<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vinicius Draculino | Graciemag</title>
	<atom:link href="https://www.graciemag.com/tag/vinicius-draculino-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Sep 2024 13:15:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/cropped-WhatsApp-Image-2023-08-09-at-20.29.31-32x32.jpeg</url>
	<title>Vinicius Draculino | Graciemag</title>
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Qual é o erro mais comum no Jiu-Jitsu quando você é faixa-azul?</title>
		<link>https://www.graciemag.com/qual-e-o-erro-mais-comum-no-jiu-jitsu-quando-voce-e-faixa-azul/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=qual-e-o-erro-mais-comum-no-jiu-jitsu-quando-voce-e-faixa-azul</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 13:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-azul]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Cachorrão]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Comprido]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Belfort]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=243976</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2009, a equipe GRACIEMAG investigou nas páginas da nossa revista sobre os erros e acertos que cometemos na etapa da faixa-azul. O artigo trazia uma série de posições e macetes ilustrados em imagens detalhadas. Hoje, relembramos esse artigo que ajudou tanta gente a passar de faixa, e separamos os melhores momentos do texto, com&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-erro-mais-comum-no-jiu-jitsu-quando-voce-e-faixa-azul/">Qual é o erro mais comum no Jiu-Jitsu quando você é faixa-azul?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222943" style="width: 537px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222943" class="size-full wp-image-222943" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2.jpg" alt="" width="527" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2.jpg 527w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2-297x300.jpg 297w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2-148x150.jpg 148w" sizes="(max-width: 527px) 100vw, 527px" /><p id="caption-attachment-222943" class="wp-caption-text">A estrela Dominyka Obelenyte aos 14 anos, na faixa-azul, ao vencer o Campeonato Mundial da IBJJF na divisão adulto. Foto: John Lamonica/ GRACIEMAG</p></div>
<p>Em 2009, a equipe GRACIEMAG investigou nas páginas da nossa revista sobre os erros e acertos que cometemos na etapa da faixa-azul. O artigo trazia uma série de posições e macetes ilustrados em imagens detalhadas. Hoje, relembramos esse artigo que ajudou tanta gente a passar de faixa, e separamos os melhores momentos do texto, com alguns vídeos que podem ajudá-lo.</p>
<p>Confira e aprenda com alguns grandes formadores de faixas-pretas.</p>
<p><strong>Ricardo “Cachorrão” Almeida – Líder da RABJJ, em Nova Jersey</strong></p>
<p>“Se eu tiver que apontar os três erros mais comuns dos faixas-azuis, a primeira com certeza será a postura. Eles são pegos diversas vezes no triângulo ou são raspados por estar com a postura errada. Para corrigir isso, meus alunos aprendem a abrir a guarda de pé e a passar a guarda emborcando o adversário. O segundo erro é a pegada das costas. Vejo os faixas-azuis perderem a posição por tentarem colocar os dois ganchos de uma vez. A correção disso é puxar o adversário para cima deles e colocar um gancho de cada vez. E o terceiro erro é o uso da força durante o combate. Pela inexperiência, eles tendem a dar preferência ao uso da força sobre a técnica, o que pode causar contusões. Para corrigir, nos mais jovens, o tempo e a experiência consertam a falha na maioria das vezes. Já entre os praticantes mais velhos, deixo claro que apenas tomando amasso nos treinos é que se corrigem os erros.”</p>
<p><strong>Milton Regis – Líder da Kioto BJJ, em Sayville, NY</strong></p>
<p>“Na faixa-azul, a confiança é algo a ser trabalhado e precisa ser exercitada como um movimento novo, e tanto pelo aluno como pelo professor. É tarefa do professor identificar quem são os alunos que estão a ponto de desistir. Como ajudar esse aluno? Oferecendo uma atenção especial, corrigindo detalhes, motivando toda vez que ele acertar algo, ainda que seja uma pequena evolução. Outra ideia é sugerir aulas privadas, e não forçar a participar de campeonatos se não for esse o objetivo do aluno. O praticante deve saber que uma eventual falta de fundamentos técnicos, se não for corrigida na faixa-azul, será muito difícil de ser sanada depois”.</p>
<p><iframe title="Blue Belt Submission Highlight (Part 1) | 2023 IBJJF Brasileiros" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/0aD5KR3D6Qg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Paulo Tavares – Líder da Paulo Tavares Academy, na Austrália</strong></p>
<p>“Quando por baixo, montado, um bom lutador nunca estica o braço nem dá as costas para escapar. Mantém a cabeça no chão e os cotovelos colados ao corpo. Isso grande mestre Helio Gracie já dizia. E gosto também de trabalhar o lado emocional dos lutadores. Aqui na academia, gosto de dizer que todos somos campeões. Ano passado, levei meus alunos para competir e, pelo pouco tempo, eu iria voltar feliz se eles não fossem finalizados, mas para a minha surpresa, os oito que competiram foram campeões.”</p>
<p><strong><br />
Sérgio Correa –&nbsp;Líder do time Marra Senki</strong></p>
<p>“Quando se fala em erros dos faixas-azuis, penso primeiro em controle de posição, depois em variação de posições, como por exemplo a variação entre estrangulamentos e chaves de braço e por último a insistência no erro, que só termina com muito treino específico.”</p>
<p><strong>João Pedro Santos – Líder da Choke Academy</strong></p>
<p>“Primeiro, falemos do estrangulamento da gola cruzada. Os faixas-azuis se precipitam e gastam força ao apertar antes de ajustar as pegadas, ou apertam abrindo os cotovelos. Para corrigir, os pulsos têm que ficar em contato com o pescoço na hora do ajuste e os cotovelos próximos um do outro enquanto a pressão no pescoço é feita com os pulsos. Na guarda, o erro está na postura. Os faixas-azuis se inclinam para frente ou para um dos lados, facilitando o ataque de quem está por baixo. E quando estão por baixo, não se preocupam em quebrar a postura do adversário antes de iniciar os ataques, o que facilita a passagem de guarda. Para resolver, se por cima, uma postura ereta dificulta para o adversário. Por baixo, deve-se ter claro que a postura do que está por cima deve ser quebrada. Por último, vejo que muitos faixas-azuis compram DVDs e livros de grandes estrelas do Jiu-Jitsu, mas por falta de experiência não conseguem discernir o que é realmente importante. No caso, o melhor é primeiro aprender os fundamentos antes de querer se especializar.”</p>
<p><strong>Vinícius “Draculino” Magalhães –&nbsp;Líder da GB Texas</strong></p>
<p>“A faixa-azul é o momento mais complicado da caminhada dentro do Jiu-Jitsu. Vemos uma grande discrepância técnica entre os atletas, já que encontramos desde aquele que acabou de ganhar a faixa até aquele que endurece com os mais graduados. Tecnicamente, porém, aponto a fraqueza na defesa contra finalizações, a falta no ajuste do posicionamento e a demora para captar os erros do adversário.”</p>
<p><strong>Demetrius Ramos – Líder da Tucson BJJ, no Arizona</strong></p>
<p>“Os faixas-azuis não têm uma boa base em pé. Para melhorar, precisam treinar mais técnicas do jogo em pé, além de outras opções como puxar para guarda. Outro problema é o desconhecimento das regras. Para isso, basta estudar as regras da IBJJF e participar de cursos de arbitragens. Por último, os azuis cansam rápido, principalmente nos grandes eventos. Para melhorar, deve-se acostumar a treinar mesmo estando cansado.”</p>
<p><iframe title="VITOR BELFORT VS RODRIGO COMPRIDO MEDEIROS BJJ Match BLUE BELT OLD SCHOOL Jiu Jitsu" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/BWUtNybUq-8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Rafael Lovato Jr – Líder do Lovato Jiu-Jitsu, em Oklahoma</p>
<p>“É difícil ser específico, pois o faixa-azul ainda tem muito a aprender, mas há pontos que merecem destaque. Deve-se manter os braços fechados quando o adversário estiver passando sua guarda. Muitos se esquecem disso e deixam o oponente colocar o gancho por baixo, o que torna a passagem de guarda quase certa. Para se prevenir, os braços devem estar colados. Outro erro é quando estiver passando a guarda, lembre-se de manter os cotovelos colados ao corpo, o que vai prevenir a guarda-aranha, raspagens, ataques ao braço, triângulos etc.”</p>
<p><strong>Alexandre “Soca” Carneiro – Líder da Soca BJJ, em New York</strong></p>
<p>“Três dicas: na meia-guarda, por baixo, o certo é entrar com o braço por baixo da axila do oponente para criar mais espaço para a reposição. Quando for pego na chave de pé, não rode para o lado contrário da torção, mas para o lado da pressão. Quando for atacado no estrangulamento, não tente abrir a própria gola, o que só irá ajudar o oponente a enterrar a mão.&#8221;</p>
<p>E para você, qual é o erro mais comum na faixa-azul do Jiu-Jitsu? Comente com a gente.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rio Open de Jiu-Jitsu - Final absoluto faixa-azul masculino" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sJbbCtHmy-A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-erro-mais-comum-no-jiu-jitsu-quando-voce-e-faixa-azul/">Qual é o erro mais comum no Jiu-Jitsu quando você é faixa-azul?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/vinicius-draculino-jiu-jitsu-e-os-vagalumes-no-breu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vinicius-draculino-jiu-jitsu-e-os-vagalumes-no-breu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 13:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[California]]></category>
		<category><![CDATA[desistir]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu sem kimono]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Ramirez]]></category>
