até onde você deve se apegar à montada. O apego à essa condição de superioridade por cima deve ser repensado o tempo todo.</p>
<p>7. Por exemplo: muitas vezes, ao esgrimar, pode aparecer a oportunidade de você atacar o baseball-choke ou o katagatame. Saber montar é entender também quando sair da montada, com uma alternativa para finalizar a luta.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-dicas-para-voce-montar-com-eficiencia-por-cleiber-maia/">7 dicas para você montar com eficiência, por Cleiber Maia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bullying infantil: como o Jiu-Jitsu pode ser o antídoto em 11 lições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Sep 2021 12:35:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bullying nas escolas, como os vulcões, pode ser um fenômeno ora adormecido, ora em erupção – com riscos de calamidades. De fato, como se vê nos EUA há décadas e mais recentemente no Brasil, é difícil prever casos nos quais as brincadeiras de mau gosto podem culminar em reações trágicas. Há, porém, um remédio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204996" style="width: 747px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204996" class="size-full wp-image-204996" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg" alt="" width="737" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg 737w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber-300x192.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px" /><p id="caption-attachment-204996" class="wp-caption-text">Nosso GMI Cleiber Maia, professor da LPM JIu-Jitsu, de Laranjeiras. Foto: Divulgação</p></div>
<p>O bullying nas escolas, como os vulcões, pode ser um fenômeno ora adormecido, ora em erupção – com riscos de calamidades.</p>
<p>De fato, como se vê nos EUA há décadas e mais recentemente no Brasil, é difícil prever casos nos quais as brincadeiras de mau gosto podem culminar em reações trágicas. Há, porém, um remédio para o mal que nunca falha, não tem contra-indicação e nem é custoso: a prática do Jiu-Jitsu, uma ferramenta que desde os anos 1920 é usada por grande mestre Carlos Gracie contra a covardia e a timidez infantil.</p>
<p>Segundo o professor Cleiber Maia, nosso <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> na escola LPM Jiu-Jitsu, a arte suave vai além de um sistema de lutas, e acaba sendo uma ferramenta integradora, capaz de promover a união entre crianças, adolescentes e adultos, gerando confiança mútua em qualquer faixa etária.</p>
<p>&#8220;Vivenciar e ensinar o Jiu-Jitsu como defesa pessoal ajuda a combater as relações abusivas&#8221;, defende Cleiber, que listou 11 dicas para os professores ajudarem a minimizar o bullying entre os mais jovens. Confira e comente!</p>
<p>1. O professor deve criar instrumentos para agregar a família dos alunos, como eventos de graduação, competições internas e com outras equipes, aniversários, aulão de pais e filhos, confraternizações rotineiras etc.</p>
<p>2. A equipe deve estar imbuída do sentimento de acolhimento aos novos alunos de forma indiscriminada.</p>
<p>3. O compartilhamento generoso do conhecimento deve ser uma prática diária entre professores e também entre os alunos.</p>
<p>4. O professor deve garantir que não ocorra, em hipótese alguma, relações abusivas no dojô. Cuidado com práticas que parecem inofensivas, mas que podem conter algum resquício de uma cultura de opressão e covardia, como apelidos depreciativos, linchamentos com faixas, preconceito etc.</p>
<p>5. O lema durante o treino deve ser: &#8220;Se o adversário está tendo facilidade demais, dificulte. Se está tendo dificuldades demais, facilite&#8221;.</p>
<p>6. A equipe deve apoiar o movimento de superação das limitações pessoais de cada membro dela.</p>
<p>7. O professor tem de garantir que o dojô, acima de tudo, seja um ambiente de educação.</p>
<p>8. No Jiu-Jitsu aprendemos que o incômodo é uma benção. Ele faz o adversário sair do ponto onde está em busca de uma condição melhor. Diferentemente da provocação que é uma prática típica de pessoas imaturas.</p>
<p>9. O professor deve ser um estudioso atento da natureza humana. Deve entender e respeitar as paixões que movem seus alunos com mais intensidade, para norteá-los como modelos de virtude.</p>
<p>10. O aluno deve perceber que toda luta deve ser em prol uma causa maior, de interesse coletivo.</p>
<p>11. O mérito deve estar sempre no esforço e não na vitória. O sucesso ou fracasso do outro não deve ser referência quando se trata de ensino e educação. Cada aluno tem seu próprio tempo de aprendizado, seus anos de tatame e seus próprios objetivos.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bullying-nas-escolas-entenda-como-o-jiu-jitsu-pode-ser-o-antidoto-em-11-licoes/">Bullying infantil: como o Jiu-Jitsu pode ser o antídoto em 11 lições</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como você ensina seu aluno a ter &#8220;atitude&#8221;? Professor Cleiber Maia esclarece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 12:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor de Jiu-Jitsu com MBA em administração esportiva, o faixa-preta Cleiber Maia (Equipe LPM) está sempre estudando para ser um professor melhor. Nosso GMI no Rio de Janeiro, Cleiber escreveu um artigo instrutivo, publicado na GRACIEMAG #231, para ajudar seus alunos a irem mais longe e sua academia a ser mais rentável. Nossa equipe separou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_189798" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-189798" class="size-full wp-image-189798" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Professor-Cleiber-Maia-GMI-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Professor Cleiber Maia ensina em Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Foto: Divulgação" width="1024" height="685" /><p id="caption-attachment-189798" class="wp-caption-text">Professor Cleiber Maia ensina Jiu-Jitsu em Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Professor de Jiu-Jitsu com MBA em administração esportiva, o faixa-preta Cleiber Maia (Equipe LPM) está sempre estudando para ser um professor melhor. Nosso GMI no Rio de Janeiro, Cleiber escreveu um artigo instrutivo, publicado na GRACIEMAG #231, para ajudar seus alunos a irem mais longe e sua academia a ser mais rentável.</p>
<p>Nossa equipe separou cinco das principais dicas de Cleiber, a seguir. Para agendar seminários ou aulas com o professor, entre em contato pelo WhatsApp (21) 99431-4178 , ou no e-mail cleibermaia@gmail.com . Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>1. Um bom professor não tem medo de perder o aluno:</strong> &#8220;Quem tem medo de perder aluno se preocupa mais em agradar do que educar. A educação demanda aquele desconforto que vai fazer o aluno sair do ponto onde está para um outro melhor.&#8221;</p>
<p><strong>2. Ensinar Jiu-Jitsu é mais que um trabalho, é uma missão:</strong> &#8220;Assim como na vida e nas competições, na carreira de professor também obtemos resultados insatisfatórios algumas vezes. Somente aqueles que encaram o ensino do Jiu-Jitsu como uma missão têm forças para atravessar os momentos de vacas magras.&#8221;</p>
