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	<title>Irlanda | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Irlanda | Graciemag</title>
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		<title>Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>"Quando o aluno entra na minha escola de Jiu-Jitsu, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir", diz o professor Rodrigo Boroski, na Irlanda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246307" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg" alt="" width="650" height="986" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg 675w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-198x300.jpeg 198w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-768x1165.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-1012x1536.jpeg 1012w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-99x150.jpeg 99w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Professor da <a href="https://www.instagram.com/riders_bjj?igsh=MTZnZzk1ZmxtZ25jZw==">escola Riders Jiu-Jitsu,</a> nosso ilustríssimo GMI <a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">Rodrigo Boroski</a> tem arquitetado mudanças em sua tradicional equipe na Irlanda. O estudioso faixa-preta, que não perde um podcast sobre Jiu-Jitsu, teve uma epifania outro dia, ao assistir a uma entrevista com Pedro Valente. Confira o que o professor aprendeu. Oss!</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como andam os planos para a escola na Irlanda, Rodrigo?</strong></p>
<p><em><strong>RODRIGO BOROSKI:</strong></em> Eu vejo minha equipe retornando às origens do Jiu-Jitsu. Após uma caminhada bem sucedida nas competições – fomos para as cabeças no ranking e fiz o primeiro representante da Irlanda campeão do mundo – decidi investir mais na defesa pessoal.</p>
<p><strong>O que motivou você a optar por esse caminho?</strong></p>
<p>Creio que foram os podcasts. Eu vejo muitos, e assisti a um que me chamou atenção, com os irmãos Valentes. A escola deles é voltada para o Jiu-Jitsu Gracie, para a defesa em situações reais. Isso mexeu comigo pois essa base é a que aprendi, e o que sempre quis incutir nos jovens alunos. Quero transformar meninos e meninas em pessoas sem medo de sair na rua.</p>
<p><strong>E o que mais influenciou na sua decisão?</strong></p>
<p>Eu vi também outro episódio, com mestre Rorion Gracie. O filho mais velho de grande mestre Helio lembrou que o Jiu-Jitsu deve servir tanto para a criança quanto o idoso. A luz, talvez, tenha vindo de outras entrevistas. Quando li o Rodolfo Vieira e o Marcus Buchecha dizendo que a pior dificuldade que eles notaram na transição para o UFC foi absorver os chutes e socos. Aquilo me fez pensar. Sempre aprendi nos tatames sobre o poder do famoso treino de taparia, o recurso do pisão e tantas liçõs fundamentais. Vi que era hora de voltar às origens.</p>
<p><strong>Você já sentiu na pele como o Jiu-Jitsu salva?</strong></p>
<p>Outro dia, vi um aluno meu da turma infantil voltar da escola e contar que levou um sopapo, e não soube como reagir. Logo depois, eu mesmo fui atacado num supermercado na Irlanda, mesmo com meu tamanho e essa cara de mau (risos). Foi a gota d&#8217;água. Percebi que eu precisava deixar de lado as técnicas mais esportivas e voltar a ensinar o que realmente é o Jiu-Jitsu fundamental.</p>
<p><strong>Comercialmente, isso é bom?</strong></p>
<p>Convivo com uma doença há tempos, e os diversos tratamentos contra o câncer me ensinaram que nem tudo deve girar em torno de dinheiro e clientes. Sempre tentei abraçar as duas esferas, num meio-termo entre as aulas de defesa pessoal e as de competição. Mas talvez o meio-termo não seja eficaz. Me senti um professor morno. E lembrei de uma carta de São Paulo, em que é dito que &#8220;Deus cospe o morno da boca&#8221;. Eu nunca fui morno na minha vida, e nem quero ser. Quero me dedicar 100% a proteger meus jovens alunos e os cidadãos que necessitam de um suporte.</p>
<p><strong>Qual será a maior diferença agora nas aulas?</strong></p>
<p>Creio que o competidor se coloca em posições onde ele não precisa se preocupar se vai levar chutes, socos ou mordidas. Ele treina segundo regras cristalinas. Já na defesa pessoal a base é diferente, o posicionamento do corpo seja na guarda ou na passagem é completamente diferente. Afinal, a qualquer momento ele pode tomar até uma cabeçada, vir um segundo agressor, cair na calçada, machucar o joelho no chão&#8230;</p>
<p><strong>Acha que a defesa pessoal também evoluiu dos tempos de mestre Helio Gracie para cá?</strong></p>
<p>Acho que muitos professores não aprenderam e não sabem como ensinar técnicas eficientes. E isso está tirando a eficiência da nossa arte, como aconteceu com outas artes marciais. Um exemplo disso é o karatê. A arte ensinada hoje não é a mesma que o Lyoto Machida aprendeu e usava no UFC, certo? Acredito piamente que um atleta que sabe se defender, a partir de quedas variadas, bloqueio de socos e fugas de quadril, vai precisar apenas de pequenos ajustes para entrar em campeonatos. E o contrário acontece: o bom competidor que quiser aprender a defesa depois de velho pode não dominar o básico.</p>
<p><strong>Acha que os alunos e parentes vão curtir esse retorno às origens?</strong></p>
<p>Quando o aluno entra na minha escola, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246308" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg" alt="" width="650" height="650" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1536x1536.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-rodrigo-boroski-volta-as-origens-na-irlanda/">Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Seus alunos vão competir? Confira 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 19:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato]]></category>
		<category><![CDATA[Cork]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seus alunos vão competir? Confira os 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_245994" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245994" class="size-large wp-image-245994" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-755x1024.jpeg" alt="" width="650" height="882" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-755x1024.jpeg 755w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-221x300.jpeg 221w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-768x1041.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-1133x1536.jpeg 1133w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-111x150.jpeg 111w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245994" class="wp-caption-text">Rodrigo Boroski, em foto de Gabriel Super8</p></div>
<p style="text-align: left;">Campeão e entusiasta das competições infantis de Jiu-Jitsu, o professor Rodrigo Boroski costumar fazer uso de um mantra, repetido sempre que suas aluninhas e aluninhos vão disputar um torneio grande ou pequeno na Irlanda, onde ele ensina:</p>
<p>–&nbsp;O professor de vocês aqui não liga se vocês vencerem ou forem derrotados, tá? Eu só quero que vocês façam o melhor que puderem, e o principal: divirtam-se e lutem felizes.</p>
<p>O maior receio do faixa-preta, radicado há 13 anos em Cork, segunda maior cidade irlandesa, é ver as crianças desperdiçarem a infância, época mágica para qualquer ser humano.</p>
<p>“Todo professor já viu isto. Se a criançada se sentir pressionada desde muito cedo, quando chegarem aos 16 anos não terão a menor alegria naquilo, e vão abandonar o esporte para fugir dessa cobrança desmedida&#8221;, explica Boroski. &#8220;Há crianças que começam conosco aos 4 anos. Hoje, vejo em campeonatos aqui e no Brasil um pequeno pelotão de alunos que só pensam na medalha. Alguns fazem até dieta para bater o peso na balança. Sou contra essa superprofissionalização precoce”, analisa o faixa-preta.</p>
<p>A pedido da equipe do GRACIEMAG.com, o professor destacou cinco pontos de reflexão, úteis para quem pensa em inscrever pequenos e pequenas nos muitos campeonatos infantis que têm feito sucesso, no Brasil ou na Europa. Confira!</p>
<p><strong>1. Cuidado com a pressão por resultados</strong>, seja dos parentes em casa ou na academia. A criança, se sentir que aquilo perdeu o lado lúdico e divertido, pode na primeira oportunidade optar pelo futebol ou outra atividade praticada por seus amigos, e abandonar os tatames para nunca mais.</p>
