<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>time | Graciemag</title>
	<atom:link href="https://www.graciemag.com/tag/time-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Tue, 26 Oct 2021 13:58:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/cropped-WhatsApp-Image-2023-08-09-at-20.29.31-32x32.jpeg</url>
	<title>time | Graciemag</title>
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Alberto Bremgartner e a arte de lidar com a pressão no Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/alberto-bremgartner-e-a-arte-de-lidar-com-a-pressao-no-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=alberto-bremgartner-e-a-arte-de-lidar-com-a-pressao-no-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 13:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Bremgartner]]></category>
		<category><![CDATA[atleta]]></category>
		<category><![CDATA[Belem]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[ensinamentos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Fusion]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GMI]]></category>
		<category><![CDATA[Graciemag Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[pressão]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[time]]></category>
		<category><![CDATA[torneio]]></category>
		<category><![CDATA[trajetória]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=235238</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Mesmo com todas as dificuldades que passei, vivo exclusivamente do Jiu-Jitsu desde 2006” orgulha-se Alberto Bremgartner, professor GMI da Bremgartner BJJ e da Equipe Fusion BJJ em Saragoça, na Espanha. Através da experiência acumulada em seus muitos anos na arte suave, Alberto entende a pressão que precede um torneio e prepara o psicológico de seus&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/alberto-bremgartner-e-a-arte-de-lidar-com-a-pressao-no-jiu-jitsu/">Alberto Bremgartner e a arte de lidar com a pressão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235245" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235245" class="size-full wp-image-235245" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739.png" alt="" width="720" height="516" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739-300x215.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071732-739-150x108.png 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235245" class="wp-caption-text">Alberto mostra ouro duplo. Foto: Reprodução</p></div>
<p>“Mesmo com todas as dificuldades que passei, vivo exclusivamente do Jiu-Jitsu desde 2006” orgulha-se <a href="https://www.instagram.com/alberto_bremgartner/">Alberto Bremgartner</a>, professor GMI da <a href="https://www.instagram.com/bremgartnerbjj/">Bremgartner BJJ</a> e da <a href="https://www.instagram.com/fusionbjj_zaragoza/">Equipe Fusion BJJ em Saragoça</a>, na Espanha. Através da experiência acumulada em seus muitos anos na arte suave, Alberto entende a pressão que precede um torneio e prepara o psicológico de seus atletas para o sucesso.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, Alberto fala sobre a importância de se divertir nos campeonatos, além de relembrar sua graduação à faixa-preta pelas mãos do mestre Ricardo De La Riva e comentar suas expectativas para a Equipe Fusion. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>ALBERTO BREMGARTNER: Meu primeiro contato com a arte suave foi na infância. Em 1991, com mais ou menos 12 anos, treinava e competia no judô, junto a minha irmã. Pouco tempo depois, mudei de escola e acabei perdendo o contato com o esporte, fato que me levou a conhecer o Jiu-Jitsu, esporte já praticado pelos meus amigos do colégio novo. Fui convidado algumas vezes para assistir às aulas, mas como ainda era um esporte elitizado, não tive condições financeiras para me matricular. Voltei a ter contato com o Jiu-Jitsu em 1996, quando comecei a trabalhar e me matriculei em uma academia, mas como morava sozinho e recebia pouco, não conseguia arcar com meus gastos diários e me manter treinando.</p>
<div id="attachment_235243" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235243" class="size-full wp-image-235243" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2.png" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2-300x300.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071306_2-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235243" class="wp-caption-text">Supervisionando um dos treinos da Equipe Fusion. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>E como reencontrou o Jiu-Jitsu para iniciar sua carreira?</strong></p>
