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	<title>derrota | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>derrota | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>A arte de se recuperar e levantar o ânimo após a perda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 22:47:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Perder, contudo, é tão natural quanto conquistar. Perdemos a jovialidade, dinheiro, posses, amigos e, se você for esportista, até lutas e medalhas. Como seguir em frente?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243520" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243520" class="wp-image-243520 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/05/800px-Van_Gogh_-_Trauernder_alter_Mann-779x1024.jpeg" alt="A pintura &quot;Homem velho em tristeza&quot;, de Vincent Van Gogh" width="650" height="854" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/05/800px-Van_Gogh_-_Trauernder_alter_Mann-779x1024.jpeg 779w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/05/800px-Van_Gogh_-_Trauernder_alter_Mann-228x300.jpeg 228w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/05/800px-Van_Gogh_-_Trauernder_alter_Mann-768x1010.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/05/800px-Van_Gogh_-_Trauernder_alter_Mann-114x150.jpeg 114w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/05/800px-Van_Gogh_-_Trauernder_alter_Mann.jpeg 800w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243520" class="wp-caption-text">A pintura &#8220;Homem velho em tristeza&#8221;, de Vincent Van Gogh</p></div>
<p>Muitas derrotas na vida, dentro ou fora do campo esportivo, vêm acompanhadas de um sentimento que devasta. A raiva, a indignação, a sensação de impotência acarretam uma paralisia e uma impossibilidade de voltar a viver em plena normalidade.</p>
<p>Perder, contudo, é tão natural quanto conquistar. Perdemos a jovialidade, dinheiro, posses, amigos e, se você for esportista, até lutas e medalhas. Como seguir em frente?</p>
<p>Alguns craques deram boas respostas. Confira a seguir, e ajude quem precisa a recuperar o ânimo. Oss!</p>
<p>“Você não pode realmente recuperar-se de uma perda até que se permita realmente sentir a perda.&#8221;<br />
<strong>— Mandy Hale</strong></p>
<p>“Você não vai superar a perda dum ente querido; você vai aprender a viver com ela. Você vai sarar-se e vai reconstruir-se ao redor da perda que sofreu. Você será pleno novamente mas nunca mais será o mesmo.&#8221;<br />
<strong>— Elisabeth Kübler-Ross</strong></p>
<p>“Quando estiver pesaroso, olhe de novo dentro de seu coração, e você verá que na verdade está chorando pelo que já foi a sua alegria.&#8221;<br />
<strong>— Khalil Gibran</strong></p>
<p>“Principalmente, é a perda que nos ensina a respeito do valor das coisas.&#8221;<br />
<strong>— Arthur Schopenhauer</strong></p>
<p>“A ausência é uma casa tão vasta que, dentro dela, você vai passar por suas paredes e pendurar quadros no ar.&#8221;<br />
<strong>— Pablo Neruda</strong></p>
<p>“A canção termina mas a melodia perdura.”<br />
<strong>— Irving Berlin</strong></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-se-recuperar-e-levantar-o-animo-apos-a-perda/">A arte de se recuperar e levantar o ânimo após a perda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições da campeã Thaynara para competir com a mente em paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 15:47:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professora da Double Five Jiu-Jitsu, Thaynara Dias voltou de Las Vegas com medalhas e lições valiosas, após vencer o American National da IBJJF, o Campeonato Americano da Federação. A aluna dos GMIs Alex Salgado e Tatu Escobar finalizou todas as suas lutas no evento. O curioso é que a faixa-preta estava enfrentando tempos difíceis e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242062" style="width: 733px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242062" class="wp-image-242062 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Thaynara-Dias-Double-Five.jpg" alt="Thaynara Dias com a medalha de ouro em Vegas, em julho. Foto: Acervo Pessoal" width="723" height="655" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Thaynara-Dias-Double-Five.jpg 723w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Thaynara-Dias-Double-Five-300x272.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/Thaynara-Dias-Double-Five-150x136.jpg 150w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /><p id="caption-attachment-242062" class="wp-caption-text">Thaynara Dias com a medalha de ouro em Vegas, em julho. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p>Professora da Double Five Jiu-Jitsu, Thaynara Dias voltou de Las Vegas com medalhas e lições valiosas, após vencer o American National da IBJJF, o Campeonato Americano da Federação.</p>
<p>A aluna dos GMIs Alex Salgado e Tatu Escobar finalizou todas as suas lutas no evento. O curioso é que a faixa-preta estava enfrentando tempos difíceis e dúvidas na carreira, após ficar fora do pódio no Mundial de Jiu-Jitsu. Confira o que <a href="http://www.instagram.com/thaynaradiasjj" target="_blank" rel="noopener">ela aprendeu ao sacudir a poeira e dar a volta por cima.</a></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Qual foi a maior lição dessa conquista em Vegas?</strong></p>
<p><strong><em>THAYNARA DIAS:</em></strong> Fui campeã na minha categoria de peso e fiquei em terceiro lugar no absoluto. Um ponto importante sobre esse torneio é que eu estava passando por um momento difícil depois do Mundial. Na Pirâmide eu perdi nas quartas, e acabei ficando fora do pódio. Fiquei assim um pouco para baixo. Mas no American National consegui atuar de modo mais leve, dei a volta por cima e aprendi que temos que respeitar nossos momentos. Consegui lutar bem e finalizar todas minhas lutas na categoria. Aprendi assim que jamais conquistamos nossos sonhos no tempo que a gente deseja, e sim no que Deus quer.</p>
<p><strong>Como foi a caminhada até o bronze no absoluto?</strong></p>
<p>Fiz duas lutas e voltei com o bronze. Finalizei uma e a outra perdi nos pontos. Não me cobrei tanto nesse campeonato pois eu estava um mês sem treinar. Resolvi ir por pura adrenalina e por incentivo do meu esposo. E foi o melhor campeonato que eu fiz, pois não me cobrei e só me diverti.</p>
<p><strong>Como sua cabeça funciona durante os torneios?</strong></p>
<p>Sempre penso que é só mais um dia fazendo meu trabalho, que eu treinei para aquilo e sempre peço a Deus que me conceda a vitória se for da vontade dele. Sempre me imagino lutando, antes de entrar para competir. Isso de fato me acalma. Gosto de visualizar na minha cabeça as técnicas que quero fazer, como se a luta já estivesse rolando. E isso sempre funciona, imagino minha mão erguida no final, e que eu mereci pois treinei anos para chegar lá.</p>
