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	<title>liderança | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>liderança | Graciemag</title>
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		<title>Como a paternidade mudou a vida – e os treinos – do professor Kaue Cavassani</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 00:39:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ensinar os mais novos é uma responsabilidade enorme, porque além das técnicas, estamos formando caráter, ensinando disciplina e valores que vão acompanhá-los pela vida toda. O impacto disso vai muito além da academia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-244647" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-940x1024.jpg" alt="" width="650" height="708" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-940x1024.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-275x300.jpg 275w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-768x837.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-138x150.jpg 138w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao.jpg 1125w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>O professor Kaue Cavassani não cansa de aprender com os desafios da vida. Faixa-preta terceiro grau, o competidor da Checkmat se mudou para Richmond, na Califórnia, para viver em prol do Jiu-Jitsu e inspirar novos alunos. Logo após se estabelecer, nasceu a filhota Ágatha, e tome aprendizado.</p>
<p>O aluno de Léo Vieira conversou com o GRACIEMAG.com sobre as lições da paternidade.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como a chegada da Ágatha e a paternidade transformaram sua forma de ver o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/checkmat_richmond/" target="_blank" rel="noopener"><strong>KAUE CAVASSANI:</strong> </a>Ser pai mudou minha perspectiva sobre todos os aspectos da vida, inclusive sobre o Jiu-Jitsu. Antes, eu treinava e competia pensando em mim e nos meus objetivos particulares. Agora, penso também no legado que quero deixar para minha filha. Isso me fez ter mais paciência, mais empatia e uma visão mais ampla sobre o impacto que o Jiu-Jítsu tem na vida das pessoas. Também passei a valorizar ainda mais a longevidade no esporte. Hoje procuro treinar de forma muito mais inteligente, para poder estar no tatame por décadas e, quem sabe, um dia, dividir esse caminho com minha filha.</p>
<p><strong>O que faz um bom líder nos tatames? Que características a pessoa deve possuir, na sua visão?</strong></p>
<p>Ser um bom líder no Jiu-Jítsu vai muito além de ensinar posições. O faixa-preta precisa inspirar, orientar e criar um ambiente no qual os alunos possam crescer, seja dentro ou fora do tatame. O vínculo entre professor e aluno não depende apenas da presença física, mas de uma conexão construída ao longo do tempo. Mesmo com a distância, o respeito e a admiração mantêm esse elo forte. Aprendi muito sobre liderança com excelentes mestres ao longo dos anos –&nbsp;mestres que sempre lideraram pelo exemplo. Eles não precisavam impor autoridade; o comportamento, a dedicação e a humildade falavam por si. Nesse aspecto, o meu maior exemplo sem dúvidas é o meu professor Leonardo Vieira, e essa é a liderança em que acredito: aquela que motiva e inspira pelo que é feito a cada dia, todos os dias.</p>
<p><strong>Como tem sido ensinar nos Estados Unidos, muda muito?</strong></p>
<p>A principal diferença para o Brasil é a cultura em torno do Jiu-Jitsu. No Brasil, ele faz parte da rotina, muitas vezes o aluno entra no tatame já entendendo o espírito do esporte. Nos Estados Unidos, há uma abordagem mais estruturada e foco na experiência do aluno, com aulas bem organizadas e um atendimento mais próximo ao modelo de academias tradicionais. Além disso, há uma valorização maior do aspecto educacional, especialmente no ensino infantil, onde a disciplina e o respeito dentro do tatame são fortemente enfatizados. Ambas as abordagens têm seus pontos fortes, e eu tento trazer o melhor dos dois mundos para minha metodologia de ensino.</p>
<blockquote><p>&#8220;O sucesso vem quando você consegue equilibrar o amor pelo que faz com o profissionalismo.&#8221; ~ Kaue Cavassani</p></blockquote>
<p><strong>Você hoje é gestor de oito academias, com mais duas a caminho em 2025. O que aprendeu com esse tipo de desafio?</strong></p>