<p><strong>3. Você vale o que representa:</strong> &#8220;O valor das coisas está no que elas representam e não simplesmente no que é entregue. As causas que você defende, aquilo que você valoriza, a forma de falar, o que expõe em sua mídia social, a forma de se vestir e até a postura do seu corpo vão ser a referência para os outros do que você representa e, por conseguinte, do seu valor. Antes de reclamar do baixo faturamento ou da crise econômica, reflita se você representa o que seu público valoriza. Por vezes é melhor mudar seu posicionamento no mercado do que tentar parecer ser o que não é.&#8221;</p>
<p><strong>4. Integridade é o segredo para uma vida longa como professor de Jiu-Jitsu:</strong> &#8220;Um professor deve dar atenção de forma equilibrada ao trabalho, à família, aos amigos, ao cônjuge, aos estudos e ao lazer. Aliás, essa forma de se comprometer com todas as áreas da nossa vida deve ser estimulada pelo professor desde cedo, caso contrário, há grande riscos de se perder um praticante de Jiu-Jitsu no meio do caminho.&#8221;</p>
<p><strong>5. Acelere o ritmo do aprendizado com atitudes libertadoras:</strong> &#8220;Não crie expectativas em função do ritmo de aprendizado no Jiu-Jitsu, pois ele está diretamente ligado a questões extraclasse do aluno. Muitas vezes a técnica é superestimada quando, na verdade, 99% das lutas são definidas na atitude. A técnica serve apenas para que seja gasto menos energia. É fundamental que o professor desenvolva a capacidade de estimular atitudes &#8216;libertadoras&#8217; em momentos críticos da luta a fim de quebrar padrões comportamentais &#8216;viciados&#8217; e crenças limitadoras. A diferença entre o professor e o mestre está na capacidade de ampliar a percepção do que é &#8216;possível&#8217; para o aluno.&#8221;</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-voce-ensina-seu-aluno-de-jiu-jitsu-a-ter-atitude-professor-cleiber-maia-esclarece/">Como você ensina seu aluno a ter “atitude”? Professor Cleiber Maia esclarece</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Cleiber Maia e seu caminho no Jiu-Jitsu até liderar a SJJSAF</title>
		<link>https://www.graciemag.com/cleiber-maia-e-seu-caminho-no-jiu-jitsu-ate-liderar-a-sjjsaf/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cleiber-maia-e-seu-caminho-no-jiu-jitsu-ate-liderar-a-sjjsaf</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2021 20:50:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente da SJJSAF, nosso GMI Cleiber Maia percorreu um longo caminho no Jiu-Jitsu até chegar na posição que hoje ocupa. Iniciado na Maxi Forma, sob a tutela de Rilion Gracie, Cleiber encarou desafios e aprendeu com grandes nomes da época no esporte. Em papo com GRACIEMAG, a fera discorreu sobre sua trajetória na arte suave,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217937" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217937" class="size-full wp-image-217937" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg" alt="" width="1080" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-768x511.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-1024x681.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><p id="caption-attachment-217937" class="wp-caption-text">GMI Cleiber Maia conta sobre sua trajetória no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Presidente da SJJSAF, nosso GMI Cleiber Maia percorreu um longo caminho no Jiu-Jitsu até chegar na posição que hoje ocupa. Iniciado na Maxi Forma, sob a tutela de Rilion Gracie, Cleiber encarou desafios e aprendeu com grandes nomes da época no esporte.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, a fera discorreu sobre sua trajetória na arte suave, as lesões acumuladas no caminho e como todas as experiências contribuíram para o sucesso da federação presidida por ele. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como surgiu seu interesse no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>CLEIBER MAIA: Aos 14 anos de idade, eu tinha vontade de fazer alguma luta, então passei a visitar academias para ver se alguma despertava meu interesse. Gostei muito da academia do Rilion Gracie. Comecei a treinar lá em 1984.</p>
<p><strong>Ainda nas coloridas, tinha vontade de competir?</strong></p>
<p>Com 16 anos, já desse tamanho, conquistei a faixa-azul e comecei a pedir para competir. Embora a linha de treinos da academia não focasse em competições, eu competia mesmo assim, me inscrevia sem ninguém ficar sabendo. Chegava depois animado com a medalha na mão&#8230; (risos). Nos campeonatos maiores, nós lutávamos como Clube Gracie, que consistia da Gracie Humaitá, Gracie Barra e Rilion Gracie. Eu nunca fazia seletiva, era sempre posto para lutar no pesadíssimo e absoluto. No meu primeiro campeonato grande, ganhei a primeira luta, mas perdi a semifinal nos pontos para o Jucão, que por sua vez foi derrotado pelo Sérgio Bolão na final do evento.</p>
<p><strong>Algum confronto marcante nas coloridas?</strong></p>
<p>Na época da azul e da roxa, geralmente chegava às finais contra Amaury Bitetti e Ricardo Libório, lutei uma vez com Wallid Ismail e duas vezes contra o Luis Roberto Duarte, o Bebeo. Fiz um lutão na faixa-azul com Leonardo Castello Branco, mais um adversário que se tornou um amigo que admiro e respeito.</p>
<div id="attachment_232357" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232357" class="size-full wp-image-232357" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg" alt="" width="720" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-300x242.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-150x121.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232357" class="wp-caption-text">Cleiber na Maxi Forma, academia em que Rilion Gracie dava aulas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Apesar de ser um praticante do Jiu-Jitsu, você não se limitava a uma só arte marcial. Como foi a sua passagem pelo judô?</strong></p>
<p>Desde 1988 lutava no universitário de judô pela PUC, no meio-pesado. O Roberto Traven lutava uma categoria abaixo e o Fabio Gurgel em outra ainda mais leve, mas ambos disputavam pela Gama Filho. Finalizávamos em todas as lutas. Quando ganhei a roxa no judô, ficou mais difícil porque comecei a enfrentar só faixas-pretas. Comecei a perder lutas, até empatei em um campeonato de equipe contra a Castello Branco. A equipe da PUC era composta por mim, Beto Leitão e alguns outros atletas bons, mas a equipe da Castello era todo o grupo do Flamengo daquela época. Ainda consegui empatar com o faixa-preta deles, mas o Beto acabou lutando contra o Frederico &#8220;Flexa&#8221;, que era bem mais pesado que ele, e só ia nas pernas, o que fez ele ser desclassificado porque fugiu da luta em pé. A gente acabou perdendo essa competição, mas foi uma época muito boa. Depois disso, o Beto começou a dar aula de luta livre na PUC e como eu sempre treinava sem kimono, ele me pediu ajuda nas aulas dele e comecei a chamar todo mundo para treinar sem kimono lá na PUC.</p>
