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	<title>arbitragem | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>arbitragem | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>7 truques para você fotografar Jiu-Jitsu como profissional, por Ilan Pellenberg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 14:21:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fotojornalista e autor de imagens premiadas desde 2012, o carioca Ilan Pellenberg se especializou em enquadrar lutadores no ano de 2018. A pedido da equipe GRACIEMAG, o faixa-preta de faro apurado e imagens sensíveis listou sete dicas para você clicar campeonatos e produzir imagens memoráveis à beira do tatame, como Ilan. 1️⃣ Velocidade é tudo&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/7-truques-para-voce-fotografar-jiu-jitsu-e-mma-como-profissional-por-ilan-pellenberg/">7 truques para você fotografar Jiu-Jitsu como profissional, por Ilan Pellenberg</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245442" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245442" class="wp-image-245442 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Ilan-Pellenberg-por-Renata-Duarte-bjj-1024x719.jpg" alt="" width="650" height="456" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Ilan-Pellenberg-por-Renata-Duarte-bjj-1024x719.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Ilan-Pellenberg-por-Renata-Duarte-bjj-300x211.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Ilan-Pellenberg-por-Renata-Duarte-bjj-768x539.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Ilan-Pellenberg-por-Renata-Duarte-bjj-150x105.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Ilan-Pellenberg-por-Renata-Duarte-bjj.jpg 1125w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245442" class="wp-caption-text"><em>Foto por Renata Duarte/ Acervo Pessoal</em></p></div>
<p>Fotojornalista e autor de imagens premiadas desde 2012, o carioca <a href="https://www.instagram.com/ilanpellenberg_lutas/" target="_blank" rel="noopener">Ilan Pellenberg</a> se especializou em enquadrar lutadores no ano de 2018.</p>
<p>A pedido da equipe GRACIEMAG, o faixa-preta de faro apurado e imagens sensíveis listou sete dicas para você clicar campeonatos e produzir imagens memoráveis à beira do tatame, como Ilan.</p>
<p>1&#x20e3; <strong>Velocidade é tudo</strong></p>
<p>Use velocidades acima de 1/500s para congelar movimentos rápidos, como quedas. No chão, onde os movimentos são mais lentos, Ilan sugere experimentar velocidades mais baixas. Quer um toque artístico? Use baixa velocidade com flash e crie borrões que expressem o movimento.</p>
<p>2&#x20e3; <strong>Posicionamento estratégico </strong></p>
<p>Fotografia é arte de saber se posicionar. Fuja do óbvio. Encontre ângulos diferentes dos demais fotógrafos ao seu redor — nas fotos como na vida, ninguém quer ver mais do mesmo.</p>
<p>3&#x20e3; <strong>Escolha o fundo da imagem </strong></p>
<p>Um fundo adequado pode fazer toda a diferença. Procure contrastes, elementos que conversem com o evento e com o elemento principal de sua fotografia e traga criatividade à cena.</p>
<p><strong><br />
4&#x20e3; Olhos abertos e reflexos rápidos = puro Jiu-Jitsu!</strong></p>
<p>Se você for se posicionar próximo ao tatame, ative sua visão periférica. “Afinal”, lembra Ilan, “atletas podem cair perto de você num piscar de olhos. Proteja-se –&nbsp;e proteja seu equipamento.”</p>
<p>5&#x20e3; <strong>Respeito é bom </strong></p>
<p>Evite bloquear o campo de visão de professores, mesários ou colegas de imprensa. E se estiver em áreas movimentadas, fotografe agachado para não atrapalhar ninguém.</p>
<p>6&#x20e3; <strong>Nada de reclamar com o árbitro </strong></p>
<p>Ilan lembra uma regra de etiqueta clássica para fotografar ao redor dos tatames. “Se ele entrou na frente da sua lente, é porque precisava ver melhor a luta. Nunca grite para o árbitro. Isso é proibido, atrapalha o torneio e pode levar o profissional para fora do evento. Árbitros mais experientes costumam visualizar os profissionais de mídia do lado de fora e evitam obstruir a visão deles. Muitos árbitros, inclusive, ajudam a proteger os fotógrafos de colisões indesejadas”, reflete Pellenberg. Não seja parte do problema, seja parte da equipe.</p>
<p>7&#x20e3; <strong>Inspire-se para além do tatame </strong></p>
<p>Estude fotógrafos de outras áreas e esportes, para além do Jiu-Jitsu. Veja livros de surfe, fotos de Olimpíadas. Ilan indica: “Eu gosto de assistir a muitos filmes — de blockbusters a produções independentes. Cinema amplia seu olhar. Não à toa, é a sétima arte, tudo a ver com arte suave.” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<div id="attachment_219773" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-219773" class="size-large wp-image-219773" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-17-at-21.22.46-1024x682.jpeg" alt="" width="650" height="433" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-17-at-21.22.46-1024x682.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-17-at-21.22.46-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-17-at-21.22.46-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-17-at-21.22.46-150x100.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-17-at-21.22.46.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-219773" class="wp-caption-text">Flagra de Ilan Pellenberg no Jiu-Jitsu.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-truques-para-voce-fotografar-jiu-jitsu-e-mma-como-profissional-por-ilan-pellenberg/">7 truques para você fotografar Jiu-Jitsu como profissional, por Ilan Pellenberg</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>US Open chega a 30 anos e Claudio França diz o que espera para o futuro do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 03:46:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No fim de semana de 15 e 16 de novembro, a William Overfelt High School, em San Jose, Califórnia, se prepara para receber um grupo diferente de mestres e estudantes aplicados. A escola americana será palco do US Open, que começou lá atrás em 1995, e este ano chega a sua 30ª edição. Faixa-coral de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-1024x847.jpg" alt="" width="650" height="538" class="aligncenter size-large wp-image-245302" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-1024x847.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-300x248.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-768x636.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open-150x124.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/09/Mestre-Claudio-Franca-US-Open.jpg 1536w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>No fim de semana de 15 e 16 de novembro, a William Overfelt High School, em San Jose, Califórnia, se prepara para receber um grupo diferente de mestres e estudantes aplicados. A escola americana será palco do US Open, que começou lá atrás em 1995, e este ano chega a sua 30ª edição.</p>
<p>Faixa-coral de Jiu-Jitsu e fundador do evento, o brasileiro Claudio França refletiu, em conversa com GRACIEMAG, sobre o saldo do torneio até aqui, e o que espera para o futuro do esporte.</p>
<p>O US Open 30 aguarda entre 1.500 e 2 mil competidores espalhados por todas as divisões, com e sem kimono.</p>
<p>Confira os detalhes do torneio em: <a href="https://bjjtour.com/tournaments/u-s-open/" target="_blank" rel="noopener">https://bjjtour.com/tournaments/u-s-open/</a></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Quando um evento completa 30 anos, torna-se uma data perfeita para celebrar, e também para um balanço de todas as conquistas. Neste aniversário, que desejo você tem para o US Open? O que ainda faltaria conquistar?</strong></p>