<p>Creio que o segredo está em manter a essência do Jiu-Jitsu viva dentro da academia, enquanto você se adapta ao lado empresarial. Como professor, o foco é ensinar e formar bons alunos. Mas como gestor, o desafio vai além, é preciso criar um ambiente sustentável, onde a equipe possa crescer junto. Investir no desenvolvimento dos professores, oferecer um atendimento de qualidade e entender que cada aluno tem sua própria jornada são fatores essenciais. Além disso, aprender sobre gestão e marketing é tão importante quanto aprimorar a técnica no tatame. O sucesso vem quando você consegue equilibrar o amor pelo que faz com o profissionalismo.</p>
<p><strong>Excelente dica. E o que é o Jiu-Jitsu para você?</strong></p>
<p>O Jiu-Jítsu é um mestre de vida. No começo, a gente pensa que se trata apenas de técnicas e vitórias, mas com o tempo percebe que nossa arte ensina valores profundos, como resiliência, paciência e humildade. Aprendi que a evolução não é uma linha reta – há desafios, dores, contusões, frustrações. Mas a verdade é que cada obstáculo fortalece o espírito. O Jiu-Jitsu me mostrou que, para crescer, é preciso aprender a perder, ajustar e continuar.</p>
<p><strong>Muito bom. E como você procura passar esses valores para as crianças na sua academia?</strong></p>
<p>Vejo os jovens alunos, em especial as crianças, como o futuro do Jiu-Jitsu. Ensinar os mais novos é uma responsabilidade enorme, porque além das técnicas, estamos formando caráter, ensinando disciplina e valores que vão acompanhá-los pela vida toda. O impacto disso vai muito além da academia. Do ponto de vista financeiro, as turmas infantis também são um pilar importante, pois ajudam na retenção de alunos e no crescimento da escola. Mas o verdadeiro valor está em construir uma base sólida para o futuro do Jiu-Jítsu e da nossa comunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Kaue Cavassani ensina armadilha da guarda de gancho no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/D6pIUMxmsvI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-a-paternidade-mudou-a-vida-e-os-treinos-do-professor-kaue-cavassani/">Como a paternidade mudou a vida – e os treinos – do professor Kaue Cavassani</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>As 7 maiores lições de Carlos Gracie para você ter sucesso na carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 19:39:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú das revistas e artigos especiais de capa de GRACIEMAG. Bons estudos! 1) A arte de pensar grande Mestre Carlos Gracie Jr sempre repete uma frase que o pai adorava, um verso do poeta e jornalista pernambucano Manuel Bastos Tigre: “Penses grande, e seus feitos crescerão. Penses pequeno, e irás direto ao chão”. (O&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218636" style="width: 437px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218636" class="wp-image-218636 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Carlos-Marco-Imperial-1.jpg" alt="" width="427" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Carlos-Marco-Imperial-1.jpg 427w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Carlos-Marco-Imperial-1-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Carlos-Marco-Imperial-1-100x150.jpg 100w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /><p id="caption-attachment-218636" class="wp-caption-text">Grande mestre Carlos Gracie. Foto: Marco Gracie Imperial</p></div>
<p>Do baú das revistas e artigos especiais de capa de GRACIEMAG. Bons estudos!</p>
<h3><strong>1) A arte de pensar grande</strong></h3>
<p>Mestre Carlos Gracie Jr sempre repete uma frase que o pai adorava, um verso do poeta e jornalista pernambucano Manuel Bastos Tigre: “Penses grande, e seus feitos crescerão. Penses pequeno, e irás direto ao chão”.</p>
<p>(O original está no livro &#8220;Antologia da Boa Vontade&#8221;, 1955: “<em>Muito covarde tem capitulado / Antes de haver a luta começado; Pensa em grande, e os teus feitos crescerão; </em><em>pensa em pequeno, e irás depressa ao chão; O querer é o poder arquipotente / É a decisão firmada em tua mente&#8230;</em>)</p>
<p>Pensar grande é o início de tudo. Independente do campo em que você atua, a extensão dos sonhos refletirá o alcance dos feitos, acreditava Carlos. Voltemos no tempo até 1925. E se imagine como um empreendedor.</p>
<p>Você então recebe um jovem em busca de investimento e ele explica que tem uma ideia de negócio: montar uma academia de Jiu-Jitsu. De quê, meu filho?</p>
