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	<title>exército | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Como o Jiu-Jitsu ajudou a pacificar a mente de um veterano do exército</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2025 14:23:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-em-combate.png" alt="" width="637" height="424" class="aligncenter size-full wp-image-244777" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-em-combate.png 637w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-em-combate-300x200.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-em-combate-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" /></p>
<p>Nascido no Brasil e criado na Califórnia, o militar Ivan Oliveira estava acostumado a se movimentar no solo com agilidade, à disciplina e a enfrentar as missões mais árduas. Ainda assim, quando entrou pela primeira vez numa academia de Jiu-Jitsu, no dojo da professora Gazzy Parman, ele teve medo. Um medo diferente, claro.</p>
<p>“Eu servi na Alemanha e depois fui enviado ao Iraque, até que me licenciei das forças armadas. Eu tinha noções de combate corpo a corpo, claro, mas até 2011 nunca havia tido a oportunidade de fazer parte de uma escola de Jiu-Jitsu”, ele conta, antes de detalhar o sentimento que o dominava – um temor muito comum em quem pensa em experimentar pela primeira vez o tal Jiu-Jitsu: “Quando pus o kimono, eu estava cabreiro de fazer papel de bobo em cima do tatame.”</p>
<p>Ivan não estava muito bem quando decidiu começar. Após se afastar da rotina miliar, ele estava acima do peso, deprimido, sentia-se abandonado. Seus amigos de farda continuavam grandes cupinchas, claro, mas agora estavam a milhares de quilômetros de distância. O corpo estava fora de forma, a mente estava enfraquecida: “Eu me sentia sem rumo. Meu casamento havia sido um desastre, e eu cheguei até a considerar encerrar minha vida.”</p>
<p>Se o medo passou na hora? Sim, já na metade da primeira aula, após algumas repetições da raspagem tesourinha. Após aquela aula, tudo mudou. Mais de uma década após aquele treino experimental com a campeã Parman, Ivan foi condecorado faixa-preta, na <a href="http://www.gbgreensboro.com" rel="noopener" target="_blank">escola Gracie Barra.</a></p>
<p>“Não fui um aluno dos mais consistentes, pois precisei morar no Alasca, depois me contundi. Mas eu pus na cabeça que eu seria faixa-preta antes dos 40 anos, e isso me fazia voltar sempre. Não era uma meta, era uma certeza. No Jiu-Jitsu, encontrei motivação e o rumo, e aquela arte se tornou uma paixão”, diz Ivan. </p>
<p><img decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/ivan5.png" alt="" width="424" height="637" class="aligncenter size-full wp-image-244775" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/ivan5.png 424w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/ivan5-200x300.png 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/ivan5-100x150.png 100w" sizes="(max-width: 424px) 100vw, 424px" /></p>
<p>Ele chegou à <a href="http://www.gbslc.com" rel="noopener" target="_blank">Gracie Barra Salt Lake City</a> quando era faixa-azul, e depois foi para a GB Greensboro. Seidler Rodrigo, professor e campeão da GB, foi um mentor na hora e lugar certos. Com o professor Lucas Nabuco, aperfeiçoou suas técnicas e se formou faixa-preta.</p>
<p>“A força mental que adquiri me permitiu enfrentar meus problemas com confiança. Hoje eu não tenho mais medo dos meus pensamentos como eu tinha antes. Na GB sei que tenho um exército de amigos para me ajudar a encarar minhas batalhas diárias”, diz a fera. “Se eu tiver um dia ruim, sei que, durante o treino, vou resolver minhas frustrações nos tatames, o que muitas vezes me leva a encontrar a clareza necessária para superar os problemas que enfrento fora da academia”.</p>
<p>Ivan chegou a competir, e crê que os desafios que encontrou no Jiu-Jitsu funcionam como um catalisador que transforma a maneira como abordamos as dificuldades na vida. “Nosso cérebro aprende a superar problemas, a não temer nossos demônios – sejam do tamanho que forem”, explica. “Hoje eu estou sempre indicando o Jiu-Jitsu para todos os veteranos como uma forma de superar problemas de saúde física e mental que podem debilitar as pessoas após o serviço militar.”</p>
