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	<title>Mundial 2002 | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Mundial 2002 | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>Reveja o 1º encontro de Roger Gracie e Jacaré no Mundial de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:05:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eram outros tempos: nos tatames, o patrocínio da Oi telefonia. Na cintura dos craques Roger Gracie e Ronaldo Souza, a faixa-marrom. E olha que Ronaldo Jacaré, conhecido dos nossos leitores desde a faixa-roxa, lutava pela Gracie Barra devido à parceria da sua Asle com a GB à época. Mas nenhum dos dois sequer cogitou fechar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16736" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16736" class="size-full wp-image-16736" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1.jpg" alt="" width="580" height="378" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1.jpg 580w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom-1-150x98.jpg 150w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /><p id="caption-attachment-16736" class="wp-caption-text"><em>Roger e Jacaré duelaram pela primeira vez em 2002, numa empolgante final de absoluto marrom. Foto: Gustavo Aragão.</em></p></div>
<p>Eram outros tempos: nos tatames, o patrocínio da Oi telefonia. Na cintura dos craques Roger Gracie e Ronaldo Souza, a faixa-marrom.</p>
<p>E olha que Ronaldo Jacaré, conhecido dos nossos leitores desde a faixa-roxa, lutava pela Gracie Barra devido à parceria da sua Asle com a GB à época. Mas nenhum dos dois sequer cogitou fechar a chave ou decidir no par ou ímpar, para deleite dos fãs.</p>
<p>A seguir, relembre o primeiro encontro de Roger e Jacaré, no Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF em 2002.</p>
<p>Foi uma final de absoluto faixa-marrom tão eletrizante que, para muitos à época, teria sido a melhor luta de todo o evento, realizado no Tijuca Tênis Clube, no Rio. Você concorda? Oss!</p>
<p><iframe title="Ronaldo Jacaré Souza vs Roger Gracie  (Final Absoluto Mundial 2002)" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/o14uvlMyVSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/treveja-o-1o-encontro-de-roger-gracie-e-jacare-no-mundial-de-jiu-jitsu/">Reveja o 1º encontro de Roger Gracie e Jacaré no Mundial de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</title>
		<link>https://www.graciemag.com/saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:27:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fernando Margarida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de competição.</em></p>
<p>Aprenda com ele. E assine nossa <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener">revista digital para ler artigos como este. Oss!</a></p>
<p><em><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-7271 aligncenter" title="Saulo e pai site" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg" alt="" width="480" height="312"></a><br />
</em></p>
<p>Todo dolorido. Foi assim que eu acordei no domingo, 28, último dia do sétimo Mundial de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Peguei o meu kimono para ir para o Tijuca Tênis Clube pensando o seguinte: se hoje fosse um dia normal, a possibilidade de eu ir treinar era zero. Ia fazer um rango no restaurante Guaranamania, deitar e descansar. Tava na maior lombra.</p>
<p>Ao mesmo tempo, eu tinha de ir trabalhar, correr atrás do título que ainda não possuía, o de campeão absoluto. Fiz a minha parte ontem, venci três lutas e estou classificado para a final, mas não foi fácil.</p>
<p>Na verdade, depois da minha segunda luta, contra o [Roberto Corrêa] Gordo, sentei no chão ao lado do tatame muito puto. Fiz preparação física nos últimos meses, achava que estava numa forma ótima, mas no meio da luta eu tava morto.</p>