<p>Sim, Jiu-Jitsu, uma arte marcial de origem japonesa. Num país sem qualquer tradição no assunto, sem um mercado já pronto, sem história e sem quaisquer ídolos esportivos (não tínhamos nem uma seleção competitiva de futebol).</p>
<p>Possivelmente você nem atenderia este jovem. Carlos tampouco contou com qualquer banqueiro. Ele simplesmente vislumbrou algo promissor para este pequeno campo, e começou a ensinar em casa. E isto foi só o início.</p>
<h3>2) Investir a longo prazo</h3>
<p>Ao observarmos o Jiu-Jitsu no mundo atual, é difícil visualizar que há cem anos a arte caminhava para o desaparecimento, minada no próprio berço oriental. Mas também quem é capaz de enxergar cem anos adiante? Carlos enxergava. Não por acaso, o faixa-vermelha pai de Carlson, Robson, Reyson, Rilion e tantos craques e insistiu no ramo. Ele almejava uma explosão. Que aconteceu mundialmente apenas na década de 1990, mas que demorou bem menos para conquistar a capital brasileira, o Rio de Janeiro. Em 1950 a Academia Gracie já era uma grande potência, e não só econômica. Dentro daquele espaço de treinos na avenida Rio Branco, treinavam futuros presidentes, generais, donos de emissoras, músicos, políticos, empresários, arquitetos e policiais. A nata da cidade e os futuros campeões, em todas as áreas, eram discípulos dos Gracie.</p>
<h3><strong>3) Raciocinar sem preconceitos</strong></h3>
<p>Inovar foi desde o princípio um grande traço da genialidade de <a href="https://www.graciemag.com/pt-br/academias/carlos-gracie-4/" target="_blank" rel="noopener">Carlos Gracie</a>. O famoso anúncio de jornal criado pelo pioneiro, “Se você quer ter um braço quebrado, procure a academia Gracie”, e suas variações, é um exemplo de seu marketing agressivo (literalmente), ainda mais naquele início de século XX. O raciocínio de Carlos obedecia a esse padrão heterodoxo. Ele adotou um modo de vida completamente inovador e fora da engenharia da sociedade moderna. Desde a forma de educar os filhos à maneira de gerir os negócios, passando por religião, alimentação, moradia, rede de relacionamentos, amizades. Carlos não comia churrasco nem arroz com feijão, ou tomava cafezinho, só porque nasceu sob essas tradições. Ele estudava o bem estar e vivia sob suas leis e regras. E talvez o fato de que é possível ser bem sucedido desta forma seja não só a sua principal lição, mas também o principal elemento moldador do seu legado.</p>
<h3><strong>4) A família como referência</strong></h3>
<p>Valorizar a família não é invenção do pioneiro do Jiu-Jitsu no Brasil. Há séculos a<br />
família é considerada uma das mais importantes instituições da sociedade. O que Carlos fez de diferente foi arquitetar a união familiar além do tradicional formato marido-mulher-filhos. Ele buscava, se possível no mesmo teto, ter juntos irmãos, filhas, sobrinhos, netos, primos e inclusive amigos e alunos. Basicamente, quanto mais gente, melhor. Se fosse necessário, ampliariam o sítio e o número de quartos. Quanto mais próximas essas pessoas estavam, maior a sintonia entre elas.</p>
<div id="attachment_222816" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222816" class="wp-image-222816 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Original_Gracie_family_members-1024x699.jpg" alt="Família Gracie, no fim da década d 1970." width="650" height="444" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Original_Gracie_family_members-1024x699.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Original_Gracie_family_members-300x205.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Original_Gracie_family_members-768x524.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Original_Gracie_family_members-150x102.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Original_Gracie_family_members.jpg 1176w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-222816" class="wp-caption-text">Família Gracie, no fim da década d 1970.</p></div>
<h3>5) Sem saúde, não há sucesso</h3>
<p>Hoje, todos os livros e manuais ao estilo “7 hábitos das pessoas altamente eficazes” remetem à saúde pessoal. Um dos fundamentos é, por mais ocupado que você seja, separar espaço para exercício e cuidar da sua forma física e mental, caso contrário não há vigor para cumprir as outras prioridades com afinco. Pois Carlos sabia disso 50 anos antes. Ele desenvolveu um método alimentar peculiar, na tentava de blindar o sistema digestivo e reforçar o sistema imunológico. Este resultado foi especialmente importante para um negócio que dependia da disposição física para se manter e prosperar. Professores sem energia certamente não convenceriam aluno ou aluna nenhuma.</p>