<p><strong>2. Fique alerta para não diminuir os treinos de defesa pessoal nos treinos</strong> para a garotada. Por vezes, a criançada que começa a se destacar nas competições passa a desejar se aprofundar mais e mais nas técnicas observadas nos campeonatos, como guardas de lapela. É vital que o professor equilibre isso nos treinos, e reforce entre pais e alunos a importância da defesa pessoal e das técnicas clássicas em pé, vitais para o desenvolvimento, o equilíbrio psicológico e a autoconfiança entre os pequenos. Na Irlanda, por exemplo, há muitos jovens praticantes de boxe, e eu diariamente preciso blindar meus alunos contra o bullying e agressões de gente capaz de socar e chutar.</p>
<p><strong>3. Cuidado com as pressões do mercado.</strong> Há professores que pensam na competição apenas como forma de dar visibilidade ao seu trabalho, atrair mais pais e alunos e reter os jovens na academia por mais tempo. Toda vez que fazemos algo apenas pelo retorno financeiro, estamos perdendo nossa essência. O professor precisa, antes de tudo, entender se a criança gosta e quer estar no campeonato. E se a turma tem aptidão para competir. O que vem em primeiro lugar é a felicidade dos alunos e alunas.</p>
<p><strong>4. Antecipe os avisos aos atletas, e aos pais.</strong> Eu gosto particularmente de, dois meses antes de uma competição, informar a turma e perguntar se alguém quer ir. Anoto quem pediu para ir e quem não quis. Então vou até os pais e converso. Um mês antes eu reforço o anúncio dos campeonatos e ajudo a prepará-los melhor, e assim dá tudo certo. Não tem pressão, eles vão com vontade e convicção, e eles chegam lá tranquilos e prontos para se divertir, de cabeça erguida seja qual for o desfecho.</p>
<p><strong>5. Valorize, antes das medalhas e troféus, o desenvolvimento pessoal da criança.</strong> Se ela está melhorando na escola, ou demonstrando postura na rua e educação em casa, isso vale mais do que dez ouros num torneio. Afinal, o Jiu-Jitsu é eficiência e autoconfiança sempre em primeiro lugar. Oss!</p>
<p>Para saber mais, siga <a href="http://<a href="https://www.instagram.com/reel/DWO32cBDhZ-/?igsh=Yjh1cG9vM21ydWlk" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/reel/DWO32cBDhZ-/?igsh=Yjh1cG9vM21ydWlk</a>&#8221; rel=&#8221;noopener&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;>Rodrigo Boroski no Instagram, aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/seus-alunos-vao-competir-confira-os-5-alertas-do-professor-de-jiu-jitsu-rodrigo-boroski/">Seus alunos vão competir? Confira 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rodrigo Boroski comemora os 10 anos da Riders Jiu-Jitsu, na Irlanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:59:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com a agenda cheia de compromissos (principalmente por conta dos preparativos para a cerimônia de graduação de fim de ano da escola Riders Jiu-Jitsu), nosso ilustríssimo GMI Rodrigo Boroski encontrou tempo para conversar com a equipe da GRACIEMAG a respeito dos dez anos de sucesso de sua escuderia, uma das principais referências do BJJ&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245563" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-300x230.jpg" alt="" width="750" height="575" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-300x230.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-1024x784.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-768x588.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-1536x1175.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-2048x1567.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-150x115.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em>Mesmo com a agenda cheia de compromissos (principalmente por conta dos preparativos para a cerimônia de graduação de fim de ano da <a href="https://www.instagram.com/riders_bjj?igsh=MTZnZzk1ZmxtZ25jZw==">escola Riders Jiu-Jitsu</a>), nosso ilustríssimo GMI <a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">Rodrigo Boroski</a> encontrou tempo para conversar com a equipe da GRACIEMAG a respeito dos dez anos de sucesso de sua escuderia, uma das principais referências do BJJ na Irlanda. “É uma data muito simbólica para mim, estou bastante emocionado. Para percorrer uma década vivendo de Jiu-Jitsu é necessário ter persistente, muita persistência! No começo recebemos mais ‘não’ do que ‘sim’, mas com humildade, paciência, e acreditando sempre no próprio sonho nós podemos realizar as nossas metas.” Confira a seguir a entrevista completa com o faixa-preta Rodrigo Boroski, amigo leitor! Oss!</em></p>
<p><strong>Dez anos de escola! Quais foram as principais lições que você aprendeu ao longo da trajetória?<br />
<a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">RODRIGO BOROSKI:</a></strong> Escutar mais e falar menos! Sempre achei que liderar uma equipe era motivar, falar, disciplinar, mas com o passar de todos esses anos venho aprendendo e refletindo que escutar mais é a forma mais saudável de liderança. Escutar mais faz com que eu seja um líder melhor dando aquilo que meu aluno realmente precisa.</p>
<p><strong>E do ponto de vista técnico? Algo novo se revelou para você nesses dez anos? Alguma coisa em que você acreditava tecnicamente no início mas hoje percebe que não faz tanto sentido&#8230;</strong><br />
A Riders foi a primeira escola da Irlanda a formar um campeão mundial representando a Irlanda, no World Pro. Eu achava que treinos puxados fisicamente eram os mais indicados sempre, mas agora eu foco mais nas posições, no estudo dos ajustes, na parte técnica com mais precisão. Nossa escola focou mais no “Jiu-Jitsu raiz”, pensando em defesa pessoal e não tanto em competição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245564" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-300x225.jpg" alt="" width="740" height="555" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p><strong>Por falar em defesa pessoal, outro dia você se envolveu numa situação de defesa pessoal na Irlanda. Ou seja, testou a técnica e a mentalidade do Jiu-Jitsu em campo real. O que você enxergou nesse episódio?</strong><br />
Que não é necessário agredir o adversário, apenas controlar a situação. Temos que lembrar que o Jiu-Jitsu nos dá ferramentas que muita pessoas não têm, temos que ter domínio sobre a situação e sobre nossas emoções. O fato de meu agressor ter tido uma atitude covarde agredindo uma pessoa que estava trabalhando, um senhor de aproximadamente 60 anos, temos que pensar que aquele agressor pode ter tido um dia muito difícil, e acabou perdendo a civilidade. Pode ser um pai de família que num momento difícil não soube controlar suas emoções, isso não o faz uma pessoa ruim, e o Jiu-Jitsu me ensinou a controlar a agressividade, controlar a situação e seguir sem machucar ninguém.</p>
<p><strong>O vídeo desse embate viralizou nas redes sociais… </strong><br />
Sim, como você pode ver no vídeo, eu estava de mochila, em um mercado, podendo ter pais ali, mulheres, crianças… Toda a luta é muito marginalizada, a grande maioria vê praticantes de artes marciais como possíveis descontrolados e agressores, eu poderia ter machucado ele seriamente ainda mais com o armlock encaixado… Aliás, fiz exatamente o que faço nas competições: triângulo para o armlock. Eu apenas falava para ele, “pare porque eu não quero te machucar.” Isso traz segurança para quem está vendo, e represento o Jiu-Jitsu, algo que foi desenvolvido para defender e não atacar, não sinto orgulho do que aconteceu, mas também mostra a todos que é necessário saber se defender. Nunca sabemos quando e onde precisamos usar o que sabemos. Principalmente as mulheres.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245565" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-300x215.jpg" alt="" width="746" height="535" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-300x215.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-1024x733.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-1536x1099.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-2048x1465.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px" /></p>
<p><strong>E os próximos dez anos, Mestrão? Quais são as suas expectativas pra escola e para o Jiu-Jitsu na Irlanda?</strong><br />
