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	<title>tempo | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>tempo | Graciemag</title>
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		<title>Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 14:46:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-245092" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg" alt="" width="650" height="973" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-684x1024.jpg 684w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-768x1151.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-1025x1536.jpg 1025w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1-100x150.jpg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Vitor-Terra-e-Zeca-Alqueres-1.jpg 1068w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" />Qual é o segredo para encaixar o Jiu-Jitsu numa vida atribulada, em que muitos vivem uma vida real e outra virtual, tudo socado naquelas 24 horas apressadas de sempre?</p>
<p>Zeca Alquéres, que começou a treinar em 2017, descobriu uma receita simples e eficiente: atrair para os treinos boa parte da família, e compartilhar com as pessoas amadas os benefícios da prática de defesa pessoal.</p>
<p>“Eu gostava de correr na praia desde os tempos de quartel, além de fazer exercícios ao ar livre, mas queria encontrar uma rotina nova para manter a forma. Como já tinha curiosidade sobre a defesa pessoal desde os tempos de Royce, tomei coragem e comecei. Eu nunca tinha vestido um kimono. Minha sorte foi encontrar um professor como o Vitor Terra”, disse Zeca, o mais novo faixa-preta da escuderia Gracie Terra.</p>
<p>“Os treinos com meu mestre Vitor Terra foram uma virada de chave”, reflete Zeca. “Não só pela qualidade técnica, mas pela filosofia transmitida. Com ele, aprendi como o Jiu-Jitsu de fato vai muito além do tatame — é uma arte que fornece disciplina, respeito, autocontrole e superação. A convivência com ele e a energia da equipe me ajudaram a ser mais focado, calmo nas decisões e equilibrado emocionalmente, tanto nos treinos quanto na vida pessoal e profissional”.</p>
<p>Alquéres se transformou num fiel escudeiro do professor, desde a faixa-roxa. Reunia o time em sua casa na serra, promovia verdadeiras “sessões de cinema” para analisarem o ADCC, Mundiais de Jiu-Jitsu e outros torneios. De cabeça e braços abertos, convidava quem aparecia – deste repórter, que participou de treinos a céu aberto e churrascadas memoráveis, até o comediante Away de Petrópolis – foi na casa de Zeca que o saudoso humorista vestiu o kimono e viralizou em vídeos hilários.</p>
<p>Zeca, enquanto evoluía tecnicamente, atraía os parentes para os treinos. Tudo de modo natural, sem pressões.</p>
<p>E assim foram chegando, nos tatames, suas duas filhas, os irmãos Silvia e Pedro, os cinco sobrinhos e a prima, Paula – que curtiu tanto que foi até os EUA aprender na fonte, com mestre Rickson Gracie.</p>
<p>“Eu até gostaria de ter começado antes no Jiu-Jitsu, mas o importante é que tomei a iniciativa – procuro nunca me arrepender do tempo certo das coisas”, reflete Zeca. “Talvez, se tivesse começado antes, não teria a maturidade para absorver tudo como absorvo hoje. Foi muito bacana conseguir levar uma parte da família para treinar realmente. Isso eu atribuo mais a uma questão de atitudes e postura do que o exercício da luta em si. Nunca precisei ‘catequizar&#8217; ninguém. O Jiu-Jitsu tem essa coisa incrível de mudar sua energia de forma positiva; e quem está perto de você sente isso. É algo realmente transformador”.</p>
<p>A faixa-preta, que chegou em julho, provocou novas reflexões:</p>
<p>“Sinto que a faixa-preta não é uma linha de chegada, e sim o início de um novo ciclo. Ela representa anos de aprendizado, lesões, muitas dúvidas e superações. A verdade é que a gente leva muito do que se aprende na academia para fora. Quantas vezes a gente não se pega pensando numa saída para uma situação de treino ou mesmo de conflito durante o dia, enquanto está ali aborrecido no trânsito? Ou quantas vezes a gente não vai ao YouTube rever lutas clássicas, seminários e entrevistas dos grandes nomes? Nunca é demais. Acho que a gente não ganha a faixa, mas constrói ela aos poucos. Acima de tudo, ela me lembra que agora o compromisso é ainda maior. Para mim é uma responsabilidade e tanto, de precisar me aprimorar tecnicamente e me cuidar o máximo possível, cabeça, corpo e mente, para continuar sempre evoluindo e tentando ser melhor do que ontem.”</p>
<p>E você, o que aprendeu ao receber uma nova faixa? Oss…</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-se-tornou-a-virada-de-chave-de-toda-uma-familia/">Como o Jiu-Jitsu se tornou a virada de chave de toda uma família</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2023 14:17:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.] O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.]</em></strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que amarra o kimono.</p>
<p>Quanto mais escura for sua faixa, mais “privilégios” você terá na academia. Porém, esse status extrapola os limites do tatame. A moral, ou honra da faixa, acompanha o lutador na sua vida social, no seu trabalho etc. É uma marca indelével que o praticante de Jiu-Jitsu carrega consigo, mesmo que seja inconsciente.</p>
<p>E nessa longa e árdua escadaria, o último degrau é a faixa-preta – daí em diante o critério do merecimento desaparece e o critério da antiguidade é o único a valer.</p>
<p>Um professor de Jiu-Jitsu possui uma grande responsabilidade, já que ele, sozinho, avalia e avaliza o momento da graduação. Mas que critérios o mestre deve utilizar para averiguar quando o aluno deve passar de faixa?</p>
<div id="attachment_202133" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202133" class="size-full wp-image-202133" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg" alt="Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &quot;Café&quot; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)" width="1024" height="738" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-300x216.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-768x554.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-150x108.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-202133" class="wp-caption-text">Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &#8220;Café&#8221; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)</p></div>
<p>A regra temporal utilizada sozinha pode, ao que parece, gerar iniquidade, pois estabelecer um tempo mínimo ou máximo para a graduação deixa de lado as aptidões e o esforço de cada um. Como dizia Aristóteles, em seu livro “Ética a Nicômaco”: “O justo é, por conseguinte, uma espécie de termo proporcional” ao mérito individual. Para o filósofo grego, “é origem de disputas e queixas quando iguais têm e recebem partes desiguais, ou quando desiguais recebem partes iguais”. O importante para o aluno, portanto, é não faltar.</p>
<p>Há, em muitas academias, a ocorrência de alunos conhecidos como “eternos faixas-azuis”, aqueles que vão e voltam, perdendo boa parte da motivação no caminho. São praticantes que muitas vezes não percebem que estão apenas adiando seu progresso. Ficam longe um bom tempo, e quando retornam, têm enorme dificuldade – perdem no gás, no timing das posições e até na questão da confiança no próprio jogo. Nesse caso, o professor precisa que o aluno atente para o quesito assiduidade, que é muito valioso para quem quer passar de faixa.</p>