<p><strong>Chegou a competir na luta livre?</strong><br />
Em 1989, fui campeão carioca absoluto na luta esportiva, no Clube Santa Luzia. Na época não tinha faixa, então eu realmente estava bem. O pessoal do Hugo Duarte e do Denilson Maia, que eram da luta livre, não entravam nesses campeonatos, por motivos que desconheço. Quem participava era o grupo do Jeferson (JOP), do Beto e da Budokan. Inclusive, nós tínhamos um bom relacionamento com o pessoal da Budokan e treinávamos lá aos sábados sem kimono. Nessa época eu treinava no [Romero] Jacaré também, então treinava Jiu-Jitsu e luta livre. Lembrando que em 1989, já tinha um clima ruim entre o Jiu-Jitsu e a luta livre, mas eu não ligava para isso.</p>
<p><strong>Como foi feita a sua transição da luta livre para a luta olímpica?</strong></p>
<p>Ainda em 1989, o Beto me chamou para treinar luta olímpica, ainda no Clube Santa Luzia. Eventualmente, o tatame de lá foi levado para uma academia de polícia de Niterói e nós passamos a treinar na academia do Carlson Gracie, que tinha um tatame de luta olímpica no andar de baixo. Treinávamos com o Carlson Gracie Junior, Marcelo Portinari e Laerte Barcelos. O Laerte, inclusive, já era faixa-preta, mas eu não sabia porque ele sempre foi discreto.</p>
<p><strong>Com essa equipe pesada de treinos, por que nunca vimos Cleiber Maia em uma competição olímpica?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que comecei a treinar, contratei um preparador físico para tentar ir para os Jogos Olímpicos. Fui campeão brasileiro júnior de luta olímpica e vice-campeão sênior em Goiânia. Perdi o sênior, que hoje em dia seria categoria adulta, para um faixa-preta de São Paulo bem mais experiente. O problema é que esse cara não tinha intenção de fazer parte da equipe olímpica, então foi feita uma seletiva para ver quem faria parte desse time que iria disputar ao redor do mundo para se qualificar para os Jogos Olímpicos. Poucos dias antes dessa seletiva, tive uma contratura na cervical e pedi uma semana a mais para poder me recuperar, mas o presidente da federação negou o pedido e acabei ficando de fora. Depois disso, resolvi voltar meu foco para o Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_232359" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232359" class="size-full wp-image-232359" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg" alt="" width="720" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-300x211.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232359" class="wp-caption-text">Cleiber junto ao professor e amigo Aloísio Silva. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Eventualmente você passou a treinar e ensinar junto ao Aloísio Silva. O que motivou esta mudança?</strong></p>
<p>Conheci o Aloísio Silva quando ingressei na academia do Rilion, aos 14 anos. Ele era faixa-azul, tinha 30 anos e trabalhava como executivo. Ele tinha uma casa de veraneio em Petrópolis, perto de onde minha família tinha um sítio, então eu ia de mobilete para treinar na casa dele, que tinha um tatame. Como eu era meio gordinho, ele me indicou um nutricionista para emagrecer e ficar bem. Em competição, ele ia mais vezes do que o Rilion para me assistir lutando, então criou uma relação meio paterna. Mesmo depois de ingressar na academia do [Romero] Jacaré, essa amizade continuou e um ano depois ele resolveu deixar de ser executivo para virar professor de Jiu-Jitsu. Ele conseguiu entrar na academia Mazza, em Laranjeiras, e me chamou para dar aula com ele, sendo que eu ainda estava na faixa-marrom.</p>
<p><strong>Como foi essa transição?</strong></p>
<p>Conversei com o Romero Jacaré, meu professor na época, que sabia da minha amizade com o Aloísio. Expliquei que ele passaria a lecionar, que precisaria da minha ajuda, principalmente com as crianças por causa da minha experiência como monitor do Leão Teixeira na Barra Gracie em 1988 e o Jacaré compreendeu. Na Mazza, nós dividíamos o espaço com as equipes do Hugo Duarte e do Denilson Maia, mas foi um sucesso. Conseguimos muitos alunos, inclusive um casca-grossa da luta livre que treinava Jiu-Jitsu escondido para não ter problemas no esporte dele. Um dia, chegou o Denilson Maia de kimono e sentou na beira do tatame para assistir a aula infantil. Conversamos no fim da aula, ele me contou que era faixa-preta, então chamei para treinar comigo. Quando fiz o convite, a academia toda parou. Os gerentes da academia, as pessoas que estavam na musculação e na ginástica pararam tudo para assistir ao treino, como se fosse um desafio.</p>
<p><strong>E qual foi o desfecho do treino que interrompeu as operações na academia Mazza?</strong></p>
<p>Treino não se comenta, mas depois daquele dia, ele nunca mais voltou (risos). Não vou dizer o que aconteceu, mas ele nunca mais voltou para me desafiar. Eu estava muito bem naquela época, com ou sem kimono. Só direi que depois desse encontro, acabaram os burburinhos e as conversas fiadas entre os dois grupos na Mazza, resolvemos o problema no tatame.</p>
<div id="attachment_232363" style="width: 612px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232363" class="size-full wp-image-232363" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg" alt="" width="602" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg 602w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-300x253.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-150x126.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 602px) 100vw, 602px" /><p id="caption-attachment-232363" class="wp-caption-text">Cleiber na pesagem para participar da Copa Nastra, em 1990. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Apesar da sua carreira no Jiu-Jitsu, você se viu afastado dos tatames por conta de uma lesão. Como se deu esse problema?</strong></p>
<p>Teve um campeonato em 1990, a Copa Nastra, que o pessoal da luta livre chegou para desafiar o pessoal de Jiu-Jitsu. Lutei no absoluto e na categoria, mas lutei primeiro no absoluto. Ganhei do Bebeo na semifinal e ia lutar com o Fernando Gurgel, que tinha vencido o Wallid, na final. No fim da luta com o Bebeo, não conseguia ficar em pé e descobri que tinha rompido o menisco. Estava com o corpo quente, então não sentia nada. Não pude lutar a final, fiquei seis meses sem poder treinar e, como fiz faculdade de administração de empresa, acabei me voltando para os empreendimentos da família. Nesse meio tempo, o Aloísio saiu de Laranjeiras, alugou um espaço em Copacabana e montou a Dojo. Eu até visitava a academia, afinal os alunos me admiravam, mas não acompanhei ele na época. Mesmo assim, até hoje o tenho como mestre.</p>
<div id="attachment_232355" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232355" class="size-full wp-image-232355" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg" alt="" width="720" height="476" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232355" class="wp-caption-text">Cleiber e sua turma na Dojo em 1999. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Em 1999, você conquistou a faixa-preta no Jiu-Jitsu. Como foi o processo de ser graduado oficialmente a professor?</strong></p>