<p><strong>O que um campeão deve perseguir?</strong></p>
<p>Persistência e determinação sempre. Em muitas etapas da nossa vida, vai parecer que chegamos ao limite, que não dá mais. Parece que você não está no lugar certo, sabe? Mas é preciso espantar esses pensamentos e confiar em si mesmo acima de tudo, pois você e Deus no fim das contas são os únicos combustíveis para não parar. Só você pode fazer isso por você, então siga em frente que, no fim da estrada quando olhar pra trás, verá que valeu a pena cada pedra no caminho.</p>
<p><strong>Você guarda algum momento memorável dos seus treinamentos nesta temporada?</strong></p>
<p>Meus momentos de treino no tatame são sempre divertidos e memoráveis. Mas lembro que antes do Brasileiro da CBJJ, o Salgado e o Tatu sempre me motivaram muito, me botaram para cima e me deram aquela certeza que eu iria chegar bem ao Campeonato. Eles sempre estavam comigo me mostrando que eu podia. Isso com certeza vai ficar sempre na minha memória e no meu coração.</p>
<p>Saiba mais sobre os campeões e técnicas vitoriosas <a href="https://www.instagram.com/graciemagoficial/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">no nosso Instagram, aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-da-campea-thaynara-para-competir-com-a-mente-em-paz/">As lições da campeã Thaynara para competir com a mente em paz</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Sofreu uma derrota doída? Especialistas ajudam a superar e voltar mais forte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2022 12:25:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seja na Copa do Mundo, nos Jogos Olímpicos, no MMA ou na vida, a dor da derrota pode muito bem ser o combustível essencial para voltar com tudo numa próxima missão. Afinal, como sabe quem treina Jiu-Jitsu, tomar um sufoco num treino, ou até mesmo num torneio, nunca foi nem será o fim do mundo.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_202545" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202545" class="size-full wp-image-202545" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/DDPL4oLWAAAdS-k.jpg" alt="" width="1000" height="667" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/DDPL4oLWAAAdS-k.jpg 1000w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/DDPL4oLWAAAdS-k-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/DDPL4oLWAAAdS-k-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/DDPL4oLWAAAdS-k-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-202545" class="wp-caption-text">Fedor após o nocaute que levou de Matt Mitrione no Bellator NYC, em 2017 . Foto: Lucas Noonan/Bellator</p></div>
<p>Seja na Copa do Mundo, nos Jogos Olímpicos, no MMA ou na vida, a dor da derrota pode muito bem ser o combustível essencial para voltar com tudo numa próxima missão.</p>
<p>Afinal, como sabe quem treina Jiu-Jitsu, tomar um sufoco num treino, ou até mesmo num torneio, nunca foi nem será o fim do mundo.</p>
<p>O revés na realidade traz à mente aquele detalhe importante para não errar de novo e de quebra ter uma opção mais vantajosa para o futuro.</p>
<p>A filosofia de crescer com a derrota não é nova. Outros atletas, além de escritores e personalidades, também têm na mente a força para lidar com o infortúnio e crescer. Compilamos na GRACIEMAG #253 algumas das melhores frases para você se motivar. Confira a lista abaixo e não deixe de <a href="https://graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener">assinar a GRACIEMAG</a> para aprender ainda mais como melhorar no Jiu-Jitsu e na vida.</p>
<p><em>“O campo da derrota não está povoado de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer.”</em><br />
<strong>Abraham Lincoln</strong></p>
<p><em>“Não existe fracasso. Existem somente resultados.”</em><br />
<strong>Anthony Robbins</strong></p>
<p><em>“Perder implica remoção de detritos: começar de novo.”</em><br />
<strong>Carlos Drummond de Andrade</strong></p>
<p><em>“Um homem pode ser destruído, mas não derrotado.”</em><br />
<strong>Ernest Hemingway</strong></p>
<p><em>“O importante não é ser melhor do que alguém, e sim melhor do que ontem.”</em><br />
<strong>Jigoro Kano</strong></p>
<div id="attachment_230890" style="width: 632px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230890" class="size-full wp-image-230890" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Zico.jpeg" alt="" width="622" height="350" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Zico.jpeg 622w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Zico-300x169.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/Zico-150x84.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 622px) 100vw, 622px" /><p id="caption-attachment-230890" class="wp-caption-text"><a href="https://www.instagram.com/zico/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Zico em ação</a> na Copa de 82. Foto: Reprodução</p></div>
<p><em>“O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas.O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas.”</em><br />
<strong>José Saramago</strong></p>
<p><em>“A maior lição que o Jiu-Jitsu pode ensinar ao praticante é a de enxergar no meio do inferno um pedacinho do paraíso.”</em><br />
<a href="https://www.instagram.com/ricksongraciejj/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rickson Gracie</strong></a></p>
<p><em>“Às vezes é preciso aceitar simplesmente que o outro cara jogou melhor que você naquele dia.”</em><br />
<strong>Roger Federer</strong></p>
<p><em>“Só zomba de cicatrizes quem nunca foi ferido.”</em><br />
<strong>William Shakespeare</strong></p>
<p><em>“Sucesso consiste em ir de fracasso a fracasso sem perder o entusiasmo.”</em><br />
<strong>Winston Churchill</strong></p>
<p><em>“Quando a fase é ruim, o jeito é suar mais.”</em><br />
<strong>Zico</strong></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/sofreu-uma-derrota-doida-especialistas-ajudam-voce-a-superar-e-voltar-mais-forte/">Sofreu uma derrota doída? Especialistas ajudam a superar e voltar mais forte</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Túnel do tempo: É preciso saber perder no Jiu-Jitsu e no MMA</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 08:05:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #239 (2017). Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! Clique aqui e confira! Perder dói. Vamos deixar de lado o falso estoicismo e assumirmos uma verdade absoluta: ninguém gosta de perder. Não&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_205281" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205281" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/lyoto2-1024x682.jpg" alt="" width="650" height="433" class="size-large wp-image-205281" /><p id="caption-attachment-205281" class="wp-caption-text">Lyoto Machida acabou nocauteado no primeiro round por Derek Brunson, no UFC Sâo Paulo. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p><em>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #239 (2017). Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e confira</a>!</em></p>