<p>Eu sabia que a minha luta com o “Careca” ia ser difícil, sempre é. Ao contrário da garotada nova que tem por aí, ele não erra, não dá esgrima e a gente se equivale tecnicamente. Mas quando eu abri vantagem no início, e quando ele me deu a perna direita e tomou um kouchi-gari, achei que a luta tava ganha. De repente, ele tinha trancado as pernas nos meus joelhos, e eu fui raspado. Puxei o ar e não veio nada, e me segurei para não transparecer meu desespero. Fechei a guarda e, antes do fim, quando fui para a minha raspagem, ele cresceu o olho no crucifixo, como sempre, e fiz mais dois pontos.</p>
<blockquote><p>Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você esteve ali antes&#8221; Saulo Ribeiro</p></blockquote>
<p>Tinha vencido, mas estava revoltado com o meu mau condicionamento. E fiquei me perguntando o porquê. Remoí isso durante o resto do dia, e só hoje de manhã achei a explicação: falta de ritmo de competição. No meu melhor ano, 98, eu lutava campeonato quase todos os finais de semana. De Jiu-Jitsu ou judô, pequeno ou grande, não queria saber. Desde 99, só tenho lutado o Mundial e o ADCC. É isso. Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você tiver estado ali antes. E quanto mais você competir, mais você vai conhecer o seu corpo.</p>
<p>Chegar no ginásio do Tijuca é sempre bom. Foi lá que, desde 96, venci cinco campeonatos mundiais. Claro que é problemático lembrar que ano passado – único ano em que fui derrotado –, nessa mesma hora, eu estava na mesma situação: tinha chegado à final do absoluto, mas ia tentar lutar o meio-pesado para ser campeão. A experiência tinha me ensinado que eu não podia cair no mesmo erro, partir para dentro dos caras do peso feito um louco e ficar no bagaço para as finais.</p>
<p>Até hoje ainda acho que eu não perdi o campeonato para o [Fernando Pontes] Margarida, durante a final. Eu perdi antes. Para o [Flávio Almeida] Cachorrinho, na semifinal. Apesar de ter vencido a luta, ele me matou. Que cara forte! Se ele não desse a esgrima, ia ser o cara mais difícil de ser vencido de todos. Eu não sei como ele perde para o Margarida, se ele é muito mais forte.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7277 aligncenter" title="DSC_0076" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076-e1268508289939.jpg" alt="" width="312" height="480"></a></p>
<p>Esse ano, meu plano era outro: vencer o peso sem me cansar muito. E, na área de aquecimento, como tava de baia, ia poder ver todo mundo antes de eu lutar. O Erik [Wanderley] foi chamado. Era hora de olhar o inimigo contra um cara mais fraco. Ele certamente vai usar todas as suas armas mais fortes para acabar logo o serviço. No meio da luta, alguém chega e pergunta: “Vai de moto para casa?”. “Claro, trouxe até o capacete”, brinco, sem deixar claro que, na verdade, aquela Honda Biz de prêmio para o campeão era o que menos importava.</p>
<p>Continuo prestando atenção. Ele mete a mão direita por cima, é candidato a tomar um ipon-seoi. Tomou uma queda. É outro cara bom e forte, mas, por baixo, dá a esgrima. Eu sei que ele vai vencer, provavelmente chegar à final, então reparo mais. Em pé, outro trejeito. Ele finge que vai puxar para a guarda e coloca a perna direita na frente para atacar. Pode tomar um ouchi-gari. Essa vai ser a estratégia.</p>
<p>11:00. Já estou há quase uma hora esperando, e minha luta se aproxima. De repente, noto um movimento na entrada do ginásio. Corro os olhos à procura do motivo e me surpreendo. É o Rickson. Veio fazer uma visita surpresa. A responsabilidade aumentou. O homem vai ver se tenho feito direito o dever de casa. Acompanho o bicho e penso alto: “O cara é foda. Dá para sentir a sua energia”.</p>
