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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>pressão | Graciemag</title>
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		<title>A aula de Léo Leite para você usar a pressão no Jiu-Jitsu de modo eficaz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 15:11:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta aula no amplo dojo da BTT Barra da Tijuca, com o amigo Rafael Benevides, Léo ensina como usar a pressão por cima, na meia-guarda, e abrir a guarda ou finalizar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_238396" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238396" class="wp-image-238396 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leo-Leite-no-Sul-Americano-2012-Foto-Aragao-3.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leo-Leite-no-Sul-Americano-2012-Foto-Aragao-3.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leo-Leite-no-Sul-Americano-2012-Foto-Aragao-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leo-Leite-no-Sul-Americano-2012-Foto-Aragao-3-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-238396" class="wp-caption-text">Léo Leite usa a pressão para passar, no Sul-Americano de 2012. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p>Bicampeão mundial de Jiu-Jitsu na faixa-preta, Leonardo Leite (Alliance/BTT) sempre demonstrou um jogo sem brechas em pé ou no solo, e a pressão sempre foi sua aliada constante.</p>
<p>Nesta aula no amplo dojo da BTT Barra da Tijuca, com o amigo Rafael Benevides, Léo ensina como usar a pressão por cima, na meia-guarda, e abrir a guarda ou finalizar.</p>
<p>Repare no detalhe da posição ideal do ombro, que se encaixa no pescoço e não no queixo ou bochecha do oponente. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MR2oTM6k4AEA" rel="noopener" target="_blank">Clique aqui e bons estudos. Oss!</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-aula-de-leo-leite-para-voce-usar-a-pressao-no-jiu-jitsu-de-modo-eficaz/">A aula de Léo Leite para você usar a pressão no Jiu-Jitsu de modo eficaz</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Manifesto &#8220;old school&#8221;: como treinar Jiu-Jitsu ao estilo samurai, com mais adrenalina e menos firula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 03:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vamos estudar algumas lições inspiradas na doutrina que defende um Jiu-Jitsu mais comprometido com o &#8220;combate real&#8221;. Uma arte finalizadora, sem firulas, de “essência samurai”, entre outras características que podem instigar a sua evolução como lutador. Confira a seguir dez mandamentos que tentam resumir o &#8220;Manifesto Old School&#8221;, matéria de capa da edição #225&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_137424" style="width: 950px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-137424" class="size-full wp-image-137424" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1.jpg" alt="" width="940" height="629" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-768x514.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-137424" class="wp-caption-text">José Mario Sperry x Roberto Roleta em 1998. Foto: Ricardo Azoury</p></div>
<p>Hoje vamos estudar algumas lições inspiradas na doutrina que defende um Jiu-Jitsu mais comprometido com o &#8220;combate real&#8221;. Uma arte finalizadora, sem firulas, de “essência samurai”, entre outras características que podem instigar a sua evolução como lutador.</p>
<p><strong><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira a seguir dez mandamentos que tentam resumir o &#8220;Manifesto Old School&#8221;, matéria de capa da edição #225 da revista GRACIEMAG. E se você quiser assinar o nosso ACERVO DIGITAL, com acesso a mais de 50 publicações, CLIQUE AQUI. </a></strong></p>
<p><strong>1. COMPROMISSO COM O COMBATE REAL</strong></p>
<p>Na guerra, quando um samurai japonês perdia a espada e se via obrigado a um combate corpo a corpo contra o inimigo, ele dificilmente pensaria em manobras do tipo berimbolo para lidar com o enfrentamento. Qualquer ação que o deixasse demasiadamente exposto a um ataque do oponente seria fatal. Morte imediata. Fim. É daí que nascem as estratégias de ataque reto e objetivo da versão <em>old school</em> de nossa arte marcial.</p>
<p>Uma filosofia de não dar espaços, de liquidar rapidamente o problema. Um jogo extremamente sério e sem firulas. Adaptando essa “filosofia do samurai” aos tempos de hoje, já que estamos em pleno século 21, uma época em que o Jiu-Jitsu é praticado majoritariamente de forma esportiva e educativa, a doutrina old school e seus apóstolos tentam evitar que a modernidade se desprenda totalmente da essência marcial da arte suave. A “fonte” não pode ser esquecida jamais. Uma questão de preservação de “quem somos” e “deonde viemos”.</p>
<p>Não se trata obviamente de um ataque cego às inovações e à criatividade das novas gerações. Claro que não! O que se quer é, dentro do bom senso, preservar nossas raízes. Por isso, recomenda-se usar as noções de defesa pessoal para balizar a criatividade e a inventividade técnica dos novos lutadores mundo afora. “Eu utilizaria essa técnica numa situação de combate real contra um adversário extremamente perigoso?” Esta é uma pergunta para você fazer a si mesmo. Uma questão de autoconhecimento e autocrítica. Você mesmo terá o discernimento e o livre-arbítrio de se especializar em tal técnica inventiva ou não. Assim, a arte será modernizada ao mesmo tempo em que conservaremos o legado de nossos ancestrais.</p>
<p><strong>2. CULTO AO TREINO DURO</strong></p>
<p><em>Old school</em> até a alma, o campeão mundial de Jiu-Jitsu José Mario Sperry observa uma falha muito recorrente no comportamento de praticantes de Jiu-Jitsu em academias mundo afora. “Essa mania de ‘escolher treinos’ é uma verdadeira praga. Vejo muita gente se negando a rolar com adversários mais pesados ou mais bem preparados técnica e fisicamente. Não me permito isso hoje, que rondo os 50 anos, muito menos na época em que eu era um garoto. Se quer pegar leve que vá fazer hidroginástica”, brinca Zé Mario.</p>
<p>Claro, existem limites e periodizações no treinamento de Jiu-Jitsu. Ir até o limite físico todos os dias não é proveitoso e tende a levar um praticante ao overtraining e às lesões. Porém, se você só se submete a ‘treinos fáceis’, você não evolui. Fica estagnado. Sem contar que não condiciona a sua mente e o seu coração a situações de adversidade. E, como bem sabemos, um dos grandes benefícios da arte suave é justamente o condicionamento do praticante a não se apavorar nos momentos de aperto. O que vale tanto para os treinos e competições, como também para a vida.</p>
<p>Os correligionários da causa <em>old school</em> querem evitar que nossa arte marcial se contamine por uma perspectiva superficial e hedonista de “treinamento para o bem-estar”, muito recorrente no universo fitness. A popular “aulinha para madame”. Com todo o respeito às madames, as atividades fáceis e leves jamais poderão ser o objetivo de quem veste o kimono e entra num dojô. Falaremos mais sobre isso no próximo tópico.</p>
<p><strong>3. PUJANÇA FÍSICA NÃO É ABDOME TANQUINHO<br />
</strong></p>