<p>Perder dói. Vamos deixar de lado o falso estoicismo e assumirmos uma verdade absoluta: ninguém gosta de perder. Não conheci até hoje nenhum ser iluminado o suficiente para ficar indiferente a uma derrota ou alguém moralmente elevado o suficiente para, imediatamente, acreditar que aquilo ocorreu para o próprio bem.</p>
<p>É duro aceitar, mas a realidade é que, tanto o esporte quanto a própria vida são feitos de vitórias e derrotas, de bons e maus momentos. O que diferencia realmente as mentes fortes é saber reconhecer essa realidade e se recuperar após uma perda.</p>
<p>Gênios como Michael Jordan, Muhammad Ali e Georges St-Pierre souberam transformar derrotas em aprendizados e em motivação para se recuperarem. Corrigiram falhas, aprimoraram-se e apresentaram algumas das melhores atuações da história do esporte após sofrerem reveses pesados.</p>
<p>Infelizmente, essa não é a regra. Muitos astros conquistam uma autoconfiança tão elevada que a derrota passa a ser algo inconcebível. Quanto melhores eles são e mais vitórias vão acumulando, mais iludem-se de que são invencíveis. Quando essa ilusão é desfeita, perdem sua fundação e despencam em uma queda sem fim.</p>
<p>Autoconfiança é sim algo positivo. É ótimo mentalizar a vitória, acreditar em si mesmo, achar sempre que é possível vencer. Porém, como todo remédio, aconfiança em doses excessivas torna-se um veneno. Grandes lutadores como Anthony Pettis, Anderson Silva e Ronda Rousey apoiaram-se tanto na crença de que eram indestrutíveis que não souberam se recuperar da perda de seus cinturões.</p>
<p>Anthony Pettis tem o apelido de “Showtime”. Um apelido que era digno de suas lutas soltas, inventivas, criativas. Pettis tinha desenvoltura para arriscar desde a invenção do chute “Matrix” (chute com apoio na grade do octógono que aplicou no WEC) até a finalizar Ben Henderson (lutador mais graduado no Jiu-Jitsu e então campeão de UFC) com um armlock clássico de dentro da guarda. Porém, depois de ser pressionado e perder seu título para Rafael dos Anjos, parece que o destemor que o tornava especial esgotou-se. O Showtime acabou e seguiram-se quatro derrotas em cinco lutas, todas com desempenhos pífios.</p>
<p>No caso de Anderson Silva, o impacto do fim da invencibilidade é ainda mais evidente. O Spider é, na minha opinião, o lutador mais fantástico da história do MMA e soube, como ninguém no UFC, explorar a autoconfiança para potencializar seu talento, intimidar seus adversários e proporcionar grandes espetáculos ao público. Anderson baixava a guarda, expunha o rosto para que os oponentes tentassem acertá-lo e apresentava esquivas quase impossíveis. Arriscava porque acreditava piamente que não iria perder.</p>
<p>Contra Chris Weidman, essa rotina foi empregada em excesso e deu errado. Anderson foi nocauteado e perdeu o título que ostentou por quase sete anos. Isso não significa que tudo o que havia feito até então estava errado ou que sua carreira deveria acabar ali. Mas o que vimos daí em diante foi um lutador vacilante, conservador, temeroso. Nas lutas contra Nick Diaz e Michael Bisping, não tenho dúvidas de que o brasileiro tinha tudo para ganhar com direito a “couvert artístico”. Acontece que, sem a confiança necessaria, o que se sucedeu foram combates mornos nos quais Anderson parecia estar com o freio demão puxado.</p>
<p>Por pior que seja a situação de Pettis e Silva, sem dúvida o caso mais acintoso de não saber assimilar a derrota é o de Ronda Rousey. A ex-judoca olímpica foi a grande responsável pela popularização do MMA feminino e chegou a ser a maior estrela do UFC como um todo. Estava invicta e tinha um cartel inacreditável de 12 vitórias, todas por nocaute ou finalização, totalizando meros 25min36s de tempo na soma de todos os seus combates.</p>
<p>Tudo ia maravilhosamente bem até aquele chute. A canela esquerda de Holly Holm no UFC 193, em 2015, tirou muito mais do que o título de Ronda. A primeira derrota tirou toda sua estima, seu equilíbrio psicológico, sua própria identidade. Ronda simplesmente sumiu, engolida pela depressão e autocomiseração. Fugiu da imprensa, abandonou a academia, engordou. Toda aquela confiança que era vista como uma força mostrou-se uma grande fragilidade. Uma tênue máscara que escondia uma mulher instável, frágil, despreparada para lidar com as adversidades da vida.</p>
<p>A volta da ex-campeã no UFC 207 atraiu milhões de espectadores. Rousey estava novamente bela e em forma, aparentemente pronta para recuperar seu cinturão. Todavia, um olhar mais atento revelava que algo não estava certo.</p>
<p>Ronda não participou dos eventos normais de imprensa e promoção da luta. Recusou-se bizarramente a falar após a pesagem. Boatos diziam que ela havia chorado no vestiário após ver-se frente a frente com a soberana campeã Amanda Nunes. Na pesagem, a brasileira estava radiante ao entrar com uma intimidadora máscara de leoa. Já Ronda estava agitada e com um olhar receoso, sem o costumeiro brilho confiante. No momento em que o octógono se fechou no dia 30 de dezembro de 2016, ocorreu um massacre. A atual campeã avançou para cima de Ronda e desferiu 47 golpes para encerrar a luta em 48 segundos. Rousey foi um alvo fixo e não apresentou qualquer perigo à brasileira. Sua mente não estava lá. Ainda estava presa àquela derrota em novembro de 2015.</p>
<p>Estes tristes exemplos nos mostram que precisamos saber perder se quisermos de fato nos reerguer. O Jiu-Jitsu nos mostra que uma queda é só o começo do combate e que podemos perfeitamente vencer quando estamos por baixo.</p>
<p>Há vários aforismos da sabedoria oriental que pregam a aceitação e compreensão das derrotas como forma de crescimento. Mas, para não ser clichê, lembro os ensinamentos do mais icônico sábio da mitologia cinematográfica, o inesquecível mestre Yoda: “Treine para se desapegar de tudo o que você teme perder”.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tunel-do-tempo-e-preciso-saber-perder-no-jiu-jitsu-e-no-mma/">Túnel do tempo: É preciso saber perder no Jiu-Jitsu e no MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Filho de Royce, Khonry Gracie revela lições da derrota para vencer no Bellator em Israel</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 11:57:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de estrear com derrota no MMA, em janeiro deste ano, a filosofia do Jiu-Jitsu caiu como uma luva na vida de Khonry Gracie, mesmo que a arte suave tenha feito parte de sua trajetória desde muito jovem. Filho do lendário Royce Gracie, Khonry segue na busca de seguir os passos do pai, e sua&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212437" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212437" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2.jpg" alt="" width="640" height="427" class="size-full wp-image-212437" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/11/Dr6uvofWsAAJvF2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-212437" class="wp-caption-text">O jovem Gracie na sua estreia, em revés para Devon Brook. Foto: Bellator</p></div>