<p>Outro aspecto importante no assunto refere-se aos campeonatos de Jiu-Jitsu. De fato, o aluno competidor evolui mais rapidamente que o aluno que pratica apenas na academia. Isso ocorre pelos seguintes motivos: a preparação e busca por melhores resultados faz com que o atleta treine mais forte; a adrenalina da competição e o ato de se testar contra adversários de outras academias leva, naturalmente, à melhora técnica e à pujança. Se o caro leitor tiver a oportunidade, não deixe de experimentar a sensação de se testar num campeonato. Comece com um pequeno, na sua cidade.</p>
<div id="attachment_17707" style="width: 522px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17707" class="size-full wp-image-17707" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg" alt="" width="512" height="335" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg 512w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-150x98.jpg 150w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><p id="caption-attachment-17707" class="wp-caption-text">Alexandre Café em ação. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>A faixa-preta, no fim, vem por puro merecimento do praticante. Existe, claro, uma grande variação de avaliação entre as diversas escolas de Jiu-Jitsu ao redor do mundo, mas os professores têm critérios semelhantes como base para graduar um pupilo, como por exemplo: lealdade; assiduidade; conhecimentos técnicos específicos para a faixa; domínio da defesa pessoal; modo de se portar dentro da academia; higiene pessoal; honrar o nome da academia e do Jiu-Jitsu; ser um bom cidadão, etc. Esses critérios adotados pelo professor são de suma importância, afinal, aquele que recebe uma graduação, seja ela qual for, carrega de maneira indireta o nome de seu mestre.</p>
<p>Sendo assim, por se tratar de uma graduação máxima, a faixa-preta deve ser uma condecoração advinda não somente do preenchimento de requisitos objetivos, como tempo ou medalhas, mas também da conquista de alguns requisitos subjetivos, que variam de acordo com a academia. Um faixa-preta, acima de tudo, deve ser um exemplo a ser seguido, daí a grande responsabilidade daquele que promove uma graduação, seja ela qual for – afinal, mesmo o faixa-branca está, a cada grau alcançado, cada vez mais próximo de se tornar faixa-preta.</p>
<p>É preciso lembrar, porém, que alguns praticantes vêm protagonizando episódios lamentáveis para a nossa amada arte marcial, graduando a si próprios ou colocando graus na faixa-preta antes do tempo necessário. Tal atitude pode ser classificada como absurda, vergonhosa e imoral, que nos remete ao clássico “Crítica da razão prática”, de Kant, onde o filósofo nos lembra que “a lei moral, acessível a todos os seres racionais, possui uma dignidade em si e nos dá simplesmente um mandamento”. Quem não consegue aguardar a hora da faixa, portanto, não está roubando apenas tempo, está roubando sua dignidade.</p>
<p>Portanto, a mensagem ao aluno novato ou ao aluno mais antigo é idêntica: saiba valorizar sua caminhada. Não se aflija, não peça faixa e, a mais importante, jamais use uma faixa ou grau sem merecer de fato e de direito. Tudo tem seu tempo, evite ser aquele praticante angustiado, que já começa a treinar querendo saber quando vai &#8220;se formar&#8221;. Divirta-se aprendendo.</p>
<p>E fica o conselho: busque saber a procedência da faixa que seu professor ostenta na cintura e pesquise no site da IBJJF se ele é matriculado. Seu aprendizado está diretamente ligado a quem é seu mestre, qual é sua índole e, principalmente, qual é o caráter dele. Se ele caminhou corretamente e lutou pela faixa-preta dele do jeito que deve ser, há uma grande probabilidade de que seus alunos recebam as devidas graduações nos momentos apropriados. Agora, se ele é um fanfarrão, aí, meu amigo, você acabará visto como uma classe inferior de faixa-preta.</p>
<p>Comece no caminho certo. Pois, no dia glorioso em que você for enfim graduado e alguém perguntar, “Quem lhe deu a faixa-preta?”, você poderá estufar o peito e responder com orgulho.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Aprenda a finalizar no relógio de 2 maneiras, com Alexandre Café" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/jdJcQTvsk4k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em><strong>&gt;&gt;&gt;&gt; Com quantos anos de treino o aluno deve ganhar a faixa-preta? GRACIEMAG perguntou e mestres e professores opinaram:</strong></em></p>
<div id="attachment_147110" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147110" class="size-full wp-image-147110" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-147110" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Jr. Foto:Luca Atalla</p></div>
<p><em><strong>Mestre Carlos Gracie Jr:</strong></em><br />
“No fim isso sempre vai depender da assiduidade do aluno, mas a IBJJF tem um tempo mínimo para o praticante poder tornar-se faixa-preta. Se for um camarada que treina sempre, com consistência, sem faltar aulas, ele pode pegar a faixa-preta depois de cinco anos e meio, seis. Pelas regras da IBJJF, o tempo mínimo para ficar na faixa-azul é de dois anos, na roxa mais um ano e meio, e mais um ano na faixa-marrom. Com mais um ano e pouco de faixa-branca em média, esse tempo somado seria de cinco anos e meio, seis anos. Já se ele começar a treinar Jiu-Jitsu quando criança, ele só pode conquistar a faixa-preta depois dos 19 anos e meio de idade.”</p>
<p><em><strong>Mestre Carlos Rosado:</strong></em><br />
“Acredito que cada aluno tem seu tempo. Uns vão aprender mais rápido, outros podem demorar um pouco mais a pegar o jeito, mas todos vão chegar lá, se não desistirem. O maior trunfo do Jiu-Jitsu é que não requer talento, como o futebol. Basta treinar para evoluir. Costumo dizer que não é o aluno que pede a faixa, e sim a faixa que pede o aluno. E a faixa só requisita o aluno quando ele está dando conta plenamente da graduação. Já uma faixa dada prematuramente acaba se tornando um fardo: todo praticante de Jiu-Jitsu que ganha uma faixa da qual não dá conta está fadado a nunca mais aparecer na academia, e parar de treinar de vez.”</p>
<div id="attachment_211624" style="width: 1514px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211624" class="size-full wp-image-211624" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg" alt="" width="1504" height="1000" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg 1504w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1504px) 100vw, 1504px" /></a><p id="caption-attachment-211624" class="wp-caption-text">Fernando Tererê em foto de Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p><em><strong>Professor Fernando Tererê:</strong></em><br />
“No meu ponto de vista, a média geral para pegar a faixa-preta é de uns nove, dez anos de treino. Acho que com uns dez anos o praticante aprendeu bem e pode ser um bom faixa-preta. Porém, alguns competidores de ponta, aqueles que vencem campeonatos ano a ano, podem conquistar a faixa em seis, sete anos.”</p>
<p><em><strong>Mestre Júlio Cesar Pereira:</strong></em><br />
“O tempo de um praticante até a faixa-preta é uma trajetória individual, e tem a ver com os próprios objetivos pessoais de cada um. Tem praticante que sonha em ser campeão mundial e treina o triplo que os colegas, há outros que só buscam qualidade de vida e aparecem semanalmente, e até quem sonha em aprender tudo detalhadamente para um dia ser professor, ter sua academia. A meu ver, não dá para dizer ao aluno que daqui a cinco ou seis anos ele vai se tornar faixa-preta.”</p>