Com tudo que já passei na minha vida, não planejo mais o meu futuro, eu planejo o meu dia. Há um trecho na Bíblia… Mateus 6:34… Gosto muito dessa passagem: &#8220;Não se preocupem com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal… Observem os pássaros. Eles não plantam nem colhem, nem guardam alimento em celeiros, pois seu Pai celestial os alimenta.&#8221;<br />
<strong><br />
Quais dicas você daria a quem deseja sair do Brasil para viver do Jiu-Jitsu no exterior?</strong><br />
Primeiramente aprenda inglês, isso abre não só as portas para o Jiu-Jitsu, mas para um mundo novo. Segundo: esteja preparado pois vai ser difícil, mudar de país é uma nova cultura, uma nova língua, vai sentir saudades do que antes não dava tanto valor como o feijão com arroz, o almoço em família… E, principalmente: seja persistente! No começo receberá mais “não” do que “sim”, mas com humildade e acreditando no próprio sonho (com bastante paciência para os dias difíceis) você vai conquistar o que sonha!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245566" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-300x257.jpg" alt="" width="793" height="680" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-300x257.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-1024x878.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-768x658.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-150x129.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 793px) 100vw, 793px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-boroski-comemora-os-10-anos-da-riders-jiu-jitsu-na-irlanda/">Rodrigo Boroski comemora os 10 anos da Riders Jiu-Jitsu, na Irlanda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Da morte clínica ao topo do ranking de Jiu-Jitsu, com Rodrigo Boroski</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 01:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[AJP]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor Rodrigo Boroski alcançou a liderança mundial no ranking peso por peso do master 3, na federação AJP neste mês. Nosso GMI à frente da escola Riders Jiu-Jitsu, na Irlanda, o faixa-preta retornou ao circuito competitivo em junho de 2022 e foi recompensado pelo desempenho vitorioso nos tatames. Em sete competições disputadas, Rodrigo garantiu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240395" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240395" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43.jpeg" class="size-full wp-image-240395" alt="" width="943" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43.jpeg 943w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43-276x300.jpeg 276w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43-768x834.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-30-at-21.53.43-138x150.jpeg 138w" sizes="auto, (max-width: 943px) 100vw, 943px" /><p id="caption-attachment-240395" class="wp-caption-text">Rodrigo Boroski lidera o ranking mundial da AJP no master 3. Foto: Grapple Culture</p></div>
<p><span style="font-weight: 400">O professor </span><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.instagram.com/rb_jj17/">Rodrigo Boroski</a></span><span style="font-weight: 400"> alcançou a liderança mundial no ranking peso por peso do master 3, na federação AJP neste mês. Nosso GMI à frente da escola </span><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.instagram.com/riders_jiujitsu_school/">Riders Jiu-Jitsu</a></span><span style="font-weight: 400">, na Irlanda, o faixa-preta retornou ao circuito competitivo em junho de 2022 e foi recompensado pelo desempenho vitorioso nos tatames. Em sete competições disputadas, Rodrigo garantiu seis pódios. Foram três medalhas de ouro, uma de prata e duas de bronze.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Este é apenas mais um capítulo da história de superação de Rodrigo. Ao longo de sua vida, superou três batalhas contra o câncer e ficou clinicamente morto por 5min19s, após </span><span style="font-weight: 400">uma parada cardiorrespiratória devido a uma embolia pulmonar. “</span><span style="font-weight: 400">Eu luto como uma resposta aos médicos, que disseram que meu corpo não teria vitalidade para aguentar uma competição de alto rendimento”, diz o faixa-preta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em bate-papo com o GRACIEMAG.com, Rodrigo Boroski descreveu a sensação de liderar o ranking master 3 em meio a uma vida de tantos confrontos e destacou a força da mentalidade para vencer.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> O que a liderança no ranking representa para a sua vida depois de todas as batalhas que você enfrentou fora dos tatames?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400"><em>RODRIGO BOROSKI: </em></span><span style="font-weight: 400">Estou extasiado e anestesiado por tantas coisas que passei na vida. Muitas pessoas me criticaram e disseram que eu estava acabado. Meus médicos também me falaram que eu não teria condições de competir no Jiu-Jitsu em alto rendimento, ainda mais na faixa-preta. Eu retornei às competições em junho do ano passado e terminei a temporada da AJP no top 10 e fiquei em nono no ranking da IBJJF. A diferença é que eu luto até 77kg pela AJP, e no meio-pesado pela IBJJF. Como continuo com o peso baixo, cada luta na divisão da IBJJF é um absoluto para mim. Mas sigo feliz porque é uma realização e superação. Vejo que eu posso, independente da condição que me encontro. Mas entendo que chegar é mais fácil do que se manter. Tenho a intenção de competir em mais oito torneios da AJP, principalmente o Grand Slam Rio de Janeiro e o Grand Slam Abu Dhabi, além dos campeonatos da IBJJF.&nbsp;</span></p>
<p><strong>O que você aprendeu desde o retorno às lutas em junho?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Levo uma lição que o professor Muzio de Angelis me ensinou. Ele diz que a vida não alivia se a gente baixar a cabeça. Então precisamos correr atrás dos nossos objetivos, independentemente do que as pessoas falem. O importante é seguir focado nos treinos. Como não tenho alunos faixas-pretas na academia, faço meu treinamento com os roxas, azuis e brancas. Mas eu tenho um Jiu-Jitsu sólido com base nas técnicas de defesa pessoal. Como o professor Muzio fala, você não escolhe com quem luta. Se alguém quiser brigar com você na rua, é crucial saber se defender. Então não olho as chaves dos campeonatos nem me importo com a posição do meu adversário no ranking. Meu foco está em finalizar, não consigo lutar por pontos. Com exceção de uma, todas as minhas vitórias vieram por finalização. Ao todo disputei sete competições, consegui alcançar seis pódios e conquistei três ouros, um deles no London Open da IBJJF. Também venci os AJP Tour de Barcelona e Paris. Fiquei com a prata no AJP Tour de Bruxelas e levei o bronze nos AJP Tour de Amsterdam e Manchester. Aprendo sempre a seguir a caminhada sem medo, sem me importar com o que os outros falam, além de me dedicar aos alunos para que eles evoluam cada vez mais.</span></p>
<p><strong>Que fatores possibilitaram tantos feitos expressivos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em primeiro lugar, o apoio que recebi da minha mãe, dos meus alunos, do professor Muzio de Angelis, do meu preparador físico e da minha nutricionista. A fé em Deus também me ajuda demais – eu rezo, especialmente quando vou competir, para ter coragem e não desistir. Sinto aquele frio na barriga de ansiedade e preciso enfrentá-lo. Quando conquistei o London Open, senti uma alegria imensurável e consegui provar para mim que é possível alcançar nossos sonhos, caso a gente se dedique e realmente queira. Muitas pessoas vão te desanimar, mas foque em você e no seu potencial. A fé em Deus e a minha equipe me fizeram chegar até aqui. Não sou o top 1 do mundo no master 3, mas hoje estou na liderança. E eu preciso trabalhar bastante porque a temporada só termina em novembro. Cada luta vencida rumo à final é uma batalha. Procuro não pensar tanto nos resultados, quero me divertir e me sentir feliz. Já sou um campeão por tudo que superei na minha vida, como vencer o câncer três vezes e ter sobrevivido a uma cirurgia cardíaca. Sou grato a todos e ao processo por tudo que tenho conquistado. Mantenho o respeito, já que é o que me faz ter foco e disciplina. Não quero provar nada àqueles que quiseram me frustrar, mas a quem me incentiva a continuar diariamente.</span></p>