<p>Depois de estrear com derrota no MMA, em janeiro deste ano, a filosofia do Jiu-Jitsu caiu como uma luva na vida de Khonry Gracie, mesmo que a arte suave tenha feito parte de sua trajetória desde muito jovem. </p>
<p>Filho do lendário Royce Gracie, Khonry segue na busca de seguir os passos do pai, e sua nova chance pela vitória rola nesta quinta-feira, no Bellator 209, em Tel Aviv, Israel. A luta contra Avi Baron, segunda disputa de um card com 17 duelos, mostrará se a mente do jovem lutador foi mesmo blindada com os ensinamentos do Jiu-Jitsu. </p>
<p>Em entrevista à reporter Fernanda Prates, do MMA Junkie, Khonry relembrou os momentos após o revés para Devon Brock, em seu antecipado debute, no Bellator 192, e explicou que fez a escolha certa das duas opções que tinha após a derrota.</p>
<p>&#8220;Quando você perde, ou você se fecha e começa a repensar tudo&#8221;, disse Khonry. &#8220;Pensamentos como &#8216;Será que eu deveria mesmo fazer isso? Será que nasci para lutar?&#8217; podem aparecer, ou então a mente pode seguir para &#8216;Eu perdi, agora eu vou para casa estudar e treinar mais, porque perder é horrível.&#8221;</p>
<p>A vontade da fera foi de sair do ginásio e partir direto rumo à academia no dia seguinte, para ajustar o jogo. Neste momento, a experiência do paizão Royce se fez valer. Head coach do filho e conhecer profundo do MMA, Royce mandou Khonry tirar uma folga longe de tudo, e voltar energizado para os treinos.</p>
<p>&#8220;Se eu tivesse voltado direto para a academia eu teria ficado exausto, sem estar realmente estar ali por completo. Depois do descanso eu voltei renovado, pronto para aprender. Não me senti nervoso na estreia, mas não sabia como ia ser. Agora eu sei como é e está tudo alinhado.&#8221;</p>
<p>Na luta principal, o brasileiro Patrício Pitbull encara Emmanuel Sanchez valendo cinturão peso-pena do evento. E para você,amigo leitor, Khonry Gracie terá a garra de superar a prévia derrota e vencer no Bellator? Comente conosco!</p>
<h3>Bellator 209<br />
Tel Aviv, Israel<br />
15 de novembro de 2018</h3>
<p>Patrício Pitbull x Emmanuel Sanchez<br />
Haim Gozali x Ryan Couture<br />
Phil Davis x Vadim Nemkov<br />
Cindy Dandois x Olga Rubin<br />
Adam Keresh x Kirill Sidelnikov</p>
<p>Card preliminar</p>
<p>Ido Halfon x Itay Tratner<br />
Nisim Rozalis x Nika Ben Tuashy<br />
Ion Pop x Itzik Rubinov<br />
Shimon Smotritsky x Matan Levi<br />
Fadi Haiyadre x Christos Nicolaou<br />
Honor Kelesh x Andrey Barberoshe<br />
Yulia Sachkov x Viktoria Makarova<br />
Kirill Medvedovsky x Denis Palancica<br />
Ejargew Tariku x Sidemar Honorio<br />
Jackie Gosh x Jamil Ibragimov<br />
Khonry Gracie x Avi Baron<br />
Aviv Gozali x Anton Lazebnov</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/filho-de-royce-khonry-gracie-revela-licoes-da-derrota-para-vencer-no-bellator-em-israel/">Filho de Royce, Khonry Gracie revela lições da derrota para vencer no Bellator em Israel</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mundial 2018: Campeão pela 1ª vez, Isaque Bahiense distribui lições para o seu Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 17:02:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200132" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200132" class="wp-image-200132 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/isaque.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-200132" class="wp-caption-text">Isaque Bahiense. Foto: IBJJF</p></div>
<p>Após o encerramento do <a href="https://www.graciemag.com/2018/06/03/mundial-de-jiu-jitsu-2018-confira-em-tempo-real-os-resultados-das-finais-na-faixa-preta/" target="_blank" rel="noopener">Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF</a>, no dia 3 de junho, ficaram as histórias de grandes lutas, novos campeões e lições tiradas do tatame mais competitivo da arte suave no mundo. Um desses atletas que voltaram para casa com muitas aulas na bagagem, além de uma bela medalha dourada na faixa-preta, foi Isaque Bahiense.</p>
<p>Faixa-preta da Alliance, que conquistou pela primeira vez o título mundial entre a elite do Jiu-Jitsu ao bater Tommy Langaker (Kimura) na final do disputado peso médio, Isaque percorreu muitas curvas antes de chegar ao sonhado ápice no esporte.</p>
<p>A fera conversou conosco sobre sua trajetória, e ao comentar uma das muitas lições, Isaque falou de um fator muito importante na evolução do atleta: o tempo. Com uma carreira de anos dedicados ao esporte, as vitórias deram impulso e as derrotas ensinaram, algumas mais dolorosas que as outras, mas acreditar no potencial e na própria força de vontade foi crucial no seu crescimento.</p>
<p>&#8220;As derrotas ensinam muito, é o momento no qual a gente para pra pensar no que está acontecendo&#8221;, analisou Isaque. As derrotas me ajudaram muito a amadurecer, pois elas te fortalecem quando você acredita no processo. Se você não acredita no processo, algumas derrotas podem te desmotivar. A derrota pode te fortalecer ou enfraquecer, depende do quanto você acredita em você.</p>
<p>&#8220;Sempre acreditei em mim e que as coisas aconteceriam no tempo certo. Percebi que cada pessoa tem uma história diferente, uma maneira diferente de crescer. Então não podemos nos comparar com ninguém. Temos que trabalhar duro, independente da vitoria ou da derrota, e as coisas boas acontecem com o tempo.&#8221;</p>
<p>E você, amigo leitor, o que tira de lição das suas vitórias e derrotas? Comente conosco e não deixe de <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">assinar a GRACIEMAG</a> para ter acesso às melhores lições do Jiu-Jitsu!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mundial-2018-campeao-pela-1a-vez-isaque-bahiense-distribui-licoes-para-o-seu-jiu-jitsu/">Mundial 2018: Campeão pela 1ª vez, Isaque Bahiense distribui lições para o seu Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como aprender a superar uma derrota no Jiu-Jitsu e em outros esportes</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2018 05:37:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208971" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208971" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" class="size-large wp-image-208971" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-208971" class="wp-caption-text">Rodolfo Vieira contra Leandro Lo na Copa Podio em 2014. Foto: Carlos Arthur Jr./GRACIEMAG</p></div>