		<category><![CDATA[masters]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial Sem Kimono]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial Sem Kimono 2008]]></category>
		<category><![CDATA[Texas]]></category>
		<category><![CDATA[triângulo]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=235792</guid>

					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor Vinicius “Draculino” Magalhães, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss! “Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/vinicius-draculino-jiu-jitsu-e-os-vagalumes-no-breu/">Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235793" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235793" class="wp-image-235793 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg" alt="Draculino conquistou o ouro na divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla" width="1024" height="604" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-300x177.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-768x453.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235793" class="wp-caption-text">Draculino conquistou o ouro na antiga divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla</p></div>
<p><em>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor <a href="https://www.instagram.com/draculinojj/" target="_blank" rel="noopener">Vinicius “Draculino” Magalhães</a>, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss!</em></p>
<p>“Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu já sabia disso, e repeti essa constatação em voz alta, no ginásio da Califórnia State University Dominguez Hills, no sábado, bem antes de tudo acontecer. Eu ainda não podia saber, claro. Mas, umas 24 horas depois, naquele domingo fatídico, eu acordaria na maior tranquilidade, pensando que era a manhã da luta – até ver que ao meu lado estava o Wellington Megaton, com os trajes de árbitro do <a href="https://ibjjf.com/events/results/2008-world-jiu-jitsu-no-gi-ibjjf-championship" target="_blank" rel="noopener">2º Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono</a>. Caí numa tocaia. Mas deixemos isso para o fim.</p>
<p>A história começou no sábado, 9 de agosto de 2008. Não, na real começou antes, no mês de maio. Foi quando aceitei a missão de estabelecer nos EUA e comandar a <a href="https://www.graciemag.com/2011/12/03/draculino-mostra-54-tecnicas-em-menos-de-12-minutos/" target="_blank" rel="noopener">Gracie Barra Texas</a>, na cidade de Houston. Após um período totalmente voltado para o MMA e para o desenvolvimento dos meus alunos, achei que era a hora de voltar a botar a cara nos torneios e sentir a adrenalina de competir entre a garotada.</p>
<p>Estou com 37 anos. Não lutava um campeonato na categoria adulto desde 2002, no Pan da IBJJF. Com as coisas mais mansas, e com 150 alunos em Houston, quis mostrar a eles que o Jiu-Jitsu é para todos, e que mais vale cair dentro e lutar do que ficar pensando em desculpas ou se esconder atrás da fama.</p>
<p>A merda de ficar afastado é que você perde muito a tarimba, as manhas de competição – o ritmo da luta, a malandragem, coisas assim. Estranhei até como bater o peso para o campeonato, depois de tanto tempo sem enfrentar as balanças. O segredo é saber quantos quilos você perde ao dormir, e assim calcular certinho quanto você precisa bater pela manhã, para não ficar nem muito acima nem muito abaixo do seu peso ideal. Por isso passei aqueles dias carregando minha balança a tiracolo pelo ginásio, enquanto o pessoal brincava comigo.</p>
<p>A melhor sensação para mim foi na hora de aquecer, aquele frio na barriga antes da primeira luta. Não se trata de medo, você sabe. É pura adrenalina nas veias. Como eu estava dizendo, o vale-tudo e o MMA são extremos, claro, e podem ter lances brutais. Mas por outro lado você conhece o adversário, estuda o estilo do rival com antecedência, ganha uma bolsa boa, passagens aéreas para você e seu time – e faz uma luta só e a missão está cumprida. Praticamente o oposto do Jiu-Jitsu, em que lutamos por amor ao esporte, não faz ideia sobre quem vai encarar e o que pode acontecer.</p>
<p>A única coisa certa em todos os torneios de Jiu-Jitsu, por exemplo, é que vai haver ao menos uma grande surpresa, uma zebra a galopar nos tatames. O negócio é fazer tudo certinho para que não seja contra você.</p>
<p>Preparei meu Ipod com 4 mil músicas. Nada de hip-hop, que sou da antiga, mas acabei não escutando meu rock favorito antes da hora da verdade – “Angel of death”, da banda Slayer. Olha aí, vai ver que foi isso que fez a diferença, que causou aquele lance com os vagalumes. Tremendo papelão, foi o que pensei na hora. Mas claro que não me envergonho agora. Vergonha eu teria caso eu mutucasse, fugisse da luta ou agisse como um frouxo.</p>
<p>Em campeonatos de Jiu-Jitsu, e aí vale com ou sem kimono, já vi o certo dar errado, o errado dar certo, a técnica perder para ignorância e vice-versa. Depende do dia de cada um, e de outra série de fatores. Essa é a magia do esporte. E é essa magia que me faz estar lá sempre no ginásio, mesmo quando eu não vou lutar, e encarar calor ou frio nos ginásios da Califórnia.</p>
<p>Naquele fim de semana, o calorão estava especial, e o clima dentro da área de lutas não era mais ameno. Afinal, não é sempre que podemos ver em ação Saulo Ribeiro, Roberto Godói, Baret Yoshida, Jorge Pereira e tantos outros nomes da minha época. Tanto que a divisão de masters tinha mais astros que na categoria adulto.</p>
<p>Porém, formado por uma nova geração de astros, faixas-pretas cascas-grossíssimas, o adulto foi um espetáculo para os torcedores. Acostumado a um tempo em que víamos um mar de caras feias e lutadores cheios de marra, me impressionou ver como a molecada atual é educada, cordial e respeitosa com a gente e entre eles. Todos se cumprimentavam, trocavam reverências, numa clara demonstração que lutam para se divertir e evoluir, antes de tudo. Alguns, inclusive, me disseram que eu era um grande exemplo, por estar ali inscrito entre eles após faturar o ouro na minha divisão de 37 anos. Foi muito legal ouvir isso.</p>
<p>Eu sabia que não precisava provar nada a ninguém – exceto a você mesmo, todos os dias da vida. Por isso eu cheguei a rir ao ver uma luta da garotada. Percebi que para chegar perto da explosão, timing e pujança dos garotos, eu precisaria de uns cinco campeonatos em sequência. Foi o ritmo forte da maioria, mais do que a técnica, que me chamou a atenção. O que dizer de Rubens Cobrinha? A luta dele pelo ouro dos leves, contra Jeff Glover, foi a luta que mais me impressionou no evento. Um verdadeiro jogo de xadrez, vencido por Cobrinha por uma vantagem ao quase chegar do lado e dar um bote nas costas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Time Travel Tuesdays - Rubens Cobrinha Charles vs Jeff Glover   Nogi Worlds 08" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/h6cNbCw6pkU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Na minha divisão, o peso-pena, Bruno Frazatto venceu Denilson Pimenta na final. Pimenta luta desde a minha época também, e é um cara bem forte e completo. Bruninho usou sua guarda para raspar e virar a luta no finzinho, quando perdia por 2 a 4. Um lutão de duas, com o perdão da expressão chula, “putas velhas de tatame”.</p>
<p>O grande nome do evento, claro, foi Antonio Braga Neto, campeão absoluto após vencer Gabriel Vella numa final sensacional, no cair da tarde de domingo. Braga Neto surpreendeu ao, com segundos de luta, ir para cima e derrubar Vella, caindo por cima.</p>
<p>No feminino, a mesma coisa, vi muita técnica e humildade. Além da campeã absoluta, a faixa-marrom Ana Laura Cordeiro, campeã após vencer Ana Carolina e Penny Thomas, ainda vi Letícia Ribeiro finalizando bonito no peso-pluma.</p>
<p>E, para coroar, ainda teve o Saulo Ribeiro, campeão meio-pesado numa divisão cheia de garotos, como Gregor e Igor Gracie, que estavam cheios de fome de vitória.</p>
<p>Campeonatos são assim, uma grande festa, em que mesclam-se estilos e experiências. No meu caso, senti falta de ritmo, acredito. Admito que, mesmo após vencer o peso-pena entre os veteranos, não fiquei completamente satisfeito com minha exibição. Achei minhas duas lutas truncadas.</p>
<p>Até que chegou a hora de lutar entre os adultos. E eu, que quase não cometia erros tolos quando era competidor assíduo, acabei cometendo aquele erro primário, logo em minha primeira luta no adulto.</p>
<p>Era cerca de uma e meia da tarde de domingo. Eu sabia que meu oponente, Johnny Ramirez, era um aluno do Rodrigo Medeiros e um cara bem duro. Afinal, ele tinha feito uma luta boa com meu aluno Samuel Braga, em que o Samuel venceu por dois ou três pontos. Fiz minha tática, então: pus na guarda, raspei como manda o figurino e fiquei ali por cima fazendo minhas vantagens na meia-guarda.</p>
<p>Quando a luta parou e voltou no meio, tentei dar uma movimentada maior. Fui fazer uma passagem de guarda um pouco arriscada quando não há o kimono, em que se bota a mão no joelho para pressionar e passar por cima da perna. Deu no que deu.</p>
<p>Ao ver a gravação depois, eu não sabia se ria ou chorava. Meu braço escorregou certinho e caiu dentro do triângulo dele. Eu pulei para dentro do golpe!</p>
<p>Rapidamente, tentei fazer a defesa tradicional do triângulo, no que ele laçou minha perna. Golpe arrochado, vi então voltar aquela poderosidade da antiga, dos tempos em que minha geração foi criada a ferro e fogo. Eram tempos duros, quando incutiam na gente que devíamos ir até o fim para não ser finalizado. E, com os três tapinhas, não poderíamos testar de fato onde era o fim, certo?</p>
<p>Dormir ou bater? Eu, que nunca tinha batido na minha vida num campeonato, decidi que não seria logo agora, aos 37 anos. Não, eu não desistiria depois de velho, naquele Mundial Sem Kimono da IBJJF.</p>