<p>Não tinha intenção de dar aulas porque trabalhava como empresário, então fazia pouca diferença para mim. O Aloísio me falou que haveria um curso de formação de faixas-pretas e que ele queria me graduar logo, afinal já faziam quase nove anos que estava com a marrom. Fiz o curso, ele me deu a preta naquele mesmo ano, mas nessa época eu só frequentava academia de judô, puxando aula de chão. Recebia muita visita do pessoal do Jiu-Jitsu, então eles me viam há muitos anos com a preta porque era a graduação que eu tinha no judô.</p>
<p><strong>Já com a preta, como ficou a sua relação com o Jiu-Jitsu? Voltou a competir?</strong></p>
<p>O Aloísio foi para os Estados Unidos com a família e fiquei aqui no Brasil. Como não tinha mais a academia dele para visitar, resolvi entrar na academia do Royler, já que era perto da minha casa e era clube Gracie. Em 2004, teve um campeonato internacional da IBJJF que o Royler queria que eu participasse. Estava muito fora de forma, sobrepeso na verdade, mas treinava muito bem na academia. Pela minha experiência, jogava muito bem em pé e no chão, mesmo com problemas de peso, joelho e coluna. O Royler insistia dizendo que eu seria campeão mas eu achava que ia morrer no tatame, porque na época tinha morrido um jogador de futebol do São Caetano em campo e eu estava com a pressão alta e fora de forma. Para me convencer, o Royler disse que seria apenas uma luta e concordei. Quando cheguei no evento, tinha uma galera para encarar.</p>
<p><strong>Como foi o seu desempenho na competição?</strong></p>
<p>Ganhei a primeira luta e encarei um casca-grossa de Manaus na semifinal. O cara tentou me quedar com um tomoe nage mas acabou me dando um pisão na barriga, quase botei as tripas para fora (risos). Ele acabou ganhando e fiquei em terceiro lugar.</p>
<div id="attachment_232361" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232361" class="size-full wp-image-232361" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg" alt="" width="720" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-300x213.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232361" class="wp-caption-text">Cleiber alguns meses antes de fazer a cirurgia bariátrica. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Você encarou um quadro sério de obesidade durante sua trajetória. Como lidou com esse problema? </strong></p>
<p>Meu problema com peso chegou ao seu ápice em 2007, quando bati 145kg. Por conta do meu distúrbio alimentar, resolvi fazer uma cirurgia bariátrica e perdi 50Kg em seis meses. Depois de me recuperar, consegui ganhar massa muscular e voltei a ensinar Jiu-Jitsu no ano seguinte, pois meu objetivo era deixar um legado como educador e também no âmbito administrativo do esporte.</p>
<p><strong>Qual é a chave para ser um bom professor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Quando comecei, ainda tinha saúde para treinar, então treinava muito e ainda dava aula, já que sempre gostei de desenvolvimento didático. Sempre convidava muita gente para treinar comigo e às vezes até visitava outras academias. Aprimorei muito a minha técnica dando aulas e passei a ter mais segurança no meu jogo nos campeonatos. Apesar de também ensinar o básico, sempre compartilhei as estratégias em que eu era especialista, desde a primeira pegada até a finalização. É por isso que sempre fui reconhecido como um bom professor, porque ensinava o que fazia no tatame.</p>
<p>Obviamente, é necessário entender e ensinar bem o básico, mas é preciso perceber a potencialidade de cada aluno para conduzi-lo nos 3 objetivos pedagógicos, o de participação (social), de rendimento (melhora da performance) e no terapêutico (melhora da qualidade de vida).</p>
<div id="attachment_232366" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232366" class="size-full wp-image-232366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg" alt="" width="720" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232366" class="wp-caption-text">Cleiber junto a sua filha e uma de suas turmas infantis. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como evitar que seu aluno se mantenha na zona de conforto e fique com o jogo batido no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>De tempos em tempos, quando percebia que o atleta ficava muito confortável na estratégia dele, eu desconstruía junto com ele. Inspirava ele a abrir mão do que ele era especialista para tentar algo novo e modificar o jogo, abrir a mente e ampliar a perspectiva competitiva. Esse mecanismo de construção e desconstrução é engrandecedor dentro e fora dos tatames. Sem ele perceber, ele passa a ter mais segurança e a ver as crises como um sinal de que ele precisa mudar o jogo. Como ele já mudou várias vezes durante o treino, não vai ser muito difícil porque ele está preparado para lidar com situações que geram a necessidade de investir em novas abordagens. É desconfortável, alguns alunos reclamam e reagem porque a mudança incomoda mas, como mestres, nossa função é fazer com que eles se acostumem com mudanças.</p>
<p><strong>Qual é o aspecto da vida de atleta que te influenciou na vida profissional?</strong></p>
<p>Nunca fui um atleta disciplinado, sempre fui um lutador, um cara que gostava de lutar. Por causa disso, carrego tantas lesões hoje em dia e tenho essa luta contra o meu peso. Isso é algo importante para ser observado em mim e em qualquer atleta, essa disciplina. Isso depois você transmite para outras partes da sua vida. Sou um profissional disciplinado, mas se fosse um atleta mais disciplinado, talvez hoje seria um profissional ainda melhor.</p>
<div id="attachment_232368" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232368" class="size-full wp-image-232368" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg" alt="" width="720" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232368" class="wp-caption-text">Turma adulta de Cleiber Maia. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a SJJIF?</strong></p>
<p>Soube que o João Silva, filho do Aloísio, tinha fundado uma federação nos Estados Unidos em 2005. Em 2013, ele me convidou para fundar a Federação Internacional juntamente com as federações da América do Norte, Ásia, Europa e a da América do Sul, a qual eu seria o presidente. Eu havia me preparado para esse trabalho a vida toda, mas queria ver como funcionaria, porque já existiam outras por aqui, então precisaria ter um diferencial. Quando ele me questionou sobre esse diferencial, eu disse que é preciso investir no Jiu-Jitsu para pessoas com deficiência e no atendimento a projetos sociais, que é uma realidade no Brasil.</p>
<p><strong>E quais foram as suas impressões?</strong></p>