<h3>6) A curiosidade é a grande aliada</h3>
<p>Desde sempre, Carlos estimulava a curiosidade de seus filhos e filhas. Como as academias sempre foram freqüentadas por pessoas bem sucedidas nas mais variadas profissões, os<br />
professores sempre foram capazes de aprender com sumidades com mais conhecimento do que a grande maioria dos professores. Carlos demostrou que, se a pessoa conseguir unir a educação tradicional com a universidade do tatame, a probabilidade do aprendiz sobressair é muito grande, e não precisa ser muito observador para encontrar exemplos desses casos no meio do Jiu-Jitsu – de juízes do STF a médicos, e até o Oscar Niemeyer.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMERCIAL RARÍSSIMO DA ACADEMIA GRACIE JIU JITSU!" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/MFxjcHdEjIM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>7) Liderar sem oprimir</h3>
<p>Carlos foi o líder da família até sua morte, em 1994. Seu irmão caçula, Helio dedicou toda a vida aos preceitos do irmão, seguindo-os à risca e acreditando neles com uma disciplina ímpar. Helio assumiu a gerência da academia criada pelo irmão, analisou e<br />
aprimorou o Jiu-Jitsu, ajudou a criar os filhos de Carlos, e foi peça fundamental para o legado Gracie. Décadas antes de Pelé, tornou-se o primeiro herói nacional do esporte brasileiro. Pois Carlos nunca tentou ofuscar a luz do irmão que, no fim da vida, e após a morte, tornou-se também herói internacional. A capacidade de atrair pessoas dedicadas, talentosas e inteligentes e abrir o espaço para que elas desenvolvam todo seu potencial e ganhem crédito por isso é a maior de todas as lições, e se aplica a qualquer um.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para saber como ler mais <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">artigos antológicos, clique aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-7-maiores-licoes-de-carlos-gracie-para-voce-ter-sucesso-na-carreira/">As 7 maiores lições de Carlos Gracie para você ter sucesso na carreira</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Os 7 requisitos essenciais para ser um bom professor, por mestre Oswaldo Fadda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 16:05:55 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-223034 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Mestre-Oswaldo-Fadda.jpg" alt="" width="518" height="800" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Mestre-Oswaldo-Fadda.jpg 518w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Mestre-Oswaldo-Fadda-194x300.jpg 194w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Mestre-Oswaldo-Fadda-97x150.jpg 97w" sizes="auto, (max-width: 518px) 100vw, 518px" /></p>
<p>Renomado grande mestre do Jiu-Jitsu nacional, o faixa-vermelha Oswaldo Fadda (1920–2005) abriu sua primeira academia aos alunos ainda nos anos 1940, na rua Papari 126, em Bento Ribeiro, casa de seu então faixa-amarela Alexandre Neves, o futuro mestre Chandu.</p>
<p>Velho amigo e rival sadio de Helio Gracie, o fundador da academia Fadda deixou um livro de ensinamentos, hoje raro, intitulado “Jiu-Jitsu e a queda dos complexos”.</p>
<p>Naquelas páginas, Oswaldo Fadda lista requisitos básicos e essenciais para aquele que busca ser um competente professor de Jiu-Jitsu. Para o grande mestre, a faixa-preta é o primeiro dos critérios indispensáveis de um bom professor, mas não basta. O ponto positivo, segundo Fadda, é que a maioria desses pré-requisitos podem ser conquistados nos próprios tatames, ao longo dos anos de treinamento e estudo do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Confira, com exclusividade no GRACIEMAG.com, os principais requisitos de Fadda para ser um bom professor da arte:</p>
<p>1. Ter atingido a faixa-preta de Jiu-Jitsu pelos próprios méritos.</p>
<p>2. Ter boa dicção e saber se comunicar.</p>
<p>3. Ter personalidade e inspirar confiança.</p>
<p>4. Ter método e conhecimento pedagógicos, noções de psicologia e saber como aplicá-los.</p>
<p>5. Ser um líder natural, autossuficiente e otimista.</p>
<p>6. Fazer do Jiu-Jitsu mais do que esporte e recreação, mas uma educação complementar para as pessoas.</p>
<p>7. Ter autocrítica e senso do que seja por vezes ridículo.</p>
