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	<title>crianças | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Professor Marcos Escobar relembra o mata-leão que mudou sua vida</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 10:53:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>GRACIEMAG: Como foi o seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu? MARCOS ESCOBAR: Eu sempre gostei de lutas e como muitos da minha geração, era fã de Mike Tyson, Rocky Balboa e Bruce Lee. Pratiquei kung fu e boxe chinês, e gostava muito de artes marciais – mas não conhecia o Jiu-Jitsu. Tive meu primeiro contato&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237581" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237581" class="wp-image-237581 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Marcos-Escobar-GMI.jpg" alt="O lutador e professor Marcos Escobar, radicado em Miami. Foto: Acervo Pessoal" width="400" height="400" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Marcos-Escobar-GMI.jpg 400w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Marcos-Escobar-GMI-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Marcos-Escobar-GMI-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><p id="caption-attachment-237581" class="wp-caption-text">O lutador e professor Marcos Escobar, líder da escola Everyone Jiu-Jitsu em Miami. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como foi o seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><em><strong>MARCOS ESCOBAR:</strong></em> Eu sempre gostei de lutas e como muitos da minha geração, era fã de Mike Tyson, Rocky Balboa e Bruce Lee. Pratiquei kung fu e boxe chinês, e gostava muito de artes marciais – mas não conhecia o Jiu-Jitsu. Tive meu primeiro contato “indireto” com a arte uma vez, andando no clube do Fluminense, perto de onde eu morava. Estava acontecendo uma edição da Copa Company. Acho que o ano era 1988 e ali foi a primeira vez que cheguei a ver ao vivo o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>E como começou sua paixão pelo Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Creio que foi em 1993. Eu estava passando um carnaval em Rio das Ostras com amigos, e um dia na praia fomos brincar de luta na areia. Fui finalizado pelas costas por um amigo, com um mata-leão que desceu amargo. Eu simplesmente não entendi nada do que havia acontecido. Eu não sabia nem o que era dar três tapinhas. Só lembro que eu detestava perder, e ali sujo de areia decidi que precisava aprender aquela modalidade e saber como lutar daquela forma.</p>
<p><strong>Onde começou a treinar?</strong></p>
<p>Assim que voltei ao Rio, perguntei a um grande amigo que morava no meu prédio onde eu poderia ir para experimentar uma aula. Ele já era faixa roxa do mestre Fernando Pinduka e me recomendou duas academias na região: a academia do Dedé Pederneiras no Flamengo ou a do Leo Castello Branco, que acabara de abrir em Laranjeiras. Escolhi a do Castello que era mais perto e após aquela primeira aula me matriculei e nunca mais parei.</p>
<p><strong>Que benefícios o Jiu-Jitsu te traz até hoje?</strong></p>
<p>Acredito que toda e qualquer modalidade esportiva crie uma mudança positiva nas pessoas. Eu já praticava outras artes marciais, fazia polo aquático e sempre fui ativo e saudável. Mas o Jiu-Jitsu fez toda a diferença na minha vida, pois deu uma injeção inexplicável de disciplina, autoconfiança e responsabilidades.</p>
<p><strong>Que tipo de responsabilidades?</strong></p>
<p>Olha, eu passei a fazer questão de me cuidar. Aprender o que comer, ter horário pra cumprir treinos. Meus pais não precisavam me mandar à academia ou me dizer o que comer ou beber para continuar com saúde. Se eu já tinha uma disciplina de família, com o Jiu-Jitsu ela cresceu de forma exponencial e eu passei a saber o que fazer. Foi um desenvolvimento natural e involuntário. <a href="https://www.instagram.com/escobarbjj/" target="_blank" rel="noopener">O Jiu-Jitsu faz isso conosco.</a></p>
<div id="attachment_237583" style="width: 287px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237583" class="wp-image-237583 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Marcos-Escobar.jpg" alt="" width="277" height="379" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Marcos-Escobar.jpg 277w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Marcos-Escobar-219x300.jpg 219w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/Marcos-Escobar-110x150.jpg 110w" sizes="(max-width: 277px) 100vw, 277px" /><p id="caption-attachment-237583" class="wp-caption-text">Escobar com o professor Castello Branco.</p></div>
<p><strong>E vale lembrar que isso era o início dos anos 1990&#8230;</strong></p>
<p>Exato, por essa época o esporte era ainda muito amador e bem menos desenvolvido do que nos dias de hoje. Então acredito que todo praticante de Jiu-Jitsu, de alguma forma, passa a se cuidar mais e a viver melhor e de maneira mais saudável. Acredito também, que venha daí o termo <em>“Jiu-Jitsu lifestyle”</em>.</p>
<p><strong>Como o Jiu-Jitsu ajuda famílias inteiras a ter essa tal de qualidade de vida, professor?</strong></p>
<p>Eu acho que saúde e qualidade de vida estão interligadas, mas não são a mesma coisa. Exemplo: você pode ser uma pessoa que adora o que faz. Ama seu trabalho, sua rotina e as pessoas ao seu redor. Não mudaria nada no seu dia a dia. Mas ao mesmo tempo você não se preocupa muito com exercícios, alimentação e suas horas de sono. Seu exames não andam muito bem. Eu diria que você tem uma boa qualidade de vida no que se refere a forma que você vive mas isso não reflete em sua saúde.</p>
<p><strong>E pode haver o camarada saudável sem qualidade de vida, certo?</strong></p>
<p>Isso. É a pessoa que odeia o trabalho, tem uma rotina corrida e está rodeada de gente com quem não se identifica nem curte. Apesar de comer bem, dormir bem e se exercitar, apesar dos exames estarem OK e a saúde lhe parecer boa, sua qualidade de vida não é. Acabamos de sair de um período delicado com a pandemia e as pessoas que não aprenderam ainda a importância de equalizar qualidade de vida com saúde deveriam começar a prestar atenção nisso.</p>
<p><strong>Que ensinamentos você colheu com seus professores e usa até hoje para ajudar a vida dos alunos?</strong></p>
<p>Graças a Deus tive professores e grandes parceiros de treino que, para mim, sempre foram excelentes modelos. Por isso são meus amigos. Além disso, tive um grande aprendizado na faculdade que junto com a experiência de vida, me deu uma visão diferenciada daquilo que eu fazia e queria para meus alunos. Eu estou sempre aprendendo, todos os dias! E sempre procurando melhorar para que meus alunos recebam o melhor produto final. Temos de ver nossa vida como uma balança! De um lado positivo e outro negativo. Se praticarmos mais coisas positivas, o lado positivo pesará mais. O mesmo acontece se praticarmos mais o lado negativo. Já o meio-termo não fará diferença nem moverá a balança. Temos sempre de tentar pesar mais pro lado positivo… Aí sim, teremos mudanças e resultados positivos em nossas vidas.</p>
<p><strong>Quais os planos para o futuro da sua equipe Everyone Jiu-Jitsu, em Miami?</strong></p>
<p>Hoje temos duas academias aqui na Flórida, uma em Miami e outra em Cooper City. São duas academias novas e que ainda estão se estruturando. Passamos maus bocados e sobrevivemos à pandemia que nos afetou demais. Mas hoje já consigo ver um futuro mais promissor. Nossas escolas estão bem montadas, temos um método bem estruturado, com pessoas empenhadas e capacitadas. Temos um trabalho e metodologia bem diferenciados, em especial com as crianças. O mais importante, no momento, é conseguirmos entregar o melhor Jiu-Jitsu possível para cada indivíduo e mudar a vida das pessoas de maneira extremamente positiva.</p>
<p><strong>Há um vídeo com você que bombou na internet. Daquela luta sua com o novato BJ Penn. O que aprendeu ali?</strong></p>