<p>“Lembro que, quando eu cansava num combate, eu ficava feliz. Afinal, se eu estava cansado, o adversário só poderia estar completamente morto. Eu tinha total confiança no meu vigor físico”, diz Zé Mario, cuja rotina de malhação nunca teve como objetivo modelar o corpo. Hoje em dia, no entanto, é recorrente observarmos muitos praticantes preocupados em fazer pose sem camisa para o espelho e postar fotos contraindo os músculos no Instagram. Trata-se de uma distorção total do culto à saúde do corpo de um guerreiro da dinastia old school. Nossos ancestrais ensinavam que o corpo não deve ser cultuado como uma “obra estética”, mas sim como uma “máquina de combate”. Para isso você deve ser muito cuidadoso com sua alimentação (o combustível), com a malhação cotidiana (manutenção, blindagem e turbinagem) e, sobretudo, com a dinâmica dos treinos duros com kimono (o manejo efetivo da máquina, além do estímulo à capacitação e resistência do motor).</p>
<p>“Não se trata de querer ser halterofilista ou posar de fortão na praia. A ideia é unir força, gás e técnica, daí a necessidade dos treinos duros e constantes, articulados com uma malhação casca-grossa. É a vontade de impor o ritmo, de quebrar o adversário no giro, de fazer força no momento certo que leva o praticante a um estágio superior”, diz Zé Mario.</p>
<p>Mais uma vez vale lembrar que o Jiu-Jitsu é marcial e não um desses modismos fitness para emagrecimento rápido. Não estamos de frente para o espelho, estamos dentro da arena. Não é hedonismo, mas sim, como diria o povo da equipe Carlson Gracie, “tempo ruim o tempo todo”. Desenvolva em você, por exemplo, a capacidade de treinar cansando e administrar a dor. Use a malhação como uma aliada à sua trajetória no Jiu-Jitsu e não para alimentar a sua vaidade estética. Oss!</p>
<p><strong>4. O BÁSICO QUE FUNCIONA</strong></p>
<p>Muitos praticantes da nova geração discriminam golpes básicos, de mecânica extremamente simples, pelo fato de serem técnicas ensinadas para faixas-brancas. Por essa lógica, os olhos dos lutadores só deveriam brilhar para golpes complexos, com dinâmicas super elaboradas. Talvez seja por isso que algumas posições clássicas do Jiu-Jistu, que fazem parte da cartilha para iniciantes, estejam sumindo das academias e dos grandes campeonatos. Um exemplo muito oportuno é o estrangulamento relógio, um dos golpes prediletos de Zé Mario.</p>
<p>Para a doutrina <em>old school</em>, quanto mais simples for o golpe, melhor. Não precisa ser nada espalhafatoso e avançado para ser tido como eficiente. “Eu me destaquei no Mundial de Jiu-Jitsu e no ADCC trabalhando apenas com o feijão-com-arroz. Minhas técnicas nunca foram muito vistosas, eu só fazia o básico mesmo. Porém, eu fazia esse básico muitíssimo bem. Eu era um lenhador que havia passado anos afiando um meu machado. Por exemplo: a passagem de guarda que utilizo até hoje eu aprendi com o Otavio Peixotinho quando eu ainda era faixa-azul”, analisa Zé Mario.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-238303" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1.jpg" alt="" width="877" height="491" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 877px) 100vw, 877px" /></p>
<p><strong>5. DOUTRINA CASCA-GROSSA</strong></p>
<p>Às vezes, ouvimos um praticante de Jiu-Jitsu dizer que não foi à academia porque estava fazendo muito frio no dia ou chovia torrencialmente. São desculpas intoleráveis dentro da filosofia old school. Só para a gente trabalhar com “parâmetros de disposição”, a maioria dos professores de Jiu-Jitsu old school é de uma época anterior ao profissionalismo do MMA. Naquele tempo, o nome dos desafios entre artes marciais distintas se chamava vale-tudo. Lutadores subiam ao ringue sem patrocínio, vislumbrando uma bolsa baixíssima se comparada às de hoje (alguns participavam de graça). Lutavam sem limites de peso e de tempo. Muitas vezes disputavam campeonatos de vale-tudo em formato de GP, nos quais podiam fazer mais de três lutas numa mesma noite. Sem luvas!</p>
<p>Se você treina numa academia que de alguma forma valoriza essa época, é preciso ter o mínimo de respeito a esses guerreiros do passado. Claro, não se trata de passar por provações tão tenebrosas. Porém, há um mínimo de atitudes a serem honradas, entre elas a disposição ao treino, a pontualidade, a dedicação, a raça durante os combates, o ímpeto em aprender, a lealdade ao mestre, a persistência e a resistência também. “Academia de Jiu-Jitsu não é fábrica de confetes”, costuma dizer Fabio Gurgel. Apesar do bom-humor das palavras de Gurgel, leve a mensagem a sério. Deixe as desculpas esfarrapadas de lado e simplesmente vá treinar!</p>
<p><strong>6. COMPETIÇÕES, DESAFIOS E ADRENALINA</strong></p>
<p>“Não se aperfeiçoe para competir. Compita para se aperfeiçoar”. Essa é uma máxima comum nas academias de Jiu-Jitsu. Ela ensina que o seu Jiu-Jitsu, querido leitor, tende a evoluir bastante (tanto em aspectos técnicos como também por um ponto de vista emocional) quando praticado dentro da área de luta de um torneio com torcida (contra e a favor), arbitragem rigorosa, e um adversário que muitas vezes provoca medo, aflição e adrenalina. Os seguidores da linhagem old school tendem a se alimentar de adrenalina. Precisam de desafios para viver e encontram nos campeonatos de Jiu-Jitsu o habitat natural perfeito para deixarem a essência guerreira fluir.</p>
<p>Um ótimo exemplo de faixa-preta <em>old school</em> é o campeão mundial BJ Penn. Para o ídolo havaiano, a adrenalina pré-luta é como uma turbulência num avião de passageiros. “Não há nada que você possa fazer, então aproveite a experiência”, opina o havaiano, com bom humor. “Agora que estou mais experiente”, continua BJ, “sinto mais a adrenalina antes das lutas. Só que eu não reajo mais como uma pessoa de vida comum e convencional. Pelo contrário. Eu me aceito mais como lutador. Quando bate a adrenalina, eu simplesmente adoro!”. É assim que os lutadores passam a crescer nas situações de adversidade. É quando passam a gostar daquilo que afugenta a maioria que eles entram em contato direto com a fonte milenar do Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>7. A ARTE DE IMPOR PRESSÃO</strong></p>
<p>Como já falamos no tópico 1, o Jiu-Jitsu <em>old school</em> tem um compromisso estratégico com o combate real. Por essa linha de raciocínio, é natural que o lutador prefira cair por cima do que puxar para a guarda, concorda? É por isso que há uma indisfarçável predisposição a jogar por cima quando analisamos as lutas dos principais defensores da doutrina old school. A cartilha para esses lutadores seria mais ou menos assim: derrubar, passar a guarda, montar e finalizar. Claro, saber fazer guarda é fundamental, o praticante de Jiu-Jitsu deve ser completo tecnicamente, mas numa estratégia de guerra a tendência natural é essa: derrubar, passar, montar e finalizar.</p>
<p>Pois bem. Toda essa experiência em enfrentar a guarda dos adversários transformou os representantes da escola antiga em virtuoses na arte de distribuir o peso de forma implacável, apavorando o incauto que está por baixo. Os expoentes do Jiu-Jitsu old school sabem muito bem usar a gravidade a favor de seu jogo. Gostam de “embrulhar” os adversários, impondo o máximo de desconforto. Zé Mario Sperry tem um bordão que diz: “Jiu-Jitsu não é Socila. Jiu-Jitsu é Dorcila”, diz o craque, parodiando o famoso curso de etiqueta social. Há quem diga que a pressão do ombro do passador sobre o rosto do guardeiro é “pura grosseria”. Quem acredita nisso, além de estar cometendo um grave erro de avaliação, certamente não se graduou numa escola <em>old school</em>.</p>
<p><strong>8. GRADUAÇÃO NO LONGO PRAZO</strong></p>
<p>Uma das grandes críticas feitas pela turma da velha guarda do Jiu-Jitsu incide sobre o curto período de tempo com que certas escolas graduam seus alunos à condição de faixas-pretas. Tema muito polêmico nas redes sociais, a graduação é vista pelos professores de Jiu-Jitsu old school como um processo que requer muito rigor e avaliações. Carlinhos Gracie, líder da Gracie Barra, costuma dizer: “Disciplina e consistência. Devo a esses dois fatores tudo que consegui na minha vida. As coisas nunca aconteceram do dia para a noite, os resultados vieram como consequência de um trabalho de muitos anos. É preciso persistir, e isso é uma coisa difícil de ser ensinada nos dias de hoje, uma época em que a sociedade revela tanta fome de conquistas imediatas.”</p>
