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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Do Cantagalo ao topo: Felipe Assis faz balanço da carreira após título no Pan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 18:50:37 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246072" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246072" class="wp-image-246072 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis1.jpg" alt="" width="800" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis1-300x218.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis1-768x557.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis1-150x109.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246072" class="wp-caption-text">Filipinho alcançou seu primeiro título em um dos três maiores campeonatos da IBJJF — Foto: Divulgação</p></div>
<p>A conquista do Pan-Americano de Jiu-Jitsu marcou um divisor de águas na trajetória de Luiz Felipe Assis, o Filipinho. Com apenas dois anos de faixa-preta, o atleta da Alliance Rio alcançou seu primeiro título em um dos três maiores campeonatos da IBJJF, coroando uma caminhada construída com disciplina, superação e muita resiliência.</p>
<p>“Foi um momento único na minha carreira e na minha vida. Conquistar o Pan um ano após ter perdido e ficado de fora do pódio mostra que estamos no caminho certo. Logo após a vitória, a primeira coisa que veio à minha cabeça foi gratidão. Gratidão a Deus, à minha família, aos meus professores, à minha equipe e a todos que estiveram comigo nessa caminhada. É um sentimento de dever cumprido, mas ao mesmo tempo de muita fome para continuar buscando mais e mais”, destacou.</p>
<p>Cria do Cantagalo, Filipinho relembrou que, no momento mais marcante da carreira, sua trajetória passou como um filme pela cabeça. As dificuldades, os obstáculos e os momentos de superação ganharam ainda mais significado com o braço levantado no topo do pódio.</p>
<p>“Passou um filme completo. Vieram as lembranças da cirurgia do primeiro ano na faixa-preta, dos primeiros treinos, das dificuldades que enfrentei, dos sacrifícios, das guerras dentro e fora do tatame. Lembrei de todos os momentos em que precisei ser forte para não desistir. Quando o braço foi levantado, eu vi toda a minha história passando pela mente e senti muito orgulho da minha trajetória e de tudo que representei ali”, afirmou.</p>
<p>Mais do que a medalha, o atleta ressalta que o maior aprendizado está no processo. Para ele, o título é consequência de uma rotina sólida, construída com apoio de sua equipe e consistência diária.</p>
<p>“Essa conquista reforçou a importância do processo. A medalha é o resultado final, mas o que realmente constrói ela é a rotina diária, a disciplina, ajuda de amigos e familiares, constância e a capacidade de seguir em frente mesmo nos momentos difíceis. Aprendi que cada detalhe conta e que a confiança vem do trabalho duro e de companheiros de treinos empenhados nos mesmos objetivos. Sem dúvidas não consegui sozinho, foi trabalho em equipe. A galera da Alliance e do Projeto Tererê tem muita parte nisso”, explicou.</p>
<div id="attachment_246073" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246073" class="wp-image-246073 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis4.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis4.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis4-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis4-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/04/felipe-assis4-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246073" class="wp-caption-text">Filipinho em ação no Pan 2026 &#8211; Foto: divulgação IBJJF</p></div>
<p><strong>De olho no Mundial</strong></p>
<p>Com o título do Pan-Americano no currículo, o faixa-preta de Rodrigo Thiago ganha ainda mais confiança para os próximos desafios. O foco agora está nos grandes palcos do circuito internacional, especialmente o Mundial, sem deixar de lado outras oportunidades importantes na temporada.</p>
<p>“Vencer o Pan-Americano aumenta muito a confiança, porque estamos falando de um dos campeonatos mais difíceis do circuito. Isso me mostra que estou preparado para brigar de igual para igual nos maiores palcos do mundo. O foco agora é seguir evoluindo e direcionar toda a preparação para os próximos grandes desafios, principalmente o Mundial. Quero continuar escrevendo meu nome na história. O Brasileiro também era um ótimo desafio, mas estou na lista de espera, aguardando”, revelou.</p>
<p>Fechando o balanço de um dos momentos mais importantes da carreira, o faixa-preta deixou uma mensagem direta para quem sonha em trilhar o mesmo caminho dentro do Jiu-Jitsu.</p>
<p>“A mensagem é que nunca desistam dos seus sonhos. Acredite, trabalhe e seja fiel aos seus sonhos. Vai ter derrotas, às vezes vontade de desistir, mas quando chegar no lugar mais alto do pódio, vai valer a pena todo o sacrifício para continuar seguindo a jornada”, finalizou.</p>
<p><iframe title="ELE DOMINOU! Filipinho Assis conquista o ouro no PAN IBJJF 2026 &#x1f947;" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/2tbzyGn3nvk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/do-cantagalo-ao-topo-do-podio-felipe-assis-faz-balanco-da-carreira-apos-titulo-no-pan-de-jiu-jitsu-2026/">Do Cantagalo ao topo: Felipe Assis faz balanço da carreira após título no Pan</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Há 30 anos! Relembre Renzo x Gigi Paiva em 1994, na Copa Atlântico Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 14:44:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há três décadas, o circuito do Jiu-Jitsu esportivo ainda engatinhava. Mas já encantava e inspirava os praticantes, com célebres conferes que ficaram na memória dos pioneiros. Na Copa Atlântico Sul, Renzo Gracie, então professor da Gracie Barra, enfrentou Alexandre “Gigi” Paiva, em mais um clássico GB x Alliance, realizado no Rio de Janeiro em 1994.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-239699" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-19-at-16.09.45.jpeg" alt="" width="576" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-19-at-16.09.45.jpeg 576w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-19-at-16.09.45-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-19-at-16.09.45-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p>Há três décadas, o circuito do Jiu-Jitsu esportivo ainda engatinhava. Mas já encantava e inspirava os praticantes, com célebres conferes que ficaram na memória dos pioneiros.</p>
