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	<title>Palestina | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Palestina | Graciemag</title>
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		<title>Israel, Palestina e o Jiu-Jitsu numa história cinematográfica</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2015 11:52:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feche os olhos por alguns segundos e tente imaginar dois povos vivendo um conflito apimentado por um ódio milenar. Bingo para aquele que como a maioria lembrou de israelenses e palestinos. Então você fica imaginando esta guerra que não encontra seu fim, os esforços infrutíferos de diversos líderes mundiais em apaziguar ânimos e criar alguma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_183910" style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-183910" class="size-full wp-image-183910" alt="Marcos Gorinstein ensina Jiu-Jitsu numa das areas mais conflituosas do planeta e tem dado certo foto Divulgacao" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Marcos-Gorinstein-ensina-Jiu-Jitsu-numa-das-areas-mais-conflituosas-do-planeta-e-tem-dado-certo-foto-Divulgacao1.jpg" width="699" height="420" /><p id="caption-attachment-183910" class="wp-caption-text">Marquinhos Gorinstein ensina Jiu-Jitsu numa das áreas mais conflituosas do planeta: sua história vai virar filme. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>Feche os olhos por alguns segundos e tente imaginar dois povos vivendo um conflito apimentado por um ódio milenar. Bingo para aquele que como a maioria lembrou de israelenses e palestinos. Então você fica imaginando esta guerra que não encontra seu fim, os esforços infrutíferos de diversos líderes mundiais em apaziguar ânimos e criar alguma solução mágica que, de uma vez por todas, consiga unir estes dois povos.</p>
<p>Quantos milhões de dólares já foram utilizados em projetos para que pelo menos as crianças pudessem ter uma chance de paz, através de um convívio com o outro? Quantas escolas e centros de futebol não foram abertas e apadrinhadas por personalidades estrangeiras, algumas que se mantêm, e outras que não tiveram o sucesso esperado ou foram boicotadas? Tudo parece inútil. Ou parecia.</p>
<p>O trabalho pela paz é um trabalho de formiguinha, diário e que presume muita paciência e doação pessoal. Foi isso que trouxe fama ao trabalho do instrutor de Jiu-Jitsu Marcos Gorinstein. Marquinhos, faixa-marrom da Gracie Humaitá, migrou para Israel em 2010, e como judeu e sociólogo via a necessidade de encontrar soluções para talvez não o término do contínuo conflito, mas para uma mudança de referências dentro daquela sociedade. Marcos tinha em suas mãos, talvez ainda sem saber, uma formidável ferramenta: o Jiu-Jitsu.</p>
<p>Ao passar por uma escola em Jerusalém, leu no muro da mesma o seguinte lema: &#8220;Nós nos recusamos a ser inimigos&#8221;. Tratava-se de uma escola onde alunos árabes e judeus estudavam juntos. O faixa-marrom teve a luz e resolveu mostrar o nosso Jiu-Jitsu, e a aceitação foi impressionante.</p>
<p>Após alguns meses de aulas, notando como o a arte suave aproximava ainda mais os alunos, Marcos foi até a Cisjordânia e implantou um pequeno centro na cidade de Beit Jalah, próxima a Belém, e na cidade de Hebron, para atender crianças palestinas. O plano hoje é, dentro de pouco tempo, conseguir agregar as crianças israelenses que praticam Jiu-Jitsu em Jerusalém a essas palestinas que vivem na Cisjordânia, através do projeto Árvore da Vida. As dificuldades? Imensas.</p>
<p>O professor já teve o carro apedrejado numa via da Cisjordânia só porque a placa era israelense. Também foi ameaçado por colonos judeus em Hebron. Mas nada disso fez com que o valente instrutor perdesse o ímpeto de continuar a aproximar seus alunos. Este projeto chamou a atenção do correspondente da rede Globo na região, Rodrigo Alvarez, e um documentário está sendo produzido pela Globo Filmes, com o título &#8220;Você não me conhece&#8221;.</p>
