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	<title>treinos | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 May 2022 21:56:15 +0000</lastBuildDate>
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	<title>treinos | Graciemag</title>
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		<title>As lições de Saraiva ao recuperar 90% dos alunos pós pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 21:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram dois anos bem difíceis devido à pandemia, em que o Jiu-Jitsu na Europa praticamente parou. Na Irlanda, as academias voltaram a abrir sem restrições em fevereiro, e o Jiu-Jitsu voltou com força total. Radicado em Dublin há cerca de sete anos, nosso GMI Henrique Saraiva conta como superou os percalços: &#8220;Ficamos um ano totalmente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237197" style="width: 1282px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237197" class="wp-image-237197 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda.jpg" alt="A equipe de Henrique Saraiva na Irlanda. Fotos: Mara Keogh" width="1272" height="752" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda.jpg 1272w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda-300x177.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda-1024x605.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda-768x454.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/GMI-Irlanda-150x89.jpg 150w" sizes="(max-width: 1272px) 100vw, 1272px" /><p id="caption-attachment-237197" class="wp-caption-text">A equipe de Henrique Saraiva na Irlanda. Fotos: Mara Keogh</p></div>
<p>Foram dois anos bem difíceis devido à pandemia, em que o Jiu-Jitsu na Europa praticamente parou.</p>
<p>Na Irlanda, as academias voltaram a abrir sem restrições em fevereiro, e o Jiu-Jitsu voltou com força total. Radicado em Dublin há cerca de sete anos, nosso GMI Henrique Saraiva conta como superou os percalços:</p>
<p>&#8220;Ficamos um ano totalmente fechados&#8221;, conta o faixa-preta, filho do mestre Orlando Saraiva. &#8220;A Irlanda foi um dos países com maior restrição no mundo, e a comunidade do Jiu-Jitsu sentiu muito esse tempo parado. Mas, por incrível que pareça, voltamos ainda mais fortes e nosso time infantil venceu os dois eventos oficiais realizados no país este ano, a Emerald Cup e a Irish Kids Cup. Os adultos da nossa equipe também conseguiram a segunda colocação geral no Emerald Cup.&#8221;</p>
<p>O professor bateu um papo com o GRACIEMAG.com sobre outros desafios da equipe:</p>
<p>GRACIEMAG: Após um ano de academia fechada, voce viu 90% dos alunos voltarem a treinar. Como crê que conseguiu esse retorno quase maciço?</p>
<p>HENRIQUE SARAIVA: Continuamos em contato com os alunos todo esse período, e creio que todos estavam muito saudosos do Jiu-Jitsu, doidos para voltar a fazer uma atividade física irresistível como a nossa. Além do pessoal que voltou, tivemos uma procura muito grande de pessoas por atividades físicas para recuperar a forma, e o Jiu-Jitsu foi amplamente escolhido, afinal é um esporte apaixonante.</p>
<p>Qual foi a lição maior da longa interrupção?</p>
<p>Depois desse um ano de lockdown, acho que a maior lição é viver hoje, e não perder mais treinos por bobagem. Afinal, nunca sabemos o que a vida nos reserva para amanhã.</p>
<p>Como estão as crianças da academia?</p>
<p>Voando. O Irish Kids Cup foi o primeiro grande evento de crianças no país, e conseguimos mostrar que nossa liderança nos eventos infantis aqui continua a mesma. Fiquei feliz com o resultado e o mais importante: as crianças e os pais ficaram satisfeitos de verem os filhos em competição de novo, com todo o clima de confraternização que marcou o evento.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-237199" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Henrique-Saraiva-GMI.jpg" alt="" width="640" height="360" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Henrique-Saraiva-GMI.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Henrique-Saraiva-GMI-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Henrique-Saraiva-GMI-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>O que aproveitou para mudar e implementar na academia nesse ano parado?</p>
<p>Estudei com afinco a nossa metodologia de ensino. E também abri uma nova escola, a <a href="http://www.bjjlucan.com" target="_blank" rel="noopener">www.bjjlucan.com</a>. Estamos numa nova área de Dublin, que ainda não tinha BJJ e o crescimento está sendo rápido. Começamos mês passado com aulas de crianças e em breve teremos mais atletas para representar o time em competições. Ah, e graduei meu primeiro faixa-preta irlandês, o Connor Dillon, além de outros alunos de valor.</p>
<p>Como está o esporte no país?</p>
<p>Crescendo muito. Vamos ter este ano o primeiro irlandês no ADCC, o peso leve Sam McNally, e os eventos da IBJJF estão ficando grandes aqui, tenho certeza que ainda teremos um campeão mundial faixa-preta. Sobre nosso time, a equipe também só cresce, tanto que o professor Evandro Japão veio reforçar as aulas. Ele é meu primeiro faixa-preta, formado em 2007, e é bicampeão no Europeu de Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-henrique-saraiva-apos-recuperar-90-dos-alunos-pos-pandemia/">As lições de Saraiva ao recuperar 90% dos alunos pós pandemia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 frases para motivar você a treinar Jiu-Jitsu até a faixa-preta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 12:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1. Jiu-Jitsu: melhor saber e não precisar, do que precisar e não saber. 2. &#8220;Vitória sem sacrifício não vale de nada.&#8221; (Rolls Gracie) 3. Não há segredos no Jiu-Jitsu, é você que não fez a pergunta certa ao mestre. 4. Não treine ou malhe para exibir sua vaidade estética. O pavão de hoje é o espanador de amanhã!&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53683" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-53683" class="size-full wp-image-53683" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/GenePace-recebe-a-faixa-preta-aos-78-anos-Foto-por-Don-Leach-do-Daily-Pilot.jpg" alt="Gene Pace, residente de Whittier, recebeu sua faixa-preta aos 78 anos na GB Costa Mesa." width="600" height="430" /><p id="caption-attachment-53683" class="wp-caption-text">O americano Gene Pace recebeu sua faixa-preta aos 78 anos. Foto: Don Leach/Daily Pilot (2012)</p></div>
<p><strong>1.</strong> <strong>Jiu-Jitsu: melhor saber</strong> e não precisar, do que precisar e não saber.</p>
<p><strong>2.</strong> &#8220;Vitória sem sacrifício não vale de nada.&#8221; (Rolls Gracie)</p>