<p>Na Copa Atlântico Sul, Renzo Gracie, então professor da Gracie Barra, enfrentou Alexandre “Gigi” Paiva, em mais um clássico GB x Alliance, realizado no Rio de Janeiro em 1994.</p>
<p>Hoje, Renzo e Gigi são ambos mestres, e ostentam a faixa-coral na cintura.</p>
<p>Aos impacientes, a luta começa no chão aos oito minutos do vídeo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Renzo Gracie vs  Alexandre &quot;Gigi&quot; Pavia  1994 Copa Atlantica Sul" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/r8BCSUA-ffo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/relembre-renzo-gracie-x-alexandre-gigi-paiva-em-1994-na-copa-atlantico-sul/">Há 30 anos! Relembre Renzo x Gigi Paiva em 1994, na Copa Atlântico Sul</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A repercussão do acidente fatal que levou Octavio “Ratinho Couto</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Aug 2023 18:15:05 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242120" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242120" class="wp-image-242120 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/octavio-couto.jpg" alt="" width="450" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/octavio-couto.jpg 450w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/octavio-couto-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/octavio-couto-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-242120" class="wp-caption-text">O saudoso professor Octavio Couto. Foto: Octagon MMA</p></div>
<p>Diversos amigos, alunos e parceiros de luta do professor Octavio “Ratinho” Couto, falecido ontem aos 52 anos na Itália após queda fatal à beira do turístico lago Como, postaram suas lembranças e tributo ao aluno de Romero Jacaré, faixa-preta da Alliance que depois daria aulas na Brasa e Akxe BJJ, na Barra da Tijuca.</p>
<p>Nossa equipe colheu alguns dos depoimentos mais significativos entre as centenas de homenagens a Ratinho.</p>
<p><strong>– Roger Gracie: </strong><em></p>
<p>“Foi um final de semana lindo a celebrar a união de duas grandes pessoas, Rafael e Jordan Lang. Infelizmente, com um acidente trágico, e a perda de um querido amigo. Octavio Ratinho estará sempre em nossos corações.”</p>
<p><strong>– Chico Mendes:</strong></em></p>
<p>“A comunidade do Jiu-Jitsu perdeu um de seus mais técnicos professores, e um de seus caras mais legais. Foi ele que me ensinou a ensinar Jiu-Jitsu, e me mostrou que ensinar Jiu-Jitsu não era sobre medalhas de ouro, e sim mudar vidas e transformar pessoas. Em 1997, meus pais estavam se divorciando, meu professor Leozinho Vieira estava em São Paulo e eu não tinha com quem treinar. Ele me viu em Ipanema, perguntou se eu ia lutar a Copa Serrano e, ao ouvir que não estava treinando direito, me convidou para aparecer na Akxe. Ali mudei minha visão sobre o Jiu-Jitsu. Obrigado, Ratinho, Ratin, Tinrrá, Ratazana, Tio e tantos outros apelidos seus! Você certamente fez o nosso Jiu-Jitsu melhor.”</p>
<p><strong>– Tiago Asfora:</strong><em></p>
<p>“O mundo nos prega peças impossíveis de entender. Eu treinava na Nova Geração, ele, na Strike, do lado. Sempre escutei que ele era diferenciado na arte de ensinar. Cheguei a lutar com ele num desafio casado. Até que fui treinar na Alliance Barra, atual Akxe, e eles me acolheram de modo incrível, parecia que eu era cria dele e do Vini. E enfim entendi todo o burburinho que ouvia. Como ele conseguia enxergar tantos detalhes nas posições? Anos depois, resolveu explorar o mundo e voltava ao Rio só de vez em quando. Falava que não queria mais uma academia fixa, para conquistar a liberdade e passar mais tempo com a filha. Muito obrigado Ratinho, e descanse em paz. Seu astral, seu sorriso, sua elegância e seus ensinamentos serão sempre lembrados. Como sempre disse: sou seu fã!”</p>
<p><strong>– Rodrigo Comprido:</strong></em></p>
<p>“Ratinho, muito obrigado por tudo. Sou muito grato por ter tido um amigo como você na minha vida. Aproveita o paraíso!”</p>
<p>Relembre o professor em ação no vídeo a seguir, e deixe seu recado e seu tributo ao faixa-preta.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ratinho e Caneppa - Treino na Strike Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/gTVkVtMrtSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-repercussao-do-acidente-fatal-que-levou-octavio-ratinho-couto/">A repercussão do acidente fatal que levou Octavio “Ratinho Couto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O treininho de Roger e Leão Teixeira em visita à Alliance Leblon</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 15:03:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O treininho de Roger e Leão Teixeira em visita à Alliance Leblon</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_202877" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202877" class="wp-image-202877 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed.jpg" alt="Roger Gracie alonga após treino. Renzo, Leão Teixeira, Léo Leite e Rayron conversam." width="1024" height="753" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed-300x221.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed-768x565.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/unnamed-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-202877" class="wp-caption-text">Roger Gracie alonga após a sessão memorável de treino, em 2017. Renzo, Leão Teixeira, Léo Leite e Rayron conversam. Foto de Marcelo Dunlop.</p></div>
<p>A escola Alliance Rio sempre se notabilizou por receber bem os amigos e craques do Jiu-Jitsu, no seu amplo dojo no Leblon. Contudo, julho de 2017 foi especial. Ao abrir as portas para os treinos finais de Roger Gracie, a dias de sua luta de despedida contra Marcus Buchecha, a escola viu uma afluência de ídolos e treinos épicos que os felizardos ali presentes não esquecem.</p>
<p>Um desses treininhos foi entre Roger e o renomado mestre Leão Teixeira, num soltinho que prova que o Jiu-Jitsu, assim como as lendas e os heróis, não tem idade.</p>