<p>A presença de Rickson, Royler, Renzo no estádio e alguns erros que vejo os caras cometendo nas lutas me faz refletir no suporte que esses caras me deram, me poupando de muitos desses erros. A versatilidade do Royler, sempre apto a fazer qualquer tipo de jogo; por cima, por baixo, em pé, no chão. O Renzo, que mesmo quando morre no gás nas lutas, ninguém consegue fazer nada com ele, o que prova ainda mais a sua técnica. E o Rickson, que quando treina contigo parece que tem 200kg. Procuro aprender o que cada um deles tem de melhor, adaptar isso no meu jogo.</p>
<p>Volto a prestar atenção nas disputas. No ringue mais próximo, o da esquerda, [Ricardo] De la Riva vai lutar. É uma incógnita. Só dará para saber como ele vai se sair depois da primeira bufada. Voltar após nove anos é complicado. Depois de um [ano] já é foda. Uma torcida grande grita para ele. Maneiro o cara ter um carisma assim. Ele vence bem, e volta para a área de aquecimento. Vou cumprimentá-lo, e ele me parabeniza, aproveitando para elogiar o Royler. Dá para sentir que não é falsidade, esse cara é gente fina mesmo. Tem uma humildade muito grande. Mesmo se perder, continua sendo campeão.</p>
<p>Vejo a luta do Fábio Nascimento, o cara que vou enfrentar de primeira. Ele raspa o outro na meia-guarda. Ontem, na primeira luta do absoluto, ele me levantou assim. Mas eu pensei: “Me recuso a ir nessa”, e atochei o peso.</p>
<p>A minha hora não chega e por mais que queira me concentrar, fiquei mais é vendo as outras categorias, analisando os caras que estão aparecendo. Não sei porque, penso numa luta do Pé de Chumbo com o “Jaca”. Essa ia ser boa de ver. Os caras são muito preparados e fazem força sem cerimônia&#8230; No ringue que o De la Riva lutou, agora o [Marcelo] Pupo tava vencendo uma luta da categoria leve. Reparo como ele melhorou. Antigamente ele era fraco, mas agora, não perde posição, distribui o peso melhor. Pode surpreender e ser campeão.</p>
<blockquote><p>Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: &#8216;Assim ele facilita o trabalho da diretoria'&#8221;</p></blockquote>
<p>Fiz a minha primeira luta, e venci por pontos. Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: “Assim ele facilita o trabalho da diretoria”. Com esse erro, eu sabia que ia ser difícil perder. E venci. No meio da luta, ele fez uma pegadinha chata na minha perna, me prendeu na meia-guarda. Depois eu estudo isso melhor, penso. Vou lá cumprimentar meu pai, minha mulher, o pessoal que veio torcer por mim. Por mais que eu esteja focado na competição, tenho que dar uma atenção para quem tá sempre comigo.</p>
<p>Voltei então para a área de aquecimento, mas agora o tempo passava mais rápido. Quando Frédson e De la Riva se preparavam para lutar a semifinal do pena, eu já estava voltando para o outro lado, onde ia lutar a semifinal. Pensei na luta deles: meu coração está com o Frédson, que é de Manaus e da Gracie Barra, mas acredito na vitória do De la Riva. É mais técnico. E, nessa hora, se eu não acreditar mais na técnica, vou acreditar em quê?</p>
<p>Na espera para a semifinal, vejo o Pé de Pano – meu adversário na decisão do absoluto – chegando na área de luta. Com um tamanho desse, um peso desse e umas pernas dessas, não dá para pensar boa coisa. Ele vem falar comigo, porque a gente tinha meio que se comprometido de não lutar. Mas em um caso desses não tem jeito, e eu sei disso. É o título que os dois tão querendo, e qualquer pacto agora fica de lado. Os dois vão dar tudo, sem cerimônia.</p>
<p>Entro para lutar com o [Marcel] Louzado, do Godói. No início da luta, eu faço os dois pontos que vão me garantir a vitória, com uma ida para as costas em pé. Novamente, minha tática funciona. Eu tinha visto na luta anterior, contra o [mineiro Vinícius Antunes] Wallid, que ele entra de o-chi-gari. Deixei então minha perna direita na frente, de isca, e quando ele entrou, tirei a perna, agarrei na dele e fui para as costas. Ele tentou correr atrás, mas eu tava na final, e sabia disso. E a situação dele foi piorando no decorrer da luta.</p>