<p>Mais do que em qualquer outra carreira, derrotas são muito comuns no esporte. Porém, se o atleta não souber aceitar essa falha, principalmente se for em uma competição importante, isto pode prejudicar seu desempenho futuro, abalar fortemente o seu emocional e até mesmo o resto de sua carreira. O psicólogo desportivo João Alexandre Borba defende a importância em se aprender lidar com a derrota na carreira de qualquer atleta. </p>
<p>“O atleta profissional, não só sofre com a exposição da fama, como também com a pressão da família, amigos e milhares de fãs ao redor do país e do mundo, para ganhar cada competição. Diferente dos artistas, que também sofrem do mesmo problema, há muito mais fanatismo e expectativas no esporte”, diz o especialista.</p>
<p>João Alexandre acrescenta que por esse motivo, o acompanhamento psicológico em atletas é de extrema importância, para que eles aprendam a lidar com essas questões. “A resiliência, que é um termo vindo da física para um objeto que sofre um ataque e consegue voltar à sua forma original, já virou adjetivo para as pessoas, principalmente no esporte. Ser resiliente e ter essa capacidade de aprender a se levantar e voltar para a força e potencial iniciais, é fundamental”, afirma.</p>
<p>O psicólogo dá cinco dicas de como aprender a lidar com as emoções e aceitar a derrota. Confira:</p>
<p>1. O atleta precisa responder uma pergunta essencial: O que é a derrota para mim? “Quando as pessoas perdem e falham, elas entendem e processam isso de maneiras diferentes, tem pensamentos diferentes e é um erro acreditar que é igual. É essencial que o atleta compreenda bem o que perder significa para ele”, comenta Borba.</p>
<p>2. Saber quais crenças o atleta tem sobre ele com aquela derrota. “Crenças são pensamentos confirmados. O atleta acredita que é um fracasso, que nada e morre na beira da praia e nunca consegue alcançar o que quer? Ou ele tem consciência de que a derrota faz parte do sucesso? O que ele pensa sobre si mesmo é de grande valia para poder realmente ser ajudado em momentos de superação”, afirma o especialista.</p>
<p>3. Análise de perfil. “A psicologia faz uma análise profunda para a descoberta do perfil do atleta. É importante que ele se conheça, para saber se é mais metódico, ousado, afetivo, ou seja, qual é a sua forma de praticar o esporte e também lidar com essa perda. Com isto descobrimos o que precisa ser trabalhado de acordo com cada personalidade”, argumenta.</p>
<p>4. Começar o acompanhamento psicológico o mais cedo possível.“É importante também que não se espere o momento da derrota para buscar ajuda psicológica. O atleta precisa de treinos mentais que, combinado com a hipnose clínica, traz ótimos resultados”, diz o psicólogo, que também é hipnólogo.</p>
<p>5. Mudar a rotina de treinos. “Mudar um exercício por outro ajuda o atleta a dar uma refrescada na mente. Após uma derrota, não se pode repetir o padrão de treino. Com a mudança, o profissional se sente mais fortalecido, como se estivesse mudando a estratégia. Isso ajuda demais”, conta João Alexandre.</p>
<p>O especialista conclui, dizendo: “O acompanhamento psicológico de atletas ajuda a trabalhar as crenças limitantes, que geralmente são desenvolvidas ainda quando criança, como certos traumas e a também despertar em paralelo as estimuladoras, que realmente são as que motivam e  levam o atleta para onde ele deseja chegar”, finaliza.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de Imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-aprender-a-superar-uma-derrota-no-jiu-jitsu-e-em-outros-esportes/">Como aprender a superar uma derrota no Jiu-Jitsu e em outros esportes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Minotauro revive trajetória em documentário sobre sua vida: &#8220;História de superação&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 07:08:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lenda do MMA brasileiro e um dos mais conhecidos atletas de lutas do mundo, Rodrigo Minotauro tem uma história incrível de superação, no esporte e na vida, e parte dessa trajetória é contada no documentário “Minotauro”, produzido pelo Combate em parceria com a produtora Hungry Man. Na pré-estreia da produção, realizada nessa quarta-feira, dia 18&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_151353" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-151353" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-1024x727.jpg" alt="" width="650" height="461" class="size-large wp-image-151353" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-1024x727.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-768x545.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-151353" class="wp-caption-text">Rodrigo Minotauro revisita grandes momentos da carreira no documentário &#8220;Minotauro&#8221;. Foto: Carlos Arthur Jr./GRACIEMAG</p></div>
<p>Lenda do MMA brasileiro e um dos mais conhecidos atletas de lutas do mundo, Rodrigo Minotauro tem uma história incrível de superação, no esporte e na vida, e parte dessa trajetória é contada no documentário “Minotauro”, produzido pelo Combate em parceria com a produtora Hungry Man.</p>
<p>Na pré-estreia da produção, realizada nessa quarta-feira, dia 18 de abril, Minotauro recebeu amigos e a imprensa no Chez Heaven, restaurante no qual é sócio ao lado da namorada e chef Heaven Delhaye. </p>
<p>O documentário conta detalhes da infância de Rodrigo e Rogério Minotouro, como o acidente que quase tirou a vida de Minotauro, ao ser atropelado por um caminhão, e a paixão instantânea pelo Jiu-Jitsu, ao ver Royce Gracie em ação nas primeiras edições do UFC.</p>
<p>A arte suave tem presença marcante no documentário, e conta o nascimento do “Minotauro da Bahia” nas baias dos campeonatos, assim como o engraçado caso no qual o carismático Minota pede uma ajuda financeira ao pai para buscar seu sonho nos EUA, no Pan-Americano da IBJJF.</p>
<p>Outras passagens importantes do documentário falam sobre o sucesso no Rings, evento japonês que disputava espaço com o Pride na época, a cobertura histórica do Fantástico sobre o MMA, suas vitórias e derrotas no UFC e a recuperação relâmpago de Minotauro para atuar e vencer no primeiro UFC Rio, em duelo contra Brendan Schaub.</p>
<p>“Eu revivi esses momentos”, disse Minotauro em papo com GRACIEMAG. “E quem assistir vai poder ver o que se passou naqueles momentos. Não contamos só as vitórias, mostrei as derrotas, as lesões. Superei todas, e o quanto eu aprendi em cada pedaço do meu corpo que eu deixei nos ringues e cages é contado aqui. A resiliência para seguir não foi só do lutador, foi da pessoa. É uma história de superação. Cada um de nós tem a sua história de superação, e eu pude mostrar um pouco da minha.”</p>