<p>Relembre, divirta-se e bons estudos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roger Gracie e Zé Beleza em treino solto de Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/u4cjblumtR0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-treininho-de-roger-e-leao-teixeira-em-visita-a-alliance-leblon/">O treininho de Roger e Leão Teixeira em visita à Alliance Leblon</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Baú dos Mundiais: o sushi que quase derrubou Bruno Malfacine</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 19:43:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais uma história do baú de GRACIEMAG, no Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF. Em 2018, o craque Bruno Malfacine, ouro em 2007/09 /10/11/12 /14 /15 /16 /17/18, precisou penar antes de garantir sua décima medalha dourada como faixa-preta. Culpa dos prazeres da mesa e da ampla oferta de bons restaurantes na Califórnia, um obstáculo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_190574" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-190574" class="size-full wp-image-190574" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Malfacine-x-Rodnei-Barbosa-1.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Malfacine-x-Rodnei-Barbosa-1.jpg 750w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Malfacine-x-Rodnei-Barbosa-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/06/Malfacine-x-Rodnei-Barbosa-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p id="caption-attachment-190574" class="wp-caption-text">O decacampeão mundial faixa-preta Bruno Malfacine em ação no Mundial.</p></div>
<p>Mais uma história do baú de GRACIEMAG, no Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF.</p>
<p>Em 2018, o craque Bruno Malfacine, ouro em 2007/09 /10/11/12 /14 /15 /16 /17/18, precisou penar antes de garantir sua décima medalha dourada como faixa-preta.</p>
<p>Culpa dos prazeres da mesa e da ampla oferta de bons restaurantes na Califórnia, um obstáculo tradicional para os atletas que precisam brigar com a balança antes de lutar, em especial os menos experientes. Pois Bruno Malfa quase caiu nesta, e perigou não representar a Alliance no Mundial de 2018. Tudo obra de uma refeição não planejada antes de competir.</p>
<p>&#8220;Uma semana antes do Mundial da IBJJF em 2018, alguns amigos meus inventaram de ir em um rodízio de sushi&#8221;, ri Bruno. &#8220;Juro que tentei resistir, disse que não era uma boa ideia, até que eles me convenceram. O argumento era o de que íamos nos controlar e comer pouco!&#8221;</p>
<p>Bruno Malfacine, para quem não conhece a fera nascida em Duque de Caxias e morador da Flórida, é fã de um bom arroz com ovo, bife e um feijão bem temperado. Mas tampouco dispensa um bom sushi.</p>
<p>&#8220;Fico feliz em furar a dieta com o tradicional arroz, feijão, bife e ovo. Mas em termos de comer em grande quantidade, nada supera para mim a comida japonesa&#8221;, admite o glutão peso-galo.</p>
<p>&#8220;Fomos ao tal restaurante, e chegou ao ponto em que tive de deixar o dinheiro na mesa para poder me retirar, porque eu não conseguia mais me controlar. A galera estava pegando pesado, e eu também. Assim que cheguei no hotel e me pesei, estava &#8216;apenas&#8217; quatro quilos acima do limite. Isso nunca foi normal para mim, a uma semana do evento.&#8221;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bruno Malfacine vs Rodnei Barbosa / World Championship 2018" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/-RX0du-Q21k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Com foco e boca fechada, Malfa tratou de suar. &#8220;E graças a Deus deu tudo certo, consegui perder o excesso e bater o peso em cima do lance&#8221;, diverte-se o caçador de ouros, que vai tentar seu 11º este ano, no <a href="https://ibjjf.com/events/world-ibjjf-jiu-jitsu-championship-2021" target="_blank" rel="noopener">Anaheim Convention Center, dos dias 9 a 12 de dezembro</a>.</p>
<p>E você, amigo competidor, já caiu em tentação parecida? Como resolveu? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mundial-de-jiu-jitsu-2018-o-sushi-que-quase-derrubou-o-10-titulo-de-bruno-malfacine/">Baú dos Mundiais: o sushi que quase derrubou Bruno Malfacine</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>5 atitudes para você pegar logo a faixa-azul, com Caio Nucci</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 14:00:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O faixa-branca de Jiu-Jitsu sempre tem vez no GRACIEMAG.com, e por isso reforçamos hoje cinco dicas para você conquistar sua faixa-azul. Nosso mentor neste artigo é o professor Caio Nucci, faixa-preta da Alliance e nosso GMI, que detalhou os caminhos necessários para você subir logo de posto no Jiu-Jitsu. Leia, reflita e bons estudos. 1.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_175192" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Caio-Nucci.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-175192" class="size-full wp-image-175192" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Caio-Nucci.jpg" alt="Caio Nucci é o professor do dia no GRACIEMAG. Foto: arquivo pessoal " width="960" height="640" /></a><p id="caption-attachment-175192" class="wp-caption-text">O professor e GMI Caio Nucci conversa sobre Jiu-Jitsu com jovens faixas-brancas. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>O faixa-branca de Jiu-Jitsu sempre tem vez no GRACIEMAG.com, e por isso reforçamos hoje cinco dicas para você conquistar sua faixa-azul.</p>
<p>Nosso mentor neste artigo é o <a href="https://www.instagram.com/caio_nucci/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">professor Caio Nucci, faixa-preta da Alliance</a> e nosso GMI, que detalhou os caminhos necessários para você subir logo de posto no Jiu-Jitsu. Leia, reflita e bons estudos.</p>
<p><strong>1. Entenda a jornada</strong></p>
<p>“Gosto de, logo nas primeiras aulas, não apenas introduzir aspectos técnicos, mas sim, conversar e explicar sobre o Jiu-Jitsu e a metodologia da equipe&#8221;, explica professor Caio. &#8220;O começo da jornada na arte é a etapa em que a maioria desiste, por isso é muito importante fazer o iniciante entender o Jiu-Jitsu como um todo, desde a defesa pessoal até a postura e comportamento dentro e fora da academia”.</p>
<p><strong>2. Dedicação</strong></p>
<p>“A dedicação é um aspecto fundamental em qualquer área da vida, mas ao mesmo tempo, é difícil de ser posto em prática. Procuro sempre mostrar que todos nós, inevitavelmente, passamos por problemas ou dificuldades rotineiras que atrapalham nossos treinos. Porém, se quisermos nos graduar e realmente evoluir no esporte que amamos, será necessário dedicação e foco. Não existe atalho”, garante Nucci.</p>
<p><strong>3. Base sólida</strong></p>
<p>“Toda jornada de sucesso começa com uma base sólida. Esse conceito deve ser aplicado desde as primeiras aulas, de defesa pessoal até o exame para faixa-azul. Com a grande quantidade de informações e posições que vemos hoje em dia, os alunos tentam pular etapas e fugir dos movimentos básicos. Para evitar isso, sempre mostro que evitar as técnicas fundamentais acaba sendo fatal para a evolução do seu jogo no Jiu-Jitsu”.</p>