<p>O general da Alliance Fabio Gurgel concorda com Carlinhos. Na edição #223, Gurgel declarou: “Na minha opinião, o critério para a faixa-preta engloba vários fatores: a técnica obviamente; o tempo de estrada; o conhecimento da história do Jiu-Jitsu; a frequência às aulas; comportamento exemplar; e a gentileza em relação aos outros. Porém, alguns professores não se preocupam tanto e passam por cima de algumas etapas importantes.”</p>
<p>Gurgel continuou: “Precisamos lembrar sempre que muitas vezes esses que estão tão se graduando hoje vão passar o Jiu-Jitsu adiante. Sem critérios, a graduação vira um telefone sem fio, a mensagem que chega lá na ponta vai ficando muito longe da origem. Hoje, na Alliance, nós temos um sistema de graduação baseado na frequência do aluno. Porém, quando o assunto é a faixa-preta isso passa a ser apenas um pré-requisito, não sendo garantia de absolutamente nada. O aluno precisa completar todos os requisitos, ou fica na marrom – a faixa-preta não é para todos.”</p>
<p><strong>9. LUTE PARA FINALIZAR E NÃO PARA VENCER POR VANTAGENS</strong></p>
<p>Nos campos de batalhas do Japão feudal, não havia árbitros indicando pontos e vantagens no decorrer dos combates. Na luta real corpo a corpo só há uma única opção: a busca por finalização. Portanto, adaptando essa filosofia aos dias de hoje, em que o Jiu-Jitsu enveredou para o âmbito esportivo, os atletas devem valorizar os três tapinhas do oponente.</p>
<p><strong>10. A PERMANENTE CONSAGRAÇÃO DO JIU-JITSU ENTRE AS OUTRAS ARTES MARCIAIS</strong></p>
<p>Antes de o Jiu-Jitsu se consagrar mundialmente, algo que aconteceu nos ringues de vale-tudo na virada do século 20 para 21, havia uma grande preocupação na comunidade da arte suave em se afirmar entre as outras modalidades de luta. Daí o enfrentamento direto em eventos como as primeiras edições do UFC. Hoje essa preocupação já não é tão explícita assim em nossa comunidade, já que a eficiência do Jiu-Jitsu chegou a uma condição de unanimidade. Algo inquestionável. No entanto, para os defensores da escola old school, essa manutenção do Jiu-Jitsu no topo das modalidades de luta parece jamais ter fim.</p>
<p>Na edição #212, por exemplo, o campeão de Jiu-Jitsu Marcinho Feitosa chamou a atenção de nossa equipe de reportagem para um detalhe: “Reparem como a comunidade do Jiu-Jitsu vibra com a ascensão do Ronaldo Jacaré no UFC. Toda vez que ele luta, parece que todos nós batemos no peito e gritamos: ‘Estou te falando, meu irmão, o Jiu-Jitsu ainda é e sempre será a melhor luta para um confronto desarmado, em qualquer situação!’” Quem é old school de verdade entende exatamente o que Marcinho quis dizer. São grandes entusiastas da nossa arte marcial e se orgulham muito disso. Atuam como defensores de uma nobre causa. Formam uma espécie de sociedade não muito secreta, responsável por blindar uma irrefutável verdade ao longo dos tempos: só o Jiu-Jitsu salva.</p>
<p>É triste perceber que, nas competições e até mesmo nas academias, muitos confrontos estão baseados na estratégia de “vitória magra”, aquela que acontece por uma vantagem, sem a demonstração da devida combatividade e a busca por uma torção ou por um estrangulamento. Pontos e vantagens têm um papel importante nos campeonatos. São essas pontuações que permitem o desempate de um combate. Porém, os lutadores não devem se ater meramente à vitória no placar. Devemos buscar a vitória por excelência. A vitória por finalização.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="OLD SCHOOL BJJ MATCH: Mario Sperry vs Roberto Roleta Magalhaes 1998 Mundials Absolute Finals" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/9Wg4mr7xr1o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-manifesto-old-school-como-treinar-jiu-jitsu-ao-estilo-samurai-com-mais-adrenalina-e-menos-firulas/">Manifesto “old school”: como treinar Jiu-Jitsu ao estilo samurai, com mais adrenalina e menos firula</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rafael Dias quer ensinar o que é pressão no BF Mr Cage, em Manaus</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 16:41:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O duelo entre Dileno Lopes (Team Lopes) e Rafael Dias (Chute Boxe Diego Lima), que será evento coprincipal da 1ª edição do BF Mr. Cage Fight Music Show, será no dia 10 de junho, a partir das 20h, na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus. O combate casa um ex-UFC contra um dos melhores pesos-galos do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237192" style="width: 674px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237192" class="wp-image-237192 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-17.25.11.jpeg" alt="" width="664" height="830" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-17.25.11.jpeg 1200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-17.25.11-240x300.jpeg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-17.25.11-819x1024.jpeg 819w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-17.25.11-768x960.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-17.25.11-120x150.jpeg 120w" sizes="auto, (max-width: 664px) 100vw, 664px" /><p id="caption-attachment-237192" class="wp-caption-text">Dileno Lopes e Rafael Dias lutam na 1ª edição do BF Mr. Cage Fight Music Show, em 10 de junho, em Manaus. Cartaz: Divulgação</p></div>
<p>O duelo entre Dileno Lopes (Team Lopes) e Rafael Dias (Chute Boxe Diego Lima), que será evento coprincipal da 1ª edição do BF Mr. Cage Fight Music Show, será no dia 10 de junho, a partir das 20h, na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus.</p>
<p>O combate casa um ex-UFC contra um dos melhores pesos-galos do país no MMA. E de acordo com Rafael (18-7-1), que vem de duas vitórias seguidas, uma delas sobre Valdileno de Almeida Maia (Lopes vem de duas derrotas), em dezembro, o objetivo é mostrar dentro do cage, que além de representar a nova geração, apresenta muita pressão.</p>
<p>“Eu me sinto na obrigação de ganhar a luta independente do que qualquer um fale. Quem tem boca fala o que quer. Mas vou mostrar, lá dentro do cage, que eu apresento a pressão. Aqui fora, não dá pra sentir essa pressão. Então, posso garantir que lá dentro, vou buscar a vitória”, afirmou Dias.</p>
<p>Além de muito esperado, o combate tem não só um &#8220;choque de gerações&#8221;, como também, um choque de estilos. Rafael Dias, que tem um estilo trocador, terá pela frente o estilo mais finalizador de Dileno (21-7-0). Independente das diferenças, o atleta da Chute Boxe revelou um pouco da preparação para o duelo do dia 10 de junho, em Manaus.</p>
<p>“O meu treino tem sido bem intenso. Estou com um trabalho específico para essa luta, pois quero vencer. Acredito que o pior de todo atleta é o corte de peso, que sempre é difícil mas estou bem focado e mantendo uma boa alimentação. Pronto para uma boa atuação na Arena”, garantiu.</p>
<p><strong>O BF MR. CAGE FIGHT MUSIC SHOW</strong></p>
<p>Os ingressos para o 1º BF Mr. Cage Fight Music Show, estão à vendas nas Óticas Diniz do Manauara, Shopping Sumaúma e Grande Circular. A arquibancada do 1º lote (limitado até o dia 27) custa R$30 + 1kg de alimento não perecível a ser entregue no dia do evento. O segundo lote da arquibancada custará R$55. Já os ingressos para cadeira VIP meia custarão R$105,00. Mesa para 4 pessoas pelo valor de R$600 e podem ser adquiridos somente no contato 92 98413-1612.</p>