<p>Retornei ao esporte graças ao Rodrigo Cabral, mais conhecido como &#8220;Brucutu&#8221;. Ele era um faixa-azul que treinava com o Marcus Norat e passou a dar aulas para mim e uns amigos numa garagem. Tudo que ele aprendia com o Marcus era replicado no nosso treino, então eu aprendi muito nessa época. Eventualmente, comecei a treinar também no Sesi, que é um clube que oferecia aulas de Jiu-Jitsu por um preço acessível, e lá rapidamente foi promovido à faixa-azul, por conta dos ensinamentos do Brucutu e do Marcus, que viria a me treinar mais para a frente. Apesar de ter passado muito tempo desde essa época, sempre terei muito carinho e admiração por ambos.</p>
<p><strong>Assim que começou a praticar, teve interesse por competir?</strong></p>
<p>Na faixa-branca, como treinava mais com os meus amigos, eu não tive muito interesse por competições e lutei apenas em dois campeonatos pequenos. Quando alcancei a azul, quatro anos após o meu início no esporte, eu desenvolvi o gosto pelos campeonatos. Passei um ano como faixa-azul, competindo e ganhando tudo, até que fui promovido no ano seguinte. Quando alcancei a roxa, me interessei por competir no Campeonato Brasileiro, mas como meu professor do Sesi não era registrado na CBJJ, eu não conseguiria fazer o meu cadastro. Foi então que o Brucutu, às vésperas de se mudar para São Paulo, me levou na academia do Marcus Norat, que me auxiliou na confecção do meu cadastro e me ajudou a conseguir a carteirinha, em 2002. Nesse mesmo ano, ele foi campeão mundial e eu passei a treinar com ele na Gracie Humaitá, onde fiquei até ele ir embora de Belém, no início de 2007.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem?</strong></p>
<p>Fui graduado à faixa-preta em 2008 pelas mãos do mestre Ricardo De La Riva. Depois que o Marcus Norat se mudou para São Paulo, em 2007, passei a treinar com um amigo que conheci durante as aulas de MMA que fazia na época. Nesse mesmo ano, esse amigo me levou até a academia do Lyoto Machida, local onde o mestre De La Riva daria uma palestra. Lá eu conheci o mestre e acabei ingressando na equipe De La Riva, ainda como faixa-marrom. Fui vice-campeão brasileiro absoluto pela equipe e, no ano seguinte, encontrei novamente com o mestre no Rio Open. Ele brincou comigo sobre ainda estar com a marrom e uma colega de equipe disse que eu estava esperando ele me graduar. Assim, no pódio do Rio Open 2008, no Tijuca Tênis Clube, eu recebi a preta pelas mãos do mestre De La Riva. Foi um momento único que deixou uma lembrança inesquecível.</p>
<div id="attachment_235241" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235241" class="size-full wp-image-235241" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887.png" alt="" width="720" height="665" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887-300x277.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071915-887-150x139.png 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235241" class="wp-caption-text">Junto ao mestre De La Riva. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Em meio a tantas dificuldades que enfrentou no início de sua carreira, qual foi o motivo que te levou a buscar o Jiu-Jitsu como profissão?</strong></p>
<p>Além da paixão que sentia e ainda sinto pelo esporte, devo tudo à minha esposa. Me casei ainda jovem, aos 21 anos de idade, mas ela foi o pilar que me manteve firme na busca pelo meu sonho. Na época, eu havia parado de dar aulas por conta do trabalho, mas ela me incentivou a voltar aos tatames para ensinar os meus alunos. Graças a Deus e a ela, me mantive vivendo exclusivamente do Jiu-Jitsu e não atuo com outra profissão desde 2006. Se hoje tenho orgulho de dizer que sou professor de Jiu-Jitsu, é graças ao apoio que recebi dela quando mais precisei.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Por conta das circunstâncias da minha vida pessoal, nunca me vi como um grande competidor. Comecei no Jiu-Jitsu aos 18 anos, idade já considerada avançada para tentar uma carreira competitiva, e não tive muito incentivo para perseguir essa meta. Já morava sozinho e tinha que trabalhar, então tinham muitas coisas na minha cabeça para me dedicar da forma necessária para ser um grande competidor. Meu interesse mesmo era em dar aulas, algo que carrego desde a minha época como faixa-branca. Sempre achei a ideia de ser professor algo mais interessante, então, mesmo quando estou competindo, a prioridade é ensinar os meus alunos. Por isso, não separo a cabeça de atleta e a de professor, mas participo de competições porque isso me ajuda a dar um bom exemplo e incentivar os meus alunos.</p>
<p><strong>Qual é o melhor ensinamento que você passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Uma das coisas mais importantes que eu aprendi ao longo de todos esses anos treinando e competindo é que não devemos sucumbir à pressão. Como ainda participo de competições, eu sempre reforço a eles que o importante é se divertir nos campeonatos. O que ele vai fazer lá como atleta é a mesma coisa que esteve treinando na academia como aluno, então não faz sentido se pressionar para obter os melhores resultados e ser campeão. Tem que ir solto, deixar o jogo fluir e, caso não seja suficiente, voltar pra academia e corrigir os erros. Mas acima de tudo, tem que se divertir.</p>
