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	<title>lição | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>lição | Graciemag</title>
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		<title>10 dicas para você montar seu projeto social de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 22:02:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pedido da equipe GRACIEMAG, Luciano Ribeiro, o bravo fundador do Projeto Social Gurizada/Alliance Mário Reis em Porto Alegre, enumera a seguir os dez principais passos para quem sonha em treinar crianças de áreas carentes. Aprenda, a seguir, com nosso GMI, um dos primeiros instrutores do programa GRACIEMAG Indica. Ensina, professor: 1. Espaço. O primeiro&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_191842" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-191842" class="size-full wp-image-191842 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/07/Projeto-Gurizada-em-Porto-Alegre-referencia-no-Jiu-Jitsu-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Projeto Gurizada em Porto Alegre: referencia no Jiu Jitsu Foto Divulgacao" width="1280" height="960"><p id="caption-attachment-191842" class="wp-caption-text">Projeto Gurizada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul: referência graças ao bom trabalho de Luciano Ribeiro. Foto: Divulgação</p></div>
<p>A pedido da equipe GRACIEMAG, Luciano Ribeiro, o bravo fundador do <a title="Projeto Gurizada no Facebook" href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100007440971434" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto Social Gurizada/Alliance Mário Reis</a> em Porto Alegre, enumera a seguir os dez principais passos para quem sonha em treinar crianças de áreas carentes. Aprenda, a seguir, com nosso GMI, um dos primeiros instrutores do programa GRACIEMAG Indica.</p>
<p>Ensina, professor:</p>
<p><strong>1. Espaço.</strong> O primeiro passo para montar um projeto social é buscar um espaço. Muitas academias não estão dispostas a ceder o local em função da inexistência de renda. A dica é buscar um local junto a associações, escolas ou ONGs, instituições geralmente receptivas a esse tipo de trabalho, e que ainda podem gerar benefícios ao seu projeto.</p>
<p>2. Área de luta. Geralmente as academias substituem os antigos tatames rasgados ou estragados por novos, e se alegram em doá-los, até para desocupar o espaço. Distribuidoras ou fábricas, às vezes, doam ou vendem com valores acessíveis as peças que estão fora do padrão. Caso opte por montar tatame de lona, é fácil conseguir as raspas em empresas de recapagem e pneu, fábricas e borracharias. Lonas são sempre doadas por empresas de transporte que descartam as rasgadas.</p>
<p><strong>3. Kimonos.</strong> Os trajes geralmente são a parte fácil do projeto, pois você certamente terá companheiros de treino que possuem kimonos que não utilizam mais, e vão adorar colaborar. Algumas fábricas, após acompanhar o desempenho do projeto, fornecem kimonos infantis como forma de patrocínio, mas isso vem com os resultados em campeonatos.</p>
<p>4. Jovens. Gosto de me referir às crianças como atletas, pois deixa o trabalho mais sério e profissional. Os primeiros atletas geralmente são familiares de praticantes de Jiu-Jitsu. É legal com o tempo ir buscar crianças em escolas próximas e em associações. Aqui em Porto Alegre buscamos crianças abrigadas em entidades do governo, afinal essas possuem geralmente energia e disposição para gastar nos tatames.</p>
<p><strong>5. Legislação.</strong> Para conseguir benefícios do governo é necessário que o projeto seja legalizado. A forma mais comum é criar uma associação ou uma ONG, e a partir daí se cadastrar junto a prefeituras e secretarias de esporte. Mesmo com todas as formalidades cumpridas, não é tão fácil receber apoio de órgãos públicos, pois a burocracia atrasa muito as ajudas governamentais. É o que leva os professores a desistir no meio do caminho.</p>
<p>6. Seriedade. Procure manter desde o início o máximo de seriedade. Algumas decisões são importante para que seu trabalho ganhe força, como manter-se afastado de padrinhos políticos – pode ser que isso não seja bem visto aos olhos das pessoas que realmente querem ajudar, principalmente quando envolver valores. Manter proximidade com os familiares dos atletas é fundamental, pois há sempre campeonatos em outros estados, e os familiares precisam possuir confiança no seu trabalho. Tenha sempre a mente aberta para solucionar os obstáculos que venham a aparecer.</p>
<p><strong>7. Faixa etária:</strong> Escolha uma faixa etária para ensinar. No Projeto Social Gurizada trabalhamos com jovens de 4 a 18 anos. Aconselho, com o tempo, a separar o treino em três níveis: iniciante, intermediário e competidor. Conheço bons projetos que separam por idade, ministrando turmas em horários diferentes.</p>
<p><strong>8. Campeonatos.</strong> Torneios são fundamentais como sistema motivacional para as crianças, mas muitas vezes são caros, e poucos dão abatimento na inscrição. Não se deixe desistir por esses entraves, inicie com campeonatos regionais, nos quais organizadores disponibilizam vagas para projetos sociais. Não esqueça que o campeonato é termômetro do seu trabalho. Mostre a seus pupilos os frutos do Jiu-Jitsu, e incentive-os a sonhar, mostrando a trajetória dos grandes campeões profissionais.</p>
<p><strong>9. Patrocínio.</strong> Não inicie o projeto pensando nisso. Às vezes pequenas empresas ajudam com pequenas doações, mas não chegam a possibilitar o crescimento do trabalho. A forma mais fácil de conseguir apoio é com seriedade e resultados, ninguém tem interesse em investir num projeto que não está presente em competições, muito menos em crianças – geralmente escolhem atletas de ponta. Por isso a necessidade de estar nos campeonatos e ir aparecendo aos poucos.</p>
<p><strong>10. Não desista.</strong> Você sempre vai encontrar dificuldades, mas persista, pois o trabalho é recompensador. É normal ver talentos se perderem, enquanto outros vão se transformar para sempre graças ao Jiu-Jitsu. Continue competindo para servir como exemplo, e busque constantemente a evolução para manter seus alunos atualizados. Não se deixa levar pelo orgulho e muito menos por tentações. Mantenha boas relações com outros projetos e equipes, que unidas são mais fortes. Em países desenvolvidos, o investimento inicia-se nas bases, por isso tenha certeza que com os anos seu projeto terá uma base competitiva. Por fim, jamais pense em desistir!</p>
<p>E você, tem ou conhece um projeto social bacana ligado ao Jiu-Jitsu?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-para-montar-seu-projeto-social-de-jiu-jitsu-com-luciano-ribeiro-gurizadaalliance-mario-reis/">10 dicas para você montar seu projeto social de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>4 ouros e uma lição ainda mais valiosa, por Bruno Jacaré</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 10:34:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O faixa-preta Bruno Jacaré Dias se mudou para os Estados Unidos em 2017. Em 2023, realizou o sonho de abrir a sua própria academia, a KAIZEN Brazilian Jiu-Jitsu, na cidade de Norwell, em Massachusetts. Admirado por sua capacidade de trabalhar tanto com crianças, ensinando hábitos que moldam o caráter, quanto com adultos, oferecendo aulas desafiadoras,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-245572" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-2-300x225.jpg" alt="" width="743" height="557" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-2-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-2-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-2-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-2-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-2-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 743px) 100vw, 743px" /></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/brunojacare?igsh=cWJ6NWxzenV3dXFp">O faixa-preta Bruno Jacaré Dias</a> se mudou para os Estados Unidos em 2017. Em 2023, realizou o sonho de abrir a sua própria academia, a <a href="https://www.instagram.com/kaizennorwell?igsh=MWFvejloYmk2amk1Mw==">KAIZEN Brazilian Jiu-Jitsu</a>, na cidade de Norwell, em Massachusetts. Admirado por sua capacidade de trabalhar tanto com crianças, ensinando hábitos que moldam o caráter, quanto com adultos, oferecendo aulas desafiadoras, Bruno também chama atenção com performances arrasadoras nos campeonatos. Neste mês de novembro, o faixa-preta conquistou quatro medalhas de ouro no New York Fall, disputando o evento com e sem kimono, e finalizando combates com o seu emblemático armlock voador. GRACIEMAG conversou com o campeão.</p>