<p>Mal o juiz levanta o meu braço, uma surpresa de merda. Enquanto eu tava lutando, meu irmão tinha se machucado no ringue ao lado, e me avisaram. Chorando, ele era atendido pelos médicos e tava fora da briga.</p>
<p>Faltavam três horas para o início das finais. A única coisa que vinha na minha cabeça era o seguinte: comer ou não comer?</p>
<p><strong>Intermissão</strong><br />
17:00. Chegou a hora. Eles anunciam a ordem das finais. O absoluto primeiro. Pensei bem, coloquei a realidade na balança e pedi para trocar. Era arriscado demais. Posso cansar muito, perder para o Pé e fazer uma luta ruim no meio-pesado, perigando ficar sem os dois títulos. Lutando o meio-pesado primeiro eu teria mais chances de garantir ao menos um título. E podia ganhar mais confiança para a final do absoluto.</p>
<p>A luta contra o Erik foi dentro do previsto. Ele colocou a perna na frente, eu usei o ouchi-gari. Saí na frente, e era o que eu precisava. Lá para as tantas, ele me deu a esgrima. Cheguei na meia e consegui mais uma vantagem. Ele ainda tentou um ezequiel, mas eu sabia que não existia ângulo para apertar, já que eu tava jogando o meu peso para frente. Passei a guarda e garanti o título. Mas depois da força que eu fiz, deu até fraqueza pensar que ainda tinha o Pé de Pano.</p>
<p>Descansei enquanto rolaram as finais de todos os outros pesos. E entrei com uma tática definida na luta contra o Pé de Pano. O negócio era jogar por cima mesmo. Essa história de que ele não sabe passar [a guarda] é besteira, ele é pesado e passou a guarda de todo o mundo por aí. Eu ia obrigar o cara a mudar o tipo de guarda, jogar com os ganchos por dentro. Conseguir umas vantagens e quem sabe uma passagem e vencer. O plano foi indo bem, mas ele é tão longo que até a guarda de gancho me complicou, e eu acabei sendo raspado. Ainda dava para correr atrás, mas me descuidei e ele botou na [guarda] fechada. Foi quando eu senti o seu peso. Não dava para abrir de qualquer jeito, era capaz de ele cair montado. Tentei abrir sem ficar em pé, mas ele levantava o quadril e, com aquelas pernas longas, minha mão ia da canela para o joelho. Não tinha jeito, aquela era dele.</p>
<p>Após a premiação, enquanto dava uma entrevista, meu pai me jogou uma latinha da gelada. Era tudo que eu precisava, fazia um mês que não tomava uma cerveja. Mas a análise dos meus erros não saía da cabeça. E pensei em duas resoluções. Número um: tenho que competir tudo, Jiu-Jitsu e Judô, e estar em um ritmo bem melhor. Número dois: no fim das contas, disputar o meio-pesado novamente diminuiu minhas chances no absoluto. Ano que vem vou arriscar só o aberto. “Ano que vem”, eu pensei, e essa é a melhor parte: a vontade de estar aqui de novo. Isso eu ainda não perdi.</p>
<div id="attachment_7275" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7275" class="size-full wp-image-7275" title="Saulo Napao 2002" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg" alt="" width="312" height="480"></a><p id="caption-attachment-7275" class="wp-caption-text">Saulo Ribeiro por cima de Gabriel Napão. Fotos: Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O card de Saulo até 2002: 26-4<br />
</strong></p>
<p><strong>2002<br />
absoluto</strong><br />
Márcio Cruz (d)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Roberto Corrêa (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Erik Wanderlei (v)<br />
Marcel Louzado (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>2001<br />
absoluto</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Márcio Cruz (vc)<br />
Leandro Borgo (v)<br />
Marcos Scheffer (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Flávio Almeida (v)<br />
Murilo Rupp (v)<br />
Roger Coelho (v)</p>
<p><strong>2000<br />
super-pesado</strong><br />
Daniel Simões (v)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Adílson Lima (v)<br />
Roberto Ferreira (v)</p>
<p><strong>1999<br />
meio-pesado</strong><br />
Roberto Magalhães (v)<br />
José Marcelo (v)<br />
Givanildo Santana (v)<br />
