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	<title>pride | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Você luta melhor quando ouve sua música favorita? Aprenda o motivo com mestre Rickson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 15:23:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trevor Alfred Charles Jones periga nunca ter vestido um kimono na vida, mas foi um parceiro fiel de Rickson Gracie nos ringues. O compositor sul-africano foi o autor do tema musical do filmão “O último dos moicanos”, de 1992, música que acompanhava mestre Rickson em seu longo e eletrizante caminho do vestiário até estar olho&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217493" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217493" class="size-full wp-image-217493" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-217493" class="wp-caption-text">Mestre Rickson se aposentou invicto dos esportes de combate, nos ringues e tatames. Foto: RicksonGracie.com.</p></div>
<p>Trevor Alfred Charles Jones periga nunca ter vestido um kimono na vida, mas foi um parceiro fiel de Rickson Gracie nos ringues.</p>
<p>O compositor sul-africano foi o autor do tema musical do filmão “O último dos moicanos”, de 1992, música que acompanhava mestre Rickson em seu longo e eletrizante caminho do vestiário até estar olho no olho com o adversário.</p>
<p>Até hoje, a linda melodia para orquestra de violino e violoncelo segue como uma sinfonia popular, em especial na internet.</p>
<p>Mas por que todo atleta tem sua canção favorita para os minutos de ansiedade? E por que você treina melhor ou pior quando escuta aquela música no carro ou no seu smartphone?</p>
<p>Há uma razão de milhares de anos para tudo isso. Os sons, desde os primeiros hominídeos ao redor da fogueira, foram nossos maiores aliados. Era pelo som, pelo vento ou pelo urro que sabíamos que era preciso correr ou lutar, por exemplo.</p>
<p>Em termos científicos, os ruídos e esporros ativam de modo instantâneo nosso sistema límbico — também conhecido como cérebro emocional —, a parte da mente responsável por nossas memórias e reações imediatas dos nossos músculos, hormônios e células. É o que você experimenta no cotidiano ao escutar um trovão lá fora e sentir o corpo tremer.</p>
<p>Certos cineastas perceberam logo isso. E foi assim que passaram a usar, notadamente em seus filmes de terror, músicas que lembram os sons de alarme da natureza. Quanto mais variação de volume, de timbre e de grave para agudo, e quanto mais intensa e abrupta forem as variações, mais adrenalina.</p>
<p><iframe title="♪Promentory ♫ Trevor Jones (Tema do filme O Último dos Moicanos) 1992" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Bquy7lBfVTU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>É assim que, se o tema de “Psicose” faz qualquer ferrabrás se arrepiar no sofá, uma doce melodia também é capaz de amansar qualquer um. E a música certa, com a memória sonora apropriada, será capaz de ligar o interruptor do mais tranquilo dos samurais, instantes antes do combate mais importante de sua carreira.</p>
<p>Afinal, como bem resumiu a jornalista e pensadora <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran_Lebowitz" target="_blank" rel="noopener">Fran Lebowitz</a>, “a música é uma droga que não nos mata”. Só nos fortalece, afinal as melodias nasceram dos sons do mundo e também criam um novo mundo para quem as escuta.</p>
<p>Rickson, claro, não se apresentava de modo impecável apenas pelo que lhe entrava pelos ouvidos, mas por toda uma vida dedicada aos treinos, aos detalhes técnicos e ao conhecimento de sua família.</p>
<p>Mas escute esta joia das trilhas sonoras do cinema e responda: tais acordes não acendem em você uma vontade quase irreprimível de inspirar, expirar e cair dentro dos tatames?</p>
<p>Boas audições, ouvidos atentos ao seu mestre, e bons treinos.</p>
<p>Artigo original do portal de Rickson, onde você pode assitir a um vídeo com alguns dos <a href="https://rickson.academy/pt/posts/why-rickson-used-to-fight-flawlessly-when-listening-to-the-last-of-the-mohicans" target="_blank" rel="noopener">melhores lances da carreira do mestre, aqui.</a></p>
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		<title>Mark Coleman entre a vida e a morte após ato de heroísmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 04:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lenda do MMA e campeão peso pesado do UFC e do Pride, Mark Coleman foi derrubado por um incêndio traiçoeiro, e está lutando pela vida num leito de hospital nos Estados Unidos. Wrestler que difundiu técnicas hoje consagradas, como o &#8220;ground and pound&#8221;, o pioneiro entrou numa casa em chamas em Toledo, Ohio, para salvar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243216" style="width: 443px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243216" class="wp-image-243216 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/03/pridecolemanchamp.jpg" alt="" width="433" height="638" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/03/pridecolemanchamp.jpg 433w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/03/pridecolemanchamp-204x300.jpg 204w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/03/pridecolemanchamp-102x150.jpg 102w" sizes="(max-width: 433px) 100vw, 433px" /><p id="caption-attachment-243216" class="wp-caption-text">Coleman no Pride em 2000 com um de seus cinturões, em foto de Susumu Nagao.</p></div>
<p>Lenda do MMA e campeão peso pesado do UFC e do Pride, Mark Coleman foi derrubado por um incêndio traiçoeiro, e está lutando pela vida num leito de hospital nos Estados Unidos.</p>
<p>Wrestler que difundiu técnicas hoje consagradas, como o &#8220;ground and pound&#8221;, o pioneiro entrou numa casa em chamas em Toledo, Ohio, para salvar seus pais, de acordo com informações de amigos. Coleman retornou mais uma vez para resgatar Hammer, o cachorro que latira e lhe avisara do fogo, quando sucumbiu à inalação da fumaça e perdeu os sentidos.</p>
<p>As primeiras imagens que chegaram à redação de GRACIEMAG mostram o gigante adormecido e entubado num leito de CTI, fotos que contrastam com a figura de lutador indomável que levantou os fãs nos Estados Unidos e Japão. Fica a torcida para que o ídolo se erga novamente e dê a volta por cima.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mark-coleman-entre-a-vida-e-a-morte-apos-ato-de-heroismo/">Mark Coleman entre a vida e a morte após ato de heroísmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Aos 46, Fedor Emelianenko se prepara para a despedida do MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2023 23:05:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O russo Fedor Emelianenko (40v-6d-1nc), de 46 anos, encerrará sua carreira profissional no MMA neste sábado, 4 de fevereiro. O “Último Imperador” terá pela frente o campeão Ryan Bader (30v-7d), de 39,  na luta principal do Bellator 290, a ser disputado na Califórnia. O combate coloca em jogo o cinturão peso pesado da organização.  