<div id="attachment_235239" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235239" class="size-full wp-image-235239" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168.png" alt="" width="720" height="528" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168-300x220.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Screenshot_20211026-071613-168-150x110.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235239" class="wp-caption-text">Comemorando um ano junto a seus alunos da Equipe Fusion. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as metas do professor para formar uma equipe campeã?</strong></p>
<p>Acho que o mais importante é uma academia que siga uma boa metodologia, tanto para os alunos quanto para os instrutores. Venho trabalhando na minha metodologia desde que comecei a lecionar, lá em Belém do Pará. Sigo aprendendo com os grandes mestres e me inspiro em grandes escolas como a Alliance ou a Gracie Barra, mas prefiro criar e aperfeiçoar a minha própria metodologia junto aos professores que fazem parte da minha equipe. Esses quatro anos que passei aqui na Espanha, e em especial o último ano que passei junto a Equipe Fusion, me ajudaram a amadurecer bastante neste sentido. Meu objetivo é padronizar um sistema de ensino para que possamos trabalhar de forma uniforme dentro do nosso time.</p>
<p><strong>E quais são os planos para o futuro do professor Alberto Bremgartner no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Estou a ponto de conseguir trabalhar com uma equipe de competição. Em todos os meus anos de ensino, sempre que começo a formar um time forte para participar de competições, acabo tendo que me mudar e começo do zero. Foi desta forma em Belém e no Rio de Janeiro. Hoje, vivo em Saragoça, que é onde as competições acontecem aqui na Espanha, então pretendo aproveitar e fazer um bom trabalho de base para formar uma boa equipe e levar atletas para as grandes competições do esporte. A Equipe Fusion já começou a ser conhecida na Espanha, mas em breve ela entrará com tudo no cenário mundial.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alberto-bremgartner-e-a-arte-de-lidar-com-a-pressao-no-jiu-jitsu/">Alberto Bremgartner e a arte de lidar com a pressão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Time da Atos RJ brilha nos absolutos de Jiu-Jitsu da SJJSAF</title>
		<link>https://www.graciemag.com/time-da-atos-rj-brilha-nos-absolutos-de-jiu-jitsu-da-sjjsaf/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=time-da-atos-rj-brilha-nos-absolutos-de-jiu-jitsu-da-sjjsaf</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 20:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[absoluto]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Carrera]]></category>
		<category><![CDATA[Arena da Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Atos RJ]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[campeão]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato]]></category>
		<category><![CDATA[cinturão]]></category>
		<category><![CDATA[Deodoro]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-marrom]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GMI]]></category>
		<category><![CDATA[Graciemag Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[kimono]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Challenge]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[SJJSAF]]></category>
		<category><![CDATA[time]]></category>
		<category><![CDATA[título]]></category>
		<category><![CDATA[torneio]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=235189</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste fim de semana, nos tatames da SJJSAF, o Rio Challenge tomou conta da Arena da Juventude e trouxe muito Jiu-Jitsu e duelos eletrizantes aos fãs da arte suave. Em meio às equipes que participaram do evento, a Atos RJ, do nosso professor GMI Alex Carrera, se destacou ao faturar os cinturões dos absolutos masculinos&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/time-da-atos-rj-brilha-nos-absolutos-de-jiu-jitsu-da-sjjsaf/">Time da Atos RJ brilha nos absolutos de Jiu-Jitsu da SJJSAF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235193" style="width: 1290px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235193" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-18-at-14.21.29.jpeg" alt="" width="1280" height="851" class="size-full wp-image-235193" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-18-at-14.21.29.jpeg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-18-at-14.21.29-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-18-at-14.21.29-1024x681.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-18-at-14.21.29-768x511.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-18-at-14.21.29-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-235193" class="wp-caption-text">Lado a lado, campeões da equipe exibem seus cinturões. Foto: Dan Silva</p></div>
