<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>paternidade | Graciemag</title>
	<atom:link href="https://www.graciemag.com/tag/paternidade-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Sat, 01 Mar 2025 00:48:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/cropped-WhatsApp-Image-2023-08-09-at-20.29.31-32x32.jpeg</url>
	<title>paternidade | Graciemag</title>
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Como a paternidade mudou a vida – e os treinos – do professor Kaue Cavassani</title>
		<link>https://www.graciemag.com/como-a-paternidade-mudou-a-vida-e-os-treinos-do-professor-kaue-cavassani/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-a-paternidade-mudou-a-vida-e-os-treinos-do-professor-kaue-cavassani</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 00:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Interviews]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[aluno]]></category>
		<category><![CDATA[California]]></category>
		<category><![CDATA[campeão]]></category>
		<category><![CDATA[CheckMat]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-branca]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Kauê Cavassani]]></category>
		<category><![CDATA[Leo Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[medalha de ouro]]></category>
		<category><![CDATA[paternidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=244645</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ensinar os mais novos é uma responsabilidade enorme, porque além das técnicas, estamos formando caráter, ensinando disciplina e valores que vão acompanhá-los pela vida toda. O impacto disso vai muito além da academia.</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/como-a-paternidade-mudou-a-vida-e-os-treinos-do-professor-kaue-cavassani/">Como a paternidade mudou a vida – e os treinos – do professor Kaue Cavassani</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-244647" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-940x1024.jpg" alt="" width="650" height="708" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-940x1024.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-275x300.jpg 275w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-768x837.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao-138x150.jpg 138w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/02/Kaue-Cavassani-e-sua-filha-Foto-Divulgacao.jpg 1125w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>O professor Kaue Cavassani não cansa de aprender com os desafios da vida. Faixa-preta terceiro grau, o competidor da Checkmat se mudou para Richmond, na Califórnia, para viver em prol do Jiu-Jitsu e inspirar novos alunos. Logo após se estabelecer, nasceu a filhota Ágatha, e tome aprendizado.</p>
<p>O aluno de Léo Vieira conversou com o GRACIEMAG.com sobre as lições da paternidade.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como a chegada da Ágatha e a paternidade transformaram sua forma de ver o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/checkmat_richmond/" target="_blank" rel="noopener"><strong>KAUE CAVASSANI:</strong> </a>Ser pai mudou minha perspectiva sobre todos os aspectos da vida, inclusive sobre o Jiu-Jitsu. Antes, eu treinava e competia pensando em mim e nos meus objetivos particulares. Agora, penso também no legado que quero deixar para minha filha. Isso me fez ter mais paciência, mais empatia e uma visão mais ampla sobre o impacto que o Jiu-Jítsu tem na vida das pessoas. Também passei a valorizar ainda mais a longevidade no esporte. Hoje procuro treinar de forma muito mais inteligente, para poder estar no tatame por décadas e, quem sabe, um dia, dividir esse caminho com minha filha.</p>
<p><strong>O que faz um bom líder nos tatames? Que características a pessoa deve possuir, na sua visão?</strong></p>
<p>Ser um bom líder no Jiu-Jítsu vai muito além de ensinar posições. O faixa-preta precisa inspirar, orientar e criar um ambiente no qual os alunos possam crescer, seja dentro ou fora do tatame. O vínculo entre professor e aluno não depende apenas da presença física, mas de uma conexão construída ao longo do tempo. Mesmo com a distância, o respeito e a admiração mantêm esse elo forte. Aprendi muito sobre liderança com excelentes mestres ao longo dos anos –&nbsp;mestres que sempre lideraram pelo exemplo. Eles não precisavam impor autoridade; o comportamento, a dedicação e a humildade falavam por si. Nesse aspecto, o meu maior exemplo sem dúvidas é o meu professor Leonardo Vieira, e essa é a liderança em que acredito: aquela que motiva e inspira pelo que é feito a cada dia, todos os dias.</p>
<p><strong>Como tem sido ensinar nos Estados Unidos, muda muito?</strong></p>
