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	<title>técnica | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 May 2024 14:52:25 +0000</lastBuildDate>
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	<title>técnica | Graciemag</title>
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		<title>Rickson Gracie, o Jiu-Jitsu e a tese da casca de ovo</title>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2024 14:44:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_151747" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-151747" class="size-full wp-image-151747" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/01_RICKSON_ABRE_2504JF16a-1.jpg" alt="" width="1024" height="669" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/01_RICKSON_ABRE_2504JF16a-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/01_RICKSON_ABRE_2504JF16a-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/01_RICKSON_ABRE_2504JF16a-1-768x502.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/02/01_RICKSON_ABRE_2504JF16a-1-150x98.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-151747" class="wp-caption-text">Rickson Gracie venceu inúmeros gigantes, como Rei Zulu em 1980, no vale-tudo. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Corria o ano de 1995, e o campeão Rickson Gracie estava de passagem por São Paulo. O professor então foi entrevistado pelo amigo e jornalista brasileiro Otávio Mesquita, para o canal SBT, em frente a um hotel.</p>
<p>O bem-humorado apresentador do programa “Perfil” fez então a questão essencial sobre a arte marcial. Como, afinal, Rickson era capaz de utilizar a força dos adversários, por vezes “trogloditas gigantes”, a seu favor e sair com a vitória?</p>
<p>Rickson, no ápice dos seus 35 anos, esclareceu:</p>
<p>“A técnica do Jiu-Jitsu com base nas alavancas é um negócio poderoso. É o mesmo princípio do cozinheiro que pretende quebrar um ovo — se a casca estiver numa certa posição e o sujeito apertar o topo, ele não consegue esmagar de modo eficaz e o ovo não quebra. Mas basta ele mover o dedo e mudar levemente o ângulo para ouvir o ‘crec’ e conseguir um belo omelete.”</p>
<p><iframe title="Rickson Gracie - &quot;Perfil&quot; - SBT - 1995" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/IGebi84FAKk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Rickson prosseguiu no raciocínio:</p>
<p>“No Jiu-Jitsu, a técnica funciona da mesma maneira: quando você se posiciona de modo adequado, você passa a ter o poder da alavanca ao seu favor, e é capaz de manipular o peso, a força e a movimentação do seu oponente contra ele mesmo, tenha ele o tamanho que for. Afinal, contra adversários grandes daquele jeito, se eles não me ajudarem um pouquinho, não há como fazê-los mexer.”</p>
<p>Confira o conceito na prática, neste trecho de uma aula recente de Rickson, e confira mais aulas e vídeos sobre os fundamentos técnicos do faixa-coral no portal do ídolo, <a href="https://rickson.academy/" target="_blank" rel="noopener">RicksonGracie.com</a>.</p>
<p><iframe title="Rickson Gracie teaches how to keep your posture" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/MS0bDME_TaE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rickson-gracie-o-jiu-jitsu-e-a-tese-da-casca-de-ovo/">Rickson Gracie, o Jiu-Jitsu e a tese da casca de ovo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2023 14:17:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.] O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.]</em></strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que amarra o kimono.</p>
<p>Quanto mais escura for sua faixa, mais “privilégios” você terá na academia. Porém, esse status extrapola os limites do tatame. A moral, ou honra da faixa, acompanha o lutador na sua vida social, no seu trabalho etc. É uma marca indelével que o praticante de Jiu-Jitsu carrega consigo, mesmo que seja inconsciente.</p>
<p>E nessa longa e árdua escadaria, o último degrau é a faixa-preta – daí em diante o critério do merecimento desaparece e o critério da antiguidade é o único a valer.</p>
<p>Um professor de Jiu-Jitsu possui uma grande responsabilidade, já que ele, sozinho, avalia e avaliza o momento da graduação. Mas que critérios o mestre deve utilizar para averiguar quando o aluno deve passar de faixa?</p>
<div id="attachment_202133" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202133" class="size-full wp-image-202133" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg" alt="Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &quot;Café&quot; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)" width="1024" height="738" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-300x216.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-768x554.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-150x108.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-202133" class="wp-caption-text">Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &#8220;Café&#8221; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)</p></div>
<p>A regra temporal utilizada sozinha pode, ao que parece, gerar iniquidade, pois estabelecer um tempo mínimo ou máximo para a graduação deixa de lado as aptidões e o esforço de cada um. Como dizia Aristóteles, em seu livro “Ética a Nicômaco”: “O justo é, por conseguinte, uma espécie de termo proporcional” ao mérito individual. Para o filósofo grego, “é origem de disputas e queixas quando iguais têm e recebem partes desiguais, ou quando desiguais recebem partes iguais”. O importante para o aluno, portanto, é não faltar.</p>
<p>Há, em muitas academias, a ocorrência de alunos conhecidos como “eternos faixas-azuis”, aqueles que vão e voltam, perdendo boa parte da motivação no caminho. São praticantes que muitas vezes não percebem que estão apenas adiando seu progresso. Ficam longe um bom tempo, e quando retornam, têm enorme dificuldade – perdem no gás, no timing das posições e até na questão da confiança no próprio jogo. Nesse caso, o professor precisa que o aluno atente para o quesito assiduidade, que é muito valioso para quem quer passar de faixa.</p>
<p>Outro aspecto importante no assunto refere-se aos campeonatos de Jiu-Jitsu. De fato, o aluno competidor evolui mais rapidamente que o aluno que pratica apenas na academia. Isso ocorre pelos seguintes motivos: a preparação e busca por melhores resultados faz com que o atleta treine mais forte; a adrenalina da competição e o ato de se testar contra adversários de outras academias leva, naturalmente, à melhora técnica e à pujança. Se o caro leitor tiver a oportunidade, não deixe de experimentar a sensação de se testar num campeonato. Comece com um pequeno, na sua cidade.</p>