<p><strong>Qual é o poder da mentalidade para superar as adversidades?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">É manter a mente feliz. Vejo muitas pessoas que competem para provar algo a alguém e ficam muito frustradas com a derrota. Eu não penso dessa forma. Eu abraço meus adversários nas vitórias e nas derrotas. Não conquistaria a medalha sem os meus oponentes, tenho carinho por eles. Luto para provar aos meus médicos, que me disseram que o meu corpo não teria vitalidade para aguentar uma competição em alto rendimento. O meu Jiu-Jitsu foi lapidado pelo Muzio de Angelis e tenho um jogo mais técnico. Eu até dava aulas e treinava no período da radioterapia. Procuro manter a calma para aplicar a expertise e a técnica. Nada foi pior do que o tratamento do câncer, não tenho nada a perder. E, como tenho este sentimento, fico blindado e mais solto quando vou lutar. O adversário mais difícil é aquele que não tem nada a perder. Me considero vitorioso só de estar no tatame.</span></p>
<p><strong>Quais são os seus próximos objetivos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Meu foco está na AJP e vou lutar alguns campeonatos da IBJJF para me manter no ranking. A meta é ser campeão no Abu Dhabi World Pro e encerrar a temporada 2023 na liderança no ranking. No momento, eu estou no top 1, mas quero ser o top 1. Ainda há muitos campeonatos pela frente e faixas-pretas experimentados que têm o mesmo objetivo que eu. Vou lutar todos os campeonatos possíveis. Em 2024, pretendo me resguardar dos torneios da AJP para alcançar o topo do ranking master 3 na IBJJF. Espero fazer um trabalho com a minha equipe para chegar nos 88kg e ter melhores condições de enfrentar os oponentes. Quero me manter feliz e me dedicar aos alunos a fim de exaltar também a importância da técnica e dos fundamentos de defesa pessoal.&nbsp;</span></p>
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		<title>A lição de superação do GMI Rodrigo Boroski</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 22:52:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de competições de alto nível e da intensa rotina de treinos, manter a mente blindada é imprescindível para um atleta de Jiu-Jitsu. Fortalecer o lado psicológico em consonância com o aspecto esportivo é essencial para seguir motivado independentemente do desfecho da luta. Nosso GMI na Irlanda, o professor Rodrigo Boroski, no entanto, travou batalhas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_238950" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238950" class="size-large wp-image-238950" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Boroski-pic3-683x1024.jpeg" alt="" width="650" height="975" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Boroski-pic3-683x1024.jpeg 683w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Boroski-pic3-200x300.jpeg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Boroski-pic3-768x1152.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Boroski-pic3-1024x1536.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Boroski-pic3-100x150.jpeg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Boroski-pic3.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-238950" class="wp-caption-text">Rodrigo Boroski retornou às competições neste ano. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante de competições de alto nível e da intensa rotina de treinos, manter a mente blindada é imprescindível para um atleta de Jiu-Jitsu. Fortalecer o lado psicológico em consonância com o aspecto esportivo é essencial para seguir motivado independentemente do desfecho da luta. Nosso GMI na Irlanda, o professor <a href="https://www.instagram.com/rb_jj17/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D">Rodrigo Boroski</a>, no entanto, travou batalhas com o mais desleal e desumano dos adversários: o câncer. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rodrigo foi diagnosticado com câncer pela primeira vez aos 14 anos, quando não tinha conhecimento da gravidade da doença. Depois de três anos intensos, inúmeras sessões de quimioterapia e quatro cirurgias no cérebro, ele superou o primeiro duelo contra o meduloblastoma, um câncer neurológico. Mas este seria apenas o primeiro embate. O tumor voltou e, em seguida, sofreu uma mutação para linfoma não-Hodgkin. Na última cirurgia, Boroski sofreu uma parada cardiorrespiratória devido a uma embolia pulmonar. Ele ficou clinicamente morto por 5min19s e voltou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a uma vida de tantos confrontos, Rodrigo, à frente da <a href="https://www.instagram.com/riders_jiujitsu_school/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D">Riders Jiu-Jitsu</a>, retornou aos campeonatos e tem se destacado nos torneios. O faixa-preta está na 15ª posição no ranking mundial da IBJJF na categoria meio-pesado, e ocupa o 24º lugar no ranking mundial da AJP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Rodrigo Boroski conta como o Jiu-Jitsu foi importante para ajudá-lo a superar as batalhas contra o câncer e comentou o retorno às competições.</span></p>
<p><strong><i>GRACIEMAG: </i>Como começou a sua história no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">RODRIGO BOROSKI: </span></i><span style="font-weight: 400;">Minha história no Jiu-Jitsu começou aos 13 anos. Eu comecei no judô, que iniciei aos 4 anos de idade. Eu tinha amigos que treinavam Jiu-Jitsu, mas eu nunca havia me interessado, talvez por um pouco de preconceito e achava o judô muito melhor, até porque, na época, o Aurélio Miguel conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Barcelona, ele era meu ídolo. Mas um amigo me chamou para treinar e eu fui. Quando cheguei no treino, fui colocado para treinar com um faixa-amarela de Jiu-Jitsu. Lembro até hoje da queda, dei um ippon lindo e o esperei levantar. O professor olhou pra mim e disse “está esperando o que?” O Jiu-Jitsu continua no chão, a queda é só parte da luta. Eu tomei uma surra. Então decidi estudar as duas artes. Minha mãe adorou a ideia porque eu era hiperativo e quando chegava em casa,  só comia e dormia depois da escola.</span></p>
<p><strong>Como a filosofia do Jiu-Jitsu foi importante para você superar os momentos mais difíceis da sua vida? </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu sempre fui disciplinado, e meu sensei de judô trabalhou isso, mas no Jiu-Jitsu eu aprendi a ser amassado, literalmente, e perdi o medo de treinar com pessoas maiores, aquela situação claustrofóbica. Eu tinha ego, resistia para não bater e, aos 14 anos, o câncer veio pela primeira vez. Na época, eu não tinha ideia do que era câncer, achava que era uma doença normal e tiraria de letra. O mesmo pensamento que tive ao enfrentar o faixa-amarela, a lei do engano (risos). Descobri aos 14 anos que podemos ir ao inferno quando estamos  vivos. A primeira batalha contra o meduloblastoma durou quase três anos. Foram quatro cirurgias no cérebro, inúmeras sessões de quimioterapia. O câncer  voltou e ainda sofreu uma mutação para linfoma não-Hodgkin. Na última cirurgia, tive complicações cardiorrespiratórias devido a uma embolia pulmonar. Fiquei clinicamente morto por 5 min19s e voltei. Depois de todos os tratamentos devido ao câncer, como quimioterapia, radioterapia e cirurgias, tive um problema cardiovascular em razão dos longos tratamentos contra a doença: ciclofosfamida e taxol. Fui operado e tive um AVC durante a cirurgia. Toda aquela pressão nos treinos de Jiu-Jitsu, a claustrofobia, exaustão de treinar com pessoas mais pesadas, mais fortes, me ensinaram a não desistir. Câncer é fácil, difícil é resistir à pressão do Muzio de Angelis, meu professor, ou tirar o Igor Silva da montada (risos).</span></p>
<p><strong>O que te motiva a competir?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que me motiva a competir é mostrar para quem está perto de mim, aos meus alunos, que vamos ganhar e perder, que o medo não existe, situações perigosas, sim. Mas o medo não é real, o medo é um sentimento de imaginação de situações futuras que podem nunca vir a ocorrer. Gosto de ver meus alunos focados e de motivar quem está ao meu lado que tudo é possível de ser realizado com muita disciplina, foco, determinação e fé.</span></p>