<p><strong>3. Não há segredos no Jiu-Jitsu, </strong>é você que não fez a pergunta certa ao mestre.</p>
<p><strong>4</strong>. Não treine ou malhe para exibir sua vaidade estética. O pavão de hoje é o espanador de amanhã!</p>
<p><strong>5</strong>. <strong>&#8220;Quando eu luto</strong>, eu sinto como se estivesse meditando.&#8221; (Roger Gracie)</p>
<p><strong>6</strong>. Mais de 90% das brigas vão parar no chão. Você está pronto para uma agressão?</p>
<p><strong>7</strong>.<strong> Saúde e bem estar</strong> não se conquistam com o apertar de um botão. Aposte na constância, não no imediatismo!</p>
<p><strong>8</strong>. &#8220;Eu não preciso me aprontar para uma luta, eu fico sempre pronto&#8221; (<a title="A demissão que mudou a vida do lutador do UFC McGregor" href="https://www.graciemag.com/pt/2015/01/a-demissao-que-mudou-a-vida-do-ex-encanador-conor-mcgregor/" target="_blank" rel="noopener">Conor McGregor</a>)</p>
<p><strong>9</strong>. <strong>Jiu-Jitsu</strong> é a arte de buscar ser um pouco menos imperfeito a cada dia que passa.</p>
<p>10. Há uma revista com o mesmo objetivo que você: ver o mundo com mais faixas-pretas de Jiu-Jitsu e menos gente com problema de saúde. Assine GRACIEMAG hoje mesmo e receba em casa muitas outras dicas para seguir treinando motivado!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-frases-para-motivar-voce-a-treinar-jiu-jitsu-ate-a-faixa-preta/">10 frases para motivar você a treinar Jiu-Jitsu até a faixa-preta</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Uma cartilha Gracie para faixas-brancas, com Neiman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 08:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estrela do Bellator, o craque Neiman Gracie ensina hoje sua cartilha para chegar até a faixa-preta em alta pressão – e alto astral. Confira as lições nas linhas abaixo, retiradas de artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG. Para conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218076" style="width: 1206px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218076" class="size-full wp-image-218076" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman.jpg" alt="" width="1196" height="732" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman.jpg 1196w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman-300x184.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman-768x470.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman-1024x627.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1196px) 100vw, 1196px" /></a><p id="caption-attachment-218076" class="wp-caption-text">Neiman Gracie executando sua raspagem da guarda-aranha. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Estrela do Bellator, o craque Neiman Gracie ensina hoje sua cartilha para chegar até a faixa-preta em alta pressão – e alto astral.</p>
<p>Confira as lições nas linhas abaixo, retiradas de artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG. Para conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital.</a></p>
<p><strong>1.</strong> Comece pelo começo. Aprenda bem o básico. Não tenha pressa para aprender posições mirabolantes. O básico é o que funciona sempre, da faixa-branca à preta.</p>
<p><strong>2.</strong> Acumule tempo de voo. O que determina se um piloto de avião é bom ou ruim é o tempo que ele passa voando. No Jiu-Jitsu não é diferente, quanto mais tempo no tatame treinando, melhor você vai ficar.</p>
<p><strong>3.</strong> Treine a sua defesa. Para ser completo você tem de ser tão bom se defendendo quanto atacando. Ponha-se em situações de perigo na academia e tente sair delas.</p>
<p><strong>4.</strong> Treine o seu ataque. Como dizia o grande general chinês Sun Tzu, a invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Um modo simples de lapidar seus ataques: pegue um parceiro de treino novato e tente finalizá-lo sempre com o mesmo golpe. Assim você vai conseguir aperfeiçoar sua finalização ao máximo.</p>
<p><strong>5.</strong> Divirta-se. Se você não está se divertindo então não vale a pena. Tenha em mente que o Jiu-Jitsu traz os melhores amigos da sua vida e momentos inesquecíveis.</p>
<p><strong>6.</strong> Cuide bem da máquina. Coma bem, durma cedo, não fume e não beba. Se você fizer tudo o que sua mãezinha mandava você vai se sentir muito melhor nos treinos também!</p>
<p><strong>7.</strong> Deixe seu ego do lado de fora do dojô. Você vai tomar amasso de gente mais nova e mais velha que você, mas isso é normal. Lembre-se que isso faz parte do aprendizado. Seja o prego hoje, para amanhã ser o martelo.</p>
<p><strong>8.</strong> Os detalhes fazem toda a diferença. Por exemplo, botar a mão um pouco mais fundo na gola vai fazer toda a diferença no seu estrangulamento. O Jiu-Jitsu é uma arte de detalhes, sempre preste atenção neles.</p>
<p><strong>9.</strong> Mantenha a mente aberta. Você sempre pode aprender coisas novas de qualquer pessoa, de um faixa-branca a um faixa-vermelha. Quanto mais você aprender melhor você será.</p>
<p><strong>10.</strong> Leia sempre GRACIEMAG, na revista digital e site. Onde mais você poderia aprender lições valiosas como esta e outras que você leu aqui?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/uma-cartilha-gracie-para-faixas-brancas-de-jiu-jitsu-com-neiman-gracie/">Uma cartilha Gracie para faixas-brancas, com Neiman</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A mente de Vitor Belfort sobre aposentadoria, treinos e MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 15:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG em 2017. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Ao longo desses 20 anos de carreira, Vitor Belfort concedeu inúmeras entrevistas aos veículos de GRACIEMAG. Numa das mais recentes, o experiente faixa-preta de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_206169" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-206169" class="wp-image-206169 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Carlson-e-Vitor-Belfort-1.jpg" alt="" width="640" height="454" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Carlson-e-Vitor-Belfort-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Carlson-e-Vitor-Belfort-1-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Carlson-e-Vitor-Belfort-1-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-206169" class="wp-caption-text">Vitor Belfort se rende ao mata-leão de seu mestre Carlson Gracie. Foto: Marcelo Alonso</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG em 2017. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Ao longo desses 20 anos de carreira, Vitor Belfort concedeu inúmeras entrevistas aos veículos de GRACIEMAG. Numa das mais recentes, o experiente faixa-preta de Carlson Gracie abriu sua casa e seu coração para um papo aberto com o repórter Nalty Junior sobre suas visões de mundo e pontos de vista como lutador.</p>