<div id="attachment_17707" style="width: 522px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17707" class="size-full wp-image-17707" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg" alt="" width="512" height="335" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg 512w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><p id="caption-attachment-17707" class="wp-caption-text">Alexandre Café em ação. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>A faixa-preta, no fim, vem por puro merecimento do praticante. Existe, claro, uma grande variação de avaliação entre as diversas escolas de Jiu-Jitsu ao redor do mundo, mas os professores têm critérios semelhantes como base para graduar um pupilo, como por exemplo: lealdade; assiduidade; conhecimentos técnicos específicos para a faixa; domínio da defesa pessoal; modo de se portar dentro da academia; higiene pessoal; honrar o nome da academia e do Jiu-Jitsu; ser um bom cidadão, etc. Esses critérios adotados pelo professor são de suma importância, afinal, aquele que recebe uma graduação, seja ela qual for, carrega de maneira indireta o nome de seu mestre.</p>
<p>Sendo assim, por se tratar de uma graduação máxima, a faixa-preta deve ser uma condecoração advinda não somente do preenchimento de requisitos objetivos, como tempo ou medalhas, mas também da conquista de alguns requisitos subjetivos, que variam de acordo com a academia. Um faixa-preta, acima de tudo, deve ser um exemplo a ser seguido, daí a grande responsabilidade daquele que promove uma graduação, seja ela qual for – afinal, mesmo o faixa-branca está, a cada grau alcançado, cada vez mais próximo de se tornar faixa-preta.</p>
<p>É preciso lembrar, porém, que alguns praticantes vêm protagonizando episódios lamentáveis para a nossa amada arte marcial, graduando a si próprios ou colocando graus na faixa-preta antes do tempo necessário. Tal atitude pode ser classificada como absurda, vergonhosa e imoral, que nos remete ao clássico “Crítica da razão prática”, de Kant, onde o filósofo nos lembra que “a lei moral, acessível a todos os seres racionais, possui uma dignidade em si e nos dá simplesmente um mandamento”. Quem não consegue aguardar a hora da faixa, portanto, não está roubando apenas tempo, está roubando sua dignidade.</p>
<p>Portanto, a mensagem ao aluno novato ou ao aluno mais antigo é idêntica: saiba valorizar sua caminhada. Não se aflija, não peça faixa e, a mais importante, jamais use uma faixa ou grau sem merecer de fato e de direito. Tudo tem seu tempo, evite ser aquele praticante angustiado, que já começa a treinar querendo saber quando vai &#8220;se formar&#8221;. Divirta-se aprendendo.</p>
<p>E fica o conselho: busque saber a procedência da faixa que seu professor ostenta na cintura e pesquise no site da IBJJF se ele é matriculado. Seu aprendizado está diretamente ligado a quem é seu mestre, qual é sua índole e, principalmente, qual é o caráter dele. Se ele caminhou corretamente e lutou pela faixa-preta dele do jeito que deve ser, há uma grande probabilidade de que seus alunos recebam as devidas graduações nos momentos apropriados. Agora, se ele é um fanfarrão, aí, meu amigo, você acabará visto como uma classe inferior de faixa-preta.</p>
<p>Comece no caminho certo. Pois, no dia glorioso em que você for enfim graduado e alguém perguntar, “Quem lhe deu a faixa-preta?”, você poderá estufar o peito e responder com orgulho.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Aprenda a finalizar no relógio de 2 maneiras, com Alexandre Café" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/jdJcQTvsk4k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em><strong>&gt;&gt;&gt;&gt; Com quantos anos de treino o aluno deve ganhar a faixa-preta? GRACIEMAG perguntou e mestres e professores opinaram:</strong></em></p>
<div id="attachment_147110" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147110" class="size-full wp-image-147110" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-147110" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Jr. Foto:Luca Atalla</p></div>
<p><em><strong>Mestre Carlos Gracie Jr:</strong></em><br />
“No fim isso sempre vai depender da assiduidade do aluno, mas a IBJJF tem um tempo mínimo para o praticante poder tornar-se faixa-preta. Se for um camarada que treina sempre, com consistência, sem faltar aulas, ele pode pegar a faixa-preta depois de cinco anos e meio, seis. Pelas regras da IBJJF, o tempo mínimo para ficar na faixa-azul é de dois anos, na roxa mais um ano e meio, e mais um ano na faixa-marrom. Com mais um ano e pouco de faixa-branca em média, esse tempo somado seria de cinco anos e meio, seis anos. Já se ele começar a treinar Jiu-Jitsu quando criança, ele só pode conquistar a faixa-preta depois dos 19 anos e meio de idade.”</p>
<p><em><strong>Mestre Carlos Rosado:</strong></em><br />
“Acredito que cada aluno tem seu tempo. Uns vão aprender mais rápido, outros podem demorar um pouco mais a pegar o jeito, mas todos vão chegar lá, se não desistirem. O maior trunfo do Jiu-Jitsu é que não requer talento, como o futebol. Basta treinar para evoluir. Costumo dizer que não é o aluno que pede a faixa, e sim a faixa que pede o aluno. E a faixa só requisita o aluno quando ele está dando conta plenamente da graduação. Já uma faixa dada prematuramente acaba se tornando um fardo: todo praticante de Jiu-Jitsu que ganha uma faixa da qual não dá conta está fadado a nunca mais aparecer na academia, e parar de treinar de vez.”</p>
<div id="attachment_211624" style="width: 1514px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211624" class="size-full wp-image-211624" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg" alt="" width="1504" height="1000" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg 1504w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1504px) 100vw, 1504px" /></a><p id="caption-attachment-211624" class="wp-caption-text">Fernando Tererê em foto de Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p><em><strong>Professor Fernando Tererê:</strong></em><br />
“No meu ponto de vista, a média geral para pegar a faixa-preta é de uns nove, dez anos de treino. Acho que com uns dez anos o praticante aprendeu bem e pode ser um bom faixa-preta. Porém, alguns competidores de ponta, aqueles que vencem campeonatos ano a ano, podem conquistar a faixa em seis, sete anos.”</p>
<p><em><strong>Mestre Júlio Cesar Pereira:</strong></em><br />
“O tempo de um praticante até a faixa-preta é uma trajetória individual, e tem a ver com os próprios objetivos pessoais de cada um. Tem praticante que sonha em ser campeão mundial e treina o triplo que os colegas, há outros que só buscam qualidade de vida e aparecem semanalmente, e até quem sonha em aprender tudo detalhadamente para um dia ser professor, ter sua academia. A meu ver, não dá para dizer ao aluno que daqui a cinco ou seis anos ele vai se tornar faixa-preta.”</p>
<p><em><strong>Professor Muzio De Angelis:</strong></em><br />
“Na minha academia no Rio, o tempo médio até a faixa-preta costuma ser de cerca de sete anos, se o aluno for assíduo, obviamente. Um ano na branca, dois na azul, dois anos na roxa e dois anos na marrom, em média. Acho que sete anos é um bom prazo mínimo. Inclusive gosto de numerologia e vejo o número 7 cercado de simbolismos. São sete os dias da semana, sete as notas musicais, sete as cores do arco-íris e Deus teria feito o mundo em sete dias com o descanso, segundo a Bíblia, além de diversas outras ocorrências. Se de acordo com os sábios o 7 é o número da perfeição, sete anos até a faixa-preta me parece um prazo adequado.”</p>
<div id="attachment_200740" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200740" class="size-full wp-image-200740" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-200740" class="wp-caption-text">Rilion Gracie: &#8220;É preciso paciência, quem burla o tempo está se enganando&#8221;. Foto: Ray Santana/GRACIEMAG.</p></div>