<p><em><strong>CLAUDIO FRANÇA:</strong></em> Eu desejo um pouco mais de visibilidade fora do meio do Jiu-Jitsu, para que o torneio pudesse dar ainda mais retorno para todos que participam dele, dos atletas aos patrocinadores. As mídias e veículos voltados para as artes marciais contribuem, mas o espaço para os campeonatos e para os astros do Jiu-Jitsu nos grandes canais convencionais ainda é escasso, quase nulo. A luta nas próximas décadas será esta, ver nossas disputas de Jiu-Jitsu ao vivo em canais como a ESPN, a Fox Sports e outras grandes emissoras. Isso seria um passo decisivo para atrair parcerias e patrocinadores fortes, e poder distribuir prêmios merecidos e substanciais para os competidores e competidoras da faixa-preta.</p>
<p><strong>Em 1995, você organizou o primeiro campeonato na Califórnia, em Santa Cruz, e não deve ter sido fácil. O que mais parece ter mudado de lá para cá no ambiente dos campeonatos?</strong></p>
<p>Quando organizei o primeiro US Open eu estava havia menos de dois anos nos EUA. Arrumar tatames de Jiu-Jitsu já era difícil, o que dirá negociar parcerias e contratar equipamentos básicos para um campeonato. O que lembro hoje é de como os treinadores e líderes de equipe eram bem mais nervosos com os árbitros.</p>
<p><strong>Como o US Open ajudou no fortalecimento do Jiu-Jitsu no norte da Califórnia e no país em geral?</strong></p>
<p>Creio que o grande papel das primeiras edições do US Open foi o de mostrar aos alunos e para a comunidade as diferenças essenciais do Jiu-Jitsu esportivo e do MMA, modalidade que se tornava muito popular nos Estados Unidos, com o UFC. Os jovens perceberam que podiam treinar Jiu-Jitsu por 1001 razões, e não com o intuito de subir no Octagon para lutar sem luvas. E assim preconceitos foram caindo e a vida de muitas famílias foram tocadas. Era uma fase em que só havia campeonatos no Brasil, e desde o começo conseguimos atrair lutadores de muitos países, e ajudar no fortalecimento e divulgação da nossa arte marcial nos Estados Unidos. Houve então esse papel educativo muito forte.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rhalan Gracie vs Clement Shields US OPEN BJJ 2013" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/qSYxM89vlvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Quando você decidiu organizar seus primeiros torneios, no Rio, os campeonatos eram raríssimos. Um lutador que perdia tinha de esperar um ano por uma revanche. Hoje há eventos a cada fim de semana, em dezenas de cidades do planeta. Há algum lado prejudicial em termos tantas competições?</strong></p>
<p>O esporte ganha popularidade a cada campeonato, isso é um senhor benefício. O lado nocivo é quando o campeonato não cuida da arbitragem, da segurança dos atletas, e isso pode passar uma impressão errada para os participantes. O que também não vejo com bons olhos é quando cada evento se sente no direito de ir alterando as regras e pontos do Jiu-Jitsu. O esporte tem regras conhecidas. É preciso seguir os regulamentos regidos e consolidados pela nossa Federação Internacional. Isso confunde a cabeça dos atletas e dos fãs, e atrapalha o crescimento do esporte nas grandes mídias. Imagine se no tênis a cada torneio houvesse uma pontuação diferente? Seria confuso. Isso é bem prejudicial para o futuro do esporte.</p>
<p><strong>Ainda curte viajar para prestigiar outros campeonatos, para ver como são organizados?</strong></p>
<p>Hoje sou faixa-coral, mas desde minha juventude sempre lutei e disputei muitos campeonatos. Esse sempre foi o meu maior prazer. Depois, passei a curtir levar os meus alunos e incentivar o Jiu-Jitsu no Brasil, nos EUA ou onde fossse. Foi isso que me trouxe até aqui. É sempre um prazer apoiar e aprender com outros organizadores.</p>
<div id="attachment_244076" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244076" class="wp-image-244076 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1024x909.jpg" alt="" width="650" height="577" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1024x909.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-300x266.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-768x682.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-1536x1364.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-2048x1819.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Claudio-Franca-antiga-150x133.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-244076" class="wp-caption-text">Claudio França (com o troféu) nos tempos dos campeonatos no Rio de Janeiro.</p></div>
<p><strong>Seus eventos sediaram lutas de diversos astros e estrelas americanas, revelaram jovens como Kron Gracie e até o empresário Mark Zuckerberg. Já aprendeu alguma técnica numa luta realizada no US Open?</strong></p>
<p>Quando a gente veste a camisa de organizador, é raro a gente ter atenção total nas lutas, a ponto de perceber os detalhes técnicos. Mas sempre, sempre aprendi muito ali no melhor lugar da arena, ali no centro das áreas de luta, ou como instrutor à beira dos tatames. Semanas depois dos meus eventos, acabo analisando o jogo e o estilo das grandes feras.</p>
<p><strong>Como era o Claudio França aluno, pequeno ali nos tatames do grande mestre Francisco Mansor?</strong></p>
<p>Comecei me divertindo, aprendendo desde cedo com outras crianças, nas turminhas do mestre Mansor. Quando me tornei atleta e professor, passei a absorver muita coisa do mestre, que é aquele grande contador de histórias, uma página viva do Jiu-Jitsu. Quando ele abriu a Kioto BJJ em Nova York, eu fazia questão de ir lá ouvir aquelas histórias deliciosas. A gente saía para jantar e eu aprendia muito, sobre o passado dele como polícia e as aulas que ele tinha com grande mestre Helio Gracie. Outro lado dele menos conhecido é o religioso. Ele sempre me ajudou a encontrar esse tipo de paz também. Hoje ele mora em São Paulo, o carinho e o amor continuam o mesmo, mas bate a maior saudade.</p>
<div id="attachment_79902" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-79902" class="size-full wp-image-79902" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3.jpg 500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/tanquinho_nosferatu_usopen_17-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-79902" class="wp-caption-text">Augusto Tanquinho contra Diego Nosferatu no US Open 17. Foto: Dan Rod/GRACIEMAG.com</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/us-open-chega-a-30-anos-e-claudio-franca-diz-o-que-espera-para-o-futuro-do-jiu-jitsu/">US Open chega a 30 anos e Claudio França diz o que espera para o futuro do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>20 atitudes para você evitar se quer chegar até a faixa-preta no Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/20-atitudes-para-voce-evitar-se-quer-chegar-ate-a-faixa-preta-no-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=20-atitudes-para-voce-evitar-se-quer-chegar-ate-a-faixa-preta-no-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 13:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seja você um faixa-branca ou quase um mestre, estude e divulgue esses 20 mandamentos do bom praticante de Jiu-Jitsu, e propague atitudes positivas nos tatames. Oss! 1 » Não amarrarás. 2 » Não afrouxarás. 3 » Não matarás treino por motivos bobos. 4 » Não farás uso em excesso de álcool. 5 » Não farás&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244564" style="width: 951px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244564" class="size-full wp-image-244564" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Gianni-Grippo-recebe-a-faixa-preta-por-Jon-Ricard.jpg" alt="" width="941" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Gianni-Grippo-recebe-a-faixa-preta-por-Jon-Ricard.jpg 941w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Gianni-Grippo-recebe-a-faixa-preta-por-Jon-Ricard-300x245.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Gianni-Grippo-recebe-a-faixa-preta-por-Jon-Ricard-768x627.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Gianni-Grippo-recebe-a-faixa-preta-por-Jon-Ricard-150x122.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 941px) 100vw, 941px" /><p id="caption-attachment-244564" class="wp-caption-text">Marcelo Garcia durante graduação do aluno Gianni Grippo, em NY. Foto: Jon Ricard/GRACIEMAG</p></div>