Fedor&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231130" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231130" class="size-full wp-image-231130" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/12/0503-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/12/0503-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/12/0503-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/12/0503-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-231130" class="wp-caption-text">Fedor vs. Zuluzinho at Pride Shockwave 2005. Photo: Susumu Nagao/GRACIEMAG</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O russo Fedor Emelianenko (40v-6d-1nc), de 46 anos, encerrará sua carreira profissional no MMA neste sábado, 4 de fevereiro. O “Último Imperador” terá pela frente o campeão Ryan Bader (30v-7d), de 39,  na luta principal do Bellator 290, a ser disputado na Califórnia. O combate coloca em jogo o cinturão peso pesado da organização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fedor Emelianenko, o homem que derrotou lendas do MMA, como Rodrigo Minotauro, Mark Coleman, Mirko Cro Cop, Ricardo Arona e Quinton “Rampage” Jackson fará sua despedida após 22 anos dedicados ao esporte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O russo assombrou os adversários na primeira década do século em virtude de seu estilo completo e avassalador e era considerado imbatível até se deparar com o triângulo aplicado por Fabrício Werdum, em junho de 2010. Porém, antes do brasileiro o finalizar, Fedor alcançou 27 lutas de invencibilidade ao longo de dez anos invejáveis e se consolidou como um dos lutadores mais dominantes da modalidade. Ele contabiliza 16 vitórias por nocaute, 15 por finalização e apenas nove por decisão dos árbitros, números que comprovam a letalidade do veterano.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ioEUsK1EYbI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialista no sambô, Fedor também era implacável na trocação e no grappling. O peso pesado afiou as mãos, aprimorou seus conhecimentos no Jiu-Jitsu e tornou a divisão uma terra arrasada. Fedor distribuiu kimuras, armlocks, estrangulamentos e nocautes para se destoar da competitividade. Ele iniciou sua trajetória em eventos russos, mas foi no japonês Pride que Emelianenko atraiu os holofotes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O “Último Imperador&#8221; legitimou a alcunha no ano de 2003 ao dar início ao seu reinado. Após bater </span><span style="font-weight: 400;">Semmy Schilt e Heath Herring, Fedor derrotou Rodrigo Minotauro por decisão unânime dos árbitros no Pride 25 e tornou-se o novo campeão peso pesado da companhia. Além do Pride, ele brilhou em outras organizações, como Strikeforce, Affliction, Rings, Rizin e no próprio Bellator. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta vez, Fedor terá a oportunidade de se vingar do rival que o nocauteou pela última vez. Atual detentor do cinturão dos pesados da organização, Ryan Bader precisou de apenas 35s para derrubar Fedor com a mão esquerda na luta principal do Bellator 214, em janeiro de 2019. De lá para cá, Fedor venceu os dois combates que disputou por nocaute.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das mãos pesadas, Bader é um wrestler de alto nível e tem as credenciais para dominar adversários calibrados no solo. Em suas aparições mais recentes, contra Valentin Moldavsky e Cheick Kongo, Bader fez lutas monótonas, mas venceu por decisão unânime dos árbitros. O americano optou por não correr riscos na trocação e ditou o ritmo da luta onde seria menos ameaçado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bader já provou o seu poder de fogo diante de Fedor e abateu o veterano no primeiro golpe significativo que conectou. Apesar da alta quilometragem, o russo mostrou-se competitivo nos duelos mais recentes e tem armas para surpreender o algoz tanto na trocação quanto no grappling. Em caso de vitória sobre Ryan, Fedor Emelianenko, aos 46 anos, se tornaria o campeão mais velho da história do Bellator.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da despedida de Fedor, o card do Bellator 290 conta com um outro atrativo. Trata-se do duelo do brasileiro Neiman Gracie (11v-4d) contra o americano Dante Schiro (9v-4d), pelo peso meio-médio (até 77,1kg). Neiman soma duas derrotas consecutivas e busca reabilitação na companhia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sétimo colocado no ranking da divisão, Neiman é um grappler de excelência, mas apresentou brechas na trocação em seus combates. O sobrinho de Renzo Gracie é aluno do mestre Rafael Cordeiro e tem afiado o muay thai na Kings MMA, na Califórnia, para calibrar os punhos e as canelas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neiman contabiliza nove vitórias por finalização na carreira e medirá forças contra um oponente que foi finalizado em seu confronto mais recente. Com a trocação e o Jiu-Jitsu calibrados, Neiman é gabaritado para espantar o momento delicado e voltar à rota dos primeiros colocados.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/MPHz39rpKSI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira o card completo:</span></p>
<p><strong>Bellator 290</strong></p>
<p><strong>Inglewood, Califórnia  (EUA)</strong></p>
<p><strong>4 de fevereiro de 2022</strong></p>
<p><strong>CARD DO EVENTO:</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso pesado: Ryan Bader x Fedor Emelianenko</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso médio: Johnny Eblen x Anatoly Tokov</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso meio-médio: Sabah Homasi x Brennan Ward</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso meio-médio: Neiman Gracie x Dante Schiro</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso meio-médio: Lorenz Larkin x Mukhamed Berkhamov</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-pena: Henry Corrales x Akhmed Magomedov</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso pesado: Ali Isaev x Steve Mowry</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso leve: Chris Gonzalez x Max Rohskopf</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso meio-pesado: Karl Albrektsson x Grant Neal</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-mosca: Alejandra Lara x Diana Avsaragova</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-galo: Darrion Caldwell x Nikita Mikhailov</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-galo: Jornel Lugo x Jaylon Bates</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso-pena: Isaiah Hokit x Peter Ishiguro</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peso meio-médio: Ethan Hughes x Yusuf Karakaya</span></p>
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		<item>
		<title>O dia em que Shogun finalizou Kevin Randleman no Pride 32</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2023 02:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[finalização]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Randleman]]></category>
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		<category><![CDATA[Shogun]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-campeão do Pride e do UFC, o lendário Maurício “Shogun” Rua, de 41 anos, se aposentou do MMA após a derrota por nocaute para o ucraniano Ihor Potieria no UFC 283, realizado no último sábado, no Rio de Janeiro. Shogun, que inspirou gerações de fãs e lutadores pela autoria de nocautes viscerais, provou no passado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239759" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239759" class="size-full wp-image-239759" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-24-at-22.50.44.jpeg" alt="" width="650" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-24-at-22.50.44.jpeg 650w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-24-at-22.50.44-300x208.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-24-at-22.50.44-150x104.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239759" class="wp-caption-text">Maurício Shogun finaliza Kevin Randleman. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Ex-campeão do Pride e do UFC, o lendário Maurício “Shogun” Rua, de 41 anos, se aposentou do MMA após a derrota por nocaute para o ucraniano Ihor Potieria no UFC 283, realizado no último sábado, no Rio de Janeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Shogun, que inspirou gerações de fãs e lutadores pela autoria de nocautes viscerais, provou no passado que também é afiado nas técnicas de Jiu-Jitsu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em outubro de 2006, no ano seguinte conquistar o GP dos Médios do Pride (até 93kg) ao derrotar Ricardo Arona na final do torneio, Shogun se aventurou entre os pesados e o americano Kevin Randleman na chave de joelho no Pride 32, em Las Vegas. Foi a primeira vez em que o brasileiro demonstrou seu nível na arte suave.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Clique no link abaixo e assista a finalização de Shogun.</span></p>