<p>Relembramos algumas reflexões de Belfort sobre ser lutador de MMA, como treinar, como buscar ser um artista marcial e, claro, sobre a dura decisão de pendurar as luvas.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Que lição você aprendeu após tantos anos no MMA?</strong></p>
<p><em><strong>VITOR BELFORT:</strong></em> A principal lição ao meu ver é que tudo passa. É importante a gente saber escolher bem as pessoas que estão do nosso lado. Afinal, a fama é passageira. Quando você está no topo todo mundo quer estar em contato, quer participar, e eu acho que isso pode ser uma grande armadilha. O sucesso é saber separar quem são essas pessoas, saber filtrar o assédio, e não é fácil. Só quem já passou por isso sabe como é. Já o principal erro que aprendi foi muitas vezes ter adiado a solução para um problema. Problemas precisam ser solucionados na hora.</p>
<p><strong>Como tem sido ganhar a vida como lutador profissional de MMA?</strong></p>
<p>Hoje é tudo mais fácil. Mas foi muito difícil no início, houve muitos erros. Graças aos pioneiros, como Royce, Marco Ruas, os Gracie, eu e outros, conseguimos ajudar o esporte a crescer e chegar aonde está hoje. A gente foi aprendendo aos poucos. O importante é que não esqueçamos das lendas do esporte. A gente não vê ninguém mais falar do Marco Ruas, do próprio Royce. É preciso saber valorizar o passado, analisar o presente e saber plantar para o futuro, porque a vida é feita desses três aspectos: o passado é sempre algo que traz experiências mas traz junto erros e condenações, então o passado é um cheque cancelado. O importante é o hoje, que é o dinheiro na mão. Já o futuro, que você vai colher amanhã se plantar hoje, é um cheque pré-datado.</p>
<p><strong>Na virada do século você alimentou o sonho de disputar as Olimpíadas pelo Brasil no boxe. Ficou a frustração por isso não ter ocorrido?</strong></p>
<p>Não, isso passou. Pintou a oportunidade naquela época, mas foi um teste, foi isso.</p>
<p><strong>Como funciona a sua mente durante os treinos de MMA?</strong></p>
<p>Eu quando treino muitas vezes me sinto um faixa-branca, um iniciante no Jiu-Jitsu, um amador no boxe, me sinto um aprendiz sempre. O segredo é não se acomodar, você tem de estar sempre pensando para a frente, aprendendo novos aspectos para ser um bom lutador.</p>
<p><strong>Você treinou em diversas academias, num intercâmbio que no passado era visto como “creontar”. O que essa troca de informações ajudou na sua carreira?</strong></p>
<p>Eu acho que para o esporte evoluir as pessoas devem dividir conhecimento. Aprender umas com as outras, porque ninguém sabe tanto que não pode aprender nem sabe tão pouco que não pode ensinar. A grande questão sobre esse assunto não é encarar pelo lado da fidelidade, como era visto antigamente, mas as pessoas encararem como trabalho, como aprendizado, como modo de crescer como artista marcial. Com humildade, as pessoas perceberam que não sabem tudo e que outros podem ensinar também. Você tem de treinar onde se sente feliz.</p>
<p><strong>Você imagina o seu filho Davi lutando MMA um dia?</strong></p>
<p>Certamente, e eu o apoiaria. Mas é preciso entender que o Davi vai escrever a história particular dele, aqui em casa eu deixo todo mundo muito à vontade para cada um ter o seu futuro e escolher aquilo que quer na vida. Conheço muitas pessoas que são fracassadas na vida pessoal porque não conquistaram aquilo que eles desejavam – perseguiram os sonhos dos pais. E não é questão de sucesso financeiro, afinal o dinheiro já mostrou que não é a raiz da felicidade. Mas o Davi brinca comigo: “Pai, eu quero ser jogador de futebol americano!”. Então sou o maior incentivador, jogo bola com ele, corro com ele…</p>
<p><strong>Que conselhos você daria a jovens lutadores? Qual é o segredo para ser um bom lutador de Jiu-Jitsu ou MMA?</strong></p>
<p>Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia, não é? Não tem segredo, é treinar, treinar, treinar, treinar e treinar. Como diz o meu amigo Bernardinho: ”Quanto mais a gente sangra e sua no dia a dia, menos a gente sangra na batalha”. Mas o mais difícil é você conseguir fazer o treinamento certo, de forma apropriada e sem perder o ritmo.</p>
<p><strong>O que você pensa em fazer quando se aposentar?</strong></p>
<p>Negócios que envolvem esporte, que envolvem o MMA. Gosto muito de fazer negócios, gosto de poder criar e participar de novos negócios. Seria legal implementar novos modo de levar tudo aquilo que eu tive de experiência nos ringues para os fãs, para a nova safra de lutadores. Aquilo que Deus estiver preparando para mim é o que eu vou fazer, satisfeito. O importante é fazer o que a gente gosta, o que a gente tem prazer.</p>
<p><strong>Você começou a lutar muito cedo… Já imaginou sua vida sem as luvas?</strong></p>
<p>Comecei muito pequeno, lutei judô quando eu tinha 6 anos. Depois foi a vez do Jiu-Jitsu, e desde os 13 anos de idade eu já sonhava em ser um lutador, inspirado pelos faixas-pretas que eu acompanhava no Leblon. Acho que quando a gente está começando alguma coisa, não imagina que aquilo acaba. Eu não pensava que um dia teria de parar de lutar. Quando falava em aposentadoria, achava que aquilo estava longe. Mas vida de atleta é assim, uns param cedo, outros param tarde, outros se recusam a parar. O importante é você tomar sua decisão baseada no que você quer dentro de si, e não no que os outros pensam, seja o público ou os empresários. Felicidade na carreira é poder tomar esta decisão de coração aberto, agradando a si.</p>
<p><strong>Você se tornou um lutador de MMA muito completo, derrubando com o boxe e dominando o oponente no chão com o Jiu-Jitsu. Acha que o fato de ter treinado Jiu-Jitsu desde cedo ajudou no seu boxe de algum modo?</strong></p>