<p><em><strong>Mestre Rilion Gracie:</strong></em><br />
“Tudo na vida é questão de empenho, você não pode ganhar um diploma sem ir à faculdade. A faixa-preta depende das horas de treino e da intensidade que aquele aluno será capaz de dedicar ao dojô. Os chamados ‘ratos de academia’ certamente vão chegar à graduação mais rapidamente. Ou seja, não é uma questão de tempo desde o dia em que você se matricula, mas uma questão de tempo dedicado. Em dezembro passado, graduei meu filho Roggan como faixa-preta. Foi uma conquista puramente dele. Se dependesse só do rendimento nos treinos, eu já poderia ter dado a faixa há dois anos, mas acho que a faixa-preta não depende apenas da vontade do professor, há outros aspectos. No caso dele, os próprios colegas de treino e demais professores da academia começaram a cobrar a faixa pelo que ele demonstrava diariamente. Eu apenas a amarrei na cintura dele, juntamente com o Renzo, mas estava todo mundo aferindo o nível dele e pleiteando a graduação. A pior coisa é o aluno burlar o tempo, por falta de paciência, e pegar faixa antes da hora. Não adianta eu aparentar ser uma coisa que na verdade eu não sou – essas pessoas estão enganando a si mesmas.”</p>
<p>*** Este artigo foi publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #239. Assine já a revista para não perder os melhores artigos sobre sua <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">arte marcial favorita, aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-tempo-correto-de-um-aluno-ate-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-professores-debatem/">Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Há 10 anos, Buchecha e Rodolfo eletrizavam a Pirâmide</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 01:15:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aquele 2 de junho de 2013 começou morno para os superastros Marcus Buchecha e Rodolfo Vieira. Era o Mundial da IBJJF, há exatos dez anos, e os dois amigos e rivais começaram o domingo em marcha relativamente lenta. Buchecha, por exemplo, não conseguiu pontuar em cima da fera Alexander Trans, na semifinal do peso pesadíssimo.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aquele 2 de junho de 2013 começou morno para os superastros Marcus Buchecha e Rodolfo Vieira. Era o Mundial da IBJJF, há exatos dez anos, e os dois amigos e rivais começaram o domingo em marcha relativamente lenta. </p>
<p>Buchecha, por exemplo, não conseguiu pontuar em cima da fera Alexander Trans, na semifinal do peso pesadíssimo. Rodolfo, por sua vez, venceu Yuri Simões por 8 a 0, placar até econômico para quem conhece o instinto finalizador do craque da GFTeam.</p>
<p>Já na grande final do absoluto, a última do campeonato, os dois entraram em alta voltagem. Mas o peso pesadíssimo da Checkmat estava mais ligado. No segundo minuto, puxou para a guarda com sua característica explosiva, enlaçou a perna e fintou que ia para trás, mas girou e desequilibrou Rodolfo.</p>
<p>Atrás no placar e fazendo guarda, restou a Rodolfo tentar conter Buchecha com sua guarda. Missão complicada. Além de estar a defender seu título, Marcus ainda era mais pesado. E explosivo. Vieira não se intimidou com nada disso e improvisou uma interessante ida para as costas, mas Buchecha tratou de ir no joelho e evitou os pontos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marcus Almeida &quot;Buchecha&quot; vs Rodolfo Vieira 2013 Worlds BJJ Black Belt Final" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/7n5Ge0AiCRk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Por baixo, Buchecha explodiu de novo. Quase raspou, e obteve mais uma vantagem. Numa aula de Jiu-Jitsu, Buchecha tratou então de acabar com as chances de Rodolfo: numa manobra de craque, escorregou para as costas do então bicampeão mundial dos pesados, abrindo 6 a 0.</p>
<p>“Essa ida para as costas o Leozinho me mostrou há coisa de um mês, é um berimbolo diferente. Dei no [Ricardo] Evangelista e funcionou, e apliquei agora no Rodolfo também”, diria depois, já com a medalha e o título de bicampeão mundial absoluto.</p>
<p>Mas Rodolfo defendeu com garra total, ao ficar de pé – com 107kg nas costas. Buchecha escorregou e Rodolfo caiu por cima, botando pressão final para tentar passar a guarda. O aluno de Rodrigo Cavaca sentiu e virou de quatro para não levar os pontos. Mas acabou por fazer melhor: com uma cambalhota genial, caiu não apenas fazendo guarda, mas por cima da guarda de Rodolfo, a 8min de luta.</p>
<p>Com 1min30, Buchecha ainda passou a guarda, abriu 9 a 0 e tentou a finalização, no pescoço e depois no braço, mas o relógio soou. Ouro no peso e no absoluto para Buchecha, que seguia em sua trajetória rumo ao panteão do Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ha-10-anos-buchecha-e-rodolfo-eletrizavam-a-piramide/">Há 10 anos, Buchecha e Rodolfo eletrizavam a Pirâmide</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Uma cartilha Gracie para o faixa-branca de Jiu-Jitsu mudar de patamar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2022 07:04:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A equipe GRACIEMAG costuma compilar as melhores e mais valiosas dicas para o leitor que está começando na academia de Jiu-Jitsu e deseja mudar de patamar nos treinos. Neste fim de semana, as dicas vêm do professor de Jiu-Jitsu e craque do MMA e do Bellator, Neiman Gracie. O casca-grossa filho de mestre Marcio Macarrão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_199619" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-199619" class="wp-image-199619 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163.jpg" alt="Neiman Gracie dedica vitória à família, após finalizar no Bellator 163. Foto: Bellator MMA/Divulgação" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-199619" class="wp-caption-text">Neiman Gracie dedica vitória à família, após finalizar no Bellator 163. Foto: Bellator MMA/Divulgação</p></div>
<p><a href="https://www.graciemag.com/category/revistas/" target="_blank" rel="noopener">A equipe GRACIEMAG</a> costuma compilar as melhores e mais valiosas dicas para o leitor que está começando na academia de Jiu-Jitsu e deseja mudar de patamar nos treinos.</p>
<p>Neste fim de semana, as dicas vêm do professor de Jiu-Jitsu e craque do MMA e do Bellator, <a href="http://twitter.com/neimangracie" target="_blank" rel="noopener">Neiman Gracie</a>.</p>
<p>O casca-grossa filho de mestre Marcio Macarrão deu dez ideias para o faixa-branca que deseja chegar até a faixa-preta em alta pressão – sem deixar de manter o alto astral, uma característica marcante de Neiman.</p>
<p>Leia a seguir, e comente: qual foi sugestão sua favorita?</p>
<p><em><strong>&#8220;1. Comece pelo começo.</strong> </em>Aprenda bem o básico. Não tenha pressa para aprender posições mirabolantes. O básico é o que funciona sempre, da faixa-branca à preta.</p>
<p><em><strong>2. Acumule tempo de voo.</strong></em> O que determina se um piloto de avião é bom ou ruim é o tempo que ele passa voando. No Jiu-Jitsu não é diferente, quanto mais tempo no tatame treinando, melhor você vai ficar.</p>