<p>O documentário será exibido em breve, no canal Combate, com data ainda a ser definida. </p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-minotauro-revive-trajetoria-no-jiu-jitsu-e-mma-em-documentario-sobre-sua-vida-historia-de-superacao/">Minotauro revive trajetória em documentário sobre sua vida: “História de superação”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Por que a derrota de Fabrício Werdum no UFC não apaga seu legado no esporte</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2018 09:40:08 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208313" style="width: 795px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/werdum.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208313" class="size-full wp-image-208313" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/werdum.jpg" alt="" width="785" height="528" /></a><p id="caption-attachment-208313" class="wp-caption-text">Werdum no duelo com Volkov no UFC Londres. Foto: Brandon Magnus/Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>Mesmo com quatro finalizações em dez lutas no card do UFC em Londres, realizado nesse sábado, dia 17 de março, o fã de Jiu-Jitsu não teve tantos motivos para comemorar. Fabrício Werdum, representante da arte suave no Ultimate e ex-campeão dos pesados, acabou superado por Alexander Volkov na luta principal do evento, mas se engana quem acha que Werdum perdeu seu rumo após o revés.</p>
<p>Na luta em questão, Werdum entrou com a estratégia certa para superar o gigante russo. Com boas entradas de queda e claro domínio no solo, Werdum teve grandes momentos na luta, inclusive capitalizando pontos importantes para uma possível vitória caso a luta fosse para as mãos dos jurados. Contudo, o volume de golpes de Volkov assim que este conseguia se colocar em pé acabou minando o ímpeto de Werdum. No quarto assalto, ao sentir que a fadiga chegava, Werdum abriu o jogo para definir, e acabou surpreendido pela trocação poderosa de Volkov.</p>
<p>Há quem diga que chega ao fim a corrida de Werdum, aos 40 anos, até o cinturão dos pesados. Mas, antes de cravar a sentença, vale analisar um pouco do retrospecto do &#8220;Vai Cavalo&#8221; no mundo das lutas. Antes de chegar ao UFC, Werdum já tinha na bagagem dois títulos mundiais de Jiu-Jitsu na faixa-preta (2003 e 2004). Depois de passar pelo Pride (4v, 2d), pisou no octógono do Ultimate pela primeira vez em 2007, mesmo ano no qual faturou o título do ADCC, que se repetiria na edição seguinte, em 2009. Após atuar no Strikeforce, e finalizar em luta histórica o temido Fedor Emelianenko, Werdum voltou ao UFC, escalou a divisão novamente, venceu Mark Hunt pelo título interino e Cain Velasquez pelo cinturão dos pesos pesados.</p>
<p>Com um cartel desses, fica difícil prever ou calcular o que Werdum ainda é capaz de apresentar nos cages. Após a derrota, Fabrício Werdum deixou uma mensagem para os fãs em sua rede social:</p>
<p><em>&#8220;Gostaria de agradecer a todos que torceram por mim, que me mandaram mensagens de apoio e que estão ao meu lado neste momento difícil que é uma derrota. Estou triste, porém mantenho minha cabeça erguida com a certeza que a vida é feita e erros e acertos, e que o mais importante desta trajetória é como a gente se levanta de um tombo. Eu tenho a sorte de ter a felicidade e a determinação no meu coração e ser rodeado de pessoas que me respeitam e que me dão a energia que eu preciso para continuar minha trajetória de sucesso. Obrigado pelo apoio e saiba que cada um de vocês é muito importante para mim!&#8221;</em></p>
<p>E para você, amigo leitor, qual será o destino de Werdum no UFC? Será que ele se coloca em posição de realizar grandes lutas mas sem ambição para chegar ao topo novamente, ou o faixa-preta de Jiu-Jitsu ainda terá pique para alcançar mais uma vez o cinturão do Ultimate? Comente conosco!</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=9UAmlnWpOjQ</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/por-que-a-derrota-de-fabricio-werdum-no-ufc-nao-apaga-seu-legado-no-jiu-jitsu-e-no-mma/">Por que a derrota de Fabrício Werdum no UFC não apaga seu legado no esporte</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Don&#8217;t drink the wine of wrath, and more lessons: the art of war for fighters</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 16:30:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Around 25 centuries after they were put to paper, the tactics described by Chinese General Sun Tzu, the author of The Art of War, can still be very useful to a fighter like yourself. To Sun Tzu, a legendary strategist who lived in the 5th century before Christ, defeat in battle was never a matter&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_184712" style="width: 1255px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-184712" class="size-full wp-image-184712" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/Estatua-do-general-Sun-Tzu-Divulgacao.jpg" alt="Estátua do general chinês Sun Tzu. Foto: Wikipedia/Divulgação" width="1245" height="718" /><p id="caption-attachment-184712" class="wp-caption-text">A statue of Chinese General Sun Tzu. Wikipedia</p></div>
<p>Around 25 centuries after they were put to paper, the tactics described by Chinese General Sun Tzu, the author of <em>The Art of War</em>, can still be very useful to a fighter like yourself. To Sun Tzu, a legendary strategist who lived in the 5th century before Christ, defeat in battle was never a matter of chance. Victory was reserved for those who knew how to identify and seize the opportunities presented.</p>
<p>&#8220;At first, be timid like a damsel&#8221;, he teaches. &#8220;But when the enemy gives you an opening, be quick like a hare, and he will be unable to offer resistance.&#8221;</p>
<p>Our team studied the 13 chapters of the classic and can confirm: the book, which is essential for generals and negotiators, also remains valuable for modern martial artists.</p>
<p>Check out below the seven lessons we extracted, and then go read this very concise book.</p>
<ol>
<li><strong>Do away with empty words</strong></li>
</ol>
<p>Legend has it that on a certain occasion, a king gave Sun Tzu full powers for a mission, which he accepted. But the monarch eventually disagreed with his methods and fired him. Sun responded: &#8220;I&#8217;m impressed to know that the king likes empty words. You&#8217;re not capable of connecting them to actions, putting them to practice.&#8221; The brave reply reinforces the number-one lesson from martial arts: words only have value if connected to actions. Planning out your workout routine is worthless if you don&#8217;t do the work. Speaking of changing habits means nothing if you don&#8217;t act on it. Get rid of your empty words and be a valorous fighter.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Courage and equilibrium make the great general</strong></li>
</ol>