<p><strong>4. Seja pontual</strong></p>
<p>“Frequência e pontualidade. Essas são duas palavras chaves que ressalto em minha aulas. A receita é simples: quem treina evolui. Para mim, não existe milagre ou sorte, e sim muito suor deixado no tatame. Com pontualidade e assiduidade, conforme vamos praticando, adquirimos disciplina e equilíbrio para evitar os excessos em qualquer área de nossas vidas”, prega o faixa-preta da Alliance.</p>
<p><strong>5. A arte de sair da sombra</strong></p>
<p>“Sempre peço para meus alunos iniciantes arriscarem as técnicas que acabaram de aprender. É natural utilizarmos os aspectos mais fortes que temos na hora do treino para não ‘perdermos’ do companheiro. Mas essa é uma visão muito estreita de Jiu-Jitsu e atrasa a evolução. Prefiro o aluno que arrisque e seja finalizado dez vezes do que aquele que evita correr riscos e não tenta nenhuma posição”, conclui Caio Nucci.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=p1hjXxS0iuo</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/5-atitudes-para-voce-pegar-logo-a-faixa-azul-de-jiu-jitsu-com-caio-nucci/">5 atitudes para você pegar logo a faixa-azul, com Caio Nucci</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A lição de Rickson que mudou a vida do premiado chef Alex Atala</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2020 01:02:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Qual é a maior qualidade que o aprendiz é capaz de admirar num bom mestre? Uma das mais úteis, sem dúvida, é aquele olhar aguçado – que muitos chamam de talento – para reparar no erro que o aluno está cometendo, e ajudá-lo a corrigir, com comunicação simples e direta. O chef e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-208213" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-butterfly-1-1-gallerr-e1520949159944.jpg" alt="" width="1000" height="1000" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qual é a maior qualidade que o aprendiz é capaz de admirar num bom mestre?</p>
<p>Uma das mais úteis, sem dúvida, é aquele olhar aguçado – que muitos chamam de talento – para reparar no erro que o aluno está cometendo, e ajudá-lo a corrigir, com comunicação simples e direta.</p>
<p>O chef e cozinheiro premiado <a href="https://twitter.com/alexatala" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Alex Atala</a>, faixa-preta de Demian Maia que vestiu o kimono de Jiu-Jitsu pela primeira vez nos anos 1990, certa vez aprendeu com mestre Rickson Gracie uma lição simples, resumida numa frase, que mudou para sempre a sua vida profissional.</p>
<p>Em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=dd1iZnMpUjQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">conversa com o professor Fabio Gurgel</a> (perto de 1h05min), o mestre-cuca rememorou o episódio, que provocou uma senhora reviravolta em sua carreira.</p>
<div id="attachment_228550" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228550" class="size-full wp-image-228550" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/Alex_atala_15751919598.jpg" alt="" width="620" height="449" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/Alex_atala_15751919598.jpg 620w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/Alex_atala_15751919598-300x217.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/Alex_atala_15751919598-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /><p id="caption-attachment-228550" class="wp-caption-text">Alex Atala: o craque do paladar começou a treinar com Marcelo Behring em São Paulo, e hoje é faixa-preta de Demian Maia. Foto: Wikipedia/Divulgação</p></div>
<p>“Antes do reconhecimento e dos holofotes, eu passei dez anos apenas comendo, dormindo e cozinhando, sem fazer outra coisa em São Paulo”, lembrou Alex Atala, de 52 anos. “Eu me via trabalhando no meio de um caos, era penoso, até que entendi enfim uma frase genial do Rickson, que passei a guardar comigo sempre: ‘O segredo é encontrar o conforto no desconforto’&#8221;.</p>
<p>Naquela frase muito bem sintetizada, Atala percebeu no que estava errando:</p>
<p>&#8220;Ali eu aprendi que estava encarando muitas das minhas dificuldades rotineiras da forma errada. Afinal, a vida, o trabalho, o dia a dia, vão nos trazer desconforto o tempo inteiro, e lutar contra esse fato é gastar energia, pois é impossível mudar isso. Viver é administrar problemas. Daquele dia em diante, passei a encontrar o conforto no desconforto, e fui mais feliz.”</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-de-rickson-gracie-que-mudou-a-vida-do-premiado-chef-alex-atala/">A lição de Rickson que mudou a vida do premiado chef Alex Atala</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A “teoria furada” sobre a guarda-X, com Marcelinho Garcia e Vinicius Draculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 09:25:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em recente conversa pelo telefone com o professor de Jiu-Jitsu Vinicius Draculino, a equipe do GRACIEMAG.com apurou alguns detalhes interessantes sobre a mecânica da guarda-X, uma das técnicas mais usadas para raspar no Jiu-Jitsu competitivo de hoje. “Há um mito de que o guardeiro precisa ter pernas compridas para executar com eficiência a guarda-X”, diz&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_144738" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-144738" class="wp-image-144738 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1.jpg" alt="Marcelinho Garcia demonstra a mecânica da guarda-X para um ensaio na revista GRACIEMAG. Foto: Dan Rod" width="640" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-144738" class="wp-caption-text">Garcia analisa a mecânica da guarda-X em ensaio recente nas páginas de GRACIEMAG. Foto: Dan Rod.</p></div>
<p>Em recente conversa pelo telefone com o professor de Jiu-Jitsu Vinicius Draculino, a equipe do GRACIEMAG.com apurou alguns detalhes interessantes sobre a mecânica da guarda-X, uma das técnicas mais usadas para raspar no Jiu-Jitsu competitivo de hoje.</p>
<p>“Há um mito de que o guardeiro precisa ter pernas compridas para executar com eficiência a guarda-X”, diz Draculino. “O Marcelinho Garcia, que tem pernas curtas e é um grande especialista nessa posição, é a prova viva de que essa teoria é furada”.</p>
<p>“O fundamento mais importante para a prática da guarda-X”, continua o professor fundador da Gracie Barra BH, “é saber entrar embaixo do adversário e não se apavorar ao ficar nessa posição. O guardeiro precisa desenvolver a habilidade de deslocar o passador para o alto e se posicionar embaixo ele, sentindo-se confortável ali. Não se pode ficar travado, a posição requer mobilidade para sair e voltar, defender e atacar”.</p>