<p><em><strong>3. Treine a sua defesa.</strong></em> Para ser completo você tem de ser tão bom se defendendo quanto atacando. Ponha-se em situações de perigo na academia e tente sair delas.</p>
<p><em><strong>4. Não deixe de treinar seu ataque.</strong></em> Como dizia o grande general chinês Sun Tzu, a invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Um modo simples de lapidar seus ataques: pegue um parceiro de treino novato e tente finalizá-lo sempre com o mesmo golpe. Assim você vai conseguir aperfeiçoar sua finalização ao máximo.</p>
<p><em><strong>5. Cuide bem da máquina.</strong></em> Coma bem, durma cedo, não fume e não beba. Se você fizer tudo o que sua mãezinha mandava você vai se sentir muito melhor nos treinos também!</p>
<p><em><strong>6. Deixe seu ego do lado de fora do dojô.</strong></em> Você vai tomar amasso de gente mais nova e mais velha que você, mas isso é normal. Lembre-se que isso faz parte do aprendizado. Seja o prego hoje, para amanhã ser o martelo.</p>
<p><em><strong>7. Divirta-se. Se você não está se divertindo então não vale a pena.</strong> </em>Tenha em mente que o Jiu-Jitsu traz os melhores amigos da sua vida e momentos inesquecíveis.</p>
<p><em><strong>8. Os detalhes fazem toda a diferença.</strong></em> Por exemplo, botar a mão um pouco mais fundo na gola vai fazer toda a diferença no seu estrangulamento. O Jiu-Jitsu é uma arte de detalhes, sempre preste atenção neles.</p>
<p><em><strong>9. Mantenha a mente aberta.</strong> </em>Você sempre pode aprender coisas novas de qualquer pessoa, de um faixa-branca a um faixa-vermelha. Quanto mais você aprender melhor você será.</p>
<p><em><strong>10. Leia sempre GRACIEMAG.</strong></em> Onde mais você poderia aprender lições valiosas como esta e outras que você acabou de ler aqui?&#8221;</p>
<p>Para assinar GRACIEMAG e estudar os melhores macetes, <a href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui e veja o que é preciso fazer.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/uma-cartilha-gracie-para-o-faixa-branca-de-jiu-jitsu-mudar-de-patamar/">Uma cartilha Gracie para o faixa-branca de Jiu-Jitsu mudar de patamar</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que aprendi sobre Jiu-Jitsu sendo árbitro, por Augusto Tanquinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 19:09:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>"Aprendi a dominar as regras do Jiu-Jitsu", ensina Augusto Mendes, o Tanquinho, "já que decidi estudar muito para ser um árbitro acima da média. Isso me deu vantagens na hora da luta, ao saber utilizar a regra a meu favor quando era a minha hora de tirar o terno de árbitro e voltar a vestir o kimono."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_140670" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-140670" class="wp-image-140670 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/07/MG_2022-1.jpg" alt="Augusto Tanquinho" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/07/MG_2022-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/07/MG_2022-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/07/MG_2022-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-140670" class="wp-caption-text"> Depois de anos arbitrando, o colecionador de medalhas Augusto &#8220;Tanquinho&#8221; Mendes foi campeão mundial com kimono (2013), sem kimono (2012/2015) e do ADCC 2019, e ainda chegou à elite do MMA no UFC. Foto: Ivan Trindade</p></div>
<p>1) No início de minha carreira como lutador profissional, eu rapidamente aprendi que ao arbitrar grandes eventos da IBJJF eu conseguia ter detalhes técnicos difíceis de serem visualizados por vídeo – detalhes e movimentações executados, ainda por cima, pelos maiores nomes do Jiu-Jitsu. Provavelmente, somente o adversário e o árbitro central têm acesso a algumas riquezas de detalhes que acontecem na luta, pela rapidez com que acontecem. Casos de uma pegada crucial ou um um controle escondido.</p>
<p>2) Aprendi a dominar as regras do esporte, já que eu decidi estudar muito para ser um árbitro acima da média. Isso me deu vantagens na hora da luta, ao saber utilizar a regra a meu favor quando era a minha hora de tirar o terno de árbitro e voltar a vestir o kimono.</p>
<p>3) Arbitrei tantas lutas em que vi atletas deixarem as vitórias escorregarem pelas mãos que aprendi que o Jiu-Jitsu é muito mais complexo do que eu podia supor. A partir desse aprendizado, senti a necessidade de me tornar completo como atleta, para ser capaz de dominar toda e qualquer ação que uma luta pudesse me levar – e não perder por detalhes no fim.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Augusto Mendes &quot;Tanquinho&quot; vs Rafael Mendes 2013 Worlds BJJ Black Belt Final - Feather Weight" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sHq-mIJizRA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>4) Aprendi a não usar o árbitro como desculpa de uma derrota. Como atleta, sabemos muito bem que ninguém gosta de perder, e às vezes procuramos desculpas para as derrotas, como dores, contusões ou erros do juiz. Sim, árbitros erram, são humanos e trabalham por vezes até o limite, mas muitas vezes acertam; cabe ao atleta ser humilde o suficiente, autocrítico e saber que ele como atleta errou também. E aí sim voltar à academia e corrigir suas falhas para chegar aonde quer chegar. E, sempre bom, vale estudar as regras a fundo, pois muitas vezes é mais fácil reclamar do que se aprofundar e entender o regulamento. Assim, ao enxergar os próprios erros em vez de culpar o árbitro, o artista marcial será capaz de sair da zona de conforto e chegar a um patamar mais elevado.</p>
<p>5) E, primeiro e mais importante, percebi como ser árbitro de Jiu-Jitsu é difícil, então aprendi a respeitá-los ainda mais quando estão trabalhando – eles têm frações de segundos para tomar decisões, trabalham sob uma pressão grande para acertar e não ganham bem como os lutadores profissionais. A grande maioria dos árbitros ama o Jiu-Jitsu e foi essa a maneira deles de retribuir para a comunidade, trabalhando sério e por amor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><em><strong>Entrevistado por Marcelo Dunlop.</strong></em></li>
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		<title>Tragédia, garra e carisma: o legado de Leandro Lo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2022 15:56:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dono de oito títulos mundiais, Leandro Lo, de 33 anos, foi morto nesta madrugada, em São Paulo. O lutador foi baleado numa festa dentro do Clube Sírio, na zona sul de São Paulo, após uma confusão. Conforme o advogado da família, Ivã Siqueira Júnior, informou, Leandro teve uma discussão com o policial militar Henrique Velozo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-238173 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-1024x998.jpg" alt="" width="650" height="633" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-1024x998.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-300x292.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-768x748.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-150x146.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo.jpg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Dono de oito títulos mundiais, Leandro Lo, de 33 anos, foi morto nesta madrugada, em São Paulo. O lutador foi baleado numa festa dentro do Clube Sírio, na zona sul de São Paulo, após uma confusão.</p>