<p>Essa minha luta com o BJ foi uma história curiosa. Na minha cabeça, eu tenho na memória uma luta muito diferente e bem mais rápida do que realmente foi. Achava que eu havia tentado passar e ele me emborcou e pegou. Mas, quando assisti ao vídeo da luta anos depois, percebi que havia sido totalmente diferente. E eu não lembrava de nada daquilo que via no vídeo. Estranho, né? Já cheguei a fazer uma reflexão sobre isso… Na verdade não tenho muita lembrança daquele dia como um todo. Meu irmão me disse uma vez que eu passei mal e vomitei. Cheguei até a teimar com ele que não. Quando encontrei o BJ no Rio uma vez, ele me falou a mesma coisa (risos). Mas não lembro dessa indisposição mesmo. De qualquer forma, foi mais uma guerra pro currículo e mais uma amizade que levo pra vida.<br />
O BJ é um cara sensacional, sempre alto astral e uma fera que não precisa de apresentações. Naquela época, o Jiu-Jitsu era bastante diferente. Lutávamos pela bandeira, íamos para “matar ou morrer” e dávamos nossa vida nos tatames. Boas lembranças, e se tivesse de fazer tudo de novo, faria da mesma forma. Com uma diferença: na certa eu defenderia melhor aquele single-leg!</p>
<p><iframe title="Very Rare BJ Penn BJJ Match vs Marcos Escobar (BROWN BELT vs BLACK BELT)  &#x1f631;" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/y5XIUVLTK7s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-marcos-escobar-relembra-o-mata-leao-que-mudou-sua-vida/">Professor Marcos Escobar relembra o mata-leão que mudou sua vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 dicas para faixas-brancas, por professor Fabio Costa (GB)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 11:36:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>1. Confie, cada centavo investido no Jiu-Jitsu brasileiro vai voltar triplamente para você. Mensalidade da academia, aulas particulares, seminários, uniforme, viagens, inscrições de campeonatos serão despesas válidas e necessárias para você se tornar um faixa-preta um dia. E acredite: será barato demais para os ganhos finais. E você ainda pode ganhar uma profissão, como treinador&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-235545" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Fabio-Costa-GB-na-Georgia-Divulgacao.jpg" alt="" width="688" height="646" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Fabio-Costa-GB-na-Georgia-Divulgacao.jpg 688w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Fabio-Costa-GB-na-Georgia-Divulgacao-300x282.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Fabio-Costa-GB-na-Georgia-Divulgacao-150x141.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 688px) 100vw, 688px" /></p>
<p><strong>1. Confie, cada centavo investido no Jiu-Jitsu brasileiro vai voltar triplamente para você.</strong> Mensalidade da academia, aulas particulares, seminários, uniforme, viagens, inscrições de campeonatos serão despesas válidas e necessárias para você se tornar um faixa-preta um dia. E acredite: será barato demais para os ganhos finais. E você ainda pode ganhar uma profissão, como <a href="https://www.instagram.com/gbfabiocosta/" target="_blank" rel="noopener">treinador ou professor</a>. Vale a pena!</p>
<p><strong>2. Seus melhores amigos estão aqui no tatame.</strong> O aluno vai experimentar sensações físicas e emocionais capazes de levá-lo aos extremos. Por isso será preciso contar com um ou mais parceiros ao longo da jornada. É aí que se forma a amizade, com companheiros que estarão com você lado a lado, carregando você ou sendo carregado.</p>
<p><strong>3. Lute no mínimo 20 campeonatos em cada faixa.</strong> Quem quer progredir tem de aceitar os desafios, e nada melhor do que competir para entender e superar os obstáculos. Um campeonato por mês vai ajudar o praticante a adquirir experiência e não deixar a adrenalina tirar o melhor que você tem. Se você decidir se tornar lutador, competir sempre vai ajudá-lo a chegar aos grandes eventos menos nervoso. Se não se tornar lutador, sem problemas: competir vai ajudá-lo ainda mais na vida, e na sua profissão.</p>
<p><strong>4. Tome um banho antes e um logo depois das aulas.</strong> Todo esporte de contato tem de ser levado a sério. Conheça seu corpo e cuide bem da sua saúde. Banho nunca é ruim, e seus companheiros de treino só vão agradecer.</p>
<p><strong>5. Use camisa de malha por baixo do paletó de kimono.</strong> É uma forma a mais de proteger sua pele e seu kimono. E também auxilia pessoas que não têm, ainda, muita segurança de exibir seu físico. Mesmo se você estiver barrigudo, perca o pudor, use camisa de malha e venha para o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>6. Visite seu mestre.</strong> É importante regressar à academia matriz uma vez por ano pelo menos, para conferir o legado, escutar as novidades, assistir a graduações, ensinar e aprender.</p>
<p><strong>7. Abra seu horizontes e saiba que um campeonato só conta naquele dia. Não se vanglorie por uma medalha de ouro</strong>, afinal o lutador só se torna o melhor de todos se competir mundo afora. Tem muita gente boa no Jiu-Jitsu que não tem condições de viajar e lutar o Mundial. Se você tem as condições e quer ser mesmo o melhor do Brasil, dos EUA onde eu moro, ou do planeta, procure novos desafios. Há gente de todo o canto, russo, alemão, americano e brasileiro capaz de botar você para baixo e passar sua guarda. Vá atrás deles.</p>
<p><strong>8. Faça aulas particulares.</strong> É uma ótima maneira de melhorar e treinar seus pontos fracos sem se machucar. Reserve uma hora com seu professor e aprenda de verdade aqueles mínimos detalhes. A aula particular é uma mina de macetes, toques e dicas preciosas.</p>
<p><strong>9. Alongue e aqueça diariamente a parte lombar, o quadril e os flexores do quadril</strong>. Com esse cuidado, você vai conseguir manter sua flexibilidade ao longo de décadas.</p>
<p><strong>10. Aprenda com as crianças.</strong> A hora mais legal do meu dia é quando ensino para os pequenos praticantes. Quem ensina a uma criança fica mais jovem, e educa a si mesmo. Aprenda com o treino infantil. Chegue cedo, procure ajudar seu professor, se ele precisar. Serão lições de paciência e amizade que você vai recordar para sempre.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-para-faixas-brancas-de-jiu-jitsu-do-professor-fabio-costa-gb-georgia/">10 dicas para faixas-brancas, por professor Fabio Costa (GB)</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conheça o Infant System BJJ, idealizado pelo GMI Rodrigo Macedo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 02:38:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI em Massachusetts, o professor Rodrigo Macedo tem como missão formar futuros campeões no Jiu-Jitsu e na vida. Faixa-preta da Alliance nos Estados Unidos, Rodrigo é o idealizador do Infant System Brazilian Jiu-Jitsu, metodologia desenvolvida para o ensino de Jiu-Jitsu e defesa pessoal para crianças de 3 a 14 anos. Além do incentivo à&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_238405" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238405" class="wp-image-238405 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-768x1024.jpeg" alt="" width="650" height="867" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-768x1024.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-225x300.jpeg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-1152x1536.jpeg 1152w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-113x150.jpeg 113w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-238405" class="wp-caption-text">Rodrigo Macedo com o kimono do Infant System BJJ. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Nosso GMI em Massachusetts, o professor <a href="https://www.instagram.com/blvit/">Rodrigo Macedo</a> tem como missão formar futuros campeões no Jiu-Jitsu e na vida. Faixa-preta da Alliance nos Estados Unidos, Rodrigo é o idealizador do <a href="https://www.instagram.com/infant_system_bjj/">Infant System Brazilian Jiu-Jitsu</a>, metodologia desenvolvida para o ensino de Jiu-Jitsu e defesa pessoal para crianças de 3 a 14 anos. Além do incentivo à prática do esporte, o programa visa à formação social do aluno e engloba inúmeros benefícios, como a melhora na autoconfiança e coordenação motora.</p>