<p><strong>Quatro ouros! Como você analisa a sua trajetória no New York Falls da IBJJF?</strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/brunojacare?igsh=cWJ6NWxzenV3dXFp"><strong>BRUNO JACARÉ:</strong> </a>As lutas foram iradas, principalmente a semi e a final do absoluto de kimono. Enfrentei dois alunos do Lucas Lepri, que são das categorias superpesado e pesadíssimo. Consegui ter uma ótima performance. Foi muito maneiro sair do tatame e ver gente vindo falar comigo, disseram que esse tipo de desafio representa o Jiu-Jitsu na sua forma pura. Um magrinho conseguir vencer um gigante usando técnica.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-245573" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-2-300x223.jpg" alt="" width="748" height="556" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-2-300x223.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-2-1024x761.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-2-768x571.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-2-1536x1141.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-2-2048x1522.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-2-150x111.jpg 150w" sizes="(max-width: 748px) 100vw, 748px" /></p>
<p><strong>Quatro ouros mostram que você está afiadíssimo, porém, ao mesmo tempo podem &#8220;cegar&#8221; o campeão no que diz respeito à constante evolução&#8230; O que você percebeu que ainda pode ajustar no seu jogo?</strong><br />
Venho competindo desde novo, minha primeira luta profissional de vale-tudo foi em 2006. Desde essa época, aprendi com meu sensei de Jiu-Jitsu e judô que toda vez que venço uma competição devo treinar ainda mais. Conquistei esses quatro ouros no final de semana e na segunda, às 6h da manhã, abri a academia e já estava treinando. Essa lição eu agradeço ao meu primeiro sensei, Marcelo Mercúrio. Ele me ensinou que o peso de ser campeão seria treinar ainda mais e mostrar para as pessoas o motivo que me transformou num vencedor. Tenho vivido com essa mentalidade a minha vida toda. Se eu perder, vou treinar muito no dia seguinte. Porém, se eu for campeão, vou treinar muito mais!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/4-ouros-e-uma-licao-ainda-mais-valiosa-por-bruno-jacare/">4 ouros e uma lição ainda mais valiosa, por Bruno Jacaré</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>8 lições de sucesso do astro Marcus Buchecha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 11:57:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Buchecha ensinou: "Sempre parei para analisar, via onde eu tomava atraso, o que me fez demorar a conquistar a posição, etc. Sempre na vitória tive uma mentalidade de buscar melhorar. Isso na derrota só se amplia. O que eu mais gosto de pensar num mau resultado é: “Cara, não foi a primeira vez nem será a última vez que perdi”. E durmo tranquilo, volto para a academia e treino mais."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216075" style="width: 1008px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216075" class="size-full wp-image-216075" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49.jpeg" alt="" width="998" height="654" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49.jpeg 998w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-768x503.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /><p id="caption-attachment-216075" class="wp-caption-text">Marcus Buchecha soma 13 títulos mundiais na faixa-preta. Foto: Blanca Marisa Garcia</p></div>
<p>Aos 35 anos, Marcus “Buchecha” Almeida (5v, 1d) chegou ao UFC, e fará sua estreia no dia 26 de julho em Abu Dhabi, diante de fãs e amigos do Jiu-Jitsu residentes nos Emirados.</p>
<p>O lutador da Checkmat construiu seu cartel no One FC a partir de 2021, e acumula quatro triunfos por finalização – dois estrangulamentos pelas costas, uma chave de calcanhar e o norte-sul da estreia – e um nocaute técnico, com socos do chão. A derrota no currículo veio em agosto de 2023, por decisão unânime, contra o peso pesado senegalês Oumar Kane.</p>
<p>No Jiu-Jitsu esportivo, o lutador de São Paulo brilhou e, entre 2011 e 2018, tornou-se o primeiro atleta a conquistar 13 títulos mundiais pela IBJJF na faixa-preta.</p>
<p>Certa feita, o hexacampeão mundial absoluto revelou, na edição de número #267 de GRACIEMAG, oito lições que o ajudaram a alcançar o estrelado no Jiu-Jitsu. Confira abaixo:</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que o sucesso no Jiu-Jitsu vem com as horas acumuladas no tatame. Para ter gás e resistência no Jiu-Jitsu, a preparação ideal é mesmo treinar Jiu-Jitsu. Claro que a preparação física ajuda muito, é uma ferramenta auxiliar e tanto em especial para o lutador profissional. Mas o que realmente vai deixar você com o pulmão blindado, com aquele gás no tanque para aguentar o ritmo até o fim, capaz de fazer dez minutos de porrada, é mesmo o seu treino no tatame. Talvez o maior inimigo do praticante que quer ter um gás interminável seja a pressa. Você tem de botar na cabeça que não vai chegar lá de um dia para o outro, não será um caminho fácil nem rápido. </span></p>
<h3><strong>2. Foco</strong></h3>
<p>Meu treino tem a periodização toda certinha, são 12 semanas cumprindo tudo no esquema rígido, sem distrações, e por isso me sinto tão bem lá dentro da Pirâmide. É importante, ainda, treinar com sabedoria, não adianta ir à academia somente. Eu costumo fazer muito treino específico para lapidar uma técnica, bastante treino saindo de posições ruins, bastante rola e porrada contra oponentes duros. Essa é minha receita para chegar aos campeonatos e conseguir ter um bom desempenho.</p>
<h3><strong>3. Força de vontade</strong></h3>
<p>Eu sempre fui uma pessoa que não ficava pensando muito em como será o futuro. Gosto de viver o hoje. Da mesma maneira, jamais fiquei martelando que seria um recordista, que iria vencer tantos Mundiais no absoluto, essa pressão é tão inútil quanto improdutiva. É um caminho meio natural quando você faz o que sabe, o que gosta. Hoje, tenho certeza de que meu maior adversário sou eu mesmo, estou vivendo isso agora. Vou sempre alimentando a vontade de ir treinar, de ir competir, de acordo com um desejo de me aperfeiçoar ao máximo, como lutador, como professor e como pessoa. É o que sei fazer. Vou relaxar em casa e parar de lutar só porque já venci isso ou aquilo? Nosso estilo de vida é muito prazeroso, viagens, seminários em lugares que sempre sonhei conhecer, grandes amizades, e isso é um grande prêmio e uma grande atração para o competidor. Eu ainda tenho aquele sangue no olho, de quando eu era novo, e sei que estou vivendo um sonho maravilhoso, que muitos perseguem: o de viver do esporte, lutando Jiu-Jitsu. O objetivo é quebrar seus próprios recordes, ser um cara melhor a cada dia, e tentar retribuir ao esporte tudo o que o Jiu-Jitsu me proporciona.</p>
<h3><strong>4. Consistência</strong></h3>
<p>Eu diria que ganhar um Mundial de Jiu-Jitsu não é a tarefa mais árdua. Dureza mesmo é voltar lá com a mesma chama e ganhar seu segundo Mundial. E vejo que muitas pessoas, fora ou dentro da academia, não percebem isso, conquistam algo e acham que já chegaram no topo do mundo. E aí é fácil perder de vista seus objetivos, ficar até mesmo desmotivado. Meu desafio é me manter lá no topo.</p>
<h3><strong>5. Estudo</strong></h3>