<p>Conforme o advogado da família, Ivã Siqueira Júnior, informou, Leandro teve uma discussão com o policial militar Henrique Velozo e, para apaziguar a situação, o lutador o imobilizou. Em seguida, ele sacou a arma e disparou uma vez na cabeça de Lo. Ivã relatou que, após o tiro, o autor ainda desferiu dois chutes no campeão, que já estava no chão, antes de fugir do local.</p>
<p>Leandro Lo foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de Saboya, também localizado na zona sul de São Paulo, mas não resistiu.</p>
<p>Confira a descrição do boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar de São Paulo antes da confirmação da morte cerebral do atleta.</p>
<p>&#8220;Preliminarmente, trata-se de ocorrência envolvendo o multicampeão mundial de Jiu-Jitsu Leandro Lo Pereira do Nascimento e o policial Militar Henrique Otávio Oliveira Velozo. Conforme relatam as testemunhas, o policial Henrique, após breve discussão, se dirigiu à mesa da vítima Leandro, pegando uma garrafa da mesa, em ato contínuo a vítima se levantou, tirou a garrafa da mão do autor e, em golpe de luta, o derrubou e imobilizou. Neste momento, colegas da vítima separaram ambos e pediram &#8220;para deixar isso quieto&#8221;. O autor, após se levantar, deu a volta na mesa e, de fronte a vítima, sacou sua arma e desferiu disparo, o qual atingiu a região frontal da cabeça da vítima (testa, lado esquerdo). Vítima encontra-se em estado gravíssimo no Hospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de Saboya.&#8221;</p>
<p>Campeão de tudo, Lo brilhou pela última vez nos tatames em junho deste ano, quando conquistou seu oitavo título mundial. O lendário guardeiro exibiu versão como passador e protagonizou uma final eletrizante com Isaque Bahiense. Inflamado pelo público presente na Pirâmide, em Long Beach, Lo sacudiu o ginásio ao derrubar o adversário no double-leg e marcar 2 a 0 para levar a medalha de ouro.</p>
<p>Ainda nos tatames, Leandro Lo comemorou o feito ao dançar seu icônico “forrozinho”. Ele foi campeão mundial em quatro categorias diferentes – leve, médio, meio-pesado e absoluto.</p>
<p>Leandro Lo foi coroado campeão mundial absoluto em 2018, aos 29 anos. Depois de bater na trave nas edições anteriores, Lo contou com um gesto solidário do amigo Marcus Buchecha para levar o título. Como machucara o ombro na luta anterior, contra Mahamed Aly, Lo não tinha condições de disputar a final do aberto com Buchecha.</p>
<p>Eles “fecharam” a luta e o representante da Checkmat resolveu ceder o título para Leandro. No ano seguinte, Lo retribuiu a gentileza de Buchecha e consagrou o amigo na reedição da final do absoluto.</p>
<p>Além de oito títulos mundiais na faixa-preta – o primeiro vencido em 2012 – Leandro Lo conquistou oito títulos Pan-Americanos, três títulos Brasileiros de kimono, dois sem kimono e um Europeu. Ele também venceu e sete GPs da Copa Pódio em três categorias diferentes – quatro no leve, duas no médio e uma no pesado.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Leandro Lo VS Lucas Lepri / World Championship 2012" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/5zj1VPZWRTg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Leandro Lo leva consigo uma extensa e vitoriosa carreira no Jiu-Jitsu, coroada pelos maiores títulos que o esporte poderia consagrá-lo. Carismático, Lo conquistou a comunidade do Jiu-Jitsu não apenas pelo que fez com kimono. Alegre e sorridente, o saudoso faixa-preta fez muitos amigos em sua vida e deixa um legado que será eterno, entre várias capas de GRACIEMAG que faziam sucesso nas bancas.</p>
<p>Relembre aqui uma entrevista feita pela equipe do GRACIEMAG.com com Leandro Lo há nove anos, na qual ele ensina uma passagem de guarda De La Riva:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Graciemag: Leandro Lo ensina passagem da guarda De La Riva (Subtitled in English)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/PQKKhRdF5e8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tragedia-garra-e-carisma-o-legado-de-leandro-lo/">Tragédia, garra e carisma: o legado de Leandro Lo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A omoplata com lapela do professor Luis Marques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 14:46:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Campeão de Jiu-Jitsu com raspagens inventivas e elaboradas, professor Luis Marques é o convidado de GRACIEMAG para mostrar o que ele tem ensinado em sua academia, em São Paulo. Aprenda os detalhes da chave omoplata com lapela, e incremente suas alavancas e suas raspagens no treino. Repare como Marques chega por cima na boa, já&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234173" style="width: 1031px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234173" class="size-full wp-image-234173" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques.png" alt="" width="1021" height="571" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques.png 1021w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques-300x168.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques-768x430.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques-150x84.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /><p id="caption-attachment-234173" class="wp-caption-text">GMI Luis Marques é professor na LR Extreme, em SP. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Campeão de Jiu-Jitsu com raspagens inventivas e elaboradas, professor Luis Marques é o convidado de GRACIEMAG para mostrar o que ele tem ensinado em sua academia, em São Paulo.</p>
<p>Aprenda os detalhes da chave omoplata com lapela, e incremente suas alavancas e suas raspagens no treino. Repare como Marques chega por cima na boa, já anulando a guarda do oponente.</p>
<p>Lembre-se: não treine sem a supervisão de um faixa-preta ou instrutor qualificado. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="A raspagem do professor e campeão Luis Marques para você surpreender" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/1ueZqgvcHho?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-omoplata-com-lapela-do-professor-luis-marques/">A omoplata com lapela do professor Luis Marques</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quer ser um faixa-preta feliz? As 7 dicas de Luiz Dias (GAS JJ)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 13:27:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da Geração Arte Suave (GAS Jiu-Jitsu) em Laranjeiras, nosso GMI Luiz Dias está sempre refletindo sobre diferentes aspectos do Jiu-Jitsu. Entre uma manhã de surfe e uma noite de muito treino, o faixa-preta carioca distribuiu a pedido de nossa equipe suas principais lições para ser um lutador feliz e saudável. Confira e bons estudos.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_232957" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232957" class="size-full wp-image-232957" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/GMI-luiz-dias-por-Ilan-Pellenberg.jpg" alt="" width="720" height="540" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/GMI-luiz-dias-por-Ilan-Pellenberg.jpg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/GMI-luiz-dias-por-Ilan-Pellenberg-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/GMI-luiz-dias-por-Ilan-Pellenberg-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232957" class="wp-caption-text">Luiz Dias durante aula na GAS Jiu-Jitsu, em Laranjeiras, RJ. Foto: Ilan Pellenberg/Divulgação</p></div>