<p><a href="https://www.ufc.com.br/video/tunel-do-tempo-mauricio-shogun-x-kevin-randleman">https://www.ufc.com.br/video/tunel-do-tempo-mauricio-shogun-x-kevin-randleman</a></p>
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<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-shogun-finalizou-kevin-randleman-no-pride-32/">O dia em que Shogun finalizou Kevin Randleman no Pride 32</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>TBT: Kazushi Sakuraba e a resistência sob impacto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2021 13:53:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #238. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Pela sua experiência nos treinos de Jiu-Jitsu, você já deve ter percebido que a arte da luta não se resume a atacar. “O segredo é&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233120" style="width: 807px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233120" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Sakuraba-Arona.jpg" alt="" width="797" height="501" class="size-full wp-image-233120" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Sakuraba-Arona.jpg 797w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Sakuraba-Arona-300x189.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Sakuraba-Arona-768x483.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Sakuraba-Arona-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 797px) 100vw, 797px" /><p id="caption-attachment-233120" class="wp-caption-text">Foto: Susumu Nagao</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #238. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Pela sua experiência nos treinos de Jiu-Jitsu, você já deve ter percebido que a arte da luta não se resume a atacar. “O segredo é bater sem apanhar”, resumem os mestres catedráticos da nossa arte marcial, uma estratégia extremamente simples, mas que, na prática, requer muita perícia e sangue-frio. Há ainda quem subverta essa lógica e entre no ringue com a expectativa de que até dá para apanhar, desde que não seja nada muito contundente. O adversário bate, bate, e bate mais um pouco, mas não encaixa nenhum golpe que efetivamente desestabilize o oponente. Este começa a sobressair à base de ótimo preparo físico e capacidade de resistência. E assim o atleta que ataca vai se frustrando, até que num determinado momento da batalha se vê exaurido. Pronto. É aí que vem o castigo. </p>
<p>Em seu auge, Kazushi Sakuraba costumava utilizar essa última estratégia com alta frequência. Quem não se lembra do histórico combate contra Royce Gracie, em 2000, vencido por Sak após 1h30m de luta? Royce passou mal por conta do desgaste físico e seu córner se viu obrigado a jogar a toalha. A resistência do ídolo japonês, no entanto, pouco “encaixou” com o estilo de strikers violentos, como Wanderlei Silva, Igor Vovchanchyn, Mirko Cro Cop&#8230; Em muitas derrotas, Sak até resistia, queria continuar, mas, ao ser avaliado pelo médico do Pride no intervalo dos assaltos, era obrigado a desistir. Foi o que aconteceu na luta contra Ricardo Arona, em 2005. Sak até administrou relativamente bem a peleja no primeiro round. Sofreu alguns golpes, mas nada que o avariasse além da conta. Até que, no segundo assalto, encontrou-se nesta perigosa posição. </p>
<p>Sentado, com o corpo dobrado (o que dificulta a respiração), imobilizado pelo domínio de braços do tipo cinto de segurança, sofrendo a pressão do sprawl de Arona e o impacto de tenebrosas joelhadas. Um verdadeiro massacre. O round acabou e, quando as câmeras registraram o rosto de Sak, o público local que assistia à cena pelo telão ficou espantado. O córner de Sakuraba jogou a toalha sinalizando a desistência. Havia uma outra toalha, no entanto. Esta escondeu piedosamente a face machucada do lutador enquanto ele rumava para o vestiário e, logo depois, para o hospital.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tbt-kazushi-sakuraba-e-a-resistencia-sob-impacto/">TBT: Kazushi Sakuraba e a resistência sob impacto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ryan Gracie exclusive: Learn his favorite attack in jiu-jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 16:53:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>There aren&#8217;t many recordings out there of lessons taught by Ryan Gracie, the fearless BJJ and MMA competitor who died an early death. But our team has dug into the ol&#8217; chest to bring you an exclusive lesson. In December 2004, Ryan welcomed Graciemag into his São Paulo gym and revealed the secrets to his&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_211189" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211189" class="size-full wp-image-211189" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/DSC_0244.jpg" alt="" width="1024" height="667" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/DSC_0244.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/DSC_0244-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/DSC_0244-768x500.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/09/DSC_0244-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-211189" class="wp-caption-text">Ryan Gracie. Luca Atalla</p></div>
<p>There aren&#8217;t many recordings out there of lessons taught by Ryan Gracie, the fearless BJJ and MMA competitor who died an early death. But our team has dug into the ol&#8217; chest to bring you an exclusive lesson.</p>
<p>In December 2004, Ryan welcomed Graciemag into his São Paulo gym and revealed the secrets to his powerful guillotine. Note how he used to adjust the position by controlling the wrist of the hand that catches his opponent&#8217;s neck.</p>
<p>World champion Gabriel Vella helped out in this lesson. A true gem from the Graciemag archives that&#8217;s now available to enrich your jiu-jitsu. Enjoy it in the following video &#8212; no Portuguese needed.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jiu-Jitsu: Ryan Gracie e uma aula de ajuste na guilhotina" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Q2u3zt-KZGE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ryan-gracie-exclusive-learn-his-favorite-attack-in-brazilian-jiu-jitsu/">Ryan Gracie exclusive: Learn his favorite attack in jiu-jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu: um tributo aos guardeiros do UFC e MMA</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 04:27:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes. Clique aqui e confira! Craque com passagens pelo UFC e o Pride FC, Renzo Gracie uma vez disse: &#8220;O boxeador é como um leão: é o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17559" style="width: 305px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17559" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/royce-1.jpg" alt="" width="295" height="331" class="size-full wp-image-17559" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/royce-1.jpg 295w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/royce-1-267x300.jpg 267w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/royce-1-134x150.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 295px) 100vw, 295px" /><p id="caption-attachment-17559" class="wp-caption-text">As performances de Royce no UFC despertaram o interesse pelo Jiu-Jitsu em todo o mundo. Foto: divulgação</p></div>
<p><em>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes. <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e confira</a>!</em></p>