<p>Se você quer ser lutador, e isso quer dizer se desafiar, é preciso se ver em situações adversas, perseguir o sufoco, decifrar o xadrez do Jiu-Jitsu na situação de perigo. Para isso, você tem realmente que esquecer seu ego, não ligar para batucar, não ligar para a vaidade. Pode perguntar a qualquer um que treinou comigo: sou um dos caras que mais apanham na academia, que mais é finalizado nos treinos. Não ligo. Desde a faixa-azul isso nunca foi problema para mim. Sempre detecto ao perder no treino como posso corrigir minhas falhas. Em pé, por cima, por baixo, tudo.</p>
<h3><strong>6. Competitividade</strong></h3>
<p>É nos treininhos, desde as faixas coloridas, que você aprende a sair do sufoco. Gostava muito daqueles treinos de rodízio, em que o cara toma o ponto e vai para o fim da fila, um jeito de aumentar o ímpeto competitivo do aluno sem a adrenalina de uma luta. Foi assim que os treinos me ajudaram muito. Hoje um dos meus treinos é o “tanque de tubarões”, em que entro para enfrentar novos oponentes a cada dois minutos, eu cansando enquanto eles descansam. São treinos que mudam você, que variam as dinâmicas da sua preparação. Fuja do que é cômodo, busque seus limites. Isso é o que estimula nosso corpo e mente no Jiu-Jitsu.</p>
<h3><strong>7. Aperfeiçoamento</strong></h3>
<p>O ideal é que nas vitórias a gente também vá para casa ciente de que fez o suficiente, não que tenha sido uma atuação perfeita, livre de falhas. Sempre parei para analisar, via onde eu tomava atraso, o que me fez demorar a conquistar a posição, etc. Sempre na vitória tive uma mentalidade de buscar melhorar. Isso na derrota só se amplia. O que eu mais gosto de pensar num mau resultado é: “Cara, não foi a primeira vez nem será a última vez que perdi”. E durmo tranquilo, volto para a academia e treino mais.</p>
<h3><strong>8. Harmonia</strong></h3>
<p>O macete para estar saudável no Jiu-Jitsu é estar com a mente em harmonia com o corpo. É preciso escutar seu organismo. Não adianta querer voltar de umas férias ou de uma contusão e fazer um treino como se estivesse no seu pico. É essa desarmonia que provoca contusões bobas. Comece a temporada devagar e vá acelerando aos poucos. Como eu luto com pessoas com mais de 100kg, eu invisto muito na musculação, para um movimento em falso não me machucar muito. Gosto, também, de ir treinar mesmo com dores, respeito a área afetada, mas realizo outros trabalhos. Respeite seu corpo, esteja presente nos tatames ao máximo que você vai longe.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/">Clique aqui para assinar GRACIEMAG digital!</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/8-licoes-de-sucesso-do-astro-do-ufc-e-do-jiu-jitsu-marcus-buchecha/">8 lições de sucesso do astro Marcus Buchecha</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A voz do mestre: Robson Gracie e o poder do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2023 01:17:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em diversas entrevistas a GRACIEMAG, o faixa-vermelha Robson Gracie enfileirou lições do mais puro Jiu-Jitsu. Na edição #191, o saudoso patriarca nos ensinou conceitos dos mais valiosos. Relembramos hoje alguns dos melhores. A essência do Jiu-Jitsu &#8220;O Jiu-Jitsu é uma arte espiritual. A mensagem do Jiu-Jitsu foi primeiramente captada por monges e seres elevados, como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_166646" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/robson.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-166646" class="size-full wp-image-166646" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/robson.jpg" alt="Patriarca: Robson é hoje o Gracie vivo com mais idade. Foto: Carlos Arthur Jr./GRACIEMAG" width="1000" height="701" /></a><p id="caption-attachment-166646" class="wp-caption-text">O patriarca Robson Gracie. Foto: Carlos Arthur Jr./GRACIEMAG</p></div>
<p>Em diversas entrevistas a GRACIEMAG, o faixa-vermelha Robson Gracie enfileirou lições do mais puro Jiu-Jitsu. Na edição #191, o <a href="https://www.graciemag.com/pt-br/jiu-jitsu-se-despede-de-grande-mestre-robson-gracie/" target="_blank" rel="noopener">saudoso patriarca</a> nos ensinou conceitos dos mais valiosos. Relembramos hoje alguns dos melhores.</p>
<p><strong>A essência do Jiu-Jitsu</strong></p>
<p>&#8220;O Jiu-Jitsu é uma arte espiritual. A mensagem do Jiu-Jitsu foi primeiramente captada por monges e seres elevados, como foi o visionário grande mestre Carlos Gracie. Se você treina, entende isso facilmente. Meu pai, Carlos, sentava para conversar com você e tinha o poder de ver um filme, com toda a vida do sujeito diante de seus olhos. É uma força divina.&#8221;</p>
<p><strong>A missão do lutador</strong></p>
<p>&#8220;O Jiu-Jitsu ensina o covarde a ser valente, e os seres abjetos a se tornarem humanos. Uma pegada no kimono ou um estrangulamento tem um poder extrassensorial tão grande que até um senhor magrinho consegue fazer. Não importa se o oponente for mais forte, vai funcionar.&#8221;</p>
<p><strong>Jiu-Jitsu contra a depressão</strong></p>
<p>&#8220;O Jiu-Jitsu é capaz de transformar o fracassado. Certa vez encontrei um velho amigo, e este me disse que eu era responsável pela vida dele, pois depois de tantos sufocos no treino, ele acabou sufocado pela vida e pensou até em se matar. Então ele lembrou das lições do Jiu-Jitsu para manter a calma e se levantar novamente.&#8221;</p>
<p><strong>História e eficiência da arte suave</strong></p>
<p>&#8220;O dia mais feliz da minha vida foi quando Carlos Gracie, ainda jovem, pulou um muro para pegar uma manga e um cachorrão veio atacá-lo. Sem alternativa, ele encarou a fera, aplicou um mata-leão, apagou o bicho e entendeu tudo. Foi ali onde tudo começou.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-voz-do-mestre-o-faixa-vermelha-robson-gracie-e-o-poder-do-jiu-jitsu/">A voz do mestre: Robson Gracie e o poder do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Aparecido Bill para obter sucesso no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 17:32:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aparecido Bill]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À frente da Bill Jiu-Jitsu Academy, na Flórida, Aparecido Bill defende a importância da auto-confiança para um bom desempenho no Jiu-Jitsu, e do amor ao que faz para alcançar voos ainda maiores, superando adversidades. Em papo com GRACIEMAG, o faixa-preta falou sobre seus primeiros contatos com a arte suave, sua transição de atleta para professor&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231898" style="width: 1081px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231898" class="size-full wp-image-231898" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.35.10.jpeg" alt="" width="1071" height="777" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.35.10.jpeg 1071w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.35.10-300x218.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.35.10-1024x743.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.35.10-768x557.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.35.10-150x109.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1071px) 100vw, 1071px" /><p id="caption-attachment-231898" class="wp-caption-text">Professor Aparecido Bill lidera a Bill Academy, nos EUA. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p>À frente da Bill Jiu-Jitsu Academy, na Flórida, Aparecido Bill defende a importância da auto-confiança para um bom desempenho no Jiu-Jitsu, e do amor ao que faz para alcançar voos ainda maiores, superando adversidades. Em papo com GRACIEMAG, o faixa-preta falou sobre seus primeiros contatos com a arte suave, sua transição de atleta para professor e suas metas para fazer do BJJ uma forma de melhorar a vida de seus alunos, dentro e fora dos tatames. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu? Se encantou pelo esporte de primeira?</strong></p>