<p>Seja você um faixa-branca ou quase um mestre, estude e divulgue esses 20 mandamentos do bom praticante de Jiu-Jitsu, e propague atitudes positivas nos tatames. Oss!</p>
<p>1 » Não amarrarás.</p>
<p>2 » Não afrouxarás.</p>
<p>3 » Não matarás treino por motivos bobos.</p>
<p>4 » Não farás uso em excesso de álcool.</p>
<p>5 » Não farás uso em excesso do bate-estaca.</p>
<p>6 » Não usarás kimonos mal-cheirosos nem esquecerás do asseio.</p>
<p>7 » Não reclamarás da arbitragem – concentre em finalizar.</p>
<p>8 » Não creontarás – respeite seu mestre e sua academia.</p>
<p>9 » Não acatarás ordens que vão contra seus valores morais.</p>
<p>10 » Não serás grosso durante os treinos.</p>
<p>11 » Não farás da <a href="https://www.graciemag.com/verdade-ou-mito-orelhas-de-praticantes-de-jiu-jitsu-incham/" target="_blank" rel="noopener">sua orelha estourada um troféu.</a></p>
<p>12 » Não sucumbirás aos biscoitos de chocolate, brigadeiros e afins.</p>
<p>13 » Não ficarás se exibindo – seja discreto, afinal, quanto mais exposto mais fácil é o alvo.</p>
<p>14 » Não falarás demais na academia nem causarás intriga entre os parceiros de treino.</p>
<p>15 » Não farás covardia.</p>
<p>16 » Não levarás a sério nenhum filme do Steven Seagal.</p>
<p>17 » Não contarás vantagem.</p>
<p>18 » Não tardarás a soltar o golpe quando o adversário bater.</p>
<p>19 » Não descontarás o estresse do dia-a-dia nos parceiros de treino.</p>
<p>20 » Não roubarás as Havaianas do colega de treinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Faltou alguma? Mande a sua&#8230; Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/20-atitudes-para-voce-evitar-se-quer-chegar-ate-a-faixa-preta-no-jiu-jitsu/">20 atitudes para você evitar se quer chegar até a faixa-preta no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Francisco Maciel: do susto do desemprego ao sucesso no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 01:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[arbitragem]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Maciel]]></category>
		<category><![CDATA[GFTeam Vargem Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI, o professor Francisco Maciel faz um bonito trabalho à frente da GFTeam Vargem Grande, no Rio de Janeiro. O faixa-preta coordena um projeto social na equipe ao lado do sócio Fábio Cândido, com o intuito de introduzir o Jiu-Jitsu na vida de inúmeras crianças moradoras de comunidade. Maciel vive em prol do Jiu-Jitsu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239665" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239665" class="size-full wp-image-239665" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-12.04.00.jpeg" alt="" width="1000" height="667" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-12.04.00.jpeg 1000w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-12.04.00-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-12.04.00-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-16-at-12.04.00-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-239665" class="wp-caption-text">Francisco Maciel em ação no Brasileiro 2022. Foto: Illan Pellenberg</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Nosso GMI, o professor <a href="https://www.instagram.com/macielsousa/">Francisco Maciel</a> faz um bonito trabalho à frente da <a href="https://www.instagram.com/gfteam_vargemgrande/">GFTeam Vargem Grande</a>, no Rio de Janeiro. O faixa-preta coordena um projeto social na equipe ao lado do sócio Fábio Cândido, com o intuito de introduzir o Jiu-Jitsu na vida de inúmeras crianças moradoras de comunidade. Maciel vive em prol do Jiu-Jitsu e também é gabaritado como árbitro, competidor e é especialista em técnicas de defesa pessoal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Francisco Maciel conversou com a equipe do GRACIEMAG.com e falou sobre o projeto social que coordena, a mudança que o Jiu-Jitsu trouxe em sua vida e a importância do professor ser um espelho para os alunos.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em>: Como o Jiu-Jitsu mudou a sua vida?</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">FRANCISCO MACIEL</span></em><i><span style="font-weight: 400;">: </span></i><span style="font-weight: 400;">O Jiu-Jitsu mudou minha vida em todos os sentidos. Eu estava extremamente estressado tanto em casa quanto no trabalho e, quando descobri o esporte, a arte suave virou a chave. O estresse foi substituído pelos rolas e exercícios. Além disso, o Jiu-Jitsu me deu a oportunidade de exercer uma nova profissão e me fez ter mais autoconfiança, autoestima e saúde. Minha família adotou o Jiu-Jitsu como filosofia. Minha filha mais velha é faixa-azul , a mais nova está na laranja e o garoto em breve estará nos tatames, basta fazer 4 anos. Minha esposa já tentou, mas a rotina de trabalho impediu que ela continuasse.</span></p>
<p><strong>Como funciona o projeto social na GFTeam Vargem Grande?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto é voltado às crianças moradoras de comunidade entre 10 e 15 anos e as aulas são realizadas às terças e quintas-feiras, às 18h. É gratuito, basta apenas o aluno ou o responsável procurar o professor para começar a treinar. </span></p>
<p><strong>Quando você percebeu que viveria em prol do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi inesperado. Quando fiquei sem trabalho, me dei conta que era faixa-preta, e uma vez faixa-preta, jamais desempregado. E de brinde, veio a vontade de disseminar e receber conhecimento por meio do Jiu-Jitsu a todos diariamente. </span></p>
<div id="attachment_239667" style="width: 967px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239667" class="size-full wp-image-239667" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-17-at-22.39.41.jpeg" alt="" width="957" height="572" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-17-at-22.39.41.jpeg 957w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-17-at-22.39.41-300x179.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-17-at-22.39.41-768x459.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-17-at-22.39.41-150x90.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 957px) 100vw, 957px" /><p id="caption-attachment-239667" class="wp-caption-text">Francisco Maciel e a equipe na GFTeam Vargem Grande. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual é a importância do professor se manter ativo nos campeonatos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É primordial que o professor mantenha o ritmo de competições, se possível, para ser o exemplo na academia, manter os alunos e ele próprio motivados. Além desses fatores, estar presente nos campeonatos é um fator agregador para ganhar visibilidade no cenário do Jiu-Jitsu.</span></p>
<p><strong>Qual é a importância do mestre Serginho Miranda na sua formação dentro e fora dos tatames?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Serginho foi muito importante na minha trajetória, sempre esteve ativo na minha formação, da faixa-branca à preta.  Ele é e será para muitos uma inspiração. É cara do bem, vive em prol do esporte e ajuda quem precisa. Considero-o essencial na minha vida.</span></p>