<div id="attachment_56626" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-56626" class="wp-image-56626 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1.jpg" alt="Draculino salutes each one of his students" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-56626" class="wp-caption-text">Draculino entre seus alunos: o professor foi um dos guardeiros mais respeitados dos anos 1990. Foto: GRACIEMAG.</p></div>
<p>Embora pareça um detalhe técnico simples, <a href="https://twitter.com/draculino" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Draculino</a> chama a atenção para a dificuldade que os iniciantes no Jiu-Jitsu têm para se arriscar em posições sob o peso do corpo do adversário. De fato, faixas-brancas costumam ter fobia em buscar esse tipo de situação. Preferem ficar à distância, preocupados com um possível amasso. “Antes de exorcizarem esse medo de ficar embaixo do oponente, eles jamais vão se dar bem com a guarda-X”.</p>
<p>Mas como se vence esse pavor que eventualmente nos bloqueia a explorar novas técnicas e ampliar nossos horizontes no Jiu-Jitsu? Consultamos então o ás na posição Marcelinho Garcia, astro da Alliance, que ofereceu uma bela resposta aos leitores de GRACIEMAG.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marcelo Garcia: No-Gi X-Guard sweep" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/m-ueyJXiShY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“É importante assumir riscos”, ensina Marcelinho. “Você não pode jamais ficar preso ao que é confortável. Recusar outras técnicas é se limitar, você não se desenvolve. Pior que perder no treino é ficar estagnado sem aprender&#8221;, prega o faixa-preta de Fabio Gurgel.</p>
<p>&#8220;Eu evoluí ao perder o medo de jogar aberto, de ir para cima, tentar alguma coisa, mesmo que no fim dê errado e eu seja finalizado. Perdi o medo de falhar e assim o meu jogo ficou completo”, garante o mito do ADCC.</p>
<p>Faça como Marcelinho e corra mais riscos, amigo leitor. Que tal nos próximos treinos adicionar a guarda-X ao seu jogo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&gt;&gt;&gt; Para ler artigos e analisar as técnicas mais úteis ao seu jogo, <a href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine GRACIEMAG</a> e receba em casa a revista de Jiu-Jitsu favorita dos campeões do esporte. Ou corra às bancas hoje mesmo e garanta a sua.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-teoria-furada-sobre-a-guarda-x-no-jiu-jitsu-com-marcelinho-garcia-e-vinicius-draculino/">A “teoria furada” sobre a guarda-X, com Marcelinho Garcia e Vinicius Draculino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As lições de Rolls Gracie, o faixa-preta que morreu jovem e mudou a história do Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/as-licoes-de-rolls-gracie-o-faixa-preta-que-morreu-jovem-e-mudou-a-historia-do-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=as-licoes-de-rolls-gracie-o-faixa-preta-que-morreu-jovem-e-mudou-a-historia-do-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 16:53:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Era um fim de semana sem vento em Visconde de Mauá, região conhecida pela exuberância de vales e cachoeiras, no Rio de Janeiro. Não se viam asas-deltas no céu, mesmo assim, Rolls insistiu em voar. “Campeão, levanta a asa para eu regular o sarcófago”, disse ao amigo Luis Fernando, que, meio contrariado, atendeu ao pedido.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_194179" style="width: 917px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194179" class="size-full wp-image-194179" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/Rolls-Gracie-treina-defesa-pessoal-com-Mauricao-Gomes-pai-de-Roger-Gracie.jpg" alt="Rolls Gracie em demonstração de Jiu-Jitsu e defesa pessoal com seu aluno Maurição Gomes, hoje faixa-coral e paizão da fera Roger Gracie. Foto: Portal Rollsgracie.com" width="907" height="614" /><p id="caption-attachment-194179" class="wp-caption-text">Rolls em demonstração de Jiu-Jitsu e defesa pessoal com seu aluno Maurição Gomes, hoje faixa-coral e paizão da fera Roger Gracie. Foto: Portal Rollsgracie.com</p></div>
<p>Era um fim de semana sem vento em Visconde de Mauá, região conhecida pela exuberância de vales e cachoeiras, no Rio de Janeiro. Não se viam asas-deltas no céu, mesmo assim, Rolls insistiu em voar. “Campeão, levanta a asa para eu regular o sarcófago”, disse ao amigo Luis Fernando, que, meio contrariado, atendeu ao pedido.</p>
<p>Luis ainda traz na memória os detalhes da cena: “Rolls fez todos os ajustes e correu para pular. A asa subiu um pouco para a direita, mas rapidamente embicou para a esquerda e caiu. Todos entraram em pânico. Saí correndo, descendo a ladeira, agarrando-me no mato alto. Quando me aproximei da asa, os olhos azuis do Rolls estavam abertos, apontando para cima à direita. Os braços estavam rígidos, como se lutasse para a asa subir. Parecia intacto, mas já estava morto”.</p>
<p>O acidente aconteceu no dia 6 de junho de 1982. Filho de Carlos criado por Helio Gracie, Rolls tinha 31 anos. Deixou mulher e dois filhos. Já naquela época, sabia-se que ele deixava também um valioso legado. No entanto, era cedo demais para se mensurar o quão valioso.</p>
<p>Hoje, com o distanciamento de mais de três décadas, o patrimônio herdado pela comunidade do Jiu-Jitsu ganha maior nitidez e impressiona pela grandeza. Veja, por exemplo, os campeonatos que lotam ginásios por todos os continentes.</p>
<p>“Foi espelhado no estímulo que o Rolls dava às competições que fundei a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu e, em seguida, a Federação Internacional de Jiu-Jitsu Brasileiro”, reconhece Carlos Gracie Jr.</p>
<p>O que dizer então da efervescência e do profissionalismo das academias? Tanto a Gracie Barra, como também a Alliance (que geraram diversas outras academias de prestígio no cenário mundial) foram criadas por discípulos diretos de Rolls.</p>
<p>Romero Jacaré, fundador da Alliance, sempre se refere ao Gracie com olhos lacrimejantes. “Ele é a razão de todo o nosso trabalho”, garante.</p>
<p>Também existem aspectos culturais e filosóficos no legado de Rolls. “Conheço diversas pessoas que, por causa dele, trocaram as drogas pelo culto à saúde”, conta Álvaro Romano, professor da Ginástica Natural.</p>
<p>Quando GRACIEMAG lançou em 2009 uma edição especial sobre “O estilo de vida do lutador de Jiu-Jitsu”, foi a biografia de Rolls que guiou a reportagem do começo ao fim. Na ocasião, escrevemos sobre tópicos como:</p>