<p><em><strong>Professor Muzio De Angelis:</strong></em><br />
“Na minha academia no Rio, o tempo médio até a faixa-preta costuma ser de cerca de sete anos, se o aluno for assíduo, obviamente. Um ano na branca, dois na azul, dois anos na roxa e dois anos na marrom, em média. Acho que sete anos é um bom prazo mínimo. Inclusive gosto de numerologia e vejo o número 7 cercado de simbolismos. São sete os dias da semana, sete as notas musicais, sete as cores do arco-íris e Deus teria feito o mundo em sete dias com o descanso, segundo a Bíblia, além de diversas outras ocorrências. Se de acordo com os sábios o 7 é o número da perfeição, sete anos até a faixa-preta me parece um prazo adequado.”</p>
<div id="attachment_200740" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200740" class="size-full wp-image-200740" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-200740" class="wp-caption-text">Rilion Gracie: &#8220;É preciso paciência, quem burla o tempo está se enganando&#8221;. Foto: Ray Santana/GRACIEMAG.</p></div>
<p><em><strong>Mestre Rilion Gracie:</strong></em><br />
“Tudo na vida é questão de empenho, você não pode ganhar um diploma sem ir à faculdade. A faixa-preta depende das horas de treino e da intensidade que aquele aluno será capaz de dedicar ao dojô. Os chamados ‘ratos de academia’ certamente vão chegar à graduação mais rapidamente. Ou seja, não é uma questão de tempo desde o dia em que você se matricula, mas uma questão de tempo dedicado. Em dezembro passado, graduei meu filho Roggan como faixa-preta. Foi uma conquista puramente dele. Se dependesse só do rendimento nos treinos, eu já poderia ter dado a faixa há dois anos, mas acho que a faixa-preta não depende apenas da vontade do professor, há outros aspectos. No caso dele, os próprios colegas de treino e demais professores da academia começaram a cobrar a faixa pelo que ele demonstrava diariamente. Eu apenas a amarrei na cintura dele, juntamente com o Renzo, mas estava todo mundo aferindo o nível dele e pleiteando a graduação. A pior coisa é o aluno burlar o tempo, por falta de paciência, e pegar faixa antes da hora. Não adianta eu aparentar ser uma coisa que na verdade eu não sou – essas pessoas estão enganando a si mesmas.”</p>
<p>*** Este artigo foi publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #239. Assine já a revista para não perder os melhores artigos sobre sua <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">arte marcial favorita, aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-tempo-correto-de-um-aluno-ate-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-professores-debatem/">Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>5 dicas e macetes para render mais no treino de Jiu-Jitsu durante o calor do verão</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Nov 2023 15:24:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fortíssimo calor que vem atingindo quase todo Brasil pode atrapalhar tudo, menos os treinos de Jiu-Jitsu dos praticantes mais apaixonados. Para driblar o maçarico e temperaturas de derreter asfalto, é preciso tomar algumas precauções, algumas sérias. O GRACIEMAG.com listou então cinco dicas principais para você não sofrer na academia esta semana. 1. Hidratar-se com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_151914" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/03/Por-do-sol-em-Floripa-Foto-Renan-Capivara-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-151914" class="size-full wp-image-151914" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/03/Por-do-sol-em-Floripa-Foto-Renan-Capivara-1.jpg" alt="Por do sol em Floripa Foto Renan Capivara" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/03/Por-do-sol-em-Floripa-Foto-Renan-Capivara-1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/03/Por-do-sol-em-Floripa-Foto-Renan-Capivara-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/03/Por-do-sol-em-Floripa-Foto-Renan-Capivara-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/03/Por-do-sol-em-Floripa-Foto-Renan-Capivara-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><p id="caption-attachment-151914" class="wp-caption-text">Por do sol em Floripa Foto: Renan Capivara</p></div>
<p>O fortíssimo calor que vem atingindo quase todo Brasil pode atrapalhar tudo, menos os treinos de Jiu-Jitsu dos praticantes mais apaixonados.</p>
<p>Para driblar o maçarico e temperaturas de derreter asfalto, é preciso tomar algumas precauções, algumas sérias. O GRACIEMAG.com listou então cinco dicas principais para você não sofrer na academia esta semana.</p>
<p><strong>1.</strong> Hidratar-se com regularidade desde a hora de acordar até depois do treino é uma das medidas principais. Busque beber um copo de água fresca de hora em hora.</p>
<p><strong>2.</strong> Nada de panos quentes! Uma dica legal é deixar seu kimono perto do ar condicionado ou do ventilador durante o dia. Sua armadura vai ficar geladinha na hora de vestir. Só é preciso evitar que ele se molhe, claro.</p>
<p><strong>3.</strong> Procure levar para a academia uma toalha ou aquela tira de algodão para o pulso, como os jogadores de basquete usam. Pode ajudar demais na hora de enxugar o suor que pinga durante o treino.</p>
<p><strong>4.</strong> Morador do bairro de Bangu, no Rio de Janeiro, onde a temperatura passa frequentemente dos 40ºC, o faixa-preta Fabio Andrade sabe das dificuldades para lidar com a canícula e manter os treininhos em alto nível. “Para mim, que trabalho em Bangu, o calor já é algo até normal&#8221;, lembra a fera da Nova União. &#8220;Mas há dias que passa dos limites. Nas semanas mais quentes hidratamos mais os nossos atletas. O ventilador fica circulando o dia inteiro, desde que abrimos. A tática principal é aumentar a quantidade de treinos e diminuir o tempo de duração deles. Normalmente em minha academia são 4 treinos de 2 horas cada. Em dias quentes, aumento para 6 treinos de 1 hora cada, dependendo do rendimento dos atletas”.</p>
<p><strong>5.</strong> De acordo com Fabio Andrade, o rendimento dos lutadores não cai: “Não tem nada de desaceleração, o treino é sempre para frente. Cabe ao professor lembrar aos alunos competidores que, enquanto muitos brincam de treinar, tem alguém treinando muito forte em algum lugar do mundo. Não há alternativa, quem faz Jiu-Jitsu tem de treinar sem moleza. A alternativa é deixar o pessoal beber água o tempo todo. Treinos curtos, muita água e aquele ambiente alegre, no fim das contas, compensam qualquer calorão”, ensina Fabio.</p>