<p>Naquele instante, com meu pescoço imprensado dentro do triângulo, cinco reflexões cruzaram minha mente na velocidade do pensamento:</p>
<p><em>1. Puta merda, que erro! Caí dentro do triângulo feito um idiota.</em></p>
<p><em>2. Preciso me defender.</em></p>
<p><em>3. Ih, não vai dar para defender. Caramba, agora eu sei exatamente como o Royler se sentiu no ADCC 2003. O que faço?</em></p>
<p><em>4. Ferrou. E agora: bater ou não bater?</em></p>
<p><em>5. Bater é o caralho. Vou ficar aqui mesmo.</em></p>
<p>Cheguei até a sonhar. Dormir num golpe é uma sensação estranha, porque é um lance suave. Não é nada traumático, como um nocautaço no vale-tudo. Primeiro, aparecem umas luzes piscando, como um bando de vaga-lumes. Quando você não espera mais, dorme.</p>
<p>Jiu-Jitsu, portanto, é isso: errou, já era, apagou. Deixo claro, primeiro, que meu jovem oponente teve todos os méritos. Segundo: batucar e desistir em campeonato não é demérito para ninguém, pelo contrário. Isso é loucura minha que ninguém deve pensar em seguir, não.</p>
<p><em>The end.</em>&#8221;</p>
<div id="attachment_235800" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235800" class="size-full wp-image-235800" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235800" class="wp-caption-text">Draculino com os alunos na GB, em foto de Bruno O&#8217;Hara / Divulgação.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/vinicius-draculino-jiu-jitsu-e-os-vagalumes-no-breu/">Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cristiano &#8220;Titi&#8221; e a conversa que o moldou como lutador</title>
		<link>https://www.graciemag.com/cristiano-titi-e-a-conversa-que-o-moldou-como-lutador/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cristiano-titi-e-a-conversa-que-o-moldou-como-lutador</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 22:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiano Lazzarini]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra Centro]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Titi]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=238858</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI, o faixa-preta Cristiano Lazzarini possui vasta bagagem no Jiu-Jitsu e no MMA. Aluno do mestre Vinicius “Draculino” Magalhães, o popular “Titi” lidera a Gracie Barra Centro, sediada em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais. Cristiano valoriza o Jiu-Jitsu básico e eficiente e defende que um lutador deve sempre estar ativo nas competições.&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/cristiano-titi-e-a-conversa-que-o-moldou-como-lutador/">Cristiano “Titi” e a conversa que o moldou como lutador</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_238859" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238859" class="size-large wp-image-238859" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Cristiano-Lazzarini-pic1-1024x974.jpeg" alt="" width="650" height="618" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Cristiano-Lazzarini-pic1-1024x974.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Cristiano-Lazzarini-pic1-300x285.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Cristiano-Lazzarini-pic1-768x731.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Cristiano-Lazzarini-pic1-150x143.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Cristiano-Lazzarini-pic1.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-238859" class="wp-caption-text">Cristiano &#8220;Titi&#8221; ao lado do mestre Vinicius &#8220;Draculino&#8221;. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Nosso GMI, o faixa-preta <a href="https://www.instagram.com/cristianotitilazzarini/">Cristiano Lazzarini</a> possui vasta bagagem no Jiu-Jitsu e no MMA. Aluno do mestre Vinicius “Draculino” Magalhães, o popular “Titi” lidera a <a href="https://www.instagram.com/graciebarracentrobh/">Gracie Barra Centro</a>, sediada em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais. Cristiano valoriza o Jiu-Jitsu básico e eficiente e defende que um lutador deve sempre estar ativo nas competições. Além disso, Lazzarini preza por uma equipe unida, leal e que notabilize o respeito pelos professores.</p>
<p>Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Cristiano Lazzarini comentou quando estará novamente em ação nos tatames e revelou uma conversa com o mestre Vinicius “Draculino” durante uma competição que foi determinante para o futuro de “Titi” no Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG: </em></strong><strong>Quais foram as lições marcantes que você aprendeu ao longo desses anos no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><em>CRISTIANO “TITI” LAZZARINI: </em>Eu dei muita sorte de estar desde a faixa-branca até a faixa-preta no 5º grau com meu mestre “Draculino”. O espírito de equipe nos foi passado por ele. O atleta nunca se sobrepõe ao grupo. Além disso, sempre houve lealdade e respeito na nossa equipe, com pouquíssimas exceções. Não há um atleta de peso dentro da equipe que tenha saído do time. Logicamente, os treinamentos e as competições me ensinaram muito, independente da vitória ou da derrota, sempre há um aprendizado.</p>
<p><strong>Quais foram os motivos da mudança da BH Rhinos para a Gracie Barra Centro?</strong></p>
<p>Sempre representei a Gracie Barra como lutador. A BH Rhinos nasceu de uma necessidade de ter um pessoal para treinar comigo para minhas lutas de MMA, já que o “Draculino” tinha se mudado pra Houston. O time cresceu e ganhamos o prêmio de melhor equipe de MMA de Minas Gerais por dois anos consecutivos. Trabalhei com o MMA mais por amor do que por dinheiro. Coloquei atletas para lutar em todos os principais eventos do Brasil e do mundo, mas o MMA não tem a lealdade que aprendi e carrego comigo até hoje. Além disso, a parte financeira é uma conta que não fecha muito bem. Por isso e outros motivos pessoais, resolvi me afastar totalmente do MMA profissional e me dedicar exclusivamente ao Jiu-Jitsu. Dessa forma, nasceu a Gracie Barra Centro, que se mostra cada dia mais unida e mais cheia.</p>
<p><strong>Poderia compartilhar alguma história marcante nos campeonatos, seja no MMA ou no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Uma história que me marcou muito ocorreu em 1997, quando disputei o Campeonato Brasileiro da CBJJ e conquistei minha primeira medalha de ouro pela Gracie Barra. Eu estava há pouco tempo na faixa-azul e nunca tinha lutado um campeonato tão expressivo. Quando chegamos no Brasileiro, vi lutadores com as faixas puídas, orelha estourada e pensei: “vai ser difícil”. Mas como eu vinha do muay thai, não fiquei tão nervoso. Fiz seis lutas e quando faria a semifinal, falei todo feliz ao “Draculino” que o bronze já estava garantido. Ele me olhou firme e mandou: “nada de bronze, você vai ser campeão hoje”. Aquilo me encheu de confiança e eu ganhei o título. Essa conversa mudou o rumo da minha vida.</p>
<p><strong>Já sabe quando estará em ação novamente em alguma competição?</strong></p>
<p>Farei a luta principal do evento BJJ Storm, em Belo Horizonte, no dia 4 de dezembro. Ainda não posso revelar o adversário, mas vou enfrentar um grande atleta que fez várias lutas no UFC. O combate sem kimono e terá dez minutos de duração.</p>
<p><strong>Qual é o diferencial da Gracie Barra Centro em relação às demais da região?</strong></p>
<p>Eu prezo pelo Jiu-Jitsu básico muito bem ensinado na Gracie Barra Centro. Além disso, o ambiente da academia é familiar demais. O pessoal entende o jeito que gosto que tratem os novatos, que ajudem os menos graduados e respeitem os professores.</p>
<p><strong>Que dicas você daria a um atleta que pretende se tornar um lutador de alto nível?</strong></p>
<p>Minhas dicas para um lutador que deseja chegar ao alto nível são: procure uma academia que tenha um professor sério e competente; respeite seu mestre, seus colegas e seu ambiente de treino; treine muito a parte em pé; não se esqueça das posições básicas do Jiu-Jitsu; faça um planejamento da sua semana e tente ao máximo cumpri-lo; faça musculação e se alimente bem; mantenha-se ativo nos campeonatos; blinde sua mente e foque em seus objetivos.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/cristiano-titi-e-a-conversa-que-o-moldou-como-lutador/">Cristiano “Titi” e a conversa que o moldou como lutador</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rivalidades como Preguiça x Gordon Ryan elevam o Jiu-Jitsu de patamar?</title>
		<link>https://www.graciemag.com/rivalidades-como-preguica-x-gordon-ryan-elevam-o-jiu-jitsu-de-patamar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rivalidades-como-preguica-x-gordon-ryan-elevam-o-jiu-jitsu-de-patamar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 15:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ADCC]]></category>
		<category><![CDATA[Amaury Bitetti]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Preguiça]]></category>
		<category><![CDATA[Gordon Ryan]]></category>
		<category><![CDATA[Irmão Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu sem kimono]]></category>