<p>It&#8217;s not enough for a teacher or leader to be brave or be a great champion. Without equilibrium and wisdom, they won&#8217;t know how to respond to their students&#8217; questions. Without courage, they don&#8217;t instill confidence in their students. As the book teaches, &#8220;If a general isn&#8217;t courageous and levelheaded, he will be unable to extinguish doubt or make great plans.&#8221;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Every war is based on misdirection</strong></li>
</ol>
<p>According to Sun, to confound a rival is to win: &#8220;When capable, feign incapability; when active, feign inactivity. When close, make yourself seem far away; when far, make yourself seem close. Offer the enemy bait to attract him; feign disorder and strike him.&#8221; It&#8217;s equally crucial that when it&#8217;s time to attack, the strike be quick as lightning. &#8220;When thunder comes, there&#8217;s no time to protect one&#8217;s ears,&#8221; he writes.</p>
<ol start="4">
<li><strong>The supreme merit: to win without a shot fired</strong></li>
</ol>
<p>The ultimate victory in war, to Sun, consisted of winning without needing to use military force. The Chinese general was a fan of tactics and negotiation. Of using conversation to avoid the pain caused by war. Train hard, know your self-defense, and always be ready for any threat. But know that the supreme glory is to convince your fellow man, eye to eye, with the right words, that it&#8217;s a bad idea to fight you.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Give your opponent an escape route</strong></li>
</ol>
<p>If at training you usually smash everybody but rarely finish, then you haven&#8217;t paid attention to Sun. The general teaches: frightening, surrounding and massacring the enemy is not a strategy. Cornered, any animal sees itself forced to fight to the death and won&#8217;t surrender. Wisdom consists of always leaving an escape route open, a chance for flight, so that the desperate enemy will run away and lay down their arms. In a fight, it&#8217;s necessary for you to make your opponent uncomfortable, but not to the point where they despair and keep resisting. The perfect plan is to attract them to a false escape route and allow them to turn their back and leave an arm behind while trying to escape. And then you finish.</p>
<ol start="6">
<li><strong>Ingredients of defeat</strong></li>
</ol>
<p>The general lists six basic conditions to attract defeat: underestimating your enemy&#8217;s power; an absence of authority; ineffective training; unjustifiable anger; disregard for discipline; and the inability to use your men.</p>
<ol start="7">
<li><strong>Don&#8217;t drink the wine of wrath</strong></li>
</ol>
<p>Sun Tzu says that ire can cause spectacular losses. You must empty your mind of personal matters and fight intelligently &#8212; never possessed by fury. In chapter three, the book tells a curious story. It was common, before battles in ancient China, for greetings and presents to be exchanged. So an emperor requested some wine to his opposing general. This general decided to try to win through provocation: he sealed a jar of urine and sent him. Overtaken by anger, the emperor lost his prudence and immediately advanced on the town, telling his troops to scale walls and fight hand to hand. &#8220;After thirty days without any success,&#8221; Sun writes, &#8220;the corpses piled up to the top of the walls. The dead exceeded half the emperor&#8217;s army.&#8221; Don&#8217;t let provocations get to you.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/evite-o-vinho-da-colera-e-outras-licoes-a-arte-da-guerra-para-lutadores/">Don’t drink the wine of wrath, and more lessons: the art of war for fighters</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu e MMA: É preciso saber perder</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2017 04:49:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Perder dói. Vamos deixar de lado o falso estoicismo e assumirmos uma verdade absoluta: ninguém gosta de perder. Não conheci até hoje nenhum ser iluminado o suficiente para ficar indiferente a uma derrota ou alguém moralmente elevado o suficiente para, imediatamente, acreditar que aquilo ocorreu para o próprio bem. É duro aceitar, mas a realidade&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_205281" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205281" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/lyoto2-1024x682.jpg" alt="" width="650" height="433" class="size-large wp-image-205281" /><p id="caption-attachment-205281" class="wp-caption-text">Lyoto Machida acabou nocauteado no primeiro round por Derek Brunson, no UFC Sâo Paulo. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>Perder dói. Vamos deixar de lado o falso estoicismo e assumirmos uma verdade absoluta: ninguém gosta de perder. Não conheci até hoje nenhum ser iluminado o suficiente para ficar indiferente a uma derrota ou alguém moralmente elevado o suficiente para, imediatamente, acreditar que aquilo ocorreu para o próprio bem.</p>
<p>É duro aceitar, mas a realidade é que, tanto o esporte quanto a própria vida são feitos de vitórias e derrotas, de bons e maus momentos. O que diferencia realmente as mentes fortes é saber reconhecer essa realidade e se recuperar após uma perda. </p>
<p>Gênios como Michael Jordan, Muhammad Ali e Georges St-Pierre souberam transformar derrotas em aprendizados e em motivação para se recuperarem. Corrigiram falhas, aprimoraram-se e apresentaram algumas das melhores atuações da história do esporte após sofrerem reveses pesados. </p>
<p>Infelizmente, essa não é a regra. Muitos astros conquistam uma autoconfiança tão elevada que a derrota passa a ser algo inconcebível. Quanto melhores eles são e mais vitórias vão acumulando, mais iludem-se de que são invencíveis. Quando essa ilusão é desfeita, perdem sua fundação e despencam em uma queda sem fim. </p>
<p>Autoconfiança é sim algo positivo. É ótimo mentalizar a vitória, acreditar em si mesmo, achar sempre que é possível vencer. Porém, como todo remédio, aconfiança em doses excessivas torna-se um veneno. Grandes lutadores como Anthony Pettis, Anderson Silva e Ronda Rousey apoiaram-se tanto na crença de que eram indestrutíveis que não souberam se recuperar da perda de seus cinturões. </p>
<p>Anthony Pettis tem o apelido de “Showtime”. Um apelido que era digno de suas lutas soltas, inventivas, criativas. Pettis tinha desenvoltura para arriscar desde a invenção do chute “Matrix” (chute com apoio na grade do octógono que aplicou no WEC) até a finalizar Ben Henderson (lutador mais graduado no Jiu-Jitsu e então campeão de UFC) com um armlock clássico de dentro da guarda. Porém, depois de ser pressionado e perder seu título para Rafael dos Anjos, parece que o destemor que o tornava especial esgotou-se. O Showtime acabou e seguiram-se quatro derrotas em cinco lutas, todas com desempenhos pífios. </p>