<p>APARECIDO BILL: Comecei em 1985, mais ou menos. Estava com a minha mãe, entramos na academia e ela disse: &#8220;Quero inscrever meu filho&#8221;. Nesse dia meus olhos brilhavam muito, foi um dia marcante para minha vida. Minha mãe tirou um dinheiro que nós usaríamos para comprar comida para poder fazer a minha inscrição. Quando chegamos em casa, meu pai perguntou se tinha corrido tudo bem e também ficou feliz quando soube. Sofri muito bullying por ser magrinho e os garotos maiores gostavam de empurrar, então meu pai, que era amigo do mestre, me incentivava a aprender a defesa pessoal. Na aula, eu tinha muita raça, sempre lutava com garotos maiores e isso ajudou muito a minha auto-confiança. Com o Jiu-Jitsu, eu nunca precisei machucar alguém, sempre fui bem orientado pelos meus pais e pelo mestre, e hoje em dia eu passo essa mesma orientação para as crianças que treinam comigo.</p>
<div id="attachment_231910" style="width: 1088px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231910" class="size-full wp-image-231910" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.38.45.jpeg" alt="" width="1078" height="817" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.38.45.jpeg 1078w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.38.45-300x227.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.38.45-1024x776.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.38.45-768x582.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.38.45-150x114.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1078px) 100vw, 1078px" /><p id="caption-attachment-231910" class="wp-caption-text">Bill em ação no Jiu-Jitsu. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir? Como foram seus primeiros anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Naquela época não havia competições como hoje em dia. O mestre fazia campeonatos na própria academia, chamava as crianças, dava medalhas e era só alegria. Uma vez por ano tinha uma copa em um centro de treinamento que juntava as academias locais, incluindo o pessoal da academia Gracie. Como eu sempre gostei de competição, eu participava.</p>
<p>Os exames de faixa eram diferentes. Passei da branca para amarela e depois para azul, sem pegar a laranja e a verde. Eu não entendia e não fazia questão de pegar todas as faixas, eu confiava que o mestre faria da forma correta, gostava mesmo era de treinar. Recebi a azul no Mello Tênis Clube, após o falecimento do meu antigo mestre, o Monir Salomão, e segui meu treinamento na academia do mestre Wendell Alexander, que ainda não havia ingressado na Nova União.</p>
<div id="attachment_231905" style="width: 1064px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231905" class="size-full wp-image-231905" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.36.40.jpeg" alt="" width="1054" height="778" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.36.40.jpeg 1054w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.36.40-300x221.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.36.40-1024x756.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.36.40-768x567.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.36.40-150x111.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1054px) 100vw, 1054px" /><p id="caption-attachment-231905" class="wp-caption-text">Aparecido recebe sua honrosa medalha das mãos de Carlos Gracie Jr. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Recebi minha faixa-preta no ano de 2000, das mãos do mestre Dell. Eu lutava pela Nova União e a equipe foi campeã no Brasileiro de Equipes, na Ilha do Governador. Estava no pódio dos leves, junto comigo estavam Rodrigo Feijão, Robson Moura, Léo Santos, BJ Penn e outros grandes nomes do Jiu-Jitsu. Na época não era comum encontrar um telefone celular com câmera, então eu nem sei se existe uma foto desse momento marcante.</p>
<p><strong>Como foi a mudança de competidor para professor? Quais foram as principais barreiras? </strong></p>
<p>A cabeça de atleta é uma e a do professor tem que ser outra. Existe uma terceira opção, que é o empreendedor, que precisa ter outra mentalidade já que lida com negócios. Como dono de academia, digo que é difícil. A minha cabeça continua competindo, só que longe dos tatames. A competição agora é dar o meu melhor no dia a dia, pra minha família e pra comunidade. Transitar de atleta para professor aconteceu de forma natural, começou no Brasil e se concluiu quando cheguei aqui nos Estados Unidos, onde moro atualmente. Além de ser uma coisa que eu amo, a transição também foi feita por necessidade. Antes, uma das minhas principais fontes de renda era a venda de camisas de Jiu-Jitsu. Nessa época, eu trabalhava na rua, sem chefe e sem cartão de crédito, e com o dinheiro obtido, eu pagava os campeonatos. Às vezes até conseguia um patrocinador que pagava a inscrição e botava o nome no kimono. Foi uma fase difícil, mas valeu a pena.</p>
<p>Como professor, eu apenas faço o que eu amo. Procuro ensinar, dedico a minha vida a isso. Direciono as minhas atitudes para demonstrar que existem pessoas do bem, me mantenho focado nos objetivos, mas sem perder o respeito e a humildade. Claro, ninguém é perfeito e eu não sou exceção. Apesar de cometer erros, eu sempre busco acertar, acho que esse é o ponto mais importante. Sempre chego aos tatames com energia e amor para fazer o meu melhor.</p>
<div id="attachment_231907" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231907" class="size-full wp-image-231907" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.37.21.jpeg" alt="" width="1080" height="594" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.37.21.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.37.21-300x165.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.37.21-1024x563.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.37.21-768x422.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.37.21-150x83.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><p id="caption-attachment-231907" class="wp-caption-text">Aparecido com sua turma infantil na Bill Academy. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Eu ensino aos alunos e a todos que já passaram pelo meu tatame a importância de acreditar em si mesmo. Essa crença é algo que te eleva e que é gerada a partir da fé. Outro ponto importante é amar o que você faz. Fazer algo somente pelo dinheiro não te permite desfrutar da sua vida de forma completa e pode afetar o seu desempenho. Quando você faz algo que ama para viver, o financeiro fica em segundo plano e até mesmo um &#8220;obrigado&#8221; se torna uma vitória. Ao meu ver, a combinação entre esse amor e acreditar em si mesmo é a formula para o sucesso.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>A meta é seguir trabalhando, fazendo o que eu amo e seguir satisfeito com a minha equipe. Me mantenho aberto também para as oportunidades que forem surgindo, como parcerias ou filiais. Eu consigo visualizar essas possibilidades, mas não tenho pressa em realizar essas metas. Eu estou tranquilo e quero me manter assim. Dar a minha aula em paz, focar nos meus alunos, na comunidade e buscar sempre ser um bom exemplo sempre foram os meus maiores objetivos. Deixar uma boa impressão nessa existência para que as próximas gerações possam se guiar pelos meus passos e fazer o bem.</p>