<p>Fui aos Estados Unidos para entender o sistema utilizado e como eram aplicadas as regras. Fiquei encantado com a seriedade, organização e profissionalismo do João. Queria trazer esse modelo para cá e chamei o Raphael Abi-Rihan para fazer a gestão dos nossos campeonatos, tendo em vista que ele possuía experiência nessa área. Fizemos nosso primeiro campeonato no CEFAN e foi um sucesso. Investimos forte na comunicação visual, o ginásio tinha ar condicionado, tatame olímpico, foi muito bom. O próprio João veio dos Estados Unidos para fazer a verificação técnica e nos ajudar a utilizar o sistema americano. Assim começou a SJJSAF e hoje são 50 federações em todos os seis continentes. Nós sempre fomos uma boa referência em inclusão no Jiu-Jitsu e no tratamento de forma igualitária de todos os atletas, independente de diferenças sociais, financeiras ou até mesmo de idade. Nós sempre tivemos foco na nossa política de atendimento.</p>
<p><strong>Você mencionou que se sentia muito preparado para um cargo administrativo no Jiu-Jitsu. Qual foi a base dessa confiança?</strong></p>
<p>Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer.</p>
<div id="attachment_232370" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232370" class="size-full wp-image-232370" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232370" class="wp-caption-text">à frente da SJJSAF, Cleiber incentiva a inclusão no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/cleiber-maia-e-seu-caminho-no-jiu-jitsu-ate-liderar-a-sjjsaf/">Cleiber Maia e seu caminho no Jiu-Jitsu até liderar a SJJSAF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Amplie sua perspectiva sobre a prática do Jiu-Jitsu com Cleiber Maia</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 18:28:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de elucidar os benefícios do esporte e explorar as possibilidades de inclusão que a luta proporciona, o professor Cleiber Maia, nosso GMI e presidente da SJJSAF, estará ao vivo nesta terça-feira, dia 9, as 21h, no canal 25sport. Confira uma palinha do que será abordado nas linhas abaixo: “A prática do Jiu-Jitsu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_221032" style="width: 968px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221032" class="size-full wp-image-221032" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24.jpeg" alt="" width="958" height="723" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24.jpeg 958w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24-300x226.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24-768x580.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 958px) 100vw, 958px" /></a><p id="caption-attachment-221032" class="wp-caption-text">Cleiber Maia, presidente da SJJSAF, falando em um de seus workshops. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Com o objetivo de elucidar os benefícios do esporte e explorar as possibilidades de inclusão que a luta proporciona, o professor Cleiber Maia, nosso GMI e presidente da SJJSAF, estará ao vivo nesta terça-feira, dia 9, as 21h, no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCoXrRBzVmfqaUzWDKYxCY8w" target="_blank" rel="noopener">canal 25sport</a>. Confira uma palinha do que será abordado nas linhas abaixo:</p>
<p>“A prática do Jiu-Jitsu é um reflexo de como você vive a sua vida&#8221;, explica Cleiber. &#8220;E como você vive sua vida é um reflexo de como você pratica Jiu-Jitsu. Então se você me questionar quais os benefícios do Jiu-Jitsu eu te pergunto: ‘Quais os benefícios de viver?’ Os benefícios são ilimitados em função dos seus objetivos. Se a sua missão é se preparar para educar, então quais são seus objetivos pedagógicos na prática do Jiu-Jitsu? Essa é a questão fundamental e a resposta é: Três objetivos pedagógicos.</p>
<p>&#8220;O primeiro é o objetivo de participação numa comunidade esportiva em todas suas perspectivas socioculturais, inclusive no que diz respeito às oportunidades acadêmicas, profissionais e de relacionamento em função de uma rede mundial de pessoas que se admiram e se respeitam. O segundo é o objetivo terapêutico, que diz respeito a adquirir hábitos saudáveis, sabedoria no controle das emoções e a acreditar que está preparado para lidar, a qualquer momento, com os desafios da vida.</p>
<p>&#8220;O terceiro objetivo pedagógico é o de rendimento, focado num processo de melhoria da performance na execução da técnica, ao ponto do atleta ser reconhecido como um artista pela sua expertise. Nesse âmbito, existem parâmetros para identificar o status da evolução do indivíduo. A competição esportiva é apenas um desses parâmetros e muitas vezes é perigosamente super estimulado, inclusive de forma precoce em crianças. Um verdadeiro mestre também sabe estimular a melhoria da performance individual usando ferramentas lúdicas e promovendo o espírito cooperativo de equipe. Para vivenciar o Jiu-Jitsu amplamente é preciso investir nos três objetivos pedagógicos concomitantemente, como se fossem três pilares de sustentação de uma vida íntegra e equilibrada. ”</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCoXrRBzVmfqaUzWDKYxCY8w"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-230772" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/cleiber.jpg" alt="" width="442" height="796" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/cleiber.jpg 442w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/cleiber-167x300.jpg 167w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/cleiber-83x150.jpg 83w" sizes="auto, (max-width: 442px) 100vw, 442px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/amplie-sua-perspectiva-sobre-a-pratica-do-jiu-jitsu-com-cleiber-maia/">Amplie sua perspectiva sobre a prática do Jiu-Jitsu com Cleiber Maia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A importância do Jiu-Jitsu com direito de legítima defesa, por Cleiber Maia</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 11:28:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Cleiber Maia* Se você perguntar numa escola quem quer treinar defesa pessoal, nem 20% das crianças vão levantar a mão. Se perguntar quem quer treinar Jiu-Jitsu, nem 10%. Associam luta à violência e Jiu-Jitsu à luta agarrada. Vivemos numa sociedade pseudopacifista que na ânsia de superproteger seus filhos não estimula o desenvolvimento do instinto&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_221032" style="width: 968px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221032" class="size-full wp-image-221032" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24.jpeg" alt="" width="958" height="723" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24.jpeg 958w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24-300x226.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24-768x580.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-08.05.24-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 958px) 100vw, 958px" /></a><p id="caption-attachment-221032" class="wp-caption-text">Cleiber Maia, presidente da SJJSAF, falando em um de seus workshops. Foto: Divulgação</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Cleiber Maia*</em></p>
<p>Se você perguntar numa escola quem quer treinar defesa pessoal, nem 20% das crianças vão levantar a mão. Se perguntar quem quer treinar Jiu-Jitsu, nem 10%. Associam luta à violência e Jiu-Jitsu à luta agarrada.</p>