<p><strong>Como o seu conhecimento como árbitro ajuda você como professor e atleta? </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conhecimento das regras de arbitragem me proporciona segurança diante dos meus alunos em relação às posições e suas respectivas variações. Além disso, ao arbitrar, também aprendo muito com os atletas, que sempre trazem posições inovadoras e interessantes, o que é enriquecedor para o esporte. Estar nesse contato direto mantém atualizado.</span></p>
<p><strong>Como as técnicas de defesa pessoal são úteis aos praticantes de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As técnicas de defesa pessoal estão na raiz das artes marciais. Há diversas técnicas do Jiu-Jitsu que, implicitamente, são de defesa pessoal e são ensinadas com o kimono.</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/CnSxDi1qd6a/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/CnSxDi1qd6a/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a></p>
</div>
</blockquote>
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		<title>“O Jiu-Jitsu é uma linguagem universal”, ensina professor Ismael Fagundes</title>
		<link>https://www.graciemag.com/o-jiu-jitsu-e-uma-linguagem-universal-ensina-professor-ismael-fagundes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-jiu-jitsu-e-uma-linguagem-universal-ensina-professor-ismael-fagundes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 00:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Paraíso]]></category>
		<category><![CDATA[arbitragem]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[First BJJ Carlson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Ismael Fagundes]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Utah]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor Ismael Fagundes carrega a bandeira do Jiu-Jitsu no exterior e propaga a cultura da arte suave em Utah, nos Estados Unidos. Representante da First BJJ Carlson Gracie, Ismael construiu carreira de atleta e professor e deu continuidade à jornada em solo americano. Quando ainda vivia no Brasil, o faixa-preta liderava o projeto social&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239150" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239150" class="size-large wp-image-239150" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Ismael-Fagundes-pic1-931x1024.jpeg" alt="" width="650" height="715" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Ismael-Fagundes-pic1-931x1024.jpeg 931w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Ismael-Fagundes-pic1-273x300.jpeg 273w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Ismael-Fagundes-pic1-768x845.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Ismael-Fagundes-pic1-1396x1536.jpeg 1396w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Ismael-Fagundes-pic1-136x150.jpeg 136w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Ismael-Fagundes-pic1.jpeg 1440w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239150" class="wp-caption-text">Professor Ismael Fagundes recebe seu primeiro grau na faixa-preta. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O professor <a href="https://www.instagram.com/ismaelfagundesbjj/">Ismael Fagundes</a> carrega a bandeira do Jiu-Jitsu no exterior e propaga a cultura da arte suave em Utah, nos Estados Unidos. Representante da First BJJ Carlson Gracie, Ismael construiu carreira de atleta e professor e deu continuidade à jornada em solo americano. Quando ainda vivia no Brasil, o faixa-preta liderava o projeto social Alto Paraíso, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, e ensinava o esporte a moradores de comunidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das funções de competidor e professor, Ismael também é árbitro de Jiu-Jitsu e tem a oportunidade de transmitir conhecimento para os alunos por meio da visão de quem já viveu a experiência de atleta e árbitro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Ismael Fagundes explicou como o conhecimento como árbitro o ajudou como atleta e professor, e detalhou como incentiva os alunos a se aventurarem nos campeonatos.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em>: Quais foram as lições mais importantes que o Jiu-Jitsu te ensinou?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que as maiores lições que o Jiu-Jitsu me ensinou foram companheirismo, superação, e o aprendizado de lidar com frustrações, especialmente nas derrotas, e o melhor, poder aplicar isso na vida também. Nunca fui talentoso, sempre  tive vontade,  treinei muito voltado para o  Jiu-Jitsu e preparação física. Eu pensava: “posso perder, mas vão ter que fazer uma força.” Ganhar é bom, mas sempre gostei de me testar, independentemente do resultado, sempre foi uma vitória. Eu acho que me tornei amigo de quase todos os adversários que já enfrentei, após as lutas. Até porque quase sempre nos encontrávamos em treinos. Quando eu perdia, já estava no tatame na segunda-feira para corrigir os erros. Conversava com meu professor e colegas de equipe e buscava formas de melhorar meu jogo.</span></p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios de ser atleta e competidor no exterior?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Penso que a língua e os custos para se manter são sempre grandes desafios. No entanto, tive ótimo suporte aqui nos Estados Unidos, com o Gustavo Rodrigues, da GRBJJ, que me deu o melhor apoio possível quando cheguei. Outros amigos também me ajudaram, como Suyan Queiroz e Carlos Santos, ambos da First BJJ Carlson Gracie, equipe da qual hoje faço parte. Também integro o time de árbitros da Impact BJJ, uma empresa que promove e divulga o Jiu-Jitsu por meio de competições. Meu inglês ainda não está 100% afiado, mas não tenho tantas dificuldades de me comunicar, pois o Jiu-Jitsu é uma língua universal. O esporte abre portas, você é bem recebido em toda a comunidade aqui, assim como no Brasil. </span></p>
<p><strong>Como você incentiva um aluno faixa-branca a competir?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tenho como meu professor no Brasil, Alex Tchaka. Ele é um grande atleta até hoje e está sempre nas cabeças das competições. Eu competi desde a faixa-branca, treinava a pouco mais de três meses quando me testei pela primeira vez. Quando um aluno me pergunta se está na hora de competir, digo que ele precisa estar confortável em se colocar à prova e se desafiar. Falo para ele se divertir e fazer amigos. Mesmo que não consiga um resultado positivo, ele subiu de nível e passo a passo vamos alcançar os objetivos. Sempre estarei lá para vibrar com ele na vitória ou dar a força necessária numa derrota.</span></p>
<p><strong>O que diferencia sua equipe das demais da região?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem muitas academias e ótimos profissionais em Utah. Eu não gosto de fazer comparações, procuro fazer o meu melhor para os alunos. Aproveito minha experiência como atleta e árbitro para dar uma ampla visão de competições e treinar a base, postura e movimentação para que meu aluno consiga se sobressair e estar um passo à frente do oponente nas competições. </span></p>
<p><strong>Como você avalia o desempenho dos seus alunos nos campeonatos recentes?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos são grandes guerreiros, percebo que se esforçam ao máximo em cada competição. Nossa equipe tem conquistado resultados incríveis nos campeonatos, tanto com e sem kimono. Estamos sempre no pódio e, a cada treino e competição, temos resultados melhores. Eles me enchem de orgulho e é ótimo para mim saber que tenho uma pequena parcela no desempenho deles.</span></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-jiu-jitsu-e-uma-linguagem-universal-ensina-professor-ismael-fagundes/">“O Jiu-Jitsu é uma linguagem universal”, ensina professor Ismael Fagundes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Alvaro Bobadilla analisa crescimento do Jiu-Jitsu na Austrália</title>