<div id="attachment_231900" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231900" class="size-full wp-image-231900" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.34.05.jpeg" alt="" width="1080" height="586" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.34.05.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.34.05-300x163.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.34.05-1024x556.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.34.05-768x417.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-21-at-13.34.05-150x81.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><p id="caption-attachment-231900" class="wp-caption-text">Bill e seus alunos. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-aparecido-bill-para-obter-sucesso-no-jiu-jitsu/">As lições de Aparecido Bill para obter sucesso no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>9 dicas para você lidar com as dores nos dedos após o Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 16:50:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>*Por: Dr. Gustavo Asmar O praticante de Jiu-Jitsu pode desenvolver lesões degenerativas, principalmente quando se submete a treinamentos para a alta performance esportiva por um longo período. Dor e deformidade nos dedos das mãos estão entre as queixas mais comuns em meu consultório. Isso se deve às intensas pegadas que fazem no kimono dos oponentes.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_210281" style="width: 3034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-210281" class="size-full wp-image-210281" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Sintomas-da-artrose-nas-maos-do-lutador-Abi-Rihan.jpg" alt="" width="3024" height="2248" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Sintomas-da-artrose-nas-maos-do-lutador-Abi-Rihan.jpg 3024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Sintomas-da-artrose-nas-maos-do-lutador-Abi-Rihan-300x223.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Sintomas-da-artrose-nas-maos-do-lutador-Abi-Rihan-768x571.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Sintomas-da-artrose-nas-maos-do-lutador-Abi-Rihan-1024x761.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Sintomas-da-artrose-nas-maos-do-lutador-Abi-Rihan-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 3024px) 100vw, 3024px" /><p id="caption-attachment-210281" class="wp-caption-text">Sintomas da artrose nas mãos do lutador Raphael Abi-Rihan. Foto: Raphael Nogueira/GRACIEMAG</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>*Por: Dr. Gustavo Asmar</em></p>
<p>O praticante de Jiu-Jitsu pode desenvolver lesões degenerativas, principalmente quando se submete a treinamentos para a alta performance esportiva por um longo período. Dor e deformidade nos dedos das mãos estão entre as queixas mais comuns em meu consultório. Isso se deve às intensas pegadas que fazem no kimono dos oponentes.</p>
<p>Sobrecarregadas, as articulações dos dedos (chamadas tecnicamente de interfalangeanas proximais e distais) sofrem traumas de grande intensidade e também microtraumas, apresentando um grande risco de degenerar e destruir a cartilagem articular, evoluindo para a ocorrência de artrose nas mãos. Vale destacar que o desenvolvimento dessa artrose também está ligado a questões genéticas, como qualquer outro processo degenerativo.</p>
<p>São poucos os estudos científicos sobre o tema. Os publicados se referem a judocas. Tais análises concluem que algumas práticas podem favorecer a evolução mais benigna do quadro, trazendo menos dor para o lutador, porém não possibilitam a cura do problema, tampouco vão interromper o processo degenerativo.</p>
<p>Entre essas práticas, podemos citar:</p>
<p><strong>1- Estimular os treinos sem kimono</strong><br />
Treinos sem kimono oferecem descanso para as pegadas intensas no pano do kimono. Caso você esteja num período de crise, vale a pena intercalar os treinos. Por exemplo: um dia com kimono, outro dia sem kimono. É uma forma de seguir treinando Jiu-Jitsu e ao mesmo tempo contribuir para a recuperação das articulações. Útil também para prevenir as lesões em atletas mais jovens, que ainda não apresentam lesões cartilaginosas.</p>
<p><strong>2- Adaptar o jogo</strong><br />
Em caso de dor aguda e lesões já em curso, evitar posições que exigem maior desgaste da pegada, como a guarda-aranha. Você também não precisa brigar pela pegada sempre. Muitas vezes, quando o oponente está tentando estourar de forma implacável, basta soltar o pano e refazer a pegada logo seguida. Também não é recomendável que você seja “refém das pegadas”. Analise, por exemplo, o eficiente Jiu-Jitsu do Kron Gracie. Ele costuma fazer pegadas pontuais, não fica o tempo todo desgastando as mãos com pegadas estáticas. Jogos travados costumam desgastar mais as pegadas, deixe o seu Jiu-Jitsu fluir. Pense sobre isso.</p>
<p><strong>3- Malhe o antebraço</strong><br />
Fazer uma boa preparação física de fortalecimento dos músculos do antebraço (muito utilizados na hora de fazer pegada) não vai prevenir a evolução da doença, porém, quanto mais estável uma articulação menores serão as dores locais e melhor será a performance.</p>
<p><strong>4- Calor local</strong><br />
Você pode praticar exercícios de mobilidade articular com calor local, como abrir e fechar as mãos em água quente (numa temperatura que não queime a pele, claro). Isso evita a evolução de limitação do arco de movimento dos dedos, sendo fundamental para melhorar a evolução da doença.</p>
<p><strong>5- Gelo logo após o treino</strong><br />
O gelo local melhora o processo inflamatório após as lutas, suavizando a dor. Porém, não tem efeito na evolução da doença, sendo apenas uma medida emergencial sintomática.</p>
<p><strong>6- Cuidado com os remédios anti-inflamatórios</strong><br />
Muitos atletas usam com regularidade remédios anti-inflamatórios, uma péssima alternativa! Além de todos os efeitos colaterais, trabalhos mostram que seu uso aumenta a síntese do colágeno tipo X ao invés do colágeno tipo II, o colágeno mais resistente e protetor da articulação. Ou seja, o uso indiscriminado do remédio acaba piorando a artrose no longo prazo.</p>
<p><strong>7- Uso de condroprotetores</strong><br />
Substâncias como glucosamino, condroitino e colágeno podem melhorar a dor articular em alguns atletas. Como não há uma importante comprovação científica, podem ser usadas por três meses. Caso o atleta sinta melhora, deve continuar o uso. Se não houver melhora, pode interromper, pois é um tratamento de alto custo.</p>
<p><strong>8- Ômega 3</strong><br />
Algumas substâncias antioxidantes costumam melhorar o processo inflamatório e as dores quando usadas no longo prazo. O único com evidências científicas é o Ômega 3.</p>
<p><strong>9- Fisioterapia</strong><br />
Massagens e drenagens realizadas por fisioterapeutas tendem a melhorar a rigidez e a inflamação na região afetada.</p>
<p>Resumindo, quando falamos em alta performance, um bom treinador físico na elaboração do treinamento de força, um bom fisioterapeuta especializado no recuperação do corpo e um ortopedista para diagnosticar as lesões de forma precoce e iniciar o tratamento adequado são fundamentais para a saúde do atleta</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Dr. Gustavo Asmar é ortopedista do INTO, especialista em trauma do esporte e cirurgia de vídeo artroscópica.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/9-dicas-para-voce-lidar-com-as-dores-nos-dedos-apos-o-jiu-jitsu/">9 dicas para você lidar com as dores nos dedos após o Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Na pressão das competições descobrimos o melhor em nós mesmos&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 19:16:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Flávio “Cachorrinho” Almeida, professor da Gracie Barra, bateu um papo com GRACIEMAG sobre os conselhos de Carlinhos Gracie para melhorar seu Jiu-Jitsu e sua vida com a ajuda dos campeonatos. &#8220;Meu foco sempre naquilo que posso controlar&#8221;, disse Flávio. &#8220;Na pressão das competições, muitas vezes descobrimos o melhor em nós mesmos e saímos fortalecidos, independentemente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60816" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/pt/2012/05/judo-jiu-jitsu-e-um-intercambio-recheado-de-tecnicas-e-medalhas-de-ouro/flavio-almeida-locks-in-his-grips/" rel="attachment wp-att-60816"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-60816" class="size-full wp-image-60816" title="Flavio Almeida locks in his grips.Flavio Almeida, o Cachorrinho, com as pegadas em dia. Foto: John Cooper/2010." src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/05/Flavio-Almeida-Cachorrinho-em-acao-no-Las-Vegas-Open-2010-Foto-por-JCooper.jpg" alt="Flavio Almeida, o Cachorrinho, com as pegadas em dia. Foto: John Cooper/2010." width="640" height="606" /></a><p id="caption-attachment-60816" class="wp-caption-text">Flavio Almeida, o Cachorrinho, armando as pegadas. Foto: John Cooper</p></div>