Marcelo Hertz (v)</p>
<p><strong>1998<br />
pesado</strong><br />
Fabio Gurgel (v)<br />
Murilo Bustamante (v)<br />
Anderson Xavier (v)</p>
<p><strong>1997<br />
médio</strong><br />
José Mario Sperry (d)<br />
Antônio Schembri (v)<br />
Rony Rústico (v)<br />
Guilherme Santos (v)</p>
<p><strong>1996</strong><br />
leve<br />
Marcio Feitosa (v)</p>
<p>*v – vitória; d – derrota; vc – vitória por contusão</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu/">Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pé de Pano comenta retorno triunfal e cutuca berimbolo: &#8220;Nem sei o que é&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2013 14:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[armlock]]></category>
		<category><![CDATA[berimbolo]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcio Pé de Pano]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial 2002]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcio Pé de Pano vivia rondando o pódio há alguns anos. Hoje profissional do MMA, o bicampeão mundial absoluto (2002/03) viu sua última luta no M-1 Global ser adiada, por culpa de uma contusão do peso pesado russo Dmitry Zabolotny. Convidado para ingressar na BJJ Pro League, no último domingo em Long Beach, na Califórnia,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_144728" style="width: 677px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/Marcio-Pé-de-Pano.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-144728" class="size-full wp-image-144728" alt="Marcio Pé de Pano comemora a vitória. Foto: GRACIEMAG" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/Marcio-Pé-de-Pano.jpg" width="667" height="574" /></a><p id="caption-attachment-144728" class="wp-caption-text">Marcio Pé de Pano comemora a vitória na Pirâmide. Foto: GRACIEMAG</p></div>
<p>Marcio Pé de Pano vivia rondando o pódio há alguns anos. Hoje profissional do MMA, o bicampeão mundial absoluto (2002/03) viu sua última luta no M-1 Global ser adiada, por culpa de uma contusão do peso pesado russo Dmitry Zabolotny.</p>
<p>Convidado para ingressar na BJJ Pro League, no último domingo em Long Beach, na Califórnia, Pé de Pano topou na hora e se deu bem, vencendo suas duas lutas e faturando 5 mil dólares. Seu trunfo foi uma chave de braço aplicada na final, contra Gustavo Sirizinho. &#8220;Apenas usei a especialidade da casa&#8221;, comentou o gigante gaiato nascido e criado nas favelas cariocas.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi seu maior obstáculo na BJJ Pro League da IBJJF?</strong></p>
<p><strong>MARCIO PÉ DE PANO:</strong> A dificuldade e a correria do dia a dia. Cuidar da academia, dos filhos e além disso ter tempo e saúde para treinar forte. Porque hoje em dia não tem luta fácil, e eu também estava há um tempo sem lutar de kimono. Perde-se um pouco do tempo de competição.</p>
<p><strong>Você é um defensor das técnicas mais clássicas, e detesta novidades como o berimbolo. Tentaram berimbolar você em Long Beach agora?</strong></p>
<p>[Risos] Se tentaram eu não sei, porque nem sei o que é isso.</p>
<p><strong>Um torneio com remuneração era um um pedido antigo dos atletas. Acha que faltaram alguns astros no evento?</strong></p>
<p>Sim, não sei por que não puderam ir. Só sei que acho a ideia fantástica. Me convidaram e eu fui [risos].</p>
<p><strong>O que você aprendeu ao duelar com gigantes da nova geração, como o &#8220;jegue&#8221; da GFTeam Ricardo Evangelista?</strong></p>
<p>Aprendi que é preciso estar com a parte física em dia, pois os caras são muito fortes hoje em dia. Eles treinam como profissionais. Não é fácil, o que complica mais é que aos 35 anos estamos sempre com alguma dor ou uma contusão antiga que sempre volta. A gente sente o peso da idade. Mas, quando se faz o que ama acaba ficando tudo bem no fim.</p>
<p><strong>Você precisou virar a luta com o Sirizinho no fim, com uma chave de braço da guarda. Esperava ser campeão?</strong></p>