<p>Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Rodrigo Macedo listou os benefícios do Infant System para as crianças, abordou os desafios de ensinar Jiu-Jitsu no exterior e disse quais foram as principais lições que aprendeu ao ensinar os pequenos e pequenas.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG: </em></strong><strong>Quando você percebeu que viveria e trabalharia em prol do Jiu-Jitsu?<br />
</strong></p>
<p><em>RODRIGO MACEDO: </em>Comecei a treinar Jiu-Jitsu em 2002, mas já estou aqui nos Estados Unidos desde 1998. Depois de anos de treinamento, após pegar a faixa-roxa, passei a dar aula para as crianças como instrutor e gostei bastante da experiência. Foi nesse momento que tive certeza do que queria fazer na minha vida.</p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios de ensinar Jiu-Jitsu no exterior?<br />
</strong></p>
<p>A meu ver, não há tantos desafios. Alguns pequenos empecilhos podem atrasar um pouco o professor, como o idioma. Mas acredito que uma academia que não tenha um plano de aula específico para crianças e adultos pode trazer dificuldades. Hoje em dia vejo muitos professores que pretendem abrir uma academia, mas não têm noção de como lidar com alunos pequenos. Ressalto sempre que as aulas infantis não são como as turmas de adultos.</p>
<p><strong>Você criou o projeto Infant System Brazilian Jiu-Jitsu. Como funciona?</strong></p>
<p>Usamos as cores para definir cada disciplina no método Infant System, estratégia que já é recorrente no Brasil. A diferença da nossa metodologia é que damos aos pais e professores o poder das cores, algo que não é aplicado somente nas aulas de Jiu-Jitsu, mas também nos ambientes familiar e escolar. Temos conseguido ótimas respostas dos pais, já que as crianças passaram a prestar mais atenção nas aulas da escola graças ao Infant System. Por meio da disciplina e respeito, despertamos o espírito competidor.</p>
<p><strong>Que benefícios a defesa pessoal traz para seus pequenos alunos?</strong></p>
<p>A defesa pessoal deveria ser obrigatória em todas as academias de Jiu-Jitsu. A prática do Jiu-Jitsu traz diversos benefícios às crianças, como a evolução do condicionamento físico, melhora na coordenação motora, agilidade, respeito à hierarquia, desenvolvimento do reflexo e a autoconfiança. As crianças que praticam a arte suave aprendem muito mais do que movimentos de autodefesa e aplicação de golpes. Durante as aulas, as crianças são estimuladas a melhorar as relações com os colegas e superam dificuldades que transcendem de obstáculos físicos.</p>
<p><strong>Você se refere ao papel do Jiu-Jitsu na parte mental e psíquica, certo?</strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu é uma ferramenta que desempenha um papel importante na formação do caráter, já que oferece aos pequenos a possibilidade de pensar em pequenas ações que podem melhorar o convívio social. Os alunos também lidam com questões que os tornam mais dispostos a enfrentar qualquer desafio fora da academia. A falta de paciência é a maior dificuldade das crianças. Hoje em dia, ensinar nossos alunos a saber lidar com as frustrações faz parte do nosso plano de aulas infantil. Ensinamos que ganhar e perder faz parte. Além disso, defendemos que você alcança uma meta quando dá o seu melhor, independentemente do resultado. E ensinar nossos pequenos a lidar com essas emoções é uma delas.</p>
<p><strong> </strong><strong>Você ensina crianças diariamente. Mas quais foram seus maiores aprendizados como professor?</strong></p>
<p>Eu me especializei desde muito cedo no Jiu-Jitsu infantil. Passei por muitos desafios como professor. Mas a maior lição que aprendo diariamente com eles é a lealdade e o amor. Um professor de Jiu-Jitsu tem papel fundamental na formação do aluno. E tem a capacidade de influenciar, ensinar e inspirar. Meu objetivo é conseguir ensinar o aluno a lidar com os obstáculos que ele inevitavelmente vai enfrentar ao longo da vida.</p>
<p><strong>Quais são suas próximas metas como professor à frente </strong><strong>do seu projeto?</strong></p>
<p>Minha próxima meta é tornar o Infant System disponível para todos os professores e instrutores de Jiu-Jitsu em uma plataforma digital, com ensinamentos de técnicas infantis por meio de vídeo aulas e planos de aula semanais para professores com três turmas: 3 a 6 anos, 7 a 10, e 11 a 14 anos. Estou focado no mercado americano, mas nossa plataforma terá versões em inglês e português. Meu objetivo é mostrar que qualquer professor pode ter uma aula didática e de muita qualidade com um rendimento 100% infantil.</p>
<p><strong>O que mais deixa você realizado como professor?</strong></p>
<p>O legado que deixarei para as futuras gerações, por meio de alguns ensinamentos principais – atenção, respeito, disciplina e o espírito competidor. É o que toda criança precisa adquirir para poder ser um cidadão consciente e respeitado. Destaco que o que aprendemos quando criança é o que levamos para a vida adulta.</p>
<p>Saiba mais sobre o trabalho do <a href="https://www.instagram.com/reel/Cg5Dz0_phjw/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D" target="_blank" rel="noopener">professor Rodrigo Macedo, aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/conheca-o-infant-system-bjj-idealizado-pelo-gmi-rodrigo-macedo/">Conheça o Infant System BJJ, idealizado pelo GMI Rodrigo Macedo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A arte de se encantar pelas lutas desde criança, com Jiuliano Leon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 23:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Makoto, no idioma japonês, possui estes significados: verdade, sinceridade, pureza. Somente alguns dos valores que o professor Jiuliano Sucena Leon sempre buscou no dojo, desde que se apaixonou pelo kimono aos 3 anos – de um modo inusitado. Hoje, o faixa-preta de judô e Jiu-Jitsu busca ensinar seus pequenos alunos em aulas diárias repletas de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234789" style="width: 1251px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234789" class="wp-image-234789 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon.jpg" alt="" width="1241" height="1241" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon.jpg 1241w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1241px) 100vw, 1241px" /><p id="caption-attachment-234789" class="wp-caption-text">Professor Jiuliano Leon, em foto de arquivos: acostumado desde os 7 anos a motivar a criançada a ser feliz nos tatames.</p></div>
<p>Makoto, no idioma japonês, possui estes significados: verdade, sinceridade, pureza. Somente alguns dos valores que o professor Jiuliano Sucena Leon sempre buscou no dojo, desde que se apaixonou pelo kimono aos 3 anos – de um modo inusitado.</p>
<p>Hoje, o faixa-preta de judô e Jiu-Jitsu busca ensinar seus pequenos alunos em aulas diárias repletas de uma didática lúdica e divertida. O <a href="projeto Mundo Makoto" target="_blank" rel="noopener">projeto Mundo Makoto</a> se espalha pelos principais bairros da zona sul do Rio de Janeiro, como Botafogo, Leblon, Humaitá e Gávea, mas está apenas em seus primeiros passos.</p>
<p>Em conversa recente com a equipe GRACIEMAG, <a href="https://www.instagram.com/jiulianoleon/" target="_blank" rel="noopener">professor Jiuliano</a> falou de seus sonhos e de como apurou de maneira especial o ensino para os pequenos samurais.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Quando você percebeu que dedicaria sua vida às artes marciais?</strong></p>
<p><strong><em>JIULIANO LEON:</em></strong> Parece clichê, mas foi logo nos primeiros dias de judô, com mais ou menos 3 anos de idade. Machuquei o braço na primeira ou segunda aula, o que por sinal é um fato raro. Pois na terceira eu estava lá de volta, com gesso e tudo, assistindo aos amiguinhos. Me sentia totalmente em casa no dojo. Percebi que tinha dom para ensinar muito jovem, com 7 anos ainda. Chegava mais cedo nas aulas das crianças menores só para ajudar meu professor Ricardo Ruffoni. O Ruffoni é um doutor em Educação Física, sétimo dan de judô, e ter ajudado ele a dar aula diariamente dos 7 aos 21 anos foi um mestrado de valor inestimável.</p>
<p><strong>Lembra algum fato emocionante daquele tempo?</strong></p>