<p>Craque com passagens pelo UFC e o Pride FC, Renzo Gracie uma vez disse: &#8220;O boxeador é como um leão: é o maior predador em terra, mas se jogá-lo no tanque de tubarão, ele é somente mais uma refeição&#8221;. É justamente com as costas no solo que o boxeador ou qualquer outro nocauteador que não é versado no Jiu-Jitsu se torna o leão indefeso no tanque de tubarões. </p>
<p>A guarda no MMA é uma invenção genuinamente brasileira, daquelas que nos enchem de orgulho tal qual a bossa nova e o avião (não me venha com papo de irmãos Wright). A família Gracie já utilizava a guarda há décadas nos desafios de vale-tudo, e coube ao bravo Royce apresentar sua eficácia ao mundo, naqueles primeiros eventos do UFC, nos anos 1990.</p>
<p>Quando os espectadores viram o pequeno Royce ser derrubado e ficar por baixo de oponentes descomunais como Kimo Leopoldo (UFC 3) e Dan Severn (UFC 4), a maioria pensou que o brasileiro estava perdido, que era questão de tempo até a luta acabar. Contudo, ao contrário dos praticantes de outras modalidades de luta, o faixa-preta brasileiro sabia muito bem onde estava. </p>
<p>Royce não se desesperava ao ser derrubado, pelo contrário, e ao ficar de costas no chão. Fechava a guarda, diminuindo a amplitude e a força dos golpes dos oponentes; aplicava caneladas que, se não machucavam significativamente, incomodavam e distraíam; e por fim usava seu quadril para se esquivar e ajustar sua posição, até o momento em que aplicava triângulos ou armlocks por baixo, finalizando os atônitos antagonistas – e até os narradores.</p>
<p>Para quem não conhecia o Jiu-Jitsu, aquilo de fato era uma mágica digna de Houdini. Como o Gracie teria vencido seu adversário de uma posição supostamente tão desfavorável? Me lembro de assistir, em 1994, ao UFC 4 em VHS, com narração original em inglês. Quando Royce encaixou um triângulo por baixo em Dan Severn, após ter ficado quase 15 minutos ininterruptos fazendo guarda, os narradores americanos não sabiam o que estava acontecendo. Levaram alguns instantes para perceberem que Severn havia dado os três tapinhas e que era possível usar a guarda para estrangular alguém com as pernas. Foi precisamente naquele momento que decidi aprender Jiu-Jitsu.</p>
<p>Não fui só eu, claro. Conhecer pelo menos as técnicas básicas de Jiu-Jitsu, e assim compreender a sutil complexidade e a ilusória simplicidade da guarda, passou a ser questão de vida ou morte no MMA. Com o estudo, wrestlers se aprimoraram e pareciam ter encontrado um antídoto para a guarda. Antídoto, não. Um antijogo tão feio quanto o infame “bicão&#8221; de zagueiro no futebol. Gigantes como o próprio Severn, Mark Coleman, Don Frye, Mark Kerr, entre outros, entenderam como distribuir seu peso para &#8220;amarrar&#8221; os guardeiros e castigá-los com o recurso do ground and pound.</p>
<div id="attachment_210903" style="width: 1163px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-210903" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/Minotauro-Nogueira-e-o-armlock-em-Cro-Cop-no-Pride-Foto-Susumu.jpg" alt="" width="1153" height="768" class="size-full wp-image-210903" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/Minotauro-Nogueira-e-o-armlock-em-Cro-Cop-no-Pride-Foto-Susumu.jpg 1153w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/Minotauro-Nogueira-e-o-armlock-em-Cro-Cop-no-Pride-Foto-Susumu-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/Minotauro-Nogueira-e-o-armlock-em-Cro-Cop-no-Pride-Foto-Susumu-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/Minotauro-Nogueira-e-o-armlock-em-Cro-Cop-no-Pride-Foto-Susumu-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/08/Minotauro-Nogueira-e-o-armlock-em-Cro-Cop-no-Pride-Foto-Susumu-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1153px) 100vw, 1153px" /><p id="caption-attachment-210903" class="wp-caption-text">Minotauro usou a guarda afiada para atacar Cro Cop no armlock. Foto: Susumu Nagao</p></div>
<p>Ainda assim, o esporte continuou a evoluir e os ases do Jiu-Jitsu conseguiram diversificar e buscar saídas. O curioso é que, justamente no peso pesado, onde os golpes são mais fortes e brutais como uma marretada, surgiram lutadores capazes de fazer a suave arte da guarda prevalecer. Antonio Rodrigo &#8220;Minotauro&#8221; Nogueira, no Japão, e Frank Mir, nos Estados Unidos, pesavam mais de 100kg cada e moviam-se por baixo com a leveza de bailarinos caminhando na lua. </p>
<p>Minotauro enfileirou os perigosos Gary Goodridge, Mark Coleman e Semmy Schiltz com triângulos de dentro da guarda, no contragolpe do ground and pound aplicado pelos adversários. O baiano também precisou e muito de sua guarda para sobreviver à blitz do ogro Bob Sapp, e graças a ela raspou e finalizou com um armlock histórico. </p>
<p>Enquanto isso, no UFC, Mir usava golpes muito bem encaixados da guarda para finalizar o brasileiro Roberto Traven, o notório Tank Abbot e o então campeão Tim Sylvia. Seu momento mais emblemático foi quando partiu de baixo para encaixar um belíssimo leglock e arruinar a estreia do monstro anabolizado do WWE Brock Lesnar, incendiando a torcida em volta do octagon.</p>
<p>Se vamos falar de grandes guardeiros e seus momentos antológicos, não podemos deixar de mencionar os irmãos Diaz. Para o leitor desavisado, Nick e Nate Diaz são muito mais do que os irmãos marrentos e polêmicos que tanto vemos na imprensa. Ambos são pupilos de Cesar Gracie e possuem guardas flexíveis, ágeis e mortais. </p>
<p>Entre as mais belas finalizações do esporte, temos a &#8220;gogoplata&#8221; aplicada por Nick Diaz contra Takanori Gomi, então bicho-papão do peso leve, no Pride 33. Rápido como um lince e flexível como um ginasta, Nick passou a perna sobre a omoplata do japonês assim que foi derrubado, pôs a canela sob o pescoço do desavisado Gomi e usou os braços para aplicar pressão e finalizar plasticamente. Mais uma vez a guarda no MMA apresentava recursos nunca antes vistos.  </p>
<p>Uma guarda treinada pode conferir superioridade e confiança tão grandes que permitem, ainda, fazer como Nate Diaz fez contra Kurt Pellegrino. Quando Pellegrino, uma pedreira no chão, conseguiu aplicar uma bela queda, o mais novo dos irmão Diaz rapidamente percebeu um braço sobrando e ajustou um triângulo imediatamente após tocar o chão. O triângulo estava tão bem encaixado que Nate passou a provocar Pellegrino mostrando-lhe os dedos do meio e comemorando antes de dar o aperto final para conseguir a vitória por submissão.</p>
<p>Mas nem só os prodígios do Jiu-Jitsu se valem da guarda. Mesmo os melhores strikers precisam saber fazer bem esta posição, não só para evitarem ser destruídos por quem os derrubou, mas, algumas vezes, para surpreender e atacar; &#8220;Seja água, meu amigo”, conforme ensinava Bruce Lee. </p>
<p>Anderson Silva, conhecido como o mais genial nocauteador da história do esporte, precisou demonstrar que também é bom de guarda para salvar-se no confronto memorável contra Chael Sonnen no UFC 117, em 2010.</p>
<p>Sonnen derrubou Anderson e o castigou por cinco rounds, enquanto o brasileiro permaneceu tranquilo fazendo guarda, sem sofrer riscos de nocaute. Quando o falastrão já estava contando com a vitória por unanimidade, faltando pouco mais de dois minutos para acabar o combate, o brasileiro encaixou o impensável triângulo e finalizou, para delírio da torcida.</p>
<p>É uma pena, mas atualmente as regras do UFC prejudicam o bom desenvolvimento dessa sensacional posição. O público americano não compreende que a aparente inatividade de uma boa guarda é uma mera preparação para o bote fatal. Pontua-se desproporcionalmente as quedas de wrestling e os jurados não deixam a luta se desenvolver adequadamente no solo. Mesmo assim, guardeiros excepcionais com Fabricio Werdum e Demian Maia continuam transformando uma posição aparentemente desvantajosa em uma arma letal. </p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=sRGmSg266lM</p>
