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	<title>Pedro Gama Filho | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Pedro Gama Filho | Graciemag</title>
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		<title>O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 17:44:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em nossa edição #219, GRACIEMAG relembrou em suas páginas as histórias e lições de Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque, clássico aluno de Carlson Gracie que fundou a Nova Geração, academia com 25 anos de trabalho duro em prol do Jiu-Jitsu. Na entrevista, Toco, que está prestes a graduar seu centésimo faixa-preta, relembrou episódios clássicos do Jiu-Jitsu, como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_179366" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-179366" class="size-full wp-image-179366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/06/Toco-Albuquerque-e-sua-turma-da-Nova-Geracao-no-Leblon-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Toco Albuquerque e sua turma da Nova Geracao no Leblon Foto Divulgacao" width="1024" height="595" /><p id="caption-attachment-179366" class="wp-caption-text">Toco Albuquerque (de azul) à frente de sua turma da Nova Geração no Leblon, no Rio. Foto: Nova Geração/ Divulgação</p></div>
<p>Em nossa <a title="Edição 219 de GRACIEMAG, sua revista favorita de Jiu-Jitsu" href="https://www.graciemag.com/pt/2015/05/gabi-garcia-e-o-jiu-jitsu-como-arma-de-superacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edição #219, GRACIEMAG</a> relembrou em suas páginas as histórias e lições de Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque, clássico aluno de Carlson Gracie que fundou a Nova Geração, academia com 25 anos de trabalho duro em prol do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Na entrevista, Toco, que está prestes a graduar seu centésimo faixa-preta, relembrou episódios clássicos do Jiu-Jitsu, como o surgimento do fenômeno Vitor Belfort, a conhecida &#8220;lentidão&#8221; de Carlson Gracie ao graduar seus alunos, e outros causos curiosos.</p>
<p>Aos 46 anos, o professor de Jiu-Jitsu e surfista, por fim, emocionou-se ao relembrar o dia em que quase morreu nos mares do Rio. Foi salvo pelo Jiu-Jitsu e pelos amigos feitos na Nova Geração. Confira a entrevista, publicada originalmente na seção Bate-Pronto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>GRACIEMAG: Você está para completar 20 anos de faixa-preta, mas a Nova Geração tem quase 25 anos de história no Rio de Janeiro. Como foi isso?</b></p>
<p><em><strong>FRANCISCO TOCO:</strong> </em>Comecei a ensinar junto com o Rodrigo Medeiros no Leblon, pois havia uma demanda, o pessoal queria uma academia no bairro e iniciamos como faixas-roxas, ou seja, ainda como instrutores. Na época isso causou até um alvoroço. Precisou o mestre Carlson vir a público dizer que ele era o mestre responsável pelo que a gente ensinava, o que nos deu enfim a chancela para seguirmos. Mas começamos sem a menor pretensão, apenas aceitamos o espaço cedido por uma academia de musculação. Quando vimos, em poucos meses estávamos com 200 alunos. Hoje acho importante ter um faixa-preta supervisionando tudo de dentro do dojô, mas foi o que aconteceu naqueles tempos. O tatame era de palha e soltava uma cor vermelha esquisita, mas a turma pegou. Na época em que Rodrigo e eu recebemos a faixa-marrom, já havia uma primeira safra de competidores da pesada, como o Alexandre Pulga, o Tiago Asfora, o Diego Asenjo, o Buiú e tantos outros.</p>
<p><strong>O que você recorda daquele inesquecível dia em que a faixa-preta chegou?</strong></p>
<p>Era um dia como outro qualquer na academia, seguíamos dando aula no cotidiano normal da escola, quando ouvimos que adentrava a academia simplesmente as figuras de mestre Carlson Gracie, professor Pedro Gama Filho e a equipe do “Jornal dos Sports”, para registrar tudo. Eu fiquei totalmente surpreso, vendo aquela cena clássica: o Carlson retirando os sapatos bem naquele estilo dele, e caminhando tatame adentro falando com todo mundo. O curioso é que o Carlson era um nome famoso, mas muita gente não conhecia seu rosto, e ficou todo mundo espantado com aquele mestre ali, uma entidade do Jiu-Jitsu causando aquele fuzuê maravilhoso. Ele disse: “Eu nunca fiz isso, de sair da minha academia em Copacabana para dar a faixa-preta para um aluno meu, mas o trabalho aqui no Leblon é maravilhoso e a faixa-preta é mais do que merecida”. Lembro que fiquei uns instantes petrificado de emoção. E no fim acabou que hoje tenho essa honraria que me enche de orgulho, a de ter sido graduado faixa-preta pelo Carlson de forma inédita na frente dos meus próprios alunos. Por acaso, minha família também estava presente, e foi uma comoção geral, todo mundo chorando. E ele realmente devia achar que eu estava merecendo, afinal fiquei quase sete anos na faixa-azul, eu juro que achei que tinha algum problema.</p>