<p>E você, amigo leitor, como evita o calor nos treinos de Jiu-Jitsu? Sua academia já apelou para o ar refrigerado ou dá conta? Comente com a gente.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/5-dicas-e-macetes-para-render-mais-no-treino-de-jiu-jitsu-durante-o-calor-do-verao/">5 dicas e macetes para render mais no treino de Jiu-Jitsu durante o calor do verão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rickson Gracie e sua lição sobre o luto e o tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 14:59:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG. Nascido a 25 de novembro de 1981, Rockson Gracie foi um dos pesos-plumas mais promissores de seu tempo, apesar da curta trajetória como lutador. Filho mais velho do mestre Rickson Gracie, Rockson nos deixou em dezembro de 2000, em Nova York. Após a grande perda, Rickson se fechou e meditou por&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229674" style="width: 1411px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/Screenshot_20201125-185720.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229674" class="size-full wp-image-229674" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/Screenshot_20201125-185720.png" alt="" width="1401" height="1016" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/Screenshot_20201125-185720.png 1401w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/Screenshot_20201125-185720-300x218.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/Screenshot_20201125-185720-1024x743.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/Screenshot_20201125-185720-768x557.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/Screenshot_20201125-185720-150x109.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1401px) 100vw, 1401px" /></a><p id="caption-attachment-229674" class="wp-caption-text">Rockson e Rickson Gracie. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Do baú de GRACIEMAG.</p>
<p>Nascido a 25 de novembro de 1981, Rockson Gracie foi um dos pesos-plumas mais promissores de seu tempo, apesar da curta trajetória como lutador. Filho mais velho do mestre Rickson Gracie, Rockson nos deixou em dezembro de 2000, em Nova York.</p>
<p>Após a grande perda, Rickson se fechou e meditou por um longo período, se afastando das competições e até dos treinos de Jiu-Jitsu. Ao refletir sobre a lição maior da morte do filho, Rickson fez uma importante análise sobre o tempo, o futuro e a saudade. Sobre a vida e a morte, enfim.</p>
<p>&#8220;Passei por um processo de cura com a minha família”, ensinaria Rickson. “Foram anos até recuperar essa energia e buscar uma razão que me fizesse feliz de novo. E a razão que encontrei são os três filhos lindos que tenho, minha família, o Jiu-Jitsu. Depois de muito meditar, de me enclausurar nos bosques, sem vontade de surfar, brincar, treinar, cheguei à conclusão de que havia uma lição a tirar de tudo. Até aquele momento, eu nunca tinha dado valor ao tempo, sempre achei que eu era controlador do meu tempo, que poderia deixar para falar com meu filho amanhã, deixar uma viagem ou uma aula para depois, que o tempo era só uma questão de adaptação na minha agenda. Deixei de fazer muitas coisas achando que teria outras chances. Com a partida do meu filho, entendi que não existe o amanhã.”</p>
<p>Nos 20 anos de saudade de Rockson, Kron lembrou com carinho do irmão mais velho. Fica a lição, nobre leitor. Aproveite seu tempo, e não deixe nada para amanhã.</p>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/CIBUnxWM3jc/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Uma publicação compartilhada por Kron Gracie (@riokid)</a></p>
</div>
</blockquote>
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		<title>Rápidos no gatilho: estreia de Kron Gracie foi mais ligeira que as de Royce e Demian Maia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 17:31:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No domingo, 17 de fevereiro, Kron Gracie usou o Jiu-Jitsu para estrear com vitória no maior palco mundial do MMA. Muito se fala sobre a pressão de fazer a primeira luta no UFC e pisar no octógono com a certeza de ter milhares de olhares na sua luta, mas alguns brasileiros cascas-grossas conseguiram driblar tal&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213911" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/kron2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213911" class="size-full wp-image-213911" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/kron2.jpg" alt="" width="1000" height="724" /></a><p id="caption-attachment-213911" class="wp-caption-text">Kron vibra com seus corners após sua estreia de sucesso no UFC. Foto: Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>No domingo, 17 de fevereiro, <a href="https://www.graciemag.com/2019/02/18/kron-gracie-usa-o-jiu-jitsu-e-finaliza-rapido-no-ufc-phoenix-francis-ngannou-nocauteia-cain-velasquez/" target="_blank" rel="noopener">Kron Gracie usou o Jiu-Jitsu para estrear com vitória</a> no maior palco mundial do MMA. Muito se fala sobre a pressão de fazer a primeira luta no UFC e pisar no octógono com a certeza de ter milhares de olhares na sua luta, mas alguns brasileiros cascas-grossas conseguiram driblar tal pressão.</p>
<p>Para Kron, 30 anos, acostumado desde garoto à responsabilidade de representar a família Gracie em torneios, a pressão faz parte da carreira. Na estreia no UFC, 2min06s foram suficientes para garantir a vitória, tempo bem próximo ao do tio Royce Gracie, que debutou no UFC com vitória em 2min18s no duelo clássico contra Art Jimmerson.</p>
<p>Contudo, outros astros brasileiros tiveram estreias ainda mais breves – caso do faixa-preta Charles do Bronx, hoje detentor do recorde de mais finalizações no UFC: em sua estreia, ele capturou Darren Elkins no armlock em 41 segundos. O recorde de estreia mais rápida da história segue com Ryan Jimmo (1981-2016), que fez sua primeira luta no UFC nocauteando Anthony Perosh em 7s.</p>
<p>Confira na lista abaixo alguns outros fenomenais brasileiros que tiveram um início relâmpago nas oito linhas do UFC!</p>
<p>Erick Silva &#8211; 40s<br />
Charles do Bronx &#8211; 41s<br />
Anderson Silva &#8211; 49s<br />
Vitor Belfort &#8211; 1min17s<br />
Junior Cigano &#8211; 1min20s<br />
Cris Cyborg &#8211; 1min21s<br />
Glover Teixeira &#8211; 1min53s<br />
Rogerio Minotouro &#8211; 1min56s<br />
<strong>Kron Gracie &#8211; 2min06s</strong><br />
Amanda Nunes &#8211; 2min08s<br />
Royce Gracie &#8211; 2min18s<br />
Demian Maia &#8211; 2min40s</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rapidos-no-gatilho-estreia-de-kron-gracie-foi-mais-ligeira-que-as-de-royce-e-demian-maia/">Rápidos no gatilho: estreia de Kron Gracie foi mais ligeira que as de Royce e Demian Maia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mundial 2018: Campeão pela 1ª vez, Isaque Bahiense distribui lições para o seu Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 17:02:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após o encerramento do Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF, no dia 3 de junho, ficaram as histórias de grandes lutas, novos campeões e lições tiradas do tatame mais competitivo da arte suave no mundo. Um desses atletas que voltaram para casa com muitas aulas na bagagem, além de uma bela medalha dourada na faixa-preta, foi&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200132" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200132" class="wp-image-200132 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-200132" class="wp-caption-text">Isaque Bahiense. Foto: IBJJF</p></div>
<p>Após o encerramento do <a href="https://www.graciemag.com/2018/06/03/mundial-de-jiu-jitsu-2018-confira-em-tempo-real-os-resultados-das-finais-na-faixa-preta/" target="_blank" rel="noopener">Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF</a>, no dia 3 de junho, ficaram as histórias de grandes lutas, novos campeões e lições tiradas do tatame mais competitivo da arte suave no mundo. Um desses atletas que voltaram para casa com muitas aulas na bagagem, além de uma bela medalha dourada na faixa-preta, foi Isaque Bahiense.</p>
<p>Faixa-preta da Alliance, que conquistou pela primeira vez o título mundial entre a elite do Jiu-Jitsu ao bater Tommy Langaker (Kimura) na final do disputado peso médio, Isaque percorreu muitas curvas antes de chegar ao sonhado ápice no esporte.</p>