<p>O principal show de lutas do Amazonas acontece, desta vez, com o patrocínio do Hospital Samel, Shark Energy Drink, Novotel Manaus, Natan Congelados, Lopes, Santa Cláudia e Gráfica Impacto.</p>
<p><strong>CONFIRA O CARD COMPLETO DO EVENTO</strong></p>
<p>MAIN EVENT &#8211; SUPER LUTA PESO MEIO MÉDIO 77,700kg</p>
<p>Alex Cowboy (Três Rios-RJ) x Michell Sassarito (Manaus-AM)</p>
<p>CO MAIN &#8211; SUPER LUTA PESO GALO 61,700kg</p>
<p>Dileno Lopes (Manaus-AM) x Rafael Dias (Manaus-AM)</p>
<p>DISPUTA CINTURÃO PESO PALHA 52,700kg</p>
<p>Julia Polastri (Duque de Caxias-RJ) x Taynara Farias (Manaus &#8211; AM)</p>
<p>DISPUTA CINTURÃO PESO PENA &#8211; 66,700</p>
<p>Lorrany Santos (Itabora-RJ) x Aida Zumbi (Benevides-PA)</p>
<p>SUPER LUTA PESO GALO 61,700kg</p>
<p>Mateus Raposinha (Vitória da Conquista-BA) x Mateus ortiz (Manaus)</p>
<p><strong>CARD PRELIMINAR</strong></p>
<p>LUTA DE MMA PESO PENA 66,000Kg</p>
<p>Aldrio Alberth (Manaus-AM)  x Francisco Araújo (Manaus-AM)</p>
<p>SUPER LUTA CASADA</p>
<p>Cacique Gui (etnia Dessano) x  Luendell Reis (etnia Sateré Mawé)</p>
<p>LUTA DE MUAY THAI</p>
<p>PERNAMBUCO VS MANAUS</p>
<p>Vitor Santos (Fortaleza) x Jordan Rocha (Manaus)</p>
<p>LUTA DE MUAY THAI</p>
<p>MARANHÃO VS FORTALEZA</p>
<p>Andre Sousa VS Anderson Nascimento</p>
<p>BOXE</p>
<p>MANAUS VS MANAUS</p>
<p>Lamongi VS Neto</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-237181" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG_9738-Pequeno-rotated-1.webp" alt="" width="480" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG_9738-Pequeno-rotated-1.webp 480w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG_9738-Pequeno-rotated-1-200x300.webp 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG_9738-Pequeno-rotated-1-100x150.webp 100w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rafael-dias-quer-ensinar-o-que-e-pressao-no-bf-mr-cage-em-manaus/">Rafael Dias quer ensinar o que é pressão no BF Mr Cage, em Manaus</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como amassar e passar a guarda, com Romulo Barral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 14:17:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em visita ao Rio de Janeiro anos atrás, o craque Romulo Barral foi até a academia do amigo Gui Iunes e demonstrou uma de suas passagens de guarda prediletas, com muita pressão para matar o ganchinho por fora e outras manhas do guardeiro. Confira e avalie: você deixa seus companheiros de treino desconfortáveis o tempo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em visita ao Rio de Janeiro anos atrás, o craque Romulo Barral foi até a academia do amigo Gui Iunes e demonstrou uma de suas passagens de guarda prediletas, com muita pressão para matar o ganchinho por fora e outras manhas do guardeiro.</p>
<p>Confira e avalie: você deixa seus companheiros de treino desconfortáveis o tempo todo? Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jiu-Jitsu: Romulo Barral ensina passagem com pressão na GB Bandeirantes" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/0SDk4wuTjYU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-amassar-e-passar-a-guarda-no-jiu-jitsu-com-romulo-barral/">Como amassar e passar a guarda, com Romulo Barral</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Alberto Bremgartner e a arte de lidar com a pressão no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 13:58:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alberto Bremgartner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Mesmo com todas as dificuldades que passei, vivo exclusivamente do Jiu-Jitsu desde 2006” orgulha-se Alberto Bremgartner, professor GMI da Bremgartner BJJ e da Equipe Fusion BJJ em Saragoça, na Espanha. Através da experiência acumulada em seus muitos anos na arte suave, Alberto entende a pressão que precede um torneio e prepara o psicológico de seus&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235245" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235245" class="size-full wp-image-235245" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739.png" alt="" width="720" height="516" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739-300x215.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739-150x108.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235245" class="wp-caption-text">Alberto mostra ouro duplo. Foto: Reprodução</p></div>
<p>“Mesmo com todas as dificuldades que passei, vivo exclusivamente do Jiu-Jitsu desde 2006” orgulha-se <a href="https://www.instagram.com/alberto_bremgartner/">Alberto Bremgartner</a>, professor GMI da <a href="https://www.instagram.com/bremgartnerbjj/">Bremgartner BJJ</a> e da <a href="https://www.instagram.com/fusionbjj_zaragoza/">Equipe Fusion BJJ em Saragoça</a>, na Espanha. Através da experiência acumulada em seus muitos anos na arte suave, Alberto entende a pressão que precede um torneio e prepara o psicológico de seus atletas para o sucesso.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, Alberto fala sobre a importância de se divertir nos campeonatos, além de relembrar sua graduação à faixa-preta pelas mãos do mestre Ricardo De La Riva e comentar suas expectativas para a Equipe Fusion. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>ALBERTO BREMGARTNER: Meu primeiro contato com a arte suave foi na infância. Em 1991, com mais ou menos 12 anos, treinava e competia no judô, junto a minha irmã. Pouco tempo depois, mudei de escola e acabei perdendo o contato com o esporte, fato que me levou a conhecer o Jiu-Jitsu, esporte já praticado pelos meus amigos do colégio novo. Fui convidado algumas vezes para assistir às aulas, mas como ainda era um esporte elitizado, não tive condições financeiras para me matricular. Voltei a ter contato com o Jiu-Jitsu em 1996, quando comecei a trabalhar e me matriculei em uma academia, mas como morava sozinho e recebia pouco, não conseguia arcar com meus gastos diários e me manter treinando.</p>
<div id="attachment_235243" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235243" class="size-full wp-image-235243" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2.png" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2-300x300.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235243" class="wp-caption-text">Supervisionando um dos treinos da Equipe Fusion. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>E como reencontrou o Jiu-Jitsu para iniciar sua carreira?</strong></p>
<p>Retornei ao esporte graças ao Rodrigo Cabral, mais conhecido como &#8220;Brucutu&#8221;. Ele era um faixa-azul que treinava com o Marcus Norat e passou a dar aulas para mim e uns amigos numa garagem. Tudo que ele aprendia com o Marcus era replicado no nosso treino, então eu aprendi muito nessa época. Eventualmente, comecei a treinar também no Sesi, que é um clube que oferecia aulas de Jiu-Jitsu por um preço acessível, e lá rapidamente foi promovido à faixa-azul, por conta dos ensinamentos do Brucutu e do Marcus, que viria a me treinar mais para a frente. Apesar de ter passado muito tempo desde essa época, sempre terei muito carinho e admiração por ambos.</p>
<p><strong>Assim que começou a praticar, teve interesse por competir?</strong></p>