<p>Apenas usei a especialidade da casa&#8230; Fui apenas com a intenção de me divertir, sem pressão de vencer. E foi bem legal voltar a ser campeão, estava de fato com saudade desse sabor. A lição que fica, que eu sempre passo para os meus alunos, é não deixar ninguém dizer o que você pode ou não fazer; se quer alguma coisa, trabalhe para que isso aconteça! Você pode tudo, se treinar duro.</p>
<p><strong>Pé, qual foi o detalhe para o armlock decisivo?</strong></p>
<p>Cara, aquele é um golpe que faço desde a faixa-azul, e que desenvolvi com o tempo. Desde meu primeiro treino como faixa-branca eu senti que tinha um dom ali ao fazer guarda, e eu nem sabia o que era guarda. O importante é você e o professor desenvolverem as habilidades que você tiver.</p>
<p><strong>Pé de Pano, por que você ainda luta, seja MMA ou Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Olha, ninguém deve lutar para agradar ninguém. Luto por amor, não por dinheiro ou fama. Foi isso que aprendi com todos esses anos. Hoje há lutadores mais preocupados em se promover na internet do que em competir. Aqui na América tem uns caras de quem nunca ouvi falar e nunca vi lutar, mas o cara já vira uma febre na internet&#8230;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pe-de-pano-comenta-retorno-ao-jiu-jitsu-e-alfineta-berimbolo-nem-sei-o-que-e/">Pé de Pano comenta retorno triunfal e cutuca berimbolo: “Nem sei o que é”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Das Antigas: Fredson Paixão contra De La Riva</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 18:05:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Relembre a luta entre os penas Fredson Paixão e o veterano Ricardo De La Riva, em 2002, no último Mundial do mestre guardeiro. http://www.youtube.com/watch?v=5jR9Pe1QA3c</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Relembre a luta entre os penas Fredson Paixão e o veterano Ricardo De La Riva, em 2002, no último Mundial do mestre guardeiro.</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=5jR9Pe1QA3c</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/das-antigas-fredson-contra-de-la-riva/">Das Antigas: Fredson Paixão contra De La Riva</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quanto valeria Roger x Jacaré sem tempo?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:15:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Royce Gracie]]></category>
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		<category><![CDATA[Wallid Ismail]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assista à clássica final do Mundial 2004, e palpite: quanto você pagaria num ingresso para vê-los num duelo sem tempo?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16736-2" style="width: 590px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16736-2" class="size-full wp-image-16736" title="Roger Jaca marrom" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Roger-Jaca-marrom.jpg" alt="" width="580" height="378" /></a><p id="caption-attachment-16736-2" class="wp-caption-text">Roger e Jacaré duelaram pela primeira vez em 2002, numa empolgante final de absoluto marrom. Foto: Gustavo Aragão.</p></div>
<p>A ideia de uma luta de Jiu-Jitsu esportivo sem tempo, nascida em julho (ou renascida), nos EUA, esquentou os leitores do GRACIEMAG.com no mundo todo e os fãs do esporte pela internet. Depois, contudo, esfriou.</p>
<p>Por falta de acordo em relação à bolsa (10 mil dólares apenas para aquele que finalizar, na proposta inicial), não saiu do papel a primeira luta imaginada pelos promotores, entre Rubens Cobrinha e Rafael Mendes, a quem a soma não agradou.</p>
<p>Qual seria então o preço justo para um confere desse tipo? Para responder a dúvida que ficou no ar, GRACIEMAG.com convidou um cartola e ex-lutador com conhecimento de causa, Wallid Ismail.</p>