<p>Escolher uma é muito difícil. Minha vida e as artes marciais sempre foram uma coisa só. Mas, aproveitando o Setembro Amarelo, acredito que foi minha superação em conquistar a vaga do Campeonato Brasileiro de Judô em 1995, contra sintomas da síndrome do Pânico. Eu tinha apenas 10 anos. Só o amor explica como uma criança, naquela situação, não desistiu de lutar e de viver esse sonho, sonho esse que moldou meu caráter e minha personalidade pelo resto da vida. Confesso que eu mesmo, na minha idade adulta, não seria tão corajoso quanto aquela criança.</p>
<p><strong>Sensacional. E o que você continuou aprendendo, após tornar-se um professor no meio das crianças?</strong></p>
<p>Que dar aula é uma linda missão. Muitas vezes você vai se tornar a maior referência positiva que a criança terá na vida. Educando uma criança, passando confiança e ensinando valores, você muda um destino e, talvez, o futuro de uma família inteira, sem falar em todos os seus descendentes. É uma responsabilidade e tanto.</p>
<div id="attachment_234793" style="width: 770px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234793" class="size-full wp-image-234793" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-na-BTT.jpg" alt="" width="760" height="469" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-na-BTT.jpg 760w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-na-BTT-300x185.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-na-BTT-150x93.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /><p id="caption-attachment-234793" class="wp-caption-text">Jiuliano Leon e a turma de instrutores do Mundo Makoto na BTT Lagoa.</p></div>
<p><strong>O projeto Mundo Makoto está em expansão no Rio de Janeiro, certo?</strong></p>
<p>Hoje essa minha metodologia se encontra em mais de dez academias no Rio de Janeiro. As principais são a BTT Lagoa, a Alliance Rio, Via Salus e Top Defende. Dou aula para o filho do mestre Murilo Bustamante desde pequeno, e depois da modernização da BTT Lagoa ele me deu essa incrível oportunidade de levar o Mundo Makoto para umas das mais lendárias academias do planeta. O Alexandre &#8220;Gigi&#8221; Paiva é meu professor de Jiu-Jitsu e minha maior referência na luta de solo. Comecei a aprender com ele aos 14 anos e foi ele quem me deu a faixa-preta, em 2009. Tive a oportunidade de dar aula para os dois filhos dele também, e agora, com a nova gestão da Alliance Rio, fui chamado pelo Rodrigo Thiago para abrir o Mundo Makoto lá.</p>
<p><strong>Você lançou sua metodologia para o mundo agora, com seu curso no BJJ Fanactics. Quais os principais benefícios do seu curso on-line?</strong></p>
<p>As crianças aprendem muito melhor através de uma metodologia lúdica e objetiva. Nossa metodologia e progressão pedagógica são pensadas levando em consideração a especificidade das crianças e suas fases de aprendizagem. E tudo isso sem perder o foco e objetivo final daquilo que se quer ensinar e aprender. Essa combinação mantém as crianças motivadas, além de promover o desenvolvimento global do indivíduo – ou seja, físico, emocional e afetivo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mundo Makoto/ Vídeo- Aula 1" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/3bVyvGfHlUA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Cite algo que poucos sabem sobre o ensino de artes marciais para crianças, por favor.</strong></p>
<p>Costumo dizer que a criança não é um “mini-adulto”. Ela gosta de ser corrigida e norteada, falando a língua dela, obviamente. Gosta de ter responsabilidade pela faixa que conquistou, de ser incentivada a comandar (principalmente as mais tímidas), de ajudar os mais novos, mas ela gosta de se superar. Muitas vezes, não sabem ou não conseguem verbalizar isso, mas, com as palavras e os incentivos certos, isso aflora numa boa. Está tudo lá dentro dela, esperando para aflorar e nada como esse conjunto de ferramentas completas chamadas artes marciais para que isso aconteça. Não tenho certeza se poucos sabem disso, mas é um aspecto essencial para as aulas dos pequenos.</p>
<p><strong>Você sempre foi próximo do faixa-preta de judô Breno Viola, o primeiro rapaz com síndrome de Down a conquistar a graduação. O que aprende com ele?</strong></p>
<p>Tudo era impossível até ele chegar lá e fazer. Breno escancarou portas que jamais voltaram a se fechar. Com seus 40 anos já deixou seu legado na Terra, né? Mas as verdadeiras lições do Brenão foram no dia a dia, nos treinos. No meio do treino do alto rendimento do Flamengo, ele se entregava como poucos no dojo. Na carona de volta, ele dormia e só acordava quando eu o deixava na esquina de casa e, principalmente, na resenha pré e pós-treino. Ele nunca quis dar qualquer lição, porém seus ensinamentos eram sutis e diários. Realmente um cara iluminado: chora, sorri e fica com raiva, tudo muito claro e autêntico. Talvez ele seja um dos poucos caras que conheço que ama tanto – ou mais do que eu – as artes marciais.</p>
<div id="attachment_234795" style="width: 770px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234795" class="size-full wp-image-234795" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Mundo-Makoto-turma-na-praia.jpg" alt="" width="760" height="499" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Mundo-Makoto-turma-na-praia.jpg 760w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Mundo-Makoto-turma-na-praia-300x197.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Mundo-Makoto-turma-na-praia-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /><p id="caption-attachment-234795" class="wp-caption-text">Turma do Mundo Makoto em atividade ao ar livre, na praia do Leblon.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-se-encantar-pela-luta-desde-crianca-com-jiuliano-leon/">A arte de se encantar pelas lutas desde criança, com Jiuliano Leon</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rogerio Poggio confirma datas e detalhes da Copa Alfabarra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 20:17:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos torneios de Jiu-Jitsu mais tradicionais do Rio de Janeiro, a Copa Alfabarra celebrará neste ano sua 30ª edição. O evento será disputado no dia 4 de dezembro, no Velódromo da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A competição voltou com carga máxima após flexibilização das restrições devido à pandemia da Covid-19. Em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" class="wp-image-238291 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/f6daddf8-ec8f-4e94-a182-1fa50278674e-819x1024.jpg" alt="" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/f6daddf8-ec8f-4e94-a182-1fa50278674e-819x1024.jpg 819w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/f6daddf8-ec8f-4e94-a182-1fa50278674e-240x300.jpg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/f6daddf8-ec8f-4e94-a182-1fa50278674e-768x960.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/f6daddf8-ec8f-4e94-a182-1fa50278674e-120x150.jpg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/f6daddf8-ec8f-4e94-a182-1fa50278674e.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" />
<figcaption class="wp-element-caption">Cartaz da Copa Alfabarra</figcaption>
</figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Um dos torneios de Jiu-Jitsu mais tradicionais do Rio de Janeiro, a <a href="https://instagram.com/copaalfabarra?igshid=YmMyMTA2M2Y=">Copa Alfabarra</a> celebrará neste ano sua 30ª edição. O evento será disputado no dia 4 de dezembro, no Velódromo da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A competição voltou com carga máxima após flexibilização das restrições devido à pandemia da Covid-19. Em maio deste ano, a Copa Alfabarra realizou sua 29ª edição, em campeonato que contou com mais de 800 atletas inscritos e milhares de espectadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Palco em que jovens talentos do Jiu-Jitsu, como Gabi Pessanha e Pedro Machado já brilharam, a Copa Alfabarra não apenas revela grandes promessas, mas promove a familiarização das crianças com a competição por meio do Festival Kids, uma tradição do torneio. Na edição passada, o Festival contou com a presença de Kyra Gracie e foi um dos grandes atrativos do campeonato. Organizador do evento, nosso GMI <a href="https://instagram.com/rogeriopoggio?igshid=YmMyMTA2M2Y=">Rogerio Poggio</a> comentou com a equipe do GRACIEMAG.com a dimensão do Festival Kids para o público infantil.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="892" class="wp-image-238297 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1158-1024x892.jpg" alt="" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1158-1024x892.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1158-300x261.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1158-768x669.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1158-150x131.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1158.jpg 1170w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“Decidi criar o Festival kids porque sou um fã do Jiu-Jitsu infantil, trabalho com crianças há mais de 25 anos” disse Rogerio. “E elas são o futuro do nosso esporte. Idealizei esse projeto há muito anos, numa em que as competições não tinham Festival Kids. E eu desenvolvi como forma de incentivo às crianças que não queriam competir. Ou seja, as crianças que não tinham pretensão ou condição de disputar uma medalha no campeonato, participavam do Festival e se divertiam. Também participavam de recreações e brincavam demais. Então dedicamos 1h do evento apenas ao público infantil que não vai competir e, ao final do Festival, todas as crianças ganham uma medalha de ouro. Além do âmbito esportivo, valorizamos o lado educativo, já que falamos das regras. O número de participantes é enorme, mas muitos ainda têm receio de participar dos campeonatos. Hoje em dia o Festival da Copa Alfabarra é um dos maiores, senão o maior entre todos os torneios”, compartilhou o organizador do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como de costume, a Copa Alfabarra terá premiação em dinheiro para os vencedores dos absolutos. Rogerio Poggio explicou a importância desse incentivo para a profissionalização do esporte.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="664" class="wp-image-238299 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1157-1024x664.jpg" alt="" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1157-1024x664.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1157-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1157-768x498.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1157-150x97.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1157.jpg 1170w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Essa forma de premiação surgiu como uma estratégia para trazer grandes nomes para competirem no Alfabarra. No começo, premiávamos apenas os faixas-pretas. Depois, passamos a premiar os vencedores dos absolutos das faixas marrom, roxa e azul. E o mais legal é que a Copa Alfabarra divide os absolutos em leve e pesado. Em torneios convencionais, dificilmente um atleta peso-leve terá chances de vencer um atleta superpesado. Essa divisão do aberto incentiva mais lutadores a se inscreverem e dá a eles a chance de brigar pela premiação em dinheiro” ponderou Rogerio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presente desde o começo da popularização do Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro, a Copa Alfabarra recebe competidores de alto nível desde suas primeiras edições. Rogerio Poggio destacou o papel do torneio na evolução do esporte no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Copa Alfabarra é um torneio tão tradicional que foi criado numa época em que só existia uma federação de Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro. É um campeonato que sobreviveu ao longo desses anos. Muito se deve às parcerias que fizemos nas edições e ao profissionalismo e competência de todos que trabalham no evento. O Alfabarra é uma das principais competições amadoras e é muito importante para o crescimento do esporte, já que atrai praticantes que não se dedicam profissionalmente à modalidade. O Jiu-Jitsu não sobrevive apenas de profissionais. E sim dos que amam a arte e que querem participar de um torneio. A Copa Alfabarra oferece esta oportunidade a esse público”, finalizou Rogerio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para a Copa Alfabarra estarão abertas a partir do dia 15 de setembro por meio do site <a href="https://soucompetidor.com.br/pt-br/">SouCompetidor</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rogerio-poggio-confirma-datas-e-detalhes-da-copa-alfabarra/">Rogerio Poggio confirma datas e detalhes da Copa Alfabarra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Rafael Marangoni e o Jiu-Jitsu como receita contra o bullying</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 16:49:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso esporte, além de arte marcial mais efetiva do mundo comprovada na prática, exerce também papel essencial na manutenção da confiança dos praticantes, não importa a idade. Logo, no período mais crítico da formação de uma pessoa, a infância, o Jiu-Jitsu ganha ainda mais importância. É por isso que nosso GMI Rafael Marangoni, da Marangoni&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_229426" style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229426" class="size-full wp-image-229426" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09.jpeg" alt="" width="1080" height="752" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-300x209.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1024x713.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-768x535.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-150x104.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-229426" class="wp-caption-text">Rafa Marangoni e sua atenção especial para as crianças. Foto: Arquivo pessoal</p></div></p>
<p>Nosso esporte, além de arte marcial mais efetiva do mundo comprovada na prática, exerce também papel essencial na manutenção da confiança dos praticantes, não importa a idade.</p>
<p>Logo, no período mais crítico da formação de uma pessoa, a infância, o Jiu-Jitsu ganha ainda mais importância.</p>
<p>É por isso que nosso GMI Rafael Marangoni, da Marangoni Jiu-Jitsu, em Mogi das Cruzes, São Paulo, cuida com atenção especial do assunto. Quando jovem, o faixa-preta teve seus problemas com bullying e entendeu como o Jiu-Jitsu fez falta na época.</p>
<p>Hoje, o professor recomenda de olhos fechados o nosso esporte para os pequenos. Confira nas linhas abaixo a análise de Rafael Marangoni sobre o bullying, o controle que o Jiu-Jitsu tem sobre o assunto nos pequenos que sofreram e até praticavam atos covardes, e como isso ajuda a formar pessoas melhores na vida.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual a relação entre Jiu-Jitsu, defesa pessoal e autoconfiança no mundo de hoje?<br />
</strong></p>
<p><strong>RAFAEL MARANGONI:</strong> Uma pessoa confiante automaticamente é mais feliz. A ideia de &#8220;aprender a lutar&#8221; não se trata de você sair desafiando ou batendo nos outros, mas justamente o contrário. Afinal, &#8220;melhor saber e não precisar, do que precisar e não saber&#8221;. Apenas com essa ideia você já se torna alguém mais confiante, e não apenas numa situação de risco, mas no dia a dia de forma geral. A autoconfiança é o primeiro passo para pequenas ou grandes conquistas, quando você sente medo ou receio, seu subconsciente te trava, e coisas boas acabam por não acontecer.</p>
<p><div id="attachment_229430" style="width: 2154px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229430" class="size-full wp-image-229430" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1.jpeg" alt="" width="2144" height="1060" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1.jpeg 2144w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1-300x148.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1-1024x506.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1-768x380.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1-1536x759.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1-2048x1013.jpeg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-07-at-14.59.09-1-150x74.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 2144px) 100vw, 2144px" /></a><p id="caption-attachment-229430" class="wp-caption-text">Rafael Marangoni com alguns de seus alunos, que foram de crianças a jovens promissores do Jiu-Jitsu sob a sua tutela. Foto: Arquivo pessoal</p></div></p>