<p>Certamente. O lutador se faz com uma boa combinação das artes marciais. A junção das diferentes modalidades é o mais importante no MMA, e saber o momento exato de fazer essa junção no ringue é essencial para o atleta do UFC. É mais importante que ter uma boa tática, pois táticas mudam na hora. Se você sabe encaixar os golpes, levantar, aplicar o chute ou o soco, a hora da queda, você vai longe. O MMA é um tabuleiro, e o bom artista marcial deve procurar saber casar bem as peças que tem. É como um jogo de xadrez: o mais importante é sempre a próxima jogada. Não é pensar apenas no rei ou pensar no peão, mas a jogada na hora certa. Se o cara pensar apenas em proteger o rei e não contra-atacar, leva o xeque-mate. O mais importante é a próxima jogada.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-mente-de-vitor-belfort-sobre-aposentadoria-treinos-e-mma/">A mente de Vitor Belfort sobre aposentadoria, treinos e MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mario Reis dá receita para sua equipe vencer geral no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 10:10:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe qual academia teve mais medalhas no masculino adulto do Mundial? Em todo torneio de grande porte da IBJJF, além das lutas nos tatames, outra disputa que chama a atenção é a corrida de pontuação por equipes. A Alliance levou a melhor no Mundial de Jiu-Jitsu 2019, o campeonato mais disputado do ano. Mas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228973" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228973" class="wp-image-228973 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-1024x610.jpg" alt="" width="650" height="387" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-1024x610.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-300x179.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-768x458.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-150x89.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis.jpg 1102w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-228973" class="wp-caption-text">Professor Mario Reis com seu time de competição, reunido no famoso treino do meio-dia. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Você sabe qual academia teve mais medalhas no masculino adulto do Mundial? Em todo torneio de grande porte da IBJJF, além das lutas nos tatames, outra disputa que chama a atenção é a corrida de pontuação por equipes. A Alliance levou a melhor no Mundial de Jiu-Jitsu 2019, o campeonato mais disputado do ano. Mas para somar tal pontuação, uma academia em questão trouxe um fôlego a mais na contagem.</p>
<p>&#8220;Tivemos dez medalhas&#8221;, apontou o professor Mario Reis, líder da Alliance/Mario Reis, em Porto Alegre. &#8220;Três na faixa-azul, dois na faixa-roxa, quatro na marrom e um na faixa-preta. Todas as faixas foram contempladas no Mundial.&#8221;</p>
<p>Para o professor, o bom resultado vai além dos treinos incessantes, drills, preparação física e trabalho mental. Para alcançar o melhor do atleta, um ambiente equilibrado e amistoso, repleto de campeões com o mesmo propósito, pode ser a chave do sucesso. E se engana quem pensa que o atleta, para alcançar o seu ápice esportivo, precisa respirar Jiu-Jitsu 24 horas por dia.</p>
<p>&#8220;Dos nossos dez medalhistas no adulto masculino no Mundial 2019, apenas um se dá ao luxo de só treinar Jiu-Jitsu, que é o Nicolas Meregali&#8221;, revelou Mario Reis. &#8220;Os demais todos trabalham ou estudam além de se dedicarem nos treinos. Não estavam focados apenas nas competição e mesmo assim obtiveram um grande resultado no maior torneio do Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Para entender melhor como funciona a fórmula vencedora de Mario e desvendar alguns detalhes da mística que envolve treinar na Alliance Mario Reis, conversamos com o professor sobre as estratégias adotadas no time, para trazer o melhor ambiente para seus competidores e extrair o melhor de cada indivíduo, dentro e fora do tatame, para fazer deste uma pessoa melhor, e consequentemente um atleta melhor. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: A Alliance/Mario Reis, filial potente do time, teve  boa parte dos atletas inscritos medalhando e conquistando o topo dos pódios. Qual foi o saldo do seu time nessa contagem de resultados e o que isso significou para você?</strong></p>
<p><strong>MARIO REIS:</strong> A Alliance é uma equipe com uma estrutura incrível, tanto no contexto competição quanto na didática de ensino. Nosso time teve um saldo muito positivo nesse Mundial, pelo espírito de equipe que construímos aqui, todo mundo treina junto e no mesmo horário, misturando os competidores com atletas de demais perfis. Acredito que seja o principal fator. No adulto masculino tivemos três medalhistas na faixa-azul, dois na faixa-roxa, quatro na marrom e um na faixa-preta. Todas as faixas foram contempladas no Mundial, dez no total, e isso me faz quer que a união desses foco parecido é o que determina o resultado expressivo que alcançamos.</p>
<p><strong>Tamanha conquista como a do Mundial 2019 talvez não se deva apenas ao talento individual de cada atleta, mas ao conjunto de tudo que engloba a preparação. Quais são os fatores diferenciais da Alliance/Mario Reis para alcançar tais resultados?</strong></p>
<p>Esse resultado me deixou muito feliz. Já sou naturalmente muito otimista. Gosto de trabalhar toa situação como uma oportunidade de crescimento. Às vezes eu olho e vejo no aluno coisas que nem ele mesmo vê, como o seu potencial. Quando o aluno compra a crença do seu professor a coisa fica ainda mais possível de acontecer. O professor não faz milagre, mas ele consegue tocar num ponto que possa ser a virada de chave para o sucesso dele, como estar entre os melhores de sua academia. Por vezes identificamos alguma fragilidade no aluno, não só técnica mas por vezes na autoconfiança ou na resiliência. Isso impede que ele alcance os objetivos que almeja. Quando vejo um aluno pra baixo eu levo ele para a salinha da academia, que é um espaço para trabalhar o psicológico e o emocional do aluno, para que ele volte melhor para o treino e não calhe de &#8220;contaminar &#8221; os outros com essa negatividade. Gerencio essa vibe para manter a harmonia, primordial para alcançar sua melhor versão.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>Quais as características um atleta precisa possuir para integrar o seleto grupo de elite da Alliance/Mario Reis?</strong></p>
<p>O atleta para participar desse treino só para competição, ao meio-dia, ele tem que ser selecionado por mim. Esse grupo tem que estar sempre com uma mentalidade pronta, blindada, raçuda, guerreira e resiliente. Esses são os requisitos para compor nosso time principal. Muitos alunos se emocionam ao serem escolhidos para integrar esse treino. É uma conquista poder fazer parte disso. Eles valorizam mais por não ser um privilégio dado, tem que ser conquistado de maneira árdua.</p>
<p><strong>Qual a dica primordial do professor Mario Reis para o atleta que quer ser competidor de ponta? O que não pode faltar para que ele alcance seus objetivos competitivos?</strong></p>