		<category><![CDATA[rivalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo Jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Cobrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<category><![CDATA[Who's Number One]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=237134</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; [ Por Gabriel Almada ] &#160; Protagonistas de uma das mais quentes rivalidades do Jiu-Jitsu hoje, Felipe &#8220;Preguiça&#8221; Pena e Gordon Ryan já têm data e local para o próximo duelo. A luta sem kimono será a 7 de agosto, pelo evento Who&#8217;s Number One, pouco mais de um mês antes do ADCC 2022.&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/rivalidades-como-preguica-x-gordon-ryan-elevam-o-jiu-jitsu-de-patamar/">Rivalidades como Preguiça x Gordon Ryan elevam o Jiu-Jitsu de patamar?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237137" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237137" class="wp-image-237137 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Preguica-x-Ryan-.jpg" alt="" width="800" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Preguica-x-Ryan-.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Preguica-x-Ryan--300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Preguica-x-Ryan--768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Preguica-x-Ryan--150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-237137" class="wp-caption-text">Felipe Pena contra Gordon em 2016, na Califórnia, em duelo sem tempo. Fotos de Luca Atalla.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>[ Por Gabriel Almada ]</strong> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Protagonistas de uma das mais quentes rivalidades do Jiu-Jitsu hoje, Felipe &#8220;Preguiça&#8221; Pena e Gordon Ryan já têm data e local para o próximo duelo.</p>
<p>A luta sem kimono será a 7 de agosto, pelo evento Who&#8217;s Number One, pouco mais de um mês antes do ADCC 2022.</p>
<p>O confronto entre os fenômenos do esporte não terá limite de tempo e o vencedor será conhecido apenas por meio de finalização ou desistência de um dos lados.</p>
<p>O americano e atual campeão absoluto do ADCC e o atual campeão mundial de Jiu-Jitsu pela IBJJF já se encararam duas vezes. E o brasileiro formado pela Gracie Barra derrotou o arquirrival lapidado pelo treinador John Danaher em ambas as ocasiões.</p>
<p>O mineiro, por sinal, já superou Ryan num embate sem limite de tempo na faixa-preta, na única vez em que Gordon perdeu sob essas regras. Em dezembro de 2016, Felipe finalizou com um mata-leão, após 40 minutos exaustivos, no evento Studio 540 Superfight, na Califórnia. <a href="https://www.graciemag.com/2016/12/19/em-duelo-de-1-hora-felipe-preguica-finaliza-gordon-ryan-com-um-mata-leao-no-jiu-jitsu-sem-kimono/" target="_blank" rel="noopener">(Relembre como foi, aqui.)</a></p>
<p>Em 2017, no ADCC, nova colisão dos craques, e nova vitória de Felipe de modo magistral. Na finalíssima do absoluto, Preguiça anulou o rival, pegou as costas e o derrotou por 6 a 0, para se tornar o rei do absoluto do ADCC 2017.</p>
<p>Para o notório professor Vinicius &#8220;Draculino&#8221; Magalhães, fundador da GB-BH que formou Felipe, a rivalidade entre o aluno e o americano já faz mais barulho que outras clássicas colisões do Jiu-Jitsu, como Amaury Bitetti x Fabio Gurgel nos anos 1990 e Roger Gracie x Ronaldo Jacaré na década de 2000.</p>
<p>“A rivalidade desses dois já está num patamar igual ou maior de outras clássicas do Jiu-Jitsu, como Roger x Jacaré, Amaury x Fabio, Rafa Mendes x Cobrinha e algumas outras&#8221;, reflete Draculino. &#8220;A diferença agora é que a mídia é maior, muito mais rápida e contundente. Antes a gente acompanhava muito os rumores, aguardava um mês para sair a revista, com as entrevistas. Hoje o cara larga aquela alfinetada nas redes, e tem a réplica e a tréplica na mesma semana, por vezes no mesmo dia. A proporção fica bem maior&#8221;.</p>
<p>Para Dracu, a rivalidade contribui para o esporte, contanto que não descambe para ataques à honra:</p>
<p>&#8220;A grande diferença é que atualmente há menos respeito. Não é o caso do Preguiça e Gordon ainda, mas já li gente passando de qualquer limite, falando da família dos rivais. Hoje me parece que há lutadores que preferem ser odiados do que ignorados, pela publicidade. Temos que preservar mais a arte marcial e a filosofia do esporte. Rivalidade é sadio, mas com respeito e ética. As pessoas nas redes sociais muitas vezes fazem qualquer coisa por um minuto de atenção”, completou o professor radicado no Texas.</p>
<p>Tecnicamente, Vinicius Draculino avalia que Preguiça x Ryan também têm ajudado o Jiu-Jitsu sem kimono e a luta agarrada a subirem de nível.</p>
<p>“O interessante da rivalidade dos dois é que o Gordon Ryan, ao tentar aplicar o jogo de chave de pé, acabou expondo as costas, no que o Preguiça se beneficiou para conquistar posições perigosas”, ponderou Draculino. “Se você perceber, foi exatamente isso o que aconteceu nas duas lutas entre eles. Então isso os obrigou a ajustar o jogo de chave de pé de ambos, para melhorar ataques, defesas e o contra-ataque. Ao mesmo tempo, Preguiça mostrou que a pegada pelas costas pode ser realizada dali, uma técnica ousada. Então, realmente, as batalhas entre eles enriqueceram o conteúdo técnico do Jiu-Jitsu”, concluiu Dracu, que também disputou o ADCC nas antigas.</p>
<p>Os dois arquirrivais vêm de vitórias. Logo após o ouro absoluto do Mundial 2021, Preguiça anunciou a aposentadoria das competições de kimono para se dedicar exclusivamente ao grappling e ao MMA. Em sua última apresentação, Felipe Preguiça derrotou Henrique Ceconi por duas punições, em combate sem pano no BJJ Stars 8, em 29 de abril.</p>
<p>Já Gordon triunfou no evento principal do Who´s Number One, há cerca de dois meses, ao finalizar Jacob Couch no armlock no começo do confronto. No ADCC 2022, em 17 e 18 de setembro, Gordon Ryan vai em busca do troféu da superluta, contra André Galvão, mas também vai se jogar no peso acima de 99kg, mesma divisão de Preguiça.</p>
<p>Para conquistar o peso e o absoluto, Gordon teve performance irretocável no ADCC 2019. Na final do peso, finalizou Vinícius Trator com um mata-leão. Na final do absoluto, superou o monstro sagrado Marcus Buchecha na decisão.</p>
<p>Além do craque da Gracie Barra, o atual ouro duplo do ADCC tem outros duríssimos compromissos agendados. Em 15 de julho, o campeão marrento disputa o título meio-pesado do Who’s Number One (WNO) contra o campeão Pedro Marinho, em Dallas, no Texas.</p>
<p>Como será mais esse duelo, fiel leitor? Preguiça há de manter a invencibilidade contra Gordon? Ou o habilidoso americano vai conseguir se vingar do brasileiro? Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rivalidades-como-preguica-x-gordon-ryan-elevam-o-jiu-jitsu-de-patamar/">Rivalidades como Preguiça x Gordon Ryan elevam o Jiu-Jitsu de patamar?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Veja Draculino x Yamazaki, no Pan de Jiu-Jitsu 1995</title>
		<link>https://www.graciemag.com/relembre-draculino-x-yamazaki-no-pan-da-ibjjf-em-1995/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=relembre-draculino-x-yamazaki-no-pan-da-ibjjf-em-1995</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 16:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra – BH]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Pan]]></category>
		<category><![CDATA[Pan de Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/pt/?p=149768</guid>

					<description><![CDATA[<p>No TBT desta quinta-feira, relembre o clássico combate entre Vinicius &#8220;Draculino&#8221; Magalhães e Fernando Yamazaki, realizado no primeiro Pan da IBJJF, em 1995. Oss!</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/relembre-draculino-x-yamazaki-no-pan-da-ibjjf-em-1995/">Veja Draculino x Yamazaki, no Pan de Jiu-Jitsu 1995</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No TBT desta quinta-feira, relembre o clássico combate entre Vinicius &#8220;Draculino&#8221; Magalhães e Fernando Yamazaki, realizado no primeiro Pan da IBJJF, em 1995. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Draculino vs. Yamazaki - DraculinoBJJTraining.com" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/_CcRGa7GBcc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/relembre-draculino-x-yamazaki-no-pan-da-ibjjf-em-1995/">Veja Draculino x Yamazaki, no Pan de Jiu-Jitsu 1995</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3 dicas de Vinicius Draculino para você melhorar o controle e a finalização nas costas</title>
		<link>https://www.graciemag.com/3-dicas-de-vinicius-draculino-para-voce-melhorar-o-controle-e-a-finalizacao-nas-costas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=3-dicas-de-vinicius-draculino-para-voce-melhorar-o-controle-e-a-finalizacao-nas-costas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 02:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[caminho]]></category>
		<category><![CDATA[costas]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[detalhe]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-pret]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[kimono]]></category>
		<category><![CDATA[pegada]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=210317</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fundador da Gracie Barra BH, Vinícius Draculino se tornou um especialista em chegar nas costas do adversário. Com 40 anos de prática nas artes marciais e dois vice-campeonatos no Mundial da IBJJF, o professor conversou com GRACIEMAG sobre os segredos do bom ataque. Para &#8220;Dracu&#8221;, as posições de costas e montada são como bater um&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/3-dicas-de-vinicius-draculino-para-voce-melhorar-o-controle-e-a-finalizacao-nas-costas/">3 dicas de Vinicius Draculino para você melhorar o controle e a finalização nas costas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_210319" style="width: 806px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-210319" class="size-full wp-image-210319" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu.jpg" alt="" width="796" height="530" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu.jpg 796w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /><p id="caption-attachment-210319" class="wp-caption-text">Draculino ajusta a pegada de costas. Foto: Jim Santiago para GRACIEMAG</p></div>
<p>Fundador da Gracie Barra BH, Vinícius Draculino se tornou um especialista em chegar nas costas do adversário. Com 40 anos de prática nas artes marciais e dois vice-campeonatos no Mundial da IBJJF, o professor conversou com GRACIEMAG sobre os segredos do bom ataque.</p>