<div id="attachment_238952" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238952" class="size-large wp-image-238952" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Rodrigo-Boroski-pic2-670x1024.jpeg" alt="" width="650" height="993" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Rodrigo-Boroski-pic2-670x1024.jpeg 670w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Rodrigo-Boroski-pic2-196x300.jpeg 196w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Rodrigo-Boroski-pic2-768x1174.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Rodrigo-Boroski-pic2-1005x1536.jpeg 1005w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Rodrigo-Boroski-pic2-98x150.jpeg 98w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/10/Rodrigo-Boroski-pic2.jpeg 1099w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-238952" class="wp-caption-text">Rodrigo Boroski celebra vitória em torneio da IBJJF. oto: Reprodução</p></div>
<p><strong>O que esse retorno às competições representa para você?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A competição em si não representa absolutamente nada e, ao mesmo tempo, representa tudo. Por que nada? Porque por tudo que já vivenciei, ir a 38 funerais de pessoas que estavam em situações de tratamento melhor que eu, machuca. Pensar que você possivelmente será o próximo, porque está clinicamente mais debilitado e depois ressurge, sobrevive. Poder vestir o kimono, amarrar a faixa, dar o soquinho e, por alguns minutos, ficar em pé é incomparável. Por isso, a competição em si não representa nada. Ganhar, perder não é nada. E representa tudo porque quando você chega em uma competição e vê todas aquelas pessoas, muitas delas nervosas e tensas, mas estão lá, na luta contra os próprios medos. Adoro chegar nas competições e olhar os faixas-brancas, olhar para eles e relembrar o nervosismo, encontrar meus amigos, fazer aquela resenha, torcer por eles. Amo estar nas competições e isso me mantém vivo. Vou competir no Roma Open, Abu Dhabi World Pro e Paris Open daqui a 11 dias. Vou percorrer dois continentes, isso me motivou a voltar a competir, me faz sentir vivo, independentemente dos resultados.</span></p>
<p><strong>Quais foram as maiores lições que o Jiu-Jitsu te ensinou ao longo desses anos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Jiu-Jitsu me ensinou a ter, acima de tudo, humildade. No tatame, lidamos com todos os tipos de pessoas e qualquer um pode te passar o carro. O esporte me ensinou  a palavra perseverança, porque o caminho é árduo, não só até a faixa-preta, porque o sonho é ser faixa-preta, depois da tão almejada faixa é se defender, já que todos abaixo querem te superar (risos). Jiu-Jitsu me ensinou a lapidar minha disciplina, treinar com dor, fratura, debilitação física. Por isso, treine com disciplina e vá ao ao treino mesmo diante de todas as adversidades.</span></p>
<p><strong>Que conselho você daria ao nosso leitor para que ele possa superar qualquer batalha na vida?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu não gosto muito de dar conselhos, porque se isso ajudasse não teriam tantos livros de autoajuda e pessoas deprimidas. Mas o que eu faço é acordar todos os dias e simplesmente agradecer por estar vivo, não sou de reclamar de situações adversas. Não muda a situação que naquele momento nos encontramos. Chore, mas siga sua caminhada, o mundo não para por nossa causa. Eu sempre optei por não chorar e sempre sorrir mesmo com dores. Muitas pessoas achavam que eu iria morrer, então eu jamais quis que a minha última imagem fosse triste, mas sempre com um sorriso no rosto. As pessoas precisam aprender a parar de reclamar, Como sempre digo, Jesus não me prometeu que eu não teria dores em minha vida, mas que estaria sempre ao meu lado em todos os momentos. Não tenho religião apenas acredito em Jesus Cristo, acredite em algo, isso nos dá uma força motriz, como diz São Paulo, “o poder não está em um homem mas em todos, em você, em mim, em todos”. Faça sua parte e os resultados virão.</span></p>
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		<title>As lições de Saraiva ao recuperar 90% dos alunos pós pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 21:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram dois anos bem difíceis devido à pandemia, em que o Jiu-Jitsu na Europa praticamente parou. Na Irlanda, as academias voltaram a abrir sem restrições em fevereiro, e o Jiu-Jitsu voltou com força total. Radicado em Dublin há cerca de sete anos, nosso GMI Henrique Saraiva conta como superou os percalços: &#8220;Ficamos um ano totalmente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237197" style="width: 1282px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237197" class="wp-image-237197 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda.jpg" alt="A equipe de Henrique Saraiva na Irlanda. Fotos: Mara Keogh" width="1272" height="752" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda.jpg 1272w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda-300x177.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda-1024x605.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda-768x454.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda-150x89.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1272px) 100vw, 1272px" /><p id="caption-attachment-237197" class="wp-caption-text">A equipe de Henrique Saraiva na Irlanda. Fotos: Mara Keogh</p></div>
<p>Foram dois anos bem difíceis devido à pandemia, em que o Jiu-Jitsu na Europa praticamente parou.</p>
<p>Na Irlanda, as academias voltaram a abrir sem restrições em fevereiro, e o Jiu-Jitsu voltou com força total. Radicado em Dublin há cerca de sete anos, nosso GMI Henrique Saraiva conta como superou os percalços:</p>
<p>&#8220;Ficamos um ano totalmente fechados&#8221;, conta o faixa-preta, filho do mestre Orlando Saraiva. &#8220;A Irlanda foi um dos países com maior restrição no mundo, e a comunidade do Jiu-Jitsu sentiu muito esse tempo parado. Mas, por incrível que pareça, voltamos ainda mais fortes e nosso time infantil venceu os dois eventos oficiais realizados no país este ano, a Emerald Cup e a Irish Kids Cup. Os adultos da nossa equipe também conseguiram a segunda colocação geral no Emerald Cup.&#8221;</p>
<p>O professor bateu um papo com o GRACIEMAG.com sobre outros desafios da equipe:</p>
<p>GRACIEMAG: Após um ano de academia fechada, voce viu 90% dos alunos voltarem a treinar. Como crê que conseguiu esse retorno quase maciço?</p>
<p>HENRIQUE SARAIVA: Continuamos em contato com os alunos todo esse período, e creio que todos estavam muito saudosos do Jiu-Jitsu, doidos para voltar a fazer uma atividade física irresistível como a nossa. Além do pessoal que voltou, tivemos uma procura muito grande de pessoas por atividades físicas para recuperar a forma, e o Jiu-Jitsu foi amplamente escolhido, afinal é um esporte apaixonante.</p>
<p>Qual foi a lição maior da longa interrupção?</p>
<p>Depois desse um ano de lockdown, acho que a maior lição é viver hoje, e não perder mais treinos por bobagem. Afinal, nunca sabemos o que a vida nos reserva para amanhã.</p>
<p>Como estão as crianças da academia?</p>
<p>Voando. O Irish Kids Cup foi o primeiro grande evento de crianças no país, e conseguimos mostrar que nossa liderança nos eventos infantis aqui continua a mesma. Fiquei feliz com o resultado e o mais importante: as crianças e os pais ficaram satisfeitos de verem os filhos em competição de novo, com todo o clima de confraternização que marcou o evento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-237199" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Henrique-Saraiva-GMI.jpg" alt="" width="640" height="360" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Henrique-Saraiva-GMI.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Henrique-Saraiva-GMI-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Henrique-Saraiva-GMI-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>O que aproveitou para mudar e implementar na academia nesse ano parado?</p>
<p>Estudei com afinco a nossa metodologia de ensino. E também abri uma nova escola, a <a href="http://www.bjjlucan.com" target="_blank" rel="noopener">www.bjjlucan.com</a>. Estamos numa nova área de Dublin, que ainda não tinha BJJ e o crescimento está sendo rápido. Começamos mês passado com aulas de crianças e em breve teremos mais atletas para representar o time em competições. Ah, e graduei meu primeiro faixa-preta irlandês, o Connor Dillon, além de outros alunos de valor.</p>
<p>Como está o esporte no país?</p>