<p>Na faixa-branca, como treinava mais com os meus amigos, eu não tive muito interesse por competições e lutei apenas em dois campeonatos pequenos. Quando alcancei a azul, quatro anos após o meu início no esporte, eu desenvolvi o gosto pelos campeonatos. Passei um ano como faixa-azul, competindo e ganhando tudo, até que fui promovido no ano seguinte. Quando alcancei a roxa, me interessei por competir no Campeonato Brasileiro, mas como meu professor do Sesi não era registrado na CBJJ, eu não conseguiria fazer o meu cadastro. Foi então que o Brucutu, às vésperas de se mudar para São Paulo, me levou na academia do Marcus Norat, que me auxiliou na confecção do meu cadastro e me ajudou a conseguir a carteirinha, em 2002. Nesse mesmo ano, ele foi campeão mundial e eu passei a treinar com ele na Gracie Humaitá, onde fiquei até ele ir embora de Belém, no início de 2007.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem?</strong></p>
<p>Fui graduado à faixa-preta em 2008 pelas mãos do mestre Ricardo De La Riva. Depois que o Marcus Norat se mudou para São Paulo, em 2007, passei a treinar com um amigo que conheci durante as aulas de MMA que fazia na época. Nesse mesmo ano, esse amigo me levou até a academia do Lyoto Machida, local onde o mestre De La Riva daria uma palestra. Lá eu conheci o mestre e acabei ingressando na equipe De La Riva, ainda como faixa-marrom. Fui vice-campeão brasileiro absoluto pela equipe e, no ano seguinte, encontrei novamente com o mestre no Rio Open. Ele brincou comigo sobre ainda estar com a marrom e uma colega de equipe disse que eu estava esperando ele me graduar. Assim, no pódio do Rio Open 2008, no Tijuca Tênis Clube, eu recebi a preta pelas mãos do mestre De La Riva. Foi um momento único que deixou uma lembrança inesquecível.</p>
<div id="attachment_235241" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235241" class="size-full wp-image-235241" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887.png" alt="" width="720" height="665" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887-300x277.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887-150x139.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235241" class="wp-caption-text">Junto ao mestre De La Riva. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Em meio a tantas dificuldades que enfrentou no início de sua carreira, qual foi o motivo que te levou a buscar o Jiu-Jitsu como profissão?</strong></p>
<p>Além da paixão que sentia e ainda sinto pelo esporte, devo tudo à minha esposa. Me casei ainda jovem, aos 21 anos de idade, mas ela foi o pilar que me manteve firme na busca pelo meu sonho. Na época, eu havia parado de dar aulas por conta do trabalho, mas ela me incentivou a voltar aos tatames para ensinar os meus alunos. Graças a Deus e a ela, me mantive vivendo exclusivamente do Jiu-Jitsu e não atuo com outra profissão desde 2006. Se hoje tenho orgulho de dizer que sou professor de Jiu-Jitsu, é graças ao apoio que recebi dela quando mais precisei.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Por conta das circunstâncias da minha vida pessoal, nunca me vi como um grande competidor. Comecei no Jiu-Jitsu aos 18 anos, idade já considerada avançada para tentar uma carreira competitiva, e não tive muito incentivo para perseguir essa meta. Já morava sozinho e tinha que trabalhar, então tinham muitas coisas na minha cabeça para me dedicar da forma necessária para ser um grande competidor. Meu interesse mesmo era em dar aulas, algo que carrego desde a minha época como faixa-branca. Sempre achei a ideia de ser professor algo mais interessante, então, mesmo quando estou competindo, a prioridade é ensinar os meus alunos. Por isso, não separo a cabeça de atleta e a de professor, mas participo de competições porque isso me ajuda a dar um bom exemplo e incentivar os meus alunos.</p>
<p><strong>Qual é o melhor ensinamento que você passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Uma das coisas mais importantes que eu aprendi ao longo de todos esses anos treinando e competindo é que não devemos sucumbir à pressão. Como ainda participo de competições, eu sempre reforço a eles que o importante é se divertir nos campeonatos. O que ele vai fazer lá como atleta é a mesma coisa que esteve treinando na academia como aluno, então não faz sentido se pressionar para obter os melhores resultados e ser campeão. Tem que ir solto, deixar o jogo fluir e, caso não seja suficiente, voltar pra academia e corrigir os erros. Mas acima de tudo, tem que se divertir.</p>
<div id="attachment_235239" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235239" class="size-full wp-image-235239" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168.png" alt="" width="720" height="528" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168-300x220.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168-150x110.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235239" class="wp-caption-text">Comemorando um ano junto a seus alunos da Equipe Fusion. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as metas do professor para formar uma equipe campeã?</strong></p>
<p>Acho que o mais importante é uma academia que siga uma boa metodologia, tanto para os alunos quanto para os instrutores. Venho trabalhando na minha metodologia desde que comecei a lecionar, lá em Belém do Pará. Sigo aprendendo com os grandes mestres e me inspiro em grandes escolas como a Alliance ou a Gracie Barra, mas prefiro criar e aperfeiçoar a minha própria metodologia junto aos professores que fazem parte da minha equipe. Esses quatro anos que passei aqui na Espanha, e em especial o último ano que passei junto a Equipe Fusion, me ajudaram a amadurecer bastante neste sentido. Meu objetivo é padronizar um sistema de ensino para que possamos trabalhar de forma uniforme dentro do nosso time.</p>
<p><strong>E quais são os planos para o futuro do professor Alberto Bremgartner no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Estou a ponto de conseguir trabalhar com uma equipe de competição. Em todos os meus anos de ensino, sempre que começo a formar um time forte para participar de competições, acabo tendo que me mudar e começo do zero. Foi desta forma em Belém e no Rio de Janeiro. Hoje, vivo em Saragoça, que é onde as competições acontecem aqui na Espanha, então pretendo aproveitar e fazer um bom trabalho de base para formar uma boa equipe e levar atletas para as grandes competições do esporte. A Equipe Fusion já começou a ser conhecida na Espanha, mas em breve ela entrará com tudo no cenário mundial.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alberto-bremgartner-e-a-arte-de-lidar-com-a-pressao-no-jiu-jitsu/">Alberto Bremgartner e a arte de lidar com a pressão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como encaixar o mata-leão com as luvas de MMA, por Rani Yahya</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 12:14:15 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-53416 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/08/RaniYahya-2.jpg" alt="" width="640" height="396" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/08/RaniYahya-2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/08/RaniYahya-2-300x186.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/08/RaniYahya-2-150x93.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu e campeão do ADCC, Rani Yahya tem o costume de fazer bonito no solo, principalmente quando o assunto é entrar em ação pelo UFC. Atleta da organização desde 2011 (sem contar outros três anos como contratado do WEC, que posteriormente foi incorporado ao Ultimate), Rani tem no jogo de chão seu ponto forte, e hoje traz para o leitor de GRACIEMAG um de seus macetes.</p>
<p>De luvas para MMA e sem kimono, Rani mostra como fazer para superar o adversário que defende o mata-leão isolando um dos braços de ataque. Para tal, Rani troca a pegada atravessada no peito do adversário pela pegada de dez dedos, e assim aproxima a mão travada. Depois, coloca a mão no bíceps, por cima do braço adversário, e faz pressão até liberar e finalizar.</p>