<p>A principal diferença para o Brasil é a cultura em torno do Jiu-Jitsu. No Brasil, ele faz parte da rotina, muitas vezes o aluno entra no tatame já entendendo o espírito do esporte. Nos Estados Unidos, há uma abordagem mais estruturada e foco na experiência do aluno, com aulas bem organizadas e um atendimento mais próximo ao modelo de academias tradicionais. Além disso, há uma valorização maior do aspecto educacional, especialmente no ensino infantil, onde a disciplina e o respeito dentro do tatame são fortemente enfatizados. Ambas as abordagens têm seus pontos fortes, e eu tento trazer o melhor dos dois mundos para minha metodologia de ensino.</p>
<blockquote><p>&#8220;O sucesso vem quando você consegue equilibrar o amor pelo que faz com o profissionalismo.&#8221; ~ Kaue Cavassani</p></blockquote>
<p><strong>Você hoje é gestor de oito academias, com mais duas a caminho em 2025. O que aprendeu com esse tipo de desafio?</strong></p>
<p>Creio que o segredo está em manter a essência do Jiu-Jitsu viva dentro da academia, enquanto você se adapta ao lado empresarial. Como professor, o foco é ensinar e formar bons alunos. Mas como gestor, o desafio vai além, é preciso criar um ambiente sustentável, onde a equipe possa crescer junto. Investir no desenvolvimento dos professores, oferecer um atendimento de qualidade e entender que cada aluno tem sua própria jornada são fatores essenciais. Além disso, aprender sobre gestão e marketing é tão importante quanto aprimorar a técnica no tatame. O sucesso vem quando você consegue equilibrar o amor pelo que faz com o profissionalismo.</p>
<p><strong>Excelente dica. E o que é o Jiu-Jitsu para você?</strong></p>
<p>O Jiu-Jítsu é um mestre de vida. No começo, a gente pensa que se trata apenas de técnicas e vitórias, mas com o tempo percebe que nossa arte ensina valores profundos, como resiliência, paciência e humildade. Aprendi que a evolução não é uma linha reta – há desafios, dores, contusões, frustrações. Mas a verdade é que cada obstáculo fortalece o espírito. O Jiu-Jitsu me mostrou que, para crescer, é preciso aprender a perder, ajustar e continuar.</p>
<p><strong>Muito bom. E como você procura passar esses valores para as crianças na sua academia?</strong></p>
<p>Vejo os jovens alunos, em especial as crianças, como o futuro do Jiu-Jitsu. Ensinar os mais novos é uma responsabilidade enorme, porque além das técnicas, estamos formando caráter, ensinando disciplina e valores que vão acompanhá-los pela vida toda. O impacto disso vai muito além da academia. Do ponto de vista financeiro, as turmas infantis também são um pilar importante, pois ajudam na retenção de alunos e no crescimento da escola. Mas o verdadeiro valor está em construir uma base sólida para o futuro do Jiu-Jítsu e da nossa comunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Kaue Cavassani ensina armadilha da guarda de gancho no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/D6pIUMxmsvI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-a-paternidade-mudou-a-vida-e-os-treinos-do-professor-kaue-cavassani/">Como a paternidade mudou a vida – e os treinos – do professor Kaue Cavassani</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pantoja e o dia em que o UFC me fez chorar</title>
		<link>https://www.graciemag.com/pantoja-e-o-dia-em-que-o-ufc-me-fez-chorar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pantoja-e-o-dia-em-que-o-ufc-me-fez-chorar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauro Ellovitch]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 19:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Pantoja]]></category>
		<category><![CDATA[Arraial do Cabo]]></category>
		<category><![CDATA[campeão]]></category>
		<category><![CDATA[cinturão]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Parrumpinha]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[pegada de costas]]></category>
		<category><![CDATA[peso mosca]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=241449</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diante das vaias da plateia, composta por muitos mexicanos ou por seus descendentes frustrados com a derrota, Pantoja pegou o microfone e desabafou em inglês: “Se vocês soubessem minha história, vocês iriam me amar. Eu trabalhei tão duro por isso”.</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/pantoja-e-o-dia-em-que-o-ufc-me-fez-chorar/">Pantoja e o dia em que o UFC me fez chorar</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_241450" style="width: 495px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241450" class="wp-image-241450 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/alexandre-pantoja-ufc-485x360-1.webp" alt="Alexandre Pantoja, campeão peso mosca do UFC após luta dramática. Foto: Reprodução Instagram" width="485" height="360" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/alexandre-pantoja-ufc-485x360-1.webp 485w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/alexandre-pantoja-ufc-485x360-1-300x223.webp 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/07/alexandre-pantoja-ufc-485x360-1-150x111.webp 150w" sizes="(max-width: 485px) 100vw, 485px" /><p id="caption-attachment-241450" class="wp-caption-text">Alexandre Pantoja, campeão peso-mosca do UFC após luta dramática. Foto: Reprodução Instagram</p></div>