<p>Ainda em 2010, Werdum jogou-se ao solo para atrair Fedor Emelianenko para sua guarda e finalizá-lo com um ataque duplo de triângulo e armlock, acabando com a invencibilidade de mais de uma década do russo. Já Demian se consolidou como a versão moderna de Royce Gracie, fazendo uso de um jogo quase puro de Jiu-Jitsu para se impor contra qualquer adversário – trocador, wrestler ou lutador de chão. Seus oponentes preferem pular de um precipício do que entrar na guarda do hábil faixa-preta paulista.</p>
<p>Portanto, caro leitor, não resta alternativa ao Jiu-Jitsu; enquanto o leão não aprender a fazer e se defender da guarda no MMA, ele vai continuar sendo uma apetitosa refeição para tubarões.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-um-tributo-aos-guardeiros-do-ufc-e-mma/">Jiu-Jitsu: um tributo aos guardeiros do UFC e MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 lessons in life and BJJ with Pride and ADCC legend Ricardo Arona</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2018 23:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>In 2000, recently promoted from the purple belt to the brown belt, Ricardo Arona emerged as the star of Carlson Gracie Academy. Owner of a cold stare and a warm heart, the 21-year-old Niterói native would fearlessly get tangled with the team&#8217;s black belts, thus molding his will and sharpening his claws. One day, an&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201720" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201720" class="size-large wp-image-201720" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-1024x678.jpg" alt="Ricardo Arona faz guarda, durante o ADCC 2001. Foto: Luca Atalla/GRACIEMAG" width="650" height="430" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-1024x678.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-768x508.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-150x99.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla.jpg 1429w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-201720" class="wp-caption-text">Ricardo Arona plays guard in the ADCC. Luca Atalla/GRACIEMAG</p></div>
<p>In 2000, recently promoted from the purple belt to the brown belt, Ricardo Arona emerged as the star of Carlson Gracie Academy.</p>
<p>Owner of a cold stare and a warm heart, the 21-year-old Niterói native would fearlessly get tangled with the team&#8217;s black belts, thus molding his will and sharpening his claws.</p>
<p>One day, an internal selection was scheduled to see who would represent the academy at ADCC 2000 in Abu Dhabi. The young brown belt started beating the usual suspects with unusual takedowns and a very explosive game, based on his training at Itacoatiara, a Niterói beach where Arona trained in two routes: one of explosion, in a straight ascent; and another of resistance , a longer and winding path to the top of a hill.</p>
<p>&#8220;In the final I came face to face with Amaury Bitetti, who was my idol,&#8221; Arona told Graciemag once. &#8220;I was able to underhook and unbalance him with a lot of effort, and when I saw that I was going to throw him with his back on the ground, I held back and I put him on the ground with respect.&#8221;</p>
<p>At ADCC 2000, Arona respected no one, and threw decorated fighters like Tito Ortiz and Jeff Monson to earn his first major career title.</p>
<p>Below, we highlight some of Arona&#8217;s main lessons for you to develop your fighting spirit and fight with tiger eyes.</p>
<p>1. &#8220;The complete fighter is the one who has the mind and body prepared.&#8221;</p>
<p>2. &#8220;I always sought contact with nature &#8212; to climb mountains, swim in the sea, catch waves. Itacoatiara, where I live, is a very native place; it touches my essence as a fighter. I like to be alone with nature &#8212; that touches my warrior side. &#8221;</p>
<p>3. &#8220;I like to feel like a tiger alone in the woods. When I get into the ring to fight, I feel like the strongest of the felines: solitary, a hunter, ready to kill or die. My instinct says I cannot be afraid of a fighter of my weight. &#8221;</p>
<p>4. &#8220;The head is indeed the great differential between fighters. You may be physically well prepared, but if your head is not in good shape, chances are you&#8217;ll lose. &#8221;</p>
<p>5. &#8220;I have always had difficult fights in my life. I learned to oxygenate my body well in difficult times. In the most critical situations, when you&#8217;re in trouble, you cannot afford to lose control. You have to breathe and concentrate all your energy to escape, all at once &#8212; for it may be your last opportunity in the fight. It&#8217;s all psychological. You always have to come in feeling good, and remain so at the time of exploding and counterattacking. &#8221;</p>
<p>6. &#8220;At 14, I started to train a lot of jiu-jitsu. At 15, I was doing a lot of slap fighting, self-defense training and MMA in the gym. With that, I lost my fear. When the guy stares at me, I do not tremble. I like the adrenaline. It can be anyone, because I fear no one. I just walk forward. I do not go back at all. &#8221;</p>
<p>7. &#8220;I like to fight stronger guys; I see it as only another challenge in life &#8212; and I like the challenge. The bigger, the better.&#8221;</p>
<p>8. &#8220;When I fight, the spirit of the warrior dominates me. In that moment, if you take a knife and cut me, I feel nothing &#8212; so much is the adrenaline coursing through me. Once, I broke two ribs, took a kick in the face, and kept attacking. &#8221;</p>
<p>9. &#8220;He who does not have a strong essence does not become a winner in a hard sport like ours.&#8221;</p>
<p>10. &#8220;In the end, my mantra when fighting is this: I cannot feel tired. I cannot feel pain.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-lessons-in-life-and-bjj-with-pride-and-adcc-legend-ricardo-arona/">10 lessons in life and BJJ with Pride and ADCC legend Ricardo Arona</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: Veterano do UFC é nocauteado em 9s no Rizin FF 10</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2018 13:19:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-atleta do UFC e postulante ao inaugural título peso-mosca do UFC em seu lançamento, em 2012, Ian McCall figurou entre os melhores atletas de sua divisão até deixar a organização, em 2015. Após ser liberado pelo Ultimate, McCall foi com tudo para o Japão e apostou suas fichas no Rizin FF, evento que segue os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_209231" style="width: 925px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/mccall.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-209231" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/mccall.jpg" alt="" width="915" height="610" class="size-full wp-image-209231" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/mccall.jpg 915w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/mccall-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/mccall-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/mccall-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 915px) 100vw, 915px" /></a><p id="caption-attachment-209231" class="wp-caption-text">Ian McCall sofreu um nocautaço no Rizin 10. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Ex-atleta do UFC e postulante ao inaugural título peso-mosca do UFC em seu lançamento, em 2012, Ian McCall figurou entre os melhores atletas de sua divisão até deixar a organização, em 2015.</p>
<p>Após ser liberado pelo Ultimate, McCall foi com tudo para o Japão e apostou suas fichas no Rizin FF, evento que segue os moldes do lendário Pride. Derrotado em sua estreia na organização, McCall voltou a entrar em ação no último domingo, dia 6 de abril, e o veterano voltou a amargar a derrota.</p>
<p>Em duelo contra Kyoji Horiguchi, no Rizin 10, McCall acabou nocauteou um belo soco no contragolpe, com o relógio marcando apenas 9 segundos de combate.</p>
<p>Reveja o lance no vídeo abaixo!</p>