<p>A técnica, facilmente ajustável para seus treinos de kimono, pode ser a solução para finalizar o oponente que se defende bem quando é surpreendido pela pegada de costas. Confira no vídeo abaixo, estude e aplique no seu jogo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Como encaixar o mata-leão com as luvas de MMA, por Rani Yahya" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/0Z9x8THL8DY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-encaixar-o-mata-leao-com-as-luvas-de-mma-por-rani-yahya/">Como encaixar o mata-leão com as luvas de MMA, por Rani Yahya</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estudo da passagem de guarda emborcando, com Paulo Peposo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2021 14:28:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI na academia Peposo Team, em Belo Horizonte, o professor Paulo &#8220;Peposo&#8221; Curi traz para você, estudioso leitor de GRACIEMAG, um detalhe importante para passar a guarda emborcando. Exímio na arte de avançar sobre as mais diferentes guardas, Peposo explica como passar em uma das suas posições preferidas: emborcando o adversário. Na aula de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212743" style="width: 1290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-04-at-11.37.07.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212743" class="size-full wp-image-212743" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-04-at-11.37.07.jpeg" alt="" width="1280" height="1100" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-04-at-11.37.07.jpeg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-04-at-11.37.07-300x258.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-04-at-11.37.07-768x660.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-04-at-11.37.07-1024x880.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-04-at-11.37.07-150x129.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-212743" class="wp-caption-text">Paulo Peposo aplica pressão para passar emborcando. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Nosso GMI na academia Peposo Team, em Belo Horizonte, o professor Paulo &#8220;Peposo&#8221; Curi traz para você, estudioso leitor de GRACIEMAG, um detalhe importante para passar a guarda emborcando.</p>
<p>Exímio na arte de avançar sobre as mais diferentes guardas, Peposo explica como passar em uma das suas posições preferidas: emborcando o adversário.</p>
<p>Na aula de hoje, <a href="https://www.instagram.com/paulorcuripeposo/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Peposo</a> explica como posicionar o corpo para passar, usando as lapelas do adversário para fazer mais pressão, e o corpo juntamente com a gravidade para amassar o adversário na emborcada antes de usar o ombro para liberar as pernas e chegar do lado.</p>
<p>Confira a aula do professor Paulo Peposo no vídeo abaixo e melhor hoje a sua passagem emborcando com esses detalhes especiais!</p>
<p><strong>Peposo Team</strong><br />
Rua Florália, 223<br />
Anchieta, Belo Horizonte<br />
# (31) 9975-3777<br />
peposoferabraba@yahoo.com.br</p>
<p><iframe loading="lazy" title="A dica de Paulo Peposo para a passagem de guarda emborcando no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/giY7YHKytyo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-dica-de-paulo-peposo-para-a-passagem-de-guarda-emborcando-no-jiu-jitsu/">Estudo da passagem de guarda emborcando, com Paulo Peposo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Explodir ou dosar o gás? Qual a sua estratégia no Jiu-Jitsu?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2020 13:39:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você tem confiança para dar uma blitz de ataques logo no minuto inicial da luta? Ou prefere usar uma estratégia de médio a longo prazo, dosando o gás e a energia? Este é um dilema que angustia muitos lutadores. Buscar a vitória logo nos segundos iniciais, como o nosso GMI Cesar Palhares faz de forma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_174914" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/12-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-174914" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/12-1-1024x679.jpg" alt="" width="650" height="431" class="size-large wp-image-174914" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/12-1-1024x679.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/12-1-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/12-1-768x509.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/12-1-150x99.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/12-1.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-174914" class="wp-caption-text">Demian Maia em ação no UFC. Foto: Carlos Arthur Jr/GRACIEMAG</p></div>
<p>Você tem confiança para dar uma blitz de ataques logo no minuto inicial da luta? Ou prefere usar uma estratégia de médio a longo prazo, dosando o gás e a energia? </p>
<p>Este é um dilema que angustia muitos lutadores. Buscar a vitória logo nos segundos iniciais, como o nosso GMI Cesar Palhares faz de forma eficiente na luta de MMA abaixo, pode ser bom para intimidar o oponente e também para estimular o próprio jogo a fluir. Porém, alguns mestres argumentam que qualquer eventual frustração nesse começo da luta tende a afetar o emocional do guerreiro e servir como um &#8220;tiro no pé&#8221;. </p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/B_nlnOXpwJr/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/B_nlnOXpwJr/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </p>
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/B_nlnOXpwJr/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Uma publicação compartilhada por Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a> em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-04-30T20:34:34+00:00">30 de Abr, 2020 às 1:34 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
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<p>Por outro lado, sabemos que dosar muito o gás pode se transformar numa espécie de &#8220;trava geral&#8221;. Para não gastar energia, o combatente não luta, amarra&#8230; E assim vai se anulando progressivamente. Como resolver essa questão, sábio leitor? Equilíbrio? Senso de oportunidade? Depende de cada adversário? Como você encara o primeiro minuto de uma luta? Parte pra cima? Estuda o rival? Só intensifica uma blitz quando a &#8220;janela de oportunidade&#8221; está 100% aberta e convidativa? Deixe a sua opinião nos comentários abaixo. Oss!</p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br"><em><strong>* Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/explodir-ou-dosar-o-gas-qual-a-sua-estrategia-no-jiu-jitsu/">Explodir ou dosar o gás? Qual a sua estratégia no Jiu-Jitsu?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bibiano Fernandes explica como o Jiu-Jitsu ajuda a turbinar os treinos de MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 20:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 38 anos, Bibiano Fernandes está pronto para entrar em ação no MMA neste sábado, dia 31 de março, em Tokyo, no Japão pelo One Championship. O faixa-preta de Jiu-Jitsu fará a trilogia contra Kevin Belingon pelo cinturão dos galos. Tricampeão mundial de Jiu-Jitsu pela IBJJF, dono de 22 vitórias e 4 derrotas no esporte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_186640" style="width: 740px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/01/bibi-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-186640" class="size-full wp-image-186640" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/01/bibi-1.jpg" alt="" width="730" height="487" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/01/bibi-1.jpg 730w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/01/bibi-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/01/bibi-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 730px) 100vw, 730px" /></a><p id="caption-attachment-186640" class="wp-caption-text">Bibiano em ação no One. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Aos 38 anos, Bibiano Fernandes está pronto para entrar em ação no MMA neste sábado, dia 31 de março, em Tokyo, no Japão pelo One Championship. O faixa-preta de Jiu-Jitsu fará a trilogia contra Kevin Belingon pelo cinturão dos galos.</p>