<p>Impressionante como a paternidade vira (ou deveria virar) uma chave e muda completamente a vida de um homem.</p>
<p>Sempre fui uma pessoa emocional. Lutei desde adolescente para ser duro e não acusar os golpes que levava da vida. Me adestrei a absorver as pancadas e não demonstrar fraqueza. Seja as pancadas físicas, seja as emocionais.</p>
<p>Tanto o rompimento de um ligamento do tornozelo quanto a eliminação em um tão sonhado concurso deveriam ser encarados estoicamente, com a expressão fria de um jogador de pôquer ou o sorriso mais falso do que o de um vendedor de carro usado. Toda e qualquer lágrima deveria ser represada em público. Sempre.</p>
<p>Eis que nasceu minha primeira filha e as lágrimas vieram fácil. Tudo bem. Era uma situação compreensivelmente emotiva. O que não me avisaram é que essa torneira não iria mais fechar. Desde então, passei a me emocionar constantemente com músicas, textos e filmes que abordavam família e paternidade.</p>
<p>Para minha total descrença, surgiram do nada os malditos cortadores de cebola invisíveis quando eu assisti a “Encanto” com minhas filhas, ou no fim de “Logan” no cinema. Mas nunca esperei que algo assim fosse acontecer numa luta de MMA.</p>
<p>Lá estava eu ligado no UFC 290, na madrugada de 9 de julho, empolgado e agitado. O evento estava ótimo, com lutas emocionantes e muita ação. Na hora da disputa do cinturão dos moscas entre o brasileiro Alexandre Pantoja e o mexicano Brandon Moreno, minha adrenalina estava a mil. Era a chance de o Brasil voltar a ter um título do UFC depois da aposentadoria da gigante Amanda Nunes.</p>
<p>Brandon entrou como campeão e favorito contra Pantoja, apesar de o brasileiro já ter vencido disputas entre eles em duas oportunidades, no TUF 24 e no UFC Chile. O mexicano começou com seu habitual ritmo acelerado, mas foi pego no contragolpe e sofreu um knockdown. Pantoja avançou e parecia que a luta iria acabar por ali. Contudo, Moreno se recuperou com a garra mexicana, voltou melhor no segundo round e empatou o placar.</p>
<p>Com um assalto para cada lado, fiquei preocupado quando um frustrado Pantoja falou ao seu córner: “Ele está mais rápido do que eu”. A dúvida estava ali e qualquer perda de confiança pode ser fatal no octógono. Mas o treinador Marcos Parrumpinha foi cirúrgico ao reforçar psicologicamente seu atleta e orientá-lo a explorar melhor sua especialidade: o Jiu-Jitsu.</p>
<p>Nos rounds seguintes, apesar de continuar levando preocupantes jabs e diretos, o lutador de Arraial do Cabo se concentrou em buscar a queda ou a pegada de costas para controlar melhor a peleja e buscar a finalização. Talvez até com muito ímpeto, perdendo algumas posições, porém assegurando os rounds.</p>
<p>No intervalo para o último round, Parrumpinha falou o que Pantoja precisava ouvir: “Pensa nos seus filhos! Pensa na sua família!” Com esse foco em mente, Alexandre manteve a concentração, reforçou a confiança, achou o momento certo para pegar as costas de Brandon e assegurar a vitória na decisão dos jurados.</p>
<p>Diante das vaias da plateia, composta por muitos mexicanos ou por seus descendentes frustrados com a derrota, Pantoja pegou o microfone e desabafou em inglês: “Se vocês soubessem minha história, vocês iriam me amar. Eu trabalhei tão duro por isso”.</p>
<p>Apontando para sua família que estava na plateia e soltando o choro preso na garganta, Pantoja continuou: “Gabriela, minha esposa, meus filhos. Eu trabalhei tanto por isso! Eu posso tocar agora (o cinturão)! Eu posso tocar agora!” Nesse momento, as lágrimas já desciam aqui em casa também.</p>
<p>No que foi talvez o discurso mais comovente da história do UFC, Alexandre desabafou: “Eu entrego tudo que tenho (ao lutar). Minha mãe tomou conta de mim e dos meus dois irmãos sozinha. Agora você tem orgulho de mim, pai? Está orgulhoso de mim?”. E lá estava eu, chorando sozinho de madrugada e pensando no impacto que um pai causa na vida de seus filhos.</p>
<p>Ser pai não é só se reproduzir. Ser um verdadeiro pai desperta um amor que nem sabíamos que era possível antes. Um pai de verdade ama tanto seus filhos que está disposto a passar pelos piores tormentos para evitar que sua prole sofra. É entregar tudo por sua família, trabalhar tão duro para proporcionar o melhor para eles.</p>
<p>Antes mesmo de pisar no octógono, Alexandre Pantoja já era um campeão, por ser para seus filhos o pai que ele não teve. O choro faz parte dessa conquista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="UFC 290: Volkanovski e Pantoja ficam com o cinturão | Melhores Momentos" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/2b0ZKimh6Cw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pantoja-e-o-dia-em-que-o-ufc-me-fez-chorar/">Pantoja e o dia em que o UFC me fez chorar</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