<div style="width:100%;height:0px;position:relative;padding-bottom:56.250%;"><iframe loading="lazy" src="https://streamable.com/s/lpzzk/xawjxc" frameborder="0" width="100%" height="100%" allowfullscreen style="width:100%;height:100%;position:absolute;left:0px;top:0px;overflow:hidden;"></iframe></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-veterano-do-ufc-e-nocauteado-em-9s-no-rizin-ff-10/">Vídeo: Veterano do UFC é nocauteado em 9s no Rizin FF 10</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Veterano do Pride, Zuluzinho volta ao MMA de olho em retorno ao Japão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 10:07:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208254" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/zuluzinho.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208254" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/zuluzinho.jpg" alt="" width="600" height="400" class="size-full wp-image-208254" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/zuluzinho.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/zuluzinho-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/zuluzinho-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><p id="caption-attachment-208254" class="wp-caption-text">Zuluzinho em foto de Marcelo Alonso.</p></div>
<p>Batizada de “The Black Giant”, a 9ª edição do Imortal FC desembarca em São Luís do Maranhão no dia 02 de junho com um nome de peso – literalmente – no card. Trata-se do veterano Wagner Zuluzinho, filho da lenda local Rei Zulu e com passagens pelos extintos Pride e K-1. Astro da luta principal, o gigante terá pela frente o ex-participante do TUF Cabo Job.</p>
<p>Sem lutar desde 2010, Zuluzinho, atualmente com 39 anos, aceitou o convite da organização curitibana com a esperança de voltar ao radar do MMA e, assim, ter a chance de ser convidado para lutar novamente no Japão, onde ficou conhecido por seu tamanho e por duelos contra as lendas Fedor Emelianenko e Rodrigo Minotauro.</p>
<p>“Minha motivação é, em primeiro lugar, os fãs do Pride, que não perdiam uma edição do evento. Além disso, como o Imortal possui um grande alcance, quem sabe eu não sou convidado para lutar no Japão. Se acontecer, não penso duas vezes”, disse o lutador, que não faz ideia de quanto está pesando atualmente. “Ainda não me pesei, não sei dizer”.</p>
<p>A missão de superar Zuluzinho fica por conta do policial militar do Rio de Janeiro Cabo Job, um dos participantes da terceira edição do reality show The Ultimate Fighter Brasil. Ainda sem saber quais armas irá usar contra o gigante, o carioca esbanja confiança.</p>
<p>“Ele (Zuluzinho) é muito grande, muito pesado (risos), mas eu vou entrar para ganhar. Ainda não sei qual estratégia eu vou usar, deixo por conta dos meus treinadores, Beto Padilha e Hugo Duarte, mas, como sou mais leve, acredito que a minha velocidade fará diferença a meu favor”.</p>
<p>Presidente do Imortal FC, Stefano Sartori revelou que a luta principal do evento é uma homenagem à família de lutadores mais tradicional do Maranhão.</p>
<p>“Quem conhece a história do nosso esporte reconhece a figura histórica do Rei Zulu e a importância do trabalho que ele fez pelo esporte nos anos 70 e 80, então nada mais justo do que convidar um representante da família para fazer parte do Imortal nesta edição especial”, justificou. “Embora seja o anfitrião, o Zuluzinho não vai ter moleza, pois o Cabo Job é um cara duro, teve uma boa passagem pelo TUF, além de estar acostumado com grandes desafios, já que é um policial honrado e destemido. E para subir no cage com o Zuluzinho tem que ter muita coragem. Será uma edição histórica.”</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>
<div id="attachment_208253" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/Imortal-FC-9-The-Black-Giant.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208253" class="size-large wp-image-208253" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/Imortal-FC-9-The-Black-Giant-703x1024.jpg" alt="" width="650" height="947" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/Imortal-FC-9-The-Black-Giant-703x1024.jpg 703w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/Imortal-FC-9-The-Black-Giant-206x300.jpg 206w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/Imortal-FC-9-The-Black-Giant-768x1118.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/Imortal-FC-9-The-Black-Giant-103x150.jpg 103w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/Imortal-FC-9-The-Black-Giant.jpg 879w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-208253" class="wp-caption-text">Zuluzinho estampa o banner principal do Imortal FC 9, no Maranhão. Foto: Divulgação</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/veterano-do-pride-zuluzinho-volta-ao-mma-de-olho-em-retorno-ao-japao/">Veterano do Pride, Zuluzinho volta ao MMA de olho em retorno ao Japão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: A raspagem de Anderson Silva para vencer um craque do Jiu-Jitsu anos antes do UFC</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Feb 2018 05:27:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de brilhar no Pride e no Cage Rage, eventos que catapultaram o Aranha para o UFC, Anderson Silva já se destacava em outros eventos de MMA, no Brasil e no exterior. Temido por seu jogo de chutes, cotoveladas e golpes difíceis de prever, Anderson, apesar de não ser um finalizador de origem, tinha na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78156" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/04/Anderson-Silva-bota-pressao-para-passar-a-guarda-Foto-Gustavo-Aragao-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-78156" class="size-full wp-image-78156" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/04/Anderson-Silva-bota-pressao-para-passar-a-guarda-Foto-Gustavo-Aragao-2.jpg" alt="" width="640" height="417" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/04/Anderson-Silva-bota-pressao-para-passar-a-guarda-Foto-Gustavo-Aragao-2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/04/Anderson-Silva-bota-pressao-para-passar-a-guarda-Foto-Gustavo-Aragao-2-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/04/Anderson-Silva-bota-pressao-para-passar-a-guarda-Foto-Gustavo-Aragao-2-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-78156" class="wp-caption-text">Anderson Silva tem na bagagem alguns truques no Jiu-Jitsu, Foto: Gustavo Aragão / GRACIEMAG</p></div>
<p>Antes de brilhar no Pride e no Cage Rage, eventos que catapultaram o Aranha para o UFC, Anderson Silva já se destacava em outros eventos de MMA, no Brasil e no exterior. Temido por seu jogo de chutes, cotoveladas e golpes difíceis de prever, Anderson, apesar de não ser um finalizador de origem, tinha na manga alguns artifícios do Jiu-Jitsu para se livrar de enrascadas.</p>
<p>No Meca 6, realizado em Curitiba, em 2002, Anderson usou uma de suas armas no solo para vencer o campeão de Jiu-Jitsu Roan Jucão, que treinou na era de ouro das equipes Carlson Gracie e Brazilian Top Team. O duelo ia bem para Jucão, ao conseguiu colocar o perigoso Anderson no solo com um single-leg. Por cima, o carioca tentou trabalhar seus golpes, mas Anderson tinha uma carta na manga.</p>
<p>Esguio e com as pernas bem compridas, Anderson não se conteve com a guarda fechada comum, e logo que conseguiu fechar o cadeado com o pé por trás do próprio joelho. Para armar sua arapuca, o Aranha colocou o pé solto na virilha de Jucão, o que deu pressão para aplicar a alavanca e raspar. Por cima, Anderson aplicou golpes fortes que encerraram a luta.</p>
<p>Veja o lance e a virada de Anderson Silva no MMA, salvo pelo bom e velho Jiu-Jitsu.</p>