<p>A fera conversou conosco sobre sua trajetória, e ao comentar uma das muitas lições, Isaque falou de um fator muito importante na evolução do atleta: o tempo. Com uma carreira de anos dedicados ao esporte, as vitórias deram impulso e as derrotas ensinaram, algumas mais dolorosas que as outras, mas acreditar no potencial e na própria força de vontade foi crucial no seu crescimento.</p>
<p>&#8220;As derrotas ensinam muito, é o momento no qual a gente para pra pensar no que está acontecendo&#8221;, analisou Isaque. As derrotas me ajudaram muito a amadurecer, pois elas te fortalecem quando você acredita no processo. Se você não acredita no processo, algumas derrotas podem te desmotivar. A derrota pode te fortalecer ou enfraquecer, depende do quanto você acredita em você.</p>
<p>&#8220;Sempre acreditei em mim e que as coisas aconteceriam no tempo certo. Percebi que cada pessoa tem uma história diferente, uma maneira diferente de crescer. Então não podemos nos comparar com ninguém. Temos que trabalhar duro, independente da vitoria ou da derrota, e as coisas boas acontecem com o tempo.&#8221;</p>
<p>E você, amigo leitor, o que tira de lição das suas vitórias e derrotas? Comente conosco e não deixe de <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">assinar a GRACIEMAG</a> para ter acesso às melhores lições do Jiu-Jitsu!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mundial-2018-campeao-pela-1a-vez-isaque-bahiense-distribui-licoes-para-o-seu-jiu-jitsu/">Mundial 2018: Campeão pela 1ª vez, Isaque Bahiense distribui lições para o seu Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GMI: Sem tempo para praticar Jiu-Jitsu? Academia inova com método que otimiza o treino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 12:33:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[ Por: Bernardo Ribeiro * ] Nos dias de hoje, o grande inimigo do praticante de Jiu-Jitsu é a falta de tempo para se dedicar ao esporte com consistência. Mas, talvez, esse perigoso obstáculo não seja exatamente &#8220;falta de tempo&#8221;, mas sim uma dificuldade natural em administrar as horas do seu dia. Primeiro é preciso&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203978" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203978" class="size-full wp-image-203978" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/modalidades-studio-personal-academy-jiu-jitsu2-600x400.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/modalidades-studio-personal-academy-jiu-jitsu2-600x400.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/modalidades-studio-personal-academy-jiu-jitsu2-600x400-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/modalidades-studio-personal-academy-jiu-jitsu2-600x400-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-203978" class="wp-caption-text">Studio Personal Academy, nossa GMI no centro do Rio, investe no treino de advogados e outros profissionais com o dia corrido. Foto: Reprodução</p></div>
<p><em><strong>[ Por: Bernardo Ribeiro * ]</strong></em></p>
<p>Nos dias de hoje, o grande inimigo do praticante de Jiu-Jitsu é a falta de tempo para se dedicar ao esporte com consistência. Mas, talvez, esse perigoso obstáculo não seja exatamente &#8220;falta de tempo&#8221;, mas sim uma dificuldade natural em administrar as horas do seu dia.</p>
<p>Primeiro é preciso que você se conscientize que um horário para queimar algumas calorias e aliviar o estresse é fundamental para qualquer profissional, seja você um funcionário iniciante ou o presidente de uma empresa. Sem saúde não há como a mente render no trabalho.</p>
<p>A seguir, é preciso que você ache uma academia com horários maleáveis para sua rotina, ou seja, adequada aos horários de cada aluno.</p>
<p>Eu sou advogado e pratico Jiu-Jitsu desde que comecei a estudar no centro da cidade, sempre usando o kimono paralelamente ao terno. Desde o início senti a necessidade de ter um lugar para a prática de exercícios físicos ali por perto, já que era difícil sair da faculdade, emendar com o trabalho e ainda chegar a tempo de pegar o meu treino de Jiu-Jitsu. Além de cansativo, você está sempre chegando atrasado, e assim o treino nunca rende como esperado.</p>
<p>Além disso, por todos os colegas advogados e estagiários saberem que eu praticava Jiu-Jitsu, volta e meia eles vinham lamentar comigo por não terem tempo de voltar a vestir o kimono. Os problemas eram os mesmos: eles nunca conseguiam chegar a tempo em suas respectivas academias. A vida de um advogado pode ser muito corrida, a maioria sai dos escritórios por volta das 21h, muitos mais tarde, e isso praticamente impossibilita encontrar um dojô com horário apropriado para treinar.</p>
<p>Fora isso, uma questão que também sempre entrava em pauta entre os ex-praticantes arrependidos era que, hoje, muitos advogados e juízes mais velhos não contavam mais com aquela disposição de chegar à academia para enfrentar alunos na maioria jovens e adolescentes, em treinos que acabariam se resumindo a trocar força ou mesmo ser amassados por garotos novos na ponta dos cascos.</p>
<p>Muitos praticantes buscam voltar a treinar como estudantes de Jiu-Jitsu, não como lutadores, o que é bem diferente. São praticantes que simplesmente amam a arte suave, sentem falta de vestir o kimono e suar no tatame, e também precisam retornar aos poucos.</p>
<p>Daí surgiu a ideia do espaço <a href="http://studiopersonalacademy.com/" target="_blank" rel="noopener">Studio Personal Academy</a>, uma academia em que o aluno marca um treino particular e totalmente personalizado, NO DIA E NA HORA que ele puder.</p>
<p>O esquema é simples: nós vendemos pacotes de aulas particulares ou em grupo de até quatro pessoas – sempre entre amigos, nunca pessoas desconhecidas. A partir daí, o aluno vai escolher o dia e horário que quer treinar. No Studio Personal Academy no Rio de Janeiro não é a academia que disponibiliza o horário da aula, o aluno agenda o horário que ele tem disponível e nós apenas damos a aula.</p>
<p>Na prática, a ideia inovadora tem funcionado muito bem. O aluno, por exemplo, compra dez aulas particulares para serem utilizada em até dois meses, e escolhe dia e hora do treino. Não há nenhuma restrição: ele pode pode selecionar um dia às 7h da manhã, no outro às 16h ou 19h, dependendo apenas da sua agenda naquele período.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Studio Personal Academy" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/pEr3dJCMTsk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Dessa forma, estamos conseguindo contornar essa dificuldade do público que trabalha no centro da cidade e que tem a vida constantemente corrida; o aluno sente o dia que ele estará mais tranquilo no trabalho, liga pra academia e marca a hora do treino.</p>
<p>Recentemente, incluímos em nosso rol de atividades a maior novidade do mundo fitness no Brasil, a tecnologia de treino EMS (eletroestimulação muscular). É um treino que na Europa e nos Estados Unidos já virou febre entre atletas de alto rendimento, como Usain Bolt, Rafael Nadal e outros.</p>
<p>Somos um dos três únicos lugares no Rio de Janeiro a oferecer esse tipo de tecnologia. É um treinamento completo, que em 20 minutos trabalha mais de 300 músculos do seu corpo simultaneamente, sendo equivalente a 1h30min de um treino convencional. Ou seja, mais resultados em menos horas por dia.</p>