<blockquote><p>“O Carlson me deixou quase sete anos na faixa-azul, eu juro que achei que tinha algum problema” Francisco Toco</p></blockquote>
<p><b><i> </i></b></p>
<p><strong>Além do Carlson, o Pedro Gama Filho é outro mentor seu. Como ele entrou na sua trajetória?</strong></p>
<p>Professor Pedro era amigo do meu pai havia muitos anos, e foi uma figura que me influenciou muito. Ele era adepto do karatê, alavancou o judô no Rio como poucos e era fã de Jiu-Jitsu. Nossa relação sempre foi estreita, e os filhos dele começaram a treinar comigo, e aprenderam comigo até se formarem faixas-pretas de Jiu-Jitsu. O Pedro “Doca”, filho dele, pegou a faixa-preta um dia antes do professor morrer, em 2004. Foi uma figura notável que ajudou muita gente, muitos jovens migraram para o esporte por causa dele, e o judô brasileiro deve muito a ele. Professor Pedro era um grande entusiasta, por exemplo, de trazer japoneses para treinar com os lutadores brasileiros, e isso fez o esporte evoluir bastante.</p>
<p><strong>Você outro dia viveu um duelo sinistro com a morte, e o Jiu-Jitsu salvou você da enrascada. Como foi?</strong></p>
<p>Eu moro no Leblon desde que nasci, e vejo o surfe como o esporte que permite o maior contato com a natureza. Mas, como no Jiu-Jitsu, é preciso principalmente respeitar – respeitar o mar, já que ele não aceita desaforo. De tanta intimidade, outro dia eu entrei com certa soberba e meio distraído na água, que estava bem gelada, com um vento leste frio que batia. Saímos então nadando mar adentro. Foi em outubro de 2014, e a missão era atravessar a arrebentação e jogar as cinzas da mãe de um aluno no mar aberto. Oramos, jogamos as cinzas, tudo certo, mas na volta tive um colapso, e fui pego de surpresa. Comecei a ficar com as pernas pesadas, paralisadas, e os braços foram ficando congelados enquanto eu remava. O pessoal foi nadando, foi ficando longe, e eu já não conseguia mais chamar ninguém. Sentei na prancha mas sentia que estava apagando, e que se caísse da prancha já era, ia me afogar e meus amigos não iam ver. O ar começou a faltar, e eu só pensava em duas coisas: primeiro, em me controlar. Segundo, que eu não podia morrer ali. Movi os pés vagarosamente e agarrei a prancha com toda a força que restava. Mantive a mente calma, e tracei como única meta de vida que eu não podia de forma alguma soltar a prancha. Deus parece que me escutou e veio uma onda de um metro e me levou. Fui bater nas pernas do Rodrigo Medeiros que, como amigo de longa data, percebeu na hora que eu não estava brincando, e correu comigo para o hospital. Se a onda me arrasta, mas eu bato em qualquer outra pessoa, talvez não houvesse tempo de me salvar. Mas fui guiado exatamente na direção do meu velho amigo. Eu já estava em coma.</p>
<p><strong>Que lições de Jiu-Jitsu tirou do episódio?</strong></p>
<p>Percebi como o Jiu-Jitsu é importante para o controle emocional do indivíduo, principalmente. Em nenhum momento perdi a calma e a esperança. O Jiu-Jitsu me ajudou também a não ter traumas, e voltar ao surfe depois de pouco tempo, agora ainda mais atento e respeitador do que antes. Além de dar meu ganha-pão, o Jiu-Jitsu me deu tudo tudo que tenho&#8230; Agora é apenas mais uma dívida que tenho com a arte.</p>