<p><strong><em>“Não sacrifique suas refeições, nem o seu sono”;</em></strong></p>
<p><em>“Preserve o ambiente familiar”;</em></p>
<p><strong><em>“Estimule hábitos saudáveis aos próximos”;</em></strong></p>
<p><em>“Busque malhação ao ar livre”;</em></p>
<p><strong><em>“Viaje o máximo possível”;</em></strong></p>
<p><em>“Experimente a sensação de liberdade”;</em></p>
<p><strong><em>“Amizade, o bem número 1”;</em></strong></p>
<p><em>“Consuma cultura”;</em></p>
<p><strong><em>“Você que critica, onde estava na hora de fazer?”</em></strong></p>
<div id="attachment_194180" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194180" class="size-full wp-image-194180" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/Rolls-Gracie-vence-campeonato.jpg" alt="Rolls Gracie vibra ao vencer mais um campeonato de Jiu-Jitsu. Foto: RollsGracie.com" width="1000" height="600" /><p id="caption-attachment-194180" class="wp-caption-text">Rolls Gracie vibra ao vencer mais um campeonato de Jiu-Jitsu. Foto: RollsGracie.com</p></div>
<p>O primeiro tópico daquela reportagem, porém, era o que mais nos intrigava: “Hoje é um belo dia para morrer!”, escrevemos. “Todo samurai repete este pensamento ao acordar. Dê o melhor de si para não acontecer. Mas, se você está preparado para o pior, a vida fica fácil”.</p>
<p>Reavaliando aquele tópico, talvez tenhamos cometido um erro. De fato, Rolls estava preparado para enfrentar o mais tenebroso adversário num ringue – o primor técnico também faz parte da herança do Gracie. Foi ele quem começou a pesquisar outras modalidades de luta, adaptando conceitos “externos” para o Jiu-Jitsu. Praticava sambô, judô, wrestling&#8230; Sem contar esportes de outras<br />
naturezas, como ginástica olímpica, surfe, corrida, natação.</p>
<p>Rolls absorveu o melhor da técnica de seus antepassados e se consagrou como o grande campeão da família Gracie na década de 1970. Morreu, no entanto, desafiando algo trivial: a lei da gravidade. Aí está o suposto erro daquele tópico. Estar preparado para o pior não basta. Devemos nos preparar para tudo, inclusive para aquilo que não alimenta o nosso medo. Adversários banais, portanto subestimados, atacam quando menos esperamos. Às vezes, são esses ataques que roubam a nossa vida.</p>
<p>Você acaba de ler a primeira lição que identificamos ao investigar o legado do <a href="http://www.rollsgracie.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mitológico Rolls Gracie</a>. Listamos outros cinco aprendizados a seguir. Leia, reflita e faça bom proveito!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mestre Rolls Gracie vs Karate" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/bCBJ03RqLGA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>1. Não se feche</h3>
<p>Rolls cresceu na ebulição dos anos 1960. Foi jovem na “Época dos jovens”. É uma diferença e tanto se o compararmos aos grandes campeões que o antecederam na família Gracie, os quais estavam ligados a gerações de costumes mais conservadores, oriundas de um tempo em que a palavra “adolescência” ainda era um conceito pouco aplicado. Rolls se permitiu entrar em contato com o mundo que se transformava lá fora. Respeitou o melhor das tradições de sua família e da arte marcial que representava, porém, soube absorver as virtudes da modernidade e as retransmitiu.</p>
<p>Por mais que essa adaptação aos novos tempos pareça ser um movimento natural e lógico, não é bem assim que funciona para todo mundo. Pelo contrário. Não são poucos os que criam resistências intransponíveis a novidades, os que se fecham a experimentos, enfim, os que “param no tempo”. Rolls tinha mente aberta. Talvez isso ajude a entender o “grande feito” que muitos faixas-pretas atribuem a ele: “Rolls modernizou o Jiu-Jitsu”, garantem.</p>
<p>Sim, o Gracie estimulou campeonatos em formatos diferentes (na década de 1970 ele já filmava as competições para estudar os combates com os alunos na academia), praticou outras modalidades de luta, associou o Jiu-Jitsu a esportes radicais (vale lembrar que esportes radicais naquela época não tinham o mesmo apelo que têm hoje), disseminou novas técnicas e novas formas de lutar, viajou pelo mundo (sua mãe era funcionária da Lufthansa, o que representava ótimas oportunidades para conhecer culturas diferentes), adaptou a linguagem de dentro da academia à linguagem da juventude que então florescia, comunicando-se assim com todos os nichos de sua geração.</p>
<p>Fez isso tudo contendo o formalismo dos adultos e dando asas à liberdade de menino que pulsava dentro de si. Em vez de simplesmente repetir, Rolls renovou.</p>
<h3>2. Imponha o ritmo</h3>
<p>Muito da magia do Jiu-Jitsu se deve à demonstração de que homens franzinos (os “galinhas mortas”, como dizia grande mestre Helio Gracie) podem derrotar adversários de maior peso e envergadura. Como ensinam os decanos da arte suave, a técnica das alavancas permite que o “fraco” se defenda sem cansar. O adversário então gasta força e energia tentando ataques em vão.Com o tempo, é facilmente finalizado.</p>
<p>Rolls tinha medidas de um homem franzino, nunca passou dos 70 quilos. Mas curiosamente ele tinha um estilo de lutar que era mais ofensivo que defensivo, sempre com muita mobilidade. Rolls não queria esperar pelo cansaço do oponente. Buscava a queda. Se caísse por baixo, rasparia, agarraria nas pernas, iria pra cima&#8230; Era um lutador à procura de finalizações rápidas e mantinha isso como meta.</p>
<p>Rolls queria impor o ritmo, estivesse onde estivesse. Exaltava um estilo de avanço progressivo, seja em pé, por cima ou por baixo.</p>
<h3>3. Carisma é atitude</h3>
<p>O talento e o espírito competitivo de Rolls poderiam ter causado muita inveja e inimizades naqueles tempos. No entanto, o Gracie é lembrado como um boa-praça inconteste. Na família, assim como o pai, Carlos Gracie, era visto como um conciliador. Entre alunos e amigos, tinha o papel de liderança, mas não a liderança de um déspota, e sim a do guia que sabe ouvir, incentivar, ensinar e aprender. Rolls adorava crianças. “Às vezes tocava o telefone e era ele me chamando para ir ao cinema”, recorda Royler Gracie, que na época tinha por volta de 10 anos.</p>
<p>Sempre sorridente, dono de cativantes olhos azuis, Rolls parecia dominar a oratória e o emprego das palavras certas. “Certa vez, eu havia lutado seis vezes numa competição, estava cansado, sentei num canto, desanimado, e reclamei: ‘Tô morto’. Ele bateu no meu ombro e falou bem alto: ‘É, campeão, vitória sem sacrifício não vale nada’. Aquilo me acordou e acabei vencendo as lutas seguintes”, recorda o irmão Rilion.</p>