<p>Investimos nessa tecnologia justamente por acreditar que se encaixa na nossa proposta, oferecer ao praticante mais qualidade de vida e otimizar o tempo dos nossos alunos. Se você é um executivo e trabalha no centro, sabe como é difícil ter tempo para ir à academia, mas se uma horinha é sempre um problema, certamente 20 minutinhos você consegue.</p>
<p>Nesse tipo de treino, que é intenso, o aluno veste uma roupa com eletrodos que estimulam os músculos através de estímulos elétricos e contrações involuntárias diretamente em todos seus músculos: pernas, glúteos, braços, abdome, costas e peitoral.</p>
<p>Após alguns minutos, o praticante sente os benefícios de um treino que tonifica os músculos, aumenta a massa muscular, melhora o condicionamento físico, reduz a celulite e a gordura corporal, melhora a dor nas costas, prorroga a atividade metabólica por até 72 horas, tudo isso sem gerar nenhum impacto excessivo nas articulações, ou seja, sem grandes riscos de lesão.</p>
<p>Portanto, lute com a gente para otimizar seu tempo com inteligência. Lembre-se que o dia tem 24 horas, basta você separar apenas uma delas, ou menos, para você fazer o que ama e se sentir muito melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>* Bernardo Ribeiro é advogado e fundador do espaço Studio Personal Academy, dojô no Rio de Janeiro voltado para oferecer a profissionais e ao público do centro da cidade maior qualidade de vida por meio da prática de artes marciais.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>&gt;&gt;&gt; Quer divulgar sua academia de Jiu-Jitsu e espalhar para o mundo de que modo ela está mudando sua comunidade? Mande um email para gmi@graciemag.com e saiba como entrar para o clube de vantagens GRACIEMAG Indica!</em></p></blockquote>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-sem-tempo-para-praticar-jiu-jitsu-academia-inova-com-metodo-que-otimiza-o-treino/">GMI: Sem tempo para praticar Jiu-Jitsu? Academia inova com método que otimiza o treino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Qual a diferença do Mundial Master para outros torneios de Jiu-Jitsu? Osvaldo Queixinho explica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 09:02:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O peso-pena Osvaldo “Queixinho” Moizinho é uma das feras inscritas no Mundial de Masters da IBJJF, que começa nesta quinta-feira, 24 de agosto, em Las Vegas, Nevada. Aos 31 anos, Queixinho ainda compete com maestria entre os adultos, e encara o torneio de masters como mais um desafio na carreira. Atual campeão do evento entre&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203487" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203487" class="size-full wp-image-203487" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Osvaldo-Queixinho.jpg" alt="" width="940" height="627" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Osvaldo-Queixinho.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Osvaldo-Queixinho-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Osvaldo-Queixinho-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Osvaldo-Queixinho-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-203487" class="wp-caption-text">Queixinho em duelo contra Paulo Miyao. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG</p></div>
<p>O peso-pena Osvaldo “Queixinho” Moizinho é uma das feras inscritas no Mundial de Masters da IBJJF, que começa nesta quinta-feira, 24 de agosto, em Las Vegas, Nevada.</p>
<p>Aos 31 anos, Queixinho ainda compete com maestria entre os adultos, e encara o torneio de masters como mais um desafio na carreira. Atual campeão do evento entre os penas, o faixa-preta da Ares BJJ analisou o que muda no Jiu-Jitsu de uma divisão para outra e o que funciona do seu jogo em ambas as categorias.</p>
<p>&#8220;A maior diferença é o tempo de luta&#8221;, disse ele. &#8220;No adulto, se você começar perdendo tem tempo para correr atrás do placar. Já no master, o relógio corre rápido. Se estiver atrás no placar, você não tem muito tempo e pode se complicar.&#8221;</p>
<p>Queixinho acrescentou: &#8220;Meu jogo não muda muito entre uma divisão e outra. A maior diferença é por causa do estilo da galera no master, que gosta mais de trocar em pé, e eu gosto de quedas também. Eu só não tenho muita oportunidade de aplicar meu jogo de derrubadas no adulto, pois muita gente faz guarda e puxa rápido. Os atletas do master já estão acostumados com a categoria e sabem como segurar o ritmo da luta. No adulto, os competidores abrem mais o jogo e acabam dando mais espaço para o adversário&#8221;.</p>
<p>Faixa-preta desde 2011, Queixinho também comentou como o Mundial Master é visto com outros olhos hoje, por conta do grande número de atletas campeões mundiais no adulto que disputam o ouro também entre os masters, como Xande e Saulo Ribeiro, Robson Moura, Vitor Shaolin, Rômulo Barral e outros.</p>
<p>“Sem dúvidas, o nível está subindo muito&#8221;, Quexinho opinou. &#8220;O mundial adulto segue acima, pelo fato do número de atletas de alto nível inscritos, mas acho que é questão de tempo até o master ficar tão competitivo quanto o adulto. Antigamente, o master era conhecido por ter os atletas de maior idade, os que começaram ‘tarde’ no Jiu-Jitsu. Hoje em dia temos campeões mundiais no adulto que estão migrando para o torneio de veteranos com a mesma gana.”</p>
<p>Veja no vídeo a seguir os detalhes de Queixinho para dominar a guarda 50/50, e conheça um pouco mais do jogo da fera!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Osvaldo Queixinho e os segredos da guarda 50-50" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/cLl_YaVCpXA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-a-diferenca-do-mundial-master-para-outros-torneios-de-jiu-jitsu-osvaldo-queixinho-explica/">Qual a diferença do Mundial Master para outros torneios de Jiu-Jitsu? Osvaldo Queixinho explica</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Copa Pódio lança luta de Jiu-Jitsu sem tempo, e um Gracie é convidado</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 20:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O GP dos Médios da Copa Pódio, marcado para 8 de setembro no Rio de Janeiro, no notório ginásio do Tijuca Tênis Clube, ganhou mais um ingrediente interessante. Se o torneio de pesos médios já contava com nomes acima de qualquer suspeita, como Romulo Barral, Alexandro Ceconi, Keenan Cornelius e o judoca Travis Stevens, agora&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124266" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-124266" class="size-full wp-image-124266" title="Clark Gracie x Diego Borges na Copa Podio Foto Aragao" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/06/Clark-Gracie-x-Diego-Borges-na-Copa-Podio-Foto-Aragao.jpg" alt="Clark Gracie x Diego Borges na Copa Podio Foto Aragao" width="1024" height="683" /><p id="caption-attachment-124266" class="wp-caption-text">Após boa luta na Copa Pódio em maio, dois talentosos faixas-pretas voltam a se enfrentar sem tempo, até pegar. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p>O GP dos Médios da Copa Pódio, marcado para 8 de setembro no Rio de Janeiro, no notório ginásio do Tijuca Tênis Clube, ganhou mais um ingrediente interessante.</p>
<p>Se o torneio de pesos médios já contava com nomes acima de qualquer suspeita, como Romulo Barral, Alexandro Ceconi, Keenan Cornelius e o judoca Travis Stevens, agora o suspense aumentou.</p>