<div id="attachment_60560" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-60560" class="size-full wp-image-60560 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/05/Toco-a-frente-da-equipe-campea-do-Brasileiro-de-Equipes-2005.jpg" alt="Francisco &quot;Toco&quot; à frente do time da Nova Geração bicampeão no Brasileiro de Equipes da CBJJ, em 2005. Foto: Divulgação." width="500" height="375" /><p id="caption-attachment-60560" class="wp-caption-text">Nosso <a title="Seja um GMI e divulgue sua academia de Jiu-Jitsu" href="https://www.graciemag.com/pt/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMI</a> Francisco &#8220;Toco&#8221; à frente do time da Nova Geração bicampeão no Brasileiro de Equipes, em 2005. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o maior macete para ensinar as crianças a pegar o gosto pelo Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Ensinar a criançada exige primeiramente muita paciência, pelo agito natural e pela fragilidade maior de sentimentos delas. Mas eu gosto muito de trabalhar com crianças porque você molda o indivíduo. O adulto quando chega é sempre mais complicado, pois traz vícios, valores antigos, deformações. O pequeno praticante está totalmente aberto para apreender os princípios que você ensina e que acredita, aqueles ensinamentos que se tornam pilares e formam o caráter delas para a vida fora da academia. Respeito, responsabilidade, atitudes boas são alguns dos principais conceitos que procuro incutir nos jovens. Em todas as minhas aulas eu repito essas palavras, lembro a eles da importância de dar atenção aos estudos, do cuidado com a alimentação. Não estamos exigindo perfeição, estamos atrás de progresso, de trabalho e de melhoras um dia após o outro, com seriedade. Ver a criança crescer e evoluir é uma de nossas maiores recompensas.</p>
<p><strong>Qual foi a sua maior alegria como professor?</strong></p>
<p>A emoção maior foi sem dúvida no bicampeonato (2004/05) da Nova Geração no Campeonato Brasileiro de Equipes, no ano de 2005, pois foi o troféu que dedicamos ao professor Pedro. Ele já estava doente, com um câncer bravo, e assim que ganhamos reunimos todos os lutadores e vários professores de outras academias para uma oração no meio do tatame. Foi ainda melhor porque começamos perdendo por 2 a 0 para a Gracie Barra, e na última luta o Pulga virou e garantiu o ouro.</p>
<p><strong>O Pulga ficou conhecido por uma chave omoplata altamente eficiente. Qual é o papel do professor quando um aluno começa a desenvolver uma arma mortal com ele fez? Como lapidar esse tipo de talento particular?</strong></p>
<p>Eu gosto muito de trabalhar o Jiu-Jitsu básico com os alunos, tanto que um dos lutadores que mais gosto de ver é o Roger Gracie. Dentro de um jogo básico, desse arroz-com-feijão, vamos pondo um tempero, um ovo estalado, dependendo do biótipo do aluno e de suas facilidades. No caso do Pulga, ele era muito franzino. Chegou a ir a um médico, pois a gente ficava um pouco receoso de ele ser tão magro como era, parecia uma formiga perto dos outros. Quando competia, ele já largava com cinco quilos a menos que os rivais, e apanhava. Apanhava demais, saía do tatame chorando, dizendo que não ia mais lutar, aquele drama. Mas o Pulga não desistiu. E foi então que ele evoluiu tecnicamente, ganhou força e ainda acabou dotado de uma capacidade de se defender monstruosa, uma resistência que ele precisou desenvolver por questão de sobrevivência. De tanto apanhar. Toda posição no Jiu-Jitsu tem sempre uma brecha mínima para o adversário escapar enquanto você a engatilha, mas a omoplata do Pulga é das poucas que, deixou armar, ele encaixa e você fica com o braço pendurado. Você sabe que ele vai tentar e ele ainda assim consegue executar.</p>
<blockquote><p>“Quando chegou o dia da graduação do Vitor Belfort a faixa-roxa, fui muito sincero com ele. Disse que ele tinha uma aptidão e uma vontade grande de lutar vale-tudo, então o melhor era apresentá-lo ao Carlson, o chefe de todos”</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Vitor Belfort começou a treinar com você, até que você mesmo o mandou se embolar com os leões do Carlson em Copacabana. Como foi o início do astro do UFC de pano, na sua lembrança?</strong></p>
<p>Ele chegou aqui na Nova Geração já como faixa-amarela, pois havia treinado um pouco com o Isaías, que vinha do Carlson também. Logo que vi o Vitor treinando pela primeira vez percebi que era um garoto acima da média, talhado para competir. Tinha uma determinação e um dom de aprender com mais facilidade, de repetir as técnicas de modo fiel. Ele desde moleque gostava muito de repetir exaustivamente a posição ensinada no dia, até aprender. Seu primeiro torneio de destaque foi na Copa Aqualung, em que ele venceu o peso e o absoluto na faixa-azul, já que na faixa-verde não havia oponentes. Ele arrebentou de cara, e já exibia muita frieza. Quando chegou o dia da graduação dele a faixa-roxa, eu fui muito sincero com ele: “Você tem uma aptidão e uma vontade grande de lutar vale-tudo, então o melhor é levarmos você para o Carlson, o chefe de todos. Vou apresentar você ao mestre pois é lá onde estão os leões”. Com o Wallid, Murilo, Libório e tantas feras, ele pôde evoluir e se tornar o atleta fenomenal em que se transformou. E olha, sinceramente, eu nunca fui e não sou fã de MMA, fiz de tudo para o Pulga não gostar de MMA, mas todo mundo tem um desejo e cabe ao professor respeitar o caminho de cada um.</p>