<p>Dá para ser campeão numa academia sem campeões? Até dá. Mas é muito mais difícil. Existem raros casos, mas normalmente os maiores índices saem de times de campeões. Quando você está treinando e se sente fraco, cansado e frágil, você olha para o lado e tem um campeão com uma energia de força, de confiança, você acaba se abastecendo dessa vibe. Estava conversando com o Fábio Gurgel outro dia sobre isso. Lembrei a ele que, na selva, o leão só sabe que é leão quando olha para o lado e vê outro leão. Ele não tem um espelho. É assim que ele sabe o que ele é, ao compor aquele grupo. O campeão é a mesma coisa. Ao ter um campeão ao teu lado tu se abastece das energias, das qualidades. Saber andar com as pessoas certas faz com que ele potencialize o que ele precisa para melhorar, o que às vezes não aconteceu por estar com as pessoas erradas, num ambiente errado.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CGN_ZKljHlH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12">
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<p style="margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;"><a style="color: #000; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;" href="https://www.instagram.com/p/CGN_ZKljHlH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orgulho de mais, a academia que colocou o maior número de atletas no pódio do último mundial 2019 no adulto masculino , todos treinaram juntos e no mesmo horário e 80% trabalhava ou estudava e não podia se retocar somente ao JiuJitsu. ( não fazer da dificuldade uma comodidade e sim uma oportunidade de crescer )<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px;" href="https://www.instagram.com/marioreisjiujitsu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Mario Reis</a> (@marioreisjiujitsu) em <time style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;" datetime="2020-10-11T21:37:54+00:00">11 de Out, 2020 às 2:37 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>O que você define como &#8220;dedicação máxima&#8221; para um atleta alcançar o seu melhor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Existe uma crença que, para ser campeão mundial, o cara tem que treinar apenas Jiu-Jitsu e mais nada. Dos nossos dez medalhistas no adulto masculino no Mundial 2019, apenas um se dá ao luxo de só treinar Jiu-Jitsu, que é o Nicolas Meregali. Os demais todos trabalham ou estudam além da dedicação nos treinos. Não estavam focados apenas nas competição e mesmo assim obtiveram um grande resultado no maior torneio do Jiu-Jitsu. No nosso exemplo dos medalhistas, um é secretário da academia, o outro é militar, um é personal trainner, um é motoboy, e mesmo assim todos eles chegaram no auge de suas respectivas categorias em paralelo a outra funções.</p>
<p><strong>E em qual sentido essas atribuições e atitudes fora dos tatames influenciam no resultado final de um competidor?</strong></p>
<p>Acredito na vibe que a gente precisa descobrir para performar bem num Mundial. Nem todo campeão mundial vai atingir a sua luz. Tem pessoas que não tem hábitos saudáveis de vida, que não são grandes exemplos, e se tornam campeões. Isso não determina um campeão. Eu, como professor, gosto de trabalhar a parte profissional e a parte pessoal de forma conectada. Uma ajuda muito a outra. Se você é uma pessoal legal, com um estilo de vida bom, que cuida da sua energia interior, tá sempre numa vibe legal, não reagindo negativamente aos problemas da vida, fazendo deles uma oportunidade de crescer, você se torna melhor. Não divido o pessoal e o profissional do indivíduo. As duas têm que estar alinhadas para que tu seja a tua melhor versão, conquistando uma imagem legal, patrocínios melhores. O atleta tem que vender uma verdade. Ser uma boa pessoa e um bom atleta. Existem campeões que não vendem uma boa imagem e que são repelidos por grandes imagens. Trabalho com alunos alinhados na melhore versão de ambas as áreas.</p>
<p><strong>Muito das suas explicações sobre o ambiente na sua academia se devem a &#8220;vibe&#8221;. Como o professor Mario Reis define essa &#8220;vibe&#8221;?</strong></p>
<p>É o que a pessoa &#8220;vibra&#8221; e os outros sentem. Isso é a vibe. Por exemplo, um campeão vibra sua autoconfiança. Quando eu falo da vibe da nossa academia é de disso que eu falo, é uma energia boa que a mentalidade otimista, confiante, de pessoas que cuidam bem da sua alma produzem. Cada um joga uma energia no ambiente. Às vezes algum deles chega com a energia perturbada, e eu já detecto isso olhando para os olhos do atleta. Se ele chega cabisbaixo, triste. Nessa hora eu levo ele para a minha salinha, e lá eu ajudo a levantar ele. Sem contar que, muitas vezes, um levanta a vibe do outro. Isso depende do ambiente que nós estamos. Eu trabalho administrando essa vibe nos atletas, para harmonizar a energia do todo e sempre ter um bom ambiente para os atletas evoluírem.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mario-reis-e-a-receita-para-melhorar-o-desempenho-da-sua-academia-nos-torneios-de-jiu-jitsu/">Mario Reis dá receita para sua equipe vencer geral no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Amaury Bitetti comenta faixa-coral de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2020 18:26:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Um vídeo de treino de Jiu-Jitsu recentemente postado no Instagram @graciemagoficial pegou os fãs de surpresa. Amaury Bitetti, um dos principais campeões da história do time Carlson Gracie, figurava com a faixa-coral na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224941" style="width: 1274px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224941" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-1.jpeg" alt="" width="1264" height="917" class="size-full wp-image-224941" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-1.jpeg 1264w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-1-300x218.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-1-1024x743.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-1-768x557.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-1-150x109.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1264px) 100vw, 1264px" /></a><p id="caption-attachment-224941" class="wp-caption-text">Mestre Amaury Bitetti com sua faixa-coral de Jiu-Jitsu. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Um vídeo de treino de Jiu-Jitsu recentemente postado no Instagram <a href="https://www.instagram.com/p/CAIpCfvJrxU/">@graciemagoficial</a> pegou os fãs de surpresa. Amaury Bitetti, um dos principais campeões da história do time Carlson Gracie, figurava com a faixa-coral na cintura. O fato é que, em tempos de confinamento, acabou por passar despercebida a relevante graduação de um dos ícones do Jiu-Jitsu, primeiro campeão mundial absoluto em 1996, título que repetiria em 1997.</p>