<p>Para &#8220;Dracu&#8221;, as posições de costas e montada são como bater um pênalti no futebol, chegar em tal situação traz grande responsabilidade e perder a chance de definir não pode ser uma possibilidade. Caso bata para fora, não quebrar mentalmente também é de suma importância.</p>
<p>Confira três dicas de Vinícuis Draculino para ter mais sucesso na pegada de costas:</p>
<p><strong>Do xeque ao xeque-mate</strong><br />
&#8220;A comparação do Jiu-Jitsu com o xadrez na minha visão é perfeita. As costas, assim como a montada, é uma posição como o xeque nos tabuleiros não existe nenhum lugar melhor para avançar dali, não há posição melhor a conquistar. A não ser, claro, sair de uma para outra e vice-versa, ou seja, da montada para as costas ou o contrário. Todo lutador, então, deve pensar em afiar quatro aspectos imprescindíveis para ter êxito na finalização pelas costas. São eles: 1) Posicionamento; 2) Controle; 3) Eliminação das defesas; 4) Finalização. O lutador que conseguir atingir a maestria nos quatro fatores será sempre um matador.&#8221;</p>
<p><strong>Pressão para chegar</strong><br />
&#8220;Uma coisa que venho notando durante todos esses anos de Jiu-Jitsu é que pegar as costas ocorre em duas situações básicas, a saber: na primeira, quando seu posicionamento é tão preciso, e dotado de tanta pressão, que a pessoa dá as costas como pura consequência disso. Segunda: quando a outra pessoa comete um erro básico que permite a ida às costas. Quando estou treinando, busco sempre pressionar e botar meu parceiro de treino totalmente desconfortável, a ponto de ele me dar as costas como única opção possível, ou então quebrar mentalmente o oponente a ponto de ele dar as costas para sair logo do sufoco.</p>
<p>&#8220;Desde a hora em que dou a queda ou consigo a raspagem, já passo e vou dali com pressão para montar, joelho na barriga ou finalizar, e nisso as costas acabam aparecendo para mim. Por exemplo, as pessoas muitas vezes odeiam tanto a pressão que sofrem no cem-quilos ou na montada que dão aquela clássica virada de costas. Ou seja, é como falei no primeiro e no segundo caso: ou dão as costas por pressão ou erram por conta do desespero.&#8221;</p>
<p><strong>Quebra das defesas</strong><br />
&#8220;Houve uma época em que os oponentes começaram a esconder a gola do kimono debaixo do sovaco para dificultar o estrangulamento com o kimono. Mas com isso passaram a dar chance para outras técnicas, como o ezequiel nas costas, o mata-leão clássico e outros. Na verdade, a pessoa que escapa bem das costas é paciente… Defende o pescoço e braço botando 75% de ênfase nisso, e 25% na defesa dos ganchos e afins. O cara afoito, aquele camarada que quer sair de qualquer maneira para não dar os pontos dos ganchos, geralmente bate rápido.</p>
<p>&#8220;O Royler e o Roger Gracie, cada um com suas técnicas peculiares, são os caras que melhor vi saírem das costas. O Roger, graças à sua calma e paciência de um monge; o Royler, graças a uma habilidade tremenda de botar a pessoa num ângulo ruim para finalizar. O segredo para ter sucesso com pessoas que se defendem muito bem é também ter altas doses de paciência. Só com paciência, posicionamento e controle o lutador é capaz de eliminar os aspectos mais importantes da defesa, como o quadril, pegadas, ângulo etc.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/3-dicas-de-vinicius-draculino-para-voce-melhorar-o-controle-e-a-finalizacao-nas-costas/">3 dicas de Vinicius Draculino para você melhorar o controle e a finalização nas costas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A “teoria furada” sobre a guarda-X, com Marcelinho Garcia e Vinicius Draculino</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-teoria-furada-sobre-a-guarda-x-no-jiu-jitsu-com-marcelinho-garcia-e-vinicius-draculino/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-teoria-furada-sobre-a-guarda-x-no-jiu-jitsu-com-marcelinho-garcia-e-vinicius-draculino</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 09:25:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alliance]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[macete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra – BH]]></category>
		<category><![CDATA[guarda x]]></category>
		<category><![CDATA[guardeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelinho Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[raspagem]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=200847/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em recente conversa pelo telefone com o professor de Jiu-Jitsu Vinicius Draculino, a equipe do GRACIEMAG.com apurou alguns detalhes interessantes sobre a mecânica da guarda-X, uma das técnicas mais usadas para raspar no Jiu-Jitsu competitivo de hoje. “Há um mito de que o guardeiro precisa ter pernas compridas para executar com eficiência a guarda-X”, diz&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/a-teoria-furada-sobre-a-guarda-x-no-jiu-jitsu-com-marcelinho-garcia-e-vinicius-draculino/">A “teoria furada” sobre a guarda-X, com Marcelinho Garcia e Vinicius Draculino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_144738" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-144738" class="wp-image-144738 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1.jpg" alt="Marcelinho Garcia demonstra a mecânica da guarda-X para um ensaio na revista GRACIEMAG. Foto: Dan Rod" width="640" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-144738" class="wp-caption-text">Garcia analisa a mecânica da guarda-X em ensaio recente nas páginas de GRACIEMAG. Foto: Dan Rod.</p></div>
<p>Em recente conversa pelo telefone com o professor de Jiu-Jitsu Vinicius Draculino, a equipe do GRACIEMAG.com apurou alguns detalhes interessantes sobre a mecânica da guarda-X, uma das técnicas mais usadas para raspar no Jiu-Jitsu competitivo de hoje.</p>
<p>“Há um mito de que o guardeiro precisa ter pernas compridas para executar com eficiência a guarda-X”, diz Draculino. “O Marcelinho Garcia, que tem pernas curtas e é um grande especialista nessa posição, é a prova viva de que essa teoria é furada”.</p>
<p>“O fundamento mais importante para a prática da guarda-X”, continua o professor fundador da Gracie Barra BH, “é saber entrar embaixo do adversário e não se apavorar ao ficar nessa posição. O guardeiro precisa desenvolver a habilidade de deslocar o passador para o alto e se posicionar embaixo ele, sentindo-se confortável ali. Não se pode ficar travado, a posição requer mobilidade para sair e voltar, defender e atacar”.</p>
<div id="attachment_56626" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-56626" class="wp-image-56626 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1.jpg" alt="Draculino salutes each one of his students" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-56626" class="wp-caption-text">Draculino entre seus alunos: o professor foi um dos guardeiros mais respeitados dos anos 1990. Foto: GRACIEMAG.</p></div>
<p>Embora pareça um detalhe técnico simples, <a href="https://twitter.com/draculino" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Draculino</a> chama a atenção para a dificuldade que os iniciantes no Jiu-Jitsu têm para se arriscar em posições sob o peso do corpo do adversário. De fato, faixas-brancas costumam ter fobia em buscar esse tipo de situação. Preferem ficar à distância, preocupados com um possível amasso. “Antes de exorcizarem esse medo de ficar embaixo do oponente, eles jamais vão se dar bem com a guarda-X”.</p>
<p>Mas como se vence esse pavor que eventualmente nos bloqueia a explorar novas técnicas e ampliar nossos horizontes no Jiu-Jitsu? Consultamos então o ás na posição Marcelinho Garcia, astro da Alliance, que ofereceu uma bela resposta aos leitores de GRACIEMAG.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marcelo Garcia: No-Gi X-Guard sweep" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/m-ueyJXiShY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“É importante assumir riscos”, ensina Marcelinho. “Você não pode jamais ficar preso ao que é confortável. Recusar outras técnicas é se limitar, você não se desenvolve. Pior que perder no treino é ficar estagnado sem aprender&#8221;, prega o faixa-preta de Fabio Gurgel.</p>
<p>&#8220;Eu evoluí ao perder o medo de jogar aberto, de ir para cima, tentar alguma coisa, mesmo que no fim dê errado e eu seja finalizado. Perdi o medo de falhar e assim o meu jogo ficou completo”, garante o mito do ADCC.</p>
<p>Faça como Marcelinho e corra mais riscos, amigo leitor. Que tal nos próximos treinos adicionar a guarda-X ao seu jogo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&gt;&gt;&gt; Para ler artigos e analisar as técnicas mais úteis ao seu jogo, <a href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine GRACIEMAG</a> e receba em casa a revista de Jiu-Jitsu favorita dos campeões do esporte. Ou corra às bancas hoje mesmo e garanta a sua.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-teoria-furada-sobre-a-guarda-x-no-jiu-jitsu-com-marcelinho-garcia-e-vinicius-draculino/">A “teoria furada” sobre a guarda-X, com Marcelinho Garcia e Vinicius Draculino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial: Pare de bater na trave nas finalizações com as dicas de Vinícius Draculino</title>
		<link>https://www.graciemag.com/pare-de-bater-na-trave-nas-finalizacoes-com-as-dicas-de-vinicius-draculino/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pare-de-bater-na-trave-nas-finalizacoes-com-as-dicas-de-vinicius-draculino</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2020 18:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[macete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[treino]]></category>
		<category><![CDATA[aula]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[costas]]></category>
		<category><![CDATA[detalhe]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG]]></category>
		<category><![CDATA[montada]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=212087</guid>