<p><strong>Hoje você tem seis filiais da Nova Geração, em Ipanema, Portugal, México e Califórnia. A missão como professor está completa, ou sempre tem uma satisfação por obter?</strong></p>
<p>Nossa academia sempre foi imbuída de um lado social muito forte, e que se renova a cada novo aluno. Os projetos sociais em nossa escola nasceram de uma história curiosa. Um dia, um aluno disse que não tinha mais como pagar, que não tinha dinheiro para um novo kimono. Eu imediatamente tirei o kimono do corpo e dei para ele continuar estudando o Jiu-Jitsu. A partir daí, comecei a perceber os frutos de dar condição a uma pessoa sem recursos financeiros de treinar aqui com a gente. Minha única exigência é o garoto estar na escola e não pisar na bola com os estudos e as notas. Hoje temos aqui uma média de 50 alunos bolsistas, treinando Jiu-Jitsu, boxe ou muay thai, e vemos diariamente o filho do desembargador rolando com o filho do porteiro, integrados totalmente, e isso é uma das maravilhas do Jiu-Jitsu e do Brasil como um todo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-jiu-jitsu-salvou-a-vida-do-professor-francisco-toco-da-nova-geracao/">O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mais “Casa-Jitsu” com raspagem caseira e um pouco de Mozart</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 19:05:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Felipe Costa ensina uma posição direto do seu dojô.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24540" style="width: 503px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/01/Felipe-Costa-4.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24540" class="size-full wp-image-24540" title="Felipe Costa 4" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/01/Felipe-Costa-4.jpg" alt="" width="493" height="370" /></a><p id="caption-attachment-24540" class="wp-caption-text">Felipe Costa pratica o Casa-Jitsu no Canadá.</p></div>
<p>A galera ligada no GRACIEMAG.com continua enviando fotos e histórias para a matéria <a href="https://www.graciemag.com/pt/2011/01/voce-tambem-pratica-o-%E2%80%9Ccasa-jitsu%E2%80%9D/" target="_blank">“Casa-Jitsu”</a>. Todas elas estão contadas e postadas numa super galeria na reportagem principal, que pode ser vista <a href="https://www.graciemag.com/pt/2011/01/voce-tambem-pratica-o-%E2%80%9Ccasa-jitsu%E2%80%9D/" target="_blank">clicando aqui.</a></p>
<p>Lutador que tem na galeria de medalhas nada menos que o título mundial, a fera da Brasa Felipe Costa se mostra um verdadeiro adepto do Jiu-Jitsu caseiro. Além de ter participado dos treinos no famoso apartamento de Caio Terra, em Copacabana, um dos primeiros comentados na série de reportagens, Felipe também tem o seu próprio dojô e não deixa de praticar o “Casa-Jitsu” ao redor do planeta. Nesses treinos caseiros, Felipe até mostra uma raspagem (veja no vídeo abaixo).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BJJ technique - Swep with outside hook" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/mChYT4sCCuA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O faixa-preta Francis Abramson também se empolgou com a matéria e nos enviou fotos das antigas. Francis costuma fazer treinos caseiros com uma turma da pesada e é adepto disso há bastante tempo. Nos anos 90, já rolava com feras como o falecido mestre Pedro e outros praticantes da família Gama Filho, além do professor Francisco Toco e praticantes de diversas outras academias. Essa diversificação é uma das características mais bacanas do “Casa-Jitsu’.</p>
<div id="attachment_24541" style="width: 658px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/01/Francis-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24541" class="size-full wp-image-24541" title="Francis 3" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/01/Francis-3.jpg" alt="" width="648" height="484" /></a><p id="caption-attachment-24541" class="wp-caption-text">Francis, nas antigas, nos treinos em Búzios, na casa do Mestre Pedro Gama filho.</p></div>