<p>“Quando Rolls morreu, eu deixei de competir. Hoje vejo a importância que ele tinha no meu estímulo, pois na verdade eu não lutava por mim, e sim por ele”, lembra Carlos Gracie Jr. Sempre ligado à natureza, Rolls levava os alunos para uma corrida descontraída e inspiradora nas Paineiras às segundas-feiras. Foi acompanhando e incentivando permanentemente seu grupo que o Gracie multiplicou os alunos. Os treinos não se resumiam à parte técnica.</p>
<p>Era muito importante o lado filosófico da arte marcial. Rolls não era apenas “popular” em sua época, ele era enturmado. Relacionava-se com formadores de opinião de diferentes setores da sociedade carioca da década de 1970. Não era uma questão de carisma. Isso era consequência. O mito Rolls Gracie se formou à base de uma mistura de bom coração e muita atitude.</p>
<div id="attachment_175236" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-175236" class="size-full wp-image-175236" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Rolls-Gracie-e-filhos-Foto-Acervo-Pessoal.jpg" alt="Rolls Gracie com os filhos Rolles e Igor. Foto: Acervo RollsGracie.com" width="640" height="581" /><p id="caption-attachment-175236" class="wp-caption-text">Rolls Gracie com os filhos Rolles e Igor: ele foi o &#8220;dono do maior coração da família&#8221;, segundo Helio Gracie. Foto: Acervo RollsGracie.com</p></div>
<h3>4. Viva intensamente</h3>
<p>“Numa sexta à noite ele se questionava: ‘Não sei se vou para Búzios, Teresópolis ou Nova York&#8230;’. E o pior que a dúvida existia realmente, não era tiração de onda”, lembra o amigo Ricardo Azoury. Em cerca de 30 anos de vida, Rolls competiu, ensinou, treinou, malhou, surfou, voou, viajou, montou a cavalo, casou, teve filhos, dedicou tempo à família e aos amigos, estudou, aprendeu, amou, e enriqueceu o Jiu-Jitsu. Deixou um legado. Fez isso tudo da forma mais intensa possível.</p>
<p>O interessante é que ele conseguia conciliar a fome de viver à rigorosa disciplina de alguns hábitos, como dormir oito horas por dia e se alimentar de acordo com as regras da Dieta Gracie. Era um exímio gerenciador de tempo. Soube aproveitar suas três décadas de vida melhor que muitas pessoas que chegam aos 80.</p>
<h3>5. Desafie-se</h3>
<p>Dono de um incansável espírito aventureiro, Rolls não se acomodava em zonas de conforto. Por isso estava sempre se desafiando. Se não havia mais adversários nos campeonatos de Jiu-Jitsu, ele buscava uma outra modalidade de luta. “Eu era garoto, e alguém chegou na academia dizendo que tinha um campeonato de karatê no fim de semana”, lembra Royler. “Rolls respondeu: ‘ Então inscreve a gente lá’. Não entendi nada, ele era assim, topava qualquer parada”.</p>
<p>Ao se expor constantemente a uma provação, Rolls alcançou uma incrível evolução pessoal. “A persistência fez dele um fenômeno”, avaliou o irmão Carlson. O faixa-vermelha Osvaldo Alves completa: “Quem disser que tinha alguém próximo ao nível dele não está sendo justo. Rolls estava 30 anos na frente de qualquer um”. Grande mestre Robson Gracie garante: “O Rolls foi o melhor do Jiu-Jitsu que já houve”. Já o saudoso mestre Helio definiu: &#8220;Rolls <span lang="pt">tinha o maior coração de todos os Gracie que conheci&#8221;.</span></p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=3Qo-49PrKpg</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-rolls-gracie-o-faixa-preta-que-morreu-jovem-e-mudou-a-historia-do-jiu-jitsu/">As lições de Rolls Gracie, o faixa-preta que morreu jovem e mudou a história do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Na nova revista digital: o Jiu-Jitsu e o sucesso, por Cauã Reymond</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 14:53:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A partir deste mês, o nosso leitor pode ler todos os artigos de GRACIEMAG de qualquer canto do planeta. Sim, a pedidos de muitos atletas em viagens para o exterior e de vários professores ensinando fora do Brasil, sua revista de Jiu-Jitsu favorita agora pode ser encontrada também em versão digital, para quem não quer&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203743" style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203743" class="size-full wp-image-203743" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Caua-e-Gigi-Meme.jpg" alt="Cauã Reymond faz sua guarda favorita contra Gigi Paiva, na Alliance Rio, no Leblon. Foto: Daniel Amaral/Gallerr." width="571" height="606" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Caua-e-Gigi-Meme.jpg 571w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Caua-e-Gigi-Meme-283x300.jpg 283w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Caua-e-Gigi-Meme-141x150.jpg 141w" sizes="auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px" /><p id="caption-attachment-203743" class="wp-caption-text">Cauã Reymond faz sua guarda favorita com Gigi Paiva na Alliance Rio. Foto: Daniel Amaral.</p></div>
<p>A partir deste mês, o nosso leitor pode ler todos os artigos de <a href="https://www.graciemag.com/category/revistas/" target="_blank" rel="noopener">GRACIEMAG</a> de qualquer canto do planeta.</p>
<p>Sim, a pedidos de muitos atletas em viagens para o exterior e de vários professores ensinando fora do Brasil, sua revista de Jiu-Jitsu favorita agora pode ser encontrada também em versão digital, para quem não quer esperar para ler nas bancas.</p>
<p>Para celebrar o lançamento deste presente para nossos amigos leitores em mais de 20 anos a serviço do Jiu-Jitsu, você pode assinar e receber um kimono Koral exclusivo, nas cores preto ou branco. <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e confira.</a></p>
<p>Este mês, sua GRACIEMAG, além de mais moderna, simples e eficiente, vai conquistar você com um artigo especial: como o Jiu-Jitsu influiu na trajetória de sucesso de uma das personalidades mais conhecidas no país, o ator e faixa-preta Cauã Reymond, aluno de Alexandre “Gigi” Paiva e de Paulo Sérgio Santos, da Alliance.</p>
<p>“Estou muito orgulhoso de estar na GRACIEMAG”, escreveu o ator Cauã Reymond nesta segunda-feira, em suas redes sociais. “Esta capa tem um valor sentimental muito grande. Devo ao Jiu-Jitsu muito da minha caminhada pessoal e profissional. O esporte não é só sobre o corpo, mas principalmente sobre a mente, o autocontrole e a força emocional. Muito obrigado, equipe GRACIEMAG”.</p>
<p>Seu veículo de lutas predileto tem ainda outros artigos especiais, como a aula de ataque nas costas de Neiman Gracie, atleta do Bellator, as consequências de Mayweather x Conor McGregor, entrevista com Marcus Buchecha e muito mais.</p>