		<link>https://www.graciemag.com/alvaro-bobadilla-analisa-crescimento-do-jiu-jitsu-na-australia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=alvaro-bobadilla-analisa-crescimento-do-jiu-jitsu-na-australia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 19:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interviews]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Alvaro Bobadilla]]></category>
		<category><![CDATA[arbitragem]]></category>
		<category><![CDATA[Australia]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GFTeam]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Welshpool]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Multicampeão no Jiu-Jitsu, nosso GMI Alvaro Bobadilla tem se dedicado ao ensino da arte suave no exterior. O professor, que se consagrou nos tempos de atleta, pôde vivenciar a duas facetas do esporte. Isso porque Alvaro soma vasta experiência como árbitro da modalidade. À frente da GF Team Rockingham, sediada em Rockingham, na Austrália, o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="927" height="1024" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1175-927x1024.jpg" alt="" class="wp-image-238336" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1175-927x1024.jpg 927w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1175-272x300.jpg 272w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1175-768x848.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1175-136x150.jpg 136w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/img_1175.jpg 1170w" sizes="auto, (max-width: 927px) 100vw, 927px" /><figcaption class="wp-element-caption">Alvaro Bobadilla na GF Team Welshpool. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Multicampeão no Jiu-Jitsu, nosso GMI <a href="https://www.instagram.com/alvarobobadillabjj/">Alvaro Bobadilla</a> tem se dedicado ao ensino da arte suave no exterior. O professor, que se consagrou nos tempos de atleta, pôde vivenciar a duas facetas do esporte. Isso porque Alvaro soma vasta experiência como árbitro da modalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À frente da <a href="https://instagram.com/gfteam.rockingham?igshid=YmMyMTA2M2Y=">GF Team Rockingham</a><a href="https://www.instagram.com/gfteam_welshpool/">,</a> sediada em Rockingham, na Austrália, o faixa-preta tem propagado a filosofia do Jiu-Jitsu por meio de seu conhecimento. Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Bobadilla relatou experiências marcantes como árbitro e atleta, além de analisar o crescimento do mercado da arte suave na Austrália.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>GRACIEMAG:</em> Você já deu aula de Jiu-Jitsu em diversos países. Como lida com o choque cultural em relação ao Brasil?<br /></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>ALVARO BOBADILLA:</strong> </em>Dei aulas no Brasil, Emirados Árabes Unidos e Austrália, e tenho filiais no Chile e Argentina. O choque cultural de fato mais evidente foi nos Emirados Árabes Unidos. É país muçulmano e com cultura e tradições bem diferentes em relação ao Brasil. É aquilo, quem sonha viver do Jiu-Jitsu no exterior jamais pode desistir de seus sonhos. Nunca é fácil, mas se Deus der a direção apenas obedeça pois dará certo. Tenha perseverança, dedicação, respeito e fé. Com isso, sempre atingiremos nossos objetivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como você analisa o crescimento do mercado do Jiu-Jitsu na Austrália?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vejo o crescimento do mercado do Jiu-Jitsu na Austrália de forma semelhante a que ocorreu nos Estados Unidos. Moro na Austrália há um ano e quatro meses e percebi que o nível tem só aumentado. Já tinha visitado o país em 2016 e 2018 e a evolução foi considerável desde então. Hoje ensino na GFTeam Welshpool, onde reforço com os alunos valores como respeito, saúde, família, amor e dedicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>São mais de 30 anos no Jiu-Jitsu e inúmeros alunos. Quais foram as principais lições que você aprendeu, Alvaro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nunca podemos parar de evoluir, é a primeira lição. Além disso, é preciso respeitar o próximo sempre, ser humilde e tratar os outros como você gostaria de ser tratado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que história marcante como árbitro você gostaria de compartilhar com GRACIEMAG? </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"> Uma história bem marcante como árbitro foi na final da BJJ Professional Cup 2011, na Itália, e que colocou frente a frente Bernardo Faria e Romulo Barral. Aquela me marcou bastante, pois foi um evento mais bem pago da história no Jiu-Jitsu. O prêmio foi de 25 mil euros para o vencedor do absoluto adulto na faixa-preta. Apesar das polêmicas, graças a deus eu fiz o certo na conduta e segui o regulamento. Como atleta, uma memória inesquecível foi a vitória decisiva no Brasileiro de Equipes de 2013, pois estávamos na final contra a Nova União e o placar marcava 2 a 2. Eu fui escalado para decidir como o quinto atleta e foi emocionante. Graças a deus, eu venci com a minha equipe GF Team.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alvaro-bobadilla-analisa-crescimento-do-jiu-jitsu-na-australia/">Alvaro Bobadilla analisa crescimento do Jiu-Jitsu na Austrália</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>The foot lock that disqualified Leandro Lo&#8217;s round-1 opponent</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2018 19:21:37 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_129722" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-129722" class="wp-image-129722 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/2014-NY-BJJ-Pro-121-e1447364947688-1.jpg" alt="Leandro Lo competing in New York in 2014" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/2014-NY-BJJ-Pro-121-e1447364947688-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/2014-NY-BJJ-Pro-121-e1447364947688-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/2014-NY-BJJ-Pro-121-e1447364947688-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-129722" class="wp-caption-text">Leandro Lo. Erin Herle/GRACIEMAG</p></div></p>
<p>As usual, this year the IBJJF Worlds produced many moves that drew the attention and comments of the BJJ community. One that was hotly debated on Graciemag&#8217;s social media took place in the first round of the men&#8217;s absolute division, on Saturday.</p>
<p>Eventual champion Leandro Lo faced Nick Schrock (Ribeiro JJ), and their fight ended all of a sudden. While Lo was playing guard, Nick saw an unattended foot and attacked it. But the referee stopped him in his tracks, interpreting that there had been an infraction, and thus the young American was out.</p>
<p>What did we learn from this? Where did he go wrong?</p>
<p>According to comments overheard at the Walter Pyramid, the infraction was, indeed, due to crossing the leg over the knee. The scenario of crossing the knee in the process of doing a leg lock arose because both fighters were in a position to employ the straight foot lock; so, if one competitor places his opponent&#8217;s leg over his own leg, the rule says he is inducing his opponent to commit the error of crossing, which causes the disqualification.</p>
<p>To other black-belts watching, however, Nick wound up twisting Lo&#8217;s foot in the opposite direction to the legal one: as he attacked with the adapted lock and twisted Lo&#8217;s leg against the direction of the knee, he was purportedly risking Lo&#8217;s knee joints.</p>