<p>Crescendo muito. Vamos ter este ano o primeiro irlandês no ADCC, o peso leve Sam McNally, e os eventos da IBJJF estão ficando grandes aqui, tenho certeza que ainda teremos um campeão mundial faixa-preta. Sobre nosso time, a equipe também só cresce, tanto que o professor Evandro Japão veio reforçar as aulas. Ele é meu primeiro faixa-preta, formado em 2007, e é bicampeão no Europeu de Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-henrique-saraiva-apos-recuperar-90-dos-alunos-pos-pandemia/">As lições de Saraiva ao recuperar 90% dos alunos pós pandemia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Patricky Pitbull fatura cinturão no Bellator; veja resultados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 01:44:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última sexta-feira, dia 5 de novembro, o brasileiro Patricky Pitbull teve motivos de sobra para celebrar. Em duelo contra o irlândes Peter Queally, na luta principal do Bellator 270, Patricky saiu vitorioso e conquistou o título dos leves na organização. Com um primeiro round equilibrado, Patricky adotou uma postura ofensiva e saiu em busca&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235419" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235419" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211108-112840-922.png" alt="" width="720" height="474" class="size-full wp-image-235419" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211108-112840-922.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211108-112840-922-300x198.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211108-112840-922-150x99.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235419" class="wp-caption-text">Patricky em entrevista após o confronto. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Na última sexta-feira, dia 5 de novembro, o brasileiro Patricky Pitbull teve motivos de sobra para celebrar. Em duelo contra o irlândes Peter Queally, na luta principal do Bellator 270, Patricky saiu vitorioso e conquistou o título dos leves na organização. </p>
<p>Com um primeiro round equilibrado, Patricky adotou uma postura ofensiva e saiu em busca de Queally, que por sua vez usava seus golpes para manter uma estratégica distância do brasileiro. Já no segundo assalto, após uma interrupção decorrente a uma dedada no olho de Patricky, o irlândes mudou sua estratégia e partiu para o ataque, fato que o deixou vulnerável ao potente cruzado de Patricky e o levou ao chão. Atordoado, Queally não conseguiu se defender e sucumbiu sob a sequência de ataques do brasileiro, que saiu vitorioso por nocaute técnico e manteve em casa o cinturão, que antes fora do irmão Patrício.</p>
<p>Confira abaixo os resultados completos do Bellator 270!</p>
<p><strong>Bellator 270<br />
Dublin, Irlanda<br />
5 de novembro de 2021</strong></p>
<p>Patricky Pitbull venceu Peter Queally por nocaute técnico a 1min05s do R2<br />
Patrick Mix finalizou James Gallagher na guilhotinha aos 39s do R3<br />
Pedro Carvalho venceu Daniel Weichel na decisão unânime dos jurados<br />
Ilias Bulaid venceu Georges Sasu na decisão dividida dos jurados</p>
<p>CARD PRELIMINAR</p>
<p>Ciaran Clarke finalizou Jordan Barton no mata-leão aos 4min11s do R3<br />
Daniele Scatizzi venceu Brian Hooi na decisão unânime dos jurados<br />
Lee Chadwick venceu Arunas Andriuskevicus na decisão dividida dos jurados<br />
Gokhan Saricam venceu Charlie Milner por nocaute técnico aos 15s do R1<br />
Nicolo Solli venceu Bobby Pallett na decisão dividida dos jurados<br />
Danni Neilan venceu Audrey Kerouche por nocaute técnico aos 3min58s do R3<br />
Yusuf Nazokatov finalizou Stephen Costello na chave de calcanhar aos 2min24s do R2</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/patricky-pitbull-fatura-cinturao-no-bellator-confira-os-resultados/">Patricky Pitbull fatura cinturão no Bellator; veja resultados</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rodrigo Boroski e a recompensa do trabalho duro no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 15:02:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a treinos de competição e horas de preparação física, é fácil para um atleta deixar a essência do Jiu-Jitsu em segundo plano, focando apenas nos resultados e medalhas que disputará em seu próximo evento. Ciente do prejuízo que tal mentalidade representa para um praticante da arte suave, nosso GMI Rodrigo Boroski prepara seus&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235222" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235222" class="size-full wp-image-235222" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36.jpeg" alt="" width="1284" height="1275" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-300x298.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-1024x1017.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-768x763.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235222" class="wp-caption-text">Rodrigo exibe suas medalhas. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Em meio a treinos de competição e horas de preparação física, é fácil para um atleta deixar a essência do Jiu-Jitsu em segundo plano, focando apenas nos resultados e medalhas que disputará em seu próximo evento. Ciente do prejuízo que tal mentalidade representa para um praticante da arte suave, nosso GMI Rodrigo Boroski prepara seus alunos e reforça que a vitória não é um objetivo, mas sim consequência de um trabalho bem feito nos tatames.</p>
<p>Com uma história incrível de superação, Rodrigo papeou com GRACIEMAG para contar sobre a empreitada de formar novos campeões, além de falar sobre seu duelo contra um câncer e como o mesmo influenciou seu método de ensino. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>RODRIGO BOROSKI: Aos 14 anos, estudava em um colégio militar que era ligado à universidade Gama Filho. Por conta disso, eu tinha muitos amigos que já praticavam Jiu-Jitsu e não demorou para que o professor me convidasse para conhecer o esporte. Nessa época, eu já era faixa-roxa de judô, esporte que praticava desde os 4 anos de idade, então no meu primeiro rola consegui dar uma boa queda no meu adversário. O problema é que esse adversário era um faixa-amarela, ou seja, levei uma surra no chão (risos). Me interessei pelo Jiu-Jitsu, mas no mesmo ano descobri que estava com câncer e fiquei tratando até os 17 anos. No fim do tratamento, decidi treinar Jiu-Jitsu e me matriculei na Chute Boxe, onde tive a oportunidade de treinar com grandes nomes como Anderson Silva, Murilo Ninja e Kazushi Sakuraba.</p>
<div id="attachment_235226" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235226" class="size-full wp-image-235226" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1.jpeg" alt="" width="1284" height="1271" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-300x297.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-1024x1014.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-768x760.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235226" class="wp-caption-text">&#8220;A vida não é sobre a espera pelo fim de tempestade, mas sim o aprendizado de como dançar na chuva&#8221;. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Sempre gostei de competir, mas como o Jiu-Jitsu não era tão difundido nessa época, lutava em campeonatos regionais. Lutei muito nos campeonatos paranaenses, que era filiados a CBJJ, e visitava outros municípios para participar de outras competições. Apesar de sempre estar no pódio desses eventos, ainda tinha limitações por conta do câncer e dos medicamentos que eu precisava tomar, então eu não consegui evoluir muito como atleta. Apesar disso, o meu amor pela arte suave nunca diminuiu.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior aprendizado ao ser graduado como faixa-preta?</strong></p>
<p>Recebi a minha faixa-preta em 2013 e em um momento difícil. Pouco antes de ser graduado, meu câncer voltou e os médicos me deram uma previsão de apenas treze meses de vida. Após um tratamento experimental com células-tronco, eu fiquei um tempo fazendo tratamentos para combater o câncer. Apesar desse problema, só faltava os treinos caso estivesse internado ou fazendo quimioterapia. Não conseguia fazer sparring por conta do mal estar proveniente dos tratamentos, mas essa situação ampliou a minha visão do que é ser um faixa-preta. A faixa não vem apenas porque você é um bom atleta, o que realmente é importante é a sua dedicação à arte marcial.</p>