<p>Neste fim de semana, nos tatames da SJJSAF, o Rio Challenge tomou conta da Arena da Juventude e trouxe muito Jiu-Jitsu e duelos eletrizantes aos fãs da arte suave. Em meio às equipes que participaram do evento, a <a href="https://www.instagram.com/atosjjrio/">Atos RJ</a>, do nosso professor GMI <a href="https://www.instagram.com/alexandrecarrerajj/">Alex Carrera</a>, se destacou ao faturar os cinturões dos absolutos masculinos da faixa-marrom e preta.</p>
<p>Com quatro títulos conquistados no evento, tendo em vista que a SJJSAF separa os absolutos nas categorias &#8220;pesado&#8221; e &#8220;leve&#8221;, a Atos começou sua campanha de vitórias com o faixa-marrom Pedro Lucas, que encarou três duelos para conquistar o absoluto pesado no Rio Challenge.</p>
<p>&#8220;A final foi muito dura&#8221;, conta Pedro. &#8220;Comecei um pouco devagar, mas consegui recuperar o ritmo e saí vitorioso com um placar de 4 a 2 nos pontos.&#8221;</p>
<p>No absoluto leve da marrom, Lucas Costa não ficou para trás e também derrotou três adversários para alcançar o almejado cinturão do evento.</p>
<p>&#8220;Não foi fácil, mas consegui encerrar o duelo com uma finalização&#8221;, comenta Lucas sobre a finalíssima. &#8220;Encaixei um leglock, que é uma técnica que eu estive treinando a semana toda, mas ainda não havia conseguido executar no treino.&#8221;</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Já na faixa-preta, Jonas Lisboa encarou e finalizou ambos os seus adversários em seu caminho para o título do absoluto leve.</p>
<p>&#8220;Finalizei com um estrangulamento arco e flecha na primeira e consegui um leglock na segunda&#8221;, comenta Jonas. &#8220;Na minha segunda luta, acabei sendo atingido no nariz pelo cotovelo do meu adversário e a luta foi interrompida, mas não deixei me abalar e voltei para conquistar o cinturão&#8221;</p>
<p>Por fim, o absoluto pesado da faixa-preta ficou sob encargo de Davi Vetoraci e Darlan Casaca, que fecharam a final da categoria para a Atos RJ após encarar duríssimos adversários nas semifinais.</p>
<p>Parabéns aos campeões e que venham mais campanhas vitoriosas dos nossos amigos da Brothers S.A. Oss!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/time-da-atos-rj-brilha-nos-absolutos-de-jiu-jitsu-da-sjjsaf/">Time da Atos RJ brilha nos absolutos de Jiu-Jitsu da SJJSAF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dream Art e a liderança no Brasileiro de Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/dream-art-e-a-lideranca-no-brasileiro-de-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dream-art-e-a-lideranca-no-brasileiro-de-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 12:23:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[Alliance]]></category>
		<category><![CDATA[Arena da Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[atletas]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu 2021]]></category>
		<category><![CDATA[CBJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Deodoro]]></category>
		<category><![CDATA[Dream Art]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[Erich Munis]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Isaque Bahiense]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[time]]></category>
		<category><![CDATA[torneio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=235054</guid>

					<description><![CDATA[<p>Trazendo duelos acirrados para a Arena da Juventude, no bairro carioca de Deodoro, o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu 2021 recebeu grandes nomes e famosas equipes do esporte. Dentre os times, destaca-se a Dream Art, que obteve a liderança em pontos na categoria adulto masculino, e vice no adulto feminino (na qual a Alliance foi campeã).&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/dream-art-e-a-lideranca-no-brasileiro-de-jiu-jitsu/">Dream Art e a liderança no Brasileiro de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235055" style="width: 729px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235055" class="size-full wp-image-235055" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Erich-Munis.png" alt="" width="719" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Erich-Munis.png 719w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Erich-Munis-300x297.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Erich-Munis-150x148.png 150w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /><p id="caption-attachment-235055" class="wp-caption-text">Erich Munis e o duplo ouro conquistado para a Dream Art. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Trazendo duelos acirrados para a Arena da Juventude, no bairro carioca de Deodoro, o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu 2021 recebeu grandes nomes e famosas equipes do esporte. Dentre os times, destaca-se a Dream Art, que obteve a liderança em pontos na categoria adulto masculino, e vice no adulto feminino (na qual a Alliance foi campeã). Isso tudo com uma fração dos atletas inscritos em comparação às gigantes GFTeam, Nova União, Gracie Barra e a ex-associada Alliance.</p>