<p>Diretamente de Portugal, o nosso leitor Sérgio Vita, Telinho, faixa-preta de Léo D’ilha, também treina num dojô caseiro e nos enviou a foto.</p>
<p>O leitor Bernardo também conta sua história: “Aqui em casa somos três irmãos fissurados. Infelizmente só tinha essa foto, sem lutadores, mas ela representa bem a paz que impera em treinar em casa. Sempre recebemos visitas ilustres dos queridos amigos da Gracie Barra BH para treinar. Queimamos um incenso e ligamos o som com músicas clássicas de Mozart na hora do treino!”.</p>
<div id="attachment_24542" style="width: 494px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/01/11057_102760036415426_100000442894048_72633_5251742_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24542" class="size-full wp-image-24542" title="11057_102760036415426_100000442894048_72633_5251742_n" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/01/11057_102760036415426_100000442894048_72633_5251742_n.jpg" alt="" width="484" height="363" /></a><p id="caption-attachment-24542" class="wp-caption-text">Casa-Jitsu em Portugal.</p></div>
<p>O faixa-marrom Marcley Sousa é de Goiás, lutador da Gracie Barra, e também adora um treininho em casa. “Sou praticante da arte mais perfeita do mundo! Moro em uma cidade no interior chamada Iporá. Sem o apoio de ninguém, montei o meu próprio CT com tatame, parte de treinamento funcional e etc&#8230;”, conta Marcley, que vem se dando bem nas competições.</p>
<p>Levando em conta o velho ditado, “Tudo que é bom tem um final”, faremos apenas mais uma reportagem da série “Casa-Jitsu”. Participe agora, é a última chance! Pra ver todas as histórias e fotos, clique ao lado. <a href="https://www.graciemag.com/pt/2011/01/voce-tambem-pratica-o-%E2%80%9Ccasa-jitsu%E2%80%9D/" target="_blank">Você também pratica o “Casa-Jitsu”?</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mais-casa-jitsu-com-uma-raspagem-caseira-e-um-pouco-de-mozart/">Mais “Casa-Jitsu” com raspagem caseira e um pouco de Mozart</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>More “Home-Jitsu”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 21:40:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>The gang tuned in to GRACIEMAG.com keeps sending in photos and stories for the “Home-Jitsu” article. All of them are described and posted in a super gallery in the main article, which you can see here. A fighter who has none other than the world title on his mantle, Brasa beast Felipe Costa has shown&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24540" style="width: 503px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/Felipe-Costa-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24540" class="size-full wp-image-24540" title="Felipe Costa 4" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/Felipe-Costa-4.jpg" alt="" width="493" height="370" /></a><p id="caption-attachment-24540" class="wp-caption-text">Felipe Costa practicing Home-Jitsu in Canada</p></div>
<p>The gang tuned in to GRACIEMAG.com keeps sending in photos and stories for the <a href="https://www.graciemag.com/en/2011/01/do-you-practice-%E2%80%9Chome-jitsu%E2%80%9D-too/" target="_blank">“Home-Jitsu” article</a>. All of them are described and posted in a super gallery in the main article, which you can see <a href="https://www.graciemag.com/en/2011/01/do-you-practice-%E2%80%9Chome-jitsu%E2%80%9D-too/" target="_blank">here</a>.</p>
<p>A fighter who has none other than the world title on his mantle, Brasa beast Felipe Costa has shown himself to be truly adept in Home-Jitsu. Besides participating in training at Caio Terra&#8217;s Copacabana apartment – one of those most commented about in the series of articles, Felipe also has his own dojo and always practices “Home-Jitsu” around the planet. During one these home training sessions Felipe even demonstrates a sweep (see video below).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BJJ technique - Swep with outside hook" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/mChYT4sCCuA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Black belt Francis Abramson also got excited about the article and sent in some old photos. Francis often trains at home with a hardcore group and has been doing it for some time now. In the &#8217;90s he would roll with beasts like the late Master Pedro and other practitioners in the Gama Filho family, as well as Professor Toco and practitioners from several other academies. This diversification is one of the coolest characteristics of “Home-Jitsu.”</p>