<p>Vivemos numa sociedade pseudopacifista que na ânsia de superproteger seus filhos não estimula o desenvolvimento do instinto de autopreservação.</p>
<p>As crianças não são encorajadas a expressar sua agressividade pois é politicamente incorreto e portanto não se sentem capazes de dar limite a relações abusivas. Essa falta de prática na autorregulação da agressividade torna o indivíduo em alguém potencialmente violento.</p>
<p>Contudo, se você perguntar quem numa escola precisa aprender a exercer o direito à legítima defesa, a resposta é 100% das pessoas, incluindo professores e outros funcionários. A defesa pessoal, na prática é a ferramenta menos usada para exercer o direito à legítima defesa, mas seu treinamento é fundamental para gerar autoconfiança e exercitar o uso da força proporcional. Em 99% dos casos, alguém treinado consegue ser diplomático ou é capaz de demonstrar com apenas um olhar que não aceita covardia e sequer cogita se tornar uma vítima indefesa.</p>
<p>Em educação, nem sempre você pergunta o que o aluno quer aprender, oferece a disciplina necessária da maneira mais lúdica possível para que a criança sinta prazer em executar o movimento educativo.</p>
<p>Aos poucos o aluno vai se sentir desafiado a aperfeiçoar sua performance até que isso seja reconhecido como uma expressão artística.</p>
<p>No caso, mais que uma expressão artística, o Jiu-Jitsu se trata de um fenômeno cultural já que o Brasil se tornou referência mundial na prática esportiva.</p>
<p>Esse é o intuito, apresentar o Jiu-Jitsu não apenas como um esporte, mas como um instrumento de cultura brasileira vanguardista e como uma ferramenta de pacificação social, fazendo com que as crianças percebam que há alternativas práticas para exercer o direito à legítima defesa quando houver uma relação abusiva.</p>
<p>E quando nos referimos a esse direito, devemos enfatizar que há necessidade de defender o outro também, aquele por quem nos importamos e que precisa de ajuda. Isso é estimular a prática da compaixão, agir efetivamente aliviando a dor que o outro sente. Isso é formar indivíduos com responsabilidade social.</p>
<p><em>*Professor Cleiber Maia é faixa-preta de Jiu-Jitsu e presidente da SJJSAF.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-importancia-do-jiu-jitsu-associado-ao-direito-de-legitima-defesa-por-cleiber-maia/">A importância do Jiu-Jitsu com direito de legítima defesa, por Cleiber Maia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pesquisa da SJJSAF aponta que mais de 90% dos atletas gostariam de competir ainda em 2020</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 13:26:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de pandemia e do tão falado &#8220;novo normal&#8221; a SJJSAF (Sport Jiu Jitsu South American Federation) fez uma pesquisa no mês de junho para identificar tendências e comportamentos dos atletas de Jiu-Jitsu. E o resultado mostra que a saudade das competições está grande, pois 90,4% dos entrevistados disseram que têm vontade de competir&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_226311" style="width: 1290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.16.12.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226311" class="size-full wp-image-226311" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.16.12.jpeg" alt="" width="1280" height="989" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.16.12.jpeg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.16.12-300x232.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.16.12-1024x791.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.16.12-768x593.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.16.12-150x116.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-226311" class="wp-caption-text">Competidores e responsáveis acham que o calendário 2020 deve ser retomado. Foto: Flashsport</p></div>
<p>Em tempos de pandemia e do tão falado &#8220;novo normal&#8221; a SJJSAF (Sport Jiu Jitsu South American Federation) fez uma pesquisa no mês de junho para identificar tendências e comportamentos dos atletas de Jiu-Jitsu. E o resultado mostra que a saudade das competições está grande, pois 90,4% dos entrevistados disseram que têm vontade de competir ainda em 2020, caso seja possível.</p>
<p>A pesquisa também perguntou: &#8220;Mesmo que fosse autorizado pelas autoridades, você competiria num evento aberto ao público antes de tomar a vacina contra a Covid-19?&#8221;, e novamente a grande maioria respondeu que sim: 69,4%.</p>
<p>Entre os 408 entrevistados, 59,1% disseram ter participado de aulas online de Jiu-Jitsu durante a pandemia. Um outra pergunta pode mensurar a percepção dos atletas sobre as academias e professore. Para 82,6%, houve impacto negativo.</p>
<p>&#8220;Nós vivemos em tempos de incerteza sobre como essa pandemia vai impactar na prática esportiva amadora das lutas de contato&#8221;, disse o presidente da SJJSAF, Cleiber Maia. &#8220;Por isso essas informações são valiosas para quem trabalha e investe no desenvolvimento do nosso esporte como um instrumento de educação, saúde e integração social.&#8221;</p>
<p>Por fim, a pesquisa da SJJSAF quis saber quanto tempo os atletas consideram que seria necessário treinar para voltar a competir e as respostas foram divididas, praticamente em três grupos: 33,1% disseram que estariam aptos em apenas um mês; 30,6% falaram que necessitariam de 2 meses; e 24,3% consideraram 3 meses de treino.</p>
<p>O gestor de eventos da SJJSAF, Raphael Abi-Rihan, chamou a atenção para a última resposta, onde a maioria considerou  1 ou 2 meses para voltar a competir.</p>
<p>&#8220;É preciso que os professores orientem sem alunos com relação a isso&#8221;, explicou Raphael. &#8220;Treinar um mês e competir logo em seguida, após mais de 100 dias parado, é perigoso e aumentaria consideravelmente o número de lesões. Eu diria que o tempo mínimo recomendado para um retorno às competições seriam oito semanas (2 meses).&#8221;</p>