<p>Flávio “Cachorrinho” Almeida, professor da Gracie Barra, bateu um papo com GRACIEMAG sobre os conselhos de Carlinhos Gracie para melhorar seu Jiu-Jitsu e sua vida com a ajuda dos campeonatos.</p>
<p>&#8220;Meu foco sempre naquilo que posso controlar&#8221;, disse Flávio. &#8220;Na pressão das competições, muitas vezes descobrimos o melhor em nós mesmos e saímos fortalecidos, independentemente do resultado. </p>
<p>&#8220;O objetivo sempre é vencer, mas devemos estar cientes da possibilidade da derrota. É preciso enxergar na competição uma experiência única de aprendizado e uma atitude mental positiva, e isso geralmente melhora o desempenho.</p>
<p>&#8220;Mestre Carlinhos está sempre nos estimulando a estar em forma e nos mantermos conectado com o Jiu-Jitsu esportivo. Acho que na visão dele isso é muito importante para continuarmos conduzindo o trabalho de expansão da GB com equilíbrio e sabedoria. A competição me deixa mais em forma e mais atento aos detalhes e desenvolvimento do Jiu-Jitsu e isso melhora muito meu desempenho como executivo da Gracie Barra.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/na-pressao-das-competicoes-descobrimos-o-melhor-em-nos-mesmos/">“Na pressão das competições descobrimos o melhor em nós mesmos”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Feliz Natal para os leitores e amantes do nosso Jiu-Jitsu e a lição de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Dec 2019 04:03:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ótimas festas aos praticantes de Jiu-Jitsu, e que não nos esqueçamos nunca da lição mais valiosa: os presentes chegam mais facilmente se você se prepara bem, treina e escuta seu mestre. Mas para você, atleta e amante do Jiu-Jitsu, que exagerou na ceia de Natal, a GRACIEMAG tem uma ajudinha além do famoso “treino corta&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/decathlon-santa-claus-small-83621.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-145722" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/decathlon-santa-claus-small-83621.jpg" alt="decathlon-santa-claus-small-83621" width="600" height="662" /></a></p>
<p>Ótimas festas aos praticantes de Jiu-Jitsu, e que não nos esqueçamos nunca da lição mais valiosa: os presentes chegam mais facilmente se você se prepara bem, treina e escuta seu mestre.</p>
<p>Mas para você, atleta e amante do Jiu-Jitsu, que exagerou na ceia de Natal, a GRACIEMAG tem uma ajudinha além do famoso “treino corta culpa”.</p>
<p>A receita de hoje traz um suco detox, feito com mamão e outros ingredientes igualmente especiais, para você turbinar sua recuperação pós-banquete.</p>
<p>O mamão é conhecido por suas propriedades digestivas, auxiliando no equilíbrio intestinal e fazendo com que os hormônios e a absorção de minerais funcionem ainda melhor.</p>
<p>Na receita a seguir, de Andrea Lana, temos uma combinação poderosa de ingredientes que, somadas às propriedades do mamão, proporcionam um suco delicioso, turbinado com ações detox e termogênicas. Confira:</p>
<p><strong>Ingredientes</strong></p>
<p>1 fatia grossa de mamão (25 kcal)<br />
1 laranja (35 kcal)<br />
3 folhas de couve (10 kcal)<br />
1 colher de chá de chia (10 kcal)<br />
1 colher de chá de gengibre<br />
1 copo grande de água</p>
<p>Bata os ingredientes no liquidificador com um pouco de gelo e está pronto o suco que vai maximizar sua absorção de nutrientes. Aproveite a receita, mantenha uma alimentação balanceada e bons treinos!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/feliz-natal-para-os-leitores-e-amantes-do-nosso-jiu-jitsu-e-a-licao-de-hoje/">Feliz Natal para os leitores e amantes do nosso Jiu-Jitsu e a lição de hoje</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A arte de aprender com as derrotas no Jiu-Jitsu e na vida, por Jorge Britto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 20:10:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Jorge Britto * Desde que comecei a competir no Jiu-Jitsu pude notar que eu não era um daqueles campeões. Apesar de treinar muito, mas muito mesmo, minhas habilidades físicas e emocionais nunca me renderam resultados expressivos, ganhar um campeonato grande sempre foi um fantasma. Aqueles resultados &#8220;negativos&#8221; traziam desânimo e também uma energia pesada.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43733" style="width: 595px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/09/jorge-britto-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-43733" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/09/jorge-britto-3.jpg" alt="" width="585" height="387" class="size-full wp-image-43733" /></a><p id="caption-attachment-43733" class="wp-caption-text">Jorge Britto em ação no Montreal Open. Foto: IBJJF.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por: Jorge Britto *</em></p>
<p>Desde que comecei a competir no Jiu-Jitsu pude notar que eu não era um daqueles campeões. Apesar de treinar muito, mas muito mesmo, minhas habilidades físicas e emocionais nunca me renderam resultados expressivos, ganhar um campeonato grande sempre foi um fantasma.</p>
<p>Aqueles resultados &#8220;negativos&#8221; traziam desânimo e também uma energia pesada. Era um pesadelo criado na minha mente. Ficava demasiadamente preocupado com o que todo mundo achava. Era um medo de ser julgado e taxado como, por exemplo: &#8220;Aquele cara que não ganha nada&#8221;, &#8220;O que não luta bem campeonato&#8221;, ou &#8220;nunca ganhou campeonato grande&#8221;, e outras mais. Em 1999, lutei o Mundial da IBJJF como faixa-azul. Vinha de uma sequência boa de vitórias, isso aliado a muitos treinos e a construção de uma forte confiança, a certeza de que seria campeão mundial. Não foi bem assim.</p>
<p>Acabei derrotado na minha terceira luta. Uma decepção avassaladora, um sentimento de vergonha e frustração tão gigante que a minha vontade era deixar o Jiu-Jitsu. Acredito que muitos atletas que competem, ou competiram, já passaram por isso. Fiquei uma semana afastado dos treinos, me sentia um fracassado, como iria enfrentar os olhares dos meus companheiros e professores? Depois do tempo sofrido longe, decidi encarar a realidade.</p>
<p>Para a minha surpresa, quando cheguei na academia, as pessoas agiam da forma mais rotineira possível. As mesmas conversar sobre assuntos rotineiros, e nenhuma pergunta sobre o Mundial. Naquela hora a ficha caiu. Ninguém se importava com aquela derrota, o mundo não tinha acabado. Pude então perceber que tinha jogado fora uma semana da minha vida de atleta preocupado com o julgamento imaginário que já tinha me sentenciado.</p>
<p>A partir daquele momento minha vida começou a tomar outro rumo, gradativo mas constante. Amarguei outras derrotas, aprendi duras lições nos tatames, nos ringues e cages. Nunca realmente alcancei níveis mais altos em resultados, mas continuo sendo aquele teimoso que não desistiu de viver seus sonhos. Não trocaria minha vida por nada.</p>
<p>Tenho orgulho das minhas derrotas, tenho certeza que elas m fizeram mais forte, e assim pudesse valorizar ainda mais as minhas vitórias. Não importa qual seja o seu sonho, trabalhe duro e não se importe com o qe os outros pensam. Aprecie suas derrotas e lute contra pensamentos negativos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>* Jorge Britto é faixa-preta de Jiu-Jitsu e nosso professor GMI em Toronto, no Canadá</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-aprender-com-as-derrotas-no-jiu-jitsu-e-na-vida-por-jorge-britto/">A arte de aprender com as derrotas no Jiu-Jitsu e na vida, por Jorge Britto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Túnel do tempo: É preciso saber perder no Jiu-Jitsu e no MMA</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 08:05:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #239 (2017). Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! Clique aqui e confira! Perder dói. Vamos deixar de lado o falso estoicismo e assumirmos uma verdade absoluta: ninguém gosta de perder. Não&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_205281" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205281" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/lyoto2-1024x682.jpg" alt="" width="650" height="433" class="size-large wp-image-205281" /><p id="caption-attachment-205281" class="wp-caption-text">Lyoto Machida acabou nocauteado no primeiro round por Derek Brunson, no UFC Sâo Paulo. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p><em>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #239 (2017). Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e confira</a>!</em></p>