<p>A novidade é uma luta sem limite de tempo, até que um dos lutadores seja finalizado ou desista. Os atletas que toparam a maratona são os faixas-pretas Clark Gracie e Diego Borges, como GRACIEMAG apurou com exclusividade.</p>
<p>&#8220;Decidimos apostar nessa ideia de uma luta sem tempo dentro do Desafio das Cidades. Será San Diego contra Manaus, um toque internacional na disputa. Os dois vão lutar com 82kg e esperamos que seja um lutão&#8221;, diz Jeferson Maycá, o organizador da Copa Pódio, que não crê que a luta passe de uma hora.</p>
<p>&#8220;O árbitro vai punir com severidade qualquer eventual amarração, então acreditamos que seja uma luta frenética o tempo todo&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Em maio, no último GP da Copa Pódio, de pesos leves, Diego Borges venceu Clark por 2 a 0, com uma queda marota, quando o Gracie lamentou não haver mais alguns minutos para que ele virasse a luta. Tempo agora é o que não vai faltar, para ambos.</p>
<p>E você leitor, acha que este duelo sem limite no cronômetro será interessante? Comente aqui, no espaço de debate do site GRACIEMAG.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/copa-podio-promove-luta-sem-tempo-em-setembro-e-um-gracie-e-convidado/">Copa Pódio lança luta de Jiu-Jitsu sem tempo, e um Gracie é convidado</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Árbitros do Jiu-Jitsu discordam sobre regras do Metamoris</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 19:38:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 14, os olhos dos fãs de Jiu-Jitsu estarão voltados para o ginásio da Universidade de San Diego, palco da primeira edição do Metamoris Pro. A proposta do novo evento, idealizado por Ralek Gracie, é ver como alguns dos grandes craques da arte suave se saem numa luta de 20 minutos, sem pontos,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62890" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-62890" class="size-full wp-image-62890" title="Muzio arbitra no 2011 Pan IBJJF Jiu Jitsu Championship" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Muzio-arbitra-IBJJF2.jpg" alt="2011 Pan IBJJF Jiu Jitsu Championship" width="640" height="435" /><p id="caption-attachment-62890" class="wp-caption-text">O árbitro Muzio de Angelis prepara-se para marcar os pontos, durante o Pan de Jiu-Jitsu. Foto: Dan Rod/GRACIEMAG</p></div>
<p>No próximo dia 14, os olhos dos fãs de Jiu-Jitsu estarão voltados para o ginásio da Universidade de San Diego, palco da primeira edição do Metamoris Pro. A proposta do novo evento, idealizado por Ralek Gracie, é ver como alguns dos grandes craques da arte suave se saem numa luta de 20 minutos, sem pontos, vantagens ou decisão dos juízes. Só vence quem finalizar.</p>
<p>Será o formato instigante para os torcedores? Será bom para os atletas? Veremos no dia 14 de outubro, <em>in loco</em> ou via <a title="Site do Metamoris Pro" href="http://metamoris.com" target="_blank">transmissão pela internet</a>, para quem não estiver na Califórnia.</p>
<p>Mas o que será que outra parte integrante e importante do Jiu-Jitsu achou da novidade? Estamos falando do setor de arbitragem. O GRACIEMAG.com quis saber de alguns dos principais juízes do esporte o que eles acharam do Metamoris Pro, e as opiniões foram diferentes.</p>
<p>“Acredito que, como as lutas têm a duração de 20 minutos, dez a mais do que uma luta normal, a técnica vai prevalecer e vencer a força”, aposta Muzio de Angelis, um dos mais competentes juízes da IBJJF.</p>
<p>Já Augusto Tanquinho, árbitro de elite e ainda por cima vice-campeão mundial em 2011, não se empolga tanto assim.</p>
<p>“Sinceramente, não gostei muito das regras. Se vale apenas a finalização, para mim não deveria ter cronômetro. Esse negócio de 20 minutos só vai beneficiar quem quiser segurar o empate, ou seja, não bater. Já que não terão tantas lutas no card, por que não colocar sem tempo, até pegar? Seria mais bonito de se ver”, diz Tanquinho.</p>
<p>Os dois toparam, para encerrar, fazer um exercício de previsão para cada uma das lutas do card:</p>
<div id="attachment_37674" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-37674" class="size-full wp-image-37674" title="tanquinho vs Tiago Coelho Rocha_04" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/tanquinho-vs-Tiago-Coelho-Rocha_041.jpg" alt="Tanquinho em ação no Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Aragão" width="640" height="455" /><p id="caption-attachment-37674" class="wp-caption-text">Augusto Tanquinho em ação no Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<h3>Roger Gracie vs Marcus Vinicius &#8220;Bochecha&#8221;</h3>
<p>TANQUINHO: &#8220;Muito difícil de apontar. Roger nunca foi finalizado e o Bochecha, atual campeão mundial absoluto, também não bate, eu não me recordo de ter visto alguém pegando ele. Escolho o empate&#8221;.</p>
<p>MUZIO: &#8220;Bochecha é um grande lutador e tem um coração de leão, porém numa luta longa aposto no Roger Gracie”.</p>
<h3>André Galvão vs Ryron Gracie</h3>
<p>TANQUINHO: “Acho que Galvão finaliza. Ele deve alcançar posições melhores e, com o tempo, vai conseguir a finalização”.</p>
<p>MUZIO: &#8220;Nunca vi ao vivo o Ryron lutar, portanto acredito que a luta será bem tranquila para o André, um dos melhores competidores da atualidade”.</p>
<h3>Kron Gracie vs Otavio Sousa</h3>
<p>TANQUINHO: “Ótima de assistir. Kron é finalizador e tem tudo para sair com a vitória, mas Otavio é o campeão mundial. Vai ser uma das melhores lutas da noite ao meu ver”.</p>
<p>MUZIO: &#8220;Esse é o tipo de luta que o Kron gosta, pois nunca se preocupa com os pontos e busca a finalização o tempo todo. Acho que dá Kron”.</p>
<h3>Kayron Gracie vs Rafael Lovato Jr</h3>
<p>TANQUINHO: “Dois ótimos atletas, equivalentes tecnicamente. Acredito que não teremos finalização nessa luta, dá empate&#8221;.</p>
<p>MUZIO: &#8220;Luta pedreira e muito bem casada, e qualquer um pode vencer. Pode até pintar um empate, mas aposto no Kayron”.</p>
<h3>Jeff Glover vs Caio Terra</h3>
<p>TANQUINHO: &#8220;Acho o Caio Terra um cara com mais recursos técnicos do que o Jeff Glover, mas o Jeff venceu a última luta deles por pontos. Pode ser que o Caio finalize ou dê empate”.</p>
<p>MUZIO: &#8220;Sei que deu Jeff na última luta, na Jiu-Jitsu Expo, mas numa luta mais longa eu aposto no Caio Terra. Ele é muito técnico e perigoso.&#8221;</p>
<h3>Dean Lister vs Kevin Casey</h3>
<p>TANQUINHO: &#8220;Acho que o Dean finaliza sem sustos”.</p>
<p>MUZIO: &#8220;Para ser sincero, não conheço o Kevin Casey (ex-atleta do Strikeforce), mas conheço bem o Lister, um campeão do ADCC superperigoso e que já finalizou o Rodolfo Vieira sem kimono. Meu voto é para o Dean Lister&#8221;.</p>
<h3>Jean Jacques Machado vs Nelson Monteiro</h3>
<p>TANQUINHO: “Deve ser outra grande luta, acredito que o Jean Jacques leva uma pequena vantagem por tudo que já fez nos ADCCs. Mas o Nelson Monteiro também tem muita bagagem e pode surpreender&#8221;.</p>
<p>MUZIO:  &#8220;Jean Jacques. Voto nele pois é um dos caras mais técnicos que já vi lutar”.</p>