<div id="attachment_24541" style="width: 658px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/Francis-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24541" class="size-full wp-image-24541" title="Francis 3" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/Francis-3.jpg" alt="" width="648" height="484" /></a><p id="caption-attachment-24541" class="wp-caption-text">Francis, in the old days, training in Buzios at Master Pedro Gama Filho&#39;s house</p></div>
<p>Direct from Portugal, our reader Sérgio “Telinho” Vita, a Léo D&#8217;ilha black belt, is another home trainer who sent in a photo.</p>
<p>Reader Bernardo also shares a story: “Here at home we&#8217;re three brothers who are hooked. Unfortunately, all I have is this photo, without fighters, but they represent the peace there is in training at home. We always receive illustrious visitors from our friends at Gracie Barra BH to train. We burn an incense and turn on Mozart come training time!”</p>
<div id="attachment_24542" style="width: 494px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/11057_102760036415426_100000442894048_72633_5251742_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24542" class="size-full wp-image-24542" title="11057_102760036415426_100000442894048_72633_5251742_n" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/11057_102760036415426_100000442894048_72633_5251742_n.jpg" alt="" width="484" height="363" /></a><p id="caption-attachment-24542" class="wp-caption-text">Home-Jitsu in Portugal</p></div>
<p>Brown belt Marcley Sousa is from Goiás, is a Gracie Barra rep, and also loves training at home. “I&#8217;m a practitioner of the most perfect art in the world! I live in a small town called Iporá. Without anyone else&#8217;s support, I set up my own training center with a mat, functional training area, etc.” says Marcley, who has been having a good run in competition.</p>
<p>Taking into account the old saying, “All that&#8217;s good comes to an end some time,” we will run only one more “Home-Jitsu” article. Participate now, it&#8217;s the last chance! To see all the stories and photos, click <a href="https://www.graciemag.com/en/2011/01/do-you-practice-%E2%80%9Chome-jitsu%E2%80%9D-too/" target="_blank">Do you practice “Home-Jitsu,” too</a>?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/more-home-jitsu/">More “Home-Jitsu”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Antoine, Raoni &#038; Cia lutam na Colômbia nos Jogos Sul-Americanos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 12:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Antoine Jaoude]]></category>
		<category><![CDATA[CBLA]]></category>
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		<category><![CDATA[Jogos Sul-Americanos]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Gama Filho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 20, os atletas da seleção brasileira de luta olímpica viajam rumo a Medelin, Colômbia para a disputa dos Jogos Sul-americanos. Definida como a mais importante competição do primeiro semestre de 2010, a preparação do time brasileiro foi levada a sério de olho nas medalhas, segundo a CBLA. “Reunimos os atletas desde o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 20, os atletas da seleção brasileira de luta olímpica viajam rumo a Medelin, Colômbia para a disputa dos Jogos Sul-americanos. Definida como a mais importante competição do primeiro semestre de 2010, a preparação do time brasileiro foi levada a sério de olho nas medalhas, segundo a CBLA.</p>
<div id="attachment_7616" style="width: 440px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Raoni-x-Mendes-by-GA.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7616" class="size-full wp-image-7616" title="Raoni x Mendes by GA" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Raoni-x-Mendes-by-GA.jpg" alt="" width="430" height="281" /></a><p id="caption-attachment-7616" class="wp-caption-text">Na seletiva para o ADCC 2009, Raoni só perdeu na final, para Rafael Mendes. Foto: Gustavo Aragão.</p></div>
<p>“Reunimos os atletas desde o começo de janeiro no centro de treinamento da Confederação no Rio, os treinos foram divididos em dois períodos diários, e em fevereiro os atletas viajaram para Cuba para um intercâmbio de um mês com a seleção cubana. Competiram o tradicional Torneio Cerro Pelado, e tudo foi feito visando a uma excelente participação brasileira na Colômbia”, conta Pedro Gama Filho, presidente da CBLA.</p>