<p>Tricampeão mundial de Jiu-Jitsu pela IBJJF, dono de 22 vitórias e 4 derrotas no esporte de luvinhas, o manauara tem como objetivo de recuperar o cinturão e voltar a lutar Jiu-Jitsu, já que o mesmo utiliza seus treinos de kimono para alinhar ainda mais o jogo de solo nos cages.</p>
<p>Confira na entrevista exclusiva para GRACIEMAG.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual é a importância de treinar de kimono para ajustar o jogo no MMA?</strong><br />
<strong>BIBIANO FERNANDES:</strong> É importante por que do kimono que vai sair a técnica, de pano o cara está segurando, sentindo os movimentos. No sem kimono é só passar a guarda, é explosão, aquele jogo que não para. Então, com o Jiu-Jitsu de kimono você ajusta o seu jogo para criar as técnicas e desenvolver seu jogo. Depois que você cria as suas técnic você consegue treinar e aplicar elas sem kimono também.</p>
<p><strong>Você tem vontade de voltar a lutar Jiu-Jitsu?</strong><br />
Vontade de fazer superluta no Jiu-Jitsu eu não tenho. Quero lutar um Pan, um Mundial&#8230; Isso aí eu tenho interesse. Eu gosto de competir, entende? Lutar em uma chave de quatro, uma chave de seis, eu gosto dessa adrenalina.</p>
<p><strong>Como você faz para treinar em alto nível?</strong><br />
Tenho treinado em alto nível porque sou focado no que eu faço. Sempre estou procurando evolução mental e física. Sempre penso como eu posso adaptar meu corpo para evitar lesões, eu cadencio o meu treino. Sem muito machucado e sem muita contusão. Eu treino inteligente. Eu faço preparação física para o meu corpo forte para eu poder aceitar a sobrecarga do meu corpo no processo do camp. Para eu ter um gás bom, eu treino bastante cardio e Jiu-Jitsu de kimono. Mas você precisa aprender a relaxar na hora da luta também, isso faz seu gás render.</p>
<p><strong>O que mudou nos treinos de quando você tinha 25 anos para agora, com 38 anos?</strong><br />
Tem que deixar o corpo forte, como eu falei. Mas eu continuo fazendo mesmo o treino, cara. Eu puxo o meu corpo, entendeu. Mas eu preparo ele e não vou puxando as coisas muito rápido, não. Eu preparo o corpo, eu deixo ele forte aí pra ele poder aceitar a sobrecarga. Mas eu continuo treinando a mesma coisa, cara. Eu faço cardio, treino de explosão e treino de isometria. Eu faço todas as coisas corretas, me preparando já pra luta. Então eu sempre tenho oito semanas antes da luta, então eu preparo meu corpo. O caminho é se manter saudável, ter uma alimentação balanceada para poder render bem nos treinos.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bibiano-fernandes-explica-como-o-jiu-jitsu-ajuda-a-turbinar-os-treinos-de-mma/">Bibiano Fernandes explica como o Jiu-Jitsu ajuda a turbinar os treinos de MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Aprenda a domar a ansiedade e pressão antes de competir no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2019 18:23:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #190. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! Clique aqui e confira! Se o Jiu-Jitsu para você não é sinônimo de prazer e descanso, respeito e concentração, lazer e empenho, algo pode&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_141304" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-141304" class="size-full wp-image-141304" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><p id="caption-attachment-141304" class="wp-caption-text">Wallid Ismail cochila ao lado do seu mestre e mentor, Carlson Gracie, antes da competição. Foto: Marcelo Alonso</p></div>
<p><em>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #190. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e confira</a>!</em></p>
<p>Se o Jiu-Jitsu para você não é sinônimo de prazer e descanso, respeito e concentração, lazer e empenho, algo pode estar errado com seus treinos. Muitas vezes, o lutador – em especial o competidor – passa a ser dominado pela pressão, por um peso extremamente desconfortável no peito, uma sensação ruim de incômodo. Inimigos que, como o Jiu-Jitsu ensina diariamente, devem ser controlados com paciência e persistência.</p>
<p>Para o faixa-marrom e especialista em psicofisiologia do exercício na Universidade de Londrina, Marcelo Bigliassi, o lutador ansioso pode domar o nervosismo excessivo com um tipo de treino simples e eficiente – o treinamento psicológico e o controle da ativação pré-competitiva.</p>
<p>“O estresse e a ansiedade sempre vão existir na vida de qualquer pessoa. A questão é como a gente lida com eles”, explica Bigliassi. “Os atletas amadores, em especial os mais jovens, vão competir primordialmente para se divertir e tentar colocar em prática alguns golpes aprendidos. Mas a pressão externa pode inverter isso e provocar um quadro de ânsia, nervosismo e negativismo”.</p>
<p>Segundo observa Marcelo, o lutador de Jiu-Jitsu muitas vezes cai em três quadros característicos de comportamento. Há o atleta deitado na arquibancada, quase dormindo; o lutador isolado, casaco na cabeça, ouvindo música longe de todos; e o atleta que não para de falar, que mexe com todo mundo e fica brincando o tempo todo.</p>
<p>“Todos esses três atletas, de modo geral, estão num nível de ansiedade muito alta e exacerbada, capaz de prejudicar suas atuações no dojô”, verifica o especialista. “O bom disso tudo é o professor de Jiu-Jitsu pode identificar esta pressão facilmente, basta reparar se o comportamento do aluno está muito atípico”. Para Bigliassi, o autocontrole deve ser buscado com receitas simples:</p>
<p>“Para acalmar um lutador, basta trabalhar as competências psicológicas com métodos conhecidos, mas pouco usados. Por exemplo, com músicas calmas, que o auxiliem nas horas anteriores ao chamado para a área de aquecimento. Perto da luta, o competidor deve fazer uso de músicas motivacionais, que ele curta, que vão deixá-lo no pico de ativação. Um alerta: um dos momentos mais delicados para o lutador de Jiu-Jitsu é a primeira luta, a mais importante da competição em termos psicológicos, uma vez que ali está em jogo o ego do lutador.”</p>
<p>Há outros macetes. O professor pode pedir ao lutador para montar mentalmente um roteiro do que ele fará na luta, como essa luta vai acontecer, quais são as técnicas que ele e o adversário vão aplicar e pedir para que ele se imagine fazendo isso.</p>
<p>“Esse método é útil pois também pode ser treinado na academia, dias antes da competição. Isso permite que a capacidade de imaginação no dia da competição seja muito maior, com mais definição”, explica Marcelo. “O lutador deve meditar e imaginar que está na competição. Deve sentir o cheiro do ginásio, da área de luta, ser capaz de ver tudo de forma colorida, em detalhes. Como está tudo à sua volta? Como estão suas condições corporais? Ele está suando, com a respiração forçada, as pernas estão trêmulas? Na hora da luta imaginária, o que ele tentou? Deu certo? A partir daí, ele começa a controlar tudo isso mentalmente – a respiração fica mais calma, as pernas mais rígidas, as técnicas feitas de maneira mais acertada. A partir desse exercício mental o cérebro previamente programa suas ação para que tudo fique cada vez mais automatizado durante o competição.”</p>