<div style="width: 100%; height: 0px; position: relative; padding-bottom: 75.000%;"><iframe loading="lazy" style="width: 100%; height: 100%; position: absolute; left: 0px; top: 0px; overflow: hidden;" src="https://streamable.com/s/nv2ox/hnvsqz" width="100%" height="100%" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-a-raspagem-de-anderson-silva-para-vencer-craque-de-jiu-jitsu-antes-do-ufc/">Vídeo: A raspagem de Anderson Silva para vencer um craque do Jiu-Jitsu anos antes do UFC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Especial: 10 anos sem Ryan Gracie</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 05:02:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se estivesse entre nós, o professor Ryan Gracie estaria com 43 anos, e muito mais histórias no Jiu-Jitsu e no MMA. Filho de Robson Gracie e irmão de Renzo Gracie, Ryan nos deixou num triste dia 15 de dezembro de 2007, após uma série de acontecimentos. Em homenagem ao lutador, o GRACIEMAG.com republica um artigo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se estivesse entre nós, o professor Ryan Gracie estaria com 43 anos, e muito mais histórias no Jiu-Jitsu e no MMA. Filho de Robson Gracie e irmão de Renzo Gracie, Ryan nos deixou num triste dia 15 de dezembro de 2007, após uma série de acontecimentos.</p>
<p>Em homenagem ao lutador, o GRACIEMAG.com republica um artigo especial, originalmente veiculado na edição #131 da GRACIEMAG, de janeiro de 2008, escrito por Luca Atalla. Relembre algumas histórias do Gracie contadas por quem as viveu bem de perto.</p>
<p>***</p>
<div id="attachment_90196" style="width: 572px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-90196" class="size-full wp-image-90196" title="Ryan Gracie por Tiago Molinos" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Ryan-Gracie-por-Tiago-Molinos.jpg" alt="Ryan Gracie por Tiago Molinos" width="562" height="640" /><p id="caption-attachment-90196" class="wp-caption-text">Ryan Gracie (14 de agosto de 1974 – 15 de dezembro de 2007). Retrato feito por Tiago Molinos para GRACIEMAG</p></div>
<p>Desde pequeno, ele dizia aos amigos que ia morrer aos 33 anos.</p>
<p>Vivia em intensidade máxima, saboreando prazeres extremos, despertando emoções extremas, equilibrando-se no desfiladeiro de perigos extremos.</p>
<p>Ainda assim, fomos todos pegos no contrapé quando chegou a notícia: Ryan Gracie morreu dormindo, sozinho numa cela da 91<sup>o</sup> DP de São Paulo, na madrugada do sábado, 15 de dezembro.</p>
<p>O mundo será diferente sem ele.</p>
<p>Afinal, o “Fera” era onipresente.</p>
<p>Bastava falar o nome dele, que, feito mágica, ele aparecia. Estivéssemos no Japão, no Rio, em NY, ou no Havaí.</p>
<p>E chegava causando alvoroço.</p>
<p>Me lembro em 1997, no Pan de Jiu-Jitsu em Honolulu. Ainda ia demorar muito para ele estrear no Pride, mas ele já era o Ryan há muito mais tempo.</p>
<p>A ilha de Oahu era pequena demais. Então ele foi para o mar. Pegou uma prancha e entrou na raivosa baía de Waimea.</p>
<p>Tudo bem, os entendidos de surfe vão dizer. Surfar nas ondas gigantes de Waimea não é para qualquer um, mas muita gente surfa. OK, respondo eu. Só que o Ryan NÃO sabia surfar.</p>
<p>Entrou lá, tentou descer três ondas, e, claro, caiu nelas. Disse que quase se afogou, mas saiu ileso. Na mesma viagem, capotou de carro e nocauteou dois havaianos de uma vez só com sua certeira cotovelada, mas sobre essas duas práticas (cotoveladas e capotadas), existem histórias mais marcantes.</p>
<h3>Aportando em São Paulo</h3>
<p>O seu primeiro carro, um Escort XR-3 preto, durou uma viagem. Foi uma viagem inacreditável, mas apenas uma.</p>
<p>Acompanhado do amigo Alexandre Soca, Ryan saiu do Rio de manhã, em direção a São Paulo. Ele não tinha nem 17 anos, mas carteira de motorista era detalhe.</p>
<p>Acontece que os pneus do carro furaram mais de 20 vezes. Parece mentira, mas tudo na vida dele parecia mentira. Começou pagando os consertos. O dinheiro acabou, e ele então usou as roupas da patrocinadora High-Level como moeda de troca. Acabaram as roupas, furou de novo. Então só restou consertar e fugir, o borracheiro disparado atrás. Só que logo à frente, furaria de novo, e eles teriam de voltar ao mesmo borracheiro para se desculpar e convencê-lo a fazer mais um conserto. Tarefa fácil para quem já nasceu carismático.</p>
<p>O percurso, na velocidade dele, duraria no máximo três horas (quatro para pessoas normais), mas já era noite adentro e a capital paulista não se aproximava. Quis parar para descansar, mas “estamos quase chegando”, insistiu Soca.</p>
<p>“Beleza, então faz o seguinte, me acorda na curva”, combinaram.</p>
<p>O insano plano funcionou por um tempo, até que Soca também dormiu.</p>
<p>Desceram a ribanceira, capotando inúmeras vezes, ele gritando no meio do acidente: “Eu te avisei, Magrinho, eu te avisei”.</p>
<p>“Eu só queria que aquilo acabasse para eu pegar ele”, lembrava Ryan quando contava a história: “Só que acabei com pena, porque ele estourou o joelho no acidente”.</p>
<p>A chegada a São Paulo, onde Ryan a partir de então fincaria raízes, teria a sua própria academia, legião de alunos e rivais, foi triunfal: de carona no reboque.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Renzo and Ryan Gracie Grappling" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/ybILETMlNXc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3><strong>A arma</strong> secreta</h3>
<p>Muitas histórias poderiam ilustrar a cotovelada, seu golpe predileto, sistematizado através da prática reiterada fora do laboratório. Ou, de lado a linguagem da ciência, aperfeiçoado à vera, nas brigas de rua.</p>
<p>Que o diga o faixa-preta Jorge Pereira.</p>
<p>Ryan era muito amigo do meu cunhado, Paulo Guillobel, e chegou a morar na casa dele quando garoto. Mas um dia, em 1998, os dois se estranharam por conta de uma garota, e marcaram uma briga, a portas fechadas na academia, para resolver as diferenças.</p>
<p>Seria dentro da Gracie Barra, mas na hora prevista o Carlinhos, tio e professor de Ryan e do professor de Guillobel, Jorge Pereira, estava comigo e com Vitor Belfort, subindo a Pedra da Gávea.</p>
<p>Chegamos atrasados, e o duelo dos dois já se desenrolava na rua, em frente à academia. Amigos que eram, parecia uma briga de comadres, onde nada acontecia, Ryan por cima, dentro da guarda de Guillobel. Brigaram porque acertaram publicamente que iam fazer. O ritmo era tão tranquilo que, no meio da confusão, Ryan já estava discutindo com Jorge.</p>
<p>Carlinhos chegou apaziguando. Para não intervir e alguém sair no prejuízo na hora do “aparte”, ele sugeriu: “Se os dois ficarem em pé, acaba, tudo bem?” Ambos concordaram. Guillobel então esperneou e ficou em pé.</p>
<p>Jorge então foi conversar com Ryan, tomar satisfação do que o Fera tinha dito para ele durante a briga. Não houve conversa. Tomou uma cotovelada, caiu de joelhos grogue.</p>
<p>Uma hora depois, Ryan já tinha ido embora, Jorge voltou para conversar com Carlinhos. Queria resolver aquilo. Os dois acabaram se entendendo e o episódio não teve sequência. Mas, ali, na garagem da casa do mestre, e ainda sem ter passado a raiva, Jorge deu de ombros, coçou o queixo e admitiu:</p>
<p>“Temos de tirar o chapéu para a cotovelada do garoto”.</p>
<h3>Estreia com bolsa de 150 mil dólares</h3>
<p>Foi em 2000 o grande marco da vida de Ryan.</p>
<p>Envolvido numa confusão na Ilha dos Pescadores, casa de festas no Rio, ele passou 17 dias preso, acusado de esfaquear um valentão da noite, apelidado de “Chuck Norris”.</p>
<p>Em entrevista publicada na edição #39 de GRACIEMAG, ele me contou que não comia direito e que ficava junto com 35 presos. Apesar disso, a convivência foi boa:</p>
<p>&#8220;Eles não me perturbavam, eu ficava quieto num canto da sala. Todos me tratavam bem, dei autógrafos e umas camisas, tanto para os presos como para os policiais.&#8221;</p>
<p>No entanto, aquilo o assustou:</p>
<p>“Não quero nunca mais voltar e tenho fé que não vou mais parar num lugar como aquele”, ele disse.</p>
<p>Diante da resposta, perguntei se ele ia mudar de atitude:</p>
<p>“Não, mudar minha atitude não, mas vou parar de aceitar provocações, para não me meter mais em encrenca”.</p>