<p>Para <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/gm-digital-12-edicoes-koral-classic-fit-serie-limitada-branco/" target="_blank" rel="noopener">ler a revista digital</a> e ver que outras atrações a edição traz, clique na imagem abaixo. Especialmente para este lançamento, oferecemos de brinde um artigo especial sobre o ídolo sumido Fernando Margarida, publicado recentemente. Oss!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-203744" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Nova-revista-digital-GRACIEMAG.jpg" alt="Nova revista digital GRACIEMAG" width="1280" height="847" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Nova-revista-digital-GRACIEMAG.jpg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Nova-revista-digital-GRACIEMAG-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Nova-revista-digital-GRACIEMAG-768x508.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Nova-revista-digital-GRACIEMAG-1024x678.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/Nova-revista-digital-GRACIEMAG-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/na-nova-revista-digital-o-jiu-jitsu-como-alavanca-para-o-sucesso-por-caua-reymond/">Na nova revista digital: o Jiu-Jitsu e o sucesso, por Cauã Reymond</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bruno Malfacine e a estreia no MMA: &#8220;É um Jiu-Jitsu diferente&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Sep 2017 15:32:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 27 de agosto, Bruno Malfacine deixou o kimono e as nove medalhas de ouro mundiais em casa, depois de vir de Orlando para o Rio de Janeiro especialmente para uma missão cercada de expectativa: testar seu Jiu-Jitsu voltando para o MMA diante do público, no Shooto Brazil. E foi uma estreia profissional&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203584" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203584" class="size-full wp-image-203584" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/malfa3.jpg" alt="Bruno Malfacine fez sua estreia no MMA no Shooto, no Rio, com uma vitória no armlock no R1. Foto: Eduardo Ferreira/ Gallerr" width="1280" height="852" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/malfa3.jpg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/malfa3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/malfa3-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/malfa3-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/malfa3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-203584" class="wp-caption-text">Bruno Malfacine fez sua estreia no MMA no Shooto, no Rio, com uma vitória no armlock no R1. Foto: Eduardo Ferreira/ Gallerr</p></div>
<p>No último dia 27 de agosto, Bruno Malfacine deixou o kimono e as nove medalhas de ouro mundiais em casa, depois de vir de Orlando para o Rio de Janeiro especialmente para uma missão cercada de expectativa: testar seu Jiu-Jitsu voltando para o MMA diante do público, no <a href="https://www.graciemag.com/2017/08/28/rodolfo-vieira-e-bruno-malfacine-usam-o-jiu-jitsu-e-finalizam-no-shooto-brasil-74/" target="_blank" rel="noopener">Shooto Brazil</a>. E foi uma estreia profissional impecável para o pequeno valente da Alliance.</p>
<p>O mito do peso-galo, nove vezes campeão mundial na faixa-preta, enfrentou o mais experiente Romário Boaes, e finalizou no armlock, logo a 1min34s do primeiro round. Bruno derrubou, passou a guarda de modo fulminante, mas perdeu a montada. Ao cair por baixo, trabalhou bem e catou o braço para encerrar a estreia.</p>
<p>A equipe GRACIEMAG bateu um papo com Malfacine para descobrir que lições ele tirou.</p>
<p><em><strong>GRACIEMAG: Parabéns pela estreia, Bruno. O que você sentiu ali no chão, sem os mesmos pontos de apoio que o kimono oferece, e com a pancadaria comendo solta?</strong></em></p>
<p><em><strong>BRUNO MALFACINE:</strong></em> Olha, não é um Jiu-Jitsu com o qual estou acostumado. É um Jiu-Jitsu um pouco diferente, voltado para o MMA, assim como o wrestling, o muay thai e o boxe também são adaptados para o MMA. Não é qualquer campeão mundial de Jiu-Jitsu que se adaptaria às regras do MMA. Estou aprendendo muito com mestre Ricardo Libório e adaptando da melhor maneira meu Jiu-Jitsu ao MMA. Eu tenho uma grande vantagem pelas minhas características, que adquiri no esporte. Isto é, o fato de eu jogar por cima, ser agressivo sempre e lutar o tempo todo buscando a finalização.</p>
<p><strong>Qual é a maior dificuldade para fazer o Jiu-Jitsu encaixar e fluir na hora da porrada?</strong></p>
<p>Desde que criaram minha categoria no UFC, acompanho todas as lutas da minha divisão. Sempre achei meu Jiu-Jitsu acima da média do que via no octagon, e sinto que tenho algumas facilidades para fazer meu Jiu-Jitsu fluir, assim como fiz na minha luta no Shooto. Porém, o maior desafio agora é conectar muito bem as transições com o ground and pound.</p>
<p><strong>Como foi aquele momento da luta em que você perdeu a montada? O que aprendeu ali?</strong></p>
<p>Dou aulas para iniciantes na minha academia, e entendo todo o conceito básico do Jiu-Jitsu para defesas há tempos. Quando meu oponente dominou meu braço, eu sabia que ele poderia inverter para o mesmo lado que o meu braço estava dominado. Mantive então minha base e usei a mão livre para bater. Foi quando perdi o equilíbrio e tive de apoiar a mão no chão, e nesse momento ele conseguiu o domínio do outro braço e me surpreendeu fazendo a inversão para o lado que eu não esperava.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Estréia de Bruno Malfacine no MMA ● Shooto Brasil 74" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/TD_-X2mHoeo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>E a sua guarda para o MMA? É similar ao Jiu-Jitsu esportivo?</strong></p>
<p>Penso ser necessário fazer algumas modificações na guarda para não se expor tanto, mas o objetivo é o mesmo do Jiu-Jitsu. Devido a quase todos os meus oponentes no Jiu-Jitsu de competição serem guardeiros, eu me tornei um passador. Mas confio muito no meu Jiu-Jitsu por baixo, de defesa, e me sinto bem confortável fazendo guarda. Eu sabia que iria sair uma finalização daquela posição.</p>
<p><strong>O que tem aprendido de melhor com o Libório, nos treinos na American Top Team?</strong></p>
<p>Mestre Libório tem insistido comigo que ficar por baixo no MMA nem sempre é a melhor opção. Quando eu cometi o erro e ele inverteu eu sabia que teria de finalizar logo, caso contrário o Libório iria me dar uma &#8220;chamada&#8221; daquelas (risos)! Graças a Deus deu tudo certo!</p>
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