<p>Idealizada por Isaque Bahiense, o projeto Dream Art já existe há alguns anos. Inicialmente, o time funcionava de forma semi-independente dentro da Alliance e buscava capacitar atletas e auxiliar na gestão de suas carreiras profissionais.</p>
<p>“O projeto era bem pequeno”, conta Gabriel Figueiró, headcoach da Dream Art. “Começou como uma ideia do Isaque para ajudar atletas, mas só tínhamos recursos para atender quatro praticantes. Com o passar do tempo, a iniciativa cresceu e começou a atrair mais pessoas, o que permitiu o crescimento do time e auxiliou no desenvolvimento de um estilo próprio. Mas a base da equipe sempre foi a mesma: ajudar os outros e a nós mesmos”</p>
<p>A separação da Alliance foi oficializada poucos dias antes do campeonato. Sobre estrear como equipe no maior campeonato nacional do Jiu-Jitsu, Gabriel conta que todos estavam cientes do desafio que o time enfrentaria.</p>
<p>&#8220;Sabíamos que a Dream Art estava em desvantagem. O Campeonato Brasileiro é um evento muito disputado e as outras equipes têm muito mais atletas do que nós. A única chance que teríamos seria usar a qualidade para sobrepor a quantidade, então pegamos firme nos treinos e o resultado está aí”.</p>
<p>Apesar da divisão, ainda há um certo elo entre a Dream Art e sua antiga matriz Alliance. Prova disto foram os casos de Isaque Bahiense abrindo para Dimitrius Souza e Marcus Ribeiro cedendo o título dos super pesados a Erich Munis.</p>
<p>“É inevitável. Não teve nada de ruim entre as equipes, muito pelo contrário, temos várias amizades entre nós, então é natural que os atletas se vejam um pouco relutantes de serem adversários no tatame competitivo. Já no Mundial é diferente, por conta do porte dessa competição, acho mais difícil esse tipo de coisa acontecer, independentemente da ligação entre as equipes.”</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/dream-art-e-a-lideranca-no-brasileiro-de-jiu-jitsu/">Dream Art e a liderança no Brasileiro de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mario Reis dá receita para sua equipe vencer geral no Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/mario-reis-e-a-receita-para-melhorar-o-desempenho-da-sua-academia-nos-torneios-de-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mario-reis-e-a-receita-para-melhorar-o-desempenho-da-sua-academia-nos-torneios-de-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 10:10:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alliance]]></category>
		<category><![CDATA[atitudes]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Reis]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>
		<category><![CDATA[time]]></category>
		<category><![CDATA[treinos]]></category>
		<category><![CDATA[vibe]]></category>
		<category><![CDATA[Worlds]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=228942</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você sabe qual academia teve mais medalhas no masculino adulto do Mundial? Em todo torneio de grande porte da IBJJF, além das lutas nos tatames, outra disputa que chama a atenção é a corrida de pontuação por equipes. A Alliance levou a melhor no Mundial de Jiu-Jitsu 2019, o campeonato mais disputado do ano. Mas&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/mario-reis-e-a-receita-para-melhorar-o-desempenho-da-sua-academia-nos-torneios-de-jiu-jitsu/">Mario Reis dá receita para sua equipe vencer geral no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228973" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228973" class="wp-image-228973 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-1024x610.jpg" alt="" width="650" height="387" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-1024x610.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-300x179.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-768x458.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-150x89.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis.jpg 1102w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-228973" class="wp-caption-text">Professor Mario Reis com seu time de competição, reunido no famoso treino do meio-dia. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Você sabe qual academia teve mais medalhas no masculino adulto do Mundial? Em todo torneio de grande porte da IBJJF, além das lutas nos tatames, outra disputa que chama a atenção é a corrida de pontuação por equipes. A Alliance levou a melhor no Mundial de Jiu-Jitsu 2019, o campeonato mais disputado do ano. Mas para somar tal pontuação, uma academia em questão trouxe um fôlego a mais na contagem.</p>