<p>Perguntamos: quanto valeria, por exemplo, uma luta sem tempo entre dois monstros e arquirrivais, como Roger Gracie e Ronaldo Jacaré – o primeiro, recordista de títulos no Jiu-Jitsu, tricampeão mundial absoluto e invicto no MMA; e Jaca, um astro do Strikeforce cada vez mais popular no esporte graças à TV americana, e candidato ao cinturão do show neste fim de semana?</p>
<p>Cartola que conhece os meandros do mercado, Wallid deu a opinião franca própria também de quem já participou de uma luta do tipo, contra Royce Gracie em 1998, numa arena lotada em plena praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&#8220;O preço justo de uma luta assim? Vou te falar uma coisa e você pode botar aí. O preço justo de qualquer luta é quanto tem na mesa. É quanto o promotor interessado é capaz de levantar. Aí o lutador avalia se quer lutar ou se não quer. Se houver vontade de a luta acontecer, as partes interessadas acabam chegando no acordo&#8221;, filosofa Wallid.</p>
<p>&#8220;Quando lutei sem tempo com Royce há mais de dez anos a bolsa foi praticamente o dobro disso, mas é bom lembrar quem era o Royce. Ele era o cara, o superastro do UFC. E tinha toda a rivalidade como apelo, por eu ter vencido dois membros da família. Foi, então, o preço justo&#8221;.</p>
<p>Taí, 20 mil seria um preço razoável para uma luta assim hoje em dia?</p>
<p>Assista ao clássico abaixo entre Jaca e Roger, no Mundial 2004, e opine: quanto você pagaria num ingresso para ver um duelo sem tempo entre eles?</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=DZdDh_yQVSU</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=FUYwlxHjkMA</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quanto-valeria-roger-x-jacare-sem-tempo/">Quanto valeria Roger x Jacaré sem tempo?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jacaré e Marcelinho, uma saudável rivalidade</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 20:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ADCC 2005]]></category>
		<category><![CDATA[Alliance]]></category>
		<category><![CDATA[Asle]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial 2002]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo Jacaré]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assista aos três capítulos da guerra entre Marcelinho Garcia (Alliance) e Ronaldo Jacaré (Asle) no Jiu-Jitsu.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4700" style="width: 490px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/01/Marcelix-Jaca-by-MP.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4700" class="size-full wp-image-4700" title="Marcelix Jaca by MP" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/01/Marcelix-Jaca-by-MP.jpg" alt="" width="480" height="318" /></a><p id="caption-attachment-4700" class="wp-caption-text">Marcelinho e Jacaré no Desafio Best Fighters, em 2004. Foto: Marco Pinheiro/GRACIEMAG.</p></div>
<p>É sempre um deleite ver Ronaldo Jacaré e Marcelinho Garcia juntos, um tentando quebrar o jogo do outro nos campeonatos.</p>
<p>Em 2002, os dois adversários se encararam no Mundial, na faixa-marrom.</p>
<p>Em 2004, quando ambos já eram faixas-pretas consagrados, foi a vez do troco, num desafio em Manaus, no Amazonas.</p>
<p>Já em 2005, no ADCC de Long Beach, o reencontro fatal! Assista aos três capítulos da guerra, e comente abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jacaré VS Marcelo Garcia" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/W-FrdOJvgII?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=Qhi8ZU5BeJM</p>
<p><iframe loading="lazy" title="JACARE vs Marcelo Garcia" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/Et6HRk72Fqc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jacare-e-marcelinho-uma-saudavel-rivalidade/">Jacaré e Marcelinho, uma saudável rivalidade</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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