					<description><![CDATA[<p>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #256. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! Clique aqui e confira! Se a academia Gracie Barra-BH fosse um time de futebol, seria um daqueles celeiros de craques prontos para serem exportados&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/pare-de-bater-na-trave-nas-finalizacoes-com-as-dicas-de-vinicius-draculino/">Especial: Pare de bater na trave nas finalizações com as dicas de Vinícius Draculino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_210319-2" style="width: 806px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-210319-2" class="size-full wp-image-210319" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu.jpg" alt="" width="796" height="530" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu.jpg 796w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/dracu-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /></a><p id="caption-attachment-210319-2" class="wp-caption-text">Draculino ajusta a pegada de costas. Foto: Jim Santiago para GRACIEMAG</p></div>
<p><em>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #256. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui e confira</a>!</em></p>
<p>Se a academia Gracie Barra-BH fosse um time de futebol, seria um daqueles celeiros de craques prontos para serem exportados para os Barcelonas, Manchesters e Real Madrids da vida.</p>
<p>Inaugurada há mais de 20 anos, a escola de fato formou altas safras de lutadores que sempre bateram um bolão nos tatames &#8211; todos eles craques na arte de caçar pescoços alheios. Casos de Felipe Preguiça, Romulo Barral, Samuel Braga, Erik Wanderley, Claudio Caloquinha e tantos outros faixas-pretas renomados.</p>
<p>O que faz deles lutadores tão eficientes, “matadores” na hora de amassar e finalizar os oponentes? Para desvendar o segredo, fomos beber na fonte. Enquanto o Brasil se preparava para torcer pela seleção na Copa do Mundo, nossa equipe se dedicava a sabatinar Vinicius “Draculino” Magalhães, líder, tutor e fundador da GBBH, hoje responsável por mais de cem faixas-pretas de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Ex-advogado, ex-lutador de MMA e dono de duas medalhas de prata em Mundiais, Draculino é tão respeitado como técnico, por seu estilo casca-grossa e ao mesmo tempo franco e cristalino em suas explanações, que deixa o treinador Adenor Tite parecendo um singelo iniciante.</p>
<p>Faixa-preta desde 1995, Draculino se mudou do Rio de Janeiro para Minas Gerais um ano depois de sua graduação como professor. Em Belo Horizonte, assim, fundou aquela que seria a primeira filial da Gracie Barra fora do Rio. Foi assim que sua história de sucesso começou, e onde ele plantou a semente dos tantos astros do kimono que se espalham hoje pelo planeta, em especial pelos EUA e Europa.</p>
<p>Nossa equipe, como numa mesa redonda, sabatinou Draculino com perguntas e reflexões das mais variadas, tudo para arrancar o máximo de conhecimento em proveito do leitor. Especialista em obrigar o adversário a dar as costas, “Dracu” começou contando por que vê o Jiu-Jitsu similar ao futebol em alguns aspectos. Embalado, avançou e explicou em minúcias os conceitos que o levaram a ser um catador de costas temido, recordou o dia em que ficou 45 minutos nas costas de alguém, e detalhou o papel dos ganchos e dos quadris na hora de atacar.</p>
<p>Fique, a seguir, com os melhores momentos da conversa com o treinador das estrelas Vinicius Draculino, hoje ensinando na Gracie Barra Texas, aos 46 anos, quase 40 deles dedicado aos treinos de artes marciais.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O Jiu-Jitsu é volta e meia comparado a um jogo de xadrez; o ato de pegar as costas e o de montar seriam, assim, como a posição de “xeque” no tabuleiro, certo? Mas como devemos treinar para passar do xeque ao xeque-mate, sem falhar ou deixar o rei inimigo escapar?</strong><br />
<strong><br />
VINICIUS DRACULINO:</strong> A comparação na minha visão é perfeita. As costas, assim como a montada, é uma posição como o xeque nos tabuleiros – não existe nenhum lugar melhor para avançar dali, não há posição melhor a conquistar. A não ser, claro, sair de uma para outra e vice-versa, ou seja, da montada para as costas ou o contrário. Sendo assim, o praticante que conquista essa posição nobre só pode partir dali para a finalização. São posições de supremacia total, em qualquer situação de luta, e mesmo no MMA ou num caso real de defesa pessoal. Todo lutador, então, deve pensar em afiar quatro aspectos imprescindíveis para ter êxito na finalização pelas costas. São eles: 1) Posicionamento; 2) Controle; 3) Eliminação das defesas; 4) Finalização. O lutador que conseguir atingir a maestria nos quatro fatores será sempre um matador.</p>
<p><strong>Antes de explorarmos esses quatro aspectos, uma pergunta: como não se deixar abater se o oponente escapar das costas?</strong></p>
<p>Vamos lá, afinal é uma situação que pode sim acontecer, tanto com o iniciante quanto com o faixa-preta de alto nível. Isso porque, quando o praticante tem um Jiu-Jitsu completo, ele ou ela fica mais à vontade de tentar e correr riscos, principalmente no treino, onde se forja todo lutador. Porém, a pessoa deve dar o seu máximo para não perder posições. Falamos da comparação com o xadrez, mas eu gosto de comparar o ataque nas costas a um pênalti. Montada e costas são como cobranças de pênalti no futebol, não se pode perder – e ninguém quer perder pênalti. Mas, se acontecer de perder, o craque tem de se virar depois. Uma das únicas situações em que me lembro de ter perdido as costas numa luta foi com o Royler Gracie, em que ele se defendeu com maestria. Mas o fato de ter perdido a posição não me fez quebrar mentalmente, tanto que foi um luta aguerrida e parelha. Depois disso, ele me venceu por uma queda. Mas, se você perguntar, claro que eu sou bolado até hoje de ter chegado lá e perdido a oportunidade. Bateu na trave (risos).</p>
<p><strong>Você destacou a sequência: posicionamento – controle – eliminar defesas – finalizar. Vamos imaginar que o Draculino está treinando, e passou a guarda. Como você trilha o seu caminho até as costas, ou seja, até o pescoço?</strong></p>
<p>Uma coisa que venho notando durante todos esses anos de Jiu-Jitsu é que pegar as costas ocorre em duas situações básicas, a saber: na primeira, quando seu posicionamento é tão preciso, e dotado de tanta pressão, que a pessoa dá as costas como pura consequência disso. Segunda: quando a outra pessoa comete um erro básico que permite a ida às costas. Quando estou treinando, busco sempre pressionar e botar meu parceiro de treino totalmente desconfortável, a ponto de ele me dar as costas como única opção possível, ou então quebrar mentalmente o oponente a ponto de ele dar as costas para sair logo do sufoco. Desde a hora em que dou a queda ou consigo a raspagem, já passo e vou dali com pressão para montar, joelho na barriga ou finalizar, e nisso as costas acabam aparecendo para mim. Por exemplo, as pessoas muitas vezes odeiam tanto a pressão que sofrem no cem-quilos ou na montada que dão aquela clássica virada de costas. Ou seja, é como falei no primeiro e no segundo caso: ou dão as costas por pressão ou erram por conta do desespero.</p>
<p><strong>Pois bem, então você agora chegou às costas. Quais são suas preocupações enquanto enfia os ganchos? Você crê que os ganchos evoluíram de tempos para cá?</strong></p>
<p>A minha concepção sobre os ganchos é a de que eles são um auxílio para controlar melhor o oponente e, no caso de competição, sinalizar ao árbitro que você conquistou aquela fronteira e que ele pode dar os pontos. Mas na real, outros fatores são tão ou até mais importantes do que os ganchos quando a gente chega às costas; caso do posicionamento do seu quadril em relação ao do oponente, ou da posição correta da sua cabeça e de seus braços. Outro fator crucial é manter a pessoa sempre entre seus joelhos. Outra: manter seu peito sempre colado entre as espaldas do oponente.</p>
<p>É aquilo, somente a preocupação com os ganchos não vai fazer o praticante ter bom controle e ser um finalizador. Os ganchos têm de ser dinâmicos, não estacionários. Há, claro, casos como no MMA e no Jiu-Jitsu sem kimono, em que você pode fechar o triângulo pelas costas para controlar, isso realmente trava o adversário e o deixa desconfortável. É um lance típico do MMA, em que as luvas dificultam o estrangulamento e a pessoa usa mais golpes traumáticos. Eu até faço esse triângulo, no sem o kimono, mas com pano raramente faço&#8230; Porque prendo o cara sim, mas acabo por me sentir preso e sem mobilidade também.</p>
<p><strong>Agora você está fazendo tudo certo, peito colado na posição perfeita&#8230; Você descansa dali ou se apressa em estrangular?</strong></p>
<p>Se eu tiver de descansar e pegar um folegozinho para finalizar, não tem lugar melhor do que ali nas costas, pode acreditar. Se você tem um excelente posicionamento e um exímio controle, pode ficar um mês nas costas de alguém, mesmo não finalizando. Na maioria das minhas lutas, quando peguei as costas – o que ocorreu muitas vezes – de fato não demorei, graças a Deus, a finalizar logo. Mas em treino já vivi situações que ocorreram há mais de 15 anos e até hoje não esqueço&#8230; Meu aluno Carlos Terrinha, super campeão na categoria master, é um cara altamente técnico e explosivo para caramba; pois houve um dia na academia que eu fiquei 45 minutos nas costas dele. Tive paciência, não perdi a posição e acabei finalizando depois desse tempo todo. Foi um treino marcante, porque ali eu vi que sem um bom controle e posicionamento eu teria certamente perdido a posição.</p>
<p><strong>Existe a “finta” na hora de atacar as costas? Fingir que quer outra coisa para enfim pegar o pescoço de jeito?</strong></p>