<p>No caso de Anderson Silva, o impacto do fim da invencibilidade é ainda mais evidente. O Spider é, na minha opinião, o lutador mais fantástico da história do MMA e soube, como ninguém no UFC, explorar a autoconfiança para potencializar seu talento, intimidar seus adversários e proporcionar grandes espetáculos ao público. Anderson baixava a guarda, expunha o rosto para que os oponentes tentassem acertá-lo e apresentava esquivas quase impossíveis. Arriscava porque acreditava piamente que não iria perder. </p>
<p>Contra Chris Weidman, essa rotina foi empregada em excesso e deu errado. Anderson foi nocauteado e perdeu o título que ostentou por quase sete anos. Isso não significa que tudo o que havia feito até então estava errado ou que sua carreira deveria acabar ali. Mas o que vimos daí em diante foi um lutador vacilante, conservador, temeroso. Nas lutas contra Nick Diaz e Michael Bisping, não tenho dúvidas de que o brasileiro tinha tudo para ganhar com direito a “couvert artístico”. Acontece que, sem a confiança necessaria, o que se sucedeu foram combates mornos nos quais Anderson parecia estar com o freio demão puxado.</p>
<p>Por pior que seja a situação de Pettis e Silva, sem dúvida o caso mais acintoso de não saber assimilar a derrota é o de Ronda Rousey. A ex-judoca olímpica foi a grande responsável pela popularização do MMA feminino e chegou a ser a maior estrela do UFC como um todo. Estava invicta e tinha um cartel inacreditável de 12 vitórias, todas por nocaute ou finalização, totalizando meros 25min36s de tempo na soma de todos os seus combates. </p>
<p>Tudo ia maravilhosamente bem até aquele chute. A canela esquerda de Holly Holm no UFC 193, em 2015, tirou muito mais do que o título de Ronda. A primeira derrota tirou toda sua estima, seu equilíbrio psicológico, sua própria identidade. Ronda simplesmente sumiu, engolida pela depressão e autocomiseração. Fugiu da imprensa, abandonou a academia, engordou. Toda aquela confiança que era vista como uma força mostrou-se uma grande fragilidade. Uma tênue máscara que escondia uma mulher instável, frágil, despreparada para lidar com as adversidades da vida. </p>
<p>A volta da ex-campeã no UFC 207  atraiu milhões de espectadores. Rousey estava novamente bela e em forma, aparentemente pronta para recuperar seu cinturão. Todavia, um olhar mais atento revelava que algo não estava certo. </p>
<p>Ronda não participou dos eventos normais de imprensa e promoção da luta. Recusou-se bizarramente a falar após a pesagem. Boatos diziam que ela havia chorado no vestiário após ver-se frente a frente com a soberana campeã Amanda Nunes. Na pesagem, a brasileira estava radiante ao entrar com uma intimidadora máscara de leoa. Já Ronda estava agitada e com um olhar receoso, sem o costumeiro brilho confiante. No momento em que o octógono se fechou no dia 30 de dezembro de 2016, ocorreu um massacre. A atual campeã avançou para cima de Ronda e desferiu 47 golpes para encerrar a luta em 48 segundos. Rousey foi um alvo fixo e não apresentou qualquer perigo à brasileira. Sua mente  não estava lá. Ainda estava presa àquela derrota em novembro de 2015. </p>
<p>Estes tristes exemplos nos mostram que precisamos saber perder se quisermos de fato nos reerguer. O Jiu-Jitsu nos mostra que uma queda é só o começo do combate e que podemos perfeitamente vencer quando estamos por baixo. </p>
<p>Há vários aforismos da sabedoria oriental que pregam a aceitação e compreensão das derrotas como forma de crescimento. Mas, para não ser clichê, lembro os ensinamentos do mais icônico sábio da mitologia cinematográfica, o inesquecível mestre Yoda: “Treine para se desapegar de tudo o que você teme perder”.</p>
<p><strong>* Artigo retirado da revista GRACIEMAG. Assine a versão digital e confira outras matérias como esta direto no seu celular, tablet ou computador.</strong></p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br/revista-digital" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-203426 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista.jpg" alt="Assine GRACIEMAG já, no seu celular!" width="800" height="428" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-768x411.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-e-mma-e-preciso-saber-perder/">Jiu-Jitsu e MMA: É preciso saber perder</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Aos 39 anos, qual será o futuro de Vitor Belfort após o UFC 204?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2016 15:40:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O veterano Vitor Belfort, com seus 39 anos de idade, passa por uma fase decisiva na carreira. Após ser derrotado por Gegard Mousasi no último fim de semana, e anteriormente ser dominado por Ronaldo Jacaré, no UFC de Curitiba, em maio, o caminho começa a ficar tortuoso para o faixa-preta de Jiu-Jitsu formado por Carlson&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_193157" style="width: 898px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-193157" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/10/torvi.jpg" alt="Belfort amargou sua segunda derrota seguida, no UFC do último sábado. Foto: Josh Hedges / Zuffa LLC via Getty Images" width="888" height="574" class="size-full wp-image-193157" /><p id="caption-attachment-193157" class="wp-caption-text">Belfort amargou sua segunda derrota seguida, no UFC do último sábado. Foto: Josh Hedges / Zuffa LLC via Getty Images</p></div>O veterano Vitor Belfort, com seus 39 anos de idade, passa por uma fase decisiva na carreira. Após ser derrotado por Gegard Mousasi no último fim de semana, e anteriormente ser dominado por Ronaldo Jacaré, no UFC de Curitiba, em maio, o caminho começa a ficar tortuoso para o faixa-preta de Jiu-Jitsu formado por Carlson Gracie.</p>
<p>Agora, restam poucas opções para o velho leão, que já começa a dar sinais de cansaço, após 20 longos anos de carreira completados nessa terça-feira, dia 11 de outubro. Após ser nocauteado no UFC 204 por Mousasi, na Inglaterra, Vitor adotou o silêncio e não quis papo com a imprensa. Os pensamentos na mente do velho craque das lutas giram em torno da aposentadoria, garantem pessoas próximas.</p>
<p>Mas há ainda quem pense numa grande festa de aposentadoria para Belfort. Entre comentaristas, fãs e cartolas do UFC, há espaço para uma revanche e tanto: Vitor contra Anderson Silva. Seria uma luta capaz de encher qualquer arena no Brasil, se acompanhada de um card galáctico como se viu em Curitiba.</p>
<p>E você, amigo leitor, o que espera do futuro de Belfort? Aposentadoria ou novos desafios no UFC? Comente com a gente.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/aos-39-anos-qual-sera-o-futuro-de-vitor-belfort-apos-o-ufc-204/">Aos 39 anos, qual será o futuro de Vitor Belfort após o UFC 204?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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