<p><strong>Apesar das limitações, você não se deixou abalar e seguiu seu caminho na arte suave. Como o ensino modificou a sua percepção do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Posso dizer que tenho mais talento para ser professor do que atleta. Apesar do meu empenho, jamais pude me dedicar da forma que gostaria às competições. No entanto, não deixei de continuar treinando e aprendendo, mesmo quando o câncer voltou. Os conhecimentos que eu absorvi através desses anos me ajudaram a desenvolver uma análise crítica e focada. Sempre me voltei mais para a defesa pessoal, tendo em vista que ela exige menos do corpo, e frequentei seminários de grandes nomes do esporte, como Renzo Gracie, Fabio Gurgel e André Galvão. Além disso, tive a oportunidade de treinar por quinze dias com o grande mestre Hélio Gracie. Busquei todo esse conhecimento porque sabia que eu não teria uma carreira bem-sucedida como atleta, então estava focado em ensinar bem os meus alunos. Por conta disso, pude me tornar o primeiro professor na Irlanda com um atleta local que foi campeão mundial.</p>
<div id="attachment_235230" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235230" class="size-full wp-image-235230" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34.jpeg" alt="" width="1284" height="1268" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-1024x1011.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-768x758.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235230" class="wp-caption-text">Rodrigo junto a uma de suas alunas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual é o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Meus professores sempre me disseram que eu não tinha nada a provar pra ninguém, que era um vencedor por natureza e que deveria me divertir nas competições. Sempre passo esse mesmo ensinamento para os meus alunos, que a prioridade é estar feliz, o resultado é apenas uma consequência. Não me importo que meus alunos percam desde que eles deem o melhor deles. Medalhas vem e vão, mas o campeão de hoje pode ser esquecido amanhã. A verdadeira vitória é mostrar o seu melhor desempenho, algo que te faça feliz e que contribua para sua evolução como ser humano.</p>
<p><strong>Você mencionou a sua preferência pelos treinos de defesa pessoal na sua época de aluno. Hoje, como professor, esse gosto é algo que influencia o seu ensino?</strong></p>
<p>Eu sou um professor à moda antiga, ou seja, prezo muito pela defesa pessoal. Todos os meus alunos sabem se defender de socos, chutes e puxões de cabelo. A ideia é que se você consegue se defender na rua, uma competição não será nada assustador, tendo em vista que temos regras. Mas, acima de tudo, valorizo o trabalho de base. Não importa quanto o Jiu-Jitsu evolua ou se modernize, uma base sólida faz a diferença no currículo de um competidor.</p>
<p><strong> Apesar da importância do treino e do preparo físico, o lado psicológico do atleta pode ser um divisor de águas em um duelo. Como blindar seus alunos para as pressões de um campeonato?</strong></p>
<p>Mantenho uma disciplina muito rígida nos tatames. É uma reclamação recorrente dos meus alunos, mas eu não comemoro as vitórias ou sofro pelas derrotas. É importante que eles lembrem que o resultado da luta é uma consequência, um reflexo de um trabalho que você executou bem ou mal. Além disso, eu busco alimentar em cada um deles o instinto de coletividade, de que as vitórias e derrotas não são individuais, mas sim da equipe. Se eu tenho um aluno que é campeão, o mérito é de toda a equipe que treinou com ele e o acompanhou no campeonato. Ninguém vence sozinho ou perde sozinho.</p>
<div id="attachment_235228" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235228" class="size-full wp-image-235228" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24.jpeg" alt="" width="1284" height="1264" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-300x295.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1024x1008.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-768x756.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235228" class="wp-caption-text">No pódio do Dublin Open 2018. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Ao meu ver, não há uma receita para o sucesso. O caminho para ser bem-sucedido, tanto dentro quanto fora do Jiu-Jitsu, é o trabalho duro e, principalmente, a disposição para nunca desistir. Independentemente da habilidade do seu oponente ou de como a luta está progredindo, você não pode se entregar. Se eu tivesse desistido na minha luta contra o câncer, hoje estaria morto. Procuro sempre firmar isso com os meus alunos, especialmente quando eles reclamam que estão cansados. Quanto mais cansado estiver, mais você vai favorecer a técnica ao invés da força e isso é o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Estabelecido como um professor de sucesso na Irlanda, quais são os planos para seu futuro no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Além de continuar guiando e ensinando meus alunos, estou ganhando peso e me preparando fisicamente para voltar a competir. Devido aos meus altos e baixos com o câncer, nunca me senti tão forte quanto estou agora e pretendo aproveitar isso. Minha meta é participar do Campeonato Europeu e do Mundial no ano que vem.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-boroski-e-a-recompensa-do-trabalho-duro-no-jiu-jitsu/">Rodrigo Boroski e a recompensa do trabalho duro no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O aprendizado de Henrique Saraiva no retorno aos treinos na Irlanda</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 14:10:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Sente-se. Seja humilde&#8221;. Com este mantra na parede, o professor Henrique Saraiva retomou em setembro as aulas de Jiu-Jitsu em suas escolas na Irlanda, após mais de um ano de academias fechadas no país. O professor, filho do grande mestre Orlando Saraiva, celebrou a nova fase em Dublin e dividiu os ensinamentos com nossa equipe.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235071" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235071" class="size-full wp-image-235071" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235071" class="wp-caption-text">Henrique Saraiva ensina Jiu-Jitsu em Dublin. Foto: Divulgação</p></div>
<p>&#8220;Sente-se. Seja humilde&#8221;. Com este mantra na parede, o professor Henrique Saraiva retomou em setembro as aulas de Jiu-Jitsu em suas escolas na Irlanda, após mais de um ano de academias fechadas no país.</p>
<p>O professor, filho do grande mestre Orlando Saraiva, celebrou a nova fase em Dublin e dividiu os ensinamentos com nossa equipe.</p>
<p>&#8220;Acho que o maior aprendizado que pude colher nesse período difícil para todos vem de uma analogia que fiz com o Jiu-Jitsu&#8221;, reflete Henrique. &#8220;Que é: na vida não temos controle de muitas coisas. Nos momentos de dificuldade, é preciso sermos sábios para esperar a hora certa de reagir, o importante é não gastar energia sem necessidade. Ninguém se atira num mar para enfrentar um vendaval, nem adianta embarcar sem vento&#8221;.</p>
<p>Saraiva aproveitou a parada forçada para promover mudanças: &#8220;Na volta, recomecei em setembro num novo dojo, numa região que ainda não tinha academias de Jiu-Jitsu. Espero crescer muito por aqui. A <a href="https://www.graciemag.com/academias/d15-academy-carlson-gracie/" target="_blank" rel="noopener">academia em D15</a> continua também, então crescemos no fim das contas.&#8221;</p>
<p>Henrique Saraiva também aproveitou para botar o papo, e os ensinamentos, em dia no Brasil. &#8220;Voei para o Brasil no início da pandemia e assim pude curtir a família. Desde que <a href="https://www.graciemag.com/2019/08/15/depois-daquele-soco-henrique-saraiva-comenta-a-explosao-do-jiu-jitsu-na-irlanda-apos-mcgregor/" target="_blank" rel="noopener">me mudei para a Irlanda</a>, não conseguia passar tantos meses com eles. Na verdade, mesmo quando morava no Brasil nunca tinha ficado tão colado assim com meus pais. Foi uma ótima oportunidade, pude conversar muito com meu pai e absorver o máximo das experiências e as grandes histórias dele no tatame, com mestres Carlson e Paquetá.&#8221;</p>