<p>** E para você, fiel amante do Jiu-Jitsu? Quem serão os vencedores do Metamoris Pro? E você, gostou das regras? Mande seu pitaco e tire onda depois.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/arbitros-do-jiu-jitsu-discordam-sobre-novas-regras-do-metamoris/">Árbitros do Jiu-Jitsu discordam sobre regras do Metamoris</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mendes: &#8220;Temos de saber nosso valor, não podemos regredir&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:43:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quanto custa para uma luta dos sonhos virar realidade? Em julho, um grupo de entusiastas do Jiu-Jitsu de Atlanta idealizou uma luta de Jiu-Jitsu sem tempo, até a finalização, entre Rafael Mendes e Rubens Cobrinha – o atual campeão mundial da Atos contra o tetra mundial da Alliance. Para tal, ofereceram 10 mil dólares de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto custa para uma luta dos sonhos virar realidade? Em julho, um grupo de entusiastas do Jiu-Jitsu de Atlanta idealizou uma luta de Jiu-Jitsu sem tempo, até a finalização, entre Rafael Mendes e Rubens Cobrinha – o atual campeão mundial da Atos contra o tetra mundial da Alliance. Para tal, ofereceram 10 mil dólares de bolsa, o vencedor leva tudo.</p>
<p>Seria a bolsa suficiente? Cobrinha topou, pensando mais em fazer história do que no dinheiro. Mas Rafael Mendes respondeu aos promotores dizendo que o valor era pouco para uma luta deste porte.</p>
<p>Nos fóruns do GRACIEMAG.com, a postura de Rafa foi elogiada e criticada na mesma medida, em quase uma centena de comentários. O que talvez nem todo mundo saiba é que um seminário dos Mendes hoje rendem cerca de 2.500 dólares. Ou seja, com quatro seminários relaxados o campeão dos penas embolsaria o mesmo do que nessa guerra em que o relógio não manda nada.</p>
<p>Perguntamos a Rafa quanto ele acha que vale. O leitor decide se o jovem faixa-preta de Ramon Lemos está certo.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/Mendes-campeao-mundial-Ivan-2010.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14864" title="Mendes campeao mundial Ivan 2010" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/Mendes-campeao-mundial-Ivan-2010.jpg" alt="Rafa celebra seu primeiro Mundial na preta, em 2010. Foto: Ivan Trindade." width="580" height="356" /></a></p>
<p><strong>Por que você não aceitou a bolsa de 10 mil dólares pela luta sem tempo? Tem a ver com o fato de você ganhar cerca de 2.500 dólares por seminário?</strong><br />
Sim, os seminários rendem mais ou menos isso. Por este valor, penso que compensa mais fazer seminários, onde faço amigos, treino com pessoas diferentes, conheço lugares e me divirto. Hoje estou com seminários marcados para o fim do ano na Europa, em Guam e provavelmente no Japão. Assim, para esta luta eu teria de desmarcar e me focar nos treinos de Jiu-Jitsu e preparação física, como fiz o primeiro semestre todo. Então para mim realmente não compensa este valor.</p>
<p><strong>Essa polêmica no GRACIEMAG.com te incomodou de alguma forma?</strong><br />
Primeiro deixa eu dizer que sou fã de vocês, a GRACIEMAG está melhor a cada mês, a cada edição. Cara, o que me incomoda não é a polêmica, o que me incomoda são pessoas que nem me conhecem me criticarem, usando termos que não deveriam. Eu sempre aprendi que para você se referir a alguém, precisa conhecer esta pessoa. PRINCIPALMENTE se for criticar. Fico incomodado com isso, as pessoas têm de aprender a se respeitar, elas confundem as coisas acredito. Torcer para o Cobrinha não significa tentar acabar com minha imagem. Mesmo porque eu nunca faltei com respeito a ele em nenhuma entrevista minha.<br />
Mas acho hilário ler por aí que tenho &#8220;medo&#8221; de lutar. Vejo aí que eles realmente não me conhecem, pois sou extremamente confiante. Se eu tivesse medo de lutar ou &#8220;perder&#8221;, não entraria no absoluto como entrei em Abu Dhabi, podendo lutar contra adversários bem maiores e tão bons quanto ele (Cobrinha), como Bráulio, Romulo Barral, Demente, Vella, Big Mac. Se eu tivesse &#8220;medo&#8221;, iria para outro esporte. Comecei a competir com 12 anos e não estou nem perto de parar, entao quero apenas dizer que esse sentimento de &#8220;desafio&#8221; me acompanha faz tempo e me faz querer lutar muito ainda.</p>
<p><strong>Você acha que pode valorizar mais a profissão de lutador com essa negociação?</strong><br />
Sim, as pessoas que criticam veem somente o lado da &#8220;luta em si&#8221;, mas esquecem que se o Jiu-Jitsu para muitos é diversão, para mim é trabalho, é minha vida. Sou uma pessoa extremamente dedicada e treino MUITO, realmente MUITO, então quero ser valorizado. O que estou fazendo não é somente para mim, é para todos os lutadores de Jiu-Jitsu, pois se todos os atletas realmente se valorizarem, não precisaríamos migrar para o MMA por dificuldades de ganhar dinheiro com o Jiu-Jitsu. Vocês acham que grandes nomes da nossa arte mudam para o MMA por não terem amor ao Jiu-Jitsu esportivo? Tenho certeza que eles têm, e muito, mas precisam pensar no futuro, ser atleta não é somente &#8220;ter disposição&#8221; e encarar &#8220;qualquer parada&#8221;, em alguns momentos temos de tomar decisões pensando em nosso futuro. Se os atletas que lutam hoje se valorizassem de verdade, estaríamos com propostas muito melhores, inclusive de patrocínio. O que torna mais difícil os patrocínios é que a maioria aceita a primeira proposta. Temos de saber nosso valor, não podemos regredir.</p>
<p><strong>Você fez uma contraproposta para os organizadores? Pode dizer qual foi  o valor pedido por sua bolsa?</strong><br />
Assim que recebi o email dos organizadores, falando que estavam interessados numa luta entre mim e o Cobrinha, eu falei que estava feliz pelo convite, que gostaria SIM de lutar, mas para ESTE formato eu exigiria uma bolsa maior. O formato que eles propõem é diferente, é polêmico, é mais difícil, então acaba pesando na bolsa.<br />
Mas eu nem cheguei a falar no valor, falei que esperava uma resposta dele e ele me mandou um email para começarmos a negociar. Ele disse que não quer perder dinheiro, e que colocaria a luta em pay-per-view, iria cobrar ingressos para entrar no ginásio etc. Ou seja, essa luta vai render dinheiro, todos sabem disso, então não vou lutar por um valor que não me deixe feliz, pois isso é minha vida, não é negócio nem diversão. Então queria deixar claro isso, não acho que os organizadores estão errados de forma nenhuma nessa história, mas eu estou tampouco estou errado em me valorizar. Não tenho problema nenhum em lutar com o Cobrinha, inclusive seria um prazer e valorizo MUITO minhas vitórias sobre ele por saber o quanto ele é bom. Mas não venham me dizer que tenho de lutar pra provar que amo o esporte ou lutar por honra. Honra eu tenho pela maneira de viver, e meu amor ao esporte podem ter certeza que é inquestionável.</p>
<p><strong>Quanto tempo você acha que uma luta sua com o Cobrinha até pegar poderia durar?</strong><br />
Acho que luta não tem como se prever, mas acredito que seria uma luta longa. E dura para os dois lados.</p>
<p><strong>Você acha que esse formato de luta pode emplacar? Que lutas sem tempo você gostaria de ver das arquibancadas?</strong><br />
Acho que não, pois a probabilidade de as lutas durarem MUITO tempo é gigante. E com dois atletas do mesmo nível lutando, uma finalização não ocorre tão fácil. Acho legal este formato para uma luta entre &#8220;grandes rivais&#8221; de categoria, pois é interessante para o público, mas um evento com várias lutas deste formato no mesmo dia levaria MUITO tempo e seria muito desgastante.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-leitor-decide-rafael-mendes-vale-quanto-pede/">Mendes: “Temos de saber nosso valor, não podemos regredir”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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