<p>Watch the controversial move here and see whom you agree with.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/BjiXWF5hra6/">https://www.instagram.com/p/BjiXWF5hra6/</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/the-foot-lock-that-disqualified-leandro-los-1st-opponent/">The foot lock that disqualified Leandro Lo’s round-1 opponent</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mundial de Jiu-Jitsu 2018: A chave de pé que desclassificou o rival de Leandro Lo</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2018 18:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Encerrado nesse domingo, 3 de junho, o Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu de 2018 realizado pela IBJJF levantou o público e provocou milhares de comentários entre os praticantes, com lances emocionantes, instrutivos ou mesmo curiosos. Um lance que provocou debates nas redes sociais de GRACIEMAG aconteceu durante a disputa do absoluto faixa-preta, ainda em sua fase&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_129722" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-129722" class="wp-image-129722 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/2014-NY-BJJ-Pro-121-e1447364947688-1.jpg" alt="Leandro Lo competing in New York in 2014" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/2014-NY-BJJ-Pro-121-e1447364947688-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/2014-NY-BJJ-Pro-121-e1447364947688-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/2014-NY-BJJ-Pro-121-e1447364947688-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-129722" class="wp-caption-text">Leandro Lo em foto de Erin Herle/GRACIEMAG</p></div></p>
<p>Encerrado nesse domingo, 3 de junho, o Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu de 2018 realizado pela IBJJF levantou o público e provocou milhares de comentários entre os praticantes, com lances emocionantes, instrutivos ou mesmo curiosos.</p>
<p>Um lance que provocou debates nas redes sociais de GRACIEMAG aconteceu durante a disputa do absoluto faixa-preta, ainda em sua fase classificatória, realizada no sábado, dia 2 de junho. Em sua primeira luta no absoluto, o eventual campeão Leandro Lo encarou Nick Schrock (Ribeiro JJ), mas o duelo foi encerrado de forma repentina.</p>
<p>Enquanto Lo fazia guarda, Nick viu um pé sobrando e não pensou duas vezes: atacou com uma chave. O lance, porém, foi interrompido pelo árbitro, que enxergou uma infração no golpe, o que resultou na desclassificação do jovem americano.</p>
<p>O que aprendemos com a situação? Onde o atleta errou?</p>
<p>Segundo comentários escutados na Pirâmide, a infração foi de fato por cruzar a perna em cima do joelho. A situação de cruzar o joelho ao atacar uma chave de perna se deu por ambos os lutadores estarem em situação para a chave de pé reta; assim, se um competidor posiciona a perna adversária sobre a própria perna, está de acordo com as regras induzindo o oponente ao erro de cruzar, o que configura a desclassificação.</p>
<p>Para outros faixas-pretas de olho no lance, contudo, Nick também acabou por torcer o pé de Lo em sentido inverso ao permitido: ao atacar na chave adaptada e girar a perna de Lo contra o sentido do joelho, o golpe estaria pondo em risco os ligamentos do joelho e a integridade física do atleta.</p>
<p>E na sua visão, amigo leitor e especialista, houve falta do atleta Schrock passível de desclassificação? Reveja o lance no vídeo abaixo e deixe seu recado nos comentários!</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/BjiXWF5hra6/">https://www.instagram.com/p/BjiXWF5hra6/</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mundial-de-jiu-jitsu-2018-a-chave-de-pe-que-desclassificou-o-rival-de-leandro-lo/">Mundial de Jiu-Jitsu 2018: A chave de pé que desclassificou o rival de Leandro Lo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu, racismo e truculência, por Renato &#8220;Panda&#8221; Sousa</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 14:33:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da GFTeam querido por seus alunos no Rio de Janeiro, o faixa-preta Renato Sousa, o Panda, estava feliz e tranquilo. Já começava a planejar a viagem para arbitrar, mais uma vez, no Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono, dias 16 e 17 de dezembro em Anaheim, Califórnia, e decidiu pegar uma praia com amigos no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_205823" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205823" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Renato-Sousa-Panda.jpg" alt="Renato Sousa, o Panda, árbitro da IBJJF e professor da GFTeam. Foto: Arquivos pessoais" width="700" height="470" class="size-full wp-image-205823" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Renato-Sousa-Panda.jpg 700w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Renato-Sousa-Panda-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Renato-Sousa-Panda-150x101.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-205823" class="wp-caption-text">Renato Sousa, o Panda, árbitro da IBJJF e professor da GFTeam. Foto: Arquivo pessoal</p></div></p>
<p>Professor da GFTeam querido por seus alunos no Rio de Janeiro, o faixa-preta Renato Sousa, o Panda, estava feliz e tranquilo. Já começava a planejar a viagem para arbitrar, mais uma vez, no Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono, dias 16 e 17 de dezembro em Anaheim, Califórnia, e decidiu pegar uma praia com amigos no feriado.</p>
<p>Foi quando o dia ensolarado se transformou numa tempestade inesperada. Numa blitz policial, o árbitro boa-praça viveu momentos de pânico, noticiados em diversos veículos da grande mídia e canais de TV. <a href="http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-11-18/filho-do-babalawo-ivanir-dos-santos-acusa-pms-de-agressao.html" rel="noopener" target="_blank">(Leia aqui.)</a></p>
<p>Em conversa com o GRACIEMAG.com, Panda contou que lições de otimismo e coragem ele tem tirado, desta que está sendo uma das “piores batalhas que jamais imaginara viver um dia”.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como o Jiu-Jitsu o ajudou a lidar com essa situação, Panda?</strong></p>
<p>RENATO PANDA: A situação ocorreu no dia 15 de novembro, estávamos pela Estrada dos Bandeirantes voltando da praia quando passamos por uma blitz, um casal de amigos brancos no banco da frente e eu sentado atrás. Fomos liberados, íamos passando quando me viram com meu cabelo rastafári no banco de trás e correram pedindo para encostarmos. Eles faziam o procedimento correto, educadamente, quando um deles disse que ia abrir meu bolso com as mãos. Eu não permiti, disse que eu mesmo abriria e mostraria seu conteúdo, quando ele tentou me encaixar uma chave kimura. Defendi a chave e ele tomou um solavanco, voltando furioso, me dando socos e tapas no meu rosto. O Jiu-Jitsu me ajudou decisivamente, me ajudando a manter o sangue frio e jamais revidar, fiquei apenas apanhando e falando com tranquilidade, para buscar acalmá-los. Meus amigos intervieram e eles pararam, depois de xingamentos racistas e algumas ameaças.</p>
<p><strong>Você já passara por algum problema parecido?</strong></p>
<p>Nunca. É triste sentir na pele esta brutalidade vinda de quem deveria nos proteger. Mas em toda profissão há os maus profissionais, gente que não sabe fazer bem seu trabalho. Esses existem na minha, na sua, na deles. É importante não rotular nem demonizar os policiais cariocas, mas tampouco devemos nos calar. Em meus 41 anos, essa tem sido uma das piores batalhas que jamais imaginara viver um dia. Eu nunca tinha sofrido isso na pele, e achei que depois dos 40 não viveria isso mais. Mas é uma situação corriqueira em nossa sociedade, em especial nas periferias. O jovem branco também é agredido, claro, mas os jovens negros sofrem bem mais.</p>