<p>E você e eu, como podemos ajudar? As crianças, principalmente as palestinas, são em sua maioria moradoras de campos de refugiados como o de Deheisha em Belém, e ainda não conseguem adquirir kimonos. Marcos esteve em setembro no Brasil tentando angariar recursos para compra de kimonos e tatames. Apesar de termos inúmeros projetos sociais tocados a grande custos pessoais por professores no Brasil, lá no Oriente Médio Marcos é um cavaleiro solitário e também necessita do apoio da comunidade do Jiu-Jitsu. Quem puder ajudar a fazer a paz é só entrar em contato pelo <a title="Marquinhos Gorinstein professor em Israel e Cisjordânia" href="https://www.facebook.com/marcos.gorinstein?fref=ts" target="_blank">Facebook pessoal dele, aqui</a>.</p>
<p>Feche os olhos agora e imagine a única coisa o que poderia aproximar tanto crianças de dois povos divididos pelo ódio. Bingo para aquele que respondeu: o nosso brasileiríssimo Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/israel-palestina-e-o-jiu-jitsu-numa-historia-cinematografica/">Israel, Palestina e o Jiu-Jitsu numa história cinematográfica</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Da série &#8220;Por onde anda&#8230;&#8221;: Alex Negão</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 16:58:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19482" style="width: 590px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/Alex-Negao-Hassan.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19482" class="size-full wp-image-19482" title="Alex Negao Hassan" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/Alex-Negao-Hassan.jpg" alt="" width="580" height="422" /></a><p id="caption-attachment-19482" class="wp-caption-text">Alex Negão com o astro de Abu Dhabi Hassan. Foto: Regis Rodrigues.</p></div>
<p>Ele foi personagem constante nos fortes treinos de MMA da Brazilian Top Team, onde figurava como um sparring de luxo de Minotauro &amp; Cia. Ele foi pupilo do saudoso Carlson Gracie com quem morou ainda na faixa-azul. E figurinha fácil nos pódios do ADCC. Campeão de Jiu-Jitsu em quase todas as faixas. E ex-jogador da seleção infanto-juvenil de vôlei.</p>
<p>Sim, o gigante Alex “Negão” Paz foi um grande expoente do Jiu-Jitsu no inicio da década, mas foi além: um espectador de luxo dos bastidores do MMA mundial. Mas por onde anda esta figura facilmente notada pelos seus 115kg distribuídos em 1,92m de altura?</p>
<p>Morando em Abu  Dhabi há um ano, Alex é responsável pelo treinamento de MMA do Emirates Team e tem sob sua supervisão Marcos Oliveira, Hassan Rumaiti, Michel Maia, Maiky Reiter entre outros. Considerado a maior autoridade de MMA no Oriente Médio, ele conta &#8220;por onde anda&#8221; e analisa o momento do esporte nesta região.</p>
<p><strong>Como você reiniciou o MMA aqui nos Emirados? </strong><br />
Conheci o Maiki aqui, que estava vindo da Holanda, e quando botei os olhos no treino dele, vi que tinha um enorme potencial no MMA. Daí começamos a treinar juntos, mas sem nenhum plano estabelecido. Foi quando o Hassan Rumaiti (filho adotivo do Sheik Tahnnon), vendo os treinos, pediu para iniciar seus treinamento, pois queria estrear na modalidade. Em poucos meses estreou com uma vitória na Holanda. Sheik Mohamad Bin Zayed ficou muito feliz e apoiou nossos treinos.</p>
<p><strong>Como está composta a equipe nesta modalidade? </strong><br />
Além dos lutadores brasileiros, iniciamos com a segunda geração de filhos do Sheik Tahnnon. São cerca de 20 jovens com idade de 16 a 18 anos. Também temos lutadores oriundos de outros países.</p>
<p><strong>O mercado de MMA está em expansão em Abu Dhabi?</strong><br />
Não só em Abu Dhabi. Aqui temos um evento bem estruturado, o ADFC. Em novembro, teremos um na Jordânia onde teremos dois ou três lutadores nossos. Em janeiro, provavelmente teremos um outro no Egito onde tentaremos colocar alunos nossos também.</p>
<p><strong>Como estão os treinamentos do time?</strong><br />
Tá dando gosto de ver. O bicho tá pegando. O Hassan em particular evoluiu muito. E trabalhar com caras como Marcão, Michel, Maiki e o Luciano “Mutante”, que chegou agora aqui, é muito prazeroso. A rapaziada responde bem às exigências.</p>