<p>&#8220;A meu entender era para eu ter recebido no ano passado, no mesmo ano em que o Murilo (Bustamante), lutamos juntos inclusive no primeiro ano de faixa-preta. Tardou mas agora veio, com os diplomas. Recebi a coral do meu mestre Osvaldo Alves, mas por conta de tudo que estamos passando, não pude fazer ainda uma comemoração à altura. Assim que tudo passar, prometo uma cerimônia&#8221;, explica Bitetti, que deverá receber ainda uma homenagem durante o próximo Mundial da IBJJF.</p>
<p>Aproveitando o papo com o casca-grossa, perguntamos a Amaury quais os cinco alicerces que o levaram à faixa-coral, numa vida dedicada ao Jiu-Jitsu com mais de 31 anos de faixa-preta. Aprenda com a fera!</p>
<p><strong>1. Família e fé</strong></p>
<p>“São duas coisas que caminham juntas. Meu pai (Amauryzão) e minha mãe (Guiomar) foram meus principais motivadores, assim como a minha irmã (Paula). Antes do (Oswaldo) Paquetá filmar as lutas, eles já iam nas competições e me filmavam. Já faziam esse trabalho comigo naquela época, com câmeras gigantes e fitas VHS! Não eram equipamentos fáceis no início dos anos 1980. E sempre tivemos muita fé em Deus, que os resultados viriam, com saúde para treinar e para lutar bem.”</p>
<p><strong>2. Mentores</strong></p>
<p>“Tive o privilégio de ter dois mestres que acrescentaram muito na minha vida, Carlson Gracie e Osvaldo Alves, duas pessoas que dispensam comentários. É importante ter pessoas de fora da família para nos ajudar a escolher os caminhos que seguiremos, não apenas nos aperfeiçoar a nível técnico. O bom professor de Jiu-Jitsu vai além de ensinar uma técnica perfeita, ele pode fazer a diferença em diversos momentos da nossa vida, seja nas vitórias épicas como também nas derrotas e nas grandes dificuldades. Carlson e Osvaldo são os dois mestres que tive na vida.”</p>
<p><strong>3. Bons companheiros</strong></p>
<p>“Tive excelentes companheiros de treino. Não faltaram exemplos a seguir, amigos que puxaram meu ritmo e novos atletas em que eu servi de espelho. Por exemplo, via caras como o Fernando Pinduka, de uma geração anterior à minha. Ao meu lado grandes expoentes como Bustamante e Ricardo de la Riva. E na sequência caras mais jovens como Paulão Filho. Isso forma um ciclo que não para e que se completa.”</p>
<p><strong>4. Grandes oponentes</strong></p>
<p>“Tive adversários que me incentivavam a treinar cada vez mais, e isso também é importante. Tive batalhas duríssimas contra expoentes como o Fabio Gurgel, isso sem falar dos próprios treinos que eu tinha diariamente dentro da academia.”</p>
<p><strong>5. Aprender a essência do Jiu-Jitsu</strong></p>
<p>“Sempre dei ênfase aos ensinamentos básicos do Jiu-Jitsu e isso é fundamental. Como ser uma árvore forte se sua raiz é fraca? O fundamento dá ao lutador a estrutura para o refinamento técnico. Além disso, também aprendi muito o Jiu-Jitsu real, que é a defesa pessoal, hoje tão esquecida nas academias.”</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/amaury-bitetti-comenta-faixa-coral-de-jiu-jitsu/">Amaury Bitetti comenta faixa-coral de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Exclusivo: Gordon Ryan revela detalhes de suas vitórias e derrotas no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 16:55:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Rei absoluto do Mundial Sem Kimono e campeão peso e absoluto do ADCC 2019, Gordon Ryan recebeu uma série de cartas e perguntas de nossos leitores. Como não é de fugir, ele encarou todas de frente, e as respostas, publicadas na GRACIEMAG #264, em fevereiro de 2019, estão abaixo. Confira! * Artigo publicado originalmente nas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212878" style="width: 1314px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212878" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg" alt="" width="1304" height="958" class="size-full wp-image-212878" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg 1304w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-300x220.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-768x564.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-1024x752.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-150x110.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1304px) 100vw, 1304px" /></a><p id="caption-attachment-212878" class="wp-caption-text">Gordon Ryan em foto de Blanca Marisa Garcia para a GRACIEMAG</p></div>
<p>Rei absoluto do Mundial Sem Kimono e campeão peso e absoluto do ADCC 2019, Gordon Ryan recebeu uma série de cartas e perguntas de nossos leitores. Como não é de fugir, ele encarou todas de frente, e as respostas, publicadas na GRACIEMAG #264, em fevereiro de 2019, estão abaixo. Confira!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>“Você diz que finalizar mais e mais nos campeonatos é o seu modo de atrair audiência para o Jiu-Jitsu. O trash-talk também funciona para buscar popularidade?”</strong></p>
<p><strong>GORDON RYAN:</strong> Claro, o trash-talk é uma parte disso, de ajudar o Jiu-Jitsu a ser um esporte popular entre os espectadores. Se você for espiar uma lista dos lutadores e artistas marciais mais bem-sucedidos, mais populares e mais lembrados, serão sempre os caras que provocavam e faziam trash-talk. Muhammed Ali, Mike Tyson, Conor McGregor&#8230; Você tem de ser excitante para o público de alguma maneira. Seja no ringue, cage, tatames ou mesmo fora da academia. Muita gente não tem as habilidades necessárias para levantar a plateia durante as competições, e tenta substituir o talento pela falação. Outros não têm a personalidade para provocar mas, mesmo calados, são competidores eletrizantes. Historicamente, porém, os lutadores que se eternizam são os que possuem ambas as habilidades. Provocar não é para todo mundo. Mas o motivo dos fãs gostarem de mim é que eu falo e faço, eu sustento o que digo. E o mais importante: eu falo muito porque eu acredito do fundo do coração que as coisas que digo são absolutamente verdades. E por isso eu tenho hoje os fãs mais leais no esporte.</p>
<p><strong>“Como funciona sua mente durante uma luta de campeonato?”</strong><br />
Meu processo de raciocínio durante minhas lutas é bem simples. Eu normalmente começo devagar, e o motivo para isso é que estou simplesmente estudando meu adversário. Quero sentir logo como eles vão reagir a certas ações minhas. À medida que a luta avança, eu começo a entender o jogo deles e a fazer os ajustes necessários para alcançar uma posição de vantagem, de onde eu posso, por fim, controlá-los e finalizá-los.</p>