<p>E você, fiel leitor, já possui as sete qualidades de um bom professor? Oss…</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-7-requisitos-essenciais-para-ser-um-professor-de-jiu-jitsu-por-grande-mestre-oswaldo-fadda/">Os 7 requisitos essenciais para ser um bom professor, por mestre Oswaldo Fadda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Da morte clínica ao topo do ranking de Jiu-Jitsu, com Rodrigo Boroski</title>
		<link>https://www.graciemag.com/da-morte-clinica-ao-topo-do-ranking-de-jiu-jitsu-com-rodrigo-boroski/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=da-morte-clinica-ao-topo-do-ranking-de-jiu-jitsu-com-rodrigo-boroski</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 01:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O professor Rodrigo Boroski alcançou a liderança mundial no ranking peso por peso do master 3, na federação AJP neste mês. Nosso GMI à frente da escola Riders Jiu-Jitsu, na Irlanda, o faixa-preta retornou ao circuito competitivo em junho de 2022 e foi recompensado pelo desempenho vitorioso nos tatames. Em sete competições disputadas, Rodrigo garantiu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240395" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240395" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43.jpeg" class="size-full wp-image-240395" alt="" width="943" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43.jpeg 943w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43-276x300.jpeg 276w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43-768x834.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43-138x150.jpeg 138w" sizes="auto, (max-width: 943px) 100vw, 943px" /><p id="caption-attachment-240395" class="wp-caption-text">Rodrigo Boroski lidera o ranking mundial da AJP no master 3. Foto: Grapple Culture</p></div>
<p><span style="font-weight: 400">O professor </span><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.instagram.com/rb_jj17/">Rodrigo Boroski</a></span><span style="font-weight: 400"> alcançou a liderança mundial no ranking peso por peso do master 3, na federação AJP neste mês. Nosso GMI à frente da escola </span><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.instagram.com/riders_jiujitsu_school/">Riders Jiu-Jitsu</a></span><span style="font-weight: 400">, na Irlanda, o faixa-preta retornou ao circuito competitivo em junho de 2022 e foi recompensado pelo desempenho vitorioso nos tatames. Em sete competições disputadas, Rodrigo garantiu seis pódios. Foram três medalhas de ouro, uma de prata e duas de bronze.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Este é apenas mais um capítulo da história de superação de Rodrigo. Ao longo de sua vida, superou três batalhas contra o câncer e ficou clinicamente morto por 5min19s, após </span><span style="font-weight: 400">uma parada cardiorrespiratória devido a uma embolia pulmonar. “</span><span style="font-weight: 400">Eu luto como uma resposta aos médicos, que disseram que meu corpo não teria vitalidade para aguentar uma competição de alto rendimento”, diz o faixa-preta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em bate-papo com o GRACIEMAG.com, Rodrigo Boroski descreveu a sensação de liderar o ranking master 3 em meio a uma vida de tantos confrontos e destacou a força da mentalidade para vencer.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> O que a liderança no ranking representa para a sua vida depois de todas as batalhas que você enfrentou fora dos tatames?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400"><em>RODRIGO BOROSKI: </em></span><span style="font-weight: 400">Estou extasiado e anestesiado por tantas coisas que passei na vida. Muitas pessoas me criticaram e disseram que eu estava acabado. Meus médicos também me falaram que eu não teria condições de competir no Jiu-Jitsu em alto rendimento, ainda mais na faixa-preta. Eu retornei às competições em junho do ano passado e terminei a temporada da AJP no top 10 e fiquei em nono no ranking da IBJJF. A diferença é que eu luto até 77kg pela AJP, e no meio-pesado pela IBJJF. Como continuo com o peso baixo, cada luta na divisão da IBJJF é um absoluto para mim. Mas sigo feliz porque é uma realização e superação. Vejo que eu posso, independente da condição que me encontro. Mas entendo que chegar é mais fácil do que se manter. Tenho a intenção de competir em mais oito torneios da AJP, principalmente o Grand Slam Rio de Janeiro e o Grand Slam Abu Dhabi, além dos campeonatos da IBJJF.&nbsp;</span></p>