<p><strong>Fora o Hassan, você teria outras apostas na região?</strong><br />
Na Jordânia deve estrear o Khalid Walid pela Síria, e o Gabriel Tayeh pela Palestina. Os dois vão dar muito o que falar. Khalid é um excelente estriker e o Gabriel tem um Jiu-Jitsu muito apurado. Também temos o excelente boxe do Ali Salem, que é irmão do Hassan, e o peso pesado Yahya Mansoor que é idolo local do Jiu-Jitsu. Sem falar nas gratas surpresas desta nova geração que o Sheik Tahnnon nos disponibilizou. Vão dar o que falar.</p>
<p><strong>Alguma consideração final?</strong><br />
Só agradecimento. Às pessoas que me ensinaram muito como os mestres Carlson, o Murilo (Bustamante), Ricardo Libório, Zé Mario, Bebeo, Cláudio Coelho e amigos como Marcelo Palermo, Ovidio de Abreu e Felipe Bronze. Aos componentes do Emirates Team, principalmente Jonver Bonini, Bruno Lopes, Orley ‘Tartaruga’ , Oscar  Junior e Marcelo “Guardinha” Motta que sempre ajudam nos treinos. E agradecer o apoio incondicional e voto de confiança do Sheik Mohamad e do Sheik Tahnnon para que possamos desenvolver este trabalho aqui em Abu Dhabi.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/da-serie-por-onde-anda-alex-negao/">Da série “Por onde anda…”: Alex Negão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Crianças competem no Jiu-Jitsu árabe</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 15:09:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/amman2.jpg"></a><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/kids.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18708" title="kids" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/kids.jpg" alt="" width="405" height="265" /></a></p>
<p>O mundo árabe abraçou de vez o Jiu-Jitsu e, nos dias 24 e 25 de setembro, as crianças terão vez na Arab Cup For Kids. As disputas acontecem em Amã, na Jordânia, com crianças entre 4 a 14 anos de idade. Em jogo, muito mais que medalhas. </p>
<p>“Pela primeira vez, daremos vídeo games Playstation III para os primeiros colocados e kimonos Keiko para os segundos, além das medalhas”, comenta o faixa-marrom Mohammed Bilbeisi, organizador do evento.   </p>
<p>Outra novidade é a participação em massa dos países do mundo árabe. </p>
<p>“O evento acontece há sete anos e, neste desta vez, decidimos abrir para todos os países árabes. Temos atletas confirmados da Jordânia, Síria, Iraque, Egito e Palestina. Já atingimos a marca de 120 participantes”, completa Bilbeisi.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/criancas-competem-no-jiu-jitsu-arabe/">Crianças competem no Jiu-Jitsu árabe</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>MMA ganha força no deserto</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 15:26:28 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17868" style="width: 459px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/044.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17868" class="size-full wp-image-17868" title="044" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/044.jpg" alt="" width="449" height="300" /></a><p id="caption-attachment-17868" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação.</p></div>
<p>Organização de MMA que promete agitar o Oriente Médio, mais precisamente a Jordânia, é batizada e tem data remarcada. O Desert Force Championship (DFC) acontece no dia 19 de novembro com cinco lutas internacionais e mais cinco com atletas locais. Devem participar atletas da Jordânia, Emirados Árabes, EUA, Holanda, Austrália, Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Egito, Síria, Líbano e Palestina.</p>
<p>“Já fazíamos o Capital Challenge, que tem grande identidade com o Jiu-Jitsu. Usaremos essa identidade em eventos futuros da arte suave”, explica nosso GMA Zaid Mirza sobre a mudança no nome da organização de MMA.</p>
<p>“Dsert Force é o nome que decidimos para este evento de MMA, inspirado pela grande maioria do Oriente Médio. O povo do deserto é conhecido por suportar condições difíceis e sacrifícios, assim como os lutadores de MMA. Queremos mostrar ao mundo o poder do povo dessa região”, completa Mirza, que também lança a Liga de Lutas do Oriente Médio (MEFL, em inglês).</p>