<p><strong>“O que o motiva a acordar e treinar forte todos os dias?”</strong><br />
Motivação para mim é moleza. Eu nunca penso no curto prazo, não penso se estou cansado ou se estou ansioso por férias. Tudo para mim é em longo prazo, são meus objetivos para o futuro que contam. Onde eu quero estar quando eu fizer 30, 40, 50, 60 anos. Sou adepto ferrenho da mentalidade “dê tudo de si ou não dê nada”. Ou seja, ou eu vou investir 110% do meu esforço em direção a um objetivo ou nem vou me importar nada com aquilo. A última coisa que quero é chegar aos 38 anos cheio de conquistas mas passar embaraços frente à nova geração nas competições por não ter me dedicado totalmente aos treinos. Isto é, se em algum ponto da minha vida eu não me sentir motivado a treinar em tempo integral eu simplesmente vou me aposentar. Mas, até lá, vou treinar com a mesma fome que eu sempre tive, desde que era um faixa-marrom que ninguém conhecia.</p>
<p>Outro fator que me motiva é que estamos sempre melhorando alguma técnica nos treinamentos com John (Danaher). Não é chegar na academia e fazer as mesmas coisas todo dia sem melhorar, como ocorre muito. Isso sim é maçante. Nos nossos treinos, toda semana literalmente a gente sente a evolução maciça, e se eu rolasse com a minha versão de dois meses atrás não teria nem graça. Motivação então é isso: perceber que há sempre uma novidade para aprendermos, e há sempre lutadores da novíssima geração querendo fazer o nome em cima dos atuais campeões. É tudo do que preciso lembrar para sair da cama bem disposto.</p>
<div id="attachment_218823" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218823" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg" alt="" width="1024" height="683" class="size-full wp-image-218823" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-218823" class="wp-caption-text">Gordon supera Buchecha e fica com o título absoluto. Foto: Jair Lacerda/Sinistro Photo Film</p></div>
<p><strong>“Ser campeão com kimono ou brilhar no UFC: qual é o seu sonho maior?”</strong><br />
No momento, meu foco ainda é vencer com kimono. Eu treino ativamente com o pano e para MMA todos os dias. Eu me divirto mais nos treinos de MMA, admito. E a luta de chão é apenas metade da luta nos ringues. Uma metade e tanto, claro. Mas apenas metade. Há algo sobre aprender a outra metade da luta (a parte de trocação) que realmente me interessa.</p>
<p><strong>“O Keenan Cornelius disse, numa edição recente de GRACIEMAG (GM #262), que ele é o seu criador. Como a vitória contra ele catapultou seu nome no Jiu-Jitsu?”</strong><br />
(Risos) Foi. Finalizar Keenan pela primeira vez foi um passo monumental na minha carreira. Mas a vitória que deu o grande pontapé inicial na minha trajetória, ao meu ver, foi meses antes: no EBI 6 de 2016, em que finalizei o Yuri Simões e o Rustam Chsiev quando ninguém me conhecia. Mas concordo, vencer Keenan foi um grande passo para construir minha marca.</p>
<p><strong>“Quem é o seu maior rival hoje? Felipe Preguiça?”</strong><br />
Meu maior rival hoje eu diria que é o Felipe, com certeza. Ele é a única pessoa que me venceu de fato por duas vezes na faixa-preta. Creio que na nossa primeira luta todas as tentativas de finalização foram praticamente minhas, durante os 40 minutos de disputa. Até que, claro, ele cravou aquela linda catada de costas quando eu tentava o ashi-garami. Na segunda luta, sinto que eu ditei o ritmo da luta 100%, até que ele obteve a mesma pegada de costas, com menos de dois minutos para o fim. Felipe provavelmente será o único cara competitivo contra mim sem o kimono. Ele é provavelmente um dos poucos caras que tem jogo para disputar comigo em qualquer regra, em qualquer formato de luta.</p>
<div id="attachment_194080" style="width: 1510px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194080" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg" alt="" width="1500" height="844" class="size-full wp-image-194080" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg 1500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><p id="caption-attachment-194080" class="wp-caption-text">Felipe Preguiça ataca as costas de Gordon Ryan para finalizar no mata-leão. Foto: Gallerr</p></div>
<p><strong>“Você crê que ainda tem brechas no seu jogo?”</strong><br />
Meu jogo com kimono certamente tem falhas. Há muito ainda a aprender em termos de pegadas, especialmente na parte em pé. No meu jogo sem pano tem brechas também, claro. Há sempre espaço para melhorarmos em tudo. Especialmente, como já disse, na minha parte em pé. Mas, sem o kimono, eu diria que tenho mais espaço para evoluir do que propriamente falhas. Já no MMA, por fim, eu hoje sou praticamente péssimo em tudo (risos).</p>
<p><strong>“Que conceito do treinador John Danaher mudou sua vida no Jiu-Jitsu?”</strong><br />
Danaher enxerga o esporte de uma maneira completamente diferente do que qualquer outra pessoa. Todo mundo tem “seus movimentos favoritos”, onde colocam você em suas posições de ataque preferidas e usam seus movimentos/truques prediletos de lá. Mas, se você olhar para muitos desses faixas-pretas de nível mundial, depois que você os tira da zona de conforto e os coloca numa posição a que não estão acostumados, eles não sabem muito o que fazer. Então, toda abordagem de John em relação ao Jiu-Jitsu é baseado numa série de sistemas projetados para por esses caras em posições nas quais eles não estão acostumados – e que são as mesmas posições em que vivemos treinando diariamente. Com essa abordagem, fomos facilmente capazes de, em menos de cinco anos, superar atletas de nível mundial que já eram campeões na faixa-preta quando a gente nem treinava Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_218808" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218808" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" class="size-full wp-image-218808" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-1024x682.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><p id="caption-attachment-218808" class="wp-caption-text">Gordon Ryan ficou com o ouro até 99kg. Foto: Jair Lacerda/Sinistro Photo FIlm</p></div>
<p><strong>“O que você aprendeu durante a final do pesadíssimo contra o Roberto Cyborg no Mundial Sem Kimono, onde rolaram pegadas fortes e até tapas?”</strong><br />
Aprendi na final contra Cyborg que sou realmente o melhor nessa guerrilha psicológica. Consegui entrar na cabeça de um homem adulto, um lutador experiente, e o forcei a jogar fora uma das maiores medalhas da temporada. Isso é simplesmente incrível para mim. Ele é um faixa-preta que está nesse esporte praticamente desde que eu estou vivo, e o vimos sofrer um colapso mental legítimo, a ponto de ele ter de recorrer a suaves tapões em mim, em plena final de um Mundial faixa-preta. Eu acho fantástico (risos).</p>