<p>Ivan, após a carreira no exército americano, tornou-se um agente da lei: “O Jiu-Jitsu me ensinou a relaxar, a não me desgastar demais com esforços inúteis. Hoje consigo perseguir uma solução que exige menos esforço e é mais eficiente na resolução do problema.”</p>
<p>Para o faixa-preta da GB, o Jiu-Jitsu é um tesouro valioso para todos, e não apenas para quem sonha com medalhas e um título mundial.</p>
<p><img decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-e-Seidler.png" alt="" width="637" height="424" class="aligncenter size-full wp-image-244779" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-e-Seidler.png 637w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-e-Seidler-300x200.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/04/Ivan-GB-e-Seidler-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" /></p>
<p>“A beleza do Jiu-Jitsu é que a jornada não é fácil; a arte força a pessoa a superar adversidades para se tornar uma versão melhor de si mesma. Com o Jiu-Jitsu encontrei mestres e mentores que me ensinaram que o autoaperfeiçoamento é uma jornada sem fim. Minha trajetória não foi fácil e pensei em desistir, o que muitas vezes me levou a vivenciar fracassos que causaram profunda dor emocional. No entanto, sempre que sentia que a vida estava me batendo forte demais, bastava um treino com meus amigos para melhorar drasticamente meu humor. Isso me permitia agir com a clareza necessária”, narra o militar, antes de concluir:</p>
<p>“O Jiu-Jitsu também me fez entender que pedir ajuda não é uma fraqueza. Aprendi a lição ao pedir ajuda aos meus professores e amigos dentro e fora dos tatames. Aprendi, ainda, a ser muito mais paciente, o que me tornou um marido, pai, amigo e pessoa melhor.”</p>
<p>E você, também venceu a si mesmo graças ao Jiu-Jitsu? Oss…</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-ajudou-a-pacificar-a-mente-de-um-veterano-do-exercito/">Como o Jiu-Jitsu ajudou a pacificar a mente de um veterano do exército</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Exército americano estuda Jiu-Jitsu na Gracie Barra, no Texas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2023 13:40:31 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242434" style="width: 733px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242434" class="wp-image-242434 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gb-exercito-texas.jpg" alt="" width="723" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gb-exercito-texas.jpg 723w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gb-exercito-texas-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gb-exercito-texas-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /><p id="caption-attachment-242434" class="wp-caption-text">Faixa-preta da GB Cedar Park, Texas, Jean Pierre aprendeu que até os soldados americanos estão curtindo os benefícios do Jiu-Jitsu. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Que o Jiu-Jitsu tem crescido mundo afora não é novidade. Muitos países e instituições vêm, há décadas, abraçando a arte marcial como filosofia de vida, ferramenta de ensino, defesa pessoal e muito mais.</p>
<p>Recentemente, foi a vez do Exército americano, mais precisamente o Headquarters 3 Calvary Regiment, do Texas. Os oficiais participaram de uma aula de situação de combate com o professor Jean Pierre, faixa-preta da Gracie Barra.</p>
<p>Originalmente de Teresópolis, no Rio de Janeiro, hoje sob os cuidados do professor Fábio Gigantinho em Austin, Texas, o jovem Jean Pierre, de 28 anos, juntou o kimono e a farda do exército americano para expor suas técnicas de defesa pessoal. Ele completou:</p>
<p>“O Jiu-Jitsu vai muito além das competições, vai além do tatame. Ele pode ser usado no dia a dia tanto em sua forma filosófica como também disciplinar. Embora o cenário no dia da aula fosse desafiador, com chuva e frio às 6h da manhã, foi muito prazeroso ver os soldados empolgados e querendo aprender mais sobre a nossa arte suave. Me fez lembrar o quão poderoso é o Jiu Jitsu. Eu me senti grato pela oportunidade de estar junto a essa tropa.