<p>Confira abaixo os gráficos completos da pesquisa. (Clique para ampliar)</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-226315 size-medium" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26.jpeg 984w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-226319 size-medium" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27.jpeg 984w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-226321 size-medium" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-1-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-1-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-1-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.27-1.jpeg 984w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.13.49.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-226313" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.13.49-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.13.49-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.13.49-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.13.49-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-20.13.49.jpeg 984w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-226317 size-medium" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-1-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-1-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-1-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-01-at-17.24.26-1.jpeg 984w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pesquisa-da-sjjsaf-aponta-que-mais-de-90-dos-atletas-gostariam-de-competir-ainda-em-2020/">Pesquisa da SJJSAF aponta que mais de 90% dos atletas gostariam de competir ainda em 2020</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista exclusiva: Cleiber Maia e o próximo passo no incentivo a projetos do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 19:37:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso professor do quadro GMI e presidente da Sport Jiu-Jitsu South American Federation (SJJSAF), Cleiber Maia esteve sempre envolvido com a expansão de projetos sociais relacionados ao esporte. Em sua mais recente empreitada, Cleiber conseguiu, junto ao poder governamental, incluir projetos do Jiu-Jitsu para a captação de recursos com isenção fiscal para empresas. Em resumo,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_206008" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-13-at-14.39.13-e1513236100511.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-206008" class="size-large wp-image-206008" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-13-at-14.39.13-979x1024.jpeg" alt="" width="650" height="680" /></a><p id="caption-attachment-206008" class="wp-caption-text">Prof. Cleiber Maia (ao centro, kimono branco) com a equipe de Jiu-Jitsu de surdos no INES. Foto: Flashsport</p></div>
<p>Nosso professor do quadro GMI e presidente da Sport Jiu-Jitsu South American Federation (SJJSAF), Cleiber Maia esteve sempre envolvido com a expansão de projetos sociais relacionados ao esporte. Em sua mais recente empreitada, Cleiber conseguiu, junto ao poder governamental, incluir projetos do Jiu-Jitsu para a captação de recursos com isenção fiscal para empresas. Em resumo, a empresa patrocina um projeto sócio-educativo relacionado à arte suave e tem abatimento do ICMS.</p>
<p>Para explicar melhor a situação e a missão geral, aliada à conquista desta liberação, conversamos com o profe´ssor Cleiber Maia, e este explicou o quão importante será o apoio dessas empresas para o futuro do nosso Jiu-Jitsu. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual é o atual cenário dos projetos voltados ao esporte?</strong></p>
<p><strong>CLEIBER MAIA:</strong> Devido à crise financeira e às dívidas deixadas por gestões passadas, os governos não podem abrir mão de fontes de receitas a não ser que haja uma nobre justificativa. Então a Secretaria Estadual de Esportes Lazer e Juventude (SEELJE RJ) tem priorizado aprovar projetos com incentivo fiscal em que haja clara responsabilidade social por parte dos proponentes. Nós estamos na luta de inclusão social através do esporte há anos e hoje temos uma gestora de projetos, a Luciana Neder, com expertise em prestação de contas para que tudo seja feito com a maior transparência possível e dentro dos parâmetros exigidos pela lei.</p>
<p><strong>O que podemos ressaltar dos projetos da SAF para incentivar possíveis investidores?</strong><br />
Todos nossos projetos sociais estão alinhados com a missão da SJJSAF. Nossa missão é desenvolver o Jiu-Jitsu como instrumento de educação, cultura brasileira, saúde e integração social. Em absolutamente tudo que fazemos existe o compromisso com a nossa missão. Isso chama-se integridade. A integridade é sustentada no ensino do Jiu-Jitsu considerando os três objetivos pedagógicos pregados pelo grande mestre Fernando Pinduka. Antes de fundar a Federação fui conversar com ele para nortear nosso trabalho no que realmente é fundamental para o desenvolvimento do nosso esporte.</p>
<p><strong>Em quais aspectos o Jiu-Jitsu pode ser bom para a imagem de uma empresa que alia sua imagem a ele?</strong><br />
O Jiu-Jitsu Brasileiro está no mundo todo como um estilo de vida e as competições tiveram um importante papel na promoção do esporte, mas em sua essência o Jiu-Jitsu foi criado para promover o desenvolvimento humano.<br />
Por isso o desafio é desenvolver o esporte com equilíbrio nesses 3 pilares pedagógicos. O objetivo de participação, o de alto rendimento e o objetivo terapêutico. Priorizar os objetivos de somente uma parcela do nosso público é deixar de explorar todas possibilidades que o Jiu-Jitsu nos oferece.Nossa Federação também está alinhada com a missão da nossa Federação Internacional, a SJJIF, que é promover os ideais do Olimpismo em nosso esporte e se possível incluir o Jiu-Jitsu Brasileiro no programa Olímpico. Isso seria muito importante para que o poder público em qualquer lugar do mundo reconhecesse os benefícios que nosso esporte pode proporcionar à sociedade.<br />
Os governos precisam de argumentos para justificar o apoio ao Jiu-Jitsu em suas políticas públicas.</p>
<p><strong>E qual a projeção esperada para a evolução do esporte em caso de sucesso nesta empreitada?</strong><br />
Semana passada estive conversando com a Kyra Gracie e ela me confidenciou que teve acesso a uma enquete onde foi verificado que o Jiu-Jitsu é a luta com maior número de praticantes no Brasil. Nossa comunidade esportiva é reconhecida por ser um estandarte da cultura brasileira e representa um estilo de vida saudável e auto confiante, influenciando fortemente a moda e as mídias sociais. Para as empresas e para o governo, apoiar os projetos sociais da SJJSAF não é só mais uma ação para aumentar a visibilidade de uma marca, mas representa ter responsabilidade social e compromisso com uma nobre causa, a inclusão social de pessoas que antes viviam à margem da sociedade.Não conheço uma pessoa que não tenha se emocionado ao presenciar nossas atividades de inclusão e integração em nossos eventos de competição e capacitação de profissionais para o ensino do Jiu-Jitsu. A nossa esperança é que essa metodologia de gestão de projetos de Jiu-Jitsu seja referência no Brasil e no Mundo para que cada vez mais pessoas tenham autonomia para lutar pelos seus direitos e coragem para enfrentar seus desafios, dentro e fora dos tatames.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/f7b8822c-df06-47f2-96fb-bea40da2d446.