<p>Professor da Geração Arte Suave (GAS Jiu-Jitsu) em Laranjeiras, nosso <a href="https://www.instagram.com/luizdiasbjj/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">GMI Luiz Dias</a> está sempre refletindo sobre diferentes aspectos do Jiu-Jitsu. Entre uma manhã de surfe e uma noite de muito treino, o faixa-preta carioca distribuiu a pedido de nossa equipe suas principais lições para ser um lutador feliz e saudável. Confira e bons estudos.</p>
<p><em><strong>1. Não ignore seus medos</strong></em></p>
<p>O medo é da natureza humana, e a mente do faixa-preta de Jiu-Jitsu aprende que o sentimento tem desdobramentos positivos. O medo sinaliza nosso ponto fraco, e com isso aponta os aspectos que devem ser trabalhados nos treinos. Teme sofrer alguma agressão? Destrinche suas defesas com seu professor. Sente medo de tomar uma queda? Intensifique os treinos em pé, não corra deles. Seu ânimo muda quando surge aquele ou aquela colega de treino que complica seu jogo? É exatamente contra ele ou ela que você deve procurar treinar.<br />
Seu único temor deve ser o de ficar imobilizado, estagnado. Para o faixa-preta, o medo de perder faz você vencer.</p>
<p><em><strong>2</strong><strong><em>. A </em>saúde é sua maior conquista</strong></em></p>
<p>O uso de substâncias para turbinar o desempenho é tão velho como a humanidade. Há 4 mil anos, camponeses chineses tomavam chás com efedrina para produzir mais; gladiadores também eram servidos com ervas, óleos e beberagens antes dos combates. O problema, hoje, é que as substâncias são cada vez menos naturais e podem trazer prejuízos à saúde irrecuperáveis, como males cardíacos. O bom faixa-preta sabe que o Jiu-Jitsu é uma filosofia que busca preservar nossa qualidade de vida física e mental. Procure bons nutricionistas, e fuja dos atalhos e da obsessão cega pelo corpo musculoso.</p>
<p><em><strong>3. Ensinar é liderar</strong></em></p>
<p>Certa vez, num campeonato, vi um pai berrando muito com o filho que havia acabado de ser derrotado. A criança só ouvia ofensas do pai. Fui até o pai numa boa e aconselhei: “Por que não compete na sua categoria e mostra ao seu filho como se faz?”. Não dê esporro ou distribua humilhações aos menos graduados, dê o exemplo e colha os frutos depois.</p>
<p><em><strong>4. Atenção evita contusão</strong></em></p>
<p>Jiu-Jitsu é saúde, como já escrevi. Nos treinos, procure ajustar a posição e dar a pressão certa para dar tempo do seu companheiro de academia bater. Já quando você for submetido a alguma finalização, persiga a consciência e a humildade em saber que não há mais saída daquela posição, e dê os três tapinhas. Lembre-se: a lesão não compensa, e quanto mais colegas lesionados, menos parceiros de treino você terá. Desista na hora certa e continue com as articulações perfeitas para treinar mais, estudar as falhas e voltar mais afiado para a próxima.</p>
<p><em><strong>5. Humildade &amp; respeito</strong></em></p>
<p>Qual para você é a maior qualidade de um faixa-preta? Para mim, é o respeito e a humildade que o bom faixa-preta costuma ter o tempo todo em relação ao oponente, e que é transportado para a vida pessoal. Ao observar um oponente ou recém-chegado à academia, como você o vê? Um atleta pode ser mais forte ou mais baixo, não importa: o Jiu-Jitsu está dentro de cada um de nós, e a arte se adapta às nossas limitações e qualificações. A cor da faixa? As faixas mostram o tempo de treino de cada indivíduo, e não quem vai ganhar. O kimono da pessoa está mais novo ou mais gasto, ou cheio de patrocínios? São apenas kimonos, em etapas diferentes.</p>
<p><em><strong>6. Esvazie a mente a cada aula</strong></em></p>
<p>Muitas vezes, a dificuldade em aprender e fixar novidades está ligado a um pré-julgamento que todo ser humano naturalmente faz ao observar uma coisa nova. “Ah, isso já vi no YouTube”, “Já testei e não é para mim”, etc. Essa resistência mina seu treino e aprendizado, e é de certo modo um desrespeito ao seu instrutor, que não ensinaria algo inútil. Um mestre chamado Shunryu Suzuki costuma repetir: “Há muitas possibilidades na mente do principiante, mas poucas na do perito”. É preciso esvaziar a mente para aprender novos golpes e evoluir. “Esvaziar a mente” é uma técnica ancestral muito útil para quem deseja ter a mente aberta e receptiva a novos conceitos, ideias e propostas. Somente com a mente aberta você poderá aprender e criar novas rotinas, e novas técnicas. Quanto mais você estiver disposto a aprender e testar movimentos e golpes, mais estará desenvolvendo a sua mente para os detalhes, e para traçar combinações e finalizações que vão surpreender a todos – especialmente você.</p>
<p><em><strong>7. Seja um faixa-preta 24h por dia</strong></em></p>
<p>Para vermos nosso esporte alcançar o patamar que merece, o professor e o graduado precisam dar, isto é, ser o exemplo. E isso significa sermos coerentes com o que pregamos – 24h por dia. Não importa se estamos no tatame, na praia, estádio ou num churrasco. Com a consciência da responsabilidade que todo faixa-preta tem, é simples aceitarmos que nossos atos serão sempre associados à nossa imagem de faixa-preta de Jiu-Jitsu. E isso inclui o que escrevemos e postamos nas redes sociais também. Adote uma conduta coerente com o que ensina no dojo, e ajude o esporte a ter uma imagem positiva.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quer-ser-um-faixa-preta-feliz-as-dicas-de-luiz-dias-gas-jj/">Quer ser um faixa-preta feliz? As 7 dicas de Luiz Dias (GAS JJ)</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Já viu a técnica do guindaste usada pelo campeão Eduardo Brandão?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 03:38:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eduardo Brandão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Nosso GMI à frente da Brandão Jiu-Jitsu, sediada em Angra dos Reis, município no Rio de Janeiro, Eduardo Brandão tem feito sucesso nos torneios com uma criação sua, chamada de técnica do guindaste. A posição (veja aqui) consiste em dominar a lapela do kimono do adversário com os dedos dos pés para reverter a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237736" style="width: 1180px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237736" class="wp-image-237736 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Brandao-e-a-tecnica-do-guindaste-no-Jiu-Jitsu.jpg" alt="Eduardo Brandão executa o guindaste para surpreender o oponente no cem-quilos. " width="1170" height="1162" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Brandao-e-a-tecnica-do-guindaste-no-Jiu-Jitsu.jpg 1170w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Brandao-e-a-tecnica-do-guindaste-no-Jiu-Jitsu-300x298.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Brandao-e-a-tecnica-do-guindaste-no-Jiu-Jitsu-1024x1017.