<p>Perder dói. Vamos deixar de lado o falso estoicismo e assumirmos uma verdade absoluta: ninguém gosta de perder. Não conheci até hoje nenhum ser iluminado o suficiente para ficar indiferente a uma derrota ou alguém moralmente elevado o suficiente para, imediatamente, acreditar que aquilo ocorreu para o próprio bem.</p>
<p>É duro aceitar, mas a realidade é que, tanto o esporte quanto a própria vida são feitos de vitórias e derrotas, de bons e maus momentos. O que diferencia realmente as mentes fortes é saber reconhecer essa realidade e se recuperar após uma perda.</p>
<p>Gênios como Michael Jordan, Muhammad Ali e Georges St-Pierre souberam transformar derrotas em aprendizados e em motivação para se recuperarem. Corrigiram falhas, aprimoraram-se e apresentaram algumas das melhores atuações da história do esporte após sofrerem reveses pesados.</p>
<p>Infelizmente, essa não é a regra. Muitos astros conquistam uma autoconfiança tão elevada que a derrota passa a ser algo inconcebível. Quanto melhores eles são e mais vitórias vão acumulando, mais iludem-se de que são invencíveis. Quando essa ilusão é desfeita, perdem sua fundação e despencam em uma queda sem fim.</p>
<p>Autoconfiança é sim algo positivo. É ótimo mentalizar a vitória, acreditar em si mesmo, achar sempre que é possível vencer. Porém, como todo remédio, aconfiança em doses excessivas torna-se um veneno. Grandes lutadores como Anthony Pettis, Anderson Silva e Ronda Rousey apoiaram-se tanto na crença de que eram indestrutíveis que não souberam se recuperar da perda de seus cinturões.</p>
<p>Anthony Pettis tem o apelido de “Showtime”. Um apelido que era digno de suas lutas soltas, inventivas, criativas. Pettis tinha desenvoltura para arriscar desde a invenção do chute “Matrix” (chute com apoio na grade do octógono que aplicou no WEC) até a finalizar Ben Henderson (lutador mais graduado no Jiu-Jitsu e então campeão de UFC) com um armlock clássico de dentro da guarda. Porém, depois de ser pressionado e perder seu título para Rafael dos Anjos, parece que o destemor que o tornava especial esgotou-se. O Showtime acabou e seguiram-se quatro derrotas em cinco lutas, todas com desempenhos pífios.</p>
<p>No caso de Anderson Silva, o impacto do fim da invencibilidade é ainda mais evidente. O Spider é, na minha opinião, o lutador mais fantástico da história do MMA e soube, como ninguém no UFC, explorar a autoconfiança para potencializar seu talento, intimidar seus adversários e proporcionar grandes espetáculos ao público. Anderson baixava a guarda, expunha o rosto para que os oponentes tentassem acertá-lo e apresentava esquivas quase impossíveis. Arriscava porque acreditava piamente que não iria perder.</p>
<p>Contra Chris Weidman, essa rotina foi empregada em excesso e deu errado. Anderson foi nocauteado e perdeu o título que ostentou por quase sete anos. Isso não significa que tudo o que havia feito até então estava errado ou que sua carreira deveria acabar ali. Mas o que vimos daí em diante foi um lutador vacilante, conservador, temeroso. Nas lutas contra Nick Diaz e Michael Bisping, não tenho dúvidas de que o brasileiro tinha tudo para ganhar com direito a “couvert artístico”. Acontece que, sem a confiança necessaria, o que se sucedeu foram combates mornos nos quais Anderson parecia estar com o freio demão puxado.</p>
<p>Por pior que seja a situação de Pettis e Silva, sem dúvida o caso mais acintoso de não saber assimilar a derrota é o de Ronda Rousey. A ex-judoca olímpica foi a grande responsável pela popularização do MMA feminino e chegou a ser a maior estrela do UFC como um todo. Estava invicta e tinha um cartel inacreditável de 12 vitórias, todas por nocaute ou finalização, totalizando meros 25min36s de tempo na soma de todos os seus combates.</p>
<p>Tudo ia maravilhosamente bem até aquele chute. A canela esquerda de Holly Holm no UFC 193, em 2015, tirou muito mais do que o título de Ronda. A primeira derrota tirou toda sua estima, seu equilíbrio psicológico, sua própria identidade. Ronda simplesmente sumiu, engolida pela depressão e autocomiseração. Fugiu da imprensa, abandonou a academia, engordou. Toda aquela confiança que era vista como uma força mostrou-se uma grande fragilidade. Uma tênue máscara que escondia uma mulher instável, frágil, despreparada para lidar com as adversidades da vida.</p>
<p>A volta da ex-campeã no UFC 207 atraiu milhões de espectadores. Rousey estava novamente bela e em forma, aparentemente pronta para recuperar seu cinturão. Todavia, um olhar mais atento revelava que algo não estava certo.</p>
<p>Ronda não participou dos eventos normais de imprensa e promoção da luta. Recusou-se bizarramente a falar após a pesagem. Boatos diziam que ela havia chorado no vestiário após ver-se frente a frente com a soberana campeã Amanda Nunes. Na pesagem, a brasileira estava radiante ao entrar com uma intimidadora máscara de leoa. Já Ronda estava agitada e com um olhar receoso, sem o costumeiro brilho confiante. No momento em que o octógono se fechou no dia 30 de dezembro de 2016, ocorreu um massacre. A atual campeã avançou para cima de Ronda e desferiu 47 golpes para encerrar a luta em 48 segundos. Rousey foi um alvo fixo e não apresentou qualquer perigo à brasileira. Sua mente não estava lá. Ainda estava presa àquela derrota em novembro de 2015.</p>
<p>Estes tristes exemplos nos mostram que precisamos saber perder se quisermos de fato nos reerguer. O Jiu-Jitsu nos mostra que uma queda é só o começo do combate e que podemos perfeitamente vencer quando estamos por baixo.</p>
<p>Há vários aforismos da sabedoria oriental que pregam a aceitação e compreensão das derrotas como forma de crescimento. Mas, para não ser clichê, lembro os ensinamentos do mais icônico sábio da mitologia cinematográfica, o inesquecível mestre Yoda: “Treine para se desapegar de tudo o que você teme perder”.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tunel-do-tempo-e-preciso-saber-perder-no-jiu-jitsu-e-no-mma/">Túnel do tempo: É preciso saber perder no Jiu-Jitsu e no MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>João Gabriel Rocha e as lições do Kasai contra Gordon Ryan: “O povo do BJJ treina pouco essas chaves de joelho”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 19:04:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A superluta principal do Kasai Super Series, realizado no último fim de semana no The Bomb Factory, em Dallas, no Texas, pôs frente a frente dois cracaços do Jiu-Jitsu: João Gabriel Rocha e Gordon Ryan, o atual rei absoluto do Mundial Sem Kimono da IBJJF. No fim, o placar apontou 1 a 0 para o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213674" style="width: 1510px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/20190202_ROD8219.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213674" class="size-full wp-image-213674" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/20190202_ROD8219.jpg" alt="" width="1500" height="998" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/20190202_ROD8219.jpg 1500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/20190202_ROD8219-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/20190202_ROD8219-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/20190202_ROD8219-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/20190202_ROD8219-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><p id="caption-attachment-213674" class="wp-caption-text">Gordon Ryan ataca João Gabriel na chave de calcanhar. Foto: Dan Rod/Kasai</p></div>