<p>&#8220;Tivemos dez medalhas&#8221;, apontou o professor Mario Reis, líder da Alliance/Mario Reis, em Porto Alegre. &#8220;Três na faixa-azul, dois na faixa-roxa, quatro na marrom e um na faixa-preta. Todas as faixas foram contempladas no Mundial.&#8221;</p>
<p>Para o professor, o bom resultado vai além dos treinos incessantes, drills, preparação física e trabalho mental. Para alcançar o melhor do atleta, um ambiente equilibrado e amistoso, repleto de campeões com o mesmo propósito, pode ser a chave do sucesso. E se engana quem pensa que o atleta, para alcançar o seu ápice esportivo, precisa respirar Jiu-Jitsu 24 horas por dia.</p>
<p>&#8220;Dos nossos dez medalhistas no adulto masculino no Mundial 2019, apenas um se dá ao luxo de só treinar Jiu-Jitsu, que é o Nicolas Meregali&#8221;, revelou Mario Reis. &#8220;Os demais todos trabalham ou estudam além de se dedicarem nos treinos. Não estavam focados apenas nas competição e mesmo assim obtiveram um grande resultado no maior torneio do Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Para entender melhor como funciona a fórmula vencedora de Mario e desvendar alguns detalhes da mística que envolve treinar na Alliance Mario Reis, conversamos com o professor sobre as estratégias adotadas no time, para trazer o melhor ambiente para seus competidores e extrair o melhor de cada indivíduo, dentro e fora do tatame, para fazer deste uma pessoa melhor, e consequentemente um atleta melhor. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: A Alliance/Mario Reis, filial potente do time, teve  boa parte dos atletas inscritos medalhando e conquistando o topo dos pódios. Qual foi o saldo do seu time nessa contagem de resultados e o que isso significou para você?</strong></p>
<p><strong>MARIO REIS:</strong> A Alliance é uma equipe com uma estrutura incrível, tanto no contexto competição quanto na didática de ensino. Nosso time teve um saldo muito positivo nesse Mundial, pelo espírito de equipe que construímos aqui, todo mundo treina junto e no mesmo horário, misturando os competidores com atletas de demais perfis. Acredito que seja o principal fator. No adulto masculino tivemos três medalhistas na faixa-azul, dois na faixa-roxa, quatro na marrom e um na faixa-preta. Todas as faixas foram contempladas no Mundial, dez no total, e isso me faz quer que a união desses foco parecido é o que determina o resultado expressivo que alcançamos.</p>
<p><strong>Tamanha conquista como a do Mundial 2019 talvez não se deva apenas ao talento individual de cada atleta, mas ao conjunto de tudo que engloba a preparação. Quais são os fatores diferenciais da Alliance/Mario Reis para alcançar tais resultados?</strong></p>
<p>Esse resultado me deixou muito feliz. Já sou naturalmente muito otimista. Gosto de trabalhar toa situação como uma oportunidade de crescimento. Às vezes eu olho e vejo no aluno coisas que nem ele mesmo vê, como o seu potencial. Quando o aluno compra a crença do seu professor a coisa fica ainda mais possível de acontecer. O professor não faz milagre, mas ele consegue tocar num ponto que possa ser a virada de chave para o sucesso dele, como estar entre os melhores de sua academia. Por vezes identificamos alguma fragilidade no aluno, não só técnica mas por vezes na autoconfiança ou na resiliência. Isso impede que ele alcance os objetivos que almeja. Quando vejo um aluno pra baixo eu levo ele para a salinha da academia, que é um espaço para trabalhar o psicológico e o emocional do aluno, para que ele volte melhor para o treino e não calhe de &#8220;contaminar &#8221; os outros com essa negatividade. Gerencio essa vibe para manter a harmonia, primordial para alcançar sua melhor versão.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>Quais as características um atleta precisa possuir para integrar o seleto grupo de elite da Alliance/Mario Reis?</strong></p>
<p>O atleta para participar desse treino só para competição, ao meio-dia, ele tem que ser selecionado por mim. Esse grupo tem que estar sempre com uma mentalidade pronta, blindada, raçuda, guerreira e resiliente. Esses são os requisitos para compor nosso time principal. Muitos alunos se emocionam ao serem escolhidos para integrar esse treino. É uma conquista poder fazer parte disso. Eles valorizam mais por não ser um privilégio dado, tem que ser conquistado de maneira árdua.</p>
<p><strong>Qual a dica primordial do professor Mario Reis para o atleta que quer ser competidor de ponta? O que não pode faltar para que ele alcance seus objetivos competitivos?</strong></p>