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Brandao-e-a-tecnica-do-guindaste-no-Jiu-Jitsu-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Brandao-e-a-tecnica-do-guindaste-no-Jiu-Jitsu-768x763.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><p id="caption-attachment-237736" class="wp-caption-text">Eduardo Brandão executa o guindaste para surpreender o oponente no cem-quilos.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nosso GMI à frente da Brandão Jiu-Jitsu, sediada em Angra dos Reis, município no Rio de Janeiro, Eduardo Brandão tem feito sucesso nos torneios com uma criação sua, chamada de técnica do guindaste.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/reel/Cf34GemMeRo/?igshid=YmMyMTA2M2Y=" target="_blank" rel="noopener">A posição (veja aqui)</a> consiste em dominar a lapela do kimono do adversário com os dedos dos pés para reverter a posição do cem-quilos. Eduardo pôs a técnica em prática no Rio Open de Inverno e o movimento gerou debates intensos na comunidade do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, o professor Eduardo Brandão detalhou segredos da posição e revelou como pretende adaptá-la, já que a técnica do guindaste foi considerada passível de punição pela arbitragem. Conforme o livro de regras da IBJJF, considera-se falta “quando o atleta coloca propositalmente o pé na lapela do kimono do adversário sem ter uma pegada com a mão para proporcionar tração ao pé.”</p>
<p>Nossa equipe foi conversar com o professor sobre alavancas, adaptações, criatividade e, claro, sobre as regras do esporte. Confira!</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Você poderia nos explicar a posição detalhadamente?</strong></p>
<p><strong><em>EDUARDO BRANDÃO:</em></strong> A posição do guindaste começa quando o adversário consegue passar a guarda. Imediatamente, você precisa soltar a lapela mais próxima do seu alcance e segurá-la como se os dedos do pé fossem pinças. Depois, é preciso entregar a lapela para o outro pé para fortalecer a alavanca. Em seguida, basta apenas empurrar o oponente para reverter a posição ou conseguir chegar às costas. Na técnica original, entro com as duas pegadas no bíceps do adversário para ajudar a levantá-lo. Às vezes, o adversário pode entregar às costas ou aceitar a posição. Também é possível conseguir finalizações a partir do movimento, como o crucifixo e o triângulo, já consegui finalizar adversários dessa forma no campeonato. É uma posição bem eficiente.</p>
<p><strong>Como a técnica do guindaste surgiu para você?<br />
</strong></p>
<p>Comecei a fazer a posição assim que fui graduado faixa-azul. Na época, eu era um dos mais leves da academia e não tinha uma guarda tão boa comparado ao pessoal da equipe. Eu era flexível, mas não tinha uma reposição tão boa. Eles ainda tinham mais força do que eu, o que tornava a situação ainda mais difícil. Sempre tive mania de pegar objetos com os pés e passei a fazer no Jiu-Jitsu. Então comecei a entregar a lapela para o meu pé e deu certo. Como eu melhorei a guarda e ficou difícil de me passarem, faço a posição com menos frequência hoje em dia. No Rio Open, consegui executar o guindaste num dia e a minha aluna fez no outro.</p>
<p><strong>É uma posição que funciona para muitos tipos físicos?</strong></p>
<p>Sim, acho uma técnica muito eficiente, tanto é que eu e minha aluna conseguimos fazer. E ela só tinha feito uma vez no treino. Ela compete no superpesado e a tendência é que as adversárias mantenham a posição por cima porque estabilizam bem. Ela até fez de um jeito diferente do meu: pinçou a lapela com o dedo e empurrou a oponente com a sola do outro pé. Inclusive, minha aluna venceu essa luta e terminou a competição em segundo lugar. Ela ganhou sem kimono e foi superada com kimono. Se ela conseguiu executar o guindaste com só uma prática no treino, imagina se fizesse a posição com frequência. Isso prova a eficiência da técnica. Sabemos que o ideal é não deixar o adversário passar a guarda, mas se acontecer, meus alunos estão preparados para fazer o guindaste. Eles são mais passadores e alguns não são tão flexíveis, mesmo assim, conseguem executar a posição. Dei um aulão logo após o Rio Open e cerca de 80% das pessoas conseguiram praticar a posição. É uma técnica que evita a amarração do adversário, não permite que ele se sinta confortável mesmo com a guarda passada.</p>
<p><strong>Como você pretende adaptar o guindaste agora?</strong></p>
<p>Após o Rio Open houve um debate entre os árbitros, que concluíram que a posição é passível de punição. Então resolvi trocar as pegadas. Em vez de segurar no bíceps para empurrar, faço uma pegada com os pés na lapela e depois pego a outra lapela com a mão em formato de soco. Só é preciso ter cuidado para não tomar a mão-de-vaca. Mas aposto que vai continuar funcionando e surpreendendo.</p>
<p><strong>Quais são hoje seus maiores desafios como professor e líder de equipe?</strong></p>
<p>É o de todos nós – manter a motivação diária. Quem faz isso sabe como é difícil, mas a gente consegue. Tento fazer três ou quatro treinos por dia e manter a preparação física afiada. Tento usar isso como exemplo para os meus alunos para que eles acompanhem o que faço. Se você quer que uma pessoa treine três vezes diariamente, você precisa mostrar a ela que é possível. Nós temos acompanhamento com nutricionista e fazemos preparação física, então temos uma estrutura muito boa. Nossa equipe só tem a evoluir e vamos fazer barulho nos próximos anos.</p>
<p><strong>Quais são seus próximos objetivos?</strong></p>
<p>Meu objetivo como professor é ajudar o maior número de pessoas por meio do Jiu-Jitsu e formar cidadãos. Nem todos os alunos são competidores, alguns não têm vontade de competir. Na verdade, a maioria não tem. Porém, por ser uma luta que não tem socos ou chutes, demanda muita análise e muito pensamento detalhista em termos de estratégia. E isso vai servir na vida. Por isso, acho a melhor arte marcial. Quanto à competição, meu intuito é revelar o máximo de atletas. Nós temos alunos que não têm condição de pagar mensalidade, são bolsistas. Se o garoto quiser treinar, se dedicar e mostrar resultados, damos essa oportunidade. Comigo é assim. Por enquanto, as meninas têm tido um resultado melhor, mas os meninos estão prontos para chegar bem nas competições. Inclusive, minha filha de 6 anos já treina, vai competir no Sul-Americano e está animadíssima. Além dos adultos, as crianças vão trazer muitas medalhas para a nossa equipe. Se Deus quiser, vamos formar muitos campeões brasileiros e mundiais. Também tenho essa meta de ser campeão mundial e brasileiro. Como estou focado no Brasileiro Sem Kimono, não decidi se vou lutar no Grand Slam. Também pretendo competir com frequência nos Opens para ter pontos suficientes para disputar o Brasileiro e o Mundial.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-voce-evitaria-a-tecnica-do-guindaste-do-campeao-de-jiu-jitsu-eduardo-brandao/">Já viu a técnica do guindaste usada pelo campeão Eduardo Brandão?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O joelho na barriga para iniciantes, com Roger Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 15:52:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você é um passador de guarda de boa pressão mas anda sem saber o que fazer quando chega ao cem-quilos? Hoje, o exímio finalizador Roger Gracie detalha alguns macetes do joelho na barriga, da posição correta do polegar na gola até onde o pé deve ficar para você manter a boa base. Por fim, o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você é um passador de guarda de boa pressão mas anda sem saber o que fazer quando chega ao cem-quilos?</p>