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-218202" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/f7b8822c-df06-47f2-96fb-bea40da2d446-410x1024.jpg" alt="" width="410" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/f7b8822c-df06-47f2-96fb-bea40da2d446-410x1024.jpg 410w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/f7b8822c-df06-47f2-96fb-bea40da2d446-120x300.jpg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/f7b8822c-df06-47f2-96fb-bea40da2d446-60x150.jpg 60w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/f7b8822c-df06-47f2-96fb-bea40da2d446.jpg 512w" sizes="auto, (max-width: 410px) 100vw, 410px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-exclusiva-cleiber-maia-e-o-proximo-passo-no-incentivo-a-projetos-de-jiu-jitsu/">Entrevista exclusiva: Cleiber Maia e o próximo passo no incentivo a projetos do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cleiber Maia rumo a Angola levando experiência do JJ brasileiro na bagagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 18:35:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[African Open]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da SJJSAF, Cleiber Maia, viaja hoje (quinta-feira) para Luanda, capital de Angola, onde cumprirá uma série de agendas a convite do presidente da SJJAF (Sport Jiu-Jitsu African Federation), Jildson Simões. Amanhã Cleiber participará de um programa de rádio e dará um seminário para a equipe Dojo Jiu-Jitsu. No sábado, o presidente da SJJSAF&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-217291" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screen-Shot-2019-08-01-at-15.32.23.png" alt="" width="881" height="733" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screen-Shot-2019-08-01-at-15.32.23.png 881w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screen-Shot-2019-08-01-at-15.32.23-300x250.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screen-Shot-2019-08-01-at-15.32.23-768x639.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screen-Shot-2019-08-01-at-15.32.23-150x125.png 150w" sizes="auto, (max-width: 881px) 100vw, 881px" /></p>
<p>O presidente da SJJSAF, Cleiber Maia, viaja hoje (quinta-feira) para Luanda, capital de Angola, onde cumprirá uma série de agendas a convite do presidente da SJJAF (Sport Jiu-Jitsu African Federation), Jildson Simões. Amanhã Cleiber participará de um programa de rádio e dará um seminário para a equipe Dojo Jiu-Jitsu. No sábado, o presidente da SJJSAF será mediador de um workshop de pedagogia do Jiu-Jitsu.</p>
<p>&#8220;Será um intercâmbio muito importante para o desenvolvimento do Jiu-Jitsu em Angola essa visita do presidente Cleiber Maia. Nós acompanhamos o trabalho realizado pela SJJSAF no Brasil e queremos seguir esse modelo, inclusive promovendo o Jiu-Jitsu como ferramenta de inclusão para pessoas com deficiência. Além disso, será a oportunidade de os professores e atletas terem contato com uma referência do Jiu-Jitsu brasileiro&#8221;, diz Simões..</p>
<p>A Federação Africana tem 7 federações nacionais sob a sua coordenação e realizará pela terceira vez o African Open, desta vez nas paradisíacas Ilhas Maurício. A competição, marcada para ser realizada de 15 a 19 de agosto, já está até agora com quase 700 inscritos representantes de 15 países diferentes.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/cleiber-maia-rumo-a-angola-levando-experiencia-do-jj-brasileiro-na-bagagem/">Cleiber Maia rumo a Angola levando experiência do JJ brasileiro na bagagem</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cleiber Maia e Manimal em seminário beneficente no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 16:54:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Visando estudar estrategicamente algumas técnicas numa abordagem diferente do que costumamos ver nas academias de hoje em dia, nosso professor GMI Cleiber Maia convidou o professor Luiz Carlos Matheus “Manimal” para um seminário beneficente nesta sexta-feira, dia 26. Professor Cleiber explicou a proposta da aula: &#8220;Isso vai abrir a cabeça dos professores, seus alunos e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204996" style="width: 747px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204996" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg" alt="" width="737" height="472" class="size-full wp-image-204996" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg 737w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber-300x192.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px" /></a><p id="caption-attachment-204996" class="wp-caption-text">Nosso GMI Cleiber Maia. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Visando estudar estrategicamente algumas técnicas numa abordagem diferente do que costumamos ver nas academias de hoje em dia, nosso professor GMI Cleiber Maia convidou o professor Luiz Carlos Matheus “Manimal” para um seminário beneficente nesta sexta-feira, dia 26. Professor Cleiber explicou a proposta da aula:</p>
<p>&#8220;Isso vai abrir a cabeça dos professores, seus alunos e futuros praticantes de Jiu-Jitsu brasileiro para um universo pouco explorado hoje em dia, mas que era muito valorizado pelos fundadores do nosso esporte &#8211; o Jiu-Jitsu como instrumento de desenvolvimento pessoal.</p>
<p>&#8220;Em conflito, percebemos com clareza como desenvolvemos estrategicamente nossos mecanismos de defesa. Esse processo nos possibilita desconstruir objetivamente padrões comportamentais que limitam nossas perspectivas de desenvolvimento pessoal, tanto na prática esportiva de luta, como no cotidiano onde temos que lidar constantemente com conflitos de toda natureza&#8221;</p>
<p>A proposta da aula é usar os fundamentos do Jiu-Jitsu para promover movimentos estratégicos que revelem oportunidades de ação em conflito/combate. O detalhamento técnico ensinado na aplicação dos golpes servirá apenas para minimizar o uso de energia e dar um tom artístico à atividade. </p>
<p>Amplie sua perspectiva de ação, seja impactante, posicione-se estrategicamente, aja espontaneamente e comprometa-se com o cumprimento da missão.</p>
<p><i>Serviço:</i></p>
<p>SEMINÁRIO BENEFICENTE </p>
<p>MINISTRANTE: Cleiber Maia<br />
CONVIDADO ESPECIAL: Luiz Carlos Matheus “Manimal”</p>
<p>TEMA: O JIU-JITSU COM OBJETIVO TERAPÊUTICO</p>
<p>QUANDO? dia 26/07 às 16 horas, no projeto social 5 BCA Jiu-Jitsu. </p>
<p>ONDE? 5º Batalhão da Polícia Militar &#8211; Praça Coronel Assunção s/n &#8211; Centro RJ,<br />
Ponto de Referência: Próximo ao Aquario<br />
https://search.app.goo.gl/NVhEuQ</p>
<p>QUANTO? Os participantes podem ajudar voluntariamente com doações e alimento não perecível que será revertido ao PROJETO SOCIAL.</p>
<p>PÚBLICO ALVO: Professores de todas equipes, seus alunos e até não praticantes de Jiu-Jitsu que desejarem conhecer o conceito educativo.</p>
<p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />A gênese de todo conflito &#8211; Educativo e Técnica de Defesa Pessoal associada<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />O processo decisório para resolução de conflitos &#8211; Educativo e Técnica de Luta em pé associada<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Controle Emocional e Resiliência &#8211; Educativo e técnicas de Controle Lateral<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Desconstruindo padrões comportamentais limitadores</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/cleiber-maia-e-luiz-manimal-em-seminario-beneficente-no-rio/">Cleiber Maia e Manimal em seminário beneficente no Rio</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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