<p><strong>Você mesmo já passou por situações relacionadas ao bullying, certo?<br />
</strong></p>
<p>Infelizmente na época da escola eu ainda não praticava Jiu-Jitsu. Fui começar, se não me engano, no primeiro ano do ensino médio, mas o grande problema foi na época em que saí de uma escola particular. Por motivos financeiros fomos para uma outra escola, pública, e a mudança foi grande. Os alunos olhavam a gente como diferentes. Da quinta série até a oitava não foi fácil. Lembro de uma situação, na sétima série, de um menino chegar com três amigos dele na hora do intervalo, me pedir para levantar e me dar um tapa no meu rosto. Eu era o novato, o diferente, sofria.</p>
<p><strong>Que ensinamentos hoje vigentes na Academia Marangoni blindam os pequenos diante de situações parecidas?<br />
</strong></p>
<p>Um aluno meu provavelmente não passaria por uma situação dessa, não apenas pela autoconfiança que eles aprenderam a ter nesses anos, mas também por saberem se defender de qualquer tipo de agressão parecida. A ideia nunca foi ensiná-los a brigar, muito pelo contrário, mas para caso um dia precisarem se defender. Em nossa escola de Jiu-Jitsu ensinamos crianças a se alimentarem melhor, o respeito hierárquico dentro e fora de casa, e também no tatame. Os aprendizados dentro e fora do tatame são inúmeros. Temos desde o aluno que sofria bullying e alunos que praticavam bullying, inclusiva tento usar algumas histórias da minha infância para ambos aprenderem lições valiosas que vão levar para a vida toda, principalmente sobre respeitar o próximo.</p>
<p><strong>Essas lições ajudam a melhorar a vida das crianças em qualquer lugar, certo?<br />
</strong></p>
<p>Acredito que o objetivo de nossa escola é melhorar a vida atual e principalmente o futuro dessas crianças, ajudando a encontrar equilíbrio em todos os sentidos. Uma criança muito tímida se tornar mais feliz, fazendo com que ela possa se socializar com outras crianças. Fazer o &#8220;valentão&#8221; não cometer bullying nas escolas e principalmente ensiná-lo a diferença entre certo e errado. Ensinar as crianças a se defenderem de qualquer tipo de situação. Melhorar a alimentação, notas, disciplina e principalmente torná-las mais felizes.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rafael-marangoni-e-o-jiu-jitsu-como-receita-contra-o-bullying/">Rafael Marangoni e o Jiu-Jitsu como receita contra o bullying</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Brincar de briga&#8221; é bom para a saúde das crianças?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 20:16:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Parem com esta brincadeira de luta! Vocês vão acabar brigando de verdade!” Que criança nunca escutou uma frase assim em casa? O que poucos notam é que esse tipo de hábito aparentemente violento é um divertimento infantil que existe há séculos, provavelmente milênios. O fato de uma criança adorar brincar de medir forças contra um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_174678" style="width: 796px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-174678" class="size-full wp-image-174678" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1.jpg" alt="Jose Leao Teixeira o Ze Beleza e aluninhos faixa amarela em foto de Kazuo Yokoyama" width="786" height="518" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1.jpg 786w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1-300x198.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1-768x506.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /><p id="caption-attachment-174678" class="wp-caption-text">Leão Teixeira com seus aluninhos faixa-amarela. Foto: Kazuo Yokoyama</p></div></p>
<p>“Parem com esta brincadeira de luta! Vocês vão acabar brigando de verdade!” Que criança nunca escutou uma frase assim em casa?</p>
<p>O que poucos notam é que esse tipo de hábito aparentemente violento é um divertimento infantil que existe há séculos, provavelmente milênios. O fato de uma criança adorar brincar de medir forças contra um “inimigo”, numa luta, briga ou confronto seria então uma atividade normal ou um desvio de comportamento?</p>
<p>A pedido de nossos leitores, GRACIEMAG conversou sobre o tema com a pedagoga carioca Flávia Lino, que opinou: “A verdade é que esse tipo de brincadeira é mais do que normal: é fundamental para que a criança se desenvolva emocionalmente, de maneira saudável”, diz a especialista.</p>
<p>“É através dessa luta teatral que a criança enfrenta seus próprios medos e receios, e põe para fora toda angústia que possa estar sentindo. Por meio desse tipo de brincadeira, ela é capaz até mesmo de elaborar alguma possível situação violenta ou assustadora que tenha experimentado. A criança costuma fazer uso de uma forma lúdica para exorcizar todos os seus temores reais, e faz isso de maneira prazerosa, sem realmente usar a força ou violência física, pois sabe exatamente que aquilo é uma brincadeira entre amigos ou amigas. Seus movimentos são quase ensaiados, para não machucar seu ‘amigo-oponente’. Na realidade, seus principais inimigos são seus próprios medos, que acabam sendo ‘finalizados’, gradativamente, a cada agarrão, a cada brincadeira de luta&#8221;, conclui a professora.</p>
<p>Portanto, fiel leitor, começar na academia de Jiu-Jitsu na mais tenra infância, como se vê, não é apenas seguro. Pode ser extremamente benéfico e saudável para o corpo e mente de pequenos e pequenas. Procure uma escola de artes marciais qualificada, converse com um professor faixa-preta e bons treininhos.</p>
<p><em>* Artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #134, em 2008. Para aprender com mais artigos de nosso baú, <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener">assine nossa edição virtual e comece a ler hoje mesmo!</a></em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/brincar-de-briga-e-bom-para-a-saude-das-criancas/">“Brincar de briga” é bom para a saúde das crianças?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O aprendizado de Henrique Saraiva no retorno aos treinos na Irlanda</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 14:10:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Sente-se. Seja humilde&#8221;. Com este mantra na parede, o professor Henrique Saraiva retomou em setembro as aulas de Jiu-Jitsu em suas escolas na Irlanda, após mais de um ano de academias fechadas no país. O professor, filho do grande mestre Orlando Saraiva, celebrou a nova fase em Dublin e dividiu os ensinamentos com nossa equipe.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_235071" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235071" class="size-full wp-image-235071" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Aula-de-Henrique-Saraiva-em-Dublin-Divulgacao-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235071" class="wp-caption-text">Henrique Saraiva ensina Jiu-Jitsu em Dublin. Foto: Divulgação</p></div></p>
<p>&#8220;Sente-se. Seja humilde&#8221;. Com este mantra na parede, o professor Henrique Saraiva retomou em setembro as aulas de Jiu-Jitsu em suas escolas na Irlanda, após mais de um ano de academias fechadas no país.</p>
<p>O professor, filho do grande mestre Orlando Saraiva, celebrou a nova fase em Dublin e dividiu os ensinamentos com nossa equipe.</p>
<p>&#8220;Acho que o maior aprendizado que pude colher nesse período difícil para todos vem de uma analogia que fiz com o Jiu-Jitsu&#8221;, reflete Henrique. &#8220;Que é: na vida não temos controle de muitas coisas. Nos momentos de dificuldade, é preciso sermos sábios para esperar a hora certa de reagir, o importante é não gastar energia sem necessidade. Ninguém se atira num mar para enfrentar um vendaval, nem adianta embarcar sem vento&#8221;.</p>