<p>Hoje, o exímio finalizador Roger Gracie detalha alguns macetes do joelho na barriga, da posição correta do polegar na gola até onde o pé deve ficar para você manter a boa base.</p>
<p>Por fim, o professor formado na Gracie Barra, hoje radicado em Londres, ensina como arrochar o estrangulamento chamado de beisebol, para encerrar o treino em grande estilo.</p>
<p>Inscreva-se no canal Dojjo para mais aulas de Roger e muitos outros vídeos. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roger Gracie ensina o estrangulamento “Baseball”" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/yCd069q0rjQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-jiu-jitsu-o-joelho-na-barriga-para-iniciantes-com-roger-gracie/">O joelho na barriga para iniciantes, com Roger Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Braulio Estima e a teoria da bola de neve no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 15:52:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Bráulio Estima]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[montada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certa vez, nossa equipe investigava sobre os segredos da montada com mestres tarimbados e célebres campeões do Jiu-Jitsu. Ao contactar Braulio Estima, astro da Gracie Barra e hoje professor na Inglaterra, ouvimos a seguinte lição, útil para o mais novato faixa-branca até o mais ferrenho competidor faixa-preta. “Meu conceito de Jiu-Jitsu é baseado na bola&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116230" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-116230" class="size-full wp-image-116230" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/04/IMG_0430-1.jpg" alt="" width="940" height="627" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/04/IMG_0430-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/04/IMG_0430-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/04/IMG_0430-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/04/IMG_0430-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-116230" class="wp-caption-text">A fera Braulio Estima, professor da GB na Inglaterra. Foto: Ivan Trindade</p></div>
<p>Certa vez, nossa equipe investigava sobre os segredos da montada com mestres tarimbados e célebres campeões do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Ao contactar Braulio Estima, astro da Gracie Barra e hoje professor na Inglaterra, ouvimos a seguinte lição, útil para o mais novato faixa-branca até o mais ferrenho competidor faixa-preta.</p>
<p>“Meu conceito de Jiu-Jitsu é baseado na bola de neve&#8221;, explicou Braulio, exímio esquiador por sinal. &#8220;Se você tentar parar uma bola de neve lá embaixo da montanha, vai tomar um tranco e tanto.&#8221;</p>
<p>O famigerado Carcará então concluiu:</p>
<p>&#8220;Se você se adiantar e anular o problema quando ele ainda está começando a crescer, nas primeiras etapas, você consegue com um peteleco, sem nenhum sofrimento. No caso da montada ocorre a mesma coisa. Quando você está por cima, montado, o primeiro passo do oponente para escapar é aquele cotovelo, que ele precisaria para repor a meia-guarda ou dar o upa. Como faço para anular aquele cotovelo, e não deixar a bola de neve crescer e me derrubar da montada? É simples. Puxo o cotovelo dele para cima da minha perna. Depois disso, você vai pensar em mantê-lo desconfortável, gradualmente, até a finalização”.</p>
<p>E você, pensa no seu jogo como uma bola de neve? Bons estudos.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/braulio-estima-e-a-teoria-da-bola-de-neve-no-jiu-jitsu/">Braulio Estima e a teoria da bola de neve no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A montada para iniciantes, por Saulo Ribeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 18:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em nossa edição #244, a equipe GRACIEMAG pediu macetes e segredos da montada para diversos campeões do esporte. O craque Saulo Ribeiro foi um dos faixas-pretas que distribuiu ensinamentos valiosos, úteis para iniciantes no Jiu-Jitsu e para antigos praticantes também. “O primeiro mandamento para ser um bom finalizador ao montar é, ao sentir que o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37338" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-37338" class="size-full wp-image-37338" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/09/Saulo-Ribeiro-mount_by-Deb-Blyth-1.jpg" alt="" width="600" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/09/Saulo-Ribeiro-mount_by-Deb-Blyth-1.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/09/Saulo-Ribeiro-mount_by-Deb-Blyth-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/09/Saulo-Ribeiro-mount_by-Deb-Blyth-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-37338" class="wp-caption-text">Saulo Ribeiro montado em Leandro Valdes, durante torneio de Jiu-Jitsu. Flagra de Deb Blyth / GRACIEMAG.</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" rel="noopener" target="_blank">Em nossa edição #244, a equipe GRACIEMAG</a> pediu macetes e segredos da montada para diversos campeões do esporte. O craque Saulo Ribeiro foi um dos faixas-pretas que distribuiu ensinamentos valiosos, úteis para iniciantes no Jiu-Jitsu e para antigos praticantes também.</p>
<p>“O primeiro mandamento para ser um bom finalizador ao montar é, ao sentir que o oponente vai tombar você, abandonar a finalização e manter a montada. Começar tudo de novo além de complicado é frustrante, eu sei, mas o princiopal é manter a posição. Você terá outras chances&#8221;, começou Saulo.</p>
<p>&#8220;O segredo da boa montada é impor ao oponente uma pressão contínua e eficiente. É preciso ainda adequar seus ataques à sua montada predileta. Uma ‘montada alta’, por exemplo, mais perto do peito do rival, favorece os botes no braço, para kimuras e armlocks, além de permitir soltar socos, no caso do MMA. Um erro comum: na hora de desmontar e ir para o armlock, muita gente começa a se jogar para trás antes de passar a perna por cima da cabeça do oponente. É pedir para perder a finalização&#8221;, lembra o condecorado irmão de Xande Ribeiro.</p>
<p>&#8220;Já na ‘montada média’, você está numa zona neutra, e deve apoiar as mãos no chão, espalmadas longe do oponente, para se garantir ali por cima. Na ‘montada baixa’, você deve manter os pés virados para cima, fincados como ganchos por dentro das pernas inimigas, pesar os quadris contra os quadris inimigos e abraçar a cabeça”, concluiu o pentacampeão mundial, formado por mestre Royler Gracie.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-montada-para-iniciantes-no-jiu-jitsu-por-saulo-ribeiro/">A montada para iniciantes, por Saulo Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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