<p>Até aí, Ryan tinha alguns resultados no Jiu-Jitsu esportivo, centenas de brigas, e era conhecido no meio. Mas sua carreira profissional não existia.</p>
<p>Ele então pediu para eu arrumar uma luta para ele no Pride. O japonês Koichi Kawasaki, agente de Renzo, gostou da ideia. O irmão não. Achou que ele não estava preparado ainda, quis esperar um pouco. Mas Ryan insistiu, e Renzo acabou cedendo.</p>
<p>Sem nenhum cartel, e duas semanas após completar 26 anos, ele estreou em agosto de 2000 com uma bolsa de 150 mil dólares, valor cerca de cinco vezes maior que os lutadores brasileiros de nome recebiam para se apresentar no maior evento de vale-tudo do mundo, à época.</p>
<p>Enquanto caminhava para o ringue, o locutor japonês o apresentava como o maior brigador de rua da família Gracie. Não era exagero. Ao microfone, contava que em uma briga ele mordeu a orelha do adversário. Também não era mentira.</p>
<p>A briga citada, dele ainda garoto contra o amazonense Tico, é um clássico do <a title="Video com Ryan Gracie" href="http://www.youtube.com/watch?v=MSRqGhKmsM8" target="_blank" rel="noopener">Youtube</a>. No meio dela, ele reclamou que seu adversário estava puxando seus dedos. Disseram que valia tudo. Então ele obedeceu a sua torcida: “Arranca a orelha dele”. Não chegou a tanto, mas a mordida virou parte do currículo.</p>
<p>Imediatamente, a juventude rebelde japonesa se identificou com Ryan. Nos eventos, ele fazia questão de ir cumprimentar os fãs, mesmo antes de suas lutas. Era então cercado por milhares deles, em busca de autógrafos, fotos, lembranças. Virou ídolo.</p>
<p>Os compromissos profissionais obrigaram Ryan a se dedicar mais aos treinos. Sua vida de festas, viagens e mulheres teve que conciliar uma agenda de treinos. Não tinha outro jeito. Se não treinasse, não tinha como lutar.</p>
<p>Talvez o lutador mais habilidoso que já conheci, nessa fase ele melhorou tecnicamente, e conseguiu potencializar ao menos um pequeno percentual de seu generoso talento.</p>
<p>Se seguisse nessa trajetória, a Via Láctea era o limite.</p>
<p>Mas as lutas trouxeram muito dinheiro, e o dinheiro mais facilidades. Mais festas, mais mulheres, mais prazer. E o espaço dos treinamentos na agenda ficou mais reduzido. Antes de ele perceber e tentar sossegar, ele ainda ia pisar fundo no acelerador. Fundo a ponto de não ter mais como frear.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Finalizações Ryan Gracie JR" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/a8IoFD66o2E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Ryan Gracie não morreu</h3>
<p>De agosto de 2000 a dezembro de 2004, Ryan fez sete lutas, todas no Pride, todas contra ídolos locais.</p>
<p>Os pontos altos foram a estreia avassaladora, derrubando e nocauteando uma estrela do wrestling local, a luta contra Sakuraba, em que perdeu por decisão dos jurados mas galgou mais alguns metros na montanha da fama, e as ocasiões em que decidiu a favor dos Gracies nos confrontos de equipes do Pride Bushido.</p>
<p>Outro destaque foi a chave que envergou o braço de Shungo Oyama, judoca que o tinha desrespeitado na coletiva de imprensa. Quis (mas não foi atendido) enfrentar Hidehiko Yoshida, o campeão olímpico de judô. Sabia que a luta lhe renderia ainda maior projeção.</p>
<p>Seguramente o maior desafeto de Ryan, o faixa-preta Jorge Patino, o Macaco, declarou ao jornal &#8220;Diário de São Paulo&#8221;, alguns dias após a morte do rival:</p>
<p>&#8220;Mesmo não sendo um lutador de ponta, Ryan tinha um desejo de vitória muito grande, não tinha medo e não aceitava desaforos, requisitos admirados pelos japoneses”. Ainda para o jornal, Macaco reconheceu que o respeito e o fanatismo pelo estilo de Ryan no Japão foram marcantes.</p>
<p>Ryan e Macaco brigaram umas dez vezes, em 15 anos. Em restaurantes, em eventos de vale-tudo, dentro da Federação Paulista, na rua. Chegaram a passar alguns anos em armistício, mas voltaram a se estranhar, e chegaram às vias de fato.</p>
<p>Ainda assim, embora procure diminuir o valor como lutador, Macaco reconhece a popularidade do inimigo.</p>
<p>De fato, os resultados de Ryan foram pequenos comparados ao que ele representa. Das sete lutas que fez no Pride, cinco foram lutas principais (como termo de comparação, Rodrigo Minotauro foi a estrela maior em cinco eventos do Pride – sendo que, diferentemente, o baiano lutou 21 vezes na organização).</p>
<p>Não foi à toa que Ryan figurou em nove capas de GRACIE Magazine e da Revista &#8220;Nocaute&#8221;.</p>
<p>Elvis Presley pode não ter sido o mais virtuoso dos músicos, mas não deixou de ser o mais popular.</p>
<p>Em 2005, Ryan praticamente rasgou um cheque de um milhão de dólares, valor oferecido pelo Pride pelas atividades naquele ano do Gracie, que jamais voltaria a lutar.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ADCC 2003 - Jacare vs Ryan Gracie" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/ijAR28HTRqs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3><strong>Agarre-me se for capaz</strong></h3>
<p>Com as glórias, vieram mais dinheiro, mais compromissos, mais tensão, mais obrigação, e a droga parecia ser a válvula de escape. Talvez o maior problema nem tenha sido os tóxicos, mas os remédios e principalmente o álcool.</p>
<p>Fato é que ele começou a dar sinais de que precisava de ajuda. E a família, os amigos, a mulher, os alunos, todos tentaram ajudá-lo. Ele próprio tentou, com todas as forças. Passava dias, às vezes semanas sem usar nada, mas vinha a crise de abstinência, e era mais forte do que ele.</p>
<p>Ryan não estava acostumado a ser domado, e não aceitou ser controlado. Quando seu subconsciente eclodia, ele fazia o que queria. Sempre foi assim.</p>
<p>Tinha o corpo fechado, fazia questão de desafiar o sistema, criar uma situação adversa, e enfim escapar por um triz. Sempre.</p>
<p>No carnaval de 2002, numa rave em Ibiraquera, sul do Brasil, ele estava tomando uma junta e entrei no meio de meia dúzia de curitibanos menos graduados da Chute Boxe para afrouxar a gravata que Ryan tomava. Em fração de segundos, a primeira reação quando saiu do sufoco foi angariar para o seu lado, com gestos, dois seguranças da festa: “Tá comigo, tá comigo”. Seus alunos chegaram em seguida e a situação piorou muito antes de melhorar. Mas ele saiu ileso.</p>
<p>Perto dele, o Frank Abganale Jr, interpretado por Leonardo DiCaprio em “Prenda-me se for capaz”, parecia uma criança de castigo fugindo do quarto.</p>
<p>Ryan era o mestre das escapadas.</p>
<p>Ele era capaz de analisar todos os aspectos antes de piscar os olhos, e rapidamente tomar a decisão que o levasse à saída mais inteligente.</p>
<p>No auge da paranoia, do pânico que lhe afligia mais e mais com o passar do tempo, Ryan saiu de casa, na sexta-feira, dia 14 de dezembro, e, na sua cabeça, perseguido por uma facção criminosa paulista, roubou um carro para fugir. Ás no volante, a encalhada no banco da praça que virou foto nos jornais mostra que ele não era mais ele. Tentou pegar outro carro, não conseguiu, abordou um motoboy, e tentou tomar-lhe a moto. Foi dominado e preso em flagrante.</p>
<p>O psiquiatra contratado pela família então administrou uma dose cavalar de remédios, que provou ser um coquetel fatal misturado com outras drogas. Ryan, aos 33 anos e 2 meses, não acordaria no dia seguinte.</p>
<p>Barbeiragem médica à parte, ele tinha prometido que não ficaria mais trancafiado. A dor corrói, Mas talvez, nesse momento, o descanso tenha sido a melhor saída para o Fera.</p>
<p>Lendas de feitos imortalizaram cowboys como Billy The Kid e Jesse James.</p>
<p>Ryan Gracie, diferentemente, foi a própria lenda.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/especial-10-anos-sem-ryan-gracie1/">Especial: 10 anos sem Ryan Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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