<p><strong>Que lição você está tirando disso, como professor e cidadão?</strong></p>
<p>Meu pai, Ivanir dos Santos, foi deputado e estudioso da questão negra e sempre dizia que criança branca é chamada de criança enquanto a criança negra é chamada de “menor”. Vivemos cercados de pequenas violências, e a lição que aprendi é que, por mais que a gente ache que já viu tudo, quando menos esperamos uma coisa assim pode acontecer conosco também. Ninguém está livre. Mas estou indo prestar depoimento sobre o caso numa UPP aqui perto, e quero me manifestar contra essa truculência. Afinal, Jiu-Jitsu também é isso, certo? Usar a sabedoria contra a força bruta.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-racismo-e-truculencia-por-renato-panda-sousa/">Jiu-Jitsu, racismo e truculência, por Renato “Panda” Sousa</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>What are your burning questions about rules in competitive BJJ?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2017 13:39:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Black-belt Rodrigo Totti, a renowned ref and experienced teacher in Rio de Janeiro, often hears questions on rules from friends, students and coaches. At the request of Graciemag, Totti cleared up the five most frequent questions he hears when he has a break from conducting fights at events like the BJJ Worlds. Read on and&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_204444" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204444" class="size-full wp-image-204444" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Rodrigo-Totti-arbitrando-luta-de-Jiu-Jitsu-Arquivos.jpg" alt="Rodrigo Totti arbitrando luta de Jiu Jitsu Arquivos" width="650" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Rodrigo-Totti-arbitrando-luta-de-Jiu-Jitsu-Arquivos.jpg 650w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Rodrigo-Totti-arbitrando-luta-de-Jiu-Jitsu-Arquivos-300x208.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Rodrigo-Totti-arbitrando-luta-de-Jiu-Jitsu-Arquivos-150x104.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-204444" class="wp-caption-text">Rodrigo Totti refereeing a recent BJJ match. CBJJ</p></div></p>
<p>Black-belt Rodrigo Totti, a renowned ref and experienced teacher in Rio de Janeiro, often hears questions on rules from friends, students and coaches.</p>
<p>At the request of Graciemag, Totti cleared up the five most frequent questions he hears when he has a break from conducting fights at events like the BJJ Worlds. Read on and make sure to ask your own question in the comments.</p>
<p><strong>Question: To score the advantage from half-guard, do I need to hug the head?</strong></p>
<p>Answer: No, there is no need to hug the head to score the advantage. The ref grants the advantage as soon as the athlete gains the control of the position. What is most common is to gain the half-guard hugging the head, but there are other ways to exert control on top from the half-guard without need to hug your opponent&#8217;s head.</p>
<p><strong>Q: Can the open guard-playing fighter be penalized for stalling?</strong></p>
<p>A: Yes. Lack of combativeness is determined by not attempting to evolve one&#8217;s positions in the match, and also by stopping one&#8217;s opponent from doing so. It is indeed possible, then, for the athlete to be playing open guard and still preventing &#8212; through grips and an excessively defensive posture &#8212; their opponent from making progress.</p>
<p><strong>Q: Does every defense against a finish yield an advantage for the attacker?</strong></p>
<p>A: Not necessarily. The athlete will score an advantage when they apply a submission attempt that actually exposes their opponent to real danger &#8212; that is, when they almost succeed in finishing.</p>
<p><strong>Q: Must the athlete who sweeps or takes down, but lands outside the fight area, always score the two points?</strong></p>
<p>A: No. The fact that the move began in the fight area does not guarantee the points. In order to score with a sweep or takedown, one must stabilize the position for three seconds. When the end of the move happens outside the fight area, there is no way to start counting that time. The fight must be paused and then resumed at the center of the mat, with both athletes standing.</p>
<p><strong>Q: When the fight is a tie, is the winner the one who last scored?</strong></p>
<p>A: No. Anytime there is a tie, there is that expectation surrounding the referee. Many fans argue that the winner should be the fighter who was on top at the end, or whoever last pulled guard, or, commonly, whoever last scored a point or advantage. None of that is decisive. To determine the winner, the ref must observe which fighter was more offensive throughout the entire fight, and who got closer to achieving positions that could have led to scoring or finishing.</p>
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		<title>Quais são suas maiores dúvidas sobre regras e arbitragens no Jiu-Jitsu esportivo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 00:04:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O faixa-preta e GMI Rodrigo Totti, árbitro conceituado e experiente professor do bairro do Leme, no Rio de Janeiro, escuta de muitos amigos, alunos e treinadores uma série de perguntas técnicas relativas aos regulamentos do esporte. A pedido de GRACIEMAG, em edição recente da sua revista de Jiu-Jitsu predileta, Totti esclareceu as cinco questões mais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_204444" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204444" class="size-full wp-image-204444" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Rodrigo-Totti-arbitrando-luta-de-Jiu-Jitsu-Arquivos.jpg" alt="Rodrigo Totti arbitrando luta de Jiu Jitsu Arquivos" width="650" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Rodrigo-Totti-arbitrando-luta-de-Jiu-Jitsu-Arquivos.jpg 650w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Rodrigo-Totti-arbitrando-luta-de-Jiu-Jitsu-Arquivos-300x208.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Rodrigo-Totti-arbitrando-luta-de-Jiu-Jitsu-Arquivos-150x104.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-204444" class="wp-caption-text">Nosso GMI Rodrigo Totti, arbitrando luta recente de Jiu-Jitsu. Foto: CBJJ</p></div></p>
<p>O faixa-preta e GMI Rodrigo Totti, árbitro conceituado e experiente professor do bairro do Leme, no Rio de Janeiro, escuta de muitos amigos, alunos e treinadores uma série de perguntas técnicas relativas aos regulamentos do esporte.</p>
<p>A pedido de GRACIEMAG, em <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">edição recente da sua revista de Jiu-Jitsu predileta</a>, Totti esclareceu as cinco questões mais frequentes que ele ouve como “homem de preto”, ao mediar lutas em eventos como o Mundial da IBJJF. Leia e deixe sua dúvida também!</p>
<p><em><strong>1. “Para ganhar vantagem na meia-guarda, é preciso abraçar a cabeça?”</strong></em></p>
<p>– Não, não há a necessidade de abraçar a cabeça para conquistar a vantagem. O árbitro concede a vantagem assim que o atleta ganha o domínio da posição. O mais comum realmente é ganhar a meia-guarda abraçando a cabeça, mas existem também outras formas de controle por cima da meia-guarda sem a necessidade de abraçar a cabeça do adversário.</p>
<p><em><strong>2. “O lutador que faz guarda aberta pode ser punido por amarração?”</strong></em></p>
<p>– Sim. A falta de combatividade se configura quando um atleta claramente não busca evoluir suas posições dentro da luta, e também impede que o adversário o faça. É possível sim, portanto, que o atleta esteja fazendo guarda aberta mas ainda assim impeça, com as pegadas e uma postura excessivamente defensiva, que o adversário não progrida na luta.</p>