<p>A intenção é, no futuro, realizar eventos uma vez por mês e lançar talentos da região para lutar em grandes organizações como UFC, Dream, Strikeforce e o próprio DFC.</p>
<p>“A primeira apresentação terá lugar no Cairo, Egito, em janeiro de 2011. O cage da MEFL vai girar todos os países árabes e do Oriente Médio&#8221;, revela Mirza.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mma-ganha-forca-no-deserto/">MMA ganha força no deserto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>No mundo do Jiu-Jitsu, tudo é possível</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 21:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Mohamed Jehad Hora de arrumar as malas. As férias estão no fim e devo retornar a Abu Dhabi. Há dois anos, desde que fui morar nos Emirados Árabes Unidos, não passava mais de uma semana no Brasil, pátria mãe do Jiu-Jitsu moderno. Este tempo fora do Brasil fez-me vê-lo com outros olhos. Pude analisar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/handshake.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17812" title="handshake" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/handshake.jpg" alt="" width="370" height="317" /></a></p>
<p><strong>Por Mohamed Jehad</strong><em></p>
<p>Hora de arrumar as malas. As férias estão no fim e devo retornar a Abu Dhabi. Há dois anos, desde que fui morar nos Emirados Árabes Unidos, não passava mais de uma semana no Brasil, pátria mãe do Jiu-Jitsu moderno. Este tempo fora do Brasil fez-me vê-lo com outros olhos. Pude analisar meu país com mais profundidade através da ótica de quem tem a responsabilidade de carregar o Brasil consigo. Notei que a brasilidade foi um dos principais, senão o principal, tempero do Jiu-Jitsu &#8220;life style&#8221;, o estilo de vida de quem luta e respira Jiu-Jitsu em qualquer canto do planeta.</p>
<p>Já na primeira semana aqui em Porto Alegre, sul do país, uma situação aparentemente normal fez que eu meditasse sobre o estilo de vida de nossos praticantes. O faixa-roxa Gabriel Tayeh, após seis meses viajando, reencontra seu colega de treinos Felipe Leal. Biel e Batata, como são conhecidos, abraçam-se efusivamente antes do treino, combinam um açaí e saem rolando. Parecem irmãos se reencontrando na sala de estar da casa onde foram criados.</p>
<p>É assim que se comportam os praticantes de Jiu-Jitsu no Brasil. A academia, ou mais precisamente o dojô, acaba sendo a segunda casa da maioria, e seus colegas de treino, sua família.</p>
<blockquote><p>O mestre, além de professor, pode ser o amigo para toda hora, o parceiro de surfe, o companheiro de festa e até o goleiro do futebol de sábado&#8221;</p></blockquote>
<p>Isso não é típico de qualquer arte marcial. Isso é típico do povo brasileiro. Esse calor humano, essa receptividade, esta cumplicidade com o próximo foi incutida no Jiu-Jitsu quase sem querer. Aqui os lutadores tatuam os símbolos de suas academias nos seus corpos, muitos atletas nunca pagaram uma mensalidade e têm seus mestres como pais. A descontração durante o treino é a estampa do país. O mestre, além de professor, pode ser o amigo para toda hora, o parceiro de surfe, o companheiro de festa e até o goleiro do futebol de sábado.</p>
<p>O estilo de vida do Jiu-Jitsu e o Brasil se confundem. Provavelmente, se Conde Koma resolvesse fincar raízes em outro país, não teríamos a arte suave como nosso meio de viver a vida. Todos levamos brasilidade para o nosso Jiu-Jitsu. Todos consomem brasilidade nos quatro cantos do mundo, ao absorvê-lo. Exportar o Jiu-Jitsu é exportar o Brasil.</p>
<p>A propósito, Biel é de origem palestina, Batata de família judaica. Na terra sagrada do Jiu-Jitsu, pequenos milagres como esse acontecem todos os dias.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/no-mundo-do-jiu-jitsu-tudo-e-possivel/">No mundo do Jiu-Jitsu, tudo é possível</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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