<p>A superluta principal do <a href="https://www.graciemag.com/2019/02/04/gordon-ryan-vence-joao-gabriel-e-renato-canuto-finaliza-no-kasai-super-series/" rel="noopener" target="_blank">Kasai Super Series</a>, realizado no último fim de semana no The Bomb Factory, em Dallas, no Texas, pôs frente a frente dois cracaços do Jiu-Jitsu: João Gabriel Rocha e Gordon Ryan, o atual rei absoluto do Mundial Sem Kimono da IBJJF.</p>
<p>No fim, o placar apontou 1 a 0 para o lutador americano, ponto fruto de uma tentativa de chave de calcanhar, e a polêmica comeu solta nas redes sociais. O fato é que a luta merece uma revanche, já que Gordon Ryan saiu mancando do joelho e João Gabriel lutou com uma das costelas soltas, o que pode ter prejudicado a ambos.</p>
<p>O peso pesadíssimo da Soul Fighters discordou da marcação no placar, alegando que também dera logo depois um bote no pé, num Estima-lock. Em papo com o GRACIEMAG.com, ele analisou o duelo, que durou 10 minutos mais os 5min da prorrogação. Confira:</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi a sua visão sobre a luta?</strong></p>
<p><strong>JOÃO GABRIEL ROCHA:</strong> Não sou de falar de arbitragem, mas está meio difícil de engolir essa. Falando só do combate, foi muito bom e acho que a torcida gostou. Eu sabia que ele era uma p. voadora, que fala muito, mas é habilidoso, e que eu deveria estar focado, dando tudo de mim, pois se não estivesse nesse ritmo ele poderia me finalizar. Ele é muito perigoso, e talvez seja o melhor com quem já lutei. Mas no mínimo empatei aquela luta.</p>
<p><strong>Você teve problemas com a nova regra?</strong></p>
<p>Olha, eu entendi que na prorrogação seria a pontuação da IBJJF, logo eu deveria vencer, pois passei a guarda dele e não me foram dados os pontos. Foi assim: eu quedei e acabamos caindo para fora do tablado, depois ele já voltou me puxando para a guarda. Foi quando ele me raspou e raspei de volta. Nos cinco minutos do tempo extra já estávamos cansados, mas senti que estava com fôlego melhor. Contudo, ele me deu um ataque na chave de calcanhar e conseguiu ganhar um ponto. Contestei porque não estava pegando o golpe e não achei que valeria computar o ponto para ele. Mas, logo em seguida, ataquei no &#8216;Estima lock&#8217; e eles não me deram o ponto. Já no fim, fui com tudo e bombardeei nas passagens de guarda, até consegui chegar do lado mas também não ganhei os pontos.</p>
<p><strong>O que faz essa nova geração tão perigosa e temida?</strong></p>
<p>A verdade é que há posições que a gente não tem o hábito de treinar e essa galera só faz isso, há cinco anos. Chave de calcanhar, atacar com a perna cruzando, por exemplo, são técnicas que ele se especializa desde que começou a treinar ­– e sempre sem kimono. No camp, inclusive, eu desisti de pedir para que os outros atletas tentassem simular os botes e chaves de calcanhar, porque ninguém estava atacando com a pressão devida. Infelizmente, o pessoal do Jiu-Jitsu não sabe atacar bem nesse tipo de golpe, diferente do Gordon, um cara que é especialista.</p>
<p><strong>Ele já falou numa nova luta entre vocês&#8230;</strong></p>
<p>Tomara que role. Tenho certeza de que vamos nos reencontrar. Pô, eu aceitei todas as exigências, como a validação das chaves de calcanhar em qualquer posição, cruzando ou não o joelho, a regra de lutar só valendo a finalização nos dez primeiros minutos. Eu nunca tinha lutado sob esse tipo de regra só com finalização, enquanto ele já está experiente nessa. Foi uma oportunidade excelente de treinar muito e evoluir em aspectos menos ajustados do meu jogo. Mas sei que vou encontrar com ele de novo em breve, talvez no ADCC, e vai ter muita coisa diferente para rolar.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/joao-gabriel-rocha-e-as-licoes-do-kasai-contra-gordon-ryan-o-povo-do-bjj-treina-pouco-essas-chaves-de-joelho/">João Gabriel Rocha e as lições do Kasai contra Gordon Ryan: “O povo do BJJ treina pouco essas chaves de joelho”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Filho de Royce, Khonry Gracie revela lições da derrota para vencer no Bellator em Israel</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 11:57:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de estrear com derrota no MMA, em janeiro deste ano, a filosofia do Jiu-Jitsu caiu como uma luva na vida de Khonry Gracie, mesmo que a arte suave tenha feito parte de sua trajetória desde muito jovem. Filho do lendário Royce Gracie, Khonry segue na busca de seguir os passos do pai, e sua&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212437" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212437" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2.jpg" alt="" width="640" height="427" class="size-full wp-image-212437" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-212437" class="wp-caption-text">O jovem Gracie na sua estreia, em revés para Devon Brook. Foto: Bellator</p></div>
<p>Depois de estrear com derrota no MMA, em janeiro deste ano, a filosofia do Jiu-Jitsu caiu como uma luva na vida de Khonry Gracie, mesmo que a arte suave tenha feito parte de sua trajetória desde muito jovem. </p>
<p>Filho do lendário Royce Gracie, Khonry segue na busca de seguir os passos do pai, e sua nova chance pela vitória rola nesta quinta-feira, no Bellator 209, em Tel Aviv, Israel. A luta contra Avi Baron, segunda disputa de um card com 17 duelos, mostrará se a mente do jovem lutador foi mesmo blindada com os ensinamentos do Jiu-Jitsu. </p>
<p>Em entrevista à reporter Fernanda Prates, do MMA Junkie, Khonry relembrou os momentos após o revés para Devon Brock, em seu antecipado debute, no Bellator 192, e explicou que fez a escolha certa das duas opções que tinha após a derrota.</p>
<p>&#8220;Quando você perde, ou você se fecha e começa a repensar tudo&#8221;, disse Khonry. &#8220;Pensamentos como &#8216;Será que eu deveria mesmo fazer isso? Será que nasci para lutar?&#8217; podem aparecer, ou então a mente pode seguir para &#8216;Eu perdi, agora eu vou para casa estudar e treinar mais, porque perder é horrível.&#8221;</p>
<p>A vontade da fera foi de sair do ginásio e partir direto rumo à academia no dia seguinte, para ajustar o jogo. Neste momento, a experiência do paizão Royce se fez valer. Head coach do filho e conhecer profundo do MMA, Royce mandou Khonry tirar uma folga longe de tudo, e voltar energizado para os treinos.</p>
<p>&#8220;Se eu tivesse voltado direto para a academia eu teria ficado exausto, sem estar realmente estar ali por completo. Depois do descanso eu voltei renovado, pronto para aprender. Não me senti nervoso na estreia, mas não sabia como ia ser. Agora eu sei como é e está tudo alinhado.&#8221;</p>
<p>Na luta principal, o brasileiro Patrício Pitbull encara Emmanuel Sanchez valendo cinturão peso-pena do evento. E para você,amigo leitor, Khonry Gracie terá a garra de superar a prévia derrota e vencer no Bellator? Comente conosco!</p>
<h3>Bellator 209<br />
Tel Aviv, Israel<br />
15 de novembro de 2018</h3>
<p>Patrício Pitbull x Emmanuel Sanchez<br />
Haim Gozali x Ryan Couture<br />
Phil Davis x Vadim Nemkov<br />
Cindy Dandois x Olga Rubin<br />
Adam Keresh x Kirill Sidelnikov</p>
<p>Card preliminar</p>
<p>Ido Halfon x Itay Tratner<br />
Nisim Rozalis x Nika Ben Tuashy<br />
Ion Pop x Itzik Rubinov<br />
Shimon Smotritsky x Matan Levi<br />
Fadi Haiyadre x Christos Nicolaou<br />
Honor Kelesh x Andrey Barberoshe<br />
Yulia Sachkov x Viktoria Makarova<br />
Kirill Medvedovsky x Denis Palancica<br />
Ejargew Tariku x Sidemar Honorio<br />
Jackie Gosh x Jamil Ibragimov<br />
Khonry Gracie x Avi Baron<br />
Aviv Gozali x Anton Lazebnov</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/filho-de-royce-khonry-gracie-revela-licoes-da-derrota-para-vencer-no-bellator-em-israel/">Filho de Royce, Khonry Gracie revela lições da derrota para vencer no Bellator em Israel</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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