<p><em><strong>3. “Toda defesa de finalização gera uma vantagem para o atacante?”</strong></em></p>
<p>– Não necessariamente. O atleta terá uma vantagem assinalada quando aplicar uma tentativa de finalização que venha de fato a expor o adversário ao perigo real de desistência, ou seja, quando quase finalizar.</p>
<p><em><strong>4. “O atleta que raspa ou derruba mas cai fora da área de luta deve receber os dois pontos sempre?”</strong></em></p>
<p>– Não. O fato de a técnica ter “começado dentro da área de luta” não garante os pontos. Para pontuar com raspagem ou queda, é necessária a estabilização da posição por três segundos. Logo, quando a conclusão do movimento se dá fora da área de luta, não há como iniciar esta contagem de tempo. É preciso parar a luta e voltar no meio, com os dois atletas de pé.</p>
<p><em><strong>5. “Quando a luta empata, vence quem pontuou por último?”</strong></em></p>
<p>– Não. Sempre que há um empate, fica aquela expectativa em cima do árbitro. Muitos torcedores discutem que deveria vencer &#8220;quem terminou por cima”, ou &#8220;quem puxou por último para a guarda” ou, muito comum, ”quem pontuou por último ou fez a última vantagem”. Nada disso é decisivo. Para determinar o vencedor, o árbitro deve observar qual dos dois atletas foi mais ofensivo durante a luta toda, e quem chegou mais perto de conseguir posições passíveis de pontuação ou finalização.</p>
<blockquote><p>&gt;&gt; Tem alguma dúvida sobre arbitragem, amigo leitor de GRACIEMAG? Mande para a gente, na seção de comentários aqui embaixo, e buscaremos esclarecer as mais palpitantes.</p></blockquote>
<p><div id="attachment_203426" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203426" class="size-full wp-image-203426" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista.jpg" alt="Assine GRACIEMAG já, no seu celular!" width="800" height="428" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-768x411.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><p id="caption-attachment-203426" class="wp-caption-text">Chegou a revista digital GRACIEMAG, leia no seu celular!</p></div></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quais-sao-suas-maiores-duvidas-sobre-regras-e-arbitragens-no-jiu-jitsu/">Quais são suas maiores dúvidas sobre regras e arbitragens no Jiu-Jitsu esportivo?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entenda o uso correto das ponteiras nas faixas de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 14:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Willian von Söhsten, faixa-preta formado em jornalismo e direito, com pós-graduação em semiótica. É professor de Jiu-Jitsu da Team Nogueira em Ribeirão Preto, SP. Ao olhar as faixas de cada modalidade marcial é fácil identificar prontamente as de Jiu-Jitsu. Segundo o GMI Muzio de Angelis, faixa-preta quinto grau e um dos árbitros mais experientes&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto: Willian von Söhsten, faixa-preta formado em jornalismo e direito, com pós-graduação em semiótica. É professor de Jiu-Jitsu da Team Nogueira em Ribeirão Preto, SP.</em></p>
<p><div id="attachment_202563" style="width: 778px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202563" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/carlos-gracie-junior-em-foto-da-Gallerr.jpg" alt="Carlos Gracie Jr com sua faixa vermelho-e-branca. Foto: Gallerr.com" width="768" height="768" class="size-full wp-image-202563" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/carlos-gracie-junior-em-foto-da-Gallerr.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/carlos-gracie-junior-em-foto-da-Gallerr-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/carlos-gracie-junior-em-foto-da-Gallerr-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><p id="caption-attachment-202563" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Jr com sua faixa branca-e-vermelha. Foto: Gallerr.com</p></div></p>
<p>Ao olhar as faixas de cada modalidade marcial é fácil identificar prontamente as de Jiu-Jitsu. Segundo o GMI Muzio de Angelis, faixa-preta quinto grau e um dos árbitros mais experientes da IBJJF, o uso da ponteira nas faixas nasceu com a intenção de diferenciar a arte do judô, que usa faixa lisa.</p>
<p>Tal tirinha de pano na extremidade da faixa, que deve ser usada tradicionalmente para o lado esquerdo, merece um estudo aprofundado, pois pode revelar muitos detalhes sobre quem a usa.</p>
<p>Vamos começar com as faixas coloridas. Nestas é usada uma ponteira na cor preta que abriga até quatro graus, que servem, basicamente, para o professor controlar o tempo de cada aluno naquela faixa.</p>
<p>Ao se tornar um faixa-preta, a ponteira muda para a cor vermelha. Há uma lenda que diz que o objetivo dos praticantes de faixa colorida é chegar até a preta, por isso sua ponteira é desta cor. Já o faixa-preta tem por meta atingir a vermelha, sendo sua ponteira rubra.</p>
<p>“Desde que eu tinha 6 anos de idade o sistema de cor da ponteira sempre foi o atual. Não posso confirmar esta história. No meu entender as ponteiras possuem uma cor para que possa destacar de forma clara a graduação de cada um e mais nada”, explica o diretor de arbitragem e faixa-preta sexto grau Álvaro Mansor.</p>
<p>Ainda segundo Mansor, o que distingue o faixa-preta professor do faixa-preta comum é o uso de uma tira branca em cada extremidade da ponteira, como se fossem aparadores. “Há que se respeitar o tempo mínimo de um ano na faixa-preta para utilizar essas tiras nas extremidades da ponteira”, explica Álvaro.</p>
<p>Essas tiras vão mudar de cor mais para frente. Ao chegar na faixa-coral, elas ganham coloração prateada; mais adiante, mudam para dourado na faixa-vermelha.</p>
<p>Nas competições é comum ver atletas usando ponteiras brancas em suas faixas. Isso é explicado pelo uso de faixas sem ponteira, o que é proibido pelas regras da IBJJF. Assim, para poderem lutar, os atletas acabam criando uma ponteira com o esparadrapo, cor que é permitida pela regra, o que gerou o mito de que o atleta deve usar ponteira branca. </p>
<p>“O atleta quer usar uma faixa bonita, daquelas tradicionais do judô, com seu nome gravado em japonês, e a solução para competir acaba sendo essa, passar esparadrapo na ponta, uma vez que a regra não permite competir sem ponteira”, lembra Muzio.</p>
<p>Por fim, as ponteiras servem ainda para dar a correta nomenclatura ao professor. Até o sexto grau na faixa-preta a pessoa deve ser chamada apenas de “professor (a)”.</p>
<p>É comum vermos professores sendo chamados de “sensei”, o que não está errado. Sensei é a referência em japonês para a palavra professor e tem sido usada no Jiu-Jitsu por influência dos japoneses. Já o título de mestre é reservado aos que atingem a faixa-coral, passando para grande mestre ao atingir a faixa-vermelha.</p>
<p>“Vemos alunos chamando professores de mestre mas não acho isso um erro tão grave. O aluno muitas vezes chama por carinho ou por desconhecer a correta nomenclatura. Errado mesmo é o professor se intitular mestre sem ainda o ser”, conclui Muzio.</p>
<p><em>* Artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG. Para conhecer mais sobre a história, as tradições e as técnicas do Jiu-Jitsu, assine <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank">GRACIEMAG, clicando aqui.</a> </em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entenda-o-uso-correto-das-ponteiras-nas-faixas-de-jiu-jitsu/">Entenda o uso correto das ponteiras nas faixas de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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