<p>Saraiva aproveitou a parada forçada para promover mudanças: &#8220;Na volta, recomecei em setembro num novo dojo, numa região que ainda não tinha academias de Jiu-Jitsu. Espero crescer muito por aqui. A <a href="https://www.graciemag.com/academias/d15-academy-carlson-gracie/" target="_blank" rel="noopener">academia em D15</a> continua também, então crescemos no fim das contas.&#8221;</p>
<p>Henrique Saraiva também aproveitou para botar o papo, e os ensinamentos, em dia no Brasil. &#8220;Voei para o Brasil no início da pandemia e assim pude curtir a família. Desde que <a href="https://www.graciemag.com/2019/08/15/depois-daquele-soco-henrique-saraiva-comenta-a-explosao-do-jiu-jitsu-na-irlanda-apos-mcgregor/" target="_blank" rel="noopener">me mudei para a Irlanda</a>, não conseguia passar tantos meses com eles. Na verdade, mesmo quando morava no Brasil nunca tinha ficado tão colado assim com meus pais. Foi uma ótima oportunidade, pude conversar muito com meu pai e absorver o máximo das experiências e as grandes histórias dele no tatame, com mestres Carlson e Paquetá.&#8221;</p>
<p>De acordo com Saraiva, a turma irlandesa voltou mais empolgada do que nunca, e já recomeçaram a planejar a volta aos campeonatos também. &#8220;Acho que o Jiu-Jitsu na Irlanda será ainda mais forte, o espírito da moçada só se renovou. Vejo pelas crianças da nossa equipe, que estão ainda mais animadas, querendo gastar toda aquela energia. Espero em breve poder ver meus alunos lutando em eventos por toda a Europa. Estamos chegando lá, enfim.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/henrique-saraiva-conta-o-que-aprendeu-no-retorno-pos-pandemia-na-irlanda/">O aprendizado de Henrique Saraiva no retorno aos treinos na Irlanda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>5 dicas de Mauro Ayres para entreter crianças com o Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 14:10:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com atenção facilmente dispersa e excesso de energia, crianças podem representar um desafio até para um professor de Jiu-Jitsu experiente. Nos tatames de sua academia em Ipanema, nosso GMI Mauro Ayres conduz diversas aulas infantis e, a partir destas, desenvolveu algumas dicas para cativar seus jovens alunos e os manter entretidos durante as aulas. Desde&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_234683" style="width: 1033px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234683" class="size-full wp-image-234683" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Ayres.png" alt="" width="1023" height="571" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Ayres.png 1023w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Ayres-300x167.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Ayres-768x429.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Ayres-150x84.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><p id="caption-attachment-234683" class="wp-caption-text">Confira as dicas do professor no vídeo abaixo. Foto: Reprodução</p></div></p>
<p>Com atenção facilmente dispersa e excesso de energia, crianças podem representar um desafio até para um professor de Jiu-Jitsu experiente. Nos tatames de sua academia em Ipanema, nosso GMI Mauro Ayres conduz diversas aulas infantis e, a partir destas, desenvolveu algumas dicas para cativar seus jovens alunos e os manter entretidos durante as aulas.</p>
<p>Desde acrescentar mais pausas até estabelecer uma relação de parceria com a criança, Mauro discorre sobre os detalhes mais importantes para ampliar a efetividade da aula infantil, ressaltando a importância de que a aula seja divertida para captar o interesse dos pequenos. Confira no vídeo abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="5 dicas de Mauro Ayres para entreter crianças com o Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/j0F2zzKMLts?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>David Juliano e sua vocação para ensinar no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 17:49:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ensinar é uma das atitudes mais nobres do Jiu-Jitsu. Faixa-preta de terceiro grau e especialista em treino desportivo, nosso GMI David Juliano, da DJ Team, entende essa importância e revela que a paixão por guiar as novas gerações é algo que o acompanha desde a infância. Em seu papo com o GRACIEMAG, o professor, que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_233645" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233645" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.10.28.jpeg" alt="" width="496" height="289" class="size-full wp-image-233645" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.10.28.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.10.28-300x175.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.10.28-150x87.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233645" class="wp-caption-text">Confira a entrevista abaixo. Foto: Reprodução</p></div></p>
<p>Ensinar é uma das atitudes mais nobres do Jiu-Jitsu. Faixa-preta de terceiro grau e especialista em treino desportivo, nosso GMI David Juliano, da DJ Team, entende essa importância e revela que a paixão por guiar as novas gerações é algo que o acompanha desde a infância.</p>
<p>Em seu papo com o GRACIEMAG, o professor, que hoje atua no Catar, conta sobre seu fascínio pelo ensino, a trajetória percorrida até chegar a este ponto e as características necessárias para ser um instrutor de primeira. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>DAVID:  Dava muito trabalho para minha mãe quando jovem, então ela me colocava para fazer várias artes marciais, na intenção de me tornar uma criança mais disciplinada. Meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu foi em 1998, através do UFC. Me lembro de ver um cara de kimono branco e estatura média, fisicamente mais fraco que os oponentes, ganhando suas lutas de forma limpa e rápida, sem usar muito sua força. Aquilo me impressionou muito, então comecei a praticar Jiu-Jitsu no ano seguinte, em São José dos Campos, e nunca mais parei.</p>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir? Como foram seus primeiros anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Nos meus primeiros seis meses de Jiu-Jitsu, fui convidado para participar da minha primeira competição, no interior de São Paulo. Desde pequeno, eu sonhava em ser professor e, diante daquela experiência, entendi que poderia aprender muito competindo, para ensinar aos meus futuros alunos. Com essa mentalidade, fui com tudo na competição e acabei fechando a categoria dos plumas com um amigo de equipe. Ao longo da minha trajetória, tive a sorte de contar com bons professores e parceiros de treino, que me deram o suporte necessário para conquistar títulos nacionais e internacionais até a faixa-preta, mas o mais importante para mim foram os ensinamentos que acumulei durante meus treinamentos.</p>
<p><div id="attachment_233647" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233647" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.14.14-1.jpeg" alt="" width="496" height="344" class="size-full wp-image-233647" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.14.14-1.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.14.14-1-300x208.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.14.14-1-150x104.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233647" class="wp-caption-text">Nas areias do deserto de Doha, no Catar. Foto: Reprodução</p></div></p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Peguei a faixa preta em agosto de 2008, das mãos do professor Erivaldo Jr, o Juninho. Lembro de rever, quase como um filme, a minha trajetória de quase dez anos até chegar àquele ponto. Foi uma caminhada desafiadora, com dificuldades financeiras e muita busca por conhecimento, mas receber a graduação fez tudo valer a pena. A sensação era de que eu tinha me formado em uma segunda faculdade. Certamente, nunca vou me esquecer deste dia. </p>
<p><strong>Você mencionou anteriormente que sempre sonhou em lecionar. De onde nasceu este interesse?</strong></p>