<p>Sim, eu gosto muito desse sistema de distração. No caso, gancho-pescoço e pescoço-gancho. Você ao dar a blitz investindo mais num dos aspectos, o oponente automaticamente vai se preocupar mais com isso e se abrir mais em relação a outro. Você faz tanto isso que a pessoa fica frustrada e acaba te dando a finalização. Mas de novo, tudo isso vem do bom posicionamento e do controle.</p>
<p><strong>Como o quadril atua no ataque pelas costas?</strong></p>
<p>Como tudo no Jiu-Jitsu, o quadril é essencial nas costas, atacando e defendendo. Mestre Carlinhos Gracie certa vez falou uma frase para mim que é a mais pura verdade: “O quadril é a parte do corpo mais importante no Jiu-Jitsu.” E eu concordo 100%. O posicionamento do quadril auxilia tanto no ataque quanto na defesa. Quem tiver um melhor posicionamento de quadril nas costas vai ganhar a briga, defendendo ou atacando. Um exemplo clássico disso é o famoso “espalha-frango”. Quando bem aplicado, há um total domínio do oponente. Feito com o posicionamento do quadril muito para baixo, o defensor consegue botar o ombro e depois as costas no chão e acaba te botando na guarda. E se você posicionar o quadril muito para cima, o oponente consegue levantar o lombar e você acaba caindo para frente, meio que de cara, muitas vezes caindo por baixo. Então daí você vê, quem ganhar essa briga de posicionamento de quadril vai conseguir seu objetivo.</p>
<p><strong>Você falou no fator de “eliminação de defesas”. O que o oponente prestes a tomar o estrangulamento costuma tentar que mais atrapalha você ao atacar as costas? Como você elimina tais defesas?</strong></p>
<p>Houve uma época em que os oponentes começaram a esconder a gola do kimono debaixo do sovaco para dificultar o estrangulamento com o kimono. Mas com isso passaram a dar chance para outras técnicas, como o ezequiel nas costas, o mata-leão clássico e outros. Na verdade, a pessoa que escapa bem das costas é paciente&#8230; Defende o pescoço e braço botando 75% de ênfase nisso, e 25% na defesa dos ganchos e afins. O cara afoito, aquele camarada que quer sair de qualquer maneira para não dar os pontos dos ganchos, geralmente bate rápido.</p>
<p>O Royler e o Roger Gracie, cada um com suas técnicas peculiares, são os caras que melhor vi saírem das costas. O Roger, graças à sua calma e paciência de um monge; o Royler, graças a uma habilidade tremenda de botar a pessoa num ângulo ruim para finalizar. O segredo para ter sucesso com pessoas que se defendem muito bem é também ter altas doses de paciência, conforme relatei no treino com meu aluno Carlos Terrinha. Só com paciência, posicionamento e controle o lutador é capaz de eliminar os aspectos mais importantes da defesa, como o quadril, pegadas, ângulo etc.</p>
<p><strong>Na sua opinião houve algumas revoluções na arte de finalizar pelas costas, com caras como Marcelinho Garcia, Roger, os Miyao, os Mendes&#8230;? Ou nada disso foi um salto, foram apenas degraus numa evolução normal?</strong></p>
<p>Acho que houve uma evolução gradual, mas não só nas costas, como no Jiu-Jitsu como um todo. A arte evoluiu muito, e por consequência o ataque e a defesa de costas também melhoraram. Se fizerem uma estatística, estou certo de que a posição em que mais há finalização nos campeonatos é ali das costas. E isso é fácil de explicar: quando pegam suas costas, você não pode puxar ou empurrar o oponente, pois mal está vendo o que está acontecendo&#8230; Ou seja, sufoco brabo!</p>
<p><strong>Quem foram seus alunos mais perigosos nas costas?</strong></p>
<p>Não é para me gabar não, mas tenho os melhores alunos do mundo e sou muito orgulhoso deles todos. A esmagadora maioria deles tem um Jiu-Jitsu completíssimo. Difícil fazer essa seleção aí, melhor evitar a ciumeira! Mas a academia Gracie Barra-BH e todos que vieram de lá são matadores nas costas porque dominam muito bem as quatro fases antes relatadas para ser um bom finalizador.</p>
<p><strong>Hipótese: um oponente defendeu bem a gola, se fechou todinho; você dá o mata-leão na boca, com mandíbula e tudo? </strong></p>
<p>Sou um professor e praticante que faço tudo para não machucar meus alunos e parceiros de treino. Então acho que o Jiu-Jitsu tem um leque tão grande de opções que você não tem necessidade de fazer algo considerado “grossura”, ainda mais num treino com colegas que não estejam de grosseria para o seu lado. Mas, em competições, o que estiver na regra e for valido&#8230; É como diz o velho ditado: “Queixo não é defesa”. Então, rosto e boca não é defesa. Uma vez atacado pelas costas, você precisa se defender de fato. E, se o atacante não tiver outra opção, fazer o quê? É só não fazer o que os adversários não fariam contigo. Agora, fazer grossura deliberadamente, quando se tem a opção de finalizar com técnica, aí é condenável, por ser meio antiético.</p>
<p><strong>Seu jogo no Jiu-Jitsu tem mudado muito com o avanço dos anos?</strong></p>
<p>Rapaz, a idade fez com que eu perdesse boa parte da minha velocidade. Isso realmente senti muito. Mas é por isso mesmo que, mais do que nunca, eu uso a pressão para fazer a pessoa desconfortável o tempo todo, até ela me dar as costas. Hoje em dia, tenho montado mais do que pegado as costas, por incrível que pareça&#8230; Mas quem quiser me dar as costas eu continuo aceitando amarradão!</p>
<p>*** Para assinar a revista GRACIEMAG em formato digital, e ler esta e mais 25 edições antigas dos nossos arquivos, <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui!</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pare-de-bater-na-trave-nas-finalizacoes-com-as-dicas-de-vinicius-draculino/">Especial: Pare de bater na trave nas finalizações com as dicas de Vinícius Draculino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GRACIEMAG #269 &#8211; Culto ao básico</title>
		<link>https://www.graciemag.com/graciemag-269-culto-ao-basico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=graciemag-269-culto-ao-basico</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 17:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[Alliance]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[João Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Reis]]></category>
		<category><![CDATA[preparação física]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Rogério Poggio]]></category>
		<category><![CDATA[SIJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Marreta]]></category>
		<category><![CDATA[Victor Hugo]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=218400</guid>

					<description><![CDATA[<p>A GRACIEMAG #269 já está disponível em sua versão digital e em breve estará nas bancas de todo o Brasil. Para conferir tudo o que a revista dedicada ao Jiu-Jitsu mais lida do Brasil tem a oferecer este mês, CLIQUE AQUI ou acesse www.graciemagshop.com.br e faça sua assinatura. Oss! Boa leitura e bons treinos!</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/graciemag-269-culto-ao-basico/">GRACIEMAG #269 – Culto ao básico</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A GRACIEMAG #269 já está disponível em sua versão digital e em breve estará nas bancas de todo o Brasil.</p>
<p><strong>Para conferir tudo o que a revista dedicada ao Jiu-Jitsu mais lida do Brasil tem a oferecer este mês, <a href="https://graciemagshop.com.br/">CLIQUE AQUI ou acesse www.graciemagshop.com.br</a> e faça sua assinatura. Oss!</strong></p>
<p>Boa leitura e bons treinos!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218401" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.26.43.png" alt="" width="598" height="777" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.26.43.png 598w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.26.43-231x300.png 231w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.26.43-115x150.png 115w" sizes="auto, (max-width: 598px) 100vw, 598px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218403" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.14.png" alt="" width="1461" height="941" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.14.png 1461w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.14-300x193.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.14-768x495.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.14-1024x660.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.14-150x97.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1461px) 100vw, 1461px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218405" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.30.png" alt="" width="1461" height="942" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.30.png 1461w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.30-300x193.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.30-768x495.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.30-1024x660.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.30-150x97.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1461px) 100vw, 1461px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218407" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.46.png" alt="" width="1462" height="941" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.46.png 1462w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.46-300x193.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.46-768x494.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.46-1024x659.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.46-150x97.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1462px) 100vw, 1462px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218409" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.59.png" alt="" width="1462" height="942" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.59.png 1462w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.59-300x193.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.59-768x495.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.59-1024x660.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.27.59-150x97.