<p>Resultado da forte preparação foram as medalhas de bronze conquistadas em Cuba pelas atletas Susana Almeida, Laís Nunes e Joice Silva nas categorias 48kg, 55kg e 59kg, além de um excelente quinto lugar conquistado por Raoni Barcelos no estilo livre, perdendo na disputa do bronze para um atleta dos EUA.</p>
<p>A maior ausência do time brasileiro é a vice-campeã mundial júnior Aline Ferreira. Ela competiria na categoria 72kg, mas a categoria não teve o número mínino de participantes preenchido. Nos Jogos Sul-americanos, o time brasileiro espera manter a hegemonia da modalidade na América do Sul. Os Jogos serão transmitidos pela TV Record.</p>
<p>Confira a equipe brasileira:</p>
<p>Luta Feminina:<br />
SUSANA PAULA DE ALMEIDA DOS SANTOS – 48kg<br />
MAYARA AMALIA GRACIANO – 51kg<br />
LAIS NUNES DE OLIVEIRA – 55kg<br />
JOICE SOUZA DA SILVA – 59kg<br />
DAILANE GOMES DOS REIS – 63kg<br />
GILDA MARIA DE OLIVEIRA – 67kg</p>
<p>Estilo Livre:<br />
LUIS FERREIRA DA SILVA FILHO – 55kg<br />
JEFFERSON NUNES DE ARAUJO – 60kg<br />
RAONI MENDONCA BARCELOS – 66kg<br />
DANIEL FERNANDO ALVARES MALVINO – 74kg<br />
ADRIAN ANTOINE ABOU JAOUDE – 84kg<br />
DIEGO DA SILVA RODRIGUES – 96kg<br />
ANTOINE  ABOU JAOUDE – 120kg</p>
<p>Greco-romano:<br />
RAFAEL MESSIAS DOS SANTOS PASCOA – 55kg<br />
DIEGO RIBEIRO ROMANELI – 60kg<br />
ANGELO RAFAEL MARQUES MOREIRA – 66kg<br />
FELIPE DO VABO MACEDO – 74kg<br />
MARCELO SANTOS MARTINS GOMES – 84kg<br />
DAVI JOSE ALBINO – 96kg<br />
MAICON NUNES STEINDORFF – 120kg</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/antoine-raoni-cia-lutam-na-colombia-nos-jogos-sul-americanos/">Antoine, Raoni & Cia lutam na Colômbia nos Jogos Sul-Americanos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em Cuba, luta olímpica fatura medalhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 18:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBLA]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Joice Silva]]></category>
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		<category><![CDATA[luta olímpica]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Gama Filho]]></category>
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		<category><![CDATA[Susana Almeida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Cuba desde o dia 4 de fevereiro para um período de treinamentos que visa o aprimoramento técnico para os Jogos Sul-Americanos, a equipe brasileira de luta olímpica participou de um torneio em Havana, no último final de semana, e fez bonito. Trata-se do Cerro Pelado, que conta com potências da modalidade como os Estados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6157" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/02/joice.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6157" class="size-full wp-image-6157" title="joice" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/02/joice.jpg" alt="" width="280" height="215" /></a><p id="caption-attachment-6157" class="wp-caption-text">Joice faturou o bronze. Foto: divulgação</p></div>
<p>Em Cuba desde o dia 4 de fevereiro para um período de treinamentos que visa o aprimoramento técnico para os Jogos Sul-Americanos, a equipe brasileira de luta olímpica participou de um torneio em Havana, no último final de semana, e fez bonito. Trata-se do Cerro Pelado, que conta com potências da modalidade como os Estados Unidos, um evento internacional. </p>
<p>O destaque foi para as meninas que, com Susana Almeida, Lais Nunes e Joice Silva, faturaram três medalhas de bronze. Entre os rapazes, no estilo livre, Raoni Barcelos ficou com o quinto lugar depois de fazer um excelente combate com um atleta americano.    </p>
<p>&#8220;Tenho muita fé nesta nova geração de lutadores do Brasil. Estes resultados são importantes para mostrar que estamos no caminho certo e que, com os investimentos corretos, teremos um time pronto e maduro o suficiente para nos representar bem nos Jogos Olímpicos de 2016, até mesmo para brigar por medalhas&#8221; declarou Pedro Gama Filho, Presidente da CBLA, após o término da competição.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/em-cuba-luta-olimpica-fatura-medalhas/">Em Cuba, luta olímpica fatura medalhas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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