<p>De acordo com Saraiva, a turma irlandesa voltou mais empolgada do que nunca, e já recomeçaram a planejar a volta aos campeonatos também. &#8220;Acho que o Jiu-Jitsu na Irlanda será ainda mais forte, o espírito da moçada só se renovou. Vejo pelas crianças da nossa equipe, que estão ainda mais animadas, querendo gastar toda aquela energia. Espero em breve poder ver meus alunos lutando em eventos por toda a Europa. Estamos chegando lá, enfim.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/henrique-saraiva-conta-o-que-aprendeu-no-retorno-pos-pandemia-na-irlanda/">O aprendizado de Henrique Saraiva no retorno aos treinos na Irlanda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Embaixada do Brasil na Irlanda apoia projetos de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 17:55:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em encontro realizado na Embaixada do Brasil na Irlanda, o professor Henrique Saraiva, o conselheiro César Leite e o embaixador Marcelo Biato firmaram uma parceria para apoiar projetos envolvendo o Jiu-Jitsu no país europeu. Saraiva, professor de Jiu-Jitsu radicado na capital Dublin há seis anos, é um dos mais ativos divulgadores do esporte na Irlanda,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234142" style="width: 1461px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234142" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/2d9bffaa-ab49-4f6f-b719-7c96e7d381c6.jpg" alt="" width="1451" height="1402" class="size-full wp-image-234142" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/2d9bffaa-ab49-4f6f-b719-7c96e7d381c6.jpg 1451w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/2d9bffaa-ab49-4f6f-b719-7c96e7d381c6-300x290.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/2d9bffaa-ab49-4f6f-b719-7c96e7d381c6-1024x989.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/2d9bffaa-ab49-4f6f-b719-7c96e7d381c6-768x742.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/2d9bffaa-ab49-4f6f-b719-7c96e7d381c6-150x145.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1451px) 100vw, 1451px" /><p id="caption-attachment-234142" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p>Em encontro realizado na Embaixada do Brasil na Irlanda, o professor Henrique Saraiva, o conselheiro César Leite e o embaixador Marcelo Biato firmaram uma parceria para apoiar projetos envolvendo o Jiu-Jitsu no país europeu.</p>
<p>Saraiva, professor de Jiu-Jitsu radicado na capital Dublin há seis anos, é um dos mais ativos divulgadores do esporte na Irlanda, tanto por meio de sua academia, quanto de seus projetos sociais em escolas e competições esportivas que realiza.</p>
<p>Na reunião na Embaixada, o tema foi o desenvolvimento do Jiu-Jitsu na Irlanda e no resto do planeta nos últimos anos. Com a quantidade de professores que o Brasil tem exportado para o mundo, o aumento do número de academias, praticantes e campeonatos, a arte marcial tem sido um importante difusor da cultura brasileira.</p>
<p>A comunidade brasileira na Irlanda hoje é estimada em 70 mil brasileiros e a Embaixada tem apoiado projetos que contribuam, de maneira consistente, para a construção de pontes sólidas entre as culturas brasileira e irlandesa. O Jiu-Jitsu, como no resto do mundo, tem se firmado como uma excelente ferramenta de integração na comunidade brasileira.</p>
<p>Como filho de Orlando Saraiva, um faixa-vermelha que começou no esporte graças a um projeto social, professor Henrique sabe bem a importância do apoio de todos para a modalidade fincar suas raízes:</p>
<p>“Tudo ainda parece um sonho, e está bem no início, mas estamos trabalhando duro para virar realidade”, comenta Henrique Saraiva.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/embaixada-do-brasil-na-irlanda-apoia-projetos-de-jiu-jitsu/">Embaixada do Brasil na Irlanda apoia projetos de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Henrique Saraiva e Darragh O’Conaill seguem popularizando Jiu-Jitsu na Irlanda</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 15:16:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Craque do Jiu-Jitsu na Irlanda, representante do país em diversos torneios da elite, Darragh O’Conaill tem motivos de sobra para celebrar. Sob a tutela do brasileiro Henrique Saraiva, nosso GMI em Dublin, o irlandês alcançou o segundo grau em sua faixa-preta, cimentando sua reputação como uma dos principais competidores da terra de Conor McGregor. GRACIEMAG&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234044" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234044" class="size-full wp-image-234044" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-111814.png" alt="" width="496" height="330" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-111814.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-111814-300x200.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-111814-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234044" class="wp-caption-text">Henrique e Darragh após a graduação. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Craque do Jiu-Jitsu na Irlanda, representante do país em diversos torneios da elite, Darragh O’Conaill tem motivos de sobra para celebrar. Sob a tutela do brasileiro <a href="https://www.instagram.com/henriquesaraivajj/" target="_blank" rel="noopener">Henrique Saraiva</a>, nosso GMI em Dublin, o irlandês alcançou o segundo grau em sua faixa-preta, cimentando sua reputação como uma dos principais competidores da terra de Conor McGregor.</p>
<p>GRACIEMAG relembra hoje um dos duelos mais importantes da carreira de O’Conaill, a final dos pesos médios no Europeu sem kimono 2018 da IBJJF. Confira a pressão do master com pique de adulto, no vídeo abaixo. Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Darragh O Conaill vs Tuomas Ylinampa / European NoGi 2018" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/RBkKEP4WA9E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/henrique-saraiva-e-darragh-oconaill-seguem-popularizando-jiu-jitsu-na-irlanda/">Henrique Saraiva e Darragh O’Conaill seguem popularizando Jiu-Jitsu na Irlanda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Treze segundos: Reveja o nocaute que chocou o mundo no UFC 194</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2015 06:47:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dez anos de invencibilidade terminaram em apenas treze segundos. O MMA com suas surpresas deixou o mundo em choque na noite deste sábado, dia 12 de dezembro, no UFC 194. O aguardado duelo entre Conor McGregor e José Aldo pelo cinturão peso-pena da organização terminou num piscar de olhos. Não há muito o que se&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dez anos de invencibilidade terminaram em apenas treze segundos. O MMA com suas surpresas deixou o mundo em choque na noite deste sábado, dia 12 de dezembro, no UFC 194. O aguardado duelo entre Conor McGregor e José Aldo pelo cinturão peso-pena da organização terminou num piscar de olhos.</p>
<p>Não há muito o que se analisar da luta. Aldo fintou soco de direita e se jogou com o cruzado de esquerda. McGregor deu um passo atrás e soltou um cruzado curto também de canhota. O golpe do irlandês chegou primeiro, e com precisão cirúrgica.</p>
<p>O Campeão foi ao solo, nocauteado. Conor deu mais um golpe por cima e foi interrompido pelo árbitro. Vitória e cinturão para McGregor.</p>
<p>Confira abaixo o nocaute mais rápido da história em disputas de cinturão.</p>
<p><b> Clique na imagem e assista </b></p>
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<h3>UFC 194<br />
MGM Grand Arena, Las Vegas, Nevada<br />
12 de dezembro</h3>
<p>Conor McGregor nocauteou José Aldo aos 13s do R1<br />
Luke Rockhold venceu Chris Weidman por nocaute técnico aos 3min12s do R4<br />
Yoel Romero venceu Ronaldo Jacaré na decisão dividida dos jurados<br />
Demian Maia venceu Gunnar Nelson na decisão unânime dos jurados<br />
Max Hollaway venceu Jeremy Stephens na decisão unânime dos jurados</p>
<p>CARD PRELIMINAR</p>
<p>Urijah Faber venceu Frankie Saenz na decisão unânime dos jurados<br />
Tecia Torres venceu Jocelyn Jones-Lybarger na decisão unânimes dos jurados<br />
Warlley Alves finalizou Colby Covington na guilhotina a 1min26s do R1<br />
Leonardo Santos venceu Kevin Lee por nocaute técnico aos 3min21s do R1<br />
Magomed Mustafaev venceu Joe Proctor por nocaute técnico a 1min54s do R1<br />
Yancy Medeiros venceu John Makdessi na decisão dividida dos jurados<br />
Court McGee venceu Marcio Lyoto na decisão unânime dos jurados</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/treze-segundos-reveja-o-nocaute-que-chocou-o-mundo-no-ufc-194/">Treze segundos: Reveja o nocaute que chocou o mundo no UFC 194</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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