<p>Dá para ser campeão numa academia sem campeões? Até dá. Mas é muito mais difícil. Existem raros casos, mas normalmente os maiores índices saem de times de campeões. Quando você está treinando e se sente fraco, cansado e frágil, você olha para o lado e tem um campeão com uma energia de força, de confiança, você acaba se abastecendo dessa vibe. Estava conversando com o Fábio Gurgel outro dia sobre isso. Lembrei a ele que, na selva, o leão só sabe que é leão quando olha para o lado e vê outro leão. Ele não tem um espelho. É assim que ele sabe o que ele é, ao compor aquele grupo. O campeão é a mesma coisa. Ao ter um campeão ao teu lado tu se abastece das energias, das qualidades. Saber andar com as pessoas certas faz com que ele potencialize o que ele precisa para melhorar, o que às vezes não aconteceu por estar com as pessoas erradas, num ambiente errado.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CGN_ZKljHlH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;"><a style="color: #000; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;" href="https://www.instagram.com/p/CGN_ZKljHlH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orgulho de mais, a academia que colocou o maior número de atletas no pódio do último mundial 2019 no adulto masculino , todos treinaram juntos e no mesmo horário e 80% trabalhava ou estudava e não podia se retocar somente ao JiuJitsu. ( não fazer da dificuldade uma comodidade e sim uma oportunidade de crescer )<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px;" href="https://www.instagram.com/marioreisjiujitsu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Mario Reis</a> (@marioreisjiujitsu) em <time style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;" datetime="2020-10-11T21:37:54+00:00">11 de Out, 2020 às 2:37 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>O que você define como &#8220;dedicação máxima&#8221; para um atleta alcançar o seu melhor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Existe uma crença que, para ser campeão mundial, o cara tem que treinar apenas Jiu-Jitsu e mais nada. Dos nossos dez medalhistas no adulto masculino no Mundial 2019, apenas um se dá ao luxo de só treinar Jiu-Jitsu, que é o Nicolas Meregali. Os demais todos trabalham ou estudam além da dedicação nos treinos. Não estavam focados apenas nas competição e mesmo assim obtiveram um grande resultado no maior torneio do Jiu-Jitsu. No nosso exemplo dos medalhistas, um é secretário da academia, o outro é militar, um é personal trainner, um é motoboy, e mesmo assim todos eles chegaram no auge de suas respectivas categorias em paralelo a outra funções.</p>
<p><strong>E em qual sentido essas atribuições e atitudes fora dos tatames influenciam no resultado final de um competidor?</strong></p>
<p>Acredito na vibe que a gente precisa descobrir para performar bem num Mundial. Nem todo campeão mundial vai atingir a sua luz. Tem pessoas que não tem hábitos saudáveis de vida, que não são grandes exemplos, e se tornam campeões. Isso não determina um campeão. Eu, como professor, gosto de trabalhar a parte profissional e a parte pessoal de forma conectada. Uma ajuda muito a outra. Se você é uma pessoal legal, com um estilo de vida bom, que cuida da sua energia interior, tá sempre numa vibe legal, não reagindo negativamente aos problemas da vida, fazendo deles uma oportunidade de crescer, você se torna melhor. Não divido o pessoal e o profissional do indivíduo. As duas têm que estar alinhadas para que tu seja a tua melhor versão, conquistando uma imagem legal, patrocínios melhores. O atleta tem que vender uma verdade. Ser uma boa pessoa e um bom atleta. Existem campeões que não vendem uma boa imagem e que são repelidos por grandes imagens. Trabalho com alunos alinhados na melhore versão de ambas as áreas.</p>
<p><strong>Muito das suas explicações sobre o ambiente na sua academia se devem a &#8220;vibe&#8221;. Como o professor Mario Reis define essa &#8220;vibe&#8221;?</strong></p>
<p>É o que a pessoa &#8220;vibra&#8221; e os outros sentem. Isso é a vibe. Por exemplo, um campeão vibra sua autoconfiança. Quando eu falo da vibe da nossa academia é de disso que eu falo, é uma energia boa que a mentalidade otimista, confiante, de pessoas que cuidam bem da sua alma produzem. Cada um joga uma energia no ambiente. Às vezes algum deles chega com a energia perturbada, e eu já detecto isso olhando para os olhos do atleta. Se ele chega cabisbaixo, triste. Nessa hora eu levo ele para a minha salinha, e lá eu ajudo a levantar ele. Sem contar que, muitas vezes, um levanta a vibe do outro. Isso depende do ambiente que nós estamos. Eu trabalho administrando essa vibe nos atletas, para harmonizar a energia do todo e sempre ter um bom ambiente para os atletas evoluírem.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mario-reis-e-a-receita-para-melhorar-o-desempenho-da-sua-academia-nos-torneios-de-jiu-jitsu/">Mario Reis dá receita para sua equipe vencer geral no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