<p><strong>O que você aprendeu desde o retorno às lutas em junho?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Levo uma lição que o professor Muzio de Angelis me ensinou. Ele diz que a vida não alivia se a gente baixar a cabeça. Então precisamos correr atrás dos nossos objetivos, independentemente do que as pessoas falem. O importante é seguir focado nos treinos. Como não tenho alunos faixas-pretas na academia, faço meu treinamento com os roxas, azuis e brancas. Mas eu tenho um Jiu-Jitsu sólido com base nas técnicas de defesa pessoal. Como o professor Muzio fala, você não escolhe com quem luta. Se alguém quiser brigar com você na rua, é crucial saber se defender. Então não olho as chaves dos campeonatos nem me importo com a posição do meu adversário no ranking. Meu foco está em finalizar, não consigo lutar por pontos. Com exceção de uma, todas as minhas vitórias vieram por finalização. Ao todo disputei sete competições, consegui alcançar seis pódios e conquistei três ouros, um deles no London Open da IBJJF. Também venci os AJP Tour de Barcelona e Paris. Fiquei com a prata no AJP Tour de Bruxelas e levei o bronze nos AJP Tour de Amsterdam e Manchester. Aprendo sempre a seguir a caminhada sem medo, sem me importar com o que os outros falam, além de me dedicar aos alunos para que eles evoluam cada vez mais.</span></p>
<p><strong>Que fatores possibilitaram tantos feitos expressivos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em primeiro lugar, o apoio que recebi da minha mãe, dos meus alunos, do professor Muzio de Angelis, do meu preparador físico e da minha nutricionista. A fé em Deus também me ajuda demais – eu rezo, especialmente quando vou competir, para ter coragem e não desistir. Sinto aquele frio na barriga de ansiedade e preciso enfrentá-lo. Quando conquistei o London Open, senti uma alegria imensurável e consegui provar para mim que é possível alcançar nossos sonhos, caso a gente se dedique e realmente queira. Muitas pessoas vão te desanimar, mas foque em você e no seu potencial. A fé em Deus e a minha equipe me fizeram chegar até aqui. Não sou o top 1 do mundo no master 3, mas hoje estou na liderança. E eu preciso trabalhar bastante porque a temporada só termina em novembro. Cada luta vencida rumo à final é uma batalha. Procuro não pensar tanto nos resultados, quero me divertir e me sentir feliz. Já sou um campeão por tudo que superei na minha vida, como vencer o câncer três vezes e ter sobrevivido a uma cirurgia cardíaca. Sou grato a todos e ao processo por tudo que tenho conquistado. Mantenho o respeito, já que é o que me faz ter foco e disciplina. Não quero provar nada àqueles que quiseram me frustrar, mas a quem me incentiva a continuar diariamente.</span></p>
<p><strong>Qual é o poder da mentalidade para superar as adversidades?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">É manter a mente feliz. Vejo muitas pessoas que competem para provar algo a alguém e ficam muito frustradas com a derrota. Eu não penso dessa forma. Eu abraço meus adversários nas vitórias e nas derrotas. Não conquistaria a medalha sem os meus oponentes, tenho carinho por eles. Luto para provar aos meus médicos, que me disseram que o meu corpo não teria vitalidade para aguentar uma competição em alto rendimento. O meu Jiu-Jitsu foi lapidado pelo Muzio de Angelis e tenho um jogo mais técnico. Eu até dava aulas e treinava no período da radioterapia. Procuro manter a calma para aplicar a expertise e a técnica. Nada foi pior do que o tratamento do câncer, não tenho nada a perder. E, como tenho este sentimento, fico blindado e mais solto quando vou lutar. O adversário mais difícil é aquele que não tem nada a perder. Me considero vitorioso só de estar no tatame.</span></p>
<p><strong>Quais são os seus próximos objetivos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Meu foco está na AJP e vou lutar alguns campeonatos da IBJJF para me manter no ranking. A meta é ser campeão no Abu Dhabi World Pro e encerrar a temporada 2023 na liderança no ranking. No momento, eu estou no top 1, mas quero ser o top 1. Ainda há muitos campeonatos pela frente e faixas-pretas experimentados que têm o mesmo objetivo que eu. Vou lutar todos os campeonatos possíveis. Em 2024, pretendo me resguardar dos torneios da AJP para alcançar o topo do ranking master 3 na IBJJF. Espero fazer um trabalho com a minha equipe para chegar nos 88kg e ter melhores condições de enfrentar os oponentes. Quero me manter feliz e me dedicar aos alunos a fim de exaltar também a importância da técnica e dos fundamentos de defesa pessoal.&nbsp;</span></p>
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