<p>Confira abaixo mais cinco dicas para controlar a ansiedade antes de competir!</p>
<p><strong>1. Filme os treinos do seu atleta</strong> ou peça para algum parceiro filmar seus treinos e editar os melhores momentos com uma música empolgante. Na maioria das vezes, o lutador não tem noção do é capaz, mesmo que ele faça aquilo todos os dias. O vídeo altera o quadro de autoconfiança e a percepção de competência, tornando o atleta mais sereno.</p>
<p><strong>2. Medite antes de competir.</strong> Visualize a chegada no ginásio, os cheiros e barulhos. Pense nas técnicas que você vai usar na hora da luta.</p>
<p><strong>3. O controle da frequência respiratória</strong> deve ser observado durante o dia da competição, na tentativa de mantê-la sempre normal – 12 a 20 respirações por minuto.</p>
<p><strong>4. O atleta deve contar com a presença do treinador</strong> ao lado em todos os momentos da competição, o máximo quanto possível, o acalmando ou orientando quando necessário.</p>
<p><strong>5. O treinador deve apoiar e elogiar os acertos</strong> do jovem atleta após o torneio, e evitar criticar os erros. As falhas, ao contrário, serão objetos de estudo na busca de aperfeiçoar o atleta para outras situações semelhantes.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/aprenda-a-domar-a-ansiedade-e-pressao-antes-de-competir-no-jiu-jitsu/">Aprenda a domar a ansiedade e pressão antes de competir no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Alexandre Baraúna ensina passagem de guarda com pressão no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Dec 2018 20:14:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Liderança da GFTeam e nosso GMI à frente do CTVA, Alexandre Baraúna ensinou a posição &#8220;carro-chefe&#8221; de sua academia, uma passagem que não deixa opções para o guardeiro se movimentar, com pressão do início ao fim. Na aula, Baraúna explica passo a passo a progressão até a chegada no cem-quilos, com detalhes de pegadas para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_202928" style="width: 778px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/barauna-alexandre.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202928" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/barauna-alexandre.jpg" alt="" width="768" height="503" class="size-full wp-image-202928" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/barauna-alexandre.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/barauna-alexandre-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/07/barauna-alexandre-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><p id="caption-attachment-202928" class="wp-caption-text">Alexandre Baraúna, líder do CTVA, nossa GMI em Vista Alegre. Foto: Flashsport</p></div>
<p>Liderança da GFTeam e nosso GMI à frente do CTVA, Alexandre Baraúna ensinou a posição &#8220;carro-chefe&#8221; de sua academia, uma passagem que não deixa opções para o guardeiro se movimentar, com pressão do início ao fim.</p>
<p>Na aula, Baraúna explica passo a passo a progressão até a chegada no cem-quilos, com detalhes de pegadas para levantar com segurança, o ajuste após a ação do guardeiro, e os pontos certos para aplicar peso com a  ajuda da gravidade para travar o adversário, como se o mesmo estivesse trancado numa pequena caixa, sem opções de reação.</p>
<p>Confira o macete de passagem do professor Baraúna no vídeo abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alexandre Baraúna ensina passagem de guarda com pressão no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/2VKa2CgOKKI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alexandre-barauna-ensina-passagem-de-guarda-com-pressao-no-jiu-jitsu/">Alexandre Baraúna ensina passagem de guarda com pressão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Isaque Bahiense celebra mais um ouro no Abu Dhabi Grand Slam: “A pressão me fascina”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2018 04:59:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Isaque Bahiense, 22 anos, vive a sua melhor fase dentro do Jiu-Jitsu competitivo. Depois de conquistar o Mundial da IBJJF, em junho deste ano, o faixa-preta da Alliance voltou a vencer no Abu Dhabi Grand Slam do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca. Isaque precisou vencer cinco lutas, nas quais finalizou em duas oportunidades,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212593" style="width: 4052px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Isaque-comemora-a-vitória.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212593" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Isaque-comemora-a-vitória.jpg" alt="" width="4042" height="2987" class="size-full wp-image-212593" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Isaque-comemora-a-vitória.jpg 4042w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Isaque-comemora-a-vitória-300x222.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Isaque-comemora-a-vitória-768x568.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Isaque-comemora-a-vitória-1024x757.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Isaque-comemora-a-vitória-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 4042px) 100vw, 4042px" /></a><p id="caption-attachment-212593" class="wp-caption-text">Isaque vibra após conquistar o título. Foto: Vitor Freitas</p></div>
<p>Isaque Bahiense, 22 anos, vive a sua melhor fase dentro do Jiu-Jitsu competitivo. Depois de conquistar o Mundial da IBJJF, em junho deste ano, o faixa-preta da Alliance voltou a vencer no Abu Dhabi Grand Slam do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca.</p>
<p>Isaque precisou vencer cinco lutas, nas quais finalizou em duas oportunidades, para garantir o ouro na divisão até  85kg, após final contra Diego Ramalho (ZR Team). A energia eufórica de Bahiense estava em plena exibição em todo o Grand Slam Rio e ficou claro que ele estava lutando por algo mais do que apenas uma medalha.</p>
<p>“Eu estou vivendo 100% para ser o melhor do mundo. Por isso eu venho melhorando campeonato atrás de campeonato. Eu tenho um time muito bom, que é minha equipe de Jiu-Jitsu, a Alliance SP, fisioterapeuta, preparador físico médico, nutricionista.. Minha dedicação é o que me faz melhorar e eles estão me ajudando muito e isso me faz ser melhor a cada dia”, conta Isaque, antes de falar sobre ter ou não pressão por ser campeão mundial. </p>
<p>“A pressão é algo que fascina, eu me sinto bem com ela, eu gosto dela. É o que, ás vezes, me impulsiona. Isso não me atrapalha, é algo que me faz bem”.</p>
<p>Isaque também aproveitou para destrinchar a vitória sobre Diego na finalíssima pelo ouro. </p>
<p>“A minha estratégia para toda luta é ganhar, independente de como seja. Eu já conhecia meu adversário e já sabia que ele ia querer me segurar. Eu botei na minha cabeça, que quando eu me livrasse das pegadas dele, a luta ia ser da maneira que eu quisesse. Daí, eu consegui impor meu ritmo, meu jogo, fiz 11 pontos e terminei com uma posição de finalização. Mas já é passado, agora é hora de voltar aos treinos. Tenho 22 anos e tenho muito o que evoluir”, encerra Isaque. </p>
<p>Isaque volta a lutar no Mundial Sem Kimono da IBJJF, agendado para dezembro, na Califórnia. </p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/isaque-bahiense-celebra-mais-um-ouro-no-abu-dhabi-grand-slam-a-pressao-me-fascina/">Isaque Bahiense celebra mais um ouro no Abu Dhabi Grand Slam: “A pressão me fascina”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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