<p>O meu desejo em ser professor foi algo que nasceu e evoluiu de forma natural ao longo da minha vida. Ainda criança, quando ia brincar na rua com os meus amigos, eles sempre fingiam ser super-heróis, mas eu queria ser o professor deles. Mirava em personagens famosos da época, como o senhor Miyagi, do filme Karate Kid. Ao longo do meu crescimento e da minha evolução no Jiu-Jitsu, esse sonho foi ficando mais desafiador. Como era uma geração diferente, na qual o Jiu-Jitsu ainda não tinha alcançado a evolução atual, nós entendíamos que era necessário lutar todo fim de semana para obter o reconhecimento e conquistar alunos. Hoje funciona de outra forma, o praticante pode sair do tatame e investir em outras áreas pertinentes ao Jiu-Jitsu, como administração, marketing ou até mesmo lecionar.</p>
<p><div id="attachment_233649" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233649" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.14.14.jpeg" alt="" width="496" height="496" class="size-full wp-image-233649" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.14.14.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.14.14-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-19-at-14.14.14-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233649" class="wp-caption-text">David na missão de guiar a nova geração. Foto: Reprodução</p></div></p>
<p><strong>Qual é o melhor ensinamento que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Gosto de ressaltar a importância do esforço e da dedicação para ser bem sucedido dentro e fora dos tatames. Tive a oportunidade de treinar campeões mundiais e vários outros atletas que tinham potencial para alcançar esse status, mas não conseguiram. A partir destas experiências, passo esse ensinamento aos meus filhos e alunos. Sem esforço e dedicação, você será apenas mais um dos que tem potencial, mas não alcançará seus objetivos, sejam eles quais forem. Ao longo da minha vida, não conheci ninguém que tenha tido sucesso em suas metas com pouco treino ou esforço. Por isso, sempre lembro a eles que, para qualquer objetivo, a fórmula do sucesso é esforço e dedicação.</p>
<p><strong>Quais são as características que definem um formador de campeões?</strong></p>
<p>O mais importante é ter amor pela profissão, sentir prazer em ensinar e moldar o conhecimento dos seus alunos. Depois, é preciso entender que vivemos uma era diferente no Jiu-Jitsu, na qual as competições nem sempre são o foco. Como professores, devemos sempre investir em uma boa metodologia de ensino, pois só a partir deste investimento poderemos fortalecer nossa academia, formar pessoas melhores e talvez moldar os almejados campeões.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/david-juliano-e-sua-vocacao-para-ensinar-no-jiu-jitsu/">David Juliano e sua vocação para ensinar no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>3 dicas de Felipe Nilo para ensinar Jiu-Jitsu para crianças com autismo</title>
		<link>https://www.graciemag.com/3-dicas-de-felipe-nilo-para-ensinar-jiu-jitsu-para-criancas-com-autismo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=3-dicas-de-felipe-nilo-para-ensinar-jiu-jitsu-para-criancas-com-autismo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2021 13:19:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de sua experiência e visão para a inclusão no Jiu-Jitsu, nosso GMI Felipe Nilo ressalta a importância de quebrar barreiras e abrir as portas da arte suave para praticantes com autismo e outras deficiências. Conhecido por seu trabalho com autismo, Felipe decidiu estender seu conhecimento aos leitores GRACIEMAG e dividiu conosco três importantes&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_229707" style="width: 747px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229707" class="size-full wp-image-229707" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/nilo.jpg" alt="" width="737" height="492" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/nilo.jpg 737w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/nilo-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/nilo-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px" /><p id="caption-attachment-229707" class="wp-caption-text">Felipe Nilo e sua missão com a inclusão pelo esporte. Foto: Reprodução</p></div></p>
<p>A partir de sua experiência e visão para a inclusão no Jiu-Jitsu, nosso GMI Felipe Nilo ressalta a importância de quebrar barreiras e abrir as portas da arte suave para praticantes com autismo e outras deficiências.</p>
<p>Conhecido por seu trabalho com autismo, Felipe decidiu estender seu conhecimento aos leitores GRACIEMAG e dividiu conosco três importantes dicas para ensinar Jiu-Jitsu para crianças e jovens autistas, que fazem parte também do curso &#8220;Lutas e Autismo&#8221;. No curso, o faixa-preta compartilha toda sua experiência no Jiu-Jitsu e outras artes marciais, além de disponibilizar conteúdo específico para formação de aulas voltadas para crianças e jovens autistas. As inscrições estão disponíveis através deste <a href="https://www.hotmart.com/product/curso-artes-marciais-e-autismo-quebrando-paradigmas/Q56300743Q">link</a>. Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>1. Estude material especializado:</strong> &#8220;Ser faixa-preta e ter anos de experiência não significa nada se você não se aprofundar nos estudos sobre o autismo. Procure cursos, palestras e estude sobre desenvolvimento infantil para que você consiga ensinar essa criança da maneira que ela precisa aprender.&#8221;</p>
<p><strong>2. Trabalhe a sua abordagem:</strong> &#8220;É necessário que o professor seja acolhedor e que tenha a capacidade de nutrir um ambiente confortável para a criança autista. É preciso também que ele consiga expor um lado mais carismático, com uma linguagem e uma metodologia mais simples para que o aluno consiga acompanhar.&#8221;</p>
<p><strong>3. Tenha comprometimento:</strong> &#8220;O professor precisa se envolver com a família e com a equipe multi-disciplinar da criança. Através desses contatos, ele deve compreender o que é o autismo e encontrar um método específico para que o aluno consiga se desenvolver nas aulas.&#8221;</p>
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		<title>Caio Nucci e a importância de estimular mente e corpo das crianças no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 15:58:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como pensar, agir e divertir no Jiu-Jitsu? A ideia de todo professor é fazer as crianças amarem os treininhos de Jiu-Jitsu. Mas qual é o meio mais eficiente para se conseguir isso? O professor Caio Nucci, da GMI Alliance Houston, no Texas, ensinou à nossa equipe algumas de suas táticas mais eficazes para levar os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_233497" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233497" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-09-at-12.27.16.jpeg" alt="" width="496" height="290" class="size-full wp-image-233497" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-09-at-12.27.16.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-09-at-12.27.16-300x175.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-09-at-12.27.16-150x88.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233497" class="wp-caption-text">Caio e uma de suas turmas infantis. Foto: Reprodução</p></div></p>
<p>Como pensar, agir e divertir no Jiu-Jitsu? A ideia de todo professor é fazer as crianças amarem os treininhos de Jiu-Jitsu. Mas qual é o meio mais eficiente para se conseguir isso?</p>
<p>O professor Caio Nucci, da GMI Alliance Houston, no Texas, ensinou à nossa equipe algumas de suas táticas mais eficazes para levar os instrutores a ganhar a atenção dos aluninhos todos os dias – como, por exemplo, o popular “jogo da velha” com a garotada. Aprenda no vídeo filmado pela equipe do Texas. Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Caio Nucci e a importância de estimular mente e corpo das crianças no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/oKWYjhTZUKo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/caio-nucci-e-a-importancia-de-estimular-mente-e-corpo-das-criancas-no-jiu-jitsu/">Caio Nucci e a importância de estimular mente e corpo das crianças no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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