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1462px) 100vw, 1462px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218411" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.13.png" alt="" width="1461" height="940" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.13.png 1461w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.13-300x193.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.13-768x494.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.13-1024x659.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.13-150x97.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1461px) 100vw, 1461px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218413" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.30.png" alt="" width="1461" height="941" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.30.png 1461w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.30-300x193.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.30-768x495.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.30-1024x660.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.30-150x97.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1461px) 100vw, 1461px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218415" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.45.png" alt="" width="1463" height="941" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.45.png 1463w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.45-300x193.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.45-768x494.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.45-1024x659.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.45-150x96.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1463px) 100vw, 1463px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-218417" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.58.png" alt="" width="1462" height="941" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.58.png 1462w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.58-300x193.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.58-768x494.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.58-1024x659.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screen-Shot-2019-09-12-at-14.28.58-150x97.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1462px) 100vw, 1462px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/graciemag-269-culto-ao-basico/">GRACIEMAG #269 – Culto ao básico</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ulpiano Malachias comemora ouro em Houston e o tetra da Gracie Barra</title>
		<link>https://www.graciemag.com/ulpiano-malachias-comemora-ouro-em-houston-e-o-tetra-da-gracie-barra/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ulpiano-malachias-comemora-ouro-em-houston-e-o-tetra-da-gracie-barra</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 21:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[Houston Open]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Texas]]></category>
		<category><![CDATA[Ulpiano Malachias]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/pt/?p=100344</guid>

					<description><![CDATA[<p>No Houston Open não tem para ninguém. Em quatro edições do campeonato, criado em 2010, a Gracie Barra sempre ocupou o lugar mais alto do pódio na disputa por equipes. Em 2013, os atletas do time somaram 232 pontos, 42 a mais do que o segundo colocado, a BJJ Revolution. A Nova União completou a&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/ulpiano-malachias-comemora-ouro-em-houston-e-o-tetra-da-gracie-barra/">Ulpiano Malachias comemora ouro em Houston e o tetra da Gracie Barra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100346" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/pt/2013/02/ulpiano-malachias-comemora-ouro-em-houston-e-o-tetra-da-gracie-barra/184265_466784326710034_412259418_n/" rel="attachment wp-att-100346"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-100346" class="size-full wp-image-100346" title="Ulpiano Malachias em ação no Houston Open" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/184265_466784326710034_412259418_n.jpg" alt="Ulpiano Malachias em ação no Houston Open" width="960" height="641" /></a><p id="caption-attachment-100346" class="wp-caption-text">Ulpiano Malachias em ação no Houston Open. Foto: Mike Calimbas</p></div>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">No Houston Open não tem para ninguém. Em quatro edições do campeonato, criado em 2010, a Gracie Barra sempre ocupou o lugar mais alto do pódio na disputa por equipes. Em 2013, os atletas do time somaram 232 pontos, 42 a mais do que o segundo colocado, a BJJ Revolution. A Nova União completou a lista dos três primeiros. Para comentar a atuação da equipe, conversamos com o faixa-preta Ulpiano Malachias, líder da GB Westchase, na grande Houston. O mineiro, que também lutou e foi campeão do pesado máster, comentou a luta que fez e revelou o segredo do sucesso do time.  </span></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Você foi campeão no pesado máster do Houston Open. Como foi a luta?</strong></p>
<p>Ulpiano Malachias: Lutei com um cara local, o Ugo Arimo, da Solis Academy.  Ele era mais pesado e muito forte, mas subi de peso para poder ajudar a equipe. A luta foi como eu planejei, puxei para a guarda fechada e quase peguei no braço, mas  acabei raspando. No fim, administrei para garantir o ouro. Eu vinha de uma lesão no ombro e não quis trocar em pé para não correr riscos, mas graças a Deus foi tudo bem e sai com mais uma medalha de ouro. O melhor é que foi na frente dos meus alunos que tanto me apoiam</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O time Gracie Barra veio forte mais uma vez, ganhando o título geral por equipes pela quarta vez. Qual é o segredo?</strong></p>
<p>Ulpiano: O segredo é o professor Vinicius Draculino, que faz um trabalho maravilhoso aqui no Texas e passa para gente a importância de se unir e treinar junto sempre. Essa é a razão de defendermos uma bandeira e sermos leais à Gracie Barra e ao Mestre Carlos Gracie Jr. O Draculino também frisa bem que é importante que a nossa equipe de competição esteja sempre forte e unida. Outro fator importante é o time de professores que temos no Texas: Alexandre Dande, Gabriel Martins, Brandon Mullins, Tyler Bosnard, Leo Cantu, Ted Stickel, entre outros e atletas que dão o sangue pela Gracie Barra. Com essa receita, não tem como errar.</p>
<p>G<strong>RACIEMAG:  Você deve ter tido muitos alunos lutando. Quem foram os destaques da equipe?</strong></p>
<p>Ulpiano: Não tenho como lembrar de todos, mas desde já agradeço a cada um que ajudou o time a chegar a esse título no Houston Open. Entre os meus alunos, fizemos alguns campeões: David Droogleever, Leon Worth, Cris Brown, Joaquin Garay, Marat Shagirov, Michael Escamilia, Seth Cortney.</p>
<p>Assista Ulpiano em ação em Houston:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prof. Ulpiano Malachias vs. Ugochuckwu Arimonyeotu - Houston Open 2013" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/b9-aIiJj8lc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ulpiano-malachias-comemora-ouro-em-houston-e-o-tetra-da-gracie-barra/">Ulpiano Malachias comemora ouro em Houston e o tetra da Gracie Barra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe matar a guarda de gancho do oponente? Aprenda com Draculino</title>
		<link>https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-mate-o-poder-da-guarda-gancho-com-vinicius-draculino/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jiu-jitsu-mate-o-poder-da-guarda-gancho-com-vinicius-draculino</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2013 12:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Draculino]]></category>
		<category><![CDATA[finalização]]></category>
		<category><![CDATA[GMA]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra Texas]]></category>
		<category><![CDATA[Guada Gancho]]></category>
		<category><![CDATA[Passgem de Guarda]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Draculino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/pt/?p=96384</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se o Jiu-Jitsu é um verdadeiro xadrez humano, é importante que você comande o jogo. Para o praticante ou lutador que gosta de passar a guarda, o objetivo deve ser sempre o xeque-mate, obtido após impor seu jogo e amassar os guardeiros que surgirem no tabuleiro. Mas atacar envolve riscos, como ficar aprisionado pelos ganchos&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-mate-o-poder-da-guarda-gancho-com-vinicius-draculino/">Sabe matar a guarda de gancho do oponente? Aprenda com Draculino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96388" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-96388" class="size-full wp-image-96388" title="Vinicius Draculino" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/01/Vinicius-Draculino.jpg" alt="Vinicius Draculino no camp da Gracie Barra. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG" width="640" height="394" /><p id="caption-attachment-96388" class="wp-caption-text">Vinicius Draculino, clássico lutador e hoje professor da Gracie Barra. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG</p></div>
<p>Se o Jiu-Jitsu é um verdadeiro xadrez humano, é importante que você comande o jogo. Para o praticante ou lutador que gosta de passar a guarda, o objetivo deve ser sempre o xeque-mate, obtido após impor seu jogo e amassar os guardeiros que surgirem no tabuleiro.</p>
<p>Mas atacar envolve riscos, como ficar aprisionado pelos ganchos do guardeiro. Se você continua caindo de costas no chão ao tentar passar, nosso GMI Vinicius “Draculino” Magalhães, professor e líder da Gracie Barra Texas, traz a solução. Confira no vídeo a seguir!</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=o-Ah-urLOJ8&#038;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-mate-o-poder-da-guarda-gancho-com-vinicius-draculino/">Sabe matar a guarda de gancho do oponente? Aprenda com Draculino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