<p><strong>“O que você aprendeu na final do absoluto no Mundial Sem Kimono, contra o Yuri?”</strong><br />
A final com o Yuri foi meio decepcionante. Eu tinha vencido ele por 11 a 0 no início do dia, e já tinha lutado contra ele e o finalizado duas vezes antes disso, no EBI e no Kasai. Pensei portanto que seria capaz de finalizá-lo de novo. Mas ele conseguiu fazer alguns bons ajustes para travar melhor a luta nas finais. Se houve algo a aprender, foi que brasileiros ficam muito bravos quando os árbitros não lhes dão as vantagens e as exigências que fazem (risos). Se o Yuri tivesse vencido por vantagens todos os “haters” da internet diriam eu sou uma porcaria. Mas quando eu obtive minha vantagem todos os brasileiros no torneio estavam chorando que os árbitros roubaram o Yuri. Eu pergunto: quando na história dos campeonatos um juiz roubou para um americano contra um brasileiro? Literalmente nunca. Talvez eu tenha apenas vencido aquela luta? Será possível aceitar que um gringo é mesmo bom nesse esporte?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/exclusivo-gordon-ryan-revela-detalhes-de-suas-vitorias-e-derrotas-no-jiu-jitsu/">Exclusivo: Gordon Ryan revela detalhes de suas vitórias e derrotas no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que você deve aprender na faixa-branca de Jiu-Jitsu, por Luiz Dias</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 12:58:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Luiz Dias* De maneira geral, todo aluno quando entra numa academia traz aquele kimono novo e amarra sem jeito a sua faixa-branca, começa aprendendo a amarrar a mesma e dar o nó correto. No início tudo é novidade, muitas coisas para aprender, como rolamento, fuga de quadril, e por aí vai. Porém, dentro de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_175540" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-175540" class="size-full wp-image-175540" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Luiz-Dias-da-GAS-Jiu-Jitsu-ensina-tecnicas-relativas-a-montada-1.jpg" alt="Luiz Dias da GAS Jiu Jitsu ensina tecnicas relativas a montada" width="800" height="534" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Luiz-Dias-da-GAS-Jiu-Jitsu-ensina-tecnicas-relativas-a-montada-1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Luiz-Dias-da-GAS-Jiu-Jitsu-ensina-tecnicas-relativas-a-montada-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Luiz-Dias-da-GAS-Jiu-Jitsu-ensina-tecnicas-relativas-a-montada-1-768x513.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Luiz-Dias-da-GAS-Jiu-Jitsu-ensina-tecnicas-relativas-a-montada-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-175540" class="wp-caption-text">Luiz Dias da GAS Jiu Jitsu fala sobre o faixa-branca de seu ponto de vista. Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Luiz Dias*</em></p>
<p>De maneira geral, todo aluno quando entra numa academia traz aquele kimono novo e amarra sem jeito a sua faixa-branca, começa aprendendo a amarrar a mesma e dar o nó correto. No início tudo é novidade, muitas coisas para aprender, como rolamento, fuga de quadril, e por aí vai. Porém, dentro de pouco tempo, aquela faixa-branca para muitos começa a incomodar. Muitos estão mais preocupados em passar para a faixa seguinte do que aprender as técnicas corretamente e assimilar os detalhes para potencializar seus movimentos fundamentais.</p>
<p>Na maioria das artes marciais, quando você começa a treinar, você é um “faixa-branca” e alguns vêem esta faixa como uma graduação sem valor, ou melhor, faixa-branca nem é uma graduação. Sentem até vergonha em dizer que são faixas-brancas. Mas o faixa-preta é um faixa-branca que não desistiu. Ninguém nasce faixa-preta. A faixa-branca já é uma graduação. Quem não treina não pode dizer que é um faixa-branca.</p>
<p>A faixa-branca do lutador avisa aos mais graduados que aquele lutador ainda está no início do seu aprendizado, então, os mais graduados treinam mais cadenciados, durante o treino dão dicas, ensinam o caminho correto. Os faixas-brancas devem lutar dentro do que já sabem, tentando dar bastante giro, lutando sem amarração, vivenciando e aprendendo a dinâmica da luta, o tempo certo dos golpes e movimentações, a hora de explodir e a hora de concentrar energias para futuros giros.</p>
<p>A faixa-branca tem que trazer humildade ao aluno, saber que tem muito para aprender ainda e respeitar os mais graduados. É comum o lutador pesquisar posições na internet, o que pode ser interessante, mas antes de tudo deve-se demonstrá-las ao professor e pedir sua opinião quanto à sua aplicação nos treinos. Existem finalizações que podem causar lesões graves quando mal executadas ou sem a supervisão de um instrutor atento à utilização de determinado golpe.</p>
<p>Acredito que o tempo de faixa-branca deve ser bem aproveitado, vivenciado sem pressa. Este início é o momento exato para se aprender de maneira bem sólida os fundamentos que durante todo a sua vida de lutador, inclusive na faixa-preta, você irá usar. Como buscar finalizações elaboradas se a base não está sólida? Como fazer posições avançadas se movimentos fundamentais não são executados como deveriam? São os detalhes que fazem a diferença numa luta.</p>
<p>Fazer as pegadas certas, usar o próprio corpo no movimento certo são alguns exemplos. Preocupar-se com a técnica é essencial, você pode ser forte, mas ao lutar com alguém com a mesma intensidade de força física esta diferença acaba e será a técnica de cada um que causará o desequilíbrio, mostrando o vencedor da luta, seja em um treino de academia ou num campeonato.</p>
<p>A busca da graduação é um sentimento legítimo. Qual lutador não quer ganhar a faixa-preta? Quem não deseja vencer um Campeonato Brasileiro ou Mundial? Muitos querem ser professores e formar outros faixas-pretas, contudo, todas essas metas ou sonhos a serem alcançados têm um ponto em comum. Todos esses caminhos começam na base da formação do lutador, no início do seu aprendizado, nos fundamentos da nossa arte suave, justamente na faixa-branca.</p>
<p style="text-align: right;">* Luiz Dias é faixa-preta e líder da nossa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMI</a> Equipe G.A.S. Jiu-Jitsu, no Rio de Janeiro.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-que-voce-deve-aprender-na-faixa-branca-de-jiu-jitsu-por-luiz-dias/">O que você deve aprender na faixa-branca de Jiu-Jitsu, por Luiz Dias</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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