&#8221;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-242436 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Exercito-Texas.jpg" alt="" width="723" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Exercito-Texas.jpg 723w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Exercito-Texas-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Exercito-Texas-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/exercito-americano-estuda-jiu-jitsu-na-gracie-barra-no-texas/">Exército americano estuda Jiu-Jitsu na Gracie Barra, no Texas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GMI Virginia Macedo, o estudo e a evolução do esporte nos Emirados Árabes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 16:25:33 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-238156 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Virginia-Macedo-1024x886.jpg" alt="" width="650" height="562" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Virginia-Macedo-1024x886.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Virginia-Macedo-300x260.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Virginia-Macedo-768x665.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Virginia-Macedo-150x130.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Virginia-Macedo.jpg 1166w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>A professora e faixa-preta Virginia Macedo, representante da equipe Gracie Niterói, tem escrito uma longa e bonita história no Jiu-Jitsu.</p>
<p>A professora, que vive nos Emirados Árabes com a missão de disseminar a cultura da arte suave, está de férias no Brasil e aproveitou a oportunidade para adicionar mais uma medalha de ouro à coleção. Virginia foi campeã no peso leve master 2, no International Master South America, disputado a 30 e 31 de julho no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em bate-papo com o GRACIEMAG.com, Virginia comentou o crescimento do Jiu-Jitsu nos Emirados Árabes e relatou os maiores desafios de liderar uma equipe no exterior.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Há quanto tempo você vive nos Emirados Árabes?</strong></p>
<p>VIRGINIA: Eu vivo nos Emirados Árabes há oito anos. Minha ida para os Emirados foi já com a intenção de contribuir para a propagação da cultura do Jiu-Jitsu no mundo árabe. Como atleta, me sagrei campeã do World Pro e do Grand Slam, de Abu Dhabi. Como coach, tive algumas oportunidades de ministrar aulas em projetos militares, bombeiros e clubes locais, além de ter sido uma das responsáveis pela equipe de competição feminina dos Emirados Árabes.</p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios de ensinar no exterior?</strong></p>
<p>O choque cultural foi, sem dúvida, o maior desafio. Existe uma grande diferença de hábitos e costumes que são impactantes. Mas as duas nações possuem paixão grande pelo esporte. O Jiu-Jitsu tem o poder de se tornar uma língua universal. Falando de diferenças, existe algo que é evidente: o investimento que os Emirados Árabes fazem para o crescimento e disseminação do esporte, enquanto no Brasil nós não o temos na mesma proporção.</p>
<p><strong>Como você analisa o crescimento do Jiu-Jitsu nos Emirados Árabes nos últimos anos?</strong></p>
<p>Surreal! O crescimento é digno de ser exemplo para todas as pessoas que acreditam no esporte como transformador e instrumentos para educação e desenvolvimento humano.</p>
<p><strong>Nos tempos de competidora, qual era sua maior motivação para se manter no alto nível?</strong></p>
<p>Uma das minhas maiores motivações era me sentir bem fazendo o que sempre amei, que era competir. Ter a sensação de saber que entrei no tatame e dei o meu melhor. Pude aprender um pouco em cada experiência. Minha motivação sempre foi de me superar, de alcançar o que sempre sonhei: ser referência de superação para mim mesma e para outras atletas, com o objetivo de contribuir para o crescimento do esporte e também para inspirar a transformação de vidas de forma positiva.</p>
<p><strong>Quais são seus próximos objetivos no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Meus principais objetivos são estudar. Quero com isso me tornar ainda mais capacitada para poder ajudar atletas a crescer no esporte de forma inteligente e correta. Pretendo continuar treinando para conquistar os títulos que ainda não tenho, como o Mundial Masters e o Pan da IBJJF.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-virginia-macedo-e-a-evolucao-do-esporte-nos-emirados-arabes/">GMI Virginia Macedo, o estudo e a evolução do esporte nos Emirados Árabes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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